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quinta-feira, 19 de julho de 2012

A vitória é a arte de seguir onde os outros param - 19 de Julho de 2012

 


O lugar de encontro dos católicos na rede

A vitória é a arte de seguir onde os outros param
Porque no meio de uma tormenta, por algum lado sairá o sol; e no meio do deserto, crescerá uma planta.

Autor: P. Dennis Doren L.C. | Fuente: Catholic.net

A vida é uma realidade maravilhosa que não deixa de surpreender-nos. Quantos mais dados nos proporcionam a ciência e a experiência humana, melhor podemos compreender que a vida do homem, criado à imagem e semelhança de Deus, é um mistério que transborda o âmbito do puramente bioquímico; efetivamente, é algo que vai muito mais além de nossas expectativas e progressos meramente humanos.


Em seu constante progresso a ciência afirma, cada vez com mais força, que desde a fecundação temos uma nova vida humana, original e irrepetível, com uma história e um destino únicos.

¿Já sabes qual é a tua história e qual é o teu  último destino?

¿De onde vens e para onde vais?

Toda vida tem que ser acolhida, respeitada e amada: é compromisso de todos acolher a vida humana como dom que se deve respeitar, tutelar e promover, muito mais quando é frágil e necessita de atenção e cuidados, seja antes do nascimento, seja durante a mesma vida, seja no final de seu caminho...


Vou a seguir crendo, ainda quando a gente perca a esperança.

Vou a seguir dando amor, ainda que outros semeiem ódio.

Vou a seguir construindo, ainda quando outros destruam.


Vou a seguir falando de Paz, ainda que no meio de uma guerra.


Vou a seguir iluminando, ainda que no medio da obscuridade.


E seguirei semeando, ainda que outros pisem a colheita.


E seguirei gritando, ainda quando outros calem.


E desenharei sorrisos, em rostos com lágrimas.


E transmitirei alivio, quando veja dor.


E darei motivos de alegria, onde só haja tristezas.


Convidarei a caminhar, ao que decidiu parar.


E levantarei os braços, aos que se hão rendido.


Porque no meio da desolação, sempre haverá uma criança que nos fitará esperançada, esperando algo de nós; e ainda, no meio de uma tormenta, por algum lado sairá o sol; e no meio do deserto, crescerá uma planta.


Sempre haverá um pássaro que nos cante, uma criança que nos sorria e uma borboleta que nos brinde com sua beleza.
Mas... se algum dia vês que algum ser querido não sorri, ou cala, aproxima-te e dá-lhe um beijo, um abraço ou dá-lhe um sorriso.

Com isso, será suficiente; seguramente a vida o terá  esbofeteado e o surpreendeu  por um segundo.

Só um gesto teu fará que volte ao caminho.

  • Perguntas ou  comentários ao autor P. Dennis Doren LC
    Podes  escutar  esta meditação em áudio entrando no  Podcast de Catholic.net aqui:

  • Este texto foi traduzido para Português por mim próprio. AF.

    e transcrito para este blogue em 19-7-12  -  21,45 horas.

    ANTÓNIO FONSECA

    Nº 1351 – 2ª Página – CARTAS DE SÃO PAULO – CARTAS PASTORAIS - 19 de Julho de 2012 – (Quinta-feira)

    antoniofonseca1940@hotmail.com
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    Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
    Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
    IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
    É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
    +++++++++++++++++++++++
    Nº 1351 - 2ª Página
    19 de Julho de 2012
    CARTAS DE S. PAULO
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    CARTAS PASTORAIS
    2ª CARTA A TIMÓTEO
    3  -  A corrupção dos últimos tempos  -  Sabe, porém, isto: Nos últimos dias sobreviverão tempos difíceis. Os homens tornar-se-ão egoístas, avarentos, arrogantes, soberbos, maldizentes, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem coração, desleais, caluniadores, dissolutos, cruéis, inimigos dos bons, traidores, insolentes, orgulhosos e mais amigos dos prazeres do que de Deus; conservarão a aparência da piedade, mas negarão o que constitui a sua força.

    Foge destes, pois alguns deles introduzem-se nas casas e levam cativas mulheres carregadas de pecados, e seduzidas por toda a espécie de paixões, as quais aprendem sempre e nunca chegam ao conhecimento da verdade.

    E, assim como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também eles, homens corrompidos de entendimento, pervertidos na sua fé, resistem à verdade. Mas, não irão avante por que a todos será manifestada a sua insensatez, como foi a daqueles.

    Tu, porém, sempre seguiste fielmente o meu anúncio, no modo de vida, nos planos, na fé, na paciência, na caridade, na constância, nas perseguições e provações que tive der sofrer em Antioquia, em Icónio e em Listra. Que perseguições tive de sofrer! E de todas me livrou o Senhor.

    Assim também, todos os que aspiram a viver piedosamente em Jesus Cristo hão-de sofrer perseguições.

    Mas os homens maus e impostores irão de mal a pior, errando e induzindo os outros a errar. Tu, porém, persevera em tudo o que aprendeste,. e que te foi confiado, sabendo de quem o aprendeste. Desde a infância conheces as Escrituras, que podem dar-te a sabedoria que leva à salvação pela fé em Jesus Cristo. Toda a Escritura é divinamente inspirada e útil para ensinar, para convencer, para corrigir, para instruir na justiça, a fim de que o homem  de Deus seja perfeito e apto para toda a boa obra.

