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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Nº 1455-2 - O ANTIGO TESTAMENTO–Génesis (39) - 31 de Outubro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1455 - 2ª Página

31 de Outubro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

G É N E S I S



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JOSÉ TENTADO E PRESO NO EGIPTO
39 – JOSÉ TENTADO E PRESO NO EGIPTOJosé foi levado para o Egito e Putífar, egípcio, eunuco do Faraó e chefe dos guardas, comprou-o aos ismaelitas que para lá o tinham conduzido. O Senhor foi com José, que veio a ser um homem afortunado, sendo admitido na casa do seu senhor, o egípcio. O seu senhor viu que Deus estava com  ele, que fazia prosperar todas as obras das suas mãos e José encontrou graça aos seus olhos, tornando-se seu servidor; Putífar pô-lo à frente de sua casa e confiou-lhe tudo o que possuía. A partir do momento em que o pôs à frente de sua casa e de todos os seus negócios, o Senhor abençoou a casa do egípcio, por causa de José; e a bênção divina estendeu-se sobre todos os seus bens tanto na cidade como nos campos. Então, abandonou todos os seus cuidados nas mãos de José e não se ocupou com mais nada , a não ser com o pão que comia. ora José era esbelto de corpo e belo de rosto.
Depois disto, aconteceu que a mulher do seu senhor lançou os olhos sobre José e disse-lhe: «Dorme comigo». José recusou, dizendo à mulher do seu senhor: «Sabe que o meu senhor não me pede contas de nada da sua casa e que entregou nas minhas mãos todos os seus negócios; não há ninguém maior do que eu nesta casa, e ele não me interdisse coisa alguma, excepto tu, porque és sua esposa; como poderei cometer uma tão grande falta e assim ofender Deus?» Apesar de ela repetir isso todos os dias a José, este não acedeu aos seus desejos e não se aproximou dela. Mas um dia, numa dessas ocasiões, ao entrar em casa para fazer o seu trabalho, não se encontrando ali ninguém, ela segurou-o pelo manto, dizendo: «Vem comigo». José abandonou o manto na sua mão e fugiu para fora. Quando ela viu que lhe deixara o manto na mão e que fugira, chamou a gente da casa e disse-lhe: «Vede! Trouxeram-nos um hebreu para nos insultar! Aproximou-se de mim para ficar comigo e tive de chamar aos gritos. Quando me ouviu levantar a voz pedindo ajuda, deixou o manto junto de mim e fugiu». Depois guardou o manto de José, junto dela, até que o seu senhor regressasse a casa. E repetiu-lhe a mesma história, dizendo: «O escravo hebreu que nos trouxeste, aproximou-se de mim para me insultar. Depois, como elevei a voz e chamei, deixou o manto junto de mim e fugiu». Quando o senhor ouviu a exposição feita por sua mulher, a qual dizia: «Aqui está o que me fez o teu escravo». enfureceu-se. O senhor de José mandou-o agarrar e fecharam-no na prisão, onde estavam detidos os prisioneiros do rei; e José ficou na prisão. O Senhor foi com José e tornou-o benquisto e agradável aos olhos do governador da prisão. O governador confiou-lhe todos os prisioneiros que estavam na prisão e tudo o que ali se fazia era dirigido por ele. O governador não examinava coisa alguma do que lhe confiara porque o Senhor estava com ele; o Senhor fazia com que fosse  bem sucedido em tudo o que empreendia.
Jos e os sonhos do Fara
José decifrando os sonhos do Faraó
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31 de Outubro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1455-1 - (305-12) - SANTOS DE CADA DIA - 31 de Outubro de 2012 - 4º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1455-1 - (305-12)
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Nº 1455-1 – (304-12)

AFONSO RODRIGUEZ, Santo

Religioso (1533-1617)

QUINTINO, Santo

Mártir (entre 282 e 287)

 

WOLFGANG, Santo

Bispo (927-994)

Wolfgang de Ratisbona, Santo

JOANA DELANOUE, Santa

Fundadora (1668-1736)

