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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Comunismo e a evolução dos "erros da Rússia" - Parte I - Do blog “Borboletas ao Luar” - 20 de Abril de 2012

Borboletas ao Luar


Comunismo e a evolução dos "erros da Rússia" - Parte I

Posted: 19 Apr 2012 09:00 AM PDT

Por Solange Hertz

Traduzido por Andrea Patrícia*

Nossa Senhora advertiu sobre os erros da Rússia que se espalhariam pelo mundo

Uma geração completa antes do Vaticano II, as técnicas deste assim chamado Concílio "pastoral" recomendadas para atualizar a Igreja já haviam sido aperfeiçoadas por comunistas que trabalham na Igreja na China. Lá foi mostrado como o dialogante "clube de estudo" poderia ser gradualmente transformado no "conselho paroquial" [pastorais], que assumiria a direção da paróquia e, eventualmente, a diocese inteira.
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Nota do Editor: O seguinte artigo foi escrito pela Sra. Hertz alguns anos antes que a alegada "queda do Comunismo" fosse anunciada pelos heróis da Glasnost e da Perestroika. Como a Sra. Hertz, explica, a filosofia de Marx sempre dependeu da fomentação de constante mudança e evolução. Hoje, o Comunismo não está "morto", e sim desenvolvendo-se para sua próxima fase. A retrospectiva seguinte vê o Comunismo como ele se manifestou durante a Guerra Fria, portanto, é bastante revelador, já que a rápida espiral descendente do nosso mundo e nossa Igreja para o caos sem Deus é uma conseqüência direta do triunfo do ateísmo, a pedra fundamental do Comunismo. De fato, os "erros da Rússia" já se espalharam pelo mundo inteiro - o cisma ortodoxo não diminuiu nem um pouco e o Comunismo ateu vive a céu aberto no país mais povoado do mundo e, em qualquer outro lugar, se transformou "doutrinariamente" e "filosoficamente" na própria alma da Nova Ordem Mundial. O artigo da Sra. Hertz, então, é talvez hoje mais oportuno do que era quando foi escrito, há uns 25 anos atrás.

MJM

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Como você faz para que um gato coma pimenta? Essa questão, um clássico em manuais de formação Marxista, abre um exercício de técnica revolucionária. A resposta, para a qual o aluno é conduzido pela lógica e pela experiência comum, explica como o Comunismo foi capaz de tomar o comando de mais de um terço do mundo, sem oposição séria.

Como fazer um gato comer pimenta, um condimento desagradável para ele, como a doutrina Marxista é para a natureza humana saudável? A primeira resposta a apresentar-se, diz a cartilha, é óbvia: abrir à força a boca do gato e empurrar a pimenta dentro.

Errado, é dito ao aluno, porque falta a cooperação voluntária do gato. A segunda resposta - esconder a pimenta em um peixe saboroso - é igualmente inadequada, porque assim que o gato detecta a pimenta ele simplesmente a regurgita.

A resposta correta: salpique a pimenta em todo tapete do gato. Quando o animal deitar-se sobre ele, a pimenta vai se agarrar à sua pele e pinicar, fazendo com que ele em breve esteja lambendo-se para tirá-la. Esse método assegura a perfeita assimilação porque (1) o gato está realmente ingerindo, (2) inteiramente por sua própria iniciativa, (3) e uma iniciativa completamente condicionada, (4) a pimenta, que ele odeia.

Pio XI, com efeito, descreveu este estratagema do gato e da pimenta em sua encíclica Divini Redemptoris, promulgada na festa de São José, em 1937: "O comunista aproveita a presente crise mundial econômica", que ele fomenta "para atrair para a esfera de sua influência até mesmo aqueles setores da população que, por princípio,rejeitam todas as formas de materialismo e terrorismo... Os pregadores do Comunismo também são proficientes em explorar o antagonismo racial e as divisões políticas...”.

Ele exerce "uma propaganda tão verdadeiramente diabólica que o mundo talvez nunca tenha testemunhado isso antes. É emanada a partir de um centro comum. É astutamente adaptada às condições variadas de diversos povos. Tem à sua disposição enormes recursos financeiros, organizações gigantescas, congressos internacionais e inúmeros trabalhadores treinados. Ele faz uso de panfletos e comentários de cinema, teatro e rádio, de escolas e universidades" - uma lista à qual deve agora ser acrescentada televisão e até as nossas próprias igrejas. "Pouco a pouco penetra em todas as classes do povo e atinge até mesmo os melhores grupos da comunidade, e poucos se encontram cientes do veneno que permeia cada vez mais as suas mentes e corações".

Assim funciona o mistério da iniqüidade do nosso tempo, polvilhar a sua pimenta em todos os lugares. Por sua própria admissão que emprega uma técnica simples de tentação que o diabo usou pela primeira vez com Eva no início da Revolução no Éden. Ele ensina a seus seguidores o mesmo tipo de judô espiritual, em que os adversários são levados a usar sua própria honestidade e força contra si mesmos, assim como o pobre gato é atraído para comer pimenta através de sua forte aversão por ela.

Irremediavelmente caído da graça, Satanás tem apenas meios naturais à sua disposição para efetuar a destruição sobrenatural, mas ele usa isso com estratagema transcendente. Embora, mesmo em casos de possessão, ele não possa agir diretamente sobre a vontade humana, ele pode solicitar de inúmeras maneiras, a partir do exterior, cortejar a sua cooperação através do seu desejo para o bem.

"Eu tenho ido ao redor da terra, e passeado por ela", diz ele no livro de Jó (2,2) expondo a fonte de seu conhecimento. Sua inteligência superior compreende a nossa natureza terrena muito melhor do que nós, e ele se vira contra nós com grande habilidade. Quanto mais rica a nossa natureza, mais ele tem que trabalhar. Apesar de todos os seus dons sobrenaturais, ele capturou o consentimento de Eva, apelando aos seus desejos naturais para o que é "bom para comer, e belo aos olhos e delicioso de se contemplar" (Gn 3,6), mais tarde tentou o Filho do Homem nas mesmas três maneiras no deserto, através do que a ascética chama a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba de vida. Pelo enfraquecimento da vontade e interrompendo o julgamento, o pecado original tornou o nosso bom apetite perigoso para nós.

Bem que São Paulo nos adverte que a nossa batalha aqui não é simplesmente contra carne e sangue, mas contra "os espíritos do mal, nos ares" (Efésios 6,12). Através das eras Satanás ensinou suas próprias técnicas para seus discípulos. Os Evangelhos revelam como, depois de seu fracasso com o Senhor no deserto, Satanás inspirou os judeus a continuar a subversão que ele tinha começado. Incitando nosso Senhor à revolução na forma de recusar os impostos de César, eles começaram habilmente a apelar para a sua integridade e amor pela justiça: "Mestre, sabemos que és um orador verdadeiro, e ensinas o caminho de Deus em verdade, não te preocupas tu com qualquer homem: porque tu não considera a aparência dos homens" (Mateus 22,16).

