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sábado, 17 de novembro de 2012

Nº 1472-1 - (322-12) - SANTOS DE CADA DIA - 17 de Novembro de 2012 - 5º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1472-1 - (322-12)



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Nº 1472-1 – (322-12)



ISABEL DA HUNGRIA, Santa

Viúva (1207-1231)
Isabel de Hungra, Santa
Isabel de Hungria, Santa
Filha de André II, rei da Hungria, e de Gertrudes de Merânia, Isabel foi prometida em casamento, pouco depois de nascer, a Luís, duque hereditário da Turíngia. Aos quatro anos, - nascera em 1207 – levaram-na, num berço de prata, para o castelo de Marburgo, onde a esperava o noivo, de onze anos. Casaram-se em 1220. Em 1222 Luís IV partiu para a cruzada e lá morreu. Ficaram-lhe do matrimónio um filho e duas filhas. Já antes do casamento, Isabel tinha sofrido muito. Tendo-lhe morrido o futuro sogro, a viúva e o irmão do defunto tentaram recambiá-la para a Hungria. Não o conseguiram devido ao amor que o seu prometido lhe dedicava, mas fizeram tudo o que puderam para a perseguir. Num dia de festa da Assunção, em que acompanhou à Igreja a futura sogra, Isabel tirou a coroa e prostrou-se durante muito tempo diante do crucifixo. Aborrecida a megera começou a escarnecer dela, dizendo: «Quando é que encerras essa cena de te deitares por terra como mula velha e cansada? Pesa-te muito a coroa? Pareces uma labrega, dobrada em duas, dessa maneira!». Levantando-se Isabel apenas observou que não pudera conservar na cabeça uma coroa de pérolas, diante do Cristo Crucificado e coroado de espinhos. Logo que se soube da morte de Luís IV, Isabel foi expulsa da corte pelo tio do defunto, encarregado da regência. Saiu de noite, com o filho mais novo ao colo e os outros agarrados às saias. teve de se abrigar num curral de porcos, até que foi socorrida por uma pobre pelos franciscanos de Eisenach. Ninguém mais se atreveu a ajudá-la, com receio de desagradar ao regente; os próprios mendigos e enfermos que ela tinha socorrido julgaram que procediam bem, insultando-a. Foi seu tio, o bispo de Bamberga, que por fim lhe deu asilo. Entretanto, os companheiros de armas de seu marido regressaram da cruzada. Antes de morrer, Luís IV incumbiu-os de proteger sua esposa e eles já se preparavam para o fazer quando o usurpador e a mulher mudaram de atitude para com Isabel. Foi ela chamada de novo para a corte; foram reconhecidos os direitos de seu filho, e daí em diante não faltaram atenções para com ela e os filhos. Diz a tradição que, interrogada um dia sobre o que levava no avental, o abriu e se viram rosas em vez de esmolas, o que terá originado atribuir-se o mesmo trecho a sua sobrinha-neta, rainha de Portugal. Nunca se esqueceu do esposo, a quem tinha acarinhado desde o berço. «Vós bem sabeis, meu Deus, dizia ela, que a todas as alegrias do mundo eu preferia a sua presença que era tão querida; de bom grado me sujeitaria a viver toda a vida na miséria, ele pobre e eu pobre, mendigando de porta em porta a felicidade de estar com ele, se essa tivesse sido a vossa vontade!”. Em 1227 fez-se terceira de S. Francisco, fundou um convento de franciscanas em 1229 e morreu no dia 19 de Novembro de 1231, contando apenas vinte e quatro anos. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it¿Queres



saber mais? Consulta Santa Isabel de Hungria de Jesús Martí Ballester. Consulta também Ewtn
 





