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sábado, 25 de agosto de 2012

Nº 1388-2 - CARTAS DE SÃO JOÃO (1ª) - 25 DE AGOSTO DE 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1388 - 2ª Página

25 de Agosto de 2012

CARTAS DE S. JOÃO

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CARTAS PASTORAIS

CARTAS CATÓLICAS

1ª CARTA DE SÃO JOÃO
                                                                                                                    
                                                                                                                                                DEUS É AMOR – CAMINHEMOS NO AMOR
3 – Vede com que amor nos amou o Pai, ao querer que fôssemos chamados filhos de Deus. E, de facto, somo-lo! Por isso, o mundo não nos conhece, porque não O conheceu a Ele. Caríssimos, agora somos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque O veremos como Ele é.
Romper com o pecado – E todo o que n’Ele tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro. Todo o que comete pecado transgride a lei, porque o pecado é transgressão da lei.
Bem sabeis que Ele Se manifestou para tirar os nossos pecados, e n’Ele não há pecado. Todo aquele que permanece n’Ele não peca; e todo aquele que peca, não O viu nem O conheceu. Filhinhos, que ninguém vos engane. Aquele que pratica a justiça é justo, assim como Ele é justo. Aquele que peca é do Demónio, porque o Demónio peca desde o princípio. Para isto é que o Filho de Deus Se manifestou: Para destruir as obras do Demónio. Todo o que é nascido de Deus não comete pecado, porque a Sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque nasceu de Deus. Nisto é que se conhecem os filhos de Deus e os filhos do Demónio: Todo aquele que não pratica a justiça e não ama seu irmão, não é de Deus.
Observar os mandamentos – Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: Que nos amemos uns aos outros. Não seja como Caim que era do maligno, e matou seu irmão. E porque o matou? Porque as suas obras eram más, ao passo que as do irmão eram justas.
Não vos admireis, irmãos, se o mundo vos odeia. Nós sabemos que passámos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Aquele que não ama permanece na morte. Todo aquele que odeia o seu irmão é homicida e sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanentemente em si. Nisto conhecemos a caridade: Ele (Jesus) deu a Sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos. Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos com palavras, nem com a língua, mas por acções e em verdade. Nisto conhecemos que somos da verdade e tranquilizaremos os nossos corações diante d’Ele, sabendo que, se o nosso coração nos condena, Deus é maior que os nossos corações e conhece todas as coisas.
Caríssimos, se o nosso coração nos não condena, temos confiança diante de Deus, e tudo o que Lhe pedirmos receberemos d’Ele, porque guardamos os Seus mandamentos fazemos o que é agradável a Seus olhos. O Seu mandamento é este: Que creiamos no nome de Seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outro, como Ele nos mandou. Aquele que observa os Seus mandamentos permanece em Deus e Deus nele. E nisto conhecemos que Ele permanece em nós pelo Espírito que nos deu.
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25 de Agosto de 2012  -  10,15 h