Mais tarde, nos Atos dos Apóstolos, vemos como judaizantes realizam a batalha na Igreja, por um tempo mesmo subvertem o nosso primeiro Papa. No século passado, descendentes desses judeus que rejeitaram Cristo - Marx, Engels, Heine, Lênin, Trotsky e seus incontáveis ajudantes desde então até hoje - forjaram um instrumento pelo qual todos os membros potenciais do reino de Cristo podem ser tentados como foi a sua Cabeça. Popularmente conhecido como o Comunismo, na verdade constitui uma tentação mundial em busca de engolir todo o mundo na revolução de Satanás contra Deus. Pelas avenidas das três concupiscências, toda a força da nossa natureza decaída pode agora ser canalizada e atirada contra toda a humanidade de uma só vez.

O Comunismo pode ser corretamente chamado de heresia judaica, por sua negação formal de uma vida além e da ordem sobrenatural, seu materialismo crasso e uma fé cega no messianismo temporal, que é essencialmente uma forma altamente desenvolvida de Saduceísmo. Os Evangelhos registram conversões ao Cristianismo entre os Fariseus, mas nunca entre os Saduceus. Sua heresia, agora lançada no atacado sobre o mundo, parece ser para a morte.

Ela excede em amplitude e violência qualquer coisa já experimentada nas perseguições anteriores lançadas contra a Igreja", disse Pio XI. "Povos inteiros se encontram em perigo de cair para trás em um barbarismo pior do que aquele que oprimiu a maior parte do mundo na vinda do Redentor."

"Como é possível", pergunta o Papa, "que tal sistema, há muito rejeitado e agora cientificamente provado errôneo pela experiência, pode se espalhar tão rapidamente em todas as partes do mundo?"

"A explicação", ele nos diz, "reside no fato de que muitos poucos de nós têm sido capazes de compreender a natureza do Comunismo".

Em seguida, também, como o Padre François Dufay apontou em Etoile contre la Croix, julgamos o Comunismo demasiado brandamente pela simples razão de que os comunistas são muito melhores do que a sua doutrina. Reconhecendo neles qualidades e virtudes derivadas da lei natural, que permanecem em todos nós, apesar da queda, nós atribuímos essas ao Comunismo. O inverso é verdadeiro com os Cristãos, que sempre ficam mal quando julgados em comparação com o Cristianismo, uma doutrina tão sublime que nunca pode ser vivida completamente. Olhando para os Cristãos, pensamos que o Cristianismo tem defeitos; olhando para os comunistas, achamos que o Comunismo não é tão ruim.

"Irmãos", implora São Paulo, "não sejam crianças no pensamento, mas em malícia sejam crianças e no pensamento sejam maduros!" (I Coríntios. 14,20). Não há nada de Cristão em ser estúpido. "Sejam prudente como as serpentes", ordenou Nosso Senhor (Mt 10,16).

O Comunismo tem sido tragicamente subestimado por aqueles que não fazem esforço mental para entendê-lo. Para a maioria, um comunista é pouco mais do que um detestável organizador de greves irritantes. Até mesmo aqueles que aceitam as palavras de Pio XI de ele que é "intrinsecamente perverso", mesmo que frequentemente não o veja meramente como uma força que os priva de seus bens arduamente ganhos, lambem a sua propaganda apimentada.

Na verdade o Comunismo sóbrio fornece uma explicação detalhada de toda a realidade, voltada para satisfazer o intelecto mais penetrante. A prova é evidente, ele conquistou algumas das melhores mentes da Igreja. Não mera ideologia, e muito menos uma plataforma política, o Comunismo é toda uma filosofia, uma teologia, uma mística. Tem seus Tomás de Aquinos, S. Paulos, S. Joões da Cruz. Seu "Redentor" que propõe a própria humanidade! Como nosso Senhor previu, serão "muitos" que "virão em meu nome dizendo: Eu sou o Cristo... e eles enganarão a muitos" (Mateus 24,5).

Seu desenvolvimento histórico, além disso, revela especificamente um caráter anti-trinitário apocalíptico que até agora vem chegando ao termo. Tentando o homem totalmente através das três concupiscências para alimentos, glória e poder, como Satanás fez com nosso Senhor, ele assalta por sua vez as três faculdades humanas que constituem a imagem da Trindade divina na alma humana: o intelecto, a mente ou "memória", e a vontade. Esta trindade interior, por cujo intercâmbio o homem vive como um ser humano, é análoga à do Pai, do Filho e do Espírito Santo na divindade.

O Comunismo nos confronta, portanto, com uma "trindade" própria: Marx, Lênin e Mao.

I. Marx

Aceito em geral como o Pai do Comunismo, Karl Marx desempenha o papel de criador e fonte da qual todo o movimento flui. Um teórico que pouco tomou parte ativa em eventos revolucionários, ele lançou as linhas principais de uma tentação direta e mortal direcionada principalmente ao intelecto. A esta faculdade, que reflete especificamente Deus, o Pai no homem, e é projetada para se alimentar da verdade, Marx iria oferecer pedras como alimento. Ele propôs o erro satânico chamado materialismo dialético, cujas inexoráveis leis existem para regular toda a filosofia, sociologia e economia.

Ler Marx é o mesmo que ouvir Satanás se gabar em Isaías: "Eu subirei ao céu, vou exaltar o meu trono acima das estrelas de Deus, vou sentar-me no monte da aliança, nos lados do norte. Subirei acima da altura das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo "(Is. 14,13-14). Ele vai explicar tudo.

Como uma tentação oferecida especificamente para o intelecto, o materialismo dialético, necessariamente se opõe à virtude teologal da fé - sem a qual ninguém pode agradar a Deus (Hebreus 11,6). Fingindo iluminar o pensamento do homem, ele irá mergulhá-lo nas trevas. Aceitar seus princípios é negar diretamente a Deus, na medida em que eles afirmam que a história humana é produzida por forças cegas existentes na matéria, e não pela direção da Divina Providência. Em outras palavras, a matéria criou-se, eventualmente, evoluiu para o ponto onde ela começou a pensar, e se fez homem. A definição Marxista do homem - emprestada, aliás, de Benjamin Franklin, a quem Marx admirava - é um animal que pensa.

Ao leitor é implorado que suporte pacientemente os próximos parágrafos, que podem não ser uma leitura fácil, mas eles são essenciais para explicar o Comunismo como o produto final de uma longa cadeia de falsas filosofias:

1. A noção de Marx do materialismo como "dinâmico" era na verdade uma adaptação do materialismo "metafísico" do filósofo alemão Feuerbach, onde Marx substituiu Deus pela ciência como reveladora do universo. Com Marx, o homem deixou de receber diretrizes morais de uma força fora do mundo, e passou a receber da ciência, que surge a partir do próprio mundo, e cuja origem, natureza e direção ela gradualmente explica.

Isto significa que não pode haver moralidade fora da matéria, e na medida em que a matéria está, obviamente, em fluxo constante, os atos humanos só podem variar junto com ela. O homem não precisa mais entrar em sintonia com um Deus arbitrário e Seus mandamentos, mas deve alinhar suas ações à matéria em desenvolvimento, de aggiornamento [atualização] perpétuo ou "ética de situação".

