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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Profanações Eucarísticas: e vocês achavam que era brincadeira? - 9 DE MAIO DE 2012

Caros Amigos:

Recebi há minutos esta mensagem que resolvi transcrever SEM COMENTÁRIOS (dado que fui apanhado de surpresa e nem tenho palavras para o fazer), através do Blog brasileiro “CATÓLICO GRAÇAS A DEUS”.

Talvez em breve o possa fazer também.

Post colocado em 9 de Maio de 2012 – 20,20 horas  -  António Fonseca

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Profanações Eucarísticas: e vocês achavam que era brincadeira?

“Porque, do nascente ao poente, meu nome é grande entre as nações e em todo lugar se oferecem ao meu nome incenso, sacrifícios e oblações puras. Sim, grande é o meu nome entre as nações – diz o Senhor dos exércitos. Vós, porém, o profanais quando dizeis: A mesa do Senhor está manchada; o que nela se oferece é um alimento comum. E dizeis ainda: Ai, que cansaço! E mostrais desprezo pelo altar.” (Malaquias 1,11-13)

Este é o tipo de post que eu não gostaria de estar fazendo. Mas eu não posso me calar diante dos grandes absurdos que vem acontecendo no mundo. Estão profanando nosso Senhor Jesus Cristo, fazendo pouco caso d’Ele na Santíssima Eucaristia. Como diz no texto bíblico aqui citado, as pessoas parecem achar que o que se é ofertado, ou seja, o sacrifício ali na mesa eucarística é um alimento comum. Não, não é. Ali está o próprio Jesus em Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Fora que muitos de fato tomam para si o que diz o texto das sagradas escrituras: estão sempre cansados e desprezam nosso Senhor. Muitos sacerdotes fazem isso, e vão para celebrar a Santa Missa apenas como mais um preceito, algo de rotina e não de amor. E os leigos como já não bastasse comungarem na mão, sem reverência e muitas vezes com desprezo, ainda fazem tamanhos absurdos como meu amado Jesus.

Segue aqui alguns videos e fotos de profanações eucarísticas; sejam elas diretamente, ou seja, cometendo sacrilégio a hóstia já consagrada; ou exemplos de absurdos litúrgicos aonde o mesmo torna-se uma profanação absurda.

Oremos para que não vejamos mais este tipo de coisa. E denunciem caso testemunhem alguma atrocidade do tipo.

 

 


(Alemanha) Missa na piscina:



(Áustria) Missa Banquete:

 

 

(Bahia) Missa Afro:

 

 

 



(Maringá – PR) Missa Pré Balada:

 

 

 

 

(Rio de Janeiro) Jovens cantando e dançando “dança do espetinho” durante a Santa Missa:

 

 

 



(Costa Rica) Primeira Dama do país comunga de forma indigna e comete sacrilégio:

 

 

 



(Inglaterra) Missa Gay: ABSURDO! Mas não tenho certeza se de fato esta Igreja é Romana:

 

 

 



(Canadá) Primeiro ministro recebe Jesus nas mãos, mas não comunga:

 

 

 



Vídeo também interessante:

 

Lembrando ainda que a forma recomendada pela Santa Igreja de se comungar é: de joelhos e diretamente na boca. Tenham zelo com Jesus Eucaristia. Tinha vídeos mais terríveis, que seus donos excluíram. Vamos lutar pra defender nosso Senhor Jesus Cristo. Jesus Sacramentado, nosso Deus amado.

“Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor. Quem come e bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação” (1Corintios 11,27/29).

Quanto mais quem não vai pra comungar, mas sim para profanar nosso Senhor. Por isso é que acontece tanta desgraça com a humanidade, como se segue São Paulo nos versículos seguintes.

Que Maria nos ensina a amar Jesus Eucarístico, e nos ensine a defender nosso Senhor e amá-lo profundamente.

Shalom!

