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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Nº 1252 - 2ª Página – ACTOS DOS APÓSTOLOS – Evangelista S. Lucas – 11 DE ABRIL DE 2012 – Terça-feira depois da Páscoa

ATENÇÃO:
Peço a vossa melhor atenção para o seguinte: No passado dia 4 do corrente mês, transcrevi o 10º Capítulo do Livro ACTOS DOS APÓSTOLOS, III – A EXPANSÃO DA IGREJA FORA DE JERUSALÉM e na sua parte final, comprometia-me a prosseguir com o capítulo 11 e seguintes, a partir do dia 6. Porém, – como se sabe, O HOMEM PÕE E DEUS DISPÕE – e não só pelo facto de ser Semana Santa, mas também porque tive de colaborar (não porque fosse obrigado, por alguém… mas apenas pela minha Consciência de Católico Praticante – nas cerimónias que se efetuaram nesses dias na Igreja da Comunidade de S. Paulo do Viso e na Igreja da Senhora do Porto, e, também pelo facto de querer compor outros textos que julguei importantes para incluir no meu blogue no FIM DE SEMANA MAIS IMPORTANTE DA RELIGIÃO CATÓLICA, conforme devem ter tido oportunidade de constatar, não tive qualquer possibilidade de tempo para prosseguir nesta transcrição que ficou suspensa até hoje dia 10 – (17 horas…). Acresce o facto de ter tido mais alguns problemas no meu computador, o que atrasou deveras o que eu pretendia fazer. Somente agora me é possível tentar recuperar o tempo perdido e por isso vou começar a transcrever o capítulo 11 (que deveria ter saído no dia 6) e à medida que os for completando, serão imediatamente editados, de modo a que – o mais depressa que me for possível, - fique tudo em dia.
Os meus cumprimentos. ANTÓNIO FONSECA
NOTA COMPLEMENTAR: A data de 10 de Abril acima indicada, refere-se ao dia em que este texto deveria ter sido publicado. Assim sucederá sucessivamente por cada edição até ficar em ordem. AF.
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Nº 1252-2ª Página

ACTOS DOS APÓSTOLOS
VI – O EVANGELHO ALCANÇA A EUROPA
 
 
16 a) 2ª Viagem missionária de Paulo – .Chegou em seguida a Derbe, e, depois a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente e de pai grego, que era muito estimado pelos irmãos de Listra e de Icónio. Paulo resolveu levá-lo consigo e, tomando-o, circuncidou-o, por causa dos judeus existentes naquelas regiões, pois todos sabiam que o pai dele era grego. Nas cidades por onde passavam, transmitiam e recomendavam aos irmãos que cumprissem as decisões tomadas pelos Apóstolos e pelos anciãos de Jerusalém. Dessa forma, as Igrejas eram confirmadas na fé e cresciam em número, de dia para dia. Depois de atravessarem a Frígia e o território da Galácia, tendo-lhes o Espírito Santo impedido de anunciar a palavra na Ásia, chegando à fronteira da Mísia, tentaram dirigir-se à Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu. Atravessaram, então a Mísia e desceram para Tróade. Ora, durante a noite, Paulo teve uma visão: Um macedónio estava de pé diante dele e fazia-lhe este pedido: «Passa à Macedónia e vem ajudar-nos!» Logo que ele teve esta visão, procuramos partir para a Macedónia, persuadidos de que Deus nos chamava para aí anunciar a Boa Nova.
 
Em Filipos – Embarcámos em Tróade e fomos diretamente a Samotrácia; no dia seguinte, fomos a Neápoles, e, de lá, a Filipos cidade de primeira categoria deste distrito da Macedónia, e Colónia.Estivemos aí durante alguns dias. No dia de sábado saímos às portas, em direção à margem do rio, onde era costume haver oração. Depois de nos sentarmos, começámos a falar às mulheres que lá se encontravam reunidas. Uma das mulheres chamada Lídia, negociante de púrpura da cidade de Tiatira e temente a Deus, pôs-se a escutar. O Senhor abriu-lhe o coração para aderir ao que Paulo dizia. Depois de ter sido batizada, bem com o os de sua casa, fez este pedido: «Se me considerais fiel ao Senhor, vinde ficar a minha casa», E obrigou-nos a isso.
 
A escrava bruxa – Um dia, quando íamos à oração, encontrámos uma serva que tinha um espírito pitónico e dava muito lucro aos senhores exercendo a adivinhação. Começou a seguir Paulo e a nós, bradando: «Estes homens são servos do Deus Altíssimo e anunciam-vos o caminho da Salvação». Isto repetiu-se durante vários dias seguidos . Por fim, já agastado, Paulo voltou-se e disse ao espírito: «Ordeno-te, em nome de Jesus Cristo que saias desta mulher». E o espírito saiu imediatamente.
 
b) Paulo e Silas na prisão – Mas os senhores da escrava, vendo desaparecer a esperança do lucro, apoderaram-se de Paulo e de Silas e arrastaram-nos ao foro, à presença dos magistrados. Apresentado-os aos estrategos, disseram: «Estes homens espalham a desordem na nossa cidade; são judeus, e apregoam usos que não nos é permitido a nós, romanos, nem admitir nem praticar». A multidão amotinou-se contra eles; e os estrategos, arrancando-lhes as túnicas, mandaram-nos açoitar. Depois de lhes terem dado  muitas vergastadas, lançaram-nos na prisão, recomendando ao carcereiro que os tivesse sobre atenta vigilância. Ao receber tal ordem, este meteu-os no calabouço interior e prendeu-lhes os pés no cepo.
 
A conversão do carcereiro – Cerca da meia noite, Paulo e Silas em oração, entoavam louvores a Deus, e os presos escutavam-nos. De repente, sentiu-se um tão violento tremor de terra que abalou os alicerces da prisão. Todas as portas se abriram e as cadeias de todos se desprenderam. Acordando em sobressalto, o carcereiro viu as portas da prisão abertas e puxou da espada para se matar, pensando que os presos se tinham evadido. Paulo, então bradou com voz forte: «Não faças nenhum mal a ti mesmo, porque nós estamos todos aqui». O carcereiro pediu luz, correu para dentro da masmorra e lançou-se a tremer, aos pés de Paulo e de Silas. Depois trouxe-os para fora e perguntou: «Senhores, que devo fazer para ser salvo?» Eles responderam: «Acredita no Senhor Jesus e será salvo tu e os teus». E anunciaram-lhe a palavra do Senhor, assim como aos que estavam na sua casa. O carcereiro, tomando-os consigo, aquela hora da noite, lavou-lhes as feridas e imediatamente se batizou, ele e todos os seus. Depois, levando-os para cima, para a sua casa, pôs-lhes a mesa e entregou-se, com a família à alegria de ter acreditado em Deus.
 