2. A dialética de Marx foi derivada de Hegel, para quem a "alma do mundo" engendrou a matéria. É simplesmente a inversão do processo, Marx postulou que a matéria de fato engendrou o espírito - aliás também gerando a "Noosfera" do Pe. Teilhard de Chardin e outros absurdos relacionados, então leitura básica em Moscou. É verdade que Hegel identificou razão e "idéia", pensamento e ser, mas com ele o princípio universal ainda era espiritual. Não é assim com Marx, para quem a matéria gera o pensamento.

Hegel ensinou que, além disso, a "idéia" se move em três (agora bem divulgadas) sequências: tese, antítese e síntese, que Marx adotou em seu sistema, mas para ele a "idéia" é sempre apenas matéria.

3. A matéria em movimento através desses três grupos é o materialismo dialético, a matéria através de esforços produz o espírito - e a história. Materialismo e dialética são os dois pólos da heresia global, com a qual o mundo está agora tão bem apimentado que o Papa Paulo VI, Bispo de Roma, falou até mesmo da Igreja como em "evolução".

Na dialética pende mudança, a constante mudança das relações das coisas em si e com os outros. Por exemplo, uma maçã pode ser uma semente, uma flor, uma maçã verde, uma maçã madura, ou podre e distribuindo suas sementes para fazer mais maçãs. A maçã está constantemente "vindo a ser". Quando este princípio que ocorre na matéria é aplicado a toda a natureza e seres, temos constante transição e movimento, aparecimentos e desaparecimentos, em todas as ordens da realidade. Nada pode ser definitivo ou absoluto, o que significa, em última análise, que nada pode ser sagrado porque não vai ficar parado o tempo suficiente!

Para o Marxista, este fluxo universal é governado por quatro chamadas "leis":

1. Autodinamismo, ou constante mudança auto-gerada, seja em homens ou maçãs.

2. Interdependência, em que essas mudanças atuam umas sobre as outras, mas sem ciclos fechados, porque o movimento está em aberto, como na maçã que liberta as suas sementes. Isso produz a espiral ascendente pela qual a matéria prossegue no tempo, constituindo o "progresso" (para o Marxista qualquer mudança é sempre para cima e para melhor).

3. Contradição. Tudo em si mesmo contém o seu contrário, um princípio de afirmação, bem como a negação: a vida gera a morte, a morte, vida. A maçã apodrece para que as maçãs novas possam vir. Essa batalha dos contrários garante desenvolvimento.

4. Finalmente, ocorre no processo um "salto" explosivo, em que mudanças quantitativas tornam-se qualitativas, da mesma forma que o oxigênio e hidrogênio juntos produzem água, que é qualitativamente diferente dos dois componentes. A mudança é brusca, mas longa na preparação. Essencialmente, essa é a analogia que Darwin e Lysenko aplicaram falsamente à biologia.

Um exemplo clássico oferecido é o da água que está sendo transformada em vapor, ou gelo, dependendo da quantidade de calor presente. A tendência da água para permanecer como está - tese. Sua tendência a evaporar (ou congelar) antítese. Estas duas forças internas contraditórias tornam seu equilíbrio precário, e torna-se mais precário por mudanças de temperatura. Chegou ao ponto de ruptura, onde a água ferve (ou congela), um "salto" súbito ocorre, vapor (ou gelo) - síntese.

Tudo isso pode ser verdade o suficiente no plano puramente material, mas quando aplicamos essas leis para as formas superiores, o erro é monstruoso. Se a matéria é de fato a primeira na ordem da realidade, então o pensamento humano torna-se simplesmente o resultado de mudanças qualitativas na matéria. Assim que o cérebro material evoluiu, a matéria começou a pensar, pois de acordo com Engels, o cérebro é "o órgão que produz o pensamento." Ele não negaria que o espírito existe, mas isso é apenas uma questão de se ver. A evolução sobre a qual ouvimos tanto, portanto, seria só a história que a matéria dialogante vem realizando ao longo dos tempos, lentamente, passando de uma fase para outra por meio de resoluções repentinas de seus conflitos. A inteligência humana é meramente um limite, o cosmos como o conhecemos apenas o estágio que a matéria alcançou no presente.

A aplicação das quatro "leis" para a sociedade humana significa desastre. O autodinamismo explica o progresso da humanidade da escravidão para a servidão, do feudalismo para a burguesia, para o capitalismo, e então para o socialismo através do qual o "proletariado" antitético agora está sendo produzido (esse ponto de vista da história é poderosamente retratado em mosaicos da Universidade do México e nas obras do artista mexicano comunista Diego Rivera).

Os fenômenos sociais são também interdependentes, condições econômicas agindo sobre as condições sociais e produzindo certos tipos de política, religião, arte, música, etc., cada fator sendo simultaneamente causa e efeito. A contradição entra em jogo porque, de acordo com Marx, estruturas sociais repousam sobre a situação econômica. Acreditando que a economia depende inteiramente dos meios de produção, sendo sempre aperfeiçoada pela tecnologia, Marx previa a "luta de classes" como um desequilíbrio inevitável entre esses novos meios e as estruturas sociais que restaram da fase anterior. O capitalismo está condenado, não por seus pecados, mas porque os seus crescentes meios de produção colocam uma enorme força de trabalho coletiva contra a propriedade privada. Aqueles que possuem os meios de produção são, portanto, "exploradores" dos trabalhadores "explorados".

Devemos notar aqui que no Comunismo o trabalho ocupa o lugar do amor no reino de Cristo. O Cristianismo ensina que o ato próprio do homem é a união com Deus, mas para os comunistas é o trabalho - não trabalho pessoal, mas o trabalho coletivo, que é a própria essência da humanidade gerando a si mesma (Marx nunca fala de pessoas, mas apenas dos indivíduos nas "massas"). É o trabalho, além disso, que confere valor final sobre as coisas, enquanto que para o Cristão o valor é estimado de acordo com sua utilidade em ajudá-lo a chegar a Deus. O Marxismo não se preocupa absolutamente com a utilidade na fixação de valores.

Sociologicamente falando, o "salto" qualitativo é: revolução, gerada pelas tensões inatas que produzem o próximo estágio da sociedade. Embora os Marxistas defendam "reformas" por razões táticas, eles sustentam que a sociedade como tal não pode ser reformada. Ela só pode irromper em sua próxima fase.

Infelizmente, nem todo o raciocínio é falso. Na "dialética", por exemplo, o filósofo clássico reconhece facilmente os conceitos sagrados de "ato" e "potência". O que torna o Marxismo herético é a sua rejeição por atacado de todos e quaisquer fatores transcendentais, com a sua aplicação mecânica de analogias materiais, bastante verdadeiras em seu lugar, a planos mais elevados do ser. A Dialética, que descreve com precisão as tensões dolorosas de um ser humano buscando o seu fim próprio, é apenas uma palavra nova para uma idéia muito velha que agora está sendo mal aplicada.

Como Marx o vê, a identidade e o princípio de contradição no sentido clássico são totalmente eliminados. Onde tudo está em fluxo, qualquer número de postulados pode ser "verdadeiro". Existe apenas uma verdade absoluta no Marxismo, e isso é que tudo é relativo. Alguém poderia dizer que uma coisa não pode ser e não ser, mas o Marxismo diz que sim: em que ser é sempre resolver suas próprias contradições que estão por vir. Isso nunca "é" alguma coisa.