FILIPA DUCHESNE, Santa
Religiosa (1769-1852)
Rosa Filipina Rosa Duchesne, Santa
Rosa Filipina Rosa Duchesne, Santa
A Beata Filipa Duchesne nasceu em Grenoble, a 29 de Agosto de 1769. O pai, advogado no parlamento desta cidade, ganho pelas doutrinas dos filósofos do século XVIII, encontrou-se na vanguarda da Revolução Francesa, quando esta rebentou. Por isso, obteve o seu nome celebridade, de que a família bem prescindiria; na verdade, os Duchesnes pertenciam às camadas cristãs mais profundas e mais sólidas da França. Distinguiam-se por energia de vontade, que em todos se manifestava como traço racial; e a expressão carácter Duchesne tornara-se provérbio no país, para exprimir tenacidade e intransigência. Com natureza ardente e generosa, a jovem Duchesne sentiu-se atraída desde os anos mais juvenis para o apostolado em terras longínquas, e especialmente pelo desejo de ir evangelizar os Índios da América. Não só a perspectiva do martírio não a apavorava, mas tal sacrifício parecia-lhe o mais belo ideal capaz de coroar uma vida humana. Pelos dezassete anos, anunciou aos pais a resolução de se ir fazer religiosa. Depois de breve resistência deles, entrou na Visitação de Sainte Marie d’En-Haut, em Grenoble, onde fizera os estudos. Escolheu esta Ordem, de preferência ao Carmo, que ela aliás muito estimava, porque as visitandinas ocupavam-se, na altura, da educação das meninas, e nisso via ela meio de satisfazer o seu desejo de apostolado. Tomou o véu em 1785. Mas quando, dois anos mais tarde, se tratou de ela professar, o pai resistiu com veto absoluto. Não porque cedesse aos seus preconceitos de filósofo, mas pressentia a tormenta que ia desencadear-se sobre a França; a Revolução pressentia-se. O Delfinado estava especialmente agitado pelas ideias novas, o sangue tinha já corrido em Grenoble, em consequência de protestos contra os éditos reais, e ninguém podia prever o que sucederia no dia seguinte. O Senhor Duchesne proibiu, por isso, à filha emitir os votos antes da idade de vinte e cinco anos; sem, contudo, a obrigar a sair do mosteiro. Ficou portanto em Sainte-Marie d’En-Haut até quando as visitandinas foram obrigadas a dispersar-se, isto é, no princípio de 1791. Refugiou-se primeiro em Grane, na Drôme, onde se encontrava o património tradicional da família. Foi, em seguida, para Romans, a fim de velar pela avó; e por último, para Grenoble, onde o seu antigo convento fora transformado em prisão. Constituiu então ela um grupozinho destinado a assegurar aos presos os socorros espirituais e materiais de que precisavam. As associadas tomaram o nome de Senhoras da Misericórdia. Filipa encontrou aí campo maravilhoso para manifestar dedicação e intrepidez. Acalmada a Revolução, tentou, a seguir peregrinar ao túmulo de S. Francisco de Régis, em La Louvesc, restabelecer a Visitação em Sainte-Marie d’En-Haut, instituição de que ela resgatara os edifícios. Mas as religiosas, que chegou a reagrupar para esta restauração, tinham perdido exageradamente, enquanto residiam no mundo, os hábitos de vida claustral. A nova adaptação depressa se mostrou irrealizável, e a Madre Duchesne ficou, de coração estilhaçado, sendo pessoa única na casa vazia. Foi então, quando o desânimo a oprimia, que ela soube da existência duma congregaçãozinha, que pouco antes se fundara em Amiens e se propunha trabalhar no restabelecimento da fé na França, por meio da educação cristã das meninas. Logo entrou em relações com ela e conseguiu, ao cabo de laborioso esforço, ser agregada; no dia 13 de Dezembro de 1804, a fundadora do novo instituto chegou a Sainte-Marie d’En-Haut e tomou conta da casa em nome do Sagrado Coração. Chamava-se ela Madre Madalena Sofia Barat (ver 25 de Maio). Esta tinha apenas vinte e cinco anos, isto é, dez menos que Filipa Duchesne. Mas as suas virtudes excelsas, a sua enorme piedade já então lhe davam ascendente extraordinário: desde que se encontraram as duas, a nossa ex-visitandina ficou conquistada, e para sempre. Esquecendo os direitos que lhe conferiam não só os anos mas também a sua qualidade de dona da casa, não quis ser senão uma criança entre as mãos da sua jovem superiora. Por seu lado, a Madre Barat viu imediatamente de que têmpera era a alma da sua nova conquista. deu-lhe de uma só vez toda a sua confiança: mas , simultaneamente, encarregou-se de moderar o que havia anda excessivamente áspero na sua maneira de ser; de polir as asperezas do terrível carácter Duchesne; e de lhe dar a entender que a perfeição consiste, antes de tudo, na doçura e na humildade, imitando o Sagrado Coração. A 21 de Novembro de 1808, uma vez terminado o noviciado, Filipa e as companheiras puderam fazer os seus votos e a Madre Barat saiu de Sainte-Marie d’En-Haut. Mas começou, desde então, a manter correspondência frequente com a madre Duchesne, até à morte desta. Pouco depois, a futura missionária – depois de ouvir um religioso regressado da América falar com intimativa do estado de ignorância e de abandono em que viviam lá centenas de milhares de almas – sentiu que Deus a chamava para levar o Evangelho a essas terras longínquas. E abriu-se com a superiora geral , que a aprovou. Mas teve de esperar ainda doze anos antes de realizar o seu desejo, que se tornara para ela obsessão crucificante. A Madre Barat segurava-a e não se deixava vergar; compreendia, de facto, a necessidade de levar esta alma tão ardorosa ao desprendimento completo e à renúncia absoluta, antes de lhe dar licença de partir. Além disso, ela encontrava a sua recente congregação demasiado fraca para se lançar em fundações tão longe. Em 1815, o Conselho geral ergueu a Madre Duchesne a secretária geral da Sociedade do Sagrado Coração. Por isto, ela viu-se obrigada a residir daí por diante em Paris. Mas o seu coração nunca pensava senão nas missões do Novo Mundo e os adiamentos impostos a todos os projetos de partida faziam-lhe sofrer um verdadeiro martírio. Por fim, a 17 de Maio de 1817, em consequência duma petição do bispo da Luisiana, que procurava educadoras, ela conseguiu da superiora licença tão ambicionada. Em Março de 1818 partiu com quatro irmãs e, passados três dias, perdeu de vista as costas de França, que não tornaria a ver. Após dois meses duma viagem tremendamente incómoda, as religiosas chegaram a Nova Orleães. Era a festa do Sagrado Coração! Passaram algum tempo em casa das Ursulinas da referida cidade, a fim de se familiarizarem com a gente do Novo Mundo. Depois, por mandado do Bispo, foram para S. Carlos do Missouri, onde estabeleceram a primeira escola. Mas era gratuita e, para garantirem o sustento, tiveram de trabalhar nos campos e de suportar rigorosas privações. O trabalho ultrapassava-lhes verdadeiramente as forças. Por isso, no ano seguinte, foram para Fleurissant, na outra margem do Missouri. Assim, puderam, fundar um internato, em condições mais favoráveis; depressa surgiram mesmo vocações religiosas entre as alunas e criou-se até um noviciado (1821). No mesmo ano, na Baixa Luisiana , abriu-se outro centro educacional. Ninguém pode exprimir o que a Madre Duchesne teve de sofrer do clima, de enfermidades, de apertos económicos nas suas fundações, e ao mesmo tempo da incompreensão e da ingratidão desses mesmos que ela viera evangelizar. A isto veio juntar-se a direção excessivamente severa dum confessor que parecia ter o o ofício de quebrar aquela natureza energética. Foi para ela cruz bem pesada. Mas teve, por outro lado, a alegria de ver que se vinha juntar, em Fleurissant, uma escolazinha de índias, o que ela sonhara toda a vida. Em 1826 e 27, novas fundações, e outras tantas mais tarde. Sem a nomear ainda provincial, a Madre Barat entregou à Madre Duchesne a direção destas seis casas, o que foi para ela sobrecarga de trabalhos; mas sobretudo de sofrimentos morais, porque o seu apego à intransigente regra produzia conflitos com as Madres, que tinham como dever adoptar certas tolerâncias, devido ao clima, aos costumes locais e às dificuldades de momento. Em 1840, viu-se ela, porém, livre de qualquer superiora do e ficou sendo simples religiosa, vivendo em São Luís. Mas faltava-lhe ainda, antes de morrer, encontrar satisfeito um desejo que sempre tivera: ser missionária entre os Índios. Ora, em 1841, cedendo a pedidos instantes, apoiados nada menos que pelo Sumo Pontífice, a Irmã Barat decidiu enviar uma fundação para Sugar-creek. A Madre Duchesne, apesar dos anos, conseguiu fazer parte dessa missão. Foi para ela causa de novas provações, mas também de alegrias indizíveis. Dedicou-se com tanto zelo aos seus queridos selvagens, entre as piores condições materiais, que ao fim de um ano a saúde já não aguentava mais. Foi preciso mandá-la regressar a S. Carlos, último internato que fundara. Nele viveu ainda uns dez anos, oprimida por enfermidades e sofrimentos de toda a espécie; mas tudo suportava com ânimo heroico, dando constantemente exemplo das mais altas virtudes religiosas, e sendo já venerada pelos que a rodeavam como santa verdadeira. Morreu a 18 de Novembro de 1852, com oitenta e quatro anos de idade, quarenta e sete de profissão religiosa, e trinta e quatro de residência na América. Foi beatificada por Pio XII em 1940. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt.
 

