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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Nº 1397-2 - Livro do Apocalipse - 3 de Setembro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Caros Amigos:
(Ver por favor, a nota inicial escrita em 30 e 31 de Agosto (e 1 de Setembro) neste mesmo blogue).
 
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1397 - 2ª Página

3 de Setembro de 2012

A P O C A L I P S E

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Juízo Final

 

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Os 4 Cavaleiros do Apocalipse

 

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S. João em Patmos

AS VISÕES DA REVELAÇÃO

4 – O trono de Deus  -  Depois destas coisas, olhei e vi uma porta aberta no Céu: E a primeira voz que ouvi, e que me falava como o som duma trombeta, disse: «Sobe aqui e mostrar-te-ei as coisas que devem acontecer depois destas. Logo fui arrebatado em espírito e vi um trono no Céu, no qual Alguém estava sentado. O que estava sentado era, na aparência, semelhante à pedra de jaspe e de sardónio; e um arco-íris rodeava o trono, semelhante à esmeralda. Ao redor do trono havia outros vinte e quatro, sobre os quais estavam sentados vinte e quatro anciãos, vestidos com vestes brancas e com coroas de ouro na cabeça. Do trono saíam relâmpagos e trovões; diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus. Diante do trono havia ainda como que um mar de vidro, semelhante ao cristal; e no meio e em redor do trono, quatro viventes cheios de olhos por diante e por detrás. O primeiro era semelhante a um leão; o segundo, a um touro; o terceiro tinha um rosto como que de homem, e o quarto era semelhante a uma águia em pleno voo. Cada um dos quatro viventes tinha seis assas, cobertas de olhos por dentro e por fora; e não cessavam de repetir dia e noite; «Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso. O que era, que é e que há-de vir». E, quando, os viventes davam glória, honra e acção de graças ao que estava sentado sobre o trono, ao que vive para todo o sempre, os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava sentado sobre o trono e adoravam O que vive para todo o sempre, dizendo: «Digno és Senhor, nosso Deus, de receber glória, honra e poder, porque criaste todas as coisas; por Tua vontade é que existem e foram criadas».
5 – O Livro dos Sete selos  - E vi na mão direita do que estava sentado sobre o trono um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos. E vi um anjo forte, que bradava em alta voz: «Quem é digno de abrir o livro e de violar os seus selos?» Mas, ninguém, nem no Céu, nem na Terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro ou olhar para ele. E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler. Então, um dos anciãos disse-me: «Não chores! Eis que o leão da tribo de Judá, a vergôntea de David, saiu vencedor. por isso, abrirá o Livro dos Sete Selos».
A seguir olhei, e vi no meio do trono e dos quatro viventes, e entre os anciãos, um Cordeiro de pé, como que imolado. Tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus, enviados a toda a terra. Veio e tomou o livro da mão direita do que estava sentado no trono. Quando tomou o livro, os quatro viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e taças de ouro cheias de perfumes, que são as orações dos santos. Cantavam um cântico novo, dizendo: «Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos, porque fostes morto, e com o Teu sangue resgataste para Deus homens de toda a tribo, língua, povo e nação; fizeste deles reis e sacerdotes para o nosso Deus. Eles reinarão sobre a terra».
Ouvi também a voz de muitos anjos, ao redor do trono, dos viventes e dos anciãos – contavam-se por miríades de miríades e por milhares de milhares – que diziam em alta voz: «Digno é o Cordeiro, que foi imolado, de receber o poder, a riqueza, a sabedoria, a força, a honra, a glória e o louvor». E a todas as criaturas que estão no céu e na terra, debaixo da terra e no mar, e a tudo quanto neles há, eu ouvi dizer:«Ao que está sentado sobre o trono e ao Cordeiro sejam dadas acções de graças, honra, glória e poder para todo o sempre». E os quatro viventes diziam, «Ámen». E os anciãos prostravam-se em adoração.
 
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3 de Setembro de 2012  -  10,15 h

ANTÓNIO FONSECA

Imagem no mapa

Nº 1397-1 - (248-12) - SANTOS DE CADA DIA - 3 de Setembro de 2012 - 4º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Nº 1397-1  -  (247-12)

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SÃO GREGÓRIO MAGNO

Papa, Doutor da Igreja (540-604)

Gregorio Magno, Santo

S. Gregório I, nascido cerca do ano de 540, encontra-se como linha divisória entre a Idade Antiga e a Idade Média. A sua veneranda figura ergue-se como um dos mais ilustres sucessores de S. Pedro. Dos Pontífices da antiguidade, unicamente S. Leão penetrou tão fundo como ele, abrindo novos caminhos a sociedade eclesiástica e civil daquela época. Pode afirmar-se que toda a Idade Média viveu do espírito de S. Gregório. A liturgia romana, o canto sagrado, o direito canónico, a ascética monacal, o apostolado entre os infiéis, a vida pastoral: numa palavra, toda a actividade eclesiástica se inspira do Santo Doutor, cujos escritos vieram a ser como o Código universal do Catolicismo. Nasceu S. Gregório em Roma, numa familia antiquíssima, nobre e rica. Como filho de patrícios encaminhou os primeiros passos para a carreira politica e muito depressa, antes do ano de 571, foi condecorado com a dignidade de Pretor. A fascinação da glória mundana e das grandezas terrenas parece ter seduzido por algum tempo a sua alma grande. Mas afinal triunfou a graça e Gregório renunciou a todas as esperanças do século e, vendendo os bens que herdara, aplicou o produto em socorrer necessitados e fundar sete mosteiros, seis na Sicília e um em Roma, no Clivus Scauri, hoje Monte Célio, onde se erguia o seu palácio solarengo. Aqui vestiu o hábito de S. Bento e deu-se a cumprir a sua Regra com tanto fervor que arruinou a saúde e esteve em perigo de morte. O Pontífice Bento I tirou-o do mosteiro, nomeando-o Cardeal Diácono ou regionário; Pelágio II confiou-lhe em 578 o tão difícil como honroso cargo de apocrisiário ou núncio na Corte de Constantinopla. Pelos anos de 584 e 585 conseguiu regressar à sua cela e pouco depois foi eleito abade. Ver uns jovens anglo-saxões a serem vendidos como escravos despertou-lhe a ideia de partir como missionário para Inglaterra, a comunicar, a um povo ainda são, os benefícios do Cristianismo e da civilização. Com este propósito, e de acordo com  o papa , tinha-se posto a caminho em segredo, mas foi inesperadamente detido pelos mesmos romanos, que não podiam permitir que se apartasse deles. Gregório era já o ídolo do povo de Roma. Em Fevereiro de 590 faleceu o papa e unanimemente foi aclamado, como sucessor, Gregório. O nosso santo fez todo o possível para inutilizar os desejos dos seus eleitores, mas a Providência de Deus, eficaz sempre nos seus desígnios, impôs-se, e Gregório foi solenemente consagrado em S. Pedro, em Setembro de 591. De toda a parte lhe chegavam cartas de felicitações, mas ele respondia: «Sem desejar nada, nem ter nada nesta terra, preparava-me para estar no cimo dum alto monte; mas eis-me agora arrastado pelo furacão desta prova, submergido no pélago dos negócios e de tal maneira combatido pela tempestade, que posso repetir o que diz o Salmo: “Fui levado ao alto mar e submergido pelas tempestades”… Perdi todos os encantos da quietação. Exteriormente pareço elevado; interiormente caí e vejo-me tão submergido pela dor que mal posso falar. A minha pobre alma, recorda-se do que foi um dia no mosteiro, quando pairava sobre o que se passa, ao libertar-se do cárcere temporal por meio da contemplação». Empunhou o leme da Igreja quando, segundo as suas palavras, ele era como o dum navio carcomido e velho, que mete água por ambos os costados e cujas débeis tábuas, batidas por incessantes borrascas,  anunciavam um naufrágio estrepitoso. Na Itália, sucediam-se inundações, pestes e fomes. Os Lombardos incendiavam e matavam; a provincia eclesiástica de Milão tinha declarado estar separada de Roma; os Gregos começavam também a fazer o mesmo e descobria-se já na atmosfera  o cisma daquelas Igrejas florescentissimas noutros tempos e mães das do Ocidente. A mão acalentadora e vigorosa do novo papa era a única indicada para guiar a nauzinha de Pedro em mar tão tempestuoso. A eminente posição, desconhecida até essa altura, que adquiriu o papado no mundo, preparação para o dominio material nos estados da Igreja, conseguiu-a Gregório I com a hábil administração do importantíssimo Patrimonium Petri, que possuía a Igreja de Roma, aumentando as rendas, que eram aplicadas na maioria para remédio das misérias sociais; com as relações de amizade estabelecidas com a França e a aproximação com os Visigodos de Espanha, que então adquiriram unidade religiosa e politica, e finalmente preparando a conversão dos Lombardos ao catolicismo e fomentando a cristianização da Inglaterra. E é notável que este Pontífice, a quem a posteridade qualificou com o nome de grande, tenha sido o primeiro a usar o nome de servo dos servos de Deus, como se chamam os Romanos Pontífices, ao lado do patriarca de Constantinopla, que se intitula «Ecuménico» ou universal pontífice. Sempre as almas maiores e fecundas passaram a vida cheias da consciência dio seu verdadeiro nada e real escravidão perante o Criador do universo, consciência que a é a humildade cristã, ou a verdade humana, como lhe chama Santa Teresa. Atendendo ao influxo enorme que exerceu S. Gregório em todo o mundo, chegou-se a dizer com razão que ele e a Idade Média nasceram no mesmo dia. Os últimos anos do seu Pontificado foram a purificação daquilo a que ele chamava estar metido na maranha dos negócios mundanos. Deus preparou-o para o abraço eterno da glória com dolorosas e molestas enfermidades, que o foram desapegando da terra, cortando pouco a pouco as amarras que o seguravam à costa. Só nas grandes festividades conseguia levantar-se da cama e entrar em S. Pedro para as cerimónias do culto pontificio. Em princípios de Março de 604, fracturou-se definitivamente a amarra e a nauzinha da sua alma, impelida pelo vendo do Espírito Santo, voou para a imensidade límpida e clara de Deus. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SÃO REMÁCULO

Bispo (664)

Remáculo, natural de Aquitânia I(na actual França), viveu parte da juventude em Bourges, que se convertera num centro de vida cristã e de santidade. Governava então a Gália «o bom rei Dagoberto», que, na realidade, era um grande libertino, mas possuía a qualidade de escolher bons colaboradores. Enumerar os seus conselheiros é citar os nomes das mais virtuosas personagens dessa época. Foi santo Elói que descobriu os méritos de Remáculo e o nomeou superior do convento que fundara em Solignac, perto de Limoges. Remáculo desempenhou-se com tanta competência dessas funções que, quando em 647 foi necessário substituir Santo Amândio na sé episcopal de Maastricht, não tiveram dúvidas em o escolher para sucessor. Os cristãos desta diocese eram de tal ordem que chegavam, opor vezes, a assassinar os seus pastores. Ao cabo de três anos, Santo Amândio deixara-os, sacudindo sobre eles o pó dos sapatos. Remáculo convenceu o santo rei Sigeberto, filho de Dagoberto, de que a melhor forma de acalmar aqueles selvagens e de converter aqueles idólatras era desenvolver a vida monástica nessa região. Auxiliado por ele, fundou as abadias de Malmedy e de Stavelot, que depois vieram a adquirir grande fama. Segundo certos etimologistas, Malmedy ou Malmundarium designa um «lugar que tinha sido purificado dos espíritos maus», e Stavelot ou Staboletum um «estábulo» onde antigamente se refugiavam animais bravios. Quanto ao nosso santo, sabe-se-se que governou a diocese durante cerca de doze anos e que depois disso resignou e foi acabar os seus dias em Stavelot, pelo ano de 664. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

Gregorio Magno, Santo
Septiembre 3 Papa y doctor de la Iglesia,

Gregorio Magno, Santo

Gregorio Magno, Santo

Papa y Doctor de la Iglesia

Martirologio Romano: Memoria de san Gregorio I Magno, papa y doctor de la Iglesia, que siendo monje ejerció ya de legado pontificio en Constantinopla y después, en tal día, fue elegido Romano Pontífice. Arregló problemas temporales y, como siervo de los siervos, atendió a los cuidados espirituales, mostrándose como verdadero pastor en el gobierno de la Iglesia, ayudando sobre manera a los necesitados, fomentando la vida monástica y propagando y reafirmando la fe por doquier, para lo cual escribió muchas y célebres obras sobre temas morales y pastorales. Murió el doce de marzo (604).
Etimológicamente: Gregorio = Vigilante o aquel que está siempre preparado, es de origen griego.

Antonio Ixida (ou Ishida) y Compañeros, Beatos
Septiembre 3 Mártires, (*) Ver abaixo, biografia de Bartolomé Gutiérrez

Antonio Ixida (o Ishida) y Compaeros, Beatos

Antonio Ixida (o Ishida) y Compañeros, Beatos

Mártires

Martirologio Romano: En Nagasaki, en Japón, beatos Bartolomé Gutiérrez, presbítero, de la Orden de Ermitaños de San Agustín, y cinco compañeros, Antonio Amador Ishida (o Ixida), Bartolomé Gutiérrez, Francisco Ortego, Gabriel Fonseca, Juan Jerónimo Jô, Vicente Carvalho mártires, quienes, por odio a la fe cristiana, fueron sumergidos todos ellos en aguas sulfúreas hirviendo y después arrojados al fuego (1632).
Fecha de beatificación: Fueron beatificado por Pío IX el 7 de julio de 1867

Antonio Amador Ishida (o Ixida), nació en el año 1570 en Shimabara (Nagasaki), Japón. Seminarista desde los quince años, se distinguió por sus dotes musicales y dominio de su lengua nativa, además de una seria formación clásica y de teología moral, adquirida en los colegios de Amakusa y Macao. Aun antes de su ordenación, se entregó con empeño al apostolado de la zona de Hiroshima, ayudando a uno o dos sacerdotes, en la ciudad y en sus excursiones pastorales por toda la región de Chugoku y parte de la isla de Shikoku. Después del edicto de expulsión (1614), continuó en Hiroshima, gracias a la benevolencia del daimyð Fukushima Masanori (quien era pagano), haciendo viajes apostólicos en compañía del P. Juan Bautista Porro hasta enero de 1618. Por haber ocultado a Akashi Naiki Pablo de Hiroshima, noble prófugo, fue encarcelado hasta agosto de 1619, tras la caída de Fukushima Masanori. Una vez libre la Compañía de Jesús lo envió a Nagasaki donde tras diez años de fecundo apostolado fue apresado el 14 de noviembre de 1629. Casi tres años después, luego de superar por treinta días los tormentos en las ardientes aguas sulfurosas del monte Unsen, murió en la hoguera en Nagasaki, junto con cinco religiosos agustinos y franciscanos, el 3 de septiembre de 1632.
Sus compañeros del martirio fueron:
Bartolomé Gutiérrez nació en México en 1530. Se hizo agustino en 1596 y se ordenó de sacerdote en Puebla. En 1612 se fue a Japón como superior de Ukusi. Trabajó apostólicamente durante varios años, a pesar de que su vida corría siempre peligro. Francisco Ortego nació en Villamediana, España. También era agustino. Lo enviaron a México y de aquí a Manila. Más tarde a Japón.
Gabriel Fonseca era un lego franciscano. Nació en Fonseca, España. Lo enviaron a Japón para estudiar medicina. La ejerció ayudando a todo enfermo sin cobrar nada. A los diez años de intenso trabajo apostólico fue arrestado hasta que murió mártir por Cristo. Juan Jerónimo Jô era un sacerdote diocesano japonés. Recibió la educación en el seminario de Arima y ordenado de sacerdote en Manila. En 1628 volvió a su país y ejerció su ministerio sacerdotal hasta que lo arrestaron.Vicente Carvalho nació en Lisboa. Era agustino. Lo enviaron a México y de aquí a Japón en donde sufrió la palma del martirio.

Marino, Santo
Septiembre 3 Diácono,

Marino, Santo

Marino, Santo

Diácono

Martirologio Romano: En el monte Titano, cerca de Rímini, en la Flaminia, san Marino, diácono y anacoreta, portador al pueblo gentil del Evangelio y de la libertad de Cristo (s. IV/V)

Bartolomé Gutiérrez, Beato
Septiembre 3 Presbítero y Mártir,

Bartolom Gutirrez, Beato

Bartolomé Gutiérrez, Beato

Presbítero y Mártir (*) Ver acima, biografia de António Ishida

Martirologio Romano: En Nagasaki, en Japón, beatos Bartolomé Gutiérrez, presbítero, de la Orden de Ermitaños de San Agustín, y cinco compañeros, mártires, quienes, por odio a la fe cristiana, fueron sumergidos todos ellos en aguas sulfúreas hirviendo y después arrojados al fuego (1632).
Fecha de beatificación: Fueron beatificado por Pío IX el 7 de julio de 1867.

Brígida de Jesús Morello, Beata
Septiembre 3 Fundadora,

Brgida de Jess Morello, Beata

Brígida de Jesús Morello, Beata

Fundadora de la Congregación de Hermanas Ursulinas de María Inmaculada

Martirologio Romano: En Piacenza, en la región de Emilia, en Italia, beata Brígida de Jesús Morello, que, después de enviudar, se consagró a Dios, afanándose en obras de penitencia y caridad, y fundando la Congregación de Hermanas Ursulinas de María Inmaculada, dedicadas a la educación cristiana de la juventud femenina (1679).  Fecha de beatificación: El papa Juan Pablo II la beatificó el 15 de marzo1998.

WWW.SANTIEBEATI.IT.

68910 > Sant'Aigulfo (Aigolfo) di Lerins Abate 3 settembre MR

95257 > Beato Alberto Besozzi


93181 > Beati Andrea Abel Alricy e 71 compagni

Ecco l’elenco completo dei 72 beati martiri, dei quali si indicano luogo e data di nascita:
- ANDRÉ-ABEL ALRICY Sacerdote dioc. Parigi, * Crémieux, 2 agosto 1712 - RENÉ-MARIE ANDRIEUX Sacerdote gesuita, * Rennes, 16 febbraio 1742 - PIERRE-PAUL BALZAC Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 25 aprile 1750 - JEAN-FRANÇOIS-MARIE BENOÎT-VOURLAT Sacerdote gesuita, * Lyons, 26 marzo 1731 93205 - JEAN-CHARLES-MARIE BERNARD DU CORNILLET Sacerdote Can. Regol. San Vittore, * Châteaubriant, 4 agosto 1759 - MICHEL-ANDRÉ-SYLVESTRE BINARD Sacerdote dioc. Parigi, * Laulne, 28 novembre 1742 - NICOLAS BIZE Sacerdote dioc. Parigi, * Versailles, 5 ottobre 1737
93203 - CLAUDE BOCHOT Sacerdote dei Padri della Dottrina Cristiana, * Troyes, 10 luglio 1720 93207 - JEAN-FRANÇOIS BONNEL DE PRADAL Sacerdote Can. Regol. Santa Genoveffa, * Aix-les-Thermes, 5 settembre 1738 - PIERRE BONZÉ Sacerdote dioc. Versailles, * Parigi, 1719 - PIERRE BRISQUET Sacerdote dioc. Parigi, * Vervins, 25 febbraio 1742 - PIERRE BRISSE Sacerdote dioc. Beauvais, * Brombos, 3 agosto 1733 - CHARLES CARNUS Sacerdote dioc. Rodez, * Salles-la-Source, 30 maggio 1749 93180 - JEAN-CHARLES CARON Sacerdote vincenziano, * Auchel, 30 settembre 1730 - BERTRAND-ANTOINE DE CAUPENNE Sacerdote dioc. Versailles, * Jégun, 1753 93179 - NICOLAS COLIN Sacerdote vincenziano, * Grenant, 12 dicembre 1730 - SÉBASTIEN DESBRIELLES Laico dioc. Parigi, * Bourges, 28 aprile 1739
- JACQUES DUFOUR Sacerdote dioc. Parigi, * Troisgots, 9 aprile 1765 - DENIS-CLAUDE DUVAL Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 1739 - JEAN-PIERRE DUVAL Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 1740 - JOSEPH FALCOZ Sacerdote dioc. Parigi, * Saint-Sorlin d’Arves (Savoia), 4 dicembre 1726 - GILBERT-JEAN FAUTREL Sacerdote dioc. Parigi, * Marcilly, 19 aprile 1730 93204 - EUSTACHE FÉLIX Sacerdote dei Padri della Dottrina Cristiana, * Troyes, 23 aprile 1726 - PHILIBERT FOUGÈRES Sacerdote dioc. Nevers, * Parigi, 1742 93177 - LOUIS-JOSEPH FRANÇOIS Sacerdote vincenziano, * Busigny, 3 febbraio 1751 - PIERRE-JEAN GARRIGUES Sacerdote dioc. Parigi, * Sauveterre, 2 marzo 1725 - NICOLAS GAUDREAU Sacerdote dioc. Versailles, * Parigi, 1744 - ÉTIENNE-MICHEL GILLET Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 1758 - GEORGES-JÉRÔME GIROUST Sacerdote dioc. Parigi, * Bussy-Saint-Georges, 1765 - JOSEPH-MARIE GROS Sacerdote dioc. Parigi, * Lyons, 22 maggio 1742 93178 - JEAN-HENRI GRUYER Sacerdote vincenziano, * Dôle, 13 giugno 1734 - PIERRE-MICHEL GUÉRIN DU ROCHER Sacerdote gesuita, * Saint-Honorine-la-Guillaume, 1731 - ROBERT-FRANÇOIS GUÉRIN DU ROCHER Sacerdote gesuita, * Repas, 23 ottobre 1736 - YVES-ANDRÉ GUILLON DE KERANRUN Sacerdote dioc. Parigi, * Lézardrieux, 8 marzo 1748 - JULIEN-FRANÇOIS HÉDOUIN Sacerdote dioc. Parigi, * Coutances, 3 ottobre 1760 - PIERRE-FRANÇOIS HÉNOCQ Sacerdote dioc. Parigi, * Tronchoy, 1749 - ÉLOY HERQUE DU ROULE Sacerdote gesuita, * Lyons, 31 maggio 1741 - PIERRE-LOUIS JORET Sacerdote dioc. Amiens, * Rollot, 28 ottobre 1761 - GILLES-LOUIS-SYMPHORIEN LANCHON Sacerdote dioc. Parigi, * Les Pieux, 1754 - JACQUES DE LA LANDE Sacerdote dioc. Evreux, * La Forêt-Auvray, 8 marzo 1735 - LOUIS-JEAN-MATHIEU LANIER Sacerdote dioc. Parigi, * Château-Gontier, 1753 - JEAN-JOSEPH DE LAVÈZE-BELLAY Sacerdote dioc. Parigi, * Gluiras, 1742 - MICHEL LEBER Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 1731 - PIERRE-FLORENT LECLERCQ [CLERCQ] Diacono dioc. Amiens, * Hautvilliers, 1744 - JEAN-CHARLES LEGRAND Sacerdote dioc. Parigi, * Versailles, 1745 - JEAN-PIERRE LE LAISANT Sacerdote dioc. Parigi, * Valognes, 1753 - JULIEN LE LAISANT Sacerdote dioc. Parigi, * Valognes, 1761 - JEAN LEMAÎTRE Sacerdote dioc. Parigi, * Beaumais, 1767 - JEAN-THOMAS LEROY Sacerdote dioc. Meaux, * Epernay, 1738 - MARTIN-FRANÇOIS-ALEXIS LOUBLIER Sacerdote dioc. Sées, * Mortrée, 1733 - CLAUDE-LOUIS MARMOTANT DE SAVIGNY Sacerdote dioc. Meaux, * 27 marzo 1748 - CLAUDE-SILVAIN-RAPHAËL MAYNEAUD DE BIZEFRANC Sacerdote dioc. Parigi, * Digoin, 2 maggio 1750 - HENRI-JEAN MILET Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 1759 - FRANÇOIS-JOSEPH MONNIER Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 18 marzo 1763 - MARIE-FRANÇOIS MOUFFLE Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 23 agosto 1754 - JOSEPH-LOUIS OVIEFRE Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 1748 - JEAN-MICHEL PHILIPPOT Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 1743 93206 - CLAUDE PONS Sacerdote Can. Regol. Santa Genoveffa, * Saint-Pierre-Le-Monastier, 1729 - PIERRE-CLAUDE POTTIER Sacerdote Congreg. Gesù e Maria (Eudisti), * Le Havre, 20 settembre 1743-  JACQUES-LÉONOR RABÉ Sacerdote dioc. Parigi, * Sainte-Mère-Église, 27 dicembre 1750 - PIERRE-ROBERT REGNET Sacerdote dioc. Parigi, * Cherbourg, 19 maggio 1755 - YVES-JEAN-PIERRE REY DE KERVISIC Sacerdote dioc. Parigi, * Plounez-Paimpol, aprile 1761
- LOUIS-FRANÇOIS RIGOT Laico dioc. Parigi, * Amiens, 18 ottobre 1751 - NICOLAS-CLAUDE ROUSSEL Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 1730 - PIERRE SAINT-JAMES Sacerdote dioc. Parigi, * Caen, 18 ottobre 1742 - JACQUES-LOUIS SCHMID Sacerdote dioc. Parigi, * Parigi, 14 settembre 1752 - JEAN-ANTOINE SECONDS Sacerdote gesuita, * Rodez, 1734 - PIERRE-JACQUES DE TURMENYES Sacerdote dioc. Parigi, * Gournay-en-Bray, 5 ottobre 1744 - RENÉ-JOSEPH URVOY Sacerdote dioc. Parigi, * Plouisy, 1766 - CHARLES-VICTOR VÉRET Sacerdote dioc. Parigi, * Louvières, 17 luglio 1763 - NICOLAS-MARIE VERRON Sacerdote gesuita, * Quimperlé, 7 novembre 1754 - JEAN-ANTOINE-JOSEPH DE VILLETTE Laico dioc. Parigi, * Le Cateau-Cambrésis, 12 giugno 1731

