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Imagens e Frases de Natal Religioso

domingo, 8 de abril de 2012

Nº 1249-4 - «REZAR NA QUARESMA» - 8 de Abril de 2012 –(Domingo de Páscoa) - Ressurreição triunfal de Jesus Cristo

SEMANA SANTA

Domingo de Páscoa

Ressurreição triunfal de Jesus Cristo 

João 20, 1-9

“... ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.”

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Hoje é o dia luz que vence a noite densa.

Cristo vive e derrota as trevas.

Ele expulsa o mal que nos oprimia.

Ele vai à nossa frente e ficam para trás os nossos medos.

Hoje os tristes reencontram o entusiasmo,

Os desanimados alegram-se.

Os casais apaixonam-se de novo.

A compaixão renasce em todos os corações.

Hoje, o Deus vivo, que ama a vida,

derrota todas as mortes.

 

»»»»»»»»»»

 

Tu, Senhor, és o Deus da vida

A minha vida renasce em Ti,

A luz da tua ressurreição

expulsa de dentro de mim

toda a escuridão do mal.

 

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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NOTA:

O livrinho “REZAR NA QUARESMA – Um Caminho de mudança” consta de leituras –

citação bíblica do Evangelho do dia;

uma frase bíblica em destaque;

uma imagem para ajudar a pensar;

uma meditação que faz a ponte entre o Evangelho e os dias de hoje;

uma proposta de oração.

Dai que, durante este período de Quaresma, tal como ocorreu nos 2 últimos anos (como acima refiro), diariamente será aqui transcrito o texto do respectivo dia, solicitando a devida vénia às Edições Salesianas.

António Fonseca

aarfonseca0491@hotmail.com

http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1249-3 - A RELIGIÃO DE JESUS – Domingo da Ressurreição (PÁSCOA) – 8 de Abril de 2012

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Nº 1249-3

Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

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8 DE ABRIL DE 2012

Domingo da Ressurreição

Páscoa

Jo 20, 1-9

20 – O túmulo vazio – No primeiro dia da semana, Maria de Magdala foi ao sepulcro logo de manhã, ainda escuro, e viu a pedra retirada do sepulcro. Correu, pois, e foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e disse-lhes: «Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde O puseram». Pedro saiu com o outro discípulo e foram ambos ao sepulcro. Corriam os dois juntamente, mas o outro discípulo antecipou-se e chegou primeiro ao sepulcro. Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou. Entretanto, chegou Simão Pedro, que o seguia, entrou no sepulcro e viu as ligaduras no chão e o sudário que estivera sobre a Sua cabeça; este não estava com as ligaduras, mas enrolado num lugar à parte. Entrou também o outro discípulo que chegara primeiro ao sepulcro: Viu e acreditou. Não tinha efetivamente, entendido ainda a Escritura, segundo a qual Ele devia ressuscitar dos mortos. A seguir os discípulos regressaram a casa.

1 – A ressurreição significa que Jesus é um grande argumento, que o cristianismo oferece à humanidade, para mostrar que a vida é mais forte que a morte. O Ressuscitado nos diz, segundo a fé dos cristãos, que, mais além de todas as evidências que se nos impõem, a morte não tem a última palavra no destino dos humanos. Não estamos destinados ao fracasso e à corrupção, mas sim à vida e à felicidade.

2 – Mas nunca se deveria esquecer que a esperança na “outra vida” para além da morte, pode converter-se numa ameaça para “esta vida”. Todos os que, ao longo da história das religiões, têm morrido matando, têm chegado a ser assassinos porque a esperança na outra vida lhes dá argumentos para matar e para se matarem. Os terroristas suicidas têm-se imolado em tantos massacres porque estavam persuadidos de que, fazendo isso, entravam no paraíso dos ressuscitados.

3 – Sem chegar a esses excesso de desumanização, a esperança faz dano à “vida humana” quando essa esperança na “vida divina” justifica qualquer forma de agressão ao ser humano. Sabemos que há pessoas que, por ser fiéis às suas crenças de eternidade, menosprezam ou inclusive desprezam a quem não pensa como eles, têm outras crenças religiosas ou não se ajustam às exigências de um determinado “credo”. Aos seres humanos há que os respeitar e os amar, não porque assim se conseguem prémios eternos, mas sim porque os seres humanos merecem o nosso respeito e o nosso amor, «etsi Deus non daretur», “ainda que Deus não existisse”.

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Viso - mapa

http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.

Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.

Mais um esclarecimento,

No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos dos Evangelhos. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer.

Desculpem e obrigado. AF

Mais uma nota final:

Como devem ter reparado (e já a partir de 23 de Abril) o meu anterior contacto de email, foi desativado e, desde então, passaram a ser estes os meus endereços:

aarfonseca@hotmail.com

antoniofonseca40@gmail.com

Nº 1250 – 1ª Página – (95/2012) - SANTOS DE CADA DIA – 9 de Abril de 2012 - 4º ano

Ver Notas no final
Nº 1250 – 1ª Página – 2012
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Páscoa do Senhor
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9 DE ABRIL DE 2012

Segunda-feira

Maria Cleofas, Santa
Testemunha do Calvário

Santa Maria Cléofas é chamada no Evangelho irmã da Santíssima Virgem. Estava casa com Cléofas. Teve quatro filhos, S. Judas, S. Tiago Menor, S. Simão e outro chamado José, irmãos, isto é, primos co-irmãos do Salvador. Esta santa acreditou desde logo em Jesus Cristo, seguiu-o ao Calvário e assistiu ao seu enterro. Tendo ido no domingo de manhã ao sepulcro, acompanhada doutras mulheres, foram as primeiras que ouviram da boca dos anjos que Jesus Cristo havia ressuscitado, e foram levar a notícia aos Apóstolos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

