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Imagens e Frases de Natal Religioso

domingo, 29 de abril de 2012

Nº 1270 – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - 4º DOMINGO DE PÁSCOA - 29 de Abril de 2012

Nº 1270 – 1ª Página – 2012
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A Terra vista da Lua
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29 DE ABRIL DE 2012

4º Domingo de Páscoa 

Hugo de Cluny, Santo

Abade beneditino

Hugo de Cluny, Santo

Hugo de Cluny, Santo

Martirologio Romano: En el monasterio de Cluny, en Borgoña (hoy Francia), san Hugo, abad, que gobernó santamente su cenobio durante sesenta y un años, mostrándose entregado a las limosnas y a la oración, mantenedor y promotor de la disciplina monástica, atento a las necesidades de la Iglesia y eximio propagador de la misma (1109). Etimológicamente: Hugo = Aquel de inteligencia clara, es de origen germano. El glorioso y venerable abad de Cluny, san Hugo, nació en Semur, de una ilustre y antigua familia de Borgoña. Su padre llamado Dalmacio era señor de Semur, y su madre Aremberga, descendiente de la antigua casa de Vergi.  Quería el padre que su hijo Hugo siguiese, como noble la carrera de las armas, pero sintiéndose él más inclinado al retiro y a la piedad que a la guerra, recabó licencia para ir a cultivar las letras humanas en Châlon-sur-Saône, donde la santidad de los monjes de Cluny, gobernados por el piadoso abad Odilón, le movió a dar libelo a todas las cosas de la tierra, y a tomar el hábito en aquel célebre monasterio.  Hizo allí tan extraordinarios progresos en las ciencias y virtudes, que corriendo la fama de su eminente santidad, sabiduría y prudencia por toda Europa, el emperador Enrique le nombró padrino de su hijo; y Alfonso rey de España, hijo de Fernando, acudió a él para librarse de la prisión en que le tenía su ambicioso hermano Sancho, lo cual recabó el santo con su grande autoridad, y también puso fin a las querellas del prelado de Autún y del duque de Borgoña que devastaba las posesiones de la Iglesia. Y no fue menos apreciado de los sumos pontífices, por su rara prudencia y santidad. Nombróle León IV para que le acompañase en su viaje a Francia, y su sucesor Víctor II previno al cardenal Hildebrando, después Gregorio VII, que le tomase por socio y consejero en la legacía cerca del rey de los franceses; Esteban X que sucedió a Víctor, le llamó y quiso morir en sus brazos. El gran pontífice Gregorio VII se aconsejaba con este santísimo abad de Cluny en todos los negocios más graves de la cristiandad. Entre las muchas cartas de san Hugo, se halla una escrita a Guillermo el Conquistador, el cual le había ofrecido para su monasterio cien libras por cada monje que le enviase a Inglaterra. Respóndele el santo abad que él daría la misma suma por cada buen religioso que le enviasen para su monasterio. si fuese cosa que se pudiese comprar en cuyas palabras manifestaba el temor de que se relajasen los monjes que enviase a Inglaterra no pudiendo vivir allí en monasterios reformados. Y si todas estas preocupaciones juzgaba el santo necesarias para conservar la virtud de aquellos tan fervorosos monjes, ¿cómo imaginamos nosotros poder estar seguros de no perder la gracia divina, si temerariamente nos metemos en medio de los peligros y lazos del mundo? Quéjanse muchos de las tentaciones que padecen, y murmuran de la Providencia por los recios y continuos combates que les dan los tres enemigos del alma: mundo, demonio y carne: pero día vendrá en que Dios se justifique recordándo1es que ellos mismos se metían las más de las veces en las tentaciones, y haciéndose sordos a las voces de la gracia y de la conciencia, se ponían voluntariamente en las ocasiones de pecar, y se rendían a sus mortales enemigos. Es increíble lo mucho que trabajó este santo en la viña del Señor, edificándola con sus heroicas virtudes, defendiéndola de sus enemigos, y acrecentándola con su celo apostólico, Finalmente después de haber fundado el célebre monasterio de monjas de Mareigni, y echado los cimientos de la magnífica iglesia de Cluny, lleno de días y mere cimientos falleció en la paz del Señor a la edad de ochenta y cinco años.

  COMPLEMENTO

Nascido em 1024, Hugo era o filho mais velho de Dalmácio, Conde de Sémur. Muito inteligente, podia ter tido uma carreira brilhante, mas cedo se interessou pelos estudos religiosos. Entrou para a Abadia beneditina de Cluny aos 14 anos de idade e foi ordenado sacerdote aos 20. Em 1048, foi nomeado prior e colaborou estreitamente com Odílio, Abade, que tinha começado a organizar a federação de claustros de Cluny. Após a morte de Odílio em 1049, Hugo foi eleito Abade, cargo que deteve durante 60 anos. Prosseguiu as reformas iniciadas por Odílio e fez de Cluny a abadia mais importante do seu tempo. Durante o seu mandato, o número de monges subiu de 50 para 300 e o de abadias federadas de cerca de 70 para mais de 1 200.
Pacificador incansável – Além do trabalho que realizou em Cluny, Hugo foi conselheiro de papas e príncipes para a paz entre a Igreja e o Império. Em 1050 esteve presente no Concílio de Reims, que o papa Leão IX convocou a fim de condenar a simonia (venda ou compra de bens espirituais ou cargos eclesiásticos) e defender o celibato dos padres. Em seguida, participou no sínodo que condenou os ensinamentos de Berengário de Tours, que questionava o facto de não terem ocorrido alterações no pão e no vinho quando a eucaristia foi consagrada. Mais tarde, em 1077, Hugo foi medianeiro numa querela entre o papa Gregório VII e o Imperador Henrique IV, persuadindo Gregório a não excomungar Henrique. Hugo passou grande parte da sua vida a viajar, mas isso não o impediu de administrar eficientemente Cluny, ficando conhecido como um chefe inteligente. Mandou construir na Abadia de Cluny uma igreja de cinco naves, a maior do seu tempo. Morreu em 1109 e foi canonizado 11 anos depois.
 
