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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

IV Centenário da Descoberta da América – 12-10-1492–12-10-2012

 

Há 520 anos as naus de Colombo aportaram na América…

9, outubro, 2012 Deixar um comentário Ir para os comentários

Carlos Sodré Lanna

Pintura de José Garnelo Alda (1866-1945), feita em 1892 para comemorar o IV Centenário do Descobrimento da América. Exposta no Museu Naval de Madrid. Colombo chega à América e com ele a Cruz de Cristo.

Pintura de José Garnelo Alda (1866-1945), feita em 1892 para comemorar o IV Centenário do Descobrimento da América. Exposta no Museu Naval de Madrid. Colombo chega à América e com ele a Cruz de Cristo.

Muita propaganda é espalhada contra os missionários e os colonizadores das Américas. Essa colossal onda publicitária — que se levanta contra tão gloriosa data, 12 de outubro de 1492, início da cristianização de nosso Continente — tende a contestar a própria missão dada por Nosso Senhor Jesus Cristo à sua Igreja “Ide, pois, e ensinai a todas as gentes” (Mt. 28, 18-19).

Defensores do neotribalismo missionário e indigenista, os principais nomes da Teologia da Libertação têm condenado a conquista e a evangelização da América e protestam contra as celebrações comemorativas da descoberta triunfalmente empreendida por Cristóvão Colombo.

A falsa doutrina sobre a evangelização da América

Em julho de 1986, reuniu-se em Quito (Equador) a II Consulta Ecumênica da Pastoral Indígena Latino-Americana. Representantes de 15 países do Continente lançaram um “manifesto indígena”.

Nele se expressa, pela primeira vez com apoio católico, uma “recusa total das celebrações triunfalistas”.

Para os delegados dos índios “não houve o tal descobrimento, mas uma invasão com suas implicações: genocídio pela ocupação, usurpação de territórios, desintegração das organizações sócio-políticas e culturais e sujeição ideológica e religiosa”.

Da Associação de Teólogos do Terceiro Mundo, o ex-religioso franciscano Leonardo Boff e Virgilio Elizondo lançaram um manifesto contra a evangelização da América. Dizem eles: “No dia 12 de outubro de 1492 começou para a América Latina e para o Caribe uma sexta-feira santa de dor e de sangue, que prossegue até agora sem conhecer o domingo da Ressurreição. 1492 é a data dos conquistadores e não das populações autóctones. Não é a lembrança duma bênção, mas o pesadelo de um genocídio”.(*)

A verdadeira doutrina católica sobre a evangelização da América

Em face das novidades que esses neomissionários querem nos inculcar, cumpre ouvir a voz da Igreja, a fim de melhor conhecer a verdadeira doutrina católica a respeito.

Numa continuidade impressionante, os Romanos Pontífices pronunciaram-se sobre o tema à margem das controvérsias históricas, de modo a não deixar dúvidas.

A Livraria Editora Vaticana publicou uma coletânea de 837 documentos papais somente do período 1493-1591, intitulada “Americae Pontificiae – Primi Saeculi Evangelizationis”, aos cuidados do Pe. Josef Metzler, diretor da Escola Vaticana de Paleografia. Ela reúne as bulas de Alexandre VI até Gregório XIV, conservadas no Arquivo Secreto do Vaticano, sobre a evangelização das Américas.

Em sua célebre Bula “Inter Caetera”, de 3 de maio de 1493, Alexandre VI afirmava que “a Fé católica e a Religião cristã sejam exaltadas sobretudo em nossos tempos e por onde quer que se ampliem e dilatem, e se procure a salvação das almas, e as nações bárbaras sejam submetidas e reduzidas à Fé cristã”.

Em 29 de maio de 1537, o Papa Paulo III, com sua “Pastorale officium”, condenava o comércio de escravos e afirmava que os indígenas deveriam ser considerados homens e não animais.

Pouco depois, o mesmo Paulo III, no documento “Exponi nobis super fecisti”, concedia aos sacerdotes que trabalhavam nas Américas a faculdade de denunciar às autoridades os colonos que escravizavam os silvícolas do novo Continente.

São Pio V, em carta de 10 de agosto de 1568, elogiava o zelo pela conversão dos índios manifestado pelo Rei da Espanha, Felipe II. O Papa acompanhava com vigilante atenção a idoneidade das nomeações de vice-reis e autoridades menores responsáveis pela evangelização e proteção dos aborígenes americanos contra possíveis excessos cometidos pelos colonizadores.

Confirmando a doutrina corrente na época, os Pontífices ratificaram o direito das nações ibéricas de colonizar a América e evangelizar seus habitantes. Para isso, delegavam responsabilidades e faculdades especiais aos reis de Portugal e Espanha, cuja reconhecida vocação apostólica exaltavam.

