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Imagens e Frases de Natal Religioso

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Como se deve responder a alguém que diz ser ateu ou agnóstico, ou não crente… 14-5-2012

Sentir com a Igreja


Dr. Craig responde a leitor sobre ateus

Posted: 14 May 2012 09:44 AM PDT

Pergunta:
Dr. Craig, eu estudo na Universidade do Estado de Louisiana e trabalho na biblioteca da faculdade. De todas as pessoas com quem eu trabalho, metade são agnósticas e a outra metade ateísta. Eu me tornei um cristão nascido-de-novo há pouco mais de um ano, após cinco anos de ateísmo. Eu tenho percebido que muitos jovens creem, como eu cria, que a religião é coisa estúpida e de que não há Deus algum. Eu sequer menciono religião para meus colegas de trabalho e alguns deles, ainda assim, dizem coisas horríveis a respeito da religião e do Cristianismo. Eu trabalho com um inglês que diz que seu país é muito não-religioso onde até a menção do nome de Deus é ridicularizada. A América do Norte também tem se tornado descrente. Preocupo-me com nosso futuro. Não sei como combater o ateísmo. Sou cristão, convertido por experiências pessoais, não sou filósofo. Ateus pedem por respostas, respostas que eu não tenho tempo para procurar. Estou fazendo três graduações na LSU e nenhuma delas é filosofia. Como pode um simples estudante leigo, como eu, se tornar um decente defensor do Cristianismo contra esse colegas ateus? Sempre defenderei minha crença em Cristo, mas eles procuram por algo mais do que eu creio. Eles dizem que os crentes são estúpidos e ilógicos, portanto eu gostaria de argumentar fundamentado na lógica e provar a eles que os crentes não são estúpidos. Como alguém que não tem tempo de aprender filosofia ou ler teologia pode debater contra esses descrentes mente-fechada?
John

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Dr. Craig responde:
Tendo já falado duas vezes na LSU, eu fiquei surpreso com a atmosfera de descrença que caracteriza a comunidade universitária lá. Isso lhe dá a oportunidade de ser ainda mais luz na escuridão.
Respondo a sua pergunta esta semana, John, porque eu penso que é uma pergunta que muitos cristãos encaram. Não temos tempo para nos tornarmos hábeis apologistas, e ainda assim nos encontramos em situação nas quais somos chamados a apresentar uma "razão para a esperança que há em nós" (1 Pedro 3.15). O que devemos fazer?
Algo fácil que podemos fazer é aprender a formular questões. Greg Kouhl recomenda fazermos duas perguntas aos descrentes:

1. O que você quer dizer com isso?
2. Que razões você tem para pensar isso?

É incrível como essas duas simples perguntas são capazes de embaralhar as pessoas! Por exemplo, pergunte ao descrente o que ele quer dizer quando diz que não acredita em Deus - ele é ateu ou agnóstico? (Prepare-se para explicar a diferença para ele!). O que quer que ele diga, pergunte-o, "Que razões você tem para pensar isso?" Muitas pessoas sequer entendem o que querem dizer com suas afirmações, e provavelmente a maioria não tem boas razões para elas. Enquanto você estiver fazendo perguntas, você não está fazendo afirmação nenhuma, portanto não tem que provar nada. Deixe o ônus da prova com os descrentes.
Outra coisa que você pode fazer é se referir a alguma fonte. Você não precisa ter um cérebo para dizer a alguém, "Você já viu a Blackwell Companion to Natural Theology? Antes de dizer que não há teístas inteligentes e nenhuma boa razão para crer em Deus, talvez seja melhor você dar uma olhada nesse livro primeiro. Caso contrário, você não estará realmente informado". Você não precisar ter lido esses livros se estiver com o tempo apertado. Tudo que você precisa é conhecer alguns títulos: God, Freedom, and Evil, de Alvin Plantinga. The Existence of God, de Richard Swinburne. Finite and Infinite Goods: A Framework for Ethics, de Robert Adams. The Book of Acts in the Setting of Hellenistic History, de Colin Hemer. Jesus Remembered, de James D. G. Dunn. The Resurrection of the Son of God, de N. T. Wright. Envergonhe o descrente pela sua ignorância dessa literatura. Se ele for alguém sincero, recomende que ele pesquisa neste site ou assista a um debate.
Terceiro, aprenda a citar nomes de estudiosos cristãos. Quando o descrente lhe disser que todos os cristãos são ignorantes, mostre-se surpreso e diga surpreendido, "Você realmente acha isso? O que você acha da obra de Alvin Plantinga - ou de William Alston?". Citar nomes pode ser desagradável quando alguém está querendo aparecer, mas num caso como este, você está apenas oferecendo contra-exemplos à alegação de que todos os cristãos são ignorantes, uma visão que está enraizada na ignorância. Aqui vão alguns nomes para serem mencionados: filósofos: Alvin Plantinga* (Universidade de Notre Dame), Peter van Inwagen (Universidade de Notre Dame), William Alston (Universidade de Syracuse), Richard Swinburne (Oxford), Robert Adams (Universidade da Carolina do Norte), Dean Zimmerman (Universidade Rutgers); cientistas: Francisco Ayala (altamente condecorado biólogo evolucionista), Allan Sandage (o astrônomo mais famoso do mundo), Christopher Isham (O maior cosmologista quantum do Reino Unido), George Ellis (uma vez descrito pra mim por um colega como a pessoa que mais sabe de cosmologia do que qualquer homem vivo), Francis Collins (líder do projeto genoma); estudiosos do Jesus histórico: John Meier (autor do estudo multi-volume sobre o Jesus histórico), N. T. Wright (outro grande escritor de obras sobre Jesus, James D. G. Dunn (grande estudioso da Universidade de Durham), Craig Evans (canadense estudioso do Jesus histórico de primeira linha). Pergunte ao descrente como ele pode fazer qualquer afirmação crível sobre o calibre intelectual dos cristãos se ele jamais leu qualquer destes estudiosos.

