OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

29 de Outubro de 2012 – Mais uma homenagem ao Pde Salgueirinho

Neste 1º aniversário sobre o falecimento do Padre MÁRIO SALGUEIRINHO BARBOSA e independentemente de já ter feito aqui a minha própria lembrança com a inclusão de  textos de 2 livros que foram editados em Dezembro de 1998 e em Dezembro de 2003, intitulados “CAMINHOS DA FELICIDADE” e “DAR É RECEBER”., e após ter lido um texto escrito pelo Padre Dr. Alexandrino Brochado, na Voz Portucalense da  última semana, decidi efetuar também a sua transcrição para este blogue – pois sem dúvida,  aperfeiçoa e completa o que eu desejaria expressar –.

Assim, pois, e com  a devida vénia que faço a transcrição a seguir:

(Post para publicação em 29 de Outubro de 2012 – 11,40 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011

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Homenagem sentida ao Padre Salgueirinho

Alexandrino Brochado

Nem sempre os homens da Igreja deixam medrar no seu espírito o sentimento de apreço, admiração e saudade por aqueles que já partiram e que, na vida foram seus colaboradores. Tenho sentido, imensas vezes, esta falha em que, variadíssimas vezes, caímos. Reconheço a existência desta lacuna e, com verdade e justiça, não me queria incluir no número dos que, facilmente, esquecem os amigos, mesmo os mais íntimos colaboradores. Mas reconheço que, neste capítulo, falhamos. Tenho pena de que muitos, com funções diretivas no mundo da Igreja, rapidamente esqueçam que, tantas vezes, coloca todo o seu valor e trabalho insano ao serviço da mesma Igreja.

Neste capítulo, os nossos adversários ideológicos são muito mais cuidadosos e solertes. raríssimas vezes deixam cair o nome daqueles que se votaram ao serviço dum  ideal, mesmo que esse ideal seja negativo e profundamente destrutivo; nomes que a história regista com todo o relevo e que tantas vezes serviram o erro e a mentira. As forças do mal nunca os deixam cair. Este aspecto que, muitas vezes, nos passa despercebido é altamente edificante e digno de registo.

Todo este arrazoado vem a propósito da homenagem que o Reitor e a Comunidade da Capela das Almas, por ocasião do 1º aniversário do falecimento, deseja prestar ao Padre Mário Salgueirinho. O Padre Salgueirinho foi um colaborador prestimoso no serviço religioso e apostólico na Capela das Almas. Sempre que os seus serviços eram, solicitados, nunca a sua bola se abriu para dizer NÃO. O SIM era a palavra de ordem da sua vida de sacerdote. A Capelas das Almas, que serviu durante dezenas de anos, era a sua catedral. sempre que lhe batia à porta, encontrava as portas escancaradas, apontando sempre para um SIM. Mesmo que, raríssimas vezes, tivesse de dizer o NÃO mesmo nessas ocasiões, essa palavra era emoldurada por um sorriso e uma expressão de doçura. Não magoava ninguém. Penso que esta atitude permanente do Padre Salgueirinho era uma lição de bondade natural e de esmerada educação.

Por estas razões que acabo de mencionar, a morte do Padre Salgueirinho foi, para mim, um golpe profundo e a expressão duma grande saudade, duma imensa saudade.

Nós, os homens da Igreja, às vezes falhamos neste capítulo. Somos duros, somos secos, mesmo quando temos de utilizar a palavra NÃO que nem os ecos gostam de repetir. As massas que acorrem a ouvir o sacerdote não se deixam levar pela eloquência do padre. Deixam-se arrastar pelos seus modos atraentes e simpáticos, pela doçura das suas palavras e pelo calor humano dos seus gestos. O Padre tem de ser atencioso, delicado e serviçal. Se o não é, falha na sua missão.

