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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Nº 1418-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Génesis (3) - 24 de Setembro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Caros Amigos:
Com a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, ontem verificada, terminei a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João).
O que irei tentar fazer a seguir?
Como podem rever na publicação que fiz ontem e anteontem neste mesmo local, resolvi começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
Poderei porventura dar conta do recado?
NÃO SEI: é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos.
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
 
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1418 - 2ª Página

24 de Setembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

G É N E S I S
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Criação do Mundo

 

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Adão e Eva

 

 

220px-Cain_leadeth_abel_to_death_tissot

Abel e Caim

CRIAÇÃO DO MUNDO

 

3  -  A serpente, o mais astuto de todos os animais dos campos que o Senhor Deus fizera, disse à mulher: «É verdade ter-vos Deus proibido comer o fruto de alguma árvore do jardim?» A mulher respondeu-lhe: «Podemos comer o fruto das árvores do jardim, mas, quanto ao fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: «Nunca o deveis comer, nem sequer tocar nele, pois, se o fizerdes, morrereis». A serpente retorquiu à mulher: «Não, não morrereis; mas Deus sabe que, no dia em que o comerdes, abrir-se-ão os vossos olhos e sereis como deus, ficareis a conhecer o bem e o mal».
Vendo a mulher que o fruto da árvore devia ser bom para comer, pois era de atraente aspecto, e precioso para esclarecer a inteligência, agarrou do fruto, comeu, deu dele a seu marido, que estava junto dela, e ele também comeu. Então, abriram-se os olhos aos dois e, reconhecendo que estavam nus, prenderam folhas de figueira umas às outras e colocaram-nas como se fosse cinturões, à volta dos rins.
Nessa altura, aperceberam-se de que o Senhor Deus percorria o jardim pela frescura do entardecer, e o homem e sua mulher logo se esconderam do Senhor Deus, por entre o arvoredo do jardim.
Mas o Senhor Deus chamou o homem e disse-lhe: «Onde estás?» Ele respondeu: «Ouvi o ruído dos Teus passos no jardim e, cheio de medo, porque estou nu, escondi-me». O Senhor Deus perguntou: «Quem, te disse que estás nu? Comeste, porventura, algum dos frutos da árvore da qual te proibi comer?» O homem respondeu: «A mulher, que trouxeste para junto de mim, ofereceu-me o fruto e eu comi-o». O Senhor Deus, perguntou à mulher: «Porque fizeste isso?» A mulher respondeu: «A serpente enganou-me e eu comi».
Castigo e esperança -  Então, o Senhor Deus disse à serpente: «Por teres feito isto, serás maldita entre todos os animais domésticos e entre os animais ferozes dos campos. Rastejarás sobre o teu ventre, alimentar-te-ás de terra todos os dias da tua vida. farei reinar a inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela».
Esta esmagar-te-á a cabeça, ao tentares mordê-la no calcanhar.
Depois, disse à mulher: «Aumentarei os sofrimentos da tua gravidez, os teus filhos hão-de nascer entre dores. Procurarás com paixão a quem será sujeita, o teu marido».
A seguir, disse ao homem: «Porque ouviste as palavras da tua mulher e comeste o fruto da árvore a respeito da qual eu te havia ordenado: «Nunca deveis comer o fruto desta árvore», maldita seja a terra por tua causa. E dela só arrancarás alimento à custa de penosos trabalho, em todos os dias da tua vida. Produzir-te-á espinhos e abrolhos, e comerás a erva dos campos. Comerás o pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de onde foste tirado; porque tu és pó e em pó te hás-de tornar».
Adão pôs à sua mulher o nome de Eva, porque ela seria mãe de todos os viventes.
O Senhor Deus fez a Adão e à sua mulher umas túnicas de peles e vestiu-os. O Senhor Deus disse: «Aqui está o homem, que pelo conhecimento do bem e do mal, se tornou como um de nós. Agora é preciso que ele não estenda a mão para se apoderar também do fruto da árvore da vida, comendo do qual, viva eternamente». O Senhor Deus expulsou-o do jardim do Éden a fim de cultivar a terra da qual fora tirado. Depois de ter expulsado o homem, colocou, a oriente do jardim do Éden, querubins armados de espada flamejante para guardar o caminho da árvore da vida.
 