COMPLEMENTO

Maria Cleofas viveu durante a época de Jesus e era mãe de dois Apóstolos, Iago (Tiago) o Menor e Judas. Embora se conheça ainda muito pouco durante a sua vida, três dos quatro Evangelhos identificam Maria como uma das poucas pessoas que testemunharam o milagre mais extraordinário do Cristianismo – a Ressurreição de Jesus. Conhecida simplesmente como “a outra Maria”, ela manteve-se corajosamente ao pé da cruz com a mãe de Jesus e Maria Madalena no dia em que Jesus deu o último suspiro. Os seus corações despedaçaram-se ao observarem José de Arimateia retirar gentilmente o Seu corpo da cruz, envolvê-lo num pano limpo, de linho e depositá-lo num  sepulcro talhado na rocha. Quando a pedra deslizou para selar a entrada, Maria Cleofas e Maria Madalena não abandonaram o local, permaneceram ali para vigiar o Seu sepulcro.
A primeira testemunha  – Na madrugada depois do Sábado, Maria Cleofas, Maria Madalena e uma outra mulher regressaram ao sepulcro de Jesus para ungir o seu corpo com essências, segundo os costumes da época. No entanto, quando chegaram, elas ficaram  estupefactas ao ver que a pesada pedra já tinha sido removida. Em lugar do corpo de Jesus, encontraram dentro do sepulcro um anjo, que lhes disse que Jesus tinha ressuscitado da morte tal como tinha prometido. Assustadas, as mulheres fugiram e contaram aos Apóstolos o que tinham visto. No início ninguém acreditou nelas, até que Pedro visitou o sepulcro e encontrou os panos de linho de Jesus. Mais tarde, Jesus apareceu aos Apóstolos, porém Maria Cleofas e as outras mulheres foram as primeiras a testemunhar a Sua ressurreição.
No seu rasto
Apesar de Maria Cleofas não ser conhecida por ter predicado a Palavra de Deus, ela foi uma das poucas pessoas que silenciosa e fielmente permaneceram junto de Jesus nas suas horas obscuras. Maria era uma mulher comum que seguiu o seu ministério e lhe ofereceu o seu apoio, o melhor que pode. Infelizmente, nós temos tendência para não pôr em evidência homens e mulheres como Maria e, em vez disso, prestamos atenção e admiramos pessoas de acção.
No entanto, tal como nos recorda John Milton no seu poema On His Blindness: «Também servem os que estão simplesmente em pé e esperam». Em seguida iremos dar algumas sugestões que lhe custaram apenas alguns minutos do seu tempo porém podem fazer uma diferença na vida de alguém:
* Quando alguém, lhe telefona ou o visita, interrompa aquilo que está a fazer e preste realmente atenção ao que ela lhe diz, especialmente se esta pessoa tem um  problema.
* Assista aos eventos dos seus filhos, tais como jogos, recitais, concertos e peças de teatro. A sua presença significará muito para eles.
 
Oração
Olhai, ó bondoso e doce Jesus, perante o Teu rosto eu humildemente me ajoelho e com o mais fervoroso desejo da alma, rezo e Te imploro para incutires no meu coração sentimentos vivos de Fé, Esperança e Caridade, verdadeiro arrependimento pelos meus pecados e um firme propósito de emenda. Com profunda afeição e pesar na alma, medito e contyemplo mentalmente as Tuas cinco feridas, tendo presente as palavras que David, o profeta, pronunciou a respeito de Ti; “Eles perfuraram as minhas mãos e os meus pés, ele contaram todos os meus ossos”.. Ámen.
(Oração perante o Crucifixo)
No período da vida de Santa Maria Cleofas (30 A.C. a 40 D.C.) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Império de Guduphara na Índia (19-45 A.C.); Octaviano derrota António e Cleópatra em Alexandria (31 D. C.); Ovídeo, poeta romano, escreve a Metamorfoses (2-8 A.C.); Vida de Agrícola, governador da Britânia (40-893 D.C.).
 
 
ACÁCIO DE AMIDA, Santo
Bispo (meados do século V)

Acacio de Amida, Santo

Acácio de Amida, Santo

Nos fins do século IV, nasceu Acácio na cidade de Amida, situada na Mesopotâmia. Foi ordenado sacerdote e ascendeu a bispo de Amida, sendo ainda bastante moço. A caridade tinha inflamado de tal modo o coração de Santo Acácio, que repartia continuamente pelos pobres não só as rendas e produtos do seu ministério, mas até a própria comida, dando-lhes generosamente o parco alimento que lhe era destinado. Com o santo desígnio de remir os fiéis que sofriam em poder dos pagãos, mandou fundir todos os vasos sagrados de sua igreja. Todos os aflitos eram seus íntimos amigos. O Senhor, comprazendo-se nos merecimentos do seu fiel Acácio, concedeu-lhe os dons dos milagres. Seu trânsito glorioso foi por meados do século V. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt ¡Felicidades a quem leve este nome! Comentários ao P. Felipe Santos: al Santoral">fsantossdb@hotmail.com

