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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Nº 1379-2 - “2” - CARTAS DE SÃO PAULO - 16 DE AGOSTO DE 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1375 - 2ª Página

12 de Agosto de 2012

CARTAS DE S. PAULO

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CARTAS PASTORAIS

CARTAS CATÓLICAS

CARTA DE SÃO TIAGO

 
5  -  Advertência aos ricos  -  E agora vós, ó ricos, chorai em altos gritos por causa das misérias que virão sobre vós. As vossas riquezas estão apodrecidas e os vossos vestidos estão comidos pela traça. O vosso ouro e a vossa prata enferrujaram-se e a sua ferrugem dará testemunho contra vós: Devorará a vossa carne como o fogo. Entesourastes nos últimos dias! O salário dos trabalhadores, que ceifaram os vossos campos, foi defraudado por vós, e clama: e os clamores dos ceifeiros chegaram aos ouvidos do Senhor dos exércitos. «Vivestes na terra rodeados de volúpias e de delícias; cevastes os vossos corações para o dia da matança. Condenastes e matastes o justo, e ele não vos resistiu»
Exortações finais - Sede, pois, pacientes, irmãos, até à vinda do Senhor. Vede como o lavrador aguarda o precioso fruto da terra e tem paciência até receber a chuva temporã e a tardia. Tende também vós paciência e fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima. Não vos queixeis uns dos outros para que não sejais julgados. Eis que o Juiz está à porta. Tomai irmãos, como modelos de sofrimento e de paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. Vede: Nós temos por bem-aventurados aqueles que sofreram. Ouvistes falar da paciência de Job e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é misericordioso e compassivo.
Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo Céu, nem pela Terra, nem façais qualquer outro juramento. Que o vosso SIM seja SIM e que o vosso NÃO seja NÃO, para não incorrerdes em condenação.
Está alguém entre vós aflito? Entregue-se à oração. Está alguém contente? Cante louvores. Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da Igreja e que estes orem sobre ele, ungindo-o com óleo no nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor recebê-lo-à: e, se cometeu pecados, ser-lhe-ao perdoados. Confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros para serdes curados. A oração fervorosa do justo tem muito poder. Elias era um homem  sujeito ao sofrimento com o nós e orou com fervor para que não chovesse, e durante três anos e seis meses não choveu sobre a terra. Orou de novo, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto. Meus irmãos, se algum de vós, se extraviar da verdade e alguém o converter, saiba que aquele que fizer retroceder um pecador do seu erro, salvará a sua alma da morte e fará desaparecer uma multidão de pecados.
 

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Este Post era para ser colocado em 12 de Agosto de 2012 – 10,15 horas

ANTÓNIO FONSECA

Prosseguirei esta tarefa, amanhã se Deus quiser, já com as Cartas de São Pedro – INTRODUÇÃO -
 
Porto - Portugal
das CARTAS CATÓLICAS. AF
 

Nº 1379-2 - "1” - CARTAS DE SÃO PAULO - 16 DE AGOSTO DE 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1374 - 2ª Página

11 de Agosto de 2012

CARTAS DE S. PAULO

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CARTAS PASTORAIS

CARTAS CATÓLICAS

CARTA DE SÃO TIAGO

 
4  -  As más paixões  -  De onde vêm as guerras e as pelejas entre vós? Não vêm precisamente das paixões que combatem nos vossos membros? Cobiçais e nada tendes; matais, sois invejosos e não conseguis o que desejais; combateis e guerreais, porque pedis mal com o fim de satisfazerdes as vossas paixões.
Adúlteros, ignorais que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Quem quiser ser amigo do mundo torna-se inimigo de Deus. Pensais, acaso que a Escritura diz sem razão: «O Espírito que habita em nós ama-nos com ciúme?» Além disso, Ele dá uma graça mais abundante conforme a palavra da escritura: «Deus resiste aos orgulhosos, mas dá a Sua graça aos humildes». Submetei-vos, portanto, a Deus: resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós. Aproximai-vos de Deus e Ele aproximar-Se-à de vós. Lavai as mãos, pecadores, e purificai os vossos corações, ó homens irresolutos. reconhecei a vossa miséria, lamentai-vos e chorai; converta-se o vosso riso em pranto e a vossa alegria em tristeza. Humilhai-vos diante do Senhor e Ele exaltar-vos-à.
Não faleis mal uns dos outros, irmãos. Quem fala mal de um  irmão e julga o seu irmão, fala mal da Lei e julga a lei. Ora, se tu julgas a Lei, já não és observador da Lei mas seu juiz. Há um só legislador e um só juiz que pode salvar e condenar. mas quem és tu, que julgas, o teu próximo?
E agora a vós que dizeis: «Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, passaremos ali um ano, comerciaremos e ganharemos dinheiro», vós nem sequer sabeis o que acontecerá amanhã! O que é a nossa vida? É um,vapor que aparece por um instante, depois desaparece. Porque não dizeis antes: «Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo». Mas agora gloriai-vos das vossas presunções: Toda a glória deste género é má. Aquele, pois, que sabe como praticar o bem e não o pratica comete pecado.
 