 

Wolfgang de Ratisbona, Santo

Obispo de Ratisbona,

Wolfgang de Ratisbona, Santo

Wolfgang de Ratisbona, Santo

Etimológicamente significa “que camina como el lobo”. Viene de la lengua alemana. El aliento fundamental del creyente en todo tiempo y lugar lo constituye la oración. Si no se alimenta de ella se parece a un cielo sin sol o a un jardín sin bellas flores.
La vida de este joven comenzó en el año 937 hasta que murió en Peppingen (Austria) el 31 de octubre del 994. Cuando en la vida hay personas que les molesta el nombre que le han puesto, él, sin embargo, se lo agradeció a sus padres. Y con gracia les decía:" Sólo que yo corro detrás de las ovejas para alimentarlas y no para matarlas". Comenzó su trabajo como profesor. Pero este trabajo, aunque bello y lindo, no le llenaba. Por eso pidió entrar en los Benedictinos. En sus sueños juveniles llevaba impresa la imagen de ser misionero en Hungría. No era el mejor momento, ya que los húngaros habrían sufrido una derrota con los alemanes. A su vuelta de Hungría, lo nombraron obispo de Ratisbona. Fue un obispo apostólico, lleno del celo de Dios por sus fieles. Mostraba ante ellos una santidad viva y un amor que no conoce límites. Logró, mediante su ejemplo, transformar la diócesis y al mismo clero. Tenía tiempo para todo. El mismo se encargó de la formación del futuro emperador san Enrique II.
Por su parte era amable e indulgente con todos, sobre todo con los que más merecían estas dos cualidades de su rica personalidad. Cayó enfermo en Peppingen, cerca de Linz mientras hacía una visita pastoral a esa parte de la diócesis. Lo llevaron, a petición suya, al altar para que le diesen la Unción de los Enfermos. La muchedumbre se agolpaba para verlo. El clero quería impedirlo. Entonces les dijo:" Dejad queme vean morir y que Dios nos dé a todos su misericordia". ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Lucilla de Roma, Santa

Virgen y mártir, 31 Octubre

Lucilla de Roma, Santa

Lucilla de Roma, Santa

Etimológicamente significa “luminosa, resplandeciente”. Viene de la lengua latina. Oseas dice:”Apliquémonos a conocer al Señor; su venida es cierta como la aurora. Vendrá a nosotros como la lluvia de primavera que refresca los campos”. Dos términos embarazosos expresan el inicio y el fin del día: el alba y la puesta del sol. Lucilla es el diminutivo de Lucía. Como virgen y mártir del siglo III se le recuerda en el calendario el día de hoy. Hay poca documentación acerca de Lucilla. Sin embargo sí que hay bastante en el aspecto simbólico, traducido como luz que proviene de la fe en Cristo, luz del mundo. El cuerpo santo de Lucilla fue extraído del cementerio de san Calixto en 1642 para llevarlo a Regio Emilia, Italia. La narración acerca de su vida parece lejano y legendario. Habla dela persecución de Valeriano en el 257. En este tiempo el tribuno Nemesio le pidió al Papa y se lo concedió el bautismo para sí mismo y para su hija Lucilla. Esta, ciega de nacimiento. Recobró la vista después de la ceremonia del bautismo. La nueva fe y el milagro hicieron que el tribuno “pasara” de las órdenes imperiales. El emperador le pedía que volviera a la religión oficial del Imperio. Se negó en rotundo y, como consecuencia, padre e hija murieron mártires.
¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Foilán de Fosses. Santo