No seu rasto
 
O trabalho diplomático de Hugo visou sempre o estabelecimento da paz.
Na década de 1940, Vinoba Bhave, natural da Índia, também se esforçou por conseguir a paz para as pessoas que sofriam sob o jugo do império britânico. Em 1940, Bhave, um discípulo de Mahatma Gandhi, iniciou uma campanha pacifista contra o tratamento dado aos pobres na Índia pelo governo inglês. Por esse motivo passou cinco anos na prisão. Depois de libertado, prosseguiu a sua luta:
* Em 1951, viajou a pé, de aldeia em aldeia, pedindo doações de terrenos para os pobres. Em 1955, tinha já conseguido 2,5 milhões de acres.
* Tentou sensibilizar aldeias inteiras para o ideal e Gandhi, o sarvodaya, ou uma sociedade sem violência. Em 1970, cerca de 160 000 aldeias tinham concordado em participar.
Infelizmente, o movimento desfez-se. Bhave dedicou os seus últimos anos à oração e morreu em 1982. Encorajar soluções pacíficas é praticar a Palavra de Deus. Rezemos pela paz e contribuamos para a levar à nossa comunidade.
 
 
Oração
Louvai a Deus, cantai salmos ao Seu nome, abri caminho àquele que cavalga sobre as nuvens; o Seu nome é Senhor! Exultai na Sua presença! Ele é o pai dos órfãos e defensor das viúvas, o Deus que habita no Seu santo Templo. Deus prepara uma casa para os desamparados e liberta aqueles que estão prisioneiros; mas os rebeldes viverão em terra estéril. Ámen.
(Salmo 68)
 
 
No período da vida de Santo Hugo de Cluny (1024-1109) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Chung-Jen, pintor chinês, pinta sobre seda com tinta-da-china (1088); Guido d’Arezzo inventa a notação musical (1025); Início da construção da Catedral de Pisa (1063); D. Teresa governa o Condado Portucalense (1114). 
 
Pedro de Verona, Santo

Frade dominicano e Padre

  COMPLEMENTO

No início do século XIII, a Itália do norte era o centro da heresia Cátara. os seus apoiantes acreditavam que Deus criara a parte espiritual do mundo, mas que Satã era o criador de tudo o que era físico. A família de Pedro de Verona acreditava nesta doutrina. Não havia uma escola cátara em Verona, por isso seu pai enviou-o para uma escola católica, onde lhe ensinaram as ideias ortodoxas. Pedro era um estudante de talento, o que tornou o pai muito orgulhoso. Como seu pai considerava que podia formar em casa a educação teológica do filho, não se preocupava com a ideologia da escola. Mas esses ensinamentos influenciaram profundamente Pedro. Quando terminou os estudos, foi para a Universidade de Bolonha. Aí conheceu S. Domingos, cujos ensinamentos fortaleceram ainda mais a Fé de Pedro.
Combatente incansável – A família de Pedro ficou chocada quando o jovem entrou, aos 16 anos, para a Ordem dos Irmãos Pregadores. Aí, o seu fervor era tão notório que o Papa Gregório IX o nomeou inquisidor com uma missão especial: defender a heresia cátara. Em breve Pedro empreendeu uma fervorosa missão de pregação, que atraía grandes multidões onde quer que fosse. Os Cátaros, tentaram o que puderam para o deter. Até que, um dia, um grupo de heréticos atacou Pedro na estrada para Milão. Ferido de morte, conseguiu erguer-se até se ajoelhar e, molhando o dedo no seu próprio sangue, escreve “Credo in Deem” = (Creio em Deus”) no chão. Os seus assassinos apunhalaram-no no coração, matando-o. O seu corpo foi levado para Milão. Foram atribuídos tantos milagres ao missionário assassinado que o papa Inocêncio IV o canonizou um ano depois.  
 
No seu rasto
 
Pedro enfrentou aqueles que insultavam os ensinamentos cristãos com tal zelo que criou inimigos.
Mary Whitehouse foi uma inglesa que sentiu a mesma necessidade de se pronunciar firmemente contra alguns dos males da sociedade. Em 1964, Mary Whitehouse fundou a National Viewers and Listener’s Association (Associação Nacional de Espectadores e Ouvintes) denunciando a decadência moral, promovida pela televisão e pela rádio em Inglaterra. A sua posição era tão extrema que lhe criou muitos inimigos, sobretudo nos meios de comunicação social, e até recebeu ameaças de morte. No entanto, não desistiu, e conseguiu que fosse criada legislação para controlar a violência e pornografia nos média. Apesar da sua posição extremista ter sido ridicularizada por muitos. Mary foi das primeiras pessoas a chamar a atenção para a necessidade de controlar a violência nos programas televisivos para crianças e a pornografia expostos em locais a um público indiscriminado, como montras de lojas. Hoje, as autoridades e a população estão conscientes da necessidade de prevenir e evitar essas situações.
 
