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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Nº 1457-3 - A RELIGIÃO DE JESUS - FIÉIS DEFUNTOS - 2 de Novembro de 2012

1457-3
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.

2 de Novembro de 2012 – Sexta-feira

FIÉIS DEFUNTOS

Jo 5, 24-29

«Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a Minha palavra e acredita n’Aquele que Me enviou tem a vida eterna e não incorre em condenação, mas passou da morte para a vida! Em verdade, em verdade vos digo que a hora vem, e é já, em que os mortos hão-de ouvir a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão. Assim como o Pai tem a vida em Si mesmo, assim também concedeu ao Filho o ter a vida em Si mesmo; e deu-Lhe o poder de julgar, por ser Filho do Homem. Não vos admireis com isto porque vai chegar a hora em que todos os que estão nos túmulos ouvirão a Sua voz; os que tiverem praticado boas obras sairão, ressuscitando para vida, e os que tiverem praticado o mal hão-de ressuscitar para a condenação. Eu nada posso fazer por Mim mesmo; conforme oiço é que julgo e o Meu juízo é justo, porque não busco a Minha vontade, mas a vontade d’Aquele que Me enviou»

1 – No Dia dos Defuntos, é lógico, é natural, é inevitável que recordemos os que morreram, especialmente a quem, pelo motivo que seja, representam para nós o mais importante na vida. Sem embargo, o que mais importa, neste dia, não é olhar para o tempo passado, mas sim fixarmo-nos na eternidade, que transcende o espaço e o tempo, e nos situa noutra ordem de existência para sempre.

2 – Mas quando nós, cristãos, falamos da morte, é importante ter em conta que o ser humano não é um composto de dois elementos, o Corpo e a Alma, que se separam no momento de morrer e se voltarão a juntar no fim  dos tempos, quando todos sejamos convocados ao chamado Juízo Final. Esta antropologia corresponde ao dualismo do pensamento helenista, que influiu no pensamento da Igreja antiga e marcou a cultura do Ocidente. Pelo contrário, o pensamento bíblico não é dualista, mas sim unitário. O ser humano implica essencialmente corporalidade, quer dizer, constitui-se por um “corpo” animado por um “espírito” fundidos numa unidade tão perfeita, que (pelo menos, até ao dia de hoje) resulta impossível estabelecer onde e como se situa o ponto de sutura do corpora,l com o espiritual em cada ser humano.

3 – A morte não é uma separação do corpo e da alma, mas sim uma transformação do ser humano na sua totalidade. De forma que o momento da morte é também o momento da ressurreição. Trata-se da transformação do ser humano temporal no ser que transcende o espaço e o tempo, de forma que entra numa condição nova de existência. Por isso se pode dizer que o cadáver é o último despojo que deixamos no mundo. No cemitério já não está o nosso corpo. Só está a nossa recordação. A plenitude do nosso ser transformado está para sempre com o Senhor da glória.

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Viso - mapa
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com/
Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários e
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contactos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
- http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
Post para publicação em 2-11-2012 - 10,30 h
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1457-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Génesis (41) - 2 de Novembro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1457 - 2ª Página
2 de Novembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO
G É N E S I S

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O SONHO DO FARAÓ
41 – O SONHO DO FARAÓDois anos depois, o Faraó teve um sonho: estava de pé junto da margem dum rio. E do rio saíram sete vacas belas e gordas, que se opuseram a pastar a erva; depois destas saíram do rio outras sete vacas, enfezadas e magras, e pararam junto às primeiras, na margem do rio; e as vacas enfezadas e magras devoraram as sete vacas belas e gordas. Então o Faraó acordou. Adormeceu de novo e teve um segundo sonho: Sete espigas, gradas e belas, subiram duma mesma haste; depois, sete espigas raquíticas ressequidas engoliram as sete espigas gradas e cheias. Então o Faraó acordou e era um sonho.
Pela manhã, com o espírito agitado, o Faraó mandou chamar todos os mágicos do Egipto e todos os seus sábios. Contou-lhes os seus sonhos, mas ninguém pôde explicá-los. Então o copeiro-mor falaçou diante do Faraó, nestes termos: «Nesta ocasião, recordo as minhas faltas. Um dia o Faraó estava irritado contra os seus servidores; mandou-os encerrar na casa dos chefes dos guardas, a mim  e ao padeiro-mor. Ambos tivemos um sonho na mesma noite, e os nossos sonhos tinham, cada um, o seu significado. Estava lá connosco um jovem hebreu, escravo do chefe dos guardas. Contámos-lhe os nossos sonhos e ele interpretou-os, dando a cada um de nós o significado do sonho. Tudo se passou como fora prognosticado e assim sucedeu: eu fui restabelecido no meu posto e o outro foi enforcado».

