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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Nº 1378-3 - A RELIGIÃO DE JESUS - ASSUNÇÃO DE VIRGEM MARIA - 15 DE AGOSTO DE 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

1378-3
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, directamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.

15 de Agosto de 2012 – Quarta-feira

Dia da Assunção de Nossa Senhora

Lc 1, 39-56

Por aqueles dias, pôs-se Maria a caminho e dirigiu-se à pressa para a montanha, a uma cidade de Judá. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Ao ouvir Isabel a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Erguendo a voz, exclamou: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. E donde me é dado que venha ter comigo a mãe do meu Senhor? Pois logo que chegou aos meus ouvido as a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio. Feliz daquela que acreditou que teriam cumprimento as coisas que lhe foram ditas da parte do Senhor». Magnificat – Maria disse então: «A minha alma glorifica ao Senhor e o meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador. Porque olhou para a humilde condição da Sua serva. De facto, desde agora todas as gerações me hão-de chamar ditosa, porque me fez grandes coisas o Omnipotente. É santo o seu nome e a Sua misericórdia vai de geração em geração para aqueles que O temem. Exerceu a força com o Seu braço aniquilou os que se elevavam no seu próprio conceito. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e aos ricos despediu-os com as mãos vazias. Tomou a Seu cuidado Israel, Seu servo, recordando a Sua misericórdia, conforme tinha dito a nossos pais, em favor de Abraão e sua descendência, para sempre». Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois regressou a casa.
1. – Nem no Novo Testamento nem durante os primeiros séculos da vida da Igreja há testemunhos sobre a Assunção de Maria aos céus. Os primeiros dados que se conhecem sobre a festa litúrgica da Assunção datam do século VI. A crença na Assunção foi-se impondo na Idade Média. O papa Pio XII definiu esta crença, como dogma de fé, em 1950, após uma consulta ao episcopado do mundo inteiro, que afirmou a fé da Igreja na Assunção de Maria.
2. – O conteúdo desta festividade é a  crença de que Maria, a Mãe de Jesus, “terminado o decurso da sua vida mortal, foi assunta (elevada) em corpo e alma à glória celestial” (Pio XII). O mais lógico é que Maria morreu, coisa que tem sido negada por alguns teólogos. O conteúdo do dogma católico centra-se na crença de que Maria vive glorificada, também na sua corporalidade, com o Senhor.
3. – Dado que a fé na vida depois da morte transcende a história, esta festividade é uma ocasião privilegiada para que a memória do que foi a vida de Maria neste mundo sirva para fortalecer nossas convicções cristãs. Maria foi uma mulher de fé, como diz Isabel no evangelho de hoje. E essa fé levou-a ao convencimento de que Deus actua na história destronando os soberbos e poderosos, ao mesmo tempo que enaltece os humildes; os famintos e cumula-os de bens e aos ricos despede-os vazios. Assim vivia a Mãe de Jesus a fé que a levou a educar Seu Filho segundo os critérios que no seu ministério público, transmitiu ao mundo.
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Viso - mapa
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com/
Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contactos normais: – antoniofonseca1940@hotmail.com
Para contactos sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
- http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
Post para publicação em 15-08-2012 - 10,30 h
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca

Nº 1378-2 - "1" - CARTAS DE SÃO PAULO - 15 DE AGOSTO DE 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1372 - 2ª Página