ANTÓNIO FONSECA

Imagem no mapa

Nº 1388-1 - (238-12) - SANTOS DE CADA DIA - 25 DE AGOSTO DE 2012 - 4º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Nº 1388-1  -  (238-12)
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SÃO LUÍS
Rei de França (1214-1270)
Luís IX – São Luís – é um terceiro franciscano enviado por Deus a fim de exercer no país de França o ofício de rei. Nasceu em Poissy, a 25 de Abril de 1214. Em 1212 tinham os muçulmanos sofrido na Espanha, nas Navas de Tolosa, uma derrota decisiva, e quando Luís contava três meses foi ganha a grande vitória nacional do jovem patriotismo francês, em Bouviones. As duas vitórias adejavam com doçura sobre o bercinho principesco: dorme, lindo menino, esperança da cristandade e da França! As menoridades são tempo difícil. Luís IX começou a ser rei aos 12 anos. Felizmente,  a mãe, Branca de Castela, era piedosa, fina e enérgica; soube manter a herança capetiana. Desde 1229 que ela a arredondou com o Langedoc oriental e obteve para a coroa a sucessão tolosana. O jovem rei inaugura o seu reinado pessoal em 1235, embora conservando a mãe ao lado. Tinha – recebida da sua avó, a rainha Isabel – a beleza dos príncipes da casa do Hainaute: era alto, magro, com ar «angélico». Tinha linda cabeleira loira e «olhos de pomba». Cedo ficou calvo e um  tanto corcunda. Era, bem de verdade, devoto. Um mensageiro do conde de Gueldre ria-se desse «rei beato, com o pescoço torcido e com  o capuz ao ombro». Um dia, uma mulher chamada Sarinha assim se dirigiu ao príncipe: «Fora! Fora! Haverias de tu ser rei de França? Melhor seria que outro, e não tu, fosse rei de França, pois não és  rei senão dos Frades menores, dos Irmãos Pregadores, dos padres e dos clérigos; muita pena é que sejas rei de França; é de pasmar que não te expulsem!» O rei David ouviu um dia, da mulher, expressões um tanto semelhantes e guardou-lhe eterno rancor. O rei Luís respondeu calmamente a Sarinha: «Sem dúvida dizeis verdades, não sou digno de ser rei…», e mandou dar-lhe dinheiro. À meia noite, o rei vestia-se para matinas na sua capela – mil e uma noites de audição da voz divina, séria e grave. Acordavam-no para a hora de prima. Assistia em seguida ao menos a uma Missa de defuntos e à Missa do dia cantada. A sua jornada era ritmada por terça, sexta, Noa, vésperas e e completas. À noite, 50 Ave-Marias com genuflexões. Deitava-se sem beber, ao contrário do uso do tempo. Em viagens, continuava a rezar as Horas, parava nas igrejas tanto tempo que os acompanhantes impacientavam-se.Nas grandes festas, a lentidão do ofício aborrecia a bastantes. O rei gostava de se privar das novidades, dos peixes grandes, como solhas, que muito apreciava. Na quaresma, tomava cerveja não sem repugnância. Deitava muita água no vinho – como nos molhos saborosos. Procurava não se rir nas sextas-feiras. Nesses dias em memória dos espinhos na cabeça de Cristo, saía sem chapéu e proibia aos filhos coroarem-se de rosas, segundo o costume. Deitava-se com o penitente no Advento, na Quaresma e em, numerosas outras noites, por exemplo, nas que precediam dias de comunhão. Confessava-se todas as sextas-feiras, mandava aos confessores que o flagelassem com cinco cadeiazinhas de ferro. Trazia cilício e oferecia até cilícios como presente. Os seus actos de caridade eram numerosos. A Normandia ainda viu afluírem os tonéis do tesouro real. «Como o amanuense que escreveu o livro, diz Joinville, o ilumina com ouro e azul, o rei iluminou o seu reino… com grande quantidade de casas de Deus… que nele fez». As arrependidas, os cegos e todos os doentes foram lembrados. O rei convidava os mendigos para a sua mesa, servia-os e comia o que eles deixavam. Visitava as leprosarias e gostava de cuidar dos lázaros mais repugnantes. Na Palestina, enterrou cadáveres. Mas não insistamos demais nestas mortificações clandestina e por vezes esquisitas. O rei insistia em fazer figura de rei; o penitente à procura de abjecção dissimulava-se, mas não por respeito humano. Sorria daqueles que o achavam piedoso em excesso; se ele perdesse duas vezes mais tempo a jogar os dados ou entregar-se a montarias, ninguém pronunciaria queixas. Demasiado generoso com os pobres? «Prefiro que o excesso das grandes despesas que faço seja antes em esmolas por amor de Deus que no luxo ou na vanglória do mundo». A sua esposa julgava que ele se vestia com simplicidade demasiada? Ofereceu-lhe