OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

sábado, 24 de novembro de 2012

Algumas notícias da Voz Portucalense - 24 de Novembro de 2012

 

De: http://voz-portucalense.pt – 21-Novembro-2012

Crentes e não crentes: aspiração comum de afirmar o valor da vida Humana

Átrio dos Gentios anima capitais europeias da cultura e da juventude

Realizou-se na Arquidiocese de Braga, nas cidades de Guimarães e Braga, nos dias 16 e 17 de Novembro, a primeira edição portuguesa do “Átrio dos Gentios”, projeto de encontro entre crentes e não crentes promovido pela Santa Sé. O tema central foi o “valor da vida”. A adesão ultrapassou as melhores expectativas. Participaram D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, cardeal D. Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício da Cultura, D. Carlos Azevedo, delegado do Conselho Pontifício da Cultura, Marcelo Rebelo de Sousa, professor de Direito da Universidade de Lisboa, João Lobo Antunes, neurocirurgião, Padre Tolentino de Mendonça, vice-reitor da UCP, Assunção Cristas, ministra da Agricultura e Ambiente, Fernando Nobre, Presidente da AMI, Isabel Jonet, presidente da Federação dos Bancos Alimentares Contra a Fome, e os escritores Vasco da Graça Moura, Valter Hugo Mãe, Ana Luísa Amaral, entre outros. A coordenação foi de Isabel Varanda, professora da Universidade Católica (Braga).

(…) No encerramento D. Jorge Ortiga elogiou a realização do Átrio dos Gentios, que a arquidiocese acolheu naqueles dias e que deu brilho às capitais europeias da cultura e da juventude (Guimarães e Braga). (…) O Cardeal D. Gianfranco Ravasi referiu o assinalável êxito da iniciativa e manifestou a sua admiração pelas cidades e as gentes de Braga e Guimarães.

(Fonte: Ecclesia) -  Texto (…incompleto…) de António Jesus Cunha.

****************************************************

Associação Católica comemora os 140 anos

Continuam as comemorações dos 140 anos da Associação Católica do Porto (rua de Passos Manuel, 54) na sexta-feira 23 de Novembro, com um concerto jovem, pelas 21,30 horas (grupos “Os Polifónicos” de S. Paulo do Viso, a “Banda Missio” e “Os pródigos”); e na sexta-feira, 7 de Dezembro, com a Conferência «O movimento católico portuense na 2ª metade do séc. XIX»: «A fundação da Associação Católica do Porto», pelo Padre Adélio Abreu, às 21.30 h.

****************************************************

Uma vela por cada desempregado

Caritas Portuguesa lança campanha de Natal 2012

Imagem5495

No dia 8 de Novembro, a Caritas Portuguesa lançou em Lisboa a sua campanha de Natal 2012 com a 10ª edição da operação “10 milhões de Estrelas – Um gesto pela Paz”. O Presidente da instituição apelou à participação dos portugueses, pedindo que seja adquirida uma vela por cada pessoa desempregada como gesto de “pedagogia do próximo”. Sublinhou: “O desafio que lanço é que este ano sejamos capazes de acender uma vela por cada desempregado, pelo menos os das estatísticas oficiais”. Disse ainda que a meta de uma vela por desempregado em Portugal, é “muito significativa” e olha em particular para os mais pobres. Alertou mais uma vez: “Há gente com fome, em risco objectivo de perder as suas casas, que não têm luz, que dispensam tratamentos”. Desafiou os empresários a “criar mais emprego, porque é isso que dignifica as pessoas”. “O emprego é fundamental para que muitas pessoas voltem a encontrar as condições de vida que perderam”.

Revelou que 65% do valor angariado com a venda de velas vai ser entreguei às Caritas Diocesanas de Portugal, a quem caberá a sua aplicação na “resposta às famílias” atingidas pela crise. O restante valor será aplicado num projeto internacional, as “Casas Familiares Rurais”, na Amazónia (Brasil). Os responsáveis da Caritas assumiram como objectivo ultrapassar as 500 mil velas vendidas em 2011, dado que o valor angariado é “muito relevante” para as 20 Caritas Diocesanas,. As velas têm um custo unitário de um €uro. A campanha de Natal 2012 da Caritas é apadrinhada por D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga e presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e da Mobilidade Humana da CEP, , pelo selecionador nacional Paulo Bento, pelo ator Nicolau Breyner e pela cantora Luísa Sobral.