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Este Post era para ser colocado em 11 de Agosto de 2012 – 10,15 horas

ANTÓNIO FONSECA
Porto  -  Portugal

Prosseguirei esta tarefa, amanhã se Deus quiser, já com a Carta de São Tiago - 5 das CARTAS CATÓLICAS. AF
 

Nº 1379-1 - (229-12) - SANTOS DE CADA DIA - 16 DE AGOSTO DE 2012 - 4º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Nº 1378-1  -  (229-12) 
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SANTO ESTÊVÃO DA HUNGRIA
Rei (979-1038)
Esteban de Hungría, Santo
Esteban de Hungria, Santo
Filho do duque dos magiares, tribo belicosa que viera da longínqua Cítia e do mar Cáspio, para estabelecer-se nas margens do Danúbio, nas ricas províncias da Panónia e Morávia, nasceu Santo Estêvão no ano de 979. Chamava-se Voik e – convertido ao Cristianismo com o pai Geiza aos 17 anos, devido à pregação de Santo Adalberto, bispo de Praga – tomou o nome do primeiro mártir cristão. Este, segundo a tradição, tinha aparecido à sua mãe Sarolta e tinha-lhe profetizado que o filho dela seria o primeiro a usar a coroa real na Hungria. Aos 18 anos foi proclamado duque dos Húngaras. Desde o principio do governo tomou como ponto fundamental do programa a conversão total do seu povo ao Cristianismo. Seu pai tinha-se feito cristão sem plena consciência. Um dia que Santo Adalberto repreendia os seus costumes e as suas maneiras pagãs, que desejava juntar com a pureza e o culto cristão, respondeu-lhe, mostrando enormes tesouros: «Sou bastante rico para adorar todos os deuses juntos». O filho, pelo contrário, compreendeu perfeitamente todo o sentido da fé cristã e levou-a até às últimas consequências. Não queria servir mais que a um só Senhor, a Cristo. Como homem privado, era modelo de cristãos; como homem público, exemplar perfeito de governantes. O dia levavam-lhe os negócios, mas as noites eram para Deus. Entregava-se à oração tanto na paz como na guerra, exatamente como poderia fazer um ermitão. os seus familiares encontravam-no por vezes levantado no ar. «A prática da oração, dizia ao filho, é a garantia da saúde do reino. Assim não te esqueças nunca de repetir aquelas palavras de Salomão: “Envia, Senhor, a sabedoria desde o trono da tua grandeza, para que viva comigo e trabalhe comigo e eu saiba em todo o tempo o que é agradável diante de Ti”». Verdadeiro pai de seu povo, não havia necessidade que não remediasse. Como pai, os seus súbditos eram filhos e podiam em todo o tempo chegar a ele para expor as suas queixas. A sua caridade fez que olhasse pelos que viviam dentro do reino e também pelos que estavam fora dele. Fundou hospedarias em Roma, Constantinopla e Jerusalém, para os Húngaros peregrinos.. A grande obra de Santo Estêvão como rei foi a conversão do seu povo. A glória característica dele é de ter sido o primeiro apóstolo dos Húngaros. Nele realiza-se tudo quanto se pode pedir dum apóstolo santo. Com o exemplo e o ascendente, levou os grandes e o povo inteiro a abraçar a fé católica; deu ao reino legislação genuinamente cristã; fundou e dotou sés episcopais; levantou mosteiros e edificou instituições de beneficência dentro e fora do reino.
Esteban de Hungría, Santo
Esteban de Hungría, Santo
Conservam-se ainda as leis que deu à Hungria, e nas normas de governo que deixou ao filho concebe o reino como templo sustentado por dez colunas, que são: a solidez da fé, o esplendor da Igreja, a pureza e a sabedoria dos eclesiásticos, a fidelidade e fortaleza dos barões e cavaleiros, a generosidade com os estrangeiros, a recta administração da justiça, a sábia organização do conselho, o respeito às tradições dos maiores, o auxílio da oração e, por fim, a piedade e misericórdia. «O rei que não atende à voz da misericórdia, é tirano. Por isso, meu filho muito amadodoçura do meu coração, esperança da geração futurarecomendo-te que tenhas entranhas de mãe, não só com os teus parentes, não só para com os chefes do exército e os potentados, mas para com todo o povo. As obras de piedade serão a base da tua felicidade. Sê paciente não só com os ricos, mas também com os necessitados. Sê forte, de maneira que nem a fortuna te levante nem te desanime a adversidade. Sê humilde, que Deus se encarregará de exaltar-te. Sê doce, sem esquecer a justiça e sem castigar irrefletidamente. Sê casto e evita os estímulos da concupiscência como latidos de morte. Estas são as pedras preciosas duma coroa real,. Sem elas perderás o reino da terra e também não conseguirás aquele que não acaba». Ao dar estes conselhos ao filho, traçava sem querer a imagem de si mesmo. Humilde súbdito da Igreja Romana, não quis usar a coroa de rei até que o papa Silvestre II o autorizou, mandando-lhe uma coroa de ouro com cruz riquíssima, que o deveria preceder, como aos dignitários da Igreja, em todos os atos públicos. Sete anos antes da morte, perdeu o filho Santo Emerico, anjo de celestial pureza, que Deus glorificou depois com milagres e prodígios. Santo Estêvão segui-o a 15 de Agosto de 1038. A sua festa fixou-a Inocêncio IX a 2 de Setembro, como recordação da vitória que neste dia obtiveram as armas cristãs contra os Turcos na cidade de Budapeste. Santo Estêvão é exemplo do que podem fazer todas as pessoas influentes na sociedade. A influência é dom de Deus e há-de orientar-se sempre para o bem. O apostolado cristão é dever de todos os que foram dotados de riquezas, poder e autoridade. Apostolado com o exemplo e a vida, primeiro: e apostolado também com a exortação oportuna e caridade generosa. É a obra mais permanente e mesmo mais proveitosa que nós mesmos podemos realizar, enquanto dura a lux desta vida, conforme os sentimentos de Santo Agostinho: quem salva uma alma, predestina a sua para a glória. Santo Estêvão, por ser «o primeiro rei que consagrou a sua nação a Nossa Senhora», tem uma estátua na Basílica de Nossa Senhora de Fátima e um vitral na capela do Calvário húngaro. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it
SÃO ROQUE
(século XIV)
Roque, Santo
Roque, Santo
Peregrino e Taumaturgo
Nasceu e morreu em Mompilher (Montpellier), França, na primeira parte do século XIV. Tendo perdido os pais cerca dos seus vinte anos, Roque partiu para Roma em peregrinação. Antes dividira os seus bens em duas partes, distribuindo uma aos pobres e confiando a outra à guarda dum tio. Peregrinando, tomava o caminho mais longo, parando onde grassava alguma epidemia, tratando os doentes e muitas vezes curando-os com o sinal da cruz. Viveu bastantes anos na Cidade eterna e depois resolveu voltar a França para liquidar o resto dos seus bens. Pelo caminho, foi atacado pela peste e refugiou-se, junto de Placência, numa floresta, para não contaminar ninguém. Lá teria morrido de fome se não fosse um bom cão que vinha cada manhã trazer-lhe um pão roubado da mesa do senhor. Este, intrigado com o animal que roubava com tanta regularidade, seguiu-o pela floresta; encontrou o doente, travou amizade com ele e fez o possível por lhe melhorar a sorte. «É S. Roque e o cão», costuma-se dizer de duas pessoas que estão sempre juntas. E numerosos pintores, que reapresentaram S. Roque, nunca deixaram de colocar este bom cão, seu amigo, nos quadros que fizeram. Mompilher estava em guerra civil quando Roque lá chegou. Tomado por revoltoso, foi levado diante do governador, que era precisamente o seu tio. Nem ele, porém, nem ninguém o reconheceu, tanto as penitências o tinham mudado: e Roque nada disse, como fez o Senhor na Paixão. Foi mandado para a cadeia; e ficou esquecido; lá morreu de miséria, ao cabo de cinco anos. Foi, ao que se diz, sua avó que o identificou depois de morto, vendo uma mancha cor de vinho, em forma de cruz, que ele tinha no peito desde a nascença. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

