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segunda-feira, 23 de abril de 2012

23 de Abril - Dia de S. JORGE – Padroeiro do Escutismo e do Corpo Nacional de Escutas

 

Jorge, Santo
Mártir e Padroeiro do Escutismo

Jorge, Santo
Jorge, Santo

 

Caros Escutas e meus amigos:

 

Quase que me esquecia desta data, mas ao ver o Facebook há bocadinho, tive o prazer de ver uma mensagem escrita por meu filho Miguel acerca da data, que um Escuta nunca deve esquecer e, principalmente eu, porque meu Pai, o Chefe Arlindo- Velho Lobo do Norte –  foi um dos fundadores do Escutismo em Portugal, (mais propriamente no Porto) e, como diz o meu filho, na altura em que faleceu, há 26 anos e não há 25 como por lapso lá vem escrito, era o mais velho Escuta em idade e atividade, pois não me consta que houvesse outro com aquela idade (83 anos) que estivesse ainda no ativo.

Como já tive oportunidade de dizer em 12 de Janeiro passado, neste mesmo local, no dia em que completaria 108 anos (se fosse vivo) por volta dos seus 18 anos com outros companheiros deu início à atividade escutista na região do Porto, com a fundação de vários grupos tanto na cidade do Porto, como nos arredores, nomeadamente Rio Tinto, além de ter ajudado a formar outros agrupamentos noutros locais. Frequentou quase todos os Acampamentos Nacionais e todos os Regionais até à sua morte e chegou a fazer parte da Junta Regional do Porto.

Para mais tarde, dentro de pouco tempo espero eu, talvez possa fazer aqui uma pequena história (que já prometi) sobre a Vida Escutista de meu Pai, a qual ainda não foi levada a efeito, por não ter elementos para a compilar o melhor possível.

A seguir, e, respeitando o texto escrito no Facebook, assim como a fotografia de meu Pai (com cerca de 25 ou 30 anos) – que não sei onde a foi descobrir (!!!) transcrevo o que meu filho escreveu:

 

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Hoje é o dia Internacional do Escutismo. Como membro do C.N.E., o meu avô paterno foi um dos grandes impulsionadores da organização em Portugal. Participou em quase todos os acampamentos nacionais e fundou diversos agrupamentos. Quando morreu, há 25 anos atrás, era o escuteiro mais velho do país e era conhecido como "O Velho Lobo do Norte".

 

 

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Post colocado às 22,55 horas, de 23-Abril-2012

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1264 - 2ª Página – ACTOS DOS APÓSTOLOS – Evangelista S. Lucas – 23 DE ABRIL DE 2012

 
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Nº 1264-2ª Página
 
 
ACTOS DOS APÓSTOLOS
 
 
VI – PRISIONEIRO DE CRISTO
 
 
27 g) A caminho de Roma – Quando o nosso embarque para Itália foi decidido, entregaram Paulo e mais alguns presos a um centurião da coorte augusta, chamado Júlio. Embarcámos num navio de Adramítio que ia para as costas da Ásia, e fixe-mo-nos ao mar. Aristarco, macedónio de Tessalónica, ia connosco. No dia seguinte, fizemos escala por Sidónia, e Júlio, que tratava Paulo com humanidade, permitiu-lhe que fosse ter com os amigos e deles recebesse os seus cuidados. Levantámos ferro e passámos a sotavento de Chipre, porque os ventos eram contrários. Atravessámos, depois, os mares da Cilícia, e da Panfília e chegámos ao fim de quinze dias, a Mira, na Lícia. Lá o centurião encontrou um barco de Alexandria que ia de viagem para Itália e mandou-nos subir para bordo. Durante vários dias, navegámos lentamente, até que chegámos, a custo às imediações de Cnido, onde o vento não os permitiu arribar. Contornámos então, a sotavento de Creta, por alturas de Salmona. E, depois de a termos penosamente costeado chegámos a um lugar denominado Bons-Portos a curta distância da cidade de Laseia. O tempo ia passando e a navegação tornou-se perigosa, por já ter mesmo passado o jejum. Paulo fez-lhes a seguinte advertência: «Meus amigos, eu vejo que a travessia não poder ser levada a cabo sem trisco e graves prejuízos, tanto para a carga e para o barco, como também para as nossas vidas». Mas o centurião deu mais crédito ao que o piloto e o capitão diziam do que à observação de Paulo. Como o porto não era adequado para passar o Inverno a maior parte foi de parecer que largassem dali, para ver se podiam alcançar Fenice, e lá invernar, por ser um porto de Creta, voltado para sudoeste e noroeste. Começou,  então, a soprar um ligeiro vento sul e julgaram-se capazes de levar avante o seu projeto, pelo que levantaram ferro e começaram a costear Creta de Perto.
 