49090 > Sant' Acacio di Amida Vescovo 9 aprile MR

Antonio Pavoni, Beato
Mártir Dominicano

Antonio Pavoni, Beato

Antonio Pavoni, Beato

Martirológio Romano: Em Bricherasio, perto de Pinerolo, no Piemonte, beato Antonio Pavoni, presbítero da Ordem de Pregadores e mártir, que foi apunhalado ao sair da igreja, depois de pregar contra a heresia (1374). Etimologicamente: António = Aquele que é digno de estima, é de origem latino. Nascido em Savigliano, província de Cuneo, Itália no ano 1326. Jovem inteligente e pio, foi monge com apenas 15 anos, e sacerdote aos 25. Em 1360, o Papa Urbano V o nomeou Inquisidor Geral para lutar contra as heresias em Lombardia e Génova, sendo uno dos mais jovens em ocupar esse cargo. Um trabalho duro e difícil, e quase uma sentença de morte ao ter que enfrentar aos hereges. Seu apostolado durou 14 anos. Em 1368 foi eleito prior de Savigliano, construiu a nova abadia, a mesma que foi feita sem nenhum luxo,enquanto, os hereges esperavam qualquer oportunidade para atacar e usar qualquer ostentação como arma para o desacreditar. António era amigo da pobreza, levava uma vida simples, o que encolerizava os hereges por não poder desacreditá-lo, então decidem matá-lo. No Domingo de Páscoa, depois dele pregar contra a heresia em Brichera, sete hereges o apunhalaram. Era em 9 de Abril de 1374. Foi enterrado em Savigliano, lugar que se converteu em sitio de peregrinações até 1827, ano em que os restos foram trasladados a igreja dominicana de Racconigi. Foi beatificado em 4 de Dezembro de 1856, pelo Papa Pío IX.

49075 > Beato Antonio Pavoni Martire, domenicano 9 aprile MR

Cassilda de Toledo, Santa
Virgem Eremita

Casilda de Toledo, Santa

Cassilda de Toledo, Santa

Martirológio Romano: No lugar chamado São Vicente, perto de Briviesca, na região de Castela, em Espanha, santa Cassilda, virgem, que, nascida na religião maometana, ajudou com misericórdia aos cristãos detidos na cadeia e depois, já cristã, viveu como eremita (1075). Etimologicamente: Cassilda = Aquela que canta com alegria, é de origem árabe. Foi virgem peregrina. «Peregrinou do erro para a verdade, da opulência para a pobreza, das margens do Tejo para as montanhas de Burgos». Filha do rei mouro de Toledo, Almancrin, seu pai foi o príncipe mais poderoso de todos os que repartiram entre si os restos do califado der Córdova. Dominou Toledo e todo o planalto; pelo Norte até ao Guadarrama e pelo Sul até à Serra Morena. Nas suas arcas esconderam-se tesouros fabulosos que foram um dia admiração do Oriente. Tudo foi de Cassilda, a quem as magnificências reais afogavam e as festas cortesãos entristeciam. Viu-se como Cassilda se ausentava delas com atitude de melancolia e buscava conforto nos cristãos que gemiam, nos subterrâneos da grande fortaleza. A lenda descreve-no Cassilda no palácio e o rei seu pai assomando a uma janela, da qual se vêm correr as águas do Tejo. A menina atravessa o pátio. Que levará no seu avental de seda? O pai interroga-a e fá-la parar. Aonde vais? Que é isso que escondes? E Cassilda responde sorrindo; São rosas e outras flores. Eram os géneros alimentícios que levava, para aliviar a fome dos cristãos cativos; tinham-se convertido em rosas de refinado perfume. Valha o que valer a lenda em si, há nela um fundo histórico, que nos fala do coração bondoso e caritativo da princesa moura de Toledo, das suas esmolas aos cristãos cativos. Cassilda vai-se afeiçoando cada vez mais à religião cristã. Um dia em Toledo falam-lhe de uma fonte que há em terras castelhanas, cujas águas operam milagres. O desejo de se curar duma doença secreta de que sofre e as simpatias que sente pelos cristãos animam-na a empreender tão longa peregrinação. O pai cede às instâncias de Cassilda. Dá-lhe acompanhamento régio e cartas de recomendação para Fernando I, rei de Castela (1065), que recebe a princesa moura com honras reais. Cassilda veio a Burgos, chegou a Bureba, banhou-se nas águas do poço de S. Vicente e, com a saúde do corpo,. conseguiu a da alma; fez-se cristã. No mesmo lugar onde recebera a graça do baptismo, levantou uma ermida a fim de passar toda a vida em oração e penitência. O santuário de Santa Cassilda encontra-se hoje convertido em espaçoso templo, onde se guardam os seus restos. É padroeira de Burgos; por alturas do S. João acodem multidões devotas de todas as aldeias da província, para gozar do perfume e da graça que deixou nelas a virgem moura que se fez cristã. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