vestir-se ricamente, contanto que ela, por seu lado, deixasse os seus belos enfeites para lhe agradar. A sua piedade era franca e livre. Depois do almoço, à maneira de recreio, gostava de cavaquear familiarmente. «Mordomo-mor, dizia ele um dia a Joinville, diga-me as razões por que ser homem prudente e corajoso vale mais que ser devoto». Outros príncipes desse tempo eram talvez tão virtuosos como S. Luís: Henrique III de Inglaterra frequentava também as igrejas e servia os leprosos. Mas Luís IX distinguia-se pela honestidade, rectidão e delicadeza requintadas. Essas virtudes ilustrava-as com sermões, leitura da Bíblia e dos Santos Padres, e com discutir Teologia. Esmerou-se em possuir no palácio uma bela biblioteca, bem provida. Pensava que os leigos não devem arrazoar com os incrédulos: «Ninguém, se não é muito vulto, deve discutir com tal gente; o leigo, quando houve dizer mal da fé cristã, não a deve defender senão com a espada, com que eleve bater no corpo do contrário tanto quanto ela entre». «Não tiremos o bem de outrem, nem sequer para o dar a Deus». A bondade tão delicada do rei não era inimiga da firmeza, da coragem e da grandeza de alma. Tinha feitio imperioso e sabia decidir-se com vigor, sem deixar de atender aos conselhos úteis. Qual o seu ideal de governo? Estando doente, dizia ao se primogénito: «Bom filho, peço-te que faças que o povo do teu reino te ame, pois verdadeiramente eu preferia que um escocês viesse da Escócia e governasse o reino bem e com lealdade, do que tu o o governasses mal».- Governar bem, era nada reter dos bens e dos direitos de outrem, manter os súbditos em paz e na rectidão, não guerrear contra cristãos fora da última necessidade, e apaziguar os dissentimentos. «Bem-aventurados os apaziguadores», disse Deus. Era preciso também suprimir o pecado e a heresia, tudo sacrificar ao ideal missionário da cruzada. Quereis a paz por meio do directo, nada de usurpação dos direitos adquiridos do próximo. A pretensões injustas, isto é, novas, opunha-se com tranquilidade. Parecia-lhe odiosa qualquer conquista. Para o bem da paz, consentia em sacrifícios. Desejou um compromisso justo para terminar o conflito com a Inglaterra. Esta vontade de justiça tornara o rei ilustre; de todos os lados se recorria à sua arbitragem. Até o Sacro Império e a Sé Apostólica, o rei e os barões de Inglaterra, se submeteram ao seu julgamento. Mesmo a cruzada infeliz do Egipto (1249-1250) valeu a Luís IX, no mundo muçulmano, um prestigio incomparável. pelas virtudes, impunha-se o rei prisioneiro, e os seus vencedores chamavam-lhe «sultão justo». A sua política interna inspirava-se no mesmo princípio que a política externa: «A cada um o que lhe pertence». Para impedir qualquer abuso dos seus agentes, sujeitou os juízes aos inquiridores. Para administrar justiça, criou o Parlamento. para ter contas exactas, instituiu o que seria pouco depois a Câmara das contas. Em 1263, reformou a moeda, que rapidamente se impôs à custa dos produtos senhoriais. Aliás, Luís IX não era inimigo do regime feudal e, antes de mandar os seus oficiais de justiça para acabar com a desordem numa localidade, informava-se se ele, rei , tinha direito de justiça. O bom rei tomou parte na 7ª e 8ª cruzadas. Mas veio a morrer de tifo na última que empreendeu. Faleceu a 25 de Agosto de 1270, ao desembarcar em Cartago. Tinha acabado de dizer aos enviados do príncipe de Tunes: «Desejo tão ardentemente a salvação da alma dele que eu consentiria em estar nas prisões dos sarracenos toda a minha vida sem nunca ver o dia, contanto que ele e toda a sua  gente se fizessem cristãos». O justiceiro do carvalho de Vincennes, o construtor da Santa Capela  – relicário translúcido para engastar a coroa de espinhos – permanece para a grande família francesa o mais caridoso e mais cristãos dos chefes. E para os condutores de povos, que modelo de moderação! Foi canonizado em 1297, pelo papa Bonifácio VIII. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
SÃO JOSÉ CALASÂNCIO
Fundador (1556-1648)
