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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Nº 1281 - 2ª Página - CARTAS DE S. PAULO (AOS ROMANOS) – QUINTA-FEIRA – 10 DE MAIO DE 2012

 
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Nº 1281 - 2ª Página
 
10 de Maio de 2012
 
CARTAS DE S. PAULO
 
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CARTA AOS ROMANOS
 
15
 
V – CONSELHOS E EXORTAÇÕES
 
15 – Nós, os fortes, devemos suportar as fraquezas daqueles que o não são, e não procurar o que nos é agradável a nós próprios. Cada um procure agradar ao próximo, para seu bem e para sua edificação, pois Cristo não procurou o que Lhe era agradável; pelo contrário, conforme o que está escrito: «Os insultos daqueles que te insultavam caíram sobre Mim».
Com efeito, tudo o que foi escrito, anteriormente, foi escrito para nossa instrução, a fim de que pela constância e consolação que provêm das Escrituras, possuamos a esperança. Que o Deus da constância e da consolação vos conceda que tenhais uns para com os outros os mesmos sentimentos segundo Jesus Cristo, para que, com um só coração e uma só voz, glorifiqueis a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Acolhei-vos por isso, uns aos outros, como Cristo também vos acolheu para glória de Deus. Afirmo, efetivamente, que Cristo Se fez servidor  dos circuncisos, a fim de mostrar a veracidade de Deus, para confirmar as promessas feitas aos patriarcas, enquanto os gentios dão glória a Deus pela Sua misericórdia, como está escrito: «Por isso Te hei-de bendizer entre os gentios e cantar em honra do Teu nome». E novamente Se diz: «Alegrai-vos, ó nações, com o Seu povo». E noutro lugar diz: «Nações, louvai todas ao Senhor; e que todos os povos O celebrem».
De novo Isaías diz: «Surgirá a Raiz de Jessé e Aquele que Se levanta para governar as nações. N’Ele esperarão os gentios».
Que o Deus da esperança vos encha plenamente de alegria e de paz na vossa crença, para que abundeis na esperança pela virtude do Espírito Santo.
 
VI – RECOMENDAÇÕES E EXORTAÇÕES FINAIS
 
Os motivos que levaram o Apóstolo a escrever  -  Estou pessoalmente persuadido, irmãos meus, de que vós estais cheios de bondade, cheios de todo o saber, de maneira que vos podeis admoestar uns aos outros. Contudo, irmãos, escrevi-vos com certa ousadia, para reavivar a vossa memória, por causa da graça que me foi dada por Deus: De ser ministro de Jesus Cristo, entre os gentios, exercendo o sacerdócio do Evangelho de Deus, a fim de que a oblação dos gentios seja aceite e santificada pelo Espírito Santo. Tenho, pois, essa glória em Jesus Cristo no que se refere às coisas de Deus. Porque eu não ousaria falar de coisas que Cristo não tivesse operado por meu intermédio, para obter a obediência dos gentios, pela palavra e pela ação, por virtude de milagres e prodígios, pela virtude do Espírito de Deus. De sorte que, desde Jerusalém, e em todas as direções, até à Ilíria, tenho pregado o Evangelho de Cristo. Timbrei, porém, em não pregar o Evangelho onde já tinha sido invocado o nome de Cristo, a fim de não edificar sobre fundamento alheio, mas conforme está escrito: «Aqueles a quem não foi anunciado, hão-de vê-Lo; e os que não tinham ouvido falar, entenderão».
Por este motivo muitas vezes fui impedido de ir até junto de vós. Mas agora, já não tenho com que me ocupar nestas regiões, e desejando há muitos anos ir ter convosco, quando seguisse para a Espanha, espero ver-vos de passagem, e ser encaminhado por vós naquela direção depois de ter gozado um pouco a vossa companhia. Agora, porém, sigo para Jerusalém, em serviço dos Santos, porque a Macedónia e a Acaia houveram por bem fazer uma colecta para os pobres que há entre os santos de Jerusalém. Houveram-no por bem, e disso lhes eram devedores; porque, se dos seus bens espirituais participaram os gentios, devem também estes assistir-lhes com os bens temporais. Quando tiver levado a bom tempo essa missão e lhes tiver feito a entrega do produto da colecta, partirei para Espanha, passando por junto de vós. E sei que, indo ter convosco, irei com a plenitude das bênçãos de Cristo. Rogo-vos, pois, irmãos, por Nosso Senhor Jesus Cristo e pela caridade do Espírito, que me ajudeis com as orações que dirigis a Deus por mim, para que me livre dos incrédulos que há na Judeia e para que o auxílio que levo a Jerusalém tenha boa aceitação da parte dos santos. A fim de que, pela vontade de Deus, chegue até junto de vós, com alegria e possa recrear-me convosco. E que o Deus da paz seja com todos vós. Ámen.
 
 
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Amanhã, dia 11/5/12, se Deus o permitir, prosseguirei a transcrição das CARTAS DE S. PAULO, com o nº 16 da Carta aos Romanos.

António Fonseca


Nº 1281–1ª Página (131/12) - SANTOS DE CADA DIA – QUINTA-FEIRA – 10 de MAIO DE 2012 - 4º ANO

Nº 1281 – 1ª Página – 2012
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10 DE MAIO DE 2012
Quinta-feira
João de Ávila, Santo
Padroeiro da Andaluzia – Espanha