 
A tempestade e o naufrágioEm breve, porém, se desencadeou, vindo da ilha, um vento ciclónico, chamado Euro-aquilão. Sem poder resistir ao vento, o barco foi arrastado e deixámos-nos ir à deriva. Passando velozmente a sotaventeio duma ilhota chamada Clauda, conseguimos, com grande dificuldade, lançar mão ao escaler. Depois de o içarem, empregaram-se os recursos de emergência; amarraram o navio com cabos, e, com receio de caírem na Sirte, deixaram a âncora solta e assim se deixaram ir. No dia seguinte, como éramos violentamente açoitados pela tempestade, começaram a alijar a carga e, ao terceiro dia, lançaram, com as próprias mãos, o aparelho do navio. Durante vários dias, nem o Sol nem as estrelas foram visíveis e a tempestade continuava a torturar-nos furiosamente. Desde então, foi-se desvanecendo toda a esperança de salvação. Havia já muito tempo que ninguém comia. Então, Paulo, postou-se a meio deles e disse: «Devíeis ter-me escutado, meus amigos, e não largar de Creta. Isso ter-nos-ia poupado a estes riscos e a estes prejuízos. Seja como for, convido-vos a ter coragem pois ninguém perderá a vida aqui, apenas o navio se vai perder. Esta noite, apareceu-me um anjo de Deus a Quem pertenço e a Quem sirvo e disse-me: «Nada receies Paulo. É indispensável que compareças diante de César, e por isso, Deus concedeu-te a vida de todos quantos navegam contigo». Portanto, coragem, meus amigos, pois tenho confiança em Deus, que tudo sucederá como foi dito. Contudo, temos de encalhar numa ilha». Quando chegou a décima quarta noite, indo nós baloiçados no Adriático, suspeitaram os marinheiros, pelo meio da noite, que uma terra estava próxima. Lançaram a sonda, e encontraram vinte braças; um pouco mais adiante, lançaram-na outra vez e encontraram quinze. Receando que fossemos bater em qualquer ponto, contra os recifes, lançaram da ponte quatro âncoras e ficaram, impacientemente à espera do dia. Os marinheiros, todavia, procuravam fugir do barco e, sob pretexto de irem largar as âncoras da proa deitaram o escaler ao mar. Paulo, apercebendo-se de tudo, disse ao centurião e aos soldados. «Se esses homens não ficarem no barco, não podereis salvar-vos». Então, os soldados cortaram as amarras do escaler e deixaram-no cair. Enquanto esperavam pelo dia, Paulo foi aconselhando a todos que tomassem alimento. «Hoje, dizia ele, é o décimo quarto dia que vos conservais na expectativa, em jejum, sem tomar nada. Aconselho-vos, portanto, a tomar algum alimento, pois é a vossa própria salvação que está em jogo. Nenhum de vós perderá um só cabelo da cabeça». Dito isto, tomou um pão deu graças a Deus diante de todos, partiu-o e começou a comer. Então, cobraram ânimo e também, eles se alimentaram. Éramos ao todo duzentas e setenta e seis pessoas no barco. Uma vez saciados, aliviaram o barco, lançando trigo ao mar.
 
Os náufragos alcançaram terra – Quando o dia surgiu, não reconheceram a terra. Divisavam, porem, uma enseada com a sua praia e pretenderam impelir para lá o barco. Soltaram as âncoras, abandonando-as ao mar e, ao mesmo tempo, afrouxaram as cordas dos lemes. Depois içaram ao vento o artemão e seguiram rumo à praia. Mas, tendo batido num baixio, que tinha mar de ambos os lados, fizeram encalhar o navio. A proa. bem fincada, manteve-se firme, mas a popa foi-se desconjuntando com a forças das vagas. Os soldados resolveram então matar os prisioneiros para que nenhum deles fugisse a nado. Mas o centurião, querendo salvar Paulo, impediu-os de executar os seus planos e ordenou aos que sabiam nadar que alcançassem a terra, atirando-se ele à água antes dos outros. Quantos aos mais, foram para terra, quer sobre pranchas, quer sobre os destroços do barco. E, assim, chegaram todos a terra sãos e salvos.
 
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Feita esta publicação fica em dia esta rubrica.
Como tal amanhã, dia 24/4/12, se Deus o permitir, prosseguirei esta transcrição.

António Fonseca

Nº 1263 - 2ª Página – ACTOS DOS APÓSTOLOS – Evangelista S. Lucas – 22 DE ABRIL DE 2012

Como digo nas páginas anteriores, este texto era para ter saído ontem Domingo, mas só o pude fazer hoje.AF
 
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Nº 1263-2ª Página
 
ACTOS DOS APÓSTOLOS
 
VI – PRISIONEIRO DE CRISTO
 
 
26 f) Defesa de Paulo perante Agripa – Agripa disse a Paulo: «Estás autorizado a falar em tua defesa». Então, estendendo a mão, Paulo começou a sua defesa: «Sinto-me feliz, ó Rei Agripa, por ter de me defender hoje diante de ti das acusações apresentadas pelos judeus contra mim, tanto mais que estás ao corrente de todos os costumes dos judeus. Rogo-te, por isso, que me oiças com paciência. A minha vida, a partir da mocidade, tal como decorreu desde os primeiros tempos, no meu país e em Jerusalém, sabem-na todos os judeus. Conhecem-me de longa data e, se quiserem, podem, atestar que eu vivi, como fariseu, segundo o partido mais severo da nossa religião. E agora encontro-me aqui a ser julgado por causa da minha esperança na promessa feita por Deus a nossos pais, promessa que as nossas doze tribos esperam ver realizada, servindo a Deus noite e dia, continuamente. É a respeito dessa esperança que os judeus me acusam. Porque é que entre vós, se afigura incrível que Deus ressuscite dos mortos? Quanto a mim, julguei dever levantar grande oposição ao nome de Jesus de Nazaré. E foi precisamente o que fiz em Jerusalém: Com o pleno assentimento dos sumos sacerdotes, meti na prisão grande número de santos, e, quando eram mortos, eu dava o meu voto. Muitas vezes ia de sinagoga em sinagoga e obrigava-os a blasfemar à força de torturas. Num excesso de fúria contra eles, perseguia-os até nas cidades estrangeiras. Foi assim que, indo para Damasco com poder e delegação dos príncipes dos sacerdotes, vi no caminho, ó rei, uma luz vinda do céu, mais brilhante que o sol que refulgia em volta de mim e dos que me acompanhavam. Caímos todos por terra e eu ouvi uma voz dizer-me em língua hebraica: «Saulo, Saulo, por que Me persegues?» «É duro para ti recalcitrar contra o aguilhão». Perguntei: «Quem ,és Tu, Senhor?» E o Senhor respondeu: «Eu sou Jesus a quem tu persegues. Ergue-te e firma-te nos pés, pois para isto te apareci. Para te constituir servidor e testemunha do que acabas de ver e do que ainda te hei-de mostrar, livrando-te do povo e dos pagãos, aos quais eu vou enviar-te, para lhes a abrires os olhos e fazê-los passar das trevas à luz e da sujeição de Satanás para Deus.n Alcançarão, assim, o perdão dos seus pecados, e a parte que lhes cabe na herança, juntamente com os santificados pela fé em Mim». Desde então, ó  Rei Agripa, não resisti à visão celeste. Pelo contrário,  aos habitantes de Damasco em primeiro lugar, depois aos de Jerusalém e de toda a província da Judeia, em seguida, aos pagãos, preguei que se arrependessem e voltassem para Deus, fazendo obras dignas de tal arrependimento. Eis o motivo por que os judeus se apoderaram de mim no Templo e tentaram matar-me. Amparado pela proteção de Deus, continuei a dar o meu testemunho diante de pequenos e grandes, sem nada dizer além do que os profetas e Moisés predisseram que havia de acontecer: Que o Messias tinha de sofrer e que, sendo o primeiro a ressuscitar dos mortos anunciaria a luz ao povo e aos pagãos».
 
 
Agripa reconhece a inocência de Paulo - Estava ele, em sua defesa a falar destas coisas, quando Festo exclamou em voz alta: «Estás doido, Paulo! A tua grande sabedoria fez-te perder o juízo». «Eu não estou doido, excelentíssimo Festo, disse Paulo, estou, pelo contrário, a falar a linguagem da verdade e do bom senso. O rei está inteirado destas coisas e, por isso, lhe falo francamente, pois não creio que ele ignore nada dito, tanto mais que não foi a um canto que tudo se passou! Acreditas nos profetas rei Agripa? Eu sei que acreditas». Agripa respondeu a Paulo: «Por pouco não me persuades a fazer-me cristão». Prouvera a Deus, disse Paulo, que por pouco ou por muito, não só tu, mas todos quantos hoje estão a ouvir-me se fizessem tais como eu sou, à exceção destas cadeias». O rei levantou-se, assim como o governador, Berenice e os que estavam sentados com eles. Ao retirarem-se, diziam entre eles: «Este homem nada fez que mereça a morte ou os grilhões». Agripa disse a Festo: «Este homem poderia ser posto em liberdade se não tivesse apelado para César».

Nº 1263-3 - A RELIGIÃO DE JESUS – 3º Domingo de Páscoa (*) – 22 de Abril de 2012

Estrela Conforme avisei no início da 1ª página de hoje, só agora me é possível efetuar a publicação deste texto

 

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Nº 1263-3

Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.

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22 DE ABRIL DE 2012

3º Domingo de Páscoa

Lc 24, 35-48

Enquanto isto diziam, Jesus apresentando-Se no meio deles e disse-lhes: “A paz seja convosco” Dominados pelo espanto e cheios de medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes então: «Porque estais perturbados  e porque surgem nos vossos corações tais pensamentosVede a s Minhas mãos e os Meus pés; sou Eu mesmo. Apalpai-Me e olhai que um espírito não tem carne, nem ossos, como verificais eu Eu tenho». Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E. como na sua alegria não queriam acreditar, de assombrados que estavam, Ele perguntou-lhes: «Tendes aí alguma coisa que se coma?» Deram-Lhe uma posta de peixe assado, e, tomando-a, comeu diante deles. Depois. disse-lhes: «Estas foram as palavras que vos disse, quando estava convosco: Que era necessário que se cumprisse tudo quanto a Meu respeito está escrito em Moisés, nos Profetas e nos Salmos». Abriu-lhes, então, o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes: «Assim esta escrito que o Messias havia de sofrer e ressuscitar dentre os mortos ao terceiro dia, que havia de ser pregado, em Seu nome, o arrependimento e a remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas destas coisas».

1 – Por mais que se possa colocar em questão o valor histórico das aparições do Ressuscitado, a sua mensagem profunda é inquestionável. Ora bem, tal mensagem não consiste só em afirmar que Jesus Vivo, venceu a morte. Além disso, os relatos das aparições deixam muito claro que Jesus Ressuscitado, por mais que “estivesse elevado pela mão direita de Deus” (Act 2, 33) e por mais que “Deus o tivesse constituído Senhor e Messias” (Act 2, 36) e “Filho de Deus em plena força” (Rm 1, 4), o mais incrível e o que mais impressiona é que Jesus, precisamente depois da ressurreição, é quando aparece e se mostra mais humano que nunca.

2 – Uma vez, que, em Jesus, Deus se fundiu e confundiu com o humano, quando Jesus ressuscita, por mais divinizado que nós o pensemos e creiamos, a divinização não leva consigo, nem um afastamento, nem um mínimo de perda da sua condição humana, mas sim todo o contrário. precisamente porque nós o vemos mais divino, por isso se faz profundamente humano.

3 – Isto explica que Jesus é reconhecido ao partir do pão, e a sua presença tira todos os medos e dúvidas, dando paz e alegria; deixa-se ver, tocar, apalpar; come perante todos, mostra-se às mulheres antes que a ninguém, explica-lhes as escrituras, condescende com as exigências de um incrédulo como Tomé, e até pergunta a Pedro três vezes se é certo que ele o quer mais do que a ninguém. Também Jesus ressuscitado é sensível ao carinho humano e necessita dele.

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Viso - mapa

http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.

Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.

Mais um esclarecimento,

No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos dos Evangelhos. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer.

Desculpem e obrigado. AF

Mais uma nota final:

Como devem ter reparado (e já a partir de 23 de Abril) o meu anterior contacto de email, foi desativado e, desde então, passaram a ser estes os meus endereços:

aarfonseca@hotmail.com

antoniofonseca40@gmail.com

Nº 1262 -3ª Página - Recordando o Padre Salgueirinho – Vitral– 21 de Abril de 2012

Amigos: Conforme já indiquei ontem, tive um problema técnico no computador na passada sexta-feira, pelo que não pude publicar no Sábado, dia 21, o Vitral (Recordando o Pde Salgueirinho:
Acontece que não sei se, por causa da avaria do meu computador ou por outro motivo qualquer o site que estava alojado no Blogger, parece ter deixado de o estar, por ter sido cancelado, provavelmente, pelo que fiquei impedido de lhe aceder. Aliás, na semana passada já tinha sido avisado que só poderia aceder ao mesmo, quem estivesse autorizado; no entanto após duas tentativas consegui recolher o texto que tomo a liberdade de repetir, solicitando aos meus leitores as minhas maiores desculpas. Apesar dos problemas existentes vou tentar as vezes que for preciso para novamente poder ter acesso ao referido blog e, se ele não foi retirado definitivamente, estou esperançado quer o consiga fazer. Seja o que Deus quiser.António Fonseca.
 
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)


Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011

O prometido é devido
Como devem ter reparado, ultimamente (talvez por falta de espaço ou tempo, ou outro motivo preponderante a Voz Portucalense não tem podido dar seguimento à publicação de Vitrais). Recorri já por várias vezes ao blogue que, ele escreveu, e que graças a Deus, vai permanecendo na Internet, e novamente segui o mesmo critério, e resolvi recolher o único texto que foi ali publicado no mês de Abril de 2009, no dia 22, (O essencial) do referido mês.

Wednesday, April 22, 2009

O Essencial

Quando olhamos atentamente para as coisas, tanto belas como horrendas, descobrimos sempre uma mensagem positiva para a caminhada difícil da nossa existência.
Olhei atentamente para as ruínas apocalípticas do sismo que abalou violentamente a cidade de Aquila e arredores. Aqueles escombros mataram tanta gente que não conseguiu fugir e muita que deixou soterrados todos os seus haveres materiais.
A primeira mensagem é de insegurança para a vida humana perante cataclismos como este que sepultou de surpresa tantas vidas e sonhos.
Mas na minha contemplação daquelas imagens dolorosas, colhi esta mensagem muito simples, mas muito significativa. No primeiro dia após o terramoto, muitas pessoas voltaram às suas habitações destruídas para recolher alguns valores presos debaixo das pedras e madeiras.
Uma delas foi uma moça estudante. Um agente policial não permitiu que ela entrasse na sua casa, com receio das derrocadas súbitas e sucessivas.
A rapariga explicou o que queria ir buscar. O policial compreendeu, colocou-lhe na cabeça um capacete metálico, fez recomendações e ela entrou correndo. Quando saiu, julguei que trazia algumas joias ou algum objecto valioso. Mas não. Fiquei encantado. A moça saiu apenas com dois cadernos dos seus apontamentos universitários. Pensou e lutou pelo essencial!
Uma lição de opção pelo mais importante. Muitos objetos seus poderia salvar aquela moça, mas salvou aquilo que era indispensável para o seu curso. Isto deu-lhe coragem para entrar na sua casa, não obstante o perigo iminente.
Há horas na vida em que temos de optar. Mas a opção muitas vezes é feita pelos valores materiais, pelo que dá dinheiro.
Na hora da opção, optemos pelo essencial: pelo que é importante para a realização, para o êxito nos estudos ou no trabalho. Infelizmente as gerações atuais optam, muitas vezes, por aquilo que é acidental e supérfluo.
Aprendamos a optar pelo principal e ensinemos as crianças e os jovens a escolher o que é fundamental no nosso caminho existencial.

posted by Maia @ 5:18 PM0 comments

Como já salientei anteriormente esclareço que a publicação não foi alteradaa não ser na grafia que está atualizada (e, também na parte correspondente aos Livros de autor – que reduzi para outro tipo de letra, dado que não são propriamente escritos, mas sim anúncio de escritos à venda naquela data (Abril de 2008, e que possivelmente, neste momento já não existam todos…) – mas a sua disposição é mantida “aliás como sempre faço” e as datas estão em sentido descendente.
Os meus cumprimentos. António Fonseca
Post para publicação em 21-4-2012 – 10,30 horas.

Nº 1264 – 1ª Página – (109/2012) - SANTOS DE CADA DIA – 23 de Abril de 2012 - 4º ano – Segunda-feira

 
Meus Amigos:
 
As minhas desculpas por mais uma contrariedade que me surgiu este fim de semana, que me impediu novamente de cumprir o que prometi. Por acaso tanto as 1ª como a 2ª páginas relativas aos dias de anteontem (sábado) e às de ontem, Domingo, escaparam, devido ao facto de eu já as ter inserido para serem publicadas, porque senão não havia nada para ninguém, pois uma inoportuna paragem do sistema no Computador, apareceu na passada sexta-feira, precisamente na altura em que tencionava escrever a 3ª página (Recordar o Pde Mário Salgueirinho), que deveria ter saído no sábado. Também o texto da Religião de Jesus que era para ter saído ontem Domingo, não o pôde ser.
Somente hoje (aliás, ontem, cerca das 22 horas), é que pude recuperar o computador e, assim, consegui transcrever a 1ª página – Santos de cada Dia – de hoje, dia 23.
Espero que as páginas em falta – atrás citadas, e ainda, a pág. nº 2 (Atos dos Apóstolos) de hoje, - sejam retomadas de imediato e publicadas o mais rapidamente possível, para ficar em dia, em conformidade com o compromisso a que me obriguei “livremente” perante vós. Obrigado, pela atenção. António Fonseca 
 
 
 
Nº 1264 – 1ª Página – 2012
 
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A Terra vista da Lua
 
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23 DE ABRIL DE 2012

Segunda-feira

Adalberto de Praga, Santo
Bispo e mártir (956-997)
 
Adalberto de Praga, Santo
Adalberto de Praga, Santo
Adalberto, chamado no baptismo Woytiech (isto é, “socorro do exército” em eslavo), nasceu na Boémia pelo ano de 956. Confiado ao santo arcebispo de Magdeburgo, Adalberto, tomou em agradecimento nome deste no crisma. Só por morte do benfeitor saiu de Magdeburgo, tendo 19 anos e levando uma rica biblioteca que reunira e sobretudo muitos conhecimentos que sobre ele atraíam admiração. Foi ordenado pelo bispo de Praga, tendo resolvido levar vida de penitência e austeridades. Sendo chamado a suceder na sé de Praga, sentiu muito o peso das responsabilidades, de tal maneira que ninguém o viu rir-se. Entrou na cidade descalço; dividiu os seus réditos em quatro partes; para a conservação da Igreja, para os cónegos, para os pobres e para as despesas da casa. Em honra dos apóstolos, dava de comer todos os dias a 12 necessitados. Quase quotidianamente pregava, visitava os doentes e os presos. Encontrou a diocese em estado deplorável; muitos diocesanos eram ainda pagãos e os já convertidos mantinham, quase todos os hábitos do paganismo. Durante seis anos, 983 a 989, procurou convertê-los sinceramente, muito sofreu e nenhum resultado obteve; era considerado demasiado exigente e demasiado santo. Por fim, pediu a João XV o deixasse renunciar, o que obteve. Tomou o hábito religioso, juntamente com o irmão, Gaudêncio. Passou cinco anos retirado, entregue todo à oração e às austeridades. mas o arcebispo de Mogúncia desolava-se vendo Praga em tão grande abandono; escreveu ao Papa rogando-lhe mandasse para lá de novo Adalberto. Este mostrou-se pronto, embora prevendo que o segundo apostolado não seria mais frutuoso que o primeiro; preveniu-se porém com licença para retirar-se de novo, caso o povo mantivesse a mesma indocilidade. Foi o que sucedeu, e o Arcebispo teve de retomar o caminho do mosteiro. De novo interveio, mas no mesmo sentido, o Arcebispo de Mogúncia. E o papa, já Gregório V, acedeu e Adalberto regressou. Mas, desta vez, os diocesanos, irritados, recusaram-se a recebê-lo; e foram mais longe, atacaram os seus parentes, que residiam na Boémia, pilharam-lhes os bens, queimaram-lhes os castelos e assassinaram-nos. Diante disto, Adalberto julgou inútil ir mais longe. refugiou-se junto do seu amigo Boleslau, filho do duque da Polónia; e resolveu trabalhar na conversão dos idólatras da Prússia, a qual não tinha visto ainda nenhum missionário. O duque da Polónia deu-lhe um barco, com 30 homens de escolta; desceram o Vístula até Dantzig. Lá Adalberto teve a consolação de batizar bom número de pagãos. Depois entrou no Báltico, chegou á costa de Samland, onde desembarcou renunciando à escolta. Os Prussianos maltrataram-no; um deu-lhe tal pancada com um remo que o deitou ao chão meio morto. Voltando a si, foi, em companhia de Gaudêncio e do sacerdote Bento, até Tenkiren, que era então campo reservado dos pagãos. Com azagaias e lanças foi assassinado Adalberto, e os seus companheiros tomados em cativeiro. Esta cena deu-se a 23 de Abril de 997. Foi mártir de Jesus Cristo apenas com a idade de 41 anos.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

50550 > Sant' Adalberto di Praga Vescovo e martire 23 aprile - Memoria Facoltativa MR

 
Egídio (ou Gil) de Assis, Beato
Confessor (1190-1272)
Egidio (o Gil) de Asís, Beato
Egídio (ou Gil) de Assis, Beato
Nasceu em Assis por 1190 e faleceu em Monterípido (Úmbria), a 23 de Abril de 1262. Este homem do campo, de Assis, deixou os bois com uns 20 anos para seguir o Pobrezinho; foi o quarto seguidor que encontrou e, como S. Francisco dizia, o melhor dos seus cavaleiros sã távola redonda. Egídio, na nova vida, começou por viajar muito; foi a Tunes, onde os mouros o recambiaram para Itália em vez de lhe dar a coroa do martírio que ele desejava; fez numerosas peregrinações, também a da Terra Santa, ganhando o pão ao longo das estradas como jornaleiro nas quintas ou como coveiro nos cemitérios. Os 30 últimos anos da vida passou-os nos eremitérios franciscanos de Perúsia. O papa Gregório IX e os cardeais davam-se ao trabalho de o vir visitar. Se bem que inteligentíssimo, recusara instruir-se, limitando-se ao estudo do Evangelho, escarnecendo dos teólogos, cujas dissertações eram para ele secreções cerebrais sem importância. “Este iliterato, escreve S. Boaventura, praticou a virtude num grau sublime e mereceu elevar-se até aos cimos da contemplação. Acontecia-lhe tantas vezes ser elevado em êxtase, como o verifiquei eu próprio, que parecia levar na terra vida angélica mais que humana”. As Florinhas recolheram uma centena dos seus ditos, que são de grande originalidade e profundeza, e muitas vezes cheios de humorismo. Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

90369 > Beato Egidio d’Assisi 23 aprile MR

Viúva (1458)
Elena Valentini de Udine, Beata
Elena Valentini de Udine, Beata
Helena Valentini nasceu em Údine, no Friul, Itália, e casou-se aos 15 anos com António Cavalcanti. Com ele viveu durante 27 anos, cuidando também dos numerosos filhos. Enviuvando, resolveu dar-se inteiramente a Deus; tendo vindo pregar a Údine um religioso dos eremitas de Santo Agostinho, ela pediu-lhe ser admitida entre os terceiros da sua ordem. Despojou-se então de todas as riquezas para as dar aos pobres, impôs-se rigorosas penitências e jejuns. Passava a maior parte do dia na igreja dando-se à oração e a leituras piedosas; não quis viver senão de esmolas e impôs-se silêncio perpétuo; exposta ás perseguições do demónio, suportou-as com paciência admirável. E Nosso Senhor recompensou-a com alegrias interiores, que ela manifestava cantando as suas glórias. Durante os três últimos anos de vida viu-se obrigada a estar estendida sobre o leito, que tornou mais duro com as pedras que nele ocultou. Faleceu num sábado ao ouvir ler a paixão. Segundo o seu primeiro biógrafo, morreu a 23 de Abril de 1458.  Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

90153 > Beata Elena Valentini da Udine Religiosa 23 aprile MR

Jorge, Santo
Mártir e Padroeiro do Escutismo

Jorge, Santo
Jorge, Santo
As circunstâncias da sua morte devem ter sido espectaculares para os Orientais lhe terem sempre chamado “o grande Mártir” e para que a sua pessoa se tenha tornado tão depressa lendária. Figura entre os 14 Santos Auxiliadores (18 de Agosto). Quanto ao culto, não há outro mais antigo nem mais espalhado. Já no principio do século IV, lhe levantava Constantino uma igreja; o mesmo aconteceu na Síria; no século seguinte, contavam-se nada menos de 40 no Egipto. depois vêm Ravena, Roma, a Alemanha e a Gália merovíngia a erigir-lhe santuários e altares. Em toda a França, puseram-se sob o seu patrocínio cidades e aldeias; o mesmo se pode dizer de Espanha e de Portugal. Na Inglaterra principalmente, o seu culto tornou-se e ainda é o mais popular. Em 1222, o concílio nacional de Oxónia ou Oxford estabeleceu uma festa de preceito em sua honra; nos primeiros anos do século XV, o arcebispo e Cantuária ordenou que tal festa fosse celebrada com tanta solenidade como o Natal; antes disso, já o rei Eduardo III tinha fundado, em 1330, a célebre ordem dos cavaleiros de S. Jorge, conhecidos também pelo nome de cavaleiros da Jarreteira. Numerosos artistas – em particular Rafael, Donatello e Carpaccio – representaram S. Jorge.Entre as lendas que se contam a respeito deste mártir, a mais conhecida é a do dragão. Este animal temível vivia num lago perto de Silena, na Líbia. Exércitos inteiros foram enviados contra ele, mas não conseguiram exterminá-lo. De vez em quando, deixava o lago e, vomitando fogo, aniquilava tudo o que no caminho encontrava. Para o apaziguarem, acabaram por lhe levar todos os dias duas ovelhas para as suas refeições. Quando faltavam as ovelhas, era preciso oferecer-lhe rapariga, que eram tiradas à sorte… ou à desventura. Tinha a desventura caído sobre a filha do rei, quando aconteceu chegar a essa região Jorge, tribuno militar. Movido de compaixão, fez o sinal da cruz, partiu a cavalo em direção ao dragão, que já avançava de boca aberta, e atravessou-o com a lança. Fez a seguir a essa gente idólatra um belo sermão, depois do qual o rei e todos os súbditos se converteram e pediram o baptismo. O príncipe ofereceu grande soma de dinheiro ao salvador da cidade e da filha, mas Jorge distribui-o pelos pobres e continuou o seu caminho, sem nada querer opara si. Alguns hipercríticos que tentaram provar a inexistência de S. Jorge, considera-se que perderam o tempo. Julga-se que foi em Lida (Palestina) , no fim do século III, que ele morreu pela fé. Manter porém a existência não é o mesmo que aceitar todas as lendas que lhe floreiam a vida. Quanto ao desenvolvimento do culto do santo em Portugal, assim nos informa o Padre Miguel de Oliveira: “O auxílio prestado pelo Duque de Lencastre, filho de Eduardo III de Inglaterra, a el-rei D. Fernando na luta contra Castela, trouxe-nos daquele país um incremento da devoção a S. Jorge. O grito de “S. Jorgesubstituiu na guerra, para os portugueses, o de S. Tiago, até então usado em toda a Península. No lugar onde esteve içada a bandeira portuguesa por ocasião da batalha de Aljubarrota, fundou-se em 1388 uma ermida dedicada a S. Jorge. Em 1387, começou a incorporar-se na procissão do Corpo de Deus, por ordem de D. João I, a imagem do mesmo Santo a cavalo”. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it. Consulta também São Jorge de Capadócia de Jesús Martí Ballester

26850 > San Giorgio Martire di Lydda 23 aprile - Memoria Facoltativa MR

Teresa Maria da Cruz, Beata
Fundadora (1846-1910)
Teresa María de la Cruz (Teresa Manetti), Beata
Teresa María de la Cruz (Teresa Manetti), Beata
Sofrer, sofrer, sempre sofrer. Fazei de mim o que quiserdes. Basta-me que Vos faça salvar mais almas”. Assim rezava Teresa Maria da Cruz ou Teresa Adelaide Manetti, que veio ao mundo a 2 de março de 1846, no lugar de S. Martinho de Campi Bisenzio, na Arquidiocese de Florença, Itália. Muito nova, perdeu o pai, Salvador Manetti. Sua piedosa mãe, Rosa Bigali, educou-a com disciplina na vida cristã, inculcando-lhe amor aos pobres e humildes. A menina entendeu bem os ensinamentos maternos. Aos 19 anos recusou o matrimónio para se consagrar totalmente a Deus. Com duas companheiras, que reuniu a princípio em sua casa, partiu para o oratório de S. Justo, nas margens do rio Bisêncio, por conselho do Padre Ernesto Iacopozzi. A 16 de Julho de 1874, foram admitidas na Terceira Ordem das Carmelitas Descalças, tomando ela o nome de Teresa Maria da Cruz. Naquele humilde lugar, a pequena grei, indo à frente a Serva de Deus, passou os primeiros anos em suma pobreza, orações e penitências, aguardando a manifestação da vontade divina. Entrementes, Teresa Maria, anelando a união com Deus, ardia no fogo da caridade divina que se alimentava no sacramento da Eucaristia. Pouco a pouco, o seu nome passou a ser citado com elogios por toda a região de Bisêncio. Homens e senhoras de qualquer condição social batiam-lhe à porta a pedir conselhos e orações. Em 1877, impelida pela virtude da caridade, abriu o coração e a casada às meninas órfãs e abandonadas, a quem, chamava o seu tesouro. Como o seu número fosse crescendo, viu-se obrigada a alugar e, depois, comprar e ampliar uma casa, confiando unicamente em Deus, que foi ao seu encontro por meio de generosos benfeitores. Juntaram-se-lhe outras jovens piedosas, que ela formou na vida religiosa, encarreirando-as pela senda da disciplina. O pequeno grupo converteu-se numa grande família e a casa, aumentada com outros edifícios, tornou-se um verdadeiro convento, que Teresa Maria, como mãe amantíssima, guiava com palavras e sobretudo com exemplos, inculcando a todas a virtude da caridade. Em 1885 foram agregadas à Ordem dos Carmelitas Descalços e, três anos depois, a 12 de Julho de 1888, vestiram o hábito da família Teresiana e fizeram a profissão. Abriram-se novas casas. Era o grão de mostarda que crescia e se tornava planta frondosa. Com a aprovação do Arcebispo de Florença o novo Instituto, irmãs Oblatas de Santa Teresa, em 1891, mereceu o decreto de louvor e, em 1904, tornou-se de direito pontifício reconhecido por Pio X. Esta aprovação da santa Sé abriu novos rumos à obra da Serva de Deus, satisfazendo o seu antigo desejo, levantou um convento em Florença, onde suas Filhas adorassem dia e noite o santíssimo Sacramento. Ao mesmo tempo, inflamada na ânsia de salvar almas, enviou o primeiro grupo de companheiras para o Líbano e abriu uma casa na Terra Santa, junto do Monte Carmelo, para receber crianças pobres e abandonadas. Ninguém se aproximava da Serva de Deus que não saísse mais cheio de fé e mais disposto a unir-se a Deus. Maria Teresa participou em subido grau no mistério da cruz de Cristo. Não lhe faltaram sofrimentos e até calúnias. teve de superar não poucas dificuldades, coisa comum a todos os fundadores de Institutos religiosos. Nos três últimos anos de vida experimentou a chamada “noite do espírito” e padeceu atrozes dores físicas. Aceitou as provações com paciência, heroica, oferecendo tudo ao Senhor pela Igreja e salvação das almas. Assim preparada, partiu para o Pai no dia 23 de Abril de 1910. Na homilia da missa da beatificação, a 19 de Outubro de 1986, celebrada no estádio Municipal de Florença, formou o santo padre: «Característica particularmente evidente de Teresa Maria era a alegria ()….) Mas a alegria de Teresa Maria não era a alegria ilusória deste mundo. Aquela alegria era fruto de um alto preço, que aliás ela pagava de bom grado, porque movida pelo amor a Cristo e às almas». AAS (1944) 337-40; 67 (1975) 499-502; L’OSS. ROM. 26.10.1986. Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

50625 > Beata Teresa Maria della Croce (Teresa Manetti) 23 aprile MR

Santo Eulógio, bispo
Em Edesa, na Síria, santo Eulógio, bispo, que faleceu, segundo se narra, em Sexta-feira Santa ou Parasceve (387).