Abad y misionero,

Foilán de Fosses. Santo

Foilán de Fosses. Santo

Nació en el siglo VII en Irlanda. Hermano de San Fursey y San Ultan. Viajó con ellos desde Irlanda a Inglaterra donde realizaron labores misioneras, y establecieron un monasterio cerca de Yarmouth. Abad de la comunidad en Cnoberesburg, Suffolk por el año 640, una casa fundada por su hermano Fursey. Durante una guerra entre los Mercians y los Anglosajones en el 650 la casa fue destruida, los hermanos asesinados, capturados o dispersados. Foillan rescató a sus hermanos, recuperó las reliquias no destuidas, los libros y ornamentos litúrgicos de la casa, y viajó a Francia. Él y sus hermanos fueron acogidas con beneplácito y apoyados en su labor evangelizadora por el rey Clodoveo II. Foillan fundó un monasterio en Fosses, diócesis de Lieja, en el año 653 en las tierras donadas por San Itta de Nivelles y Santa Gertrudis de Nivelles. Fue electo abad de este monasterio, como referencia podemos indicar que a sus alrededores creció a la moderna ciudad de Le Roeulx, Bélgica. Fue también capellán y director espiritual en la casa fundada por Santa Gertrudis. Predicador popular y pastor dedicado a su pueblo, murió asesinado junto con tres compañeros por unos bandidos que los atacaron en uno de sus viajes.  Su hermano sobreviviente, Saint Ultan, tomó el cargo de abad de Fosses.

León Nowakowski, Beato

Sacerdote y Mártir,

León Nowakowski, Beato

León Nowakowski, Beato

El beato León Nowakowski, sacerdote diocesano polaco, nace en Byton el 28 de junio de 1913 y murió en la localidad de Piotrkow Kujawski, durante la ocupación militar de Polonia, por su fe fue fusilado a manos de un régimen contrario a Dios.
Fue beatificado por Juan Pablo II en Varsovia (Polonia) el 13 de junio de 1999 junto con otros 107 mártires polacos.
Para ver más sobre los 108 mártires de Polonia durante la Segunda Guerra Mundial haz "click" AQUI

Domingo Collins, Beato

Mártir Jesuita,

Domingo Collins, Beato

Domingo Collins, Beato

Domingo Collins nació hacia 1566 en la ciudad de Youghal, del condado de Cork, en Irlanda. Tendría unos veinte años cuando partió para Francia. Allí decidió seguir la carrera militar, en la que tanto se distinguió que rápidamente es promovido al rango de capitán. En 1598 hace una nueva opción de vida ingresando en la Compañía de Jesús en Santiago de Compostela, donde pronuncia su profesión perpetua como Hermano Coadjutor. Vuelve a Irlanda en 1601, pero el 17 de junio de 1602 lo hacen prisionero los ingleses, que en vano forcejean por hacerle renegar de su fe. Condenado a muerte, fue ahorcado el 31 de octubre de 1602 en Youghal, ciudad donde había nacido. Juan Pablo II lo beatificó, juntamente con otros dieciséis mártires irlandeses, el 27 de septiembre de 1992.

Los otros beatificados fueron:

Patrick O’Healy, Obispo de Mayo, 31 agosto
Conn O’Rourke, Sacerdote de los Frailes Menores, 31 agosto
Matthew Lambert, Laico,
Robert Meyler, Laico,
Edward Cheevers, Laico,
Patrick Cavanagh, Laico,
Dermot O’Hurley, Obispo de Cashel
Margaret Ball nata Bermingham, Laica
Maurice Mac Kenraghty, Sacerdote de la diocesis de Limerick
Conor O’Devany, Obispo de Down y Connor
Patrick O’Loughran, Sacerdote de la diocesis de Armagh
Francis Taylor, Laico
Peter Higgins, Sacerdote dominico
Terence Albert O’Brien, Obispo de Emly, domenico
John Kearney, Sacerdote de los Frailes Menores
William Tirry, Sacerdote agustino

Cristóbal de Romagna, Beato

Sacerdote

Cristóbal de Romagna, Beato

Cristóbal de Romagna, Beato

Fue inicialmente sacerdote diocesano, ejercía el ministerio de párroco quizás en Cesena en Romagna. Aproximadamente cuando tenía cuarenta años dejó todo para ser un seguidor de San Francisco de Asís y entrar en la naciente Orden de Frailes Menores. El Beato Cristóbal ejerció su apostolado entre los leprosos y es distinguido por la austeridad de su vida. San Francisco lo envió a que predicara en Francia contra algunos herejes. Fundó varios conventos franciscanos, el primero de ellos fue el de Chaors en Guyenne una región al sur de Francia. Le pertence el gran mérito de ser capaz de extender la orden franciscana por las Galias.
Murió en 1272, en Cahors, de Aquitania, posiblemente ya centenario. Su veneración fue ratificada en 1905.