Quarto, apresente esta réplica às afirmações dele:
"Deixe-me ver se eu entendi: seu argumento é que

1. Cristãos são estúpidos e ilógicos.
2. Portanto, o Cristianismo não é verdadeiro.

Agora me explique como (2) se segue logicamente de (1)?"

Quem está sendo ilógico agora? Você pode até escrever a premissa e a conclusão num papel para ele. Pergunte a ele como a conclusão segue logicamente da premissa. Se ele quiser adicionar algumas premissas ao argumento, vá em frente e deixe-o fazê-lo, e então lhe pergunte quais razões ele tem para pensar que as premissas são verdadeiras. Diga a ele que atacar a inteligência dos cristãos em vez de atacar a visão dos mesmos é cair na falácia de argumentar ad hominem (a falácia de atacar a pessoa em vez da visão da pessoa). Novamente, quem é o ilógico?
Finalmente, John, deixe de dar desculpas e tire algum tempo para se preparar. Você pode tirar uma hora por semana, todo Sábado ou Domingo, e estudar um capítulo de On Guard. Você terminará em dez semanas. Memorize as premissas dos argumentos teístas para que estejam na ponta da língua. Eu garanto que se você fizer isso, estará preparado para lidar com quase todo descrente que cruzar seu caminho. Não é tão difícil, John! Sei que você é ocupado com suas aulas e trabalhos de casa, mas não posso crer que você não consegue arrumar uma hora da semana para investir na preparação apologética. Se fizer isso, não se arrependerá.
William Lane Craig

Fonte: http://www.reasonablefaith.org/portuguese/tantos-ateus-taeo-pouco-tempo#ixzz1urZHLNoz

Post em 14-5-2012  -  23,10 h

 

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1285 - 2ª Página - CARTAS DE S. PAULO (AOS CORÍNTIOS) – SEGUNDA-FEIRA – 14 DE MAIO DE 2012

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Nº 1285 - 2ª Página
 
14 de Maio de 2012
 
CARTAS DE S. PAULO
 
S.-Paulo_thumb_thumb1_thumb_thumb_th
 
1ª CARTA AOS CORÍNTIOS
 
1ª PARTE – 2
 
ABUSOS QUE NECESSITAM DE REFORMA
 
2 – Quando eu fui ter convosco, irmãos, para vos anunciar o testemunho de Cristo não fui com sublimidade de espírito ou de sabedoria, julguei não dever saber coisa alguma entre vós a não ser Jesus Cristo, e Este crucificado. Apresentei-me diante de vós cheio de fraqueza, de temor e de grande tremor. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em discursos persuasivos da sabedoria humana, mas na manifestação do Espírito e do poder divino, para a vossa fé se não apoiar na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.
E, no entanto, de sabedoria é que nós falamos entre os perfeitos, mas duma sabedoria é que nós falamos entre os perfeitos, mas duma sabedoria que não é deste mundo, nem dos príncipes deste século, que são destruídos. Ensinamos, porém, a sabedoria de Deus envolta em mistério, encoberta, que, antes dos séculos, foi destinada por Deus para nossa glória, e que nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; se, de facto, a tivessem conhecido, não teriam crucificado o Senhor da glória!
Mas, como está escrito, são coisas que «nem o olho viu, nem o ouvido ouviu, nem jamais passou pelo pensamento do homem, o que Deus preparou para aqueles que O amam».
A nós, porém, Deus revelou-as por meio do Espírito, o Qual tudo penetra, até às profundezas de Deus. Pois, quem dentre os homens, conhece as coisas do homem, a não ser o espírito do homem que nele reside? Assim também as que são de Deus, ninguém as conhece, a não ser o Espírito de Deus. Ora, nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que vem de Deus, que nos faz conhecer as graças que por Ele nos foram concedidas. Não falamos dessas coisas com palavras doutas, de humana sabedoria, mas com aquelas que o Espírito ensina e que exprimem as coisas espirituais em termos espirituais. Porque o homem natural não entende as coisas do Espírito de Deus, pois, para ele são loucuras. Não as pode compreender, porque devem ser julgadas espiritualmente. Pelo contrário, o homem espiritual julga todas as coisas, mas a ele ninguém o pode julgar.
«Porque quem conheceu o pensamento do Senhor para que O possa instruir? » Nós, contudo, possuímos o pensamento de Cristo.
 
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Amanhã, dia 15/5/12, se Deus o permitir, prosseguirei a transcrição das CARTAS DE S. PAULO, com a 1ª parte (nº 3) da Carta aos Coríntios.

António Fonseca

Nº 1285–1ª Página (135/12) - SANTOS DE CADA DIA – SEGUNDA-FEIRA - 14 de MAIO DE 2012 - 4º ANO

Nº 1285 – 1ª Página – 2012
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14 DE MAIO DE 2012
SEGUNDA-FEIRA
Maria Dominica Mazzarello, Santa