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    Post colocado em 19 de Julho de 2012 – 10,15 horas
    ANTÓNIO FONSECA
    Prosseguirei esta tarefa, amanhã se Deus quiser, já com o nº 4 da 2ª Carta a Timóteo - CARTAS PASTORAIS. AF

    Nº 1351–1ª Página - (201/12) – SANTOS DE CADA DIA – 19 de Julho de 2012 (Quinta-feira) – 4º ano

            antoniofonseca1940@hotmail.com
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            Nº 1351 - 1ª Página – 2012
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        Pedro Crisci de Foligno, Santo
        Julio 19 Penitente,

        Pedro Crisci de Foligno, Santo

        Pedro Crisci de Foligno, Santo

        Penitente

        Martirologio Romano: En Foligno, de la Umbría, Italia, beato Pedro Crisci, el cual, distribuidos todos sus bienes entre los pobres, se puso al servicio de la catedral y llevó vida humilde y penitente en la torre del campanario. ( 1323) En el antiguo Martirologio Romano se lo recordaba el 15 de junio. Nos encontramos ante la figura de un eremita urbano en la Umbría cristiana. Pedro Crisci, llamado popularmente “Pedrillo”, nació en Foligno de un tal Pedro, de la familia de los Cresci, en fecha incierta, pero que los estudios la ubican en el año 1243.  A la edad de 30 años vendió todos los bienes heredados de su padre y distribuyó lo recaudado entre los pobres, y empezó a vivir al servicio de la catedral de Foligno, durmiendo en un pequeño hueco del campanario, haciendo oración y ayuno. En aquellos días no era raro encontrar personas penitentes que decidían vivir al amparo de un templo, ofreciendo sus servicios cuando hacían falta, manteniéndose con la limosna, y llevando una vida casi eremítica en el contexto de la ciudad; a esta particular categoría también perteneció. Teobaldo Roggeri, que vivió al amparo de la iglesia de Alba en Piamonte, son testimonios de que la santidad se puede alcanzar en cualquiera condición de vida. El beato Pedro Crisci en el período de los movimientos a religiosos umbrenses de la primera mitad del siglo XIV, fue acusado e investigado por la Inquisición. Su espiritualidad es cercana a la de la Beata Ángela de Foligno y a la de Santa Clara de Montefalco, entregado a las más ásperas penitencias; también realizó algunas peregrinaciones a Roma y a Asís. Es muy probable que aquel "Pedro de Foligno" que junto al beato Cecco de Montegranaro, terciario franciscano, edificó la iglesia de Santa Maria de Montegranaro cerca de Pesaro. Pedro murió en Foligno el 19 de julio de 1323 con fama de santidad; el padre dominico Juan Gorini de San Geminiano recibió del obispo Agneletti de Foligno el encargo de escribir la «Vita» o «Legenda» del santo, que es la única fuente biográfica que poseemos, y que es la fuente de todas las biografías escritas posteriormente.  El beato fue muy venerado durante todo la edad media, y ya en el siglo XIV los estatutos municipales, insertaron el 19 de julio entre las fiestas importantes, día en el que también se tenía una feria, la que todavía existe.  En mayo del 1400 el papa Bonifacio IX concedió indulgencia a quienes ese día o los tres siguientes hubiesen visitado la iglesia catedral de San Feliciano. En la actualidad su cuerpo se encuentra en una urna de madera tallada que los fieles pueden visitar en una capilla de la catedral de Foligno, capilla dedicada que fuera construida en 1385 y restaurada en 1870. El Beato Pedro Crisci ha sido representado, desde los primeros años después de su muerte, vestido con un grueso costal, de rodillas con las manos alzadas hacia el sol y la aureola sobre su cabeza; en la ´Vida´ antes mencionada, se dice que durante la oración él levantaba la mirada hacia el sol, y en ese momento tenía el regalo de entrever en el globo ardiente, el verdadero sol, que es Cristo y que por su gracia él pudo mirar, la cegadora luz, sin padecer daños en sus ojos.  ¡Felicidades a quien lleve este nombre! responsable de la traducción: Xavier Villalta

        Arsenio, Santo
        Julio 19 Anacoreta,

        Arsenio, Santo

        Arsenio, Santo

        Anacoreta

        El Martirologio Romano actual lo recuerda el 8 de mayo

        Martirologio Romano: Cerca del monte Scete, en Egipto, san Arsenio, que, según la tradición, fue diácono de la Iglesia de Roma, y en tiempo del emperador Teodosio se retiró a la vida de soledad, donde, lleno de todas las virtudes, rindió su espíritu a Dios. ( c.450)Etimológicamente significa “viril”. Viene de la lengua griega. Cuando el emperador Teodosio el Grande buscaba un buen profesor para sus dos hijos, el Papa San Dámaso le recomendó a Arsenio, un senador sumamente sabio y muy práctico en sus consejos. Durante diez años, San Arsenio vivió en el palacio del emperador educando a sus dos hijos, Arcadio y Honorio.  Estando un día orando, en medio de una gran crisis espiritual, mientras le pedía a Dios que le iluminara lo que debía hacer para santificarse, oyó una voz que le decía: "Apártate del trato con la gente, y vete a la soledad". Entonces dispuso irse al desierto a orar y a hacer penitencia con los monjes.  Cuando llegó al monasterio del desierto, los monjes, sabiendo que había estado viviendo tanto tiempo como senador y como alto empleado del Palacio imperial, dispusieron ponerle algunas pruebas para saber si en verdad era apto para esa vida de humillación y mortificación. Fue ahí, donde San Arsenio se hizo muy conocido por todos por sus penitencias extraordinarias.  Por muchos siglos han sido enormemente estimados los dichos o frases breves que San Arsenio acostumbraba decir a la gente. Desde remotas tierras iban viajeros ansiosos de escuchar sus enseñanzas que eran cortas pero sumamente provechosas. Entre muchas de sus enseñanzas o frases que el Santo pronunciaba están: "muchas veces he tenido que arrepentirme de haber hablado. Pero nunca me he arrepentido de haber guardado silencio"; o "siempre he sentido temor a presentarme al juicio de Dios, porque soy un pecador".
        Su muerte fue alrededor del año 450.