Estas palavras que escrevi, eram a riqueza do Padre Salgueirinho que, neste bocadinho de prosa, do coração desejamos homenagear ao celebrar o primeiro ano do seu falecimento.

http://voz-portucalense.pt

(Alexandrino Brochado) – In Homenagem sentida ao Padre Salgueirinho

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Post em 29-10-2012 – 11,40 horas

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1453-2 - O ANTIGO TESTAMENTO–Génesis (37) - 29 de Outubro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1453 - 2ª Página

29 de Outubro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

G É N E S I S



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Estupro de Dina, filha de Jacob
JOSÉ E OS IRMÃOS
37 – Jacob habitou no país em que seu pai peregrinou, no país de Canaã.
JOSÉ É ELIMINADO DA FAMÍLIA – Eis a história da descendência de Jacob. José, com dezassete anos, apascentava as ovelhas. Passando a sua infância com os filhos de Bilha e de Zilpa, mulheres de seu pai, José contava ao pai o mal que se dizia dos seus irmãos. Ora Israel preferia José aos seus outros filhos, porque era o filho da sua velhice, e mandara-lhe fazer uma túnica comprida. Os irmãos, vendo que o pai o amava mais do que a todos eles, ganharam-lhe ódio e não podiam falar-lhe amigavelmente.
José teve um sonho e contou-o aos irmãos, que ficaram a odiá-lo muito mais. José disse-lhes: «Ouvi, peço-vos, o sonho que tive: Fazíamos feixes no campo, e, de repente, o meu feixe ergueu-se e ficou de pé, enquanto que os vossos se puseram à volta e prostraram-se diante dele». Os irmãos disseram-lhe: «O quê? Reinarás tu sobre nós, tornar-te-ás nosso senhor?» E odiaram-no ainda mais, por causa dos seus sonhos e por causa das suas palavras.
José teve ainda outro sonho que contou aos irmãos, dizendo: «Tive ainda um sonho, no qual vi o sol, a lua e onze estrelas prostrarem-se diante de mim». Contou-o ao pai e aos irmãos e o pai repreendeu-o dizendo: «Que significa um tal sonho? Será possível que eu, tua mãe e os teus irmãos tenhamos de prostrar-nos por terra a teus pés?» Os irmãos de José invejaram-no, mas o pai guardou os acontecimentos.
Um dia, os irmãos de José conduziram os rebanhos de seu pai para Siquém. E Israel disse a José: «Os teus irmãos apascentam os rebanhos em Siquém. Prepara-te. pois quero enviar-te para junto deles». José respondeu: «Estou pronto». E Israel continuou: «Vai ver, peço-te, como está o gado e vem-me dizer». Enviou-o assim do vale de Hebron e José partiu para Siquém. Um homem encontrou-o errando pelo campo e perguntou-lhe: «Que procurasJosé respondeu: «Procuro meus irmão. Indica-me, por favor onde é que apascentam o seu gado». O homem disse-lhe: «Partiram daqui, pois ouvi-lhes dizer: « Vamos para Dotain». José seguiu os passos dos irmãos e encontrou-os em Dotain.
Eles viram-no de longe, e, antes que se aproximasse, combinaram para o matar. Disseram uns aos outros: «Eis que se aproxima o homem dos sonhos. Vamos, matemo-lo, atiremo-lo a qualquer cisterna e depois diremos que um animal feroz o devorou. veremos então como se realizarão os seus sonhosRuben ouviu-os e quis salvá-lo das suas mãos. Então disse: «Não atentemos contra a sua vida». Ruben disse ainda: «Não derrameis sangue! Atirai-o à cisterna que está no deserto, mas não levanteis a mão contra ele».  O seu intento era livrá-lo das suas mãos e entregá-lo ao pai. Quando José chegou junto dos irmãos, estes despojaram-no da túnica comprida que usava e, pegando nele, atiraram-no à cisterna. Esta estava vazia e sem água. Depois assentaram-se para comer. Erguendo, porém, os olhos, viram uma caravana de ismaelitas que vinham de Galaad. Os seus camelos estavam carregados de aroma, bálsamo e ládano, que levavam para o Egito. Judá disse aos irmãos: «Que vantagem tiramos da morte de nosso irmão, ocultando o seu sangue. Vinde, vendamo-lo aos ismaelitas e que a nossa mão não caia sobre ele, porque é nosso irmão e da nossa carne.» E os irmãos consentiram. Passando por ali alguns negociantes madianitas, eles tiraram José da cisterna e venderam-no aos ismaelitas por vinte peças de prata. E estes levaram José para o Egipto.
Ruben voltou à cisterna, e, vendo que José já não estava ali, rasgou os vestidos e voltando para  junto dos irmãos, disse: «O menino já não está ali, e eu, para onde irei?» Tomaram a túnica de José, degolaram um, cabrito e mergulharam a túnica no sangue: depois enviaram a Jacob a túnica comprida, mandando-lhe dizer: «Eis o que encontrámos; verifica se é ou não a túnica do teu filho». Jacob reconheceu-a e exclamou: «A túnica de meu filho! Um animal feroz devorou-o! José, José foi despedaçado!» E Jacob rasgou as suas vestes pôs um cilício sobre os rins e usou luto por seu filho, durante muito tempo. Todos os seus filhos e filhas procuraram consolá-lo, mas ele recusou toda a consolação, dizendo: «Não! Juntar-me-ei, chorando a meu filho, na sepultura!» Quanto aos madianitas, venderam José, no Egipto, a Putífar, eunuco do Faraó e chefe dos guardas.