Dada uma tal doutrina, que leis podem permanecer? Quais votos podem obrigar? Estudá-la seriamente é deformar a inteligência criada para a verdade. Para colocá-la em prática, temos que chegar às obras de Lênin.
(continua)
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*Essa é a primeira parte de um artigo dividido em dois. A segunda parte será publicada semana que vem.

Original aqui.

 

Transcrição direta do blog  Borboletas ao Luar, no dia 20-4-12  -  18,20 horas

 

por

 

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1261 - 2ª Página – ACTOS DOS APÓSTOLOS – Evangelista S. Lucas – 20 DE ABRIL DE 2012

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Nº 1261-2ª Página
 
 

ACTOS DOS APÓSTOLOS
 
 
VI – PRISIONEIRO DE CRISTO
 
 
24  d)  Paulo acusado pelos judeus perante o Governador romano – …Cinco dias depois, o Sumo Sacerdote Ananias desceu com alguns anciãos e um advogado, um certo Tértulo, e apresentaram ao governador queixa contra Paulo. Este foi chamado e Tértulo iniciou a acusação nestes termos: «A grande paz de que beneficiamos pela tua ação e as reformas que este país deve à tua providência são recebidas por nós, excelentíssimo Félix, em tudo e por toda a parte com profunda gratidão. Mas, para não te importunar, além do necessário, rogo-te que nos escutes por uns instantes, com a benevolência que te é peculiar. Nós verificámos que este homem  é uma peste: Fomenta discórdias entre todos os judeus do mundo inteiro e é cabecilha da seita dos Nazarenos. Até tentou profanar o Templo, e então, prendêmo-lo. - (Mas o tribuno Lísias interveio, com muita violência, e arrancou-o das nossas mãos) * Esta frase é duvidosa pois não aparece em mais nenhum manuscrito. – e ordenou aos seus acusadores que se apresentassem diante de ti. Interrogando-o pessoalmente, poderás, verificar a autenticidade das nossas acusações». E os judeus apoiaram o advogado, afirmando que tudo era assim.
 
 
Discurso de Paulo  -  …Como o governador lhe acenasse para falar, Paulo respondeu: «Eu sei que, desde há muitos anos, este país e se encontra sob a tua jurisdição; por isso, confiadamente tomo a palavra para defender a minha causa. Podes verificar que não há mais de doze dias que subi a Jerusalém, para fazer a minha adoração. Nunca me viram a discutir no Templo com qualquer pessoa, nem a incitar o povo à revolta, quer nas sinagogas, quer pela cidade. São incapazes de provas as acusações que agora fazem contra mim. No entanto, confesso-te: Sirvo o Deus dos nossos pais como ensina a “Via”, a que eles chama partido. Acredito em tudo quanto há na Lei e em tudo o que está escrito nos Profetas, e tenho a esperança em Deus, que eles também, aceitam, de que que há-de haver a ressurreição, dos justos e dos pecadores. Por isso, eu me esforço por manter sempre uma consciência irrepreensível, diante de Deus e dos homens. Ora, decorridos vários anos, vim trazer esmolas ao meu povo e fazer oblações. Foi nessa altura que me encontraram no Templo, já purificado, sem ajuntamento nem tumulto. Certos judeus da Ásia é que deviam estar aqui para me acusarem, se tivessem alguma coisa contra mim. Que estes, aqui presentes, digam ao menos de que delito me reconheceram culpado quando me apresentei diante do Sinédrio. A não ser que se trate desta frase que proferi em voz alta, quando estava no meio deles: «É por causa da ressurreição dos mortos que estou hoje a ser julgado na vossa presença».
 
 
Cativeiro de Paulo em Cesareia – …Félix, que conhecia com  muita precisão tudo quanto se relacionava com a “Via”, adiou a audiência, dizendo: «Quando o tribuno Lísias vier cá abaixo, examinarei o vosso caso». E ordenou ao centurião que retivesse Paulo preso, mas que lhe concedesse alguma liberdade e não impedisse nenhum dos seus de lhe prestar assistência. Uns dias depois, Félix apareceu acompanhado de Drusila, sua mulher, que era judia. Mandou chamar Paulo e ouviu-o falar acerca da fé em Cristo Jesus. E como estava a discorrer sobre a justiça, a continência e o julgamento futuro, Félix, dominado pela inquietação, respondeu: «Por agora podes ir. Chamar-te-ei na primeira oportunidade». Ao mesmo tempo, também esperava que Paulo lhe desse dinheiro. Por isso, mandava-o chamar frequentemente, para conversar com ele. Entretanto, decorreram dois anos e Félix teve como sucessor Pórcio Festo. Desejando cair nas boas graças dos judeus, Félix deixou Paulo na prisão.
 
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Amanhã, dia 22/4/12, se Deus o permitir, prosseguirei esta transcrição.

António Fonseca

Nº 1261 – 1ª Página – (106/2012) - SANTOS DE CADA DIA – 20 de Abril de 2012 - 4º ano – Sexta-feira

Ver Notas no final
Nº 1261 – 1ª Página – 2012
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A Terra vista da Lua
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20 DE ABRIL DE 2012

Sexta-feira

 

Martirológio Romano: Em Montepulciano, também da Toscana, santa Inês, virgem, que vestiu o hábito das virgens aos nove anos, e os quinze, contra a sua vontade, foi eleita superiora das monjas de Procene, fundando mais tarde um mosteiro, submetido à disciplina de santo Domingo, onde deu mostras de uma profunda humildade (1317). Etimologicamente: Inês = Aquela que se mantém pura, é de origem latina. Nasceu em redor do ano 1270. Filha da toscana família Segni, proprietários acomodados de Graciano, perto de Orvieto. Quando só tem nove anos, consegue a permissão familiar para vestir o escapulário de "saco" das monjas de um convento de Montepulciano que recebiam este nome precisamente pelo pobre estilo de sua roupa. Seis anos mais tarde funda um mosteiro com Margarita, sua mestra de convento, em Proceno, a mais de cem quilómetros de Montepulciano. Muita maturidade deve ter visto nela o bispo do lugar quando com pouco mais de quinze anos a nomeia abadessa. Dezasseis anos desempenhou o cargo e no transcorrer desse tempo fez duas visitas a Roma; uma foi por motivos de caridade, muito breve; a outra teve como fim pôr os meios ante a Santa Sede para evitar que o mosteiro que acabava de fundar fora um dia presa de ambições e usurpações ilegítimas. Se vê que nesse tempo podia passar qualquer coisa não só nos bens eclesiásticos que eram detidos pelos varões, mas também com os que administravam as mulheres. Apreciando os vizinhos de Montepulciano o bem espiritual que reportava o mosteiro de Proceno portas fora, rogam, suplicam e empurram a Inês para que funde outro em sua cidade pensando na transformação espiritual da juventude. Descoberta a vontade de Deus na oração, decide fundar. Será no monte que está semeando de casas de lenocínio, "um lugar de pecadoras", e se levantará graças à ajuda económica dos familiares, amigos e vizinhos. Há tido uma visão em que três barcos com seus patronos estão dispostos a recebê-la a bordo; Agostinho, Domingo e Francisco a convidam a subir, mas é Domingo que decide a questão: "Subirá a meu barco, pois assim o há disposto Deus". Sua fundação seguirá o espírito e as pegadas de santo Domingo e terá aos dominicanos como ajuda espiritual para ela e suas monjas. Com fraca saúde, suas monjas intentam procurar-lhe remédio com os banhos termais próximos; porém falece no ano 1317.