 
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24 de Setembro de 2012  -  10,15 h

ANTÓNIO FONSECA

Imagem no mapa

Nº 1418-1 - (268-12) - SANTOS DE CADA DIA - 24 de Setembro de 2012 - 4º ano


antoniofonseca1940@hotmail.com
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Nº 1418-1  -  (268-12)
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NOSSA SENHORA DAS MERCÊS

Nuestra Seora de la Merced

Sabe-se como, em 621, os Visigodos se tornaram finalmente senhores de toda a Espanha. Em 711, porém, vieram os Árabes que os repeliram para as montanhas das Astúrias e conquistaram quase toda a Península. Foram precisos nada menos de seis séculos para os expulsar. Durante este longo período de guerras, foram levados cativos para a África numerosos cristãos. Os que abraçavam o islamismo eram tratados como homens livres; os outros eram vendidos como escravos aos sarracenos, senão fossem remidos. Neste caso, era necessário pagar o resgate para obter a sua libertação, e muitas famílias não tinham posses para isso. Foi com o fim de libertar estes desgraçados, expostos ao perigo da apostasia, que S. Pedro Nolasco fundou, em 1218, a Ordem das Mercês, ou da Redenção dos cativos. A própria Virgem numa aparição, o incitou a isso. Pedro contou a visão a S. Raimundo de Penhaforte, seu confessor, e ao rei Jaime I de Aragão, o Conquistador, que o ajudaram a praticar o projeto. Aos três votos habituais de religião, os Mercedários acrescentavam o de se entregarem como reféns, no caso de não disporem de outros meios para se desempenharem da sua missão. Graças ao heroísmo deles e à generosidade dos cristãos, a obra foi fecunda em resultados. Dizia o Breviário romano que «foi com o fim de agradecer a Deus e à Santíssima Virgem os benefícios de tal instituição que se estabeleceu a festa de Nossa Senhora das Mercês». O nome da pessoa, Mercedes ou Mercês, vem deste título especial da Virgem Maria. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt  Áudio da RadioRai:

Nuestra Señora de la Merced
Septiembre 24 Advocación Mariana,

Nuestra Seora de la Merced

Nuestra Señora de la Merced

Patrona de Barcelona y de República Dominicana

En castellano se le ha llamado en plural, Virgen de las Mercedes, que no corresponde con el sentido originario de la advocación. El significado del título "Merced" es ante todo "misericordia". La Virgen es misericordiosa y también lo deben ser sus hijos. Esto significa que recurrimos a ella ante todo con el deseo de asemejarnos a Jesús misericordioso. MARÍA Y PEDRO NOLASCO Eran tiempos en que los musulmanes saqueaban las costas y llevaban a los cristianos como esclavos a África. La horrenda condición de estas víctimas era indescriptible. Muchos perdían la fe pensando que Dios les había abandonado. Pedro Nolasco era comerciante. Decidió dedicar su fortuna a la liberación del mayor número posible de esclavos. Recordaba la frase del evangelio: "No almacenéis vuestra fortuna en esta tierra donde los ladrones la roban y la polilla la devora y el moho la corroe. Almacenad en el cielo, donde no hay ladrones que roben, ni polilla que devore ni óxido que las dañe" (Mt 6,20). Año 1203. El laico, Pedro Nolasco inicia en Valencia la redención de cautivos, redimiendo con su propio patrimonio a 300 cautivos. Forma un grupo dispuesto a poner en común sus bienes y organiza expediciones para negociar redenciones. Su condición de comerciantes les facilita la obra. Comerciaban para rescatar esclavos. Cuando se les acabó el dinero forman cofradías-para recaudar la "limosna para los cautivos". Pero llega un momento en que la ayuda se agota y Pedro Nolasco se plantea entrar en alguna orden religiosa o retirarse al desierto. Entra en una etapa de reflexión y oración profunda. LE RESPONDE LA VIRGEN Nolasco pide a Dios ayuda y, como signo de la misericordia divina, le responde la Virgen que funde una congregación liberadora. La noche del 1 al 2 de agosto de 1218, la Virgen se les apareció a Pedro Nolasco, a Raimundo de Peñafort, y al rey Jaime I de Aragón, y les comunicó a cada uno su deseo de fundar una congregación para redimir cautivos. La Virgen María movió el corazón de Pedro Nolasco para formalizar el trabajo que el y sus compañeros estaban ya haciendo. La Virgen llama a Pedro Nolasco y le revela su deseo de ser liberadora a través de una orden dedicada a la liberación de los cautivos de los musulmanes, expuestos a perder la fe. Nolasco le dice a María: -¿Quién eres tú, que a mí, un indigno siervo, pides que realice obra tan difícil, de tan gran caridad, que es grata Dios y meritoria para mi?: -“Yo soy María, la que le dio la carne al Hijo de Dios, tomándola de mi sangre purísima, para reconciliación del género humano. Soy la que recibió la profecía de Simeón, cuando ofrecí a mi Hijo en el templo:”Mira que éste ha sido puesto para ruina y resurrección de muchos en Israel; ha sido puesto como signo de contradicción: y a ti misma una espada vendrá a atravesarte por el alma”: -¡Oh Virgen María, madre de gracia, madre de misericordia! ¿Quién podrá creer que tú me mandas?: - No dudes en nada, porque es voluntad de Dios que se funde esta congregaciónn en honor mío; será una familia cuyos hermanos, a imitación de mi hijo Jesucristo, estarán puestos para ruina y redención de muchos en Israel y serán signo de contradicción para muchos." - LA INSTITUCION NUEVA Pedro Nolasco, funda la congregación, apoyado por el Rey Jaime I de Aragón, el Conquistador y aconsejado por San Raimundo de Peñafort. Su espiritualidad se fundamenta en Jesús, el liberador de la humanidad y en la Virgen, la Madre liberadora e ideal de la persona libre. Los mercedarios querían ser caballeros de la Virgen María al servicio de su obra redentora. Por eso la honran como Madre de la Merced o Virgen Redentora. En el capítulo general de 1272, los frailes toman el nombre de La Orden de Santa María de la Merced, de la redención de los cautivos, mercedarios. El Padre Antonio Quexal, siendo general de la Merced en 1406, dice: "María es fundamento y cabeza de nuestra orden". EN LA CATEDRAL DE BARCELONA El 10 de agosto de 1218 en el altar mayor de la Catedral de Barcelona, en presencia del rey Jaime I de Aragón y del obispo Berenguer de Palou, se crea la nueva institución. Pedro y sus compañeros vistieron el hábito y recibieron el escudo con las cuatro barras rojas sobre un fondo amarillo de la corona de Aragón y la cruz blanca sobre fondo rojo, titular de la catedral de Barcelona. Pedro Nolasco reconoció siempre a María Santísima como la auténtica fundadora de la congregación mercedaria. LA VIRGEN DE LA MERCED, LA FUNDADORA El título mariano de la Merced tiene su origen en Barcelona, España, cuando muchos eran cautivos de los moros y en su desesperación y abandono estaban en peligro de perder la fe . La Virgen de La Merced, manifesta su misericordia por para atenderlos y liberarlos. La talla de la imagen de la Merced venerada en la basílica de la Merced de Barcelona es del siglo XIV, de estilo sedente, como las románicas. He subido piadosamente a su camarín y he comprobado su aspecto imponente por su talla extraordinaria e impresionante. El año 1696, el papa Inocencio XII extendió la fiesta de la Virgen de la Merced a toda la Iglesia el 24 de septiembre. ACTUALIDAD DEL CARISMA El carisma mercedario de liberar a los cautivos sigue siendo tan necesario como siempre. María ofreció todo su ser para que viva el Hijo de Dios encarnado. En el cántico del Magníficat (Lc 1, 46), María expresa la liberación de Dios. El Papa Juan Pablo II dijo que "María es la imagen más perfecta de la libertad y de la liberación de la humanidad". La Virgen continúa velando por sus hijos cautivos de Satanás (LG 62) y nos pide nuestra cooperación. Nosotros debemos dar nuestra vida para que su Hijo viva en nosotros y así pueda liberar a nuestros hermanos. Ella nos enseñará como hacerlo. DIOS PADRE DE MISERICORDIA, MARÍA MADRE DE MISERICORDIA. Dios es Padre de Misericordia, María es Madre de Misericordia. Ella refleja la misericordia de Dios, sufriéndolo todo por sus hijos. Los cristianos debemos también reflejar la misericordia de Dios sufriéndolo todo por amor. "Mirad la hondura o cavidad del lago de donde habéis sido tomados, las entrañas de la Madre de Dios" - Las obras de misericordia que la Virgen pidió incluyen la visita, el acompañamiento y la ayuda a los que salen de la cárcel. UNA CONGREEGACION LAICAL Así fue en los primeros tiempos. Su primera ubicación fue el hospital de Santa Eulalia, junto al palacio real. en Barcelona. Allí recogían a indigentes y a cautivos que regresaban de tierras de moros y no tenían donde ir. Seguían la labor que ya antes hacían de crear conciencia sobre los cautivos y recaudar dinero para liberarlos. Salían cada año en expediciones redentoras. San Pedro continuó sus viajes personalmente en busca de esclavos cristianos. En Argelia, África, lo hicieron prisionero pero logró conseguir su libertad. Aprovechando sus dones de comerciante, organizó con éxito por muchas ciudades colectas para los esclavos. CUARTO VOTO Además de los tres votos de la vida religiosa, pobreza, castidad y obediencia, hacían un cuarto voto: dedicar su vida a liberar esclavos. Se comprometían a quedarse en lugar de algún cautivo que estuviese en peligro de perder la fe, cuando el dinero no alcanzara a pagar su redención. Así lo hizo San Pedro Ermengol, un noble que entró en la orden tras una juventud disoluta. Este cuarto voto distinguió a la nueva comunidad de mercedarios. El Papa Gregorio IX aprobó la comunidad y San Pedro Nolasco fue nombrado Superior General. El rey Jaime decía que la conquista de Valencia, se debía a las oraciones de Pedro Nolasco. Cada triunfo que obtenía lo atribuía a sus oraciones. DESCANSA YA, SIERVO BUENO Y FIEL Pedro Nolasco, a los 77 años, pronunció el Salmo 76: "Tú, oh Dios, haciendo maravillas, mostraste tu poder a los pueblos y con tu brazo has rescatado a los que estaban cautivos y esclavizados". y se durmió en el regazo de la Virgen. Su intercesión logró muchos milagros y fue canonizado en 1628. En el año 1696, el papa Inocencio XII extendió la fiesta de la Virgen de la Merced a toda la Iglesia, y fijó su fecha el 24 de septiembre.

71800 > Beata Vergine Maria della Mercede 24 settembre

SÃO CRESCÊNCIO

Mártir

S. Crescêncio, ao que se diz, era ainda menino quando foi morto à espada na perseguição de Diocleciano (284-305). Era filho de Santo Eutímio e foi sepultado na Via Salária por ordem do juiz Turpílio. Conta-se que, tendo nascido em Perúgia, foi transportado para Roma e decapitado. O que é certo é que um mártir, chamado Crescenciano, estava enterrado no cemitério de Priscila, realmente na Via Salária. O seu túmulo era conhecido e venerado, mas o culto não devia estar florescente e não é conhecido o ano da morte de Crescêncio. Mas ao menos parte do que dissemos há-de referir-se ao mártir que era venerado em Braga a 24 de Setembro e do qual nos foi gentilmente fornecida a seguinte informação: D. Luís de Sousa, embaixador de D. Pedro II em Roma, ao ser nomeado arcebispo de Braga, trouxe para a sua cidade arquiepiscopal as relíquias de S. Crescêncio. Metidas numa arca de prata e vidro, foram encerradas num  móvel de madeira, que se venera num altar em frente da sacristia da Sé. Mais tarde, provavelmente durante as invasões francesas, o precioso relicário foi escondido, vindo a ser encontrado numas dependências da por volta do ano de 1960. Encontra-se agora no tesouro da mesma Sé. E a arca de madeira conserva-se na sacristias. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

SANTOS ANDÓQUIO, TIRSO e FÉLIX

Mártires (179)

Assim se exprime o Martirológio Romano: A 24 de Setembro o trânsito dos santos Andóquio, Tirso, diácono, e Félix, em Autun; aos quais S. Policarpo, bispo de Esmirna, enviou do Oriente a pregar o Evangelho à França, onde depois de os haverem açoitado cruelmente, os tiveram um dia inteiro dependurados pelas mãos atadas às sandálias, depois de os arrojarem ao fogo, donde saíram sem lesão; finalmente, machucando-lhes a garganta, foram gloriosamente coroados no ano de 179. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

71810 > Santi Andochio, Tirso e Felice Martiri 24 settembre MR

BEATA COLOMBA JOANA GABRIEL

Fundadora (1858-1926)