Quem percorrer os documentos papais do primeiro século de colonização, constatará o elogio feito à magna obra civilizadora. E também o minucioso cuidado da Igreja na correção dos abusos cometidos, pelo respeito aos direitos naturais dos índios e seu modo de vida no que tivesse de legítimo ou resgatável.

O Papa Gregório XIII publicou nada menos do que 155 documentos e, Sisto XV, 102, quase todos destinados a fixar normas para favorecer a conversão dos índios.

O IV Centenário do Descobrimento da América mereceu uma Encíclica do Papa Leão XIII, em 16 de julho de 1892, sob o título “Quarto abeunte saeculo”.

Pio XII, em mensagem de 8 de janeiro de 1948, chamou o processo de evangelização da América de “ epopeia missionária”.

Ao encerrar o Simpósio Internacional sobre História da Evangelização da América, no Vaticano, em 14 de março de 1992, João Paulo II reafirmou os ensinamentos de seus predecessores e recapitulou os “fundamentos de uma colonização cristã”desenvolvidos por Frei Francisco Vitória (1480-1546), dominicano espanhol da famosa Escola de Salamanca.

O Papa lembra que o mestre dominicano explanou os direitos naturais dos índios como “seres racionais e livres, criados à imagem e semelhança de Deus, com um destino pessoal e transcendente pelo qual podiam salvar-se ou condenar-se”.

O Pontífice destaca que, “conforme a doutrina exposta por Vitória, em virtude do direito de sociedade e de comunicação natural os homens e povos melhor dotados tinham o dever de ajudar aos mais atrasados e subdesenvolvidos”. Assim justificava Vitória a intervenção da Espanha na América.

Nada mais contrário, pois, à posição dos neomissionários, do que o firme e ininterrupto ensinamento dos Papas a respeito da evangelização da América.

Notas:
(*) A Voz das vítimas, Ed. Vozes, Petrópolis, RJ, 1960
OUTRAS OBRAS CONSULTADAS:
1. Plinio Corrêa de Oliveira, Tribalismo Indígena, Ideal comuno-missionário para o Brasil no século XXI, Editora Vera Cruz, São Paulo, 1979.
2. Alberto Caturelli, El Nuevo Mundo – El Descubrimiento, La Conquista y la Evangelización de América y La Cultura Occidental, Centro Cultural Edamex, Cidade do México, 1991.

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Transcrição direta do blogue INSTITUTO PLÍNIO CORRÊA DE OLIVEIRA

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1436-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Génesis (20) - 12 de Outubro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Caros Amigos:
Com a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, ontem verificada, terminei a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João).
O que irei tentar fazer a seguir?
Como podem rever na publicação que fiz ontem e anteontem neste mesmo local, resolvi começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
– GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
Poderei porventura dar conta do recado?
NÃO SEI: é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos.
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1436 - 2ª Página
12 de Outubro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO
G É N E S I S
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Abrão e os 3 Anjos

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Agar e Ismael

HISTÓRIA DOS PATRIARCAS
20 – ABRAÃO E SARA EM GUERARAbraão partiu dali para a região de Negueb, fixou-se entre Cades e Chur, permanecendo durante algum tempo em Guerar. Referindo-se a Sara, ele dizia que era sua irmã. Abimelec, rei de Guerar, mandou raptar Sara. Deus, porém, apareceu em sonhos a Abimelec, durante a noite, e disse-lhe: «Vais morrer por causa da mulher que raptaste, visto ela ser casada». Abimelec, que não se tinha aproximado dela, respondeu: «Senhor, dareis a morte mesmo a inocentes? Não me disse ele que era sua irmã? Ela própria me disse: «É meu irmão». Procedi com pureza de coração e mãos inocentes». Deus disse-lhes em sonhos: «Eu bem sei que agistes com pureza de coração, por isso, obstei a que pecasses contra Mim, e não permiti que a tocasses. Manda novamente a mulher para esse homem, que é um profeta, ele rezará por ti, e conservarás a vida. Se não a mandares entregar, sabe que morrerás com certeza, tu e todos os teus».

Ao erguer-se de manhã, Abimelec convocou os seus familiares e narrou-lhes todas estas coisas, e foram dominados por grande terror. Depois Abimelec chamou Abraão e disse-lhe: «Que nos fizeste? Em que de te ofendi eu para nos expores, a mime ao meu reino, ao castigo de tão grande pecado? Não devias ter procedido comigo da forma como procedeste». Acrescentou: «Qual a tua intenção ao fazer istoAbraão respondeu: «Julgava que não havia, decerto, temor de Deus neste país, e que iriam matar-me por causa de minha mulher. De resto, é verdade que ela é minha irmã, filha de meu pai, mas não de minha mãe; e, assim, poder ser minha mulher. Quando Deus me levou para longe da casa de meu pai, eu disse-lhe: “Vais fazer-me a mercê de dizer em todos os lugares, onde formos, que sou teu irmão”». Então, Abimelec, tomou ovelhas, bois, escravos e escravas e deu-os de presente a Abraão, ao entregar-lhe Sara, sua mulher. Abimelec disse: «O meu país está à tua disposição, podes fixar-te onde quiseres». Disse também a Sara: «Dei ao teu parente mil moedas de prata. Isto servir-te-á de véu para os olhos quanto a tudo o que se passou contigo. De tudo ficas assim compensada».

