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domingo, 15 de abril de 2012

Nº 1257 - 2ª Página – ACTOS DOS APÓSTOLOS – Evangelista S. Lucas – 16 DE ABRIL DE 2012

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Nº 1257-2ª Página

ACTOS DOS APÓSTOLOS
VI – O EVANGELHO ALCANÇA A EUROPA
20 g) De novo na Macedónia e na Grécia  – Logo que cessou o tumulto, Paulo reuniu os discípulos, fez-lhes as suas recomendações, despediu-se deles e partiu para a Macedónia. Percorreu toda aquela região, exortou demoradamente os fiéis e depois  chegou à Grécia, onde esteve três meses. Uma conspiração fomentada contra ele pelos judeus, quando ia embarcar para a Síria levou-o a tomar a decisão de regressar pela Macedónia. Acompanharam-no Sóprato, filho de Pirro, de Bereia; Aristarco e Secundo, de Tessalónica; Gaio, de Derbe, e Timóteo; Tiquíco e Trófimo da Ásia. Estes partiram à frente e esperaram-no em Tróade. Quanto a nós, embarcámos em Filipos depois dos dias dos Ázimos e encontrá-mo-nos, cinco dias depois, em Tróade, onde passamos sete dias.
 
Em Tróade – ressurreição dum morto – No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para partir o pão, Paulo, que devia partir no dia seguinte, começou a falar com eles e prolongou o seu discurso até à meia-noite. Havia bastantes lâmpadas na sala de cima onde estávamos reunidos. Ora um rapaz de nome Eutico, que estava sentado sobre a janela, adormeceu profundamente enquanto Paulo se alongava no seu discurso. Dominado pelo sono, caiu do terceiro andar e levaram-no já morto. Paulo,  desceu, e lançando-se sobre ele, apertou-o nos braços e disse: «Não façais barulho, pois a sua alma está nele». Depois, voltou para cima, partiu o pão, comeu e falou demoradamente até de madrugada. Só então se retirou. Quantio ao rapaz, levaram-no vivo e isso foi motivo de grande consolação.
 
De Tróade a MiletoQuanto a nós, partindo à frente pelo mar, largámos para Asso, onde deveríamos encontrar Paulo, que assim havia determinado. Ele iria por terra. Quando nos reunimos em Asso, levá-mo-lo para bordo e seguimos para Mitilene. Partimos de lá, e, no dia seguinte, estávamos em frente de Quio. No outro dia navegávamos para Samos e no dia imediato chegámos a Mileto. Paulo tinha decidido passar ao largo de Éfeso, a fim de não perder tempo na Ásia. ia com pressa, pois diligenciava estar em Jerusalém, se possível, no dia de Pentecostes.
 
h) O adeus aos anciãos de Éfeso – De Mileto mandou chamar a Éfeso os anciãos da Igreja. Quando chegaram junto dele, disse-lhes: «Sabeis como desde o primeiro dia em que cheguei à Ásia, procedi sempre convosco. Tenho servido o Senhor com toda a humildade e com lágrimas, no meio das provações que as ciladas dos judeus me acarretaram. Jamais recuei perante qualquer coisa que vos pudesse ser útil. Preguei e instruí-vos, tanto publicamente como nas vossas casas, afirmando a judeus e gregos a necessidade de se converterem a Deus e de acreditarem em Nosso Senhor Jesus Cristo. A agora, aqui vou, preso em espírito, a Jerusalém, sem saber o que lá me espera; Só sei que, de cidade em cidade, o Espírito Santo me avisa que me aguardam cadeias e tribulações. Mas, a meus olhos. a vida não tem valor algum, desde que eu possa concluir a minha carreira e cumprir a missão que recebi do Senhor Jesus, dando testemunho da Boa Nova da graça de Deus. Agora sei que não mais vereis o meu rosto, vós todos, nos meio dos quais passei proclamando o sangue de todos, pois jamais recuei, quando era preciso anunciar-vos todos os desígnios de Deus. Tomai cuidado convosco e com todo o rebanho de que o Espírito Santo vos constitui administradores para apascentardes a Igreja de Deus, adquirida por Ele com o Seu próprio Sangue. Sei que, depois de eu partir, se hão-de introduzir, entre vós, lobos temíveis que não pouparão o rebanho e que, mesmo no meio de vós, se hão-de erguer homens de palavras perversas para arrastarem os discípulos atrás de si. Estai, pois, vigilantes e recordai-vos de que, durante três anos, de noite e de dia, não cessei de exortar, com lágrimas, cada um de vós.E agora confio-vos a Deus e à palavra da Sua graça, que tem o poder de construir o edifício e de vos conceder parte na herança com todos os santificados. Jamais cobicei prata, nem ouro, nem o vestuário de alguém. E bem sabeis que foram estas mãos que proveram às minhas necessidades e à dos meus companheiros. Em tudo vos demonstrei que deveis trabalhar assim, para socorrerdes os fracos, recordando-vos das palavras que o próprio Senhor Jesus disse: «A felicidade está mais em dar do que em receber». Depois destas palavras, ajoelhou-se com todos eles e rezou. Todos romperam em pranto e, lançando-se ao pescoço de Paulo, começaram a abraçá-lo,consternados sobretudo com as palavras que lhes dissera: «Não mais vereis o meu rosto». Em seguida, acompanharam-no ao barco.
 
