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sábado, 28 de abril de 2012

Nº 1269 - 2ª Página - CARTAS DE S. PAULO (AOS ROMANOS-3) - 28 DE ABRIL DE 2012

 
 
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Nº 1269-2ª Página
 
CARTAS DE S. PAULO
 
 
 
CARTA AOS ROMANOS
 
INTRODUÇÃO - 3
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Resposta a possíveis objecções – Qual é, então, a vantagem do judeu? Ou qual é a utilidade da circuncisão? É grande, sob qualquer aspecto. Principalmente porque lhe foram confiados os oráculos de Deus. Que importa se alguns deles não creram? Acaso a sua incredulidade destruirá a fidelidade de Deus? De modo algum. Deus é verdadeiro e todo o homem é mentiroso, como está escrito: «Para que sejas tido por justo nas tuas palavras e venças quando fores julgado». Se, porém, a nossa injustiça faz brilhar a justiça de Deus, que diremos? Não será Deus injusto ao fulminar a Sua ira? – Falo como homem. De maneira alguma. Se assim  fosse, como poderia Deus julgar o mundo? Mas, se a verdade de Deus, pela minha mentira, sobressai para glória Sua, porque sou eu julgado como pecador? Entãocomo dizem caluniosamente de nós e como alguns afirmam que nós dizemosnão deveríamos praticar o mal para vir o bem? Desses, é justo a condenação.
 
Conclusão – Todos são pecadores Que diremos pois? Temos vantagem sobre eles? Não inteiramente, pois já antes demonstramos que judeus e gregos estão sujeitos ao pecado, como está escrito:
 
«Não há nenhum justo, nem um sequer, não há quem tenha senso, não há quem busque a Deus; Todos se extraviaram, juntamente se perverteram; não há quem faça o bem, nem um sequer! Sepulcro aberto é a sua garganta, com as suas línguas tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo dos seus lábios a boca deles está cheia de maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar o sangue; ruína e desventura se encontram nos seus caminhos. E não conheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante dos seus olhos».
 
Ora, nós sabemos que tudo o que a leio diz, di-lo aos que estão debaixo da lei, para que toda a boca esteja fechada e todo o mundo se considere culpado diante de Deus, porque pelas boas obras da lei não será justificada diante d’Ele criatura alguma, porque pela lei é que vem o conhecimento do pecado.
 
I  -  SÓ POR CRISTO PODEMOS SER SALVOS
 
A misericordiosa intervenção de Deus – Mas, agora, é sem lei que está manifestada a justiça de Deus testificada pela Lei e pelos profetas, justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes, pois não há distinção. Todos pecaram e estão privados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, por meio da redenção que se realiza em Jesus Cristo, que Deus apresentou como vítima de propiciação, pelo Seu próprio sangue, mediante a fé, a fim de se manifestar a Sua justiça, pela remissão dos delitos passados, suportados por Deus, a fim de manifestar a Sua justiça no tempo presente, de maneira a ser reconhecido justo e justificador daquele que tem fé em Jesus Cristo. Onde está, pois, o motivo para alguém se gloriar? Ficou excluído. E por que lei? Pela das obras? Não, pela lei da fé. Porquanto julgamos que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei. Porventura Deus só é dos judeus? Não o é também dos gentios? Sim, também dos gentios, pois há um só Deus, que justificará pela fé os circuncisos e que também pela fé justificará os incircuncisos. Anulamos, pois, a lei com a fé? De modo algum! Antes a confirmamos.
  
 
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Amanhã, dia 29/4/12, se Deus o permitir, prosseguirei a transcrição das CARTAS DE S. PAULO, com o nº 4 da Carta aos Romanos.

António Fonseca

Nº 1269-1ª Página - (114/2012) - SANTOS DO DIA - SÁBADO - 4ºANO

Nº 1269 – 1ª Página – 2012
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A Terra vista da Lua
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28 DE ABRIL DE 2012