Juan de Ávila, Santo

Juan de Ávila, Santo

S. João de Ávila com razão se pode dizer o pai dum grande número de santos que floresceram na Espanha no século XVI. Nasceu na diocese de Toledo, em 1500. Desde a infância se fez notar pela muita piedade. Aos 14 anos foi mandado a Salamanca para estudar direito. Era notável o seu espírito de penitência; procurava sempre a alimentação mais simples e o vestido mais grosseiro; deitava-se sobre molhos de lenha; não abandonava o cilício e disciplinava-se frequentemente. As mortificações do corpo juntava o exercício da mais completa renúncia, multiplicando atos de humildade e obediência. Todo o tempo de que podia dispor era consagrado a oração. Frequentava os sacramentos, preparando-se para a Eucaristia com extraordinário fervor. Mandado para a universidade de Alcalá distinguiu-se de modo extraordinário na ciência e na piedade. O seu professor, o célebre Dominicano Domingos Soto, dizia que o discípulo viria a ser um grande homem, predição que o futuro não desmentiu. Pedro Guerrera, que foi bispo de Granada, era grande admirador e amigo de João de Ávila. No dia da primeira missa, vestiu doze pobres, a quem serviu por suas mãos o jantar. Voltando a sua terra, desfez-se dos bens próprios, a exemplo dos Apóstolos. Entregou-se com ardor ao ministério da pregação, tomando por modelo e patrono S. Paulo e preparando-se, pelo estudo e exercício das mais extraordinárias virtudes, para o apostolado. Tinha por máxima que de nada valia a ciência sem virtude sólida. Perguntando-lhe um dia um eclesiástico qual o modo de pregar com fruto, respondeu que não conhecia nada melhor do que amar muito Nosso Senhor Jesus Cristo. O seu exemplo era a melhor prova da verdade que afirmava. Dividia o tempo entre os cuidados do ministério e a oração. As maiores dificuldades eram-lhe prazer desde que se tratasse de salvar um pecador. Os obstáculos só serviam para lhe ativar o zelo. Os seus sermões, cheios de amor de Deus, tocavam os corações endurecidos. Nunca pregava sem ter pedido a Deus bênçãos para o auditório. E era tão eloquente a sua palavra que se dizia que o Espírito Santo falava pela sua boca. São admiráveis as suas cartas, monumentos de saber e virtude. era angélico o fervor com que rezava o oficio e celebrava a Santa Missa, para a qual se preparava com meticuloso cuidado, gastando na ação de graças muito tempo. Fazia, além disso, quatro horas de meditação por dia, duas de manhã e duas de tarde. Viveu sempre pobre; nunca teve criados. Nunca deixava de recomendar a pobreza, pois dizia que a prática desta virtude mata as paixões e faz-nos semelhantes a Jesus Cristo. Para o fim da vida, como já não podia exercer o seu ministério, orava continuamente. Tudo o deixava indiferente excepto o amor de Deus. Pregou com grande fruto em Sevilha, Córdova, Granada e em toda a Andaluzia. As suas instruções formaram santos eminentes, como S. João de Deus, S. Francisco de Borja, Santa Teresa de Jesus e personagens notáveis como Frei Luis de Granada. Teve talento especial para dirigir almas. Para se ajuizar das suas qualidades neste campo, basta ler a sua obra que tem por titulo aquelas palavras do salmo 44: Escuta, minha filha. Eis o que deu origem a esta obra: D. Sancha Carrilha era dotada de extraordinária formosura e grandes virtudes. Querendo ir para a corte como dama de honor, não quis partir sem se confessar ao santo. Ora voltou da Igreja completamente transformada. renunciou das vantagens da sua posição, ficando em casa dos pais, onde levou vida edificante. Foi para dirigir esta alma tão dócil que S. João de Ávila compôs o referido tratado. Em todos os seus escritos, o que primeiro nos impressiona ´´e a sua terna devoção``a paixão de Jesus Cristo. Foi na meditação dos sofrimentos do Salvador que formou o edifício da sua virtude e ganhou extraordinário desejo de sofrer. «O bom uso que se faz das provas, dizia, fortalece a alma e torna-a capaz de sofrer mais». Deus quis que o seu servo fosse vitima da inveja. Embora só pregasse a moral de Jesus, foi acusado de rigorismo, dizendo os seus perseguidores que ele excluía os ricos do reino de Deus. Arrastado no tribunal da Inquisição, sofreu muito até que foi reconhecida a sua inocência. depois, agradeceu humildemente aos seus inimigos terem-lhe dado que sofrer alguma coisa. Aos 50 anos começou a ter muitas doenças, mas, cheio de paciência, dizia a Deus: «Senhor, aumentai os meus sofrimentos, dai-me, porém, paciência». Enfim, depois de 17 anos de doenças, morreu a 10 de Maio de 1569. Foi prodígio de penitência, glória do sacerdócio católico, homem de conhecimentos quase universais, diretor esclarecido e orador consumado. Para ajuizar do seu extraordinário valor, basta dizer que Santa Teresa o olhava como protetor, o consultava como mestre e o seguia como modelo. Foi beatificado em 1894 e canonizado em 1970. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

COMPLEMENTO
 
Com apenas 14 anos, João estudou Direito durante um ano, até que um monge franciscano o encorajou a estudar Filosofia e Teologia. Assim, o jovem trocou o Direito por uma vida de oração e penitência. Em 1525, João foi ordenado padre. Quando os seus pais morreram, ofereceu toda a sua herança à caridade e decidiu embarcar numa das missões ao México. Ao longo dos anos, João revelara-se um excepcional pregador, talento que poderia ser útil na América. O Arcebispo de Sevilha, porém, quis que João ajudasse a restaurar o Cristianismo no Sul de Espanha. Não desejando decepcionar o Arcebispo, João desistiu de partir e em breve a sua fama de pregador atraia e convertia multidões. João, que não tinha medo de dizer o que pensava, conquistou muitos inimigos. Estes acusavam-no de pregar que a riqueza era perigosa, podendo excluir do Céu os que a possuíam, e acabaram por denunciá-lo  à Inquisição. João foi preso, mas libertado pouco depois por falta de provas, para alegria dos seus fiéis. Daí em diante, João pregou em muitas regiões de Espanha e a sua popularidade cresceu ainda mais.
Diretor espiritual – João foi também um notável escritor. A sua obra mais famosa é Audi filia, um tratado sobre a perfeição cristã. Foi ainda o guia espiritual de Teresa de Ávila, João da Cruz, Francisco de Bórgia e outros. Apesar de ter passado os últimos 15 anos da sua vida em grande sofrimento, continuou a escrever e a pregar até morrer, a 10 de Maio de 1569 em Montilla, Espanha.
 
No seu rasto
 
O dom de João para pregar e escrever inspirou muitas pessoas em toda a Espanha a aceitar a Palavra de deus.
Séculos depois, a mensagem de Deus é espalhada pelo mundo de novas maneiras. Os meios de comunicação social, em particular a rádio e a televisão, são meios por excelência da divulgação do Evangelho. Em Portugal, os programas televisivos dedicados a questões religiosas são infelizmente escassos. Existe, contudo, uma rádio de doutrina cristã, a Rádio Renascença, que disponibiliza diariamente programas de carácter religioso e de informação cristã. Tem também regularmente momentos de oração e celebrações religiosas. Com este serviço, mesmo quando não podemos deslocar-mo-nos a uma Igreja, poderemos continuar a ter o conforto de uma celebração eucarística. A utilização pela Igreja e pelos cristãos dos meios de comunicação social permite obedecer fielmente à ordem de Deus: “Ide pelo mundo e pregai o Evangelho a todas as pessoas” (Marcos 16:15).
 
