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sábado, 29 de setembro de 2012

Nº 1423-3 - IN MEMORIAM do Padre Mário Salgueirinho - 29 de Setembro de 2012

 
(Post para publicação em 22 de Setembro de 2012 – 10,30 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011

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Do livro “Caminhos da Felicidade”
FIGURAS DE CERA

 

Quantas vezes somos tentados pela tentação dos nossos valores, da nossa capacidade intelectual ou social, da nossa projecção política ou literária, das nossas realizações desportivas ou at´+e da fortuna que se tem.
Mas essa tentação é ilusória, na confirmação permanente da palavra da sagrada Escritura: vaidade das vaidades, tudo é vaidade…
Pode ajudar-nos a ponderar este episódio verdadeiro.
Um célebre compositor e maestro americano visitou o museu de figuras de cera de Madame Tussaud.
Aí viu moldadas em cera as personagens mais populares da época.
O visitante perguntou à empregada do museu:
- «Que fazem quando uma destas pessoas perde a popularidade

- «Olhe – respondeu a funcionária com naturalidade: – na semana passada derretemos Alan Lad…

E o compositor compreendeu com esta resposta toda a realidade da vida: o que acontecerá com ele e com toda a gente, por mais famosa que seja em qualquer aspecto.

Perdida a popularidade, o esquecimento derrete a figura, reduzindo-a a cera liquefeita…

A popularidade oca, a fama falaz caem como folhas secas que o vento arrasta e o fogo queima…

Cera derretida e amorfa, onde não há nem a sombra de alguém…

Só a afirmação pelo bem que se faz, pelas obras de amor que deixamos nos caminhos que trilhamos, só essa realização perdura um pouco mais e, por vezes, não chega a derreter-se na memória anémica dos homens…

 

 
Porto, Dezembro de 1998
Mário Salgueirinho
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Do livro “Dar é receber”

RECORDAÇÕES… 

 

Todos temos objectos-recordações de maior ou menor valor material, que nos foram oferecidos ao longo da vida. Algumas recordações muito valiosas. Outras simples, mas todas elas clamando silenciosamente gratidão ou amizade.
Olhamos para uma estatueta e evocamos talvez um amigo que já morreu. Por detrás de um objecto religioso está um peregrino ou peregrina de Lourdes ou da Terra Santa que a distância não deixou esquecer-nos.
Olhamos para um candeeiro oferecido, e quando o acendemos, ilumina-se a memória de um casal que já partiu para o além. Pomos os olhos nuns objectos de madeira negra e relembramos amigos de África, que não vemos há muito.
É talvez um relógio belo, que põe um amigo a trilhar connosco silenciosamente a caminhada do tempo.
É talvez um livro que o autor ofereceu com uma dedicatória expressiva, para que ficasse presente junto de nós, como um amigo fiel.
Estamos rodeados de tantas recordações de amizade, de gratidão, de saudade. Lembranças de vivos e de tantos que já atravessaram para a outra margem,…
Cada objecto, pequeno ou grande, é um sinal eloquente e querido: é como que um dedo apontando para qualquer parte da terra ou para alguém vivo  no mistério da eternidade.

Faz-nos reviver passar os olhos periodicamente por esses objectos-recordações. Por eles reaprendemos lições de dedicação e gratidão, e levantamos o pensamento a Deus, numa oração de reconforto por aqueles que ainda militam nos caminhos duros da vida ou por quantos já mergulharam no mistério da morte.

 

 

Porto, Dezembro/2003
Mário Salgueirinho
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
A publicar em:
29-Setembro-2012 - 10,30 horas
António Fonseca

Nº 1423-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Génesis (7) - 29 de Setembro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Caros Amigos:
Com a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, ontem verificada, terminei a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João).
O que irei tentar fazer a seguir?
Como podem rever na publicação que fiz ontem e anteontem neste mesmo local, resolvi começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
Poderei porventura dar conta do recado?
NÃO SEI: é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos.
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
 
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1423 - 2ª Página

29 de Setembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

G É N E S I S
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Noé

 

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Arca de Noé

 

 

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Torre de Babel

CRIAÇÃO DO MUNDO

 

7  -  O Senhor disse, depois, a Noé: «Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque só a ti reconheci como justo a Meus olhos, nesta geração. De todos os animais puros levarás contigo sete pares, o macho e a fêmea; dos animais que não são puros, levarás um par, o macho e a sua fêmea; das aves do céu, também sete pares, macho e fêmea, a fim de conservares a raça deles viva sobre a terra. Porque dentro de sete dias, vou mandar chuva sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites, e exterminarei na superfície de toda a terra todos os seres viventes que Eu fiz». E Noé cumpriu tudo quanto o Senhor lhe ordenara.
Noé tinha seiscentos anos quando o dilúvio caiu sobre a terra. Para fugir à inundação, entrou na arca com os filhos, a mulher e as mulheres dos seus filhos. Dos animais puros e daqueles que não são puros, das aves e de todos os seres que andam de rojo sobre a terra, entraram com Noé na arca, dois a dois, um macho e uma fêmea, como Deus tinha ordenado a Noé. Ao cabo de sete dias, as águas do dilúvio espalharam-se sobre a terra.
Tendo Noé seiscentos anos de vida, no segundo mês, no dia dezassete do mesmo mês, nesse dia romperam-se todas as fontes do grande abismo, e abriram-se as cataratas do céu. A chuva caiu sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites. Naquele mesmo dia, Noé entrou na arca com Sem, caiu e Jafet, seus filhos, sua mulher e as três mulheres dos seus filhos; juntamente com eles entraram os animais selvagens segundo as suas espécies, os animais domésticos segundo as suas espécies, os répteis que se arrastam pela terra segundo as suas espécies e todos os animais voláteis, todas as aves, tudo quanto possui asas, segundo as suas espécies. Entraram com Noé na arca, dois a dois, todas as espécies de seres animados por sopro de vida. De toda a carne e de cada espécie entrou o macho e a fêmea, como Deus havia ordenado a Noé. depois, o Senhor fechou a porta atrás dele.
Inundação – Choveu torrencialmente durante quarenta dias sobre a terra. As águas cresceram e levantaram a arca, que foi elevada sobre a terra. As águas iam sempre crescendo, engrossando e subiram muito acima da terra, e a arca flutuava à superfície das águas. A enchente aumentava cada vez mais, e tanto que cobriu todos os altos montes existentes sob os céus; as águas ultrapassaram quinze côvados o vértice dos montes por elas cobertos. Todas as criaturas que se moviam na terra pereceram; as aves, animais domésticos, animais selvagens, tudo o que rastejava pela terra, todos os homens, e tudo quanto sobre a terra firme, estava animado com um  sopro de vida.
Foram assim exterminados todos os seres viventes que se encontravam à superfície da terra, desde os homens até aos quadrúpedes, aos répteis e aves dos céus. Desapareceram da face da terra exceptuando Noé e o que se encontrava com ele na arca. As águas estiveram altas sobre a terra durante cento e cinquenta dias.
 
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29 de Setembro de 2012  -  10,15 h

ANTÓNIO FONSECA

Imagem no mapa

Nº 1423-1 - (273-12) - SANTOS DE CADA DIA - 29 de Setembro de 2012 - 4º ano


antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1423-1  -  (273-12)
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SANTOS ARCANJOS MIGUEL, GABRIEL e  RAFAEL
A Sagrada Escritura só nos indica o nome de três anjos: S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael. Dos outros conhecemos muitas das suas actuações e experimentamos o seu benéfico influxo, mas desconhecemos muitas das suas actuações e experimentamos o seu benéfico influxo, mas desconhecemos os seus nomes. Algo mais, que se saiba a este respeito, vem-nos por revelações particulares e estas só nos dão garantia da autenticidade quando aprovadas pela Santa Igreja Católica. Contentemo-nos, agora, com o que a Revelação Oficial nos ensina.
S. Miguel: A Escritura apresenta-no-lo como o Príncipe das milícias celestes, o defensor da glória do Senhor. Lemos no Apocalipse: «Houve uma batalha no céu: Miguel e os seus Anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão batalhou, juntamente com os seus Anjos, mas foi derrotado e não se encontrou mais um lugar para eles no céu». (Ap. 12, 7-8). Miguel é o Anjo do Povo de Deus, o seu Defensor no tempo de angústia (Dan 10, 12-21). «Naquele tempo surgirá Miguel, o grande príncipe, constituído defensor dos filhos do seu povo, e será tempo de angústia qual jamais houve» (Dan 12, 1). A Igreja é o novo Israel, o povo de Deus. Miguel é chamado a defendê-la contra os seus inimigos internos e externos. Vivemos um tempo quase apocalíptico, em que o «Dragão» e a apostasia se apoderam de muitas almas e querem sacudir o edifício da Igreja. Por isso, mais necessária se torna a intervenção do chefe das milícias celestes e protetor da Santa Igreja. O papa Leão XIII mandou rezar no fim da missa uma oração a S. Miguel Arcanjo, príncipe das milícias celestes, para nos proteger no combate contra Satanás e os outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perder as almas. Esta prática esteve em vigor durante 80 anos. S. Miguel foi constituído por Paulo VI (23.4.1976) padroeiro principal dos Agentes de Segurança Pública em toda a nação Portuguesacf. Cruzada, Julho 19768, Supl., p. 11 (Pio XII já fizera o mesmo com a Itália, em 1949).
21600 > San Michele Arcangelo 29 settembre - Festa MR
Áudio da RadioVaticana: e da RadioMaria:
São Gabriel é o Anjo da Encarnação. Foi ele que anunciou a Daniel que daí a 70 semanas havia de nascer o Messias Salvador (Dan 9, 20-27). Apareceu a Zacarias, comunicando-Lhe que a sua esposa Isabel, apesar da idade avançada, ia ser mãe do Precursor (Lc 1, 11-22): «Eu sou Gabriel: assisto diante de Deus e fui enviado para anunciar-te esta boa nova» (Lc 1, 19). Ele é, sobretudo, o Anjo que anuncia o mistério da Encarnação e que pede a Nossa Senhora o consentimento para ser Mãe de Deus. É ele que pela primeira vez profere aquelas palavras que todas as gerações hão-de repetir no decurso dos séculos para saudar e louvar a Virgem de Nazaré: «Ave, cheia de graça. O Senhor é convosco» (Lc 1, 28). Quando rezamos a Ave  Maria, unamo-nos a este Anjo: que ele nos ensine a cumprimentar Maria com a mesma emoção e piedade com que ele o fez.
21650 > San Gabriele Arcangelo 29 settembre - Festa MR
São Rafael é o Anjo benfazejo que acompanha o jovem Tobias na sua viagem desde Nínive até à Média, que o defende dos perigos e que patrocina o seu casamento com Sara. É ele que tira da cegueira o velho Tobias. Dá-se a conhecer ao seu jovem protegido com estas palavras: «Louvai a Deus do céu e agradecei-lhe por ter usado de misericórdia convosco! A oração, com o jejum e a esmola, vale mais que os tesouros de ouro. A esmola liberta da morte; mas quem cometa pecados, e injustiças é inimigo da sua alma». E ao pai disse: «Quando oravas com lágrimas e sepultavas os mortos, era eu quem apresentava ao Senhor as tuas preces. Agora o Senhor Deus mandou-me para te curar. Sou o Anjo Rafael, um dos sete Anjos que assistimos diante do Senhor» (Tob 5-12). Peçam-lhe os jovens que os acompanhe nos vaivéns da vida e que os ajude nos problemas do noivado. Que os médicos e enfermeiros experimentem a sua proteção no trato com os doentes e que os viandantes o tenham como companheiro das suas jornadas. Honrando os Anjos, exaltemos o poder de Deus. Criador do mundo visível e invisível, pois .- como diz o Prefácio da Missa de hoje – «resulta em glória para Vós a honra que prestamos a eles como criaturas dignas de Vós; e na sua inefável beleza, Vós mostrais como sois grande e digno de ser amado sobre todas as coisas». Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
21700 > San Raffaele Arcangelo 29 settembre - Festa MR
Miguel, Gabriel y Rafael, Arcángeles
Septiembre 29 Arcángeles, los únicos cuyos nombres constan en la Biblia,
Miguel, Gabriel y Rafael, Arcngeles
Martirologio Romano: Fiesta de los santos arcángeles Miguel, Gabriel y Rafael. En el día de la dedicación de la basílica bajo el título de San Miguel, en la vía Salaria, a seis miliarios de Roma, se celebran juntamente los tres arcángeles, de quienes la Sagrada Escritura revela misiones singulares y que, sirviendo a Dios día y noche, y contemplando su rostro, a él glorifican sin cesar. Son los nombres con que se presentan en la Sagrada Escritura estos tres príncipes de la corte celestial. Miguel aparece en defensa de los intereses divinos ante la rebelión de los ángeles malos; Gabriel, enviado por el Señor a diferentes misiones, anunció a la Virgen Maria el misterio de la Encarnación del Hijo de Dios y su maternidad divina; Rafael acompañó al joven Tobías cuando cumplia un difícil encargo y se ocupó de solucionar difíciles asuntos de su esposa. Actualmente, se habla mucho de los ángeles: se encuentran libros de todo tipo que tratan este tema; se venden "angelitos" de oro, plata o cuarzo; las personas se los cuelgan al cuello y comentan su importancia y sus nombres. Hay que tener cuidado, pues se puede caer en dar a los ángeles atribuciones que no les corresponden y elevarlos a un lugar de semidioses, convertirlos en "amuletos" que hacen caer en la idolatría, o crear confusiones entre lo que son las inspiraciones del Espíritu Santo y los consejos de los ángeles. Es verdad que los ángeles son muy importantes en la Iglesia y en la vida de todo católico, pero son criaturas de Dios, por lo que no se les puede igualar a Dios ni adorarlos como si fueran dioses.  A pesar de que están de moda, por otro lado, es muy fácil que nos olvidemos de su existencia, por el ajetreo de la vida y principalmente, porque no los vemos.  Este olvido puede hacernos desaprovechar muchas gracias que Dios ha destinado para nosotros a través de los ángeles.  Por esta razón, la Iglesia ha fijado dos festividades para que, al menos dos días del año, nos acordemos de los ángeles y los arcángeles, nos alegremos y agradezcamos a Dios el que nos haya asignado un ángel custodio y aprovechemos estos días para pedir su ayuda.  Misión de los ángeles Los ángeles son seres espirituales creados por Dios por una libre decisión de su Voluntad divina. Son seres inmortales, dotados de inteligencia y voluntad.  Debido a su naturaleza espiritual, los ángeles no pueden ser vistos ni captados por los sentidos.  En algunas ocasiones muy especiales, con la intervención de Dios, se han visto y oído materialmente. La reacción de las personas al verlos u oírlos ha sido de asombro y de respeto. Por ejemplo, los profetas Daniel y Zacarías. En el siglo IV, el arte religioso representó a los ángeles con forma de figura humana. En el siglo V, se le añadieron las alas, como símbolo de su prontitud en realizar la Voluntad divina y en trasladarse de un lugar a otro sin la menor dificultad.  En la Biblia encontramos algunos motivos para que los ángeles sean representados como seres brillantes, de aspecto humano y alados. Por ejemplo, el profeta Daniel escribe que un "ser que parecía varón" -se refería al arcángel Gabriel- volando rápidamente, vino a él (Daniel 8, 15-16; 9,21). Y, en el libro del Apocalipsis, son frecuente las apariciones de ángeles que claman, tocan las trompetas, llevan mensajes o son portadores de copas e incensarios; otros que suben, bajan o vuelan; otros que están de pie en cada uno de los cuatro puntos cardinales de la tierra o junto al trono del Cordero, Cristo. La misión de los ángeles es amar, servir y dar gloria a Dios, ser mensajeros y cuidar y ayudar a los hombres. Ellos están constantemente en la presencia de Dios, atentos a sus órdenes, orando, adorando, vigilando, cantando y alabando a Dios y pregonando sus perfecciones. Se puede decir que son mediadores, custodios, guardianes, protectores y ministros de la justicia divina. La presencia y la acción de los ángeles aparece a lo largo del Antiguo Testamento, en muchos de sus libros sagrados. Aparece frecuentemente, también, en la vida y enseñanzas de Nuestro Señor, Jesucristo, en la Carta de san Pablo, en los Hechos de los Apóstoles y, principalmente, en el Apocalipsis. Con la lectura de estos textos, podemos descubrir algo más acerca de los ángeles:
  • nos protegen, nos defienden físicamente y nos fortalecen al combatir las fuerzas del mal. luchan con todo su poder por y con nosotros.
Como ejemplo, está la milagrosa liberación de San Pedro que pudo huir de la prisión ayudado por un ángel (Hechos 12, 7 y siguientes). También, aparece un ángel deteniendo el brazo de Abraham, para que no sacrificara a su hijo, Isaac. Los ángeles nos comunican mensajes importantes del Señor en determinadas circunstancias de la vida. En momentos de dificultad, se les puede pedir luz para tomar una decisión, para solucionar un problema, actuar acertadamente y para descubrir la verdad. Por ejemplo, tenemos las apariciones a la Virgen María, a San José y a Zacarías. Todos ellos recibieron mensajes de los ángeles. Los ángeles cumplen, también, las sentencias de castigo del Señor, como el castigo a Herodes Agripa (Hechos de los Apóstoles) y la muerte de los primogénitos egipcios (Exódo 12, 29). Los ángeles presentan nuestras oraciones al Señor y nos conducen a Él. Nos acompañan a lo largo de nuestra vida y nos conducirán, con toda bondad, después de nuestra muerte, hasta el trono de Dios para nuestro encuentro definitivo con Él. Este será el último servicio que nos presten pero el más importante. El arcángel Rafael dice a Tobías: "Cuando ustedes oraban, yo presentaba sus oraciones al Señor", (Tob 12, 12 - 16). Ellos nos animan a ser buenos pues ven continuamente el rostro de Dios y también ven el nuestro. Debemos tener presentes las inspiraciones de los ángeles para saber obrar correctamente en todas las circunstancias de la vida. "Los ángeles se regocijan cuando un pecador se arrepiente", (Lucas 15, 10). Jerarquía de los ángeles Se suelen enumerar nueve coros u órdenes angélicos. Esta jerarquía se basa en los distintos nombres que se encuentran en la Biblia para referirse a ellos. Dentro de esta jerarquía, los superiores hacen participar a los inferiores de sus conocimientos. Cada tres coros de ángeles constituyen una jerarquía y todos ellos forman la corte celestial.
  1. Jerarquía Suprema: serafines, querubines tronos
  2. Jerarquía Media:  dominaciones, virtudes, potestades
  3. Jerarquía Inferior: principados, arcángeles ángeles
Serafines: Son los "alabadores" de Dios. Serafín significa "amor ardiente". Los serafines alaban constantemente al Señor y proclaman su santidad.  (Isaías 6, 17) Querubines: Son los "guardianes" de las cosas de Dios. Aparecen como encargados de guardar el arca de la alianza y el camino que lleva al árbol de la vida. Entre dos querubines comunica Yahvé sus revelaciones. "Se sienta sobre querubines".  (Génesis, Éxodo, en la visión de Ezequiel, 1, 4 y Carta a los Hebreos, 9,5). Potestades, Virtudes, Tronos, Principados y Dominaciones:  En la Biblia encontramos estos diversos nombres cuando se habla del mundo angélico. Hay quien interpreta los nombres de los ángeles como correspondientes a su grado de perfección. Para San Gregorio, los nombres de los ángeles se refieren a su ministerio:
  1. los principados son los encargados de la repartición de los bienes espirituales 2. las virtudes son los encargados de hacer los milagros 3.las potestades son los que luchan contra las fuerzas adversas  4. las dominaciones son los que participarán en el gobierno de las sociedades  5. los tronos son los que están atentos a las razones del obrar divino.
Existe, también, una jerarquía basada en los distintos nombres que se encuentran en la Biblia para referirse a ellos. A los arcángeles les podríamos llamar los "asistentes de Dios". Son ángeles que están al servicio directo del Señor para cumplir misiones especiales.
  1. Arcángel San Miguel: es el que arrojó del Cielo a Lucifer y a los ángeles que le seguían y quien mantiene la batalla contra Satanás y demás demonios para destruir su poder y ayudar a la Iglesia militante a obtener la victoria final. El nombre de Miguel significa "quien como Dios". Su conducta y fidelidad nos debe invitar a reconocer siempre el señoría e Jesús y buscar en todo momento la gloria de Dios. 2. Arcángel San Gabriel: en hebreo significa "Dios es fuerte", "Fortaleza de Dios". Aparece siempre como el mensajero de Yahvé para cumplir misiones especiales y como portador de buenas noticias. Anunció a Zacarías el nacimiento de Juan, el Bautista y a la Virgen María, la Encarnación del Hijo de Dios. 3. Arcángel San Rafael: su nombre quiere decir "medicina de Dios". Tiene un papel muy importante en la vida del profeta Tobías, al mostrarle el camino a seguir y lo que tenía que hacer. Tobías obedeció en todo al arcángel San Rafael, sin saber que era un mensajero de Dios. Él se encargó de presentar sus oraciones y obras buenas a Dios, dejándole como mensaje bendecir y alabar al Señor, hacer siempre el bien y no dejar de orar. Se le considera patrono de los viajeros por haber guiado a Tobías en sus viajes. Es patrono, también, de los médicos (de cuerpo y alma) por las curaciones que realizó en Tobit y Sara, el padre y la esposa de Tobías. Los ángeles custodios Dios ha asignado a cada hombre un ángel para protegerle y facilitarle el camino de la salvación mientras está en este mundo. Afirma sobre este tema San Jerónimo: "Grande es la dignidad de las almas, cuando cada una de ellas, desde el momento de nacer, tiene un ángel destinado para su custodia". En el Antiguo Testamento se puede observar como Dios se sirve de sus mensajeros para proteger a los hombres de la acción del demonio, para ayudar al justo o librarlo del peligro, como cuando a Elías lo alimentó un ángel, (1 Reyes, 19, 5). En el Nuevo Testamento también se pueden observar muchos sucesos y ejemplos en los que aparecen estos seres: el mensaje a San José para que huyera a Egipto y los ángeles que sirvieron a Jesús, después de las Tentaciones en el desierto, entre otros ejemplos. Se puede decir que los ángeles custodios son compañeros de viaje, que siempre estarán al lado de cada uno de nosotros, en las buenas y en las malas, sin separarse ni un solo momento. Está a nuestro lado mientras trabajamos, descansamos, cuando nos divertimos y cuando rezamos, cuando le pedimos ayuda y cuando le olvidamos. Y, lo más importante, es que no se aparta de nosotros ni siquiera cuando perdemos la gracia de Dios por el pecado. Nos presta auxilio para enfrentar de mejor ánimo las dificultades y tentaciones de la vida diaria. Muchas veces se piensa en el ángel de la guarda como si fuera algo infantil. Pero, si pensamos que al crecer la persona se enfrentará a una vida con mayores tentaciones y dificultades, el ángel custodio será de gran ayuda. Para que la relación de la persona con el ángel custodio sea eficaz, necesita hablar con él, llamarle, tratarlo como el amigo que es. Así podrá convertirse en un fiel y poderoso aliado nuestro.  Debemos confiar en nuestro ángel de la guarda y pedirle ayuda, pues además de que él nos guía y nos protege, está muy cerca de Dios y le puede decir directamente lo que queremos o necesitamos.  Recordemos que los ángeles no pueden conocer nuestros pensamientos ni deseos íntimos si nosotros no se los hacemos saber de alguna manera, ya que sólo Dios sabe lo que hay dentro de nuestro corazón. Ellos, en cambio, sólo pueden conocer lo que queremos intuyéndolo por nuestras obras, palabras, gestos, etc. También podemos pedirle favores especiales a los ángeles de la guarda de otras personas para que las protejan de determinados peligros o las guíen en situaciones difíciles. ¿Qué nos enseñan los ángeles? Nos enseñan a: 2. glorificar al Señor, proclamar su santidad y rendirle sus homenajes de adoración, de amor y de ininterrumpida alabanza. 3. cumplir con exactitud y prontamente todas las órdenes que recibimos del señor y a cumplir su Voluntad sin discutir sus mandatos ni aplazando el cumplimiento de éstas. 3 . servir al prójimo, pues ellos están preocupados por nosotros y quieren ayudarnos en las diversas circunstancias que se nos presentan en la vida. Esto nos anima a compartir con nuestros hermanos penas y alegrías.
¿Quiénes son los ángeles caídos?
Dios creó a los ángeles como espíritus puros, todos se encontraban en estado de gracia. Pero algunos, encabezados por Luzbel, el más bello de los ángeles, por su malicia y soberbia se negaron a adorar a Jesucristo, Dios hecho hombre, por sentirse seres superiores. Así, rechazaron eternamente a Dios con un acto inteligente y libre de su parte. A Luzbel -también denominado Lucifer, Diablo o Satán- junto con los ángeles rebeldes que le siguieron -convertidos en demonios- fueron arrojados del Cielo al infierno. Quedaron confinados a un estado eterno de tormento en donde nunca más podrán ver a Dios.  No cambiaron su naturaleza, siguen siendo seres espirituales y reales.  Lucifer es el enemigo de Dios. Jesús le llama “el engañador”, “el padre de la mentira”. Su constante actividad en el mundo busca apartar a los hombres de Dios mediante engaños e invitaciones al mal. Quiere evitar que lo conozcan, que lo amen y que alcancen la felicidad eterna. Es un enemigo con el que se tiene que luchar para poder llegar al Cielo. Los demonios se encuentran organizados en jerarquías, tal y como fueron creados en un principio, subordinados los inferiores a los superiores.  Satanás y sus demonios comenzaron sus maléficas acciones con Adán y Eva y no se dan por vencidos en su labor. Aprovechan la inclinación del hombre hacia el mal por su naturaleza que quedó dañada después del pecado original. Son muy astutos, disfrazan el mal de bien. Su acción ordinaria en el hombre es la tentación. Por ello rezamos en el Padrenuestro: “...no nos dejes caer en tentación y líbranos del mal.” ¿Por qué creer en los ángeles? Toda la Sagrada Escritura está llena de versículos y capítulos completos que hablan de los ángeles. Si creemos en la Sagrada Escritura, no podemos negar la existencia y la acción de los ángeles. Además del testimonio de la Revelación, tenemos el de los Santos Padres de la Iglesia quienes nos dejaron bellas y sugestivas descripciones de los ángeles que fueron retomadas por Santo Tomás no sólo en el aspecto teológico sino en un dinamismo cristiano. La Iglesia ha definido dogma de fe la existencia de los ángeles.  El culto a los ángeles de la guarda comenzó en la península Ibérica y después se propagó a otros países. Existe un libro acerca de esta devoción en Barcelona con fecha de 1494. El Concilio IV de Letrán, en 1215, se señaló que Dios es creador de todas las cosas, de las visibles y de las invisibles, de las criaturas espirituales y las corporales. Se señaló que a unas y a otras, las creó de la nada. En 1870, debido al materialismo y racionalismo que imperante en esa época, el Concilio Vaticano I afirmó de nuevo la existencia de los ángeles. Pablo VI volvió a poner de manifiesto la existencia de los ángeles en 1968, al formular el Credo. En la reforma litúrgica de la Iglesia de 1969, quedó establecido el día 29 de septiembre para dar culto a los arcángeles San Miguel, San Rafael y San Gabriel y el día 2 de Octubre, para rendir culto a los ángeles custodios.

Oración a San Miguel Arcángel

San Miguel Arcángel, defiéndenos en la batalla.  Ayúdanos a luchar contra el mal. Que Dios oiga tu voz y tú, como jefe del ejército del Cielo,
combate y vence a Satanás y a todos los espíritus malos que andan por el mundo deseando la ruina de las almas. Amén.
Oración al Ángel de la Guarda
Ángel del Señor, que eres mi custodio, Puesto que la Providencia soberana me encomendó a ti, Ilumíname, guárdame, rígeme y gobiérname
en este día.  Amén. Ángel de la Guarda, dulce compañía No me desampares, ni de noche ni de día, hasta que me encuentre en los brazos de Jesús y de María.
Consulta también  San Miguel Arcángel, San Rafael Arcángel, San Gabriel Arcángel Los Ángeles
BEATO NICOLAU DE FORCA PALENA
Sacerdote (1349-1449)
Nicols de Forca Palena, Beato
Diz-se que Bramante, il rovinante, o destruidor, propôs a S. Pedro, para levar ao paraíso, a construção duma bela e larga estrada em vez do difícil caminho velho. Bramante, o grande arquiteto, nascido em 1444 e falecido em 1514, é o Renascimento com todas as suas audácias; mas o nosso Nicolau, falecido em 1449, era a velha escola, e para ir para o céu seguiu o caminho velho, lento e custoso. Gastou um século para chegar ao fim. Nicolau de Forca Palena nasceu na antiga região dos Pelinhianos, na Itália; lá se encontra a grande encruzilhada de Sulmona (a pátria do poeta latino Ovídio), redemoinho das estradas da Itália central nos Abruzos. Depois de receber o sacerdócio, Nicolau veio a Roma, onde um solitário da região do Campo de Marte o iniciou numa vida mais perfeita. Por 1425, o beato Pedro Gambacorta, fundador dos eremitas de S. Jerónimo ou Jerónimos, empreendeu uma peregrinação a Roma e contraiu amizade com Nicolau. Quando Pedro morreu, em Veneza, em 1435, depois de várias fundações, Nicolau tinha já saído do centro da cidade para se fixar, não longe do Vaticano, na extremidade setentrional do monte Janículo, onde construiu, concorrendo o papa Nicolau V, a igreja e o mosteiro de Santo Onófrio. Foi lá que ele morreu em 1449, com cem anos. Fundara em 1417 um eremitério em Nápoles. O papa Eugénio IV deu-lhe um mosteiro perto de Florença. A união oficial de Santo Onófrio e dos Jerónimos foi assinada somente em 1446. A multidão pôde honrar por três dias o corpo do beato, exposto à veneração. Em 1606 foi colocado em Santo Onófrio um monumento que imitava um altar. Em 1640 foram publicadas imagens de Nicolau aureolado. Em 1648, a Sagrada Congregação dos Ritos permitiu que fossem dadas e expostas relíquias suas. Em 1712 foi colocado, o que se conservava, debaixo do altar-mor. Em 1648, a terra chamada Forca Palena obteve licença para o festejar utilizando o comum dos confessores não pontífices. Na igreja de Santo Onófrio continua hoje ainda a ser venerado. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
Nicolás de Forca Palena, Beato
Septiembre 29 Monge y Presbítero,
Nicols de Forca Palena, Beato
Nicolás de Forca Palena, Beato
Martirologio Romano: En Roma, beato Nicolás de Furca Palena, presbítero de la Orden de San Jerónimo, fundador del monasterio de San Onofre, en la colina del Janículo, descansando ya centenario en el Señor (1449). Fecha de beatificación: El Papa Clemente XIV confirmó su culto el 27 de agosto de 1771. Nicolás vivió de la mitad del siglo XIV a la mitad del siglo XV; exponente del imponente movimiento de la Tercera Orden Franciscana que abarca desde los palacios reales hasta las casitas de los tejedores, asumiendo formas muy diversas de vida religiosa; la magnífica flexibilidad de la regla la hace apta para santificar todos los estados y todas las almas. Así tenemos a santa Brígida de Suecia, esposa modelo, madre de 8 hijos, que, después de haber peregrinado a los grandes santuarios, permanece en Roma, donde inicia una vida pobre, premiada con visiones, fundadora de una escuela de perfección. Santa Isabel, reina de Portugal, San Elzeario de Sabran y la Beata Delfina de Glandèves, quienes desde el trono irradian fulgores de santidad, San Conrado Confalonieri, que cuando la mujer se hace clarisa, parte como peregrino por Italia, y concluye su vida en el eremitorio de Noto en Sicilia en la oración y en la penitencia. San Roque de Montpellier, quien de rico, se hace pobre e itinerante por los caminos de Francia e Italia, dejando un heroico mensaje evangélico en momentos de luchas y pestes. En Forca Palena dei Peligni, pequeña región de la provincia de Chieti (Abruzos), nace Nicolás en 1349. Después de una sana educación entró en el seminario y fue ordenado sacerdote, ejerció por un tiempo el ministerio de párroco en la diócesis de Sulmona. Después de la elección al Sumo Pontificado del sulmonés Inocencio VII, deseoso de una vida de mayor santidad, viajó a Roma, donde fue acogido por un grupo de ermitaños, que vivían la vida de la Tercera Orden Franciscana Regular, bajo la dirección de Fray Rinaldo del Piamonte. Su eremitorio estaba situado entre las termas de Nerón, en una torre, con casitas y huertecillo en la región de San Eustaquio, cerca de la iglesia de San Salvador. Su personalidad, sus eminentes dotes intelectuales y morales le atrajeron la estimación de todos los ermitaños, quienes a la muerte de Fray Rinaldo lo nombraron su sucesor, su maestro y padre. Entretanto habían crecido en número y fervor y de todas partes de Italia llegaban peticiones de nuevas fundaciones. Con algunos compañeros Nicolás se fue a Nápoles y entre la vieja iglesia de San Agnello y el actual hospital de los incurables, fundó un eremitorio, que se haría célebre por los numerosos ermitaños y por su santidad, y la bella iglesia de Santa María Mayor en Caponapoli.  En 1434 fue llamado a Florencia por el papa Eugenio IV, con el encargo de reformar algunos monasterios, entre ellos los de Ricorboli y de San Agustín en el Apenino, y fundar eremitorios de su congregación. Cumplido el mandato pontificio, regresó a Roma, y en el Monte Esquilino fundó el eremitorio y la iglesia de San Onofre, que luego sería célebre por haber hospedado al poeta Torcuato Tasso. Allí fijó su última residencia. Allí se encontró varias veces con el Beato Pedro Gambacorta de Pisa, quien venía a Roma para impetrar la aprobación de su Congregación de San Jerónimo cuyos ermitaños eran llamados Girolomini. Los dos santos se estimaban y se amaban con afecto fraternal. El 1 de octubre de 1449, a los 100 años de edad, Nicolás llegó a la patria celestial.
92609 > Beato Nicola da Forca Palena 29 settembre MR
SÃO LOURENÇO RUIZ, DOMINGOS IBAÑEZ DE ERQUÍCIA,  TIAGO KYUHEI TOMONAGA e 13 Companheiros
Mártires (1633-1637) Estrela Ver este blogue em 28/9/2011
No domingo, 18 de Outubro de 1987, João Paulo II canonizou, na Praça de S. Pedro, 16 missionários martirizados no Japão, entre os anos de 1633-1637. O mesmo Sumo Pontífice os tinha beatificado em Manila, no dia 18 de Fevereiro de 1981, por ocasião da sua visita às Filipinas. Eis algumas das suas palavras na homília da beatificação: «… Lourenço Ruiz, guiado pelo Espírito Santo a caminho de um termo inesperado depois de uma viagem aventurosa, disse aos juízes que era cristão, que devia morrer por Deus, e que estava pronto a dar a sua vida por Ele, mil vezes que fosse. “Se tivesse muitos milhares de vidas, oferecê-las-ia todas por Ele. Nunca o renegarei. Podeis matar-me, se isto é o que desejais. Morrer por Deus é a minha vontade». Nestas palavras contemplamos uma síntese da sua personalidade, uma descrição da sua fé e a razão da sua morte. Foi neste momento que este jovem, pai de família, professou e levou à prática a catequese cristã que recebera na escola dos Frades dominicanos de Binondo… O exemplo de Lourenço Ruiz, filho de pai chinês e de mãe tagala, recorda-nos que a vida de cada um, a vida inteira, deve estar á disposição de Cristo. Ser cristão significa dar-se cada dia, em resposta ao dom de Cristo que vem ao mundo para que todos tenham a vida e a tenham em abundância… A amável figura do primeiro mártir filipino não seria todavia plenamente compreendida no seu contexto histórico se não se celebrasse o testemunho dado pelos seus quinze companheiros, que foram martirizados em 1633, 1634 e 1637. Forma um grupo guiado por dois homens: Domingos Ibañez de Erquícia, vigário provincial da missão japonesa, nascido em Regil, na Diocese espanhola de San Sebastian; e Tiago Kyuhei Tomonaga, nascido em Kyudetsu, na Diocese de Nagasáqui. Ambos pertenceram à província dominicana do Santo Rosário, nas Filipinas, fundada em 1587 para a evangelização do Extremo Oriente. O grupo inteiro dos companheiros de Lourenço era composto por nove sacerdotes, dois irmãos professos, dois membros da Ordem Terceira, um catequista e um guia-intérprete. Nove eram japoneses, quatro espanhóis, um francês e um italiano. L’OSS. ROM. 1.3.19081; 25.10.1987. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.
Luis Monza, Beato
Septiembre 29 Presbítero y Fundador,
Luis Monza, Beato
Luis Monza, Beato
Martirologio Romano: Don Luis Monza, sacerdote de la Archidiócesis de Milán y fundador de las Pequeñas Apóstoles de la Caridad. Fecha de beatificación: 30 de abril de 2006 por el Papa Benedicto XVI, en ceremonia realizada en Milán, Italia. Nació en Cislago, provincia de Varese (Italia), el 22 de junio de 1898, en una familia campesina cuyas únicas riquezas eran el trabajo y la fe. Entró en el seminario a los dieciocho años, después de haber conocido a fondo la fatiga del trabajo del campo.  El 19 de septiembre de 1925 recibió la ordenación sacerdotal, incardinado en la Archidiócesis de Milán.  Como primera labor pastoral, fue destinado al Oratorio masculino de la parroquia de Vedano Olona. El inicio de su ministerio sacerdotal estuvo marcado por todo tipo de pruebas, incluida la cárcel durante el régimen fascista: fue acusado injustamente de haber organizado un atentado. Tras cuatro meses de prisión fue absuelto y liberado.  En 1929 el arzobispo metropolitano lo trasladó al santuario de la Virgen de los milagros de Saronno, donde se dedicó a la animación de la juventud.  Allí, ensanchó su mirada al mundo entero, marcado por la soledad, la tristeza y el egoísmo, pues estaba convencido de que "urgía ayudarle a experimentar el amor de Dios". Se trataba de una gran intuición, aunque tuvo que esperar que el Señor le indicara cuál era el camino concreto que debía seguir.  En particular, ante el mundo "paganizado" tuvo la intuición de ver en la caridad de los primeros cristianos el medio más apto para acercarse al hombre contemporáneo y anunciarle el Evangelio de Cristo. Los cristianos debían ser testigos del amor de Dios dentro de la sociedad misma, en la vida diaria y en la actividad profesional. "Cada uno de vosotros —decía— debe ser un artista de almas. Debemos reproducir la belleza de Jesús no en una tela, sino en las almas. Y el pincel del apostolado no debe caer nunca de nuestra mano".  En 1936 fue nombrado párroco de San Giovanni, en Lecco, donde destacó como "sacerdote según el corazón de Dios". Siempre estaba disponible para los pobres, los enfermos y los perseguidos injustamente. Durante la segunda guerra mundial se esforzó en particular por ayudar a sus feligreses que estaban en el frente de batalla.  En 1937 encontró el camino que el Señor le tenía preparado: fundar el instituto secular de las Pequeñas Apóstoles de la Caridad. Primero creó la asociación "Nuestra Familia" para la asistencia socio-sanitaria, la instrucción y la formación de las personas discapacitadas y menos favorecidas, sobre todo niños, a fin de que pudieran luego insertarse en el difícil contexto social. Las Pequeñas Apóstoles de la Caridad siguen realizando ese apostolado. Están presentes en Italia, Sudán, Brasil, Ecuador; y colaboran también en China, Marruecos y Palestina. Sin embargo don Luigi Monza no pudo ver el desarrollo de su obra: murió, a causa de un infarto, el 29 de septiembre de 1954.  Su celo en el ministerio parroquial, el esmero que ponía en la catequesis y la liturgia, la predicación fervorosa y concreta, y la cercanía a la gente pobre del barrio, hicieron de él un modelo de vida sacerdotal. Reproducido con autorización de Vatican.va
Renato Goupil. Santo
Septiembre 29 Mártir,
Renato Goupil. Santo
Renato Goupil. Santo
Martirologio Romano: En Ossernenon, pasión de san Renato Goupil, mártir, que, médico y cooperador con san Isaac Jogues, fue asesinado a golpes de hacha por un nativo (1642). Fecha de canonización: Fue canonizado por Pío XI el 29 de junio de 1930, junto con siete mártires del Canadá. San René Goupil, nació en Anjou (Francia) el 15 de mayo de 1608 y murió el 29 de septiembre de 1642 en Ossernenon (cerca de Nueva York, E.E.U.U.). Es un Santo Mártir jesuita y primer mártir en EE.UU. Fue bautizado en St-Martin-du-Bois cerca a Angers, Francia el 15 de mayo de 1608. Trabajó como voluntario en hospitales de Quebec junto a los jesuitas, considerándosele un "donado" (persona que, previas fórmulas rituales, ha entrado por sirviente en una orden o congregación religiosa, y asiste en ella con cierta especie de hábito religioso, pero sin hacer profesión). En 1642 viajó a las misiones de los hurones. Estuvo trabajando en Nueva York con San Isaac Jogues. Fue capturado por los iroqueses y torturado. Los iroqueses habían desencadenado desde 1642 una guerra implacable, armados por los colonos holandeses establecidos en Nueva Amsterdam, la factoría de la desembocadura del río Hudson (más tarde Nueva York). Las tribus algonquinas y huronesas, aliadas de los franceses, padecieron un feroz ataque. Bajo la amenaza que se cernía, el padre Jogues se ofreció a llevar un mensaje a Quebec desde la misión de Santa María. La flotilla en que viajaba fue capturada por los iroqueses y el padre Jogues y el hermano Renato Goupil, que le acompañaba, quedaron prisioneros.  Goupil perdió la vida el 29 de septiembre de 1642, a manos de un mohawk, furioso porque René ha hecho la señal de la cruz en la frente de su hijo, descarga con todas sus fuerzas, sobre la cabeza del jesuita, el tomahawk, o hacha de guerra. Esto ocurrió cerca de Aviesville, Nueva York. Es el patrón de los anestesistas.
92964 > San Renato Goupil Martire 29 settembre MR
Juan de Montmirail, Beato
Septiembre 29 Monge,
Juan de Montmirail, Beato
Juan de Montmirail, Beato
Martirologio Romano: En el monasterio cisterciense de Longpont, en Francia, beato Juan de Montmirail, que dejó su profesión de esclarecido caballero por la de humilde monje (1217). Etimología: Juan = Dios es misericordia. Viene de la lengua hebrea. Una persona cristiana es aquella que está llena de Dios y de su Espíritu. Y cuando esto sucede se siente querido por todo el mundo, y trabaja sin descanso por amor al Evangelio. Desde niño tuvo la suerte de recibir una educación hondamente cristiana. Su padre, que tenía gran influencia, lo colocó en la corte del rey Luis VII. El joven era de un espíritu alegre, vivaz, divertido, con valor tanto en el trabajo como en el juego. El rey de Francia, Felipe Augusto, lo nombró su consejero personal. Se casó con una joven de la alta nobleza. Desde este instante tan sólo pasaba por su cabeza la pasión de la gloria y de la fama. Se convirtió en el prototipo de la Edad Media.  Era un señor con dinero en abundancia, buena educación, liberal, guerrero...todo esto y más le hicieron brillar a gran altura entre sus contemporáneos. Pero se encontró con un religioso que fue su director espiritual. Poco a poco su forma de ser fue cambiando. Pasó del orgullo a la humildad. Lentamente iba dejando los placeres de la corte por los del espíritu. Salió para retirarse a sus propiedades en un primer momento; ya no escuchaba los consejos que le daba el rey y se pasaba grandes ratos en oración con los canónigos. Se hizo una pequeña cabaña para vivir en soledad, sin por eso descuidar sus deberes, entre los que figuraban en primer lugar la educación de sus seis hijos, la administración de sus tierras. Después dejó sus bienes a su mujer y tomó el hábito de cisterciense en la abadía de Longpont. Su familia lo trató de loco, la corte lo rechazó y los mismos campesinos se reían de él. Había crucificado su vida con la de Cristo. Murió en el año 1217. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
Alarico de Ufnau, Santo
Septiembre 29 Eremita,
Alarico de Ufnau, Santo
Alarico de Ufnau, Santo
Martirologio Romano: En la isla de Ufnau, del lago de Zurich, entre los helvecios (hoy Suiza), san Adelrico o Alarico, presbítero y eremita (s. X). Etimología: Alarico armonía. Viene de la lengua alemana. Hay personas que entran jóvenes en las congregaciones religiosas, San Alarico entró muy joven en la abadía de los Benedictinos de Eissieden, Suiza. Se cree que pertenecía a una familia noble e ilustre de los Buckhard. Antes de ser benedictino, había vivido como ermitaño. Después incluso, siendo muy joven, se iba de vez en cuando a esta vida solitaria a la isla de Ufnau, en el lago de Zurcí. Una vez que volvía al monasterio, le encargaron que se hiciera cargo de la portería del monasterio. Había tres clases de porteros: los del coro, para avisar las horas de la oración a cada monje; el portero de los vinos para las comidas y cenas. Y por último estaba el portero que atendía con amor y exquisitez a los viajeros y huéspedes. No se sabe cuál de los tres fue el de Aalarico. Desde luego, no debería estar muy a gusto cuando pidió al abad que lo dejara irse para siempre a la isla de Ufnau. En ella, entre plegaria, penitencia, meditación de la Palabra de Dios y sus contemplaciones de la naturaleza, murió en el año 973. Escogió el amor de Dios manifestado en su creación divina. Jamás sufrió la tentación de la desilusión porque Dios habitaba en su bello corazón. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
Juan de Dukla, Santo
Septiembre 29 Presbítero,
Juan de Dukla, Santo
Juan de Dukla, Santo
Martirologio Romano: En Lviv, en Polonia (hoy en Ucrania), san Juan de Dukla, presbítero de la Orden de Hermanos Menores, que vivió una vida oculta y ascética según usanza de los Observantes, con ferviente dedicación pastoral a la cura de almas y fomento de la unidad de los cristianos (1484). Fecha de canonización: Juan Pablo II lo canonizó en Krosno (Polonia) el 10 de junio de 1997. Sacerdote profeso de la Orden de los Frailes Menores, primero Conventual y luego Observante o Bernardino.  Nació alrededor del año 1414 en Dukla (Polonia), cerca de las fronteras de Eslovaquia y de Ucrania. Después de una breve experiencia de vida eremítica, ingresó en la Custodia de los Frailes Menores de Rusia (Rutenio). Ordenado sacerdote, se dedicó a la predicación y al servicio pastoral en los vastos territorios de las actuales repúblicas de Ucrania, Moldavia y Bielorrusia. Fue guardián de varios conventos, entre ellos el de Krosno, y gobernó la custodia de Leópoli. Perdió la vista varios años antes de morir.  Falleció el 29 de septiembre de 1484 en Leópoli (hoy, Lvov, Ucrania), recitando los salmos penitenciales con sus hermanos. Tras su muerte, su fama de santidad se convirtió muy pronto en culto público en toda la región. Su tumba se encuentra en el convento franciscano de su ciudad natal, Dukla.  Clemente XII confirmó su culto inmemorial el 21 de enero de 1733, y lo proclamó copatrono principal del reino de Polonia y del gran ducado de Lituania el 5 de septiembre de 1739.  El proceso de canonización se interrumpió con la repartición de Polonia, y se reanudó en 1945. Juan Pablo II lo canonizó en Krosno (Polonia) el 10 de junio de 1997.
91624 > San Giovanni da Dukla Francescano polacco 29 settembre MR
Santiago de Rafelbuñol, Beato
Septiembre 29 Presbítero y Mártir,
Santiago de Rafelbuol, Beato
Santiago de Rafelbuñol, Beato
Martirologio Romano: En Gilet, cerca de la ciudad de Valencia, en España, beato Jaime Mestre Iborra, presbítero de la Orden de Hermanos Menores Capuchinos y mártir, que derramó su sangre por Cristo durante la persecución religiosa (1936). Fecha de Beatificación: El 11 de marzo del año 2001, el papa Juan Pablo II beatificó a 233 mártires de la persecución religiosa en España (1936-39). Un total de 12 capuchinos y 5 clarisas recibieron la corona del martirio durante la persecución religosa en España servían al Señor y a la Iglesia viviendo y trabajando en la Comunidad Valenciana. Los doce capuchinos eran religiosos, sacerdotes y hermanos profesos, pertenecientes a la Provincia de la Preciosísima Sangre de Cristo, de Valencia, y fueron martirizados en diversos lugares de las tierras valencianas, sin hacerles ningún proceso judicial digno de tal nombre, simplemente porque eran religiosos. Todos ellos, de edades diferentes comprendidas entre los 23 y los 80 años, provenían de las distintas fraternidades de la Provincia religiosa, y estaban empeñados en trabajos y apostolados diversos: predicadores, confesores, profesores y formadores, otros empeñados en los trabajos de servicio a la fraternidad y a la gente que se acercaba al convento. El más joven de ellos es el diácono Enrique de Almazora, de 23 años, martirizado en Castellón, y el más anciano el hermano Fidel de Puzol, de 80 años, martirizado en Sagunto. También las cinco monjas capuchinas pertenecían a monasterios situados en la Comunidad Valenciana: Agullent, Castellón y Valencia, y fueron martirizadas en suelo valenciano. El Beato Santiago de Rafelbuñol (en el siglo, Santiago Mestre Iborra), sacerdote, nació en Rafelbuñol (Valencia) el 10 de abril de 1909, y fue fusilado en Gilet (Valencia) el 29 de septiembre de 1936. Profesó en la Orden Capuchina el 7 de junio de 1925 y fue ordenado sacerdote en Roma el 26 de marzo de 1932. Obtuvo el grado de doctor en teología por la Universidad Gregoriana de Roma. Ya en su Provincia, fue vicerrector del Seminario Seráfico de Massamagrell. Cuando hubo que cerrar el Seminario, se preocupó de poner a salvo a los seminaristas, y luego se refugió en su casa paterna de Rafelbuñol. El 26 de septiembre de 1936 fue arrestado. Se había presentado espontáneamente ante el Comité ofreciéndose a cambio de la libertad de sus ocho hermanos y su padre. En la cárcel oyó en confesión a todos. La noche del 28 al 29 fue fusilado junto con sus ocho hermanos y el padre.
72445 > Sant' Alarico (Adelrico) Eremita 29 settembre MR

72465 > Beato Carlo di Blois Duca di Bretagna 29 settembre MR

72435 > San Ciriaco (Quiriaco) Eremita in Palestina 29 settembre MR
93195 >
Beato Dario Hernandez Morato Sacerdote gesuita, martire 29 settembre MR

72420 > Sant' Eutichio Vescovo e martire 29 settembre MR

92246 > Beato Francisco de Paula Castello y Aleu Martire 29 settembre MR
72430 >
San Fraterno di Auxerre Vescovo 29 settembre MR
93156 >
Beato Giacomo da Rafelbunol (Santiago Mestre Iborra) Sacerdote e martire 29 settembre MR

72460 > Beato Giovanni di Montmirail 29 settembre MR

93502 > Beato Giuseppe Casas Ros Seminarista, martire 29 settembre

94004 > Beato Giuseppe Villanova Tormo Sacerdote salesiano, martire 29 settembre

90894 > San Grimoaldo di Pontecorvo Sacerdote 29 settembre

91139 > San Lotario I Imperatore e monaco 29 settembre

72440 > San Ludwino (Liudvino) di Treviri Vescovo 29 settembre MR

72455 > San Maurizio di Langonnet Abate 29 settembre MR

93194 > Beati Paolo Bori Puig e Vincenzo Sales Genovés Gesuiti, martiri 29 settembre MR

92729 > Sante Ripsima, Gaiana e 33 compagne Martiri in Armenia 29 settembre MR




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                                                         Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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                                            Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
                                                               email: antoniofonseca40@gmail.com
                                                                                                                                                                                                            Obrigado. António Fonseca
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                                           Porto, 29-9-2012 – 10,00 H
                                                                                                                                                                                                                 ANTÓNIO FONSECA
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