9 de Agosto de 2012

CARTAS DE S. PAULO

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CARTAS PASTORAIS

CARTAS CATÓLICAS

CARTA DE SÃO TIAGO

 
1  -  Caridade igual para com todos  -  Meus irmãos, não mistureis a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo glorificado com a acepção de pessoas. Porque, se entrar na vossa assembleia um homem com anel de ouro no dedo e com vestidos preciosos e entrar também um pobre sordidamente vestido e atenderdes ao que está magnificamente vestido, dizendo-lhe: «senta-te tu aqui, neste lugar de honra», e dizendo ao pobre: «Fica de pé aí», ou: «Senta-te abaixo do meu estrado», não é verdade que fazeis distinção entre vós mesmos e que sois juizes de pensamentos iníquos? Ouvi, meus amados irmãos: Porventura não escolheu Deus os pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino, que prometeu aos que O amam? Mas vós desonrastes o pobre. Porventura não vos oprimem os ricos e não vos arrastam aos tribunais? Não são eles que blasfemam o bom nome que sobre vós foi invocado? Se, portanto, cumpris a lei real da Escritura: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo», procedeis bem; se fazeis acepção de pessoas, cometeis um pecado, sendo condenados pela Lei como transgressores.
Aquele que guardar toda a Lei e faltar num só ponto, torna-se culpado de todos os outros. Porque Aquele que disse: «Não cometerás adultério», também disse: «Não matarás». Se, pois, não cometeres adultério, mas matares, tornas-te transgeressor da lei.
Falai e procedei como pessoas que devem ser julgadas segundo a lei da liberdade. Porque será julgado sem misericórdia aquele que não for misericordioso. A misericórdia triunfa sobre o juizo.
A fé e as obras - De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé se não tiver obras? Acaso essa fé poderá salvá-lo? Se um irmão ou irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhes disser: Ide em, paz, aquecei-vos e saciai-vos, sem lhes dar o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: Se ela não tiver obras, é morta em si mesma.
Mas, dirá alguém: «Tu tens a fé e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a fé pelas minhas obras. Crês que há um só Deus; fazes bem. Os demónios também creem e estremecem. Queres tu saber ó homem insensato, como é que a fé sem obras é estéril? Não foi Abraão, nosso pai, justificado pelas obras quando ofereceu, sobre o altar, o seu filho Isaac? Repara que a fé cooperou com as suas obras e que, pelas obras, a sua fé se tornou perfeita. Cumpriu-se assim a Escritura que diz: «Abraão creu em Deus e isso foi-lhe atribuido à conta de justiça e foi chamado amigo de Deus». Vedes, pois, como o homem é justificado pelas obras e não somente segundo a fé. Do mesmo modo Rahab, a meretriz, não foi também justificada pelas suas obras quando recebeu os mensageiros e os despediu por outro caminho? Assim como o corpo se alma é morto, assim também a fé sem obras é morta.
 

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Este Post era para ser colocado em 9 de Agosto de 2012 – 10,15 horas

ANTÓNIO FONSECA

Prosseguirei esta tarefa, amanhã se Deus quiser, já com a Carta de São Tiago - 3 das CARTAS CATÓLICAS. AF

Nº 1378-1 - (228-12) - SANTOS DE C ADA DIA - 15 DE AGOSTO DE 2012 - 4º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Nº 1378-1  -  (228-12) 

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ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Assunzione della Beata Vergine Maria 1