        Macrina la Joven, Santa
        Julio 19 Virgen,

        Macrina la Joven, Santa

        Macrina la Joven, Santa

        Virgen

        Martirologio Romano: En el monasterio de Annesis, cerca del río Iris, en el Ponto, ahora en Turquía, santa Macrina, virgen, hermana de los santos Basilio Magno, Gregorio de Nisa y Pedro de Sebaste, gran conocedora de las Sagradas Escrituras, que se retiró a la vida solitaria y fue ejemplo admirable de amor a Dios y de alejamiento de las vanidades del mundo. ( 379) Macrina era la mayor de los diez hijos de los santos Basilio y de Emelia la mayor, y hermana de los Padres Capadocios, san Basilio y san Gregorio de Nisa. Nació en Cesarea de Capadocia, hacia el año 327 y su madre la educó con particular esmero, le enseñó a leer y vigilaba cuidadosamente sus lecturas. El libro de La Sabiduría y los Salmos de David eran las obras predilectas de Macrina, quien no descuidaba por ello los deberes domésticos y los trabajos de hilado y costura. A los doce años fue prometida en matrimonio, pero su prometido murió súbitamente y Macrina se negó a aceptar a ninguno de los otros pretendientes, para dedicarse a ayudar a su madre en la educación de sus hermanos y hermanas menores. San Basilio el Grande, san Pedro de Sabaste, san Gregorio de Nissa y los otros hermanos de Macrina, aprendieron de ella el desprecio del mundo, el temor a la riqueza y el amor a la oración y la palabra de Dios. Según se dice, san Basilio volvió muy envanecido de mnr estudios, y su hermana le enseñó a ser humilde. Por otra parte, Macrina fue «el padre y la madre, el guía, el maestro y el consejero» de su hermano menor, san Pedro de Sebaste, pues san Basilio el Mayor, murió poco después del nacimiento de su último hijo. A la muerte de su padre, san Basilio estableció a su madre y a su hermana Macrina en una casa a orillas del río Iris; las dos santas mujeres se entregaron allí a la práctica de la ascética con otras compañeras.  A la muerte de santa Emelia, Macrina repartió entre los pobres su herencia y vivió del trabajo de sus manos. Su hermano Basilio murió a principios del año 379, y Macrina cayó gravemente enferma nueve meses después. Cuando san Gregorio de Nissa llegó a visitada después de nueve años de ausencia, la encontró en un lecho de tablas. El santo quedó muy consolado al ver el gozo con que su hermana soportaba la tribulación y muy impresionado del fervor con que se preparaba para la muerte. Santa Macrina exhaló eI último suspiro en un transporte de gozo al atardecer. Era tan pobre, que para amortajar el cadáver no se encontró más que un vestido viejo y una tela muy burda; pero San Gregorio regaló con ese fin una túnica de lino. El obispo del lugar, llamado Amauxio, dos sacerdotes y el propio San Gregorio, transportaron el féretro y, durante la procesión funeraria, se cantaron los salmos; pero la afluencia de la multitud y las lamentaciones del pueblo, especialmente de algunas mujeres, perturbaron mucho la ceremonia.  En el «Diálogo sobre el alma y la resurrección» y en un panegírico dedicado al monje Olimpio, san Gregorio dejó trazada la biografía de su hermana Macrina, con muchos detalles sobre su virtud, su vida y su entierro. En el panegírico mencionado, el santo habla de dos milagros: el primero de ellos fue que santa Macrina recobró la salud cuando su madre trazó sobre ella la señal de la cruz; en el segundo caso, la santa curó de una enfermedad de los ojos a la hijita de un militar. San Gregorio añade: «Creo que no es necesario que repita aquí todas las maravillas que cuentan los que vivieron con ella y la conocieron íntimamente ... Por increíbles que parezcan esos milagros, puedo asegurar que los consideran como tales quienes han tenido ocasión de estudiarlos a fondo. Sólo los hombres carnales se rehusan a creerlos y los consideran imposibles. Así pues, para evitar que los incrédulos sean castigados por negarse a aceptar la realidad de esos dones de Dios, he preferido abstenerme de repetir aquí esas maravillas sublimes ...» Este comentario confirma, una vez más, el dicho de que sólo un santo puede escribir la vida de otro santo. ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