• Serena, santa
Agosto 16 Emperatriz Romana,
Serena, santa
Serena, santa
Martirologio Romano: Santa Serena de Roma, emperatriz, mujer del emperador Diocleciano. Convertida y bautizada por San Ciriaco, practicó la religión católica en el palacio del emperador y salvó las vidas de muchos cristianos, interponiendo su valimiento ante aquel monstruo de crueldad. Santa Serena fue emperatriz romana de finales del siglo III. Fue esposa nada menos que de Diocleciano. La cruelísima persecución que desencadenó este emperador contra los cristianos en los últimos años de su reinado, después de un largo período de paz, movió a piedad el corazón de Serena, que intercedió repetidamente ante su esposo para que pusiera fin a tantos y tan crueles martirios. Pero no amainó la tormenta, sino que fue in crescendo. Y llegó a ser tal la admiración que despertó en Serena el valor de los cristianos, que acabó sintiéndose atraída por aquella fe tan recia y se convirtió al cristianismo, siendo bautizada por san Ciríaco. A pesar de la severidad con que se perseguía a los cristianos, Serena pudo practicar su fe en la corte sin ser molestada por nadie. La corte imperial era inaccesible a los jueces, y el emperador amaba demasiado a su esposa como para incomodarse por su fe después de haberla tolerado tantos años. Pudo por tanto Serena acabar sus días en paz, reconfortando a los cristianos perseguidos. La Iglesia la elevó al honor de los altares y conmemora su fiesta el 16 de agosto, el día siguiente de la Asunción
(José María Sanchís Mompó), Beato
Agosto 16 Religioso y Mártir,
Gabriel Mª de Benifayó (José María Sanchís Mompó), Beato
Gabriel Mª de Benifayó (José María Sanchís Mompó), Beato
Martirologio Romano: En la localidad de Picasent, en el territorio de Valencia, en España, beato Gabriel María de Benifayo (José María Sanchís Mompó), religioso de los Terciarios Capuchinos de la Virgen de los Dolores y mártir, que, por la violencia de los enemigos de la Iglesia, emigró al Señor (1936). José María Sanchis Mompó, su verdadero nombre, nace el 8 de octubre de 1866 en Benifayó de Espioca, diócesis y provincia de Valencia. Fueron sus padres Gabriel y Vicenta.En su pueblo natal aprende las primeras letras y luego se ejercita en el oficio de carpintero, que practica hasta los casi veinticinco años en que se decide a ingresar en religión.El 24 de junio de 1890 hace su primera profesión religiosa en manos del Venerable Luis Amigó y el 15 de agosto de 1896 emite sus votos perpetuos. Llamado a servir al Señor desde la primera hora de la Congregación de Terciarios Capuchinos, en su dilatada vida recorrió la mayor parte de las casas de la misma, simultaneando generalmente su ministerio de administrador con el oficio de carpintero. Los últimos trece años de su existencia los pasa en la casa noviciado de Godella, Valencia, donde dio muestras de sus habilidades como ayudante de administración y su destreza en el trato de la madera. Y donde le sorprende la contienda. El 25 de julio de 1936 abandona la casa noviciado dirigiéndose a su pueblo natal en busca de lugar más seguro. Halla piadosa acogida en casa de su sobrina Florencia Sanchís. El 14 de agosto fue sacado violentamente de casa de su sobrina y recluido en la cárcel del pueblo. Y antes del amanecer del 16 de agosto, hacia las dos de la mañana, juntamente con cinco sacerdotes más, hijos del pueblo, fue sacrificado en la partida de La Coma, junto a la Masía de Espioca, y en el término de Picassent (Valencia).Fray Gabriel fue un religioso muy afable, bondadoso y servicial. Asimismo se manifestaba sumamente piadoso. Era la imagen del hermano franciscano más popular. Era el religioso humilde, alegre, amable y trabajador, que creaba fraternidad. Varón de silenciosa dulzura, siempre manifestó una franciscana reverencia hacia los sacerdotes sus hermanos en religión.Fue beatificado por S.S. Juan Pablo II el 11 de marzo de 2001 junto a otros 232 mártires de la persecución religiosa en España.
Enrique de Almazora (Enrique García Beltrán), Beato
Enrique de Almazora (Enrique García Beltrán), Beato
Martirologio Romano: En la localidad de Benicasim, cerca de Castellón, España, beato Enrique de Almazora (Enrique García Beltrán), diácono de la Orden de los Hermanos Menores Capuchinos y mártir, que, sufriendo el martirio, tuvo parte en la victoria de Cristo (1936).  Nació en Almassora (Castellón) el 16 de marzo de 1913, y fue fusilado el 16 de agosto de 1936 en La Pedrera (Castellón) a la edad de 23 años. Hizo la profesión temporal en la Orden Capuchina el 1 de septiembre de 1929, y la de votos perpetuos el 17 de septiembre de 1935. Recibió la palma del martirio a los pocos meses de ser ordenado diácono. En efecto, el 18 de julio de 1936 tuvo que dejar el convento de Orihuela y volver a Almassora, a casa de sus padres, en busca de seguridad. Pero fue arrestado el 1 de agosto y encarcelado. En la noche del 15 al 16 de agosto de aquel año, él y un grupo de laicos fueron conducidos por la carretera que lleva a Castellón, hasta una localidad llamada La Pedrera, y allí fusilados. Murieron gritando: «¡Viva Cristo Rey!».