49125 > Santa Casilda di Toledo Vergine 9 aprile MR

Celestina (Catalina) Faron, Beata
Religiosa; Virgem e Mártir

Celestina (Catalina) Faron, Beata

Celestina (Catalina) Faron, Beata

Martirológio Romano: No campo de concentração de Oswiecim ou Auschwitz, perto de Cracóvia, na Polónia, beata Celestina Faron, virgem da Congregação das Pequenas Servas da Imaculada Conceição y mártir, a qual, ao ser ocupada militarmente Polónia durante a guerra, foi encarcerada pela fé de Cristo e, esgotada pelas privações, alcançou a gloriosa coroa (1944). Etimologicamente: Celestina = Aquela caída do céu, é de origem latino. Katarzyna (Catalina em castelhano ou Caterina em italiano) Faron, nascida em Zabrzez, Polónia, em 24 de Abril de 1913, forma parte do grupo de mártires do nazismo. Ofereceu sua vida pela conversão de um sacerdote. Pressa pela Gestapo foi condenada a trabalhos forçados no campo de concentração de Auschwitz. Afrontou heroicamente o sofrimento, morrendo no dia de Páscoa do ano 1944. A jovem religiosa foi beatificada por S.S. João Paulo II na Polónia, em 13 de Junho de 1999 junto com outros 107 mártires e a Edmundo Bojanowski fundador da Congregação a que ela pertencia: As Pequenas Servas da Imaculada Conceição e em que tomou o nome de Celestina. VER MAIS SOBRE 107 mártires na Polónia em http://es.catholic.net/santoral

92072 > Beata Caterina Celestina (Katarzyna Celestyna) Faron Vergine e martire 9 aprile MR

Demétrio de Tessalónica, Santo
Mártir

Demetrio de Tesalónica, Santo

Demétrio de Tessalónica, Santo

Martirológio Romano: Perto de Sirmio, em Panonia, são Demétrio, mártir, muito venerado em todo o Oriente e, de modo especial, na cidade de Tessalónica (s. III/IV). Etimologicamente: Demétrio = Aquele que se dedica à agricultura ou à Terra, é de origem grega. Nasceu na cidade de Solún, Grécia. Seus pais, que praticavam o Cristianismo em segredo, o batizaram e lhe ensinaram a religião. Seu pai, procônsul romano, faleceu quando Demétrio era maior de idade. O imperador Maximiano (s. IV) nomeou a Demétrio governador e militar de toda Tessalónica. A principal função de São Demétrio era defender a província dos inimigos, obrigando-o o imperador a que exterminasse também aos cristãos. Demétrio em lugar de isto começou a eliminar os costumes pagãos e aos pagãos os convertia à fé cristã. Cedo chegou a ouvidos do imperador que o procônsul Demétrio era cristão; e sabendo-o Demétrio, se preparou para a morte, repartiu seus pertences aos pobres, fazendo uma vida de jejum e penitência. O imperador prendeu o procônsul e começou a distrair-se com cenas de gladiadores e circos, onde levava à arena os cristãos. O conhecido gladiador Liaco facilmente dominava aos submissos cristãos mas lutas e ante a exaltada multidão os arrojava sobre as lanças dos guerreiros. O jovem cristão São Nestor, visitou a São Demétrio no cativeiro e São Demétrio o bendisse para um combate corpo a corpo com Liaco. Reforçado por Deus, São Nestor venceu ao orgulhoso gladiador. Enquanto Maximiano conheceu a razão por que Néstor havia ganho, ordenou que São Demétrio fosse trespassado com as lanças de seus zeladores, e que São Nestor fosse decapitado com sua própria espada. O corpo do mártir São Demétrio foi arrojado como alimento para as bestas, mas os povoadores o sepultaram em segredo. Durante o governo do imperador Constantino o Grande (324-337) ante a tumba do mártir São Demétrio fundaram um templo e aos 100 anos foram encontradas suas santas relíquias. A biografia de são Demétrio diz que libertava reclusos das mãos dos contrários e os ajudava a chegar até Solún. Desde o século VII junto a suas relíquias começou a fluir uma aromática e milagrosa mirra, o qual se divulgou nessa época. "por sua composição não é água, é mais espessa e isso não se parece a nenhuma substância conhecida por nós... É sumamente aromática não só do que conhecemos como artificial mas em relação a tudo o criado por Deus."

92421 > San Demetrio di Tessalonica Martire 9 aprile MR

Ascolta da RadioRai:

Eupsíquio de Cesareia de Capadócia

Eupsiquio de Cesarea de Capadocia

Eupsíquio de Cesarea de Capadócia

Martirológio Romano: Em Cesareia de Capadócia, hoje na Turquia, santo Eupsíquio, mártir, que sob o imperador Juliano o Apóstata, por haver destruído o templo da deusa Fortuna, sofreu o martírio. ( c.362) Sozomeno testemunha que o imperador Juliano o Apóstata alimentava um grande ódio à cidade de Cesareia, metrópole de Capadócia, porque estava habitada quase exclusivamente por cristãos que antes de seu ascenso ao trono haviam derribado os templos de Júpiter e Apolo. Quando mais tarde soube que havia sido destruído também o da deusa Fortuna, se enfureceu fatalmente e os responsáveis do facto foram castigados com o exílio ou a morte. Entre as vítimas desta perseguição estava Eupsiquio, nativo de Cesareia, de nobre origem. Tanto os sinaxários gregos como o Martirológio Romano colocam em 9 de abril sua comemoração, ainda que do epistolário de são Basílio Magno e são Gregório Nazianceno aprendemos que numa época o santo era festejado em Cesareia em 7 de setembro, junto aos demais mártires da região. responsável da tradução para espanhol: Xavier Villalta