Nasceu em Stanislawów, na Polónia, a 3 de Maio de 1858. Foi batizada no mesmo dia e recebeu os nomes de Joana e Matilde. Em 1866 mudou-se com os pais e o irmão Estanislau para Lwów, onde fez os estudos e conheceu as religiosas Beneditinas, que lhe incutiram o amor a Cristo e ao próximo. Aos 16 anos entrou nessa Congregação e tomou o nome de Irmã Colomba. Como possuía os diplomas de professora de matemática, física, química e desenho, a Superiora apontou-lhe como tarefa o ensino, em que ela sobressaiu por seus dotes e insigne caridade com os alunos mais pobres. No dia da Transfiguração do Senhor de 1882, fez a profissão perpétua e tomou a resolução de progredir  mais e mais na perfeição religiosa. Durante vários anos permaneceu no mesmo posto, crescendo na caridade para com os pobres, para os quais solicitava da Superiora do convento alimentos e roupas. A admiração das companheiras religiosas por suas virtudes levou-as a elegerem-na Prioresa em 1889, Mestra de noviças em 1894 e finalmente Abadessa em 1897. Nestes difíceis cargos, ela portou-se como verdadeira Mãe e procurou que todas progredissem  na prática das virtudes. Todavia, como sucede frequentemente, também no caso da Madre Colomba nem todas viram com bons olhos o modo de proceder da Superiora e fizeram-lhe a vida tão amarga que ela se sentiu impelida a deixar tudo e partir para Roma , onde chegou a 21 de Abril de 1900, só, pobre e desacreditada. Pôs toda a confiança em Deus e rezava assim: «Ó meu Jesus, Vós sabeis que a minha alma está crivada de espinhos, que aguento com paciência e até com certa alegria, porque eles estão aspergidos com o vosso sangue adorável. Só um não quero, só um recuso: a desgraça de Te perder». Em Roma ficou hospedada na casa da Beata Francisca Siedliska e depois, por  conselho do novo Bispo de Lwów, retirou-se para o mosteiro de Subiaco. Lá permaneceu um  ano. Regressou à Cidade Eterna, amargurada mas confiante em Deus que, depois de uma longa noite de trevas, fazia raiar a luz da ressurreição. Com o apoio de algumas pessoas, abriu uma casa para acolher meninas pobres, que trabalhavam na cidade. A obra progrediu de tal forma que não houve mais remédio senão fundar uma nova congregação que cuidasse delas. Assim nasceu o instituto das Irmãs Beneditinas da Caridade, que depois se estendeu a outras dioceses de Itália e a missões estrangeiras. Não lhe faltaram sofrimentos, mas ela contava com  eles e frequentemente dizia: «As obras de Deus nascem, crescem e florescem à sombra da cruz no Calvário». Cheia de méritos, faleceu santamente em Roma, ao entardecer do dia 24 de Setembro de 1926. Teve as virtudes heróicas aprovadas a 10 de Julho de 1990. Finalmente, a 16 de Maio de 1993 recebeu as honras da beatificação. AAS 82 (1990) 1638-43; L’OSS. ROM. 23.5.1993; AAS 82 (1990) 724-9. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

91014 > Beata Colomba Gabriel (Joanna Matylda) Religiosa 24 settembre MR

www.es.catholic.net/santoral

Pacífico, Santo
Septiembre 24 Sacerdote,

Pacfico, Santo

Pacífico, Santo

Martirologio Romano: En Sanseverino Marche, del Piceno, en Italia, san Pacífico de San Severino, presbítero de la Orden de Hermanos Menores, preclaro por sus penitencias, amor a la soledad y oración ante el Santísimo Sacramento (1721). Etimología: Pacífico = manso, humilde. Viene de la lengua latina. San Pacífico de San Severiano, desde la primera niñez solamente conoció adversidades y que malogró cada uno de sus intentos sucesivos de hacer lo que se proponía.  Huérfano a los cuatro años, pobre, maltratado por los parientes que le acogieron, pareció que iba a encontrar en el claustro lo que el mundo le negaba, y en 1670 ingresó en un convento de franciscanos reformados. Su camino parecía claro, ser profesor de filosofía, pero según él mismo "no se necesitan doctores, sino apóstoles", y pide una ocupación más activa.  Está terminando el siglo XVII, se avecina la gran tormenta de la Ilustración, y será predicador en tareas misionales, hasta que este servicio se le hace imposible por tener los pies hinchados y cubiertos de llagas. ¿Qué va a hacer un apóstol que no puede caminar? Dedicarse a la confesión, pero la sordera absoluta le impide ejercer este ministerio. Un confesor que no puede oír...  Más aún, quedará ciego, ya ni celebrar la misa, ni salir de su celda. Y entonces en este desamparo le falta incluso el consuelo de sus hermanos de religión, y el sacristán y el enfermero que le cuidan le maltratan de palabra y de obra, como acosándole en su último refugio.  Así durante años hasta la muerte, como un nuevo Job, desposeído de todo excepto de paciencia y de amor a Dios, siervo inútil que se santifica por su misma obligada inutilidad.