S. José Calasâncio foi, com S. João Baptista de La Salle, um dos grandes educadores da juventude no século XVII. Mas, enquanto os Irmãos das Escolas Cristãs se limitavam a um ensino elementar dado aos filhos do povo, os Padres das Escolas Pias (Escolápios, de Scholae Piae) dirigiram-se também por vezes aos jovens nobres, para uma instrução mais adiantada: daí certa concorrência com os filhos de Santo Inácio de Loiola e alguns institutos clericais recentes. José nasceu em 1556, na província de Huesca, Espanha. A família, de ricos homens, era uma das mais notáveis da região. Aos cinco anos já se dava à caça do demónio com uma faca. Desde que aprendeu a ler, gostou do ofício menor de Nossa Senhora. Menino, já catequizava os meninos com zelo. Tomou conhecimento com a Vida dos Santos e dela tomou gostos de penitente. Estudou em Estadilla, onde lhe chamavam o «santinho», depois entregou.-se em Lérida ao direito civil e canónico. Tonsurado em 1575, continuou a sua formação em Valência. Uma prima mostrou-se insidiosa, perigosa; o jovem teólogo veio para Alcalá. Uma vez doutorado, voltou para a sua terra e fundou «academias» para jovens. Em 1583, recebeu o sacerdócio. Tinha apenas 28 anos quando o bispo de Jaca o nomeou seu teólogo, José mostrava-se já em espírito muito amadurecido, capaz de redigir uma memória sobre a reforma dos Agostinhos. Em Outubro de 1585, visitou o mosteiro beneditino de Monserrate e contribuiu para aí ser promovido o recto zelo. Morrendo-lhe o pai em 1586, José viu-se com notável riqueza. Deu logo vultuosas esmolas e experimentou na vida eremítica na própria casa. Mas o seu prelado, bispo de Urgel, tomou-o como vigário geral quanto a parte do território. Muito alto e vigoroso, José entregava-se por vezes, a «trabalhos» de Hércules: vendo padres exercitarem-se no lançamento do dardo, ele deitava-o duas vezes mais longe. Um caseiro tinha um animal atolado; tirava-o do pântano. A actividade que exercia em favor da reforma eclesiástica obtinha belos resultados; em 1590, aos trinta e quatro anos, era vigário-geral para toda a diocese. Todavia, interiormente sentia-se movido a ir a Roma. Atravessadas prudentes hesitações, a conselho do seu director, pediu e obteve licença, e foi. Chegou na quaresma de 1592.  Durante cinco anos levou vida oculta. Levantava-se à meia noite e fazia a peregrinação das basílicas antes da aurora. Os hospitais e as prisões tinham-no como servidor. Em 1596, manifestou-se uma peste em Roma. José ajudou S. Camilo de Lélis a combatê-la. Via com pena a ignorância religiosa do povo. A escola, escola gratuita, ser-lhe-ia utilíssima. Em 1597, criou a primeira «escola pia» no presbitério de santa Doroteia, no Transtevere, não longe da ponte Sisto. Em 1612, instalou-se perto de S. Pantaleão, no bairro da Praça Navona. O Instituto de José (dos Clérigos Regulares das Escolas Pias). procurou, segundo um breve de 1614, fundir-se com os Clérigos Regulares da Mãe de Deus, fundados por S. João Leonardi. Mas os Padres de Luca (Leonardi era de Lucas) tinham como objectivo principal a pregação e confissão; a tentativa não resultou e em 1617 separaram-se. No mesmo ano, Paulo V criou, com o pessoal de Calasâncio, uma congregação Paulina dos Pobres da Mãe de Deus das Escolas Pias. Em 1621, foi erecta como congregação de votos solenes por Gregório XV, sob o nome de Clérigos Pobres das Mãe de Deus. José foi nomeado Geral em1622. Multiplicaram-se as escolas com rapidez maravilhosa. Propagaram-se na Itália, na Alemanha, na Boémia e na Polónia. Mas este desenvolvimento rápido originou algumas dissensões no pessoal ensinante: houve Irmãos coadjutores que ambicionavam o sacerdócio,. Houve religiosos insubmissos que exploraram estas dificuldades, apresentando José como demasiado idoso, incapaz de governar. O Padre Mário Sozzi aliou-se com o Padre Estêvão Cherubini para dominarem os Escolápios. O primeiro conseguiu que fossem presos José e toda a cúria generalícia,. Com 86 anos, descoberto e em jejum, sob Sol escaldante, o venerável Superior mostrou serenidade radiosa de verdadeiro cristão, durante o longo percurso ignominioso até ao interrogatório. No santo Ofício era a hora da sesta. O acusado almoçou e dormiu. O assunto foi depressa esclarecido e José foi reconduzido em coche até S. Pantaleão. Todavia,. no ano seguinte, 1643, era-lhe imposto o Padre Mário com o primeiro assistente, e um  visitador, o jesuíta Pietrasanta. Este mostrou-se bastante influenciado por Mário e Cherubini; o primeiro morreu pouco depois, mas Cherubini subiu a vigário-geral do Instituto. José suportava, com  paciência digna de Cristo na paixão, ultrajes sem número. Dizia aos seus raros confidentes: «Seria loucura agarrar mo-nos só às causas segundas, os homens, e não vermos Deus a enviá-las para o nosso maior bem». Se estava perfeitamente resignado no tocante a si mesmo, conservava grande energia para manter quanto possível o ideal primitivo no seu Instituto. Cherubini e Pietrasanta pareciam encarniçados em destruir as Escolas Pias; por outro lado, o rei da Polónia e outros magnates reclamavam que eles fossem restauradas e multiplicadas. Por desgraça, uma cunhada do papa, Olímpia, viu-se privada do seu confessor, um padre das Escolas, que foi deslocado. A tristeza de Olímpia converteu-se em furor contra José. Em 1645 , julgou.