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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Mais ANDRE RIEU AU TEMPELHOF AVEC SES VALSES (1 H 20 m) - 5-7-12

http://youtu.be/T8N2Yru1Ui8

 

ANTÓNIO FONSECA

André Rieu no Brasil em 20 de Maio de 2012

 

 

http://youtu.be/EE5FiCJ4vow

 

http://youtu.be/ql4YVed4mMk

 

 

http://youtu.be/ql4YVed4mMk

 

 

Recolhi estes vídeos agora mesmo do meu Youtube-antonio0491

e decidi publicá-los aqui no blogue.

 

5 de Julho de 2012  -  15,23 horas

 

ANTÓNIO FONSECA

Do blog Católicos tradicionais–4-Julho-2012

Católicos Fiéis à Tradição


O Vaticano II em perguntas e respostas

Posted: 02 Jul 2012 11:00 PM PDT



Leia também o artigo: "Pequenas considerações sobre o Vaticano II e seus frutos", "Quais são as preocupações da Igreja Tradicional e da Igreja Progressista?" e "O Padre de ontem é o mesmo de hoje?"


*Estas perguntas e respostas serão adicionadas ao artigo "O Vaticano II e seus frutos"



Excelente compilação retirada do blog http://auxiliodoscristaos.blogspot.com.br

Quando aconteceu o Concílio Vaticano II?

O Vaticano II foi aberto pelo Papa João XXIII em 11 de outubro de 1962. João XXIII morreu no ano seguinte; mas seu sucessor, Paulo VI, continuou o Concílio e encerrou-o em 8 de dezembro de 1965.

O Concílio durou mais de três anos ininterruptos?

O Concílio Vaticano II compreendeu quatro sessões de menos de três meses, em cujo intervalo os bispos retornavam às suas dioceses. A primeira sessão (11 de outubro a 8 de dezembro de 1962) – a única que se deu no pontificado de João XXIII – não promulgou nenhum documento: dedicaram-se, sobretudo, a descartar o trabalho da Comissão Preparatória.

Qual é o lugar do Vaticano II entre os demais concílios?

O Vaticano II foi o 21° Concílio Ecumênico. Foi, quanto ao número de participantes, o mais importante de toda a História: dois mil bispos ali se reuniram.

Em que o Concílio Vaticano II difere dos Concílios anteriores?

O Concílio Vaticano II declarou não querer ser mais que um “Concílio Pastoral”, que não define as questões de Fé, mas dá diretivas pastorais para a vida da Igreja. Renunciou à definição de dogmas e assim, à infalibilidade que pertence a um Concílio. Seus documentos não são, portanto, infalíveis.

Quais são os objetos ordinários de um Concílio?

Na sua carta de convocação do primeiro Concílio do Vaticano, Pio IX indica que os Concílios Gerais foram convocados, sobretudo “nas épocas de grandes perturbações, quando calamidades de todo gênero se batiam sobre a Igreja e sobre os povos”. Todos os Concílios Ecumênicos do passado foram convocados para vir ao encalço de uma heresia (como foi o caso dos sete primeiros), ou para corrigir um mal então dominante (simonia, cisma, corrupção do clero, etc). Pio IX resume assim os principais fins de um Concílio:

“Decidir com prudência e sabedoria, tudo o que poderia contribuir para definir os dogmas da Fé; para condenar os erros que se espalham insidiosamente; para defender, colocar à luz, explicitar a Doutrina Católica; para conservar e reorganizar a disciplina eclesiástica; para corrigir os modos corrompidos da população.” (Bula de Convocação para o Concílio Vaticano I. AAS, 1868, vol IV, p.5.)

Nunca houve, então, outro Concílio “pastoral” antes do Vaticano II?

Todos os Concílios da Igreja foram pastorais. Mas o foram definindo os dogmas; desmascarando os erros; defendendo a Doutrina Católica; e lutando contra as desordens disciplinares e morais. A originalidade do Vaticano II foi a de querer ser “pastoral” de uma maneira nova, recusando-se a definir dogmas, a condenar erros, e mesmo a apresentar a Doutrina Católica de modo defensivo.

O Vaticano II não promulgou documentos dogmáticos?

O Vaticano II promulgou dezesseis textos: nove decretos, três declarações e quatro constituições. Dentre estas, duas são ditas “Constituições Dogmáticas”: Lumen Gentium(sobre a Igreja) e Dei Verbum (sobre a Revelação). Isso não significa que tenham proclamado dogmas ou que sejam infalíveis, mas apenas que tratam de uma matéria referente ao dogma. O Vaticano II se recusou a definir o que quer que seja de modo infalível; Paulo VI o sublinhou explicitamente em 12 de janeiro de 1966, algumas semanas após seu encerramento:

“Tendo em vista o caráter pastoral do Concílio, este evitou proclamar de modo extraordinário dogmas dotados da nota da infalibilidade.”

A “pastoralidade” do Vaticano II caracteriza-se pela adaptação da Igreja ao nosso tempo?

Todos os Concílios adaptaram a Igreja ao seu tempo. Mas o fizeram anatematizando os erros do dia; punindo os desvios morais ou disciplinares da época; armando a Igreja contra seus inimigos. A adaptação não visava a se conformar com o século, mas a melhor resistir-lhe. Não se tratava de agradar ao mundo, mas de confrontar e de o vencer, para agradar a Deus. João XXIII e Paulo VI procuraram, ao contrário, tornar a Igreja Católica sedutora para o homem moderno.

João XXIII e Paulo VI exprimiram essa intenção?

João XXIII declarou, em 14 de fevereiro de 1960:

“O fim primeiro e imediato do Concílio é o de apresentar ao mundo a Igreja de Deus, no seu perpétuo vigor de vida e de Verdade, e com sua legislação adaptada às circunstancias presentes, de modo a ser sempre mais conforme à sua divina missão e estar sempre mais pronta para as necessidades de hoje e de amanhã. Em seguida, se os irmãos que se separaram e que ainda estão divididos entre si virem se concretizar o comum desejo de unidade, poderemos lhes dizer então, com uma viva emoção: é a vossa casa; a casa daqueles de trazem o sinal de Cristo.” (João XXIII, discurso ao Conselho Geral da Ação Católica Italiana, em 14 de fevereiro de 1960).

O Cardeal Montini, futuro Paulo VI, declarava, em abril de 1962:

“A Igreja se propõe, pelo próximo Concílio, a entrar em contato com o mundo (...) Ela se esforçará para ser (...) amável em sua linguagem e na sua maneira de ser.”

E, durante o Concílio, Paulo VI afirmava, em sua encíclica Ecclesiam Suam:

“A Igreja poderia se propor a realçar os males que podem se encontrar no mundo, a pronunciar anátemas e suscitar cruzadas contra eles (...); parecem nos, ao contrário, que a relação da Igreja com o mundo (...) pode se exprimir melhor sob a forma de um diálogo” (§80).

O Vaticano II se quis, desde o início, portanto, como um Concílio de abertura e diálogo?