 

Raimundo de Cápua, o maior difusor da vida e obras de santa Inês, escreve em Legenda não só dados biográficos, mas um jorro de factos sobrenaturais acontecidos em vida da santa e, segundo ele, confirmados ante notário, firmados por testemunhas oculares fidedignos e testemunhados pelas monjas vivas a que tinha acesso por razões de seu ministério. Pensa que relatando prolixamente os factos sobrenaturais - êxtases, visões e milagres -, contribui a ressaltar sua santa vida com o aval inconfundível de milagre. Por isso falou do maná que parecia cobrir o manto de Inês ao sair da oração, o que cobriu no interior da catedral quando fez sua profissão religiosa, ou a luz radiante que ainda depois de meio século da morte o deslumbrou em Montepulciano; não menos assombro causava ouvi-lo expor como nasciam rosas onde Inês se ajoelhava e o momento glorioso em que a Virgem pôs em seus braços ao Menino Jesús (antes de o devolver a sua Mãe, teve Inês o acerto de lhe tirar a cruz que levava ao pescoço e guardá-la depois como o mais apreciado tesouro). Carinho, poesia e encanto. Santa Catalina de Siena, nascida uns anos depois e dominicana como ela, será a santa que, profundamente impressionada por suas virtudes, falará de dentro de sua alma. Chegou a afirmar que, aparte a ação do Espírito Santo, foram a vida e virtudes exemplares vividas heroicamente por santa Inês as que a empurraram a sua entrega pessoal e a amar ao Senhor. Ressalta em carta escrita às monjas filhas de Inês de Montepulciano - uma santa que fala de outra santa - a humildade, o amor à Cruz, e à fidelidade ao cumprimento da vontade de Deus. Mas o maior elogio que pode dizer-se de Inês o deixou escrito em seu Diálogo, pondo-o na boca de Jesus Cristo: "A doce virgem santa Inês, que desde a meninice até ao fim de sua vida me serviu com humildade e firme esperança sem se preocupar de si própria". Foi canonizada por S.S. Bento XIII no ano 1726.

50150 > Sant' Agnese Segni di Montepulciano Vergine 20 aprile MR

Ascolta da RadioMaria:

COMPLEMENTO

Por volta de 1270, a família Segni, que vivia numa pequena aldeia da Toscana perto de Montepulciano, teve uma filha. A lenda narra que no momento em que Inês nasceu, a sua casa ficou rodeada de luzes, tal como ela iria brilhar com a luz da graça ao longo da sua vida. A amor da Inês por Deus nasceu em tenra idade e ela tentou entrar no convento quando tinha apenas seis anos. Precisamente três anos mais tarde, ela conseguiu entrar na comunidade das monjas franciscanas, que eram conhecidas como as Irmãs dos Farrapos porque se vestiam com roupas velhas e coçadas e levavam uma vida de pobreza. Inês dedicou-se à oração contemplativa e foi abençoada com o dom da visão. Conta a lenda que a Virgem Maria lhe apareceu uma vez e lhe deu três pedras, dizendo à jovem que um dia as devia usar para construir um convento.
Contra as adversidades – Aos 15 anos de idade, Inês foi nomeada abadessa de um novo convento de freiras dominicanas em Proceno. Durante 20 anos, ela dedicou a sua vida à oração e ao jejum com alegria. Um, dia mandaram-na voltar para Montepulciano para construir um convento num local em que tinha existido uma casa de prostitutas. No entanto, os únicos recursos que ela tinha para construir o convento eram a sua fé e as pedras que lhe tinha dado a Virgem Maria. Graças à oração e à perseverança de Inês, o convento foi construído. Porém, pouco tempo depois uma parede ruiu, e descobriu-se que toda a estrutura do edifício era instável. Impertérrita, Inês rezou e recorreu à ajuda dos seus amigos , e o convento foi reconstruído convenientemente. Inês faleceu em Montepulciano no dia 20 de Abril de 1317. Naquela noite, segundo a lenda, as crianças da cidade acordaram e gritaram: “A Santa Irmã Inês morreu”.
No seu rasto
 
Através de uma oração devota a Deus, podemos alcançar o que parece impossível. Porque, como disse Jesus, “as coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus” (Lucas 18:27) e “Tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”. (Mateus 21:22).
Durante muitos anos, Santa Mónica rezou para obter a conversão de seu filho Agostinho. Não só as suas orações foram ouvidas, assim como Agostinho se tornou um dos teólogos, e santos mais conhecidos. Você não precisa de rezar sozinho. Muitos grupos de oração estão dispostos a rezar consigo. Alguns podem ser contactados telefonicamente; outros através da Internet. Escreva simplesmente a palavra “oração” no seu motor de pesquisa na rede e procure os vários círculos de oração aos quais se pode unir para encontrar apoio espiritual. Adquirir o hábito de comunicar aos vossos companheiros de oração aquilo que vos angustia ou então aquilo que vos torna felizes: os outros compartilharão os vossos sentimentos e estarão ao vosso lado com a ajuda da oração e da fé.
 
Oração
 
Ó Deus, Tu és o meu Deus; de madrugada Te buscarei. A minha alma tem sede de Ti; a minha carne Te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água. Para ver a Tua fortaleza e a Tua glória, como Te vi no santuário. Porque a Tua benignidade é melhor do que a vida; os meus lábios Te louvarão. Assim eu Te bendirei enquanto viver; em Teu nome levantarei as minhas mãos. A minha alma se fartará, como de tutano e de gordura; e a minha boca Te louvará com alegres lábios. Ámen.
 
(Do Salmo 63  -  Oração do espírito de Santa Inês –)
 
 
No período da vida de Santa Inês (1270-1317) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: É fundada a Universidade de Orleães (1309); A peste bubónica devasta a Europa (1347-1351); Tomás de Aquino escreve Summa Theologiae (1268-1273); Começa a ser usado o órgão de pedais (1325).

