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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Nº 1268 - 2ª Página - CARTAS DE S. PAULO (AOS ROMANOS-2) - 27 DE ABRIL DE 2012

 
NOTA INICIAL:
 
Conforme disse no anterior texto. publico de imediato o capítulo 2 que se refere ao dia de hoje, 27, ficando assim tudo em dia… para já.
 As minhas desculpas. António Fonseca
 
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Nº 1268-2ª Página
 
CARTAS DE S. PAULO
 
 
CARTA AOS ROMANOS
 
INTRODUÇÃO - 2
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2 – Não há salvação no judaísmo Por isso, não tens desculpas quem quer que tu sejas, que te arvoras em juiz. Pelo facto de julgares a outrem, a ti mesmo te condenas, pois tu, que te arvoras em juiz, praticas as mesmas coisas. E nós sabemos que o juízo de Deus se exerce conforme a verdade contra aqueles que praticam tais coisas. E tu, ó homem, que julgas os que fazem tais coisas, fazendo tu o mesmo, cuidas que escaparás ao juízo de Deus? Ou desprezas as riquezas da Sua benignidade, paciência e longanimidade, desconhecendo que a bondade de Deus te leva ao arrependimento? Mas, segundo a dureza e impenitência do teu coração, entesouras ira para ti, no dia da ira e da manifestação do justo juízo de Deus, o Qual recompensará cada um conforme as suas obras. Aqueles que com perseverança no bem procuram a glória, a honra e a incorrupção, dar-lhes-à a vida eterna; aos contumazes, indóceis à verdade, que se entregam à injustiça, dar-lhes-à a ira e a indignação. Tribulação e angústia, para toda a alma de quem pratica o mal: Primeiro para o judeu depois para o gentio; glória, porém, honra e paz, para todo aquele que pratica o bem; primeiro para o judeu e depois para o gentio; pois em Deus não há acepção de pessoas. Todos os que sem lei pecaram, sem lei perecerão também; e todos quantos pecarem com uma Lei, serão julgados mediante essa Lei, pois não são justos diante de Deus os que ouvem a Lei; mas aqueles que observam a Lei é que serão justificados. Porque, quando, os gentios que não têm lei, cumprem naturalmente os preceitos da lei, não tendo eles lei, a si mesmo servem de lei. Deste modo, demonstram que o que a lei ordena está escrito nos seus corações, dando-lhes testemunho disso a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os quer defendendo-os, como se verá no dia em que Deus julgar, por Jesus Cristo, as acções secretas dos homens, segundo o meu Evangelho. Mas, se tu te chamas judeu, descansas numa lei e glorias-te em Deus, conheces a Sua vontade e, instruído pela lei, sabes o que é melhor, se te tens como guia de cegos, luz dos que vivem nas trevas, preceptor de ignorantes, mestre de crianças, por teres na lei a norma da ciência e da verdade, como é que, ensinando os outros, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve roubar, praticas o roubo! Tu, que dizes que não se deve adulterar, cometes adultério! Tu, que abominas os ídolos, aproprias-te dos despojos dos templos! Tu, que te glorias na lei, ofendes a Deus, transgredindo a lei! «Por vossa causa o nome de Deus é blasfemado entre os gentios», como está escrito.
 
A circuncisão por si não basta – A circuncisão é, na verdade, proveitosa, se tu guardares a lei; se, porém, transgrides a lei, a tua circuncisão torna-se em incircuncisão. Se o incircunciso observar os preceitos da lei, não se deve considerar circuncisão a sua incircuncisão? O incircunciso por natureza, que guarda a lei, julgar-te-à a ti, que, com a letra e a circuncisão, transgrides a lei. Porque não é judeu aquele que o é exteriormente, nem é circuncisão a que se manifesta exteriormente, na carne. Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão, a que é do coração, segundo o espírito, não segundo a letra. E o seu louvor não vem dos homens, mas de Deus.
  
 
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Amanhã, dia 28/4/12, se Deus o permitir, prosseguirei a transcrição das CARTAS DE S. PAULO, com o nº 3 da Carta aos Romanos.

António Fonseca

Nº 1267 – 2ª Página - CARTAS DE S. PAULO (AOS ROMANOS) - 26 DE ABRIL DE 2012

 
NOTA INICIAL:
 
Este texto era para ser publicado ontem, dia 26, só o pôde ser hoje. A seguir e dentro de alguns minutos, será publicado o que se refere ao dia de hoje, 27. As minhas desculpas. António Fonseca
 
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Nº 1267-2ª Página
 
CARTAS DE S. PAULO
 
 
CARTA AOS ROMANOS
 
INTRODUÇÃO
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1 – Endereço e saudações – Paulo, servo de Jesus Cristo, Apóstolo por vocação, escolhido para anunciar o Evangelho de Deus, que Este de antemão prometera por meio dos Seus profetas nas Santas Escrituras acerca do Seu Filho, nascido na descendência de David segundo a carne, constituído Filho de Deus em todo o Seu poder, segundo o Espírito de Santificação pela Sua Ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, Senhor Nosso, pelo Qual recebemos a graça e o apostolado, a fim de implantar, em honra do Seu nome, a obediência à no meio de todos os gentios, entre os quais, também vós, estais chamados a ser de Cristo Jesus. A todos os amados de Deus que estais em Roma, chamados à santidade: Graça e paz vos sejam dadas da parte de Deus, nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.
 