Oração
 
Pai misericordioso, desde o nosso nascimento até à nossa morte, sois a nossa força e a nossa proteção. A Vossa Palavra Santa instrói-nos na Fé, na esperança e no amor. Ajudai-nos a ouvir a verdade do Vosso Amor eterno, a viver as nossas vidas de acordoo com a Vossa Vontade, como Cristo, Que o Vosso Espírito faça de nós os proclamadores da Vossa palavra santa. Que o nosso discurso glorifique o Vosso Nome, que a nossa vida seja um testemunho corajoso da Vossa verdade. Não nos deixais desanimar quando os corações resistem à mudança; pois o amor tudo consegue. Ámen.
(Oração contemporânea)
 
No período da vida de São João (1500-1569) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Babur funda a dinastia Mogul na Índia (1526); Destruição da Invencível Armada (1588); Cortez conquista o México (1519); Início da dominação filipina em Portugal (1580).
Antonino (ou António) Pierozzi de Florência, Santo

Bispo (1389-1459)

 

Antonio (Antonino) Pierozzi de Florencia, Santo

Antonio (Antonino) Pierozzi de Florencia, Santo

Este santo, chamado António no baptismo, e depois Antonino, por ser de pequena estatura, nasceu em Florença no ano de 1389. Aplicado desde muito jovem ao estudo, fez nele maravilhosos progressos. Havia muito tempo que, para satisfazer a inclinação, que lhe despontara com os primeiros anos, de se consagrar ao serviço de Deus, pensava em entrar para o claustro. Os Frades Pregadores foram o alvo de seus votos. O célebre Padre João Domingues, que foi mais tarde cardeal-arcebispo de Ragusa e legado da Santa Sede na Hungria, depois de o examinar, ficou encantado; mas aconselhou-o a que esperasse ainda; e para se livrar de suas instâncias, sabendo que gostava de ler o Decreto de Graciano, disse-lhe: «Estude bem o direito canónico, e quando o tiver aprendido todo de cor, prometo recebê-lo». A condição era violenta, mas o Padre Domingues ficou agradavelmente surpreendido quando, alguns dias depois, Antonino compareceu pronto a dar-lhe conta de todo o direito canónico. O fervor do jovem noviço tornou-se depressa objecto de emulação para os mais antigos. Pensou-se a principio que não seria capaz de resistir aos rigores da disciplina religiosa; mas a sua coragem deu-lhe forças; aparecia em toda a parte o mais humilde, o mais obediente, o mais mortificado e o mais exato da comunidade. A virtude, suprindo nele a idade, fez que fosse escolhido, embora muito jovem, para governar o convento de Roma. Nomearam-no sucessivamente prior dos conventos de Nápoles, Baeta, Cortona, Sena, Florença e outras cidades de Itália; por toda a parte reavivou o espírito primitivo da regra, sobretudo pelos exemplos.

Antonio (Antonino) Pierozzi de Florencia, Santo

Antonio (Antonino) Pierozzi de Florencia, Santo

Nomeado vigário geral da província da Toscana e depois da de Nápoles, nada afrouxou nas austeridades. Enquanto o santo andava ocupado na visita da província de Nápoles, vagou a sede episcopal de Florença. O papa Eugénio IV, sem atender a solicitações, nomeou-o arcebispo de Florença. Santo Antonino recebeu a nova, ao voltar da visita a uma casa da sua província; ficou tão consternado que, voltando para trás, deixou o caminho de Nápoles sem declarar o seu desígnio, e fugiu para as bandas do mar da Toscana, resolvido a retirar-se para a ilha da Sardenha; mas opuseram-se ao seu embarque e conduziram-no para Sena. Empregou todos os meios para se livrar de tal dignidade; mas o papa mandou-lhe as bulas e ordenou-lhe que recebesse a sagração quanto antes. Começou por dar uma regra aos seus familiares. Os pobres tomavam o primeiro lugar. Estava persuadido que, se a sua dignidade se davam avultadas rendas, era para as distribuir pelos pobres. Proibiu aos seus domésticos despedir algum pobre com as mãos vazias e, depois de ter gasto em esmolas todo o dinheiro, viram-no dar os móveis e reduzir-se ele mesmo, por causa dos pobres, a extrema pobreza. Fundou o Colégio de S. Martinho, no qual estabeleceu doze administradores em favor das famílias envergonhadas, que, reduzidas a ultima necessidade, tem vergonha de mendigar. Fazia quase todos os anos a visita a diocese; os abusos foram bem depressa cortados por toda a parte, as desordens abolidas, e por toda a parte os costumes reformados. A avareza e a cupidez tinham introduzido em Florença jogos de azar que arruinavam as famílias; o santo prelado empreendeu aboli-los, e pôde consegui-lo. Como o espírito de Deus foi sempre o móbil de suas ações, santo Antonino nunca se desmentia em seu proceder; dormia muito pouco e chegava sempre antes dos seus cónegos para as Matinas. Visível a toda a hora, afável, acessível a todos, fazia-se tudo para todos para os ganhar para Jesus Cristo. O pobre e o camponês eram escutados como o rico, sem exceção; encontrava-se sempre nele um diretor, um pastor e um pai; nada foi nunca capaz de alterar a sua doçura e a sua tranquilidade. Tendo o conselho soberano de Florença mandado prender um oficial do papa, e o santo arcebispo não podendo obter que fosse posto em liberdade, mandou cessar o oficio divino na sua Catedral em presença dos magistrados, e pôs a Igreja sob interdito. Recorreram ao insulto, ficou inflexível; e mostrando, aqueles que ameaçavam expulsa-lo a chave da cela que tinha ocupado no mosteiro de Cortona e trazia sempre a cinta, disse: «Quando me obrigardes a sair de Florença, encontrarei sempre um asilo para me retirar». Dias muito cheios deixaram-lhe ainda tempo para enriquecer a Igreja de muitas e belas obras, que são a Suma doutrinal ou de Teologia, a Suma histórica, a Suma da Confissão, um tratado da Excomunhão, um escrito sobre os discípulos que iam para Emaús e um Tratado das Virtudes. Ai se deparam por toda a parte sinais da pureza da fé, da santidade da moral, da alta piedade e erudição. O papa Nicolau V disse publicamente que julgava o arcebispo de Florença tão digno de ser posto no catálogo dos santos ainda vivo, como Bernardino de Sena que nessa altura canonizara. Os florentinos escolheram-no para ir a frente de uma célebre embaixada, que enviaram aos papas Calixto III e Pio II; pediram-lhe também para aceitar a embaixada junto do Imperador Frederico III; mas recusou-a, porque não pôde nunca resolver-se a sair da sua diocese senão para interesses da Igreja. O papa Pio II, sabedor de que tinha abolido os escândalos públicos, os jogos de azar e outras desordens inveteradas em Florença, quis que fosse dos escolhidos para reformar muitos abusos em Roma; mas Deus apressou-se a chamar o seu servo as recompensas eternas; morreu a 2 de Maio de 1459, com setenta anos de vida e treze de episcopado. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

Enrique Rebuschini, Beato

Sacerdote

Enrique Rebuschini, Beato

Enrique Rebuschini, Beato

Estrela Como podem verificar esta biografia é muito extensa, pelo que não me foi possível , em tempo útil, proceder à sua tradução. As minhas desculpas e obrigado. AF.