-se um instante que tinha voltado o antigo regime, o de José; foi uma explosão de alegria e lançou-se fogo de artificio na escola de Frascati. Felicidade de pouca dura! Em 1646, o papa Inocêncio X, que não voltava atrás e ignorava a verdade sobre o Instituto de Calasanz, suprimiu as Escolas Pias. Em 1647 morria o lastimável visitador Pietrasanta e, no ano seguinte, o lamentável Cherubini, arrependido e perdoado por José. Mantinha-se Olímpia, que não deixava o seu inimigo morrer contente. Em 1648, José, numa peregrinação , feriu um dedo do pé contra uma pedra. Juntou-se a doença crónica do fígado, que ele tratou ultimamente com fatias de limão molhadas e cobertas de açúcar. mas quando soube que a receita vinha de Henrique VIII , o rei inglês apóstata, recusou o remédio herético. Morreu a 25 de Agosto , quase com 92 anos. Durante os seu últimos dias, Roma desfilou-lhe pelo quarto, à procura duma bênção – e de roubar uma relíquia. depois, ao cadáver foi cortada a roupa e a piedade popular quase o feriu.A guarda córsica desembainhou as espadas; e foi preciso mobilizar a guarda suíça. Fechavam-se as portas, mas a gente descia do telhado. Nunca se tinha visto coisa parecida, mesmo por morte de S. Filipe Néri. Em 1656, o Instituto foi reconstituído por Alexandre VII. José tinha-o profetizado. Este santo religioso, admirável sobretudo pela obediência a superiores indignos, foi beatificado em 1748 e canonizado em 1767. Este «pai da juventude», este «Job do Novo testamento», tinha grande devoção aos mártires jovens, que propunha como modelos aos alunos: tratava-se dos santos Justos Pastor e de Álfio, Filadélfio e Quirino. Em breve pontifício de 1948 exaltou S. José Calasâncio como apóstolo e da educação e padroeiro de todas as escolas populares cristãs. As relíquias de Santo forma levadas à sua terra natal, na Espanha, e reconduzidas a Roma, em 1949. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
BEATO MIGUEL DE  CARVALHO
Mártir (1577-1624)
Miguel de Carvalho nasceu em Braga, na Rua de São Marcos. freguesia de S. João do Souto, no ano de 1577, oriundo de uma família nobre e rica. Nesta cidade fez também os seus primeiros estudos. no colégio da Companhia de Jesus. Contam seus biógrafos que, representando os alunos do colégio uma peça de teatro sobre o sacrifício de Abraão, coube ao menino Miguel o papel de Isaac. Nele se houve à maravilha. Desde esse dia, começou a brotar-lhe no coração o desejo ardente de ser imolado ao Senhor nas longínquas missões do Japão. Longe de abafar tão santas aspirações, procurou corresponder-lhes com prontidão generosa. Enviado a completar os estudos à universidade de Coimbra, nessa cidade entrou na Companhia de Jesus em 1597, tendo vinte anos de idade. Em 1602 obteve dos Superiores a graça de ser enviado ao oriente, sendo um dos 52 missionários jesuítas que nesse ano saíram da barra de Lisboa com rumo à Índia. Deteve-se alguns anos em Goa. para cursar as aulas de teologia, com tão brilhante sucesso que foi escolhido para professor desta disciplina, o que fez por alguns anos. Quando teve notícia da sangrenta perseguição que no império japonês se desencadeara contra o nome de Cristo, foram tantas as instâncias que fez para ser enviado naquela missão, que os superiores, movidos das fervorosas súplicas, o dispensaram da docência e lhe concederam a suspirada licença. Estava proibida sob pena de morte a entrada de sacerdotes no Japão. mas o zelo das almas sugeriu ao padre Miguel de Carvalho a ideia de se disfarçar em trajo de soldado; e tão bem lhe resultou esta santa indústria, que nem os companheiros de travessia , nem as autoridades japonesas de Nagasáqui , onde desembarcou, conceberam a menor suspeita que debaixo da armadura do soldado palpitava o coração de um apóstolo. Deteve-se em Nagasáqui algum tempo em casa de um  mercador português, tratando-o