        Juan (Guillermo) Plessington, Santo
        Julio 19 Sacerdote y Mártir,

        Juan (Guillermo) Plessington, Santo

        Juan (Guillermo) Plessington, Santo

        Sacerdote y Mártir

        Martirologio Romano: En Chester, en Inglaterra, san Juan Plessington, presbítero y mártir, que habiendo sido ordenado sacerdote en Segovia, al volver a Inglaterra fue condenado por ello a la horca, siendo rey Carlos II. ( 1679) Fecha de canonización: 20 de octubre de 1970 por el Papa Pablo VI como uno de los Cuarenta Mártires de Inglaterra y Gales. Juan (o a veces Guillermo) Plessington, ejecutado el 19 de julio de 1679, y canonizado por SS Pablo VI entre los «Cuarenta mártires de Inglaterra y Gales», el 25 de octubre de 1970, no se diferencia demasiado del curso vital que conocemos de otros mártires del mismo período: también a él, sacerdote católico de incógnito en Inglaterra, le toco ser blanco de la acusación en el presunto «complot papista paraa asesinar al rey» que «desveló» (en realidad, inventó) el protestante Titus Oates, y que, cuál no fuera el descarado perjurio, que el propio Oates fue luego juzgado y condenado a muerte, aunque finalmente fue indultado. Pero mientras tanto, mientras el supuesto complot era «verdad oficial», muchos católicos, especialmente sacerdotes, perdieron la vida acusados de la infame trama. Uno de ellos fue Plessington. Nacido hacia 1637, no se sabe si de familia católica o protestante, lo enconttramos ya cerca de los años 60 en el Colegio Inglés de Valladolid, España, estudiando para sacerdote católico. Recibe la ordenación en 1662 y vuelve a Inglaterra al año siguiente. Puede dedicarse muchos años a un fructífero ministerio, pero en las detenciones por la conjura de Oates, es apresado y condenado a muerte el 11 de julio de 1679. Será ajusticiado en Gallow´s Hill in Boughton, Cheshire, con el salvaje cuanto acostumbrado procedimiento de horca, deshollamiento (aun vivo), dispersión de los restos. Lo que hace distinto a Plessington es que se conservan las palabras que tuvo gracia de los jueces de poder pronunciar antes de ser ahorcado, un medianamente largo discurso, que transmite la serenidad del ánimo del mártir, pero también ejercita una catequesis dirigida a los espectadores. He aquí la exhortación: Queridos conciudadanos: Estoy aquí para ser ejecutado no por hurto u homicidio ni por alguna otra cosa contra la ley divina o por haber hablado contra la Monarquía y el Gobierno civil. Supongo que alguno de los presentes estuvieron en mi proceso en los últimos juicios y pueden atestiguar que no se me pudo hacer cargo de otra cosa que la de ser sacerdote. Estoy seguro que pensáis que el sacerdocio no va de suyo contra la monarquía ni contra el gobierno del país. Si queréis consultar el Antiguo o el Nuevo Testamento, que son la base de la Religión, (veréis) que si no hay sacerdotes no hay religión. Lo dice San Pablo en el capítulo VII, 12 de la carta a los Hebreos. Si el sacerdocio se cambia, se cambia también la Ley, y por ello al quedar el sacerdocio abolido, la Ley y la Religión vienen absolutamente a menos. Que el Papa tenga poder para deponer a los reyes o para dar licencia de matar no es punto de nuestra fe. Yo protesto en presencia de Dios y de la Corte celestial que soy absolutamente inocente de la conjura de la que tanto se habla y que aborrezco propósitos tan sanguinarios y dañosos, y si bien han pasado nueve semanas desde que fui condenado a muerte no he sido acusado de semejante cosa, así que puedo confortarme con las palabras de San Pedro IV, 15-16: «Que ninguno de vosotros sufra como homicida o ladrón o malhechor, o como avaro de las cosas materiales, pero si alguno sufre por ser cristiano que no se avergüence o lo lamente». Yo he merecido una muerte peor, porque aunque he sido un leal y fiel súbdito de mi rey, pero he pecado muchas veces contra Dios. Quizás ladrones y bandidos que asaltan por los caminos tienen mayor perfección que yo en su servicio a Dios, toda vez que yo he recibido tan grandes favores de El. Pero como no ha habido pecador del que él no se haya compadecido si acude a la misericordia de Jesús, así yo espero, por los méritos de su pasión, que él tendrá misericordia de mí que estoy arrepentido de corazón de haberlo ofendido. Sed testigos los que me escucháis de que yo profeso sin dudar y firmemente todos los artículos de la fe católica romana y que por la verdad de cada uno de ellos, con la ayuda de Dios, yo estoy dispuesto a morir, y que prefiero morir antes que poner en duda algún punto de la fe enseñada por nuestra Santa Madre la Iglesia Católica Romana... En qué condiciones Margarita Plat, uno de los principales testigos contra mí, estaba antes o después que estaba conmigo, díganlo los más próximos parientes de ella. George Massey, otro testigo, juró en falso cuando juró que yo le di el sacramento y celebré la misa en el lugar y tiempo recordado por él, y yo verdaderamente creo que ni él me habló jamás ni yo le hablé ni nos vimos sino en la semana del juicio. El tercer testigo, Robert Wood, murió repentinamente. Pero ¿por qué debo hablar de muertos? Estos fueron todos los testigos, al menos los que depusieron. Yo de corazón y libremente perdono a todos los que han sido o son en alguna manera causa de mi muerte y de todo corazón les deseo que los que viven se puedan arrepentir cordialmente. Que Dios bendiga al Rey y a la familia real y le dé un próspero reinado aquí y una corona de gloria en la otra vida. Que Dios les dé paz a sus súbditos y que ellos vivan y mueran en la verdadera fe, esperanza y caridad. No queda sino que yo me encomiende a mí mismo a la misericordia de Jesús, por cuyos méritos yo espero alcanzar misericordia. Oh Jesús, sé para mí Jesús. AÑO CRISTIANO Edición 2003 Autores: Lamberto de Echeverría, Bernardino Llorca y José Luis Repetto Betes Editorial: Biblioteca de Autores Católicos (BAC) Tomo VII Julio ISBN 978-84-7914-763-1