**************************************************

Imagem5496

Como temos vindo a anunciar, realiza-se de 23 a 25 de Novembro, a Semana Social, promovida pela Conferência Episcopal Portuguesa, que este ano se realiza no Porto, na Casa de Vilar. Temos publicado também vários textos de enquadramento dos temas a abordar e de motivação para a participação nos seus trabalhos. Apresentamos hoje mais um desses textos, da autoria do Coordenador da Semana, Joaquim  Azevedo, Presidente do Conselho Regional do Porto da Universidade Católica e Diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral da Cultura. Apresentamos ainda os principais temas a apresentar no seu decurso.

Semana Social e Estado Social: que temos para dizer?

Estrela A Igreja Católica tem algo mais para dizer aos portugueses, para além de reafirmar que é ela que assegura, pela ação gratuita e comprometida dos seus crentes, que uma boa parte dos pobres e desempregados não caia no abismo. Mas tem revelado claras dificuldades em o fazer. Esta é uma excelente oportunidade.

A Semana Social de 2012, a decorrer no Porto de 23 a 25 de Novembro (www.semanasocial.pt), constitui, pela sua dimensão nacional e pela presença quer dos leigos mais comprometidos com as questões sociais do país, essa oportunidade de a Igreja dizer em que é que funda, aqui e agora, a sua esperança em dias diferentes e melhores, com mais justiça, dignidade e liberdade.

Não basta repetir sempre a mesma conversa, que já sabe a pouco, mesmo para os próprios cristãos quanto mais para os não crentes. Também não sei se é justo e adequado ao tempo presente, deixarmos os nossos bispos a falarem sozinhos sobre a crise que Portugal e a Europa vivem e sobre os modos de a ultrapassarmos. Somos nós, os cristãos comprometidos na polis, nos mais variados lugares e dos mais variados modos, que temos de tomar a palavra.

Este tempo não é nada propicio a meias respostas, meias tintas, palavrinhas redondas, seixinhos rolantes no meio do que é preciso dizer e fazer. Nem é dado a esconderijos, mesmo que seja atrás da hierarquia, pois a luz que se acende nos nossos corações e, um pouco por todo o lado, na sociedade portuguesa tem de ser colocada em cima da mesa. É Cristo que quer falar e é o Espírito Santo que se está a manifestar dos mais variados modos e palas mais diversas bocas.

O tema “Estado Social e Sociedade Solidária” foi escolhido há mais de um ano e não vem a reboque de nenhum apelo à “refundação” do estado e da sociedade. Mas ainda bem que há esta espantosa coincidência. Temos de fazer desta Jornada de Reflexão um importante momento para tomarmos a palavra e dizermos: em que é que já não acreditamos, que caminhos têm de ser abandonados, o que é que nos mobiliza hoje no nosso quotidiano, nos mais variados campos da ação social e política, o que é que vale a pena ser, para além dos números e gráficos, porque é que vale a pena viver e dar a vida!

A Doutrina Social da Igreja não é uma coisa de compêndios, embora eles existam e sejam úteis. É uma esperança que se faz ação, que sai das nossas mãos, que dá ritmo ao nosso coração e que, por isso, se vê nos olhos dos que estão desorientados, se sente nas mãos dos aflitos de todos os tipos, se percebe nos passos dos pobres e desempregados. E é sobre isto mesmo que é preciso virmos ao Porto para conversarmos, porque temos de ser mais fieis e mais fortes em porque a realidade de hoje precisa de nós, não por nós e pelos nossos olhos,. mas porque tem imensa sede do Amor de Deus: não, não pode ficar para depois, porque já será tarde, as Semanas Sociais decorrem de três em três anos e Deus quer-nos aqui e agora dizer, sem receios nem rodeios (não são só os dirigentes dos partidos políticos que estão aflitos quanto ao que dizer e fazer!) as razões da nossa fé e da nossa esperança.

Os pilares da Doutrina Social da Igreja, a saber, a dignidade da pessoa humana, a,solidariedade, a subsidiariedade e a liberdade, que edifício é que seguram hoje aqui?

O mesmo tipo de Estado, com o mesmo tipo de democracia representativa, com o mesmo tipo de assistencialismo social, com o mesmo tipo de participação dos cidadãos?

Até onde vai a nossa cegueira ideológica, que nos impede de ouvir os apelos dos outros, sobretudos dos que mais sofrem, e da realidade?

O que quer dizer hoje ser solidário, em Portugal e na Europa?