ANIANO, Santo
Religiosa (1256-1302 ou 1303)
Atribuiu-lhe a história o mérito de ter impedido que Orleães fosse tomada por Átila, contribuindo assim para salvar a Europa da ocupação dos Hunos. O mais que os hagiografos acrescentam, não é fácil averiguá-lo. A dar-lhes crédito, Aniano (em francês, Aignan) nasceu em Viena do Delfinado, duma família romana oriunda da Panónia. Tirou tanto proveito das lições de seu mestre, Santo Euvértio, que este, ao sentir aproximar-se a morte, escolheu-o para lhe suceder como bispo de Orleães. Como essa escolha fosse contestada por algumas pessoas, Euvértio ordenou três dias de orações e jejum, afim de conhecer a vontade divina. Passado este período, levaram uma criança à assembleia dos cristãos para tirar uma lista da urna onde tinham sido lançados os nomes dos candidatos propostos; saiu a que continha o nome de Aniano. Os biógrafos alargam-se em considerações sobre o zelo com que o novo prelado se empenhou na conversão dos gauleses idólatras e dos romanos imorais , de que se compunha quase inteiramente o seu rebanho. Depois descrevem Átila a aproximar-se de Orleães a marchas forçadas. O povo desta cidade estava em desespero, imaginando que, como era hábito do chefe bárbaro, todos seriam assassinados. Aniano correu a cavalo até Tolosa para pedir auxílio a Aécio, mas este, que combatia ao lado de Teodorico contra os Vândalos, não quis saber de mais nada. Regressando a Orleães, o bispo anunciou, no entanto, que não tardaria o general romano. Átila apareceu junto dos muros da cidade, com quinhentos mil homens. Convencidos de que, se lhe abrissem as portas, ele moderaria o seu furor, os habitantes de Orleães só pensavam em render-se. Aniano, porém, inspirou-lhes confiança e, com jejuns, orações, pregações, procissões e outras cerimónias expiatórias, animou os defensores da cidade a aguentarem-se por mais alguns dias. Foi recebido por Átila que não lhe concedeu nada , excepto um salvo conduto pessoal. Por felicidade, desencadeou-se tremenda tempestade que impediu durante três dias, que os Hunos continuassem as operações do cerco. Estas tréguas forçadas permitiram que Aécio chegasse a tempo de, ajudado por Teodorico, obrigar os Hunos a retroceder para o Norte, onde os esperava, como se sabe, a derrota nos Campos Cataláunicos. Diz-se que Aniano morreu com 75 anos, em 453. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt.
 

