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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Nº 1447-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Génesis (31) - 23 de Outubro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Caros Amigos:
Com a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, ontem verificada, terminei a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João).
O que irei tentar fazer a seguir?
Como podem rever na publicação que fiz ontem e anteontem neste mesmo local, resolvi começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
– GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
Poderei porventura dar conta do recado?
NÃO SEI: é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos.
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1447 - 2ª Página
23 de Outubro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO
G É N E S I S

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Raquel e Lia
EM HARRAN
31 – FUGA DE JACOB  -  E Jacob ouviu as palavras dos filhos de Labão, que diziam: «Jacob apoderou-se de tudo o que era do nosso pai, e foi com os bens do nosso pai que acumulou toda esta riqueza». Observou também, pela fisionomia de Labão, que este não tinha para com ele os mesmos sentimentos de antes. E o Senhor disse a Jacob: «Volta para o país dos teus pai, para a tua terra natal: Eu serei contigo». Então Jacob mandou vir Raquel e Lia ao campo, junto do seu rebanho, e disse-lhes: «Vejo pelo semblante do vosso pai que ele não é para mim o mesmo que era dantes; mas o Deus de meu pai está comigo. Sabeis que servi vosso pai com todas as minhas forças, ao passo que ele zombou de mim, mudando dez vezes o meu salário; mas Deus não permitiu que me prejudicasse. Se ele dizia: «Os animais malhados serão o teu salário» todo o gado produzia animais malhados.E se ele dizia: «Os animais listrados serão o teu salário», todo o gado produzia animais listrados. Deus tomou o rebanho do vosso pai e deu-mo. No tempo em que os rebanhos andam excitados, ergui os olhos e vi em sonhos que os machos que fecundavam o gado eram listrados, malhados e com manchas. E um enviado do Senhor disse-me em sonho: «Jacob Ao que respondi: «Eis-me aqui». Ele continuou: «Levanta os olhos e vê: todos os animais que fecundam o gado são listrados, malhados e têm manchas, porque eu vi o que Labão te fez. Eu sou o Deus de Betel, onde ergueste e consagraste um monumento, onde pronunciaste um voto em Minha honra. Agora levanta-e, sai deste país e regressa à terra em que nasceste». Raquel e Lia responderam dizendo: «Existe para nós uma herança na casa de nosso pai? Não somos como estranhas para ele? Depois de nos ter vendido, devorou todos os nossos bens. Além de que a fortuna que Deus tirou a nosso pai é nossa e dos nossos filhos. Faz, então, tudo o que Deus te disse».

Jacob preparou-se e mandou montar as suas mulheres e os seus filhos sobre os camelos; levou todo o seu gado e todos os bens que ajuntara, tudo o que lhe pertencia e que adquirira no território de Aram e partiu para junto de seu pai Isaac, para o país de Canaã. E como Labão fora fazer a tosquia dos seus carneiros, Raquel roubou os penates de seu pai.

Jacob enganou Labão, o arameu, e fugiu sem lhe dizer nada. Fugiu com tudo o que lhe pertencia; atravessou o rio e depois dirigiu-se para a montanha de Galaad. Três dias depois, disseram a Labão que Jacob tinha fugido, e ele tomou consigo os seus irmãos e perseguiu-o durante sete dias de marcha, alcançando-o no monte Galaad. Mas Deus visitou Labão, o arameu, num sonho noturno, e disse-lhe: «Guarda-te de pedir explicações a Jacob seja sobre o que for, a bem ou a mal». Labão aproximou-se de Jacob que tinha levantado a sua tenda sobre a montanha e colocou os seus irmãos sobre a mesma montanha de Galaad.

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Montanha de Galaad (ou Colinas de Gileeade – Jordânia)

Duelo de palavrasLabão disse a Jacob: «Que fizeste? Enganaste-me e levaste-me as minhas filhas como prisioneiras de guerra! Porque fugiste furtivamente, enganando-me, em lugar de me avisar? Ter-te-ia acompanhado alegremente com cânticos, ao som de tambores e da harpa! Nem me deixaste abraçar os meus filhos e as minhas filhas! Na verdade, agiste como um insensato. A minha mão é suficientemente forte para fazer-vos mal; mas o Deus do vosso pai falou-me esta noite dizendo: «Guarda-te de pedir explicações a Jacob, seja a bem seja a mal». «Enfim, tu vais porque suspiravas perla casa de teu pai; mas porque roubaste os meus deuses?».