Co-Fundadora das Irmãs Salesianas

María Dominica Mazzarello, Santa

María Dominica Mazzarello, Santa

Nasceu em 9 de Maio de 1837 em Mornese, Itália. Sendo uma simples camponesa, pobre e ignorante, chegou a ser a Fundadora da que é hoje a segunda Comunidade religiosa feminina no mundo (quanto ao número de suas religiosas), a Comunidade de irmãs Salesianas. Fundou no seu povo um "Oratório" ou escola de catecismo para a meninice feminina. Ela e suas amigas lhes ensinavam costura e outras artes caseiras, enquanto iam conseguindo que as jovenzinhas aprendessem muito bem a religião, observassem excelente comportamento em casa, fossem à missa e recebessem os sacramentos. Paralelamente, São João Bosco utilizava em Turim uma metodologia similar, mas aplicada aos varões. O Padre Pestarino observou que em María Mazzarello e suas amigas havia grande caridade para com os necessitados e um enorme amor a Deus, além de fortes desejos de conseguir a santidade. Então as reuniu numa Associação Juvenil que se chamou "De María Imaculada". Ele mesmo as confessava, e lhes dava instrução religiosa. No curso de uma viagem, o Padre Pestarino se encontrou com São João Bosco, que nesse momento se encontrava meditando acerca da possibilidade de ampliar seus ensinamentos também às meninas pobres. Pestarino, contou-lhe a obra que realizava junto com Santa María e o convidou a conhecê-la pessoalmente. Assim, em 7 de Outubro de 1864, São João Bosco foi pela primeira vez a Mornese. Dom Bosco constatou que aquelas raparigas que dirigia o Padre Pestarino eram excelentes candidatas para ser religiosas, e com elas fundou a Comunidade de Filhas de María Auxiliadora, ou Salesianas, que hoje em dia são mais de 16,000 em 75 países. O Papa Pío IX aprovou a nova congregação, em 5 de Agosto de 1872. María Mazzarello foi superiora geral até ao dia de sua morte, em 14 de Maio de 1881. Seus três grandes amores foram a Eucaristia, María Auxiliadora e a juventude pobre, a que educou e salvou. Foi canonizada em 24 de Junho de 1951 pelo Papa Pío XII.

COMPLEMENTO
Maria nasceu em 1837 e recebeu o nome de Maria Domenica. Em criança, trabalhava na quinta de seu pai. Também consagrava muitas horas a uma instituição laica de caridade dedicada ao espírito da Virgem Maria. O grupo foi influenciado pelo exemplo do Padre João Bosco, que se dedicou à formação vocacional e espiritual de meninos pobres. O Padre João Bosco viria a desempenhar um papel muito importante ao longo da vida de Maria. Em 1860, a febre tifoide varreu Mornese e Maria apanhou a doença quando cuidava de parentes doentes. Quando recuperou, estava demasiado fraca para o trabalho na quinta e decidiu aprender a costurar. Em breve ensinava às jovens da vila o seu ofício, dando-lhes as oportunidades que o Padre João Bosco oferecia aos rapazes.
As Irmãs Salesianas Em 1865, o Padre João Bosco foi a Mornese abrir uma escola, mas acabou por não o fazer. Ficou tão impressionado com Maria que lhe ofereceu o edifício para continuar o trabalho com as jovens. Pouco tempo depois, Maria e mais dez companheiras fizeram votos e tornaram-se as primeiras Irmãs Salesianas. Padre João Bosco redigiu as regras da Ordem e Maria tornou-se a sua primeira Superiora. Apesar de ser pouco instruída, Maria era uma líder eficiente, imbuindo a Ordem com as suas virtudes de trabalho e preocupação com os outros. As Irmãs Salesianas cresceram rapidamente e fundaram casa em Itália, França e América do Sul. Em 1881, Maria adoeceu durante uma viagem a Marselha. Regressou a casa e Padre Bosco deu-lhe a extrema-unção. Maria faleceu dias depois.
No seu rasto
Quando Maria faleceu, as Irmãs Salesianas tinham cerca de 250 membros e mais de 30 casas.
Hoje, a Ordem conta com mais de 15 000 Irmãs em 87 países, incluindo Portugal. As Salesianas confiam também no trabalho de voluntárias para prosseguirem a sua missão. Uma dessas voluntárias é Alexandra Lupoli, de Roma. Esta advogada italiana passou algum tempo em Coacalco. no México, a trabalhar com crianças necessitadas e respectivas famílias. As suas funções incluíam:
* Ensinar às crianças atividades artísticas e manuais como desenhar e pintar.
* Estimular o trabalho de grupo através do desporto.
* Desenvolver as capacidades de trabalho das adolescentes e jovens.
Ao mesmo tempo, os rapazes também recebiam formação noutras áreas como eletricidade e trabalhos em madeira. No final do dia partilhavam as suas experiências e falavam em conjunto sobre os problemas que afectam os jovens. Afirma Alexandra: “É a fé em Deus que dá a muitos força e coragem para continuarem apesar de tudo”.
Oração
Na Luz do Teu Espírito de Luz, Senhor, liberta-nos das dúvidas; mostra-me o Teu rosto; revela-me o esplendor do Teu Reino; abre os meus olhos à Tua presença oculta no coração do mundo. *Perlo alento do Teu entusiasmo e espírito fortalecedor, senhor, liberta-me do medo de arriscar a vida; abre as fontes jorrantes da minha energia; faz que sempre partilhe a minha felicidade com os outros; ajuda o meu coração a compadecer-se com as tristezas das minhas irmãs e irmãos; ajuda-me a entregar tudo o que tenho aos jovens e aos pobres. Ámen.
(De uma oração salesiana)
 
 
No período da vida de Santa Maria Mazzarello (1837-1881) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: A Alemanha derrota a França na Guerra franco-Prussiana (1870-1871); Alexanddre Fleming descobre a penicilina (1928); Vida de Peter Tchaikovsky, compositor russo (1840-1893); José Fontana funda o Partido Socialista Português (1875).
 