Abraão intercedeu junto de Deus e Deus curou Abimelec, sua mulher e as suas servas, e tiveram novamente filhos, porque o Senhor tinha ferido de esterilidade todas as mulheres da casa de Abimelec, por causa de Sara, mulher de Abraão.

 

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Destruição de Sodoma
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12 de Outubro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1436-1 - (286-12) - SANTOS DE CADA DIA - 12 de Outubro de 2012 - 4º ano

 
antoniofonseca1940@hotmail.com


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Nº 1436-1 - (286-12)
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Nº 1436-1 – (286-12)
NOSSA SENHORA DA APARECIDA
Nuestra Seora de Aparecida
Na segunda quinzena de Outubro de 1717, passando por Guaratinguetá (Estado de S. Paulo), D. Pedro de Almeida, conde de Assumar, então governador de Minas e de S. Paulo, a Câmara solicitou aos pescadores da região o fornecimento de peixe em abundância, para obsequiar o hóspede. Depois de várias tentativas infrutuosas, tendo João Alves lançado a rede em Itaguaçu, viu surgir à superfície de Paraíba uma pequena imagem truncada, de terracota… Num lanço sucessivo, apareceu a cabeça da imagem da Senhora da Conceição com a face negra.
Filipe Cardoso, companheiro de João Alves, levou o achado para casa. Em 1737, seu filho Atanásio colocou a imagem num  oratório frequentado pela vizinhança. Em vista dos prodígios ali operados, o padre José Alves Vilela promoveu a ereção duma capela. Obtida a licença a 5 de Maio de 1743, o novo templo foi inaugurado a 26 de Julho de 1745, ficando sob a invocação de Nossa Senhora da Aparecida. Houve nova construção em 1852 e outra em 1888, tendo sido elevado este templo à categoria de basílica menor a 29 de Abril de 1908.
Em 1904 a imagem foi coroada solenemente por D. José de Camarga Barros, bispo de S. Paulo. A 16 de Julho de 1930, Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. A 31 de maio de 1931 foi a consagração do Brasil à sua padroeira, oficiando D. Sebastião Leme, cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro. A 19 de setembro de 1946, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, cardeal-patriarca de Lisboa, na presença das autoridades civis e religiosas brasileiras, benzeu a primeira pedra da futura basílica.
A imagem de Nossa Senhora da Aparecida foi levada ao Congresso da Padroeira, realizado em S. Paulo de 3 a 8 de Setembro de 1954, e em 10 de Junho de 1963 a Brasília, tendo sido então consagrada à padroeira a nova capital da nação. Cerca de 3 milhões de fiéis visitam anualmente o santuário, que, desde 28 de Outubro de 1894, está confiado aos Padres Redentoristas. A festa litúrgica de Nossa Senhora das Aparecida é a 12 de Outubro, sendo também feriado nacional.
Paulo VI concedeu a este grande centro de piedade a rosa de ouro. João Paulo II, ao visitar o Brasil em 1980, esteve pessoalmente na Aparecida. Em 1985 lá se realizou um Congresso Eucarístico Nacional. E, com o pensamento no futuro, foi construído (2010 ?) na cidade um grande centro de encontros, no qual poderão reunir-se os membros da conferência episcopal brasileira, com mais de 200 bispos.
No dia 5 de Julho de 1980, no Santuário de Nossa Senhora da Aparecida, aquando da sua primeira Viagem Apostólica ao Brasil, disse o santo Padre João Paulo II:
«A devoção a Maria é fonte de vida cristã profunda, é fonte de compromisso com Deus e com os irmãos. Permanecei na escola de Maria, escutai a sua voz, segui os seus exemplos. Como ouvimos no Evangelho, ela nos orienta para Jesus: “ Fazei o que ele vos disser”. E, como outrora em Canaã da Galileia, encaminha ao Filho as dificuldades dos homens, obtendo d’Ele as graças desejadas. Rezemos com Maria e por Maria: Ela é sempre a “Mãe de Deus e nossa”».
«Senhora Aparecida, um filho vosso que vos pertence sem reserva – TOTUS TUUS! – chamado por misterioso Desígnio da Providência a ser Vigário de vosso Filho na terra, quer dirigir-se a Vós, neste momento».
«Ele lembra com emoção, pela cor morena desta vossa imagem, uma outra representação vossa, a Virgem Negra de Jasna Gora».
«Mãe de Deus e nossa, protegei a Igreja, o papa, os Bispos, os Sacerdotes e todo o Povo fiel; acolhei sob o vosso manto protetor os religiosos, religiosas, as famílias, as crianças, os jovens e seus educadores!»
«Saúde dos Enfermos e Consoladora dos Aflitos, sede conforto dos que sofrem no corpo ou na alma; sede luz dos que procuram Cristo, redentor do Homem; a todos os homens mostrai que sois a Mãe de nossa confiança»,.
«Rainha da Paz e Espelho da Justiça, alcançai para o mundo a paz, fazei que o Brasil tenha paz duradoura, que os homens convivam sempre como irmãos, como filhos de Deus!»
«Nossa Senhora Aparecida, abençoai este vosso Santuário e os que nele trabalham, abençoai este Povo que aqui ora e canta, abençoai todos os vossos filhos, abençoai o Brasil. Ámen».
Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt
SERAFIM DE MONTEGRANARO, Santo
Religioso (1540-1604)
 Serafn de Montegranario, Santo
Aos dez anos (nasceu em 1540 e morreu a 12 de Outubro de 1604), Félix guardava as ovelhas dum homem da sua aldeia, Montegranaro, nas Marcas, Itália, o que lhe permitia satisfazer a fome e rezar o dia inteiro. Aos 15 anos, fez-se ajudante de pedreiro dum patrão que o espancava para lhe tirar o costume de tanto orar. Um dia, a senhora da casa onde ele amassava cal disse-lhe: «Tu pareces-me triste, meu rapazinho; que é que não te corre bem?» – «Aquilo de que eu gostaria, respondeu Félix, era de ir viver no meio duma floresta em que não tivesse de pensar senão em Deus». A senhora prometeu recomendá-lo aos capuchinhos de Tolentino, de quem era benfeitora.
Os capuchinhos tinham-se pouco antes separado do velho tronco franciscano para levar, como nos princípios da Ordem, a vida eremítica (1528). Os da província de Áscoli que não tinham ovelhas para dar a guardar, também não sentiam necessidade dum ajudante de pedreiro, iletrado e com má saúde. Fizeram-no, portanto, esperar muito tempo, antes de o admitir ao noviciado. E mesmo depois da admissão, não lhe foram poupados desprezos e humilhações.
Todavia, Frei Serafim, com o o ficaram a chamar, não precisou de muito tempo para admirar os colegas com as suas virtudes, seus êxtases e seus milagres. Ele, que nunca soube ler um livro, lia nas consciências. Ele, que mal era capaz, segundo se julgava, de plantar couves, explicava o Evangelho como se fosse o Espírito Santo que viesse comentyá-lo. Levado pelo governador de Áscoli à cabeceira do cardeal Bandini, que estava a morrer de gangrena, curou-o só com o sinal da cruz. Ainda que favorecido com tantas graças extraordinárias, Serafim foi vítima longos anos de desolações interiores. Mas pararam nos últimos tempos da sua vida. Seis anos depois de ele morrer, já o Papa Paulo V concedia acenderem-se as lâmpadas no seu túmulo, o que era presságio de que ele seria um dia colocado nos altares. Na verdade, em 1767 foi canonizado por Clemente XIII.
Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt

VILFRIDO, Santo
Bispo (634-709)

Nasceu na Northúmbria, Inglaterra em 634, e morreu em Oundele (Northants, também Inglaterra) em 709. Havia então duas Igrejas no país: a Igreja celta, praticamente autónoma e a Igreja anglo-saxónica, submetida à sé romana. Foi graças a S. Vilfrido e alguns outros que as cristandades se fundiram no século VII e a unidade religiosa reinou em seguida na Inglaterra até Henrique VIII. A vida de Vilfrido foi das mais agitadas. Conquistava tantos inimigos como amigos. Muitas das suas dificuldades vieram-lhe do rei Egfrido, cuja esposa ele mandara, sem o prevenir, para um convento. Bispo de Iorque desde 655, poucas vezes ocupou o seu trono. Nos intervalos, evangelizava o Sussex ou a Frísia (Holanda); fundou mosteiros em que introduziu os usos romanos; refugiava-se na Austrásia, onde pouco faltou para subir à cadeira episcopal de Estrasburgo. Passou quase em perfeita tranquilidade os quatro últimos anos de vida na abadia de Hexham e morreu, quando dormia, no priorado de Oundle, que pouco antes fundara. «Vilfrido fez tanto bem, escreve um historiador inglês, que se lhe perdoam de boa vontade as suas imperfeições e doidices».
Nuestra Señora del Pilar
Advocación mariana, 12 de octubre
Nuestra Seora del Pilar
Nuestra Señora del Pilar
Etimológicamente significa “ pila”. Viene de la lengua latina. Este nombre, uno de los más abundantes en España tiene un origen curioso. Fue la misma Virgen María la que se apareció al apóstol Santiago que estaba desanimado mientras evangelizaba la patria española. Se le apareció en carne mortal cuando, junto al Ebro, y sentado en una piedra o pila quería llegar hasta otros lugares predicando la Buena Nueva del Evangelio. Santiago llevaba inscritas en su corazón las últimas recomendaciones de Jesús:"Id por todo el mundo predicando el Evangelio y bautizando a la gente en el nombre del Padre, del Hijo y del Espíritu Santo". Con el paso del tiempo, los zaragozanos le hicieron una inmensa y preciosa basílica levantada en su honor en el primer milenio, aunque haya sufrido muchas reformas arquitectónicas. Hay que tener en cuenta que España ha sufrido muchas invasiones, pero es seguro que ya existía en la época de los Visigodos. Dicen que la misma Virgen le dejó una imagen como recuerdo del inolvidable encuentro. Y el mandato de que le construyera allí un templo. Según dice la Tradición, esto sucedía en el año 40. Científicamente no está nada comprobado a nivel de papeles. Sin embargo, el testimonio vivo de tantos miles y miles de personas que van en peregrinación a este santo lugar mariano, demuestran fehacientemente que la fe no viene del aire sino de personas que, generación tras generación, viven su devoción a la Virgen de forma continuada.
Juntamente con el sepulcro de Santiago en Galicia y el Pilar de Zaragoza son dos polos de espiritualidad palpable en España y con proyección a todo el universo. Hoy es la fiesta nacional en España y también el día de la Hispanidad. Las banderas de las naciones sudamericanas llenan este lugar. En la misa de hoy se leen estas palabras:"La devoción al Pilar tiene una gran repercusión en Iberoamérica, cuyas naciones celebran la fiesta del descubrimiento de América en este día". ¡Felicidades a las personas que lleven este nombre! Si quieres saber más consul El Pilar de Nuestra Fe de Jesús Martí Ballest La virgen del Pilar
Amigo e Amélio, Santos
Biografía, 12 de octubre
Etimológicamente significa “amable”. Viene de la lengua latina. El cristiano verdadero se distingue porque en su diario acontecer todo lo mira bajo el prisma de su gran Amigo y compañero Jesús. “Donde vaya, estoy con él”. La vida de este joven del siglo IX. La literatura de aquellos años se dedicaba mucho a escribir sobre el bello y fantástico mundo de la amistad. No es de extrañar que también se hiciese entre la amistad de los santos. Amigo tenía un amigo llamado Amelio, que tiene la misa raíz y etimología. Eran hijos de dos familias nobles que nacieron el mismo día y en el mismo lugar. También fueron bautizado al mismo tiempo por el Papa en Roma. Se distanciaron hasta que, ya mayores, decidieron ponerse al servicio del emperador Carlomagno. Amelio fue acusado de haber seducido a la hija del emperador. Para pagar su pena, no le quedaba otra salida que el duelo. Entonces se presentó Amigo para hacerlo en su lugar y lo ganó. El emperador se alegró de que su hija salvara su honor. Amigo se había expuesto demasiado por salvar a su amigo y tuvo que acudir a triquiñuelas inimaginables. El hecho es que se juntaron de nuevo los dos viejos amigos. Amigo cogió la lepra y la mujer lo echó de casa. Se fue al castillo de su amigo Amelio. Este le curó. Se sintió feliz y acogido como un hermano. Eso es la amistad. Hubo una guerra entre los Francos y los Lombardos. En ella murieron Amigo y Amelio. El propio emperador mandó que sus cuerpos se conservaran en dos sarcófagos distintos y en dos iglesias. Al día siguiente sin saber cómo, los dos féretros aparecieron juntos y en la misma iglesia, en la de san Albino en Montara, Italia. ¡Felicidades a quien lleve este nombre!