O Faraó mandou procurar José, o qual foi apressadamente tirado da prisão. Este barbeou-se, mudou de vestidos e apresentou-se diante do Faraó. E o Faraó disse a José: «Tive um sonho que ninguém me explica, mas ouvi dizer que tu sabes interpretar os sonhos». José respondeu ao Faraó, dizendo: «Não sou eu, é Deus que saberá tranquilizar o Faraó».

Então o Faraó falou assim a José: «No meu sonho estava à margem do rio. E do rio saíram sete vacas gordas e belas, que se puseram a pastar a erva; depois seguiram-nas outras sete vacas magras, muito enfezadas e todas descarnadas; nunca vi outras tão miseráveis em todo o país do Egipto. As vacas magras e enfezadas devoraram as sete primeiras vacas, as gordas; estas passaram para o seu corpo, sem que parecessem ter ali entrado: o seu aspecto permaneceu enfezado como antes. Então acordei. Vi depois, num outro sonho, sete espigas elevarem-se sobre uma mesma haste, cheias e belas; mas, em seguida, eis que nasceram outras sete espigas raquíticas e ressequidas pelo vento do oriente. E estas espigas raquíticas absorveram as sete espigas gradas. Contei isso aos mágicos e nenhum deles mo explicou». José disse ao Faraó: «O sonho do Faraó, é só um: Deus anunciou ao Faraó o que vai fazer. As sete vacas belas são sete anos; as sete espigas gradas, são sete anos; é um mesmo sonho. E as sete vacas magras e feias, que subiam em segundo lugar, são sete anos; e as sete espigas raquíticas e ressequidas pelo vento do oriente são sete anos. Serão sete anos de fome. Isto é o que eu disse ao Faraó: Deus revelou ao Faraó o que vai fazer. Sim, vão chegar sete anos de grande abundância a todo o território do Egipto. Mas sete anos de fome surgirão a seguir de modo que toda a abundancia desaparecerá do Egipto e a fome devastará o país. A recordação da abundancia apagar-se-á no país, devido à fome que se seguirá, porque será excessiva. E se o sonho do Faraó se repetiu duas vezes, é porque isto está decidido diante de Deus e porque Deus está quase a cumpri-lo. Agora escolha o Faraó um homem  prudente e sábio,  encarregando-o do país do Egipto. Que o Faraó nomeie comissários para o país e lance um imposto dum quinto sobre as colheitas do Egipto, durante os sete anos de abundância. Que se acumule toda a alimentação desses anos férteis que se aproximam; que se armazene trigo nas mãos do Faraó, para abastecimento das cidades, mantendo-o como reserva. Essas provisões serão um recurso para o país durante os sete anos de fome que vão chegar ao Egipto, a fim de que o país não pereça pela fome».

Promoção de José – Estas palavras agradaram ao Faraó e a todos os seus servidores. E o Faraó disse aos servidores: «Poderemos nós encontrar outro homem como este, cheio do espírito de Deus? E o Faraó disse a José: «Visto que Deus te revelou tudo isso, não há ninguém tão inteligente e tão sábio como tu.Tu mesmo serás o chefe da minha casa; todo o meu povo será governado por ti e somente pela presença do trono é que serei maior do que tu». E disse ainda a José: «Eis que te ponho à frente de todo o país do Egipto». Então o Faraó tirou da sua mão o anel, passou-o para a de José, mandou-o vestir com vestes de linho fino e pôs-lhe ao pescoço o colar de oiro. Mandou-o subir para o segundo dos seus carros e gritavam diante dele: «De joelhos!» E assim foi estabelecido chefe de todo o país do Egipto. O Faraó disse a José: «Eu sou o Faraó; mas sem tua permissão ninguém moverá a mão ou o pé em todo o Egipto».