 
Matias, Santo

Matías, Santo

Matias, Santo – Apóstolo

Matias significa “dom de Iavé”, de Deus. Pode ele chamar-se o homem da sorte, da maior quer podia haver neste mundo: ser Apóstolo, juntando-se aos Onze que Jesus deixou escolhidos. Pertencia ao número dos 72 discípulos de Cristo, enviados à frente d’Ele a pregar a boa nova do Evangelho, com poderes extraordinários para curar doentes. As recomendações que lhes fez o Senhor foram-nos transmitidas por S. Lucas e provam a austeridade e desprendimento temporal em que Jesus formava aqueles que deviam ser os melhores propagandistas do seu Reino: «Ide! Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa, nem alforge, nem sandálias, e não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho. Em qualquer casa em que entreis, dizei primeiro: “A paz esteja nesta casa!”… Ficai nessa casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois o trabalhador merece o seu salário… E dizei a todos:O Reino de Deus está próximo de vós”» (Lc 10, 3-9). Os 72 discípulos voltaram gloriosos da sua missão. «Senhor, até mesmo os demónios se nos sujeitaram em Teu nome!» (vers. 17). Então Jesus deu-lhes um ensinamento que serve para todos os tempos e para todos os crentes, patenteando-lhes qual deve ser o motivo da verdadeira alegria: «Não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem, alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos Céus» (vers. 20). S. Matias era um desses discípulos afortunados, que viram de perto e ouviram, Jesus. Testemunha da vida, paixão e ressurreição de Jesus, retirou-se com os outros discípulos, depois da Ascensão, para o Cenáculo, a fim de receber o Espírito Santo. Homem de sorte, não continuou a ser discípulo somente. Naquela Igreja do inicio, pequena como grão de mostarda, S. Pedro começou a exercer o seu cargo de Vigário e pastor supremo. Devido à traição e morte de Judas, faltava um dos Doze. Era preciso preencher o lugar vago. Os Apóstolos, conforme a vontade de Cristo, deviam ser Doze, como Doze tinham sido os patriarcas do povo judaico.

Matías, Santo

«Irmãos, disse Pedro, era necessário que se cumprisse o que o Espírito Santo anunciou na Escritura, pela boca de David, a respeito de Judas, que foi o guia dos que prenderam Jesus. Ele, efetivamente, era um dos nossos e foi-lhe atribuída parte do nosso ministério. Esse homem, depois de ter adquirido um terreno com o salário do seu crime, precipitou-se de cabeça para baixo, rebentou pelo meio e todas as suas entranhas se espalharam. O facto chegou ao conhecimento de todos os habitantes de Jerusalém, a tal ponto que esse terreno foi, na língua deles, chamado “Hakeldamá”, que quer dizer: Campo de SangueÉ indispensável, portanto, que – dentre os homens que nos acompanharam durante todo o tempo que o Senhor Jesus viveu no meio de nós, a partir do baptismo de João até ao dia em que nos foi arrebatado para o Altoum deles se torne, connosco, testemunha da sua ressurreição» (Act 1, 16-22). Em poucas palavras nos contou deste modo S. Pedro a vida cristã de S. Matias. Desde o inicio da vida pública de Jesus, tinha-se juntado à comitiva, sem d’Ele se separar até à subida aos céus. Era, portanto, testemunha imediata e pessoal do que tinha realizado e dito o Verbo Encarnado. Os discípulos, reunidos no Cenáculo com S. Pedro, apresentaram, dentre eles, depois, aqueles que julgavam poderiam ser objecto da escolha direta de Jesus. eram os que mais se tinham distinguido andando com Ele. Um chamava-se José, por sobrenome o Justo, e o outro Matias. S. Pedro poderia usar a sua autoridade, mas preferiu deixar a escolha à sorte, uso muito frequente na história e vida do povo hebraico, como manifestação da vontade divina. Antes, porém, levantaram uma oração fervorosa a Jesus: lembravam-se muito bem como Ele tinha escolhido os Apóstolos no monte das bem-aventuranças; por isso, assim oraram: «Tu, Senhor, que penetras os corações de todos os homens, indica-nos qual destes dois escolhestes para ocupar, no ministério apostólico, o lugar abandonado por Judas, a fim de ir para o seu próprio lugar» (vers. 24). E tiraram à sorte entre os dois, caindo ela sobre Matias, que ficou agregado aos Onze. Como Apóstolo, recebeu já o Espírito Santo no dia do Pentecostes e ficou sendo mestre infalível da verdade. A sua atuação posterior é-nos desconhecida. A tradição não é unânime, nem sobre as regiões que evangelizou nem sobre o género de morte que teve. Há quem diga que se finou de morte natural. Outros, ao invés, que pregou na Judeia, vindo a ser lapidado nessa província. A tradição mais aceitável é a que refere ter ele pregado na Etiópia, sendo lá martirizado. Clemente de Alexandria conservou-nos uma máxima do santo Apóstolo, que não devemos desperdiçar: «É necessário combater a carne, utilizá-la ou explorá-la com a mortificação. A alma, devemos robustecê-la com a fé e o estudo». O corpo pode ser instrumento de salvação ou condenação. Pode ajudar-nos muito ou lançar-nos numa jogada desastrosa. A alma deve aproveitar-se dele para triunfar no negócio da vida eterna. Há-de tratá-lo como servo, como criado, cujos serviços de aproveitam para o próprio bem. Nunca deixar que o escravo se faça senhor e mande, porque viria a desastrosa jogada, ruína da alma eterna e ruína mesmo do corpo. «Quem semear na carne, da carne colherá a corrupção» (Gl 6, 8). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

 