El 11 de marzo del año 2001, el papa Juan Pablo II lo beatificó como parte de 233 mártires de la persecución religiosa en España.
• Plácido García Gilabert, Beato
Agosto 16 Sacerdote y Mártir,
Plácido García Gilabert, Beato
Plácido García Gilabert, Beato
Martirologio Romano: En Denia, en el territorio de Alicante, España, beato Plácido García Gilabert, religioso de la Orden de los Hermanos Menores y mártir, que llevó a cabo un glorioso combate por su amor a Cristo (1936). Nació el día 1 de enero de 1895 en Benitachell, provincia de Alicante y diócesis de Valencia. Al día siguiente fue bautizado y se le impuso el nombre de Miguel. Su familia, profundamente cristiana, gozaba de gran estima, y en ella aprendió a amar y servir al Señor. Hizo los estudios primarios en las escuelas nacionales de su pueblo, destacando entre sus compañeros por sus dotes intelectuales y por su carácter bondadoso, avispado y organizador; era siempre el primero de clase. En 1907, a los doce años, ingresó en el Seminario menor franciscano de Benissa (Alicante), donde cursó las Humanidades con notable aprovechamiento. El 3 de octubre de 1910 vistió el hábito franciscano en el monasterio de Santo Espíritu del Monte (Gilet-Valencia), cambiando su nombre de pila por el de Plácido. Terminado el noviciado, hizo allí mismo la profesión religiosa el 24 de octubre de 1911. Cursó brillantemente los estudios de filosofía y teología en el Estudiantado franciscano de la Provincia de Valencia y fue ordenado sacerdote el 21 de septiembre de 1918. En su época de estudiante se tenía muy buen concepto de él, tanto por su aplicación en los estudios como por su conducta religiosa ejemplar.
Después de su ordenación sacerdotal, su ministerio principal fue el de la enseñanza en las casas de formación de la Provincia franciscana de Valencia y también en el colegio «La Concepción» de Onteniente (Valencia). Se distinguió como predicador elocuente de la Palabra de Dios. Fue muy asiduo al ministerio del confesonario y estimado director de almas. Enseñó humanidades en el seminario franciscano de Benissa; después, teología en el estudiantado franciscano de Cocentaina, donde también fue maestro de estudiantes. Más tarde, por su capacidad intelectual y por sus aptitudes para la enseñanza, fue enviado para ampliar estudios a Roma (1930-1933), donde obtuvo el título de Lector general en la Facultad de Derecho Canónico del «Antonianum» con la máxima calificación. Al regresar a su Provincia franciscana, enseñó teología en el estudiantado franciscano de Onteniente, donde también fue superior de la comunidad franciscana y rector del colegio. Los testigos de su Proceso abundan en testimonios sobre las cualidades morales y religiosas de que estuvo adornado el P. Plácido en el desempeño de sus ministerios y en el cumplimiento de sus responsabilidades religiosas, destacando su fervor, rectitud, espíritu de sacrificio, humildad y caridad, amor al silencio y a la oración, así como su devoción al Santísimo Sacramento, a la Santísima Virgen y a la práctica del Vía Crucis.
El 18 de julio de 1936, cuando se inició la guerra civil y se desbocó la persecución religiosa española, el padre Plácido estaba de morador en el Colegio «La Concepción» de Onteniente. Tres días después se vieron obligados a dispersarse los religiosos del mismo. El padre Plácido se refugió en casa de los suyos en Benitachell, buscando seguridad entre sus familiares y paisanos. Confiado en esa supuesta seguridad y en la Providencia de Dios, no quería esconderse y hacía vida normal en su pueblo. Ante las advertencias de sus familiares sobre el peligro que corría llevando el hábito religioso y no escondiéndose, solía responder: «¿Qué me puede pasar? ¿Que me quiten la vida? ¡La doy gustoso!» Incluso, según sus propias palabras, se ofreció como víctima. Así lo refiere un testigo, explicando la conversación que mantuvo el Beato con una señora maestra: «Ante los temores que le manifestó la citada maestra, el Siervo de Dios dijo: "La encuentro muy desanimada. No sea así; hemos de recibir del Señor todo lo que él nos mande; recibirlo con alegría. Yo