E que é que isso tem a ver com a disponibilidade para estar junto dos mais aflitos, para lhes dar mais poder para serem pessoas autónomas e livres?

Que rumos tem a a sociedade portuguesa de seguir para crescera em solidariedade e em respeito pela dignidade da pessoa humana?

As questões acuais não são simples para ninguém.

Não somos sobreviventes, somos criadores: o que nos olha e convoca (chama, interpela, questiona), na incerteza, é o que nos dá o nosso futuro, o futuro com o rosto humano e digno de cada uma e de cada um. E. Housset lembra que “a nossa esperança é estrangeira a toda a certeza e a toda a probabilidade”.

Este é um tempo de extraordinária beleza, porque um tempo que Deus nos abre uma extraordinária brecha para o seu Amor.

 Estrela (Joaquim Azevedo – in  http://voz-portucalense.pt) – 7-Novembro-2012

***************************************************

Post em 24-11-12  -  11H42

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1479-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo “12” - 24 de Novembro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
+++++++++++++++++++++++
Nº 1479 - 2ª Página
24 de Novembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO
Ê X O D O
Moiss_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb_[1]_thumb

Moisés

A MISSÃO DE MOISÉS

12 – INSTITUIÇÃO DA PÁSCOAO Senhor disse a Moisés e a Aarão no Egipto: «Este mês será para vós o primeiro mês, será o primeiro mês do ano. Dizei a toda a assembleia de Israel: «No décimo dia deste mês, tome cada um de vós um cordeiro por família, um cordeiro por cada casa. Se a família for pouco numerosa para comer cum cordeiro. Comê-lo-ão em comum com o seu vizinho mais próximo, segundo o número de pessoas, tendo em conta o que cada um pode comer. Será um cordeiro sem defeito, macho e com um  ano de idade; podereis escolher um cordeiro ou um  cabrito. Guardá-lo-eis até ao décimo quarto dia deste mês; então toda a assembleia de Israel o imolará ao entardecer. Recolherão o seu sangue e espalhá-lo-ão pelas duas ombreiras e pela verga da porta das casas onde for comido. Nessa mesma noite, comer-se-á a carne assada ao fogo com pães sem fermento e ervas amargas. Não comereis dela nada que esteja cru ou cozido em água, mas somente assada ao fogo; comê-lo-eis com a cabeça, as patas e as entranhas. Não deixareis nada para o dia seguinte, e se ficar algum resto, queimá-lo-eis. Quando o comerdes, tereis os rins cingidos, as sandálias nos pés e o bordão na mão. Comê-lo-eis apressadamente, pois é a Páscoa do Senhor. Passarei nesta noite através do Egipto, e ferirei de morte todos os primogénitos nascidos no Egipto, desde os homens até aos animais, e exercerei a Minha justiça contra todos os deuses do Egipto. Eu, o Senhor. O sangue servirá de sinal nas casas em que residis. Vendo o sangue, passarei adiante, e não sereis atingidos pelo flagelo destruidor, quando Eu ferir a terra do Egipto. Conservareis a recordação desse dia, comemorando-o com uma solenidade em honra do Senhor: celebrá-lo-eis como uma instituição perpétua, de geração em geração. Durante sete dias, comereis pães sem fermento; a partir do primeiro dia não haverá fermento nas vossas casas. Quem comer pão fermentado, desde o primeiro dia até ao sétimo, será excluído de Israel. No primeiro dia, assim como no sétimo, reunir-vos-eis numa santa assembleia. No decurso desses dias, não realizareis trabalho algum, salvo a preparação do alimento para todos. Guardareis a festa dos ázimos, porque, nesse dia, fiz sair os vossos exércitos do Egipto. Guardareis esse dia de geração em geração, como uma instituição perpétua. No primeiro mês, desde a tarde do décimo quarto dia do mês até à tarde do vigésimo primeiro dia, comereis pão sem fermento. Durante sete dias, não haverá fermento nas vossas casas, pois quem comer pão fermentado será excluído da assembleia de Israel, seja adventício ou seja nativo. Não comereis pão fermentado, nas vossas casas, comereis pão sem fermento».

Moisés transmite ao povo a ordem do SenhorMoisés convocou todos os anciãos de Israel e disse-lhes: «Ide escolher uma cabeça de gado miúdo para as vossas famílias, e imolai a Páscoa. Em seguida, tomareis um ramo de hissope e embebe-lo-eis no sangue que estiver numa bacia e aspergireis com esse sangue a verga e as duas ombreiras da porta. Nenhum de vós transporá o limiar da sua casa até de manhã».