COMPLEMENTO
 
 
Matias, da palavra hebraica que significa “oferta de Deus”, foi um dos primeiros discípulos de Jesus. A Bíblia diz que Matias seguiu Jesus:Começando desde o batismo de João até ao dia em que dentro de nós foi recebido, um deles se faça connosco testemunha da Sua ressurreição” (Act 1:22). A seguir à crucifixão e ressurreição de Jesus, os Apóstolos tiveram que tomar algumas decisões importantes. O Apóstolo Pedro recordou ao grupo que eles tinham de substituir Judas Iscariotes, que tinha traído Jesus e em seguida se tinha suicidado. Pedro também lhes disse que aquele que fosse escolhido tinha que ter seguido Jesus durante todo o seu ministério. Deste modo, o grupo dos 120 discípulos sugeriram Matias e um outro discípulo chamado Barsabás. O grupo rezou e em seguida lançando-lhes sortes, “caiu a sorte sobre Matias e por voto comum foi contado com os onze Apóstolos” (Actos 1:26).
Pregar o Evangelho Os estudiosos têm dúvidas acerca das atividades de Matias depois de ter sido eleito Apóstolo. Segundo uma versão, ele continuou a pregar o Evangelho na Judeia antes de viajar para África, onde foi crucificado. Uma outra versão conta que ele foi martirizado em Roma. Helenaa mãe do Imperador Constantino – era especialmente devota a Matias. Muitos acreditam que ela mandou construir uma igreja para dar repouso aos seus restos. É possível também que Matias tenha escrito um relato das suas experiências como discípulo. No entanto, este documento perdeu-se ao longo dos séculos, excepto um  pequeno fragmento citado por São Clemente de Alexandria: «devemos lutar contra a nossa carne, não dar-lhe valor… mas, em lugar disso, incrementar o crescimento da nossa alma através da fé e dos conhecimentos».
 
No seu rasto
 
Ao longo da história, têm existido muitas pessoas com o Matias – homens e mulheres que inesperadamente foram chamados para liderar. Por exemplo:
Quando Harry Truman assumiu a presidência dos Estados Unidos depois da morte de Franklin Delano Roosevelt, muitas pessoas pensaram que ele não estava preparado para esta missão. Truman chegou a dizer aos jornalistas: “Rapazes, se vocês rezam de vez em quando, rezem por mim  agora. Eu não sei se alguma vez vocês carregaram sobre os ombros um peso tão grande, porém quando me comunicaram ontem aquilo que tinha acontecido, eu tive a sensação que a lua, as estrelas e todos os planetas tinham caído sobre mim”. Se por acaso você se encontra perante um chamado inesperado ao dever:
* Analise as mudanças e todas as suas preocupações com a sua família, amigos, pastor ou sacerdote.
* Fale com os seus novos colegas e preste atenção às sugestões que eles lhe dão.
*Reze a Deus para que o guie.
Tal como descobriu o Presidente Truman, procurar a ajuda de Deus não é um sinal de fraqueza, mas um sinal de verdadeira força.
 
Oração
 
Ó glorioso São Matias, segundo os desígnios de Deus recaiu em Ti tomar o lugar do infortunado Judas que traiu o seu Mestre. Tu foste escolhido pelo duplo sinal de rectidão da Tua vida e o chamado do espírito Santo. Obtém para nós a graça para praticar a mesma rectidão de vida e ser chamados por esse mesmo Espírito para servir de todo o coração a Igreja. Em seguida, após uma vida de zelo e de boas obras, permite-nos gozar a Tua companhia no Céu para cantar para sempre os louvores ao Pai, Filho e Espírito Santo. Ámen.
(Oração contemporânea)
 
 
No período da vida de São Matias (século I) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: Julius Agrícola invade a Escócia (80); Surgimento da cidade mexicana de Teotihuacan (século I); Reinado de Guduphara na Índia (19-45); Hero de Alexandria descobre que o ar se expande com o calor (100).

Miguel Garicoits, Santo
 
COMPLEMENTO

Miguel Garicoits, Santo

Miguel Garicoits, Santo

Fundador dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, nasceu em Ibarre (França), a 15 de Abril de 1797, e faleceu em Bétharram (França), a 14 de Maio de 1863. Filho duma família pobre, mas profundamente cristã, recebeu da mãe uma educação exemplar. Durante os estudos eclesiásticos continuou a trabalhar em casa. O seu comportamento no seminário era tão edificante que os companheiros o apelidaram de “o nosso S. Luís Gonzaga». Ordenado padre em 1823 e nomeado vigário, em pouco tempo renovou a paróquia. Com 28 anos é designado professor de filosofia do seminário de Bétharram e depois reitor do mesmo. Durante o seu governo foi exigente na disciplina e fez progredir a piedade dos alunos e professores. Transferindo-se o seminário para Bayonne, ele ficou em Bétharram como reitor do santuário de Nossa Senhora, e com enormes sacrifícios logrou fundar uma Congregação de missionários e professores. Com as duas escolas e colégios, torna-se um dos pioneiros do ensino católico no século XIX, e com os seus missionários consegue a recristianização daquelas terras. Filho fidelíssimo da Igreja, combateu com ardor o jansenismo. Promoveu a comunhão frequente, a devoção ao Sagrado Coração e a Nossa Senhora. Estudou em profundidade os mestres da vida espiritual, sobretudo Santo Inácio e Bossuet, deixando à sua morte dezassete mil páginas de densos apontamentos. Repensa a doutrina tradicional e plasma uma espiritualidade própria centrada no Verbo Encarnado, no Sagrado Coração, não o Coração aberto na Cruz, mas antes o Coração formado pelo Espírito Santo no seio da Virgem Mãe e no ato de oferecer-se ao Pai desde o momento da Encarnação para cumprir a sua vontade, e que renova incessantemente o «Ecce venio», através de todos os mistérios, em particular no Presépio, na Cruz e na Eucaristia. O ideal do santo é reencarnar em si mesmo e nos seus, estas disposições de Jesus Cristo. Nos seus conselhos, conferências e cartas abundam expressões que traduzem esta vontade. este ideal exige cinco virtudes: caridade, humildade, obediência, doçura e dedicação total. É o que ele praticava e exigia dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. Dotado de uma constituição robusta, de uma ilimitada resistência à fadiga e de um temperamento forte associado ao espírito de luta, se não fosse a graça divina e a acertada educação materna, teria sido um criminoso, como ele próprio confessava. Durante toda a sua vida manteve um grande domínio de si mesmo, fruto de um ascetismo,o que lembra o do santo Cura d’Ars, a ponto de se tornar um prodígio de doçura e caridade, de ser chamado «O bom Garicoits». Mente aberta a todo o conhecimento humano, sensível às necessidades do seu tempo, fundador das primeiras escolas livres na região, precursor dos decretos de S. Pio X sobre a comunhão frequente, foi um director espiritual dos mais eminentes do século XIX. Foi beatificado a 10 de Maio de 1923 e canonizado por Pio XII a 6 de Julho de 1947. DIP 5, 1277-9; 7, 798-800. www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