A morte da Virgem Maria chama-se “dormição”, porque foi sonho de amor. Não foi triste nem dolorosa; foi o cumprimento dum desejo. Ela não tinha pecado e não tinha porque temer. Não era a morte para ela porta escura, por que tivesse forçosamente de passar, túnel estreito cuja saída se desconhece, mas sim arco de triunfo, janela florida a comunicar com  o oriente, iluminada pela luz da aurora, pelos raios do sol eterno, do dia que não tem ocaso. Pomba mensageira que volta ao seu pombal, a Virgem entrava verdadeiramente em sua casa. Num ósculo de amor entregava a alma ao Filho querido. Na terra tinha aberto os braços para conduzir Jesus Menino; agora, no umbral do céu, Jesus, Juiz, abre os seus para receber sua Mãe. Depois da Ascensão, a Virgem Santíssima aparece com os Apóstolos no Cenáculo. A tradição mais autorizada continua a falar-nos de Jerusalém como residência nos seus últimos anos de vida. A viagem para Éfeso não merece qualquer crédito, pois não apresenta testemunhos em seu favor. Todos os Santos Padres, que insistem nas glórias de Éfeso, calam que lá tenha vivido Maria. S. João, que a acompanhou como filho, figura entre as colunas da Igreja de Jerusalém até ao primeiro concílio apostólico do ano 48 ou 50. A vida da Virgem Maria depois da Ascensão de Jesus não pôde, por outro lado, durar muito. A dor da mais atribulada das mães teve de deixar vestígios profundíssimos. Devia ela ter uns 50 anos quando Jesus foi para o céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu Esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egipto, os temores de Arquelau, a vida calada e laboriosa de Nazaré, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público, o ódio, a perseguição de escribas e fariseus, a Paixão, o calvário, a morte do Filho e a própria soledade. Com a Ascensão começou novo género de tormento, próprio de todos os que amam; a separação, o apartamento e a saudade da Pessoa Amada. Maria Santíssima pôde sobreviver uns dez ou doze anos a seu Filho, mas muito provavelmente não os ultrapassou, porque estava doente de amor, como se estivessem escritas para ela as palavras do Cântico dos Cânticos: «Conjuro-vos, filhas de Jerusalém,, que, se encontrardes o meu Amigo, lhe digais quer desfaleço de amor». S. Bernardo e S. Francisco de Sales estavam convencidos de a Virgem Maria ter morrido de amor. «É impossível imaginar que a verdadeira Mãe natural do Filho tenha morrido doutra morte; a morte mais nobre de todas é devida, por conseguinte, à mais nobre vida que jamais houve entre as criaturas; morte que mesmo os anjos desejariam apreciar, se fossem capazes de morrer». É provabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. Quanta virtude e mérito tinha acumulado a Imaculada Mãe de Deus! No tempo da sega é quando está mais fragrante o prado. Embora a Sagrada Escritura nada diga, a crença universal da Igreja é que a Virgem morreu, como tinha morrido também o seu Filho. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte do Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos. Já em época antiquíssima se chamou àquela primeira Igreja «Santa Maria do Monte Sião». E hoje, sobre parte da área que a basílica Constantinopolitana ocupou, levanta-se a «Igreja da Dormição», magnifica rotunda de estilo gótico, consagrada em 1910, cujas pontiagudas torres se descobrem de todos os ângulos de Jerusalém. O som alegre dos sinos enche várias vezes por dia a atmosfera da Cidade Santa, sobretudo nas festa de Nossa Senhora. A memória do trânsito de Maria no Monte Sião quase se sobrepôs a todas as recordações evangélicas. Hoje em dia é o lugar preferido pelos fiéis de todas as confissões cristãs para o seu último descanso na terra. Assim, vê-se rodeado de vários cemitérios: católico, grego, arménio e protestante anglicano. Os Apóstolos que estavam em Jerusalém, e todos ou grande número de fiéis, acompanharam o cadáver da Mãe de Deus até ao vale de Josafat, perto do Jardim do Getsemani, no flanco seco do Cedrão, onde tinham p preparado a sepultura. Lá se vê hoje um deteriorado frontispício de igreja, ogival, cuja porta leva, depois de enorme escadaria, até ao fundo duma caverna tenebrosa. À medida que o devoto peregrino vai descendo, parecer brotar de baixo para cima o sussurro de orações era fumarada de incenso. No mais fundo notam-se restos duma cripta com as paredes cobertas de grosseira vegetação. À mão direita, para Oriente, um nicho protege um grande bando de pedra, iluminado com muitas lâmpadas de cores variadas. Aqui, segundo a velha tradição, descansou o corpo da Mãe de Deus. mas sobre este sepulcro pode-se hoje colocar a velha inscrição que o anjo deu para a de Jesus: «Ressuscitou, não está aqui». Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como seu Filho. A sua alma imortal uniu-se ao corpo, antes de a corrupção tocar naquela carne virginal, que não se vira nunca manchada pelo hálito de nenhum pecado. Ressuscitou a Virgem Santíssima, como ressuscitara Jesus, mas não ficou na terra. Imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu aos céus, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus. Por meio da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, definiu Pio XII esta doutrina como dogma de fé. Neste documento da maior autoridade, referiu-se às relações entre a Imaculada Conceição e a Assunção, às petições recebidas para a definição dogmática, à consulta por ele dirigida ao Episcopado, à doutrina concorde do Magistério da Igreja, e a tratar-se da verdade revelada por Deus. Resumiu brevemente os testemunhos de crença na Assunção, a devoção dos fiéis ao mesmo mistério, o testemunho da Liturgia, a celebração da festa pelos fiéis e depois o testemunho dos Santos Padres, o dos teólogos escolásticos desde os primórdios, passando pelo período áureo e atingindo a escolástica posterior e os tempos modernos. Em seguida, ponderou o fundamento escrituristico da definição e oportunidade da mesma, para, em último lugar, a exprimir deste modo:

Assunzione della Beata Vergine Maria 2

Pelo quê, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a luz do Espírito da Verdade para glória de Deus Omnipotente, que à Virgem Maria concedeu a sua especial benevolência; para honra de seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte; para aumento da glória da sua augusta Mãe; e para gozo e júbilo de toda a Igreja – com  a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Bem-aventurados Apóstolos S. Pedro e S. Paulo e com a Nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: A IMACULADA MÃE DE DEUS, A SEMPRE VIRGEM MARIA, TERMINADO O CURSO DA VIDA TERRESTRE FOI ASSUNTA EM CORPO E ALMA À GLÓRIA CELESTIAL. Pelo quê, se alguém, o que Deus não permita, ousar voluntariamente negar ou pôr em dúvida esta Nossa definição, saiba que naufraga na fé divina e católica. Para que chegue ao conhecimento de toda a Igreja esta Nossa definição da Assunção corpórea da Virgem Maria ao Céu, queremos que se conservem estas letras para perpétua memória; mandamos também que aos seus transuntos ou cópias, mesmo impressas, desde que sejam subscritas pela mão de algum notário público, e munidas com o selo de alguma pessoa constituída em dignidade eclesiástica, se lhes dê o mesmo crédito que às presentes se fossem apresentadas ou mostradas. A ninguém pois seja lícito infringir esta nossa declaração, proclamação e definição, ou temerariamente opor-se-lhe e contrariá-la. Se alguém presumir intentá-lo, saiba que incorre na indignação de Deus Omnipotente e dos Bem-aventurados Apóstolos S. Pedro e S. Paulo.Dada em Roma, junto de S. Pedro, no ano do Jubileu maior, mil novecentos e cinquenta, no dia primeiro de Novembro, festa de todos os Santos, no ano duodécimo do Nosso pontificado. EU PIO – Bispo da Igreja Católica – assim definindo subscrevi.

Assunzione della Beata Vergine Maria 4

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Áudio da RadioVaticana: e da RadioRai:

NOSSA SENHORA DA LAPA

Assunzione della Beata Vergine Maria 3

(imagem aleatória…)

