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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A generosidade cristã na doação das riquezas - 7 de Novembro de 2012

 
Caros Amigos:
No blogue de Padre Paulo Ricardo, e através do GUIA DE BLOGS CATÓLICOS, encontrei o texto sobre D. Nuno Álvares Pereira, ou melhor SÃO NUNO DE SANTA MARIA, cujo dia foi celebrado ontem dia 6 de Novembro em Portugal, que transcrevo em seguida:

 

A generosidade cristã na doação das riquezas

Um exemplo do poder dos legistas ou juristas do direito romano podemos constatar num episódio da vida de São Nuno de Santa Maria, o famoso Condestável de Portugal Dom Nun’Álvares Pereira. Naquele tempo (século XIV) já estava bastante sedimentada a ideia de que o Estado é o senhor de tudo, superior a todos os indivíduos e organismos sociais intermediários. Essa ideia fazia parte de um princípio jurídico defendido pelos legistas do chamado direito romano e predominava em vários países. Na França, desde o tempo de “Felipe o Belo” (início do século XIV) que tal princípio predominava: foi este o motivo da afronta perpetrada por aquele rei (que, por sinal, era neto de São Luís IX) contra o Papa Bonifácio VIII, mandando esbofeteá-lo em praça pública. Para demonstrar que o Estado era superior à igreja, fez com que a autoridade papal sofresse uma humilhação pública. Quer dizer, era uma demonstração de força para comprovar a legitimidade de seu poder de regência e, de outro lado, da ilegitimidade do poder regencial dos papas, que só deve reger as almas. Era, assim, a demonstração da regência pela força e não pelo amor filial.