O Faraó cognominou José Câfenat-Paneah e deu-lhe por mulher Asenat, filha de Pôti-Pera, sacerdote de On . E José partiu para visitar o país do Egipto. Tinha trinta anos quando apareceu diante do Faraó, rei do Egipto. E saindo da presença do Faraó, José percorreu todo o país do Egipto. A terra, durante os sete anos de fertilidade, produziu colheitas abundantes. Acumularam-se as provisões dos sete anos de abundância que houve no Egipto e abasteceram-se as cidades; puseram em, cada cidade os géneros dos campos que as rodeavam, e guardaram-nos em cada uma. José acumulou trigo como a areia do mar, em tão grande quantidade que deixaram de o medir, pois era incalculável. Antes que chegasse o período da fome, nasceram a José dois filhos, que lhe deu Asenat, filha de Pôti-Pera, sacerdote de On. José chamou ao primogénito Manassés: «Porque – disse ele – Deus fez-me esquecer todas as minhas tribulações e toda a casa de meu pai». Chamou ao segundo Efraim: «Porque – disse ele – Deus fez-me frutificar no país do meu infortúnio».

Tendo terminado os sete anos de abundância que reinou no país do Egipto, sobrevieram os sete anos de fome, como José predissera. Houve fome em todos os países, mas no Egipto havia pão. Quando no Egipto começou a manifestar-se a fome, o povo clamou por pão ao Faraó; mas o Faraó respondeu aos egípcios: «Ide ter com José: fazei o que ele vos disser». Estendendo-se a fome a toda a terra, José abriu todos os celeiros e vendeu trigo aos egípcios. Mas a fome persistiu no país do Egipto. De todos os países vinham ao Egipto, para comprar a José, pois a fome era violenta em toda a terra.

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José decifrando os sonhos do Faraó

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2 de Novembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1457-12–(307-12) - SANTOS DE CADA DIA - COMEMORAÇÃO DOS FIÉIS DEFUNTOS - 2 de Novembro de 2012

 
antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1457-1 - (307-12)
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Nº 1457-1 – (307-12)