Enrique havia nascido em 28 de Abril de 1860 no norte de Itália, em Gravedona, na margem noroeste do lago Como. Seu pai, Domingo, empregado de intendência antes de chegar a ser inspetor chefe de impostos da província de Como, não é partidário da religião, e quando acompanha a sua mulher à igreja, fica do lado de fora. Sua mãe, Sofia, cristã exemplar, é oriunda de Liorna, na Toscana. Desse matrimónio haviam nascido cinco filhos, sendo Enrique o segundo. No final de seus estudos secundários, ao não poder seguir sua inclinação pela vida religiosa por causa da oposição de seu pai, Enrique se matricula na Faculdade de Matemáticas da Universidade de Pavía. De carácter tranquilo e bem educado, somente permanece um ano na Faculdade, cujo anticlericalismo lhe produz amargura e desassossego. Assim pois, regressa a Como e cumpre seu serviço militar como voluntário durante um ano. Em seus tempos livres, isola-se voluntariamente com a oração e as boas leituras. Após sua formação na Escola Militar de Milão, obtém o diploma de subtenente de reserva, estimado por seus superiores, que o animam a fazer carreira no exército. Mas, ao regressar com sua familia, prefere seguir estudos de contabilidade, que culminam em 1882 com um diploma e com notas positivas. Um caminho que não lhe convém - O marido de sua irmã Dorina, que dirige uma fábrica de sedas a 45 km a norte de Como, acolhe-o em sua casa e oferece-lhe um emprego como administrativo. As relações entre Enrique e a familia de sua irmã são muito cordiais. Sem embargo, ao cabo de três anos, alguns indícios deixam entrever que o jovem tem problemas. Há tristeza em seu olhar. A seu pai confessa que esse trabalho na indústria e no comércio não lhe convém, e a seus 24 anos escreve a seu cunhado o que segue: «Quando penso que vou a ser um lastro em lugar de servir de ajuda..., o facto de saber também que meus pais nunca estarão tranquilos enquanto permaneça num caminho que não convém à minha natureza (e que me faz desgraçado), tudo isso me há persuadido de que devia renunciar a ele, pelo bem de papá e de mamã, por teu bem e pelo meu. E te digo isto com o coração compungido» (9 de agosto de 1884). Os problemas de Enrique não procedem da eleição de uma profissão adequada a suas atitudes e a suas inclinações, mas de sua tenaz atração pela vida religiosa, atração entorpecida por causa de uma forte oposição por parte de seu pai. Apesar de todos os esforços por aceitar sua sorte, cai muito cedo num estado de abatimento moral, e emagrece tanto que parece estar convalescente de uma enfermidade. Finalmente, durante o verão de 1884, o pai termina «rendendo-se», depois de longas discussões com seu filho e após a intervenção do beato Guanella (sacerdote promotor de obras sociais, beatificado em 1964), que havia encomendado a todos os mosteiros de Como que se rezasse por essa vocação. Três meses depois de deixar seu emprego, Enrique matricula-se na Universidade Gregoriana de Roma, com objeto de seguir, com êxito, estudos eclesiásticos. Ali consegue a estima dos professores, recebendo as ordens menores com a seguinte menção: «Conduta edificante e muito bom espírito de Igreja». Em finais do ano 1885, seus pais e sua tia Magdalena se deslocaram a Roma, alegrando-se de o encontrar satisfeito e sereno. Magdalena anota em seu diário: «Enrique está contente e alegre. Entendo porque se sente desse modo. Está seguro de encontrar-se no caminho que Deus lhe preparou». Oprimido - Un obstáculo imprevisto surge de repente: entre março de 1886 e maio de 1887, Enrique é atacado por uma grave depressão nervosa. Sua generosa alma e seu sentido do dever, que não admite meias tintas, o movem a realizar penitências excessivas, sem ter demasiado em conta sua fragilidade. Em realidade necessitaria alimentar-se muito mais, mas se esforça em imitar, inclusive em ultrapassar, os exemplos de austeridade que observa a seu redor, pelo que desemboca num estado de esgotamento nervoso e mental que sucede ser causa de depressão. Já na sua época, quando Santa Teresa de Jesús chegava a um convento carmelita e encontrava tensões e combates espirituais, exigia às monjas que dormissem uma hora mais por dia. Efectivamente, porque o cansaço diminui nossa capacidade de resistência, nos torna frágeis e aumenta nossa vulnerabilidade. Uma das armas que utiliza o diabo no combate espiritual é precisamente sobrecarregarmos, com a aparência de que isso é bom. Enrique regressa com sua familia, permanecendo também um tempo numa clínica. No diário de Magdalena podemos constatar as seguintes anotações: são «momentos em que a mão de Deus se há mostrado pesada sobre nós e nos há submergido na dor... ¡Quantos meses de silêncio e de sofrimento! Oxalá Deus ponha termo a isto e nos devolva nosso tesouro». Oito anos mais tarde, ao evocar aquela etapa, Enrique escreverá: «Me mandaram a uma clínica de repouso; nesse lugar Deus restabeleceu minha saúde dando-me uma total confiança em sua infinita bondade e misericórdia». Uma grande capacidade espiritual - Antes de ver cumprida sua vocação de religioso hospitalário, Enrique prova a amargura do sofrimento. Igual ao que em nossos dias o Papa João Paulo II, tería podido dizer: «También yo conozco, por haberlo probado personalmente, el sufrimiento causado por la incapacidad física, la debilidad propia de la enfermedad, la falta de energía para el trabajo y el hecho de no sentirse en forma para llevar una vida normal. Pero también sé, y quisiera que se entendiera, que ese sufrimiento tiene igualmente otro aspecto sublime, y es que otorga una gran capacidad espiritual; porque el sufrimiento supone una purificación para sí mismo y para los demás, y si se vive en su dimensión cristiana, puede transformarse en un don que se ofrece para completar en la propia carne lo que faltara a las tribulaciones de Cristo, en favor de su Cuerpo, que es la Iglesia (cf. Col 1, 24). A vosotros, queridos enfermos de todos los rincones del mundo, deseo anunciaros la presencia viva y consoladora del Señor. Vuestros sufrimientos, recibidos y aceptados con fe inconmovible, unidos a Cristo, adquieren extraordinario valor para la vida de la Iglesia y el bien de la humanidad» (Mensaje con motivo de la Ia Jornada Mundial del Enfermo, 11 de febrero de 1992). En mayo de 1887, la crisis se resuelve y Enrique recobra por completo la salud. Tendrá algunas recaídas, pero menos prolongadas y menos graves. Debe tenerse en cuenta que en aquella época no había remedios específicos contra ese tipo de enfermedades, por lo que aquella tribulación fue superada gracias a un conocimiento progresivo cada vez más exacto de Dios, cuya consecuencia fue una relación filial basada en la confianza. El mejor rasgo de la espiritualidad de nuestro beato será en adelante