Postado por Anderson Carlos Bezerra às 15:14

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Marcadores: Dança, Eucaristia, Formação, Igreja, Imagem, Inferno, Profanação, Sacramento, Sacrilégio, Vídeo

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LOUVADO SEJA DEUS PARA SEMPRE E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA

 

 

António Fonseca

Nº 1280 - 2ª Página - CARTAS DE S. PAULO (AOS ROMANOS) – QUARTA-FEIRA – 9 DE MAIO DE 2012

 
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Nº 1280 - 2ª Página
 
 
9 de Maio de 2012
 
 
CARTAS DE S. PAULO
 
 
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CARTA AOS ROMANOS
 
 
14
 
 
V – CONSELHOS E EXORTAÇÕES
 
 
14 – Caridade para com os fracos – Ao que é fraco na fé, fazei-lhe com acolhimento, sem discutir as suas opiniões. Porque um acredita que pode comer de tudo; outro, porém, que é fraco, come somente legumes. O que come, não despreze o que não come; e o que não come, não julgue o que come, pois Deus acolheu-o bem. Quem és tu, para julgares um servo alheio? Se ele está de pé ou cai, isso é com o seu amo. Há-de, aliás, ficar de pé, porque o Senhor é poderoso para o sustentar. Este considera um dia mais importante do que outro, aquele considera iguais todos os dias. Cada qual procede segundo a sua convicção. O que distingue o dia, pelo Senhor o distingue; o que come, pelo Senhor come, porque dá graças a Deus. E o que não come, deixa e comer pelo Senhor e também dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive, para si mesmo, e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, para o senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer vivamos quer morramos, pertencemos ao Senhor. Por que para este fim é que Cristo morreu e ressuscitou: Para ser Senhor dos mortos e dos vivos. Tu, porém, porque julgas o teu irmão? E porque o desprezas? Todos nós compareceremos perante o tribunal de Deus, pois está escrito: «Por minha vida, diz o Senhor, diante de Mim dobrar-se-á todo o joelho, e toda a língua dará louvores a Deus».
Portanto, cada um de nós dará, de si mesmo, contas a Deus.
Não tornemos, pois, a julgar-nos uns aos outros, julgai antes que se não deve proporcionar ocasião de tropeço ou de queda a um irmão. Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nada é impuro em si mesmo, a não ser para quem considera uma coisa impura: Para esse é que é impura.
Ora, se por causa de um alimento entristeces o teu irmão, já não andas segundo a caridade. Não causes com o teu alimento, a perdição daquele por quem Cristo morreu.
Não seja denegrido o bem que vos pertence, porque o Reino de Deus não consiste em comer e beber, mas em justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Todo aquele que desse modo serve a Cristo é agradável a Deus e aplaudido pelos homens. Portanto, procuremos o que interessa à paz e à mútua edificação. Por causa da comida, não destruas a obra de Deus. Todas as coisas são puras, é certo, mas constituem um mal para o homem que as come, tendo nelas ocasião de tropeço. O que é bom é não comer carne nem beber vinho e evitar aquilo que faz o teu irmão tropeçar, cair ou fraquejar. E tu guarda para ti, diante de Deus, a convicção que possuis. Feliz de quem não tem de se condenar a si mesmo naquilo porque opta.
Mas, quem se encontra na dúvida, se comer, está condenado, porque procede sem convicção. Ora, tudo o que não vem da convicção é pecado.
 
 
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Amanhã, dia 10/5/12, se Deus o permitir, prosseguirei a transcrição das CARTAS DE S. PAULO, com o nº 15 da Carta aos Romanos.

António Fonseca


Nº 1280–1ª Página (130/12)- SANTOS DE CADA DIA – QUARTA-FEIRA – 9 de MAIO DE 2012 - 4º ANO

 

Nº 1280 – 1ª Página – 2012
1-5-12
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9 DE MAIO DE 2012
Quarta-feira
Pacómio, Santo
Fundador do Cenobitismo

Pacomio, Santo

Pacómio, Santo

Pacómio reparte com Santo Antão a honra de ter instituído a vida cenobitica (quer dizer, a vida religiosa em comum, não anacorética), e é o primeiro a fixar por escrito as regras dela. Nascido de pais idólatras pelo ano de 292, foi alistado à força nos exércitos de Maximino Daia (308-313); confortado pelos cristãos de Tebas, sente-se atraído pela religião deles. Tendo a derrota de Maximino causado a dispersão das tropas, Pacómio fixou-se numa cidade da Tebaida, onde havia uma igreja cristã: lá recebeu o baptismo. tendo sido informado de que um velho chamado Palémon servia a Deus no deserto com grande perfeição, foi à procura dele, encontrou-o e colocou-se sob a sua direção.