Captando a benevolência dos Romanos – Em primeiro lugar, dou graças ao meu Deus, por Jesus Cristo, a respeito de vós, porque a vossa é conhecida em todo o mundo. Porque Deus, a Quem presto culto no meu espírito, ao serviço do Evangelho de Seu Filho, me é testemunha de como, constantemente, me recordo de vós, pedindo sempre, nas minhas orações, que se me depare ocasião favorável de ir, pela vontade de Deus, até junto de vós. Na verdade, desejo-vos ver, para vos comunicar alguma graça espiritual, a fim  de vos fortalecer, ou antes, para convosco, me reconfortar no meio de vós, pela fé que nos é comum a vós e a mim. Não quero que ignoreis, irmãos, que muitas foram as vezes que me propus ir ter convosco – do que tenho sido impedido até agora – , a fim  de obter algum fruto também entre vós, como entre os restantes gentios. Eu sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes: Daí o empenho que há em mim de vos anunciar também o Evangelho, a vós que estais em Roma.
 
TEMA DA CARTA
 
A salvação pela Fé  -  Pois eu não me envergonho do Evangelho, o qual é poder de Deus para salvação de todo o crente, em primeiro lugar do judeu, e depois do grego. Porque nele se revela a justiça de Deus que tem origem na fé e conduz à Fé, conforme esta escrito: «O justo viverá da fé».
 
SEM CRISTO NÃO HÁ SALVAÇÃO
 
Não há salvação no paganismo  -  Com efeito, a ira de Deus manifesta-se, do alto do céu, contra toda a impiedade e injustiça dos homens que retêm a verdade cativa na injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer é para eles manifesto, pois Deus lho manifestou, desde a criação do mundo. As Suas perfeições invisíveis, tanto o Seu eterno poder como a Sua divindade, tornam-se visíveis quando as Suas obras são consideradas pela inteligência, de modo que não se podem desculpar. Porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como a Deus que é, e Lhe renderam graças, antes de se desvanecerem nos seus pensamentos, obscurecendo-se, deste modo, o seu insensato coração. Considerando-se sábios, tornam-se néscios, e trocaram a glória de Deus incorruptível por figuras de homem corruptível, de aves, de quadrúpedes e de répteis. Por isso, Deus, segundo os desejos de corações, os entregou à impureza, a fim de que neles se degradassem os próprios corpos, eles que trocaram a verdade de Deus pela mentira que veneraram a criatura e lhe prestaram culto de preferência ao Criador, o Qual é bendito por todos os séculos. Ámen. Por este motivo, Deus os entregou a paixões degradantes, pois suas mulheres mudaram o uso natural em outro uso que é contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, abrasaram-se na mútua concupiscência, praticando uns com os outros o que é indecoroso e recebendo em si mesmo a paga, que era devida ao seu desregramento. E como não procuraram ter de Deus conhecimento perfeito, entregou-os Deus a um sentimento pervertido, a fim de que fizessem o que não convinha; cheios como estão de toda a injustiça, perversidade, cupidez e maldade; entranhados na inveja, no assassínio, na discórdia, na má fé, na maliciosidade, detractores, maldizentes, inimigos de Deus, insolentes, orgulhosos, arrogantes, engenhosos no mal, rebeldes para com os pais, estultos, desleais, incapazes de afeição, desapiedados. Esses, conquanto conhecessem bem o decreto de Deus de que são dignos de morte os que tais coisas praticam, não só as cometem, como também aprovam os que as praticam.
 
 
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Amanhã, dia 27/4/12, se Deus o permitir, prosseguirei a transcrição das CARTAS DE S. PAULO, com o nº 2 da Carta aos Romanos.

António Fonseca

Nº 1268-1ª Página (113/2012) - SANTOS DE CADA DIA - SEXTA-FEIRA - 4º ANO

Nº 1268 – 1ª Página – 2012
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A Terra vista da Lua
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27 DE ABRIL DE 2012

Sexta-feira

Zita, Santa

Padroeira das empregadas domésticas

Zita de Lucca, Santa

Zita de Lucca, Santa

Nació cerca de Lucca, Italia en 1218 y murió en Lucca el 27 de abril de 1278. Su familia era pobre pero muy devota. Su hermana mayor entró en el convento cisterciense y su tío era ermitaño con fama popular de santidad. No tuvo dinero y ni siquiera se sabe su apellido. Sin embargo, logró lo único que es necesario para que la vida sea un verdadero éxito: la santidad. Para mantener a su familia, a los doce años de edad se hizo sirvienta de los Fatinelli, una familia rica de Lucca, y les sirvió el resto de su vida, por 48 años.  Desde pequeña demostró un gran amor para con todos, especialmente los pobres y abandonados. Esto no agradaba mucho a la familia Fatinelli. Pero el Señor intervino. En una ocasión, Zita fue a servir a un necesitado dejando momentáneamente su trabajo en la cocina. Otros sirvientes se lo dijeron a la familia Fatinelli, pero cuando ésta fue a la cocina a investigar encontró a ángeles haciendo su trabajo. Desde aquel día le permitieron mas libertad para servir a los pobres. No por eso cesaron las burlas y los ataques de los otros sirvientes. Una vez que el hambre azotó la ciudad, Zita tenía la costumbre de repartir todo lo suyo, incluso su comida, con los pobres. Pero la necesidad era muy grande, por lo que repartió la despensa de granos de la familia con los pobres. Cuando la familia fue a investigar encontró la despensa repleta. Fueron muchos los incidentes milagrosos de su vida. En la víspera de Navidad, Zita encontró que en la puerta de la Iglesia de San Fredaino, un hombre que temblaba de frío. Ella tomó un valioso manto de la familia y se lo entregó, advirtiéndole que debía devolverlo después de la misa para que ella pudiese a su vez regresarlo a su dueño. Pero el hombre desapareció. Aquello fue demasiado para el Señor Fatinelli quién al próximo día montó en cólera contra Zita. Así estaba cuando un anciano vino a la puerta y devolvió el manto. La gente del pueblo interpretó que aquel anciano era un ángel, por lo que desde entonces la puerta de San Fredaino se llamó "El Portal del Angel".  Zita tenía particular devoción por los prisioneros condenados a muerte.  Murió a los 60 años e inmediatamente su culto se propagó especialmente en Palermo, Sicilia, otras partes de Italia e Inglaterra.  Su cuerpo se venera en la capilla de Santa Zita de la Iglesia de San Fredaino, en Lucca, Italia Fue canonizada por S.S. León X el 5 de Septiembre de 1696.