 
Marcelino de Embrun, Santo

Bispo (1374)

 

Martirológio Romano: Em Embrún, na Gália, são Marcelino, primeiro bispo desta cidade, o qual, oriundo de África, converteu à fé de Cristo a maior parte da povoação dos Alpes Marítimos, sendo ordenado bispo por santo Eusebio de Vercelli (c. 374). Etimologicamente: Marcelino = Aquele que procede de Marte, com Marte como deus da guerra romano. É de origem latina. Veio ao mundo na provincia romana de África e morreu em Embrun (Alpes), em 13 de abril de 374. Este jovem teve a feliz ideia evangélica de embarcar com dois companheiros, Domingo e Vicente, com destino a França. Guiava-os simplesmente a evangelização dos Alpes franceses. A seus dois amigos os enviou aos Alpes Baixos. Ele ficou em Embrun. Em seguida, levado pela urgência de anunciar o evangelho e para ter um lugar apropriado onde o fazer, construiu uma capela na cidade. Para sua inauguração convidou a santo Eusebio de Vercelli. Apesar da distância e dos caminhos, veio desde o Piemonte para a consagração da igreja e, de caminho, o consagrou bispo. Se conta que, à volta de uma incursão apostólica, Marcelino se encontrou com uma reata de mulos que levavam sacos de trigo, um dos arrieiros diaba golpes ao animal porque havia caído morto de extenuação e esgotamento. Ao ver passar o bispo, disse-lhe: "Você vai fazer a sua vez". E assim o fez. Quando os cristãos o viram chegar desta forma estranha, quiseram fazer dano ao arrieiro, mas Marcelino o impediu: "Não lhe façais mal, é meu benfeitor. ¿Não me permitiu imitar um pouco a Aquele que carregou com nossos pecados e quis levar a cruz da salvação?". Com estas provas de amor a Cristo, a gente ficou alucinada. Graças a isto, lhe foi mais fácil lograr conversões para a fé cristã. Junto a este amor limpo e sincero para com todo o mundo, também soube lutar com afinco contra o arianismo que queria implantar Constâncio II em todo o Ocidente. Por isso, alguma que outra vez teve que fugir para as montanhas para que não fosse apanhado pelos funcionários imperiais. Ao morrer o imperador, ficou livre. ¡Felicidades a quem leve este nome!

92862 > San Marcellino d’Embrun Vescovo 20 aprile MR

Oda, Beata
Virgem (1158)

 

Oda, Beata

Etimologicamente: Oda = Aquela possuidora de grandes riquezas, é de origem saxónica. Filha de uma familia da nobreza de Brabant, Bélgica. Para evitar um matrimónio arranjado com uma nobre jovem, ela se desfigurou o rosto, deste modo conseguiu que sua familia lhe permitisse seguir sua vocação religiosa ingressando no mosteiro premonstratense em Rivreulle, sendo muito venerada pela gente da região em que viveu. Morreu no ano 1158, seus restos foram sepultados na abadia da Buena Esperanza, que hoje em dia é o seminário da diocese de Tournai.

82310 > Beata Oda Monaca premostratense 20 aprile

Anastásio Pankiewicz, Beato
Mártir Franciscano

Anastácio Pankiewicz, Beato

Martirologio Romano: No lugar de Hartheim, perto de Linz, na Áustria, quando era conduzido ao campo de concentração de Dachau, beato Anastasio Pankiewicz, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores e mártir, que até à morte deu testemunho de sua fé contra um regime que oprimia a dignidade cristã (1942). Etimologicamente: Anastásio = Aquele que ressuscita, é de origem grega. Durante a II Guerra Mundial, na Polónia foram numerosas as vítimas da encarniçada perseguição nazi contra a Igreja. Também outros muitíssimos cidadãos foram perseguidos e assassinados naquelas terríveis circunstâncias. Mas os 108 beatificados pelo Papa foram todos eles assassinados por ódio à fé cristã em diversas circunstâncias ou lugares, ou morreram como consequência dos sofrimentos infligidos pelo mesmo motivo nas cadeias e campos de concentração. A maioria dos sacerdotes morreram por não deixar de exercer seu ministério, apesar das ameaça-as; muitos destes mártires perderam a vida por defender a judeus; as religiosas, por seu lado, em seu serviço amoroso e silencioso, aceitaram com espírito de fé os sofrimentos e à morte. Todos foram em sentido estrito testemunhos da fé de Cristo. Beato Anastasio Pankiewicz (1882-1942). Sacerdote professo, que havia ingressado na Ordem aos 17 amos de idade. Heroico pastor de almas, organizou o centro pastoral e escolar do Bairro Doly em Lódz, e foi fundador das Irmãs Antonianas de Cristo Rei. Preso em 10 de outubro de 1941 e deportado ao campo de Dachau, permaneceu ali até sua morte; assignado ao «reparto de inválidos», morreu na câmara de gás em 20 de maio de 1942. Consciente da iminência de sua morte, se confessou e logo disse a um amigo: «Estou tranquilo e pronto para morrer». Para ver más sobre os 108 mártires Polacos durante a segunda guerra mundial faz "click" AQUI

92902 > Beato Anastasio Giacomo (Anastazy Jakub) Pankiewicz Sacerdote e martire 20 aprile MR

Aniceto, Santo
XI Papa

Aniceto, Santo

Aniceto, Santo

 Estrela Esta biografia foi já publicada em 17 de Abril sob texto de www.jesuitas.pt

Martirológio Romano: Em Roma, santo Aniceto, papa, que recebeu fraternalmente como hóspede insigne a são Policarpo, para tratar juntos acerca da data da Páscoa (c. 166). Etimologicamente: Aniceto = Aquele homem de grande força, é de origem grega. As noticias que temos sobre sua vida são poucas. É o décimo sucessor de São Pedro; foi Papa entre São Pío I e São Sotero; regeu a Igreja pelo tempo de onze anos - desde 155 a 166 - e era originário de Emesa, na Síria. As circunstâncias em que trabalhou são dadas pela situação social, política, económica e cultural da época. No século II se utilizava o grego como língua cultual; os Papas são provenientes de famílias humildes do povo; ser eleito para esse serviço era eleição para o martírio (até ao século IV todos os Papas deram sua vida pela fé). O cuidado ou serviço aos irmãos tinha que ser intenso, sacrificado, valente, generoso e muito exigente mas cheio de bondade. Os discípulos de Jesús que aumentavam cada dia levavam ainda uma existência precária ainda nos períodos de paz. Inclusive com os Antoninos, a morte para o cristão podia estar detrás de qualquer acusação ou acontecimento; até o estoico Marco Aurélio pensou que a paciência dos mártires cristãos era fanatismo. Havia que esforçar-se em levar aos pagãos o mistério, porque o Reino era também para dar a eles. Foi preciso contrariar aos pensantes pagãos que depressa, com sarcasmo, ironia e calúnia, ridiculizavam o espírito e vida dos cristãos. Por isso a fé se fez, além disso, apologia. Aos cuidados havia que acrescentar a atenção primária da grei com os problemas que surgem desde dentro. Já pululavam versões cristãs de fé que não coincidiam com o genuíno modelo e era preciso manter a qualquer preço a pureza da fé recebida. Essa era a situação do complexo sistema que logo se chamou gnosticismo - se têm por cristãos e ensinam o secreto conhecimento do divino, recebem influências platónicas e de religiões dualistas persas, formam grupos cerrados, negam a morte expiatória de Jesús e recusam a ressurreição do corpo terreno. Marcion era gnóstico, viveu em Roma e em tempo do Papa Aniceto; dizia que havia dois princípios: o bom era Deus e o espírito maléfico criou o mundo, a matéria e o corpo; se fez rico com negócios navais; fazia estrago entre os cristãos semeando confusão e negando o valor do corpo com seu rigorismo extremo. Nestes cuidados discorreu a vida de Aniceto. Houve um assunto peculiar que merece comentário. Policarpo vem a Roma para tratar com o Papa um tema sério. Ele foi em seu tempo discípulo direto de São João, o apóstolo jovem, e agora é o bispo de Esmirna. Com seus oitenta e cinco anos quer deixar acordada a data da principal festa cristã. Os de Oriente seguem a tradição joânica, enquanto que os de Ocidente seguem a tradição de Pedro. Não chegaram a acordo. É uma questão - a da Páscoa - que tardará em resolver-se até ao concilio de Niceia. Mas se despedem em comunhão sem romper a unidade nem quebrar a caridade ¡Todo um exemplo! Não há dados explícitos e concludentes sobre o lugar e modo de seu trânsito. O Liber Pontificalis – ainda que empregando uma expressão estranha pelo inusual - o coloca entre os mártires; logo, a tradição constante dos martirológios fala de martírio e assinala a data de 17 de Abril, ainda que não seja unânime. No referente ao lugar de seu enterramento, se assinala no cemitério de são Calixto, onde com frequência se enterraram aos Papas. A relíquia de sua cabeça foi entregue ao arcebispo de Munich, Minúcio, no ano 1590, e se venera na igreja que regem os jesuítas na cidade. Os restos repousam no sarcófago que suporta o altar Mor - o que consagrou o cardeal Merry del Val em 1910 - da capela do Pontifício Colégio Espanhol de Roma; foram mudados para o que então era o palácio renascentista dos duques de Altemps, no ano 1604. Por isso, na abóbada está pintada, entre grinaldas barrocas e múltiplos amorzinhos, a apoteose de Santo Aniceto, com capa despregada e ascendendo ao céu.