COMEMORAÇÃO DOS FIÉIS DEFUNTOS

Fieles difuntos

Fiéis defuntos

A oração pelos mortos esteve em uso entre os cristãos desde as origens. A crença no purgatório e na eficácia da oração a fim de apressar a purificação das almas dos defuntos bastam para a explicar; é inútil tentar aproximá-la, tal como a temos, com as outras religiões; tais esforços nada provariam a não ser constituir o respeito pelos mortos um sentimento natural do homem, que na diversidade dos tempos e dos lugares apresenta analogias. Fora dos enterros e dos aniversários individuais, os cristãos rezavam por todos os defuntos, com a intenção de que aqueles que não tinham deixado na terra nem parentes nem filhos nem amigos, não ficassem todavia abandonados. Santo Agostinho menciona este uso e louva a bondade da Igreja que é a Mãe de todos os fiéis. Era normal atribuir um dia particular a estas orações solenes. A Igreja bizantina fixou-o no sábado que precedia o último domingo antes da Páscoa, que marca para ela o princípio da quaresma; e a Igreja siríaca, na sexta-feira dessa mesma semana. No Ocidente, o costume de consagrar um dia à oração pelos defuntos era quase geral nos mosteiros do século VII, mas os dias variavam a tratava-se primeiro que tudo de orar pelos irmãos. Mesmo certas Igrejas não monásticas tinham costumes análogos. No século IX, contudo, Amalário, tratado dos divinos ofícios , colocava o dos mortos depois do dos santos, considerando que os defuntos que, depois da morte, não eram logo colocados no número,ero dos santos e tinham necessidade de orações, se encontravam numa linha intermédia entre o Céu e a terra. Não se tratava , para Amalário, de colocar a comemoração dos fiéis defuntos, a 2 de Novembro, pois ele ignorava ainda a festa de Todos os Santos. Foi o abade de Cluny, Santo Odilon, quem decidiu que, do mesmo modo que era celebrada em toda a terra nas calendas de Novembro a festa de Todos os Santos, assim houvesse nos mosteiros clunienses a comemoração de todos os fiéis defuntos desde o começo do mundo até ao fim… Os seus biógrafos, Jotsaldo e S. Pedro Damião, contam que um peregrino de Aquitânia, voltando da Terra Santa, tinha encontrado um eremita que, ao saber da sua nacionalidade, lhe entregara um recado para Odilon: o eremita ouvira os demónios queixarem-se de as almas lhes serem arrebatadas pelas orações dos Clunienses. Esta notícia, ao que se diz, incitou o abade de Cluny a multiplicar os sufrágios pelos defuntos. O convento dos dominicanos de Valência, na Espanha, tinha um número de túmulos tão considerável que os religiosos, não podendo satisfazer todos os pedidos de Missas para o 2 de Novembro, tomaram o hábito de celebrar cada um duas ou três. O Ordinário tolerava este costume, que foi sancionado e estendido a toda a Espanha e a Portugal e às suas respectivas colónias por Bento XIV, em 1748. Em 1915, estendeu Bento XV este favor à Igreja Universal, pensando nos mortos da guerra, nas fundações espoliadas e nos pobres que, devido à carestia da vida, não podem encomendar Missas. PURGATÓRIO – Neste mês em que a piedade cristã procura sufragar as almas daqueles que, na graça de Deus, partiram deste mundo, convém reavivar a nossa fé na existência do Purgatório. A existência do Purgatório consta na tradição. Os Concílios de Lião e Florença definiram: «As almas daqueles que partiram desta vida com, verdadeiro arrependimento e no amor de Deus mas antes de terem satisfeito as suas faltas e omissões são purificadas depois da morte com penas purificadoras» (Denz. 464, 693). Contra os protestantes, que afirmavam a doutrina do Purgatório contrária à Escritura, definiu o Concílio de Trento: «há Purgatório e as almas aí detidas podem ser ajudadas pelos sufrágios dos fiéis» (Denz. 983). O Concílio Vaticano II lembra a mesma doutrina: «Esta venerável fé dos nossos maiores acerca da nossa união vital com os irmãos, que já estão na glória celeste ou que, após a morte, estão ainda em purificação, aceita-a este Sagrado Concílio com muita piedade e de novo propõe os decretos dos sagrados Concílios Niceno II, Florentino e Tridentino» (L. G. 51). A existência do Purgatório deduz-se da Sagrada Escritura. Judas Macabeu juntou 2 mil dracmas de para que enviou para o templo de Jerusalém para aí ser oferecido um sacrifício pelos soldados que tinham morrido no combate. Ele e os crentes daquele tempo estavam persuadidos que os defuntos podem ser livres dos seus pecados pela oração e sacrifício: «Considerava a magnifica recompensa que está reservada àqueles que adormecem piedosamente. santo e piedoso pensamento! Por isso mandou oferecer o sacrifício expiatório para que os mortos fossem absolvidos do pecado» (2 Mac 12, 45). Jesus Cristo, falando dos pecados contra o Espírito Santo (Mt 12, 32), diz que não serão perdoados nem neste mundo nem, no outro. Donde se concluí , por este modo de falar, que exceptuando este, dos outros pecados, que não sejam graves ou mortais, se pode obter perdão o outro mundo. Ora este perdão, depois da morte já não se pode alcançar pelo mérito do arrependimento, porque a alma já não pode, então, ter méritos nem deméritos nenhuns, mas terá de obter-se por meio da purificação que permitam às almas irem depois, sem mancha, à presença de Deus puríssimo e santíssimo. Na Primeira Carta de S. Paulo aos Coríntios (1 Cor 11, 15) vem uma passagem que os comentadores, desde Orígenes (século III) , costumam aplicar ao Purgatório: «As obras de cada um serão, no seu devido tempo, provadas e reveladas pelo fogo. se elas subsistirem (isto é, se forem boas) o seu autor receberá a paga; se porém forem queimadas, sofrerá o dano, mas ele será salvo por meio do fogo» (ou passando pelo fogo). Mesmo que não possamos afirmar que esta passagem de S. Paulo fale diretamente do Purgatório, contudo, dá-nos implicitamente a substância da doutrina católica sobre ele. Mas que o fogo do Purgatório seja igual ao do Inferno, nunca a Igreja o afirmou. trata-se duma simples opinião que ninguém está obrigado a seguir. O que apenas está definido é que existe o Purgatório, ou seja, um estado de purificação temporária para aqueles que, embora morrendo na graça de Deus, partiram deste mundo sem terem expiado totalmente as suas faltas (D. 456, 464, 70; 723; 777-779, 840, 983, 998). A verdade da existência do Purgatório chegou também até nós pela tradição. Os Santos e grandes Mestres da Igreja, desde os primeiros tempos, testemunham, a crença nesta verdade. As inscrições e lápides sobre os sepulcros pedem orações pelos defuntos para que alcancem paz e descanso. Quer dizer, acreditam que há almas que sofrem na outra vida e que podem ser auxiliadas pelos nossos sufrágios. Isto é: sempre e em toda a parte os católicos fizeram profissão de fé na existência do Purgatório.