ya me he ofrecido como víctima; no se lo digo por vanagloriarme, sino para que usted se anime. ¿Qué mejor que morir por la causa de Dios?"» Al proponerle su familia la posibilidad de trasladarse a Mallorca por su seguridad, contestó: «No, que luego se vengarán en vosotros; yo soy solo y no hago falta a nadie; vosotros os debéis a vuestras familias. De manera que ni pensar que yo me esconda». Así pues, desde finales de julio de 1936 el P. Plácido estuvo en su pueblo, con sus familiares, haciendo una vida más o menos normal, celebrando algunos días la Santa Misa y prestando algunos servicios espirituales, siempre en privado, por supuesto, ya que todo lo religioso estaba perseguido. A instancias de la familia y para mayor seguridad, se retiró a una casa de campo de su hermano Vicente. Allí vivió «muy sereno y lleno de confianza en la voluntad de Dios», refiere un testigo, hasta el día 15 de agosto en que fue detenido.Su hermano Vicente, en su declaración testifical, da los detalles de la detención del P. Plácido: «El día 15 de agosto, fiesta de la Asunción de la Virgen, serían las tres de la tarde, vinieron al pueblo un camión de milicianos con ametralladoras, procedentes, según se decía, de Jávea y Denia. Estuvieron a buscarlo en una casita de campo de mi propiedad en las afueras del pueblo. Al no encontrarle, los mismos milicianos les acompañaron a la casita de mi hermano Gabriel, más alejada del pueblo, donde el Siervo de Dios se encontraba entonces. Y allí fue detenido. Los milicianos preguntaron por un sacerdote. Mi hermano Gabriel dijo que allí no había ningún sacerdote. El Siervo de Dios que estaba en el interior, al oír aquellas palabras salió inmediatamente y dijo: "Aquí lo que hay es un fraile y soy yo". Entonces le intimaron a que se fuera con ellos inmediatamente y sin reparo alguno. Voluntariamente el Siervo de Dios les siguió... El Siervo de Dios fue subido a un camión y paseado por todo el pueblo, para que todos los vecinos se enteraran de su detención, y luego llevado a Denia».Su mismo hermano Vicente cuenta lo que ocurrió el 16 de agosto de 1936 en la carretera de Denia a Jávea, en la partida llamada «La Plana»: «Al amanecer del día siguiente de su detención, el Siervo de Dios fue conducido, según oí decir, en el mismo camión, a La Plana de Denia. Los milicianos le invitaron a que se apease y de allí tomase la dirección hacia el pueblo, pues le dijeron que estaba libre y que él ya conocía el camino. Apenas hubo empezado la marcha el Siervo de Dios, los milicianos le dispararon unos tiros dejándolo muerto en el acto. La noche del 15 al 16 de agosto yo la pasé en vela preocupado por la muerte de mi hermano Plácido. Un niño, por la calle, gritó: "Ya han muerto al fraile". Entonces yo marché al Comité a pedirles que, por lo menos, recogieran su cadáver. Fueron a buscarlo unos miembros del Comité y un familiar nuestro. No estaba ya su cadáver en la carretera, pero lo encontraron en el cementerio de Denia. Entonces los mismos miembros del Comité de Benitachell y mi primo, se trajeron el cadáver del Siervo de Dios al cementerio de Benitachell. Yo mismo vi su cadáver martirizado y herido por las armas de fuego en la espalda y un ojo vacío».De otro lado, un testigo que presenció las exploraciones periciales practicadas sobre el cuerpo del Beato, nos asegura que había sido brutalmente maltratado y mutilado: «El día 17 de agosto de 1936 fui requerido por el Dr. D. Vicente Noguera, médico titular de Benitachell, ya fallecido, para que le ayudase a practicar la autopsia del padre Plácido García Gilabert, que según rumores populares había sido martirizado y asesinado la noche anterior, por unos forasteros, en La Plana de la carretera de Denia a Jávea. Esa mañana nos trasladamos al cementerio, donde estaba el cadáver del Siervo de Dios, a quien reconocimos inmediatamente... El cuerpo del Siervo de Dios, joven y corpulento, estaba mutilado: le faltaban los órganos sexuales y una oreja; y además presentaba señales punzantes en nalgas y otras partes, como producidas por una aguja "saquera". No recuerdo con exactitud si también le faltaba la otra oreja». Practicado el reconocimiento pericial por el médico titular de Benitachell y su ayudante, se dio sepultura al mártir en un nicho de la familia en el mismo cementerio. Contaba el P. Plácido 41 años de edad, 25 de hábito y 17 de presbiterado. En 1967 sus restos fueron trasladados devota y solemnemente en la iglesia parroquial de Benitachell. El 11 de marzo del año 2001, el papa Juan Pablo II lo beatificó junto a otros 232 mártires de la persecución religiosa en España.