  COMPLEMENTO

Zita nasceu por volta de 1218 numa pequena aldeia no norte de Itália. A sua família era muito pobre e Zita provavelmente analfabeta. Quando fez 12 anos, foi trabalhar como criada em casa dos Fatinelli, uma família abastada, residente em Lucca, uma cidade próxima. Ganhou a reputação de ser uma pessoa sensível e cheia de compaixão, especialmente pelos pobres. De início, os outros criados tratavam-na mal porque julgavam que a sua piedade era falsa. Mas com lealdade e alegria acabou por convencê-los da sua sinceridade e passaram a admirá-la Zita acabou por ser nomeada governanta da casa dos Fatinelli. Era tão generosa que por vezes dava pão e outra comida da despensa da família.
O amor pelos outros – Foram relatados vários milagres ligados à sua generosidade para com  os pobres. Segundo um relato, a despensa da casa voltou a encher-se milagrosamente depois de ela ter dado a maior parte da comida aos pedintes. Uma outra história conta que o casaco de peles do seu senhor reapareceu após ela o ter dado a um pobre. Zita não só deu aos pobres, também cuidou dos presos e dos doentes em Lucca. Era uma trabalhadora empenhada que aceitava a sua posição na vida sem amargura. Após a sua morte em 1278, o corpo foi levado para a igreja de São Frediano, em Lucca, onde continua até aos dias de hoje. A veneração por Santa Zita espalhou-se pela Europa durante a Idade Média, sendo em alguns países conhecida pelo nome de Sitha.
No seu rasto
Zita dedicou muito do seu tempo a ajudar o próximo, em especial os outros criados.
O seu legado continua hoje e inspirou a Obra de Santa Zita, que dá apoio às empregadas domésticas. Esta obra foi fundada por Monsenhor Joaquim Alves Brás em 1932 e espalhou-se por todo o país. O seu objectivo é promover o desenvolvimento integral da pessoa, em especial das empregadas domésticas. As actividades da obra de Santa Zita centram-se nas seguintes áreas:
* Assistência em situações de necessidade, como o desemprego, doença e invalidez.
* Infantários e jardins de infância.
* Lares para estudantes.
* Formação em várias áreas, nomeadamente actividades ligadas ao serviço doméstico.
* Acção pastoral e apostólica.
Zita mostrou que todas as profissões são dignas e podem ser exercidas com alegria na graça de Deus. Que o seu exemplo nos ajude a reconhecer a dignidade de todos os seres humanos, independentemente da sua profissão ou posição social.
 
Oração
Escutai-nos Senhor, Pai Santo, Deus Eterno e Omnipotente; envia-nos o Teu santo anjo do céu para cuidar, alegrar, proteger, partilhar e defender aqueles que moram nesta casa. Por Cristo Nosso Senhor. Ámen.
(Oração tradicional)
 
 
No período da vida de Santa Zita (1218-1278) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Rudolf de Habsburg é eleito Imperador da Alemanha (1273); O imperador Frederico II lidera a V Cruzada (1217-1221); Expansão do Império Mongol sob o comando de Kublai Khan (1266); Filipe o Belo expulsa os judeus de França (1306).
 