COMPLEMENTO
 
Filho de lavradores pobres, Miguel nasceu em Ibarra uma aldeia nos Pirenéus franceses. Em criança, Miguel queria ser Padre, mas os pais não lho permitiram porque necessitavam do dinheiro que ganhava como pastor. Com a ajuda do Padre da freguesia, a avó conseguiu que trabalhasse na igreja e ao mesmo tempo fosse à escola e frequentasse o seminário da zona. Em 1823, quando completou os estudos, Miguel foi ordenado sacerdote e enviado para Cambo, no sudoeste da França. Nessa época, pouco tempo após a Revolução francesa, a Igreja em França lutava contra os livres-pensadores e seitas católicas opostas a Roma. Entretanto, em Cambo, Miguel promovia o regresso a práticas tradicionais e encorajava a devoção ao Sagrado Coração de Jesus.  Em 1825, Miguel foi enviado para um seminário em Bétharram e tornou-se seu Superior em 1831. Pouco tempo depois, participou num  retiro orientado por um padre jesuíta e decidiu fundar uma nova Ordem baseada na Companhia de Jesus. Queria missionários plenos de “absoluta generosidade… simplicidade perfeita e brandura inabalável”. A sua Ordem foi depois chamada Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus.
Um obstáculo oficial De inicio, a Ordem foi apoiada com entusiasmo pelo Bispo local, mas cedo foi nomeado um novo Bispo. Quis introduzir alterações na constituição da Ordem e exigiu que Miguel trabalhasse sob a sua direta supervisão. Miguel manteve-se em silêncio e procedeu de acordo com o que lhe fora ordenado. Miguel faleceu em 1863, antes da Ordem ser oficializada,. Mas 14 anos mais tarde, Roma acabou por aprovar os Sacerdotes do Sagrado Coração e a constituição escrita por Miguel.
 
No seu rasto
 
A pobreza na infâncias não impediu Miguel de atingir os seus objectivos.
Muitos meninos pobres conseguem superar a infância desfavorecida e, utilizando os dons que Deus lhes dá, tornam-se pessoas realizadas. O Eusébio era um menino pobre, que adorava desporto e jogar à bola. A bola era só uns trapos velhos dentro duma meia, mas o prazer de jogar era grande. Um dia, um senhor viu-o jogar a bola e convidou-o para jogar a sério, num clube de futebol. deixou o seu país, Moçambique, e foi tentar a fortuna em Portugal. Depressa se tornou um grande jogador de futebol e a estrela da sua equipa e do seu clube. Mas a consagração maior veio depois, quando foi escolhido para a seleção nacional. Aí mostrou ser um dos maiores jogadores do mundo e marcou muitos golos que deixaram Portugal orgulhoso. Eusébio tornou-se o símbolo do futebol português e do desportivismo. O menino pobre pôs o dom que recebera de Deus ao serviço do Desporto.
 
Oração
 
Senhor, vemos como inspirastes Miguel Garicoits para se manter fiel a si próprio e ao Teu chamamento. Concede a todos os que acreditam em Ti e em Teu Filho a mesma fidelidade, sem importar os obstáculos que outros coloquem diante de nós. Pelo Teu amor tudo é possível e ajuda-nos a pedir a Miguel a sua intervenção nos nossos momentos de necessidade. Ámen.
(Oração contemporânea)
 
No período da vida de São Miguel Garicoits (1797-1863) ocorreram diversos acontecimentos dos quais se destacam: É realizada a primeira apendicectomia (1848); George Eastman aperfeiçoa a câmara da caixa «Kodak» (1888): Independência do Brasil (1822); é Fundada a escola de música Guildhall de Londres (1880).

 

Frei Gil (ou Egídio) de Santarém, Beato
Dominicano

Gil de Santarem, Beato

Gil de Santarém, Beato

Dá-se como nascido em Gondalfim de Vouzela, pelos anos de 1185 a 90. Talentoso e ávido de saber, foi Gil de Valadares, muito novo, estudar filosofia e medicina no mosteiro de santa Cruz de Coimbra, e, auxiliado por D. Sancho, foi enviado a continuar os seus estudos em Paris, onde, em anos de juventude, algo cedeu às vaidades e dissoluções do século. Reconhecendo, porém, o rebaixamento de tais desvarios, não tardou o jovem Gil em libertar-se de tal situação e arrepiar caminho, tomando o regresso à pátria. Passando por Palência, toma aí o hábito de S. Domingos, e todo se entrega a uma vida de fervorosa oração e rigorosa penitência. Chega finalmente a Santarém e Coimbra. Concluído o doutoramento em teologia, funda, no convento de S. Domingos de Santarém, aulas de Teologia e Filosofia, sobe ao cargo de Provincial da sua ordem e é nomeado físico de D. Afonso III, em cuja presença também prega, por várias vezes. Em 1237 realizou o seu capítulo provincial em Burgos, onde foi aceite a fundação do convento de S. Domingos do Porto. Pelo fervor da oração, por vezes estática, e pelo poder da mesma em intercessões miraculosas, e não menos pelo zelo e dedicação com que provia ao governo e aproveitamento de seus irmãos, Frei Gil ficou como mestre e exemplo de santidade aos de casa e aos de fora. Em paga de tão generosos serviços, abriram-se-lhe as portas do céu no mesmo dia da Ascensão do Senhor, 14 de Maio de 1265. E o seu culto foi reconhecido pelo Papa Bento XIV em 1748, para as dioceses de Lisboa e Viseu, e Ordem de S. Domingos, continuando no convento de Santarém o centro de ruidosas romagens populares. mas com os sucessos de 1834 e a destruição de S. Domingos de Santarém, as suas relíquias passaram para a quinta das Lapas (Torres Vedras). A Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, como também o P. Berthier em Le Prête dans le ministère de la predication, 1º vol., nº 2612, chamam-lhe Beato Bernardo. Mas a enciclopédia Verbo mantém o nome «Gil de Santarém (São Frei)». A notícia aqui reproduzida (com pequenos aditamentos) deve-se ao Padre Estanislau Martins Gama, no livro Santos de Portugal. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.