HILDA, Santa
Religiosa (614-690)
Hilda de Whitby (Ilda), Santa
Hilda de Whitby (Ilda), Santa
Era sobrinha de Eduíno, primeiro rei cristão da Nortúmbria (Inglaterra). Nasceu em 614 e foi batizada pelo apóstolo romano Paulino. Viveu no mundo, querida e cortejada por todos, até aos 33 anos, quando Deus a chamou para o claustro. Projetou passar a França, ao mosteiro de Chelles, mas o bispo Adriano dissuadiu-a de tal propósito. Retirou-se a viver religiosamente junto do rio Wear com algumas companheiras. Em seguida, governou como abadessa o mosteiro de Hartepool, e com as suas rendas edificou o mosteiro de Straneshalch, hoje Whithy. Governou-os a ambos com grande prudência durante 30 anos. Foi tida por oráculo em toda a Inglaterra, e todas as grandes personalidades a consultavam. Vivia com ela no mosteiro uma irmã sua, Heresvida. Teve Santa Hilda o dom da profecia, e foi celebrada por todos os escritores e historiadores ingleses, tanto pela sabedoria divina que possuía como pela santidade altíssima. Morreu ao cabo de longa e penosa doença, que durou seis anos. O falecimento foi por 690, aos setenta e seis anos de idade. O célebre historiador francês Montalambert fala dela em pormenor na sua história dos monges do Ocidente. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it
GREGÓRIO DE TOURS, Santo
Bispo (538 ou 539-594)
Nasceu em 538 ou 539, e morreu em 594. Natural duma ilustre família de Alvérnia, França, foi bispo de Tours (573-594) num tempo de agitações políticas e matanças. Os netos de Clóvis assassinavam muitíssimo; e muitas vezes as mulheres deles eram também decapitadas. Gregório impôs-se pelas virtudes e pela coragem. Os acontecimentos de que foi testemunha e aqueles de que se informou, contou-os na sua História dos Francos, sem a qual quase nada saberíamos do que se passou na época merovíngia. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt.
SANTOS ROQUE GONZÁLEZ DE SANTA CRUZ, AFONSO RODRIGUEZ e JOÃO DEL CASTILLO
Mártires (1628)
Estrela Conforme podem constatar Estas biografias foram já publicadas ontem, neste blogue. A Fonseca
Mrtires Rioplatenses, Santos
Mártires Rioplatenses, Santos
Primeiros mártires das regiões americanas do Rio da Prata. São Roque González de Santa Cruz nasceu em Assunção do Paraguai. Fundou 10 reduções povoados nas famosas regiões guaraníticas do Paraguai. Um desses povoados foi a atual Yapeyú, berço do Libertador General San Martin. Os três sacerdotes –pertencentes à Companhia de Jesús– foram mortos pelos sequazes de um índio feiticeiro. Roque González, de 52 anos, e seu companheiro Alfonso Rodríguez, morreram na aldeia de Todos os Santos do Caaró, em 15 de novembro de 1658, e Juan del Castilho, dois dias depois no povoado de Assunção de Ijuhí. Os três mártires foram canonizados em 1988 por João Paulo II durante sua visita apostólica ao Paraguai.
Roque Gonzlez de Santa Cruz, Santo
Roque González de Santa Cruz, Santo
ROQUE GONZÁLEZ DE SANTA CRUZ, (1576-1628) nascido em Assunção do Paraguai em 1576, filho de pais espanhóis, preocupou-se desde cedo com a sorte dos índios cuja língua dominava. A maior parte da sua formação teve-a junto dos jesuitas. Ordenado sacerdote diocesano aos 22 anos de idade, recebeu como primeira «missão» a tarefa de pacificar os índios ervateiros, na Serra do Maracaju, ao norte de Assunção. Para poder dedicar-se integralmente à evangelização dos índios, ingressou na Companhia de Jesus a 9 de Maio de 1609. Em 1611 encontramos o Padre Roque na redução indígena de Santo Inácio Guaçu, que havia sido fundada dois anos antes pelo Padre Lorenzana. O Padre Roque conseguiu elevá-la à categoria de redução-modelo entre os guaranis. Por isso o Padre Provincial, Tores Bollo, destinou o maior número possível de jovens missionários para um estágio sob a orientação segura e eficaz do Padre Roque. Em 1614 estava consolidada a redução de Santo Inácio e o Padre Roque começou a avançar na direção do sul. Inicialmente nas margens do Paraná e posteriormente nas do Uruguai, fundou uma série de reduções, como a de Itapuã e Santana em 1615 e Jaguapoa em 1618. Posteriormente, fundou Encarnación em Misiones. No dia 3 de Maio de 1626, o Padre Roque plantou a primeira cruz em solo gaúcho, na região de S. Nicolau de Piratini, rezando a seguir a 1ª Missa. O Padre Roque fundou, até ao seu martírio em 15.11.1628, em terras gaúchas, seis reduções: S. Nicolau de Piratini, Candelária de Ibicuí, S. Francisco Xavier, Candelária do Caaçá-Mirim, Assunção de Pirapó e Caaró (lugar do seu martírio, Sul do Brasil).
AFONSO RODRIGUES (1598-1628), nasceu em Samora, Espanha, a 10.03.1598. Ingressou na Companhia de Jesus a 25.03.1614. Dois anos depois, a 2.11.1616, embarcou em Lisboa, em companhia de mais 37 jesuitas, vindo todos na esquadra do 11º governador geral do Brasil, D. Luís de Sousa. A 5-01.1617 chegavam à Baía de Todos os Santos e a 15 de Fevereiro de 1617 desembarcavam em Buenos Aires, seguindo para Córdoba. Lá fez os seus estudos de Filosofia e Teologia, ordenando-se sacerdote em fins de 1623. Sua primeira missão foi evangelizar os ferozes e inconstantes guaicurus. Chegou a dominar perfeitamente a difícil língua deles. Posteriormente, em 1627, foi destacado para a redução de Itapúa, que prosperava a olhos vistos. Por isso, pediu ao Superior da Missão, Padre Roque, que lhe desse um ponto mais penoso e difícil. Assim, a 15.11.1628, juntamente com o Padre Roque, derramaria o seu sangue na região de Caaró.
JOÃO DEL CASTILLO (1596-1628), filho de família nobre, nasceu a 14.09.1596 em Belmonte, Cuenca, Espanha. Educado pelos jesuitas, ingressou na Ordem a 21.3.1614 e pediu para ser enviado às Missões. Partiu para o Paraguai, onde, segundo lhe diziam, encontraria maior pobreza, maiores fadigas e trabalhos apostólicos entre os selvagens. Em Lisboa encontrou-se com o seu futuro companheiro de apostolado e de martírio, Afonso Rodriguez. Em Buenos Aires, seguiu, como o seu companheiro, para Córdoba, para ali terminar a formação filosófica e teológica. Em 1626 parte para S. Nicolau, onde começa a aprender com todo o esmero a língua indígena e a trabalhar apostolicamente. Em Agosto de 1628, quando o Padre Roque foi a Pirapó fundar a nova redução de Assunção de Ijuí, levou consigo o Padre João del Castillo, o qual seria seu companheiro de martírio, sendo trucidado a 17 de Novembro de 1628 em Pirapó, a 50 Kms de Caaró.
Era a manhã de 15 de Novembro de 1628. Logo depois da missa, o Padre Roque foi abordado por dois índios assassinos, que. atiçados pelo feiticeiro Nheçu, descarregaram, com suas clavas de pedra, dois potentes golpes na sua cabeça, partindo-a e estraçalhando-o todo. O Padre Roque tombou exâmine diante da igrejinha inaugurada 15 dias antes, portanto na festa de Todos os Santos. Logo a seguir, a uns 14 passos de distância, caiu também seu companheiro, o Padre Afonso Rodriguez. Em seguida, cortaram seu corpo em duas partes e, juntamente com o do Padre Roque, foi jogado na capelinha. Esta, depois de saqueada, foi posta em chamas, no visível intento de destruir os corpos dos dois missionários. No dia seguinte, 16 de Novembro, os assassinos voltaram para o lugar do martírio. Foi para verem as sobras ou os restos dos cadáveres deixados ao sabor do fogo. E, vendo que não estavam queimados como queriam, puseram-se a reunir mais lenha, a fim de conseguirem a queima total das vítimas. Nisto perceberam uma nítida voz de repreensão, saída, segundo lhes parecia, do coração do Padre Roque e que lhes dizia: «Matastes a quem tanto vos amava e queria! Matastes, porém, o meu corpo apenas, pois a minha alma está nos Céus. Virão os meus filhos espirituais castigar-vos, sobretudo pelo facto de haverdes maltratado a imagem da Mãe de Deus. Voltarei, contudo, através dos meus sucessores, para vos ajudar nos muitos trabalhos que por causa da minha morte vos hão-de sobrevir». Diante de voz tão misteriosa, os índios enfureceram-se ainda mais e tiraram dos escombros o cadáver do Padre Roque, do qual lhes parecia proceder a queixa-repreensão. Abrindo-lhe o peito, arrancaram dele o coração. Como, porém, continuasse a falar-lhes, o índio Maraguá, tomado de ódio destruidor, atravessou-o com uma flecha. Depois jogaram novamente às chamas os corpos das vítimas, visando destruir de modo especial aquele estranho coração, que também tinha que ser queimado. A veracidade destes factos consta com clareza, pois foi atestada por 53 caaroenses, que haviam sido testemunhas oculares e que, um mês mais tarde, caíram prisioneiros dos índios cristãos de Candelária. Dois dias depois, a 17 de Novembro, ocorreu o martírio do Padre João del Castillo em Pirapó, a uns 50m Kms de Caaró. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it.
Acisclo y Victoria, Santos
Acisclo e Victoria, Santos