Libertação de Paulo e Silas – Assim que amanheceu, os estrategos mandaram os lictores dizer ao carcereiro: «Põe esses homens em liberdade». O carcereiro transmitiu a Paulo aquelas palavras: «Os estrategos mandaram dizer que vos pusesse em liberdade. Saí, pois, e ide-vos em paz» Mas Paulo disse aos lictores: «Açoitaram-nos em público, sem julgamento, a nós que somos cidadãos romanos, meteram-nos na prisão, e agora mandaram-nos sair às escondidas! – Não está bem! Venham eles próprios conduzir-nos lá fora». Os lictores foram comunicar estas palavras aos estrategos. Ao ouvirem dizer que eram cidadãos romanos, ficaram assustadíssimos. Foram pedir-lhes desculpa, puseram-nos em liberdade e rogaram-lhes que se retirassem da cidade. Ao saírem do cárcere, foram a casa de Lídia e, vendo os irmãos, fizeram-lhes as suas recomendações e partiram.
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Amanhã, dia 11/4/12, se Deus o permitir, prosseguirei esta transcrição. (Ver NOTA COMPLEMENTAR acima…)

António Fonseca

Nº 1251 - 2ª Página – ACTOS DOS APÓSTOLOS – Evangelista S. Lucas – 10 DE ABRIL DE 2012 – Terça-feira depois da Páscoa

ATENÇÃO:
Peço a vossa melhor atenção para o seguinte: No passado dia 4 do corrente mês, transcrevi o 10º Capítulo do Livro ACTOS DOS APÓSTOLOS, III – A EXPANSÃO DA IGREJA FORA DE JERUSALÉM e na sua parte final, comprometia-me a prosseguir com o capítulo 11 e seguintes, a partir do dia 6. Porém, – como se sabe, O HOMEM PÕE E DEUS DISPÕE – e não só pelo facto de ser Semana Santa, mas também porque tive de colaborar (não porque fosse obrigado, por alguém… mas apenas pela minha Consciência de Católico Praticante – nas cerimónias que se efetuaram nesses dias na Igreja da Comunidade de S. Paulo do Viso e na Igreja da Senhora do Porto, e, também pelo facto de querer compor outros textos que julguei importantes para incluir no meu blogue no FIM DE SEMANA MAIS IMPORTANTE DA RELIGIÃO CATÓLICA, conforme devem ter tido oportunidade de constatar, não tive qualquer possibilidade de tempo para prosseguir nesta transcrição que ficou suspensa até hoje dia 10 – (17 horas…). Acresce o facto de ter tido mais alguns problemas no meu computador, o que atrasou deveras o que eu pretendia fazer. Somente agora me é possível tentar recuperar o tempo perdido e por isso vou começar a transcrever o capítulo 11 (que deveria ter saído no dia 6) e à medida que os for completando, serão imediatamente editados, de modo a que – o mais depressa que me for possível, - fique tudo em dia.
Os meus cumprimentos. ANTÓNIO FONSECA
NOTA COMPLEMENTAR: A data de 9 de Abril acima indicada, refere-se ao dia em que este texto deveria ter sido publicado. Assim sucederá sucessivamente por cada edição até ficar em ordem. AF.
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Nº 1251-2ª Página

ACTOS DOS APÓSTOLOS
V - MISSÃO DE PAULO E BARNABÉ NA ÁSIA
 
15 d) A grande controvérsia sobre a obrigação de observar a lei de Moisés – .. Alguns que tinham nascido da Judeia ensinavam aos irmãos: «Se não os circundardes de harmonia com o uso herdado de Moisés, não podereis ser salvos». Depois de muita confusão e de uma controvérsia bastante viva entre Paulo e Barnabé contra eles, foi, então resolvido que Paulo, Barnabé e mais alguns outros subissem a Jerusalém para consultarem, sobre esta questão, os Apóstolos e os anciãos. Então, depois de despedidos pela Igreja, eles atravessaram a Fenícia e a Samaria, relatando a conversão dos pagãos, o que causava imensa alegria a todos os irmãos. Chegados a Jerusalém, foram recebidos pela Igreja, pelos Apóstolos e Anciãos e contaram tudo o que Deus fizera com eles. Levantaram-se alguns do partido dos fariseus que tinham abraçado a fé para dizer que era preciso circuncidar os pagãos e impor-lhes a observância da Lei de Moisés. Os Apóstolos e os Anciãos reuniram-se para examinarem a questão.
 
Discurso de Pedro – …Depois de longa discussão, Pedro ergueu-se e disse-lhes: «Irmãos, sabeis que Deus me escolheu desde os primeiros dias para que os pagãos ouvissem da minha boca a palavra da Boa Nova e abraçassem a fé. E Deus, que conhece os corações, testemunhou a favor deles, concedendo-lhes o Espírito Santo como a nós. Não fez qualquer distinção entre eles e nós, visto ter purificado os seus corações pela fé. Porque tentais agora a Deus, querendo impor aos discípulos um jugo que nem os nossos pais nem nós tivemos força para levar? Além disso, é pela graça do Senhor Jesus que acreditamos que seremos salvos, exatamente como eles». Toda a assembleia ficou em silêncio e se pôs a ouvir Barnabé e Paulo descreverem os milagres e prodígios que Deus realizara entre os pagãos por intermédio deles.
 
Discurso de Tiago – Quando acabaram de falar, Tiago tomou a palavra e disse: «Irmãos, escutai-me. Simeão contou como Deus, ao princípio, Se dignou intervir para tirar dentre os pagãos um povo que fosse consagrado ao Seu nome. E com isto concordam as palavras dos profetas, conforme está escrito: DEPOIS DISTO, HEI-DE VOLTAR A RECONSTRUIR A TENDA DE DAVID, QUE ESTAVA CAÍDA; RECONSTRUIREI AS SUAS RUÍNAS E ERGUÊ-LA-EI DE NOVO A FIM DE QUE O RESTO DOS HOMENS PROCURE O SENHOR, BEM COMO TODAS AS NAÇÕES QUE FOREM CONSAGRADAS AO MEU NOME, DIZ O SENHOR, QUE DÁ A CONHECER ESTAS COISAS DESDE A ETERNIDADE. Por isso, sou de opinião que não se devem importunar os pagãos convertidos a Deus. Que se lhes diga, apenas, para se absterem de tudo quanto foi conspurcado pelos ídolos, da impudicícia das carnes sufocadas e do sangue. Desde os tempos antigos, Moisés tem em cada cidade os seus pregadores e é lido todos os sábados nas sinagogas».
 
A carta apostólica  - Então, os Apóstolos e os anciãos, de acordo com toda a Igreja, resolveram escolher alguns dentre eles e enviá-los a Antioquia com Paulo e Barnabé. Foram Judas, chamado Barsabás, e Silas, homens respeitados entre os irmãos. E mandaram a seguinte carta por intermédio deles: «Os Apóstolos e os anciãos, vossos irmãos, aos irmãos de origem pagã, residentes em Antioquia, na Síria e na Cilícia, saudações! Tendo conhecimento de que, sem autorização da nossa parte, alguns dos nossos vos foram inquietar, perturbando as vossas almas com as suas palavras, resolvemos de comum acordo, escolher delegados e enviar-vo-los com os nossos queridos Barnabé e Paulo, homens estes que expuseram as suas vidas pelo nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Enviamos, pois, Judas e Silas que vos transmitirão verbalmente as mesmas coisas. O Espírito Santo e nós próprios resolvemos não vos impor mais outras obrigações além destas, que são indispensáveis: abster-vos de carnes imoladas a ídolos, do sangue, de carnes sufocadas e da impudicícia. Procedereis bem, abstendo-vos destas coisas. Adeus». Eles então, depois de se despedirem, desceram a Antioquia e, reunindo a assembleia, entregaram a carta. Depois de a lerem, todos ficaram satisfeitos com o encorajamento que lhes trazia. Judas e Silas, que também eram profetas, exortaram e fortaleceram os irmãos com um longo discurso. Ao fim  de algum tempo, receberam dos irmãos a paz da despedida, regressando para junto dos que os tinham enviado. Silas, porém, resolveu ficar ali e Judas partiu sozinho para Jerusalém.
 