Pacomio, Santo

Pacomio, Santo

Por vezes, retira-se Pacómio para um extenso deserto chamado Tabena, perto do Nilo. Levado por uma inspiração celestial, constrói lá uma cela pelo ano de 325; vêm ter com ele discípulos , a quem fornece Pacómio um vestuário grosseiro. Ele próprio dá aos seus religiosos exemplo de fantástica austeridade; redige uma regra que será traduzida por S. Jerónimo e existe ainda. É uma das fontes do monaquismo ocidental. Aumentando o número dos cenobitas, Pacómio constrói mais seis mosteiros na Tebaida. Vem a falecer em 348. www.jesuitas.pt

COMPLEMENTO
Aos 21 anos, Pacómio, nascido no Egito, foi recrutado pelo exército romano. Durante a árdua viagem até aos campos de treino, ficou impressionado pela amabilidade de alguns aldeões. que descobriu serem cristãos. Quando foi desmobilizado, Pacómio regressou ao Egipto, converteu-se ao Cristianismo e, em 314, tornou-se discípulo do eremita Palamon. Como outros eremitas, Pacómio seguia um estilo de vida austero, raramente comendo mais do que uma refeição por dia ou dormindo mais do algumas horas por noite, normalmente sentado numa rocha. Após alguns anos, Pacómio teve uma visão na qual lhe foi ordenado que construísse um mosteiro. Assim fez, com a ajuda de Palamon. Pacómio concebeu também uma disciplina para guiar a conduta dos monges, apesar de ser menos rígida que a dos eremitas.
Vida em comunidade O mosteiro estava localizado nas margens do Nilo. Os monges passavam muito do seu tempo a trabalhar nos ofícios que poderiam gerar as receitas necessárias para as suas necessidades de todos os dias. No tempo restante, rezavam, liam a Bíblia. Pacómio era um líder rigoroso. Quando um monge conseguiu tecer 2 tapetes num dia, em vez de um, como era costume, castigou-o pela sua vaidade. Como penitência, ficou 5 meses na cela só com  pão e água. Um outro monge foi castigado por ter vendido o tapete a um preço mais alto do que aquele que Pacómio fixara. Apesar da vida austera, os mosteiros floresceram. Quando Pacómio faleceu, durante uma epidemia de peste por volta de 346, existiam já 9 mosteiros para homens e 3 para mulheres. As regras que Pacómio estabeleceu tornaram-se as bases para a vida monástica mais tarde estabelecida por Bento e Basílio,. ambos canonizados.
No seu rasto
Pacómio e os seus monges sustentavam-se com o seu trabalho e conseguiam ainda ajudar os outros.
Por vezes, para ajudar basta força de vontade e iniciativa, como descobriu Sandra, uma professora portuguesa, a trabalhar em Moçambique. Logo que chegou, ficou impressionada pela pobreza do país, mas não pensou que, sozinha, pudesse ajudar: Nos seus tempos livres, começou a fazer trabalho voluntário num orfanato das redondezas. Assombrada com a total carência em que viviam as crianças, organizou uma campanha de solidariedade. Falou com os pais e alguns amigos em Portugal e com eles organizou uma recolha de donativos, roupas, brinquedos, livros e medicamentos. Uma empresa portuguesa, com uma filial em Maputo, forneceu o transporte regular e gratuito de pequenas quantidades de mercadorias. graças a este projeto e à colaboração de várias escolas de Lisboa, as crianças do orfanato Primeiro de Maio têm agora livros, brinquedos e roupas confortáveis.
Oração
Senhor, Criador do Céu e da Terra, lançai sobre mim um olhar piedoso: libertai-me do meu sofrimento, ensinai-me o modo de Vos agradar e o meu objectivo e empenho será servir-Vos e fazer a Vossa vontade. Ámen.
(Oração contemporânea)
 
No período da vida de São Pacómio (292-346) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: O Imperador Juliano II tenta fazer reviver o paganismo (361); Porfírio, um crítico do Cristianismo, morre em Roma (304); Perseguição aos cristãos, na Mesopotâmia (341); Incêndio da Biblioteca de Alexandria (389).