Petra de San José (Ana Josefa Pérez Florido), Beata
Petra de San José (Ana Josefa Pérez Florido), Beata
Martirologio Romano: En Barcelona, en España, beata Petra de San José (Ana Josefa) Pérez Florido, virgen, que ofreció con alegría un cuidado asiduo a los ancianos abandonados y fue fundadora de la Congregación de Hermanas Madres de los Desamparados (1906). La Beata Petra de San José nació el 7 de diciembre de 1845, en el Valle de Abdalajís (Málaga). En el bautismo recibió el nombre de Ana Josefa. Fue la más pequeña de cinco hermanos. Sus padres, José Pérez Reina y María Florido González, la educaron en un ambiente familiar verdaderamente cristiano.A través de sus escritos, de los testimonios de quienes la conocieron y de la obra que nos dejó, se llega a la conclusión de que poseía una fuerte y magnética personalidad: inteligente, de agudo ingenio, segura de sí, tenaz, afectiva y emotiva, pero equilibrada, muy sensible al dolor ajeno, alegre, sencilla, de simpatía arrolladora, con un claro y coherente proyecto de vida... Cualidades que, luego, se verían dinamizadas y transformadas por el Espíritu de Dios, al que siempre se mantuvo abierta. Al llegar a la adolescencia, como cualquier joven de su edad, Ana Josefa se enamoró de un apuesto joven del pueblo, José Mir, al que amó mucho y con el que rompió, cuando Cristo, de manera muy singular, se cruzó en su vida. A partir de entonces no tuvo otro deseo que consagrarse totalmente a Él. Con la firmeza y tenacidad que siempre la caracterizaron, al ver que el camino hacia la Vida Religiosa le estaba vedado, de momento, por la oposición de su padre, decidió vivir su entrega al Señor en su mismo pueblo, dedicándose a la oración y al cuidado de los más necesitados, especialmente de los ancianos abandonados. Su entrega al Señor y su espíritu de servicio los compartió, primeramente, con una joven muy piadosa y caritativa, Josefita Muñoz Castillo, y, más tarde, con Frasquita e Isabel Bravo Muñoz y con Rafaela Conejo Muñoz. Con ellas extendió su acción caritativa hasta el vecino pueblo de Álora. Una vez muerto su padre, en 1877, la senda hacia la Vida Religiosa queda despejada. Una frase suya, de esta época, condensa muy bien lo que fue, para siempre, la consigna de su vida: Señor, Vos sobre todas las cosas. Por consejo de su confesor, ingresa en la naciente Congregación de las Mercedarias de la Caridad, en 1878. Unos meses más tarde, convencida de que el Señor no la quiere allí, sale de las Mercedarias. Guiada por su confianza en el Señor y por su profundo sentido de fidelidad a la Iglesia, presenta su situación al Obispo de Málaga, D. Manuel Gómez Salazar, que, con palabra profética, pone fin a su incertidumbre y le señala un camino que ella, en su humildad y sencillez, jamás se había planteado: Fundadora de una nueva Familia Religiosa en la Iglesia, las Madres de Desamparados.  Las compañeras del Valle que la habían seguido al entrar en la Congregación de las Mercedarias —Frasquita, Isabel y Rafaela— la siguen, igualmente ahora, al salir de la misma; ya que comprenden, lo mismo que ella, que el Señor no las llama por ese camino. Las tres, como Madre Petra, serán Madres de Desamparados, formarán parte de la primitiva Comunidad Fundacional y llevarán, respectivamente, los nombres de Madre Magdalena de San José, Madre Natividad de San José y Madre Trinidad de San José.  Madre Petra comienza su itinerario de Madre de Desamparados con la emisión de sus Votos temporales, en la Iglesia de San Juan Bautista de Vélez-Málaga, el 2 de febrero de 1881. Su consagración definitiva al Señor tuvo lugar en la Casa de Ronda (Málaga), en el marco incomparable de su bella Iglesia, el 15 de octubre de 1892. Una oración-ofrenda, compuesta por ella misma, en este día, pone de manifiesto la verdad y radicalidad de su entrega: Señor, disponed de mí, a toda vuestra voluntad, a toda vuestra libertad…y como dueño absoluto y legítimo de todo mi ser. Haced que todo lo que haga sea acepto a vuestros purísimos ojos; de otro modo no quiero vivir.  La andadura vocacional de Madre Petra no fue, precisamente, un camino de rosas. Quiso seguir a Cristo con la máxima fidelidad, por lo que la cruz del Señor se le hizo presente de muchos modos. Asusta contemplar las muchas dificultades, persecuciones, calumnias, soledad y, finalmente, enfermedad, que marcaron su vida, ya desde los comienzos. También asombra el comprobar su actitud de confianza ilimitada en el Señor, en medio de las adversidades, así como la exquisita caridad y elegancia de espíritu con que respondió siempre a los que la calumniaron y la hicieron sufrir. La vida de Madre Petra se caracteriza también por constituir un prodigioso equilibrio entre la contemplación y la acción apostólica. Su amor apasionado a Cristo la lleva a buscarlo, tanto en la soledad y el silencio como en el rostro de los ancianos y niños desamparados. Agotada por su entrega sin límites, por las persecuciones sufridas y por una grave enfermedad, murió a los 60 años, cuando aún se podría haber esperado mucho de ella. Ocurrió en Barcelona, el 16 de agosto de 1906. La fama de santidad de Madre Petra y los muchos favores atribuidos a su intercesión, dan lugar a que se abra en Barcelona, en 1932, el Proceso Diocesano de Beatificación y Canonización. El 14 de junio de 1971 el Papa Pablo VI aprueba sus virtudes heroicas y la declara Venerable.  