93002 > Sant’ Eupsichio di Cesarea di Cappadocia Martire 9 aprile MR

Libório de Le Mans, Santo
Bispo

Liborio de Le Mans, Santo

Libório de Le Mans, Santo

Martirológio Romano: Na cidade dos cenomanos (hoje Le Mans), na Gália Lugdunense, são Libório, bispo (s. IV). São Libório, pelo geral se o considera o quarto Bispo de Le Mans, França, mas é difícil determinar exatamente a época en que exerceu este ministério. O que se sabe, é que foi em redor de 380, e que esteve nele durante 49 anos. Em alguns documentos se conta que um de seus sucessores, o Bispo Aldrico, ao consagrar a catedral (em 21 de Junho de 835) quis que um dos altares fosse dedicado ao santo do lugar: Libório. No ano 836, o Bispo de Paderborn enviou uma delegação a Le Mans para conseguir alguma relíquia do Santo por haver tido noticias de seus milagres. Entre as duas Dioceses se estabeleceu uma espécie de "Fraternidade" pela qual São Libório se converteu também em Padroeiro de Paderborn. É o protetor dos enfermos de cálculos renais e suas imagens costumam representá-lo como um ancião bispo, dando-lhe como atributo identificativo umas pequenas pedras em recordação do legendário milagre produzido durante a traslação das relíquias. Seu culto se difundiu muito em França, Alemanha, Espanha e Itália.

90227 > San Liborio Vescovo di Le Mans 9 aprile MR

Ascolta da RadioVaticana:

Lindalva Justo de Oliveira, Beata

Lindalva Justo de Oliveira, Beata

Lindalva Justo de Oliveira, Beata

Beata Lindalva Justo de Oliveira, virgem e mártir, que sendo Filha da Caridade de São Vicente de Paulo, morreu em defesa de sua castidade como consequência de mais de 40 punhaladas que lhe infligiu um interno do centro de saúde em que colaborava em Salvador de Bahía - Brasil. ( 1993) Data de beatificação: 2 de Dezembro de 2007 pelo Papa Bento XVI. Lindalva Justo de Oliveira nasceu a 20 de Outubro de 1953 no Sitio Malhada da Areia, numa zona muito pobre de Rio Grande do Norte, Brasil. O pai de Lindalva, João Justo da Fé, um granjeiro viúvo. Seu segundo matrimónio foi com María Lúcia de Oliveira. A pequena Lindalva foi a sexta de 13 meninos nascido do casal. Lindalva foi batizada em 7 de Janeiro de 1954. Sua familia não era poderosa, mas era rica na fé cristã. João mudou a sua familia a Açu para que seus filhos pudessem assistir à escola, e depois de muitos sacrifícios ele conseguiu comprar uma casa onde a familia reside ainda hoje. Seguindo o bom exemplo de sua mãe, Lindalva demonstrou uma inclinação natural para as crianças mais pobres e compartilhou muito tempo com eles. Na idade de 12 anos, Lindalva recebeu sua Primeira Comunhão, e durante seus anos escolares ela estava sempre contente de ajudar ao menos afortunado. Depois, em 1979, quando vivia com seu irmão Djalma e sua familia, no Natal, ela obteve o diploma de ajudante administrativa. De 1978 a 1988 ela teve vários trabalhos em vendas por miúdo e como caixeira numa estação de gasolina, enviando algo de seu salário a casa para ajudar a sua mãe. Lindalva encontrou tempo para visitar, todos os dias depois do trabalho, o asilo de anciãos da localidade. Em 1982, quando ajudava amorosamente a seu pai nos últimos meses de sua enfermidade terminal, meditou a sério sobre sua vida e decidiu servir aos pobres. Se registou então num curso de enfermeira, mas também disfrutou essas coisas típicas da juventude: fazer amizades, lições de guitarra e estudos culturais. Em 1986 participou em atividades vocacionais das Filhas de Caridade. Depois de que recebeu o Sacramento de Confirmação em 1987, Lindalva solicitou ser admitida por dita congregação. Na Festa de Nossa Senhora de Lourdes, 11 de fevereiro de 1988, ingressou ao noviciado sendo sua presença moralmente edificante para seus companheiros por sua alegria e a genuína preocupação pelos pobres. Numa carta a Antonio, seu irmão alcoólico, escreveu: "Pensa sobre isto e interioriza-lo em ti. Eu oro muitíssimo por ti e continuarei orando, e se é necessário farei penitência para que sejas capaz de reivindicar-te como pessoa. Segue a Jesús, que lutou até à morte pelos pecadores, dando até sua própria vida, não como Deus mas sim como homem, para o perdão de pecados. Devemos buscar refúgio n’Ele; só n’Ele a vida merece a pena". Um ano depois seu irmão deixou de beber. Em 29 de Janeiro de 1991 Sor Lindalva foi indicada a atender a 40 pacientes terminais, todos homens, no centro de saúde municipal em Salvador da Bahia. Empreendeu as tarefas mais humildes e buscou servir aqueles que mais sofriam tanto espiritual como materialmente animando-os à recepção dos sacramentos. Sor Lindalva cantava e orava com eles, e inclusive passou as provas de condução para poder levá-los a passear. Durante Janeiro de 1993, um tal Augusto da Silva Peixoto, um varão de 46 anos de idade, de um carácter irascível, usando uma recomendação logrou ser admitido nas instalações ainda que ele não tivesse ne nenhum direito para estar ali. Sor Lindalva o tratou com a mesma cortesia e respeito que aos outros pacientes, mas ele se enamorou dela. Ela se distanciou prudentemente dele e era muito cuidadosa ao ter que o atender. Não obstante, ele expôs explicitamente suas intenções luxuriosas para com ela. Uma simples solução teria sido que Sor Lindalva deixasse o lugar, mas seu amor pelos anciãos a fez declarar, "prefiro verter meu sangue que deixar este lugar." Em 30 de Março os assédios de Augusto se puseram tão insistentes e aterradores que ela buscou a ajuda de um oficial de segurança para travara este paciente desobediente. Ainda que ele tenha prometido melhorar sua atitude e conduta, se encheu de tal ódio e vingança que desenvolveu um plano assassino. Em 9 de abril de 1993, Sexta-feira Santa, Sor Lindalva tomou parte da Via Crucis paroquial às 4:30 da manhã. Tipo 7 da manhã regressou a seu trabalho para preparar e servir o desjejum como o fazia todos os dias. Quando ela servia o café Augusto se aproximou e empunhando uma faca de pescado cortou-lhe o pescoço. Caiu ao chão e chorando repetia várias vezes "Deus me protege". Os pacientes correram buscando proteção. Envolto num rapto demente Augusto a apunhalou 44 vezes, "¡devia ter feito isto há mais tempo”.Tranquilizando-se então de repente, se sentou num banco, limpou a faca nas suas calças, atirou-a na mesa e exclamou: "¡Ela não me quis!", e voltando-se para o doutor, disse, "Pode chamar a polícia, não fugirei; fiz o que tinha que fazer". No dia seguinte, Sábado Santo, o Cardeal Lucas Moreira Neves, O.P., Primado de Brasil, celebrou o enterro da irmã de 39 anos de idade e comentou: "Uns poucos anos foram suficientes para que Sor Lindalva coroasse sua vida Religiosa com o martírio." Em 2 de Dezembro de 2007 foi beatificada em São Salvador da Bahía (no Estádio de Barradão) pelo Prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, Cardeal José Saraiva Martins, delegado para este fim por Sua Santidade Bento XVI. traduzido por Xavier Villalta Reproduzido com autorização de Vatican.va Nota: A memória litúrgica da Beata Lindalva foi fixada, pela Congregação para a Causa dos Santos, para se realizar no dia 7 de Janeiro, dia de seu baptismo, em vez de 9 de Abril, dia de sua morte.