Catarina de Bolonha, Santa

Religiosa (1463)

Catarina Bolonha5

Natural de Bolonha, filha de pais notáveis pela posição social, Catarina recebeu educação aprimorada. Na idade de onze anos, quis a vontade do pai que passasse para a corte do príncipe de Ferrara, onde havia de ser a companheira da jovem princesa Margarida de Este. Catarina permaneceu dois anos em Ferrara e, pela morte do pai, entrou numa associação que tomou a regra de Santo Agostinho. Depois optaram pela regra das Clarissas e nomearam-na abadessa do mosteiro em Bolonha. O único desejo que nutria era agradar a Deus numa vida santa e perfeita. Por graça especial, Deus livrou-a dum grande incómodo espiritual, dando-lhe a certeza do perdão dos pecados. Para que esta revelação não fosse prejudicial, mostrou-lhe, numa visão, o juízo final, com todas as circunstâncias com que a fé no-lo apresenta. A lembrança do que tinha visto, conservou-a no santo temor de Deus, preservando-a do menor pecado voluntário. Iríamos longe, se quiséssemos fazer uma descrição pormenorizada da vida admirável da Santa, das virtudes, como dos privilégios extraordinários com que Deus a distinguiu. Tenham aqui lugar alguns factos de relevo, que a biografia relata e que ao mesmo tempo nos dão uma ideia do modo por que Deus se comunicava a esta alma privilegiada. Na noite de Natal de 1456, quando Catarina ainda se achava em Ferrara, pediu à Superiora licença para passar a noite toda no coro. Catarina permaneceu em oração até às quatro horas da manhã, quando realmente lhe apareceu a Divina Mãe com o Menino Jesus, envolto em paninhos, como qualquer outra criancinha. Maria entregou o Menino a Catarina, que o recebeu com suma alegria, estreitando-O contra o coração e cobrindo-O de beijos. Eis outro facto muito singular, que se deu com uma noviça, em Bolonha: trabalhando na horta, foi infeliz e, descuidada no manejo da pá, decepou um dedo do pé. Catarina, sendo chamada, tomou na mão esquerda a parte cortada, aplicou-a ao pé mutilado, fez o sinal da cruz sobre o mesmo, e qual não foi a admiração de todos os circunstantes, quando viram que o pé estava completamente curado. A vida da Santa está cheia de prodígios desta natureza. Na prática de todas as virtudes era Catarina modelo perfeito. No amor de Deus parecia mais um Serafim que criatura humana. «Desde que deixei o mundo», assim se exprimiu falando a uma das irmãs, «o meu único desejo tem sido cumprir em tudo a vontade de Deus e amá-lo de todo o coração». Assunto predileto de suas meditações era a Sagrada Paixão e Morte de Jesus Cristo, fonte inesgotável do amor divino. Horas inteiras permanecia imóvel aos pés do altar do Santíssimo Sacramento, engolfando o espírito no mistério da Sagrada Paixão. desde pequena, teve devoção terna a Maria Santíssima , protetora da sua inocência. A esta Divina Mãe e às sua assistência poderosa atribuía Catarina não ter sucumbido, nas fortíssimas tentações contra a fé e a santa pureza, que a acometiam frequentemente. Paralelo ao amor a Deus era em Catarina o amor ao próximo. Os pobres e doentes eram os primeiros objetos dos seus cuidados. Imensa compaixão tinha dos pobres pecadores e dos que se achavam em grande perigo de pecar. A muitos alcançava a graça da conversão e da perseverança. Grande admiração causou a conversão quase súbita dum malfeitor que, sendo condenado à morte, não só nenhum sinal dava de arrependimento, mas passava os últimos momentos a blasfemar. Sabendo Catarina da infelicidade do homem, pôs-se em oração, de que resultou o mesmo pedir confessor e morrer na graça de Deus. Característica deste seu amor ao próximo é a sua compaixão e devoção às almas do Purgatório, de modo que até grandes Mestres da espiritualidade a chamam “Doutora do Purgatório”. É verdadeiramente magistral o seu tratado sobre esta verdade da nossa fé. Catarina morreu em 1463, em consequência duma curta mas dolorosíssima doença. Sofreu as dores com a mesma resignação e paciência com que sofria as da vida passada, bem, como as calúnias e maledicências de que tinha sido vítima mais do que uma vez. Deus revelou-lhe a hora da morte, para a qual se preparou com todo o fervor. Foi canonizada em 1712 pelo Papa Clemente XI. O corpo conservou-se em Bolonha. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt/