De fato, os membros da Comissão Preparatória estabelecida por João XXIII, pensavam dever organizar um Concílio normal. Tiveram um enorme trabalho para esboçar esquemas que pudessem servir de base aos debates conciliares. Mas, durante esse tempo, o Secretariado para Unidade dos Cristãos igualmente estabelecido por João XXIII (em junho de 1960), trabalhava em outro sentido. Finalmente, a verdadeira intenção de João XXIII prevaleceu: no início do Concílio, livraram se dos esquemas preparatórios, julgados demasiado “doutrinais”, e o Concílio se comprometeu com a via preparada pelo Secretariado de Unidade.

Como o Secretariado para a Unidade preparou o Concílio?

Sobre a presidência do Cardeal Bea, o Secretariado para a Unidade preparou o Concílio perguntando aos católicos o que esperavam da Igreja. Estabeleceu contatos com os ortodoxos, os protestantes, os judeus, os comunistas e os maçons, e comprometeu-se mesmo a que alguns de seus desiderata fossem satisfeitos.

Quais foram as exigências dos ortodoxos e dos comunistas?

Para contar com a presença de observadores ortodoxos no Concílio, João XXIII se comprometeu à não condenação do comunismo no Concílio. Monsenhor Roche, amigo e confidente do Cardeal Tisserant, testemunha: “O Cardeal Tisserant recebeu ordens formais tanto para negociar o acordo como para supervisionar sua exata execução durante o Concílio. Foi assim que, a cada vez queria abordar a questão do comunismo, o Cardeal, de sua mesa do Conselho da Presidência, intervinha”. (Itinéraires 285, p.157.)

Quais foram os pedidos dos judeus?

No número 1001 da Tribune Juive (1987), Lazare Landau conta:

“Numa noite brumosa e glacial de inverno de 1962-63, atendi a um convite extraordinário no Centro Comunitário da Paz, em Estrasburgo. Os dirigentes judeus recebiam, em segredo, no subsolo, um enviado do papa. Na saída do Shabat, éramos uma dezena para acolher um dominicano de vestimenta branca, o reverendo padre Yves Congar, encarregado pelo Cardeal Bea, em nome de João XXIII, de nos perguntar, no início do Concílio, o que esperávamos da Igreja Católica (...)”.

“Os judeus, mantidos há vinte séculos à margem da sociedade cristã, frequentemente tratados como subalternos, inimigos e deicidas, pediam sua completa reabilitação. Provindos, em linhagem direta, do tronco abrâmico, de onde saiu o Cristianismo, pediam para serem considerados como irmãos, parceiros de igual dignidade, da Igreja Cristã (...).”

“O mensageiro branco – despojado de qualquer símbolo ou ornamento – retornou a Roma, portador das inumeráveis solicitações que reforçavam as nossas. Depois de debates difíceis (...), o Concílio atendeu as nossas expectativas. A declaração Nostra Aetate n° 4 constituiu – Padre Congar e três redatores do texto me confirmaram – uma verdadeira revolução na doutrina na Igreja sobre os judeus (...)”.

“Homilias e catecismos mudariam em poucos anos (...). Desde a visita secreta do Padre Congar, num lugar escondido da sinagoga, durante uma noite muito fria de inverno, a doutrina da Igreja tinha conhecido uma total mutação.”

Quais foram os pedidos dos protestantes e dos maçons?

Em setembro de 1961, o Cardeal Bea encontrou, secretamente, em Milão, o Pastor Willem A. Visser’t Hooft, secretário-geral do Conselho Ecumênico de Igrejas (organismo de origem protestante, de tendência maçônica). A liberdade religiosa foi um dos temas mais importantes do encontro. Mas tarde, em 22 de julho de 1965, na véspera da última sessão conciliar, o mesmo Conselho Ecumênico de Igrejas publicou a lista de suas sete exigências fundamentais em matéria de liberdade religiosa. Todas foram satisfeitas pelo Concílio no documentoDignitatis Humanae.

Que conclusões se pode tirar dessa política de abertura levada a cabo pelo Concílio Vaticano II?

Percebe-se claramente que o Vaticano II não foi um Concílio como os demais. Os textos que promulgou, fruto de um “diálogo” com o mundo, são mais textos diplomáticos ou “publicitários” (destinados a dar uma boa imagem a Igreja) do que textos magisteriais (ensinando com autoridade e precisão Verdades de Fé). Nenhum dos textos conciliares é, de si, infalível.

Qual foi a influencia desse Concílio na Crise da Igreja?

As forças liberais e modernistas, que já minavam a Igreja, conseguiram colocar as mãos sobre o Concílio Vaticano II. Pode-se então dizer, que o Vaticano II foi a faísca que deflagrou uma crise que se preparava já de longa data na Igreja.

A quando podem-se remontar as origens dessa crise?

São Pio X já constatava na encíclica Pascendi, que o modernismo não era um inimigo exterior à Igreja, mas que havia penetrado no interior, apesar de seus adeptos ainda esconderem suas verdadeiras intenções.

O Papa São Pio X não combateu vigorosamente esses modernistas?

São Pio X combateu o modernismo energicamente. Seus sucessores até Pio XII fizeram o mesmo, com mais ou menos vigor; mas não conseguiram verdadeiramente vencê-los. A Encíclica Humani Generis, de Pio XII, condenando o que se chamou “Nova Teologia” (1950), foi aceita exteriormente; mas, nas realidade foi desprezada por muitos. Continuaram a se interessar nas teses condenadas e, nas casas de formação, encorajavam se os futuros padres a fazer o mesmo.

Pode-se dizer que o Vaticano II foi uma revolução na Igreja?

Que o Concílio foi uma revolução na Igreja, alguns de seus defensores clamam-no, eles mesmos. Assim, o Cardeal Suenens fez um paralelo entre o Concílio e a Revolução Francesa, dizendo que o Vaticano II havia sido o 1789 na Igreja. O Padre Yves Congar, teólogo conciliar, comparou o Concílio à Revolução bolchevique: “A Igreja fez pacificamente sua Revolução de Outubro.” (Yves Congar, O.P. Le Concile au jour Le jour. Deuxième session, Paris, 1964, p.215)

Como os liberais colocaram as mãos sobre o Concílio?

Graças ao apoio de João XXIII e de Paulo VI, as forças liberais e neomodernistas introduziram nos textos do Concílio, um grande número de ideias. Antes do Concílio, a Comissão Preparatória havia preparado com cuidado, esquemas que eram o eco da Fé da Igreja. É sobre esses esuqmas que a discussão e os votos deveriam ter sido feitos, mas eles foram rejeitados na primeira sessão do Concílio e substituídos por novos esquemas preparados pelos liberais.

Não houve no Concílio defensores da Doutrina tradicional?

Houve no Concílio um grupo de mais ou menos de 250 a 270 bispos decididos a defender a Tradição da Igreja. Acabaram por formar o Coetus Internatinalis Patrum. Mas contra ele, estava já constituído e perfeitamente organizado, um grupo de Cardeais e Bispos liberais, que se chamou Aliança do Reno.

De onde vem esse nome, Aliança do Reno?