Martirológio Romano: Em Córdoba, na província hispânica da Bética, santo Acisclo, mártir (s. IV). Etimologia: Acisclo = aquele que maneja bem as ferramentas, vem do latim. Victoria = aquela que é vitoriosa frente ao mal, vem do latim Estamos en Córdoba en el año 303. El pretor Dión mandaba en la ciudad y eran tiempos de los emperadores Diocleciano y su amigo Maximiano. Es la décima persecución contra los cristianos. España estaba ya en gran parte cristianizada. Córdoba contaba ya con muchos fieles. Dos hermanos, Acisclo y Victoria, eran conocidos por su caridad y su entrega a los pobres y marginados. El gobernador los denunció por rebeldes a las leyes imperiales. Victoria, tranquila y serena, le dijo al gobernador:" Me harás un gran favor si cumples en mí las amenazas que me has lanzado. Vale más morir por Cristo que por todas las promesas que me haces". Los encerraron en los calabozos para hacerles nuevos interrogatorios. Después de desgarrarles sus pies, los echaron al fuego. Victoria gritaba y le cortaron la lengua y a Acisclo el cuello. Fueron los primeros mártires de Córdoba y sus patronos. La fuerza de su valor se las daba la oración en común. Dios estaba presente en ellos.¡Felicidades a quien lleve este nombre!
Hugo de Lincoln, Santo
Hugo de Lincoln, Santo
Nace en el castillo de Avalon, entre 1135 y 1140, noble descendiente de la casa de Borgoña. Acompaña a su padre, viudo, al convento de Canónigos Regulares de Villard-Benoit, donde a los 15 años también él hace los votos religiosos. Con ansias de vida más perfecta, pasa a la Cartuja. A la edad de 30 años es ordenado sacerdote, y en 1173 nombrado procurador. El rey Enrique II de Inglaterra, enterado de la santidad de su vida, le reclama para regir la cartuja de Witham, que él mismo había erigido. Asombra que un extranjero, a los seis años de residencia, sea consagrado obispo de Lincoln el 21 sept. 1163. Defendió con valentía los derechos de la Iglesia, frente a las intromisiones de tres reyes, que él conoció, siendo llamado Martillo de reyes. Alternaba sus quehaceres pastorales con la vida retirada de la cartuja de Witham. Murió en Londres, camino de Lincoln, el 16 nov. 1200. Ante la fama de santidad y de sus milagros el papa Honorio III le canonizó el 17 feb. 1220.
• Jordão Ansalone, Santo
Novembro 17 Mártir,
NOTA: Também esta biografia, está descrita no cômputo de Lorenzo Ruiz e 15 companheiros, abaixo… AF
Jordn Ansalone, Santo
Jordán Ansalone, Santo
Jordán Ansalone nació en Sicília en 1598. A los diecisiete años abrasó la vida dominica. Hizo sus estudios en Palermo y Salamanca. Apasionado por el ideal misionero, partió primero a méjico y después de un año para Filipinas. Se dedicó a la asistencia espiritual de los chinos en Manila. Después de seis años, fue a Japón, en donde enfrentó la persecución. Fue tomado prisionero y torturado, y murió en Nagasaki junto con otros quince mártires dominicos. Para ver más sobre sus 15 compañeros mártires en Japón haz "click" AQUI
• Lázaro o Pintor, Santo
Novembro 17 Monge,
Lazaro el Pintor, Santo
Lazaro el Pintor, Santo
Martirológio Romano: Em Constantinopla, são Lázaro, monge, nascido na Arménia, que insigne na pintura artística de imagens sagradas, ao negar-se a destruir suas obras por ordem do imperador iconoclasta Teófilo, foi atormentado com cruéis suplícios, mas depois, apaziguadas as controvérsias sobre o devido culto às imagens, o imperador Miguel III o enviou a Roma para afiançar a concórdia e unidade de toda a Igreja (c. 867). Etimologicamente significa “ ajuda de Deus”. Vem da língua hebraica. Nasceu no seio de uma família pagã na Geórgia, ao lado do monte Cáucaso. Apenas cumpriu a idade necessária, saiu de casa para ir para Constantinopla, centro cultural e religioso daqueles tempos. Foi nesta grande cidade onde abraçou a fé cristã. E o fez num dos mosteiros mais fervorosos de quantos visitou por aqueles sítios. Eram os anos em que se havia desencadeado uma guerra terrível contra as imagens. Provinha esta contenda dos iconoclastas, quer dizer, de gente que não podia ver as imagens. De ordinário, um dos trabalhos a que costumavam dedicar-se os monges, era a pintura de imagens. Não davam vazão para restituir as imagens que destroçavam nos templos. Os próprios imperadores publicavam éditos em que condenavam a pintura de imagens do Senhor e da Virgem ou dos santos. Os monges seguiam pintando sem fazer caso aos éditos. Lázaro era um bom monge e melhor pintor. De facto, Teófilo, sucedeu no trono a seu pai Miguel, no ano 829. Voltou a promulgar um édito condenando a pena de morte a quem pintasse imagens. Se inteirou de que Lázaro pintava muitas e bem. Então o mandou prender. Bateram-lhe com pauladas que o deram como morto. A imperatriz Teodora, que era cristã, foi a ver a Lázaro com a intenção de o esconder na igreja de São João.
Lazaro el Pintor, Santo
Lazaro el Pintor, Santo
Aqui se restabeleceu das pauladas e recomeçou a pintar de novo, começando pela figura do Precursor de Jesus. Quando Teófilo morreu, a imperatriz e seu filho Miguel III restabeleceram o culto às imagens. Dados os méritos de Lázaro, o enviaram a Roma como embaixador. Morreu nesta cidade no ano 855. ¡Felicidades a quem leve este nome! Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
Lorenzo Ruiz e 15 companheiros, Santos
Lorenzo Ruiz y 15 compaeros, Santos
Lorenzo Ruiz e 15 companheiros, santos Domingo Ibáñez de Erquicia, Jacobo Kyuhei Gorobioye Tomonaga, Antonio González, Miguel de Aozaraza, Guillermo Courtet, Vicente Shiwozuka, Lucas Alfonso Gorda, Jordán (Jacinto) Ansalone y Tomás Hioji, Rokuzayemon Nishi Francisco Shoyemon, Miguel Kurobioye y Mateo Kohioye, Magdalena de Nagasaki, Marina de Omura e Lázaro de Kyoto
Mártires no Japão
Martirologio Romano: Santos Lorenzo de Manila Ruiz y quince compañeros mártires, tanto presbíteros como religiosos y seglares, sembradores de la fe cristiana en Filipinas, Formosa y otras islas japonesas, a causa de lo cual, por decreto del supremo jefe del Japón, Tokugawa Yemitsu, en dis tintos días consumaron en Nagasaki su martirio por amor a Cristo, pero celebrados en única conmemoración (1633-1637) Integran el grupo: santos Domingo Ibáñez de Erquicia, Jacobo Kyuhei Gorobioye Tomonaga, Antonio González, Miguel de Aozaraza, Guillermo Courtet, Vicente Shiwozuka, Lucas Alfonso Gorda, Jordán (Jacinto) Ansalone y Tomás Hioji Rokuzayemon Nishi, presbíteros de la Orden dominicana; Francisco Shoyemon, Miguel Kurobioye y Mateo Kohioye, religiosos de la misma Orden; Magdalena de Nagasaki, virgen de la Tercera Orden de San Agustín; Marina de Omura, virgen de la Tercera Orden dominicana; Lázaro de Kyoto, seglar. Fecha de canonización: El Papa Juan Pablo II beatificó a este grupo de mártires el 18 de febrero de 1981 en Manila (Filipinas) y los inscribió en el catálogo de los santos el 18 de octubre de 1987. 1633, (agosto e outubro) DOMINGO IBÁÑEZ DE ERQUICIA, español, sacerdote dominico. Nace en Régil (San Sebastián), hijo de la Provincia de España hasta su afiliación a la Provincia del Rosario. En Manila enseña en el Colegio de Santo Tomás y predica el Evangelio en diferentes lugares de Filipinas. Pasa a Japón en 1623, donde trabaja clandestinamente. Denunciado por un cristiano apóstata, es encarcelado y ajusticiado. Desempeñó un importante papel, como Vicario provincial de la misión. Se conserva una parte de su epistolario. Edad, 44 años. FRANCISCO SHOYEMON, japonés, cooperador dominico. Compañero de apostolado del P. Ibáñez de Erquicia. Arrestado en 1633, toma el hábito dominicano en la cárcel. Es ajusticiado junto a su padre espiritual. SANTIAGO KYUSHEI TOMONAGA DE SANTA MARÍA, japonés, sacerdote dominico. De familia noble cristiana de Kyudetsu, estudia con los jesuitas en Nagasaki. Es expulsado del Japón en 1614 cuando era catequista. En Manila se ordena sacerdote, misionero en Taiwan, regresa a su patria en 1632, con la finalidad de ayudar a sus hermanos cristianos. Es arrestado y torturado, muriendo por "ser religioso y haber propagado la fe evangélica". Es el más anciano del grupo: 51 años. MIGUEL KUROBIOYE, japonés, catequista laico. Compañero de apostolado del P. de Santa María, OP, es encarcelado y torturado, revelando el escondite del P. de Santa María. Arrepentido, va con él al martirio, confesando su fe. LUCAS ALONSO DEI. ESPÍRITU SANTO, español, sacerdote dominico. Nace en Carracedo (Astorga), dominico de la Provincia de España, se pasa a la Provincia del Rosario en 1617. Profesor en el Colegio de Santo Tomás de Manila, misionero en Cagayan, en 1623 va al Japón donde trabaja con gran coraje y riesgo de su vida durante diez años. Arrestado en Osaka en 1633, fue torturado y martirizado en Nagasaki. Edad, 39 años. MATEO KOHIOYE DEL ROSARIO, japonés, natural de Arima. Catequista y ayudante del B. Lucas Alonso, se hace novicio de la Orden. Arrestado en Osaka en 1633, rechaza toda propuesta