        Epafras, Santo
        Julio 19 Discípulo de San Pablo,

        Epafras, Santo

        Epafras, Santo

        Discípulo de San Pablo

        Martirologio Romano: Conmemoración de san Epafras, que en Colosas, Laodicea y Hierápolis, trabajó mucho en la difusión del Evangelio, y a quien san Pablo llama nuestro consiervo amado, compañero de cautiverio y fiel ministro de Cristo. ( c.s.I) Era nativo de Colosas y pagano, fue convertido por San Pablo durante los años de apostolado en Efeso. Es el fundador y representante de la iglesia de Colosas. En su carta a la iglesia evangelizada por Epafras el Apóstol lo nombra dos ves: en la Col. 1, 7 y ss. "nuestro querido consiervo y fiel ministro de Cristo", y luego en Col. 4, 12 ss. "Os saluda Epafras, vuestro compatriota, siervo de Cristo Jesús, que se esfuerza siempre a favor vuestro en sus oraciones, para que os mantengáis perfectos cumplidores de toda voluntad divina. Yo soy testigo de lo mucho que se afana por vosotros, por los de Laodicea y por los de Hierápolis” (ciudades en la cuenca del Lico que, muy posiblemente, también fueron evangelizadas por Epafras). En la Epístola a Filemón (v. 23) San Pablo lo llama "mi compañero de cautiverio por Cristo Jesús" Epafras, de hecho, estaba en Roma con él, viajó desde Colosas para visitarlo y consolarlo asegurándole el profundo afecto de todos los fieles. En el fervor de su celo apostólico, Epafras también informó a s. Paolo que la herejía trataba de penetrar en aquellas Iglesias y para preservarlas del peligro pidió al Apóstol que les escribiera. Según algunos estudiosos, dado que el nombre Epafras es una contracción de Epafrodito, llegan a la conclusión que nuestro Epafras y el Epafrodito mencionado en la Epístola de San Pablo a los Filipenses (2: 25-28, 4, 18) serían la misma persona. Esta identificación, se basa únicamente en la similitud del nombre, sin ningún otra prueba que la respalde, por ello es lícito excluirla. Según la tradición Epafras padeció el martirio en Colosas. Baronio refiere que las reliquias de San Epafras se conservan en Roma en la Basílica de San María la Mayor. responsable de la traducción: Xavier Villalta

        Simaco, Santo
        Julio 19 LI Papa,

        Simaco, Santo

        Simaco, Santo

        LI Papa

        Martirologio Romano: En Roma, en la basílica de San Pedro, san Símaco, papa, a quien los cismáticos amargaron durante largo tiempo la vida y murió finalmente como un auténtico confesor de la fe. ( 514)  El Líber Pontificalis afirma que san Símaco era hijo de un tal Fortunato y que nació en Cerdeña. Recibió el bautismo en Roma, donde llegó a ser archidiácono del papa Anastasio II, a quien sucedió en el pontificado el año 490. Pero el día mismo de la elección de san Símaco, una minoría del clero, que simpatizaba con Bizancio, se reunió en Santa María la Mayor y eligió papa a Lorenzo, arcipreste de Santa Práxedes. En la empresa les ayudó, con dinero, un senador llamado Festo, a quien Anastasio, el emperador de Constantinopla que debía proteger más tarde a los monofisitas, había pagado para que procurase que el nuevo papa confirmase el documento imperial conocido con el nombre de «Nenótikon de Zenón», condenado por su predecesor.  Tanto san Símaco como Lorenzo apelaron al arriano Teodorico, rey de Ravena, quien zanjó la cuestión en favor de san Símaco, porque éste había sido elegido antes que Lorenzo y por un número mayor de miembros del clero. Teodorico aprovechó la ocasión para afirmar que Símaco «amaba al clero y al pueblo y era bueno, prudente, amable y gracioso». Sin embargo, la sentencia de Teodorico no puso fin a las dificultades que habían de perturbar la primera mitad del pontificado de san Símaco. El nombre del santo no figura en los martirologios más antiguos, y apenas sabemos algo sobre su vida. Cuando Trasimundo, el rey arriano, desterró a Cerdeña a muchos obispos del África, San Símaco les envió dinero y vestidos para ellos y sus fieles. Todavía se conserva la carta que les escribió para consolarlos y que les envió junto con algunas reliquias de mártires. San Símaco fundó tres posadas para los pobres, socorrió a las víctimas de las incursiones de los bárbaros en el norte de Italia y rescató a numerosos cautivos. También decoró o restauró varias iglesias de Roma y construyó las basílicas de San Andrés, de San Pancracio extra muros y de Santa Inés, en la Vía Aurelia.  Según la costumbre de la época, todos estos hechos se conmemoraron en inscripciones. En una de ellas, refiriéndose al fin de las dificultades con el antipapa Lorenzo, san Símaco dice: «Los lobos han cesado de mordernos». El santo Pontífice murió el 19 de julio de 514 y fue sepultado en San Pedro.