O nome Aliança do Reno vem do fato de os dirigentes desse grupo liberal eram, quase todos, bispos de dioceses às margens do Rio Reno. A cada dia esse grupo inundou o Concílio com folhas datilografadas, nas quais se diziam aos bispos em que sentido deviam votar. É por isso que um jornalista, o padre Ralph Wiltgen, pôde intitular O Reno se Lança no Tibre, seu livro que contava a história do Concílio.

Os inovadores eram majoritários?

Como toda revolução, o Vaticano II não foi conduzido pela maioria, mas por uma minoria bem ativa e organizada. A maioria dos bispos estava indecisa e pronta para seguir os conservadores. Mas, quando viram que os dirigentes da Aliança do Reno eram amigos pessoais do papa e que alguns dentre estes (os Cardeais Dopfner, Lecaro e Suenens) tinham até sido nomeados moderadores do Concílio, eles os seguiram.

Os textos do Vaticano II, portanto, não são representativos do que pensava a maioria dos bispos na abertura do Concílio?

Um teólogo da ala progressista, Hans Kung, exprimiu um dia, sua alegria de que um sonho de uma pequena minoria se havia realizado no Concílio: “Nenhum daqueles que vieram aqui para o Concílio voltará para sua casa igual ao que era antes. Pessoalmente nunca teria esperado que os bispos falassem de modo tão ousado e tão explicito na aula conciliar.” (O Reno se Lança no Tibre, pag. 65)

Quem é esse teólogo Hans Kung?

Hans Kung manifestou, desde o Concílio, a que espírito se filia. Além da infalibilidade pontifícia e da Divindade de Cristo, esse eclesiástico nega a maior parte dos dogmas cristãos de tal maneira que mesmo a Roma conciliar teve que lhe retirar a autorização de lecionar.

Outros teólogos hereges exerceram influência no Vaticano II?

O jesuíta Karl Rahner (1904-1984), mesmo sendo mais prudente e menos explicito, espalhou teses análogas em suas obras. O Santo Ofício, desde 1949, impôs-lhe silencio sobre certas questões. Teve, no entanto, sobre o Concílio Vaticano II uma influência imensa; Ralph Wiltgen chega a dizer que foi o teólogo mais influente do Concílio:

“A posição dos bispos de língua alemã sendo regularmente adotada pela Aliança europeia (Aliança do Reno), e a posição da Aliança sendo, por sua vez, a mais frequentemente adotada pelo Concílio, bastava que um só teólogo fizesse suas visões serem adotadas pelos bispos de língua alemã para que o Concílio as fizessem suas. Ora, um tal teólogo existia: era o padre Karl Rahner.” (O Reno se Lança no Tibre, pag. 85)

Há outros testemunhos sobre a influência de Rahner no Concílio?

O padre Congar conta:

“O clima virou: Rahner dixit, ergo verum est [Rahner disse, então é verdade]. Dou um exemplo. A Comissão Doutrinal era formada pelos bispos, cada um tendo a seu lado seu próprio perito, mas também por alguns Superiores Gerais (como o dos Dominicanos ou dos Carmelitas). Ora, sobre a mesa da Comissão havia dois microfones; mas Rahner praticamente havia tomado um somente para si. Rahner era um pouco intrometido e muito frequentemente o Cardeal de Viena, Franz Konig, cujo perito era Rahner, virava-se em sua direção e dizia lhe para que falasse: Rahner, quid? Naturalmente, Rahner intervinha (...)”. (Yves Congar, em Trinta Dias, edição francesa, n° 3, 1993, pag.26)

Qual era o pensamento de Karl Rahner?

Karl Rahner era um revoltado contra o ensinamento tradicional da Igreja que, para ele, era só “monolitismo” e “teologia de escola.” Uma carta que escreveu em 22 de fevereiro de 1962, por ocasião da tradução italiana de seu Pequeno Dicionário Teológico esclarece-nos sobre seus sentimentos em relação ao Magistério da Igreja:

“(...) Uma tradução italiana é claramente um problema especial, em razão da presença, em Roma, de lideres e guardiães da ortodoxia. Por outro lado, estou cada vez mais fortificado em minhas posições. Também se poderia dizer que esse pequeno léxico está redigido de tal modo que essas pessoas não compreendam nada e não vejam, portanto o que está dito contra sua estreiteza.” (Herbert Vorgrimler. Karl Rahner verstehen, Friburgo, Herder, 1995, pag.175)

Karl Rahner manifestou, durante o Concílio, sua revolta contra a Tradição e o Magistério da Igreja?

Durante o Concílio, o Cardeal Ottaviani, Prefeito do Santo Ofício, exprimiu um dia em seu discurso sua inquietação quanto a algumas inovações. Falava sem texto, por estar quase cego e ultrapassou seu tempo para falar. Então, o microfone simplesmente lhe foi cortado. Rahner comentou o acontecimento em uma carta escrita a Vorgrimler, em 5 de novembro de 1962:

“Você já deve ter sabido que Alfrink, de novo, simplesmente cortou a palavra a Ottaviani, por que ele falava por muito tempo. Começou-se a aplaudir (o que não é habitual). Moral: A alegria sádica é a alegria mais pura.” (Deutsche Tagespost, 10 de outubro de 1992).

Encontra-se na correspondência de Karl Rahner, outros elementos sobre seus sentimentos sobre o Concílio?

A publicação, em 1994, da correspondência trocada entre o padre Karl Rahner e a poetisa austríaca Luise Rinser (1911-2002) fez estourar o escândalo: no momento mesmo em que mandava chover e fazer bom tempo no Concílio, Karl Rahner estava em correspondência amorosa com essa mulher, escrevendo-lhe, em sua paixão, até três cartas por dia (276 somente no ano de 1964).

Outros maus teólogos influenciaram o Vaticano II?

Pode-se citar, entre outros, os Padres Congar e De Lubac, já apresentados anteriormente, o padre Schillebeeckx, o padre John Courtney-Murray, etc.

Qual foi a influencia do padre Congar no Concílio?

Monsenhor Lefebvre conta:

“No início do Vaticano II, eu ia às as reuniões [dos bispos franceses] em Saint Louis-des-Français. Mas ficava estupefato de ver como aquilo acontecia. Os bispos se comportavam literalmente como garotinhos diante dos Congar e outros peritos que gritavam em torno. Opadre Congar subia à mesa da presidência e, sem o menor pudor, dizia: ‘Monsenhor Fulano, o senhor fará tal intervenção sobre tal assunto. Não tenha nenhuma preocupação. Nós lhe prepararemos o texto e o senhor só terá que ler.’ Não podia crer no que meus olhos viam, nem no que meus ouvidos ouviam! E parei de ir a essas reuniões (...)” (Monsenhor Marcel Lefebvre, Fideliter n°59, pag,53).

Há outros testemunhos sobre a influencia do padre Congar?