Eufrasio del Niño Jesús, Beato
Mártir, 12 Octubre
Eufrasio del Nio Jess, Beato
Eufrasio del Niño Jesús, Beato
Eufrasio Barredo Fernández nació en Cancienes del Concejo de Corvera (Asturias) el 8 de febrero de 1897. El 5 de diciembre de 1912 ingresó en el colegio teresiano de los Carmelitas Descalzos de Villafranca de Navarra. El 26 de julio de 1916 emitió la profesión simple, que ratificaría con la solemne el 18 de marzo de 1922. Terminados sus estudios fue ordenado sacerdote el 23 de septiembre de 1922 en Santander. Destinado a Cracovia (Polonia), a fin de fortalecer la presencia carmelita en aquellas tierras, permaneció allí de 1926 a 1928. A su regreso fue destinado a Burgos, como director de las revistas “Ecos del Carmelo y Praga” y “Monte Carmelo”. En 1929 llega a Oviedo, como professor de teología y el 8 de mayo de 1933 es elegido prior de su comunidad. El 5 de octubre de 1934 estallaba la revolución de Asturias. Ante esta adversidad el P. Eufrasio buscó refugio para sus religiosos. Él trató de huir por la alta tapia de la huerta, pero se cayó y se luxó una cadera. Al ir empeorando su lesión, el 12 de octubre solicitó que lo llevaran al Hospital. Los milicianos le arrancaron –con ese verbo crudo lo expresa Albert Camus en una obra dramática suya– de la cama del hospital y lo condujeron al Mercado Viejo en el barrio de san Lázaro (Oviedo). Colocado de pie junto a un muro, y antes de recibir los disparos, se dirigió a los pistoleros con estas palabras: “Os perdono, hijos míos”; luego por tres veces gritó: “¡Viva Cristo Rey!”.  Beatificado el 28 de Octubre del 2007 por Su Santidad Benedicto XVI
Edwin de Northumbria, Santo
Mártir y Rey, Octubre 12
Edwin de Northumbria, Santo
Edwin de Northumbria, Santo
San Edwin (también conocido como Eadwine o Æduini) (c. 586-12 de octubre de 633) fue Rey de Deira y Bernicia, los cuales se irían a conocer colectivamente como Northumbria. Su reino duro desde 616 hasta su muerte. El se convirtió al cristianismo y fue bautizado en el año 627; después de haber muerto en la Batalla de Hatfield Chase fue venerado como santo.
Infancia y exilio
La Crónica Anglosajona cuenta que después de la muerte de Aella un tal "Etelric" asumió el poder. La identidad exacta de Aethelric es incierta. El pudo haber sido un hermano de Aella, un hermano mayor de Edwin, un noble cualquiera, o el padre de Eteelfrido. El mismo Eteelfrido parece también haber sido rey de "Northumbria" (Deira y Bernicia juntos) desde no después de 604. Durante el reino de Eteelfrido, Edwin estuvo en exilio. La ubicación de su temprano exilio como niño es desconocida, pero algunos relatos de Reinaldo de Durham y Godofredo de Monmouth, ponen a Edwin en el Reino de Gwynedd, acogido por el rey Cadfan ap Iago, lo cual explicaría el conflicto entre Edwin y su supuesto hermano adoptivo Cadwallon. Para los años 610 el ya se encontraba en Mercia, bajo protección del rey Cearl, con cuya hija Cwenburga se casó. Para el año 616, Edwin ya estaba en Anglia Oriental, bajo la protección del rey Raedwald. Bede cuenta que Eteelfrido quería que Raedwald asesinara a Edwin, su despreciado rival, y que Raedwald lo iba a hacer, si no fuera por que su esposa lo persuadió justo a tiempo. De todas maneras, Raedwald se enfrentó a Aethelfrith en una batalla cerca del río Idle en 616, en la cual Eteelfrido, y el hijo de Raedwald, Raegenhere, murieron. Edwin fue coronado como Rey de Northumbria, nombrando Raedwald como Bretwalda; los hijos de Eteelfrido se exiliaron en Dalriada y Pictavia. Que Edwin hubiera podido mantener control no solo en su tierra natal de Deira, pero también en Bernicia, pudo haber sido gracias al respaldo de Raedwald, al cual pudo seguir siendo súbdito a principios de su reino. El reino de Edwin marca una interrupción en el consistente dominio de Northumbria por los Bernicianos.
Edwin como rey