Em Portugal, tais princípios demoraram a chegar. A nação encontrava-se em guerras constantes com seu antigo reino, o de Castela, e por mais de uma década lutou bravamente para confirmar sua independência e seu reino. Nessa luta, foi de capital importância a participação do grande Condestável, Dom Nuno Álvares Pereira. Quando, finalmente, o país começou a auto-reger-se, a ideia da supremacia estatal já predominava na Europa por causa da influência dos legistas, e terminou por influenciar o rei de Portugal.
Quando a guerra acabou, o Condestável havia concentrado em suas mãos uma riqueza incalculável, formada em geral pelos despojos e pelos butins que arrebatava dos inimigos e dos presentes que recebia do rei e dos amigos. Dizia-se que lhe pertencia a metade do reino. Tinha três condados, o de Ourém, o de Barcelos e o de Arraiolos. Possuía ainda os senhorios de Braga, Guimarães, Chaves, Montalegre, Porto de Mós, Ourém, Almada, Vila Viçosa, Sousel, Alter do Chão, Montemor o Novo, Arraiolos, Évora Monte, Estremoz, Borba, Monsaraz, Portel e Loulé. Tinha também um privilégio ímpar no reino, chamado de "regalengo", que consistia no direito de cunhar moeda em vários lugares, onde também auferia as rendas de tributos que lhe eram devidos por causa das guerras que ganhara. Os invejosos chegavam a espalhar os boatos de que Dom João I resolvera dividir o reino com Nun'Álvares desde o momento em que, juntos, no ano de 1384 partiram para fundar a nova dinastia de Avis.
Muitos eram aqueles que tinham inveja de tais riquezas, e o Condestável mostrou completo desapego às mesmas, resolvendo doar tudo. As pessoas mais beneficiadas com estas dádivas foram seus próprios homens, com os quais dividiu dinheiro, propriedades, joias e tudo o que ganhara ao longo destes dez anos. Considerava que seus soldados e cavaleiros haviam sido seus sócios naquela empresa, com os quais dividiu sacrifícios e desgostos, e por isso teria que dividir também os louros da vitória. Sentia vergonha de se encontrar tão rico, ao lado de seus cavaleiros, soldados e peões, seus fiéis companheiros de armas, sem nada possuir ou com poucas posses. No final, ao terminar de dividir tudo, percebeu que havia ficado apenas com o hábito de sua Ordem, que nunca largara. Tal desapego em doar todos os seus bens deveria causar assombros de admiração, mas em muitos aumentava mais a inveja ao perceberem que Dom Nuno com este ato se elevava ainda mais em superioridade, erguendo-o muito acima do comum dos vassalos do reino.
E o ciúme invejoso açulou alguns assessores do rei, principalmente os juristas, a verem um mal naquele ato. Alegavam que Dom Nuno não podia doar aqueles bens, pois não lhe pertenciam e sim ao reino. Aquelas doações representavam uma afirmação pura e simples de soberania aristocrática, contrária ao novo conceito jurídico que surgia na Europa em que o Estado era o único elemento soberano numa nação. Era como se fosse uma afronta ao novo conceito de monarquia recém-nascido em Portugal com a dinastia de Avis.
Levaram a Dom João I vários argumentos jurídicos, terminando por convencê-lo a chamar o Condestável à corte a fim de rever as doações que fizera a seus homens. A oposição daqueles homens para com suas doações fizera Dom Nuno ficar muito confuso, pois não entendia porque havia ele conquistado todos aqueles bens e não os podia doar a quem quisesse. Percebeu claramente que tal oposição não passava de obra da inveja. Lutou bravamente para manter a validade de suas doações. Como ficaria ele perante seus homens? Como chegaria até eles e pedir tudo de volta para entregar ao rei, que não era dono de nada daquilo?
Como Nun'Álvares se recusasse a reaver os bens doados para os entregar ao reino, Dom João foi convencido pelos juristas e assessores de que fizesse expropriação de tudo, usando simplesmente o poder da força. Seria um ato arbitrário, mas os legistas haviam preparado uma bem arrumada documentação para reforçar os argumentos do ato real. Quando Dom João I lavrou a sentença, Dom Nuno já havia partido da corte para o Alentejo.
Que pensava fazer ele? Mandou reunir seu exército, aquele mesmo que o acompanhara durante mais de dez anos, onde estavam os homens mais fiéis que haviam, e lhes comunicou o que estava ocorrendo e qual a sua decisão. Disse-lhes que o rei queria tomar todos os bens que ele havia doado, que lhe pertenciam há muito tempo, e perante tal afronta ele havia decidido abandonar o reino e partir para o exterior a procura de outro senhor a quem pudesse servir mais dignamente. Quem quisesse poderia ir com ele, ou então ficasse porque ninguém estava obrigado a segui-lo naquela viagem. Todos seus homens resolveram partir com seu senhor, e logo de imediato tomaram o rumo da fronteira.
A notícia logo voou até a corte. Quando Dom João tomou conhecimento da decisão de Dom Nuno, sabendo que tipo de caráter ele possuía e do que seria capaz, mandou urgentemente um emissário procurá-lo. Quando o emissário partiu, logo partiram também na mesma direção alguns personagens de grande peso na corte. Tinham a intenção de fazer o Condestável mudar de propósito. Encontraram-no no caminho, e a todos Dom Nuno respondeu que iria pensar nas novas propostas e pedidos do rei, que era muito seu amigo.
Em pouco tempo, o caso ficou resolvido. O rei voltou atrás e anulou as expropriações feitas. As doações ficaram mantidas, mas ele pediu a Nun'Álvares que viesse na corte a fim de assinar um documento protocolar. Era um "jeitinho" que o bom diplomata de Avis achara para contentar a ambos: aos legistas e a Dom Nuno. O Condestável assinaria um documento transferindo todos os bens para o reino, e no mesmo momento o rei assinaria outro documento doando todos aqueles bens aos atuais possuidores.
Dentro de pouco tempo o Condestável teve a oportunidade de provar que não guardava nenhuma amargura contra o seu rei. Tendo o rei de Castela rompido novamente as pazes e invadido algumas localidades portuguesas, Dom João I convocou alguns fidalgos de sua corte para preparar a defesa sem pensar em Dom Nuno. Sabendo que seu Condestável estava muito magoado com os últimos acontecimentos, preferiu pedir apoio dos outros seus fidalgos mais fiéis. O rei aguardou algum tempo em Santarém pela chegada das forças para repelir os invasores, mas ficou frustrado pela completa deserção de seus melhores homens. Após longa espera, havia se decidido a voltar para Lisboa porque ninguém tinha atendido seu apelo. De repente, vê chegar um destacamento militar composto de mais de mil e duzentas lanças, comandado pelo incansável Nun'Álvares Pereira. Mesmo sem ser convocado, ao saber de que o rei precisava dele, marchou imediatamente ao seu encontro. O rei exultou de contentamento, quase chorava de alegria porque sentia naquele gesto de Dom Nuno a completa reconciliação dos dois.
Numa breve correria, o Condestável fez voltar aos homens do exército real português a antiga alegria de combater pela nova monarquia. Depois de haver vencido aqueles rápidos combates, resolveu repartir o butim de guerra ali mesmo com seus homens, pois queria evitar alguma querela com os juristas da corte. Em seguida, voltou para o seu Alentejo, onde morava com a mãe e a filha, enquanto o rei seguia para Avis.