        Áurea de Córdoba, Santa
        Julio 19 Virgen y Mártir,

        Áurea de Córdoba, Santa

        Áurea de Córdoba, Santa

        Virgen y Mártir

        Martirologio Romano: En Córdoba, en la región hispánica de Andalucía, santa Áurea, virgen, hermana de los santos mártires Adulfo y Juan, que, en una de las persecuciones bajo los musulmanes, llevada ante el juez negó, asustada, la fe, pero arrepentida de inmediato, se presentó al mismo magistrado y, repetido el juicio, se mantuvo firme, con lo que superó al enemigo en un nuevo combate con la efusión de su sangre. ( 856) Santa Áurea nació en Sevilla, en una acomodada y noble familia en la que la mayor parte eran mahometanos, pero su madre Artemia, era cristiana de probada virtud, fue ella quien la educó en las santas verdades de los Evangelios, más tarde Áurea demostraría con su vida y gloriosa muerte el ser digna de gozar de la eterna gracia. Sus hermanos Adulfo y Juan, también alcanzaron el triunfo del martirio, en aquellos días Áurea vivía en el monasterio de Cuteclara (Córdoba) dando ejemplo de devoción y caridad. Su elevada alcurnia y la dado que muchos de sus parientes seguían la religión de Mahoma, fueron los motivos por los que nadie se había atrevido a delatarla; pero habiendo llegado la noticia de su fe a oídos de sus allegados en Sevilla, usando como subterfugio su parentesco, fueron a visitarla para comprobar lo que habían escuchado. Gobernaba por entonces el Califato de Occidente, Mahomet, hijo de Abdrrahman, célebre por la terrible persecución que había emprendido contra los cristianos. Los parientes Áurea descubrieron que ella no solo era cristiana sino una ferviente religiosa, y apasionados por la doctrina de sus creencias, procuraron convencerla de convertirse en seguidora del falso profeta. Fue fútil todos sus intentos, sus palabras chocaban contra la inamovible fe que Áurea tan sinceramente profesaba. Fue tal su enojo que tomaron la decisión de delatarla al cadi. El juez ordenó la llevasen al tribunal, y al verla vestida con el hábito religioso se irritó de tal modo que la amenazó con los más terribles castigos. Invocó, el juez, la noble sangre mahometana que circulaba en sus venas y lo que su familia sufriría por culpa de ella. Le prometió en cambio que si aceptaba las creencias familiares borraría la mancha que afectaba su ilustre estirpe y se salvaría de los duros tormentos que la esperaban si no aceptaba.  Áurea guardó silencio un momento dejándose llevar tal vez por el miedo, o bien de la idea de disimular su fe —lo que no es lícito ni permitido a los cristianos en caso semejante—, y el juez juzgándola vencida le concedió la libertad. Recapacitó Áurea sobre lo que había acontecido, y avergonzada por su debilidad decidió no regresar al monasterio prefiriendo quedarse en una casa, posiblemente de alguno de sus parientes cristianos, donde sumergida en tiernas lágrimas confesó su pecado. Pidió a sus hermanos intercedieran ante el Señor a fin de tener una posibilidad de demostrar al mundo cuan profunda era su fe en Cristo.  No tuvo que esperar mucho para que su místico anhelo se hiciera realidad, fue delatada nuevamente, y conducida por segunda vez ante el cadi, en esta ocasión ella respondió, con un valor y una fortaleza inspiradas por el Espíritu Santo. La firmeza de Áurea encendió el colérico corazón de su juez, ordenando la encerraran en la más lóbrega prisión y que al día siguiente fuera conducida al suplicio. Áurea fue decapitada y luego su cuerpo colgado de los pies en un palo donde, pocos días antes había sido ajusticiado un reo de homicidio, luego sus restos fueron arrojados, junto con los de varios malhechores, al Guadalquivir. fuente: Suplemento á la última edicion del Año Christiano P. Juan Croisset, SJ Mugeres Célebres de España y Portugal, Tomo I Juan de Dios de la Rada y Delgado

        Bernoldo (Bernulfo) de Utrecht, Santo
        Julio 19 Obispo,

        Bernoldo (Bernulfo) de Utrecht, Santo

        Bernoldo (Bernulfo) de Utrecht, Santo

        Obispo

        Martirologio Romano: En Utrech, de Güeldres, en Lotaringia, en territorio de lo que hoy es Países Bajos, san Bernoldo o Bernulfo, obispo, que libró del dominio de los señores laicos a las iglesias y a los monasterios de su diócesis, fundó nuevas iglesias e introdujo los usos y costumbres cluniacenses en los monasterios. ( 1054) Bernulfo (o, más correctamente, Bernoldo) fue designado obispo de Utrecht por el emperador, Conrad II. Por la costumbre de Conrad de nombrar obispos a personal de su corte, nos hace pensar que Bernulfo habría ejercido algún cargo en la corte imperial y era bien conocido por el emperador, quien siempre apoyó a los obispos una vez que ellos eran designados y mantenía relaciones amistosas con la mayoría de ellos. Una buena parte de los esfuerzos de Bernulfo como obispo fue extender el territorio a su cargo, y en esa labor recibió la colaboración de Conrad y del Rey Enrique, quien como Enrique III, fue el heredero del trono de Conrad en 1046. Enrique era un amigo de Bernulfo y le concedió propiedades adicionales cuando visitó Utrecht en 1040 y de nuevo en 1042 después de una expedición contra los húngaros en la que Bernulfo probablemente tomó la parte. Éstos y otras donaciones encolerizaron a los nobles laicos de Lorraine, y en 1046, cuando Enrique estaba en Roma, formaron una alianza contra él. Ellos lograron formar una coalición con los sajones, los daneses, ingleses, y el mismo Papa San León IX, pese a ello Enrique pudo derrotar a los rebeldes. Luego de la victoria se convocó a un concilio en Aquisgrán en 1049, mismo que fue presidido por el papa, y en el que se confirmó la nueva extensión territorial de la diócesis de Utrecht.  El otro principal interés de Bernulfo como obispo era la renovación. Asistió a un sínodo nacional en Frankfort y apoyó a Conrad cuando redujo los derechos episcopales sobre la abadía Benedictina de Amersfoort, aunque ésta había sido una fundación episcopal y con ello Bernulfo perdía algo de su autoridad. Bernulfo promovió la reforma Cluniac1 en los monasterios en su diócesis y fue muy activo reduciendo el control laico sobre varias iglesias. Fue el responsable de la construcción de tres iglesias en Utrecht y una cuarta en Deventer.  Bernulfo murió el 19 de julio de 1054. Su veneración como santo inicia por lo menos en el siglo decimocuarto. Sus reliquias fueron encontradas en 1656, en una nave de la iglesia de San Pedro. Los artistas de los Países Bajos lo escogieron como su santo patrón en 1917. 1 Reforma Cluniac era una serie de cambios dentro de la vida monástica medieval, centrados en la restauración de la tradicional vida monástica, fomento del arte y el cuidado a los pobres. Toma su nombre de la Abadía de Cluny en Borgoña, donde se dio inicio a estos cambios en el interior de la Orden Benedictina.