por seu parente e entregando-se com todo o afinco ao estudo da língua, aqui e em Amacusa. O tempo que lhe sobrava do estudo da língua, empregava-o com Deus na oração ou em obras de caridade com o próximo. Tanto que soube da língua japonesa o suficiente para confessar e tratar com os cristãos, lançou-se aos ministérios apostólicos. O perigo da perseguição obrigava-o a visitar as cristandades e a administrar os sacramentos, pela maior parte das vezes, durante a noite. Tendo ido a Omura ouvir algumas confissões, quando de manhãzinha voltava para o seu retiro de Amacusa, foi descoberto por um espia e levado à presença do governador, que imediatamente o mandou lançar no cárcere. Aí se encontrou com outros religiosos, presos também pelo esmo mobilíssimo motivo. Longos meses teve o servo de Deus de aguardar na prisão a palma do martírio, pela qual anelava desde o tempo dos estudos no colégio de Braga. A 23 de Agosto de 1624, dois dias antes do martirio, escreveu, desde o cárcere, o padre Miguel de Carvalho, ao seu Superior Provincial, uma carta, da qual transcrevemos a parte final:  Nenhuma coisa desta vida se me representa mais apetecível, mais alegre e de maior consolação que dar a vida por tão bom Senhor, dando com  isto alguma satisfação do muito que me amou, derramando o sangue por quem derramou o seu de infinito valor por meus pecados. No dia seguinte, véspera da morte, dirige a seu irmão, Simão de Carvalho, residente em Braga, uma carta que termina com estas palavras: Com todo o afecto e amor de verdadeiro irmão, nesta me despeço de  meu amantíssimo irmão Simão Carvalho e todos os mais irmãos e irmãs e mais parentes e lhes encomendo se amem muito entre si e tenham grande paz e concórdia uns com  os outros, ajudando-se em tudo o que puderem, uns aos outros, que com isto os ajudará sempre e acrescentará o todo-poderoso Deus, a quem peço, pelos merecimentos do Cristo Jesus, lhes lance a sua bênção e os acrescente e aumente no espiritual e temporal, a glória de sua majestade, de sorte que nos vejamos todos em glória, para nos gozarmos nela e em sua presença, amando-O para toda a eternidade.  No próprio dia da morte despede-se do seu companheiro de missão, Padre Gaspar de Castro, nestes termos: Somos avisados que hoje se conclui o nosso negócio. Já Vossa Reverência vê como ficará esta alma com tal nova, nem eu posso, nem há tempo para eu com a pena explicar. Basta dizer que o tempo que estive neste cárcere me parece brevíssimo e os desejos de  morrer por Cristo, sempre foram crescendo, nem jamais se me representou este acto de dar a vida por Cristo, penoso, senão coisa muito alegre. Mas já é chegado o fim. Vossa Reverência me alcance de Deus constância para dar a vida por seu amor. Finalmente, no dia 25 de Agosto de 1624, foi queimado a fogo lento, juntamente com três sacerdotes e um irmão leigo que tinham sido seus companheiros na prisão. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
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Luis IX, Santo
Agosto 25 Rei de Francia,
Luis IX, Santo
Luis IX, Santo
Rei de França
Martirologio Romano: San Luis IX, rey de Francia, que, tanto en tiempo de paz como durante la guerra para defensa de los cristianos, se distinguió por su fe activa, su justicia en el gobierno, el amor a los pobres y la paciencia en las situaciones adversas. Tuvo once hijos en su matrimonio, a los que educó de una manera inmejorable y piadosa, y gastó sus bienes, fuerzas y su misma vida en la adoración de la Cruz, la Corona y el sepulcro del Señor, hasta que, contagiado de peste, murió en el campamento de Túnez, en la costa de África del Norte (1270).
Etimologia: Luis = guerrero ilustre. Viene de la lengua AlemÃ.
Fecha de canonización: El Papa Bonifacio VIII lo canonizo en el año 1297
José de Calasanz, Santo
Agosto 25 Presbítero y Fundador,
Jos de Calasanz, Santo
José de Calasanz, Santo
Fundador de los
Clérigos Regulares Pobres de la Madre de Dios de las Escuelas Pías
(Escolapios)
Martirologio Romano: San José de Calasanz, presbítero, que puso en marcha escuelas populares para instruir a niños y adolescentes en el amor y la sabiduría del Evangelio, y fundó en Roma la Orden de Clérigos Regulares Pobres de la Madre de Dios de las Escuelas Pías (1648).
Fecha de canonización: Fue beatificado el 18 de agosto de 1748 por el Papa Benedicto XIV, y canonizado el 16 de julio de 1767 por el Papa Clemente VIII.