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Post colocado em 7-11-12  -  23,10 horas

ANTÓNIO FONSECA

5º Ano de Edições diárias em Blogue - 7 de Novembro de 2012

 

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Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Em dia de festa de aniversário, já assinalado na penúltima mensagem, queria agradecer a todos os que eventualmente OU NÃO têm passado por aqui, pelo menos para dar uma simples “olhadela”, ou mesmo para ler, e fazerem alguns comentários, o que me tem dado força para prosseguir ATÉ QUANDO DEUS QUISER a elaboração deste blogue.

Não vou historiar mais uma vez os contratempos que tive (e foram muitos…) – pois isso é PASSADO –. o que conta é o PRESENTE – e o FUTURO A DEUS PERTENCE.

Vou sim debitar aqui alguns números (que ocorrem precisamente hoje).

Então, é assim:

Início 5 anos sobre o nascimento deste blogue;

Faz hoje, exactamente, 1462 dias que foi iniciado;

Relativamente ao presente ano (2012) o número de edições é 312;

Foram editadas 3072 mensagens;

Contam-se 84 Seguidores (mais ou menos diários…) – embora haja muitos mais que não figuram nas fotos dos Seguidores, – creio que por deficiências técnicas que ainda não consegui detectar nem resolver;

O contador de visitas que coloquei em 20/6/2012, na coluna lateral do blogue, conta agora com 5274 Visitantes em muitos países do mundo;

Desde 1 de Janeiro do corrente ano, passaram já por aqui, 80667 Visitantes;

De entre os muitos blogues que venho seguindo há alguns anos, 9 delesFACE CATÓLICO”, “O SER PROFETA DAS NAÇÕES”, “CATÓLICOS COM JESUS”, “LUCERE ET FOVERE”, “ALMAS E CASTELOS”, “VOZ DA IGREJA”, “IRMANDADE DE BLOGS CATÓLICOS”, “UNIÃO DE BLOGS CATÓLICOS”, “GUIA DE BLOGS CATÓLICOS”, têm o seu “selo” indicativo colocado na já citada coluna lateral.

Devo referir que três últimos IRMANDADE DE BLOGS CATÓLICOS”, “UNIÃO DE BLOGS CATÓLICOS”, “GUIA DE BLOGS CATÓLICOS” são coletâneas de centenas de blogs, de que logicamente eu também faço parte – embora com carácter eventual.

Neste momento, não posso ainda quantificar, pois ainda não tive oportunidade de o fazer, mas refiro que diariamente recebo cerca de uma centena de emails ou newletters dando-me conhecimento sobre vários textos, que por vezes também transcrevo para o meu blog.

Na parte final; constam ainda muitas centenas de blogs, (não estão por ordem alfabética e por isso acontece que alguns deles estão repetidos, do que me penitencio…) que fazem o favor de me contar entre os seus Seguidores, e que por minha parte, são visitados de vez em quando (não diariamente, claro, pois tal seria impossível…).

Nestes últimos dias, conforme informo no cabeçalho, procedi a algumas alterações de Layout e provavelmente devo continuar a fazê-lo. Infelizmente, no que concerne à imagem que pretendo colocar para identificar o meu blogue, tenho dois problemas para resolver: O primeiro é encontrar de facto uma imagem que possa representar verdadeiramente o nome do blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos), (que ainda não encontrei…) e o segundo é, conseguir que essa imagem que venha a encontrar (ou a imagem que lá se encontra neste momento), possa ser inserida num tamanho igual ao do cabeçalho, ou um pouco mais pequena, mas devidamente centrada, e INFELIZMENTE NÃO CONSEGUI AINDA FAZÊ-LO. Espero que me ajudem a resolver este problema.

photo 

 

Resta-me agradecer a todos os meus leitores de sempre, eventuais e também, os de hoje, o facto de terem por aqui passado.

E, para acabar como deve ser e já que estamos no ANO DA FÉ, transcrevo em seguida o

CREDO – Símbolo dos Apóstolos

Creio em Deus,

Pai, Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra;

e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;

que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;

nasceu da Virgem Maria;

padeceu sob Pôncio Pilatos,

foi crucificado, morto e sepultado;

desceu à mansão dos mortos;

ressuscitou ao terceiro dia;

subiu aos Céus;

está sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso,

de onde há-de vir a julgar os vivos e os mortos.

Creio no Espírito Santo;

na Santa Igreja Católica;

na comunhão dos Santos;

na remissão dos pecados;

na ressurreição da carne;

na vida eterna.

Ámen.