Oração
Deus Todo-Poderoso, por cuja graça e poder o Teu Santo mártir, Pedro, triunfou sobre o sofrimento e foi fiel até à morte; concede-nos, agora que o recordamos em acção de graças, a mesma fidelidade no testemunho que damos de Ti neste mundo, para que com Ele possamos receber a coroa da vida; por Jesus Cristo Nosso Senhor, que contigo vive e reina na unidade do Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Ámen.
(Livro das Orações Comuns da Igreja Anglicana)
 
 
No período da vida de São Pedro de Verona (1205-1252)  ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: A Rússia torna-se parte do Império Mongol (1237); Marco Polo explora a China (1275-1292); Poetas italianos desenvolvem o soneto (1220); Conquista definitiva do Algarve aos mouros (1249). 
 
Roberto de Molesme, Santo

Roberto de Molesmes, Santo

Roberto de Molesmes, Santo

Martirologio Romano: En el monasterio de Molesmes, en Francia, san Roberto, abad, el cual, deseoso de una vida monástica más sencilla y más estricta, ya fundador de monasterios y superior esforzado, ya director de ermitaños y restaurador eximio de la disciplina monástica, fundó el monasterio de Cister, que rigió como primer abad, y llamado de nuevo como abad a Molesmes, allí descansó en paz (1111). Etimológicamente: Roberto = Aquel que brilla por su fama, es de origen germánico.  Nacido alrededor del año 1029, en Champagne, Francia, de padres nobles llamados Thierry y Ermengarde; muerto en Molesmes, el 17 de Abril de 1111.  A los quince años de edad comenzó su noviciado en la abadía de Montier-la-Celle, o St.Pierre-la-Celle, situada cerca de Troyes, de la cual posteriormente llegó a ser prior. En 1068 fue sucesor de Hunaut II como abad de St. Michael de Tonnerre, en la diócesis de Langres. En esa época una banda de siete ermitaños que vivían en el bosque de Collan, en la misma diócesis, buscaron tener a Roberto como su jefe, pero los monjes, a pesar de que resistían su autoridad constantemente, insistieron en conservarlo como su abad porque gozaba de una gran reputación y era el ornamento de su casa.  Las intrigas de ellos determinaron a Roberto a renunciar a su cargo en 1071 y buscar refugio en el monasterio de Montier la Celle. El mismo año él fue colocado en el priorato de St. Ayoul de Provins, que dependía de Montier-la-Celle. Mientras tanto dos de los eremitas de Collan viajaron a Roma y rogaron a Gregorio VII les concediera como superior al prior de Provins. El Papa accedió a la solicitud y en 1074 Roberto inició a los eremitas de Collan en la vida monástica.  Como la localización de Collan fue encontrada inadecuada, Roberto fundó un monasterio en Molesme, en el valle de Langres a fines de 1075. A Molesmes llegó como huésped el distinguido canonista y doctor (écolâtre) de Reims, Bruno, quien en 1082, se colocó él mismo bajo la dirección de Roberto, antes de fundar la celebrada orden de Chartreux (Cartuja).  En ese tiempo la primitiva disciplina estaba aun en pleno vigor, y los religiosos vivían del trabajo de sus manos. Pronto, sin embargo, el monasterio llegó a enriquecerse a través de una multitud de donaciones, y con la riqueza, a pesar de la vigilancia del abad, vino el aflojamiento de la disciplina.   Roberto se esforzó en reestablecer la primitiva austeridad, pero los monjes mostraron tanta resistencia que abdicó y dejó el cuidado de su comunidad a su prior, Alberico, quién se retiró en 1093.  Al año siguiente él volvió con Roberto a Molesme. El 29 de Noviembre de 1095, el Papa Urbano II confirmó el instituto de Molesme. En 1098 Roberto, aún incapaz de reformar a sus rebeldes monjes, obtuvo de Hugo, arzobispo de Lyons y Le gado de la Santa Sede, autoridad para fundar una nueva orden conforme a nuevas reglas.  Veintiún religiosos dejaron Molesmes y alegremente se pusieron en camino hacia un lugar deshabitado llamado Cister en la diócesis de Chalons, y la abadía de Cîteaux fue fundada el 21 de Marzo de 1098.  Dejados a sí mismos, los monjes de Molesmes apelaron al Papa, y Roberto fue reestablecido en Molesme, que desde entonces llegó a ser un ardiente centro de vida monástico.  Roberto murió el 17 de Abril de 1111 y fue sepultado con gran pompa en el iglesia de la abadía. El Papa Honorio III en 1222, mediante Cartas Apostólicas, autorizó su veneración en la iglesia de Molesmes y poco después esa veneración se extendió a la Iglesia entera mediante un Decreto pontificio.  La fiesta fue fijada inicialmente el 17 de Abril, pero luego fue transferida al 29 de Abril.  La abadía de Molesmes existió hasta la Revolución Francesa. Los restos del santo fundador se conservan en la iglesia parroquial.