Jacob respondeu-lhe: «Tive medo de que me tirasses as tuas filhas. Quanto àquele com que me encontrares os teus deuses, esse não viverá! Examina tu mesmo, tudo o que está comigo e recupera o que te pertence» Jacob não sabia que Raquel os tinha roubado. Labão entrou na tenda de Jacob, na de Lia, nas das duas escravas, e não os encontrou. Saindo da tenda de Lia, entrou na de Raquel. Mas esta pegara nos penates, escondera-os na sela do camelo e sentara-se em cima. Labão procurou em toda a tenda e não os encontrou. E Raquel disse ao pai: «Que o meu senhor não se ofenda se não posso levantar-me diante de ti, por causa do incómodo habitual das mulheres». Ele continuou a procurar, mas não encontrou os penates.

E Jacob, encolerizado, censurou Labão: tomou a palavra e disse-lhe: «Qual é o meu crime, qual é a minha falta, para que assim  te irrites contra mim? Depois de revistar todas as minhas bagagens, que encontraste que pertença à tua casa? Apresenta-o aqui, diante dos meus irmãos e dos teus e que eles sejam juízes entre nós dois. Passei vinte anos contigo; nem as tuas ovelhas, nem as tuas cabras abortaram e não comi os carneiros do teu rebanho. Não te entreguei nenhum animal despedaçado pelas feras; fui eu que sofri o prejuízo e tu fizeste-me pagar o que foi roubado de dia e o que foi roubado de noite. Durante o dia eu era consumido pelo calor, durante a noite pelo frio, e o sono fugia dos meus olhos. Passei assim vinte anos na tua casa! Servi-te catorze anos pelas tuas filhas, seis anos pelo teu rebanho e tu trocaste dez vezes o meu salário. Se o Deus de meu pai, o Deus de Abraão e o que Isaac venera não me ajudasse, com certeza ter-me-ias deixado partir com as mãos vazias. Deus viu a minha humilhação e o trabalho das minhas mãos e pronunciou-Se ontem».

Labão respondeu a Jacob: «Estas filhas são minhas filhas, estes filhos são os meus filhos , este gado é o meu; tudo o que vês me pertence. Que farei eu agora contra as minhas filhas, ou contra os filhos que elas tiveram»?

Contrato com Labão – «Façamos, então, uma aliança e será uma garantia do direito entre nós».

Jacob tomou uma pedra e levantou um monumento. E disse aos irmãos: «Ajuntai pedras». Eles pegaram em pedras e fizeram um monte, sobre o qual comeram; Labão chamou-lhe Yegar Sahaduta, e Jacob chamou-lhe Galed; e Labão disse: «Este monte, a partir de hoje é um testemunho entre nós os dois». Por isso, lhe chamou Galed. E também Mispá, porque disse: «O Senhor estará presente entre nós dois quando nos separarmos um do outro. se maltratares as minhas filhas e tomares outras esposas, além delas, embora ninguém esteja connosco, recorda-te que Deus é testemunha entre mim e ti». Labão disse ainda a Jacob: «Vês este monte e este monumento que pus entre nós os dois? Sirva este monte e esta pedra de testemunha que nem eu os transporei para aí nem tu os transporás para aqui com maus fins. Que nos julguem o Deus de Abraão, o Deus de Nahor e de seu pai!» E Jacob jurou pelo Deus terrível de seu pai Isaac. Jacob degolou animais sobre a montanha e convidou os seus irmãos para o festim. Tomaram parte nele e passaram a noite sobre a montanha.

 

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23 de Outubro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1447-1 (297-12) - SANTOS DE CADA DIA - 23 de Outubro de 2012 - 4º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1447-1 - (297-12)
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Nº 1447-1 – (296-12)
 
 
JOÃO DE CAPISTRANO, Santo

 

Juan de Capistrano, Santo

Juan de Capistrano, Santo

Religioso predicador

Etimológicamente significa “Dios es misericordia”. Viene de la lengua hebrea. Nació en Capistrano, diócesis de Sulmona, Italia, en 1385. Hijo de un caballero francés o alemán que murió cuando Juan era joven. Estudió con esmero en la Universidad de Perugia (Cerca de Asís). Fue abogado y juez. En 1412 fue nombrado gobernador de Perugia por Landislaus rey de Nápoles, quien tenía control de esa ciudad. Luchó contra la corrupción y el soborno. Cuando estalló la guerra entre Perugia y Malatesta en 1416, Juan trató de conseguir la paz, pero en vez lo tomaron prisionero de guerra. En la cárcel decidió entregarse del todo a Dios. Tuvo un sueño en el que vió a San Francisco que le llamaba a entrar en la orden franciscana. Juan se había casado justo antes de caer preso, pero el matrimonio nunca se consumió y fue anulado. Entró en la orden franciscana en Perugia el 4 Octubre de 1416. Tenía 30 años por lo que el maestro de novicios lo puso a prueba dándole los mas humildes oficios. Fue discípulo de san Bernardino de Siena quien le enseñó teología. Se distinguió como predicador aun siendo diácono. Ordenado a los 33 años. Por 40 años fue predicador itinerante por Italia y otros países. Una vez en Brescia (Italia) predicó a una multitud de 126,000 personas que habían venido de las provincias vecinas. Por su radical llamada a la conversión y su sencillez, la gente lo relacionaba con San Juan Bautista. Traían las cosas de superstición y ocultismo y las quemaban en hogueras públicas. Tenía gran fama por su don de curación y le traían a los enfermos para que les haga la señal de la cruz. Como San Bernardino, propagó la devoción al nombre de Jesús, por lo ambos, junto con otros franciscanos, fueron acusados de herejes. El defendió al grupo con éxito.
Muchos jóvenes le seguían a la vida religiosa. Estableció comunidades franciscanas. Escribió extensivamente, sobre todo contra las herejías de su época. Muchos de sus sermones se conservan. Dormía y comía poco. Hacía mucha penitencia. Dos veces la comunidad franciscana lo eligió como vicario general. En visita en Francia conoció a Sta. Colette, reformadora de la orden de las clarisas, con la que simpatizaba. Juan tenía gran don para la diplomacia. Era sabio y prudente, sabiendo medir sus palabras para que estas sirvan la voluntad de Dios. Cuatro Pontífices (Martín V, Eugenio IV, Nicolás V y Calixto III) lo emplearon como embajador en muchas y muy delicadas misiones diplomáticas con muy buenos resultados. Tres veces le ofrecieron nombrarlo obispo de importantes ciudades pero prefirió seguir siendo un pobre predicador. Fue nuncio apostólico en Austria donde predicó extensivamente y combatió la herejía de los husitas. También predicó con gran fruto en Polonia, invitado por Casimiro IV.
Los cruzados defienden Europa En 1451 el Sultan Mahoma II se lanzó una campaña con el fin de lograr la conquista de Europa. Conquistó a Constantinopla en 1453 y entonces se preparó para invadir a Hungría. En 1454 Servia cayó en sus manos. Las noticias procedentes Servia eran horribles: quienes se resistían a renunciar a Cristo eran torturados. Todo lo que fuese cristiano era destruido o confiscado. En 1454 Juan Capistrano participó en la dieta de Frankfort y se dispuso a preparar la defensa de Hungría. Fue a Hungría y predicó una cruzada en defensa de la cristiandad. A la edad de 70 años el Papa Calixto II lo comisionó para dirigirla. En Szeged unió el ejercito de campesinos que había reunido con el ejército de Hunyady y ambos se dirigieron a Belgrado. Se decía que los cuarteles parecían casas de religiosos mas que campamentos militares porque en ellos se rezaba y se predicaba la virtud. Se celebraba misa diaria. A Juan Capistrano le tenían un gran respeto. Batalla de Belgrado, 1456, salva a Europa de los musulmanes. Los musulmanes atacaban a Belgrado Contaban con 200 cañones, 50,000 de caballería y una gran flota que penetró por el río Danubio. Ante la superioridad de las fuerzas enemigas, los cristianos pensaban retirarse. Pero intervino Juan de Capistrano convenciendo a Hunyady a que atacara la flota turca a pesar de ser mucho más numerosa. En el momento en que los defensores de la ciudad se iban a retirar dándose por vencidos, Juan los animó llevando en sus manos una bandera con la cruz y gritando sin cesar: "Jesús, Jesús, Jesús". Recorrió todos los batallones gritando entusiasmado: "Creyentes valientes, todos a defender nuestra santa religión". Juan nunca utilizó las armas de este mundo sino la oración, la penitencia y la predicación. Mientras se luchaba en Belgrado, el Papa pidió rezar el Angelus por la victoria. Los musulmanes fueron vencidos y tuvieron que retirarse de la región. Así se ganó la batalla de Belgrado el 21-22 de julio de 1456. San Juan de Capistrano había ofrecido a Dios su vida por salvar la cristiandad. Dios le aceptó su oferta y pronto murió junto con Hunyady víctimas del tifo. Los cadáveres de los muertos en batalla causaron una epidemia de tifo que también contagió al santo que ya estaba débil y anciano. Murió en Villach, Hungría, unos meses mas tarde, el 23 de octubre. En Estados Unidos su nombre es famoso por la misión franciscana en California que lleva su nombre. Beatificado: 19 Diciembre 1650 por Inocente X Canonizado: 16 Octubre 1690 por Alejandro VIII

SERVANDO e GERMANO, Santos

Mártires (século IV)

 

Servando y Germán Santos

Servando y Germán Santos

Etimológicamente significa “ el que guarda y lancero, guerrero”. Vienen de la lengua latina y alemana. Dice Miqueas: “¿Quién como tú, Señor, que quite la culpa? Te compadecerás una vez más de nosotros y nos perdonarás”. Se puede decir que hay santos con suerte. En tiempos difíciles logró nada menos que sobrevivir a las persecuciones de los emperadores romanos. Desde Cádiz hasta Mérida era sumamente conocido juntamente con san Germán. Mas no todo le iban a ser alegrías y venturas para este santo y su compañero. Su fama, sus milagros y su santidad llegaron hasta los oídos del lugarteniente de Diocleciano, el más feroz perseguidor de los cristianos. Iba de camino a Tánger. Mandó, una vez que se enteró de la noticia, que los cogieran prisionero en Mérida. Y efectivamente, orgulloso de su pesquisa, los ató a su cabalgadura y, pasando tormentos, hambre y sed.
Los había hecho prisioneros a la vuelta de Tánger. Pero como eran tan valientes, antes incluso de que llegaran a Mérida, ordenó que les cortaran la cabeza cerca de Osuna y Cádiz respectivamente. Los cristianos, cuando pudieron, con gran veneración, respeto y oración, trasladaron sus cuerpo a Mérida el de Germán y a Sevilla el de san Servando. Era el año 305. ¡Felicidades a quien lleve alguno de estos nombres!

ARNULFO RECHE, Beato

 

Arnoldo Rèche, Beato

Arnoldo Rèche, Beato

Julio Nicolás Rèche nace en una familia pobre de Landroff en Lorraine. Abandona pronto la escuela para trabajar como mozo de caballerizas, cochero y finalmente carretero al servicio de una empresa de construcción. Siendo joven, es conocido por sus compañeros de trabajo por su piedad y su autodisciplina. Conoce a los Hermanos Cristianos de La Salle por primera vez cuando sigue clases nocturnas y pide ingresar en la congregación tomando por nombre Arnoldo. Enseña durante cuatro años en un pensionado de la calle de Venecia en Reims. A pesar de las exigencias de un tiempo completo dedicado a la enseñanza, logra estudiar y llega a ser competente en teología, matemáticas, ciencias y agricultura que enseña a pequeños grupos de alumnos más adelantados. Durante la guerra Franco-Prusiana de 1870, trabaja con otros Hermanos como enfermero, para dar respuesta a las necesidades médicas y espirituales de los heridos de los dos bandos. Por ello es condecorado con la cruz de bronce. La intensidad de su vida de oración y su amor por las prácticas de penitencia deciden a los superiores a nombrarle Director del Noviciado de Thillois. Conquista el corazón de aquellos de quienes está encargado por su atención evidente a su desarrollo espiritual y profesional. Se habla de pequeños milagros de curación, así como de su sorprendente capacidad para discernir los pensamientos secretos. El Hermano Arnaldo es conocido por su devoción a la Pasión del Salvador y su docilidad al Espíritu Santo, que, como a menudo lo hace observar "fortifica el corazón de los hombres". Cuando el Noviciado se traslada a un nuevo centro en Courlancy cerca de Reims en 1885, el Hermano Arnaldo contribuye a hacérselo dedicar al Sagrado Corazón. Fallece a la edad de 52 años, con fama de santidad, solamente unos meses después de haber sido nombrado Director del Sagrado Corazón.
Nacido en Landroff, Francia, el 2 de septiembre de 1838 Entrado en el Noviciado, el 23 de diciembre de 1862 Fallecido en Reims, Francia, el 23 de octubre de 1890 Beatificado el 1 de Noviembre de 1987.

 

Alucio, Santo

Patrono de Pescia, 23 Octubre

Alucio, Santo 

San Alucio, patrono de Pescia de Toscana, era pastor. Debido al gran interés que se tomó por el hospital de Val di Nievole, fue nombrado director de él y se le considera como su segundo fundador. Más tarde, Alucio se dedicó a fundar albergues en los puertos y pasos peligrosos de las montañas y a otras obras de beneficencia pública, tales como la construcción de un puente sobre el Arno. Los jóvenes que formó para el servicio en los hospitales, recibieron el nombre de hermanos de San Alucio. Se cuentan muchos milagros del santo y a él se atribuye la reconciliación entre las ciudades enemigas de Ravena y Faenza. En 1182, cuarenta y ocho años después de la muerte de San Alucio, sus reliquias fueron trasladadas al hospital de Val di Nievole, que recibió su nombre. El culto del santo fue confirmado por Pío IX, quien concedió una misa propia para el día de su fiesta

Juan Ángel Porro, Beato

Religioso Servita, 23 Octubre

Juan Ángel Porro, Beato

Juan Ángel Porro, Beato

Juan Ángel Porro nació en el ducado de Milán el año 1451. Ingresó en la Orden de los Siervos de María y vivió primero en el convento milanés de santa María; más tarde, fue trasladado a Florencia. Se retiró a Monte Senario, permaneciendo allí casi veinte años, para dedicarse por completo a la penitencia y a la contemplación. Finalmente regresó a Milán, en donde se ocupó de manera especial de la cristiana educación de los niños. Murió el 23 de octubre de 1505. El papa Clemente XII lo proclamó Beato en 1737.

Juan Buono, Beato

Juan Buono, Beato

Juan Buono, Beato

Nace en Mántua en 1168. No obstante su apellido, que es una abreviación de Buonomini, Juan no se distinguió por su piedad en la juventud. Cuando murió su padre, teniendo Juan apenas 16 años, partió de Mántua y empezó a ganarse la vida como actor en las cortes y palacios de Italia. No obstante las oraciones de su devota madre, Juan llevaba una vida licenciosa y alocada. En 1208, cuando tenía cerca de cuarenta años, una peligrosa enfermedad le puso a las puertas de la muerte. Interpretó aquello como una señal del cielo y cambió de vida en cuanto recobró la salud, como lo había prometido. Tales promesas son fáciles de hacer, pero menos fáciles de guardar. Juan abrió su corazón al obispo de Mántua, quien le aconsejó la vida eremítica. En un paraje de las cercanías de Cesena el beato se dedicó a domeñar su cuerpo en la soledad y a adquirir los hábitos de la devoción y la virtud. Pronto adquirió gran fama de santidad y se le reunieron algunos discípulos. Durante algún tiempo, el Beato Juan los dirigió según la inspiración del momento. Más tarde, construyeron una iglesia y la comunidad tomó una forma más definida. Inocencio IV les impuso la regla de San Agustín al aprobar la congregación. El Beato Juan recibió numerosas ilustraciones sobrenaturales en la oración y obró muchos milagros extraordinarios. Ni siquiera en su ancianidad aflojó en la mortificación: observaba tres cuaresmas cada año, en lo más crudo del invierno se vestía con telas muy ligeras, en su celda había tres lechos, de los cuales uno era malo, otro peor y el tercero pésimo. El demonio siguió tentándole violentamente hasta el fin de su vida. Por otra parte, no faltó quien le calumniase, pero la vida que llevaba el beato desmentía todas las acusaciones. El número de penitentes y personas que acudían a visitarle aumentó de tal modo, que Juan decidió huir secretamente. Después de haber caminado toda la noche, se encontró nuevamente, al amanecer, ante la puerta de su celda, en lo cual vio una manifestación de que la voluntad de Dios era que permaneciese allí. Murió en Mántua en 1249. Dios honró su sepulcro con numerosos milagros. La oongregación que había fundado no conservó mucho tiempo la independencia. Los "Boniti", como los llamaba el pueblo, llegaron a tener once conventos a los pocos años de la muerte de su fundador; pero en 1256 el Papa Alejandro IV los fundió con otras congregaciones en la orden de los ermitaños de San Agustín. Los frailes agustinos y los agustinos de la Asunción celebran la fiesta del Beato Juan Buoni, cuyo nombre fue incluido en el Martirologio Romano en 1672.

Leonardo Olivera Buera, Beato

Leonardo Olivera Buera, Beato

Leonardo Olivera Buera, Beato

Es en brevedad la vida de un hombre que vivió siempre al servicio de los demás. Sacerdote ejemplar, dedicado íntegramente a su ministerio, pasó por esta vida haciendo el bien y esto lo atestigua uno de sus beneficiarios, yo, hijo de una hermana suya, que al quedar huérfano de padre, nos acogió en su casa a mi madre y a mi. A los cuatro años fallece mi madre, al poco tiempo mi abuela materna que vivía con nosotros y quedé solo con él. Diez años viví en su compañía siendo testigo de su grandeza de alma, de su bondad para con todos, de su vida austera y de su trabajo intenso, de su labor callada como apóstol del Evangelio.
Se levantaba todavía de noche para rezar sus oraciones diarias, luego permanecía en su despacho hasta la hora de la Santa Misa y de las Confesiones. Por la tarde permanecía asiduamente en su despacho recibiendo visitas de alumnos, ex alumnos, hermanos de la comunidad, siendo raro el día que no terminase su labor a las 10 u 11 de la noche. Mi máxima ilusión consistía en poder salir a pasear con él por el paseo de la Bonanova en los días de fiesta y dialogar con él. Cierta tarde me dijo en uno de estos paseos (yo tendría aproximadamente nueve años): "Mira Joaquín... ¿Sabes cuál sería mi máxima ilusión en esta vida? , pues sería la de darla por Jesucristo, siendo mártir, dando la vida por El". Aquellas palabras quedaron grabadas en mi corazón y fueron como una premonición de lo que ocurriría año y pico más tarde. En la tarde del 23 de Octubre de 1.936, llegan a casa de su hermana Aurelia en Valencia (donde nos habíamos refugiado mi tío y yo), tres hombres con fusil. Preguntan por él y se manifiesta sacerdote de Jesucristo elevando sus ojos al cielo. Se lo llevan y entre mofas e insultos es asesinado a tiros camino del Saler. Su cuerpo y su rostro quedan acribillados a balazos, pero su alma Santa sube al cielo para ocupar un puesto junto a Jesucristo al que tanto había amado en vida. Ha sido beatificado en Roma y si yo como testigo de su vida, tuviera nuevamente de manifestar quién fue él; diría que fue un alma que pasó por este mundo haciendo el bien, viviendo humildemente, siendo el paño de lágrimas de toda la familia y de cuantos necesitaron de su consejo. En fin, fue un sacerdote católico que vivió para el Evangelio y para ser testigo de Jesucristo aquí en la tierra. Estoy convencido que desde el cielo intercederá por nosotros y que se cumplirá lo que un día dijo Tertuliano: "La sangre de los mártires es semilla de nuevos cristianos". El beato Leonardo Olivera es uno de los mártires de la Iglesia en España. Para ver más sobre los 233 mártires en España haz "click" AQUI