É muito conhecida e festejada no País. Lapa significa rocha proeminente, formando abrigo. Frequente nas regiões graníticas. É deste tipo o abrigo que deu origem à capela de Nossa Senhora da Lapa, na serra do mesmo nome, na freguesia de Quintela, concelho de Sernancelhe, diocese de Lamego. Foi o santuário fundado no ano de 1493. Dependeu inicialmente do reitor da vila de Rua e vieram juntar-se-lhe casas à volta, de maneira que atingiu certa importância o conjunto, desde o século XVI ao século XVIII; D. João V elevou-o a vila em 1740. A chamada Igreja da Rua, com metade das suas rendas, foi doada ao Colégio da Companhia de Jesus, em 1576, pelo rei D. Sebastião. Nessa altura, foram reconstruídos e ampliados o centro do culto e a residência dos Padres que serviam a Igreja. Mas, pouco mais tarde, levantou-se o vasto e robusto edifício do colégio da Lapa, em que viveram e ensinaram até 1759, data em que foram expulsas da Pátria pelo Marquês de Pombal. Seguiu-se a decadência da povoação, vila e sede de concelho, apenas lembradas materialmente por meia dúzia de casas velhas – a contrastar com o famoso santuário e o grandioso edifício do colégio (meio abandonado) –, lembradas pelas ruínas da antiga cadeia e pelourinho; mas, espiritualmente,  ainda é celebrada na igreja uma festa anual com pregações e concursos de gente; isto a 15 de Agosto. A sede da freguesia da Lapa, em Lisboa, foi transferida para a basílica da Estrela. No Porto, existe a majestosa igreja da Lapa, ao lado do hospital da irmandade e do cemitério. A Senhora da  Lapa é também festejada numa freguesia e comarca do Cartaxo, bem como em Vila Viçosa e numa paróquia da Amadora, concelho de Oeiras. Uma capela do século XVI, de estilo gótico, merece ainda ser mencionada: fica perto da freguesia e vila do Sardoal, distrito de Santarém, diocese de Portalegre, capela em que há fervorosa devoção. Em Braga também há a capa da lapa, no meio da Arcada, na Avenida Central. Sabem os leitores quantas imagens de Nossa Senhora da Lapa há na arquidiocese de Braga, distribuídas por igrejas e capelas? Trinta e seis; ao menos era o número que existia em 1967. Mas explicitemos ao menos, ainda na arquidiocese de Braga, a freguesia da Lapa, na Póvoa de Varzim, onde os pescadores lhe chamam a sua Senhora. «Porque não? Acaso não é a Virgem da Lapa que lhes abençoa as redes, até estas se romperem de peixe? Não é Nossa Senhora da Lapa aquela que, na festa brilhante da Assunção, eles conduzem, sob um chuveiro adensado de pétalas, ao longo da praia?». Não é com  menor entusiasmo que Alberto Pimentel, na História do Culto de Nossa Senhora em Portugal, fala da devoção dos poveiros à Senhora da Lapa: «A igreja da Lapa fica ao sul da Vila (hoje Cidade), à beira do mar, para a qual olha um nicho onde está encerrada a imagem da Padroeira. os pescadores têm profunda devoção com Nossa Senhora da Lapa, que ali está abençoando o oceano, e vigiando pela sorte da pobre e boa gente marítima. A pequena distância do templo fica o farol grande, de luz branca; mas a imagem de Nossa Senhora da Lapa é, para os homens do mar, um farol não menos luminoso e valedor». E outras Lapas há, veneradas espiritualmente ao lado da Lapinha de Belém. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

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(Igreja da LAPA – Porto)

No site de www.Wikipedia.com. pode ler-se o seguinte (autoria anónima):

A história de Nossa Senhora da Lapa iniciou-se em meados do ano de 982, quando o general mouro Al-Mansur, em uma de suas campanhas, atacou o o Convento de Sisimiro, onde martirizou parte das religiosas que ali se encontravam.

As religiosas que conseguiram escapar do general, fugiram e se abrigaram em uma gruta, onde guardaram a imagem de Nossa Senhora da Lapa, que levavam consigo.

Ao longo dos séculos, por cerca de 500 anos a imagem permaneceu ali, até que em 1498, uma jovem pastora, chamada Joana, menina ainda e muda de nascença, ao pastorear as ovelhas pelos arredores da gruta, resolveu adentrar e encontrou a imagem, pequena e formosa.

Porém, a inocência da menina, interpretou o achado como uma boneca, e a colocou na cesta onde guardava seus pertences e seu lanche. No entanto, durante o pastoreio a menina a enfeitava como podia, procurando as mais lindas flores para orná-la.

Ao retornar para sua casa, ao final do dia, a menina Joana cuidava da roupa da santa imagem e, embora as ovelhas estivessem alimentadas e tranquilas, se encontravam sempre no mesmo lugar, o que despertou comentários entre algumas pessoas, e estes chegaram aos ouvidos de sua mãe, que já enervada com as teimosias da menina e num momento de irritação pegou a santa imagem e atirou-a ao fogo.

Ao ver isso, a menina soltou um grito: “Não! Minha mãe! É Nossa Senhora! O que fez?”. Sua fala desprendeu-se instantaneamente de forma irreversível e sua mãe, neste momento, ficou com o braço paralisado. Ainda em transe, a menina e a mãe oraram e o braço paralisado ficou curado.