Maria Domingas Mazzarello, Santa

Fundadora (1837-1881)

Domenica Mazzarello

Maria Domingas Mazzarello nasceu nem 1837 em Mornese, diocese de Acqui (Itália), numa humilde família de lavradores. Fez-se notar durante a juventude pela dedicação pelos seus e pelo zelo com que se aplicou às suas obras da paróquia. Fez parte duma associação piedosa, chamada “Congregação de Maria Imaculada”, fundada por seu Pároco Dom Pastorino. Reunia também as raparigas para lhes ensinar o catecismo e costura. Dom Pastorino deixou então a paroquialidade, para entrar no instituto salesiano com a ideia de voltar para estabelecer em Mornese uma escola de rapazes. Mas Dom Bosco a pedido do bispo de Acqui, encarregou-o de fundar uma escola para meninas. Foi Maria Mazzarello a designada para dirigir esta casa, ajudada pela congregaçãozinha de Maria Imaculada que tomou o nome de Maria Auxiliadora, segundo o desejo de Dom Bosco. Referindo-se a esta fundação, dizia o mesmo Santo: «A sua Congregação é igual à nossa, tem o mesmo fim e os mesmos meios». A 5 de Agosto de 1872, Maria e as companheiras receberam o hábito religioso das mãos do seu bispo e fizeram os votos. Pio IX, a quem Dom Bosco apresentara a nova fundação, mostrou-se cheio de esperança: «Tenho a convicção, disse, que as irmãs de Maria Auxiliadora prestarão ao ensino das meninas os mesmos serviços que os padres e os irmãos salesianos prestam ao ensino e educação dos rapazes». De facto, por morte da Fundadora, em 1881, a congregação mantinha para cima de 30 casas na Itália, na França e na América, e contava com 250 religiosas. A 27 de Junho, três dias depois da canonização, assim se expressava Pio XII: «As notícias que chegavam sobre as maravilhosas obras apostólicas dos salesianos na América latina, avivam o zelo de Maria Mazzarello e das suas filhas e suscitam, uma atrás doutra, numerosas expedições, não só para a Argentina e Uruguai, mas também, bem depressa para as regiões dos índios da Patagónia». Pio XI beatificou Maria Domingas em 1938 e Pio XII canonizou-a a 24 de Junho de 1951. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt/

Maria Teresa de Jesus Gerhardinger, Beata

Fundadora (1797-1879)

Teresa de Jesús Gerhardinger, Beata

Teresa de Jesús Gerhardinger, Beata

O seu nome de família é Carolina Gerhardinger. Veio ao mundo em Stadtarnhof, na Baviera (Alemanha), a 20 de Junho de 1797. Fez os estudos com as Cónegas de Nossa Senhora, fundadas por S. Pedro Fourier. Suprimida a Congregação e a escola em 1809 pelo governo de Napoleão, o pároco Miguel Wittmann, futuro bispo de Ratisbona, com o fim de dar continuação à formação das meninas, escolheu três das melhores alunas para fazerem o curso de magistério. Entre elas estava Carolina. Obtido o diploma de professora primária, ensinou na terra natal de 1816 a 1833. Com a possibilidade de as religiosas voltarem ao ensino, D. Miguel Wittmann pensou em fundar uma nova Congregação com as três professoras, mas somente Carolina logrou preservar e superar as grandes dificuldades que se levantaram, sobretudo depois da morte do Bispo Wittmann, em 1834. Ela não desanimou e fez a profissão religiosa em 1835. As Pobres Irmãs Escolares de Nossa Senhora, fundadas por ela, que se estenderam a diversos continentes, foram além disso o ponto de partida para alguns Institutos autónomos em vários países da Europa. O segredo da sua vida interior é-nos revelado por João Paulo II na homilia da beatificação, a 17 de Novembro de 1985: «Uma imperturbável confiança em Deus e um amor ardente por Cristo e pelos pobres. A palavra da Escritura, a Eucaristia e a oração eram a sua interior fonte de força. No silêncio da noite, ela passava com frequência longo tempo diante do tabernáculo , para conhecer a vontade de Deus e pedir a força de se pôr em ação. Para si e para as suas Irmãs de hábito escolheu Maria como modelo e consagrou-lhe a Congregação. As Irmãs deviam viver e atuar como Maria, dar totalmente a própria vida a Deus e levar Jesus Cristo aos homens no mundo»- L’OSS. ROM. 24.11.1985; DIP 4, 1057-8 Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt

Beato de Lungern, Santo

Apóstolo de Suíça

Beato de Lungern, Santo

Beato de Lungern, Santo

São Beato é o primeiro apóstolo de Suíça. Ainda que galo de nascimento, foi enviado por São Pedro a esse pais nos primeiros tempos da era cristã, logo depois de ser ordenado sacerdote, para difundir o Evangelho. Na cidade de Vindonissa, sua pregação foi de tal maneira escutada, que os habitantes destruíram os templos pagãos. Beato viu o demónio numa ocasião, quando se encontrava escutando a um de seus discípulos pregando numa igreja. O maligno estava debaixo de um púlpito anotando numa pele de cordeiro os nomes dos que dormiam durante o sermão. Estava furioso porque a pele era demasiado pequena e não cabiam todos. Por isso, puxou da pele até a rasgar com um movimento tão brusco que sua cabeça chocou contra a parte inferior do púlpito. Com o estrondo despertaram todos os que estavam dormindo e como tudo isto sucedeu antes que terminasse a Missa, puderam escapar sãos e salvos de seu poder. Já ancião, Beato decidiu converter-se em ermitão. Buscando um lugar onde terminar seus dias, chegou à margem do lago de Thun. Os habitantes do lugar lhe mostraram uma grande cova onde habitava um dragão. Beato, sem mostrar medo, enfrentou a besta que se atirou contra ele, despedindo fogo e enxofre. Só fez o sinal da Cruz e destruiu ao monstro ante o olhar atónito de uma multidão. Foi nessa cova onde este santo passou o resto de sua vida. Morreu aos noventa anos e seu sepulcro é lugar de peregrinação, já que ali ocorrem numerosos milagres, em especial a cura de enfermidades terminais. É protetor especial dos enfermos de câncer. Sua festa se celebra em 9 de Maio.

Estefano (Stefano ou Estevão) Grelewski, Beato

Sacerdote e Mártir

Estefano Grelewski, Beato

Estefano Grelewski, Beato

Nasceu em Dwikozy, Polónia, em 3 de Julho de 1899. Estefano (Stefan) Grelewski, sacerdote da diocese de Radom, caiu vítima do nazismo no tristemente célebre campo de concentração de Dachau, próximo a Munich, de Baviera, na Alemanha. Foi torturado até morrer, em 9 de Maio de 1941. Foi beatificado junto a outros 107 mártires que morreram em campos de concentração