considerar el océano infinito de la misericordia del Corazón de Jesús y de la ternura maternal de nuestra Madre, la Santísima Virgen María, a quien la Iglesia invoca con el nombre consolador de «salud de los enfermos». Durante el verano de 1887, Enrique trabaja como empleado en el hospital de Como. Pero, poco tiempo después, se deshacen amablemente de él, porque, en lugar de trabajar en lo que le corresponde, pasa el tiempo en las salas del hospital, a la cabecera de los enfermos más pobres, más necesitados y aislados, para quienes sacrifica hasta el último céntimo del que puede disponer, e incluso su ropa personal; también multiplica sus visitas a domicilio a los pobres y a los enfermos. Su vocación de religioso hospitalario nace precisamente del contacto con esos sufrimientos. Abandonado a María - Enrique suele anotar en un diario su programa espiritual, inspirado en las vías de perfección propuestas por san Ignacio de Loyola. También escribe estas frases: «La Santísima Virgen, a quien me encomendé para que me encontrara un trabajo que se adaptara a mi debilidad, me consiguió un empleo en los servicios administrativos del Hospital Civil, donde trabajaba algunas horas cada día; el resto del tiempo lo pasaba solo, en ejercicios de piedad...; al ver que no podía continuar de ese modo y sentirme llamado a abrazar la vida religiosa, mi padre espiritual (a pesar de haberle manifestado mi inclinación por la familia religiosa de san Francisco) me propuso la de san Camilo, que le parecía más adaptada a mi circunstancia y también porque temía por mi estado de salud. Así lo hice sin discusión, e inmediatamente la abracé». La lectura de la vida de san Camilo conforta a Enrique en su elección. Camilo de Lelis, nacido en 1550 en el reino de Nápoles y dotado de un vitalidad fuera de lo común, abrazó primero el oficio de las armas; pero poco después cayó en el desenfreno, siendo hospitalizado en el hospital San Jacobo de Roma. Afectado profundamente por la miseria en que estaban sumidos los enfermos, trabajó como enfermero voluntario, consiguiendo agrupar más tarde a algunos compañeros para constituir «la Compañía de los Servidores de los Enfermos» o camilos. Aquejado él mismo de dolores de estómago y de cabeza, de cálculos, de úlceras y de forúnculos casi permanentes, Camilo pasaba por aquellas salas, como enfermo entre los enfermos, atento ante las necesidades de todos. Murió en Roma el 14 de julio de 1614, y la Iglesia lo proclamó patrono de los hospitales, de los enfermos y de las hermanas hospitalarias. El 27 de septiembre de 1887, Enrique Rebuschini, de 27 años de edad, ingresa en los camilos de Verona. La primera actitud que se propone alcanzar es la amabilidad; esa virtud, aunque muy necesaria, no le resulta fácil. Él tiene ya cierta experiencia de trabajo profesional, mientras que sus compañeros de noviciado todavía son adolescentes y aman la libertad, el esparcimiento y el ruido, y tienen gran facilidad en transformar los pensamientos serios en divertidos juegos de palabras. Así pues, se apresta a adoptar una opinión positiva acerca de los demás, a pesar de sus defectos o de sus irritantes actitudes. Es un ideal que a veces le resulta difícil de alcanzar, como él mismo escribe: «Me dejo llevar por arrebatos de antipatía, sobre todo con uno de mis compañeros. En ocasiones, cuando me pregunta por los estudios, en lugar de contestarle con dulzura y de pensar solamente en dar satisfacción a su pregunta con amabilidad, le respondo con irritación: «Me gustaría que no me preguntaras nada»; y ello no es más que el fruto del orgullo, unido a la falta de unión con los míos en el amor. Me gustaría no pensar en otra cosa sino en hacer en todo momento el mayor bien posible». Pero en la realidad de la vida cotidiana, su resolución de amabilidad es vencida con frecuencia por tentaciones de juicios temerarios, por sentimientos de antipatía, etc. Pero él no se deja vencer por esas luchas, sino que renueva su intención de ver en los demás el templo de Dios, mira el crucifijo y recobra valientemente la lenta labor de dulcificación del corazón. Recaídas - Su bondadoso temperamento le hace merecedor de la estima de sus superiores, quienes, considerando los estudios que ya había cursado en Roma, le ordenan sacerdote durante su noviciado, el 14 de abril de 1889. El obispo de Mantua que le confiere el sacramento de la orden es monseñor Sarto, el futuro Papa Pío X, amigo de los camilos. El acto de profesión perpetua de Enrique tiene lugar el 8 de diciembre de 1891. Sin embargo, el Padre Rebuschini vuelve a recaer en la depresión nerviosa. Esas recaídas son consecuencia de su principal defecto: un carácter perfeccionista que le mueve a un compromiso espiritual que no considera suficientemente su fragilidad nerviosa. Padece una nueva depresión durante los años 1890 y 1891, sufriendo mucho a causa de una tribulación espiritual, provocada por una excesiva concentración en el concepto de la eternidad, siendo tentado con fuerza por la idea de verse reprobado. Gracias a su nombramiento como capellán de hospital consigue recobrar el equilibro y la serenidad, lo que le ayuda a olvidarse de sí mismo y a dedicarse a las miserias del prójimo. Pero una nueva crisis se manifiesta en 1895. A pesar de haber sido nombrado vicemaestro de los novicios y profesor de teología, se considera incapaz, por desconfianza hacia sí mismo, de asumir sus responsabilidades, de lo cual se deriva un estado de continua tensión. Sus superiores se ven obligados a librarlo de esas cargas y, gracias a Dios, recobra rápidamente su equilibrio. Finalmente, en 1922, un largo período de responsabilidades difíciles y de sobrecarga de trabajo será la causa de una última depresión, que verá superada en pocos meses. Ante esas manifestaciones depresivas cabría la tentación de pensar que el Padre Enrique tenía un temperamento melancólico y vacilante, pero hay que considerar que entre las crisis de 1895 y de 1922 transcurren más de veinte años de actividad normal, en el transcurso de los cuales asume de manera admirable y con gran generosidad pesadas responsabilidades. Después, de 1922 hasta su muerte en 1938, durante dieciséis años, da más que nunca la impresión de sólido equilibrio y de plena serenidad. El Padre José Moar, compañero suyo durante los últimos siete años de su vida, afirmó en el proceso de beatificación que tuvo conocimiento de las depresiones que había sufrido el Padre Rebuschini por las biografías. «Cuando lo conocí era una persona equilibrada y nada contradictoria. Nunca se me habría ocurrido pensar que hubiera podido tener depresiones». A través de sus sufrimientos, el Padre Enrique tuvo ocasión de poner en práctica los principios de sabiduría cristiana que el Santo Padre