Nossa Senhora de Monserrate
Padroeira da Catalunha

Nuestra Señora de Montserrat

Nuestra Señora de Montserrat

La montaña de Montserrat, en Cataluña, famosa entre las montañas por su rara configuración, ha sido desde tiempos remotos uno de los lugares escogidos por la Santísima Virgen para manifestar su maternal presencia entre los hombres. Bajo la advocación plurisecular de Santa María de Montserrat, la Madre de Dios y Madre de la Iglesia ha dispensado sus bendiciones sobre los devotos de todo el mundo que a Ella han acudido a través de los siglos. Pero su maternidad se ha dejado sentir más particularmente, desde los pequeños orígenes de la devoción y en todas las épocas de su desarrollo, sobre las tierras presididas por la montaña que levanta su extraordinaria mole en el mismo corazón geográfico de Cataluña. Con razón, pues, la Iglesia, por boca de León XIII, ratificando una realidad afirmada por la historia de numerosas generaciones, proclamó a Nuestra Señora de Montserrat como Patrona de las diócesis catalanas, señalando. asimismo una especial solemnidad litúrgica para honrar a la Santísima Virgen y darle gracias por todos sus beneficios bajo esta su peculiar advocación.  Aunque la devoción a la Virgen Santísima en Montserrat sea, con toda verosimilitud, bastante más antigua, consta, por lo menos, históricamente que en el siglo IX existía en la montaña una ermita dedicada a Santa María. El padre de la patria Wifredo el Velloso la cede, junto con otras tres ermitas de Montserrat, al monasterio de Santa María de Ripoll. Será un gran prelado de este monasterio, figura señera de la Iglesia de su tiempo, el abad Oliva, quien siglo y medio después, estableciendo una pequeña comunidad monástica junto a la ermita de Santa María, dará a la devoción el impulso que la habrá de llevar a la gran expansión futura.  El culto a Santa María en Montserrat queda concretado bien pronto en una imagen. La misma que veneramos hoy. La leyenda dice que San Lucas la labró con los instrumentos del taller de San José, teniendo como modelo a la misma Madre de Jesús, y que San Pedro la trasladó a Barcelona. Escondida por los cristianos, ante la invasión de los moros, en una cueva de la montaña de Montserrat, fue milagrosamente hallada en los primeros tiempos de la Reconquista y también maravillosamente dio origen a la iglesia y monasterio que se erigieron para cobijarla. En realidad, Santa María de Montserrat es una hermosa talla románica del siglo XII. Dorada y policromada, se presenta sentada sobre un pequeño trono en actitud hierática de realeza, teniendo al Niño sobre sus rodillas, protegido por su mano izquierda, mientras en la derecha sostiene una esfera. El Niño levanta la diestra en acto de bendecir y en su izquierda sostiene una piña. Rostro y manos de las dos figuras ofrecen la particularidad de su color negro, debido en buena parte, según opinión de los historiadores, al humo de las velas y lámparas ofrecidas por los devotos en el transcurso de varios siglos. Así es como la Virgen de Montserrat se cuenta entre las más señaladas Vírgenes negras y recibe de los devotos el apelativo cariñoso de Moreneta.  Presidida por esta imagen, la devoción a Santa María de Montserrat se extendió rápidamente por las tierras de Cataluña y, llevada por la fama de los milagros que se obraban en la montaña, alcanzó bien pronto a otros puntos de la Península y se divulgó por el centro de Europa. Las conquistas de la corona catalano-aragonesa la difunden hacia Oriente, estableciéndola sobre todo firmemente en Italia, en donde pasan de ciento cincuenta las iglesias y capillas que se dedicaron a la Virgen negra. Más tarde el descubrimiento de América y el apogeo del imperio hispánico la extienden y consolidan en el mundo entonces conocido. No sólo se dedican a Nuestra Señora de Montserrat las primeras iglesias del Nuevo Mundo, no sólo se multiplican allí los templos, altares, monasterios e incluso poblaciones a Ella dedicados, sino que la advocación mariana de la montaña sigue también los grandes caminos de Europa y llega, por ejemplo, hasta presidir la capilla palatina de la corte vienesa del emperador. Si para España, en los momentos de su plenitud histórica, la Virgen morena de Montserrat es la Virgen imperial que preside sus empresas y centra sus fervores marianos, la misma advocación de Santa María de Montserrat. se presenta en la historia de la piedad mariana como la primera advocación de origen geográfico que alcanza, con las proporciones de la época, un renombre universal.  Es interminable la sucesión de personalidades señaladas por la devoción a Santa María de Montserrat. Los santos la visitan en su santuario: San Juan de Mata, San Pedro Nolasco, San Raimundo de Peñafort, San Vicente Ferrer, San Luis Gonzaga, San Francisco de Borja, San José de Calasanz, San Benito Labre, el Beato Diego de Cádiz, San Antonio María Claret, y sobre todo San Ignacio de Loyola, convertido en capitán del espíritu a los pies de la Virgen negra. Los monarcas y los poderosos suben también a honrarla en su montaña: después del paso de todos los reyes de la corona catalano-aragonesa, con sus dignatarios y con sus casas nobles, el emperador Carlos V visita Montserrat no menos de nueve veces y Felipe II, igualmente devoto de Santa María, se complace en la conversación con sus monjes y sus ermitaños. Es conocida la muerte de ambos monarcas sosteniendo en su mano vacilante la vela bendecida de Nuestra Señora de Montserrat. Los papas se sienten atraídos por la fama de los milagros y el fervor de las multitudes y colman de privilegios al santuario y a su Cofradía. Esa agrupación devota, instituida