Con la muerte de Eteelfrido, y del poderoso Ethelburgo de Kent en el mismo año, Raedwald y su cliente Edwin estaban en posición para dominar Inglaterra, y Raedwald lo hizo hasta su muerte una década después. Edwin adhirió el pequeño reino bretones de Elmet después de la muerte de su rey Ceretic. Elmet fue probablemente leal a Mercia y por lo tanto a Edwin. El más grande reino de Lindsey parece que fue capturado después de c. 625, luego de la muerte del rey Raedwald. Sin embargo para este tiempo Edwin y Eadbald de Kent eran aliados, y como su primera esposa Cwenburga ya había muerto, Edwin planeo casarse con la hermana de Eadbald, Ethelburga de Kent. Según Bede, Eadbald solo aceptaría que su hermana se casara con Edwin, si el se convirtiera al cristianismo. El matrimonio de la Merovingia Berta con Ethelburgo de Kent, los padres de Eadbald, había resultado en la conversión al cristianismo de Kent, y el de Ethelburga y Edwin haría lo mismo en Northumbria. La expansión occidental de Edwin pudo haber comenzado a principios de su reino. A principios de los años 620, ya había clara evidencia de una guerra entre Edwin y Fiachnae mac Báetáin del reino Dál nAraidi, rey de Ulaid en Irlanda. Se sabe que un poema, el cual se perdió con el tiempo, recuenta las campañas de Fiachnae en contra de los sajones, y los anales Irlandeses cuentan la toma, o asedio de Bamburgo en Bernicia en los años 623-624. La muerte de Fiachnae en el año 626, a manos de su tocayo, Fiachnae mac Demmáin de los Dál Fiatach, y la muerte de Fiachnae mac Demmáin un año después en la batalla contra Dalriada probablemente le facilitaron a Edwin sus conquistas en la provincia marítima de Irlanda. La rutina de los reinos en los tiempos de Edwin envolvía estar en guerra regularmente, incluso anualmente, con sus vecinos para así obtener tributo, y esclavos.
La casa real se mudaba regularmente de una “ciudad real” a otra, consumiendo la comida ofrecida por los súbditos, cobrando tributo de las haciendas, dispersando justicia, y asegurándose que la autoridad real se hiciera presente por todo el reino. Las ciudades reales en los tiempos de Edwin fueron, entre otras, Yeavering en Bernicia, donde rastros de un anfiteatro hecho en madera se han descubierto. Otros sitios reales fueron Campodunum en Elmet (de pronto Barwick), Sancton en Deira y Goodmanham, el lugar donde el sacerdote pagano Coifi destruyo los ídolos paganos según Bede. El reino de Edwin incluyo las ciudades romanas de York y Carlisle, y las dos parecen que fueron de importancia en el siglo XII, aunque no esta claro si la vida urbana continúo durante este periodo.
La conversión de Edwin al Cristianismo
La versión de Bede acerca de la conversión de Edwin tiene dos eventos importantes. El primero fue durante el exilio de Edwin, y cuenta como Paulinus de York le salvo la vida. El segundo evento fue siguiendo el matrimonio con Ethelburga, cuando lo intentaron asesinar en York, la pascua del 626, un agente de Cwichelm de Wessex, Edwin después decidió permitir el bautizo de su hija Eanfleda y prometió adoptar el cristianismo si su campaña contra Cwichelm fuera exitosa. Aparte de estos eventos, la representación general que Bede da de Edwin, es aquella de un rey indeciso, temeroso de tomar riesgos, y sin poder decidir si ser cristiano o no. Además de estos eventos, la influencia de la reina Ethelburga, no puede ser ignorada, ya que siendo de la Dinastía Merovingia era cristiana y evangelizadora por naturaleza, y de tal forma como lo hizo su madre con su padre, ella iba a convertir a Edwin al cristianismo, también hubieron cartas que el Papa Bonifacio V les mando a Edwin y a Ethelburga lo cual muestra el esfuerzo del papa en cristianizar la isla. Dado que Kent estaba bajo control Franco, ellos estaban interesados en proselitar a sus camaradas alemanas, y en extender su poder e influencia. Bede recuenta el bautizo de Edwin, y de uno de sus comandantes, el 12 de abril de 627. El fervor de Edwin, según Bede, llevo que el hijo de Raedwald, Eorpwald también se convirtiera al cristianismo.
Muerte y legado