49750 > Sant' Aniceto Papa 20 aprile MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioRai:

Beato Antonio Page, presbítero e mártir

Em York, em Inglaterra, beato Antonio Page, presbítero e mártir, homem manso e honesto, que por ser sacerdote foi condenado a cruéis suplícios (1593).

50195 > Beato Antonio Page Martire 20 aprile MR

Clara Bosalta, Beata
- Fundadora

Clara Bosalta, Beata

Martirológio Romano: Em Pianello Lario, em Itália, beata Clara (Dina) Bosatta, virgem, que, com a ajuda do beato Luis Guanella, fundou a Pequena Casa da Divina Providência (1887). Etimologicamente: Clara = Aquela que esta limpa de culpa. É de origem latina. Pianello Lario é um pequeno povo na margem do lago de Como, ao norte de Itália. Rosa e Alejandro estão felizes porque há nascido sua filha Dina, uma mais para aumentar a já numerosa familia. São muito boas pessoas e também bons cristãos. A levam em seguida a batizar. Quando Dina tem três anos, Alexandro morre. ¡Rosa está desolada com tanta familia! ¿Que fará para os levar adiante? Diz a Marcelina, uma de suas filhas mais velhas, que se encarregue ela mesma de Dina. Marcelina então decide levá-la a um colégio de monjas Ursulinas perto de Pianello. Ali estudará e trabalhará ao mesmo tempo. As monjas a aceitam muito bem. Cedo descobrem seu grande coração, seu espírito de sacrifício, seu desejo de agradar a Jesús em tudo. Quer ser religiosa e pede a entrada mas é recusada. Sofre muito por isto e volta a Pianello. Sua irmã Marcelina a acolhe com os braços abertos e a consola. O Pároco de Pianello, dom Carlos Coppini, reúne um grupo de raparigas, entre as que está Marcelina, com o fim de colaborar com ele nas obras da Paróquia: a catequese, visitar os enfermos, etc. Marcelina, que é a responsável, propõe a Clara integrar-se no grupo. Finalmente depois de algumas duvidas, se decide. O único que tem claro é que quer consagrar sua vida ao Senhor e viver o Evangelho. Faz a profissão religiosa e se entrega totalmente a Deus. Após a morte de Don Carlos Coppini parece como se tudo se acabasse. Mas chega a Pianello Don Guanella que sonhava desde há muito com fundar uma Congregação e se encontra com umas jovens desejosas de servir a Deus e de ajudar os pobres. Marcelina, vai visitar o novo cura de que havia ouvido de tudo e fica maravilhada de sua simplicidade e sua pobreza. Este deve ser um santo, diz às demais companheiras, desde agora será o nosso guia”. Dina, se chama agora Sor Clara. Sabe que pode confiar em Don Guanella e lhe abre seu coração. Don Guanella se dá conta que está tratando com alguém muito especial. A ajuda a percorrer o caminho da santidade. A vê à cabeceira dos enfermos sem contar o tempo, cuidando-os com imensa ternura. A vê falando com Deus largo tempo. Vivendo simplesmente com muitos sacrifícios. Tem uma grande devoção a Jesús Crucificado. Lhe dói tudo o que há tido que sofrer por nós. Quer consolá-lo de alguma maneira. O coração grande de Jesús, a atraí e a anima a ter também ela um coração aberto e disponível para os demais. Intenta amar com todas suas forças. Sabe que o Amor é o maior dos mandamentos, a essência do Evangelho. Don Guanella vendo sua maturidade e sua santidade a manda fundar uma casa na cidade de Como. Ali chegará após uma longa noite em barco rezando e invocando a Providência de Deus. Mas depois de uns meses adoece gravemente e a mandam para Pianello. Durará pouco tempo mais, morre em 20 de abril de 1887. Oferece sua vida pela Congregação que está nascendo. João Paulo II, a beatificou em 21 de abril de 1991 pondo-a de modelo para toda a familia guaneliana e para a Igreja.

90325 > Beata Chiara Bosatta Vergine 20 aprile MR

Beato Domingo Vernagalli, monge e presbítero

Em Pisa, da Toscana, beato Domingo Vernagalli, presbítero da Ordem dos Camaldulenses, que construiu um orfanato (1218).

90593 > Beato Domenico Vernagalli Confessore 20 aprile MR

Beatos Francisco Page e Roberto Watkinson, presbíteros e mártires

Em Londres, também em Inglaterra, beatos Francisco Page, da Companhia de Jesus, e Roberto Watkinson, presbíteros e mártires, este segundo ordenado apenas um mês antes, os quais, reinando Isabel I, foram injustiçados em Tyburn por ser sacerdotes (1602).

92125 > Beato Francesco Page Gesuita, martire 20 aprile MR

Beato Geraldo de Salles, eremita fundador

No mosteiro de Châteliers, na região de Poitiers, em França, beato Geraldo de Salles, que, dedicado à vida penitente, foi um canónico pobre e um eremita mais pobre ainda, atraindo a muitos ao amor de Deus e à vida eremítica, e fundando várias casas de canónicos regulares (1120).

50170 > Beato Geraldo de Salis 20 aprile MR

Santa Heliena, virgem

Na região de Laurino, perto de Pesto, na Campania, santa Heliena, virgem, que, consolidada no seguimento de Cristo, abraçou uma vida solitária, em que serviu constantemente a Deus nas necessidades dos religiosos e dos enfermos (s. VII).