Severino Boecio, Santo

Severino Boecio, Santo

Severino Boecio, Santo

Anicio Manlio Severino Boecio, nació hacia el año 480. Pertenecía a una de las más ilustres familias romanas, la "gens Anicia", de la que también descendía probablemente el Papa San Gregorio Magno. Severino, que perdió muy joven a sus padres, quedó al cuidado de Aurelio Símaco, de quien llegó íntimo ser íntimo amigo y con cuya hija, Rusticiana, contrajo matrimonio. A esto se reduce cuanto sabemos acerca de su juventud. Debía ser sin duda muy estudioso, pues antes de cumplir treinta años era ya famoso por su erudición. Severino Boecio emprendió la traducción al latín de todas las obras de Platón y Aristóteles, cuya armonía fundamental quería demostrar. Desgraciadamente, no consiguió terminar esta tarea; sin embargo, Casiodoro observa que, gracias a sus traducciones, los italianos conocieron no sólo a Platón y Aristóteles, sino también "al músico Pitágoras, al astrónomo Tolomeo, al matemático Nicómaco, el geómetra Euclides... y al físico Arquímedes." Ello nos da una idea de la multiplicidad de los talentos e intereses de Boecio, quien además hizo aportaciones personales en materia de lógica, matemáticas, geometría y música. Por otra parte, no carecía de talento práctico, ya que Casiodoro le pide en una carta que construya un reloj de agua y un reloj de sol para el rey de Borgoña. Boecio era también teólogo (no olvidemos que la familia de los Anicios era cristiana desde la época de Constantino) y se conservan varios tratados suyos en particular uno sobre la Santísima Trinidad. Las obras de Boecio ejercieron gran influencia en la Edad Media, sobre todo en el desarrollo de la lógica. No en vano se le ha llamado "el último de los filósofos romanos y el primero de los teólogos escolásticos". Sus traducciones fueron durante mucho tiempo la base del estudio de la filosofía griega en occidente. Boecio nació poco después de que Rómulo "Augústulo", el último de los emperadores romanos de occidente, entregó el poder al bárbaro Odoacro. Cuando éste fue asesinado y el patricio Teodorico asumió el poder en Italia, Boecio tenía unos trece años. El padre de Boecio había aceptado el nuevo estado de cosas, y Odoacro le había confiado un cargo de importancia. Boecio siguió a ejemplo y entró en la vida pública, no obstante su amor por la escolástica. Él mismo explica que le movió a ello la doctrina de Platón, según la cual "las naciones serían felices si los filósofos las gobernasen, o si tuviesen la suerte de que sus gobernantes se convirtiesen en filósofos". Teodorico le nombró cónsul el año 510. Doce años más tarde, Boecio llegó a lo que él calificó de "momento más brillante de su vida", pues sus dos hijos fueron nombrados cónsules y él pronunció ante ellos un discurso de alabanza a Teodorico. Poco despuués el rey le nombró "maestro de oficios", que era uno de los cargos más importantes y de mayor responsabilidad. Pero su caída estaba muy próxima. El anciano Teodorico entró en sospechas de que ciertos miembros del senado romano estaban conspirando en Constantinopla con el emperador Justitino para arrojar a los ostrogodos de Italia. El ex-cónsul Albino fue acusado de participar en la conspiración y Boecio subió a la tribuna a defenderle. No sabemos con certeza si tal conspiración existió o no; en todo caso, parece cierto que Boecio no tomó parte en ella. Sin embargo, fue encarcelado en la prisión de Ticinum (Pavía). Se le acusaba no sólo de traición, sino también de sacrilegio, es decir de haber empleado las matemáticas y la astronomía para fines impíos. Los jueces fallaron en su contra y Boecio pronunció un discurso amargamente despectivo contra el senado, ya que sólo Símaco, su suegro, había salido a defenderle. Durante los nueve meses que pasó preso, Boecio escribió la "Consolación de la Filosofía", que es la más famosa de sus obras. Se trata de un diálogo interrumpido por varios poemas, entre el autor y la filosofía. Esta consuela a Boecio al mostrarle la vanidad de los efímeros éxitos terrenos y el valor eterno de la ideas: la desgracia no afecta a quienes saben apreciar la divina sabiduría el gobierno del universo es justo y