«Quando o Senhor passar para flagelar o Egipto, ao ver o sangue na verga e nas duas ombreiras, passará adiante da porta e não permitirá que o exterminador entre nas vossas c asas para ferir. Guardareis esta lei como uma lei imutável para vós e para os vossos filhos. Quando entrardes na terra que o Senhor vos dará como prometeu, conservareis este rito. E quando os vossos filhos vos perguntarem, que significa este rito, respondereis: «É o sacrifício da Páscoa em honra do Senhor que, ferindo os egípcios, poupou as cassa dos filhos de Israel no Egipto e poupou as nossas famílias». O povo inclinou-se e prostrou-se. Depois, os filhos de Israel retiraram-se para cumprir o que o Senhor tinha ordenado a Moisés e Abraão. E assim fizeram.

Extermínio dos primogénitos – A meio da noite, o Senhor matou todos os primogénitos do Egipto, desde o primogénito do Faraó, herdeiro do seu trono, até ao primogénito do preso na masmorra e todos os primogénitos dos animais. O Faraó ergueu-se durante a noite, assim como todos os seus servidores e todos os egípcios, e ouviu-se um imenso clamor no Egipto, pois não havia casa alguma sem um morto. Nessa mesma noite, o Faraó mandou chamar Moisés e Aarão e disse-lhes: «Ide-vos, parti do meio do meu povo, vós e os filhos de Israel. Ide servir o Senhor como dissestes. Levai também as vossas ovelhas e os vossos bois, como pedistes, e parti! Implorai também para mim a bênção». Os egípcios instavam, com o povo para que abandonassem, sem demora o país. E diziam: «Vamos morrer todos». O povo levou a sua massa ainda por levedar, e embrulhando nas capas as escudelas que a continham, colocaram-nas aos ombros.

Partida dos filhos de Israel – Os filhos de Israel, cumprido a ordem de Moisés, tinham pedido aos egípcios, objetos de oiro e vestuário. O Senhor fez com que o povo achasse graça aos olhos dos egípcios , que acederam ao pedido deles. Os filhos de Israel partiram de Ramsés para Sucot, em número de cerca de seiscentos mil homens, sem contar as crianças. Além disso, partiu com eles uma numerosa multidão de gente de proveniências diversas e grandes rebanhos de ovelhas e de bois. Cozeram a massa que tinham levado do Egipto e fizeram pães ázimos pois a massa não estava fermentada, porque tinham sido obrigados a sair do Egipto sem qualquer delonga e sem ter tempo para levar outras provisões. A permanência dos filhos de Israel  no Egipto foi de quatrocentos e trinta anos. E ao fim desses quatrocentos e trinta anos, exactamente no mesmo dia, todos os exércitos do Senhor abandonaram o Egipto. Essa noite, durante a qual o Senhor velara para os fazer sair do Egipto, será de vigia para todos os filhos de Israel, de geração em geração, em honra do Senhor.

Leis e cerimónias da Páscoa – O Senhor disse a Moisés e Aarão: «Esta é a Lei referente à Páscoa. Estrangeiro algum poderá comê-la. Depois de circuncidado, todo o escravo, adquirido a dinheiro, comê-la-á: mas o estrangeiro e o mercenário, não poderão comê-la. O cordeiro será comido em cada casa, não levareis para fora de casa nenhum  bocado de carne e não quebrareis osso algum. Toda a assembleia de Israel celebrará a Páscoa. Se um estrangeiro que reside convosco quiser celebrar a Páscoa do Senhor, todo o individuo do sexo masculino de sua casa, deverá, antes ser circuncidado, e só então poderá celebrá-la e será tratado como um natural do país; mas incircunciso algum comerá a Páscoa. Haverá apenas uma lei tanto para o natural do país  como para o estrangeiro residente no meio de vós». Todos os filhos de Israel obedeceram e fizeram o que o Senhor tinha ordenado a Moisés e Aarão. Nesse mesmo dia, o Senhor tirou do Egipto os filhos de Israel ordenados em exército.