ya en el siglo XIII para prolongar con sus vínculos espirituales la permanencia de los fieles en Montserrat, constituye uno de los principales medios para la difusión del culto a la Virgen negra de la montaña, hasta llegar a la recobrada pujanza de nuestros días. Las más diversas poblaciones tienen actualmente sus iglesias, capillas o altares dedicados a Nuestra Señora de Montserrat, desde Roma a Manila o Tokio, por ejemplo, pasando al azar por París, Lourdes, Buenos Aires, Jerusalén, Bombay, Nueva York, Florencia, Tánger, Praga, Montevideo o Viena. Los poetas y literatos de todos los tiempos forman también en la sucesión de devotos de Santa María de Montserrat: Alfonso el Sabio la dedica varias cantigas, el canciller de Ayala, Cervantes, Lope de Vega, Goethe, Schiller, Mistral, con los escritores catalanes en su totalidad, cantan las glorias de la Moreneta, de su santuario, de su montaña. Familias distinguidas y humildes devotos se honran en ofrecer sus donativos a la Virgen, para sostener la tradicional magnificencia de su culto, atendido desde los orígenes por los monjes benedictinos, y para cooperar al crecimiento y esplendor de la devoción. Es ésta una bella constante de la historia de Montserrat, desde las antiguas donaciones consignadas en los documentos más primitivos, pasando por el trono de catorce arrobas de plata ofrendado por la familia de los Cardona y el retablo policromado del altar mayor que costeó la munificencia de Felipe II, hasta el trono y la campana mayor de nuestros días, sufragados por fervorosa suscripción popular. También las familias devotas de todas las épocas han tenido un verdadero honor en que sus hijos consagraran los años de la niñez al servicio de Santa María, encuadrados en la famosa Escolanía o agrupación de niños cantores consagrados al culto, importante asimismo por la escuela tradicional de canto y composición que forman sus maestros, existente ya con seguridad en el siglo XIII y probablemente tan antigua como el santuario. Con sus actuaciones musicales, siempre tan admiradas, en la liturgia de Montserrat esos niños constituyen una de las notas más típicas e inseparables de la devoción a la Virgen negra, a cuya imagen aparecen íntimamente unidos en la realidad de su propia vida como en el sencillo simbolismo de las antiguas estampas y las modernas pinturas de Nuestra Señora de Montserrat.  A lo largo de más de mil años de historia, en el despliegue de un conjunto tan singular como el que forma la montaña con la ermita inicial, con el santuario y con el monasterio, la Santísima Virgen, en su advocación de Montserrat, ha recibido el culto de las generaciones y ha dispensado sus gracias, sensibles o tal vez ocultas, a quienes la han invocado con fervor. Hoy como nunca suben numerosas multitudes a Montserrat. Peregrinos en su mayoría, pero también no pocos movidos por respetuosa curiosidad. El lugar exige un viaje ex profeso, pero las estadísticas hablan de cifras que cada vez se acercan más al millón anual y que en un solo día pueden redondear fácilmente los diez o doce mil, con un porcentaje siempre acentuado de visitantes extranjeros. En Montserrat encuentran una montaña sorprendente, maravillosa por su configuración peculiar. Encuentran un santuario que les ofrece ciertos tesoros artísticos y humildes valores de espiritualidad humana y sobrenatural. Encuentran la magnificencia del culto litúrgico de la Iglesia, servido por una comunidad de más de ciento cincuenta monjes que consagran su vida a la búsqueda de Dios, a la asistencia de los mismos fieles, a la labor científica y cultural, a los trabajos artísticos. Hijos de San Benito, esos monjes oran, trabajan y se santifican santificando, esforzándose por corresponder a las justas exigencias del pueblo fiel, que confía en su intercesión y busca en ellos una orientación para la vida espiritual y también humana. Por su unión íntima con el monasterio, en fin, el santuario aparece caracterizado como el santuario del culto solemne, del canto de los monjes y especialmente de los niños; pero sobre todo como el santuario de la participación viva de los fieles en la liturgia, o, resumiendo la idea con frase expresiva, como el santuario del misal.  Todo esto encuentra el peregrino en Montserrat. Pero por encima de todas esas manifestaciones, y en el fondo de todas ellas, encuentra a la Santísima Virgen, la cual, como en tantos otros lugares de la tierra, aunque siempre con un matiz particular y distinto, ha querido hacerse presente en Montserrat.  En 1881 fue coronada canónicamente la imagen de Nuestra Señora de Montserrat. Era la primera en España que recibía esta distinción. El mismo León XIII la señalaba como Patrona de las diócesis catalanas y concedía a su culto una especial solemnidad con misa y oficio propios. Hasta entonces la fiesta principal del santuario había sido la de la Natividad de Nuestra Señora, el 8 de septiembre. En realidad, esta solemne fiesta no debía perder su tradicional significación. Todavía hoy conserva su carácter como de fiesta mayor, popular, del santuario. Pero una nueva festividad, con característica de patronal, venía a honrar expresamente a la Santísima Virgen en su advocación de Montserrat. Es la fiesta que no puede dejar de celebrar hoy todo buen devoto de la Virgen negra. Situada al principio como fiesta variable en el mes de abril, después de una breve fluctuación quedó fijada para el día 27. El misterio que la preside es el de la Visitación. En verdad, la Santísima Virgen visita en la montaña a los que acuden a venerarla y, como pide la oración de la solemnidad, les dispone para llegar a la Montaña que es Jesucristo.