Monsenhor Desmazières, Bispo-auxiliar de Bordeaux, conta:

“(...) De tarde os trabalhos continuavam. Eu ia ao meu dirigido pelo padre Congar, sobre a Escritura e a Tradição. Éramos uma dúzia. A nós cabia prever as intervenções a serem feitas no dia seguinte (...). pediram-me para tomar a segunda. Não me recusei, mas com a condição do padre Congar preparasse meu texto. Estava de acordo. Ele mo passará amanhã no ônibus (...) Tomei conhecimento do texto no trajeto; não estava decidido mudar o que quer que fosse. Desembarcando em São Pedro, inscrevi-me para falar: era o vigésimo primeiro (...)” (Monsenhor Desmazières. L’Aquitaine, semaine religieuse de Bordeaux, dezembro de 1962, pag.580).

O que disso dizia o padre Congar?

O padre congar, normamente, minimizava sua influencia no Concílio. No entanto, assim resumiu sua ação: “A preparação do Concílio havia estado sob a dominação dos homens da Cúria e do Santo Ofício (...) Tudo consistiu praticamente, em os colocar em minoria.” (Yves Congar O.P., em Une Vie pour la Verité, Jean Puyo interrege Le père Congar, Paris, Centurion, 1975, pag.140). Era para ele uma vitória. Dez anos antes, punido por seus Superiores, anotava em seu diário pessoal as seguintes resoluções:

“Continuar ao máximo a escrever no mesmo sentido, utilizando todas as chances de liberdade. Aí está, sobretudo, meu combate. Eu sei (e ‘eles’ sabem!) que, em maior ou menor escala, tudo o que digo e escrevo é a negação do sistema. Sim, ai está meu verdadeiro combate: em meu trabalho teológico, histórico, eclesiológico e pastoral. O curso que eu componho nesse momento, de Ecclesia, exatamente como não se tratasse de nada, uma verdadeira resposta; é minha verdadeira dinamite sobre a cadeira dos escribas.” (Yves Congar O.P., notas manuscritas de fevereiro de 1954, citadas por François Leprieur O.P. Quand Rome condamne, Paris, Plont/Cerf, 1989, pag.259).

Depois do Concílio, declarou:

“O Concílio liquidou o que eu chamava incondicionalismo do sistema. Entendendo por sistema todo um conjunto muito coerente de ideias comunicadas pelo ensinamento das Universidades romanas, codificas pelo Direito Canonico, protegidas por uma supervisão escrita e bem eficaz sob Pio XII, com resumos, apelos à ordem, submissão dos escritos a censuras romanas e etc. Pelo fato do Concílio, o sistema foi desintegrado.” (Yves Congar O.P., em Une Vie pour la Verité, Jean Puyo interrege Le père Congar, Paris, Centurion, 1975, pag.220).

Quem é o padre Courtney-Murray?

O padre John Courtney-Murray, jesuíta Americano (1904-1967), havia sido condenado em 1955 pelo Santo Ofício, por causa do seu estudo The Problem of Religions Freedom (O Problema da Liberdade Religiosa). Foi, no entanto convidado, como perito, ao Concílio Vaticano II, apartir de 1963. Durante os debates sobre a liberdade religiosa propunha-se aos bispos que redigissem suas intervenções, e assim ele exerceu uma influencia considerável. No fim de sua vida, tentou demonstrar que o ensinamento da Igreja sobre a contracepção podia evoluir, como havia evoluído o ensinamento sobre a liberdade religiosa.

O que se pode concluir disso tudo?

Que homens tais como Kung, Rahner, Congar, Lubac, Courtney-Murray etc., tenham exercido uma influencia sobre o Concílio não advoga em seu favor, nem a favor de suas reformas. Infelizmente, algumas declarações do Papa João Paulo II também não lhe trazem vantagem. Tal como está, que fez em 1963 (quando era um simples bispo):

“Jamais um Concílio conheceu tamanha preparação, jamais se sondou de maneira de maneira tão ampla a opinião católica. Não somente os bispos, as universidades católicas e os superiores gerais das congregações exprimiram suas opiniões sobre os problemas conciliares; mas também uma grande porcentagem de católicos leigos e mesmo de não católicos. Teólogos tão eminetes quanto Henri de Lubac, Jean Daniélou, Yves Congar, Hans Kung, R.Lombarde, Karl Rahner e outros tiveram um papel extraordinário nesses trabalhos preparatórios.” (Citado por M.Malinski, Mona mi Karol Wojtyla, Paris, Le Centurion, 1980, p.189).

Todos os textos do Vaticano II devem ser rejeitados?

Pode-se dividir os textos do Concílio Vaticano II em três grupos:

1) Alguns poderiam ser aceitos pois estão conformes à Doutrina Católica, como, por exemplo, o Decreto sobre a Formação dos Padre;

2) Outros são equívocos, isto é, podem ser compreendidos corretamente, mas também podem ser interpretados em sentido errôneo;

3) Alguns, em fim, não podem ser compreendidos no sentido ortodoxo; na sua atual formulação, não podem ser aceitos. É o caso da Declaração sobre a Liberdade Religiosa.

Os Textos ambíguos podem ser aceitos se forem – segundo a expressão de Monsenhor Lefebvre – interpretados à Luz da Tradição.

Os textos do terceiro grupo não podem ser aceitos antes de terem sido retificados.

De onde vem o caráter ambíguo de alguns textos do Vaticano II?

Os equívocos introduzidos voluntariamente nos textos conciliares para enganar os padres conservadores. Enchia-se-lhes de ilusões, insistindo sobre o fato de que o texto não queria, no fundo, dizer nada diferente do que a Igreja sempre havia ensinado. Mas, na sequencia, foi possível apoiar-se sobre estas passagens para defender teses heterodoxas.

Há provas de que essas ambiguidades foram introduzidas voluntariamente?

Karl Rahner e Herbert Vorgrimler confirmam isso quando escrevem, por exemplo, que se “deixou aberto um certo numero de questões teológicas importantes, sobre as quais não se chegaria a acordo, escolhendo-se formulações que poderiam no Concílio ser interpretadas diferentemente por grupos e tendências teológicas particulares.” (K.Rahner e H.Vorgrimler, Kleines Konzilskompendium. Samtliche Texte dês Zweten Vatikanumes, Fribourg, Herder, 1986, pag.21)

Como se podia se justificar uma tal imprecisão nos textos conciliares?

Essa ambiguidade deliberada era explicada pelo fato de o Concílio Vaticano II querer ser apenas um Concílio “Pastoral”, por isso não seria mais necessário que se exprimisse com toda a clareza teológica requerida para um Concílio dogmático.

Pode-se se citar exemplos dessas ambiguidades calculadas?

Um exemplo dessa ambiguidade é dado pela famosa expressão “subsistit in”, introduzida na Constituição Dogmática Lumen Gentium sobre a Igreja (I,8). Declarou-se ali que a Igreja de Cristo “subsiste na” Igreja Católica.

Qual é o ensinamento tradicional sobre esse assunto?

O ensinamento tradicional, diz, expressamente, que a Igreja de Cristo é a Igreja Católica. Essa palavra “est” se acha ainda nos primeiros projetos dessa Constituição sobre a Igreja. A palavra foi, em seguida, substituída pela expressão “subsistit in”. É evidente que essa mudança não foi feita sem motivo.