El 16 de octubre de 1994, fue beatificada en Roma por Su Santidad Juan Pablo II.
Tomás Gengoro y compañeros, Beatos
Tomás Gengoro y compañeros, Beatos
Martirologio Romano: En Kokura, también en Japón, beatos mártires Simón Bokusai Kiota, catequista, y Magdalena, su esposa; Tomás Gengoro y su esposa María, y el hijo de ambos, Jacobo, todavía niño, que, por orden del prefecto Yetsundo y por odio hacia el nombre de Cristo, fueron crucificados cabeza abajo (1620).  Simón Bokusai Kiota y Magdalena su esposa, Tommaso Gengoro, María su esposa y su Jacobo paro, bajo la acusación de haber enseñado la doctrina cristiana a pesar de los edictos del emperador, fueron condenados a ser crucificados a cabeza abajo, como san Pedro, la orden fue dada por Yetsundo, prefecto de Kokura, capital de Bougen.  La ejecución tuvo principio el 16 de agosto de 1620, dos horas después de la salida del sol. Simón y Magdalena, siendo ya de edad avanzada, exhalaron hacia tarde; María resistió un poco más, aunque no se sepa cuánto; Tomás y Jacobo, todavía estaban vivos después de tres días, para eliminarlos traspasaron sus caderas con golpes de lanza. Sus cuerpos fueron quemados y las cenizas esparcidas al viento.  La beatificación tuvo lugar en 1867. Son conmemorados el 16 de agosto. responsable de la traducción: Xavier Villalta
• Juan de Santa Marta, Beato
Agosto 16 Presbítero y Mártir,
Juan de Santa Marta, Beato
Juan de Santa Marta, Beato
Martirologio Romano: En Kioto, de Japón, beato Juan de Santa Marta, presbítero de la orden de los Hermanos Menores y mártir, que, mientras era conducido al lugar del suplicio, iba predicando al pueblo y cantando el salmo Alabad al Señor, todas las gentes (1618). Beatificado por Pío IX el 7 de julio de 1867. Juan de Santa Marta nació cerca de Tarragona, España. A los 8 años era monaguillo cantor de la catedral de Zaragoza: se dedicó al estudio del latín y se destacó por su amor a la música. Después formó parte de la Schola Cantorum de la catedral de Zamora. Luego ingresó en la Orden Franciscana. Se mostró fiel a la gracia de la vocación, tendió a la perfección y llegó a ser modelo de las virtudes religiosas. Ordenado sacerdote, Dios le inspiró consagrarse al apostolado entre los pueblos infieles. Partió para Filipinas con Fray Sebastián de San José y otros 30 misioneros Franciscanos, muchos de los cuales darían luego la vida por Cristo. De las Filipinas Juan pasó al Japón, donde abrió una escuela de música que reunió más de 400 alumnos, a los cuales enseñaba canto, órgano y otros instrumentos. En el Japón ejerció durante 10 años un intenso apostolado, evangelizando varias provincias. Fue puesto a la cabeza de la misión de Fuscimi, en donde se mostró un auténtico apóstol de Cristo, infatigable en la obra evangelizadora. Amante de la seráfica pobreza, llevaba una túnica remendada, caminaba descalzo sin sandalias inclusive en la estación más cruda. Su virtud le mereció la veneración de los cristianos y de los mismos paganos. Al tiempo de la promulgación del edicto de persecución, en 1614, Fray Juan de Santa Marta fue desterrado, pero poco después reingresó en el Japón y disfrazado de japonés recorrió las provincias de Arima y de Omura, donde la persecución era más violenta. El santo misionero visitaba a los cristianos en sus casas, fortalecía a los vacilantes, reconducía a los apóstatas a la iglesia, administraba los Sacramentos, cada día celebraba la Santa Misa, ya en un lugar, ya en otro. Por la noche se retiraba a algún monte, donde reposaba.
Fue arrestado y puesto en prisión, donde permaneció por tres años con indecibles sufrimientos. El confesor de Cristo vio llegar el día del último combate. Mientras lo conducían al suplicio todavía habló del Evangelio, luego entonó el “Te Deum”. Al llegar al lugar del martirio oró por sus perseguidores, elevó luego los ojos al cielo y ofreció la cabeza al hacha del verdugo. Era el 16 de agosto de 1618 y tenía 40 años. Algunas partes de su cuerpo fueron recogidas por cristianos y rodeadas de veneración, realizaron prodigios.