Mar-Vermelho-mapa_thumb_thumb_thumb_[2]_thumb

Mar Vermelho – mapa

0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

24 de Novembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
map-1195aeac0b2f22222222222222222[2]

Nº 1479–1 - (329-12) - SANTOS DE CADA DIA - 24 de Novembro de 2012 - 5º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

************************************************************

Nº 1479-1 - (329-12)
Imagem3189

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
I-Am-Posters
= E U   S O U =
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»«««««««««««««««««««««««««««««««««
Nº 1479-1 – (329-12)

FLORA e MARIA,  Santas
Mártires (851)

Flora y Mara, Santas

Flora e María, Santas

Flora, nascida em Córdova de pai maometano e mãe cristã, tinha sido batizada clandestinamente e praticava em segredo a sua religião. Quando ficou órfã, seu irmão denunciou-a ao cádi que a mandou prender e castigar com severidade. Foi açoitada barbaramente, bateram-lhe na cabeça e entregaram-na em seguida ao denunciador para que a fizesse apostatar. Conseguiu ela, no entanto, escapar-se e foi procurar asilo na casa duma irmã que tinha em Ossaria. Os mouros do califado de Córdova andavam então desenfreados, e as pessoas que escondiam cristãos em suas casas expunham-se aos piores aborrecimentos. Receando qualquer desgraça, a irmã de Flora e a gente da casa avisaram a refugiada que tinha de sair. A pobre rapariga voltou a Córdova, mas, como animal cercado, não sabia onde se dirigir. Entrou na igreja de Santo Acisclo para chorar. Por sorte, encontrava-se lá outra rapariga, chamada Maria, que estava a rezar. Dias antes, seu irmão, Valabonso, tinha sido executado; ela própria andava a ser procurada e talvez estivesse em vésperas de ser presa. Não vendo outra saída senão a morte, resolveram ambas ir juntas ao encontro dela, para a afrontarem mais decididamente. Foram apresentar-se ao cádi e declararam abertamente que nunca renegariam a sua fé. O Cádi mandou-as lançar num cárcere juntamente com mulheres de má vida. Santo Eulógio, que perto delas estava preso, conseguiu enviar-lhe palavras de conforto. Tal como desejavam, não foram separadas e sofreram juntas o martírio em 24 de Novembro de 851. Seis dias depois, santo Eulógio foi solto, e no Memorial dos Santos, onde narra o que referimos, atribui ter sido libertado graças à intercessão das Santas Flora e Maria. Alguns anos depois, Eulógio também derramou o sangue pela fé. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

EANFLEDA, Santa

Rainha

Eanfleda era filha do rei dos Nortumbrianos, Santo Edvino e de Santa Etelburga de Kent. Nasceu, diz-nos Santo Beda, «na noite sacro-santa do domingo de Páscoa». O pai acabava de ser ferido por um sicário enviado pelo rei dos Saxões Ocidentais (20 de Abril de 626). Agradecendo ele aos deuses este nascimento, o bispo Paulino persuadiu-o que era melhor dar graças a Cristo. Edvino prometeu servir a Jesus, se se curasse e pudesse vencer o rei dos Saxões. Confiou a filha a Paulino, que a batizou pelo Pentecostes. Tendo morrido Edvino em combate a 12 de Outubro de 633, Paulino retirou-se para Kent com Eanfledinha. Mais tarde, por 643, esta casou-se com Oswy, rei da Nortúmbria. Deste casamento nasceu Santa Eanfleda, segunda abadessa de Whitby. Eanfleda empenhava-se em conservar o costume de Kent quanto à celebração da Páscoa, o que introduzia por vezes uma semana de diferença entre a sua data e a data do marido. Ela regulava-se pelo calendário romano do seu capelão, chamado precisamente Romanus, formado em Kent, sem questionar com Santo Aidano e com os Nortumbrianos. A mesma obteve a fundação dum mosteiro em Gilling, destinado a expiar o assassínio de Santo Oswin, rei de Deira. Santo Wilfredo encontrou nela uma protetora, que o colocou muito jovem em Lindisfarne e mais tarde apoiou o seu projeto de peregrinação a Roma, recomendando-o ao rei de Kent. O papa Vitaliano, por 667, escrevia a Oswy para suavemente a persuadir a tomar em tudo o uso de Roma, e enviava à rainha uma cruz com relíquias das cadeias de S. Pedro e de S. Paulo. Já em 664, numa conferência em Whitby, Oswy se tinha declarado pelo costume da Igreja patrocinada pelo celestial porteiro. Tendo Oswy falecido a 15 de Fevereiro de 671, Eanfleda retirou-se para o mosteiro de Whitby, onde sua filha Eanfleda era abadessa: Oswy já lá repousava. Eanfleda figura já no martirológio de Wilson do século XVII. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