71900 > San Pacifico da Sanseverino Marche 24 settembre MR

Dalmacio Moner, Beato
Septiembre 24 Presbítero Dominíco,

Dalmacio Moner, Beato

Dalmacio Moner, Beato

Martirologio Romano: En Girona, de Cataluña, en España, beato Dalmacio Moner, presbítero de la Orden de Predicadores, conocido por su amor a la soledad y al silencio (1341). San Dalmacio Moner (san Dalmau Moner para los catalanes) nace el año 1289 en Santa Coloma de Farners, a unos 20 kms. de la ciudad de Girona. Sus padres eran de condición económica acomodada, como consta por su comparecencia en diversos juicios sobre conflictos de bienes, relatados en documentos de la época. Cursó estudios elementales con los padres benedictinos, En Gerona, donde radicó en su adolescencia y juventud, aprendió las artes liberales; en esa época conoció a los padres dominicos, a quienes admiró por sus conocimientos. Estudió lógica en Montpellier, profesó en 1314 en la Orden de los Predicadores, concluyó filosofía en Valencia y se doctoró en teología. Fue docente en Castelló, Tarragona y Cervera. Se distinguió por la extrema obediencia a la Regla Dominica, su entrega a la oración, estudio y predicación; promovió vocaciones entre los jóvenes, además de ser consejero de prelados, reyes y catedráticos. Contribuyó en la organización de nuevos conventos y formó centros de espiritualidad y apostolado. En vida, los frailes y el pueblo lo reconocían como santo; le llamaban "el fraile que habla con el ángel", debido a su piedad y silencio; además, se le atestiguaron levitaciones y favores considerados milagrosos. Fray Dalmacio practicó la austeridad también en el alimento, vestido y aposento. Durante su vida religiosa, no sólo fue solícito en el cumplimiento de los ayunos y abstinencias, prescritos por las Constituciones dominicanas, sino que renunció del todo a comer carne (salvo en caso de enfermedad) y procuraba alimentarse de verduras endurecidas -a veces de raíces- y de legumbres, cocidas y preferentemente frías. Cuando había de compartir la misma comida que los otros religiosos en el refectorio, evitaba los platos sabrosos o les echaba agua para quitarles el sabor. En cuanto a la vestimenta, usaba hábitos viejos y apedazados, aunque procuraba ir limpio.  Cuando le regalaban un hábito o una capa, pedía a otro religioso que la usase primero él hasta envejecerla por el uso. Su celda era pequeña y angosta, una de las destinadas a los novicios o jóvenes estudiantes. Oraba hasta altas horas de la noche y, cuando le vencía el sueño, se acostaba sobre un saco de sarmientos, a modo de colchón, y reposaba su cabeza sobre un saco rellenado de paja sin cortar, a modo de almohada. En los cuatro últimos años de su vida vivió una vida de extrema austeridad. Empeñado en dedicar los últimos años de su vida a la contemplación y a la mortificación de su cuerpo, obtuvo del P. Maestro General de los dominicos en 1336 un permiso especial para ir a vivir y morir en la Cueva de Santa Magdalena, conocida aún hoy día como La Sainte Baume, situada cerca de Marsella y custodiada por los frailes dominicos franceses. Vivió allí unos meses, pero tuvo que volver a Girona por asuntos urgentes.  Entonces fue cuando empezó el cuatrienio más severo de su vida en Girona. Volvió a conseguir del P. Maestro General un permiso especial para vivir como anacoreta en una cueva angosta y húmeda excavada en una de las laderas de la amplia huerta del Convento de Santo Domingo. Allí pasó los cuatro últimos años de su vida dedicado a la oración, contemplación y penitencia, con la única obligación comunitaria de acudir al convento a las horas de las comidas y de los rezos en el coro.  El P. Diago resume su muerte con estas palabras: “Recibidos los Santos Sacramentos de la Iglesia, estando presentes los frailes más importantes de la Provincia que habían acudido a aquel convento para celebrar el capítulo y, rogando por él, murió dichosamente de edad de cincuenta años en aquella áspera cueva a 24 de septiembre del año de 1341.  Su culto fue confirmado por Inocencio XIII de 13 de agosto de 1721.