Tomás de Tolentino, Beato
Mártir Franciscano

Tomás de Tolentino, Beato

Tomás de Tolentino, Beato

Martirológio Romano: Em Tana, na Índia ocidental, beato Tomás de Tolentino, presbítero da Ordem de irmãos Menores e mártir, que, havendo viajado até ao império de China para anunciar o Evangelho, ao dirigir-se depois ao território dos tártaros e dos hindus coroou sua missão com um glorioso martírio (1321). Etimologicamente: Tomás = gémeo, mellizo. É de origem aramaica. León XIII aprovou seu culto em 23 de Julho de 1894. Tomás de Tolentino e três companheiros também franciscanos: o sacerdote Jaime de Pádua, o clérigo frei Pedro de Siena e o religioso laico frei Demétrio de Tiflis, de origem georgiana ou Arménia, conhecedor de línguas asiáticas, morreram mártires na Índia. Mas só o culto de Tomás foi oficialmente confirmado pela Igreja. Nascido no ano 1260 em Tolentino, cidade da Marca de Ancona (Itália), Tomás ingressa na Ordem dos Irmãos Menores em 1285 e forma parte dos espirituais das Marcas, seguidores de Ángel Clareno. Em 1290 parte como missionário, e através de Grécia chega a Arménia, onde os franciscanos alcançam a amizade do rei Aitón II, que em 1291 envia a Tomás como legado seu ao Papa Nicolás IV, ao rei de França e ao rei de Inglaterra para solicitar deles ajuda contra os sarracenos. Em 1296 volta por segunda vez a Itália, nesta ocasião para defender aos espirituais de Clareno ante o Ministro Geral Juan de Morrevallo e a «comunidade» da Ordem. Em 1307 o encontramos de novo na Europa como enviado especial de Juan de Montecorvino, o célebre missionário franciscano e primeiro Arcebispo de Pequim, para pedir ajuda e especialmente pessoal para a missão de China. Tomás se entrevistou com Clemente V em Poitiers, e obteve dele muitas ajudas.

Tomás de Tolentino, Beato

Tomás de Tolentino, Beato

Nos anos 1308-1320 exerce o apostolado na China, junto a João de Montecorvino. Em finais de 1320 o encontramos em Ormuz, no Golfo Pérsico. Com os três companheiros, os irmãos Jaime, Pedro e Demétrio, chega ao actual Bombaim. Desembarcam na ilha Salsetta, na cidade de Tana, onde os acolhem alguns cristãos nestorianos. Hospedados numa familia, são identificados pelos maometanos da cidade e conduzidos ante o Cádi (Juiz), a qual explica Pedro a doutrina cristã, não sem a opor à doutrina muçulmana, ao Corão e a Maomé. Esta foi a acusação causadora de sua condenação e do martírio. Quatro sicários os prendem novamente e decapitam a três deles, começando por Tomás, enquanto frei Pedro, por um momento, escapa da morte; mas é alcançado dias mais tarde e decapitado também. O martírio dos três primeiros teve lugar em 3 de abril de 1321, e o de Pedro em 11 do mesmo mês e ano, todos em Tana. O sacrifício destes heroicos mártires está documentado nas relações de privadas e sobretudo pela do Beato Odorico de Pordenone, viajante contemporâneo e missionário na China. Em 1326 chegou a Tana, e transportou por mar os corpos dos mártires, não sem gravíssimos perigos, a Zaiton, na China; logo descreveu seu martírio. A cabeça do Beato Tomás foi posteriormente levada a Tolentino, sua pátria, onde o glorioso mártir foi venerado com culto público, confirmado por Leão XIII.