  COMPLEMENTO

Filho de uma nobre família francesa, Roberto ficou conhecido pelas suas qualidades de reformador e dedicou a sua vida a ajudar os monges a dar mais valor às virtudes cristãs do que aos bens materiais. Aos 15 anos, Roberto ingressou numa abadia beneditina como monge. O jovem depressa se tornou prior e finalmente Abade de Tonnerre. Quando aí estava, um pequeno grupo de eremitas que viviam na floresta, não muito longe de Dijon, pediu a Roberto para se juntar à sua pequena comunidade como Abade. Roberto concordou e, em 1075, instalou-se com os seus companheiros num mosteiro próximo de Molesme. Nessa época, era comum que as dádivas oferecidas a comunidades religiosas  as tornassem ricas. Em, poucos anos, o mosteiro ficou abastado. Alguns dos monges pareciam mais interessados nos bens materiais do que na busca de uma vida pobre, simples e virtuosa.
Regresso à Ordem Roberto estava convencido de que riqueza e virtude não eram compatíveis. Quando os monges resistiram ao seu esforço de reinstalar o rigor monástico, deixou essa comunidade e fundou uma nova abadia em Citeaux em 1098, aos 61 anos. Esta viria a ser a casa-mãe da grande Ordem monástica de Cister. Sem Roberto, Molesme entrou em decadência. os monges fizeram uma petição para que Roberto voltasse e ele acedeu a regressar. O segundo período foi um sucesso e ajudou a transformar Molesme num centro de reforma espiritual e disciplina. O dedicado Abade viveu aí até à sua morte aos 83 anos.
No seu rasto
Os monges da Ordem de Cister que Roberto ajudou a criar são também conhecidos como “trapistas”. O nome vem do Mosteiro de Notre Dame de La Grand Trappe, que renovou o interesse pela Ordem no século XVII. Os trapistas afastam-se das questões mundanas e procuram o silêncio de forma a dedicarem o seu tempo por inteiro à oração e à adoração.
Hoje continuam a haver muitos trapistas. No Brasil, no Paraná, existe o Mosteiro de Nossa Senhora do Novo Mundo, onde os monges trapistas levam uma vida de clausura e de oração, observando os três votos da vida religiosa: obediência, castidade e pobreza, num compromisso de conversão contínua na comunidade. A solidão monástica, contudo, não os afasta da humanidade, serve pelo contrário para despertar a experiência profunda da solidariedade, orando a Deus em nome de todos. O mosteiro onde qualquer pessoa pode passar alguns dias oferece hospitalidade tradicional. O ambiente monástico de silêncio, solidão e a participação na oração dos monges, favorecem uma reflexão pessoal mais profunda.
 
 
Oração
Pai, a tentação da riqueza e dos bens materiais é forte. Somos tentados pela segurança que parecem oferecer, mas muitas vezes não vemos o que exigem de nós. São distracções que nos podem roubar o tempo que podemos passar a servir-Vos e a servir as pessoas que necessitam de nós. Ajuda-nos a agir como Jesus e os Apóstolos preconizaram: tornar nosso objectivo alcançar tesouros no Céu em vez do que na terra.  Ámen.
(Oração contemporânea)
 
 
No período da vida de São Roberto de Molesme (1027-1110) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: A cultura esquimó Thule floresce na região árctica da América do Norte (1085); Guido d’Arezzo inventa a notação musical (1025); Os almorávidas, conquistam a cidade de Koumbi, no Gana (1076); Erupção do Monte Helka na Islândia (1104).
 
Catarina de Siena, Santa
Padroeira de Itália

Catalina de Siena, Santa

Catalina de Siena, Santa

Virgen y Doctora de la Iglesia  -  Patrona de Italia y de Europa

Martirologio Romano: Memoria de santa Catalina de Siena, virgen y doctora de la Iglesia, que habiendo entrado en las Hermanas de la Penitencia de Santo Domingo, deseosa de conocer a Dios en sí misma y a sí misma en Dios, se esforzó en asemejarse a Cristo crucificado y trabajó también enérgica e incansablemente por la paz, para que el Romano Pontífice regresara a la Urbe y por la unidad de la Iglesia, dejando espléndidos documentos llenos de doctrina espiritual (1380). Etimológicamente: Aquella que es pura y casta, es de origen griego. Lo que más maravilla en la vida de Santa Catalina de Siena no es tanto el papel insólito que desempeñó en la historia de su tiempo, sino el modo exquisitamente femenino con que lo desempeñó. Al Papa, a quien ella llamaba con el nombre de “dulce Cristo en la tierra”, le reprochaba la poca valentía y lo invitaba a dejar Aviñón y regresar a Roma, con palabras humanísimas como éstas: “¡Animo, virilmente, Padre! Que yo le digo que no hay que temblar”. A un joven condenado a muerte y a quien ella había acompañado hasta el patíbulo, le dijo en el último instante: “¡a las bodas, dulce hermano mío! que pronto estarás en la vida duradera”.  Pero la voz sumisa de la mujer cambiaba de tono y se traducía frecuentemente en ese “yo quiero” que no admitía tergiversaciones cuando entraba en juego el bien de la Iglesia y la concordia de los ciudadanos.  Catalina nació en Siena (Italia) el 25 de marzo de 1347 y era la vigésimo cuarta hija de Santiago y Lapa Benincasa. A los siete años celebró su místico matrimonio con Cristo. Esto no se debió a fantasías infantiles, sino que era el comienzo de una extraordinaria experiencia mística, como se pudo comprobar después . A los quince años entró a la Tercera Orden de Santo Domingo, comenzando una vida de penitencia muy rigurosa. Para vencer la repugnancia hacia un leproso maloliente, se inclinó y le besó las llagas.