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29 de Outubro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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IN MEMORIAN do Padre Mário Salgueirinho–29 de Outubro de 2012

 
Caros Amigos:

Porque hoje passa o 1º aniversário sobre o falecimento do Padre MÁRIO SALGUEIRINHO BARBOSA e independentemente da tarefa a que me propus desde aquela data, em fazer publicar aqui todos os sábados, textos que deixou escritos nos Vitrais da VOZ PORTUCALENSE (que interrompi, na altura em que deixei de ter acesso ao seu blogue, pelo facto do mesmo ter sido retirado da NET – creio que, por decisão de sua família – e que respeito, em absoluto,) – passei a publicar textos de 2 livros que foram editados em Dezembro de 1998 e em Dezembro de 2003, intitulados “CAMINHOS DA FELICIDADE” e “DAR É RECEBER”.

Apenas com o intuito de fazer uma singela homenagem e apesar de ter publicado dois textos no passado sábado (dia 27) resolvi publicar neste dia, mais dois textos dos livros acima citados.

 
(Post para publicação em 29 de Outubro de 2012 – 10,30 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011

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Do livro “Caminhos da Felicidade”
ORAÇÃO DO CÃO

No tempo de férias, muita gente abandona cruelmente os seus animais, principalmente os seus gatos e os seus cães.
A propósito, vamos refletir sobre uma curiosa oração que encontramos esculpida na pedra, à entrada de uma capelinha dedicada a Santo António, na aldeia de Mijas, a 30 quilómetros de Málaga, na vizinha Espanha.
É a «oração do cão», com bastante profundidade e realismo.
Diz assim :
Senhor de todas as criaturas,
faz que o homem que é meu amo

seja tão fiel para com os outros homens

como eu sou para ele.

Faz que ame a sua família e os seus filhos

como eu os amo.

Faz que guarde honestamente

os bens que lhe hás confiado,

como honestamente guardo os seus.

Dá-lhe, Senhor, um sorriso fácil e espontâneo,

como fácil e espontâneo

é o mexer da minha cauda.

Faz com que esteja tão inclinado ao agradecimento,

como eu estou pronto a acarinhá-lo.

Conserva nele a minha juventude de coração

e a minha alegria.

Senhor de todas as criaturas,

do mesmo modo que eu sou sempre verdadeiro cão,

faz que ele seja sempre verdadeiro homem.

 

Para lição dos homens, pouco mais a acrescentar:

A petição final – do mesmo modo que sou um verdadeiro cão, faz que ele seja sempre um verdadeiro homem – esta petição final recorda-nos o apelo veemente do Papa Paulo Vi, em Fátima:

«Homens sede homens».

Há muita gente que não é verdadeiramente homem, no seu pensamento, nos seus sentimentos, nas suas emoções, no seu comportamento.

Porto, Dezembro de 1998
Mário Salgueirinho
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Do livro “Dar é receber”

PECADOS SOCIAIS 

Não posso deixar de recomendar aos nossos estimados ouvintes a recente Carta Pastoral dos nossos Bispos intitulada. «Responsabilidade solidária pelo bem comum».
É uma inquieta exortação pensada e escrita por Pastores atentos e preocupados com  os problemas do seu redil: as doenças físicas e morais, os desvios, os fracassos, a desilusão e o desenvolvimento da esperança num país desalentado.
Começam por lembrar.-nos “ que o homem nasceu para a felicidade. pela sua dedicação ao bem da comunidade, encontra a sua felicidade e a felicidade dos outros”.
“E ninguém pode excluir-se desta função de edificar uma sociedade mais justa e fraterna. Portugal poder ser diferente com o con tributo positivo de todos”.
Analisando a sociedade portuguesa, os nossos Bispos detectam alguns “pecados sociais” que é preciso corrigir para a construção do bem comum.
Eis os sete pecados sociais:
- Egoísmos pessoais ou grupais;
- Consumismo exagerado que acentua diferenças entre ricos e pobres e gera insensibilidade a valores espirituais;
- Corrupção, que “por todas as formas” prejudica o bem comum.