Patricia, Santa
Agosto 25 Virgen y Mártir,
Patricia, Santa
Patricia, Santa
Virgen y Mártir
Martirologio Romano: Virgen mártir que dio su vida en Nápoles en las persecuciones del imperio romano y allí es venerada como patrona.
Etimología: Patricia = de noble cuna. Viene de la lengua griega.
Fecha de canonización: Fue canonizado antes de la creación de la Congregación para la causa de los Santos, por lo que su culto fue aprobado por un obispo como consecuencia de la devoción popular.
Gins (o Genesio) de Roma, Santo
Ginés (o Genesio) de Roma, Santo
Mártir Laico
Martirologio Romano: En Roma, san Genesio, mártir, que todavia catecúmeno y desempeñando el oficio de escribano y comediante, al negarse a actuar contra los cristianos fue detenido por los soldados y bautizado con su propia sangre (303).
Etimología: Ginés = protector de la familia. Viene dela lengua alemana.
Fecha de canonización: Fue canonizado antes de la creación de la Congregación para la causa de los Santos, por lo que su culto fue aprobado por un obispo como consecuencia de la devoción popular.
Tomás Cantalupo de Hereford, Santo
Agosto 25 Obispo de Hereford,
Toms Cantalupo de Hereford, Santo
Tomás Cantalupo de Hereford, Santo
Obispo de Hereford
Martirologio Romano: En Montefiascone, de la Toscana, muerte de santo Tomás Cantelupe, obispo de Hereford, en Inglaterra, quien, célebre por sus conocimientos, se mostró severo para consigo mismo, pero excepcionalmente espléndido para con los pobres (1282).
Etimología: Tomás = gemelo. Viene de la lengua aramea.
Pedro Vázquez, Beato
Agosto 25 Mártir,
Pedro Vzquez, Beato
Pedro Vázquez, Beato
Mártir
Martirologio Romano: En Shimabara, de Japón, beatos mártires Miguel Carvalho, de la Compañía de Jesús; Pedro Vázquez, de la Orden de Predicadores; Luis Sotelo y Luis Sasanda, presbíteros, y Luis Baba, religioso de la Orden de los Hermanos Menores, que fueron quemados vivos a causa de su fe en Cristo (1624).
Fecha de beatificación: Fue beatificado por Pío IX el 7 de julio de 1867.
Gins (o Genesio) de Arls, Santo
Ginés (o Genesio) de Arlés, Santo
Patrono de los Notarios Latinos
Martirologio Romano: En Arlés, de la Provenza, san Genesio, mártir, que todavía catecúmeno y desempeñando el oficio de escribano, al negarse a actuar contra los cristianos buscó la salvación en la huida, pero, detenido por los soldados, fue bautizado con su propia sangre (~305).
Mara del Trnsito de Jess Sacramentado Cabanillas, Beata
María del Tránsito de Jesús Sacramentado Cabanillas, Beata
Fundadora de la
Congregación de las Hermanas Misioneras de la Tercera Orden de San Francisco de la Argentina
Martirologio Romano: En Córdoba, ciudad de la República Argentina, beata María del Tránsito de Jesús Sacramentado Cabanillas, virgen, que se dedicó con empeño a la formación cristiana de la infancia pobre y abandonada, fundando en ese país el Instituto de las Hermanas Misioneras de la Tercera Orden de San Francisco (1885).
Fecha de beatificación: Su Santidad Juan Pablo II la beatificó el 14 de abril del 2002, y estableció que su fiesta se celebre el 25 de agosto.
Luis Baba, Beato
Agosto 25 Mártir,
Luis Baba, Beato
Luis Baba, Beato
Mártir
Martirologio Romano: En Shimabara, de Japón, beatos mártires Miguel Carvalho, de la Compañía de Jesús; Pedro Vázquez, de la Orden de Predicadores; Luis Sotelo y Luis Sasanda, presbíteros, y Luis Baba, religioso de la Orden de los Hermanos Menores, que fueron quemados vivos a causa de su fe en Cristo (1624).
Fecha de beatificación: por Pío IX el 7 de julio de 1867
Aredio de Limoges, Santo
Aredio de Limoges, Santo
Abad
Martirologio Romano: En Attane, en el territorio de Limoges, en Aquitania, san Aredio, abad, que compuso una Regla llena de sabiduría para el cenobio que había fundado, extraída de los escritos de distintos autores de vida monástica (591).
Luis Urbano Lanaspa, Beato
Agosto 25 Presbítero y Mártir,
Luis Urbano Lanaspa, Beato
Luis Urbano Lanaspa, Beato
Presbítero y Mártir
Martirologio Romano: En Valencia, de España, beato Luis Urbano Lanaspa, presbítero de la Orden de Predicadores y mártir, que llevó a cabo una gloriosa prueba por Cristo (1936).
Fecha de beatificación: El 11 de marzo del año 2001, el papa Juan Pablo II lo beatificó junto a otros 232 mártires de la persecución religiosa en España.
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91995 > Sant' Aredio di Limoges Abate 25 agosto MR