90804 > Beato Dalmazio Moner Domenicano 24 settembre MR

Gerardo Sagredo, Santo
Septiembre 24 Obispo y Mártir,

Gerardo Sagredo, Santo

Gerardo Sagredo, Santo

Martirologio Romano: En Panonia (hoy Hungría), san Gerardo Sagredo, obispo de la sede de Morisena (hoy Csanad) y mártir, que fue preceptor de san Emerico, príncipe adolescente hijo del rey san Esteban, y en una sedición de húngaros paganos murió apedreado cerca del río Danubio (1046). Etimología: Gerardo = Audaz con la lanza, viene del germano San Gerardo, algunas veces llamado Sagredo, fue el apóstol de un vasto distrito de Hungría.  Era originario de Venecia, donde nació a principios del siglo once. Desde muy joven, se consagró al servicio de Dios en el monasterio benedictino de San Giorgio Maggiore en Venecia, pero al cabo de algún tiempo, abandonó el convento para hacer una peregrinación a Jerusalén.  Al pasar por Hungría, conoció al rey San Esteban, a quien impresionaron tanto las cualidades de Gerardo, que lo retuvo para que fuese el tutor de su hijo, el Beato Emeric. Al tiempo que ejercía sus funciones de educador, el santo predicó la palabra de Dios con mucho éxito. Cuando San Esteban fundó la sede episcopal de Csanad, nombró a Gerardo como su primer obispo. La gran mayoría de los habitantes del lugar eran paganos, y los pocos que llevaban el nombre de cristianos, eran ignorantes, salvajes y brutales, pero San Gerardo trabajó entre ellos con tan buenos frutos que, en poco tiempo, el cristianismo progresó considerablemente. Siempre que le era posible, unía Gerardo la perfección en su desempeño de la tarea episcopal con el recogimiento de la vida contemplativa que le fortalecía para continuar con sus funciones. Además, Gerardo fue investigador y escritor; entre sus obras figura una inconclusa disertación sobre el Himno de los Tres Jóvenes (Daniel III) y otros escritos que se perdieron con el correr del tiempo. El rey Esteban secundó el celo del buen obispo en tanto que vivió, pero a su muerte, ocurrida en 1038, el reino quedó en la anarquía a causa de las disputas por la sucesión al trono y, al mismo tiempo, estalló una rebelión contra el cristianismo.  Las cosas iban de mal en peor, hasta el extremo de que, virtualmente, se declaró una abierta persecución contra los cristianos. Por entonces, Gerardo, que celebraba la misa en la iglesita de una aldea junto al Danubio, llamada Giod, tuvo la premonición de que aquel mismo día habría de recibir la corona del martirio. Terminada la visita a la aldea, el obispo y su comitiva partieron hacia la ciudad de Buda.  Ya se disponían a cruzar el río, cuando fueron detenidos por una partida de soldados al mando de un oficial, idólatra recalcitrante y acérrimo enemigo hasta de la memoria del rey Esteban. Sin mediar palabra, los soldados comenzaron a lanzar piedras contra San Gerardo y sus gentes, que se hallaban dentro de la barca, amarrada a un pilote. Algunos de ellos se metieron al agua, volcaron la embarcación y sacaron a rastras al santo obispo. Asido a los brazos de sus captores, se incorporó hasta ponerse de rodillas y oró en voz alta con las palabras de San Esteban, el Protomártir: "¡Señor, no les toméis en cuenta esta culpa!" Apenas había pronunciado estas palabras cuando le atravesaron el pecho con una lanza.  Los soldados arrastraron el cuerpo hasta el borde de un acantilado que lleva el nombre de Blocksberg y arrojaron el cadáver al Danubio. Era el 24 de septiembre de 1046. La muerte heroica de San Gerardo produjo un profundo efecto entre el pueblo que, desde el primer momento, comenzó a venerarlo como mártir. Sus reliquias fueron colocadas en un santuario, en 1083, al mismo tiempo que las de San Esteban y las de su hijo, el Beato Emeric. En 1333, la República de Venecia obtuvo del rey de Hungría la concesión de trasladar la mayor parte de las reliquias de San Gerardo a la iglesia de Nuestra Señora, en la isla de Murano, vecina a Venecia donde hasta hoy se venera al santo como al protomártir de aquel lugar donde vino al mundo.

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