 

MARIA ANA SALA, Beata

Religiosa (1829-1891)

Mara Ana Sala, Beata

María Ana Sala, Beata

Nasceu em Brivio (povo italiano da província de Lecco) em 21 de abril de 1829. Foi uma das primeiras alunas da nascente escola das Irmãs Marcelinas no povo de Vimercate. Foi acolhida pela Madre Marina Videmari, rapidamente se distinguindo pelo exemplar de sua vida e por seu aproveitamento escolar. Em 1848, entrou a formar parte da nova Congregação, compreendeu de imediato que seu ideal e sua missão teriam que ser no ensino, a educação, a formação das jovens na escola e na família. Sor María Ana se santificou na simplicidade por sua total fidelidade ao Carisma da congregação que havia eleito. De sua vida e exemplo, surgem três ensinamentos: a necessidade de formação de um bom carácter firme, sensível, equilibrado; o valor santificador do compromisso no próprio dever, assinalado pela obediência e a importância essencial da obra educativa. Sua pedagogia foi a que seu diretor espiritual, Monsenhor Luís Biraghi, lhe recomendou: estar perto, estar junto às jovens em cada momento e circunstância, participando de sua vida quotidiana, nas aulas, na capela, no refeitório, no recreio, no dormitório. Entre suas melhores alunas, se recorda a jovem Judith Alghisi Montini, que depois seria mãe do futuro papa Paulo VI. Maria Ana Morreu santamente em 24 de novembro de 1891. Foi beatificada por João Paulo II em 1980.

 

Andrés Dung-Lang e 116 companheiros, Santos
117 Mártires vietnamitas dos séculos XVIII e XIX,

Andrs Dung-Lag y compaeros, Santos

Andrés Dung-Lang e 116 companheiros, Santos

Mártires de Vietname

Esta memória obrigatória dos cento dezassete mártires vietnamitas dos séculos XVIII e XIX, proclamados santos por João Paulo II na praça de São Pedro em 19 de junho de 1988, celebra a mártires que já haviam sido beatificados anteriormente em quatro ocasiões distintas: sessenta e quatro, em 1900, por Leão XIII; oito, por Pio X, em 1906; vinte, em 1909, pelo mesmo Pio X; vinte e cinco, por Pio XII, em 1951. Não só são significativos o número insuperado na história das canonizações mas também a qualificação dos santos (oito bispos, cinquenta sacerdotes, cinquenta e nove laicos), a nacionalidade (noventa e seis vietnamitas; onze espanhóis; dez franceses, o estado religioso (onze dominicanos; dez da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris; outros do clero local, mais um seminarista), o estado laical (muitos pais de família, uma madre, dezasseis catequistas, seis militares, quatro médicos, um cantor de coro; além de camponeses, pescadores e chefes de comunidades cristãs). Seis deles foram martirizados no século XV, os demais, entre 1835 e 1862; quer dizer, no tempo do domínio dos três senhores que governavam Tonquim, Annam e Cochinchina, hoje integradas na nação de Vietname. Em grande parte (setenta e cinco) foram decapitados; os restantes morreram estrangulados, queimados vivos, esquartejados, ou faleceram na prisão por causa das torturas, negando-se a pisar a cruz de Cristo ou a admitir a falsidade de sua fé. Destes cento dezassete mártires, a fórmula de canonização foi posta em relevo seis nomes particulares, em representação das distintas categorias eclesiais e das diferentes origens nacionais. O primeiro, de que encontramos uma carta no oficio de leitura, é Andrés Dung-Lac. Nasceu no norte de Vietname em 1795; foi catequista e depois sacerdote. Foi morto em 1839 e beatificado em 1900. Outros dois provinham do centro e do sul do Vietname. O primeiro, Tomás Tran-VanThien, nascido em 1820 e preso enquanto iniciava sua formação sacerdotal, foi assassinado aos dezoito anos em 1838; o outro é Manuel Le-Van-Phung, catequista e pai de família, morto em 1859 (beatificado em 1909). Entre os missionários estrangeiros são mencionados dois espanhóis e um francês. O dominicano espanhol Jerónimo Hermosilla, chegado ao Vietname em 1829, vigário apostólico de Tonquim oriental, foi morto em 1861 (beatificado em 1909); o outro dominicano, o bispo vasco Valentin de Berriochoa, que chegou a Tonquim em 1858, aos trinta e quatro anos, foi morto em 1861 (beatificado em 1906). O francês Jean-Théophane Vénard, da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris, chegou a Tonquim em 1854 e foi assassinado aos trinta e dois anos (beatificado em 1906): suas cartas inspiraram a santa Teresa de Lisieux a rezar pelas missões, pelo que foi proclamada padroeira junto com são Francisco Javier.

