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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Nº 1477-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo “10” - 22 de Novembro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1477 - 2ª Página
22 de Novembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO
Ê X O D O
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Moisés

A MISSÃO DE MOISÉS

10 – OITAVA PRAGA – OS GAFANHOTOSO Senhor disse a Moisés: «Vai ter com o Faraó porque endureci o seu coração e o dos seus servidores, a fim de realizar os Meus prodígios no meio deles, para que contes aos teus filhos e aos filhos dos teus filhos as maravilhas por Mim realizadas no Egipto e os prodígios que realizei entre eles; reconhecereis assim que Eu sou o Senhor». Moisés e Aarão foram ter com o Faraó e disseram-lhe: «Assim fala o Senhor, o Deus dos hebreus: Até quando recusarás curvar-te submissamente diante de Mim? Deixa partir o Meu povo, a fim de Me oferecer sacrifícios. Se te opuseres a isso, trarei, amanhã, gafanhotos sobre toda a extensão do teu país. Cobrirão a superfície da terra até não poder ser vista. Devorarão o resto das colheitas que escaparam do granizo, devorarão todas as árvores que crescem nos vossos campos. Encherão as tuas casas, as casas dos teus servidores, e as casas de todos os egípcios. será uma tão grande calamidade, que os teus pais e os pais dos teus pais nunca viram igual desde que chegaram a esta terra até hoje». Moisés retirou-se e saiu da casa do Faraó. Os servidores do Faraó disseram-lhe: «Durante quanto tempo ainda este homem será a causa da nossa desgraça?». «Deixa partir essa gente para oferecer sacrifícios ao Senhor, seu Deus. Não compreendeste ainda que o Egipto caminha para a ruína?» Mandaram, então, Moisés e Aarão comparecer novamente diante do rei, e ele disse-lhes: «Ide render culto ao Senhor, vosso Deus. Quais são os que devem partirMoisés respondeu: «Iremos todos, novos e velhos, com os nossos filhos e as nossas filhas, com as nossas ovelhas e os nossos bois, porque temos de celebrar uma festa em honra do Senhor». O Faraó retorquiu: «Assim o Senhor esteja convosco como é certo que vou deixar-vos partir com os vossos filhos! Tende cuidado, porque não é com boas intenções que procedeis.  Não! Não! Ide apenas, vós, os homens, e oferecei sacrifícios ao Senhor, pois esse é o vosso desejo». E, em seguida, foram afastados da presença do Faraó. O Senhor disse a Moisés: «Estende a tua mão sobre o Egipto para que os gafanhotos venham a esta terra, invadam o Egipto e devorem toda a vegetação aqui existente, tudo o que o granizo deixou». Moisés estendeu a sua vara sobre o Egipto e o Senhor fez soprar um vento do oriente naquela terra, durante todo esse dia e durante toda essa noite. Quando amanheceu, o vento do oriente tinha trazido os gafanhotos. Espalharam-se pelo Egipto e pousaram sobre toda q extensão do seu território em tão grande quantidade que não houve nem haverá jamais semelhante invasão. Cobriram a superfície de toda a terra e esta tornou-se escura. Devoraram toda a vegetação da terra e todos os frutos das árvores, tudo o que o granizo tinha poupado. Não restou verdura alguma nas árvores nem plantas do campo em todo o Egipto. O Faraó mandou imediatamente chamar Moisés e Aarão, e disse-lhes: «Pequei contra o Senhor, vosso Deus, e contra vós. Mas perdoai o meu pecado ainda esta vez e rogai ao Senhor, vosso Deus que afaste de mim este flagelo mortal». Moisés saiu da casa do Faraó e intercedeu junto de Javé. O Senhor fez soprar um vento do ocidente muito violento que arrastou os gafanhotos, precipitou-os no Mar Vermelho, sem ficar um único em todo o território egípcio. Mas o Senhor endureceu o coração do Faraó e este não deixou partir os filhos de Israel.
Nona praga – As trevas – O Senhor disse a Moisés e a Aarão: «Estende a mão para o céu e haja trevas em todo o Egipto, tão espessas que se possam apalpar». Moisés estendeu a mão para o céu, e durante três dias, não se viram uns aos outros e ninguém se mexia do lugar em que se encontrava. Mas os filhos de Israel tinham luz nas regiões por eles habitadas. O Faraó mandou chamar Moisés e disse-lhe: «Ide oferecer sacrifícios ao Senhor. Só permanecerão aqui as vossas ovelhas e os vossos bois. Os vossos filhos também poderão acompanhar-vos». Moisés respondeu: «Tu próprio terás de colocar nas nossas mãos o que for necessário para oferecer os sacrifícios e os holocaustos ao Senhor, nosso Deus. Os nossos rebanhos também virão connosco, não ficará nem sequer uma rês por que é entre os nossos rebanhos que devemos escolher os animais para oferecermos em sacrifício ao Senhor, nosso Deus, e, enquanto lá não chegarmos, não sabemos quais serão as vítimas que ofereceremos ao Senhor». Mas o Senhor endureceu o coração do Faraó, e o Faraó não quis deixá-los partir. O Faraó disse a  Moisés: «Sai da minha casa! Livra-te de tornares a aparecer na minha presença, pois no dia em que voltares a estar diante de mim, morrerás!». Moisés replicou: «Assim o disseste. Não voltarei mais à tua presença».

Sétima praga – o granizo – O Senhor disse a Moisés: «Amanhã de manhã irás apresentar-te ao Faraó. Dir-lhe-ás: «Assim fala o Senhor, o deus dos hebreus: Deixa ir o Meu povo a fim, de que Me sirva. Porque, desta vez, irei desencadear todos os Meus flagelos contra ti, contra os teus servidores e contra o teu povo, para ficares a saber que ninguém é semelhante a Mim em toda a terra. Se, de repente, Eu estendesse a mão e desencadeasse a mortandade sobre ti e o teu povo, terias desaparecido já da terra. Mas, se permiti que vivesses, foi para veres o Meu poder, e para que o Meu nome seja glorificado por toda a terra. Se persistires em seres um obstáculo à partida do Meu povo, amanhã, a esta mesma hora, farei chover granizo tão violentamente que nada houve de semelhante no Egipto, desde a origem até ao presente. Coloca, portanto, em segurança, o teu gado, e tudo quanto tiveres nos campos, pois todos os homens e todos os animais, que se encontram nos campos, sem terem regressado a casa, serão atingidos pelo granizo e morrerão». Entre os servidores do Faraó, aqueles que temeram a palavra do Senhor, mandaram recolher às suas cassas os seus servos e rebanhos, mas aqueles que não fizeram caso da palavra do Senhor deixaram nos campos os seus servos e os seus rebanhos. O Senhor disse a Moisés: «Estende a mão para o céu, a fim de cair granizo em todo o Egipto, sobre os homens, sobre os animais e sobre toda a verdura dos campos». Moisés estendeu a sua vara para o céu, e o Senhor enviou trovões e granizo sobre o Egipto. Choveu granizo e os relâmpagos misturavam-se ao granizo; era tão violento que nada houve de semelhante em todo o Egipto desde que existe como nação. O granizo destruiu por todo o Egipto, quanto havia nos campos, homens, animais, destruiu toda a verdura dos campos e quebrou as árvores. Apenas a terra de Gessen, onde viviam os filhos de Israel, foi poupada ao granizo. O rei mandou chamar Moisés e Aarão e disse-lhes: «Desta vez confesso o meu pecado». «O Senhor é justo; eu o meu povo é que somos culpados. Rogai ao Senhor que acabe com os trovões e com o granizo. Deixar-vos-ei partir, sem tentar reter-vos». Moisés disse-lhe: «Logo que sair da cidade, levantarei as minhas mãos para o Senhor. Os trovões terminarão e não haverá mais granizo, para ficares a saber que a terra pertence ao Senhor. Eu sei, porém, que tu e os teus servidores não temereis ainda o Senhor». O linho e a cevada tinham sido destruídos porque a cevada estava já com espiga, e o linho em flor; mas o trigo e a espelta estavam salvos, por serem serôdios. Moisés retirou-se da casa do Faraó, e saiu da cidade. Ergueu as mãos para o Senhor, e os trovões e o granizo cessaram e a chuva deixou de cair sobre a terra. Vendo que a chuva do granizo e os trovões tinham cessado, o Faraó continuou a pecar e a endurecer o coração, ele e os seus servidores. O coração do Faraó tornou-se ainda mais duro, e não deixou partir os filhos de Israel, como Senhor tinha predito por Moisés.

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Mar Vermelho – mapa

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22 de Novembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1477-1 - (327-12) - SANTOS DE CADA DIA - 22 de Novembro de 2012 - 5º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1477-1 - (327-12)
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Nº 1477-1 – (327-12)

CECÍLIA, Santa

Ceclia, So

Cecília, Santa

Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda. A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trástevere: o terreno tornou-se o cemitério de S. Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos papas. Lá repousou, sem fazer falar de si, até ao século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Santa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia. Para lhes satisfazer a curiosidade foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da sua Paixão é uma jovem da mais alta nobreza que, desposada contra vontade, observa o voto de virgindade antes feito, e morre mártir três dias depois do casamento, depois de converter, neste pouco tempo, o marido, o cunhado, os algozes e outros 400 pagãos. Ainda hoje está, na mencionada igreja do Trástevere, em Roma, estendido na urna de cipreste, o corpo decapitado de Santa Cecília, com a túnica que levou quando a transportavam para as catacumbas. Não sabemos sequer em que época viveu. Há quem afirme que foi contemporânea de Marco Aurélio, enquanto outros sustentam que foi vítima da perseguição de Diocleciano ou da de Julião Apóstata (imperadores entre 161-180, 284-305 e 361-363). Diz-se que era uma jovem patrícia muito culta, cujos ascendentes eram tudo o que havia de mais ilustre na história de Roma. Embora tivesse feito voto de virgindade, os pais casaram-na com Valeriano, que vivia no Trástevere. Logo a seguir à cerimónia nupcial, Cecília disse-lhe: «O dulcissime et amantissime juvenis – Ó dulcíssimo e bem-amado jovem, há um mistério que eu te revelarei se me jurares que o guardaras fielmente. Valeriano jurou, e ela então revelou-lhe que era guardada por um Anjo; «mas, para o veres, acrescentou, tens primeiro de ser purificado». Por estas indicações, Valeriano foi encontrar-se com o ancião Urbano, que vivia escondido entre os túmulos cristãos, e recebeu das suas mãos o baptismo. Ao regressar, encontrou Cecília em oração e um anjo a seu lado. este, que tinha nas mãos duas coroas, colocou uma sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano e ofereceu-se a este para lhe conceder qualquer favor que desejasse. Valeriano pediu-lhe então que fosse também concedida a graça do baptismo a seu irmão Tibúrcio. Como a perseguição recrudescia e os dois irmãos se dedicavam a inumar os confessores da fé a quem a polícia imperial recusava sepultura, foram presos e decapitados. Por sua vez, Cecília foi presa por ter sepultado os corpos deles na sua vila da Via Ápia. Colocada perante a alternativa de sacrificar aos deuses ou morrer, ela escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que lhe lembrava que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, respondeu: «É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida». Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou-lhe cortar a cabeça. Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: «Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro esposo». Estas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. Diante do altar da Basílica de Santa Cecília «in Trastávere», admira-se a bela estátua marmórea de Estevão Maderno, que em 1600 a representou como foram descobertas as suas relíquias, que se encontram, como dissemos, numa urna de cipreste. A mártir está deitada sobre o lado direito, com a cabeça virada para o chão e uma grande cutilada no pescoço. Tem os dois braços estendidos diante do tronco, apresentando a mão esquerda o dedo indicador, único não dobrado, e a mão direita com o polegar, o indicador e o maior, bem salientes. Um na direita e três na esquerda; afirmação da unidade e da trindade de Deus, dogmas pelas quais a Santa morria. Os joelhos tem-nos um pouco dobrados, para o vestido, em gesto de grande resguardo, chegar bem até ao pé esquerdo, único visível. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt.

Fiesta de Santa Cecília
Padroeira da Música

Fiesta de Santa Cecilia

Fiesta de Santa Cecília

I. EL PALACIO DE LOS CECILIOS. UNA CASA PATRICIA DE LA ROMA IMPERIAL - En un ángulo del campo de Marte, cerca del mausoleo de Augusto y tan próxima al Estadio, que en los grandes días se oyen los gritos de la multitud, se yergue una casa patricia de la roma imperial. Desde allí se ve el Tíber. Detrás, se alza la fachada del Panteón, a la derecha el jardín, y en el interior un patio alegre, poblado de estátuas, pertenecientes a la nobilísima gens de los Cecilios. Pero los mármoles rodaron y el recuerdo se ha olvidado. Aquel palacio aristocrático de la Roma de los Antoninos, es hoy la iglesia de Santa Cecilia, espejo de la nueva Roma, restaurada por Cristo, la abeja industriosa de los panales del Señor, como la llama el pontífice Urbano. Una abeja libadora de flores de virtudes, que atesora en silencio y en oración. En una habitación, en un cofre de plata, se guarda el Evangelio que la joven lee todos los días. - II. LA BODA DE CECILIA - El palacio de los Cecilios se viste de fiesta. Esclavos y esclavas desfilan llevando joyas brillantes, telas preciosas y cestillos de flores, preparando la fiesta nupcial de la boda de Cecilia. Una noche, en las catacumbas, el pontífice había puesto sobre su cabeza el velo de las vírgenes; era la esposa de Cristo, pero no ha podido vencer la voluntad de su padre; y ahora se pone confiada en las manos del Señor. Avanza el cortejo. Van delante un niño adornado con verbenas y una niña coronada de rosas. Describiendo ligeros ritmos de danza, siguen cuatro adolescentes que acaban de vestir la toga pretexta. Cecilia lleva el vestido prescrito por el ritual: una túnica blanca de lana con su ceñidor también blanco y encima un manto color de fuego, símbolos de la inocencia y del amor. Cuando empezaba a brillar el lucero de la tarde, la nueva esposa es conducida a la morada del esposo. - III. HACIA LA CASA DE VALERIANO - La casa de Valeriano estaba al otro lado del Tíber, convertida hoy en la iglesia de Santa Cecilia. Cecilia sonríe con suavidad, pero una angustia infinita le acongoja el corazón. A los pocos pasos apareció la casa de Valeriano. En el pórtico, adornado de blancas colgaduras y guirnaldas de hiedra, aguardaba el esposo feliz. Cambiaron el saludo tradicional: -"¿Quién eres tú?"- preguntó él. Y ella respondió: -"Donde tú Cayo, yo Caya". Cecilia atraviesa el umbral. Una esclava se adelanta y le presenta en un cáliz de plata el agua, figura de la limpieza; otra le entrega una llave, símbolo de la administración que se le confía; y otra, le ofrece un puñado de lana para recordarle las tareas del hogar. Y pasan al triclinio, donde se va a servir el banquete nupcial. Brillan los candelabros, los lirios de Aecio y de Tívoli derraman sus perfumes, caen el chipre y el falerno en las copas de oro, escanciadas por jóvenes efebos, resuena la melodía de las arpas y los címbalos y los comensales aplauden al poeta que canta el epitalamio. - IV. EN EL BANQUETE DE BODA Cecilia parece enajenada; su corazón está suspendido por una música celeste. "Durante el banquete de bodas, mientras la música sonaba, ella entonaba oraciones en la soledad de su corazón, pidiendo que su cuerpo quedara inmaculado", según se lee en las Actas de santa Cecilia, del año 500: "Que mi corazón y mi carne permanezcan puros". Cecilia iba a dar el último paso hacia el peligro. Dos matronas guiaron sus pasos temblorosos hacia la cámara nupcial. Arden los candelabros, brillan los tapices y fulguran las joyas. - V. EN LA CAMARA NUPCIAL - Llega Valeriano. Se acerca a su esposa radiante de dicha; pero ella le detiene con estas palabras: -"Joven y dulce amigo, tengo un secreto que confiarte; júrame que lo sabrás respetar". Valeriano lo jura sin dificultad, y la virgen añade: -"Cecilia es tu hermana, es la esposa de Cristo. Hay un ángel que me defiende, y que cortaría en un instante tu juventud si intentases cualquier violencia". El joven palidece, se irrita, grita desesperado; pero poco a poco la gracia le domina, y con la gracia la dulzura infinita de Cecilia. -"Cecilia -dice al fin-, hazme ver ese ángel, si quieres que crea en tus palabras". "Para ver ese ángel de Dios se necesita antes creer, hacerse discípulo de Cristo, bautizarse". -"Pues bien -responde Valeriano -; ahora mismo, esta misma noche; mañana será tarde". - Y con el ímpetu de la juventud y la sierpe de la duda en el alma, deja en la habitación a su esposa y camina envuelto en el silencio de la noche en busca del pontífice Urbano. Poco a poco, una fuerza desconocida va dominando su alma. Empieza a comprender. - VI. DOS CORONAS DE ROSAS Y LIRIOS - Unas horas más tarde volvía vestido con la túnica blanca de los neófitos. Prosternada en tierra, Cecilia está absorta en oración; una luz deslumbrante la rodea y un ángel de inefable belleza flota sobre ella, sosteniendo dos coronas de rosas y de lirios, con que adorna las sienes de los dos esposos. Al bautismo de Valeriano siguió el de su hermano Tiburcio y poco después, los dos esposos daban su sangre por la fe. Reinaba entonces en Roma el emperador Aurelio, hombre honrado, corazón bueno y compasivo, que se rebela contra los juegos sangrientos del anfiteatro; pero cruel con los cristianos. En su persecución sufrieron Tiburcio y algún tiempo después, la virgen Cecilia. - VII. EL MARTIRIO CRUEL - Tras los intentos de ahogarle en el hipocausto, el líctor blandió la espada y la dejó caer tres veces sobre el cuello de Cecilia, pero con tan mala suerte, que quedó envuelta en su propia sangre luchando agónica con la muerte. Tres días después iba a recibir el galardón de su heroísmo. Los cristianos recogieron el cuerpo de la mártir y respetuosamente lo encerraron en un arca de ciprés, sin cambiar la actitud que tenía al morir. Así se encontró catorce siglos más tarde, en 1599, según el testimonio del mismo Cardenal Baronio. - VIII. TESTIMONIO DE CARDENAL BARONIO - "Yo vi el arca, que se encerró en el sarcófago de mármol -dice el cardenal Baronio- y dentro, el cuerpo venerable de Cecilia. A sus pies estaban los paños empapados en sangre, y aún podía distinguirse el color verde del vestido, tejido en seda y oro, a pesar de los destrozos que el tiempo había hecho en él. Podía verse, con admiración, que este cuerpo no estaba extendido como los de los muertos en sus tumbas. Estaba la castísima virgen recostada sobre el lado derecho, unidas sus rodillas con modestia, ofreciendo el aspecto de alguien que duerme, e inspirando tal respeto, que nadie se atrevió a levantar la túnica que cubría el cuerpo virginal. Sus brazos estaban extendidos en la dirección del cuerpo, y el rostro un poco inclinado hacia la tierra, como si quisiese guardar el secreto del último suspiro. Sentíamonos todos poseídos de una veneración inefable, y nos parecía como si el esposo vigilase el sueño de su esposa, repitiendo las palabras del Cantar: “No despertéis a la amada hasta que ella quiera". Aunque la relación parece fruto de la fantasía, los mártires Valeriano y Tiburcio, sepultados en las catacumbas de Pretextato, son históricamente ciertos. Después del proceso, referido por el autor de la Passio, Cecilia, condenada a ser decapitada, recibió tres poderosos tajos del verdugo, sin que su cabeza cayese cortada: Había pedido y obtenido la gracia de volver a ver al papa Urbano antes de morir. En la espera de esta visita ella continuó durante tres días profesando la fe. No pudiendo hablar, expresó con los dedos el credo en Dios uno y trino. Y con este gesto la esculpió Maderno en su célebre, bellísima e impresionante imagen de mármol. - IX. PATRONA DE LA MUSICA - Cecilia, virgen clarísima, Lirio del cielo llega escoltada por la gloria divina con música y cantos, al banquete nupcial, en palabras de la narración de la Passio: Cantantibus organis, Caecilia, in corde suo, soli Domino decantabat, dicens: - Fiat cor et corpus meum immaculatum ut non confundar -, "Mientras tocaba el órgano, Cecilia cantaba salmos al Señor". A su Señor, a su Esposo: "Que mi corazón y mi cuerpo permanezcan inmaculados, para que no quede confundida". Sus oraciones fueron escuchadas y fue martirizada. Este relato escrito de las Actas de la mártir se grabó en mosaicos, y se decoró een frescos y miniaturas. - X. LOS PINTORES Y POETAS - En el siglo XVI y siguientes su posición como patrona de la música fue creciendo. Y los artistas la representaron tocando el órgano, o junto a él, en numerosas pinturas, destacando las de Rafael, Rubens y Pousin. Así la celebraron los pintores, los músicos y los poetas, Dryden, Pope, Purcell y Händel. El Movimiento Ceciliano alemán del siglo XIX la tomó como Patrona para la reforma de la música litúrgica, que culminó en el Motu Proprio de San Pio X, en 1903. - XI. CECILIA CANTA EN EL CIELO - Podemos imaginarnos a Cecilia cantando gozosa en el cielo, pidiendo al Señor que nosotros seamos dignos de cantar las alabanzas de Dios por las maravillas que obra en el mundo, unidos a su alma, limpia y enamorada. Dice santo Tomás en la 2a-2ae q. 91 a. 1 resp sobre el Canto Litúrgico, que tanto cuanto asciende el hombre a Dios por la divina alabanza, se aleja de lo que va contra Dios. El hombre asciende a Dios por medio de la divina alabanza, que le eleva alejándolo de lo que se opone a Dios, el egoismo y la soberbia, y lo convierte en hombre interior. La alabanza exterior de la boca ayuda a motivar el amor interior del que alaba. La alabanza exterior de los labios contribuye a aumentar el amor del que alaba, como lo había experimentado muy bien San Agustín viviendo la experiencia de la Iglesia que canta. La melodía divina con su fuerza transformante, lo había conducido al camino de su conversión. Confiesa el Santo que cuando oía los himos, de los salmos y de los cánticos en Milán, se sentía vivamente conmovido a la voz de tu Iglesia, que le impulsaba suavemente. Aquellas voces se mantenían en mis oídos y destilaban la verdad en mi corazón; encendían en mí sentimientos de piedad; entretanto derramaba lágrimas que me hacían bien (Conf. IX 6-14). En la Iglesia de Cristo, que es hogar de gozo, el canto es esperanza en acto porque es plegaria. Por lo tanto dedicarse a cantar a Dios y a escuchar la música sagrada es preparse para orar con mayor esperanza y a vivir la vida de Dios en nuestro santuario interior que desborda en la sociedad como anuncio del Reino de Cristo. - XII. LAS IMAGENES DE LA PATRONA DE LA MUSICA - A partir del Siglo XVI, la iconografía la representa llena de alegría por la presencia del Señor tocando instrumentos musicales, la lira, la cítara, el órgano, el clavicordio, el arpa, el violín, el violoncelo, y rodeada de ángeles cantando. Así la representan en el Louvre, Domenichino, Guido Reni, Rubens y Pierre Mignard. Desde la Catedral de Palermo a la Pinacoteca de Dresde, la figura de la mártir romana, personifica el espíritu del canto y de la música sacra, y sale de los límites de la música italiana para inspirar la música y la pintura europeas y el arte internacional ya que el arte no tiene fronteras, como no lo tiene el bien, ni la verdad ni la belleza, que viven en Dios y son participados por los hombres, que habiendo saboreado un retazo de hermosura, se enamoran de la plenitud de la belleza de Cristo Pantocrator. Porque la belleza, la verdad y el bien convergen y conducen a los hombres a reencontrarse con Dios. - XIII. LA PEDAGOGIA DEL ARTE - En la Pinacoteca de Bolonia se puede admirar un cuadro de Rafael que representa a Cecila, junto a instrumentos musicales, absorta en las armonías celestes. La Vida divina trinitaria, el Paraíso, la Comunión de los Santos son luz, armonía y color, santidad, que es belleza, magnificencia y esplendor. Ese es el ministerio de la liturgia y el magisterio del arte, ayudarnos a comprender mejor, a orar y a elevar nuestra mente a la armonía del Paraiso, al que estamos llamados. Los templos no son museos refinados, sino auxilios para afianzar nuestra fe y caminos de conversión interior. La música y el canto sagrado, las expresiones artíticas de la arquitectura, las pinturas, las imágenes, vienen a ser como sacramentales, para que los hombres, dotados de sentidos, se abran a su vocación de santidad, atraidos y fascinados por el aroma de los nardos de los santos, y por la blancura lilial de la Patrona de la Música CECILIA, Coeli-lilia, que en castellano significa Lirio del Cielo. - Comentarios al autor: jmarti@correo.infase.es. www.es.catholic. Ver também em www.santiebeati.it

FILÉMON e ÁPIA, Santos
século I

Mártires,

Filemn y Apia, Santa

Filémon e Ápia, Santa

Filémon era rico habitante de Colossos, na Frígia, Ásia Menor. Encontrou-se com S. Paulo e fez-se cristão, cristão convicto que pregava o Evangelho à sua volta e reunia os irmãos em sua casa. Tinha também um escravo que se chamava Onésimo, belo nome que significa «útil, proveitoso», mas nome que Onésimo não honrava; era preguiçoso e, depois de roubar ao senhor, fugiu para Roma, a fim de escapar ao castigo. Em Roma, Onésimo esteve com S. Paulo, que o batizou e o recambiou, dando-lhe uma breve carta de recomendação dirigida a Filémon, Ápia e Arquipo, sem dúvida a mulher e o filho. Amavelmente, convidava Filémon a que recebesse bem Onésimo; sugeria, sem o exigir, que lhe desse a liberdade. Ao terminar, anunciava-lhe a sua própria visita como provável. Esta carta de S. Paulo faz parte do Novo Testamento. Ter merecido a confiança de S. Paulo, que honra! Os hagiógrafos gregos julgaram dever completar a biografia de Filémon. Segundo as Constituições apostólicas, veio a ser bispo de Colosssos, e lá mesmo sofreu o martírio; conforme conta o martirológio romano. segundo outros, veio a ser bispo de Gaza. Foram-lhe dedicadas várias Igrejas em Constantinopla. Os latinos foram mais moderados e Filémon só entrou no martirológio com Barónio. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

SALVADOR LILLI e 7 Companheiros, Beatos
Mártires  (1895)

Salvador Lilli y compaeros mrtires, Beato

Salvador Lilli e companheiros mártires, Beato

No dia 3 de Outubro de 1982, João Paulo II elevou às honras dos altares o Padre Salvador Lilli, O. F. M., e seus sete companheiros mártires. O Padre Salvador nasceu na Capadócia (Itália), a 19 de Junho de 1853. Em 1870 vestiu o hábito dos Frades Menores e no ano seguinte fez a profissão religiosa. Devido às condições históricas de Itália naquele tempo, em que as Ordens religiosas foram extintas, ele partiu para a Palestina e lá, nas cidades de Belém e Jerusalém, fez os estudos de filosofia e teologia, ordenando-se sacerdote no dia 6 de Abril de 1878. Depois de dois anos de trabalhos apostólicos no templo do Santo sepulcro, foi mandado para Marasc da Arménia Menor, onde durante quinze anos desenvolveu um apostolado maravilhoso. Movido pela caridade de Cristo, fundou três novas aldeias para reunir os núcleos familiares dispersos, com o objectivo de melhor protegê-los e instrui-los. Adquiriu um vasto terreno para dar trabalho e pão a quem deles precisava. Desenvolveu muitíssimo a vida religiosa daquelas populações. «Durante a epidemia da cólera, o seu apostolado iluminou-se de caridade heroica. foi ao mesmo tempo sacerdote e médico. Não temendo o contágio, passava de casa em vasa para assistir moral e materialmente os doentes», afirmou o Santo Padre no dia da beatificação. Em 1894, foi nomeado Pároco na cidade de Mujuk-Deresi. No ano seguinte, os Turcos desencadearam uma feroz perseguição contra os cristãos. A vida do Padre Salvador corria grande perigo. Aconselharam-no a pôr-se a salvo, mas ele respondeu que o pastor não pode abandonar as ovelhas, e acrescentou: «Prefiro morrer com elas, se for preciso». De facto, pouco depois foi preso com sete paroquianos, humildes camponeses e fervorosos cristãos. Se renegassem da fé católica, salvavam-se, mas eles preferiram dar a vida por Jesus Cristo. Foram assassinados no dia 22 de Novembro de 1895. AAS 84 (992) 940-2; L’OSS. ROM. 10.10.1982. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

Beltrão Francisco Lahoz, Beato
Mártir Lassallista,

Beltrn Francisco Lahoz, Beato

Beltrán Francisco Lahoz, Beato

Francisco Lahoz Moliner nasceu em Campos, Teruel, em 15 de outubro de 1912. Foi batizado no dia seguinte ao seu nascimento. Em 10 de agosto de 1925 ingressou no Noviciado Menor de Cambrils, procedente do Aspirantado de Monreal del Campo. Tomou o Hábito em 2 de fevereiro de 1929. Terminada sua formação no Escolasticado, foi indicado como professor do Noviciado Menor, onde se ocupou dos alunos con maiores dificuldades de aprendizagem e depois foi fazer catequese dos noviços. De carácter firme e austero, era paciente para suportar bromas e sua atitude com os demais era complacente e fina. Homem modesto e de grande capacidade de trabalho. Com motivo da perseguição religiosa de 1936, se lhe encomendou, junto com o Irmão Elias Julián, Estrela Ver biografia abaixo) acompanhar os noviços da região de Valência e Aragão. Como se mencionou nos dados do Irmão Elias Julián, depois de haver permanecido isolados em forma quase total, foram sumariamente julgados e fuzilados no campo militar de Benimamet. O Irmão Bertrán Francisco tinha 24 anos de idade. Foram sepultados num fosso comum do cemitério de Valência. Para ver mais sobre os mártires lassallistas em Valência faz "click" AQUI

Elias Julião Torrijo, Beato
Mártir Lassallista,

Elas Julin Torrijo, Beato

Elías Julián Torrijo, Beato

Julián Torrijo Sánchez nasceu em Torrijo del Campo, Teruel, a 17 de novembro de 1900. Foi batizado em 18 do mesmo mês. Ingressou no Noviciado Menor de Cambrils em 3 de novembro de 1916. Recebeu o Hábito em 11 de fevereiro de 1917 em Hostalets de Llers, Gerona. Começou seu apostolado com os párvulos de Sta. Coloma de Farnés em 1920. Em 1925 lhe encomendaram os trabalhos de carpintaria na construção do Noviciado de Cambrils, pois antes de entrar para os Irmãos ajudava a seu pai neste ofício. Em 1928 foi nomeado Administrador do Internato de Manlleu. Em 1929 voltou à aula em Santo Hipólito de Voltregá e logo esteve dois anos em Condal. Em 1934 passou para a Escola Nossa Senhora do Carmo, em Barcelona. Devido a uma enfermidade, teve que passar uma temporada na enfermaria de Cambrils. Ali se achava quando estalou a perseguição religiosa. Era uma pessoa simples, serviçal e de grande capacidade de trabalho. Junto com O Irmão Beltrão Francisco, (,Estrela ver acima a sua biografia) foi acompanhar a um grupo de Noviços e Escolásticos aragoneses a suas casas, mas antes de chegar, em Segunto, foram interceptados pelos milicianos. Chegados a Valência e não podendo continuar para Aragão, distribuíram os rapazes nas casas de famílias amigas. Numa das visitas aos rapazes, foram interceptados, identificados como religiosos e detidos. Dos calabouços do Governo Civil, foram transferidos para a Cadeia Modelo de Valência. Ao ser fuzilado, o Irmão Elías tinha 35 anos. Para ver mais sobre os mártires lassallistas em Valência faz "click" AQUI

 

• Miguel de Tver, Santo
Mártir,

Miguel de Tver, Santo

Miguel de Tver, Santo

Etimologicamente significa “¿quem como Deus?”. Vem da língua hebraica. Quando o crente está atento à voz de Deus, dia após dia renova em sua pessoa uma espontaneidade que faz que se sustenha só em Cristo. A fidelidade de toda uma vida supõe uma atenção constante. Morreu no ano 1318. Seu tio se chamava santo Alexandre Nevski. Era um pai de família generoso e muito comprometido com todos os assuntos referentes à religião cristã. Teve quatro rapazes e quatro raparigas. A todos educou numa autêntica formação espiritual. Teve que intervir com dureza para que seu povo não caísse sob a invasão dos Tártaros, sustentados e apoiados em seu tempo pelos mesmos príncipes moscovitas. A todo aquele que não seguisse as instruções dos Tártaros, se os obrigava a levar amuletos que indicassem sua confissão e sua conformidade com os deuses pagãos. O que não o fazia era apelidado de traidor e era exposto à risota e vergonha públicas. Tinham que levar os estandartes do chefe dos Tártaros. Aquele que não os levasse era considerado traidor à pátria. Por cantar a glória de Deus desconhecido a quem adoravam os cristãos. Então fizeram o mais fácil: o entregaram ao príncipe dos moscovitas, que se chamava Georges Danielocitch. Este príncipe tinha tão más entranhas que não pensava nada mais que em acabar com eles e com ele. Cheio de desespero pela valentia que demostravam os cristãos e Miguel a sua cabeça, se enfadou tanto que ordenou que todos fossem levados à morte sem mais julgamento. Os esbirros os assassinaram com suas espadas. ¡Felicidades quem leve este nome!

Pedro Esqueda Ramírez, Santo

Mártir,

Pedro Esqueda Ramrez, Santo

Pedro Esqueda Ramírez, Santo

Nasceu em San Juan de los Lagos, Jal. (Diocese de San Juan de los Lagos), em 29 de abril de 1887. Vigário de San Juan de los Lagos. O ministério a que se dedicou com verdadeira paixão foi a catequese das crianças. Fundou vários centros de estudo e uma escola para a formação de catequistas. Sempre foi muito devoto do Santíssimo. Em plena perseguição organizava a as famílias para que não faltassem à guarda perpétua a Jesús Sacramentado em casas particulares. Desde o momento de ser preso foi tão duramente ferido, que se lhe abriu uma ferida na cara. Um militar, depois de o golpear,disse-lhe: «Agora já hás-de estar arrependido de ser cura»; ao que contestou docemente o padre Pedro: «Não, nem um momento, e pouco me falta para ver o céu». Em 22 de novembro de 1927 foi tirado de sua prisão para ser executado; os meninos o rodearam e o Padre Esqueda insistentemente repetiu a um pequeno que caminhava junto a ele: «Não deixes de estudar o catecismo, nem deixes a doutrina cristã por nada». E num pedaço de papel escreveu suas últimas recomendações para as catequistas. Ao chegar fora da povoação de Teocaltitlán, Jalisco, dispararam três balas que mudaram sua vida terrena pela eterna. Foi canonizado por João Paulo II em 21 de Maio de 2000. Para ver mais sobre seus 24 companheiros mártires no México faz "click" AQUI Publicado com autorização de Vatican.va

• Tomás Reggio, Beato
bispo,

Toms Reggio, Beato

Tomás Reggio, Beato

Nasceu em Génova (Itália) em 9 de Janeiro de 1818 de uma família nobre. Ainda que se poderia prever para ele uma carreira brilhante, aos 20 anos decidiu ser sacerdote deixando tudo para trás. "Quero fazer-me santo, custe o que custar", dirá Tomás no momento em que sua opção chegou a ser definitiva. Recibió la Ordenación Sacerdotal el 18 de Septiembre de 1841 y, con apenas veinticinco años, fue nombrado vice-rector del Seminario de Génova y sucesivamente rector del Seminario de Chiávari. En este servicio se dedicó con valor a la formación de los futuros sacerdotes para que estuviesen dispuestos a comprometer la propia vida, sin recelos, por Dios y por la iglesia.  Precisamente en cuanto dirigía el Seminario, desenvolvió una intensa actividad como jornalista y fue uno de los cofundadores del primer jornal italiano católico, preocupándose con defender la fe y los principios auténticos del cristianismo. En 1865, durante la campaña electoral, el "Estandarte católico" – así se llamaba el jornal - condujo la lucha para promover listas de candidatos católicos y pensó en crear un partido católico. La idea era demasiado audaz, y cuando en 1874 el "non expedit" sonaba claramente y los católicos fueron invitados a no votar, el Padre Tomás "intuyó" que su jornal no podría continuar. Acató las ordenes de los superiores y prefirió estar en sintonía con el Papa y la Iglesia; apenas expuso su pensamiento cuando fue consultado por la Santa Sede. En 1877 fue consagrado Obispo de Ventimiglia, diócesis muy pobre: lo cubrió varias veces, fue pastor clarividente y verdadero guía espiritual de su rebaño, convoco tres sínodos en quince años, creo nuevas parroquias, renovó la liturgia y se esforzó por mantener el patrimonio artístico de las Iglesias. En 1878 fundo la Congregación de las Religiosas de Santa Marta, que tenían por finalidad “responder a las necesidades de todos los tiempos. Pidió a las hermanas de acogiesen a los más pobres entre los pobres “como Marta, que tuvo la ventura de servir a Jesús con el humilde trabajo de sus manos”. Estas religiosas aprendieron de ella a adorar en silencio, a alimentarse de la oración, a encontrar de rodillas las razones de una fe, que hay que descubrir a Cristo en los pequeñitos con los cuales él se identificó. Cuando, en 1887, un terremoto devasto la Región, D. Reggio, a pesar de su avanzada edad, se presentó inmediatamente junto a los afligidos por la catástrofe llevándoles ayuda, y después convoco a los párrocos pidiéndoles que lo informasen sobre el Estado de sus parroquias, a fin de providenciar las ayudas que recibía de muchas personas, entre la cuales lectores de varios periódico. Fue pródigo, reservando para si apenas su batina y su antiguo reloj, testimonio así que se hizo pobre por su gente. Cuido de modo especial de los muchos huérfanos victimas del terremoto, inicialmente asistió en algunos centros ya existentes en la ciudad que el creó, más tarde, un orfanato en Ventimiglia entrego al cuidado de las Religiosas de Santa Marta. En 1892 escribió al Papa: "Pido a Su Santidad que me exonere del cargo episcopal, a fin de poder ser un simple sacerdote para que la diócesis no vaya a sufrir a causa de mi edad y se confié a otro una tarea tan pesada". La respuesta del Santo Padre fue sorprendente: en Mayo de ese mismo años, D. Tomás fue nombrado Arzobispo de Génova. A pesar de sus 74 años de edad y de las dificultades, acepto humildemente el cargo para cumplir la voluntad de Dios. Cuando en 1900 la Italia católica decidió consagrar a Dios y a la Virgen el nuevo siglo, D. Tomás Regio invito a todos los Obispos de la Región a una gran peregrinación al Monte Saccarello, donde se coloco la estatua del redentor. También él partió de Génova en un carruaje de tercera clase, con otros sacerdotes y muchos peregrinos, hasta Triora, pequeña localidad a los pies del Monte. El deseo de proseguir a pie el itinerario de la peregrinación era muy fuerte, más no le fue posible hacerlo, pues un malestar sé lo impidió. Fue el inicio de la enfermedad que lo llevaría la termino de su vida. Falleció en la tarde del 22 de Noviembre de 1903, respondiendo a aquellos que se preguntaban si desearía alguna cosa: “Dios, Dios, solo Dios me basta!”. La respuesta fue la expresión de eso que lo movió siempre.

78760 > Sant' Anania di Arbela Martire 22 novembre MR

 
90574 > San Benigno di Milano Vescovo 22 novembre MR

 
25350 > Santa Cecilia Vergine e martire 22 novembre - Memoria MR

 
93138 > Beati Elia Giuliano Torrido Sanchez e Bertrando Francesco Lahoz Moliner Religiosi e martiri 22 novembre MR

 
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78800 > Beato Salvatore Lilli Francescano martire 22 novembre MR

 
90015 > Beato Tommaso Reggio Vescovo 22 novembre MR


95026 > Santi Valeriano e LXXX compagni Martiri a Forlì 22 novembre

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