Teodora Guérin, Santa
Virgem

Teodora Guérin, Santa

Teodora Guérin, Santa

«¡Que fortaleza adquire a alma na prece! No meio da tormenta, ¡que doce é a calma que a prece no coração de Jesús! Mas... ¿que consolo fica para aqueles que não rezam? ». Estas palavras, escritas pela Madre Teodora Guérin após sobreviver a uma violenta tormenta em alto mar, talvez sejam as que melhor exemplifiquem sua vida e seu ministério. Por certo, a Madre Teodora obteve forças na oração, em seu diálogo com Deus, com Jesus e com a Sagrada Virgem Maria. Ao longo de sua vida, a Madre Teodora difundiu a oração compartilhou seu amor a Deus com gentes de todas as partes. A Madre Teodora, Ana Teresa Guérin, nasceu em 2 de Outubro de 1798 na aldeia de Etables, França. Sua devoção a Deus e à Igreja Católica Romana se manifestou sendo ainda menina. Se lhe permitiu tomar a primeira Comunhão com apenas dez anos de idade e, nessa ocasião, expressou ao pároco sua intenção de algum dia tomar os hábitos de monja. Pela sua extensão, e por falta de tempo, não me é possível completar a tradução. As minhas desculpas e Obrigado. AF. La pequeña Ana Teresa a menudo buscaba la soledad de las costas rocosas próximas a su hogar, lugar donde dedicaba muchas horas a la meditación, la reflexión y la oración. Fue educada por su madre, Isabel Guerin, que centralizó su enseñanza en la religión y las Escrituras, inspirando así el amor de la niña hacia Dios. Laurencio, padre de Ana Teresa, prestaba servicios en la Armada de Napoleón y a menudo debía permanecer lejos de su hogar por períodos de varios años. Cuando Ana Teresa tenía 15 años de edad, su padre fue asesinado por bandidos mientras retornaba a su hogar para visitar a su familia. La pérdida de su esposo casi abrumó a Isabel y, durante muchos años, la responsabilidad de cuidar de su madre y de su pequeña hermana recayó sobre Ana Teresa, quien además debía atender el hogar y la huerta de la familia. A lo largo de esos años de penurias y sacrificios —en realidad, durante toda su vida—, la fe en Dios de la Madre Teodora nunca vaciló, jamás titubeó. En lo más profundo de su alma, sabía que Dios estaba con ella, que siempre estaría con ella, como una compañía constante.
Ana Teresa tenía casi 25 años de edad cuando ingresó a las Hermanas de la Providencia de Ruillé-sur-Loire, una joven comunidad de religiosas que servían a Dios brindando oportunidades para la educación de los niños y cuidando a pobres, enfermos y moribundos. Mientras enseñaba y cuidaba enfermos en Francia, la Madre Teodora, conocida en aquel entonces como Hermana Santa Teodora, fue requerida para encabezar un pequeño grupo misionero de Hermanas de la Providencia en los Estados Unidos. El propósito consistía en establecer un convento, fundar escuelas y compartir el amor a Dios con los pioneros de la Diócesis de Vincennes, en el Estado de Indiana. Piadosa y propensa a la humildad, la Madre Teodora jamás imaginó que era la persona más apropiada para la misión. Su salud era frágil. Durante su noviciado con las Hermanas de la Providencia, había enfermado gravemente. Las medicinas habían aplacado la enfermedad, pero también habían dañado gravemente su sistema digestivo, al punto que durante el resto de su vida sólo pudo consumir alimentos y líquidos suaves y blandos. Su mala condición física se sumaba a sus dudas sobre si aceptar o rechazar la misión. Sin embargo, tras muchas horas de oración y prolongadas consultas con sus superioras, aceptó la misión, temiendo que si no lo hacía, ninguna otra religiosa se atrevería a aventurarse a una región tan agreste para difundir el amor a Dios. Equipada con poco más que su resuelto deseo de servir a Dios, la Madre Teodora y otras cinco Hermanas de la Providencia arribaron a la sede de su misión en Saint Mary-of-the-Woods, Indiana, la tarde del 22 de octubre de 1840. Inmediatamente apresuraron el paso a lo largo de la angosta y fangosa senda que conducía hacia la pequeña cabaña de troncos que hacía las veces de capilla. Allí, las hermanas se postraron en oración frente al Sagrado Sacramento, para agradecer a Dios el haber culminado su viaje sanas y salvas, y rogarle la bendición de la nueva misión. Allí, en esa tierra montañosa cortada por barrancos y densamente arbolada, la Madre Teodora establecería un convento, una escuela y un legado de amor, misericordia y justicia que perdura hasta el presente. A través de años de padecimiento y años de paz, la Madre Teodora confió en la Providencia de Dios y en su propia franqueza y su fe para obtener consejo y guía, urgiendo a las Hermanas de la Providencia a «entregarse por entero a las manos de la Providencia ». En sus cartas a Francia, decía: «Pero nuestra esperanza reside en la Providencia de Dios, que nos ha protegido hasta el presente y que, de una u otra manera, proveerá para nuestras necesidades futuras». En el otoño de 1840, la misión de Saint Mary-of-the-Woods consistía apenas en una capilla —una diminuta cabaña de troncos que también oficiaba de alojamiento para un sacerdote— y una granja de pequeña estructura donde residían la Madre Teodora, las hermanas francesas y varias postulantes. Al llegar el primer invierno, soplaron fuertes vientos del norte que sacudieron la pequeña granja. Las hermanas a menudo sentían frío y frecuentemente padecían hambre. Pronto convirtieron la galería en una capilla y, en ese humilde convento, hallaron sosiego en la presencia del Sagrado Sacramento. La Madre Teodora solía decir: «Con Jesús, ¿qué podemos temer»? Durante sus primeros años en Saint Mary-of-the-Woods, la Madre Teodora debió soportar numerosas peripecias: el prejuicio hacia los católicos, especialmente hacia las religiosas; traiciones; mal-entendidos; la ruptura de las Congregaciones de Indiana y de Ruillé; un devastador incendio que destruyó una cosecha completa, dejando a las hermanas desprovistas y hambrientas; frecuentes enfermedades mortales. Empero, la hermana perseveró, manifestando que « en todas las cosas y en todo lugar se debe cumplir el deseo de Dios ». En cartas a sus amistades, la Madre Teodora reconocía sus tribulaciones: «Si alguna vez esta pobre y pequeña comunidad logra asentarse definitivamente, lo hará sobre la Cruz; eso me infunde confianza y me brinda esperanza, aún frente al desamparo». Menos de un año después de su llegada a Saint Mary-of-t he- Woods, la Madre Teodora fundó la primera Academia de la Congregación y, en 1842, estableció escuelas en Jasper, Indiana y St. Francisville, Illinois. Al momento de su muerte, el 14 de mayo de 1856, la Madre Teodora ya había abierto escuelas en varias ciudades de toda Indiana y la Congregación de las Hermanas de la Providencia era un institución sólida, viable y respetada. La Madre Teodora siempre atribuyó el crecimiento y el éxito de las Hermanas de la Providencia a Dios y a María, la Madre de Jesús, a quienes dedicó el ministerio de Saint Mary-of-the-Woods. La beatitud de la Madre Teodora fue evidente para quienes la conocieron, la cual muchos describieron simplemente como « santidad ». Tenía la rara habilidad de hacer florecer las mejores virtudes en las personas, para permitirles ir más allá de lo que aparentemente era posible. El amor de la Madre Teodora fue una de sus grandes virtudes. Amaba a Dios, al pueblo de Dios, a las Hermanas de la Providencia, a la Iglesia Católica Romana y a las personas a quienes servía. Jamás excluyó a ninguna persona de sus ministerios y oraciones, pues dedicó su vida a ayudar a todos a conocer a Dios y a vivir una vida mejor. La Madre Teodora sabía que, por sí sola, nada podía hacer, pero confiaba en que con Dios, todo era posible. Aceptó en su vida numerosos contratiempos, problemas y ocasiones en las que fue tratada injustamente. En medio de la adversidad, la Madre Teodora fue siempre una verdadera mujer de Dios. La Madre Teodora falleció dieciséis años después de su llegada a Saint Mary-of-the-Woods, (el 14 de mayo de 1856). Durante esos años fugaces, acarició una innumerable cantidad de vidas —y aún hoy continúa haciéndolo. El legado que entrega a las generaciones que la suceden, es su vida: un modelo de beatitud, virtud, amor y fe. Foi canonizada em 15 de Outubro de 2006 por S.S. Bento XVI. www.jesuitas.pt -
http://es.catholic.net/santoral e www.santiebeati.it.