        Stilla de Abenberg, Beata
        Julio 19 Virgen,

        Stilla de Abenberg, Beata

        Stilla de Abenberg, Beata

        Virgen Consagrada

        Martirologio Romano: En el monasterio de Marienburg, en Franconia, Alemania, beata Stilla, virgen consagrada, sepultada en la iglesia que ella misma había fundado. ( 1140) Stilla nació en Abenberg cerca de Nüremberg hacia fines del siglo XI. Pertenecía a la familia de los condes de Abenberg, que dio a la Iglesia tantos sacerdotes, obispos y hombres de Dios. En 1136, la joven construyó con su propia fortuna una iglesia en una de las colinas próximas a su castillo y la dedicó a San Pedro en 1136. Visitaba diariamente el santuario y ahí hizo voto de virginidad, en presencia de san Otón, obispo de Bamberga. Vivía prácticamente como una religiosa en la casa de su padre, entregada a socorrer a los pobres y enfermos.  Tenía la intención de construir un monasterio para retirarse a él en su ancianidad; pero la muerte le sorprendió antes de que pudiese realizar su empresa. Sus hermanos decidieron darle sepultura en Heilsbronn, pero resultó imposible conseguir que los caballos tomasen el camino de dicha ciudad, de suerte que los hermanos de la beata se resignaron finalmente a sepultarla en la iglesia de San Pedro. La tumba de Stilla se convirtió en un sitio de peregrinación. En 1897, el obispo de Eichstätt demostró que el culto de la beata databa cuando menos de 1534. Dicho culto fue oficialmente confirmado en 1927.

        Aquiles Puchala, Beato
        Julio 19 Sacerdote y Mártir,

        Aquiles Puchala, Beato

        Aquiles Puchala, Beato

        Sacerdote y Mártir

        Martirologio Romano: En Borowikowszczyzna, lugar de Polonia, beatos Aquiles Puchala y Hermann Stepien, presbíteros de la Orden de los Hermanos Menores Conventuales y mártires, que durante la ocupación militar de Polonia, su patria, fueron asesinados por quienes odiaban la fe. ( 1943) Fecha de beatificación: 13 de junio de 1999 por el Papa Juan Pablo II, como uno de los 108 mártires durante la Segunda Guerra Mundial Jozef nació 18 de marzo 1911 en el villorrio de Kosin, diócesis de Przemyl, hijo del matrimonio formado por Franciszek y Zofia Olbrycht. Fue bautizado ese mismo día. Después de la escuela primaria, en 1924 entró en Lviv (Leópolis) al seminario menor de de los Hermanos Menores Conventuales. Posteriormente el 21 de septiembre de 1927 ingresó al noviciado en Lagiewniki tomando el nombre de Aquiles. El 29 de septiembre de 1928 hizo su voto simple. Hasta 1931 continuó sus estudios en el seminario franciscano de Lviv, y luego iniciará sus estudios en filosofía y teología. La educación religiosa culminó el 22 de mayo de 1932 con la profesión de los votos solemnes y el 5 de julio de 1936 fue ordenado sacerdote. Los primeros años de ministerio fueron en el convento de Grodno. Luego fue transferido a Iwieniec, en la diócesis de Pilsk donde fue sorprendido por el estallido de la Segunda Guerra Mundial. Cuando a inicios de los ’40 el párroco de Pierszaje huyó, el padre Aquiles fue transferido allá para ocupar la vacante. Al poco tiempo llegó a colaborar el confraterno Hernann Stepien de Vilnius. Los fieles de Piesrzaje recuerdan al padre Puchala como un hombre y párroco bastante atento y activo. En la cercana Iwieniec el 19 de junio de 1943 hubo un levantamiento contra los nazis. Un mes más tarde la Gestapo vino a Pierszaje a investigar incluso a la casa parroquial. Según un testigo presencial, el comandante local de la policía alemana, un católico practicante que vivía en la rectoría, propuso a los dos sacerdotes el refugiarlos en secreto, pero Aquiles y Hermann respondieron que «los pastores no puede abandonar a los fieles» y se unieron a los detenidos. Todos fueron trasladados a la aldea de Borowikowszczyzno, donde los sacerdotes fueron separados de sus feligreses. Llevados los dos a las afueras del pueblo donde el 19 de julio de 1943 fueron asesinados en un granero al que luego prendieron fuego. Los fieles arrestados en Pierszaje fueron enviados a realizar trabajos forzados en Alemania. Las cenizas y los pocos restos de dos mártires fueron enterrados cerca de la iglesia Pierszaje, todavía hoy es un lugar de peregrinación para los fieles. responsable de la traducción: Xavier Villalta