91869 > Sant' Eliena (Eilena, Elena) di Laurino Solitaria 20 aprile MR

Beatos Jacobo Bell e Juan Finch, mártires

Em Lancaster, na Inglaterra, beatos Jacobo Bell e Juan Finch, mártires, o primeiro deles sacerdote, ainda que tenha vivido durante vinte anos na apostasia até se reconciliar com a Igreja católica a instâncias de uma piedosa mulher, e o segundo, pai de família, agricultor e catequista, por sua fé esteve encarcerado durante vários anos, sofrendo fome e outras provas, e alcançando ambos, no tempo da rainha Isabel I, o prémio da glória com seu martírio (1584).

50180 > Beati Giacomo Bell e Giovanni Finch Martiri 20 aprile MR

São Marciano, monge

Em Auxerre, na Gália Lugdunense, são Marciano, monge (c. 488).

50120 > San Marciano di Auxerre Monaco 20 aprile MR

Beato Maurício MacKenraghty, presbítero e mártir

Em Clone, na Irlanda, beato Mauricio MacKenraghty, presbítero e mártir, que depois de dois anos passados na cadeia, por não reconhecer a autoridade de Isabel I sobre a Igreja, foi injustiçado no patíbulo (1585).

93359 > Beato Maurizio Mac Kenraghty Sacerdote e martire 20 aprile MR

Beatos Ricardo Sageant e Guillermo Thompson, presbíteros e mártires

Em Londres, também em Inglaterra, beatos Ricardo Sageant e Guillermo Thompson, presbíteros e mártires, que foram condenados à morte por haver entrado e permanecido no país sendo sacerdotes, cumprindo seu martírio em Tyburn (1584).

50190 > Beati Riccardo Sargeant e Guglielmo Thomson Martiri 20 aprile MR

Sara de Antioquia, Santa
Mártir

Sara de Antioquia, Santa

Etimologicamente: Sara = Aquela que é uma princesa, nome de origem bíblica. Esta santa padeceu o martírio durante a perseguição do imperador Diocleciano. Era a mulher de um alto oficial da armada do imperador Diocleciano (284-305) de nome Sócrates, então residentes em Antioquia e ambos cristãos; mas Sócrates, por temor a perder seu posto no exército, renegou da fé cristã enquanto que Sara, pelo contrário, continuou professando-a fielmente. Tiveram dois filhos os quais, pela perseguição, não pôde fazê-los batizar em Antioquia, pelo que decidiu trasladar-se a Alexandria de Egipto. Se embarcou então com seus dois filhos com este propósito, mas a travessia perigou por causa do mar agitado que, chegando a certo ponto, arremetia contra a embarcação com tanta fúria que todos temiam um naufrágio. Sara, preocupada pela salvação de seus dois filhos, tanto a corporal como a espiritual, fez com uma faca uma incisão no peito e com o sangue que lhe corria assinou com o sinal da cruz a fronte de seus filhos e depois os submergiu por três vezes na água do mar, invocando com uma fórmula a Santíssima Trindade. Passada a tempestade, o mar se acalmou e a viagem prosseguiu até tocar porto em Alexandria, onde Sara se dirigiu ao bispo São Pedro (300-310) para fazer batizar a seus filhos, não crendo que fosse suficiente o gesto feito no alto mar. O bispo se encontrava precisamente administrando o sacramento do Batismo aos fieis, pelo que Sara se pôs na fila com seus filhinhos a esperar seu turno; chegado este, a água do lavatório de improviso secou, pelo que Sara se voltou a formar outra vez. Por três vezes o intentou mas em todas as ocasiões a água se secou. Ao termo da cerimónia o bispo aproximou-se de Sara e pediu-lhe uma explicação; ela lhe contou as peripécias de sua viagem e que pela urgência havia realizado o rito do baptismo; desta maneira, o bispo compreendeu a situação e assegurou a Sara que o Baptismo por ela administrado no momento de perigo havia sido totalmente válido e que por isso era inútil repeti-lo. Partiu de regresso Sara a Antioquia; chegada a casa, praticou o episódio a seu marido, que por sua vez o contou a Diocleciano. O imperador mandou chamar a Sara e a interrogou de modo quase brutal que ela, depois de uma só resposta, ficou em mutismo completo. Preso da ira, Diocleciano a condenou a ser queimada viva junto com seus dois filhos. A única fonte que refere sua vida é o ´Sinassário Alessandrino´, comemorando-a em 20 de abril.

90503 > Santa Sara di Antiochia Martire 20 aprile

Ascolta da RadioRai:

São Secundino, mártir

Em Córdoba, na Hispânia Bética, são Secundino, mártir (s. IV).

50110 > San Secondino di Cordova Martire 20 aprile MR

 

Simón Rinalducci de Todi, Beato
Presbítero Agostinho

Simón Rinalducci de Todi, Beato

Martirologio Romano: Em Bolonha, da Emilia, beato Simón de Todi Rinalducci, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, que com seu ensinamento e seu exemplo edificou aos jovens estudantes e a todo o povo de Deus (1322). Etimologicamente: Simón = Aquele que tem o nariz chato, é de origem grega. Nasceu em finais do século XIII em Todi, Itália. Frade agostinho no ano 1280, famoso por seus estudos teológicos. Serviu em várias casas como leitor e prior, ganhando fama de pregador portentoso. Foi superior da provincia de Umbría, durante o capítulo geral do ano 1318 foi injustamente implicado em sérias acusações, ele preferiu guardar silêncio e evitar um escândalo que poderia afectar a seus irmãos agostinhos, ao final a verdade brilhou e se retiraram os cargos. Morreu no mosteiro de Santiago o Grande em Bolonha, Itália em 20 de abril de 1322. Seu culto foi confirmado em 19 de março de 1833 pelo Papa Gregório XVI.

90179 > Beato Simone da Todi 20 aprile MR

 

Santos Sulpício e Serviano, mártires

Também em Roma, santos Sulpício e Serviano, mártires, enterrados no segundo miliário da via Latina (s. inc.).

50090 > Santi Sulpicio e Serviziano Martiri 20 aprile MR

 

Santo Teodoro, eremita

Em Constantinopla, santo Teodoro, que foi chamado “Triquino” pelo áspero cilicio com que se cobria, e conduziu uma admirável existência na solidão (s. V).

50100 > San Teodoro Trichinas Monaco 20 aprile MR

 

92335 > Sant' Ugo d'Anzy-le-Duc 20 aprile

Santo Vihón, abade e bispo

Em Osnabrück, na Saxónia, santo Vihón, bispo, que sendo oriundo de Frísia, foi enviado pelo imperador Carlomagno como abade para evangelizar a região e, ordenado bispo desta Igreja, teve que sofrer muito por Cristo (804).

50160 > San Vione (Vihone) di Osnabruck Vescovo 20 aprile MR

 
91666 > Beato Alfonso da Oria Francescano 20 aprile


50130 > Sant' Anastasio di Antiochia Vescovo e martire 20 aprile MR

 

90228 > San Donnino di Digne Vescovo 20 aprile



72202 > Sant' Endelienda Vergine 20 aprile







92129 > Beato Roberto Watkinson Sacerdote, martire 20 aprile MR

 



90179 > Beato Simone da Todi 20 aprile MR

 



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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt

    António Fonseca