Juan Pablo II da a los enfermos: «Queridos enfermos, me gustaría depositar en vuestras memorias y en vuestros corazones tres pequeñas aclaraciones que considero valiosas. En primer lugar, cualquiera que sea vuestro sufrimiento, físico o moral, personal o familiar, apostólico o incluso eclesial, interesa que toméis lúcida conciencia de él, sin minimizarlo ni agrandarlo, y con todas las conmociones que engendra en vuestra sensibilidad humana: fracaso, inutilidad de vuestra vida, etc. A continuación, es fundamental avanzar por el camino de la aceptación. Sí, aceptar que así sea, pero no por resignación más o menos ciega, sino porque la fe nos garantiza que el Señor puede y quiere obtener el bien a partir del mal. Por último, queda por hacer el mejor de los gestos: el de la oblación. Esa ofrenda, realizada por amor a Dios y a nuestros hermanos, permite alcanzar un grado (muy elevado en ocasiones) de caridad teologal, es decir que permite perderse en el amor de Cristo y de la Santísima Trinidad por la humanidad. Esas tres etapas que viven los sufrientes, cada uno según su ritmo y su gracia, les aportan una sorprendente liberación interior. Acaso no es ésa la enseñanza paradójica referida en los Evangelios según la cual Quien pierde su vida por mí la encontrará?» (Mensaje a los enfermos: Lourdes, 15 de agosto de 1983).  No había manera de resistirse En 1890, el Padre Enrique es nombrado capellán de los hospitales militar y civil de Verona. Tanto los clérigos como las religiosas, así como los soldados, lo consideran un santo. Pero su santidad es, en sí misma, la más silenciosa de las que puedan imaginarse para un capellán, ya que no está basada en actos notorios, sino —en primer lugar— en la ejemplaridad de su vida en el servicio que aporta a los enfermos. En su apostolado, el Padre Enrique posee el don de conmover los corazones más endurecidos, de lo que da testimonio el párroco de Vescovato: «En más de una ocasión coincidí junto al Padre Enrique en la cabecera de algún enfermo. Resultaba que mis feligreces a quienes no había podido dar los sacramentos en sus casas (en aquel tiempo la parroquia de Vescovato tenía fama de ser «difícil»), se confesaban y comulgaban con serenidad y gozo cuando estaban en la clínica, y cuando les preguntaba cómo se habían decidido a hacerlo, me contestaban que con un sacerdote como el Padre Enrique no había manera de resistirse, porque poseía las palabras y las actitudes para convencerlos». El éxito del Padre Rebuschini con las almas se explica por su unión a Dios, en especial por la celebración piadosa de la Santa Misa, el rezo fervoroso del breviario, la adoración del Santísimo Sacramento y un destacado amor hacia la Santísima Virgen. Cuando se arrodilla lo hace con gran respeto, y cuando en la Misa llega el momento de elevar al Santísimo, se detiene un momento en adoración. El Padrenuestro, que nos hace rezar con las mismas palabras que empleó Jesús, es para él el momento más emocionante del Santo Sacrificio. A principios de mayo de 1899, el Padre Enrique es destinado al convento de Cremona, donde se le confía el cargo de capellán de las hermanas camilas. El año siguiente, su superior le nombra –además– ecónomo de su convento. El Padre Enrique es ante todo un hombre de vida interior y de oración, pero desempeña ese cargo –que no es de su agrado– por cumplir la voluntad de Dios. No tiene a su disposición ni despacho ni secretarios, pero puede apoyarse en la colaboración de algunos hermanos activos e inteligentes. De ordinario se encarga de comprar diversos productos, de arreglar las averías de fontanería y de electricidad, de garantizar el funcionamiento del bloque operatorio de la clínica, de rentabilizar el huerto y el gallinero, de vigilar la evolución del vino en las bodegas y de preparar los sobres de los salarios. Pero, con el correr de los años, no faltan los trabajos extraordinarios, como son renovar la cocina, conectarse a la red eléctrica de la ciudad, reparar las cubiertas o instalar la calefacción central, sin contar con las dificultades sobrevenidas a causa de la quiebra del banco donde se hallan depositados los modestos ahorros de la comunidad... Optimista, por normaL a administración del Padre Enrique se basa en algunos principios referidos por su sucesor en el cargo de ecónomo: «Me enseñó unos criterios de prudencia para gestionar la economía de la casa; quería, por ejemplo, que se comprara siempre buena mercancía, con objeto de servir adecuadamente a los enfermos, y que se pagara enseguida... Era por norma optimista en su opinión sobre los demás, y se resignaba a desgana a constatar el mal del prójimo, excusando siempre su intención». Un abogado cuenta de él lo que sigue: «El Padre vino a consultarme en Cremona para emplear mis servicios profesionales a una causa civil relacionada con una herencia a favor de la clínica San Camilo, cuya validez era cuestionada por los herederos. Tuve diferentes ocasiones de ver al Padre y de tratar con él... Me pareció siempre extraordinariamente sencillo y de un desprendimiento poco común de las cosas y de los intereses mundanos... Recuerdo la edificante impresión que me llevé cuando se me requirió para encargarme de esa herencia. Demostraba que velaba por los intereses de la casa, pero al mismo tiempo destacaba por su bondad en su manera de actuar y por la total ausencia de espíritu quisquilloso». Atentos con los que sufren El Padre Rebuschini ejerció el cargo de ecónomo durante 35 años, hasta 1937, pero a partir de 1938 sus fuerzas empiezan a decaer; tiene 78 años de edad. «Los últimos días del Padre Enrique fueron marcados por una serenidad ejemplar y un perfecto abandono a la divina Providencia» –según contó, durante el proceso de beatificación, un neuropsiquiatra que estudió su vida desde el punto de vista médico. En los primeros días de mayo, tras haber recibido el sacramento de los enfermos, el Padre Enrique pide perdón a todos por los malos ejemplos que hubiera podido dar, por sus imperfecciones y por todas las ofensas que hubiera podido cometer. Pide igualmente que recen por él, dejando en manos de Dios la evaluación de su vida pasada. El 9 de mayo, a las seis, el Padre Vanti celebra Misa en su habitación y, en el momento de recibir la comunión, el moribundo extiende los brazos, recibe el Cuerpo del Señor con enorme fervor y luego cruza los brazos y se queda absorto en la oración. El supremo encuentro con su amado Señor acontece el 10 de mayo a las 5,30 horas. «Su ejemplo –dirá de él el Santo Padre en el momento de su beatificación– constituye para todos los creyentes una llamada imperiosa a ser atentos con los enfermos y con los que sufren en su cuerpo y en su espíritu». Fue beatificado por S.S. Juan Pablo II el 4 de mayo de 1997.