María Purísima de la Cruz Salvat y Romero, Beata

Religiosa,

María Purísima de la Cruz Salvat y Romero, Beata

María Purísima de la Cruz Salvat y Romero, Beata

En Sevilla, España, Beata María Purísima de la Cruz (en el siglo Isabel Salvat y Romero), quien fuera superiora general de la congregación de las hermanas de la Compañía de la Cruz. ( 1998) Fecha de beatificación: 18 de septiembre de 2010, durante el pontificado de S.S. Benedicto XVI.  La Sierva de Dios nació el 20 de febrero de 1926 en Madrid en el seno de una familia acomodada. Al día siguiente, fue llevada a la fuente bautismal en la parroquia de Nuestra Señora de la Concepción, recibiendo el nombre de María Isabel. En su ambiente familiar, fuertemente motivado en sentido religioso, junto con la primera educación asimiló también los valores cristianos, que profundizó con creciente conocimiento frecuentando desde niña el colegio madrileño de la Virgen María, gestionado por las Religiosas Irlandesas. En el ámbito de su itinerario formativo, recibió la Primera Comunión, la Confirmación y completó el currículo normal de los estudios. En el 1936, al estallar la guerra civil, la familia se trasladó a Portugal; pero, después de dos años, regresó a la patria, escogiendo como residencia, en un primer momento, la ciudad vasca de San Sebastián y luego nuevamente Madrid. A lo largo de estos años Maria Isabel fue madurando en todas las cualidades personales y culturales para poder proyectar una vida social llena de satisfacciones, revalorizada posteriormente por su procedencia alto burguesa. Ella, sin embargo, comenzó a percibir con mucha claridad la vocación a la vida religiosa, de manera que, una vez presentada la solicitud, en el 1944 fue acogida como postulante en el Instituto de las Hermanas de la Compañía de la Cruz de Sevilla. Al año siguiente recibió el hábito religioso, asumiendo el nombre de Sor María de la Purísima de la Cruz, y fue admitida al noviciado. Ya durante este periodo de formación, la Sierva de Dios se distinguió por su compromiso, espíritu de sacrificio y ejemplaridad. De modo particular se manifiestan en ella, con admirable sencillez, el amor a la pobreza, un comportamiento humilde y un espíritu de obediencia desinteresada y convencida. En el 1947 emitió los votos temporales. Reconociendo en ella la preparación humana y espiritual, a la joven hermana se le confió la dirección del colegio de Lopera, cerca de Jaén, compromiso al que siguieron otros cargos de responsabilidad en Valladolid y Estepa. En 1966 fue llamada a la Casa Madre de Sevilla, primero como auxiliar del Noviciado, luego como Maestra de novicias. Dos años más tarde fue nombrada Provincial, luego Consejera General, después aún Superiora de la comunidad de Villanueva del Río y Minas (Sevilla) y en el 1977 fue elegida Madre General del Instituto. Sería reelegida, con permiso de la Santa Sede, otras tres veces para este oneroso cargo, particularmente delicado en los difíciles años que siguieron al Concilio Vaticano II y que vieron a la Sierva de Dios comprometida en la actualización de las Constituciones del Instituto dentro de la óptica de la salvaguardia y de la revalorización del carisma original, a través de una renovada fidelidad al Evangelio y al Magisterio eclesial, una intensa dimensión eucarística y mariana, una inteligente adaptación de la tradición a las nuevas perspectivas de la Iglesia y de la sociedad. Su actitud fundamental fue de un equilibrio dinámico: Sor María no vivió la fidelidad como una cansada repetición de fórmulas ensayadas, sino como un deseo de creatividad para ir al encuentro de las exigencias que el Señor le iba haciendo comprender. En cada circunstancia miró a Santa Ángela de la Cruz, Fundadora de la Congregación, como a un manantial perenne de continuidad coherente dentro de la necesaria renovación.  Tuvo una solicitud particular por la formación permanente de las Hermanas, sobre todo por las que atravesaban momentos de crisis y de desorientación, de modo que en aquellos años de experiencias y de no pocas incertidumbres su testimonio de vida constituyó un punto seguro de referencia para muchas de ellas. Cuidó con amor la animación vocacional, cuyos frutos maduraron incluso de modo visible, hasta el punto de que la Sierva de Dios tuvo que dedicarse a abrir nuevas casas religiosas en otras ciudades de España, como Puertollano, Huelva, Cádiz, Lugo, Linares, Alcázar de S. Juan. Incluso en Reggio Calabria, en Italia, en el 1984 realizó la fundación de una casa. Su personalidad serena y jovial contribuía a crear un clima de confianza y de comunión, pero era sobre todo su sólida espiritualidad la que motivaba sus intenciones y sus acciones. En ella, efectivamente, se pone de manifiesto una intensa experiencia religiosa, vivida con clara conciencia de la presencia de Dios y en la constante búsqueda de su voluntad, y alimentada en las fuentes de la oración y de la contemplación; una sincera disponibilidad a las exigencias del prójimo, de manera particular para con los más necesitados, y una sagaz apertura hacia los problemas contemporáneos; una tendencia hacia la perfección, hasta llegar a conseguir un asiduo y fervoroso ejercicio de las virtudes humanas e cristianas.  En el 1994 le diagnosticaron un tumor, por el que tuvo que ser operada. Afrontó la enfermedad con gran docilidad a la voluntad de Dios y con fortaleza de ánimo y durante cuatro años continuó generosamente con su actividad. En los últimos días de vida, cuando el sufrimiento fue más doloroso, renovó su confianza en la bondad de Dios, preparándose para el momento del encuentro con el Esposo.  El 31 de octubre 1998 se durmió piadosamente en la Casa Madre de Sevilla. En su funeral participaron numerosos sacerdotes y religiosas, junto con un grandísima asistencia de fieles, testimonio de una fama de santidad que ya en vida había acompañado a la Sierva de Dios. El sábado 27 de marzo de 2010, S.S. Benedicto XVI firmó el decreto referente a un milagro atribuido a la intercesión de la venerable María Purísima de la Cruz Salvat.