Catalina de Siena, Santa

Catalina de Siena, Santa


Como no sabía leer ni escribir, comenzó a decir a varios amanuenses sus cartas, afligidas y sabias, dirigidas a Papas, reyes, jefes y a humilde gente del pueblo. Su valiente compromiso social y político suscitó no pocas perplejidades entre sus mismos superiores y tuvo que presentarse ante el capítulo general de los dominicos, que se celebró en Florencia en mayo de 1377, para explicar su conducta.  En Siena, en el recogimiento de su celda, dictó el “Diálogo sobre la Divina Providencia” para tributar a Dios su último canto de amor. En los comienzos del gran cisma aceptó el llamamiento de Urbano VI para que fuera a Roma. Aquí se enfermó y murió rodeada de sus muchos discípulos a quienes recomendó que se amaran unos a otros. Era el 29 de abril de 1380: hacía un mes que había cumplido 33 años.  Fue canonizada el 29 de abril de 1461. En 1939 fue declarada patrona de Italia junto con San Francisco de Asís, y el 4 de octubre de 1970 Pablo VI la proclamó doctora de la Iglesia, y el 1 de Octubre de 1999 S.S. Juan Pablo II la declaró Patrona de Europa.Además Santa Catalina tiene los siguientes patronatos:


° contra los incendios;
° contra los males corporales;
° contra la enfermedad;
° contra los abortos involuntarios;
° contra las tentaciones;
° Allentown, Pennsylvania;
° para la prevención de incendios;
° de los bomberos;
° de las enfermeras;
° de las personas ridiculizadas por su piedad;
° de los enfermos.

  COMPLEMENTO

Catarina nasceu em meados do século XIV no seio de uma família rica em Siena, Itália. desde a mais tenra idade, ela escolheu dedicar-se a Cristo em vez de se casar e procurar confortos materiais, apesar da forte objecção dos pais. A partir do momento em que Catarina escolheu este caminho, ela teve numerosas visões divinas. Numa experiência extraordinária, ela sentiu que realmente tinha trocado o seu coração pelo de Cristo. Numa outra ocasião, ela pensou que tinha recebido os estigmas, embora tivesse rezado para que as marcas permanecessem invisíveis. Durante toda a sua vida Catarina comia apenas o suficiente para sobreviver. Ela era impulsionada pela sua missão de chegar a todas as pessoas. Apesar de não saber escrever, ela ditava muitas cartas, oferecendo conselho espiritual a ricos e pobres de modo idêntico.
Embaixadora de DeusCatarina começou a ser conhecida pela sua convicção e sabedoria espiritual, que demonstrou ser imensamente valiosa, especialmente durante o grande Cisma quando a Igreja foi assediada por conflitos e corrupção. O clero tinha fixado impostos altos para manter o seu estilo de vida luxuoso. Os italianos estavam muito aborrecidos porque a Igreja tinha mudado a sua sede para Avinhão. França, em lugar de Roma. Quando o estado italiano de Florença se rebelou contra o Papado, o Papa Gregório XI escolheu Catarina como embaixadora para mediar entre as partes. Catarina teve êxito ao persuadir o Papa a voltar para Roma. Enquanto ela defendia o Papa, fomentava também reformas na Igreja, denunciando o estilo de vida indulgente do clero. Entretanto, ela continuou a comunicar os seus pensamentos e sentimentos espirituais mais profundos, ditando orações e meditações que se transformaram em clássicos da literatura religiosa italiana.
No seu rasto
Catarina tornou-se embaixadora durante momentos turbulentos para a Igreja. Ela foi a escolha ideal porque ninguém duvidava do seu amor por Deus. Por causa do seu compromisso total a Igreja Catarina aceitou os desafios do seu novo cargo e uniu com sabedoria as pessoas para discutir os seus pontos de vista. depois, sempre guiada por aquilo que seria melhor para a Igreja, Catarina pensou nas formas de reunir a sua comunidade divina.
Nós também temos muitas oportunidades para actuar como embaixadores ou mediadores.
* Quando uma nova família se muda para a as vizinhanças, organize uma reunião e apresente-a aos seus vizinhos.
* Seja um representante exemplar da sua empresa e comunique uma imagem positiva.
* Quando a sua família tem um desacordo, dê a todos a oportunidade de falar sem ser interrompidos. Escreva os pontos de vista, preocupações e sugestões de cada pessoa. Em seguida prepare uma segunda reunião para analisar as contribuições de cada um e desta forma resolver o problema de uma maneira razoável.
 