Gregório Ostiense, Santo

Abade e bispo

Gregorio Ostiense, Santo

Gregório Ostiense, Santo

São bastante confusas as notícias que temos sobre este santo muito venerado nas terras de Rioja e Navarra. É conhecido como abade do mosteiro de são Cosme e são Damião, em Roma. O papa João XVIII o faz bispo de Ostia e logo o eleva ao cardinalato, passando a ser Bibliotecário Apostólico, posto que manteve durante quatro papados. Participa no governo da Igreja, tomando parte em assuntos árduos e complicados de política exterior no tempo que procura não descuidar o ministério pastoral. Parece que veio a Espanha na primeira metade do século XI, como Legado papal ante as Cortes de Burgos e Pamplona. Muito provavelmente teve que ver seu envio desde Roma com as questões relativas à organização eclesiástica de Espanha numa conjuntura em que se fazia muito necessária a determinação dos limites das dioceses que era origem e fonte de numerosos conflitos e não só por interferências de jurisdição episcopal, mas também pela pertença a distintos soberanos. Isso levava a negociações com os reis e com os bispos interessados, e para esse trabalho fazia falta um homem contacto político e grande sentido eclesial. Era assunto difícil e espinhoso pelos muitos interesses que encerrava e a delimitação da diocese de Valpuerta cuja extensão pertenceu em grande parte à desaparecida diocese visigoda de Calahorra e que chegou a perdurar até 1086, depois da morte do santo, data em que ficou incorporada a Burgos (Campus Castellae) que absorveu em torno de si a todos os bispados circundantes. Também no sul de Pamplona, em torno a Nájera, erigem os reis Santa Maria a Real como panteão real. Já havia aparecido a figura de Nagalensis ou Navarensis ou Nazarensis episcopus desde 925, abarcando as fronteiras diocesanas até territórios que interferem Valpuerta e Alava, além de ocupar toda a Rioja, onde haviam proliferado, durante os três séculos de dominação muçulmana, e com a ilusão de ser cada uma a continuidade de Calahorra, as dioceses de Albelda, Castella Vetus, San Millán de la Cogolla e Nájera, cuja história constituí uma verdadeira maranha, complicada ainda mais todavia pela presença de prelados auxiliares ou honorários até que se reconquistou Calahorra, em 1046, e recuperou sua antiga capitalidade, aglutinando as já mencionadas. Nem sempre deram bom fruto, ou o fruto apetecido, as negociações do Legado, mas sim que puderam fazer-se sem discórdias entre os reis e sem enfrentamentos entre os bispos e, desde logo, sentaram as bases para que a obra transcendesse ao gestor. Gregório não olvidou nunca o principal de sua pessoa, o exercício do ministério sacerdotal. Pregou em Calahorra e Logroño entre outras povoações da Rioja e Navarra, destacando em suas práticas a necessidade de conversão e penitência. Parece que esta foi a ocasião em que santo Domingo de la Calzada viveu algum tempo em sua companhia, servindo-lhe de pajem. Se conta que em certa ocasião livrou os campos riojanos de uma praga de gafanhotos, e por isso o invocam os agricultores de uma maneira especial contra esses insectos. Viveu cerca de cinco anos em Espanha. Esgotado e enfermo se retirou a Logroño onde parece que morreu no ano 1044; mas seu corpo se venera na igreja de são Gregório de Pinave, entre Viana e Logroño.

José (Jozef) Cebula, Beato

Mártir Oblato

José (Jozef) Cebula, Beato

José (Jozef) Cebula, Beato

Durante sua viagem a Polónia em 1999, o Papa João Paulo II beatificou 108 mártires que morreram em campos de concentração de dos Nazis. Entre eles estava um Oblato, o Padre Jozef Cebula, OMI. Jozef Cebula nasceu em 23 de Março de 1902 em Malnia na Silésia Alta, nesse então era território Alemão. Em 1918, quando atendia o colégio de treino para professores em Opole, adoeceu com tuberculose e foi declarado incurável. Se recuperou inesperadamente, e quando visitava o santuário a Nuestra Señora de Piekary, que estava sob o cuidado dos Oblatos, contou sua história ao Padre Jan Pawolek, OMI (que logo depois morreu em Auschwitz). O Padre Pawolek enviou Jozef ao recém estabelecido seminário menor dos Oblatos em Krotoszyn para estudar com os Oblatos. Jozef foi ordenado ao sacerdócio em 5 de Junho de 1927 e ensinou no seminário menor em Lubiniec onde foi superior desde 1931 até 1937. Em 1936- quando tinha 34 anos de idade- foi considerado como candidato para ser Provincial, mas em 1937 foi indicado como mestre de noviços em Markowice.  Em 4 de Maio de 1940, todos os noviços oram levados a um acampamento de concentração em Dachau, Baviera. O Padre Cebula, que continuou exercendo seu ministério sacerdotal na região apesar da proibição que havia, foi preso em 2 de Abril de 1941. Em 18 de Abril foi levado ao campo de concentração em Mauthausen, perto de Austria. “Durante 21 dias de detenção, foi maltratado, açoitado, e particularmente insultado por ser sacerdote, também foi ordenado a que se enforcasse. Ao fim foi à companhia como castigo onde tinha que carregar pedra que pesavam 40-60 Kg sobre seus ombros a um campo a 2 quilómetros dali. No caminho, havia uma escadaria de 144 degraus chamada a Escalera de la Muerte. Aqueles na companhia de castigo tinham que a subir com sua carga entre uma chuva de insultos e golpes que vinham dos soldados Alemães e da SS. Muitos decidiram morrer atirando-se contra a cerca eléctrica ou saltando para a morte no fundo. Depois de duas viagens, o Padre Cebula já não podia mais. Recolhendo a força que lhe restava insultou aos guardas e à SS, reprovando-os por sua crueldade e ameaçando-os com o castigo de Deus. Um pouco surpreendidos por sua explosão, os guardas mandaram-no a correr com a pedra sobre suas costas. Caiu a 50 metros da cerca. Um guarda lhe disparou com sua metralhadora declarando que, “Disparou porque tratava de escapar-se.” Como todavia estava respirando, terminaram com o Padre Jozef com um segundo disparo. Seu corpo foi levado ao crematório e queimado. Era Sexta-feira 9 de Maio de 1941.