75650 > Sant' Alfonso Rodriguez Vedovo, Religioso gesuita 31 ottobre MR

 
75780 > Sant' Antonino di Milano Vescovo 31 ottobre (29 ottobre) MR

 
92973 > Beato Cristoforo di Romagna Sacerdote 31 ottobre MR

 
93360 > Beato Domenico Collins Religioso gesuita, martire 31 ottobre MR

 
75760 > Sant' Epimaco (Epimachio) di Melusio Martire 31 ottobre MR

 
75770 > San Foillano di Fosses Abate 31 ottobre MR

 
93070 > Beato Leone (Leon) Nowakowski Sacerdote e martire 31 ottobre MR

 
75900 > Santa Lucilla di Roma Vergine e martire 31 ottobre


94773 > Beata Maria de Requesens Vergine mercedaria 31 ottobre

 
95291 > Beata Maria Purissima della Croce (Maria Isabel Salvat Romero) Vergine 31 ottobre


75800 > San Quintino di Vermand Martire 31 ottobre MR


94507 > San Stachys Discepolo di s. Paolo, vescovo di Costantinopoli 31 ottobre


91227 > Beato Tommaso Bellacci da Firenze Religioso 31 ottobre MR

 
75850 > San Volfango di Ratisbona Vescovo 31 ottobre MR

 

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