 
Oração
Bondade eterna, Tu desejas que eu Te contemple e veja que Tu me amas, que Tu me amas desinteressadamente, para que eu possa amar todas as pessoas com o mesmo amor. Tu desejas que eu, então, ame e sirva os meus próximos desinteressadamente, ajudando-os espiritualmente e materialmente tanto quando puder, sem esperar um beneficio ou prazer egoísta. Nem Tu desejas que eu vacile por causa da sua ingratidão ou perseguição, ou por algum abuso que eu possa sofrer por parte deles. Ámen.
(Santa Catarina de Siena)
 
 
No período da vida de Santa Catarina de Siena (1347-1380) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Vida do Principie Timur (Tamerlão) o conquistador tártaro (1336-1405); Guerra dos Cem Anos entre a França e a Inglaterra (1337-1453); O Grande Cisma da Igreja (1378-1417); Construção da Cidade Proibida na China (1406-1421).
 
 
 

Antonio Kim Song-u, Santo
Catequista y Mártir,

Antonio Kim Song-u, Santo

Antonio Kim Song-u, Santo

Martirologio Romano: En Seúl, en Corea, san Antonio Kim Song-u, mártir, que acostumbraba a reunir en su casa a varios fieles hasta que, encerrado en prisión, fue estrangulado (1841). Etimológicamente: Antonio = Aquel que es digno de estima, es de origen latino. Nació en Gusan, Corea del Sur, en el año 1795. En Seúl, en Corea, san Antonio Kim Song-u, catequista y mártir, que acostumbraba a reunir en su casa a varios fieles hasta que, encerrado en prisión, fue estrangulado el 29 de abril de 1841. Fue canonizado, junto con otros 102 mártires coreanos, por S.S. Juan Pablo II el 6 de mayo de 1984.

Cristino, Santo

Cristino, Santo

Cristino, Santo

Mártir - Patrono de Portoferraio

Etimológicamente: Cristino = Es una variante de Cristián = Aquel que sigue a Cristo, es de origen latino.Cristino, es el santo patrón de Portoferraio, ciudad italiana situada en la isla de Elba. Su reliquia llamada devotamente "cuerpo santo" es conservada y venerada en la iglesia perteneciente a la "Cofradía de la Misericordia". En 1661 el "cuerpo santo" fue descubierto en las catacumbas romanas de Priscila. El portoferraiense Antonio Vai, perteneciente a la Cofradía de la Misericordia recaló casualmente por Roma. El Papa de aquel entonces, Alejandro VII decidió donar el cuerpo santo a la comunidad de Portoferraio. La reliquia llegó un 29 de abril, día que se convierte en fiesta patronal para toda la comunidad portoferraiense. En 1764, el papa Clemente XIII aprueba la elección de San Cristino como santo patrón de la ciudad. Es entonces, el 7 de abril de 1764 cuando la S. Congregazione dei Riti, concede a la fiesta de San Cristino todos los honores al ser la celebración del principal protector de Portoferraio. El 9 de agosto de 1764 el emperador Francisco I muestra su beneplácito mediante un decreto. Por ocasión de sus fiestas, generalmente se abre la cripta donde reposan los restos de San Cristino, y se exponen en la iglesia de la cofradía, tras lo cual se trasfieren al Duomo de la ciudad. Tras esto se lleva a cabo una celebración religiosa y la urna con los restos de San Cristino es llevada por las calles del casco antiguo de la ciudad repartiendo su bendición sobre la ciudad.

 

 