A comunidade, então reconhecendo o valor da santa e milagrosa imagem, sob a orientação da menina Joana, construíram uma capela para abrigá-la, onde ficou, mesmo após as diversas tentativas do clero de levá-la para a igreja paroquial, de onde sempre desaparecia de modo misterioso.Estrela

Estrela Imagem escondida dos muçulmanos numa lapa, no século X, pelas monjas beneditinas de Aguiar da Beira, sendo encontrada em 1498, por uma menina, que muda de nascença, começou a falar;

SÃO TARCÍSIO

Mártir (257)

San Tarsicio (o Tarcisio) di Roma4San Tarsicio (o Tarcisio) di Roma1

Uma só fonte autorizada nos fornece alguns pormenores sobre S. Tarcísio. É uma inscrição do papa São Dâmaso (366-384). Diz: «Quem quer que sejas, leitor, fica ciente do mérito igual destes dois mártires para quem Dâmaso, reitor da Igreja, compôs inscrições depois de eles terem recebido a recompensa. O povo judaico que lapidou Estêvão que o exortava a seguir uma lei melhor; este triunfou do inimigo; o primeiro, levita fiel, mereceu a palma do martírio. S. Tarcísio levava os mistérios de Cristo, quando mão criminosa se empenhou em profaná-los; preferiu deixar-se chacinar a entregar aos cães raivosos o corpo do Salvador». Dâmaso informa-nos que Tarcísio morreu para obstar à profanação da sagrada Eucaristia, mas não nos diz em que circunstâncias nem em que época. Deve ter sido no século III, porque ele foi enterrado no cemitério de Calisto. Tarcísio está unido na glória a Estevão. Para justificar esta aproximação, é impossível invocar no mesmo local um culto dos dois; não virá a aproximação de terem sido diáconos ambos, um em Jerusalém, o que é certo, e o outro em Roma? O autor das Actas do papa S. Estevão I, no século seguinte, dá-o como acólito: é um dos pormenores que junta por si à inscrição de Dâmaso. E acrescenta ainda que o martírio de Tarcísio se deu no dia seguinte ao do seu Papa, isto é, a 3 de Agosto. Por esse caminho de acrescentos, chegou ele a figurar no martirológio romano a 15 de Agosto. O progresso do culto do Santíssimo Sacramento veio a tornar popularíssimo S. Tarcísio nos tempos modernos, mas é considerado como criança e o Cardeal Wiseman elevou-o a herói duma cena muito comovedora do seu livro Fabíola. Tarcísio entrou também na iconografia cristã moderna. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

HTTP://ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

• Tarsicio, Mártir

Mártir

Tarsicio, Mrtir

Tarsicio, Mártir

Martirológio Romano: En Roma, en el cementerio de Calixto, en la vía Apia, conmemoración de san Tarsicio, mártir, que por defender la santísima Eucaristía de Cristo, que una furiosa turba de gentiles intentaba profanar, prefirió ser inmolado, muriendo apedreado antes que entregar a los perros las cosas santas (c. 257).

• Asunción de Nuestra Señora

Agosto 15 "María, levántate, te traigo esta rama de un árbol del paraíso, para que cuando mueras la lleven delante de tu cuerpo, porque vengo a anunciarte que tu Hijo te aguarda".

Asuncin de Nuestra Seora

Asunción de Nuestra Señora

• María Sagrario de San Luis Gonzaga, Beata

Mara Sagrario de San Luis Gonzaga, Beata

María Sagrario de San Luis Gonzaga, Beata

Religiosa Mártir

Martirologio Romano: En Madrid, también en España, beata María del Sagrario de San Luis Gonzaga (Elvira) Moragas Cantarero, virgen, de la Orden de las Carmelitas Descalzas, y mártir en la mencionada persecución (1936).

• Alipio de Tagaste, Santo

Agosto 15 Obispo

Alipio de Tagaste, Santo

Alipio de Tagaste, Santo

Martirologio Romano: Conmemoración de san Alipio, obispo de Tagaste, en Numidia, que en un tiempo fue discípulo de san Agustín y, posteriormente, compañero suyo de conversión, colega en el ministerio pastoral, camarada en la lucha contra los herejes, para, finalmente, también ser partícipe con él de la gloria del cielo. Etimología: Alipio = sin pena. Viene de la lengua griega.

• Alfredo, Santo

Agosto 15 Obispo

Alfredo, Santo

Alfredo, Santo

Martirologio Romano: En Hildesheim, de Sajonia, en Alemania, san Altfredo, obispo, que construyó la iglesia catedralicia y favoreció la construcción de monasterios (874).