LOUVADO SEJA DEUS PAI, SEU FILHO NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS. ÁMEN

 

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Post em 7-11-12 – 12,00 horas

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1462-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Génesis “46” - 7 de Novembro de 2012 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1462 - 2ª Página
7 de Novembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO
G É N E S I S

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JACOB EMIGRA PARA O EGIPTO
46 – JACOB EMIGRA PARA O EGIPTOIsrael partiu com tudo o que lhe pertencia e chegou a Bersabé, onde imolou vítimas ao Deus de seu pai Isaac. Deus falou a Israel numa visão durante a noite e disse-lhe: «Jacob! Jacob!» Ele respondeu: «Eis-me aqui». E Deus prosseguiu: «Eu sou o Senhor, Deus de teu pai: não hesites em descer ao Egipto, porque tornar-te-ei ali uma grande nação. Eu mesmo descerei contigo ao Egito; e Eu mesmo far-te-ei voltar de lá; e será José quem te fechará os olhos». Jacob partiu de Bersabé. Os filhos de Israel fizeram subir Jacob, seu pai, assim como as suas mulheres e os seus filhos, para os carros enviados pelo Faraó para os levar. Tomaram, os seus rebanhos e os bens que haviam adquirido no país de Canaã e foram para o Egipto, Jacob e toda a sua família: os seus filhos e os seus netos, as suas filhas e as suas netas e toda a sua descendência, acompanharam-no para o Egipto.
Eis os nomes dos filhos de Israel que entraram no Egipto: Jacob e seus filhos: Ruben, o primogénito de Jacob, e os filhos de Ruben: Henoc, Pallu, Heçon e Karmi; e os filhos de Simeão: Jemael, Yamin, Ogad, Yakhin e Çohar; depois Chaul, filho da Cananeia. Os filhos de Levi; Gerson, Kehat e Merari. Os filhos de Judá: Er, Onan, Cheda, Pereç e Zerach. Er e Onan morreram no país de Canaã; e os filhos de Pereç foram Heçron e Hamul. Os filhos de Issacar: Tôla, Fua, Job e Chimron. Os filhos de Zabulão: Sered, Elon e Yahleel. São estes os filhos de Lia, que os deu a Jacob no território arameu, e depois Dina, sua filha. Total dos seus filhos e das duas filhas: trinta e três. Os filhos de Gad: Cifion, Hagui, Chuni, Eçbon, Eri, Ardi e Areli. Os filhos de Aser: Ymna, Yichua, Yechui, Beria e Serah, sua irmã; e os filhos de Beria: Heber e Malkil. São estes os filhos de Zilpa, que Labão dera a Lia, sua filha: foi ela que os deu a Jacobdezasseis pessoas. Os filhos de Raquel, mulher de Jacob: José e Benjamim. Asenat, filha de Pôt-Pera, sacerdote de On, deu a José, no Egipto, Manassés e Efraim. E os filhos de Benjamim. Bela, Beker, Achbel, Chera, Naaman, Ehui, Rôch, Muppim, Huppim e Ard. São estes os filhos de Raquel, que ela deu a Jacob, ao todo sete pessoas. E todas as pessoas da família de Jacob e descendentes dele, que entraram no Egipto, além das mulheres dos filhos de Jacob, foram ao todo sessenta e seis pessoas. Depois, os filhos de José, que nasceram no Egipto: duas pessoas. Total dos indivíduos da casa de Jacob que se encontraram reunidos no Egipto: setenta pessoas.

Encontro com JoséJacob mandara Judá adiante encontrar-se com José, para que este preparasse a sua entrada em Gessen. Quando chegaram ali, José mandou atrelar o seu carro e foi a Gessen, ao encontro de seu pai. Ao vê-lo, lançou-se-lhe ao pescoço e chorou durante muito tempo entre os seus braços. E Israel disse a José: «Agora posso morrer, pois vi o teu rosto e ainda vives».

José disse aos irmãos e à família de seu pai: «Vou regressar, a fim de informar o Faraó; dir-lhe-ei: – Meus irmãos e toda a família de meu pai, que viviam no país de Canaã, vieram para junto de mim. Esses homens são pastores de rebanhos, pois possuem gado; trouxeram o seu gado miúdo e graúdo e tudo o que possuíam. Agora, quando o Faraó vos mandar chamar e disser: «Em que vos ocupaisRespondereis: «Os teus servos dedicam-se ao gado desde a sua juventude até ao presente, assim como os nossos pais. Desta forma, podereis viver na província de Gessen, porque os egípcios abominam, todos os pastores de gado miúdo».

 

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José decifrando os sonhos do Faraó

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7 de Novembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1462-1 – (312-12) – SANTOS DE CADA DIA - 7 de Novembro de 2012 - 5º ANO

 
antoniofonseca1940@hotmail.com

E

finalmente

cheguei!

aonde?…

ao fim  do 4º ano…

e entrei no

5º ano de existência.


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De facto em 3 de Novembro de 2008, editei um número experimental deste blogue sob o título CONFERÊNCIA VICENTINA DE SÃO PAULO, o qual me serviu de porta de ensaio, para que passados 4 dias, precisamente no dia 7, iniciasse a entrada diária neste mundo cibernético.

Independentemente de vários obstáculos que me foram surgindo pelo caminho que originaram várias interrupções pontuais, que no entanto não afectaram a publicação diária, porquanto procurei sempre escrever (ou transcrever textos) antecipadamente dois ou três dias, colocando-os em lista de espera para serem publicados, fui forçado ainda a alterações do Título, em Setembro de 2009, data em que passou a designar-se como: COMUNIDADE DE SÃO PAULO DO VISO, que em Outubro seguinte, passou para o título atual SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

E aqui estou eu, pela graça de Deus, decorridos 4 anos de muito trabalho e algumas frustrações, mas muitas alegrias, procurando dar o meu pequeno contributo, como Católico, a espalhar a Palavra de Deus conforme me é possível fazê-lo:

Isto é, além das vidas de Santos; textos das Epístolas de S. Paulo; dos Evangelhos de S. Mateus, S. Marcos, S. Lucas e S. João; Novo Testamento e agora o ANTIGO TESTAMENTO; textos de vários livros, como CAMINHANDO COM SÃO PAULO, etc.,; textos de vários sites de referência como www.es.catholic., www.santiebeati.it, www.wikipedia www.ecclesia.pt, etc., e de outras proveniências… tenciono permanecer aqui, enquanto Deus o permitir.

LOUVADO SEJA DEUS,

NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA

PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS. AMEN.

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Nº 1462-1 - (312-12)
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Nº 1462-1 – (312-12)

VICDENTE GROSSI, Beato
Sacerdote (1845-1917)

 

Nasceu de pais pobres, Baltazar Grossi e Madalena Capellini, no dia 9 de Março de 1845, penúltimo de sete irmãos. Vencidas não poucas dificuldades, entre as quais avultava a pobreza da família, entrou no seminário de Cremona, a 4 de Novembro de 1864, quando contava quase 20 anos. Ordenou-se a 22 de Maio de 1869. Tendo durante 4 anos dado mostras de grande zelo, prudência e santidade de vida no trabalho de coadjutor de vários párocos, o Bispo da Diocese finalmente encarregou-o da paróquia de Regona, onde reinavam a heresia e as rivalidades. O que foi a vida do Padre Grossi a partir desta data, expressou-o Paulo VI na homilia da beatificação no dia 1 de Novembro de 1975: «Foi pároco durante 44 anos, com todos os afazeres que tal vida leva consigo, desde a pregação viva e posta em dia até ao delicado desvelo pelos enfermos, desde as tarefas espirituais até às administrativas. A entrega, que nele estava inflamada por uma fé profunda, impele-o a pensar sobretudo nas crianças e adolescentes. Para cuidar deles, funda o Instituto das Filhas do Oratório, que se ocupa especialmente do catecismo nas paróquias. Apostolado simples, grande, insubstituível, sem o qual não se põe fundamento algum na vida cristã. O Padre Grossi foi assim: com a solidez das suas generosas virtudes, escondidas no silêncio, purificadas pelo sacrifício e mortificação, aperfeiçoadas pela obediência, deixou um sulco profundo na Igreja, que hoje o propõe como modelo e lhe reza como intercessor». A fundação do Instituto das Filhas do Oratório não foi fácil. Com efeito, o Bispo de Cremona, D. Jeremias Bonomelli, de quem dependia o Padre Grossi, fez demorar muito a sua resposta de aprovação nas Constituições, quer terminou por ser negativa. A comunidade nascente mudou-se então para Maleo, na diocese de Milão, com a anuência do Bispo dessa diocese. Em Dezembro de 1900, depois da visita pastoral a Vicobellignano, onde era pároco o Padre Grossi. D. Bonomelli decidiu-se finalmente a aprovar as Constituições do Instituto e recomendou as Irmãs aos párocos da diocese. A Congregação desenvolveu-se normalmente. Em 1915 era aprovada pela Santa Sé, o que foi uma grande consolação para o Padre Grossi, que veio a falecer santamente no dia 7 de Novembro de 1917, depois de uma vida totalmente consagrada a Deus e ao bem do próximo. AAS 46 (1954) 776-8; 65 (1973) 561-5; 68 (1976) 168-7. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

VILIBRARDO, Santo

Bispo (658-739)

Willibrordo, Santo

Willibrordo, Santo

Nasceu em Northumbria, na Irlanda, em 658, e morreu em Echternach, no Luxemburgo, a 7 de Novembro de 739. «Durante cinquenta anos, escreve Alcuíno, este grande missionário e grande amigo de Cristo dedicou-se, dia após dia, à conversão dos infiéis». Em 690, quando Pepino d’Herstal terminava a conquista da Frísia, Vilibrardo chegou lá, vindo do seu país, à frente dum grupo de anglo-saxões. Em 695, o papa Sérgio I consagrou-o bispo de Echternach. Era de Utrecht e Echternach que os seus missionários partiam para evangelizar os povos da Renânia ainda pagãos. Vilibrardo chegou até à Dinamarca e mesmo, parece, à Turíngia. Batizou Pepino, o Breve, pai de Carlos Magno. Foi sepultado em Echternach, onde todos os anos, desde o século XIV, na terça-feira de Pentecostes, uma procissão dançante (cinco passos para a frente e três para trás) se realiza em sua honra. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

ERNESTO, Santo

Monge (1147)

Ernesto, Santo

Ernesto, Santo

A primeira cruzada atingiu a sua finalidade (1099), e chegou até mais além; não só reabriu a estrada dos Lugares Santos aos peregrinos; permitiu mesmo fundar quatro Estadozinhos cristãos em terras islamitas: Jerusalém, Antioquia, Edessa e Trípoli. Mas desde 1144, a queda de Edessa ficou mostrando que os muçulmanos eram capazes de retomar aos Francos o que estes lhes tinham tirado, mesmo Jerusalém. Foi para obstar a este perigo que se realizou a segunda cruzada (1147-1149). Foi um desastre. Dos 200 mil homens e mulheres que partiram então para o Oriente, só regressaram alguns milhares. Ernesto de Steissklingen foi dos que não voltaram. Na juventude, fizera-se monge na abadia mista de Zwiefaklten (numa margem do lago de Constança). Durante cinco anos, governou-a como abade (1141-1146). Ela contava então setenta religiosos de coro, cento e trinta irmãos «barbados» ou conversos, e setenta e duas monjas. Em 1146, Ernesto apresentou a demissão para ir como cruzado, e no ano seguinte juntou-se ao exército alemão, comandado pelo imperador Conrado III. Ao despedir-se da comunidade, dissera: «Já não conto tornar-vos a ver cá na terra, porque Deus vai-me conceder, assim espero, derramar o sangue por Ele. Pouco importa aliás a morte que me está reservada, contanto que me permita sofrer por amor de Cristo Senhor». Realizaram-se estas suas previsões, e nunca se soube onde e como morreu. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

 

Novembro 7 Presbítero Jesuíta,

Antonio Baldinucci, Beato

Antonio Baldinucci, Beato

Nesta data se celebra a festa do Beato Antonio Baldinucci na Companhia de Jesús e em várias dioceses de Itália, onde o beato trabalhou. Antonio nasceu em Florença. Era o quinto filho de Catalina Scolari e Felipe Baldinucci. Seu pai, que era pintor e escritor, se restabeleceu de uma enfermidade, graças à intercessão de Santo Antonio de Pádua, e prometeu que consagraria a Deus a seu próximo filho. O menino nasceu em 1665, precisamente na oitava da festa de Santo Antonio, e recebeu aquele nome no baptismo. Seu pai o educou desde o principio para o sacerdócio. Os Baldinucci habitavam na mesma casa de Via degli Angeli, em Florença, onde São Luís Gonzaga havia vivido um tempo quando menino e, a recordação deste santo exerceu uma influência profunda em Antonio. Aos dezasseis anos, pediu a admissão na Companhia de Jesús, coisa que lhe foi concedida, apesar de sua saúde não ser muito robusta.. Antonio havia querido ir missionar as Índias, mas seus superiores o dedicaram ao ensino dos jovens e à pregação nas confrarias, primeiro em Terni e depois em Roma. Como sufriese de fuertes jaquecas, sus superiores le enviaron de nuevo a Florencia y, después, a varios colegios situados en el campo. La salud de Antonio empezó a mejorar y comenzó a predicar con gran éxito. A los treinta años recibió la ordenación sacerdotal. Cuando terminó el año de su tercera probación, se ofreció nuevamente para las misiones de las Indias, pero sus superiores no accedieron, sino que le enviaron a trabajar a Viterbo y Frascati. Ahí pasó el beato los treinta años que le quedaban de vida, trabajando sobre todo entre los pobres e instruyendo al pueblo. Para atraer a las gentes, empleaba métodos muy llamativos, semejantes a los que usó San Pedro Claver con los negros y el Beato Julián Maunoir con los bretones. En efecto, solía organizar imponentes procesiones, desde diversos sitios hacia el centro de la ciudad, que era donde predicaba, con los penitentes que llevaban coronas de espinas y se disciplinaban. El beato predicaba a menudo con una cruz sobre los hombros o cargado de cadenas y movía a compasión al pueblo al aplicarse feroces disciplinas en las calles. Una vez que había conseguido impresionar a las gentes y hacerse oír, empleaba métodos más ordinarios. A fin de guardar el orden entre las multitudes que acudían a oírle, solía organizar un cuerpo de guardias, escogidos generalmente entre aquellos que llevaban una vida notoriamente licenciosa, con lo cual se los ganaba y conseguía que oyesen sus consejos. Por regla general, la misión terminaba con la quema pública de barajas, dados, imágenes obscenas y otros objetos que fuesen ocasión de pecado. El juego, las venganzas violentas y el libertinaje, estaban a la orden del día pero el celo del Padre Antonio lograba conversiones duraderas y le movía a dejar organizadas buenas obras. Aunque predicaba constantemente misiones, con el trabajo que ello supone, tuvo tiempo para escribir numerosos sermones e instrucciones, por no hablar de su amplia correspondencia. Rara vez dormía más de tres horas y lo hacía siempre sobre un lecho de tablas. Ayunaba tres días por semana. En vista de su prodigiosa actividad, el Papa Clemente XI le dispensó de la recitación del breviario, pero el beato jamás hizo uso de esa dispensa. En veinte años, predicó 448 misiones en trece diócesis de los Abruzos y de la Romaña. En 1708, fue a predicar la cuaresma en Liorna, por orden del duque Cosme III. Llegó descalzo, vestido con una vieja sotana y con su equipaje sobre los hombros. Los nobles no asistieron al principio sus sermones, pero el beato acabó por ganárselos, y desde entonces, predicó siempre durante la cuaresma en alguna de las ciudades más importantes de la región. El año 1776 Italia se vio asolada por un hambre terrible, y el beato Antonio trabajó incansablemente por socorrer a los necesitados. Aunque apenas tenía algo más que cincuenta años, estaba consumido por la fatiga y con dificultad pudo soportar aquel esfuerzo. Dios le llamó a Si el 7 de noviembre del año siguiente. Durante una misión que había predicado en Carpineto en 1710, se hospedó en la casa de la familia Pecci, que más tarde había de dar a la Iglesia al Papa León XIII. Antonio Baldinucci fue precisamente beatificado por dicho pontífice en 1893.

 

• Florêncio de Irlanda, Santo

Novembro 7 Fundador,

Etimologicamente significa “florescente”. Vem da língua latina. Disse Isaías: “ Buscai ao Senhor, ele se deixará encontrar pois é grande seu perdão”. Como estás vendo pelo Santoral, há santos de todas as condições sociais. A santidade é um dever de todo crente. Florêncio pertencia a uma das famílias mais ilustres de Irlanda.

Havia ouvido falar de Jesús. E sem o pensar duas vezes, empreendeu caminho até França. A razão não era outra que sabia que existiam bons mestres na fé do Ressuscitado. Se preparou a fundo para receber o baptismo e fazer-se cristão. Se deu perfeita conta de que Deus o chamava a que começasse o caminho da santidade.

Já estabelecido em França, construiu uma ermida na Alsácia muito perto do rio Hazle, nos Vosgos. Ali se passava o dia fazendo oração de contemplação ante a bela paisagem com que o brindava a natureza. Pouco a pouco a gente se foi inteirando de que ali havia um ermitão com fama de santidade. O próprio rei Dagoberto ia a miúdo a esta região. Se inteirou dos prodígios que fazia o solitário irlandês. Após haver falado com ele, nomeou-o bispo de Strasburgo. Era um privilégio que tinham então alguns reis cristãos. Não queria aceitar, mas no fim cedeu pelos intensos rogos do monarca. E diz sua biografia que o fez tão bem que se converteu no pai e guia de todos seus paroquianos. Fundou o mosteiro de Haselach e a colegiata de santo Tomás, que foram dois centros de verdadeira espiritualidade. Morreu no ano 693. Felicidades a quem leve este nome!

• Herculano de Perugia, Santo

Novembro 7 bispo e mártir,

Herculano de Perugia, Santo

Herculano de Perugia, Santo

Quando os godos tomaram a cidade de Perugia, depois de sete anos de sitio, o rei Totila condenou o bispo Herculano a uma morte terrível, já que os verdugos deviam arrancar-lhe tiras de pele desde a cabeça até aos pés antes de o decapitar. O lhe ter arrancado toda a pele. Era o ano 547 de nossa era. O corpo do mártir foi atirado para fora da cidade. Os cristãos se apressaram a sepultar o cadáver junto com a cabeça. São Gregório o Grande afirma que, quando o desenterraram para o trasladar para a igreja de São Pedro, quarenta dias depois, a cabeça estava unida ao tronco como se nunca tivesse sido cortada. Sobre o santo que nos ocupa, se tem o dado certo de que um jovem que buscou refúgio em Perugia, quando todos tomaram Tifernum (Cita di Castello), recebeu ali a ordenação sacerdotal de mãos de Santo Herculano. Posteriormente, aquele sacerdote foi o bispo de Tifernum e foi canonizado como São Florindo, a quem se comemora em 13 deste mês. Os habitantes de Perugia veneram também a outro Santo Herculano bispo de dita cidade. Segundo se diz, era um sírio que havia ido a Roma, de onde foi enviado a evangelizar Perugia. Aí morreu martirizado. Provavelmente os dois Herculanos se identificam.

• Lúcía de Settefonti, Beata

Novembro 7 Virgem,

Lucía de Settefonti, Beata

Lucía de Settefonti, Beata

Casta virgem de Bolonha, chamada de Settefonti, não longe de Ozzano Emilia, onde estava o mosteiro de Santa Cristina onde com outras companheiras Lúcía professou na Ordem Camaldulense. Viveu, com odor de santidade, durante o século XII. Em redor de sua figura de monja e abadessa se divulgaram narrações populares que, atestam o valor de sua intercessão e caridade fraternal, aumentando seu culto particularmente na igreja de Santa Cristina em Bolonha. Desde aqui em 7 de Novembro de 1753, o Cardeal Palleoti trasladou as relíquias para a Igreja de Santo André de Ozzano onde hábia outro mosteiro do mesmo nome. Pio VI em 1779 confirmou a devoção e fixou sua festividade para 7 de Novembro.

• Prosdócimo de Pádua, Santo

Novembro 7 Primeiro bispo de Pádua,

Prosdócimo de Padua, Santo

Prosdócimo de Pádua, Santo

Segundo uma piedosa tradição, santo Prosdócimo, primeiro bispo de Pádua, foi enviado pelo apóstolo são Pedro a anunciar a boa nova em terras euganeas. Santo patrono da cidade de Euganean, e também, segundo a opinião de muitos estudiosos, provável evangelizador da Veneza ocidental inteira. Santa Justina, Virgem e Mártir, foi convertida e batizada por Santo Prosdócimo, sendo este um claro exemplo do trabalho apostólico do santo bispo de Pádua

76390 > Sant' Amarando (Amaranto) Martire 7 novembre MR

 
90402 > Beato Antonio Baldinucci Sacerdote gesuita 7 novembre MR

 
76380 > Sant' Atenodoro Vescovo nel Ponto 7 novembre MR


92738 > San Baudino (Baldo) Vescovo di Tours 7 novembre MR

 
76410 > San Cungaro Abate 7 novembre MR

 
93704 > Beata Eleonora di Portogallo Regina, mercedaria 7 novembre

 
76425 > Sant' Engelberto di Colonia Vescovo 7 novembre MR

 
93264 > Sant' Ercolano di Perugia Vescovo e martire 7 novembre MR

 
76400 > Sant' Ernesto di Zwiefalten Abate 7 novembre


76450 > San Fiorenzo di Strasburgo Vescovo 7 novembre MR

 
90893 > Santi Giacinto Castaneda e Vincenzo Le Quang Liem Martiri 7 novembre MR

 
95889 > Beato Giuseppe Vega Riano Sacerdote e martire 7 novembre


93020 > Santi Ierone e compagni Martiri 7 novembre MR

 
76420 > San Lazzaro il Galesiota Stilita 7 novembre MR

 
76525 > Beata Lucia da Settefonti Vergine 7 novembre


92874 > San Mamante e compagni Martiri a Melitene 7 novembre


92818 > Santi Melasippo, Cassina (Carina) ed Antonio Genitori e figlio, martiri 7 novembre


76440 > San Pietro Wu Guosheng Martire 7 novembre MR

 
76500 > San Prosdocimo di Padova Protovescovo 7 novembre MR

 
91217 > San Prosdocimo di Rieti 7 novembre


95876 > Beato Serviliano Riano Herrero Religioso e martire 7 novembre


90816 > Tutti i Santi dell'Ordine Domenicano 7 novembre


76600 > San Villibrordo Vescovo 7 novembre MR

 
76650 > Beato Vincenzo Grossi Sacerdote 7 novembre MR

 

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