Severo de Nápoles, Santo
bispo,

Severo de Nápoles, Santo

Severo de Nápoles, Santo

Martirologio Romano: En Nápoles, de la Campania, san Severo, obispo, al que san Ambrosio amó como a un hermano y su Iglesia como a un padre (c. 409). Etimológicamente: Severo = Aquel que se comporta de forma austera o inflexible, es de origen latino. En el catálogo de los obispos napolitanos ocupa el duodécimo lugar; de su vida anterior a su ministerio episcopal, no se sabe prácticamente nada. San Severo sirvió su episcopado de febrero de 363 al 29 de abril de 409, por lo tanto algunas décadas después de la libertad de culto establecida por Constantino a favor de los cristianos (año 313); fue ciertamente un período en que las dos religiones, pagana y cristiana, fueron obligadas a convivir, y los retrocesos al paganismo fueron frecuentes. Su obra se desarrolló después de estos retornos al paganismo y los violentos ataques de los heréticos arrianos; los seguidores del herético Ario de Alejandría (280 -336) afirmaban que el Verbo, encarnado en Jesús, no tenía misma sustancia del Padre, y que era tan sólo la primera de sus criaturas; la herejía condenada por los Concilios de Alejandría del 321 y Nicea del 325, provocó una lucha a veces también violenta, entre las dos posiciones existentes en la Iglesia de aquel entonces. La Iglesia de Nápoles, con la guía iluminada de San Severo, refloreció en la fe auténtica del cristianismo; reestableció en la ciudad las obras de su predecesor san Máximo (siglo IV) quien murió en el destierro en Oriente, durante la persecución ariana. Hace falta decir que san Máximo fue el décimo obispo de Nápoles y san Severo el duodécimo, entre los dos estuvo el usurpador ariano Zosimo, quien durante sus seis años de episcopado, retornó a la fe original, por lo que si está legítimamente considerado como el 11° obispo. Varios documentos antiguos confirman que se ganó, no sólo consideración y cariño de los cristianos, sino también la de los paganos. Fue amigo de san Ambrosio (340 -397) obispo de Milán, a quien tuvo ocasión de conocer durante el Concilio plenario realizado en el 392 en Capua. Le son atribuidas la construcción de cuatro basílicas, de una de ellas, engalanada con mármoles y preciosos mosaicos fue dedicada al Salvador, de esta antigua basílica llamada luego San Giorgio el Mayor, ha quedado tan sólo la cúpula.  A Severo es atribuida también la construcción del célebre Baptisterio de Nápoles, anterior con cerca de treinta años a aquel erigido en Laterano por Sisto III (432 -440) siendo por tanto el más antiguo de occidente. El Baptisterio está actualmente adosado a la basílica de Santa Restituta en la Catedral de Nápoles; también llamado "San Giovanni in fonte", se inspira en cánones orientales, con preciosos mosaicos traídos de otros baptisterios.
Fuera de los muros de la ciudad, Severo hizo construir a poca distancia de la Basílica de San Fortunato, una basílica cementerial, dónde hizo colocar las reliquias del obispo san Máximo y que parece fue incluso su primera sepultura. De esta basílica, sus reliquias fueron trasladadas hacia la mitad del siglo IX, a un oratorio de la Basílica urbana de S. Severo en el barrio Sanità, propiedad de una Congregación sacerdotal. En el 1310 el arzobispo Humberto de Ormont, quien antes fuera el abad de la Basílica de San Severo, colocó las reliquias bajo el altar mayor, dentro de un magnífico tabernáculo de mármol, que algunos estudiosos atribuyen a Tino de Camaino o a su escuela. Este último traslado de las reliquias, despertó el culto por el santo obispo, que se había visto bastante adormecido, luego de que en el año 1294 se popularizara la devoción hacia el mártir dominico san Pedro de Verona. San Severo también es patrono de la ciudad y diócesis de San Severo, en la provincia de Foggia. ¡Felicidades a quienes llevan este nombre! responsable de la traducción: Xavier Villalta

San Tíquico, santo del NT

Conmemoración de san Tíquico, discípulo del apóstol san Pablo, al que, en sus epístolas, llama hermano carísimo, ministro fiel y consiervo en el Señor (s. I).

San Torpetes, mártir


En Pisa, de la Toscana, san Torpetes, mártir (s. inc.).

San Acardo, abad y obispo


En el monasterio de Lucerna, en Normandía, san Acardo, obispo de Avranches, que, siendo abad de San Víctor de París, escribió varios tratados de vida espiritual para conducir el alma cristiana a la perfección, falleciendo y siendo enterrado en esa abadía de la Orden Premonstratense, que visitaba a menudo (1172).

 
 

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (Hugo de Cluny, Pedro de Verona, Roberto de Molesme e Catarina de Siena, Santas,)Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
  • Nº 1270-3 - A RELIGIÃO DE JESUS – 4º Domingo de Páscoa – 29 de Abril de 2012

     
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    Nº 1270-3
    Do livro, A RELIGIÃO DE JESUS, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo B (2011-2012) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbao – www.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca
    Estrela O texto dos Evangelhos, que anteriormente (no Ano A) estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora transcritos através da 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (editada em 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente. AF.


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    24 DE ABRIL DE 2012
    3º Domingo de Páscoa
    Jo 10, 11-18
    Enquanto isto diziam, Jesus apresentando-Se no meio deles e disse-lhes: “A paz seja convosco” Dominados pelo espanto e cheios de medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes então: «Porque estais perturbados e porque surgem nos vossos corações tais pensamentosVede a s Minhas mãos e os Meus pés; sou Eu mesmo. Apalpai-Me e olhai que um espírito não tem carne, nem ossos, como verificais eu Eu tenho». Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E. como na sua alegria não queriam acreditar, de assombrados que estavam, Ele perguntou-lhes: «Tendes aí alguma coisa que se coma?» Deram-Lhe uma posta de peixe assado, e, tomando-a, comeu diante deles. Depois. disse-lhes: «Estas foram as palavras que vos disse, quando estava convosco: Que era necessário que se cumprisse tudo quanto a Meu respeito está escrito em Moisés, nos Profetas e nos Salmos». Abriu-lhes, então, o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes: «Assim esta escrito que o Messias havia de sofrer e ressuscitar dentre os mortos ao terceiro dia, que havia de ser pregado, em Seu nome, o arrependimento e a remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas destas coisas».
    1 – Por mais que se possa colocar em questão o valor histórico das aparições do Ressuscitado, a sua mensagem profunda é inquestionável. Ora bem, tal mensagem não consiste só em afirmar que Jesus Vivo, venceu a morte. Além disso, os relatos das aparições deixam muito claro que Jesus Ressuscitado, por mais que “estivesse elevado pela mão direita de Deus” (Act 2, 33) e por mais que “Deus o tivesse constituído Senhor e Messias” (Act 2, 36) e “Filho de Deus em plena força” (Rm 1, 4), o mais incrível e o que mais impressiona é que Jesus, precisamente depois da ressurreição, é quando aparece e se mostra mais humano que nunca.
    2 – Uma vez, que, em Jesus, Deus se fundiu e confundiu com o humano, quando Jesus ressuscita, por mais divinizado que nós o pensemos e creiamos, a divinização não leva consigo, nem um afastamento, nem um mínimo de perda da sua condição humana, mas sim todo o contrário. precisamente porque nós o vemos mais divino, por isso se faz profundamente humano.
    3 – Isto explica que Jesus é reconhecido ao partir do pão, e a sua presença tira todos os medos e dúvidas, dando paz e alegria; deixa-se ver, tocar, apalpar; come perante todos, mostra-se às mulheres antes que a ninguém, explica-lhes as escrituras, condescende com as exigências de um incrédulo como Tomé, e até pergunta a Pedro três vezes se é certo que ele o quer mais do que a ninguém. Também Jesus ressuscitado é sensível ao carinho humano e necessita dele.
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    Viso - mapa
    Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
    http://bibliaonline.com.br/acf;
    NOTA FINAL:
    Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
    Mais um esclarecimento,
    No passado dia 27 de Novembro, comecei uma nova página que tem saído diariamente (e procurarei que o seja sempre), na qual vou transcrevendo alguns capítulos dos Evangelhos. Acho um trabalho interessante, porque serve para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
    Como Jesus Cristo disse, na sua Ascensão ao Céu: “IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
    É apenas isto que eu estou tentando fazer.
    Desculpem e obrigado. AF
    Mais uma nota final:
    Como devem ter reparado (e já a partir de 23 de Abril) o meu anterior contacto de email, foi desativado e, desde então, passaram a ser estes os meus endereços:

    Nº 1270 - 2ª Página - CARTAS DE S. PAULO (AOS ROMANOS-4) - DOMINGO - 29 de ABRIL DE 2012

     
     
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    Nº 1270-2ª Página
     
    CARTAS DE S. PAULO
     
     
    CARTA AOS ROMANOS
     
    4
     
    I  -  SÓ POR CRISTO PODEMOS SER SALVOS (2)
    .
    4 – O exemplo de Abraão Também ele justificado pela fé. – Que diremos, pois, ter obtido Abraão, nosso pai, segundo a carne? É que, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar; não, porém, diante de Deus. Que diz a Escritura? «Abraão creu em Deus e isso foi-lhe tido em conta de justiça». Ora, ao que trabalha, não se lhe atribui o salário como dom gratuito; é coisa devida. Ao que não trabalha, mas crê n’Aquele que justifica o ímpio atribui-se-lhe a fé à conta de justiça; assim também David proclama feliz o homem a quem Deus atribui justiça independente das obras: «Felizes aqueles cujos delitos foram perdoados e cujos pecados foram cobertos! Feliz do homem a quem o Senhor não atribuir nenhum pecado». Ora esta bem-aventurança é somente para os circuncisos, ou também para os incircuncisos? Pois nós dizemos que a Abraão se atribui a fé à conta da justiça. Como foi então atribuída? Sendo ele circunciso, ou incircunciso? Não foi depois da circuncisão, mas antes dela. E recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça da fé, antes da circuncisão, a fim de que fosse pai de todos os crentes incircuncisos, para que também a eles a fé lhes seja atribuída à conta de justiça, e seja pai dos circuncisos, daqueles que não têm somente a circuncisão, mas, além disso, seguem, as pisadas da fé, que possuía nosso pai Abraão antes de ser circuncidado.
     
    Herdeiro, independentemente da Lei – E assim, não foi mediante a lei que se verificou a promessa feita a Abraão e à posteridade, de que receberia o mundo como herança, mas por meio da fé. Porque se os que dependem da lei é que são os herdeiros, a fé é inútil e a promessa ineficaz, porque a lei produz a ira; e onde não há lei, também não há transgressão. Portanto, é pela fé que vem a herança, a fim de que a promessa seja gratuita e certa para toda a posteridade, não somente para o que é da lei, mas também para o que é da fé de Abraão, que é pai de todos nós. Conforme está escrito: «Constitui-te pai de numerosas nações», perante Aquele em quem acreditara, o Deus que dá a vida aos mortos, e chama o que não existe como se existisse. Ele mesmo, contra o que podia esperar, acreditou que havia de ser pai de muitas nações, conforme tinha sido anunciado: «Assim será a tua descendência». Sem vacilar na fé, não tomou em consideração o seu próprio corpo, já sem vigor por ser quase centenário, nem o seio de Sara, já sem vida. Perante a promessa de Deus, não hesitou por falta de fé, antes se fortaleceu na fé, dando glória a Deus, plenamente convencido de que Ele era capaz de cumprir o que tinha prometido. Por este motivo é que isso lhe foi atribuído à conta de justiça. E não é só por causa dele que está escrito: «Isso foi-lhe atribuído». É também por nossa causa, a quem tal será atribuído, e  cremos n’Aquele que ressuscitou dos mortos a Jesus Cristo, Nosso Senhor, o Qual foi entregue por causadas nossas faltas e ressuscitado para nossa justificação.
     
      
     
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    Amanhã, dia 30/4/12, se Deus o permitir, prosseguirei a transcrição das CARTAS DE S. PAULO, com o nº 5 da Carta aos Romanos.

    António Fonseca

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    SITI CATTOLICI ITALIANI