Desacordo entre Paulo e Barnabé  - Paulo e Barnabé ficaram em Antioquia, ensinando e pregando, com muitos outros, a palavra do Senhor. Passados alguns dias, Paulo disse a Barnabé: «Voltemos a visitar os irmãos por todas as cidades em que anunciámos a palavra do Senhor, para ver como estão». Barnabé queria levar também João, chamado Marcos. Mas Paulo não era de parecer que se levasse por companheiro quem deles se havia afastado na Panfília e não os tinha acompanhado no trabalho. Seguiu-se uma discussão tão violenta que se separaram um do outro e Barnabé tomou Marcos consigo, embarcando para Chipre. Por seu turno, Paulo escolheu Silas por companheiro e partiu, recomendado pelos irmãos à graça do Senhor. Atravessou a Síria e a Cilícia, fortalecendo as igrejas.
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Amanhã, dia 10/4/12, se Deus o permitir, prosseguirei esta transcrição. (Ver NOTA COMPLEMENTAR acima…)

António Fonseca

Nº 1252 – 1ª Página – (97/2012) - SANTOS DE CADA DIA – 11 de Abril de 2012 - 4º ano

Ver Notas no final
Nº 1252 – 1ª Página – 2012
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Páscoa do Senhor
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11 DE ABRIL DE 2012

Quarta-feira

Nossa Senhora dos Prazeres
Festa na Arquidiocese de Braga, na 2ª feira de Páscoa (9/Abril/2012)

Imagem Nossa Senhora dos Prazeres 32 cm

O seu culto é muito antigo, e alguns autores afirmam que teve início em Portugal. A. Pimentel, na página 110 da História do culto de Nossa Senhora em Portugal diz: «É certo ter sido a Igreja Portuguesa (Lisboa, Évora e Braga) a primeira da cristandade que festejou as alegrias da Virgem Santíssima pela ressurreição do Seu amado Filho, dando-lhe a invocação de – Senhora dos Prazeres». Cauteloso foi Fr. A. de Santa Maria (Sant. Mar: tom. I, liv. II tit. XLIV), referindo-se à «imagem de Nossa Senhora dos Prazeres que se venera junto à casa de Saúde, sobre a ribeira de Alcântara (…), jamais celebrada em outro reino (que se saiba ao certo) da Cristandade». Pimentel declara ainda que «a devoção de Nossa Senhora dos Prazeres remonta entre nós ao século XV» embora no século XVI tomasse «maior desenvolvimento pela aparição de uma imagem na quinta dos condes da Ilha, sobre a ribeira de Alcântara, em Lisboa»… É de lembrar que em 1958 foi criada, em Lisboa, a freguesia de Nossa Senhora dos Prazeres, cujo primeiro pároco tomou posse em 11 de Outubro de 1964, na igreja do Triunfo, por não haver ainda Igreja Paroquial. Esta Senhora é orago de muitas igrejas paroquiais e de muitas capelas. Na diocese da Guarda é orago de quatro freguesias e de outras tantas capelas. Na arquidiocese de Braga estão, pelo menos, 15 imagens de culto, algumas delas em capelas próprias. Na diocese de Leiria é orago da freguesia de Alcaria (Porto de Mós) e de uma das duas de Aljubarrota (Alcobaça). Tem festas tradicionais em Ponte de Sor, distrito e diocese de Portalegre. Em Borba, arquidiocese de Évora, há uma imagem desta Senhora. No Pico da Pedra, S. Miguel, Açores, há uma paróquia com o orago de Nossa Senhora dos Prazeres. Uma das seis capelas que Nuno Álvares Pereira (Santo) deixou por completar à hora da sua morte, na Igreja do Carmo, foi a de Nossa Senhora dos Prazeres. O nome do Cemitério dos Prazeres, em Lisboa, vem da invocação desta Senhora, e na capela está uma sua antiga imagem. Também à Índia chegou o culto desta Senhora, levado pelos Portugueses. Na freguesia de Ribandar, concelho, distrito e arquidiocese de Goa, a sua confraria está reunida à de Nossa Senhora da Ajuda, desde 1925. Não faltam estampas desta Senhora na Biblioteca Nacional de Lisboa. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuityas.pt

Estanislau, Santo
Bispo de Cracóvia e Padroeiro da Polónia

Estanislao de Cracovia, Santo

Estanislao de Cracóvia, Santo

Este grande defensor da moral católica, sobretudo no que respeita à pureza e santidade do matrimónio, nasceu em 1030, em Sezépanow da Polónia, perto de Cracóvia. O pai, Wieleislau, que era um dos principais nobres do reino, esforçou-se por dar ao primogénito a melhor formação possível. Mandou-o estudar na universidade de Gnesne, que passava por ser então a melhor da Polónia, e depois em Paris, onde esteve sete anos aplicado à teologia e ao direito canónico. Regressando à Polónia por morte dos pais, encontrou-se com grandes riquezas e diante dum futuro esperançoso. Mas não se deixou encantar. Seguindo o conselho do Evangelho, distribuiu entre os pobres todas as riquezas e foi ordenado sacerdote. Por falecimento do bispo de Cracóvia, Lamperto, foi destinado para lhe suceder. Mas resistiu até que o Papa Alexandre II lho mandou. Foi consagrado tendo 42 anos. Desde então inicia vida mais austera ainda. Veste-se de cilício que nunca deixará até à morte; todos os anos visita a diocese, ordena que seja feita uma lista completa dos pobres e das viúvas para lhes prestar socorro e consagra-se de corpo e alma à reforma da sua grei. A empresa não era fácil, pois um dos abusos maiores vinha da corte,em particular do rei Boleslau II, príncipe ambicioso e valente, mas déspota e sensual, como os Reis orientais da história antiga. Diante do capricho e da paixão do rei, não se encontrava vida segura, nem bens ou inocência em tranquilidade. Numa assembleia plenária de magnates e prelados, levantou-se Estanislau a promulgar em voz alta o programa da moral católica e a defender os direitos da justiça e da santidade. Falou dos juízos de Deus, da perda das almas, dos castigos eternos, da lei santa da continência, da santidade do matrimónio e dos direitos dos súbditos e vassalos, diante da tirania e arbitrariedade dos senhores. O Rei sentiu-se visado e respondeu publicamente com uma série de injúrias e insultos ao prelado «hipócrita e soberbo». Desde esse dia estava lavrada a sentença de morte. Só faltava esperar o momento favorável, o dia em que ela pudesse ser executada sem tumulto, como pensaram também de Cristo Senhor os seus inimigos.