Ver Costumes e tradições, em www.es.catholic.

O altar de mortos

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

20550 > Commemorazione di tutti i fedeli defunti 2 novembre MR

MALAQUIAS, Santo

Bispo (1094-1148)

Nasceu em Armagh, Irlanda, pelo ano de 1094. Ficou célebre devido a uma profecia sobre os Papas, cuja autenticidade é contestada. Malaquias, depois de restaurar a ilustre abadia de Bangor (1123) e a diocese de Cannor (1124-1127) , que tinham sido destruídas pela invasão dos Vikings, veio a ser, em 1129, arcebispo de Armagh. Os anos que se seguiram (1129-1137) foram para ele anos de sofrimentos. Vieram dos senhores que tinham como próprios os bens da Igreja e tentaram repetidamente assassiná-lo. Em 1139, partiu para Roma, parando na ida e na volta em Claraval, na casa de seu amigo S. Bernardo. Rogou ao Papa que lhe tirasse o seu cargo, para ir viver como monge em Claraval. A isto respondeu o papa nomeando-o legado pontifício, o que o transformava em primeiro responsável pela Igreja da Irlanda. Foi o como tal que ele mostrou tudo quanto era capaz de fazer (1140-1148), transformando o seu país num dos mais religiosos da cristandade. Malaquias retomou caminho de Roma, em 1148; mas caiu doente chegando a Claraval, e lá morreu duas semanas mais tarde, a 2 de Novembro de 1148. S. Bernardo fechou-lhe os olhos, celebrou a Missa das exéquias e, seguidamente, escreveu-lhe a biografia. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

37650 > San Malachia di Armagh (Mael Madoc  Morgair) Vescovo 2 novembre MR

PIO CAMPIDELLI, Beato
Religioso (1868-1889)

Pio Campidelli, Beato

Pio Campidelli, Beato

Em Trebbio (Itália), no dia 29 de Abril de 1868, nasceu um menino que no baptismo recebeu os nomes de Luís Nazareno Francisco. Seus pais eram humildes agricultores. Em 1874, morreu o chefe da família e a criança foi educada pela mãe e pelos Padres da paróquia. Aos 14 anos, sentindo-se chamado à vida religiosa e sacerdotal e havendo conhecido alguns Padres Passionistas, que tinham pregado uma missão na sua terra, pediu para ser admitido nessa ordem. Superadas várias dificuldades levantadas pela família, no dia 27 de Maio de 1882 vestiu o hábito religioso em Santa Maria di Casale, tomando o nome de Irmão Pio de S. Luís. Passados dois anos, fez a profissão religiosa, acrescentando o quarto voto próprio da sua Ordem de «promover, segundo as próprias forças, a devoção à Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo». Entregando-se com todas as forças aos estudos preparatórios para o sacerdócio, pôs igual empenho em observar com perfeição todas as Regras do Instituto e crescer na prática das virtudes. Eram notórios o seu fervor eucarístico, amor e devoção a Nossa Senhora, alegria e caridade no trato com os confrades e demais pessoas. No dia 17 de Dezembro de 1887 recebeu a tonsura e as quatro ordens menores, conforme as prescrições daquele tempo. Preparava-se para o sub-diaconato, mas não o recebeu porque um ataque de tuberculose pulmonar o prostrou de cama. Consciente de que o seu fim estava próximo. ofereceu generosamente a vida pela Igreja, pelo Sumo Pontifice, pela conversão dos pecadores, pela sua Romanha. Passou as últimas horas de vida como que elevado em êxtase, louvando Deus e lamentando a ingratidão dos pecadores. Contando 20 anos e seis meses, entregou a alma ao Pai celeste no dia 2 de Novembro de 1889. Foi beatificado no dia 17 de Novembro de 1985. AAS 80 (1988) 1097-1100). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