Maria Catarina de Santo Agostinho, Beata

Religiosa (1632-1668)

María Catalina de San Agustín, Beata

Maria Catalina de Santo Agostinho, Beata

Estrela A versão de http://es.catholic.net/santoral foi publicada ontem 8/5/2011. Em seguida versão de www.jesuitas.pt

Nobre por origem, o seu nome de família era Catarina Simon de Longpré. Nasceu em Saint-Sauveur-le-Vicomte, na Normandia (França), a 3 de Maio de 1632. Aos dois anos foi confiada aos cuidados dos avós maternos, que mantinham uma espécie de hospital. Ali a criança recebeu um,a grande influência da parte de S. João Eudes (1601-1680) e outros religiosos que frequentavam aquela Instituição. Desde pequena ela dizia que queria ser religiosa. Aos dez anos inscreveu-se numa Confraternidade da caridade. Em 1642, num escrito assinado com o próprio sangue, consagrou-se à Santíssima Virgem. talvez influenciada por S. João Eudes, no ano seguinte, fez três votos: tomar a Santíssima Virgem como mãe, não cometer nenhum pecado mortal e viver em castidade perpétua. Com a intenção de se fazer religiosa, a 7 de Outubro de 1644 começou a aprender a profissão de enfermeira no hospital de Bayeux, onde as religiosas Agostinianas da Misericórdia de Jesus davam assistência aos doentes. Entrou no noviciado dessa Congregação e a 4 de Maio de 1648 fez a profissão religiosa. Pouco depois embarcou para o Canadá, a fim de trabalhar no mosteiro e hospital de Quebeque. Progrediu tanto na prática de todas as virtudes e na profissão de enfermeira que aos 22 anos foi nomeada administradora da comunidade e do hospital. Assumiu depois a direção do hospital e foi escolhida para Conselheira da Superiora e mestra de Noviças. Procurou aprender a língua dos indígenas, a fim de poder ensinar-lhes o catecismo e encaminhá-los para Deus. O seu zelo e caridade não tinham limites. Humilde, simples e alegre, palmilhou rapidamente o caminho da santidade. De facto, veio a falecer a 8 de Maio de 1668, vítima de grave pneumonia. Foi beatificada a 23 de Abril de 1989. AAS 82 (1990) 652-5; L’OSS. ROM. 30.4.1989. http://www.jesuitas.pt/

Nicolás Albergati, Beato

Cardeal

Nicolás Albergati, Beato

Nicolás Albergati, Beato

Etimologicamente significa “vencedor dos povos”. Vem da língua grega. O Beato Nicolás Albergati foi bispo de Bolonha no século XV. Era douto e humanista, mas sobretudo era um homem de uma grande piedade. Nasceu no seio de uma família nobre na cidade de Bolonha no ano 1375. Ao terminar seus estudos de Direito, decidiu fazer-se religioso. Desta maneira, quando ficou vacante a sede de Certosa, toda a gente o aclamou a ele como seu bispo. Como pastor da diocese se distinguiu em seguida por sua caridade, sua prudência e sua modéstia. Estes valores lhe outorgaram a confiança do Papa Martinho V. Sem ter a menor dúvida, o nomeou cardeal da santa Cruz de Jerusalém. Trabalhou para restabelecer a paz entre França e Inglaterra e presidiu ao Concilio de Ferrara. Perto de Sena, teve uma cólica renal que o levou à morte no ano 1443. Seu culto foi confirmado pelo Papa Bento XIV em 25 de Setembro de 1744. ¡Felicidades a quem leve este nome!

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (Pacómio, Santo)Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
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