92411 > Sant'Ebba di Coldingham Principessa, badessa 25 agosto

94149 > Sant'Edberto (Egberto) Re del Northumberland 25 agosto

67500 > Sant'Erminia (Ermina) Venerata a Reims 25 agosto

91784 > Sant'Eusebio di Roma Martire 25 agosto MR

67450 > San Genesio di Arles Vescovo e martire 25 agosto MR

67600 > San Genesio di Brescello 25 agosto

67650 > San Genesio di Roma Martire 25 agosto

67410 > San Geronzio Vescovo 25 agosto MR

91757 > Santi Giulio e Ermete 25 agosto

29050 > San Giuseppe Calasanzio Sacerdote 25 agosto - Memoria Facoltativa MR

67460 > San Gregorio di Utrecht Abate 25 agosto MR

29000 > San Ludovico (Luigi IX) Re di Francia 25 agosto - Memoria Facoltativa MR

93232 > Beato Luigi Urbano Lanaspa Sacerdote domenicano, martire 25 agosto MR

67430 > San Mena Patriarca di Costantinopoli 25 agosto MR

92280 > Beato Michele Carvalho Gesuita, martire 25 agosto MR

93144 > Beato Paolo Giovanni Charles Sacerdote e martire 25 agosto MR

90253 > Santa Patrizia di Costantinopoli Vergine 25 agosto

67575 > San Pellegrino Martire 25 agosto MR

94577 > Beato Pietro de Calidis Mercedario 25 agosto

90889 > Beato Pietro Vazquez Martire 25 agosto MR

67420 > San Severo di Agde Abate 25 agosto MR

67470 > San Tommaso Cantelupe Vescovo 25 agosto MR
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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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