        Hermann Stepien, Beato
        Julio 19 Sacerdote y Mártir,

        Hermann Stepien, Beato

        Hermann Stepien, Beato

        Sacerdote y Mártir

        Martirologio Romano: En Borowikowszczyzna, lugar de Polonia, beatos Aquiles Puchala y Hermann Stepien, presbíteros de la Orden de los Hermanos Menores Conventuales y mártires, que durante la ocupación militar de Polonia, su patria, fueron asesinados por quienes odiaban la fe. ( 1943) Fecha de beatificación: 13 de junio de 1999 por el Papa Juan Pablo II, como uno de los 108 mártires durante la Segunda Guerra Mundial Karol nace el 21 de octubre de 1910 en Lodz, sus padres son Jozef y Mariana Puch, trabajadores pobres. En 1926 ingresó en Lviv (Leópolis) al seminario menor de de los Hermanos Menores Conventuales, El 2 de septiembre del año siguiente fue transferido al noviciado de Lagiewniki donde tomó el nombre de Hermann. Emite sus primeros votos el 3 de septiembre de 1930, terminó sus estudios en 1933 y pudo iniciar sus estudios de filosofía y teología en el seminario franciscano de Cracovia. El 22 de junio de 1934 realiza sus votos solemnes. Por estar dotado de una gran capacidad, el superior franciscano en Polonia lo envió a culminar sus estudios en la Pontificia Facultad de Teología de San Buenaventura, donde permaneció hasta el otoño del ´38. Fue ordenado sacerdote el 25 de julio de 1937 y enviado al convento de Radomsko de Polonia. También realizó estudios académicos, obteniendo el título en teología en el ‘39 en Lviv. Más tarde el Padre Hermann fue transferido a Vilna, y cuando comenzó la guerra en 1941 fue enviado primero a Iwieniec y luego a Pierszaje como coadjutor del Beato Puchala. Es recordado por los feligreses de esa localidad como un sacerdote activo y devoto, siempre admirablemente dedicado a su ministerio. En la cercana Iwieniec el 19 de junio de 1943 hubo un levantamiento contra los nazis. Un mes más tarde la Gestapo vino a Pierszaje a investigar incluso a la casa parroquial. Según un testigo presencial, el comandante local de la policía alemana, un católico practicante que vivía en la rectoría, propuso a los dos sacerdotes el refugiarlos en secreto, pero Aquiles y Hermann respondieron que «los pastores no puede abandonar a los fieles» y se unieron a los detenidos. Todos fueron trasladados a la aldea de Borowikowszczyzno, donde los sacerdotes fueron separados de sus feligreses. Llevados los dos a las afueras del pueblo donde el 19 de julio de 1943 fueron asesinados en un granero al que luego prendieron fuego. Los fieles arrestados en Pierszaje fueron enviados a realizar trabajos forzados en Alemania. Las cenizas y los pocos restos de dos mártires fueron enterrados cerca de la iglesia Pierszaje, todavía hoy es un lugar de peregrinación para los fieles. responsable de la traducción: Xavier Villalta

        Santos Macedonio, Teódulo y Taciano, mártires


        En Meros, de Frigia, en lo que hoy es Turquía, santos Macedonio, Teódulo y Taciano, mártires, que, siendo emperador Juliano el Apóstata, por orden del prefecto Almaquio, y después de sufrir muchos tormentos, fueron tendidos sobre parrillas al rojo vivo, donde afrontaron serenamente su martirio. ( 362)

        San Dío de Constantinopla, abad


        En Constantinopla, san Dío, por sobrenombre «Taumaturgo», archimandrita, natural de Antioquía, que fue ordenado sacerdote en esta ciudad y en ella fundó un monasterio bajo la regla de los acemetas.

        San Juan Bautista Zhou Wurui, mártir


        En Lujiazhuang, población cercana a Yingxian, en la provincia china de Hebei, san Juan Bautista Zhou Wurui, mártir, que, joven aún, confesó abiertamente ante los seguidores del movimiento de los Yihetuan que era cristiano, por lo cual le amputaron varios miembros y finalmente le remataron a hachazos. ( 1900)

        Santos Isabel Qin Bianzhi y Simón Qin Chunfu, mártires


        En el lugar de Liucun, cerca de la ciudad de Renqin, en la provincia china de Hebei, santos mártires Isabel Qin Bianzhi y su hijo de catorce años Simón Qin Chunfu, que en la misma persecución de los Yihetuan, fuertes en la fe, vencieron todas las crueldades de los enemigos.( 1900)

        92577 > Beato Achille (Achilles Jozef) Puchala Sacerdote e martire 19 luglio MR

         
        94207 > Beato Antonio da Valladolid Mercedario 19 luglio

         
        63500 > Sant' Arsenio il Grande Eremita 19 luglio


        63480 > Sant' Aurea di Cordova Martire 19 luglio MR

         
        63490 > San Bernoldo di Utrecht Vescovo 19 luglio MR

         
        63470 > San Dio di Costantinopoli Archimandrita 19 luglio MR

         
        63520 > Santi Elisabetta Qin Bianzhi e Simone Qin Chunfu Martiri 19 luglio MR

         
        63600 > Sant' Epafra di Colossi Vescovo e martire 19 luglio MR

         
        92578 > Beato Ermanno (Herman Karol) Stepien Sacerdote e martire 19 luglio MR


        63550 > San Felice di Verona Vescovo 19 luglio


        63510 > San Giovanni Battista Zhou Wurui Martire 19 luglio MR

         
        93308 > San Giovanni Plessington Sacerdote e martire 19 luglio MR

         
        91261 > San Kragon (Cragon) Martire in Egitto 19 luglio


        63460 > Santi Macedonio, Teodulo e Taziano Martiri 19 luglio MR

         
        63450 > Santa Macrina la Giovane Monaca 19 luglio MR


        94205 > Beato Pascasio da Lione Vescovo 19 luglio

         
        91330 > San Pietro (Pietrillo) Crisci da Foligno 19 luglio MR

         
        91644 > San Simmaco Papa 19 luglio MR


        91715 > Beata Stilla di Abenberg Vergine 19 luglio MR

         

         

         
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        Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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        Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
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        Obrigado. António Fonseca
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