Ântimo, Santo

Bispo e mártir (303)

Pedro Canísio, Santo
Doutor da Igreja (ver 21 de Dezembro)

 

Hosanna de Kotor, Beata
Abril 27 Dominica, Abril 27

Hosanna de Kotor, Beata

Hosanna de Kotor, Beata

Nacida en Montenegro, en el año 1493, en el seno de una familia ortodoxa griega, fue bautizada dentro de esa tradición con el nombre de Catalina (Catherine) Cosie. Ella era una pastorcita en su juventud, y aprovechaba su labor para pasar horas oración solitaria, es en esta época que comenzó a tener visiones del Niño Jesús. Cuando cumplió 12 años, sus visiones fueron seguidas por un fuerte deseo de viajar a Kotor, donde ella sentía que podría orar mucho mejor. Su madre le consiguió un trabajo como sirvienta de una católica muy adinerada, que le permitía pasar en la iglesia todo el tiempo que ella deseara, fue aquí donde Catalina se convirtió al Catolicismo Romano. Al final de su adolescencia ella sintió el llamado de llevar la vida dura y espiritual de un anacoreta. Aunque era muy joven para asumir esta vida, su director espiritual le facilitó una celda cerca de la iglesia de San Bartolomé en Kotor.  Luego ella se mudó a una celda en la iglesia de San Pablo, y tomó el habito terciario dominico cambiando su nombre a Hosanna en memoria a la beata Hosanna de Mantua, y vivió bajo la regla dominica los siguientes 52 años. Un grupo de hermanas dominicas se mudaron cerca de ella para seguir sus consejos y guía, pedirle oraciones. La consideraban su líder. Llegaron a ser tantas, que un convento dominico fue construido para ellas. Las visiones místicas no se detuvieron, ella veía a la Santísima Virgen con al Niño Jesús, varios santos y de vez en cuando al mismo demonio. Alguna vez Satanás tomó la apariencia de la Virgen, pero Hosanna se dio cuenta de quien era cuando le pidió que deje la vida religiosa. La tradición cuenta que cuando Kotor fue atacada por los turcos, lograron su liberación gracias a las oraciones de nuestra beata; también se cuenta que sus oraciones salvaron a Kotor de la plaga. Murió en el año 1565, y fue beatificada en el año 1934 durante del pontificado de S.S. Pío XI

Jaime de Bitetto, Beato
Abril 27 Franciscano, Abril 27

Jaime de Bitetto, Beato

Jaime de Bitetto, Beato

Clemente XI aprobó su culto. Nació en Dalmacia (de ahí el sobrenombre de Ilírico), más probablemente en Zara (según otros en Estridonio) hacia 1400, hijo de Leonardo y Beatriz Varinguer.  De unos veinte años de edad entró a la Orden de los Hermanos Menores en Zara, en calidad de hermano religioso. En 1438 acompañó a Italia a su provincial; al llegar a Bari, pidió y obtuvo el poder permanecer en dicha provincia.  Vivió doce años en diversos conventos y luego fue destinado a Bitetto, donde, salvo breves temporadas, permaneció hasta su muerte, por lo cual se le apoda también de Bitetto. Ejercitó principalmente el oficio de limosnero, y de esta forma ejerció un fructuoso apostolado; se distinguió por su caridad heroica durante la peste de 1482.  Obró prodigios, algunos de ellos un tanto extraños y dignos del mundo de las «Florecillas». Los habitantes de la Apulia del siglo XV, durante 40 años vieron y admiraron al humilde penitente fray Jaime recorrer sus caminos, tocar de puerta en puerta, para pedir la limosna en el nombre del Señor y dar a cambio una palabra de aliento que brotaba de su gran corazón rebosante de caridad divina.  Sólo Dios sabe cuánto bien hizo él con el buen ejemplo y con la palabra sencilla y persuasiva. El nombre de nuestro Beato ha permanecido ligado a la gruta de nuestra Señora llamada «La Bendita», no muy lejos del convento. Enamoradísimo de la celestial Madre, pasaba largas horas en oración ante la imagen de María; muchas veces fue visto arrobado en dulcísimos éxtasis. Dotado de espíritu profético, predijo muchas cosas que luego se cumplieron, entre ellas la curación o la muerte de personas enfermas que recurrían a él. Estos y muchos otros hechos prodigiosos glorificaron la santidad del humilde hermano limosnero y cocinero, quien en su vida nada buscó, nada pidió, nada amó sino a Dios. Era ya muy anciano y su cuerpo estaba desgastado por las prolongadas penitencias. En los últimos años tenía que ayudarse con el bastón para sostenerse en pie. Finalmente vino la hermana muerte a invitarlo al reposo eterno. Siempre había vivido en el silencio y en la humildad y así su muerte fue rodeada de oración y de silencio. Una antigua pintura lo representa recostado en la dura estera, rodeado de sus cohermanos y de los fieles llorando. El rostro del moribundo está rodeado de una misteriosa luz, el gozo de los santos en el acto solemne de recibir el premio eterno.  El Beato Jaime de Bitetto murió el 27 de abril de 1490. Tenía 90 años.

 María Antónia Bandrés y Elósegui, Beata
Abril 27 Religiosa, Abril 27

María Antonia Bandrés y Elósegui, Beata

María Antonia Bandrés y Elósegui, Beata

Nace en Tolosa (España) un 6 de marzo de 1898.  Su papá se llamaba Ramón Bandrés y su mamá Teresa Elósegui. Fue la segunda hija de los quince que tuvo el matrimonio.  Antonita sentía un amor entrañable hacia sus padres y hermanos, esto hizo que le costara mucho afectivamente la separación de los mismos al ingresar al noviciado, por eso se le escuchó decir: “Sólo por Dios los he dejado”.  En aquel hogar se vivía la fe y la caridad cristiana. Doña Teresa era una mujer ejemplar y santa, que supo ayudar a sus hijos a crecer en todo, pero especialmente en el amor a Dios, a María y a los más pobres y necesitados.  Su salud era un poco débil. Sus padres tuvieron con ella cuidados especiales. La debilidad y el excesivo celo de los suyos, ayudaron a acentuar en aquella niña un carácter sensible hasta la susceptibilidad, que en los primeros años llegó a preocupar a doña Teresa: “¡Qué chiquilla más fastidiosa! ¡Cuánto vas a sufrir con ese carácter!”. Y sufrió sí, pero sin que la sonrisa, aunque teñida a veces de melancolía, se borrara de sus labios.  Cursó sus estudios en el colegio de San José (Tolosa), el mismo fue fundado por la Madre Cándida y allí mismo conoció a la encantadora Antonita, todavía casi niña. Cautivada por su mirada profunda y transparente, profetizó la Madre Cándida: “Tú serás Hija de Jesús”.  Sin duda estas palabras se grabaron con anhelo de respuesta fiel en su corazón, que ya quería ser sólo de Jesús. El amor a la Virgen, que había germinado en los brazos de su madre, floreció espléndido en el colegio, ya que el mismo está marcado por la advocación de la Virgen del Amor Hermoso. Y María Antonia Bandrés fue congregante mariana por méritos de conducta y aplicación.  Su amor a los pobres y necesitados Con ellos compartía de niña sus ahorros y todo lo que tenía, pero supo siempre hacer las obras de misericordia con sencillez y naturalidad para que nadie se sintiera herido. Para Antonita seguir a Jesucristo y estar cerca de los pobres eran una misma cosa. Lo había aprendido de sus padres que le enseñaron que el amor a los otros era un deber. Primero los visitaba con su madre, luego –catorce o quince años– iba a su encuentro sólo con la sencillez y humildad que la caracterizaban.  A veces cuando el lugar o la persona visitada podían suponer algún riesgo, le acompañaba Francisca, una empleada de la casa, cómplice en la caridad y en el silencio con que María Antonia actuaba en estas situaciones difíciles: Aquella viejecita de la chabola, que respondía con gritos y mal humor a su ternura; el marido amenazante, que se calmaba sólo cuando “la señorita” lo esperaba en su propia casa para evitar el terror de los niños; las obreras del sindicato, para quienes ella era “distinta de las demás, aunque todas buenas”; lugares, personas en los que el paso de María Antonia dejó huella.  Su llamada La llamada a ser Hija de Jesús encontró su corazón bien dispuesto. La decisión estaba tomada. El realizarla costaría mucho, pero había de llegar a término seguro: “Es preciso llegar a la cumbre”. E inició María Antonia aquella subida, que nunca tuvo retrocesos. Las piedras del camino fueron hiriendo sus pies sin que jamás se detuviera a vendar las heridas. Era natural sufrir por Jesús, “que tanto sufrió por nosotros”. Tener algo que ofrecerle, era una compensación a sus deseos de darse toda, porque “de hacerlo, hacerlo entero”. Movida por un impulso del Espíritu Santo, ofreció a Dios su vida por quien había sido su padrino de bautismo, el querido tío Antón. El le manifestó su desacuerdo cuando ella se marchó al Noviciado, por tener una postura más agnóstica, pero comprendió luego el gesto misericordioso de su ahijada y descubrió tras él la misericordia del Padre, que lo acogió en sus brazos en un día de gracia y de perdón, bajo la mirada maternal de la Virgen de Aranzazu. Para sus últimos instantes, le estaban reservadas las gracias de la paz y la consolación verdaderas: “¿Esto es morir? ¡Qué dulce es morir en la vida religiosa! Siento que la Virgen está a mi lado, que Jesús me ama y yo lo amo…” Entro al Reino Celestial el 27 de abril de 1919, y fue beatificada por S.S. Juan Pablo II el 12 de mayo de 1996.

Nicolás Roland, Beato
Abril 27 Presbítero y Fundador, 27 de abril

Nicolás Roland, Beato

Nicolás Roland, Beato

Martirologio Romano: En Reims, en Francia, beato Nicolás Roland, presbítero, que, preocupado por la formación cristiana de la infancia, estableció escuelas para las niñas pobres, entonces excluidas de cualquier forma de instrucción, y fundó la Institución de Hermanas del Niño Jesús. († 1678) Fecha de beatificación: 16 de octubre de 1994, por el Papa Juan Pablo II. Es el tercer componente de aquel fantástico trío de grandes educadores y fundadores, que a través de sus obras iluminaron, junto a otros santos, la Francia en los “seicientos”, y que han sido elevados al honor de los altares; ellos son: San Juan Bautista de La Salle (1651-1719), fundador de los “Hermanos de las Escuelas Cristianas”, el beato Nicolás Barré (1621-1686), fundador de las "Escuelas de Caridad", luego Hermanas Maestras del Niño Jesús y el beato Nicola Roland, fundador de las Hermanas del Santo Niño Jesús de Reims, de que hablaremos en este artículo.  El Beato Nicolás Roland nació en Reims, Francia, el 8 de diciembre de 1642, fue el hijo mayor del comerciante Juan Bautista Roland y Nicole Beuvelet, la familia también tuvo a la pequeña Adrienne, la única que quedaba de los cinco hijos de la primera boda de su padre, viudo de María Favart.  Nicola fue confiado a una nodriza muy religiosa; dotado de gran inteligencia alrededor de los cinco años aprendió a leer; en 1650, a los ocho años, comenzó a asistir a las «pequeñas escuelas», finalizando sus estudios en 1658 en el colegio de los Jesuitas de Reims. De aspecto agradable, no tardó en introducirse en la vida mundana de la burguesía, participando con placer en entretenimientos y diversiones; después de una aparente desilusión amorosa, comenzó a viajar por toda Francia, para ganar experiencia laboral.  Al término de aquel período de incertidumbre sobre su futuro, decidió dedicarse a la vida eclesiástica, por lo que en 1660 se trasladó a París, alojándose en casa de un artesano en una zona popular, para poder asistir a los dos años de filosofía necesarios para ser admitido en el bienio de teología.  En París frecuentó los entornos más fervorosos, poniéndose en contacto con asociaciones católicas activas en lo social: los “Amigos de padre Bagot”, los fundadores de la Sociedad de las Misiones Extranjeras, practica en los Retiros en Bons Enfant de San Vicente de Paúl (1581 -1660); asiste al Seminario de San Sulpicio fundado por el Siervo de Dios Jean-Jacques Olier (1608 -1657), y también al de San Nicolás del Chardonnet; al finalizar sus estudios obtuvo el doctorado en teología.  Recibe el diaconado en 1664, y es revestido del hábito eclesiástico y la ordenación sacerdotal en fecha que no se ha podido determinar, pero se sabe que el 3 de marzo de 1665 fue nombrado canónico teologal, es decir predicador en la catedral de Reims, no perdiendo jamás sus contactos en París, ciudad a la que regresó con frecuencia.  Su frecuente visita a los parisienses Institutos de los Lazaristas (Congregación de la Misión de San Vicente de Paúl), Sulpicianos y Misiones Extranjeras, hicieron crecer en él la obligación de buscar y concretar nuevas propuestas que tuvieran como centro la población más repudiada y la infancia abandonada, todos ellos necesitados de actividades caritativas, apoyo y educación. Después de un paréntesis por la peste que asoló Reims en el verano de 1668, el Padre Nicolás Roland continuó con sus actividades como predicador de la Catedral organizando conferencias para el clero, además se dedicó a misiones en el campo, trasladándose normalmente a pie, y haciendo frente a la fatiga, dificultades y peligros.  A lo largo de su vida fue director espiritual de laicos de toda condición social e incluso de personas consagradas, entre ellas de San Juan Bautista de La Salle. En 1670 predicó la Cuaresma en Rouen y esto fue de gran importancia en su vida, aquí conoció al sacerdote de Saint-Amand, Antoine de La Haya, hombre de grandes virtudes; el contacto con él le llevó a penetrar más profundamente en la vida espiritual y lo llevó a descubrir la importancia del papel de las escuela en la difusión de la fe católica.  En Rouen también conoció al Beato Nicolás Barré y el grupo de hombres y mujeres dedicados a las escuelas gratuitas, esta fue una experiencia decisiva, el padre de Roland dijo: "Estoy decidido a trabajar para establecer escuelas gratuitas para la educación de los niñas".  Retornó a Reims, done ya se ocupaba en ayudar a los enfermos en el Hôtel-Dieu, y desde 1670, también a un orfanato. Empezó a considerar el poner en práctica la idea de una comunidad similar a la de Rouen; le escribió al padre Barré y consiguió que este le envíe dos hermanas de Rouen, para dirigir el orfanato que había sido trasladado a un nuevo edificio más grande y además para instituir escuelas populares en todos los distritos de Reims. El 27 de diciembre de 1670, llegaron las Hermanas Francisca Duval y Anne Le Coeur, que prácticamente pusieron las raíces de una pequeña nueva congregación, el padre Roland celebró el 8 de enero de 1671 la primera misa en el nuevo orfanato dedicado al "Santo Niño Jesús”, más tarde se abrieron algunas aulas para la educación de las pequeñas.  En 1672 conoció a San Juan Bautista de La Salle, futuro fundador de los Hermanos de las Escuelas Cristianas, a quien quiso convencerlo, sin lograrlo, de renunciar a la canonjía para tomar la administración de una parroquia.  Mientras tanto las hermanas crecieron en número y el padre Roland fue a París para despachar las prácticas, para que el grupo fuera el principio de una nueva Congregación entregada a la instrucción de la infancia sobre la estela de la de Rouen; regresó a Reims el 7 de abril de 1678, Jueves Santo; el 19 de abril cayó gravemente enfermo, tanto que el 23 ante la presencia de notarios, dictó su minucioso testamento, cuyo ejecutorios debían de ser el diácono Nicolás Rogier y el canónigo Juan Bautista de La Salle.  A esta último, Roland le pidió ser el sucesor de sus obras y completar la organización de la Congregación de Hermanas del Santo Niño Jesús, que él había fundado en Reims en la línea de aquella de Rouen, pero con una característica especial, como afirma en sus escritos, especialmente en el “Avis aux régulières” (opinión a los regulares).  De La Salle, aunque no se sentía atraído por esta forma de apostolado, aceptó la petición de su amigo Roland en su lecho de muerte, del orfanato dijo: "Es obra de Dios; la cuidará cuando yo ya no pueda ocuparme de ella".  Después de recibir los últimos Sacramentos, rodeado de los canónigos que acudieron a ayudarle, Nicolás Roland murió en paz el 27 de abril de 1678, con apenas 36 años, fue enterrado en la cripta de la capilla de las Hermanas del Santo Niño Jesús de Reims.  Juan Bautista de La Salle, de inmediato se puso a trabajar en lo que se le había pedido, y el 9 de mayo de 1678 recibió la aprobación temporal de las reglas o constituciones, preparadas sumariamente por el padre Roland, mismas que recibieron su aprobación definitiva el 12 de noviembre de 1683 y así las Hermanas pudieron emitir por primera vez sus votos el 8 de febrero de 1684. Por otra parte s. Juan Bautista de La Salle, que había entendido las profundas ideas de Nicolás Roland, queriendo crear para los niños el equivalente de las escuelas de las niñas, fundó el “Instituto de los Hermanos de las Escuelas Cristianas".  En este contexto, Nicolás Roland aparece como uno de los principales precursores del apostolado del siglo XVII, en el campo de la educación elemental y la catequesis, pero extrañamente su nombre sigue siendo poco conocido hasta hoy, su primera "Vida" escrita por A. Hammesse apareció recién en 1888 pero desde entonces el interés en conocerlo más no ha disminuido. Tampoco su causa de beatificación, introducida en el 1942, estuvo libre de obstáculos y largo silencio. Fue beatificado 16 de octubre de 1994 en Roma por el Papa Juan Pablo II, su fiesta litúrgica es 27 de abril. Reproducido con autorización de Santiebeati.it responsable de la traducción: Xavier Villalta

27 aprile

90558 > Beato Adelelmo (Adelermo, Adelino) di Le Mans 27 aprile
90766 >
Beata Caterina da Montenegro (Osanna di Cattaro) Domenicana 27 aprile MR
90858 >
Beato Giacomo da Bitetto Francescano 27 aprile MR
51040 >
San Giovanni di Catari Abate 27 aprile MR
51000 >
San Liberale 27 aprile MR
51070 >
San Lorenzo Nguyen Van Huong Sacerdote e martire 27 aprile MR
92204 >
Beata Maria Antonia Bandrés y Elósegui Religiosa 27 aprile MR
51030 >
San Mawgan (o Magaldo) Vescovo 27 aprile MR
92547 >
Beato Nicola Roland Fondatore 27 aprile MR
51075 >
San Pietro Armengol Mercedario 27 aprile MR
51010 >
San Pollione di Cibali Martire 27 aprile MR
92549 >
San Raffaele Arnaiz Baron Religioso trappista 27 aprile MR
41450 >
San Simeone di Gerusalemme Vescovo e martire 27 aprile MR
51020 >
San Teodoro Abate 27 aprile MR
92001 >
Beato Umberto di Miribel Vescovo di Valence 27 aprile
32050 >
Santa Zita (Cita) Vergine 27 aprile MR


 

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (Zita, Santoa )Estrela
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  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
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