Sábado

Luís Maria Grignion de Montfort, Santo

Fundador 

Luis María Grignion de Montfort, Santo

Luis María Grignion de Montfort, Santo

El santo de la verdadera devoción Mariana

La Divina Providencia preparó a este gran santo y lo dio al mundo al final del S. XVII hasta apenas comenzado el XVIII. Nacido en 1673 en Francia, recibe su educación en uno de los Colegios de la Compañía de Jesús y en 1700 se ordena sacerdote. Morirá en 1716, habiendo realizado en tan corta carrera cantidad de misiones populares, echado los cimientos de dos congregaciones religiosas (que no llegó a ver en vida), restaurado templos de la Virgen ruinosos o abandonados y, sobre todo, arrancando las almas de las garras del jansenismo para devolverlas al amor ardiente de Dios, mediante la contemplación tierna de Jesús Crucificado y la verdadera devoción a María Santísima. El jansenismo apartaba a las almas de la intimidad con Dios, de la relación sencilla y confiada característica del espíritu de filiación que es fruto del Espíritu Santo y la presencia de María en la vida del cristiano, acentuando en forma desmedida la Majestad y Santidad Infinita de Dios y nuestra indignidad.  De ahí la obsesión por interminables preparaciones, exámenes de conciencia más que escrupulosos, vueltas y revueltas sobre sí mismo, como si uno tuviera que lograr cierto grado de perfección previa para recibir los Sacramentos... ¡que son los que, en realidad, nos curan y nos perfeccionan..! La gracia sería (dentro de este esquema), más bien un premio al propio esfuerzo, tal como Jesús nos lo ilustra en la parábola del fariseo y el publicano, que muchos no comprenden todavía... Y aún nosotros mismos, cada vez que tememos acercarnos al sacramento de la Confesión ‘’porque tengo demasiadas culpas...’’. ¿Y para qué está el Sacramento? Precisamente porque tenemos demasiadas culpas, necesitamos confesarnos con frecuencia y comulgar, porque sólo Jesucristo nos lava de nuestras culpas y nos fortalece para que las recaídas se vayan extinguiendo, poco a poco. Luis María Grignion de Montfort reacciona con santa violencia ante el estrago que semejante postura causaba dentro de la Iglesia en ese momento, y ante la difusión de una falsa sabiduría en el ambiente intelectual cristiano, que desdibuja la radicalidad del Evangelio y huye del Camino de la Cruz. Tanto en sus misiones populares como en sus escritos, planta firmemente a Cristo Crucificado (cumbre de la verdadera sabiduría, la sabiduría Divina), y la devoción a María como medio insustituible y necesario para que Cristo se forme realmente en cada alma bautizada. El desarrollo de estas ideas lo realiza en su primera obra: ‘’El Amor de la Sabiduría Eterna’’ (1703-1704). El capítulo XVII de este libro es ya un anticipo de lo que explicará largamente acerca del papel de María Santísima en nuestra santificación, en el célebre ‘’Tratado de la Verdadera Devoción a la Santísima Virgen’’ (1712, aprox.). Valiosísimos consejos de orden práctico para vivir la dependencia total de María nos son dados en su otra obra: ‘’El Secreto de María’’, como resumen y complemento del ‘’Tratado...’’. El Hijo de Dios, 2da. Persona de la Santísima Trinidad (o también ‘’Verbo’’, o ‘’Sabiduría Eterna’’), ha querido salvarnos y glorificar al Padre haciéndose hombre y muriendo en la Cruz. Y todo esto lo realizó Por María, Con María, En María y Para María, porque a Ella se entregó primero y para Ella en primer lugar derramó su Sangre Preciosa. No ha querido venir a nosotros directamente, sino a través de María. Y así lo sigue haciendo, porque ha hecho de su Madre verdadera Madre nuestra, ‘’Mater Gratiae’’, Madre de la Gracia en nuestras almas. El Espíritu Santo realiza cada día el milagro de formar a Cristo en el bautizado en unión con María, tal como lo hizo desde el principio.  ¿Quieres saber más? Consulta corazones.org

  COMPLEMENTO

Luís Maria Grignion nasceu no seio duma família de poucos recursos.  Dotado de uma enorme espiritualidade, professava uma devoção tão intensa pela Virgem que adoptou o nome de Maria na sua confirmação. Decidiu seguir a carreira sacerdotal em Paris, depois de estudar vários anos com os Jesuítas, em Rennes. O seu desejo de se entregar a Deus e servir os necessitados era tal que, em 1692, percorreu 150 Kms a pé – de Rennes a Paris – e durante o trajecto deu todo o dinheiro que possuía aos pobres, trocou as suas roupas pelos farrapos de um mendigo e dormiu debaixo das pontes que ia encontrando pelo caminho. Enquanto estudava Teologia, dormiu em albergues com condições de higiene precárias porque não tinha dinheiro  para se hospedar no seminário de São Sulpício. Em 1700 foi ordenado sacerdote.
Difícil ministério – Trabalhou em hospitais para pobres em Poitiers e em Paris, mas as autoridades opuseram-se às suas reformas e pediram-lhe que renunciasse. Mais tarde, pregou com grande êxito na região de Poitiers, onde o seu estilo despertou tanta controvérsia entre os membros conservadores do clero que o Bispo lhe ordenou que modificasse a sua forma de actuação. Tempos depois partiu para Roma, a fim de pedir conselho ao Papa Clemente XI.
Missionário apostólico – Este ficou muito bem impressionado com o seu entusiasmo e enviou-o para França com o título de “missionário apostólico”. Ignorando as críticas, pregou em  igrejas, praças e asilos de pobres, exortando as pessoas a rezarem o terço. Escreveu um livro, tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem, e fundou duas congregações religiosas: a Companhia de Maria, para obras missionárias, e as Irmãs da Sabedoria, para dirigir escolas para pobres. Ambos os grupos prosseguem a sua obra evangelizadora.
No seu rasto
Luís dedicou-se aos pobres com coragem e determinação.
Os Missionários Monfortinos seguem hoje os passos de S. Luís ministrando aos pobres de todo o mundo. A Companhia de Maria, o nome oficial dos Missionários Monfortinos, é uma congregação dedicada ao serviço de Deus e profundamente inspirada em Maria, Mãe de Jesus. Hoje tem Padres e irmãos em mais de 30 países. A total consagração a Jesus através de Maria é a mais importante característica da sua inspiração mariana. Em Portugal, os Missionários Monfortinos têm, uma residência em Fátima, perto do Santuário, e noutras localidades. São hoje em número reduzido,  trabalhando fundamentalmente em paróquias. Também estiveram presentes durante muitos anos em Moçambique, mas as turbulências da guerra civil acabaram por reduzir o seu número, havendo hoje unicamente um missionário nesse país. Rezemos pelos missionários, para que sejam  perseverantes na sua missão de espalhar o reino de Deus por toda a terra.
 