- a desarmonia do sistema fiscal;
- a irresponsabilidade na estrada, que fere e mata cruelmente;
- a comercialização e falta de transparência do fenómeno desportivo;
- a exclusão social, gerada pela pobreza, pelo desemprego, pela falta de habitação, de assistência na saúde, etc., etc..
A causa destes “pecados sociais” é o forte egoísmo que fecha as pessoas a partilhar com  os carenciados.
Para combater estes pecados sociais, exige-se “a educação nos valores, o sentido do bem comum, a generosidade e a paixão por um Portugal melhor”.

Porto, Dezembro/2003
Mário Salgueirinho
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
A publicar em:
29-Outubro-2012 - 10,30 horas
António Fonseca

Nº 1453-1 - (303-12) - SANTOS DE CADA DIA - 29 de Outubro de 2012 – 4º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1453-1 - (303-12)
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Nº 1453-1 – (303-12)

NARCISO, Santo

Bispo (212)

Narciso de Jerusaln, Santo

Narciso de Jerusalém, Santo

Narciso não devia ter menos de oitenta anos quando foi eleito bispo de Jerusalém. Sabe-se que presidiu com Teófilo de Cesareia a um concílio onde foi aprovada a determinação de se celebrar sempre a Páscoa num Domingo. Eusébio narra que em certo dia de festa, em que faltou o óleo necessário para as unções litúrgicas, Narciso mandou vir água dum poço vizinho, e com a sua bênção a transformou em óleo. Conta também as circunstâncias que levaram Narciso a demitir-se das suas funções.«Para se justificarem de um crime, três celerados acusaram o bispo de certo ato infame. “Que me queimem vivo, disse o primeiro, se eu minto”. “E a mim, que me devore a lepra”, disse o segundo. “E que eu fique cego” acrescentou o terceiro. O desgosto de ser assim caluniado despertou em Narciso a sua antiga paixão pelo recolhimento e, por isso, sem dizer para onde ia, saiu de Jerusalém. Considerando-o definitivamente desaparecido, deram-lhe por sucessor a Dio, ao qual por sua vez sucederam Germânio e Górdio. Todavia, os três caluniadores não tardaram a sofrer os castigos que em má hora tinham invocado, pois o primeiro pereceu num incêndio com todos os seus, o segundo morreu roído pela lepra e o terceiro cegou à força de tanto chorar o seu pecado. Alguns anos depois, Narciso reapareceu na cidade episcopal. Nunca tinha sido posta em dúvida a santidade do seu procedimento: por isso, foi com transportes de alegria que Jerusalém recebeu o seu antigo pastor. Segundo diz Eusébio, continuou ele a governar a diocese até à idade de cento e dezanove anos, ajudado por um coadjutor chamado Alexandre. Faleceu cerca do ano de 212. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. ( ¡Graças, São Narciso, porque me dás exemplo de paciência ante a cruz!. Visita a Web de San Narciso. Ver ainda www.santiebeati.it

90411 > San Narciso di Gerusalemme Vescovo 29 ottobre MR

ERMELINDA, Santa

(século VI)