 

53130 > Sant' Abruncolo di Langres Vescovo 14 maggio MR

Abruncolo di Langres
53150 > Sant' Ampelio Eremita 14 maggio

Ampelio
53160 > San Cartaco di Lismore Vescovo 14 maggio MR

Cartaco de Lismore

91868 > San Costanzo di Capri Vescovo 14 maggio

Costanzo di Capri
92719 > San Costanzo di Vercelli Vescovo 14 maggio

Costanzo di Vercelli
94134 > Beato Diego da Narbona Mercedario 14 maggio

Diego da Narbona
53180 > Beato Egidio di Santarem (da Vaozela) 14 maggio MR

Beato Egídio di Santarém (da Vaozela (ou Vizela...)
53170 > Sant’ Eremberto di Tolosa Vescovo 14 maggio MR

Eremberto di Tolosa
91154 > Santi Felice e Fortunato Martiri di Aquileia 14 maggio MR

Felice e Fortunato
53140 > San Gallo Vescovo di Clermont 14 maggio MR

Gallo

53120 > Sante Giusta ed Enedina (Eredina) Martiri 14 maggio MR

Giusta (ou Justa) ed Enedina (Eredina)
93008 > Sant’ Isidoro di Chio Martire 14 maggio MR

Isidoro de Chio

32600 > Santa Maria Domenica Mazzarello Vergine 14 maggio MR

Maria Domenica Mazzarello
53090 > San Massimo Martire 14 maggio MR

Massimo
21050 > San Mattia Apostolo 14 maggio - Festa MR

Mattia
53200 > San Michele Garicoits Sacerdote 14 maggio MR

Michele Garicoits
53110 > San Ponzio di Cimiez Martire 14 maggio MR

Ponzio di Cimiez
90565 > San Ponzio di Pradleves Martire tebeo 14 maggio

Ponzio di Pradleves
72725 > Santa Teodora (Anna-Teresa) Guerin Fondatrice 14 maggio MR

Teodora (Anna-Teresa) Guerin
92614 > Santi Vittore e Corona Martiri 14 maggio MR

Vittore e Corona

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  • Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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  • 1 - A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuará a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectivas pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias pelo que peço as minhas desculpas. AF.
  • Hoje POR EXEMPLO foi incluído como
  • Complemento na vida de
  • (Maria Mazzarello, Matias, Miguel Garicoits, Santos )Estrela
  • 2 - Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
  • 3 - Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.
  • Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
  • Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
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