 
Oração
Senhor, permiti que eu continue a agir correctamente apesar das críticas dos outros. Ensinai-me a permanecer firme em relação ao que eu creio estar certo ou errado. Dai-me, peço-Vos, coragem e sabedoria para cumprir as tarefas que me são exigidas para levar uma vida pura e santa. Ámen.
(Oração contemporânea)
 
 
No período da vida de Luis María Grignion de Montfort, Santo (1673-1716) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Behring cruza o estreito entre a Rússia e o Alasca (1728); Isaac Newton divulga as leis da gravidade (1665); Tratado de Metwen entre Portugal e a Inglaterra (1703); Epidemia de varíola em Berlim (1740). 
 
Pedro Maria Chanel, Santo

Sacerdote e Mártir

Pedro Chanel, Santo

Pedro Chanel, Santo

Futuna es una pequeña “expresión geográfica”, una de las islas Fiji, señalada en los mapas con un punto entre el ecuador y el trópico de Capricornio en el inmenso océano Pacífico. Hoy es una posesión francesa, meta de turistas amantes de lo exótico. Los habitantes son católicos y viven una vida pacífica. Pero hace 140 años, precisamente el 12 de noviembre de 1837, cuando desembarcó allí el misionero marista Pedro Chanel, junto con un compañero laico, la isla estaba dividida por dos tribus continuamente en guerra.  Sólo la valentía y la caridad de un hombre de Dios podían escoger esta meta con todos los riesgos que conllevaba. En efecto, Pedro Chanel concluyó aquí su aventura de evangelizador, asesinado a golpes de garrote y hacha el 28 de abril de 1841 por el yerno del jefe de la tribu Musumusu, enfurecido porque entre los convertidos al cristianismo se encontraban algunos miembros de su familia.  Pedro Chanel había nacido en Cuet (Francia) el 12 de julio de 1803. A los doce años, por invitación del celoso párroco Trompier, comenzó los estudios sacerdotales, y en 1824 entró al seminario mayor de Bourg, en donde tres años después fue ordenado sacerdote.  Hubiera querido ir inmediatamente a tierra de misión, pero el ordinario del lugar tenía mucha necesidad de sacerdotes. Fue coadjutor en Amberieu y en Gex, en donde se unió a un grupo de sacerdotes diocesanos, los maristas, que en el mismo ámbito parroquial vivían el ideal misionero bajo la guía del Padre Colin. La Sociedad de María, aprobada por el Papa en 1836, contó entre sus primeros miembros al Padre Chanel, que ese mismo año se embarcó en Le Havre hacia Valparaíso, con destino a Oceanía. Cuando la nave llegó a Futuna, se invitó al Padre Chanel a permanecer ahí con el compañero laico Nicezio, que tenía veinte años.  Fue lenta y paciente la tarea de penetración en el pequeño mundo de esa gente tan distinta en costumbres de vida y en mentalidad. Pero el anuncio del Evangelio fue calando en las jóvenes generaciones. Este éxito suscitó al mismo tiempo la hostilidad de las viejas generaciones. El tributo de sangre de Pedro Chanel fue el precio para abrir finalmente las puertas a la evangelización de toda la isla. El nuevo mártir cristiano, beatificado el 7 de noviembre de 1889, fue canonizado el 12 de junio de 1954 y declarado patrono de Oceanía.