Iván Merz, Beato

Laico

Iván Merz, Beato

Iván Merz, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Zagreb, na Croácia, beato Ivan Merz, que, dedicado ao estudo das letras e ao ensino, deu aos jovens o exemplo de um mestre fiel a Cristo e de um laico crente entregue ao bem da sociedade (1928). Nasceu em Banja Luka em 16 de dezembro de 1896, na Bósnia ocupada pelo império austro-húngaro, numa familia liberal; foi batizado em 2 de fevereiro de 1897. No ambiente multi-étnico e multi-religioso de sua cidade natal realizou seus estudos de primária e secundária, que terminou quando em Sarajevo era assassinado o príncipe herdeiro Francisco Fernando (28 de junho de 1914). Por vontade de seus pais, e não sua, entrou na Academia militar de Wiener Noustadt, que abandonou depois de três meses, molestado pela corrupção do ambiente. Em 1915 iniciou os estudos na universidade de Viena, aspirando a ser professor, para poder dedicar-se à instrução e educação dos jovens na Bósnia, seguindo o exemplo de seu professor Ljubomir Marakovic, para o que sentia uma profunda gratidão por o ter ajudado a descobrir as riquezas do catolicismo. Em março de 1916 teve que entrar no exército. Foi enviado para a frente italiana, onde passou a maior parte dos anos 1917 e 1918. Ao concluir a primeira guerra mundial se encontrava em Banja Luka, onde viveu a mudança política e o nascimento do novo Estado jugoslavo. A experiência da guerra o fez amadurecer espiritualmente, pois, impressionado pelos horrores de que foi testemunha, pondo-se nas mãos de Deus, se propôs tender com todas suas forças a perfeição cristã. Se pode seguir seu desenvolvimento espiritual graças a seu diário íntimo, que começou a escrever durante seus estudos de secundária e prosseguiu no exército, na frente e durante os estudos universitários. Nele se aprecia que sua santidade não foi fácil, que teve que lutar muito por seu ideal. O atormentava o problema do amor e logo a da dor e a morte, que resolvia à luz da fé. "Não tenho a santa Eucaristia - escreve em 9 de setembro de 1917 -. Vivo aqui como um pagão ou uma fera, como se o Cordeiro não fosse já o centro do cosmos, como se não existisse para nada. Deus Consolador, vem a compenetrar minha natureza com átomos de eternidade, para que, mais semelhante a ti, compreenda o curso de minha existência". Em 5 de fevereiro de 1918, estando na frente de batalha, escreveu em seu diário: "Nunca olvidar-se de Deus. Desejar sempre unir-se a ele. Cada dia, preferentemente pela alba, dedicar-se à meditação, à oração, talvez junto da Eucaristia ou durante a santa missa. Nesses momentos hão-de fazer-se os projetos para a jornada que começa, se examinam os próprios defeitos, e se pede a graça para superar todas as debilidades. Seria terrível que esta guerra não me produzisse nenhum efeito positivo... Devo começar uma vida regenerada com o espírito do novo conhecimento do catolicismo. Confio só na ajuda do Senhor, porque o homem não pode fazer nada por si mesmo". Depois da primeira guerra mundial prosseguiu seus estudos de filosofia em Viena (1919-1920); logo se trasladou a París, onde estudou na Sorbonne e no Instituto Católico (1920-1922). Com sua tese sobre "a influência da liturgia nos escritores franceses desde Chateaubriand até nossos dias", obteve o doutorado em filosofia na universidade de Zagreb (1923). Durante o resto de sua breve vida foi professor de língua e literatura francesa e alemã no Instituto arcebispal de Zagreb, realizando com entrega exemplar seus deveres de estado. Colaborou como apóstolo dos jovens, primeiro na Liga dos jovens católicos croatas, e logo na Liga croata das Águias, que impulsionou e com que inaugurou na Croácia a Ação católica promovida pelo Papa Pio XI. Segundo ele, a Organização devia contribuir antes de tudo a formar uma elite de apóstolos da santidade. Com esse fim devia servir também para a renovação litúrgica, de que foi um dos primeiros promotores em Croácia, antecipando quatro décadas as diretrizes do concílio ecuménico Vaticano II nessa matéria. Em seu trabalho não lhe faltaram incompreensões e dificuldades de diversos tipos, que enfrentava com uma serenidade admirável, fruto de sua contínua união com Deus na oração. Em opinião de quem o conheciam bem, "com sua mente e seu coração se achava imerso no sobrenatural". Convencido de que o meio mais eficaz para a salvação das almas é o sofrimento oferecido ao Senhor, oferecia suas penas físicas e morais para obter a bênção de suas atividades apostólicas, e, já perto de sua morte, ofereceu também sua jovem vida por suas Águias. Morreu em Zagreb em 10 de maio de 1928, aos 32 anos de idade, com fama de santidade. Beatificado em 22 de Junho de 2003 por S.S. João Paulo II. Reproduzido com autorização de Vatican.va 