de dinero y soporta horribles torturas, permaneciendo fiel a Cristo, hasta la muerte. Tenía 18 años. 1634, (octubre-noviembre) MAGDALENA DE NAGASAKI, japonesa, terciaria agustina y dominica. Hija de cristianos martirizados, se consagra a Dios y es guiada espiritualmente por los agustinos recoletos y después por el dominico Ansalone. Después del arresto del P. Ansalone, Magdalena se presenta a la guardia proclamándose cristiana. Torturada en forma cruel, inamovible en su fe, es colgada del patíbulo donde permaneció viva durante trece días. MARINA DE OMURA, japonesa. En 1626 ingresa en la Tercera Orden Dominicana, siendo de gran ayuda para los misioneros. Arrestada en 1634, es sometida a vergonzosas humillaciones y finalmente conducida a la hoguera, dando un sublime ejemplo de "mujer fuerte". JACINTO JORDÁN ANSALONE, italiano, sacerdote dominico. Nativo de S. Stefano Quisquina (Agrigento), habiendo profesado en la Provincia de Sicilia, pasa a la Provincia del Santo Rosario. En Filipinas desarrolla su apostolado entre los pobres y enfermos. En el año 1632 va al Japón, donde trabaja por dos años. Arrestado en el 1634, soporta con firmeza las torturas, y es colgado del patíbulo. Edad, 36 años. TOMÁS HIOJI NISHI DE SAN JACINTO, japonés, sacerdote dominico. Hijo de cristianos martirizados de Hirado, y discípulo de los jesuitas de Nagasaki. Expulsado de su país por la persecución, emigra a Manila en el año 1614. Estudiante en el Colegio de Santo Tomás, se traslada a las misiones de Taiwan, regresando posteriormente a su patria en plena persecución religiosa. Entre grandes peligros trabaja durante cinco años. Arrestado, es torturado y condenado a muerte. Edad, 44 años. 1637, (septiembre) En el año 1636 los dominicos de Manila organizaron una expedición de voluntarios a fin de ayudar a los cristianos del Japón. Cuando llegaron a la isla de Okinawa fueron arrestados y permanecieron en la cárcel más de un año antes de ser trasladados y condenados a muerte por el tribunal de Nagasaki. Ellos son: ANTONIO GONZÁLEZ, español, sacerdote dominico. Natural de León, se hace dominico en la Provincia de España y después se pasa a la Provincia del Rosario, trasladándose a Manila en 1631, en donde será profesor y rector del Colegio de Santo Tomás, siendo un hombre de mucha oración y penitencia. En 1636 guía un grupo de misioneros al Japón, donde es rápidamente arrestado y muere en la cárcel después de un año, extenuado por los tormentos. Edad, 45 años. GUILLERMO COURTET ou TOMAS DE S. DOMINGO, francés, sacerdote dominico. Nacido en Sérignan (Montpellier), de familia noble, ingresa como dominico en la Congregación reformada de San Luis, pasa a la Provincia del Rosario y se traslada a Filipinas, en 1634, en donde es profesor del Colegio de Santo Tomás. En Japón murió entre torturas elevando alabanzas a la Virgen del Rosario y recitando salmos. Edad, 47 años. MIGUEL DE AOZARAZA, español, sacerdote dominico. Natural de Oñate (Guipúzcoa), ingresa como dominico en la provincia de España y posteriormente se pasa a la Provincia del Rosario. En Filipinas trabaja en la Misión de Bataan (Luzón). Refutó apostatar de su fe y aceptó con alegría tremendos suplicios. Edad, 39 años. VICENTE SCHIWOZUKA DE LA CRUZ, japonés, sacerdote dominico. De familia cristiana, discípulo de los jesuitas de Nagasaki, catequista. En 1614 es expulsado del Japón por ser cristiano. En Manila se ordena de sacerdote y desarrolla su apostolado entre los exilados japoneses. Antes de regresar a su patria con el P. González, toma el hábito dominicano en 1636. Después de un año de cárcel y torturado cede a la apostasía, pero rápidamente se arrepiente y sale con los demás compañeros camino del patíbulo, profesando su fe. LÁZARO DE KYOTO, japonés, laico. Atacado por la lepra, es deportado con otros leprosos cristianos en Filipinas. En 1636 se une como guía e intérprete del grupo del P. González; no resistiendo las torturas, reniega por pocas horas de la fe, pero arrepentido muere por Cristo junto a los demás. n LORENZO Ruiz, filipino, laico. Nacido en Binondo (Manila) de padre chino y madre filipina. Educado por los dominicos y ayudante de ellos, se hace miembro de la Confraternidad del Rosario. Se casa y es padre de tres hijos. Implicado en un oscuro hecho de sangre, se unió al grupo del P. González para salvarse. En Japón fue arrestado y se declaró dispuesto a dar mil veces la vida por Cristo. Es el Protomártir de Filipinas. El milagro propuesto para la Canonización Ocurrió en Manila el año 1983 por la invocación al grupo en favor de Cecilia Alegría Policarpio, niña de dos años, curada de forma completa y definitiva de una parálisis cerebral anatómica y funcional, sin ninguna terapia eficaz. El milagro ha sido reconocido por Juan Pablo II el 1 de junio de 1987. Las razones de los perseguidores " Los seguidores de Cristo, llegados imprevistamente en Japón, no solamente vienen trayendo mercancía en sus naves, sino también, sin permiso alguno, han extendido y propagado su malvada ley, destruyendo aquella buena y legítima y conspirando para derrocar el poder en nuestro país. Esto es el inicio de una gran calamidad, que con todo medio es necesario evitar. El Japón es un país shintoista y budista, que venera a los Dioses, honra a Buda y tiene en gran estima el camino de la benevolencia (confucionismo). Los seguidores de los Padres (los cristianos) han desobedecido todos a las órdenes dadas por gobierno, despreciando la religión ... y destruyendo el bien. Viendo aquellos que deben ser ajusticiados (los mártires) se alegran y corren detrás de ellos, espontáneamente, los adoran y los saludan. Tal es el supremo ideal de esta religión. Si no se la prohibe inmediatamente, vendrán calamidades sin fin sobre el Estado. Que estos cristianos sean exterminados sin demora en todas las regiones del Japón, de forma que no tengan lugar donde poner sus pies o sus manos. Si alguno se atreviera a contravenir esta orden, sea castigado con la muerte". (Tomado del edicto de 1614, cuya doctrina es retomada substancialmente en los de 1633 y 1636). Reproducido con autorización de Vatican.va
Salom de Cracovia, Beata
Salomé de Cracóvia, Beata
Religiosa de la Segunda Orden Franciscana (1211‑1268). Clemente X aprobó su culto el 17 de mayo de 1673. Salomé, princesa de Polonia, hija de Leszek el Blondo, príncipe de Cracovia, nació en 1211. De sólo 3 años fue prometida como esposa, por Acuerdo con Andrés II rey de Hungría, al hijo de éste, Colomanno, de seis años; en el otoño de 1214 tuvo lugar la coronación, que con la autorización del Papa Inocencio III, fue celebrada por el obispo de Strigonia. El reinado de los dos niños en Halicz duró menos de tres años, porque la ciudad fue ocupada por el príncipe Ruteno Mistislaw, que los hizo prisioneros. En aquellos tiempos (Salomé tenía sólo 9 años y Colomanno 12) ellos hicieron de común acuerdo voto de castidad. Cuando Andrés, hijo del rey de Hungría, vino a ser rey de Halicz, ellos retornaron a la corte húngara. Salomé, en 1227, cumplidos los 16 años, llegó a la mayor edad, pero siempre se mantuvo ligada al voto de castidad y a pesar de su belleza, evitaba la compañía de hombres, vestía modestamente, no tomaba parte en las fiestas y diversiones de la corte, dedicaba el tiempo libre a la oración. Colomanno, mientras vivía todavía su padre, gobernó la Dalmacia y la Eslavonia hasta 1241, cuando murió en una batalla contra los Tártaros, Salomé en este período protegía los conventos de los franciscanos y de los dominicanos. Un año después de la muerte de su marido volvió a Polonia, donde en 1245 vistió en Sandomierz el hábito de las hermanas clarisas. Junto con su hermano Boleslao, en 1245 fundó la iglesia y el convento de los franciscanos en Zawichost, el hospital y el monasterio de las clarisas, donde entró ella misma. Ante la amenaza de los Tártaros, en marzo de 1259 una parte de las clarisas se trasladó a Skala, donde Salomé fundó un nuevo monasterio y lo dotó con los utensilios y ornamentos litúrgicos. Vivió 28 años en el silencio del monasterio, y fue modelo de penitencia, de abnegación, de humildad, de inocencia y de caridad. Por largos años fue abadesa buena, afable, servicial, amante del ideal de la seráfica pobreza. El 17 de noviembre de 1268 fue regalada con una aparición de la Santísima Vrigen María y de su Hijo, reunió a sus cohermanas y las exhortó a la mutua caridad, a la paz, a la pureza del corazón, a la obediencia sin límites y al desprendimiento de las cosas del mundo. Poco después las cohermanas vieron una pequeña estrella que desde la bienaventurada madre se dirigía hacia el cielo.  Salomé de Cracovia había entregado su bella alma a Dios a la edad de 57 años. Sus restos más tarde fueron trasladados a la iglesia de los Franciscanos de Cracovia, donde se encuentra hasta hoy.
 