Por que a palavra “est” é aqui tão importante?

A Igreja Católica não é somente uma certa realização da Igreja de Cristo: Ela é a Igreja de Cristo. Isso significa que há uma identidade absoluta entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica. As outras comunidades eclesiais não pertencem de modo nenhum à Igreja de Cristo. Ora, a expressão “subsistit in” introduz uma ambiguidade justamente nesse ponto.

A Congregação para a Doutrina da Fé não deu a interpretação correta desse “subsistit in” nos seus documentos de 2000 (Dominus Jesus) e de julho de 2007?

A Congregação para a Doutrina da Fé rejeitou a interpretação modernista mais extremista da expressão: aquela segundo a qual a Igreja Católica seria apenas uma realização, dentre outras, da Igreja de Cristo. A formula “subsistit in” permite com efeito, sustentar que haveria, fora da Igreja Católica, “verdadeiras realidades eclesiais”.

Sabe-se quem está na origem dessa expressão”subsisitit in”?

O pastor protestante Wilhelm Schmidt reivindicou a paternidade dessa nova expressão. Eis seu testemunho:

Era, então, pastor da igreja da Santa Cruz, em Bremen-Horn, e durante a terceira e quarta sessões, observador no Concílio, como representante da Fraternidade Evangélica Michael, a convite do Bea. Propus, por escrito, a formulação “subsistit in” àquele que era, então, o conselheiro teológico do Cardeal Frings: Joseph Ratzinger, que a transmitiu ao Cardeal.” (Pastor Wilhelm Schimidt [não confundir etnólogo homônimo], carta de 3 de abril de 2000 ao autor deste Catecismo. O Pastor Schimidt diz em sua carta: ‘Nada tenho a objetar à publicação desta informação.’”

O Vaticano II não foi infalível enquanto órgão do Magistério Ordinário?

Alguns pretendem que mesmo que o Vaticano II não tenha produzido atos de Magistério Ordinário, a infalibilidade pertencer-lhe-ia enquanto órgão do Magistério Ordinário Universal, por que quase todos os bispos do mundo nele se fizeram presentes. Alem disso – dizem – o ecumenismo e a liberdade religiosa são ensinado hoje pelos bispos do mundo inteiro, o que equivaleria ao exercício do Magistério Ordinário Universal, que é infalível.

Porém essa argumentação está viciada. O Vaticano II, Concílio “Pastoral”, recusou-se a comprometer sua autoridade para definir o que quer que fosse; não impôs a liberdade religiosa e o ecumenismo como Verdades de Fé, por isso encapando ao Magistério Extraordinário. Mas, de uma cajadada só, escapou também do Magistério Ordinário Infalível. Pois não pode haver infalibilidade se os bispos não certificam, com autoridade, que o ensinamento que dispensam pertencem ao Depósito de Fé (ou é-lhe necessariamente ligado) e que deve ser dito como imutável e obrigatório.

Alguns ensinamentos do Vaticano II não são apresentados como “fundados na Revelação”, “conformes à Revelação”, “transmitidos pela Igreja” ou “decretados no Espírito Santo”?

Essas são formas piedosas mas muito insuficientes para assegurar a infalibilidade. Seria preciso impor, com autoridade, esse ensinamento como ligado necessariamente à Revelação Divina, imutável, obrigatório. Ora, a liberdade religiosa e o ecumenismo são novidades contrárias ao ensinamento anterior ao da Igreja. De fato, os bispos não os impõe de forma firme e precisa como Verdades Imutáveis. Não comprometeram formalmente, para os propungnar, sua autoridade de guardiães do Depósito revelado aos Apóstolos; porém as propuseram de modo liberal (“pastora”) como fruto de um diálogo com o mundo modernos e como reflexo do que criam os cristãos de hoje. Isso basta para excluir a infalibilidade. (Ver sobre esse assunto os argumentos desenvolvidos pelo padre Calderon em A Candeia Debaixo do Alqueire, Rio de Janeiro, Ed. Sétimo Selo, 2009).

Não se pode, pois, invocar o Magistério Ordinário Universal , no que concerne ao ecumenismo e à liberdade religiosa?

Não se pode invocar o Magistério Ordinário Universal em favor do ecumenismo e da liberdade religiosa; porém, se poderia, a bom direito, afirmar que são as condenações trazidas no curso dos dois últimos séculos contra a liberdade religiosa e o ecumenismo que são infalíveis em razão do Magistério Ordinário.

As autoridades atuais da Igreja reconhecem a não infalibilidade do Vaticano II?

O Vaticano II não foi infalível, foi o que afirmou expressamente o Cardeal Ratzinger em 1988, dizendo:

“A verdade é que o Concílio ele mesmo, não definiu nenhum dogma e procurou se situar num nível mais modesto, simplesmente como um Concílio pastoral. Apesar disso, numerosos são aqueles que o interpretam como se se tratasse de um ‘superdogma’ que sozinho tem a importância.” (Alocução do Cardeal Ratzinger diante da Conferencia Episcopal Chilena, em 13 de julho de 1988 [Intinéraites 330, fevereiro, 1989, pag.4).

Por que as autoridades atuais se apegam tanto ao Vaticano II, já que reconhecem que ele não é infalível?

De fato, o Vaticano II é, desde a origem, objeto de um jogo desonesto. Durante o Concílio, insistiu-se sobre seu caráter pastoral para evitar se exprimir com precisão teológica; mas, depois, deseja-se lhe dar uma autoridade igual ou mesmo superior àquela dos Concílios anteriores. Esse jogo desonesto foi denunciado por um dos participantes do Concílio, Monsenhor Lefebvre, a partir de 1976:

“É indispensável desmitificar esse Concílio que eles desejam pastoral em razão de seu horror instintivo ao dogma, e para facilitar a introdução oficial das ideias liberais dentro de um texto da Igreja. Contudo, operação terminada, dogmatizam o Concílio, comparam-no ao de Nicéia, pretendem-no semelhante aos outros, senão superior!” (Mons. Marcel Lefebvre, J’acuse Le Concile!, Matigny (Suiça), Editions Saint-Gabriel, 1976, pag.9)

Fonte: Catecismo da Crise na Igreja. Pe. Matthias Gaudron, FSSPX – Editora Permanência.

Transcrição feita através de email que me foi remetido por Católicos tradicionais – 4-7-12

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1337 – 2ª Página – CARTAS DE SÃO PAULO – Carta aos Tessalonicenses - 5 de Julho de 2012 – (Quinta-feira)

 

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1337 - 2ª Página

5 de Julho de 2012

CARTAS DE S. PAULO

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CARTA AOS TESSALONICENSES

4 

1ª CARTA AOS TESSALONICENSES

4 – Moral sexual  -  Quanto ao mais, irmãos, nós vos pedimos e recomendamos no Senhor Jesus, que procedais em conformidade com as normas que de nós recebestes sobre o modo como deveis proceder para agradar a Deus, como já o fazeis. Tratai de progredir sempre, Sabeis que preceitos vos dei em nome do Senhor Jesus.