  COMPLEMENTO

O quinto de 8 filhos de uma família de agricultores. Pierre Louis-Marie Chanel aprendeu cedo a dar valor ao trabalho duro. Era uma criança inteligente e séria e estudou numa pequena escola dirigida por um padre da zona. Continuou a sua educação no seminário onde foi ordenado sacerdote em 1827. Enquanto servia como pároco, sentia-se cada vez mais atraído pela ideia de ser missionário. Em 1831, ingressou na Sociedade de Maria, ou Maristas, uma nova ordem que se dedicava às Missões. O seu sonho de se tornar missionário foi adiado ao ser nomeado professor no seminário onde estudara. Em 1836, Pedro recebeu a missão que esperava. Pouco tempo depois, ele e 7 outros missionários partiram para as Ilhas do Sul do Pacifico.
Uma missão perigosa – A missão de Pedro estava situada em Fortuna, uma ilha onde nunca tinha estado um sacerdote. Os nativos que adoravam ídolos e praticavam o canibalismo. Trataram Pedro e os seus 2 ajudantes com desconfiança. Mas Pedro trabalhou sem descanso para aprender a língua, auxiliou os doentes e baptizou os moribundos. Tornou-se conhecido como o “homem de coração bondoso” e acabou por ganhar o respeito do Rei local. No entanto, com  o crescimento da influência de Pedro o rei começou a considerá-lo uma ameaça à sua autoridade. O medo do Cristianismo chegou ao auge quando o filho do rei pediu autorização para ser baptizado. Enfurecido, o rei ordenou que Pedro fosse executado. O missionário foi rodeado por um grupo de gente e morto com um  machado. Firme na sua Fé, conta-se que Pedro repetiu a frase “por mim está bem” durante o ataque.
No seu rasto
Zita dedicou muito do seu tempo a ajudar o próximo, em especial os outros criados.
O seu legado continua hoje e inspirou a Obra de Santa Zita, que dá apoio às empregadas domésticas. Esta obra foi fundada por Monsenhor Joaquim Alves Brás em 1932 e espalhou-se por todo o país. O seu objectivo é promover o desenvolvimento integral da pessoa, em especial das empregadas domésticas. As actividades da obra de Santa Zita centram-se nas seguintes áreas:
* Assistência em situações de necessidade, como o desemprego, doença e invalidez.
* Infantários e jardins de infância.
* Lares para estudantes.
* Formação em várias áreas, nomeadamente actividades ligadas ao serviço doméstico.
* Acção pastoral e apostólica.
Zita mostrou que todas as profissões são dignas e podem ser exercidas com alegria na graça de Deus. Que o seu exemplo nos ajude a reconhecer a dignidade de todos os seres humanos, independentemente da sua profissão ou posição social.
 
Oração
Escutai-nos Senhor, Pai Santo, Deus Eterno e Omnipotente; envia-nos o Teu santo anjo do céu para cuidar, alegrar, proteger, partilhar e defender aqueles que moram nesta casa. Por Cristo Nosso Senhor. Ámen.
(Oração tradicional)
 
 
No período da vida de Santa Zita (1218-1278) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Rudolf de Habsburg é eleito Imperador da Alemanha (1273); O imperador Frederico II lidera a V Cruzada (1217-1221); Expansão do Império Mongol sob o comando de Kublai Khan (1266); Filipe o Belo expulsa os judeus de França (1306).
 
Santa Teodora e São Dídimo

Mártires en Alejandría

Teodora y Didimo o Dimas, Santos

Teodora y Didimo o Dimas, Santos

Etimológicamente significa “don de Dios” y “ doble, gemelo, compañero”. Vienen de la lengua griega.¿Hijos pródigos? ¡Todos lo somos! Desde el fondo de tus servidumbre, volviéndote hacia él, no habrá más amargura en tu rostro. Su perdón se convierte en tu propio canto. Abandonarse a Cristo, darle la confianza, perdonar, todo es lo mismo, un mismo soplo de vida.Los dos murieron mártires en Alejandría en el año 304. Teodora quería mantenerse virgen. Pero las intenciones del gobernador no eran las mismas. Le concedió tres días de reflexión antes de que fuera condenada a vivir en una casa de prostitución. El gobernador le dijo:” ¿Ignoras que por voluntad del emperador las vírgenes consagradas que rehusan hacer sacrificios a los dioses, pueden ser deshonradas?. Lo sé, respondió Teodora, pero nunca haré sacrificios a los dioses. Te ruego que no deshonres a tu familia.  Ella se mantuvo firme en su decisión. Un soldado, Dídimo, que había estado en la audiencia con el gobernador, fue a decirle: “Yo soy el primero”.  Una vez que estuvieron solos, él le dio su uniforme de soldado y ella le entregó su velo. Así pudo escaparse. Los dos fueron perseguidos hasta que los encontraron. San Ambrosio de Milán cuenta que Teodora se presentó al tribunal para salvar a Dimas. Pero la suerte ya estaba echada. Los dos murieron martirizados por el terrible emperador Diocleciano. Se abandonaron a Cristo y, desde él, sacaron la fuerza necesaria para morir por la fe. ¡Felicidades a quienes lleven estos nombres!