90635 > Beato Pio Campidelli 2 novembre MR

Margarita de Lorena, Santa

Biografía 2 de noviembre

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Etimológicamente significa “ perla”. Viene de la lengua griega. Dice Jeremías: “El Señor dijo a Jeremías: Antes de formarte en el vientre te escogí, antes de salir del seno materno te consagre”. Margarita fue una viuda del siglo XV. A los diez años, durante un paseo que daba por el bosque contemplando su belleza, la sobrina del rey Renato de Sicilia, duque de Angio y Lorena, se escondió con algunas amigas para entregarse a la vida eremítica. A tan corta edad, ya había leído la vida de los santos Padres que habían vivido en el desierto. Y se quedaba admirada de su perfección y de su santidad. En 1463 era todavía una chica adolescente. Sufrió un golpe muy grande cuando supo que su tío había muerto. Se volvió a Lorena, y contrajo matrimonio con el duque de Alençon. La vida de la pareja no fue nada fácil al principio por motivos extraños a su intimidad.  Eran los tiempos de la Guerra de los Cien Años. Su marido murió combatiendo en ella.  Margarita se quedó viuda a los 32 años, y con tres hijos.
Se entregó a su labor educativa sin la intromisión de sus parientes. Una vez que ya los había educado y criado, quiso librarse del peso del ducado que había llevado durante 22 años. Se retiró al castillo de Essai. Lo convirtió en su monasterio particular.. Después llegó a ser monasterio de las Clarisas, Tan abnegada y sacrificada llevó su vida de monja que el mismo obispo le llamó la atención para dejara la penitencia exagerada. Murió en el año 1521. ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

 

Acindino y compañeros, Santos

Mártires de Persia, 2 Noviembre

Acindino y compañeros, Santos

Acindino y compañeros, Santos

San Acindino sufrió el martirio en Persia juntamente con los Santos Pegaso, Aftonio, Elpidoforo, Anempodisto, y otros siete mil cristianos en tiempos del Rey Sapor II (310-381). Estos santos pertenecían a la corte de Sapor, y secretamente cristianos. Cuando el rey inició la persecución contra los cristianos, los paganos envidiosos los denunciaron. Convocados a la presencia de Sapor para el interrogatorio, los santos mártires confesaron su fe en la Santísima Trinidad valientemente. Entonces el rey ordenó que fueran castigados con latigazos.  Sapor decretó que Acindino, Pegaso, Anempodisto y Elpidoforo fueran decapitados, y que no se les permitiera a los cristianos enterrar sus cuerpos.  Una notable muchedumbre , glorificando a Cristo, acompañó a estos santos cuando eran conducidos a las afueras de la ciudad para la ejecución. Entonces por orden de Sapor, los soldados masacraron a todos los cristianos en la procesión (aproximadamente siete mil), incluso san Elpidoforo.  Acindino, Pegaso, y Anempodisto fueron quemados al día siguiente con la madre del emperador. Unos cristianos, fueron de noche secretamente al lugar de la ejecución, y encontraron los cuerpos de los santos mártires indemnes, y los sepultaron dignamente.