Segundo um historiador dos princípios deste século, a nossa Vida de Santa Ermelinda faz parte dum conjunto de biografias muito romanceadas a que ele chama o ciclo dos falsos Carolíngios ou da família de Carlos Magno. A nossa Vida foi composta no século XI, quando a história local e as belas genealogias estavam na ordem do dia. Ermelinda aparece ligada à família dos Pepinos (o Velho, o Breve, etc.,). Ermelinda é nome germânico, que significa serpente de arminho. Em pequena aprendia o saltério, como a Paulina e a Pacátula de S. Jerónimo. Apreciava muito a palavra de Deus. Na adolescência, cortou o cabelo e, contra a vontade dos pais ricos, que a desejavam casar, dedicou-se toda ao Senhor e à vida pobre. Deixando a propriedade que estes lhe deram, entregou-se à vida de reclusa. Esteve primeiro em Beauvechain, na arquidiocese de Malinas. À igreja ia muitas vezes, sempre descalça. Os senhores do local, dois irmãos, jovens e desbragados, apaixonaram-se por ela. Um deles subornou com dinheiro o guarda do templo para que a jovem fosse raptada quando vinha rezar de noite. Mas um anjo, nessa noite, veio dizer à Santa: «Retira-te, retira-te… » Ela obedeceu a tremer, e partiu levada pelo Espírito. E de novo lhe apareceu o Anjo, indicando-lhe Meldert, perto de Tirlemont, como local da sua ambição. De facto, aí viveu ela o resto dos seus dias, austera e meditativa. Morreu aos 48 anos, antes do fim do século VI, e foi sepultada no mesmo Meldert. Levantaram-lhe uma capela que teve muito culto. Em 1236 foi roubado o cofre com as sua relíquias. Mas substituíram-no por outro. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MIGUEL RUA, Beato

Religioso (1837-1910)

No dia 29 de Outubro de 1972, o Santo Padre Paulo VI elevou às honras dos altares com o título de Beato o primeiro sucessor de S. João Bosco no governo da Congregação Salesiana, o Padre Miguel Rua. Nasceu numa família de operários, a 9 de Junho de 1837, na cidade italiana de Turim, onde morreria também, com 73 anos de idade, em 1910. Aos 10 anos entra para o Patronato (em italiano Oratório) fundado e dirigido por um sacerdote alegre, sempre rodeado de rapazes, S. João Bosco. Logo que o santo o viu, fez-lhe um traço na mão. Queria dizer – como Miguel entendeu mais tarde – que tudo daí para diante fariam a meias. Realmente S. João Bosco e o Beato Miguel Rua passaram a realizar todas as obras em conjunto: governo da Congregação, visitas, trabalhos, fundações. Aos 17 anos recebe com alguns outros o convite do Padre João Bosco para fundarem um novo Instituto Religioso. Chamar-se-iam Salesianos, pois São Francisco de Sales seria o seu Patrono. A 25 de Março de 1855, de noite, no escritório de S. João Bosco, Miguel Rua faz os seus votos por um ano. Ele e o Fundador, sós. Nenhuma cerimónia. Naquele momento nascia a Congregação salesiana. Miguel Rua era o primeiro a dar o passo. Não tinha ainda completado 18 anos. A 30 de Junho de 1860, sua primeira missa, assistido por S. João Bosco. Daí para diante, os dois fundam grandes empresas: igrejas e patronatos, imprensa, expedições missionárias, Obra dos Cooperadores,, etc.. A 31 de Janeiro de 1888, morre S. João Bosco dando as suas instruções ao seu sucessor: Trabalho e oração… amor ao Papa… devoção a Maria Auxiliadora. O Fundador tinha dito: «O primeiro fim da nossa Sociedade é a santificação dos nossos membros». No dia em que lhe sucede, dirá o Padre Miguel Rua: «Uma só coisa vos peço: fazei-vos santos». Ele deu o exemplo. Homem santo, é chamado «a regra viva» e «a cópia fiel do fundador». S. João Bosco chegou a dizer a seu respeito: «Se ele não faz milagres, é porque não quer». A Obra Salesiana cresce espetacularmente durante os 22 anos de governo do Padre Miguel Rua. À morte de S. João Bosco havia 768 salesianos e 64 casas. O Padre Miguel Rua deixará 4 000 salesianos e 341 casas espalhadas por 30 nações. A sua morte, em 6 de Abril de 1910, foi um triunfo. Mais de 100 000 pessoas desfilaram diante dos seus restos mortais. O cortejo fúnebre parecia um rio de gente, vários quilómetros. Diante da sua campa viam-se sempre muitos devotos a agradecer ou pedir graças. Foi o Beato Miguel Rua que, acedendo aos reiterados e instantes pedidos do «santo Padre Cruz, mandou três sacerdotes salesianos para Braga, a fim de tomarem conta do Colégio de São Caetano. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