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    Nº 1472-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo “5” - 17 de Novembro de 2012

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    Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

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    Caros Amigos:
    Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
    perguntei a mim mesmo:
    E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
    Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
    GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
    SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
    Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
    Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
    SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
    Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
    Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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    Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
    Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
    IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
    É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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    Nº 1472 - 2ª Página
    17 de Novembro de 2012
    ANTIGO TESTAMENTO
    Ê X O D O
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    Moisés

    A MISSÃO DE MOISÉS

    5 – MOISÉS E AARÃO DIANTE DO REI DO EGIPTO: - : Em seguida, Moisés e Aarão apresentaram-se ao Faraó, e disseram-lhe: «Assim fala o Senhor, o Deus de Israel»: «Deixa ir o Meu povo a fim de celebrar uma festa em Minha honra no deserto». O Faraó respondeu: «Quem é esse Senhor para que eu obedeça às Suas ordens, deixando ir Israel? Não conheço o Senhor e não deixarei ir Israel». Eles retorquiram: «O Deus dos hebreus apareceu-nos. Deixa-nos ir ao deserto, durante três dias de caminho, para oferecermos sacrifícios ao Senhor e evitar, assim, que Ele nos fira com a peste ou com a espada». O rei do Egipto disse-lhes: «Moisés e Aarão, porque pretendeis desviar o povo do seu trabalho? Ide cumprir as obrigações a que estais sujeitos». E acrescentou: «Esse povo é actualmente muito numeroso: que será se, por vossa causa, interromperem os seus trabalhos?».
    A situação dos hebreus agrava-se – Nesse mesmo dia, o Faraó deu a seguinte ordem aos inspetores do povo e aos capatazes: «Não mais fornecereis ao povo palha para fazer tijolos, como antigamente; que eles próprios a vão buscar. Exigir-lhes-eis a mesma quantidade de tijolos que antes, sem reduzir nem um  só. Estão ociosos e por isso gritam»: «Queremos oferecer sacrifícios ao nosso Deus». «Carreguem essa gente com  mais trabalho; que nele se ocupem e não deem ouvidos às mentiras que lhes vêm contar».

    Os inspetores e os capatazes foram, pois, dizer ao povo: «Ouvi o que diz o Faraó»: «Daqui para o futuro, não vos forneceremos mais palha. Ide buscá-la onde a encontrardes, e em nada vos será reduzida a tarefa imposta». O povo espalhou-se, então, por todo o Egipto, afim de juntar restolho em vez de palha. Os inspetores instaram com  ele, dizendo: «Terminai o vosso trabalho marcado para cada dia, como nos tempos em que vos era fornecida palha». Chegaram mesmo a açoitar os capatazes israelitas, que os inspetores do Faraó haviam nomeado para os vigiar. Diziam-lhes: «Porque não terminastes nem ontem, nem hoje a quantidade de tijolos que foi determinada, como outrora?» Os capatazes israelitas foram queixar-se ao Faraó, dizendo-lhe: «Porque procedes assim com os teus servos? Já não nos fornecem palha e dizem-nos»: «Fazei os mesmo tijolos». «E açoitam os teus servos como se a culpa fosse do povo». O Faraó respondeu: «Sois apenas uns indolentes, sim, indolentes! Por isso dizeis: «Queremos ir oferecer sacríficos ao Senhor». «E agora ide para o trabalho! A palha não vos será fornecida, mas entregareis a mesma quantidade de tijolos». Os capatazes israelitas reconheceram, que estavam numa situação difícil, pois tinham-lhes dito: «Em nada reduzireis a entrega diária dos tijolos». Ao saírem de casa do Faraó encontraram Moisés e Aarão que estavam à espera deles. E disseram-lhes: « Que o Senhor olhe e julgue, pois tornaste-nos odiosos ao Faraó e aos seus servidores, e colocastes nas suas mãos a espada que nos há-de matar».

    Promessa de libertaçãoMoisés voltou-se outra vez para o Senhor, e disse-lhe: «Porquê, Senhor, fizestes mal a este povo? Porque me enviastes? Desde que fui falar ao Faraó em Vosso nome, ele maltratar o povo, e Vós nada fazeis para o libertar».

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    Mar Vermelho – mapa

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    17 de Novembro de 2012 - 10,15 h
    ANTÓNIO FONSECA
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    Nº 1472-3 - IN MEMORIAN do Pde Salgueirinho - 17 de Novembro de 2012

    (Post para publicação em 17 de Novembro de 2012 – 10,30 h).
    (Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
    Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
    Que descanse em paz com as honras do Senhor.
    18\06\1927 - 29\10\2011

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    Do livro “Caminhos da Felicidade”
    ESTOU AÍ FORA

    Há parábolas que contêm lições surpreendentes ricas, como esta.
    Havia uma mulher muito, muito devota. Todos os dias ia à igreja, e mais que uma vez.
    Pelo caminho encontrava mendigos e crianças, mas, preocupada com as suas rezas, nem reparava nessa gente humilde. Tinha vizinhos muito necessitados e alguns vivendo em solidão, mas não ajudava nem visitava ninguém.
    Certo dia dirigiu-se apressada à Igreja para participar no culto como habitualmente.
    Empurrou a porta, mas não abriu. Empurrou com mais força, mas não conseguiu. Estava fechada à chave.
    Olhou à volta, mas não viu ninguém. Olhou para cima e viu um papel colado na porta que dizia som,ente isto: - ESTOU AÍ FORA.
    Só então a mulher compreendeu que Deus estava no seu mundo; nos seus vizinhos, nas pessoas que encontrava, nos mendigos que pediam e nas crianças que sorriam e brincavam.
    É esta verdade que muita gente que frequenta as igrejas esquece. Esquece que o Deus a quem louvam e adoram não está aprisionado na Casa de Oração, mas que está nos caminhos da nossa vida. Está cá fora – para ser louvado com uma vida digna, para ser servido pelo serviço aos outros irmãos. Foi Ele que deixou escrito na Bíblia Sagrada: «quero misericórdia e não sacrifícios».
    Estou também aí fora! – é o dístico invisível que a fé de cada um de nós encontra pregado na porta das igrejas.

     

    Porto, Dezembro de 1998
    Mário Salgueirinho
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    Do livro “Dar é receber”

    LIÇÕES DE FUTEBOL 

    Tento tirar lições positivas e negativas dos acontecimentos.
    O mundo do futebol – esse desporto que entusiasma tanta gente até ao tresloucamento de alguns – o mundo de futebol tem lições com interesse em que vale a pena refletir.
    Há treinadores que se entregam apaixonadamente à sua missão, dando o seu saber, a sua dedicação, a presença junto de sua família, e muitos outros sacrifícios, para elevar o clube, algumas vezes ao pódio máximo. Recebem então elogios de toda a gente ligada ao clube e exterior a ele. Louvores da Imprensa, aplausos de todo aquele mundo.
    Mas quando os resultados começam a descer, – tantas vezes por motivos alheios ao treinador a admiração por ele começa também a descer, e todos esquecem as vitórias anteriores, os campeonatos ganhos, as glórias alcançadas. Tudo o vento do esquecimento levou…
    Segue-se a rescisão do contrato, a despedida amarga e até o espectro cruel do desemprego.
    É este um retrato da vida de todos os dias: do futebol da vida.
    Sempre que alguém rende na sua atividade, os êxitos são apreciados e louvados.
    Mas quando a idade avança, quando a saúde falha, quando o desgaste debilita, quando as circunstâncias não são favoráveis, os meus resultados são-lhe imputados, o apreço desaparecer, os valores são esquecidos e segue-se a rescisão do contrato e a despedida.
    Dois desses treinadores não contiveram a sua emoção, o seu desgosto, o seu sofrimento.
    E esta incoerência continuará a ser praticada no futebol e fora dele, por todos quantos olham os seus colaboradores apenas pela óptica do lucro material e do êxito imediato e glorioso.

    Porto, Dezembro/2003
    Mário Salgueirinho
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    A publicar em:
    17-Novembro-2012 - 10,30 horas
    António Fonseca