50560 > Sant' Eulogio di Edessa Vescovo 23 aprile MR

São Gerardo, bispo
Em Toul, na Lotaringia, são Gerardo, bispo, que durante trinta e um anos legislou sabiamente para a cidade, atendeu aos pobres, intercedeu pelo povo com jejuns e preces em tempo de peste, dedicou a igreja catedral e ajudou aos mosteiros com bens materiais e instruindo aos discípulos (994).

0580 > San Gerardo di Toul Vescovo 23 aprile MR

São Jorge, bispo
Em Suelli, na Sardenha, comemoração de são Jorge, bispo (1117).

92153 > San Giorgio di Suelli Vescovo 23 aprile MR

 
Maria Gabriela Sagheddu, Beata
Religiosa
María Gabriela Sagheddu, Beata
Maria Gabriela Sagheddu, Beata
Ora, como hoje, pelo impulso da graça do Espírito Santo, em muitas partes do mundo pela oração, pela palavra e por obras se fazem muitos esforços para se alcançar aquela plenitude de unidade que Cristo que, este Santo Concílio exorta todos os fiéis católicos a que, reconhecendo os sinais dos tempos, participem com entusiasmo no movimento ecuménico”. Já muitos anos antes do Concílio Vaticano II formular este voto de união de todos os cristãos, Deus suscitara almas que rezaram e se sacrificaram por esta intenção. Uma dessas almas foi a irmã Maria Gabriela, que veio ao mundo a 17 de Março de 1914, em Dorgali, na Itália. Seus pais, Marco António e Catarina Cucca, de condição humilde, mas avantajados na vivência da fé, encaminharam a filha pela prática das virtudes cristãs. A menina frequentou a escola primária e deu mostras de bom talento. Contudo notaram-se nela as qualidades e defeitos das jovens da sua região: forte de corpo e alma; ativa e firme; generosa e constante; modesta, engenhosa e prudente. mas isto não impedia que se mostrasse por vezes áspera, irascível, teimosa, insolente, apesar dos esforços diários para se corrigir. Na idade adolescente contentava-se com as práticas religiosas estritamente obrigatórias, recusando fazer qualquer coisa fora do habitual. Preferia divertir-se com os amigos em jogos inocentes do que participar em reuniões da paróquia e, por isso, recusou-se durante largo tempo a filiar-se na Acção Católica. Mas aos 18 anos perdeu a irmã, três anos mais nova, que amava como filha. Foi um golpe que a levou à conversão. Deixa os jogos , entra na Acção Católica, aceita ser catequista, torna-se muito piedosa, assistindo à missa e comungando diariamente, faz visitas mais frequentes e prolongadas ao Santíssimo. Esta vida espiritual leva-a gradualmente a pensar entregar-se totalmente a Deus na vida consagrada. Aos 21 anos sente claramente o chamamento de Deus e, com a aprovação do diretor espiritual, a 30 de Setembro de 1935, ingressa no convento da Trapa em Grottaferrata. O mosteiro foi para ela exercício de «estrita observância» com a severa clausura, ásperas penitências, duro trabalho manual, rígido silêncio e sobretudo oração prolongada de dia e de noite, meios aptos, segundo S. Bento, para alcançar a íntima união com Deus. Expiação, reparação, austeridades eram os principais elementos da espiritualidade daquele tempo, sobretudo da piedade monástica. Na Comunidade Trapense de Grottferrata, além destes louváveis costumes, por conselho do Padre Couturier introduziu-se a prática de “oito dias de súplicas especiais pela unidade dos cristãos”. A ideia de obter a união de todos os cristãos calou bem fundo no espírito da Irmã Maria Gabriela, que, ao ligar-se pelos votos no dia 31 de Outubro de 1937, fez um pacto de amor com o Rei do Universo, pedindo ao Senhor:Consumi-me como uma pequenina hóstia de amor”. Três meses mais tarde, em Janeiro de 1938, ofereceu a própria vida pela união dos cristãos. O Senhor aceitou a oblação, pois, decorridos poucos dias, bateram-lhe à porta terríveis tormentos do corpo e da alma, que ela suportou de boamente. teve que ser internada no hospital de S. João em Roma, de onde escreveu à madre Abadessa: “O Senhor pôs-me sobre a cruz nua e não tenho outra consolação senão saber que sofro para cumprir a vontade divina em espírito de obediência”. Os médicos não a puderam salvar. A generosa vítima pertencia a Deus e para Deus partiu, no dia 23 de Abril de 1939, aos 25 anos de idade. Foi beatificada por João Paulo II, a 25 de Janeiro de 1983. AAS 58 (1966) 456-8; 73 (1981) 740-44. Do livro SANTOS DE CADA DIA, DE www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

50475 > Beata Maria Gabriella Sagheddu 23 aprile MR

São Marolo, bispo
Em Milão, na região da Ligúria, são Marolo, bispo, amigo do papa santo Inocêncio I (s. V).

50570 > San Marolo di Milano Vescovo 23 aprile MR

 

93712 > Santi 48 Martiri Mercedari Francesi 23 aprile

 

94111 > Beato Sebastiano de Riccafont Mercedario 23 aprile

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • ( - - - )Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt

    António Fonseca