Edwin se enfrentó contra Penda y Cadwallon en la batalla de Hatfield Chase en el otoño de 633, y fue derrotado y murió en batalla. De los dos hijos mayores que Edwin tuvo con Cwenburh de Mercia, Osfrido murió en la Hatfield, y Eadfrido fue capturado por Penda de Mercia y asesinado un tiempo después. Sus restos fueron llevados a Whitby, pero su cabeza, ya que fue decapitado, se llevó a la iglesia de Saint Peter, en York donde todavía se encuentra. Después de la muerte de Edwin, la reina Ethelburga junto con Paulinus de York, se devolvieron a Kent, llevando consigo su hijo Wuscfrea, su hija Eanfleda de Whitby, y el hijo de Osfrido, Yffi para exiliarse con ellos. Wuscfrea y Yffi fueron enviados a la corte de Dagoberto I rey de los Francos, pariente de Ethelburga, pero murieron poco después. Aun así, Eanfleda vivió para casarse con su primo, el Rey Oswiu de Northumbria, hijo de Acha y Aethelfrido de Bernicia, también se convirtió en santa, igual que sus padres. El reino de Edwin fue dividido después de su muerte. Su sucesor fue Osric, hijo del tío paterno de Edwin Aelfric, en Deira, y por Eanfrido, hijo de Eteelfrido y la hermana de Edwin Acha, en Bernicia. Los dos se cambiaron al paganismo, y los dos fueron matados por Cadwallon; eventualmente, el hermano de Eanfrido, Osvaldoderroto y dio muerte a Cadwallon y unió a Northumbria una vez más. Desde hay en adelante, con excepción de Oswine hijo de Osric, el poder en Northumbria estuvo en manos de los Idaneses, los descendientes de Ida de Bernicia, hasta mediados del siglo XIII. Después de su muerte, Edwin vino a ser venerado como santo por algunos, aunque su culto fue eventualmente ignorado por el más exitoso culto a Osvaldo, quien fue asesinado en 642. Murieron en batalla a manos de enemigos similares, los paganos Mercias y los Británicos en ambos casos, lo cual permitió que se percibieran como mártires; Sin embargo, el trato de Bede con respecto a Osvaldo demostraba que lo percibía como un santo indiscutible, un status que no le confirió a Edwin.
Maximiliano de Celeia, Santo
Obispo de Lorch, 12 Octubre
Maximiliano de Celeia, Santo
Maximiliano de Celeia, Santo
Atríbuto:El santo Maximilian es presentado en una vestimenta episcopal y tiene en sus manos una espada y una cruz o un libro.
Nota: Las afirmaciones en su datos biográficos de 1290 no son historicamente demostradas. Los datos tienen paralelismos considerables con el currícolo del santo Pelagius.
Biografía:Maximilian nació como hijo unico de padres ricos, nobles y religiosos en Celeia (Celje, Eslovenia). Después de la muerte de sus padres él distribuyó toda su hacienda entre los pobres y puso en libertad los esclavos. Con el deseo de ponerse misionero peregrinó a Roma. El papa Sixto II. (=258) le mandó como misionero a Norikum y Pannonia. Maximilian se volvió ser obispo de Lorch en la Enns, la capital de la provincia Noricum. Después de 20 años regresó a Celeia para predicar. Por haberse negado a participar en la idolatría, el emir Eulasius le hizodecapitar el 12 de octubre de 281 o de 284. Su cadáver fue sepelido fuera de la ciudad.
Hechos históricos:
Siglo 8En las listas de los bienes de la iglesia Salzburg es mencionado por la primera vez una capilla en Bischofshofen que fue construido sobre la sepultura del Santo Maximilian.
09.09.878El rey Karlmann regala las osamentas del Santo Maximiliano a la colegiata de Altötting. El depósito y el origen de las reliquias no es documentado antes de 878.
903Burkhard, abad del convento de Altötting, se vuelve obispo de Passau
907El rey Lodovico "el niño" regala el convento de Altötting a Burkhard; el convento se convierte en monasterio propio de los obispos de Passau.
entre 976 y 985El obispo Pilgrim de Passau traslada las reliquas del Santo Maximilian a Passau.
30.09.985En un diploma del emperador Otto III., Maximiliano es por la primiera vez mencionando como patrón del obispado además de Valentino.
1289/1290Un canónigo de la catedral probablemente escribe la "Vita Sancti Maximiliani"; reactivación del culto.
1289 - 1291El obispo Bernardo hace construir una sepultura para los patrones del obispado, Valentino y Maximiliano, en la catedral gótica.
Siglo 15Patrón de la familia Habsburgo.
1634 Procesión con las reliquias de los dos patrones para evitar una epidemia de peste inminente.
1662Después del fuego en la ciudad se abren los sarcófagos de los patrones y se descubre que las reliquias estan desaperecidos; exepto algunas partículas. Estas partículas estan guardados en relicarios barrocos.
1782 - 1962El obispado de Linz es puesto bajo el patronato del Santo Maximiliano.
Uno de los altares de la nave transversal de la catedral barroca es consagrado a los patrones. El duadro del altar, hecho por Frans de Neve, muestra la decapitación de Santo Maximiliano. La veneración del Santo Maximiliano es extindo especialemente en la zonade los Alpes.
 