Estanislao de Cracovia, Santo

Estanislao de Cracóvia, Santo

Esse dia chegou finalmente para o santo Bispo. A 8 de Maio de 1097, estava Estanislau a celebrar Missa numa capela dedicada a S. Miguel , nos arredores de Cracóvia. Chegavam até ao altar o ruído das armas e os gritos das pessoas enviadas pelo rei. O perigo era claro, mas o santo prosseguiu a celebração. Aí mesmo, no altar, foi ferido de morte, ao que parece, por mão do rei. O certo é que o tiraram da Igreja já cadáver. Toda a Polónia estremeceu com tal crime, fruto duma vida desenfreada e louca. O abalo aumentou quando se soube que o rei, além de mandante, fora ao menos parte na execução do crime, mutilara o cadáver e logo o mandara dividir em pedaços, para serem espalhados. A Providência não se esqueceu dessas relíquias do Mártir. Cada uma se converteu em luz e língua para apregoar a santidade da causa porque tinha morrido o Santo Bispo e a brutalidade e injustiça do seu assassínio. Foram recolhidas e enterradas diante da igreja de S. Miguel, onde fora assassinado. Gregório VII excomungou e depôs o rei. Este abdicou, converteu-se e veio a morrer sendo irmão leigo beneditino. Assim dizem os hagiografos polacos. A celebração litúrgica de Santo Estanislau, onde era apenas memória facultativa, foi levada a memória obrigatória por João Paulo II, que, antes de ser papa, foi sucessor do Mártir na sé de Cracóvia. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuityas.pt ¿Queres saber mais? Consulta ewtn

26700 > Santo Stanislao Vescovo e martire 11 aprile - Memoria MR

Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:

COMPLEMENTO

Estanislau nasceu no seio de uma família nobre. Foi educado em Gnesen e Liège e posteriormente ordenado sacerdote e feito Cónego da Catedral de Cracóvia. Em 1072, Estanislau foi nomeado Bispo de Cracóvia. Foi um zeloso reformador, pregador ardente e amigo dos pobres. Mas era perseguido pela necessidade de tentar mudar a conduta do seu Rei Boleslaus II, chamado o Destemido. esse Rei cruel era conhecido pelo seu carácter vingativo e vida desregrada. Estanislau chamou repetidamente a atenção ao Rei e o monarca fez promessas vãs de se corrigir. Alguns acreditam mesmo que Estanislau, exasperado, tenha apoiado um grupo de nobres polacos que conspiravam para derrubar o rei, mas esta teoria nunca foi provada. A causa exata da disputa final entre Estanislau e Boleslaus não é conhecida. Segundo uma lenda, o rei raptou a mulher de um nobre e levou-apara o seu palácio, onde a violou. Estanislau ameaçou excomungar o rei, mas este não se arrependeu. Quando Boleslaus ordenou ao Bispo para não interferir, Estanislau excomungou-o.
Pelas mãos do Rei – Pouco depois, Boleslaus, furioso, ordenou a três guardas que executassem Estanislau na Capela de S. Miguel, onde se refugiara. Mas os guardas recusaram, o que ainda mais o enraiveceu. Diz-se que o rei correu para o altar e matou Estanislau com as suas próprias mãos. Em retaliação, o Papa Gregório VII pôs a Polónia sob interdição até que Boleslaus foi finalmente expulso para o exílio. Os restos mortais de Estanislau foram levados para a Catedral de Cracóvia, e foi canonizado em 1253.               
 
No seu rasto
Estanislau  não foi o primeiro nem o último bispo a desafiar um tirano.
De forma semelhante, nos anos 70, Janani Luwum, o Arcebispo anglicano do Uganda, opôs-se ao ditador ugandês Idi Amin. Quando Idi Amin tomou o poder, eliminou cruelmente todos os críticos e suspeitos de oposição, executando dezenas de milhares de pessoas. De inicio, o Arcebispo Luwum tentou manter-se neutro, em defesa do bem-estar da sua Igreja, até que foi obrigado a erguer a sua voz. Mas, quando o fez, foi preso e falsamente acusado de esconder armas para uso contra Amin. Nunca mais foi visto. O governo tentou esconder estes factos, mas a verdade acabou por ser revelada. O Arcebispo Luwum tinha-se recusado a assinar uma confissão, respondendo às acusações de Idi Amin só com  orações. Isto enfureceu tanto o ditador que executou pessoalmente o Arcebispo Luwum. Estanislau e o Arcebispo Luwum demonstraram grande coragem e a força das suas convicções ao recusarem aceitar o inaceitável e ao darem mais importância à sua Fé do que às suas vidas.
 
Oração
Ó Deus, por cuja honra Estanislau, o glorioso Bispo, caiu sob a espada do impio, concede que todos os que imploram a ajuda de Estanislau consigam obter resposta ao seu pedido. Por intercessão de Cristo Nosso Senhor, que contigo reina na Unidade do Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Ámen.
(Oração tradicional da festa de S. Estanislau)
No período da vida de Santo Estanislau (1030-1079) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Compilação do Livro do Juízo Final, levantamento das propriedades em Inglaterra (1086); Os dinamarqueses governam a Inglaterra (1019-1042); Pisa conquista a Sardenha aos árabes (1052); Chung-Jen, pintor chinês, pinta com tinta-da-china sobre seda (1088).

92326 > San Guthlac Eremita 11 aprile

COMPLEMENTO

Aparentado com a família real de Mercia, na sua juventude Guthlac serviu no exército do Rei Ethelred. este exército operava mais como um bando de ladrões, saqueando a região ao longo da fronteira com o país de Gales, com grandes proveitos. Após 9 anos lucrativos ao serviço do rei, Guthlac abandonou essa vida. Tomado pelo remorso, Guthlac devolveu muito do que havia roubado às suas vítimas. Depois ingressou numa dupla abadia beneditina, em Repton , no Derbyshire, onde Elfrida era Abadessa. Porém, a austeridade das sua vida tornou-o pouco popular junto dos outros monges. Guthlac ansiava por uma vida de solidão e começou a procurar um lugar isolado onde viver como eremita.
O conforto da solidão – Por volta de 699, Guthlac e alguns companheiros instalaram-se numa ilha remota numa zona pantanosa chamada Fens e que se dizia ser assombrada por espíritos maus e monstros. Guthlac vivia aí uma vida de grande penitência, só comendo pão e água após o pôr-do-sol. Segundo um relato, foi atacado por monstros, que de acordo com os historiadores eram gentes em fuga dos invasores saxões. Também os animais selvagens atacaram Guthlac e seus companheiros. Mas estes perseveraram e, no final, os animais tornaram-se seus amigos. A fama de santidade e do dom de profecia de Guthlac espalharam-se e, apesar do isolamento, muitos foram pedir-lhe conselho, incluindo o Bispo de Lichfield, que ordenara Guthlac. Conta-se que previu a sua morte.
No seu rasto
Conta a a tradição que os animais selvagens acabaram por confiar em Guthlac e que se auxiliaram uns aos outros na pequena ilha.
Hoje, os animais necessitam da nossa ajuda para sobreviver. A proteção aos animais e o regressos ao seu ambiente natural é a razão de ser da Born Free Foundation (Fundaçãop Nascida em Liberdade) que também vela para que os animais não sejam tratados com crueldade e que a vida selvagem, seja preservada. Fundada em Inglaterra, em 1990, por Virginia McKenna e Bill Travers, a organização tem protegido numerosas espécies, entre as quais focas, macacos e abelhas selvagens. A fundação empreendeu várias campanhas internacionais, entre as quais:
* Zoo Check, que evita que os animais em cativeiro sejam maltratados.
* Elefriends, que combate para que se ponha fim ao comércio de marfim e à caça aos elefantes.
* Programas para a preservação dos lobos. golfinhos e abelhas em estado selvagem.
Ao protegermos e cuidarmos dos animais selvagens, estamos a ajudar as criaturas de Deus.
Oração
Tal como Guthlac acreditava que se devia ajudar todas as Tuas criaturas, Senhor, possa eu esforçar-me por ajudar os animais selvagens. Ajuda-me a proteger o seu ambiente e, ao fazê-lo, deixar os animais em paz com espaço e alimento suficientes. Possa eu lembrar-me constantemente que são uma parte importante da Tua gloriosa Criação. Ámen.
(Oração contemporânea)
No período da vida de São Guthlac (674-714) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Os monges estabelecem uma escola de música no mosteiro de Fulda (744); Wamba é eleito Rei dos visigodops (672); Vida de Han Kan, pintor de cavalos chinês (718-780); Os primeiros colonos chegam à Nova Zelândia (750).