90671 > Beato Tommaso da Tolentino Missionario francescano 9 aprile MR

Ubaldo Adimari, Beato
Presbítero Servita

Ubaldo Adimari, Beato

Ubaldo Adimari, Beato

Martirológio Romano: No monte Senario, na Toscana, beato Ubaldo Adimari, presbítero da Ordem de Servos de Maria, que passou da milícia terrestre ao serviço de María, por obra de são Felipe Benizi (1315). Etimologicamente: Ubaldo = Aquele de espírito inteligente, é de origem germânica. Ubaldo nasceu em Borgo Sansepolcro, na região de Toscana, a meados do século XIII. Já “desde tenra idade amou a vida religiosa” – como testemunha frei Pablo Attavanti em seu Diálogo sobre a origem da Ordem. Primeiro estudou filosofia e humanidades; mais tarde, por sua devoção e reverência com a Virgem gloriosa, ingressou na Ordem dos frades Servos de santa María e se dedicou ao estudo da teologia. Frei Ubaldo era considerado como “insigne modelo de virgindade” – agrega Attavanti - e cedo adquiriu fama de santidade. Era empreendedor e possuía um magnífico espírito de trabalho; nunca se deixou vencer por uma vida fácil e cómoda. O que conta a tradição sobre seu trato frequente e amizade com são Felipe, acrescenta a sua imagem um rasgo muito pessoal e confirma a fama de suas virtudes. Com efeito, a obra titulada Sobre a origem e em louvor dos Servos de frei Tadeu Adimari e a Vida de Felipe de Florencia de Nicolás Borghese, que por sua vez recolhem dados da antiquíssima “Lenda” de são Felipe, referem que o Santo, achando-se em Todi em transe de agonia e sem conhecimento desde havia três horas, à chegada de frei Ubaldo, que havia sido advertido prodigiosamente deste sucesso, de improviso se incorporou um pouco, abraçou a seu irmão e amigo, e, contente de tê-lo visto, morreu na paz do Senhor. Não se sabe de ciência certa em qual convento da Ordem viveu o Beato, mas há indícios para supor que passou seus últimos anos no convento de Monte Senario, onde resplandeceu por suas virtudes e milagres; segundo se conta, ali morreu em olor de santidade no ano 1315. Foi sepultado em Monte Senario – como se lê na Crónica da Ordem da bem-aventurada Virgem María de frei Miguel Poccianti-. No ano 1707 sob o altar mor da igreja de Monte Senario, perto do sepulcro de nossos sete santos Padres, foi achado um corpo, que por sua considerável estatura ninguém duvidou que fosse o do beato Ubaldo; efetivamente, frei Pablo Attavanti atesta na citada obra que o Beato era “um homem bem parecido e de grande estatura”. O Papa Pío VII confirmou seu culto no ano 1821. O corpo do beato Ubaldo foi trasladado em 1969 para a capela de são José da Basílica de Monte Senario, onde é venerado com grande piedade.

90189 > Beato Ubaldo da Borgo San Sepolcro (Ubaldo Adimari) Frate Servita 9 aprile MR

Vadim ou Badémio, Santo
Mártir

Vadim o Bademio, Santo

Vadim ou Bademio, Santo

Etimologicamente: Vadim é um nome próprio masculino de origem incerta. Se baseia numa origem eslava, ainda que alguns investigadores consideram que é de origem persa. Também é possível a procedência árabe, relacionada com a palavra wadi. Em espanhol há dado lugar a Bademio, do latim Bademus. Arquimandrita, mártir. Nasceu no século IV em Bethlapat, Pérsia. Foi executado por ordem do rei Sapor II no ano 376. No ano 36 da perseguição de Sapor II, Bademio foi preso junto a sete de seus monges. Durante meses esteve encadeado numa masmorra. Ao mesmo tempo um nobre cristão chamado Nersan, príncipe da Satrapía de Ária, também foi encarcerado por se negar a adorar ao sol. Ao principio Nersan parecia decidido a manter-se na sua fé, mas ante a visão das possíveis torturas terminou cedendo e prometeu aceitar ao deus solar. Para provar a sinceridade de Nersan o rei Sapor ordenou que Bademio fosse trasladado para a cela de Nersan, que se encontrava numa câmara em seu palácio real. Sapor disse a Nersan que se matasse a Bademio lhe devolveria seus privilégios e direitos como príncipe. Nersan aceitou as condições do rei. Deram-lhe uma espada e se dispôs a metê-la no peito do monge. Sem embargo, se viu assaltado por um repentino terror, assim que se deteve no instante e foi incapaz de levantar a arma para o golpear. Sem embargo, apesar do medo que sentia, continuou tratando de cravar sua alma nas costas de Bademio. Sem embargo, uma combinação de medo, vergonha, remorsos e respeito o invadiam e seus golpes resultaram débeis e imprecisos. Sem embargo as feridas do mártir eram tão numerosas que as testemunhas que presenciaram o martírio admiraram a invencível paciência de Bademio, que aguardava a morte impassível. O decidido mártir admoestou a seu torturador dizendo-lhe: Infeliz Nersan, vê a que fosso de impiedade te há levado tua apostasia. Com gozo vou ao encontro da morte; mas com gosto estaria disposto a morrer debaixo de uma mão que não fosse a tua: ¿Porque deves ser tu meu verdugo? Nersan teve que golpear quatro vezes a Bademio para lhe separar a cabeça de seu corpo. Pouco tempo depois, assaltado pelos remorsos e a vergonha pelo que havia feito, Nersan se suicidou. O corpo de São Bademio foi arrojado fora da cidade pelos persas satânicos, mas os cristãos recolheram seus restos e os enterraram em segredo. Seus discípulos foram libertados de sua prisão no ano 379, após a morte do rei Sapor.