• Caetano (Gaetano) Errico, Santo
Sacerdote e Fundador,

Cayetano (Gaetano) Errico, Santo

Caetano (Gaetano) Errico, Santo

Presbítero e Fundador da Congregação dos Missionários dos Sagrados Corações - Martirológio Romano: Em Secondigliano, perto de Nápoles, na Campânia, são Caetano Errico, presbítero, que fomentou os retiros espirituais e a devoção à Eucaristia, para ganhar almas para Cristo, fundando também a Congregação dos Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e de María. Etimologia: Caetano = Aquele que nasceu em Caieta, porto de Campânia, atualmente Gaeta; é de origem latino Nació en Secondigliano (Nápoles), el 19 octubre de 1791. Era impedido por la ley de su tiempo, de ingresar a un Instituto Religioso, pero se adhirió al Clero de Nápoles, frecuentando así el Seminario Arquidiocesano de Esterno, siendo ordenado sacerdote el 23 de septiembre de 1815. Se dedicó mucho al trabajo sobre la promoción social con los más pobres y abandonas, luego, más adelante, sin dejar de lado esta labor, se dedicó con gran fervor a la evangelización y con bastante particularidad al ejercicio del Sacramento de la Reconciliación. Su acción apostólica fue muchas veces obstaculizada y combatida, dado que luchaba por abolir los residuos que quedaban del jansenismo y marginar toda acción anti-cristiana de las sectas. Fue fuertemente apaleado, fue atentado y amenazado de estar preso y de muerte. En 1833 funda una Congregación misionera, dedicada a la "consagración de las acciones, estudios, experiencias y la vida toda, para así poder hacer conocer a todos los pueblos el ardiente amor del Sagrado Corazón hacia ellos y encender en sus corazones el fuego del divino amor". Esta Congregación es aprobada definitivamente por el Papa Pío IX en 1846. Fue el gran Apóstol de la devoción al Santísimo Corazón de Jesús y de María al sur de Italia, propagando tal devoción ante mediante la "Pía Unión de los Santísimos Corazones" y el "Culto Perpetuo al Santísimo Corazón" instituidos por él. Constantemente se dedicaba a la oración, pasando frecuentemente la noche en adoración al Santísimo Sacramento. Dotado de dones sobrenaturales (bilocación, éxtasis y escrutinio del corazón) fue aclamado y amado por el pueblo, consultado y estimado por Cardenales y Pontífices. El Cardenal Riario Sforza, Arzobispo de Nápoles, al enterarse de su muerte, el 29 de octubre de 1860, exclamó: "Se ha partido la columna más fuerte de mi diócesis". El 4 de octubre de 1974 se le fueron reconocidas su Virtudes en Grado Heroico, por el Papa Pablo VI. Su hijos espirituales trabajan anunciando el Evangelio en Italia, América del Sur, América del Norte y en la India. El Padre Gaetano Errico fue beatificado el 14 de abril de 2002 por S.S. Juan Pablo II, y canonizado el 12 de octubre de 2008 por S.S. Benedicto XVI.