 

 
Helena Guerra, Beata
Fundadora (1835-1914)

Elena Guerra, Beata

Elena Guerra, Beata

A cidade de Lucca, na Etrúria (Itália), orgulha-se de ter sido o berço de Santa Gema Galgani Estrela(ver biografia anterior a esta) e da Beata Helena Guerra. Ali veio ela ao mundo, a 23 de Junho de 1835, em parto prematuro. Seus pais, António Guerra e Faustina Franceschi, ilustres por nascimento e muito mais por suas virtudes, colocaram a filha sob a protecção de Santa Zita, honra insigne da mesma cidade, e procuraram incutir-lhe a verdadeira piedade desde os mais tenros anos. Foi educada em casa com professores particulares para que o límpido espelho da sua alma não fosse embaciado por possíveis más companhias. A 5 de Julho de 1845 recebeu o sacramento da Confirmação. O Espírito Santo tomou posse daquela alma infantil, infundindo-lhe os seus dons. ´É que nos desígnios desta menina estava predestinada para ser uma grande apóstola da devoção à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Com efeito, impulsionada pelo mesmo Espírito Santo, dedicou-se a estudar latim para poder ler a Sagrada Escritura e os Santos Padres. Reuniu um grupo de amigas e com elas formou a associação das “Amizades espirituais”, com o fim de se ajudarem mutuamente no caminho da virtude e se dedicarem à salvação das almas. Fundou, ademais, os «Jardins de Maria», isto é, uma associação em que as jovens do campo cultivassem com empenho uma determinada virtude para oferecer como flor à Mãe de Deus. Deu a essa associação o nome de Filhas de Maria. Levada do desejo de cuidar dos pobres, filiou-se nas Conferências de S. Vicente de Paulo. E quando a cólera-morbo atracou as redondezas de Lucca, ela não deixou de atender as vítimas da peste. Na própria casa reuniu um grupo de jovens que – depois de muitos sofrimentos e contratempos – deram começo à congregação de Santa Zita, que mais tarde tomou o nome de Oblatas do Espírito Santo. É que o carisma próprio da beata Helena Guerra foi praticar e difundir a devoção ao Divino Paráclito, valendo-se de todos os meios ao seu alcance. para isso recorreu ao Santo Padre Leão XIII que, vendo na proposta da humilde religiosa o dedo de Deus, publicou nada menos que três documentos sobre o Espírito Santo. A Serva de Deus tinha cumprido a sua missão na terra. Mas antes de partir para o Pai, no dia 11 de Abril de 1914, teve de se associar de perto aos sofrimentos e humilhações de Cristo. Caluniaram-na de tal forma que foi forçada a abandonar o cargo de Superiora da Congregação que fundara e ficar reduzida ao silêncio durante anos. Verificou-se nela a sentença do Mestre: «Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica só, mas se morre, dá muito fruto». Aceitou a humilhação com paciência e espírito de fé. A glorificação tinha que vir rapidamente. Assim sucedeu com a beatificação, a 26 de Abril de 1959. AAS 28 (1936) 473-6; 45 (1953) 813-15; DIP 4, 1474-5. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

31750 > Beata Elena Guerra Vergine 11 aprile MR


 
Confessor

S. Gregório fala deste santo nos seguintes termos: “Nos primeiros tempos dos godos, viveu perto da cidade de Espoleto um homem venerável, chamado Isaac, o qual não tinha nascido na Itália, mas sim na Síria. Certo dia, ao entrar numa igreja, pediu aos guardas dela que o deixassem orar todo o tempo que necessitava, e que nada lhe dissessem, ainda que chegasse a noite. Esteve orando todo aquele dia e o seguinte. Divulgada a fama da sua virtude, o servo de Deus fugiu aos aplausos e glórias do mundo, retirando-se a um deserto próximo da cidade. Depressa se reuniram naquela solidão muitos discípulos, os quais dirigiu pelos caminhos da perfeição, encarecendo-lhes sobre todas a virtude da pobreza, como fundamento de toda a vida religiosa. Foi dotado do dom da profecia e dos milagres. Depois de uma longa vida sempre mortificada, voou ao Senhor, no ano de 554”. Tal é a biografia de Santo Isaac, escrita pelo Papa S. Gregório Magno. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

49230 > Sant' Isacco di Monteluco Monaco 11 aprile MR

Ângelo Carletti de Chivasso, Beato
Franciscano

Angelo Carletti de Chivasso, Beato

Ângelo Carletti de Chivasso, Beato

Nascido no ano 1411 em Chivasso, diocese de Ivrea, Itália. Estudou leis em Bolonha, e exerceu em Monferrato. Foi eleito senador, mas abandonou sua função e seu trabalho para se unir aos franciscanos em Génova. Notável teólogo. Foi Núncio Papal para S.S. Sixto IV e também para o Papa Inocêncio VIII. Pregava contra os prestamistas e usurários. Escrito "Casos de Consciência", um dicionário de teologia moral. Entrou ao reino dos céus em 11 de Abril de 1495 em Coni, Itália. Seu culto foi confirmado pelo Papa Bento XIV.

90363 > Beato Angelo (Carletti) da Chivasso Sacerdote 11 aprile MR


Antipas, Santo
Mártir,

Antipas, Santo

Antipas, Santo

Martirológio Romano: Em Pérgamo, na provincia romana de Ásia, na moderna Turquia, comemoração de santo Antipas, que foi testemunha fiel, como diz são João no Apocalipse, ao ser martirizado pelo nome de Jesús. ( s. I) O nome de Santo Antipas foi-nos transmitido pelo livro de Apocalipse: “És fiel a meu nome e mão renegastes de minha fé, nem sequer nos dias de Antipas, minha testemunha fiel, que foi morto entre vós, aí onde habita Satanás” (Ap. 2;13), essa é a única menção que nos dá o Apóstolo São João. Um relato escrito muito posteriormente nos conta que Antipas foi martirizado em Pérgamo, na Ásia Menor, durante o reinado de Nero, imperador que realizará uma feroz perseguição aos cristãos. Andrés de Cesareia, em seus comentários do Apocalipse escritos no século VII, declara haver lido o relato do martírio do santo, mas tão só nos dá pedaços de informação, tal como se costumava no modelo do género literário usado pelo autor. De acordo com este relato Antipas, já de avançada idade, foi preso após um levantamento popular e levado ante o tribunal do prefeito da cidade. Interrogado como de costume, foi instado a obedecer às ordens imperiais e oferecer sacrifício aos deuses, por sua negativa foi arrastado até ao templo de Diana e encerrado num touro de bronze que posto ao fogo tomava um intenso brilho incandescente. Tanto no Sinasario Bizantino quanto no Martirológio Romano a Santo Antipas se comemora em 11 de abril. A iconografia o representa como bispo e segundo a tradição oriental ele era parte dos 72 discípulos de Cristo que se menciona nos Evangelhos. Reproduzido com autorização de Santiebeati.it - responsável da tradução para espanhol: Xavier Villalta

92520 > Sant’ Antipa di Pergamo Martire 11 aprile MR



Calínico, Santo
Bispo

Calínico, San

Calínico, Santo

Etimologicamente significa “o que alcança uma bela vitória”. Na mitologia, sobrenome de Heracles. Vem da língua grega. Rezando, te surpreenderás às vezes ao dizer: ”Meu pensamento se perde, meu coração se dispersa”. O Evangelho te responde: “Deus é maior que teu coração”. Em todo momento, abandona-te de corpo e de espírito. Confia-lhe tudo o que te pesa. Atreve-te a dizer-lhe: ”Concede-me o dar-me”. Com outros, canta-lhe até descobrir o desejo de Deus. Morreu em 1868. Este santo, de nome raro, foi um grande confessor. Depois de fazer seus estudos numa escola greco-romena de Bucareste, pensou muito a sério onde estaria o futuro de sua vida. E, após muitas horas de reflexão, oração e contemplação, se decidiu por entrar no mosteiro de Tchernica. Cedo, levado por seus ideais de vocação, se distinguiu por seu zelo ascético. Quando viram suas boas disposições, o ordenaram de sacerdote. A partir deste instante, se dedicou ao ministério da confissão com toda sua alma. Confessava a laicos e sacerdotes de todos os arredores. Depois de levar a cabo uma peregrinação ao Monte Atos, teve que suportar muitas dificuldades devidas, em grande parte, a insurreição de 1821. Muitos habitantes de Bucareste, temendo a repressão dos Turcos, se refugiaram em seu mosteiro. Fez todo o possível para lhes dar alimento. Sabia que Deus é maior que ele. Com o tempo, o mosteiro teve em seu interior até 30 monges. A rogos do príncipe Barbu Stibei, aceitou ser bispo de Rimmi-Vilcea, onde restaurou igrejas e deu um claro dinamismo chave em seus assuntos pastorais, animando-os a levar uma vida espiritual inspirada no ideal monástico. ¡Felicidades a quem leve este nome!

 

 

Gema Galgani, Santa
Virgem

Gema Galgani, Santa

Gema Galgani, Santa

Estrela Como podem verificar esta biografia foi já publicada ontem neste mesmo espaço. AF.

A história desta santa, tão próxima de nós pelo tempo (1878-1903) e pelos costumes da vida quotidiana, tem coisas incríveis pelos fenómenos místicos de que foi protagonista. Em certos períodos de sua atormentada vida suportou vexames de toda classe. O demónio lhe aparecia até sob a figura do confessor para lhe sugerir obscenidades. Outras vezes lhe aparecia como um anjo luminoso; quando se via desmascarado, desaparecia numa grande chama vermelha deixando no chão uma estrela de cinza. Às vezes a golpeava e a deixava exânime no solo, onde a encontravam com o rosto tumefacto e com os ossos deslocados. Mas a animava a miúdo a companhia de Cristo, da Virgem e de seu anjo custódio. Assim narrou ela mesma, por obediência, os acontecimentos que precederam o misterioso fenómeno dos estigmas: “Era a noite de 8 de Junho de 1899, quando de repente sinto uma dor interna de meus pecados... Apareceu Jesús, com todas as feridas abertas; mas dessas feridas já não saía sangue, mas que saiam, umas como chamas de fogo, que vieram a tocar minhas mãos, meus pés e meu coração. Acreditei morrer...”. As chagas que se haviam aberto apareciam cada semana das oito da noite de quinta-feira até às três da tarde de sexta-feira, acompanhadas com o êxtase. Ante estes fenómenos misteriosos, que foram cedo motivo de curiosidade dos vizinhos de Lucca onde vivia Gema, a gente começou a chamá-la: “a menina da graça”. Era uma jovenzita crescida rapidamente e amadurecida pela experiência da dor. Era filha de um farmacêutico da província de Lucca, e quando tinha oito anos perdeu a mãe. Cuidaram dela os sete irmãos. Poucos anos depois morreu também o pai e ela, curada prodigiosamente de uma grave enfermidade que a atormentava, pediu entrar ao convento, mas sua petição foi recusada. Foi recebida em casa do cavaleiro Mateo Giannini, e ali levou uma vida muito retirada, serena e obediente às diretivas do pai espiritual e das Irmãs passionistas que se preocuparam dela. Debaixo das luvas e do modestíssimo vestido ocultava os sinais de sua participação na paixão de Cristo. Entretanto as manifestações de sua santidade haviam superado os limites do bairro e da cidade. Muitos, que haviam ido a sua casa movidos pela curiosidade, saíam transformados em seu espírito. A enfermidade óssea que a havia atacado desde muito jovem voltou a aparecer e a fazia sofrer atrozmente. Compreendeu que seu calvário estava por terminar. Mas em sua humildade não acreditava haver pago suficientemente com a moeda do sofrimento o privilégio de haver sido associada à paixão de Cristo. Morreu aos 25 anos, em 11 de Abril de 1903. era a manhã de sábado santo. Canonizada por S.S. Pío XII em 2 de Maio de 1940.

ORAÇÃO - Aqui me tendes prostrada a vossos pés santíssimos, meu querido Jesús, para manifestar-vos em cada instante meu reconhecimento e gratidão por tantos e tão contínuos favores como me haveis outorgado e que todavia quereis conceder-me. Quantas vezes vos tenho invocado, oh Jesús! me haveis deixado sempre satisfeita; hei recorrido a miúdo a Vós, e sempre me haveis consolado. ¿Como poderei expressar-vos meus sentimentos, amado Jesús?Vos dou graças…; mas outra graça quero de Vós, oh Deus meu!, se é de vosso agrado… (aqui se manifesta a graça que se deseja conseguir). Se não fosseis todo poderoso não Vos faria esta súplica. ¡Oh Jesús!, tende piedade de mim. Faça-se em tudo vossa santíssima vontade. Rezar Pai nosso, Ave María e Glória.

31800 > Santa Gemma Galgani Vergine 11 aprile MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioMaria:

Jorge Gervásio, Beato
Sacerdote e Mártir,

Jorge Gervase, Beato

Jorge Gervase, Beato

Martirológio Romano: Em Londres, Inglaterra, beato Jorge Gervase, presbítero da Ordem de São Bento e mártir, aluno do Colégio dos Ingleses de Douai, que em tempo do rei Jacobo I, quando exercia o ministério pastoral em sua pátria, foi detido duas vezes, e não deixou de confessar com constância sua fé católica até ser enforcado. ( 1608) Data de beatificação: 15 de dezembro de 1929 pelo Papa Pío XI, junto a outros 106 mártires de Inglaterra e Gales. Jorge Gervase nasceu em 1569, no porto de Bosham de Sussex, Inglaterra, como pode ler-se ainda na acta batismal que se acha no registo da famosa paróquia. Segundo parece abandonou a fé católica durante algum tempo, apesar que sua mãe pertencia à familia do Beato Eduardo Shelley. Challoner conta que os piratas raptaram a Jorge aos doze anos, e levaram-no para as Índias Ocidentais, onde passou os seguintes doze anos. O que sucedeu na realidade foi que, aos 26 anos de idade, Jorge tomou parte na desastrosa expedição às Índias, que partiu de Plymouth em 1595, ao mando de Sir Francis Drake, ainda que é muito provável que Jorge haja tido que ir na expedição contra sua vontade. No seu regresso, serviu dois anos na Flandres, no exército espanhol. Talvez em 1599, "entrou finalmente a servir no exército de Cristo, no Colégio Inglês de Douai". Ordenou-se sacerdote em Cambrai em 1603 e no ano seguinte, partiu para Inglaterra. Durante dois anos exerceu os ministérios apostólicos em diversas regiões, até que caiu prisioneiro em Haggerston. Ainda se conservam as atas das perguntas que lhe fez o deão de Durham, com as respostas do beato. Esteve preso, em Londres, até julho de 1606, data em que foi desterrado do reino com outros sacerdotes. Jorge fez então uma peregrinação a Roma, e provavelmente solicitou aí o hábito dos beneditinos ingleses, porque no mesmo ano de 1607, à sua volta a Douai, entre os meses de julho e setembro, recebeu o hábito de mãos do prior geral, Agustín Bradshaw. Em setembro, embarcou para Inglaterra. Apenas dois meses depois de sua chegada, foi preso e encarcerado na prisão de Gatehouse, em Westminster. Julgado no Tribunal de Old Bailey, se recusou a prestar o juramento de lealdade ao rei, já que o texto do juramento havia sido condenado pela Santa Sede, mas protestou que se duvidasse de sua lealdade à coroa. Quando o interrogaram sobre o poder do Papa para depor aos monarcas, respondeu. "Declaro que o Papa pode depor aos reis e imperadores quando estes o merecem". Também confessou que era sacerdote. Foi condenado a morte imediatamente. Roberto Chamberlain, confessor do mártir, anota que, quando o verdugo lhe pôs a corda ao pescoço, o P. Jorge levantou os braços e olhou para o céu, na atitude do noviço que recita o "Suscipe" no dia de sua profissão. E assim, "abrindo os braços como se fossem asas", voou a receber o prémio celestial. O Beato Jorge Gervase, protomártir do mosteiro beneditino de São Gregório de Douai (atualmente São Gregório de Downside), morreu em 11 de abril de 1608. No mesmo dia e à mesma hora, um incêndio destruiu quase toda a cidade de Bury y St. Edmunds, em que o Beato Jorge havia passado grande parte de sua juventude.Se tiverem informação relevante para a canonização do Beato Jorge, contacte a: Catholic Bishops´ Conference of England and Wales 39 Eccleston Square London SW1V 1BX, UNITED KINGDOM

49240 > Beato Giorgio Gervase Sacerdote benedettino, martire 11 aprile MR

Lanuino, Beato

Beato

Lanuino, Beato

Lanuíno, Beato

Martirológio Romano: Em Calábria, Itália, beato Lanuino, que foi companheiro de são Bruno e seu sucessor, insigne intérprete do espírito do fundador nas instituições e mosteiros da Cartuxa. ( 1119) Data de beatificação: Culto confirmado em 4 de Fevereiro de 1893 pelo Papa Leão XIII. Lanuino era filho de uma família oriunda de Normandía (França). Lanuino era filho de uma familia oriunda de Normandía (França), ignorando-se mais detalhes de sua vida anterior ao ano de 1087, data em que parece ter vindo a solicitar seu ingresso em Chartreuse, atraído pela grande fama de santidade de que gozavam Mestre Bruno e seus companheiros. Varão letrado, de muita prudência e de grande integridade nos costumes, ficou atraído desde o começo de sua vida monástica ao afecto e à admiração de todos, que viam nele um fiel discípulo de Mestre Bruno, que o distinguia com particular amor e consideração. Dois anos mais tarde, havendo sido chamado a Roma São Bruno por seu antigo discípulo o Papa Urbano II, para ser ocupado nos assuntos da Cristandade, seguiram-no vários dos seus, entre eles Lanuino, que «por saber passado quase toda sua vida anterior na Cidade Eterna, e aplicando-se nela a os estudos literários e morais, com tanto êxito que era tido como um dos maias sábios», foi para São Bruno uma ajuda incomparável, até ao ponto de parecer que nada importante quis fazer ali Bruno sem este auxiliar, a quem estimava en sumo grau. Feliz de poder em certo modo iludir sua responsabilidade e el luzimento de sua própria atuação, se comprazia em ver o crédito que seu discípulo tinha com todos, e encontrou nele uma preciosa ajuda em suas entrevistas com os Príncipes Normandos, que estavam encantados de encontrar um de sua raça, tão exímio em letras e em virtude. Estabelecidos naquela relativa solidão das Termas de Diocleciano, que lhes cedeu o Papa, fizeram um ensaio de vida monástica, enquanto seu santo Fundador, ainda depois de haver recusado o Episcopado de Mas cedo compreenderam que o ruído da Cidade, junto com as frequentes moléstias que lhes rogava o Antipapa, não eram ambiente a propósito para a vida de recolhimento e de oração; e então, por conselho de São Bruno, empreenderam o retorno à Grande Chartreuse, presididos por Landuino (não Lanuino), que pelo mesmo veio a ser o segundo Prior da Casa Mãe. Outros não consentiram em separar-se de nosso Padre, e ficaram formando com ele uma pequena comunidade monástica. Entre estes se contava Lanuino. Com ocasião de uma viagem que a Corte Pontifícia empreendeu pelo sul de Itália, apresentou a São Bruno boa ocasião de obter para os seus um lugar adequado a seu género de vida. Encontrou-o em La Torre, dos domínios do Conde Roger, na Calábria. Deixou ali Mestre Bruno a Lanuino de Superior, enquanto ele acompanhava ao Papa e ajudava â preparação do Concílio de Placência. Só depois deste, quando em 1095 passou o Pontífice a França, obteve São Bruno a ansiada permissão de retirar-se a sua amada solidão de Calábria. Já a partir deste momento, e até à morte de nosso Santo, apenas há documento eclesiástico ou civil em que se fale dele sem mencionar também a seu companheiro Lanuino; sempre os encontra juntos a pai e filho, mestre e discípulo. Em 1097 construiu-se a Casa de Santo Estevão, ao estilo de Casa Inferior, mas com a particularidade de que nela, além das Obediências e do governo das coisas materiais, havia também uma pequena comunidade de monges, integrada por aqueles que, em consequência de seus anos, ou de achaques de enfermidade, não podiam seguir em tudo a observância do Ermo de Santa María; sendo nomeado para a presidir, na qualidade de Prior e Procurador, nosso Lanuino. (…), (…), (…) O Sumo Pontífice Leão XIII, por decreto da Sagrada Congregação de Ritos, de 4 de fevereiro de 1893, se dignou confirmar o culto outorgado a nosso Beato desde tempo imemorial; e no dia 27 de junho do mesmo ano autorizava o Oficio, a Missa e o elogio de Martirológio, para a diocese de Esquilache, e concedia também à Ordem, seu Oficio e Missa. A Ordem, por sua vez, publicou estes decretos em 17 de novembro do expresso ano 1893, e o Capítulo Geral do ano seguinte mandou que a festa do Beato Lanuino se celebrasse em todas as Casas em 11 de abril com Oficio de XII lições do foi mudada para 13 de outubro."Santos e Beatos da cartuxa", pág. 89, autor Juan Mayo Escudero, Edit. Analecta Cartusiana, ISBN 3-901995-24-2, ano 2000 REPRODUZIDO COM AUTORIZAÇÃO DO AUTOR

90541 > Beato Lanuino Monaco certosino 11 aprile MR

Sancha de Portugal, Beata

Sancha de Portugal, Beata

Sancha de Portugal, Beata

Martirológio Romano: Em Coimbra, cidade de Portugal, beata Sancha, virgem, filha do rei Sancho I, que fundou o mosteiro de Cellis (Chelas) de monjas cistercienses, e nele abraçou a vida regular. ( 1229). Data de beatificação: Junto a sua irmã Teresa, em 13 de Dezembro de 1705 pelo Papa Clemente XI. Foi a segunda filha de Sancho I o Povoador e de D. Dulce de Barcelona, irmã das beatas Mafalda e Teresa. À morte de Sancho I, Sancha devia receber, segundo as disposições testamentárias de seu pai, o Castelo de Alenquer, como o resto do território. Uma luta com seu irmão Afonso II, que desejando centralizar o poder, obstruiu a prossecução do testamento de seu pai, impedindo a infanta-rainha de receber os títulos e os réditos a que tinha de direito e de facto. Afonso II temia que esta pudesse passar a eventuais herdeiros o vasto património que o testamento lhe legava, criando assim um problema à soberania do rei de Portugal e dividindo o país ao meio.


As Beatas Mafalda, Teresa e Sancha de Portugal

O testamento previa também terras e castelos para suas irmãs Teresa e Mafalda, formando-se um partido de nobres afectos às infantas, liderado pelo infante Pedro (que se exilou em Leão sob a protecção de Teresa, na época rainha consorte de Leão, e tomou algumas praças transmontanas), que acabou por ser derrotado. Com a morte de Afonso II, e a subida de seu filho Sancho II o Capelo resolveu o problema, concedendo os impostos dos castelos a suas tias, nomeando seus alcaides de entre os nomes que estas propuseram, pedindo-lhes apenas que renunciassem ao título de rainhas (1223). Sancha renunciou ao matrimónio e ingressa no mosteiro cisterciense de Chelas, o mosteiro que ela própria havia contribuído a fundar em 1216, ali tomou o hábito regular e transcorreu o resto de seus anos. Morreu em 13 de Março de 1229; posteriormente seus restos foram trasladados a Lorvão.

92702 > Beata Sancia del Portogallo Principessa, vergine 11 aprile MR

Sinforiano Ducki, Beato
Mártir

Sinforiano Ducki, Beato

Sinforiano Ducki, Beato

Nasceu em 10 de Maio de 1888 em Varsóvia. No baptismo, em 27 de Maio, recebeu o nome de Félix. Frequentou a escola elementar na nativa Varsóvia. Quando em 1918 os capuchinhos regressaram a seu convento próprio, abandonado com a supressão czarista de 1864, Félix Ducki, que de tempo atrás sentia a vocação, se uniu a eles, primeiro ajudando simplesmente a reorganização do convento e mais tarde como postulante. Em 19 de Maio de 1920 começou o noviciado em Nowe Miasto com o nome de frei Sinforiano. Terminado o ano de noviciado se dedicou ao serviço fraterno nos conventos de Varsóvia, de Lomza e de novo em Varsóvia (desde o 27 de Maio de 1924), até à profissão solene, em 22 de Maio de 1925. Em Varsóvia desempenhou primeiro o oficio de irmão esmoler, preocupando-se sobretudo de recolher ofertas para a construção do Seminário Menor de São Fidel. Depois foi nomeado irmão sócio do padre Provincial. De carácter sociável, simples, cortês e amigável, facilmente conquistava a simpatia do povo e novos amigos para a Ordem. Não obstante sua vida tão ativa no meio da gente, não perdeu nunca o espírito interior, distinguindo-se por sua oração devota e fervorosa. Era conhecido e estimado pelos habitantes da capital e o chamavam "padre" ainda que não era sacerdote. Ao sobrevir a II Guerra mundial se esforçou para que não faltasse o necessário nem a seus irmãos frades nem aos demais pobres, até 27 de Junho de 1941, dia em que a Gestapo prendeu a todos os 22 capuchinhos do convento da capital. Num primeiro momento frei Sinforiano foi internado na prisão de Pawiak, e logo, em 3 de Setembro, no campo de concentração de Auschwitz. De constituição robusta, sofreu mais que os outros a fome e as perseguições, suportando tudo em silêncio. as míseras rações que recebiam não cobriam nem sequer a quarta parte da necessidade do organismo de um homem normal. Depois de sete meses foi condenado a uma morte lenta. Uma tarde, enquanto os custódios do campo haviam começado a assassinar prisioneiros de um modo bestial, destroçando-lhes a cabeça com garrotes, frei Sinforiano teve a valentia de fazer sobre os caídos o sinal da cruz. A testemunha ocular e companheiro de prisão César Ostankowicz declara que houve um momento de aturdimento e surpresa, ao que seguiu a ordem de bater com pauladas a Sinforiano. Um golpe na cabeça o fez cair ao solo entre os esbirros e os prisioneiros. Pouco depois teve forças para levantar-se e fazer de novo o sinal da cruz. Foi então quando o assassinaram. Era 11 de Abril de 1942. A morte de frei Sinforiano pôs fim à tremenda matança que os soldados estavam perpetrando, e uns quinze prisioneiros se salvaram assim da morte. Estes, com grande veneração, carregaram a frei Sinforiano no carro que o levaria, com os demais cadáveres, ao forno crematório. Com seu martírio frei Sinforiano demonstrou heroicamente sua fé na Trindade, e salvou de uma morte segura a um grupo de companheiros de prisão. Para ver mais sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click" AQUI

92958 > Beato Sinforiano Felice (Symforian Feliks) Ducki Religioso e martire 11 aprile MR

São Barsanufio, eremita


Cerca de Gaza, na Palestina, são Barsanufio, anacoreta, o qual, de origem egípcio, dotado de graças de contemplação, foi também exímio pela integridade de sua vida. († 540)

91654 > San Barsanofio Eremita 11 aprile MR

São Domnión de Salona, bispo e mártir


Em Salona, na Dalmácia, são Domnión, hoje Croácia, bispo e mártir, que, segundo a tradição, foi martirizado durante a perseguição desencadeada sob o imperador Diocleciano. († 299)

49220 > San Domnione (Donnione) di Salona Vescovo e martire 11 aprile MR

 

São Felipe de Gortina, bispo


Comemoração de são Felipe, bispo de Gortina, em Creta, Grécia, que em tempo dos imperadores Marco António Vero e Lúcio Aurélio Cómodo, tutelou energicamente a Igreja que se lhe havia encomendado, frente à violência dos pagãos e às insidias dos hereges. († c.180)

49210 > San Filippo di Gortina Vescovo a Creta 11 aprile MR



95025 > Beato Giovanni di Massaccio Religioso 11 aprile





93897 > Beati Paolo e Giacomo Cavalieri mercedari 11 aprile

 



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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (Estanislau de Cracóvia  e Gutlac, Santos,)Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt

    António Fonseca