Esta é a vontade de Deus: A vossa santificação; que eviteis a impureza; que cada um de vós saiba possuir o seu corpo em santidade e honra, sem se deixar pelas paixões desregradas, como fazem os gentios, que não conhecem a Deus; que ninguém nesta matéria defraude ou engane o seu irmão, porque o Senhor tua vingança de todas estas coisas como já vos dissemos e testificámos. Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade.

Quem desprezar estes preceitos, não despreza um homem, mas Deus, que vos dá o seu Espírito Santo.

A caridade e o trabalho – A respeito da caridade fraterna, não é necessário escrever-vos, porquanto vós mesmos aprendestes de Deus a amar-vos uns aos outros. De facto, assim o praticais para com todos os irmãos em toda a Macedónia. Contudo, exorta-mo-vos a progredir ainda cada vez mais. Procurai viver tranquilamente, ocupando-vos dos vossos negócios e trabalhando com as vossas próprias mãos como vo-lo recomendamos. Procedei honestamente com os de fora, e não sereis pesados a ninguém.

Igualdade entre vivos e defuntos na Parúsia – Não queremos, irmãos, que ignoreis coisa alguma a respeito dos mortos, para não vos entristecerdes como os outros que não têm esperança.

Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também devemos crer que Deus, levará, por Jesus, e com Jesus os que morrem n’Ele.

Eis o que vos declaramos, conforme a palavra do Senhor: Por ocasião da vinda do Senhor, nós, os que estivermos vivos, não precederemos os mortos.

Quando for dado o sinal, à voz do Arcanjo e ao som da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do Céu e os que morreram em Cristo, ressurgirão primeiro. Depois, nós,  os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles sobre nuvens; iremos ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor, Consolai-vos, portanto, uns aos outros com estas palavras.

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Post colocado em 5 de Julho de 2012 – 10,15 horas

ANTÓNIO FONSECA

Prosseguirei esta tarefa, amanhã se Deus quiser, já com o nº 5 da 1ª CARTA AOS TESSALONICENSES. AF

Nº 1337–1ª Página - (187/12) – SANTOS DE CADA DIA – 5 de Julho de 2012 (Quinta-feira) – 4º ano

          antoniofonseca1940@hotmail.com
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          Nº 1337 - 1ª Página – 2012
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          SANTO ANTÓNIO MARIA ZACARIAS

          Fundador (1502-1539)

          Antonio María Zacarías, Santo

          Antonio María Zacarias, Santo

          Martirológio Romano: Santo António María Zacarias, presbítero, fundador da Congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo ou Barnabitas, para a reforma dos costumes dos fieis cristãos, e que voou ao encontro do Salvador em Cremona, cidade da Lombardia (1539).Etimologicamente: Antonio = Aquele que é digno de estima, é de origem latino. António Maria Zacarias é um dos valentes que trabalharam na restauração da santa Igreja na Itália, antes do concilio de Trento. Era grande devoto e admirador do Apóstolo das gentes. A António Maria Zacarias se deve a congregação dos Clérigos Regulares de S. Paulo, chamados Barnabitas. Nasceu em Cremona, pelo fim de 1502, e perdeu muito cedo o pai. A mãe, que ficou viúva aos 18 anos, era cristã exemplar, sempre disposta a socorrer os pobres. António estudou filosofia em Pavia e depois medicina em Pádua (1320-1524). Era o tempo em que Lutero começava a sua rebelião contra Roma. Aos 22 anos, Zacarias voltou a Cremona com o grau de doutor. Mas pouco depois sentiu-se inclinado a curar as almas; aplicou-se seriamente à teologia, sem descuidar a medicina. Na igrejinha de S. Vital perto da sua casa, reunia crianças a quem ensinava o catecismo. Os pais delas vieram atrás. O jovem apresentava-lhes homilias simples e impressionantes, diálogos engenhosos e convincentes. Seguiu a direcção do padre Baptista de Crema, dominicano, que influenciou igualmente S. Caetano de Thiene. Em 1528, com 26 anos, é ordenado sacerdote. Em 1530, vai para Milão, onde encontra uma sociedade de Sabedoria eterna. Dois membros dela travam amizade com o recém-vindo. Em 1530, estes dois sacerdotes, Tiago António Morígia e Bartolomeu Ferrari, entendem-se com ele para formarem uma sociedade de clérigos regulares, isto é, de padres que terão uma regra e votos, não sendo monges nem, frades. Era um contra-ataque à propaganda luterana. Em 1534, o Papa Clemente VII assina um breve de aprovação. No mesmo ano, o fundador entrega aos seus irmãos o hábito religioso, com o barrete redondo dos eclesiásticos lombardos. Uma bula de Paulo III, de 1535, chama-lhes Clérigos Regulares de S. Paulo. O povo chama-lhes Paulianos. Desde 1530, Luísa Torelli, condessa de Guastalla, tinha agrupado em Milão algumas donzelas e senhores para viverem uma vida simples, penitente, e ajudarem, a restauração religiosa empreendida por Zacarias. Foram também aprovadas por Paulo III. O ascendente do dominicano Baptista de Crema foi grande neste novo Instituto, que devia ser chamado das Angélicas. Este Padre foi o bom e o mau génio da obra zacariana. Assim, a Irmã Paula Antónia Negri, religiosa detestável, deveria mais tarde valer-se dele. Há hesitação em todos estes princípios dos barnabitas – como foram chamados os Paulianos pouco depois por causa da igreja de S. Barnabé, em Milão, na qual se estabeleceram. António Maria fixa-se em constituições sem nervo nem concretização. Só receberam forma definitiva em 1579, depois de revistas por S. Carlos Borromeo. O fundador contava, para tudo vivificar, com a conferência diária, renovadora da caridade em todos os membros. É certo que os primeiros tempos do instituto se passaram numa atmosfera pesada de erros de cálculo e de perseguições. Em 1534, houve quem pensasse em anexar a ele os jesuítas, que principiavam. Houve também a ideia duma fusão com o Oratório de S. Filipe de Néri. António Maria trabalhava como missionário. caiu gravemente enfermo, e disse à mãe, debulhada em lágrimas: «Ah! querida mãe, não chore mais! Daqui a pouco gozará comigo dessa glória eterna em que espero entrar agora!». E o herói morreu a 5 de Julho de 1539, quando principiavam as vésperas da oitava dos santos apóstolos. Não completara ainda 36 anos. Não é certo que devamos a adoração das Quarenta Horas a Santo António Maria Zacarias. Como instituidores, foram apresentados também os nomes de Fra Buono e do capuchinho José de Terno. A ideia andava no ar e pode ter tido concretizações quase simultâneas. A obra de António Maria Zacarias honra-se dum santo (Alexandre Sáuli) e dum beato Francisco Xavier Bianchi, além do fundador , proclamado santo em 1897, por Leão XIII. A congregação, extremamente humilde e dizimada pela peste de 1630, não conseguiu apressar-se na causa do fundador. Além de trabalhar na Itália, entrou na França e na Birmânia, e interessou-se pela conversão da Rússia. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic.net e www.santiebeati.it