LISTA DOS 117 MÁRTIRES DE VIETNAME

1 Andrés DUNG-LAC, Sacerdote 21-12-1839 - 2 Domingo HENARES, bispo O.P. 25-06-1838 - 3 Clemente Ignacio DELGADO CEBRIAN, bispo O.P. 12-07-1838 - 4 Pedro Dumoulin BORIE, bispo M.E.P. 24-11-1838 - 5 José María DIAZ SANJURJO, bispo O.P. 20-07-1857 - 6 Melchior GARCIA SAMPEDRO SUAREZ, bispo O.P. 28-07-1858 - 7 Jerónimo HERMOSILLA, bispo O.P. O1-11-1861 - 8 Valentin BERRIOCHOA, bispo O.P. 01-11-1861 - 9 Esteban Teodoro CUENOT, bispo M.E.P. 14-11-1861 -10 Francisco GIL DE FEDERICH, Sacerdote O.P. 22-O1-1745 - 11 Mateo ALONSO LECINIANA, Sacerdote O.P. 22-O1-1745 - 12 Jacinto CASTANEDA, Sacerdote O.P. 07-11-1773 - 13 Vicente LE OUANG LIEM, Sacerdote O.P. 07-11-1773 - 14 Emanuel NGUYEN VAN TRIEU, Sacerdote 17-09-1798 - 15 Juan DAT, Sacerdote 28-10-1798 - 16 Pedro LE TuY, Sacerdote 11-10-1833 - 17 Francisco Isidoro GAGELIN, Sacerdote M.E.P. 17-10-1833 - 18 José MARCHAND, Sacerdote M.E.P. 30-11-1835 - 19 Juan Carlos CORNAY, Sacerdote M.E.P. 20-09-1837 - 20 Vicente DO YEN, Sacerdote O.P. 30-06-1838 - 21 Pedro NGUYEN BA TUAN, Sacerdote 15-07-1838 - 22 José FERNANDEZ, Sacerdote O.P. 24-07-1838 - 23 Bernardo VU VAN DUE, Sacerdote 01-08-1838 - 24 Domingo NGUYEN VAN HANH (DIEU), Sacerdote O.P. 01-08-1838 - 25 Santiago Do MAI NAM, Sacerdote 12-08-1838 - 26 José DANG DINH (NIEN) VIEN, Sacerdote 21-08-1838 - 27 Pedro NGUYEN VAN TU, Sacerdote O.P. 05-09-1838 - 28 Francisco JACCARD, Sacerdote M.E.P. 21-09-1838 - 29 Vicente NGUYEN THE DIEM, Sacerdote 24-11-1838 - 30 Pedro VO BANG KHOA, Sacerdote 24-11-1838 - 31 Domingo TUOC, Sacerdote O.P. 02-04-1839 .- 32 Tomás DINH VIET Du, Sacerdote O.P. 26-11-1839 - 33 Domingo NGUYEN VAN (DOAN) XUYEN, Sacerdote O.P. 26-11-1839 - 34 Pedro PHAM VAN TIZI, Sacerdote 21-12-1839 - 35 Pablo PHAN KHAc KHOAN, Sacerdote 28-04-1840 - 36 José DO QUANG HIEN, Sacerdote O.P. 09-05-1840 - 37 Lucas Vu BA LOAN, Sacerdote 05-06-1840 - 38 Domingo TRACH (DOAI), Sacerdote O.P. 18-09-1840 - 39 Pablo NGUYEN NGAN, Sacerdote 08-11-1840 - 40 José NGUYEN DINH NGHI, Sacerdote 08-11-1840 - 41 Martín TA Duc THINH, Sacerdote 08-11-1840 - 42 Pedro KHANH, Sacerdote 12-07-1842 - 43 Agustín SCHOEFFLER, Sacerdote M.E.P. 01-05-1851 - 44 Juan Luís BONNARD, Sacerdote M.E.P. 01-05-1852 - 45 Felipe PHAN VAN MINH, Sacerdote 03-07-1853 - 46 Lorenzo NGUYEN VAN HUONG, Sacerdote 27-04-1856 - 47 Pablo LE BAo TINH, Sacerdote 06-04-1857 - 48 Domingo MAU, Sacerdote O.P. 05-11-1858 - 49 Pablo LE