  Gianna Beretta Molla, Santa
Abril 28 Médico, esposa y madre de familia, 28 de abril

Gianna Beretta Molla, Santa

Gianna Beretta Molla, Santa

Martirologio Romano: En Magenta, localidad cercana a Milán, en Italia, santa Juana Beretta Molla, madre de familia, que, esperando un hijo, no dudó en anteponer con amor la vida de la criatura a la suya propia. (1962) Fecha de canonización: 16 de mayo de 2004, por el Papa Juan Pablo II.  Gianna Beretta nació en Magenta (provincia de Milán) el día 4 de octubre de 1922. Desde su tierna infancia, acoge el don de la fe y la educación cristiana que recibe de sus padres. Considera la vida como un don maravilloso de Dios, confiándose plenamente a la Providencia, y convencida de la necesidad y de la eficacia de la oración. Durante los años de Liceo y de Universidad, en los que se dedica con diligencia a los estudios, traduce su fe en fruto generoso de apostolado en la Acción católica y en la Sociedad de San Vicente de Paúl, dedicándose a los jóvenes y al servicio caritativo con los ancianos y necesitados. Habiendo obtenido el título de Doctor en Medicina y Cirugía en 1949 en la Universidad de Pavía, abre en 1950 un ambulatorio de consulta en Mésero, municipio vecino a Magenta. En 1952 se especializa en Pediatría en la Universidad de Milán. En la práctica de la medicina, presta una atención particular a las madres, a los niños, a los ancianos y a los pobres. Su trabajo profesional, que considera como una «misión», no le impide el dedicarse más y más a la Acción católica, intensificando su apostolado entre las jovencitas. Se dedica también a sus deportes favoritos, el esquí y el alpinismo, encontrando en ellos una ocasión para expresar su alegría de vivir, recreándose ante el encanto de la creación. Se interroga sobre su porvenir, reza y pide oraciones, para conocer la voluntad de Dios. Llega a la conclusión de que Dios la llama al matrimonio. Llena de entusiasmo, se entrega a esta vocación, con voluntad firme y decidida de formar una familia verdaderamente cristiana. Conoce al ingeniero Pietro Molla. Comienza el período de noviazgo, tiempo de gozo y alegría, de profundización en la vida espiritual, de oración y de acción de gracias al Señor. El día 24 de septiembre de 1955, Gianna y Pietro contraen matrimonio en Magenta, en la Basílica de S. Martín. Los nuevos esposos se sienten felices. En noviembre de 1956, Gianna da a luz a su primer hijo, Pierluigi. En diciembre de 1957 viene al mundo Mariolina y en julio de 1959, Laura. Gianna armoniza, con simplicidad y equilibrio, los deberes de madre, de esposa, de médico y la alegría de vivir. En septiembre de 1961, al cumplirse el segundo mes de embarazo, es presa del sufrimiento. El diagnóstico: un tumor en el útero. Se hace necesaria una intervención quirúrgica. Antes de ser intervenida, suplica al cirujano que salve, a toda costa, la vida que lleva en su seno, y se confía a la oración y a la Providencia. Se salva la vida de la criatura. Ella da gracias al Señor y pasa los siete meses antes del parto con incomparable fuerza de ánimo y con plena dedicación a sus deberes de madre y de médico. Se estremece al pensar que la criatura pueda nacer enferma, y pide al Señor que no suceda tal cosa. Algunos días antes del parto, confiando siempre en la Providencia, está dispuesta a dar su vida para salvar la de la criatura: «Si hay que decidir entre mi vida y la del niño, no dudéis; elegid -lo exijo- la suya. Salvadlo». La mañana del 21 de abril de 1962 da a luz a Gianna Emanuela.

Gianna Beretta Molla, Santa

Gianna Beretta Molla, Santa

El día 28 de abril, también por la mañana, entre indecibles dolores y repitiendo la jaculatoria «Jesús, te amo; Jesús, te amo», muere santamente. Tenía 39 años. Sus funerales fueron una gran manifestación llena de emoción profunda, de fe y de oración. La Sierva de Dios reposa en el cementerio de Mésero, a 4 kilómetros de Magenta. «Meditada inmolación», Pablo VI definió con esta frase el gesto de la beata Gianna recordando, en el Ángelus del domingo 23 de septiembre de 1973: «una joven madre de la diócesis de Milán que, por dar la vida a su hija, sacrificaba, con meditada inmolación, la propia». Es evidente, en las palabras del Santo Padre, la referencia cristológica al Calvario y a la Eucaristía. S.S. Juan Pablo II la canonizó el 16 de mayo de 2004. Reproducido con autorización de Vatican.va Escucha Gianna Beretta, la Vecina de al Lado que Llegó a ser Santa de Mauricio I. Perez en: http://es.catholic.net/santoral/articulo.php?id=47366

José (Jozef) Cebula, Beato
Abril 28 Presbítero y Mártir, 28 de abril

José (Jozef) Cebula, Beato

José (Jozef) Cebula, Beato

Durante su viaje a Polonia en 1999, el Papa Juan Pablo II beatifico 108 mártires que murieron en campamentos de concentración de los Nazis. Entre ellos estaba un Oblato, el Padre Jozef Cebula, OMI.  Jozef Cebula nació el 23 de Marzo de 1902 en Malnia en Silesia Alta, en ese entonces era territorio Alemán.  En 1918, mientras atendía el colegio de entrenamiento para profesores en Opole, se enfermó con tuberculosos y fue declarado no curable. Se recuperó inesperadamente, y mientras visitaba el santuario a Nuestra Señora de Piekary, que estaba bajo el cuidado de los Oblatos, contó su historia al Padre Jan Pawolek, OMI (que luego murió en Auschwitz).  El Padre Pawolek envió a Jozef al recién establecido seminario menor de los Oblatos en Krotoszyn para que estudiara con ellos. Jozef fue ordenado al sacerdocio el 15 de Junio de 1927 y enseñó en el seminario menor en Lubiniec donde fue superior desde 1931 hasta 1937. En 1936- cuando tenía 34 años de edad- fue considerado como candidato para ser Provincial, pero en 1937 fue asignado como maestro de novicios en Markowice.  El 4 de Mayo de 1940, todos los novicios fueron llevados a un campamento de concentración en Dachau, Baviera. El Padre Cebula, quien continuó ejerciendo su ministerio sacerdotal en la región a pesar de la prohibición que había, fue arrestado el 2 de Abril de 1941.  El 18 de Abril fue llevado al campamento de concentración en Mauthausen, cerca de Austria.  “Durante su detención, fue maltratado, azotado, y particularmente insultado por ser sacerdote, también le ordenaron que se ahorcara. Al fin fue asignado a la compañía de castigo donde tenía que cargar piedras que pesaban 40-60 Kg sobre sus hombros a un campamento a 2 kilómetros de allí. En el camino, había una escalera de 144 gradas llamada la Escalera de la Muerte. Aquellos que estaban en la compañía de castigo tenían que subirla con sus carga entre una lluvia de insultos y golpes que venían de los soldados Alemanes y el SS. Muchos decidieron morir tirándose contra la cerca eléctrica o saltando hacia su muerte en la cantera. Después de dos viajes, el Padre Cebula ya no podía más. Recogiendo la fuerza que le quedaba insultó a los guardias y al SS, reprochándolos por su crueldad y amenazándolos con el castigo de Dios. Un poco sorprendidos por su explosión, los guardias lo ordenaron correr con la piedra sobre su espalda. Se desplomó a 50 metros de la cerca. Un guardia le disparó con su ametralladora declarando que, “Disparé porque trataba de escaparse.” Como todavía estaba respirando, terminaron al Padre Jozef con un segundo disparo. Su cuerpo fue llevado al crematorio y quemado. Era el 28 de abril de 1941.


Luquésio (ou Lúcio) y Buonadonna de Poggibonsi, Santo

Terciarios Franciscanos, (1185-1250)

 

Luquesio y Buonadonna de Poggibonsi, Beatos

Luquesio y Buonadonna de Poggibonsi, Beatos

Luquesio nació en Gaggiano, caserío del Chianti. Siempre había deseado seguir la carrera de las armas y era del partido de los Güelfos. Pero después de haber participado en las luchas políticas a sus propias expensas, decidió retirarse y se trasladó a Poggibonsi (Siena), donde comenzó a ejercer el comercio con lo cual recuperó su holgura económica perdida en las lides políticas. Casado, era muy consciente de que una mujer es muy buena si no malgasta la hacienda. Pero poco a poco, de avaro que era, comenzó a ser generoso y fue acercándose paulatinamente a las prácticas piadosas, al igual que su mujer. Ambos esposos eran bien diferentes de lo que habían sido de jóvenes. En aquel tiempo pasó por la región San Francisco, a quien Luquesio conocía ya como hijo de su colega Pedro de Bernardone, pero luego logró conocerlo también como santo y lo alojó gustoso en su casa. Impresionados por su espíritu de pobreza y sencillez, él y su esposa Buonadonna fueron a preguntarle a San Francisco cómo podían ellos, casados y con hijos, seguir el camino del Evangelio y poder tener una regla como ya les había dado a los Hermanos y a las Hermanas. Debía ser una norma de vida cuya observancia sirviera para imitar a aquellos que se habían consagrado a Dios. Con tal fin Francisco venía pensando ya de tiempo atrás en una institución que agrupase bajo una regla de vida también a los laicos casados y trabajadores, que por lo mismo no podían observar completamente los tres votos de castidad, pobreza y obediencia. Lo que en última instancia lo llevó a concretar esta idea fue la petición de los dos esposos de Poggibonsi. Señaló a Luquesio y a su mujer un vestido semejante al de los Hermanos. Más tarde les envió la regla de la llamada «Tercera Orden Franciscana», definida como «medula del santo Evangelio». Los terciarios franciscanos se difundieron rápidamente y de manera sorprendente, puede decirse que en los siglos sucesivos muchos en Europa fueron terciarios franciscanos. En Italia, entre las glorias de la Tercera Orden se cuentan Giotto de Bondone, Dante Alighieri y Cristóbal Colón. La tradición según la cual los dos esposos de Poggibonsi fueron los dos primeros terciarios franciscanos no es segura. Pero ellos fueron los primeros en alcanzar la gloria del altar porque en Poggibonsi el culto a los beatos Luquesio y Buonadona comenzó inmediatamente después de su muerte. Muchos episodios, prodigiosos o edificantes se narran acerca del resto de su vida, que ciertamente se desarrolló santamente, en busca de una perfección siempre creciente, siguiendo cada vez más estrictamente la regla dada por San Francisco para la Tercera Orden. Luquesio y Buonadona fueron los primeros en practicarla, como medio de honestidad, de paz y de amor en la tierra, y de eterna bienaventuranza en el cielo. Murió el 26 de abril de 1260 y su cuerpo se venera en la iglesia de los hermanos menores. Inocencio XII en 1694 concedió oficio y misa en su honor.

Maria Luísa de Jesús Trichet, Beata
Fundadora (1684-1759)

María Luisa de Jesús, Beata

María Luisa de Jesús, Beata

María Luisa Trichet (en religión María Luisa de Jesús), con San Luis María Grignion de Montfort, es la cofundadora de la Congregación de las religiosas, llamadas Hijas de la Sabiduría.  Nacida en Poitiers (Francia), el 7 de mayo de 1684, fue bautizada el mismo día. Cuarta de una familia de ocho hijos, recibió una sólida educación cristiana tanto en la familia como en la escuela. A los 17 años, encuentra por primera vez a Luis María Grignion de Montfort, quien acaba de ser nombrado capellán del hospital de Poitiers. Su fama de predicador y de confesor es ya notable entre la juventud de esta región del Poitou.  Espontáneamente, María Luisa ofrece sus servicios en el hospital: ella consagra una buena parte de su tiempo a los pobres y a los enfermos. Pero, de pronto, Luis María de Montfort le pide de "permanecer" allí. A esta llamada María Luisa responde con un sí total. En el hospital no hay puesto libre para entrar en calidad de "gobernante"... no importa, María Luisa, simplemente, consigue ser admitida como "pobre". Tiene 19 años.  "Te volverás loca como este sacerdote" le había dicho su madre. ¡Qué idea, cuando se es bella, joven y de buena familia, llevar un sayal gris (2 de febrero de 1703) y pasar su tiempo a cuidar vagabundos, enfermos y apestados! ¡Qué locura seguir a "este sacerdote loco"!  Durante diez años, María Luisa va a desempeñar lo más perfectamente posible su humilde servicio de cuidar lisiados. Luis María de Montfort ha dejado Poitiers; María Luisa está sola.  La célebre cruz que Montfort ha dibujado está colocada en el centro del hospital. María Luisa lleva una cruz sobre su sayal gris, pero sobre todo en su corazón. En efecto, ella debe realizar el servicio agotador de cada día, la ausencia de compañeras, el fallecimiento de dos de sus hermanas y de su hermano, joven sacerdote muerto a causa de la peste, víctima de su abnegación.  Es el comienzo de una aventura, que es a la vez la historia de la Congregación de las Hijas de la Sabiduría:  1714: Llegada de la primera compañera, Catalina Brunet.  1715: Fundación de la primera comunidad en La Rochelle (Charente) con dos nuevas reclutas: María Régnier y María Valleau.  1716: Muerte prematura de Luis María de Montfort a la edad de 43 años.  La joven congregación es desastibilizada por esta noticia tan dolorosa como inesperada. María Luisa experimenta la frase escrita por Luis María de Montfort: "Si no se arriesga algo por Dios, no se hace nada grande por El".  Durante 43 años, María Luisa de Jesús, sola, forma sus compañeras, conduce y desarrolla las fundaciones que se multiplican: escuelas de caridad, visitas y cuidados a los enfermos, sopa popular para los mendigos, gestión de grandes hospitales marítimos en Francia.  Los pobres del hospital de Niort (Deux-Sèvres) la llaman "la Buena Madre Jesús". ¡Es decirlo todo! Su programa de vida es muy simple: "Es necesario que yo ame a Dios oculto en mi prójimo" (Coro de un cántico compuesto por Luis María de Montfort destinado a las Hijas de la Sabiduría).  Cuando ella muere en Saint-Laurent-sur-Sèvre (Vendée) el 28 de abril de 1759, la Congregación cuenta con 174 religiosas presentes en 36 comunidades, más la Casa Madre. Luis María de Montfort y María Luisa de Jesús descansan juntos en la iglesia parroquial de San Lorenzo.  Desde esta fecha, millares y millares de Hijas de la Sabiduría (16.883) han calmado su sed de Sabiduría en la Locura del Amor de Dios y de los Pobres. Hoy, más de 2.500 continúan esta aventura en los 5 continentes.  El 16 de mayo de 1993, María Luisa de Jesús (Trichet) fue declarada "Bienaventurada" (Beata) por el Papa Juan Pablo II en Roma.  El 19 de septiembre de 1996, el Papa Juan Pablo II fue a recogerse y a orar en las tumbas de San Luis María de Montfort y de la Bienaventurada María Luisa de Jesús en Saint-Laurent-sur-Sèvre (Vendée).  Por su vida y por sus obras, María Luisa de Jesús revela un mensaje de gran actualidad: promoción integral de la persona humana y servicio a los más pobres, por amor a Jesucristo-Sabiduría.

 

Vidal de Ravena y Valeria de Milán, Santo
Abril 28 Mártires, Abril 28

Vidal de Ravena y Valeria de Milán, Santo

Vidal de Ravena y Valeria de Milán, Santo

 

El tránsito de San Vidal y Santa Valeria, mártires, padres de los Santos Gervasio

Vidal de Ravena y Valeria de Milán, Santo

Vidal de Ravena y Valeria de Milán, Santo y Protasio.

Por haber enterrado con el debido honor el cuerpo de San Ursicino, fue preso por orden del cónsul Paulino, y después de haberle atormentado en el potro, le echaron en una profunda hoya cubriéndole de tierra y piedras; con este martirio entregó el alma al Señor.


 

Valeria de Milán

Viuda de San Vidal, que se había ido a vivir a Milán, fue arrojada de su carruaje por los seguidores del dios Silvano, que le pegaron y torturaron de tal manera que murió al día siguiente a causa de las heridas.

51110 > Sant' Afrodisio di Beziers Vescovo 28 aprile MR
93353 >
Beato Carino Pietro da Balsamo 28 aprile
51120 >
Santi Eusebio, Caralampo e compagni Martiri 28 aprile MR
51200 >
Santa Gianna Beretta Molla Madre di famiglia 28 aprile MR
93065 >
Beato Giuseppe Cebula Sacerdote e martire 28 aprile MR
94529 >
Beato Guido Spada Francescano 28 aprile
32100 >
Beati Lucchese e Buonadonna Sposi, terziari francescani 28 aprile MR
51100 >
San Luigi Maria Grignion da Montfort Sacerdote 28 aprile - Memoria Facoltativa MR
92542 >
Beata Maria Ludovica di Gesù Trichet Cofondatrice 28 aprile MR
93006 >
Santi Massimo, Dada e Quintiliano Martiri 28 aprile MR
92071 >
San Panfilo di Sulmona 28 aprile MR
51140 >
Santi Paolo Pham Khac Khoan, Giovanni Battista Dinh Van Than e Pietro Nguyen Van Hieu Martiri 28 aprile MR
26950 >
San Pietro Chanel Sacerdote e martire 28 aprile - Memoria Facoltativa MR
94042 >
Santi Pietro Chanel e Luigi Maria (Grignion) da Montfort 28 aprile - Memoria Facoltativa
94117 >
San Pietro da Bearn Mercedario, martire 28 aprile
91674 >
San Primiano Martire di Larino 28 aprile
51130 >
San Prudenzio di Tarazona Vescovo 28 aprile MR
91131 >
Sant' Ursicino Martire 28 aprile MR
91130 >
Santa Valeria 28 aprile MR
91129 >
San Vitale Martire 28 aprile MR

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (Luís Maria Grignion de Montfort e Pedro Chanel, Santos )Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
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