          Atanásio (ou Atonita), Santo
          Abade

          Atanasio el Atonita, Santo

          Atanásio o Atonita, Santo

          Martirológio Romano: No monte Athos, santo Atanásio, hegúmeno, humilde e pacífico, que estabeleceu a vida cenobítica na Grande Laura (c. 1004). Etimologicamente: Atanásio = Aquele que não pode no pode morrer, é de origem grego. O Monte Athos, ou seja o pico oriental do triplo promontório com que a península Calcídica penetra no Mar Egeu, há sido durante mil anos o principal centro do monaquismo bizantino. Essa "república monástica", como se lhe chamou, não está em comunhão com a Santa Sede desde há muitos séculos. Mas, nos começos de sua organização e nos séculos anteriores, quando o Monte Athos estava povoado por pequenas colónias de ermitãos, constituía um centro de ortodoxia católica num sentido diferente do actual. Quem organizou o conjunto de mosteiros no Monte Athos, foi Santo Atanásio. Nasceu em Trebizonda, no ano 920. Era filho de um antioquenho e recebeu no baptismo o nome de Abraham. Fez seus estudos em Constantinopla, onde; chegou a ser professor. Quando exercia na dita cidade o oficio de mestre, conheceu a São Miguel Maleinos e a seu sobrinho Nicéforo Focas. Este último havia de se converter em seu protetor, ao ocupar o trono imperial. Abraham tomou o hábito no mosteiro que São Miguel governava em Kimina de Bitinia e recebeu o nome de Atanásio. Aí viveu até 958, mais ou menos. O mosteiro de Kimina era uma "laura", quer dizer, uma série de celas isoladas, construídas em redor de uma igreja. Quando morreu São Miguel Maleinos, Atanásio, previu que iam elegê-lo abade, e fugiu para o Monte Athos. Aí lhe reservava Deus uma responsabilidade todavia mais pesada que o cargo de abade que havia recusado. Con las ropas de un rudo campesino y con el nombre de Doroteo, San Atanasio se retiró a una celda en los alrededores de Kairés. Pero su amigo Nicéforo Focas no tardó en descubrirle. El emperador Nicéforo que estaba a punto de emprender una expedición contra los sarracenos, pidió a Atanasio que le acompañase a Creta a organizaría y que le apoyase en la empresa con su bendición y oraciones. (Como es bien sabido, los contemplativos son con frecuencia grandes hombres de acción, lo cual, por lo demás, no tiene nada de extraño). Atanasio, venciendo su repugnancia a volver al mundo, acompañó a su amigo. Después de la victoria de la expedición, Atanasio pidió permiso al emperador para retirarse de nuevo al Monte Athos. Nicéforo Focas se lo concedió, pero no sin haberle regalado una importante suma para que fundase un monasterio. El santo construyó el primer monasterio propiamente dicho en el Monte Athos, a comienzos del año 961 y la iglesia dos años más tarde. San Atanasio dedicó el monasterio a la Santísima Madre de Dios; pero actualmente se le conoce con el nombre de "San Atanasio", o simplemente de "Laura", es decir, el Monasterio. Temiendo que el emperador le llamase a la corte, San Atanasio se refugió en Chipre para huir de los honores y cargos. Pero Focas, que descubrió nuevamente su escondite, le dijo que volviese a gobernar en paz su monasterio y le dio más dinero para que construyese el puerto de Athos. Adoptando para su monasterio el sistema de las "lauras", San Atanasio, que no estaba de acuerdo con las ideas monásticas de San Basilio y San Teodoro el Estudita, volvió en cierto sentido a la tradición monástica de Egipto. Los monjes de San Atanasio debían alejarse del mundo lo más posible. (Aun actualmente los monjes del Monte Athos, por regla general, "rompen todo lazo con el mundo"). San Atanasio tuvo muchas dificultades con los solitarios que ocupaban desde antiguo el Monte Athos y consideraban, no sin razón, que la precedencia les daba ciertos derechos de ocupación; dichos solitarios veían con malos ojos la construcción de monasterios, iglesias puertos y se oponían a las reglas que San Atanasio quería imponerles. El santo estuvo a punto de ser asesinado en dos ocasiones. Sabiendo e la violencia es capaz de corromper la mejor de las causas, el emperador Juan Tzimesces intervino, confirmó las donaciones que había hecho Nicéforo Focas, prohibió la oposición a San Atanasio y reconoció su autoridad sobre todo el territorio y los habitantes del Monte Athos. En esa forma, el santo quedó constituido en superior general de cincuenta y ocho comunidades de ermitaños y monjes, además de los monasterios de Ivirón, Vatopedi y Esfigmenú, que él mismo fundó y que se conservan todavía. San Atanasio murió hacia el año 1000, a consecuencia del derrumbamiento de la bóveda de la iglesia en la que se hallaba trabajando con otros cinco monjes. El nombre de "Atanasio el lauriota" o "Atanasio de Trebizonda" se menciona en la preparación de la liturgia bizantina.

           

          Marta, Santa
          Laica

          Marta, Santa

          Marta, Santa

          Mãe de São Simeão Estilista, o Jovem

          Martirológio Romano: No monte Admirable, em Síria, santa Marta, mãe de são Simeão Estilista o Jovem (551) Etimologicamente: Marta = Senhora, é de origem aramaica.Nacida en Antioquía a inicios del siglo VI, Marta, aunque en su juventud había hecho un voto de virginidad, contrajo matrimonio con Juan, originario de Edesa, por obediencia a sus padres y por una revelación durante un sueño, en la que San Juan Bautista le anunciaba el nombre que tendría el hijo que nacería de ella. Habiendo muerto su marido, ella se dedicó con celo a la formación cristiana de su hijo Simeón, nacido alrededor del año 517, quien llegó a ser muy conocido por su vida y actividades en una montaña conocida con el nombre de Monte de Maravillas cerca de Antioquía. Un siglo después, un autor, probablemente un monje del convento de San Simeón, escribió una Biografía de Marta que supera, en imaginarias maravillas, a la Biografía de su propio hijo que aparecerá posteriormente. Dicho escrito es sobre todo rico en lugares comunes sobre sus virtudes, de continuas apariciones de san Juan Bautista y de ángeles, además de relatar numerosos milagros. El autor hace realizar a la santa acciones inverosímiles y además la presenta portando una cruz a la cabeza de la procesión realizada cuando su hijo se instaló oficialmente sobre su columna. Un ángel le anunció, con un año de antelación, la fecha de su muerte, ella se lo comunicó a Simeón y le pidió ser enterrada en el cementerio para los extranjeros situado en Daphne, cerca de Antioquía. Murió el 5 julio de 551 y para sus funerales se respetó su voluntad. Cuando Simeón se enteró de la muerte de su madre, mandó a exhumar su cuerpo, y lo hizo enterrar en el ábside de la Iglesia de la Santísima Trinidad a la derecha de su columna. Pero Marta se le apareció para pedirle le construya un sepulcro en la parte meridional de la iglesia, dónde fue construida una capilla a la que fue trasladado el cuerpo con gran solemnidad y dónde ocurrieron muchos milagros. Reproducido con autorización de Santiebeati.it