Ángel Agustín Mazzinghi, Beato
Ángel Agustín Mazzinghi, Beato
Martirologio Romano: En Florencia, de la Toscana, beato Ángel Agustín Mazzinghi, presbítero de la Orden de los Carmelitas (1438). Nació en Florencia, de la ilustre familia de los Mazinghi, alrededor de 1386. Ya grandito, a sus 25 años, allá por 1414, abrazó la vida del Carmelo en la recién iniciada “Observancia de Las Selvas”, que intentaban vivir la Regla carmelita en toda su pureza. El necrologio de Lucio dice que “como viera la corrupción del mundo y lleno de un gran deseo de santificarse, marchó al convento de Las Selvas y allí, con algunos compañeros que abundaban en las mismas ideas, emprendió la vida del Carmelo y su primera observancia”.
Poco duró esta observancia como tal, ya que se integró en la célebre Congregación Mantuana, que tan copiosos frutos de santidad produjo para la Iglesia y la Orden. Se ordenó sacerdote en 1415. Fue Prior de los conventos de Las Selvas y de Florencia durante varios trienios. Fue celoso predicador, obrando ruidosas conversiones como fruto de sus sermones. El año 1434 obtuvo el título de Lector. Fue un auténtico modelo de superiores. Todos lo veneraban y querían como a padre. A sus súbditos nunca mandaba cosa que primero él no practicara, manifestando además su ardiente celo para que el Carmelo no decayera de su primitivo fervor exigiendo por esto la más estricta observancia. Además, su ejemplo y santidad fueron para todos el mejor estímulo. El necrologio del Carmen de Florencia le recuerda en estos términos: “Fray Ángel Agustín, varón venerable sumamente virtuoso, insigne por su doctrina. Consejero seguro, de gran fama y vida santísima, famosísimo por su predicación, el primer hijo de la observancia de Las Selvas”.Murió el 17 de agosto 1438. Fue sepultado en la iglesia del Carmen de Florencia. Desde 1930 su cuerpo reposa bajo la Mesa del Altar Mayor de dicha Basílica. El pueblo florentino lo veneró siempre con el nombre de “el beato Angiolino”. Su culto fue confirmado por la Santa sede en 1761.
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