• Chiara (Clara) Badano, Beata
Laica,

Chiara (Clara) Badano, Beata

Chiara (Clara) Badano, Beata

En Sassello (Italia), Beata Chiara Badano, laica, miembro del movimiento de los focolares u Obra de María. ( 1990) Fecha de beatificación: 25 de septiembre de 2010, siendo Papa Benedicto XVI. Chiara Badano nace en Sassello (Savona), el 29 de octubre de 1971, después de 11 años de espera de parte de sus padres. En el ‘81, con su papá y su mamá, participa en Roma en el Family Fest – una manifestación mundial del Movimiento de los Focolares: es el inicio, para los tres, de una vida nueva. En su pequeño pueblo, Chiara se lanza a amar a sus compañeras de escuela, a quien pasa a su lado, decidida a vivir con radicalidad el Evangelio que la ha fascinado. Se compromete en seguida y con pasión en el Movimiento, entre las muchachas de su edad. Pocos meses después, un fuerte dolor en la espalda que notó durante un partido de tenis, hizo sospechar a los médicos. Comienzan exámenes médicos de todo tipo para definir el origen del mal. Muy pronto se descubre el origen del grave mal que la afecta: tumor óseo. Prosiguen los controles médicos y exámenes, y a finales de febrero de 1989 Chiara enfrenta la primera operación: las esperanzas son pocas. En el hospital las muchachas que comparten su mismo ideal se alternan con otros amigos del Movimiento para apoyarla, a ella y a su familia, con la unidad y ayudas concretas. Las hospitalizaciones se vuelven cada vez más frecuentes y con éstas los tratamientos bastante dolorosos que Chiara enfrenta con gran valentía. En cada nueva y dolorosa “sorpresa”, su ofrecimiento es decisivo: “¡Por ti, Jesús, si lo quieres tú, lo quiero también yo!”. A pesar de lo grave de su condición, Chiara, apenas se lo permite su salud, participa personalmente, con alegría y entusiasmo, a cuanto se vive en el Movimiento de los Focolares. Pronto llega otra gran prueba: Chiara pierde el uso de las piernas. Una nueva operación resulta inútil. Para ella significa un sufrimiento enorme: se encuentra como en un túnel oscuro, pero encuentra la fuerza para lanzarse de nuevo a amar, y la luz vuelve. “Si tuviera que escoger entre caminar o ir al Paraíso – le confiesa a alguien – escogería sin titubear: ir al Paraíso. Ahora me interesa sólo eso”. Desde pequeña se había comprometido a vivir el Evangelio al 100%, aún con los altos y bajos propios de la adolescencia. Escribe en su agenda, dirigiéndose a sus amigos: “Salí de sus vidas por un instante. ¡Cómo hubiera querido detener el tren en marcha que me alejaba cada vez más! Pero en ese entonces no lo comprendía. Me encontraba todavía absorbida por tantas ambiciones, proyectos y quién sabe qué otras cosas (que ahora me parecen tan insignificantes, frívolas y pasajeras). Otro mundo me esperaba y no me quedaba más que abandonarme. Pero ahora me siento envuelta en un espléndido designo que poco a poco se me va revelando”. El médico que la asiste, no creyente, y muy crítico frente a la Iglesia, queda cada vez más profundamente impresionado por su testimonio y el de su familia: “Desde que conocí a Chiara, algo ha cambiado dentro de mí. En ella hay coherencia, en ella todo el cristianismo me encaja”. Su relación con Chiara Lubich (fundadora de los focolares) es estrechísima: la mantiene continuamente al día acerca de su estado de salud y de sus conquistas y descubrimientos. El 30 de diciembre del ‘89 Chiara le responde: “…Te siento toda dispuesta a corresponder el amor de Dios y a darle tu sí continuo. Yo te sigo constantemente con la oración y con todo mi amor. He escogido la Palabra de Vida que deseabas: ‘El que permanece en mí y yo en él, éste da muchos frutos’. ¡Hasta luego, Chiara! Le pido al Espíritu Santo el don de la fortaleza para ti, para que tu alma, por el amor a Jesús Abandonado, pueda siempre ‘cantar’. …” Aun habiendo quedado inmóvil, Chiara es activísima: sigue por teléfono el grupo naciente de Jóvenes por un Mundo Unido de Savona; se hace presente en los Congresos y actividades varias a través de mensajes, tarjetas, carteles; hace locuras para que sus amigos y compañeros conozcan a los gen y a las gen … Invita a muchos de ellos al Genfest ’90 (manifestación internacional de los Jóvenes por un Mundo Unido, en Roma, en mayo del ’90), el cual por fortuna puede seguir en directo gracias a la antena parabólica instalada en el techo de su casa. Al inicio del verano, los médicos deciden interrumpir las terapias: el mal se presenta ya incontenible. En seguida la joven informa a Chiara Lubich de su situación. Es el 19 de julio del ’90: “La medicina ha depuesto sus armas. Al interrumpir el tratamiento médico, han aumentado los dolores en la espalda, y ya no puedo prácticamente girarme hacia los lados. Me siento tan pequeña, y el camino por recorrer es tan arduo…, con frecuencia me siento sofocada por el dolor. Pero es el Esposo que viene a visitarme, ¿verdad? Sí, yo también repito contigo: “Si lo quieres tú, lo quiero también yo”… ¡Estoy contigo, convencida de que, junto a Él, venceremos al mundo!” Chiara Lubich en seguida le responde: “No tengas miedo, Chiara, de decirle a Él tu sí, momento por momento. Él te dará la fuerza, ¡tenlo por seguro! Yo también rezo por esto y estoy siempre allí contigo. Dios te ama inmensamente y quiere penetrar en lo íntimo de tu alma y hacerte experimentar gotas de cielo. “Chiara Luce” es el nombre que he pensado para ti; ¿te gusta? Es la luz del Ideal que vence al mundo. Te lo mando con todo mi afecto…” Al agravarse la enfermedad se necesita intensificar el suministro de morfina, pero Chiara Luce lo rechaza: “Me quita la lucidez, y yo, a Jesús, le puedo sólo ofrecer el dolor”. Durante un momento de sufrimiento físico particular, le confiesa a su mamá que en su corazón está cantando: “Heme aquí, Jesús, también hoy delante de Ti…” Para ella está claro que dentro de poco podrá encontrarse con Él y se prepara. Una mañana, después de una difícil madrugada, le viene espontáneo repetir a intervalos breves: “Ven, Señor, Jesús”. Son las 11 cuando inesperadamente viene a visitarla un sacerdote del Movimiento. Chiara Luce está contentísima: desde que se había despertado deseaba, de hecho, recibir a Jesús Eucaristía. Se vuelve su viático. Chiara Luce parte para el Cielo el 7 de octubre de 1990. Había pensado en todo: los cantos para su funeral, las flores, el peinado, el vestido, que había deseado de color blanco, de novia… Con una recomendación: “Mamá, mientras me preparas deberás repetir siempre: ahora Chiara Luce ve a Jesús…. Sean felices, porque yo lo soy”. El papá le había preguntado si estaba dispuesta a donar las córneas: había respondido con una sonrisa luminosísima. Enseguida después de la partida de Chiara Luce para el Cielo llega un telegrama de Chiara para sus padres: “Agradecemos a Dios por esta luminosa obra maestra suya”. El 19 de diciembre de 2009 S.S. Benedicto XVI autorizó la promulgación del decreto que reconoce un milagro atribuido a la intercesión de la Sierva de Dios Chiara Badano, fue proclamada beata el día 25 de septiembre de 2010 en el santuario de la Virgen del «Divino Amore» (Roma-Castel di Leva). La fiesta en la Iglesia para recordar a la nueva beata, Chiara "Luce" Badano, ha sido fijada para el 29 de octubre.

• Honorato de Vercelli, Santo
Outubro 29 bispo

Honorato de Vercelli, Santo

Honorato de Vercelli, Santo

O bispo Honorato de Vercelli tem unido seu nome ao de seu contemporâneo Santo Ambrósio. Em muitas pinturas é representado dando l comunhão ao moribundo bispo geral de Milão, sinal de uma forte união episcopal. Viveu em finais do século III e inicio do século IV, era difícil com a comunidade dividida por cismas e heresias. Em Vercelli logo depois da morte do bispo Limenio, a eleição de Honorato como bispo teve muita oposição. Santo Ambrósio teve que usar toda sua autoridade para o consagrar pessoalmente. Os atos demonstraram que sua confiança estava bem fundada, como o recorda uma placa na Catedral de Vercelli. Honorato foi um digno discípulo de Eusébio e um pregador incansável da doutrina católica contra as influências arianas.

75570 > Sant' Abramo Anacoreta 29 ottobre MR

 
95512 > Santa Anastasìa la Romana Osiomartire 29 ottobre (Chiese Orientali)


94772 > Beato Bernardo de Olivella Arcivescovo di Tarragona 29 ottobre

 
91545 > Beata Chiara Luce Badano Giovane focolarina 29 ottobre


75580 > San Colman di Kilmacduagh Vescovo 29 ottobre MR

 
75585 > San Dodone di Wallers-en-Fagne Abate 29 ottobre MR

 
75600 > Sant' Ermelinda Vergine nel Brabante 29 ottobre


75560 > San Feliciano Martire 29 ottobre MR


90612 > San Gaetano Errico Sacerdote 29 ottobre MR

 
90411 > San Narciso di Gerusalemme Vescovo 29 ottobre MR

 
92418 > Sant' Onorato di Vercelli Vescovo 29 ottobre MR

 
75610 > Santo Stefano Minicillo Vescovo e confessore 29 ottobre


75575 > San Teuderio (Teodario) Abate 29 ottobre MR

 
75565 > San Zenobio di Sidone Martire 29 ottobre MR

 

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