          SANTA GODOLEVA

          (mandada assassinar pelo marido em 1070)

          Godoleva

          Godoleva, oriunda de nobre família francesa, possuidora de excelentes qualidades físicas e morais, era casada com Bertoldo, nobre fidalgo da Holanda. Fidalgo de nome e de sangue, não o era de coração. O amor e a amizade, que aparentava antes, logo depois do dia do casamento transformaram-se em antipatia e ódio. Neste ódio via-se secundado pela mãe, que tudo fazia para amargurar o coração da jovem nora, a ponto de expulsá-la de casa. tendo todo o apoio do filho, aconselhou-o que desse a Godoleva uma moradia própria, á parte, que a obrigasse a viver inteiramente separada do marido e da família do mesmo. Godoleva, educada na escola de Cristo, embora sofresse profundamente com um tratamento tão injusto e ímpio, levou a cruz com a resignação, oferecendo os sofrimentos pela conversão daqueles que a maltratavam . A malvadez do marido, inspirado diabolicamente pela mãe, chegou a ponto de atentar contra a vida da esposa. Esta conseguiu livrar-se das mãos assassinas de Bertolfo e voltou para a casa paterna. Os pais assustaram-se com a chegada inesperada da filha, mas o pasmo transformou-se-lhes em indignação, quando souberam os motivos que determinaram, a fuga de Godoleva. Como era seu dever, tomaram a defesa da perseguida, cuja causa confiaram a Balduíno, conde de Flandres e ao Bispo de Nimega. Bertolfo foi obrigado a receber a mulher e prometeu, sob juramento, tratá-la com toda a dignidade. Tendo estas garantias, os pais de Godoleva consentiram que a filha voltasse para a casa do marido. Bertolfo, porém, não cumpriu a palavra. Recomeçou os maus tratos, e não satisfeito com isto, concebeu o plano sinistro de livrar-se da esposa de qualquer forma. Godoleva, entretanto, resolvera não abandonara o marido, ainda que lhe custasse a vida. Não se iludiu quanto às intenções do mesmo e da sogra, e preparou-se para a morte. Tomada a resolução de fazer desaparecer a mulher, Bertolfo contratou dois empregados, que se incumbiram da execução da ordem criminosa. Bertolfo, para dissipar qualquer suspeita que contra ele pudesse surgir, aparentou a necessidade urgente de uma viagem a Bruxelas e despediu-se de Godoleva com fingida amizade. Godoleva, porém, não confiou nas palavras mentirosas do marido e continuou a encomendar a alma a a Deus. Mal Bertolfo tinha partido , quando os assassinos contratados, por horas mortas da noite, penetraram nos aposentos de Godoleva e estrangularam-na. O crime não foi descoberto, acreditando todos que Godoleva tivesse morrido naturalmente, em consequências dos sofrimentos morais por que passara. Bertolfo, porém, mais tarde, atormentado pelos remorsos de consciência, tirou o véu do mistério e confessou publicamente a culpa, entrando numa ordem de rigorosa penitência. Godoleva fora assassinada no ano de 1070. O seu túmulo foi glorificado por muitos milagres, que Deus se dignou fazer por intercessão da Santa Serva. Do livro SANTOS DE CADA DIA, WWW.JESUITAS.PT

          60900 > Sant' Agatone Martire 5 luglio

          Agatone
          28100 > Sant' Antonio Maria Zaccaria Sacerdote 5 luglio - Memoria Facoltativa MR

          Antonio Maria Zaccaria
          92285 > Sant' Asteio di Durazzo Vescovo 5 luglio

          Asteio di Durazzo
          60750 > Sant' Atanasio di Gerusalemme Diacono e martire 5 luglio MR

          Atanasio di Gerusalemme
          60800 > Sant' Atanasio l'Atonita 5 luglio MR

          Atanaásio l'Atonita
          91713 > Santa Cirilla di Cirene Martire 5 luglio MR

          Cirilla di Cirene
          60720 > San Domezio il Medico Eremita 5 luglio MR

          Domezio il Medico

          90988 > Santa Febronia Venerata a Patti 5 luglio

          Fibronia
          60700 > Santa Filomena Venerata a Sanseverino Marche 5 luglio

          Filomena
          60740 > Beati Giorgio Nichols, Riccardo Yaxley, Tommaso Belson e Humphred Pritchard Martiri 5 luglio MR

          Beati Giorgio Nichols, Ricardo Yaxley, Tommaso Belson e Humphred Pritchard

          94098 > San Guglielmo di Hirsau Abate 5 luglio

          Guglielmo di Hirsau
          93031 > Santa Marta Madre di San Simeone Stilita il Giovane 5 luglio MR

          Marta
          93356 > Beati Matteo Lambert, Roberto Meyler, Edoardo Cheevers e Patrizio Cavanagh Martiri 5 luglio MR

          Beati Matteo Lambert, Roberto Meyler, Edoardo Cheevers e Patrizio Cavanagh
          60710 > Santo Stefano di Nicea Vescovo e martire 5 luglio MR

          Stefano di Nicea

          60760 > Sante Teresa Chen Jinxie e Rosa Chen Aixie Martiri 5 luglio MR
          Teresa Chen JinxieRosa Chen Aixie

          60730 > San Tommaso di Terreti Abate 5 luglio MR

          Tommaso di Terreti
          60910 > Santa Trifina Martire 5 luglio

          Trifina

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          Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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          http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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          NOTA:
          Como podem verificar, existem umas alterações – que aliás, já vinham sendo estudadas há algum tempo, - dado que não me agradava muito a forma como vinha processando estes textos, pelo tempo e pelo trabalho que originava. Assim, a partir de agora e, enquanto “não mudar de ideias”, continuarei a utilizar a recolha dos nomes dos santos através do livro “SANTOS DE CADA DIA” de www.jesuítas.pt, e dos sites http://es.catholic.net/santoral e http://santiebeati.it., os textos (originais, sem tradução) e imagens ali publicados. Independentemente disso, poderei pontualmente efetuar a recolha através de outros sites, que serão referenciados, sempre que os utilizar. Só quando tiver possibilidade é que efetuarei traduções ou transcrições completas – estas, principalmente no caso em que ainda não as tenha efetuado em menções dos anos anteriores.
          Quanto aos textos editados por MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” também deixarei de os transcrever, embora possa referir os seus nomes
          Continuarei ainda, a procurar colocar os nomes por Ordem alfabética (quando isso me for possível, pois de momento, ainda não resolvi o problema que a formatação está causando) – evidentemente após a inserção de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular, que ocorram em cada dia.
          Peço-vos a melhor compreensão e as minhas maiores desculpas e obrigado.
          Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
          email: antoniofonseca1940@hotmail.com
          Obrigado. António Fonseca
          Sites utilizados: http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt/
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          Porto, 5-7-2012 – 10,00 H
          ANTÓNIO FONSECA
        http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf5