OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

WebstatsDomain - apreciação - 6 de Setembro de 2012

Por mero acaso, há poucos minutos, estava a procurar o meu Blogue na página de busca do Google e deparei com o seguinte:


Confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com - Webstatsdomain.com

www.webstatsdomain.com/.../confernciavicentinadesopaulo...Compartilhar
 Crítica de WebstatsDomain
30 ago. 2012 – confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com Information at Webstatsdomain.Um blogue sobre assuntos religiosos, como Vidas de Santos, ...


Curioso fui espreitar e vi o que se segue:


Confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com - S. PAULO (e Vidas de Santos)

Hum blogue sobre assuntos Religiosos, Como Vidas de Santos, Notícias sobre a Igreja. Eventualmente poderão Ser tratados assuntos other .... mais

Visão de Confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
Confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com não tem Rank do tráfego global Alexa. Este site é estimada no valor de 260 USD . Este site tem um bom Pagerank (2/10) . Ele tem 14 backlinks. É bom para o site seo.Confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com tem 10 % pontuação seo.
Classificação:
2,5 / 5,0
por
WebstatsDomain







Obrigado a quem quer que seja por ter reparado no meu blogue 
e dado esta classificação.






António Fonseca







Aniversário do Luís - 60 anos - 6 de Setembro de 2012



LUÍS FRANCISCO RODRIGUES DA FONSECA

1952 - 1980


Era o meu irmão mais novo. Nasceu a 6 de Outubro de 1952, numa altura em que já não se esperava pois minha mãe tinha já 43 anos e o seu último parto ocorrera em 1948 (e a vida também era muito difícil - como aliás continua a ser - e apenas meu pai trabalhava para sustentar a família composta a partir daí com 5 filhos...), mas, graças a Deus, todos conseguimos sobreviver.

Revelou-se um estudante aplicado que apreendia muito facilmente as coisas, principalmente em fazer contas de cabeça - ainda me recordo, parece-me ainda estar a vê-lo... - quando nós (os irmãos) o desafiávamos a dizer os resultados de multiplicações e divisões que lhe propúnhamos, algumas delas  bastante difíceis e complicadas envolvendo vários dígitos. Bons tempos...

De todos nós foi ele o único que completou mais os estudos. Chegando à idade de cumprir o serviço militar foi para a Marinha e lá cumpriu o tempo que estava determinado, e a certa altura foi destacado para a Madeira, onde permaneceu até completar o tempo de alistamento.

Quando saiu da Marinha, candidatou-se à Guarda Nacional Republicana pela segunda vez, tendo sido admitido para a Brigada de Trânsito. Conduzia carros e motos e percorreu praticamente todas as estradas do país. Vivia em casa de meus pais mas a não ser em tempo de férias, apenas lá ia aos fins de semana. Teve diversas aventuras na estrada, e no Alentejo, aquando do Verão quente, foi atacado diversas vezes (ele e os seus camaradas) pelos "revolucionários esquerdistas do PC e outros Partidos". Numa das vezes ficou ferido, por ter ficado debaixo da mota que conduzia e esteve no Hospital militar durante algum tempo (isto apenas o soubemos depois da sua morte, pois ele não o disse a ninguém, nem aos pais nem aos irmãos...).

Desta aventura ficou com umas sequelas, entre as quais, teria de tomar toda a vida, um  medicamento anticoagulante em comprimidos (que, quando a minha mãe lhe perguntava porque é que os tomava ele dizia que eram para as dores de cabeça).

Em 1980, Maio, estava ele destacado no quartel da GNR em Évora, por castigo, (pois ele e um colega teriam exacerbado nas suas funções - desconheço quais - e por isso tinha sido suspensa a prestação de serviço na BT durante 2 meses, salvo erro) e foram enviados para o referido quartel.  Nesse dia 18, Domingo, realizava-se em Évora um jogo de futebol, salvo erro, entre o Lusitano e o Juventude de Évora. Meu irmão que tinha estado no quartel, e depois de almoçar com os Colegas, resolveu ir ver o jogo, porque a partir dessa hora, estava de folga. Era um  dia muito quente - (parece que nesse ano, foi o dia mais quente em Évora...)  e, talvez por isso, meu irmão na altura do intervalo, decidiu regressar ao quartel. O sentinela viu-o entrar e dirigir-se directamente ao banheiro, no fundo da sala. Passados uns minutos, o sentinela achando que ele já estava lá há muito tempo, chamou-o. Não tendo obtido resposta, foi ele próprio ao banheiro e ao abrir a porta, deparou com o meu irmão caído no chão debaixo do chuveiro, desmaiado. Chamou logo por alguém, levaram-no ao hospital, - que fica paredes meias com o quartel - prestaram-lhe os primeiros socorros, mas não valeu de nada porquanto já estava morto.

Eu estava em minha casa, e tive um  pressentimento de que algo não estava bem. Jogava cartas com meu falecido sogro e perdia sempre; meus filhos gémeos, andavam na sala, metiam-se debaixo da mesa, e brincavam. Eu estava a ouvir também um jogo de futebol em que entrava o F. C. Porto que estava a perder; a televisão creio que estava a dar um filme, mas eu não prestava atenção; Minha mulher conversava com  meus cunhados na cozinha. Em suma tudo me corria mal e eu estava bastante aborrecido e pressentia que algo estava para acontecer.

E, realmente aconteceu. Tocou o telefone; fui atender e do outro lado, depois de confirmar que eu era irmão do Luís que estava na GNR, a voz do sargento Arrifes (creio que era esse o nome), dá-me a notícia de que meu irmão havia falecido minutos antes, nas condições que anteriormente citei. Disse-me ainda que esperaria que eu lá me deslocasse com outros familiares que entendesse levar, para se proceder ao funeral para Rio Tinto, possivelmente no dia 20, quarta-feira, o qual seria da responsabilidade da GNR.

Como devem compreender, fiquei paralisado durante alguns segundos. Depois fui à cozinha, onde já estava tudo a começar a lanchar, mas quando me viram tudo ficou quieto e, logo de imediato, dei a notícia e acabou o convívio. Meus cunhados levaram os meus sogros; meus filhos foram-se deitar, fechei a TV e o rádio e ficou tudo em silêncio. Depois resolvi contactar meus irmãos e combinar com eles, deslocarmo-nos a casa de meus pais, para lhes comunicar o acontecido.

Foi um momento muito difícil. Quando cheguei a casa de meus pais, acompanhado de meu irmão Fernando e de sua mulher, de minha irmã Regina e do meu cunhado Manuel, veio à porta a minha irmã mais nova, Arminda (que já havia sido alertada por um telefonema meu, de que iria lá para comunicar a triste notícia aos nossos pais e a ela também), entramos na casa e num repente, ao olhar para os meus pais sentados a fitar-nos, como que a inquirir, porque é que às 10 horas da noite estávamos ali todos, eu ganhei coragem e disse-lhes muito simplesmente: O LUÍS faleceu esta tarde em ÉVORA e eu vou com o Manuel esta noite para lá, para se fazer o funeral.

Meus pais nada disseram. Olharam um para o outro, olharam depois para nós longamente e, passados talvez dois minutos mais ou menos, meu pai e minha mãe disseram: Seja feita a vontade de Deus. E, então, sim, então choraram em seguida, um choro isento de gritos, mas sim um choro silencioso.

Não, nessa noite, mas no dia seguinte, eu e meu cunhado, estávamos prontos a partir para Évora, no meu carro FIAT 600. Porém minha irmã Regina, disse-nos para ir antes de comboio ou de camioneta, porque tinha medo, que eu não aguentasse a longa viagem a conduzir e além disso poderia suceder algum problema na estrada. Assim fomos de comboio até Coimbra e lá apanhamos um autocarro para Évora, onde chegamos às 17 horas mais ou menos. No dia seguinte, pela manhã, a GNR transportou-nos até ao Hospital e dali formou-se um funeral sendo o corpo transportado num carro fúnebre da GNR, acompanhado de mais 2 carros da GNR, num dos quais ia eu e o meu cunhado. Chegamos a Rio Tinto, cerca das 19 horas da tarde, sendo o féretro recolhido na capela mortuária e só no dia 21, de manhã é que foi feito o seu enterramento. A GNR  do Porto, que havia tomado conta do corpo quando entrou nesta área de jurisdição, saudou com uma salva de tiros o corpo de meu irmão quando foi depositado na campa.

Foi uma linda cerimónia que compensou muito a perda que havíamos sofrido (os meus pais, os meus irmãos e eu) - dado que o cemitério que é bastante grande, estava completamente cheio de pessoas de Rio Tinto, que conheciam os meus pais (principalmente o meu pai Chefe Arlindo, do CNE) e, também o meu irmão e, além disso estava um pelotão da GNR que fez guarda de honra e talvez por isso mesmo, havia gente que se calhar apareceu ali, por causa do aparato militar e por causa da salva de tiros.

Passados 22 anos, ainda hoje,  e pelo menos uma vez por ano,  faço uma visita de memória aos seus restos mortais no cemitério de Rio Tinto.

A PAZ esteja com ele e com todos nós. Ámen.


Post colocado em  6 de Setembro de 2012 - 14,30 horas
por
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1400-2 - Livro do APOCALIPSE - 6 de Setembro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Caros Amigos:
(Ver por favor, a nota inicial escrita em 30 e 31 de Agosto (e 1 de Setembro) neste mesmo blogue).
 
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
+++++++++++++++++++++++

Nº 1400 - 2ª Página

6 de Setembro de 2012

A P O C A L I P S E

220px-Orthodox-Apocalypse-Fresco

Juízo Final

 

220px-Apocalypse_vasnetsov

Os 4 Cavaleiros do Apocalipse

 

220px-St-john

S. João em Patmos

AS VISÕES DA REVELAÇÃO

8 – O sétimo selo  -  Quando Ele abriu o sétimo selo, fez-se no Céu um silêncio de cerca de meia hora. Depois vi os sete anjos que estavam diante de Deus, e foram-lhes dadas sete trombetas. Veio então outro anjo com um incensário de ouro e pôs-se junto do altar. Entregaram-lhe muitos perfumes para que os oferecesse com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que está diante do trono. E o fumo dos perfumes subiu da mão do anjo, com as orações dos santos, até diante de Deus. Depois, o anjo tomou o incensário, encheu-o com o fogo do altar e lançou-o sobre a terra; houve vozes, trovões, relâmpagos e terramotos. Os sete anjos que tinham as sete trombetas preparam-se então, para tocar.
As quatro primeiras trombetas – O primeiro anjo tocou a trombeta. Saraiva, e fogo, misturados com sangue, foram lançados sobre a terra; queimou-se uma terça parte da terra, a terça parte das árvores e também toda a erva verde.
O segundo anjo tocou a trombeta. Então, uma enorme massa, ardendo em fogo, semelhante a uma montanha, foi lançada no mar, e a terça parte do mar foi transformada em sangue; morreu assim um terço das criaturas que viviam no mar, e perdeu-se a terça parte das naus.
O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu uma grande estrela, ardendo como uma tocha, caiu sobre a terça parte dos rios e das fontes; O nome da estrela era «Absinto». Uma  terça parte das águas transformou-se em, absinto e morreram muitos homens, devido às águas, porque se tornaram amargas.
O quarto anjo tocou a trombeta, e foi atingida a terça parte do Sol, a terça parte da Lua e a terça parte das estrelas, de modo que se obscureceram em um terço e o dia perdeu um terço da sua claridade assim como a noite.
Vi ainda e ouvi uma águia que voava no mais alto do céu, dizendo em alta voz: «Ai! ai! ai dos habitantes da terra por causa dos derradeiros sons das trombetas que os três anjos hão-de tocar
 
                                                                                                              0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

6 de Setembro de 2012  -  10,15 h

ANTÓNIO FONSECA

Imagem no mapa

Nº 1400-1 - (250-12) - SANTOS DE CADA DIA - 6 de Setembro de 2012 - 4º ANO


antoniofonseca1940@hotmail.com
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Nº 1400-1  -  (250-12)
Imagem3189
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
I-Am-Posters
= E U   S O U =
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»«««««««««««««««««««««««««««««««««


SANTO ELEUTÉRIO
Mártir – princípio século VII
Eleuterio, Santo
Santo Eleutério (nome de origem grega que significa «livre», é-nos conhecido pelos Diálogos de S. Gregório Magno, ingénuos e às vezes profundos. O «venerável Pai Eleutério» era homem cuja vida exemplar confirmava as palavras. Este «santíssimo velho…, o abade Eleutério, homem de vida venerável», fez uma visita de edificação a uma religiosa de Espoleto e viu-a expulsar de um aldeão o demónio. Eleutério era «Pai (abade) do mosteiro de S. Marcos Evangelista, junto aos muros de Espoleto». E viveu em Roma muito tempo, no mosteiro em que S. Gregório foi religioso antes do seu pontificado; lá morreu também. Os seus discípulos contavam que ele, com a oração, tinha ressuscitado um morto. Era homem de enorme simplicidade e compunção. Não há dúvida que lágrimas duma alma tão humilde e tão simples podiam obter de Deus Todo-Poderoso… Eis um dos seus milagres, por ele manifestado a Gregório com a maior simplicidade. Ia de terra em terra. Numa tarde, não encontrando lugar onde se acolher, entrou num mosteiro de virgens. Estava lá uma criancinha que o mau espírito atormentava todas as noites. As religiosas disseram, ao homem de Deus: «Não poderia, meu Pai, encarregar-se esta noite do menino?». Ele recebeu-o com bondade e disse-lhe que se deitasse a seu lado. Tudo se passou sem incidente e as religiosas conseguiram que o velho levasse o pequeno para o seu mosteiro. O pequeno ficou lá muito tempo sem o antigo inimigo se aproximar dele. De tal maneira que o velho se deixou levar duma alegria um tanto presunçosa. Disse aos seus irmãos: «Meus irmãos, o diabo fazia pouco destas irmãs; mas agora que se recorreu aos servos de Deus, ele já não se atreve a aproximar-se do menino». Mas imediatamente foi o menino retomado pelo seu demónio. E o velho pôs-se logo a gemer e, procurando os irmãos consolá-lo, disse: «Confiai em mim, jejuemos hoje até o pequeno ser libertado».Então prostrou-se a orar com todos os irmãos e rezou-se até à cura da criança, que foi definitiva. Nesta altura, o cardeal-diácono Pedro, o interlocutor de S. Gregório, intervém: «Julgo que Eleutério teve um bocadinho de soberba; por isso quis Deus que os discípulos concorressem com o abade para esta libertação». E Gregório respondeu: «Sim, é isso. Ele não poderia levar sozinho o poder do milagre; repartiu com os irmãos e levou-o. Mas eu pude experimentar pessoalmente qual a força de oração deste homem. No mosteiro – sofrendo eu muito nos órgãos centrais, com angústias frequentes que me levavam a julgar-me em artigo de morte (os médicos denominam este mal-estar com a palavra grega ««síncope»)se os irmãos não me alimentassem  muitas vezes, teria ficado sem o sopro vital; o dia de Páscoa avizinhava-se, era sábado santo, quando toda a gente jejua, até às crianças, e eu não podia jejuar e pus-me a desfalecer de desgosto mais que da doença». Gregório recorreu a Eleutério, que rogou com lágrimas por sua intenção. «Ouvindo a sua bênção, o meu estômago recebeu tal força que esqueceu totalmente a alimentação e a doença. Fiquei pasmado; como tinha estado!, como estava agora!» E Gregório ocupou-se do seu mosteiro; sentia-se capaz de jejuar um dia completo. Isto dispô-lo a acreditar nas maravilhas que se atribuíam à oração de Eleutério. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
SÃO MAGNO
Monge (século VIII)
Magno de Fssen, Santo
Foi ao seu bastão que S. Magno (ou Magnoaldo) deveu ter sido outrora tão popular. Quando o levavam pelos campos, as minhocas, os ratos, os pulgões vorazes e outros parasitas, inimigos das colheitas, morriam ao aproximar-se ele. Ao que se dizia, Magno tinha herdado o bastão de seu mestre, S. Columbano. Como este tinha tido vários durante a vida, numerosas eram as regiões que podiam orgulhar-se de possuir «um bastão de S. Magno». As que o não tinham, fabricavam imitações que, devido à fé dos fiéis e à bondade divina, possuíam as mesmas virtudes que os originais. A celebridade de que S. Magno gozava é testemunhada pelas 12 000 linhas que lhe consagraram os Bolandistas nas Acta Sanctorum; nelas expõem-se indefinidamente as suas viagens, os seus milagres e as inúmeras partilhas e transferências das suas relíquias. Por elas ficamos sabendo que também Magno várias vezes matou o dragão e que morreu com mais de 150 anos. Afinal, nessa abundância nada se encontra que no-lo possa dar a conhecer verdadeiramente. As aparências são de que ele viveu no século VIII e fundou em Fussen (na Suábia bávara) um mosteirozinho em que eram recebidos os peregrinos que iam a Roma ou de lá vinham. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL
Eleuterio, Santo
Septiembre 6 Abad,
Eleuterio, Santo
Eleuterio, Santo
Abad
Fue un santo abad del monasterio de San Marcos Evangelista en Espoleto. Debió ser un hombre de grandes y probadas virtudes por los relatos que se conocen de su vida a través del gran Papa Gregorio Magno que fue contemporáneo, conocido personal, amigo y hasta una de las personas que salió beneficiada del trato con el santo abad. De hecho, cuenta San Gregorio de su amigo que, un buen día y con una sola bendición, el abad Eleuterio consiguió curarlo de un vehemente deseo de ingerir alimentos que él sufría. Además, refiere el mismo Papa, su santidad era tan grande que hasta llegó a resucitar un muerto. Pero lo que llama la atención al relator de la vida del santo es un acontecimiento que tiene valor de ejemplaridad y estímulo para los hombres que, llenos de dificultades, limitaciones y pecados, viven soportando sus faltas de virtud y sufriendo los propios fracasos. Por eso la figura de este santo es más cercana, al ser víctima de su propio desmoronamiento. Unas monjas habían confiado al santo abad la custodia de un niño atormentado por el Diablo. Como pasaran varios días sin notarse fenómenos extraños, el abad comentó a sus monjes que Satanás tenía asustadas a las pobres monjas, pero que ahora estaba con miedo y por eso no se manifestaba. Al punto, el mal espíritu se apoderó del niño y de inmediato comenzó a maltratarlo. Eleuterio cayó en la cuenta de que su expresión fue de soberbia y presunción. Lloró dolorido su pecado y pidió a los monjes oraciones y penitencias para que cesaran los embates del Demonio. Una simple frase con un poco de vanidad hizo que Satanás se sintiese en terreno propio y se necesitase la oración y mortificación de todos para expulsarlo.
Bertrán de Garrigue, Santo
Septiembre 6 Presbítero Dominico,
Bertrn de Garrigue, Santo
Bertrán de Garrigue, Santo
Presbítero
Martirologio Romano: En el monasterio cisterciense de Boschette (o Vauluisant), cerca de Orange, en la Provenza en Francia, memoria del beato Bertrán (Bertrando) de Garrigues, presbítero, uno de los primeros discípulos de santo Domingo y siempre fiel a sus consignas (1230). Fecha de beatificación: El 14 de julio de 1881, el Papa León XIII confirmó su culto. Tiempos de crisis y de profunda transformación social. El refinamiento y la frivolidad de costumbres penetraron en Occidente con el botín y las novedades importadas por los cruzados. Por otra parte, se apreció una sensible disminución del espíritu de sumisión y obediencia al Pontífice, como consecuencia natural de los ataques de los emperadores. Estas contiendas y, sobre todo, las Cruzadas agotaron los recursos de la Iglesia, que, sin embargo, sentía las necesidades de una Europa a oscuras, impotente para soportar la avalancha de las diversas invasiones de los pueblos bárbaros y paganos. El espectáculo era realmente desolador. Pero la reacción no se hizo esperar. La vida monástica cobró una vitalidad espléndida, insospechada. Aparte de las dos reformas benedictinas —cistercienses y cartujos—, surgieron otras nuevas Ordenes y Congregaciones. Francisco de Asís ha escuchado la llamada divina apremiante y, desposándose con la pobreza, se ha lanzado por aldeas y ciudades predicando penitencia. La misma llamada oyeron el obispo de Osma, Diego de Acevedo, y Domingo de Guzmán al llegar en embajada de paz a Tolosa. Dice el Beato Jordán de Sajonia, refiriéndose a Domingo de Guzmán, que en cuanto advirtió que los habitantes de aquel país habían caído en la herejía, llenóse de compasión su pecho misericordioso, considerando las innumerables almas que vivían engañadas". Fue entonces cuando, inflamados de caridad, marcharon a Roma y expusieron a Inocencio III un amplio plan de evangelización en tierra de cumanos, al que hubieron de renunciar por indicación del Pontífice, que ordenó al santo obispo el regreso a su diócesis para proseguir allí su gobierno y la reforma del cabildo. Obedientes y dóciles a los deseos del Papa, Diego de Acevedo y Domingo de Guzmán emprendieron su viaje de retorno a España sin sospechar la gran sorpresa que la Providencia les reservaba en Montpellier y que transformaría su retirada en marcha victoriosa. Cuando llegaron a esta ciudad, en la primavera de 1206, coincidieron con una asamblea de obispos y abades cistercienses de la región, presidida por un legado pontificio. Se hallaban reunidos para estudiar la grave situación e iniciar una campaña definitiva contra la herejía. Solicitaron el consejo del santo y prudente obispo de Osma y las palabras de éste fueron una invitación a abrazar la pobreza evangélica, comenzando por renunciar a toda ostentación y aparato. Esta sería el arma más eficaz para combatir y acabar con las críticas propagadas por las sectas. Y dando ejemplo el santo obispo, puso por obra sus recomendaciones, despidiendo a todo su séquito, quedándose en el Lanquedoc con Domingo de Guzmán y un grupo de clérigos. Los abades repitieron la escena y se reservaron tan sólo los libros imprescindibles para el rezo y la controversia. La empresa había comenzado. Apiñados alrededor del buen obispo de Osma, aquella primera expedición de animosos apóstoles inició su ruta, saliendo de Montpellier hacia la capital de la herejía. A pie, sin dinero, en voluntaria pobreza, van predicando la fe católica. A su paso, los herejes se inquietan y arrecian sus ataques. Pero la marcha hasta Tolosa fue triunfal, ya que su presencia, sus discursos y muchas veces sus milagros despertaron la conciencia de muchas pobres gentes. Embarcado en esta colosal obra de predicación y apostolado permaneció el santo obispo de Osma hasta mediado el año 1207. Pero comprendiendo que la ausencia de su diócesis se había prolongado demasiado y temeroso de ser juzgado negligente de su gobierno, decidió regresar a España, dejando al frente de aquella empresa de evangelización a su querido subprior e inseparable compañero Domingo de Guzmán. Los propósitos del obispo eran visitar la diócesis y volver para dedicarse plenamente a esta gran obra, soñando "ordenar en aquella región, con asentimiento del Papa, algunos varones idóneos que se dedicasen a confutar errores y a estar prontos para defender la verdad de la fe". Pero la muerte puso fin a todos sus planes. La Providencia había reservado la realización de aquellos ambiciosos proyectos a Domingo de Guzmán y sus frailes, los hermanos predicadores... La noticia de la muerte del santo obispo se difundió rápidamente y, al conocerla los que con el habían quedado en aquellas tierras de Tolosa, se volvieron a sus casas. "Fray Domingo quedó solo allí en la brega de la predicación. Algunos le siguieron algún tiempo." Pero inaccesible al desaliento, prosiguió incansable su actividad apostólica. Fue en esta época verdaderamente heroica de Domingo de Guzmán cuando se asoció Bertrán de Garriga, apellidado así por el lugar de su nacimiento, en la diócesis de Nimes. Corazón generoso y alma noble, no pudo menos de vibrar y sentirse contagiado por la santidad y elocuencia de fray Domingo. Según afirma uno de sus biógrafos, "fue escogido por la Providencia para llenar en el corazón del bienaventurado Domingo el vacío que don Diego de Acevedo había dejado". Desde entonces le vemos con frecuencia al lado de fray Domingo, gozando de su más pura amistad y apareciendo en las crónicas como compañero inseparable en muchos de sus viajes, haciéndole partícipe en numerosos milagros. Imitador de la santidad de fray Domingo, llegó a ser —en frase de Bernardo Guidón— verdadera imagen de Domingo de Guzmán". La corrupción, las guerras y el desorden seguían estragando las costumbres y minando la autoridad de la Iglesia. Los legados pontificios presentaron a Inocencio III un informe de la situación, ante el cual, viendo el Papa que los medios pacíficos de persuasión eran insuficientes, expidió la Bula de Cruzada contra los herejes del Lanquedoc, confiando así poder acabar con tales males. En un principio el llamamiento del Pontífice no halló eco entre los nobles, pero el asesinato de Pedro de Castelnau, legado pontificio, perpetrado por los herejes, levantó una fuerte indignación y movió a los condes de Tolosa a tomar las armas y emprender la Cruzada, poniendo al frente a Simón de Montfort. Unidos se batían en aquel territorio los dos caudillos de la causa de la Iglesia: Domingo de Guzmán y sus compañeros con la palabra y Simón de Montfort y sus huestes con la espada. Por aquella época fue propuesto fray Domingo para ocupar diversas sedes, pero siempre se resistió a aceptar estas dignidades alegando: "Tengo que ocuparme de mi nueva plantación de predicadores y de las monjas de Prulla, que me pertenecen". Precisamente entonces se habían unido algunos discípulos más y se arregló el problema del alojamiento gracias a la donación de dos grandes casas que entregó a fray Domingo un caballero de Tolosa llamado Pedro de Seila, que más tarde sería prior de Limoges. Desde aquel momento fijaron su residencia en Tolosa, viviendo en aquellas casas juntos, acostumbrándose a una vida más humilde y conforme con las costumbres de los religiosos. Fue aquélla la cuna de la futura Orden de Hermanos Predicadores. Y no habían transcurrido tres meses allí instalados fray Domingo y sus diez compañeros, cuando el obispo Fulco les nombra predicadores contra la herejía en su diócesis. En agosto de 1215 salió el obispo Fulco hacia Roma para asistir al IV Concilio de Letrán, y le acompañó fray Domingo, esperando poder exponer juntos al Papa su proyecto de fundación de una Orden que se llamase y fuese de Predicadores. Pero antes de partir para Roma, fray Domingo escogió a Bertrán de Garriga para superior de aquella incipiente comunidad, que había de constituir el núcleo básico de la nueva Orden. En este período el grupo de predicadores alternaba su apostolado con la asistencia a las lecciones de Teología de un insigne maestro que había traído el obispo Fulco para regentar estas enseñanzas en la catedral de Tolosa. Era deseo expreso de fray Domingo que sus discípulos adquiriesen una sólida preparación científica para luego poder discutir con los herejes. Mientras fray Domingo se encontró ausente, Bertrán de Garriga recibió algunos compañeros más en la comunidad, pues según las crónicas, al regresar Domingo de Roma, la pequeña familia religiosa había aumentado, eran ya dieciséis... En el mes de febrero de 1216 estaba fray Domingo de vuelta en Tolosa con su comunidad. La Cuaresma la consagraron a la predicación y después, durante las fiestas de Pascua —seguramente en el convento de Prulla—, se dedicaron a tratar los problemas de la fundación y las sugerencias hechas a fray Domingo por el Papa y el cardenal Hugolino. En primer lugar eligieron por Regla la de San Agustín. Una vez escogida la Regla y redactadas las Constituciones, urgía la erección del primer convento sobre el que recaería directamente la aprobación del Pontífice. El obispo Fulco, con asentimiento del cabildo, otorgó a fray Domingo y sus frailes la capilla de San Román, junto a la cual levantaron el convento. Pero, estando ocupados en la fundación, llegó la noticia de la muerte de Inocencio III y la designación de Honorio III como sucesor en el Pontificado. No demoró más fray Domingo su viaje a Roma, presentando al nuevo Papa la causa de su Orden. La acogida no pudo ser mejor. Honorio III confirmó la Orden de los Hermanos Predicadores y la tomó bajo su especial protección. Cuando en la primavera de 1217 regresó a Tolosa con las dos encomiásticas bulas de confirmación de la Orden, su pequeña comunidad debió saltar de gozo. Pero una visión profética que tuvo fray Domingo le hizo comprender los peligros que se cernían sobre la ciudad. En la visión II se le mostró —cuenta el Beato Jordán— un árbol de grandes proporciones y agradable aspecto, en cuyas ramas se cobijaban muchas aves. Resquebrajóse el árbol y los pájaros que en él anidaban huyeron". Entendió aquel hombre, lleno del espíritu de Dios, a través de la visión, que el conde de Montfort, príncipe y tutor de muchos desvalidos, iba a morir en breve. Domingo y sus frailes, que se amparaban bajo la singular protección del conde, tomaron el partido de las aves. Pese a lo reducido de su número, había llegado la hora de la dispersión. Así fue como a los pocos días de la visión salieron los dieciséis de Tolosa para refugiarse en el monasterio de Prulla, auténtica cuna de la Orden. Notificó Domingo a los obispos y al mismo conde de Montfort de su propósito decidido de dispersar sus frailes por el mundo. Invocado el Espíritu Santo, una vez reunidos los frailes, les manifestó su resolución y, aunque todos se admirasen de tan prematura dispersión, conocían bien la santidad de fray Domingo y en él habían depositado su fe y esperanza. Domingo reunió a sus hijos en el monasterio de Prulla, para que Nuestra Señora, que había alcanzado del Señor la fundación de la Orden, bendijera la dispersión de los frailes por el mundo. Tuvo lugar precisamente aquel "Pentecostés dominicano" en la fiesta de la Asunción de la Santísima Virgen del año 1217. Después de la más tierna y patética de las despedidas, marcharon cuatro frailes hacia España y siete a París. Mateo de Francia iba como superior de la nueva comunidad de París y con él salió fray Bertrán de Garriga, a quien el beato Jordán presenta en este momento como "varón de gran santidad y de un rigor inexorable para consigo, acérrimo mortificador de su carne, que había copiado en muchas cosas la vida ejemplar de su maestro Santo Domingo". Con ellos iban otros dos frailes para estudiar en la universidad. Uno de ellos, fray Lorenzo de Inglaterra, antes de entrar en París, tuvo una visión, revelándole el Señor muchas noticias acerca de la fundación, lugar del convento y prosperidad de la comunidad, que pronto se vería favorecida con selectas vocaciones. Los otros tres compañeros designados a París, entre los que se encontraba fray Manés, hermano de Santo Domingo, habían llegado antes. Todos ellos marchaban con el mismo fin; "para estudiar, predicar y fundar un convento". Una vez instalados los frailes en París, fray Bertrán de Garriga regresó a Tolosa. La situación se agravaba por días en la capital del Languedoc, hervía la insurrección, que, al fin, estalló, y en el asalto a las murallas de Tolosa murió Simón de Montfort. Pero el convento de San Román, custodiado por fray Bertrán y la pequeña comunidad, se salvó. Por aquellos días fray Domingo abandona Roma para cursar visita a las distintas fundaciones, Estamos ya avanzado el otoño de 1218. Pudo comprobar al pasar por Prulla, Tolosa y cruzar la región del Lanquedoc que, pese a los acontecimientos, la "Santa Predicación" se había extendido y enraizado. Continuó su viaje a España, donde consolidó la fundación de Madrid y fundó en Segovia, recorriendo muchas ciudades. Regresó a Francia y de nuevo pasó por Prulla y Tolosa, donde tomó por compañero a fray Bertrán de Garriga para reanudar la ruta hacia París. En las Vidas de los Frailes Predicadores, de Gerardo de Frachet, se recoge aquí el milagro que tuvo lugar durante este viaje. Caminando fray Bertrán con el santo fundador hacia París, después de hacer noche en el santuario de Nuestra Señora de Rocamador, se les unieron al paso unos peregrinos alemanes que, oyéndoles cantar salmos y la letanía de la Virgen, no pudieron menos de sentirse edificados. Al llegar a una aldea les invitaron a quedarse y les obsequiaron espléndidamente, y así cuatro días seguidos. Al quinto día el bienaventurado Domingo manifestó a fray Bertrán, enternecido: "Fray Bertrán, tengo por cierto que cosecharemos cosas carnales de estos peregrinos, si no sembramos en ellos bienes espirituales. Por tanto, si te parece, arrodillémonos y pidamos al Señor nos otorgue entender y hablar su idioma para que podamos predicarles a Jesucristo". Así lo hicieron y, con gran asombro de los peregrinos, comenzaron a hablar alemán, caminando juntos aún otros cuatro días, hablándoles de Jesucristo, hasta llegar a Orleáns, donde los alemanes, que deseaban ir a Chartres, se despidieron de ellos, encomendándose a sus oraciones. Al día siguiente dijo el bienaventurado Domingo a fray Bertrán: "Hermano, he aquí que estamos ya para entrar en París, y si supieran los frailes el milagro que el Señor ha realizado con nosotros, nos tendrían por santos, siendo, en verdad, pecadores..., así es que por obediencia te prohibo que digas algo mientras yo viva. Y así lo hizo fray Bertrán. Pero después de la muerte del bienaventurado Domingo contó estas cosas a los frailes". También el Beato Jordán relata otro milagro que le contó fray Bertrán. En cierta ocasión, viajando con el bienaventurado Domingo, estalló una gran tormenta y la lluvia inundaba los caminos. Entonces el maestro Domingo hizo la señal de la cruz y pudieron proseguir la marcha sin que el agua les tocase, formándose una especie de cortina protectora a tres codos de distancia según andaban. Este hecho tuvo lugar entre Montreal y Carcasona. La devoción popular para perpetuar este suceso levantó una ermita, que la Revolución Francesa destruyó, erigiendo el pasado siglo un monumento con la siguiente inscripción: "Aquí, en el siglo XIII fueron milagrosamente preservados de la lluvia torrencial el glorioso Santo Domingo y su compañero San Bertrán de Garriga. Santo Domingo y San Bertrán, rogad por nosotros y libradnos de las tormentas". Los últimos años de Santo Domingo fueron de una fecundidad sorprendente. Viajes, fundaciones, visitas a monasterios, negociaciones con el Papa, con los prelados y con los príncipes, envíos de misioneros a las regiones más remotas y un celo infatigable en la predicación, que se traducía en nuevas y escogidas vocaciones. Preocupado por la organización de la Orden, aún pudo celebrar los dos primeros Capítulos Generales. En el segundo, el año 1221, celebrado también en Bolonia, se dividió la Orden en ocho provincias, siendo nombrado fray Bertrán de Garriga prior provincial de la región meridional francesa, llamada Provenza. Uno de sus principales cuidados, sobre todo al morir el santo fundador, fue el sostenimiento y aliento de las monjas de Prulla, procurando conservar el espíritu que Santo Domingo les había infundido. Y fiel discípulo suyo, recorrió a pie el Languedoc predicando y atrayendo a las gentes con su ejemplo, levantando muchos conventos... Su fundación predilecta era Montpellier. Allí tuvo lugar un notable episodio que nos cuenta Gerardo de Frachet en la Vida de los Frailes: "...casi todos los días celebraba la misa por sus pecados. Y advirtiendo esto fray Benito, varón bueno y prudente, le preguntó por que tan pocas veces ofrecía la misa por los difuntos y, en cambio, con tanta frecuencia por sus pecados. A lo cual respondió fray Bertrán: "Porque los difuntos, por quienes ora la lglesia, ya están seguros y es cierto que llegarán a la gloria. Mas nosotros pecadores nos vemos en muchos peligros y azares". Díjole fray Benito: "Decidme, carísimo prior, si aquí hubiera dos mendigos igualmente pobres, pero uno de ellos tuviera los miembros sanos, ¿a quién auxiliarías primero?". "A aquel que se pudiera valer menos", respondió fray Bertrán. Entonces añadió fray Benito: "Así son los difuntos, los cuales no tienen boca para confesar, ni oídos para oír, ni ojos para llorar, ni manos para trabajar, ni pies para caminar, sino que sólo esperan y desean nuestra ayuda; mas los pecadores, además de sufragios, se pueden valer de los demás miembros". Mas como ni por esas razones se convenciese fray Bertrán, se le apareció la noche siguiente un difunto terrible, que le golpeó duramente con un féretro de madera, el cual le despertó, espantó y atormentó más de diez veces aquella noche. En cuanto amaneció, fray Bertrán se levantó, llamó a fray Benito y, acercándose devotamente llorando al altar, ofreció desde entonces la misa por los difuntos".
El año 1230, siendo todavía provincial, difundida su fama de santidad por la región, estando predicando a las monjas cistercienses de Botichet, una rápida enfermedad le condujo a la muerte. Su cuerpo, que recibió sepultura en el cementerio de las monjas, fue hallado incorrupto después de veintitrés años. Durante el Cisma de Occidente los dominicos le trasladaron al convento de Orange, donde recibió culto público por privilegio de Martín V. Pero en el siglo XVI, asaltada y saqueada la iglesia, pereció en el incendio llevado a cabo por los herejes. León XIII ratificó sus méritos y confirmó su culto, fijando la fecha del 6 de septiembre para conmemorar su fiesta. Los cronistas e historiadores de su época son unánimes en los elogios de sus singulares virtudes, resaltando su humildad, espíritu de penitencia y oración.
Onesiforo y Porfirio, Santos
Septiembre 6 Mártires,
Onesiforo y Porfirio, Santos
Onesiforo y Porfirio, Santos
Mártires
Martirologio Romano: Conmemoración también de san Onesíforo, que sirvió muchas veces a san Pablo en Efeso y, sin sentir vergüenza por sus cadenas, llegado a Roma, se interesó solícitamente por su suerte (s. I). Estos dos mártires, murieron en el año 80. El primero fue un fiel discípulo y colaborador de san Pablo. Lo nombra en su carta a Timoteo: "Quiera el Señor darte la gracia al bueno de Onesíforo porque a menudo me animaba ; nunca se avergonzó de verme encadenado, pero cuando llegó a Roma, me buscó por todos sitios con gran valentía y, gracias a mí, quiso el Señor concederle la gracia de encontrar misericordia". Y en otro versículo dice de él así: "Saluda a Prisca y Aquila y al inestimable Onesíforo". La tradición añade que Onesíforo siguió los pasos de san Pablo a España y volvió al Este, en donde fue martirizado durante el reinado de Domiciano en Helesponto, atado a caballos salvajes. Porfirio, un fiel amigo del primero, compartió su trabajo y el mismo martirio. El Señor estuvo cerca de ellos para darles el valor de anunciar su Evangelio y ser colaboradores de un gran apóstol del Evangelio. ¡Felicidades a quienes lleven estos nombres! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
Zacarías, Santo
Septiembre 6 Profeta,
Zacaras, Santo
Zacarías, Santo
Profeta del Antiguo Testamento
Martirologio Romano: Conmemoración de san Zacarías, profeta, vaticinador de la vuelta del pueblo desterrado a la tierra de promisión, anunciando al mismo tiempo que un rey pacífico, Cristo el Señor, entraría triunfante en la Ciudad Santa de Jerusalén, lo que se llevó a cumplimiento. Zacarías es uno de los profetas menores, a quien se atribuye el libro que lleva su nombre. Su nombre significa Yaveh Ha Recordado. Zacarías se llama a sí mismo hijo de Berekías hijo de Idó (Zac 1:1,7) pero en otros pasajes se omite el nombre de Berekías. Probablemente nació en algún lugar de Babilonia, puesto que su actividad profética empezó tan solo diecisiete años después del regreso del exilio, y es razonable pensar que para entonces tenía más de diecisiete años, aunque todavía se le consideraba joven. Yahveh se valió de Zacarías y Ageo para animar a Zorobabel, al sumo sacerdote Jesúa y a los exiliados que habían regresado a terminar la reconstrucción del templo de Yaveh, aun cuando todavía estaba en vigor una prohibición del gobierno persa. La profecía de Zacarías contiene mensajes que pronunció con ese fin durante un período de dos años y un mes. Una de las profecías que recoge el libro de Zacarías en el capitulo 11 y versículos 12 y 13 hace referencia directa al precio (treinta piezas de plata) que los principales de los sacerdotes ofrecieron a Judas por entregarles a Jesús. Ver el evangelio de San Mateo en el capítulo 26 y versículo 15.
Magno de Füssen, Santo
Septiembre 6 Abad,
Magno de Fssen, Santo
Magno de Füssen, Santo
Abad
Martirologio Romano: En el monasterio de Füssen, en Baviera (Alemania), san Magno, abad (s. VIII). Fecha de canonización: Información no disponible, la antigüedad de los documentos y de las técnicas usadas para archivarlos, la acción del clima, y en muchas ocasiones del mismo ser humano, han impedido que tengamos esta concreta información el día de hoy. Si sabemos que fue canonizado antes de la creación de la Congregación para la causa de los Santos, y que su culto fue aprobado por el Obispo de Roma, el Papa.  SAN MAGNO DE FÜSSEN nació cerca de St. Gallen, en la actual Suiza, aunque son pocos los datos biográficos que se conocen de este santo. Las referencias que tenemos de la vida de San Magno provienen primordialmente de comentarios de sus compañeros San Columbano y San Galo. Junto con ellos, San Magno fue designado por Witkerp, el obispo de Augsburgo, para evangelizar rincones de Alemania que todavía eran paganos. Hacia 746 San Magno estuvo activo en la región de Algovia, o Allgäu, en el sur de Baviera, donde fundó el monasterio de Füssen. Según la tradición, San Magno habría recibido el bastón de San Columbano cuando falleció. En el camino de vuelta se le habría aparecido un dragón, pero por medio del bastón lo habría derrotado fácilmente. También se narra que con el mismo bastón San Magno sometió a un oso que había invadido su huerto, y que con el bastón era capaz de ahuyentar víboras y alimañas. Durante su vida, San Magno, abad de Füssen, presenció las pugnas que concluyeron con la victoria de los francos sobre los alamanes. A pesar de la actividad política de Witkerp, obispo y superior suyo, San Magno siempre prefirió fomentar actividades que beneficiaran a la población local, como la minería. A San Magno de Füssen se le ha considerado tradicionalmente el “Apóstol de Algovia”. Se le venera todavía en el sur de Baviera y Suavia, en el Tirol y en Suiza, se le invoca en la labranza como protector contra insectos y animales perniciosos.
WWW.SANTIEBEATI.IT
94032 > Beato Anastasio Garzon Gonzalez Coadiutore salesiano, martire 6 settembre

69440 > Santa Bega Badessa 6 settembre MR

90800 > Beato Bertrando da Garrigue Domenicano 6 settembre MR

69430 > San Cagnoaldo di Laon Vescovo 6 settembre MR

93267 > Santa Consolata di Reggio Emilia Martire 6 settembre

93463 > Beato Diego Llorca Llopis Sacerdote e martire 6 settembre MR

69410 > Santi Donaziano, Presidio, Mansueto e compagni Martiri 6 settembre MR

69420 > Sant'Eleuterio di Spoleto Abate 6 settembre MR

91988 > Sant'Eva Martire venerata a Dreux 6 settembre

69470 > Sant'Evurzio di Orleans Vescovo 6 settembre MR

92318 > San Frontiniano Diacono e martire 6 settembre

94977 > Sant'Imperia Vergine 6 settembre

90404 > San Liberato da Loro Piceno Frate 6 settembre

69460 > San Magno di Fussen Abate 6 settembre MR

93101 > Beato Michele (Giovanni) Czartoryski Sacerdote e martire 6 settembre MR

69450 > Sant'Onesiforo Discepolo di san Paolo, martire 6 settembre MR

93316 > Beato Pasquale Torres Lloret Padre di famiglia, martire 6 settembre MR

94370 > Santa Sciath Vergine irlandese 6 settembre

94033 > Beato Stefano Vazquez Alonso Coadiutore salesiano, martire 6 settembre

90599 > Sant'Umberto di Maroilles Abate 6 settembre

69400 > San Zaccaria Profeta 6 settembre MR
 


















00000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
***************************************************************************************************************
Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
email:
Obrigado. António Fonseca
Sites utilizados: http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it;
WWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWW
Porto, 6-9-2012 – 10,00 H
ANTÓNIO FONSECA
Imagem no mapa