Marciano de Siria, Santo

Ermitaño, 2 Noviembre

Marciano de Siria, Santo

Marciano de Siria, Santo

San Marciano nació en Cyrrhus, en Siria. Su padre pertenecía a una familia patricia. Marciano abandonó la casa paterna y partió de su patria. Como no le gustaba hacer las cosas a medias, se retiró a un desierto entre Antioquía y el Eufrates. Ahí escogió el rincón más escondido y se encerró en una estrecha celda, tan baja y tan reducida de tamaño, que no podía estar de pie ni acostado sin encogerse. Tal soledad era como un paraíso para él, pues podía consagrarse enteramente al canto de los salmos, la lectura espiritual, la oración y el trabajo. Sólo se alimentaba de pan y aun eso en pequeña cantidad sin embargo, jamás pasaba el día entero sin comer, pues quería tener fuerzas para hacer lo que Dios le pedía que hiciera. La luz sobrenatural que recibía en la contemplación, le dio un amplio conocimiento de las grandes verdades y misterios de la fe. No obstante su gran deseo de vivir ignorado de los hombres, su fama llegó a otros países y, al fin, tuvo que admitir por discípulos Eusebio y Agapito.
Con el tiempo, fue aumentando el número de sus discípulo y nombró abad a Eusebio. En cierta ocasión le visitaron a un tiempo San Flaviano patriarca de Antioquía y otros obispos para rogarle que les hiciese una exhortación, como tenía por costumbre. La dignidad de su auditorio impresionó a Marciano, quien no supo qué decir durante unos momentos. Como los obispos le incitasen a hablar, les dijo: "Dios nos habla a cada momento a través de las creaturas y del universo que nos rodea. Nos habla también por su Evangelio, en el que nos enseña a cumplir nuestro deber para con los demás y con nosotros mismos. ¿Qué otra cosa podría yo deciros?" San Marciano obró varios milagros y su fama de taumaturgo le molestaba mucho, de suerte que jamás prestaba oídos a quienes acudían a su intercesión para obtener un milagro. Así, en cierta ocasión en que un habitante le pidió que bendijese un poco de aceite para curar a su hija enferma, el santo se negó absolutamente, sin embargo, la enferma recobró la salud en ese mismo instante. Marciano vivió hasta edad muy avanzada. En sus últimos años, sufrió mucho a causa de la importunidad de los que querían conservar su cuerpo cuando muriese. Algunos de éstos, entre los que se contaba su sobrino Alipio, llegaron incluso a construir capillas en diferentes sitios para darle sepultura. San Marciano resolvió el problema al pedir a Eusebio que le enterrase en un sitio secreto. El sitio de su sepultura no fue descubierto sino hasta cincuenta años después de su muerte. Entonces se trasladaron sus reliquias a un sitio que se convirtió en lugar de peregrinación. Todo lo que sabemos acerca de San Marciano procede de la Historia Religiosa de Teodoreto. Puede verse el texto griego, con una traducción latina comentada, en Acta Sanctorum, nov., vol. I.

90984 > Santi Abati di Agauno 2 novembre


93015 > Santi Acindino (Acendino), Pegasio, Aftonio, Elpidiforo, Anempodisto e compagni Martiri in Persia 2 novembre MR

 
75990 > Sant' Ambrogio Abate 2 novembre MR

 
93404 > Santi Carterio, Stiriaco, Tobia, Eudossio, Agapio e compagni Martiri 2 novembre MR

 
20550 > Commemorazione di tutti i fedeli defunti 2 novembre MR

 
93669 > Beati Corrado e Voislao Martiri in Prussia 2 novembre


75985 > San Donnino di Vienne Vescovo 2 novembre MR


76005 > San Giorgio di Vienne Vescovo 2 novembre MR

 
76020 > Beato Giovanni Bodey Martire 2 novembre MR

 
76000 > San Giusto di Trieste Martire 2 novembre MR

 
37650 > San Malachia di Armagh (Mael Madoc ua Morgair) Vescovo 2 novembre MR

 
90418 > San Marciano di Siria Confessore 2 novembre MR

 
90417 > Beata Margherita di Lorena Vedova 2 novembre MR

 
90635 > Beato Pio Campidelli 2 novembre MR

 
76025 > Santa Vinfreda (Gwenfrewi, Winfred of Wales) Vergine e martire 2 novembre MR

 
93125 > San Vittorino Vescovo e martire 2 novembre MR

 


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