Job, Santo

Patriarca

Job, Santo

Job, Santo

Se chama patriarca a um antiquíssimo chefe religioso de Israel. Assim por exemplo, foram Patriarcas: Noé, Abraão, Jacob, Isaac, etc. Job foi considerado durante muitos séculos como o melhor modelo de paciência, antes de Jesus Cristo. O profeta Jeremias afirma que a terra onde Job nasceu e viveu (a sul oriente do Jordão) era considerada como região de grandes sábios e profundos pensadores. A Sagrada Bíblia narra da seguinte maneira os Atos de Job: "Havia na região de Us (a sul oriente de Palestina) um homem de muito bom comportamento, que se afastava do mal e temia muito ofender a Deus. Tinha sete filhos e três filhas. Era imensamente rico. Tinha 7,000 ovelhas, 3,000 camelos, 500 pares de bois, 500 asnos, e muitíssimos operários. Era o mais rico de toda a região". De vez em quando oferecia sacrifícios de animais a Deus, para lhe pedir perdão pelos pecados de seus filhos, porque dizia: "¡Quem sabe se algum de meus filhos tenha desgostado o Senhor com algum pecado!". Um dia reuniu-se Deus no céu com seus anjos e lhes disse: ¿Têm visto o meu amigo Job? Não há ninguém na terra tão bom como ele. ¡Tem grande temor de me ofender e se afasta do mal! ¡ Mas Satanás chegou e disse a Deus: "Apenas tens tratado demasiado bem a Job. Lhe concedeste enorme quantidade de animais, e de pessoas. Assim qualquer um se porta bem. Mas permite-lhe que se lhe acabem suas riquezas, e verás como se portará mal!". - E Deus disse a Satanás "Te concedo permissão para que o ataques nos seus bens, em seus animais e pessoas que o servem. Mas cuidado ¡A ele não lhe podes tocar!". E um dia em que seus sete filhos e suas três filhas estavam celebrando um almoço em casa do filho mais velho, chegou correndo um mensageiro dizendo a Job: "Seus bois estavam arando, e seus asnos estavam pastando na pastagem e chegaram os guerrilheiros e mataram aos trabalhadores e roubaram todos os animais. Somente eu consegui fugir para lhe trazer a noticia". Ainda estava falando quando chegou um segundo operário e disse-lhe: "Caíram raios do céu e mataram a todas suas ovelhas e a seus pastores. Somente eu consegui sair fugindo para lhe trazer a noticia". Ainda este estava falando quando chegou outro que lhe disse: "Os inimigos do país vizinho se dividiram em três esquadrões e atacaram os camelos, mataram aos arrieiros, e levaram todos os animais. Unicamente eu logrei fugir para vir a contar-lhe a noticia". Não havia terminado de falar quando chegou um quarto mensageiro a dizer-lhe: "Seus sete filhos e suas três filhas estavam almoçando em casa do filho mais velho e o tecto caiu, matando-os a todos". Job se levantou, rasgou suas vestes em sinal de tristeza; rapou a cabeça em sinal de dor e exclamou: "Desnudo saí do ventre de minha mãe. Sem nada voltarei ao sepulcro. Deus me deu, Deus me tirou. Bendito seja Deus". E em tudo isto não pecou Job, nem disse nenhuma palavra contra Deus que havia permitido que lhe sucedesse tantas desgraças. Voltou Deus a reunir-se com seus anjos no céu e lhes disse: "¿Repararam no meu amigo Job? Não há nenhum tão santo como ele na terra. Tem grande temor de me ofender e afasta-se sempre do mal. ¡E ainda que eu tenha permitido que lhe sucedam tantos sofrimentos, não se afasta de minha amizade!". Mas Satanás chegou e disse: "Sim, ele se conserva assim porque goza de boa saúde. ¡Mas permite-me tirar-lhe a saúde e verás que agora se maldiz e se porta mal!". - E Deus lhe disse - Podes tirar-lhe a saúde. ¡Mas cuidado: respeita-lhe a vida!. E a Job lhe chegou uma enfermidade na pele, e se tornou numa só chaga desde a cabeça até aos pés. Teve que ir sentar-se junto a uma lixeira, e com um pedaço de telha coçava-se, e vivia entre o lixo. E até sua mulher o desprezava e lhe dizia: "¡Maldiz a tua sorte e morre!". Mas Job lhe respondeu: Se aceitamos de Deus os bens, ¿Porque não havemos de aceitar os males que Ele permita que nos sucedam?. E em tudo isto não pecou Job com seus lábios ou suas palavras. E eram tais suas angústias e os desprezos que lhe faziam, que quando amanhecia exclamava: "¿Quando anoitecerá para que não me desprezem nem se riam mais de mim?". E quando anoitecia dizia: "¿Quando amanhecerá para que não me atormentem mais os pesadelos e espantos?". E tudo isto lhe sucedia, sendo ele tão santo. Ao saber tão tristes notícias, chegaram três amigos desde diversos sítios, a consolá-lo. E ao vê-lo tão acabado, lançaram gritos de angústia, rasgaram suas vestes em sinal de dor, deitaram pó na cabeça como penitência, e ali ficaram sete dias, sentados no chão, sem dizer palavra, cheios de dor. E depois os três amigos começaram um diálogo em verso, dizendo cada um a que se deviam provavelmente aqueles infortúnios tão terríveis do pobre Job. e tiraram como consequência final que provavelmente ele havia sido muito pecador e que por isso era que estava desgostoso Deus. Job respondeu com fortes exclamações que essa não era a causa de suas desgraças. Que ele se havia esmerado durante toda sua vida por se comportar de uma maneira que fosse agradável a Deus. Que havia compartilhado seus bens com os pobres. Que seu desejo de se manter puro era tão sincero que havia feito um pacto com seus olhos para não fitar a mulheres jovens. E dizia: "estou certo que um dia, com estes olhos verei a meu Deus". Num momento de emoção Job chega a dizer a Deus que a ele lhe parece que Nosso Senhor há exagerado no modo de o fazer sofrer. Que sendo Deus tão poderoso porque se vinga de um pobrezito tão miserável como ele. E então intervêm Deus e contesta fortemente a Job que a criatura não tem porquê pedir contas ao Criador, e começa a voz de Deus a fazer uma descrição maravilhosamente poética dos seres que Ele criou. "¿Quando eu fiz o universo onde estavas tu? ¿Quando fiz o mar e os animais que o enchem, por onde andavas a essa hora?". E logo Deus vai descrevendo a imponência do crocodilo e do rinoceronte, e as astúcias dos animais selvagens, e pergunta a Job: "Quando eu fiz a todos estes animais, onde estavas tu, para que agora me venhas a pedir conta do que eu faço? ¿Quem é este que se atreve a discutir-me?". Job se dá conta de que fez mal em pôr-se a pedir contas a Deus e lhe disse humildemente: "Senhor: me hei posto a falar o que não devia dizer. Retracto minhas palavras. Me arrependo do que hei dito ao protestar. Te peço perdão humildemente, meu Senhor". Então Deus voltou a falar com voz amável, e disse aos amigos de Job: "Ofereçam-me um sacrifício para pedir-me perdão pelo que disseram contra meu amigo Job. E pelas orações dele, eu os perdoo". Logo Deus concedeu a Job o dobro de bens dos que antes havia tido. Vieram todos seus familiares próximos e longínquos e cada um lhe trouxe uma prenda e uma barra de prata, e um anel de ouro e celebraram um grande banquete em sua honra. E Deus bendisse outra vez a Job e lhe concedeu 14,000 ovelhas, 6,000 camelos, 1,000 pares de bois, e 1,000 asnos. Se casou de novo e teve sete filhos e três filhas. E suas filhas foram as mulheres mais belas de seu tempo. E Deus concedeu a Job uma longa vida. Viveu até aos 140 anos. E conheceu aos netos, aos bisnetos e aos tetranetos. e morreu em feliz ancianidade e cheio de alegria e paz.

Solange de Bourges, Santa

Virgem e Mártir

Solange de Bourges, Santa

Solange de Bourges, Santa

Etimologicamente significa ”só”. Vem da língua latina. A esta rapariga francesa, nascida em Bourges, França, e que morreu em 10 de Maio de 880, o Senhor lhe concedeu muitos dons além dos que já tinha por sua natureza encantadora, beleza impressionante e boa trabalhadora. Não lhe faltaram muitos pretendentes. Recusou-os a todos porque queria viver em estado de virgindade. Ainda assim, teve suas dificuldades. Uma delas foi o encontro com o conde Gothie. Ia passeando pelo campo e, ao vê-la tão guapa, ficou alucinado. E sem duvidar, disse-lhe que se casasse com ele. A rapariga interrompeu sua oração para lhe dizer que preferia manter-se virgem. Desde logo há que ter as ideias claras e a vontade forte para recusar o pedido de mãos de um conde. Mas o conde, de boas formas aparentes, era em tudo um animal. Não queria dar-se por vencido. Viu-a várias semanas, e visitou a seus pais. Tudo foi inútil. Então maquinou em seu malvado coração raptá-la. E estando apascentando o gado, se apresentou bruscamente, sentou-a em seu cavalo e fugiu. A rapariga, uma forte camponesa, fez-lhe frente quando tentou abusar dela. Quando passavam por um rio, fez um esforço muito grande e ali caíram os dois. Todo o mundo se ria de sua torpeza e de suas poucas habilidades para sair desse sitio. Não obstante logrou sair da corrente do rio que havia ao fundo da torrente. Enfurecido por não haver podido violá-la, apanhou-a e lhe cortou a cabeça com sua espada. O vício cega os olhos da alma. ¡Felicidades a quem leve este nome!

 

Alfio

94102 > Sant' Amalario Fortunato di Treviri Vescovo

AmalarioFortunato

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Beatrice I d'Este

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Santi Quarto e Quinto

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Solangia 

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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (João de Ávila, Santo )Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
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