90477 > Santi Amelio e Amico Martiri 12 ottobre

90475 > Santi Domnina (Donnina) di Anazarbo e Donnino Martiri 12 ottobre MR
 
93405 > Sant' Edisto Martire 12 ottobre MR
 
92671 > Sant’ Edwin Re di Northumbria e martire 12 ottobre

93500 > BeatoEufrasio di Gesù Bambino (Barredo Fernández) Sacerdote carmelitano, martire 12 ottobre

89054 > San Felice IV (III) Papa 12 ottobre MR

74070 > Santi Felice, Cipriano e 4964 compagni Martiri d'Africa 12 ottobre MR

94725 > San Giovanni Martire, Arcivescovo di Riga 12 ottobre (Chiese Orientali)

94645 > Beato Giovanni Osiense Mercedario 12 ottobre

93457 > Beato Giuseppe Gonzalez Huguet Sacerdote e martire 12 ottobre MR
 
91758 > San Massimiliano di Celeia Arcivescovo di Lorch 12 ottobre MR

92029 > Nostra Signora del Pilar 12 ottobre

74080 > Sant' Opilio (Opilione) di Piacenza Diacono 12 ottobre MR

93160 > Beato Pacifico da Valencia (Pedro Salcedo Puchades) Religioso e martire 12 ottobre MR

91285 > San Rodobaldo II (Cipolla) di Pavia Vescovo 12 ottobre MR

93077 > Beato Romano (Roman) Sitko Sacerdote e martire 12 ottobre MR

74050 > San Serafino da Montegranaro Religioso 12 ottobre MR
 
74090 > Beato Tommaso Bullaker Martire 12 ottobre MR
 
 
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