• Estanislao de Kostka, Santo

Agosto 15 Seminarista,

Estanislao de Kostka, Santo

Estanislao de Kostka, Santo

Su celebración litúrgica se celebra el 13 de agosto

Martirologio Romano: En Roma, san Estanislao de Kostka. Polaco de origen, con el deseo de entrar en la Compañía de Jesús huyó de la casa paterna y se dirigió a pie a Roma, siendo admitido allí en el noviciado por san Francisco de Borja y, consumado en breve tiempo realizando los mas humildes servicios, murió resplandeciente de santidad (1568).

Etimologicamente: Estanislao = Gloria y honor de su grupo

• Claudio (Ricardo) Granzotto, Beato

Agosto 15 Religioso Franciscano

Claudio (Ricardo) Granzotto, Beato

Claudio (Ricardo) Granzotto, Beato

Martirologio Romano: En Padua, en Italia, beato Claudio (Ricardo) Granzotto, religioso de la Orden de los Hermanos Menores, que unió el ejercicio de su profesión religiosa con el arte de escultor, y en pocos años consiguió la perfección imitando a Cristo (1947).

• Carmelo Sastre Sastre, Beato

Agosto 15 Presbítero y Mártir

Carmelo Sastre Sastre, Beato

Carmelo Sastre Sastre, Beato

Martirologio Romano: En Palma de Gandía, en el territorio valenciano, España, beato Carmelo Sastre Sastre, presbítero y mártir, que, en la persecución contra la Iglesia, siguiendo las huellas de Cristo llegó, ayudado por su gracia, al reino eterno (1936).

• Vicente Soler, Beato

Agosto 15 Presbítero y Mártir

Vicente Soler, Beato

Vicente Soler, Beato

Martirologio Romano: En Motril, junto a Granada, de Andalucía, en España, beato Vicente Soler, presbítero de la Orden de los Agustinos Recoletos y mártir, que, en la persecución contra la Iglesia, fue condenado a muerte junto con otros cautivos, a los que él había preparado piadosamente para la muerte y, fusilado ante los muros del cementerio, alcanzó la gloria del triunfo en Cristo (1936).

• Domingo María de Alboraya (Agustín Hurtado Soler), Beato

Agosto 15 Presbítero y Mártir

Domingo Mara de Alboraya (Agustn Hurtado Soler), Beato

Domingo María de Alboraya (Agustín Hurtado Soler), Beato

Martirologio Romano: Asimismo en Madrid, en España, beato Domingo (Agustín) Hurtado Soler, presbítero de los Terciarios Capuchinos de la Virgen de los Dolores y mártir, que fue coronado por el testimonio de Cristo (1936).

• José María Peris Polo, Beato

Agosto 15 Presbítero y Mártir

Jos Mara Peris Polo, Beato

José María Peris Polo, Beato

Martirologio Romano: En Almazora, junto a Castellón, en el Levante, de España, beato José María Peris Polo, presbítero de la Sociedad de Sacerdotes Operarios Diocesanos y mártir, que, durante la persecución contra la Iglesia, alcanzó en el cementerio la palma del martirio (1936).

• Luis Batis Sáinz, Santo

Agosto 15 Presbítero y Mártir

Luis Batis Sinz, Santo

Luis Batis Sáinz, Santo

Martirologio Romano: En la localidad de Chalchihuites, del territorio de Durango, en México, santos mártires Luis Batis Sáinz, presbítero, Manuel Morales, padre de familia, Salvador Lara Puente y David Roldán Lara, que, por odio al nombre cristiano, sufrieron la muerte durante la persecución mexicana (1926).

• Manuel Morales, Santo

Agosto 15 Laico Mártir

Manuel Morales, Santo

Manuel Morales, Santo

Martirologio Romano: En la localidad de Chalchihuites, del territorio de Durango, en México, santos mártires Luis Batis Sáinz, presbítero, Manuel Morales, padre de familia, Salvador Lara Puente y David Roldán Lara, que, por odio al nombre cristiano, sufrieron la muerte durante la persecución mexicana (1926).