Martiri della Rivoluzione francese 3 settembre MR


90190 > Beato Andrea Dotti 3 settembre


68880 > Sant'Ausano di Milano Vescovo 3 settembre MR

90148 > Beato Bartolomeo Gutierrez e compagni Martiri 3 settembre MR


92523 > Santa Basilissa di Nicomedia Vergine e martire 3 settembre MR


91299 > Beata Brigida di Gesù Morello Fondatrice 3 settembre MR


93203 > Beato Claudio Bochot Sacerdote e martire 3 settembre


93206 > Beato Claudio Ponse Canonico Regolare, martire 3 settembre


93839 > Beato Commendatore di Cordova Mercedario, martire 3 settembre


68920 > San Crodegango di Seez Vescovo 3 settembre MR


93204 > Beato Eustachio Felix Sacerdote e martire 3 settembre


68850 > Santa Febe (Phoebe) Coadiutrice di s. Paolo 3 settembre MR


93170 > Beati Giovanni Battista Bottex, Michele Francesco de la Gardette e Francesco Giacinto le Livec de Tresurin Martiri della Rivoluzione francese 3 settembre MR


93180 > Beato Giovanni Carlo (Jean-Charles) Caron Sacerdote vincenziano, martire 3 settembre


93205 > Beato Giovanni Carlo Maria Bernarde du Cornillet Canonico Regolare, martire 3 settembre


93178 > Beato Giovanni Enrico (Jean-Henri) Gruyer Sacerdote vincenziano, martire 3 settembre


93207 > Beato Giovanni Francesco Bonnel de Pradal Canonico Regolare, martire 3 settembre


94363 > Beato Giovanni Luigi Schmid Sacerdote e martire 3 settembre


68960 > Santi Giovanni Pak Hu-jae e compagni Martiri 3 settembre MR


94419 > Beato Giuliano Francesco Hedouin Sacerdote e martire 3 settembre


24350 > San Gregorio I, detto Magno Papa e dottore della Chiesa 3 settembre - Memoria MR


69100 > Beato Guala di Brescia Vescovo 3 settembre MR


93177 > Beato Luigi Giuseppe (Louis-Joseph) Francois Sacerdote vincenziano, martire 3 settembre


68870 > San Mac Nisse Vescovo 3 settembre MR


68900 > San Mansueto di Toul Vescovo 3 settembre MR


68950 > San Marino 3 settembre MR


94710 > San Martiniano di Como Vescovo 3 settembre

93179 > Beato Nicola (Nicolas) Colin Sacerdote vincenziano, martire 3 settembre


68890 > San Remaclo (Rimagilo) di Stavelot Abate 3 settembre MR


94401 > Beato Renato Maria Andrieux Sacerdote gesuita, martire 3 settembre


68860 > San Sandalio di Cordova Martire 3 settembre MR

63050 > San Vitaliano di Capua Vescovo 3 settembre e 16 luglio MR

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