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Amanhã, dia 16/4/12, se Deus o permitir, prosseguirei esta transcrição.

António Fonseca

Nº 1256-3 - A RELIGIÃO DE JESUS – 2º Domingo de Páscoa (Pascoela) – 15 de Abril de 2012

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Nº 1256-3

Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

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15 DE ABRIL DE 2012

2º Domingo de Páscoa

(Pascoela)

Jo 20, 19-31

Aparição aos discípulos – (…) Na tarde desse dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se achavam juntos, com, medo dos judeus, veio Jesus pôr-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz seja convosco». Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Alegraram-se os discípulos, vendo o Senhor. E Ele disse-lhes de novo: «A paz seja convosco. Assim  como o Meu Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos». Tomé, um dos doze, chamado Gémeo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor!» Mas ele respondeu-lhes: «Se eu não vir o sinal dos cravos nas Suas mãos , se não meter o dedo no lugar dos cravos e não meter a mão no Seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa, e Tomé estava com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Chega aqui o teu dedo e vê as Minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no Meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Respondeu-lhe Tomé: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me vistes, acreditaste. Bem-aventurados os que, sem terem visto, acreditam!». CONCLUSÃO: – Muitos outros prodígios fez ainda Jesus, na presença dos discípulos, os quais não estão escritos neste livro . Estes, porém, foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em Seu nome.

1 – Deus entra pelos sentidos. É o que se passou com Tomé. Este homem dizia o que diz muita gente, quando se lhe apresenta o tema de Deus: «se não o vir, não creio». Tomé queria ver, tocar, apalpar. E lhe concedeu isso.

2 – Mas, que viu e tocou Tomé? Viu e tocou chagas de dor e morte. Apalpou cicatrizes de sofrimento. E aí, nisso, no que entra nos sentidos, Tomé encarou a : «Meu Senhor e meu Deus!» Isto não quer dizer que o caminho para chegar a Deus seja o caminho da dor. Deus não quer sofrimento. O que ocorre é que nesta vida há muita gente que sofre mais do que pode suportar. E suposto isto, a na ressurreição, expressa-se no facto de que nos põe no recto caminho para prestar atenção aos padecimentos e esperanças do passado; e para aceitar o desafio dos mortos (J. B. Metz).

3 – Ditosos os que creem sem ter visto Jesus. Hoje a presença de Jesus está ali onde os que o procuram, encontram chagas de dor e de morte. Se, em lugar disso, encontram poder, pompa e boato, não poderão dizer: «Meu Senhor e meu Deus!».

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Viso - mapa

http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.

Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.

Mais um esclarecimento,

No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos dos Evangelhos. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer.

Desculpem e obrigado. AF

Mais uma nota final:

Como devem ter reparado (e já a partir de 23 de Abril) o meu anterior contacto de email, foi desativado e, desde então, passaram a ser estes os meus endereços:

aarfonseca@hotmail.com

antoniofonseca40@gmail.com

Nº 1256 – 1ª Página – (101/2012) - SANTOS DE CADA DIA – 15 de Abril de 2012 - 4º ano – Domingo de Pascoela

Ver Notas no final
Nº 1256 – 1ª Página – 2012
 
 
12-4-12
 
 
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A Terra vista da Lua
 
 
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15 DE ABRIL DE 2012

Domingo de Pascoela 

 

92639 > Domenica della Divina Misericordia Seconda domenica di Pasqua (celebrazione mobile) - Festa

Bernardette Soubirous, Santa
Irmã Maria Bernarda – Vidente de Lourdes

 

COMPLEMENTO

Marie Bernarde Soubirous nasceu em 1844 em Lourdes, França. Bernardette era a mais velha de seis filhos de uma família muito pobre. Ela era uma criança doente, que sofria de asma. No inicio de 1858, a vida tranquila de Bernardette mudou quando teve uma série de visões numa gruta perto de sua casa. Ela disse que tinha visto uma mulher jovem que lhe pediu para voltar à gruta todos os dias durante duas semanas. Vista só por Bernardette, a “Senhora” pediu a esta jovem de 14 anos para rezar pelos pecadores. Quando Bernadette lhe perguntou quem ela era, a Senhora disse: «Eu sou a Imaculada Conceição». Apesar da mulher nunca ter prometido que os doentes que a visitassem ficariam curados, pediu às pessoas para visitar o local e para que fosse construída uma capela naquele sítio.
Convencer os incrédulos – Inicialmente, as afirmações de Bernardette foram recebidas com cepticismo e incredulidade pelas autoridades eclesiásticas e civis; eram consideradas as alucinações de uma menina. Porém, a sua sinceridade prevaleceu. Em 1862, foi construída uma capela na gruta a qual foi visitada por milhares de pessoas. Bernardette entrou para o convento das Irmãs de Notre Dame de Nevers como noviça em 1866. Ela passou o resto da sua vida no convento e foi chamada Irmã Maria Bernarda. A partir de 1876, a sua saúde deteriorou-se. A sua asma piorou e ela contraiu uma dolorosa doença nos ossos, que enfrentou com estoicismo e resignação até morrer em 1879. Foi canonizada como Maria Bernarda em 1933; não pelas suas visões, mas pela sua vida humilde de oração, devoção e obediência ao Senhor. Uma basílica foi finalmente construída perto da gruta. Na década dos anos 90 mais de três milhões de pessoas visitaram, o santuário todos os anos e centenas de doentes foram curados.
No seu rasto
A Bernardette era muito famosa no seu tempo. No entanto, ela preferiu levar uma vida tranquila e cheia de fé.
Atualmente, encontramos pessoas famosas por todo o lado. Algumas pessoas aproveitam-se da sua fama e vivem vidas extravagantes. Porém, muitas outras fazem obras maravilhosas e usam a sua fama e importância por causa que valem a  pena:
* O ator Paul Newman fundou e subsidia um acampamento para crianças com doenças graves.
* A estrela de basquetebol da NBA Dikembe Mutombo doou 3 milhões de dólares a um hospital no Congo.
Através das nossas ações, nós podemos mostrar aos jovens que não precisamos de ser famosos para ajudar os outros.
* Leve comida a um doente que está confinado na sua casa e partilhe com ele a refeição ou acompanhe uma pessoa idosa a fazer compras.
* Dedique uma hora do seu tempo para ajudar uma jovem mãe de forma quer ela possa descansar.
* Dedique umas horas todas as semanas para ajudar uma crianças nos estudos.
Oração
Deus nosso pai, permite-nos receber sempre proveito das orações à nossa Mãe Virgem Maria, porque Tu nos dás a vida e a salvação através de Jesus Cristo, seu Filho, que vive e reina contigo na unidade do Espírito Santo, um Deus, para todo sempre.. Ámen.
(Oração tradicional)
No período da vida de Santa Bernadette (1844-1879) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Guerra Franco-Prussiana (1870); Vida de Giuseppe Verdi, compositor italiano (1813-1901); Guerra Civil americana (1861-1865); Louis Pasteur desenvolve a vacina contra a raiva para curar a hidrofobia (1895). 

Basilissa e Anastácia, Santas

Mártires (66)

 

Basilisa y Anastasia, Santas

Basilissa e Anastácia, Santas

Neste dia faz-se comemoração das Santas Basilissa e Anastácia, ilustres matronas, discípulas de S. Pedro e S. Paulo, as quais,. tendo recolhido as relíquias dos príncipes dos Apóstolos, para lhes dar sepultura depois do martírio, denunciadas como cristãs foram presas e conduzidas, carregadas de cadeias, à presença do Imperador. Nero fez-lhes padecer várias classes de tormentos, mandou cortar-lhes a língua e os peitos, açoutá-las e abrasá-las com archotes acesos para render aquelas duas heroínas da religião cristã. Por fim, foram, degoladas, recebendo ambas por este meio a almejada coroa do martírio, no ano 66. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

49550 > Sante Anastasia e Basilissa Martiri 15 aprile

 

 

César de Bus, Beato

Fundador (1544-1607)

César de Bus, Beato

César de Bus, Beato

A 27 de Abril de 1975, João Paulo II beatificou o P. César de Bus, que veio ao mundo em Cavaillon , no dia 3 de fevereiro de 1544, sobrinho neto de Santa Francisca Romana (1384-1436). Sétimo de 13 irmãos e irmãs, de família nobre, depois de uma infância e adolescência exemplares, deixou-se arrastar para o mal. Contudo, Deus não o abandonou e pela sua graça fez que voltasse ao bom caminho. Ordenado sacerdote, entregou-se de alma e coração ao ensino do catecismo. Fundou a congregação dos Padres da Doutrina Cristã ou Doutrinários, cujos membros, apesar de várias perseguições e sérias adversidades, continuam ainda hoje. Nos fins de 1970 contavam 103 professos e 9 noviços em 18 casas. Eis alguns parágrafos da homilia da beatificação: “Um estudo aprofundado revelou que esta grande figura do passado levou as virtudes evangélicas até ao heroísmo (…) A penitência não foi, para César de Bus, uma palavra vaga. Teve que dominar as suas paixões, de que noutros tempos se fizera escravo. Combate violento e contínuo. Assim aprendeu a buscar e a amar o sacrifício, porque o sacrifício configura com Cristo padecente e vitorioso. Oferecer-se em oblação, abandonar-se inteiramente nas mãos de Deus, á custa de renúncias mais pesadas, parece ter sido o leit-motiv, a finalidade constante dos seus esforços. E quando, no fim da vida, atingido pelas doenças, em particular pela cegueira, pôde dispor-se já para o dom supremo, verificou até que ponto a ascese lhe havia sido útil para dominar o homem velho. Estava preparado para se encontrar com o Senhor. A sua alegria era perfeita”. L’OSS. ROM. 4.5.195; DIP 1, 1681-83; 3, 975-77. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

31900 > Beato Cesare De Bus Sacerdote 15 aprile MR

Crescente, Santo
Mártir (354)
Crescente nasceu em Mira, cidade da Lícia, Ásia Menor, pátria de muitos santos. Não se conhecem datas a seu respeito. Cheio e zelo, chorava dia e noite os extravios dos infelizes que, desconhecendo as vantagens da verdadeira e única religião, viviam sepultados nas trevas do erro e da mentira. Um dia, em que os pagãos celebravam uma grande festa às suas falsas divindades, reprovou publicamente tão lamentável cegueira, dizendo que só Deus, Criador de tudo, era digno de adoração. Se forte e enérgica foi a pregação do santo na praça pública, não o foi menos na presença do juiz. De mil meios se valeu o tirano para enfraquecer a fortaleza admirável do invencível campeão de Jesus Cristo: mas nada conseguiu. Chegou a propor-lhe que ao menos oferecesse exteriormente incenso aos ídolos para salvar a vida; mas o santo recusou-se terminantemente. Vendo por último que nada conseguia, e que o santo permanecia constante e imperturbável na confissão de Jesus Cristo, mandou que fosse queimado, e neste suplício alcançou a palma e coroa dos mártires. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

49520 > San Crescente di Mira Martire 15 aprile MR

  Damião de Molokai(José de Veuster), Beato

Sacerdote (1840-1889)

 

Damián de Molokai (José de Veuster), Santo

Damião de Molokai (José de Veuster), Beato

No dia 3 de janeiro de 1840, nascia na aldeia de Trémelo, Brabante flamengo, uma criança que recebeu o nome de José Veuster. No ambiente do lar rural em que nasceu, vão brotando no coração de José as primeiras e profundas verdades e costumes religiosos, que se manterão firmes e florescerão até ao fim da sua vida e fizeram dele uma criança jovem e feliz. Com 18 anos, quando estudava na região da Valónia, tomou a resolução de entrar na vida religiosa e pede que o aceitem na Congregação dos Sagrados Corações (Padres de Picpus) que tinham aberto um “Seminário de Missões” e onde um irmão seu já era noviço. Na religião recebeu o nome de Damião. Fez o seu noviciado e estudou filosofia, como qualquer jovem que entrava na Congregação. Quando ainda estudava teologia, ofereceu-se para ir trabalhar para as ilhas de Hawai, em substituição de seu irmão que na véspera de partir para esta Missão contraiu o tifo. Pouco depois da chegada é ordenado sacerdote, na chamada “Ilha grande” do arquipélago, onde trabalhou durante 9 anos, em duas missões, de maneira incansável, construindo capelas, dando catequese, fazendo intermináveis caminhadas. A quem lhe perguntava onde vivia, apontava para a sela do seu cavalo e respondia: - “Esta é a minha casa”. Em 1873, o bispo pede voluntários para trabalhar em Molokai, chamada “ilha do diabo”, para onde o Governo tinha começado a deportar todos os contagiados pela lepra. O Bispo pretendia organizar um grupo de missionários que se iriam revezando no trabalho, de maneira que nenhum permanecesse na ilha mais de 3 semanas seguidas. O P. Damião oferece-se para ir sozinho e dedicar-se inteiramente a esse trabalho e a sua oferta é aceite. Lembremos que naquele tempo a lepra não tinha cura e quem contraía a doença era isolado de qualquer contacto humano. Quando o P. Damião chegou, havia em Molokai cerca de 800 leprosos, mas o seu número aumentava continuamente com novos doentes vindos de outras ilhas. As condições de vida eram atrozes e as mortes numerosas, mas Damião via em cada uma daquelas pessoas “uma alma remida pelo Sangue do nosso Divino Salvador”. Visitava os doentes nas suas cabanas, administrando os sacramentos e preocupando-se pelas suas condições de vida, introduzindo regras higiénicas, a fim de reduzir os efeitos da doença, tinha a casa aberta aos leprosos, comia com eles, divertia-se a brincar com as crianças. Ajudava a reparar as cabanas e administrava os medicamentos. A lista das suas actividades é infinita, na sua total entrega às necessidades espirituais e materiais da sua gente, ele quer ser a imagem viva de Jesus no meio dos doentes. Em janeiro de 1885, é-lhe diagnosticada a doença. O facto provocou-lhe um período de desolação, pois para além da doença em si, foi-lhe proibido abandonar a ilha, a qualquer pretexto que fosse. Mas continuou ativo como sempre e a sua vida espiritual tornou-se ainda mais profunda. Ele próprio escreve: “Até agora sinto-me feliz e se se me desse a possibilidade de sair daqui, responderia, sem duvidar: – fico aqui para toda a minha vida, com os meus leprosos”. A presença de Jesus numa igreja junto de sua casa, fá-lo sentir-se cada vez mais próximo e semelhante a Jesus, no seu mistério eucarístico, sacrifício de Corpo entregue e Sangue derramado por todos. O único medo que experimentava nesta fase da sua vida, era que a doença o viesse a impedir de dizer Missa. Sobre a solidão que a doença acentuou. escreve ele: “Não sei bem em que acabará tudo isto. Resigno-me, contudo, à divina Providência e encontro a minha única consolação no meu único companheiro que não me abandona, quero dizer, o nosso divino Salvador na santa Eucaristia”. E sobre a sua doença declara: “Permaneço tranquilo e resignado e inclusivamente me sinto mais feliz entre a minha gente”. Na segunda feira-santa de 15 de Abril de 1889, partiu para o céu o “varão de dores”, glorificado na e pela ressurreição do Senhor Jesus, ao qual ele tanto amara. Centenas de leprosos choraram a morte do pai. O mundo comoveu-se ao tomar conhecimento da façanha de Damião, sem precedentes na história, João Paulo II ouviu esse clamor da humanidade, beatificando o leproso por Deus em Molokai, a 4 de Junho de 1995. WWW.JESUITAS.PT. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

52750 > San Damiano de Veuster Sacerdote 15 aprile MR

Ascolta da RadioRai:

Santo Abúndio, diácono

Em Roma, na basílica de São Pedro, comemoração de santo Abúndio, que, como narra o papa santo Gregório I Magno, foi humilde e fiel mordomo desta igreja (c. 564).

49530 > Sant' Abbondio 15 aprile MR

Ascolta da RadioVaticana:

São Marón, mártir

No monte Áureo, do Piceno, na Itália, são Marón, mártir (s. inc.).

90738 > San Marone Martire 15 aprile MR

Ortário, Santo
Abade

Ortario, Santo

Ortario, Santo

Martirológio Romano: No mosteiro de Landelles, na comarca de Bayeux, em Normandía, França, santo Ortário, abade célebre por sua austeridade e sua vida de oração, assim como por sua dedicação ao cuidado dos enfermos e a ajuda dos pobres. ( 580) Segundo a tradição, Santo Ortário, descendente da nobreza galo Romana, nasceu em 482 "em Le Dézert (Mancha, Baixa Normandía), no lugar onde se eleva hoje a capela São Ortário. Em sua juventude se dedicou à penitência: praticava jejuns prolongados, se vestia pobremente, levava o cilicio, comia pão de cevada, bebia a água de uma fonte ainda existente, e que goza de uma virtude milagrosa. Sua caridade com os pobres era inesgotável”. Desde tenra idade se sentia atraído pela vida monástica, deixou sua familia aos doze anos de idade para se converter em monge na vizinha abadia de Beaumesnil (diocese de Bayeux, no departamento de Calvados), onde fez uma longa aprendizagem, instruindo-se e entregando-se à penitência. "Em muito curto tempo, converteu-se num exemplo perfeito de todas as virtudes", de acordo aos monges de La Perrine. É designado por seu supervisor para fundar um mosteiro no bosque de Andaine, a oeste de Bagnoles-de-l´Orne (diocese de Séez). Ele fundou assim a ermida de Bézier em Saint-Michel-des-Andaines . Segundo a tradição local, haveria recebido a visita, c. 555, de Santa Radegunda. Ortario regressou a Beaumesnil, mas como ermitão já que os monges na época todavia não tinham estrutura enquadrada por regras precisas como sucede a partir do século VIII. Tinha como refúgio uma cova perto de seu mosteiro, dominando o curso do rio Drôme. Em Segundo seus hagiógrafos, Ortário tem a visão da morte do abade de Landelles e foi a seu funeral. Foi eleito então como o novo abade, mas retira-se para uma cova em Malloué "a cem milhas do mosteiro", segundo a Acta Sanctorum do breviário de Coutances de 1745. Santo Ortário é celebrado em 15 de abril e 21 de maio (trasladação de suas relíquias). É Invocado para a cura das crianças, dos problemas nas extremidades inferiores e os reumatismos, tradicionalmente é representado "vestido de um hábito com capucho e apoiado num bastão".

49540 > Sant' Ortario Abate di Landelles 15 aprile MR

Paterno de Abranches, Santo
Abade e bispo,

Paterno de Avranches, Santo

Paterno de Avranches, Santo

Martirológio Romano: No cenóbio de Scissy, na região de Coutances, na Gália, França, sepultura de são Paterno, bispo de Avranches, que, após haver fundado muitos mosteiros, já septuagenário foi eleito para a função episcopal. Cheio de méritos, entregou por fim sua alma a Deus no dito cenóbio. ( c.565) Paterno nasceu em finais do século V em Poitiers numa familia de notáveis da localidade. Muito jovem ingressou na Abadía de Ansión (também conhecido como Saint-Jouin-de-Marne), na diocese de Poitiers. Por sua vocação de ermitão, retirou-se para o bosque de Scissy, perto de Coutances, com um companheiro. Leontien, então bispo dessa cidade, o ordena sacerdote e o delegou para evangelizar aos povoadores da zona. Logo foi apoiado por São Gaud de Evreux, São Sénier e o sacerdote Aroaste que compartilham sua solidão nos bosques de Scissy.Foi consagrado bispo de Avranches em torno do ano 552, onde continuou seu trabalho missionário. Fundou vários mosteiros, entre eles o de Scissy, e morreu em redor de 565.São Laudo, bispo de Coutances, preside seu enterro no oratório de Scissy junto a seu companheiro Scubilion, que morreu no mesmo dia. Esta capela se converteu na igreja paroquial de Saint-Pair-sur-Mer, que tem umas poucas relíquias de São Paterno. São Paterno teve como sucessor a São Sénier, que havia sido seu colaborador na evangelização dos povos desta região. A história de sua vida foi escrita por Venance Fortunat († c. 600). É normal confundi-lo amiudadamente com São Paterno de Vannes.

91287 > San Paterno di Avranches Vescovo 15 aprile MR

Potenciana, Santa
Virgem

Potenciana, Santa

Potenciana, Santa

Martirológio Romano: Na cidade chamada Villanueva de la Reina, na região hispânica de Andaluzia, santa Potenciana, virgem, que se santificou trabalhando como tecedeira em sua própria casa (s. XII/XIII). Etimologicamente: Potenciana = Aquela que tem uma grande força interior, é de origem latina. SANTA POTENCIANA, é a padroeira de Villanueva de la Reina. Potenciana vivia na margem direita do rio Guadalquivir, nos arredores de Villanueva, perto de um batán, Estrela que hoje em dia ainda desafia as furiosas investidas invernais. Este batán filtrava fibras têxteis mediante golpes ou percussão, aparecendo como uma arquitetura de cadeiras toscamente lavradas de areia, unidas por uma argamassa ou cimento (!) e com encerramento quase plano. Na sua base destacaram, nesses dias, três canais paralelos ao sentido da corrente, a nível do próprio rio, com o objecto de aproveitar a força da água para mover um mecanismo que a levava a uns enormes maços que golpeavam a lã.

SANTA POTENCIANA

Potenciana, padroeira de Villanueva de la Reina (Jaén), a colocam no ano 1200 da era de Cristo, em plena época moçárabe. Teve como oficio o de tecedeira e fez vida eremítica. Seu martírio consistiu em emparedamento. O povo de Villanueva e a comarca de Andújar a consideravam Santa, visitando o sepulcro situado na ribeira setentrional do rio Guadalquivir para pedir sua intercessão nas enfermidades e outras necessidades. Talvez o acontecimento mais importante na história de nossa localidade haja sido abrir o sepulcro. Este feito teve lugar no ano 1628 e foi ordenado pelo Cardeal D. Baltasar de Moscoso e Sandoval, que também mandou que se fizesse um processo sobre os milagres levados a cabo pelo cura pároco de Villanueva D. Juan Acuña del Adarve. Dito processo culminaria em 1638 quando foi elevada aos altares por Urbano VIII.

EstrelaBatán. Pessoalmente creio que será uma espécie de trincheira para evitar que as dunas sejam destruídas, feita de betão e pedra com frestas para passar a água (!). Não encontrei no dicionário algo que me pudesse clarificar, pelo que coloco aqui a minha ideia sobre a referida palavra. No entanto, se alguém souber o que significa realmente, agradeço que me informem. Obrigado. Afonseca

 

Santos Teodoro e Pausilipo, mártires

Em Trácia, santos Teodoro e Pausilipo, mártires, que, segundo a tradição, sofreram o martírio em tempo do imperador Adriano (117/137).

49510 > Santi Teodoro e Pausilopo (Pausilippo) Martiri 15 aprile MR

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93709 > Santi Martiri Mercedari Redentori d’Africa 15 aprile

 


93956 > Santa Suina Vergine e martire 15 aprile

 

 

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  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (Bernardette Soubirous, Santa)Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt

    António Fonseca