• Salvador Lara Puente, Santo

Agosto 15 Laico Mártir

Salvador Lara Puente, Santo

Salvador Lara Puente, Santo

Martirologio Romano: En la localidad de Chalchihuites, del territorio de Durango, en México, santos mártires Luis Batis Sáinz, presbítero, Manuel Morales, padre de familia, Salvador Lara Puente y David Roldán Lara, que, por odio al nombre cristiano, sufrieron la muerte durante la persecución mexicana (1926).

• David Roldán Lara, Santo

Agosto 15 Laico Mártir

David Roldn Lara, Santo

David Roldán Lara, Santo

Laico Mártir

Martirologio Romano: En la localidad de Chalchihuites, del territorio de Durango, en México, santos mártires Luis Batis Sáinz, presbítero, Manuel Morales, padre de familia, Salvador Lara Puente y David Roldán Lara, que, por odio al nombre cristiano, sufrieron la muerte durante la persecución mexicana (1926).

• Isidoro Bakanja, Beato

Agosto 15 Mártir Laico

Isidoro Bakanja, Beato

Isidoro Bakanja, Beato

Martirologio Romano: En la ciudad de Wenga, en las cercanías de Busira, en el Congo Belga, beato Isidoro Bakanja, mártir, que iniciado en la fe cristiana en su adolescencia, la cultivó diligentemente y dio testimonio de ella con valentía, mientras realizaba su trabajo. El encargado de la colonia, por odio a la religión cristiana, lo torturó azotándole largo tiempo y pasados pocos meses, y perdonando a su verdugo, entregó a Dios su espíritu (1909).

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90794 > Beato Aimone Taparelli Domenicano 15 agosto MR

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90360 > Beato Alberto (Berdini) da Sarteano 15 agosto

Beato Alberto (Berdini) da Sarteano

66100 > Sant' Alfredo (o Altfrido) 15 agosto MR

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66110 > Sant' Alipio di Tagaste Vescovo 15 agosto MR

Sant' Alipio di Tagaste1Sant' Alipio di Tagaste2

92243 > Sant' Arduino di Rimini Sacerdote ed eremita 15 agosto

Sant' Arduino di Rimini 1Sant' Arduino di Rimini 2

20450 > Assunzione della Beata Vergine Maria 15 agosto - Solennità MR

Assunzione della Beata Vergine Maria 5Assunzione della Beata Vergine Maria 4Assunzione della Beata Vergine Maria 2

93442 > Beato Carmelo Sastre Sastre Sacerdote e martire 15 agosto MR

93442

90428 > Beato Claudio (Riccardo) Granzotto Francescano 15 agosto MR

90428BBeato Claudio (Riccardo) Granzotto4

90131 > San David Roldan Lara Martire Messicano 15 agosto MR

San David Roldan Lara1San David Roldan Lara2San David Roldan Lara3

93474 > Beato Domenico Maria da Alboraya (Agostino Hurtado Soler) Sacerdote e martire 15 agosto MR

Beato Domenico Maria da Alboraya (Agostino Hurtado Soler)

94569 > Beate Elisabetta e Maria del Paradiso Vergini mercedarie 15 agosto

Beate Elisabetta e Maria del Paradiso

90127 > Sant' Emanuele Morales Martire Messicano 15 agosto MR

Sant' Emanuele Morales

94571 > Beato Ferdinando de pazos Mercedario 15 agosto

Beato Ferdinando de pazos

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Beato Giacomo (Jaime) Bonet Nadal

92047 > Santa Gioconda di Roma Vergine e martire 15 agosto

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Beato Giovanni da Siviglia

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Beata Giuliana Puricelli da Busto Arsizio5Beata Giuliana Puricelli da Busto Arsizio3Beata Giuliana Puricelli da Busto Arsizio2

66160 > Beato Giuseppe Maria Peris Polo Martire 15 agosto MR

Beato Giuseppe Maria Peris Polo

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Beati Ludovico Masferrer Vila e compagni

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San Luis Batis Sainz 1

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San Simpliciano

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Santi Stratone, Filippo ed Eutichiano

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San Tarsicio (o Tarcisio) di Roma3San Tarsicio (o Tarcisio) di Roma4San Tarsicio (o Tarcisio) di Roma5

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