 

Valdetrudis, Santa
Monja

Valdetrudis, Santa

Valdetrudis, Santa

Martirológio Romano: Em Castroloco (hoje Mons), de Henao, em Neustria, santa Valdetrudis, irmã de santa Aldegundis, que, sendo esposa de são Vicente Madelgario e mãe de quatro santos, à semelhança de seu marido se ofereceu a Deus e recebeu o hábito monástico no cenóbio fundado por ela mesma (688). Etimologicamente: Valdetrudis = Aquela que governa com mão de ferro, é de origem germânica. Na história da cristandade não faltam, ainda que a miúdo desconhecidos, os casos de famílias inteiras elevadas à honra dos altares, como por exemplo a santa hoje celebrada, Valdetrudis, que é venerada seja com sua familia de origem, aquela em que cresceu: a qual estava formada por seus pais santo Walberto e santa Bertilia e sua irmã santa Aldegondis, ou com aquela familia que formou com seu marido Vincenzo (Vicente) Maldegario com quem procriou quatro filhos: Landerico (bispo de París), Dentellino (que morreu sendo ainda jovem), Aldetrudis (abadessa do mosteiro de Maubeuge) e Madelberta (também ela abadessa do mesmo mosteiro), todos, esposo e filhos, são venerados como santos. Junto a Maldegario formou uma familia de condições bastante acomodadas. Quando os filhos eram já grandes, o casal decidiu separar-se, sem dissolver o vínculo matrimonial, para poder dedicar-se ao serviço de Deus na vida religiosa. Maldelgario empreendeu então a fundação de um mosteiro perto de Haumont, onde se voltou monge assumindo o nome religioso de Vincenzo. Sua mulher Valdetrudis, em troca, esperou ainda dois anos para logo se afastar do mundo, indo a viver em solidão numa pequena vivenda. Foi convidada pela irmã Aldegondis a unir-se à comunidade de Maubeuge, mas ela acreditou poder levar uma vida ainda mais austera ficando fora da abadia. Com o passar do tempo, perdeu a tranquilidade que buscava pela quantidade de visitantes que acudiam a ela em busca de conselho, isso a motivou a empreender a fundação de seu próprio convento perto de Chateaulieu, no centro do que atualmente é a cidade de Mons na Bélgica. Seguiu ganhando notoriedade por suas numerosas obras de misericórdia e foram-lhe atribuídas bastantes curas milagrosas, tanto durante sua vida como logo de sua morte. Sua alma regressou a Deus pelo ano 688, para esse ano já tinha onze anos de viúva. Seu culto se desenvolve a partir do IX século, momento em que um monge de Mons redigiu em latim uma hagiografia de Valdetrudis. Seu nome foi introduzido no Martirológio Romano no ano 1679. Santa Valdetrudis é a patrona de Mons, cidade que também guarda suas relíquias numa igreja do século XV, construída perto de Chateaulieu. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it

92760 > Santa Valdetrude Sposa, monaca 9 aprile MR

Santo Edésio, mártir

Em Alexandria, no Egipto, santo Edésio, mártir, irmão de santo Apiano, que sob o imperador Maximino reprovou abertamente ao juiz em haver entregue aos leões as virgens consagradas a Deus, e por esta causa foi detido pelos soldados, torturado e, finalmente, por perseverar em, Cristo o Senhor, arrojado ao mar. († 306)

49070 > Sant' Edesio Martire 9 aprile MR

Santo Gauquério, religioso presbítero

Em Aureil, na região de Limoges, em França, santo Gauquério, canónico regular, que, para o clero, foi exemplo de vida em comum e de zelo pelas almas. († 1140)

49120 > San Gaucherio di Aureil Sacerdote 9 aprile MR

Santo Hugo de Rouen, abade e bispo

No mosteiro de Jumiéges, em Neustria, agora em França, santo Hugo, bispo de Rouen, o qual governou por sua vez o cenóbio de Fontenelle e as igrejas de París e Bayeux, e finalmente, após renunciar a estes cargos, esteve à frente do mosteiro de Jumiéges. († 730)

49110 > Sant' Ugo di Rouen Vescovo 9 aprile MR

São Máximo de Alexandria, bispo e confessor

Em Alexandria, no Egipto, são Máximo, bispo, que, sendo presbítero, compartilhou o exílio e a confissão da fé com o bispo são Dionisio, a que depois sucedeu. († 282)

49060 > San Massimo Vescovo 9 aprile MR


Ascolta da RadioRai:


91177 > Madonna dell'Arco Lunedì dell’Angelo (celebrazione mobile)


94015 > Beata Margherita Rutan Vergine e martire 9 aprile


94113 > San Pietro Camino Mercedario, martire 9 aprile

 
92174 > Santi Tancredi, Torthred e Tova Eremiti in Inghilterra 9 aprile



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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
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    António Fonseca