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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Orações de São Francisco de Assis – 4 de Outubro de 2012

Devoção e Fé


Orações à São Francisco de Assis

Posted: 03 Oct 2012 09:19 PM PDT

Orações De São Francisco de Assis

Oração diante do Crucifixo

Segundo o testemunho de alguns manuscritos, bem antigos, São Francisco rezou esta oração no momento em que diante do Crucifixo de São Damião recebia o encargo: "Francisco, vai e reconstrói minha casa".
Ó glorioso Deus Altíssimo, iluminai as trevas do meu coração, concedei-me uma fé verdadeira, uma esperança firme e um amor perfeito. Dai-me Senhor, o reto sentir e conhecer, a fim de que possa cumprir o sagrado encargo que na verdade acabais de dar-me. Amém.

Saudação A Virgem Maria

(Esta saudação tão singela deixa entrever a grande veneração de São Francisco pela Virgem Maria, sua Mãe e Senhora, cuja capelinha: "da Porciúncula" - Nossa Senhora dos Anjos - fora o berço da Ordem e se conservou, através dos séculos, local de Franciscana piedade).
Salve ó Senhora Santa, Rainha Santíssima,
Mãe de Deus, ó Maria, que sois Virgem feita igreja, eleita pelo Santíssimo Pai celestial, que vos consagrou por seu Santíssimo e dileto Filho e o Espírito Santo Paráclito.
Em vós residiu e reside toda plenitude da graça e todo o bem.
Salve, ó palácio do Senhor!
Salve, ó Tabernáculo do Senhor!
Salve, ó morada do Senhor!
Salve, ó manto do Senhor!
Salve, ó serva do Senhor!
Salve, ó Mãe do Senhor!
E salve vós todas, ó derramadas virtudes santas, pela graça e iluminação do Espírito Santo,
nos corações dos Fiéis, transformando-os de infiéis, fiéis servos de Deus! Amém.

Elogio às Virtudes

Salve, rainha sabedoria,
o Senhor te guarde por tua santa irmã, a simplicidade pura!
Senhora santa Pobreza,
o Senhor te guarde por tua santa irmã a humildade!
Senhora santa caridade,
o Senhor te guarde por tua santa irmã, a obediência!
Santíssimas virtudes todas, guarde-vos o Senhor,
de quem procedeis e de quem vindes a nós!
Não existe no mundo inteiro homem algum
em condições de possuir uma de vós,
sem que ele morra primeiro.
Quem possuir uma de vós e não ofender as demais, a todas possui;
E quem ofender uma, nenhuma possui e a todas ofende.
E cada uma por si destrói os vícios e pecados.
A santa sabedoria confunde satanás e todas as suas astúcias.
A pura e santa simplicidade confunde toda sabedoria deste mundo e a carne a prudência.
A santa pobreza confunde toda cobiça e avareza e solicitudes deste século.
A santa humildade confunde o orgulho e todos os homens deste mundo e tudo quanto há no mundo.
A santa caridade confunde todas as tentações do demônio e da carne e todos os temores carnais.
A santa obediência confunde todos os desejos sensuais e carnais e mantém o corpo mortificado para obedecer ao espírito e obedecer ao seu irmão, e torna o homem submisso a todos os homens desse mundo, e nem aos homens também, senão só a todas as feras e animais irracionais, para que dele possam dispor à sua vontade, até o ponto que lho for permitido do alto pelo Senhor (cf. Jo 19,11).

Oração ao Santíssimo

Segundo atesta um manuscrito de Assis, São Francisco mandava rezar estes louvores a Deus antes de cada hora canônica, dando aos irmãos o melhor exemplo neste sentido.
Esta forma de rezar, servindo-se de orações compiladas de textos das Sagradas Escrituras e da liturgia, é bem típico de São Francisco. Pela sucessão de idéias e pelo estilo é certamente da autoria do Santo de Assis.

Onipotente, Santíssimo, altíssimo e soberano Deus, que sois todo o bem, o sumo bem, a plenitude do bem, nós vos tributamos todo o louvor, toda glória, toda a a ação de graças, toda a exaltação, e todo o bem. Assim seja, Assim seja. Amém.

Oração

Eterno Deus, Onipotente, Justo e misericordioso, concedei-nos a nós míseros praticar por vossa causa o que reconhecemos ser a vossa vontade e querer sempre o que vos agrade, a fim de que, interiormente purificados, iluminados e abrasados pelo fogo do Espírito Santo, possamos seguir as pegadas de vosso Filho, nosso Senhor, e por vossa graça unicamente chegar até vós, ó Altíssimo, Deus Trindade e Unidade perfeita, vós que viveis e reinais na glória de Deus Onipotente por toda a eternidade.

Bendita seja...

Está oração foi ditada por Francisco a Frei Leão, após a negativa do papa Inocêncio III de recebe-lo, "se for realmente importante para a igreja como ele diz, ele voltara" foram às palavras do papa ao Bispo que recebeu Francisco.
Benditas sejam as dificuldades que nos agridem e fazem pensar.
Benditas sejam as horas que gastamos em função do bem eterno.
Bendito seja quem nos maltrata à primeira vista e nos ajuda a melhorar.
Bendito seja que não nos conhece e não acredita em nós.
Bendito seja quem nos compara com vagabundos e indolentes.
Bendito seja quem nos expulsa, como parias ou fanáticos.
Bendito seja a mão que nos nega o cumprimento.
Bendito seja quem quer nos esquecer, impaciente.
Bendito seja quem nos nega o pão de cada dia.
Bendito seja quem nos ataca por ignorância e covardia.
Bendito seja quem nos experimenta no correr do tempo.
Bendito seja quem nos faz chorar nos caminhos.
Bendito seja quem não agrada no momento.
Bendito seja quem exige de nós a perfeição.
Benditos sejam os que nos maltratam o coração porque, verdadeiramente, são estes, meus filhos, os nossos vigilantes e os que nos ajudam a seguir o Cristo com maior segurança, pois Deus, através deles, nos ajuda na auto educação, de maneira que fiquem abertas todas as portas para o Amor Universal.

Bênção de São Francisco de Assis

O Senhor Te abençoe e te guarde.
O Senhor te mostre sua face e tenha
misericórdia de ti.
O Senhor volva para ti seu rosto e
te dê a Paz.
O Senhor te abençoe.
As palavras que Francisco acrescentou às bíblico-litúrgicas são poucas, mas importantes, porque são pessoais do Santo: "O Senhor te abençoe, Frei Leão".

As Bem Aventuranças

Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
São verdadeiramente promotores da paz os que em todas as coisas que suportam neste mundo, pelo amor do Senhor nosso Jesus Cristo, conservam a paz na alma e no corpo.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Puros de coração são aqueles que desprezam as coisas terrenas e procuram as celestes e não cessam de adorar e de ver o Senhor Deus vivo e verdadeiro com coração e ânimo puro.
Bem-aventurados aquele servo que não se orgulha do bem que o Senhor diz e opera por meio dele, mais do que aquilo que diz e opera por meio de outros.
Peca o ser humano que quer receber de seu próximo mais do que aquilo que quer dar de si ao Senhor Deus.
Bem-aventurado o ser humano que sustenta seu próximo em suas fraquezas como queria ser sustentado ele próprio, se estivesse em semelhante situação.

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Orações à São Francisco de Assis

Glorioso São Francisco 1

Glorioso São Francisco, Santo da simplicidade, do amor e da alegria.
Que contemplais o céu como perfeições infinitas de Deus.
Lançai sobre nós o vosso olhar cheio de bondade.
Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e corporais.
Rogai ao nosso Pai e Criador que nos conceda as graças que pedimos por vossa intercessão,
vós que sempre fostes tão amigo dele.
Inflamai o nosso coração de amor sempre maior a Deus e aos nossos irmãos, principalmente os mais necessitados.
São Francisco de Assis, Rogai por nós. Amém.

Glorioso São Francisco 2

Ó glorioso São Francisco, nosso grande padroeiro, a vós recorremos pela doçura da vossa santidade. Protegei-nos e abençoai-nos. Vós que nos ensinastes a procurar neste mundo uma perfeita alegria no amor de Deus e do próximo, vós que amastes tanto a natureza toda, porque proclama a glória e a sabedoria do Criador, fazei-nos servir a Deus na alegria, ajudar o próximo o melhor possível com os nossos bons exemplos e boas ações e espalhar em torno de nós os benefícios da Fraternidade Cristã. Amém.

Oração de João Paulo II a São Francisco

Ó São Francisco, estigmatizado do Monte Alverne,
o mundo tem saudades de ti qual imagem de Jesus crucificado.
Tem necessidade do teu coração aberto para Deus e para o homem, dos teus pés descalços e feridos, das tuas mãos traspassadas e implorantes.
Tem saudades da tua voz fraca, mas forte pelo poder do Evangelho.
Ajuda Francisco, os homens de hoje a reconhecerem o mal do pecado e a procurarem uma purificação pela penitência. Ajuda-os a libertarem-se das próprias estruturas do pecado, que oprimem a sociedade de hoje.
Reaviva na consciência dos governantes a urgência da Paz nas Nações e entre os Povos.
Infunde nos jovens o teu vigor capaz de vida, de contrastar as insídias das múltiplas culturas da morte.
Aos ofendidos por toda espécie de maldade comunica, Francisco, a tua alegria de saber perdoar. A todos os crucificados pelo sofrimento, pela fome e pela guerra, reabre as portas da esperança. Amém.

Para Saber Mais:
São Francisco de Assis-04 de outubro
Solene Trânsito de São Francisco
Crucifixo Bizantino de São Damião

Fonte: http://www.franciscanosnaprovidencia.org.br/

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Post colocado em 4-10-12 – 22,10 horas

ANTÓNIO FONSECA

História de D. Anita e das 5 000 pesetas (30 €uros…) – 4 de Outubro de 2012

 

http://es.catholic.net/

A história de Dona Anita


Dona Anita se deu conta de que era ela tonta-tonta-tonta a culpável de seus sofrimentos

(tradução literal direta para português) – AF.


Autor: José Luis Martín Descalzo | Fuente: Razones para el amor

Dona Anita é uma velha-velhíssima/viúva-viuvíssima que vive numa cidade de cujo nome prefiro não me recordar. Porque isto que vou contar é uma história absolutamente real, mesmo que tenha tanto olor a fábula como tem.

Dona Anita teve desgraça de enviuvar aos quatro dias de casada, pois seu marido («seu Paco», dizia ela) morreu sendo, - não se recorda muito bem - tenente ou capitão numa longínqua guerra, que já não está muito segura, se foi de África ou de Cuba. O que sabe dona Anita é que o seu Paco a deixou com o céu e a terra.

Dele só resta uma preciosa fotografia, já amarelecida; uns velhos lençóis de seda, que só se usaram quatro noites, e uma pensão de 5.105 pesetas (Aproximadamente 30 euros). Com este fabuloso soldo vive dona Anita, convertida já numa gazela antediluviana, rodeada por um mundo de monstros. Mas dona Anita arranja-se sempre para que suas cinco notas cheguem ao fim do mês, dando por suposto que as primeiras 105 gasta-as cada dia 30, ao pagar, por uma vela, que acende em honra e recordação de seu Paco.

Há alguns anos atrás, (antes do €uro) num dia 30 pagaram a dona Anita a sua pensão com uma só nota de 5.000, uma nota de 100 e uma moeda de 5 pesetas. A dona Anita alegrou-se por ter pela primeira vez nas mãos uma nota daquelas, que lhe parecia um prémio gordo, mas ao mesmo tempo apareceram-lhe todos os temores do inferno ante a hipótese de que pudesse perdê-la. Não estaria segura até que, na manhã seguinte, a trocasse na tenda.

E os suores do inferno chegaram quando, ao ir pagar suas verduras, depois de sua missa, verificou que, apesar de todas as precauções, ou talvez por causa delas, a nota de 5.000 não aparecia. Dona Anita revolveu e virou ao contrário sua bolsa. Mas nada. Fez cinco vezes o caminho que ia de sua casa à igreja e da igreja ao mercado. Mas nada. Procurou debaixo de todos os bancos do templo, correu os móveis todos de sua casa. E nada.

A angústia se fez dona de seu coração. ¿Como poderia viver agora os trinta horríveis e intermináveis dias do mês se não tinha um só cêntimo no banco, se todas as pessoas que conhecera neste mundo estavam já no outro? Voltou a recontar todas suas coisas e comprovou, uma vez mais, que não restava nada de valor por vender... salvo, claro, aqueles lençóis de seda velhíssimos, aquele jogo de café de prata que lhe deram seus irmãos no dia de seu casamento e aquele velho medalhão de sua mãe. ¡Mas vender isso seria como vender-se a si própria!


Mal comeu naquele dia com as sobras que ficaram no velho frigorifico e apenas dormiu um pouco na longa noite. «¡É isso! -pensou entre dois sonos angustiados -, ¡a nota perdi-a no ascensor, ao descer para ir à missa!» Levantou-se tremendo e, com um abrigo em cima da camisa, saiu à escada. ¡Mas nem no ascensor nem na escada havia alguma coisa! E regressou a seu leito como uma condenada à morte. Pela manhã, quando saiu para a missa - Deus era já o único que lhe restava - colocou na cabina do ascensor um papel em que anunciava que se alguém havia encontrado uma nota de 5.000 pesetas fizesse o favor de a devolver a... Mas fê-lo com a menor das confianças.


Aquela missa foi a mais triste na vida de dona Anita. Quando o sacerdote começou a rezar a «Confissão», a viúva-viuvíssima se recordou de que no dia anterior, numa de suas idas e vindas, se havia cruzado na escada com a outra viúva do quarto piso - essa a que os vizinhos chamavam, para a distinguir dela, a viúva alegre, e não sem motivos, segundo diziam - e havia comprovado que acabava de estrear uma preciosa bolsa de couro. ¡Aí estavam fundidas suas 5.000 pesetas! ¡Era claro como a luz do dia!

Mas enquanto o sacerdote lia o Evangelho, dona Anita recordou que as duas raparigas do terceiro piso, essas que voltavam todas as noites à “las tantas”, com seus noivos, em motos estrondosas, haviam chegado nessa noite ainda muito mais tarde do que normalmente. ¡E dona Anita tremeu ante o simples pensamento do que aquelas duas perdidas  houvessem podido fazer com suas 5.000 pesetas!

Quando o sacerdote recitou o Ofertório veio ao pensamento de dona Anita seu vizinho do segundo piso, o carniceiro, um comunista mal encarado, que a tinha olhado, ao cruzar-se com ela na escada, com um olhar enviesado e repulsivo. ¡ Deus santo, em que teria podido inverter o comunista esse seu dinheiro!

Na consagração foi dom Fernando - esse que diziam que vivia com uma mulher que não era a sua - a vítima das suspeitas de dona Anita. E como a missa ainda durou dez minutos, foram todos os vizinhos, um por um, convertendo-se em probabilíssimos apropriadores do sangue de dona Anita.


Só quando ia entrar no seu piso – deu-lhe uma raiva entrar naquele bloco de vivendas corrompidas - tropeçou dona Anita, e ao cair-lhe o missal, saíram dele doze estampas e uma nota de 5.000 pesetas, é que a velha se deu conta, de que era ela tonta-tonta-tonta e a única culpada de seus sofrimentos.

E quando se dispunha a sair jubilosa até ao mercado, alguém a chamou à  sua porta. Era a viúva do quarto piso, que, vejam vocês que casualidade, havia encontrado na véspera uma nota de 5.000 mil pesetas no ascensor. Quando ela se foi, pedindo mil desculpas e dizendo que sem dúvida era de algum outro vizinho que a havia perdido, chamaram-na  à porta as duas raparigas do terceiro, que também elas - ¡que coisas!, ¡que coisas! - haviam encontrado na escada outra nota de 5.000 pesetas.

Logo foi o carniceiro, e este havia encontrado não uma nota de 5.000 pesetas, mas sim, cinco notas de 1.000 pesetas novinhas e juntas. Depois subiu dom Fernando e uma dezena de vizinhos mais, porque - ¡há que ver que casualidades! - todos haviam encontrado notas de 5.000 pesetas na escada. E enquanto dona Anita chorava e chorava de alegria, deu-se conta de que o mundo era formoso e as pessoas eram boas, e que era ela quem sujava o mundo com os seus sujos temores.

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Post colocado em 4-10-12 – 16,30 horas

António Fonseca

Este texto foi traduzido de espanhol para português, de forma literal e sem recurso a dicionário.

Oração de S. Francisco de Assis - 4 de Outubro de 2012

 

 

Oração de S. FRANCISCO DE ASSIS 

 

 

 

 

Senhor,

Fazei de mim um instrumento da vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor;

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.

Onde houver discórdia, que eu leve união.

Onde houver dúvida, que eu leve a fé.

Onde houver erro, que eu leve a verdade.

Onde houver desespero, que eu leve a esperança.

Onde houver tristeza, que eu leve alegria.

Onde houver trevas que eu leve a luz.

Ó Mestre!

Fazei que eu procure mais consolar do que ser consolado.

Compreender, que ser compreendido.

Amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe.

É perdoando, que se é perdoado.

E é morrendo que se vive para a vida eterna.

Ámen

S. FRANCISCO DE ASSIS.

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Post colocado em 4-10-12  -  10,40 horas

por

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1428-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Génesis – (12) - HISTÓRIA DOS PATRIARCAS – 4 de Outubro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Caros Amigos:
Com a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, ontem verificada, terminei a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João).
O que irei tentar fazer a seguir?
Como podem rever na publicação que fiz ontem e anteontem neste mesmo local, resolvi começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
Poderei porventura dar conta do recado?
NÃO SEI: é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos.
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
 
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1428 - 2ª Página

4 de Outubro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

G É N E S I S
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Abraão e os três Anjos 

 

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Abraão e Melquisedec

 

HISTÓRIA DOS PATRIARCAS

 

12  -  VOCAÇÃO DE ABRÃO (ou ABRAÃO) O Senhor disse a Abrão: «Deixa a tua terra, a tua família e a casa de teu pai, e vai para a terra que Eu te indicar. Farei de ti um grande povo, abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome e serás uma fonte de bênçãos. Abençoarei aqueles que te abençoarem e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem. E todas as famílias da terra serão em ti abençoadas».
Abrão partiu como o Senhor lhe dissera, levando consigo Lot. Quando saiu de Harran, Abrão tinha setenta e cinco anos. Tomou Sarai, sua mulher, e Lot, filho de seu irmão, assim como todos os bens que possuíam e os escravos que tinham adquirido em Harran, e partiram todos para a terra de Canaã. Abrão percorreu-a até ao lugar de Siquem, até aos carvalhos de Moré. Os cananeus viviam, então, naquela terra. O Senhor apareceu a Abrão e disse-lhe: «Darei a esta terra a tua descendência». E Abrão ergue ali um altar ao Senhor que lhe tinha aparecido. Deixando esta região, prosseguiu até ao monte situado até ao oriente de Bethel, assentou ali as suas tendas, ficando Bethel ao ocidente e Hai ao oriente. Erigiu também um altar e invocou o nome do Senhor. Abrão continuou a sua viagem, estacionando aqui e além, para ir a Negeb.

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Abraão e Sara

Abrão e Sara no Egipto – Houve fome naquela terra. Como a miséria era grande, Abrão desceu ao Egipto para aí viver algum tempo. Quando já estavam quase a entrar no Egipto, Abrão disse a Sara, sua mulher: «Ouve, sei que és uma mulher bela. Quando os egípcios te virem, dirão: “É a mulher dele”. E matar-me-ão, e a ti conservarão a vida. Dize, pois, que és minha irmã, peço-te, a fim de que eu seja bem tratado por causa de ti, e salve a minha vida graças a ti».
Quando Abrão chegou ao Egipto, os egípcios notaram que a sua mulher era muito bonita. Os grandes da corte, que a viram, referiram-se elogiosamente a ela na presença do Faraó, e a mulher foi conduzida ao palácio. Mercê dela, Abrão foi muito bem tratado, e recebeu ovelhas, bois, jumentos, servos e servas, jumentas e camelos. Mas o Senhor infligiu tremendos castigos ao Faraó e à sua casa, devido a Sarai, mulher de Abrão. O Faraó mandou chamar Abrão e disse-lhe: «Que é que te levou a fazer-me semelhante coisa? Porque não me dissestes que ela era tua mulher? Porque disseste que era tua irmã, dando lugar a que eu a tomasse por mulher? Agora, aqui tens a tua mulher, toma-a e vai-te embora». O Faraó ordenou, então, aos seus homens que conduzissem Abrão, sua mulher e tudo quanto lhe pertencia, até à saída do Egipto.
 

 

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4 de Outubro de 2012  -  10,15 h

ANTÓNIO FONSECA

Imagem no mapa

Nº 1428-1–(278-12) - SANTOS DE CADA DIA - 4 DE OUTUBRO DE 2012 - 4º ANO


antoniofonseca1940@hotmail.com
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Nº 1428-1 – (278-12)

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Religioso (1881-1226)

Deus trouxe-o ao mundo para encarnar a prática da pobreza e simplicidade evangélica; com desapego de si mesmo e de todas as coisas chegou a ser imagem viva do Crucificado e modelo da altura a que pode chegar o homem mortal, com a graça de Deus. Nasceu em Assis, na Úmbria, Itália, entre 1181 e 1182; deram-lhe o nome de João no baptismo, mas uma circunstância casual – o facto de o pai se encontrar em França quando ele veio à luz – determinou que fosse sempre designado com o nome de Francisco, quer dizer, Francês. Foi de estatura um tanto menor que a média e a pele morena. Bem formado o nariz e um tanto afilado; compridos e delgados os dedos; a testa baixa; direito o corpo; a voz apaixonada, doce e sonora. Não nasceu santo, pois até aos 25 anos viveu como um de tantos outros jovens alegre, divertido e amigo de festas, tão esbanjador e pródigo que entre os parentes dizia-se: mais parece um príncipe que o filho de Pedro Bernardone. Para defender a sua terra contra Perúsia, tomou as armas aos 20 anos e foi aprisionado. Em 1202 alistou-se outra vez, desta nas hostes do papa Inocêncio III. Mas um sonho inesperado desviou-o do caminho da batalha. Ouviu que o chamavam pelo nome, lhe davam uma palmada no ombro e o levavam a formoso palácio, em que habitava uma belíssima noiva. Tudo isto deveria referir-se a ele e aos outros que o seguissem. Alentado com o sonho, saiu para a Apúlia, e em Espoleto ouviu estoutra voz: «Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?». Ele respondeu que ao amo. «Porque, então, transformas o amo em criado?», replicou a voz. A alma abriu-se-lhe à luz e respondeu, como Paulo: «Que queres que eu faça?» – «Volta ao lugar do teu nascimento e lá te será dito o que deves fazer». De Espoleto voltou inteiramente mudado a Assis. Todos o notaram: já não era o jovem divertido de antes. Foi como peregrino a Roma e, para experimentar o que era a pobreza, comprou uns farrapos a um mendigo e passou um dia inteiro, à porta de S. Pedro, pedindo esmola. Ao vir a noite, voltou a ser o filho do rico comerciante de Assis. Voltando a Assis com grande amor aos pobres, aconteceu-lhe, indo a cavalo, encontrar-se com um leproso que lhe estendeu a mão. Noutro tempo, ter-lhe-ia lançado de longe umas moedas; agora desce, dá-lhe esmola, beija-lhe a mão e abraça-o. Assim ficava abolido o laço com o passado. Começou por cuidar dos leprosos; Frequentava-lhes as cabanas e levava-lhes esmolas, beijando sempre essas mãos repelentes. Fora dos muros, não longe de Assis, havia uma igreja de S. Damião, que ameaçava ruína. Francisco entrou para orar e ouviu a um santo Cristo: «Francisco, vai e repara a minha igreja». Não foi preciso mais para se consagrar com toda a alma à reparação da ermida. Vendeu alguns panos, o cavalo e começou a pedir esmola; tudo entregou ao padre de S. Damião e ele próprio colocou-se a servi-lo. Reparou-se a Igreja, mas Francisco continuou a mendigar. A rapaziada ria-se dele, atirava-lhe pedras e lodo; o próprio pai, envergonhado e irado, deserdou-o e amaldiçoou-o. Francisco, como única resposta, disse: «Daqui por diante, quero dizer: Pai Nosso, que estais nos céus». Por essa altura, um cavalheiro com cancro na boca, que vinha de visitar o sepulcro de S. Pedro, beijou as pisadas de Francisco. O Santo, envergonhado, beijou-lhe por sua vez o cancro fê-lo sarar imediatamente. O pai continuava a amaldiçoar o filho todas as vezes que o encontrava com o vestuário de mendigo. Um dia tomou consigo Francisco um pobre e disse-lhe: «Vem comigo e, quando ouvires o meu pai a amaldiçoar-me, eu dir-te-ei: Abençoa-me, pai. E tu farás sobre o mim o sinal da cruz». A um irmão mais novo que, numa manhã de rigoroso Inverno, o vê quase nu e escarnece, pedindo-lhe com ironia que lhe venda uma gota de suor, responde: «Não, que o vendo mais caro ao meu Senhor». No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora, chamada Porciúncula. Foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes. A vitória cristã das Navas de Tolosa, no ano de 1212, abriu novos horizontes aos sonhos apostólicos de S. Francisco. No Outono, embarcou em Ancona com ideia de passar à Síria e pregar aos Turcos; uma tempestade obrigou-o a voltar a Itália Em 1213 saiu para Espanha, a caminho de África; mas adoeceu e teve de voltar atrás. Em 1215, por causa do IV Concílio de Latrão, vêmo-lo em Roma. Ouviu falar Inocêncio III sobre a letra Tau, como sinal de penitência e de nova vida. «Tau é a última letra do alfabeto grego e representa a forma de Cruz, antes que se lhe pusesse o INRI (Jesus Nazareno Rei dos Judeus). Traz este sinal dos predestinados, na sua fronte, aquele que submete todas as suas ações ao poder da cruz». Desde então adotou Francisco o tau como símbolo da devoção dos seus frades. Tau foi a sua rubrica; com ela marcava todos os lugares onde habitava, assinava as cartas e sobretudo autenticava a sua alma. Em 1217, visitou novamente Roma a seguir a França, e em Junho de 1219 embarcou para o Oriente: Chipre, S. João de Acre e Egito. Em Damieta, pregou o Evangelho na própria corte do Sultão. Voltou em 1220 a S. João de Acre, na costa da Síria, e peregrinou até aos Lugares Santos, «tendo o coração cheio de ansioso respeito pela terra que tinha pisado o Divino Mestre». Quando voltou a Itália, no Verão de 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho. E com a eleição de Frei Elias para Vigário geral, o espírito do século foi aumentando. No capítulo geral de 1219 tinham-se reunido cerca de 5 000 frades; no de 1221, Francisco esforçou-se por impor o genuíno espírito de Fraternidade, tal como ele a concebia; mas era tarde. Os dois anos seguintes foram a sua agonia. Da viagem do Oriente tinha voltado muito quebrantado; agora sentiu a infidelidade e a traição; dores físicas e decaimento moral. À posição de desprezo de alguns respondia: «Parece-me que não seria eu Frade Menor se não me alegrasse com ser tido por nada e repelido com ignominia». Em 1223 foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida. Em 1224, no retiro do Monte Alverne, chegou à máxima união a Cristo Senhor com a impressão das cinco chagas no seu corpo, e trouxeram-no de lá como relíquia viva. Aproximava-se a morte e quis que o levassem para Assis, aonde chegou cedo e onde o receberam os seus conterrâneos como santo, não com o mortal. Em S. Damião compôs o hino do Irmão Sol e a seguir retirou-se para morrer na Porciúncula. As sombras corriam a planície, mas os cumes estavam iluminados pelo Sol, símbolo da fraqueza corporal de Francisco e da grandeza espiritual. No dia em que viu a morte próxima, saudou-a cavalheirescamente como irmã e disse ao médico que. fazendo de arauto, anunciasse a vinda dela, pois «constituía para ele a porta da vida». Na agonia, os Frades deviam colocá-lo no chão e depois «deixar estendido o seu corpo já defunto, tanto tempo quanto é necessário para caminhar pausadamente uma milha». Até ao fim esteve jazendo sem hábito no chão nu, enquanto lhe liam, por expresso desejo seu, a Paixão segundo S. João. Terminada a leitura, quis que o pusessem sobre uma serapilheira e o aspergissem com cinza, prenunciando o seu enterro, porque sempre cortês, queria dar bom acolhimento à Irmã Morte, com todas as suas pompas austeras. Rodeado pelos frades, em dolorosa e reverente espera, morreu a 3 de Outubro de 1226. Era a hora a seguir ao pôr do Sol. Fora da cela, tinha-se reunido uma quantidade de calhandras à luz crepuscular e enchia o ar de alegres melodias. Um dos frades, santo varão, viu naquele momento um resplandecente globo de fogo, levado pior uma nuvenzinha, subindo com o se atravessasse muitas águas, em direção ao céu. Passados dois anos incompletos, a 16 de Julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

O Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis
Também nesta página: Relatos de San Francisco y los animales


O CÂNTICO DAS CRIATURAS

Altíssimo e omnipotente bom Senhor, teus são os louvores, a glória e a honra e toda a bênção
A ti só, Altíssimo, te convém
e nenhum homem é digno de nomear-te.

Louvado sejas, meu Senhor,
em todas tuas criaturas,
especialmente no Senhor irmão Sol,
por quem nos dás o dia e nos iluminas.

E é belo e radiante com grande esplendor,
de ti, Altíssimo, leva significado.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã lua e pelas estrelas,
no céu as formas-te claras e preciosas e belas.

Louvado sejas, meu Senhor pelo irmão vento
e pelo ar e a nuvem e o céu sereno e todo tempo,
por todos ele
s a tuas criaturas dás sustento.

Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão fogo,
pelo qual iluminas a noite,
e é belo e alegre e vigoroso e forte.

Louvado sejas, meu Senhor,
pela nossa irmã mãe terra,
a qual nos sustenta e governa
e produz diversos frutos com coloridas flores e ervas.

Louvado sejas, meu Senhor
por aqueles que perdoam por teu amor,
e sofrem enfermidade e tribulação;
bem-aventurados os que as sofram em paz,

porque de ti, Altíssimo, coroados serão.
Louvado sejas, meu Senhor
por nossa irmã morte corporal,
da qual nenhum homem vivente pode escapar.

Ai daqueles que morram
em pecado mortal.

Bem-aventurados aos que encontrará
em tua santíssima vontade
porque a morte segunda não lhes fará mal.

Louvem e bendigam a meu Senhor
e deem-lhe graças e sirvam-no com grande humildade.

Explicação

Esta bela oração de São Francisco é conhecida por vários nomes: Cântico das Criaturas, Louvores das Criaturas e Hino da Irmã Morte. Foi escrito em romance umbro (a terra do santo) e é considerado o primeiro poema em língua italiana. Celebrou-se como "o mais belo pedaço de poesia religiosa depois dos Evangelhos" e "a expressão mais completa e lírica da alma e da espiritualidade de Francisco". A data da composição é o outono de 1225, possivelmente em São Damião. A estrofe sobre o perdão redigiu-a por ocasião duma controvérsia entre o Podestá de Assis, primeira autoridade da cidade, e o bispo, reconciliando-os. E a última, sobre a irmã morte, a compôs em outubro de 1226.

As circunstâncias físicas em que se achava o Pobrezinho obviam os comentários e provocam as conclusões: dessangrado pelos estigmas, quase cego, enfermo do fígado, desnutrido e febricitante. Pelo contrário, sua vida interior estava na melhor saúde. Deus havia querido recordar os homens a paixão de seu Filho através do corpo do Pobrezinho e, como só desde a cruz se preludia a alegria da Páscoa, à hora de cantar a "aleluia". Nenhum melhor que Francisco.

O cantou por todos, por ti e por mim; pelos homens e pelos astros; pelas criaturas e pelas plantas; por toda esta natureza que Cristo reconciliou e pacificou em sua cruz. Francisco interpretou o silencioso canto que toda a criação tributa a Deus, e a silenciosa melodia que Deus canta na criação. E o fez porque ocupava o último lugar, e assim pôde ser o primeiro. Porque era o mais humilde dos servos, e isto lhe permitiu compreender como ninguém a grandeza de seu Senhor.

Francisco de Asís, San

Fundador de la Orden de los Franciscanos, 4 de octubre.

Francisco de Asís, San

Francisco de Asís, San

Fundador de la Orden de los Frailes Menores (OFM), conocidos como los franciscanos
Octubre 4

San Francisco fue un santo que vivió tiempos difíciles de la Iglesia y la ayudó mucho. Renunció a su herencia dándole más importancia en su vida a los bienes espirituales que a los materiales.  Francisco nació en Asís, Italia en 1181 ó 1182. Su padre era comerciante y su madre pertenecía a una familia noble. Tenían una situación económica muy desahogada. Su padre comerciaba mucho con Francia y cuando nació su hijo estaba fuera del país. Las gentes apodaron al niño “francesco” (el francés) aunque éste había recibido en su bautismo el nombre de “Juan.”  En su juventud no se interesó ni por los negocios de su padre ni por los estudios. Se dedicó a gozar de la vida sanamente, sin malas costumbres ni vicios. Gastaba mucho dinero pero siempre daba limosnas a los pobres. Le gustaban las románticas tradiciones caballerescas que propagaban los trovadores.  Cuando Francisco tenía como unos veinte años, hubo pleitos y discordia entre las ciudades de Perugia y Asís. Francisco fue prisionero un año y lo soportó con alegría. Cuando recobró la libertad cayó gravemente enfermo. La enfermedad fortaleció y maduró su espíritu. Cuando se recuperó, decidió ir a combatir en el ejército. Se compró una costosa armadura y un manto que regaló a un caballero mal vestido y pobre. Dejó de combatir y volvió a su antigua vida pero sin tomarla tan a la ligera. Se dedicó a la oración y después de un tiempo tuvo la inspiración de vender todos sus bienes y comprar la perla preciosa de la que habla el Evangelio. Se dio cuenta que la batalla espiritual empieza por la mortificación y la victoria sobre los instintos. Un día se encontró con un leproso que le pedía una limosna y le dio un beso. Visitaba y servía a los enfermos en los hospitales. Siempre, regalaba a los pobres sus vestidos, o el dinero que llevaba. Un día, una imagen de Jesucristo crucificado le habló y le pidió que reparara su Iglesia que estaba en ruinas. Decidió ir y vender su caballo y unas ropas de la tienda de su padre para tener dinero para arreglar la Iglesia de San Damián. Llegó ahí y le ofreció al padre su dinero y le pidió permiso para quedarse a vivir con él. El sacerdote le dijo que sí se podía quedar ahí, pero que no podía aceptar su dinero. El papá de San Francisco, al enterarse de lo sucedido, fue a la Iglesia de San Damián pero su hijo se escondió. Pasó algunos días en oración y ayuno. Regresó a su pueblo y estaba tan desfigurado y mal vestido que las gentes se burlaban de él como si fuese un loco. Su padre lo llevó a su casa y lo golpeó furiosamente, le puso grilletes en los pies y lo encerró en una habitación (Francisco tenía entonces 25 años). Su madre se encargó de ponerle en libertad y él se fue a San Damián. Su padre fue a buscarlo ahí y lo golpeó y le dijo que volviera a su casa o que renunciara a su herencia y le pagara el precio de los vestidos que había vendido de su tienda. San Francisco no tuvo problema en renunciar a la herencia y del dinero de los vestidos pero dijo que pertenecía a Dios y a los pobres. Su padre le obligó a ir con el obispo de Asís quien le sugirió devolver el dinero y tener confianza en Dios. San Francisco devolvió en ese momento la ropa que traía puesta para dársela a su padre ya que a él le pertenecía. El padre se fue muy lastimado y el obispo regaló a San Francisco un viejo vestido de labrador que tenía al que San Francisco le puso una cruz con un trozo de tiza y se lo puso. San Francisco partió buscando un lugar para establecerse. En un monasterio obtuvo limosna y trabajo como si fuera un mendigo. Unas personas le regalaron una túnica, un cinturón y unas sandalias que usó durante dos años. Luego regresó a San Damián y fue a Asís para pedir limosna para reparar la Iglesia. Ahí soportó las burlas y el desprecio. Una vez hechas las reparaciones de San Damián hizo lo mismo con la antigua Iglesia de San Pedro. Después se trasladó a una capillita llamada Porciúncula, de los benedictinos, que estaba en una llanura cerca de Asís. Era un sitio muy tranquilo que gustó mucho a San Francisco. Al oir las palabras del Evangelio “...No lleven oro....ni dos túnicas, ni sandalias, ni báculo..”, regaló sus sandalias, su báculo y su cinturón y se quedó solamente con su túnica sujetada con un cordón. Comenzó a hablar a sus oyentes acerca de la penitencia. Sus palabras llegaban a los corazones de sus oyentes. Al saludar a alguien, le decía “La paz del Señor sea contigo”. Dios le había concedido ya el don de profecía y el don de milagros.  San Francisco tuvo muchos seguidores y algunos querían hacerse discípulos suyos. Su primer discípulo fue Bernardo de Quintavalle que era un rico comerciante de Asís que vendió todo lo que tenía para darlo a los pobres. Su segundo discípulo fue Pedro de Cattaneo. San Francisco les concedió hábitos a los dos en abril de 1209. Cuando ya eran doce discípulos, San Francisco redactó una regla breve e informal que eran principalmente consejos evangélicos para alcanzar la perfección. Después de varios años se autorizó por el Papa Inocencio III la regla y les dio por misión predicar la penitencia.  San Francisco y sus compañeros se trasladaron a una cabaña que luego tuvieron que desalojar. En 1212, el abad regaló a San Francisco la capilla de Porciúncula con la condición de que la conservase siempre como la iglesia principal de la nueva orden. Él la aceptó pero sólo prestada sabiendo que pertenecía a los benedictinos. Alrededor de la Porciúncula construyeron cabañas muy sencillas. La pobreza era el fundamento de su orden. San Francisco sólo llegó a recibir el diaconado porque se consideraba indigno del sacerdocio. Los primeros años de la orden fueron un período de entrenamiento en la pobreza y en la caridad fraterna. Los frailes trabajaban en sus oficios y en los campos vecinos para ganarse el pan de cada día. Cuando no había trabajo suficiente, solían pedir limosna de puerta en puerta. El fundador les había prohibido aceptar dinero. Se distinguían por su gran capacidad de servicio a los demás, especialmente a los leprosos a quienes llamaban “hermanos cristianos”. Debían siempre obedecer al obispo del lugar donde se encontraran. El número de compañeros del santo iba en aumento. Santa Clara oyó predicar a San Francisco y decidió seguirlo en 1212. San Francisco consiguió que Santa Clara y sus compañeras se establecieran en San Damián. La oración de éstas hacía fecundo el trabajo de los franciscanos.
San Francisco dio a su orden el nombre de “Frailes Menores” ya que quería que fueran humildes. La orden creció tanto que necesitaba de una organización sistemática y de disciplina común. La orden se dividió en provincias y al frente de cada una se puso a un ministro encargado “del bien espiritual de los hermanos”. El orden de fraile creció más alla de los Alpes y tenían misiones en España, Hungría y Alemania. En la orden habían quienes querían hacer unas reformas a las reglas, pero su fundador no estuvo de acuerdo con éstas. Surgieron algunos problemas por esto porque algunos frailes decían que no era posible el no poseer ningún bien. San Francisco decía que éste era precisamente el espíritu y modo de vida de su orden.  San Francisco conoció en Roma a Santo Domingo que había predicado la fe y la penitencia en el sur de Francia.  En la Navidad de 1223 San Francisco construyó una especie de cueva en la que se representó el nacimiento de Cristo y se celebró Misa.  En 1224 se retiró al Monte Alvernia y se construyó ahí una pequeña celda. La única persona que lo acompañó fue el hermano León y no quiso tener visitas. Es aquí donde sucedió el milagro de las estigmas en el cual quedaron impresas las señales de la pasión de Cristo en el cuerpo de Francisco. A partir de entonces llevaba las manos dentro de las mangas del hábito y llevaba medias y zapatos. Dijo que le habían sido reveladas cosas que jamás diría a hombre alguno. Un tiempo después bajo del Monte y curó a muchos enfermos. San Francisco no quería que el estudio quitara el espíritu de su orden. Decía que sí podían estudiar si el estudio no les quitaba tiempo de su oración y si no lo hacían por vanidad. Temía que la ciencia se convirtiera en enemiga de la pobreza.  La salud de San Francisco se fue deteriorando, los estigmas le hacían sufrir y le debilitaron y ya casi había perdido la vista. En el verano de 1225 lo llevaron con varios doctores porque ya estaba muy enfermo. Poco antes de morir dictó un testamento en el que les recomendaba a los hermanos observar la regla y trabajar manualmente para evitar la ociosidad y dar buen ejemplo. Al enterarse que le quedaban pocas semanas de vida, dijo “¡Bienvenida, hermana muerte!”y pidió que lo llevaran a Porciúncula. Murió el 3 de octubre de 1226 después de escuchar la pasión de Cristo según San Juan. Tenía 44 años de edad. Lo sepultaron en la Iglesia de San Jorge en Asís. Son famosas las anécdotas de los pajarillos que venían a escucharle cuando cantaba las grandezas del Señor, del conejillo que no quería separarse de él y del lobo amansado por el santo. Algunos dicen que estas son leyenda, otros no. San Francisco contribuyó mucho a la renovación de la Iglesia de la decadencia y el desorden en que había caído durante la Edad Media. El ayudó a la Iglesia que vivía momentos difíciles.
¿Qué nos enseña la vida de San Francisco?
Nos enseña a vivir la virtud de la humildad. San Francisco tuvo un corazón alegre y humilde. Supo dejar no sólo el dinero de su padre sino que también supo aceptar la voluntad de Dios en su vida. Fue capaz de ver la grandeza de Dios y la pequeñez del hombre. Veía la grandeza de Dios en la naturaleza. Nos enseña a saber contagiar ese entusiasmo por Cristo a los demás. Predicar a Dios con el ejemplo y con la palabra. San Francisco lo hizo con Santa Clara y con sus seguidores dando buen ejemplo de la libertad que da la pobreza.  Nos enseña el valor del sacrificio. San Francisco vivió su vida ofreciendo sacrificios a Dios.
Nos enseña a vivir con sencillez y con mucho amor a Dios. Lo más importante para él era estar cerca de Dios. Su vida de oración fue muy profunda y era lo primordial en su vida. Fue fiel a la Iglesia y al Papa. Fundó la orden de los franciscanos de acuerdo con los requisitos de la Iglesia y les pedía a los frailes obedecer a los obispos. Nos enseña a vivir cerca de Dios y no de las cosas materiales. Saber encontrar en la pobreza la alegría, ya que para amar a Dios no se necesita nada material.  Nos enseña lo importante que es sentirnos parte de la Iglesia y ayudarla siempre pero especialmente en momentos de dificultad.
Sigue investigando en corazones.org Su obra Cántico de las Criaturas  San Francisco: Carta a los fieles

Petronio de Bolonia, Santo

Obispo, 4 de octubre

Petronio de Bolonia, Santo

Petronio de Bolonia, Santo

Octubre 4

Desde muy antiguo, se une el recuerdo de San Petronio a los fieles de Bolonia, quienes comúnmente se denominan "Petronianos", con lo que demuestran eficazmente el afecto que los une a su Santo. Petronio fue el octavo Obispo de Bolonia y vivió alrededor de la mitad del siglo V. Un siglo doloroso en la historia de Italia, a causa de las guerras, luchas y revueltas ocasionadas por la invasión bárbara.  Justamente en ese tiempo se desarrolla la obra providencial y benéfica del Santo, como la de muchísimos otros Obispos, que en las ciudades, privadas de todo apoyo y presa de todos los depredadores, representaban la única autoridad aceptable y aceptada, en defensa de los bienes tanto espirituales como materiales de sus fieles. También Petronio, como muchos otros Obispos de aquel tiempo, provenía de la administración pública, ya que fue funcionario e hijo de funcionario. Si dice que nació en España, de padre romano, y También en España fue Prefecto del pretorio. Luego decidió encaminarse hacia el sacerdocio y se radicó en la ciudad de Bolonia hacia el año 430; el Papa Celestino I lo convenció para que ocupara la Cátedra boloñesa. Bolonia era era entonces diócesis sufragánea de Milán, y los Obispos milaneses eran de gran peso. Uno fue el gran San Ambrosio, que consagró varias iglesias entre las cuales estaba la de los Mártires Vital y Agrícola. Siguiendo esa línea, el Obispo Petronio costruyó otros edificios sacros, dando nacimiento a ese sugestivo complejo de monumentos que en Bolonia se denomina "las siete iglesias". También hizo construir, alrededor de las "siete iglesias", un barrio entero a imagen de Jerusalén y de sus santuarios, para mejor incentivar en el pueblo el culto a los Santos y la devoción a los sagrados misterios. Antes de empezar con las iglesias, San Petronio había reconstruido las casas de los boloñeses. Alrededor de las casas, alargó y reforzó los muros de la ciudad. Fue un típico ejemplo de sabiduría, solícito tanto de los bienes espirituales como de los materiales de los fieles, y de la seguridad militar. Su vida fue espiritualmente intensa, cerca de una comunidad de monjes contemplativos. Una fuente no comprobada, le adjudica la fundación de la famosa universidad de Bolonia, la primera de Occidente. En el año 1388 se decidió edificar la basílica que lleva su nombre, que se convirtió en una de las más grandes y más bellas de la cristiandad.  San Petronio es el Patrono de la ciudad de Bolonia y de la región de la Emilia. Es invocado por los arquitectos y constructores de los templos y edificios eclesiásticos. Es muy venerado en toda la región italiana de la Emilia-Romana y su basílica es muy visitada.  El nombre: Petronio significa: "Que proviene de la ciudad romana de Pietrosa". A San Petronio se lo identifica teniendo en sus manos o cerca de él a la ciudad de Bolonia que, como hemos dicho, embelleció con magníficos templos. El Niño Jesús bendice la ciudad italiana, sostenida por los ángeles, desde los brazos de la Santísima Virgen en el Cielo abierto. Lleva los ornamentos propios de los obispos (capa pluvial, mitra y báculo).

Aurea (u Oriana) de París, Santa

Abadesa, 4 de octubre

Aurea (u Oriana) de París, Santa

Aurea (u Oriana) de París, Santa

Abadesa

Martirologio Romano: En París, en la Galia, santa Aurea, abadesa, designada por san Eligio para regir el monasterio que había fundado dentro de la ciudad según la Regla de san Columbano, en el cual llegaron a vivir trescientas vírgenes (666). Etimológicamente: Aurea = Aquella que es encantadora, valiosa como el oro. Es de origen griego. Fecha de canonización: Información no disponible, la antigüedad de los documentos y de las técnicas usadas para archivarlos, la acción del clima, y en muchas ocasiones del mismo ser humano, han impedido que tengamos esta concreta información el día de hoy. Si sabemos que fue canonizado antes de la creación de la Congregación para la causa de los Santos, y que su culto fue aprobado por el Obispo de Roma, el Papa.  Después de haber fundado y sólidamente haber establecido su monasterio de Solignac en Lemosín, San Eloy, todavía laico, soñó con transformar en hospicio para viajeros una casa que poseía en París. Después de haber reflexionado detenidamente, cambió de opinión y allí fundó un monasterio logrando reunir hasta 300 jóvenes de diversas naciones y niveles sociales. Para dirigir este naciente monasterio fue puesta a su cabeza Aurora o Aurea, hija de Mauricio y de Quiria, consagrándolas a "la severa disciplina de una regla" en la que sin duda se pueden identificar la regla en San Columbano en Luxeuil, monasterio donde San Eloy había sido formado. Esto pasaba en el año 633. Cuando el monasterio fue terminado, San Eloy edificó una basílica en honor del apóstol San Pablo donde recibirían sepultura las siervas de Dios. Esta iglesia de San Pablo, parroquial por lo menos desde el siglo XII, fue cerrada durante la Revolución Francesa y destruida en 1798. Hablando de Santa Aurora , siendo San Audeno de Ruan la elogió diciendo que era una chica digna de Dios. Fue en efecto el modelo de sus hermanas a las que formó por su ejemplo y por instrucciones prudentes sacadas de la lectura del Evangelio, a todas las virtudes cristianas y monásticas. Dios añadió el don de los milagros: se cuenta que alguna vez abriendo la puerta de un horno ardiente, sacó de él los carbones más rojos con sus manos sin recibir daño alguno al hacerlo. La oración perpetua era para ella una práctica inquebrantable. Cuando veía a alguien sufriendo o en la miseria, se afanaba en seguida, con una caridad infatigable, a consolarlo o a socorrerlo. Cuando llegaban sus últimos momentos, Dios se los hizo ver. Poco después contrajo una terrible enfermedad mientras se ocupaba de atenderá a los enfermos de una peste que asolaba la región. Murió el 3 de octubre 666. y fue sepultada en la iglesia de San Pablo Cinco años después, sus reliquias fueron transportadas en la ciudad y depositadas en la iglesia de San Marcial. En esta iglesia se expuso, para la veneración de los fieles, un relicario que contenía parte de sus restos, mismo que en 1792 fue robado por los revolucionarios. Las demás reliquias se ocultaron en diversos lugares, logrando así salvarlas. Se le invoca a Aurea contra las calamidades públicas. Felicidades a quien lleve este nombre!

Alfredo Pellicer Muñoz, Beato

Mártir, 4 Octubre

Alfredo Pellicer Muñoz, Beato

Alfredo Pellicer Muñoz, Beato

Nació en Bellreguart, provincia Valencia, el 10 de abril de 1914, y lo bautizaron el día 14, imponiéndole el nombre de Jaime. Aprendió las primeras letras en las escuelas nacionales de su pueblo, hasta que, a los once años, ingresó en el Seminario menor franciscano de Benissa (Alicante), donde cursó los estudios del bachillerato. A los 16 años marchó al monasterio de Santo Espíritu del Monte (Gilet-Valencia), donde tomó el hábito franciscano el 25 de agosto de 1930, cambiando el nombre de pila por el de Alfredo. Pasó luego al convento-colegio de Onteniente, también casa de formación franciscana, y allí estudió la filosofía y un curso de teología, haciendo la Profesión solemne en la fecha ya crítica del 5 de julio de 1936. Dada su corta edad (22 años en el momento de dar la vida) y su condición de estudiante, fray Alfredo no pudo ser conocido sino por sus familiares y sus hermanos en religión, particularmente sus condiscípulos. Estos testigos recuerdan que era de carácter alegre, simpático, cordial y festivo, optimista y buen compañero, respetuoso con los demás. Se distinguió por la firmeza en la fe y en su vocación franciscana. Cuando estalló la guerra civil española y se agravó la persecución religiosa el 18 de julio de 1936, fray Alfredo Pellicer se encontraba en el convento-colegio de Onteniente. Tres días después los religiosos de esta comunidad se vieron forzados a dispersarse. Fray Alfredo, estudiante de teología, que acababa de hacer la profesión solemne, se refugió en casa de sus padres en Bellreguart, donde vivió algún tiempo con relativa tranquilidad. Los suyos le propusieron estudiar magisterio, pero Fr. Alfredo rechazó esta propuesta, porque deseaba perseverar en su vocación franciscana.  El día 4 de octubre de ese año de 1936 fue detenido y asesinado. Fue conducido, después de la detención, al Comité; allí le hicieron halagüeñas proposiciones si renegaba de la fe, lo que fray Alfredo rechazó siempre con firmeza.  La consumación del martirio tuvo lugar el mismo día 4 de octubre de 1936, hacia las tres de la tarde, en el lugar llamado «La Pedrera», a unos tres kilómetros de Gandía, en dirección a Valencia, cuando tenía 22 años de edad, 6 de hábito franciscano y tan sólo tres meses de profesión solemne.  Es uno de los 232 mártires de españa beatificados por Su Santidad Juan Pablo II el 11 de marzo de 2001.

Tomás de Celano, Beato

Compañero y biógrafo de San Francisco de Asís, 4 Octubre

Tomás de Celano, Beato

Tomás de Celano, Beato

Fray Tomás, hijo de los condes de Marsi o de Celano Berardo y Margarita Gualtieri, nació por el año 1190. Recibió una excelente formación humanista con el estudio de las letras clásicas, de la Escritura y de los Padre de la Iglesia. En 1215, sintiéndose llamado por el Señor, profesó en manos de Francisco la Regla de los Hermanos Menores, aprobada oralmente por Inocencio III seis años antes. En su primera Vida del santo recuerda su experiencia: "Loado sea el buen Dios, que tuvo a bien, por su sola benignidad, acordarse de mí y de otros muchos: y es que, una vez que entró en España, se enfrentó con él, y, para evitar que continuara adelante, le mandó una enfermedad que le hizo retroceder en su camino. Volvióse a la iglesia de Santa María de la Porciúncula, y al poco tiempo se le unieron, muy gozosos, algunos letrados y algunos nobles..." (1Cel 56-57). Después del fracaso de las expediciones misioneras por Europa, en 1221, durante el capítulo general "de las esteras", fray Tomás fue uno de los 90 religiosos que se ofrecieron a fray Elías, vicario general de la Orden por enfermedad de Francisco, para ser enviado a Alemania, y uno de los 25 elegidos para fundar dicha provincia, con Cesáreo de Spira al frente de ellos. Gracias a la Crónica de uno de ellos, fray Jordán de Giano, sabemos que , en marzo de 1223, fr. Tomás fue elegido Custodio de los conventos de Maguncia, Worms, Spira y Colonia. Al final del mismo año, el ministro provincial fr. Cesáreo regresó a Italia para entrevistarse con Francisco, dejando a fr. Tomás en su lugar como vicario. El capítulo general de 1224 eligió como nuevo ministro de Alemania a fr. Alberto de Pisa y éste, tras consultar a fr. Tomás y a otros religiosos prudentes y sabios, convocó y celebró capítulo provincial el 8 de septiembre, fiesta de la Natividad de la Virgen. Al parecer, fr. Tomás regresó en 1226 a Asís, a la Porciúncula, donde fue testigo de la muerte de san Francisco, como él mismo afirma y como lo demuestra su forma de relatar los últimos días del "Poverello". Dos años después, será también testigo excepcional de la canonización de Francisco y de la fundación de una basílica en su honor, por obra de Gregorio IX (16-17 de julio de 1228). A principios de 1230, después de haber escrito la primera biografía de san Francisco, fray Tomás fue enviado a fundar el convento de Tagliacozzo en la región del Abruzzo, no muy lejos de Celano, pero su permanencia allí debió de ser muy breve. Hacia el año 1256, después de haber redactado la segunda Vida y el Tratado de los Milagros, a petición de las clarisas se trasladó a Val de Varri, en calidad de director espiritual, y allí permaneció hasta su muerte en el 1260. Su cuerpo reposa en una urna en la iglesia de San Francisco de Tagliacozzo.

Francisco Xavier Seelos, Beato

Redentorista, misionero en Estados Unidos, 4 Octubre

Francisco Xavier Seelos, Beato

Francisco Xavier Seelos, Beato

Francisco Xavier Seelos nace el 11 de enero de 1819 en Füssen, en la católica región de Baviera (Alemania). Es bautizado el mismo día en la iglesia parroquial de san Mang. El deseo de ser sacerdote es muy temprano en él, admirado por las cosas del Evangelio. En 1842, tras concluir sus estudios de filosofía entra en el seminario diocesano. Después de encontrarse con los misioneros Redentoristas, decide ingresar en esta congregación y ponerse al servicio de los inmigrantes de lengua alemana en Estados Unidos. Es recibido en la Congregación de los Misioneros Redentoristas el 22 de noviembre de 1848. Al año siguiente zarpará hacia Estados Unidos desde Le Havre, Francia, para llegar a New York el 20 de abril de 1843. El 22 de diciembre de 1844, terminado el noviciado y completados sus estudios de teología, Seelos es ordenado sacerdote en la iglesia redentorista de St. James en Baltimore, Maryland, USA. Tras su ordenación, trabaja durante nueve años en la parroquia de Santa Filomena en Pittsburgh, Pennsylvania, primero en calidad de vicepárroco con san Juan N. Neumann (el primer santo de los Estados Unidos de América), superior de la comunidad religiosa redentorista, y, más tarde, durante otros tres años, como párroco siendo ya él mismo Superior de la comunidad. Durante este tiempo, ocupa también el cargo de Maestro de Novicios. Con san Juan Neumann su principal ocupación era predicar misiones en diferentes poblaciones. Seelos comenta así su relación con Neumann: "Me ha introducido en la vida activa", y "me ha dirigido como director espiritual y confesor". Su disponibilidad e innata amabilidad, su atención a las necesidades de los fieles hacen pronto de él una figura bien conocida como confesor experto y director espiritual hasta el punto de que vienen a él también de otras ciudades cercanas. Fiel al carisma redentorista, lleva un estilo de vida modesto y se expresa con palabras sencillas. La temática de sus predicaciones y homilías, ricas en contenido bíblico, es fácil de entender incluso por la gente más sencilla. Una constante de su pastoral es su empeño por dedicarse a la formación de la fe de los pequeños. No solamente apoya este ministerio, sino que lo cree fundamental para el crecimiento interior de la comunidad cristiana de la parroquia. En 1854 es trasladado de Pittsburgh a Baltimore y, más tarde, en 1857, a Cumberland. En 1862 lo vemos ya en Annapolis, siempre ocupado en el servicio parroquial y entregado a la formación de los futuros Redentoristas en calidad de Prefecto de Estudiantes Teólogos Redentoristas. También aquí, es fiel a su imagen y continúa siendo pastor, amable y alegre, siempre atento a las necesidades de sus estudiantes y atento también a su formación académica. Se dedica sobre todo a infundir en estos futuros misioneros redentoristas el entusiasmo, el espíritu de sacrificio y el celo apostólico por el bien espiritual y temporal de la gente. En 1860 es presentado como candidato a Obispo de Pittsburgh. Para el Padre Seelos no era una buena noticia, y pide a Dios y a quien puede que se le libere de esa candidatura. El Papa Pío IX lo dispensa de esta pesada responsabilidad. El Padre Seelos se dedicará del 1863 al 1866 a la vida de misionero itinerante predicando en inglés y en alemán en los estados de Connecticut, Illinois, Michigan, Missouri, New Jersey, New York, Ohio, Pennsylvania, Rhode Island y Wisconsin. Tras un breve período de ministerio parroquial en Detroit, Michigan, en 1866 es destinado a la comunidad redentorista de New Orleans, Louisiana. También aquí ejerce de párroco de la iglesia de la Asunción de Santa Maria. Es para los fieles un párroco alegre, disponible y singularmente sensible a las necesidades de los más pobres y de los más abandonados. Pero en los planes de Dios este ministerio en New Orleans está llamado a durar poco. En el mes de septiembre, exhausto tras haber visitado y cuidado a las víctimas de una epidemia de fiebre amarilla, contrae la terrible enfermedad. Tras varias semanas de enfermedad, que padece con santa resignación, pasa a la vida eterna el 4 de octubre de 1867 a la edad de 48 años y 9 meses.
Su Santidad el Papa Juan Pablo II proclamó al Padre Seelos Beato en la Plaza de San Pedro, el 9 abril del Solemne Año Jubilar 2000.

 

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