equitativo a pesar de las apariencias. El autor no habla de la fe cristiana, pero trata numerosos problemas de metafísica y ética, La "Consolación de la Filosofía" llegó a ser una de las obras más populares en la Edad Media, no sólo entre los filósofos y teólogos. Fue uno de los libros que tradujo al inglés el rey Alfredo el Grande. La prisión de Boecio terminó con el asesinato. Según se dice, fue brutalmente torturado. Fue sepultado en la antigua catedral de Ticinum. Sus reliquias se encuentran actualmente en la iglesia de San Pedro in Ciel d´Oro, en Pavía. A lo que parece, todo el mundo consideró a Boecio como mártir. La influencia y popularidad de sus obras en la Edad Media se debió, en parte, a que había muerto por la fe. Sin embargo, todas las pruebas indican más bien que murió por razones políticas. Cierto que Teodorico era arriano, pero ese elemento no intervino en la condenación de su antiguo ministro de Estado. No es imposible que la idea del martirio de Boecio haya procedido de la convicción popular de que había sido condenado "injustamente", ya que en la antigüedad se confundía fácilmente el martirio con la condenación injusta, aunque no interviniese el odio de la fe. Desde el siglo XVIII, se ha planteado un problema aún más fundamental: ¿Boecio practicaba realmente el cristianismo en la época de su muerte? Está fuera de duda que durante mucho tiempo fue cristiano y practicó su religión. En efecto, en 1877, se descubrió una nueva prueba para confirmar que Boecio fue realmente el autor de los tratados teológicos que se le atribuyen. Pero la tdifivultad es la siguiente: ¿Cómo es posible que un cristiano que había escrito tratados en defensa de la fe, se haya contentado, bajo el peso de una acusación injusta y hallándose amenazado de muerte, con escribir una obra para propio consuelo, en la que no hay nada de propiamente cristiano, excepto una o dos citas indirectas de la Biblia? Según Boswell, el historiador Johnson formulaba así el problema en 1770: "Es sorprendente, dado el tema de la obra y la situación en que se hallaba Boecio, que haya sido ´magis philosophus quam christianus´ (más filósofo que cristiano)".
Es imposible ignorar tal problema, por más que nadie lo haya planteado en la Edad Media. Baste con decir que, cuando se planteó por primera vez, los principales eruditos optaron más bien por "descristianizar" a Boecio; pero, poco a poco, la teoría opuesta fue tomando fuerza, y actualmente se cree que Boecio permaneció cristiano hasta el fin de su vida. Citemos simplemente a dos eruditos, un protestante y un católico: "El viejo problema de la posición religiosa de Boecio carece de sentido... Un teólogo cristiano pudo muy bien escribir la ´Consolación´, no para exponer su propio punto de vista, sino para ver en cuanto filósofo los principales problemas del pensamiento" (E. K. ,en Harvard Studies in Classical Philology, vol. XI, pte. I). La Consolación de la Filosofía es "una obra maestra. A pesar de su actitud deliberadamente reticente, constituye una expresión perfecta de la fusión del espíritu cristiano con la tradición clásica" (Christopher Dawson, en The Making of Europe, p. 51).
En Pavía y en la iglesia de Santa María in Portico de Roma se celebra todavía la fiesta de San Severino Boecio, mártir. Podría pensarse que la confirmación de su culto, llevada a cabo por León XIII en 1883, zanjó definitivamente los problemas del martirio y de la religión de Boecio. Pero una confirmación de culto, aunque exija el mayor respeto, no es un acto en el que el ejerce su infalibilidad. La confirmación del culto permite simplemente que se siga venerando a un personaje y no siempre va precedida de un examen a fondo de los problemas históricos relacionados con ese personaje.

 

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74915 > Beati Ildefonso della Croce (Anatolio Garcia Nozal) e 5 compagni Martiri passionisti 23 ottobre MR


93167 > Beato Leonardo Olivera Buera Sacerdote e martire 23 ottobre MR


74895 > Beate Maria Clotilde Angela di S. Francesco Borgia (Clotilde Giuseppa) Paillot e 5 compagne Martiri 23 ottobre MR


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