VAN Loc, Sacerdote 13-02-1859 - 50 Domingo CAM, Sacerdote T.O.P. 11-03-1859 - 51 Pedro DOAN LONG QUY, Sacerdote 31-07-1859 - 52 Pedro Francisco NERON, Sacerdote M.E.P. 03-11-1860 - 53 Tomás KHUONG, Sacerdote T.O.P. 30-01-1861 - 54 Juan Teofano VENARD, Sacerdote M.E.P. 02-02-1861 - 55 Pedro NGUYEN VAN Luu, Sacerdote 07-04-1861 - 56 José TUAN, Sacerdote O.P. 30-04-1861 - 57 Juan DOAN TRINH HOAN, Sacerdote 26-05-1861 - 58 Pedro ALMATO RIBERA, Sacerdote O.P. 01-11-1861 - 59 Pablo TONG VIET BUONG, Laico 23-10-1833 - 60 Andrés TRAN VAN THONG, Laico 28-11-1835 - 61 Francisco Javier CAN, Catequista 20-11-1837 - 62 Francisco DO VAN (HIEN MINH) CHIEU, Catequista 25-06-1838 - 63 José NGUYEN DINH UPEN, Catequista T.O.P. 03-07-1838 - 64 Pedro NGUYEN DicH, Laico 12-08-1838 - 65 Miguel NGUYEN HUY MY, Laico 12-08-1838 - 66 José HOANG LUONG CANH, Laico T.O.P. 05-09-1838 - 67 Tomás TRAN VAN THIEN, Seminarista 21-09-1838 - 68 Pedro TRUONG VAN DUONG, Catequista 18-12-1838 - 69 Pablo NGUYEN VAN MY, Catequista 18-12-1838 - 70 Pedro VU VAN TRUAT, Catequista 18-12-1838 - 71 Agustín PHAN VIET Huy, Laico 13-06-1839 - 72 Nicolás BUI DUC THE, Laico 13-06-1839 - 73 Domingo (Nicolás) DINH DAT, Laico 18-07-1839 - 74 Tomás NGUYEN VAN DE, Laico T.O.P. 19-12-1839 - 75 Francisco Javier HA THONG MAU, Catequista T.O.P. 19-12-1839 - 76 Agustín NGUYEN VAN MOI, Laico T.O.P. 19-12-1839 - 77 Domingo Bui VAN UY, Catequista T.O.P. 19-12-1839 - 78 Esteban NGUYEN VAN VINTI, Laico T.O.P. 19-12-1839 - 79 Pedro NGUYEN VAN HIEU, Catequista 28-04-1840 - 80 Juan Bautista DINH VAN THANH, Catequista 28-04-1840 - 81 Antonio NGUYEN HUU (NAM) QUYNH, Laico 10-07-1840 - 82 Pietro NGUYEN KHAC Tu, Catequista 10-07-1840 - 83 Tomás TOAN, Catequista T.O.P. 21-07-1840 - 84 Juan Bautista CON, Laico 08-11-1840 - 85 Martín THO, Laico 08-11-1840 - 86 Simón PHAN DAc HOA, Laico 12-12-1840 - 87 Inés LE THi THANH (DE), Laica 12-07-1841 - 88 Mateo LE VAN GAM, Laico 11-05-1847 - 89 José NGUYEN VAN Luu, Catequista 02-05-1854 - 90 Andrés NGUYEN Kim THONG (NAM THUONG), Catequista 15-07-1855 - 91 Miguel Ho DINH HY, Laico 22-05-1857 - 92 Pedro DOAN VAN VAN, Catequista 25-05-1857 - 93 Francisco PHAN VAN TRUNG, Laico 06-10-1858 - 94 Domingo PHAM THONG (AN) KHAM, Laico T.O.P. 13-01-1859 - 95 Lucas PHAM THONG (CAI) THIN, Laico 13-01-1859 - 96 José PHAM THONG (CAI) TA, Laico 13-01-1859 - 97 Pablo HANH, Laico 28-05-1859 - 98 Emanuel LE VAN PHUNG, Laico 31-07-1859 - 99 José LE DANG THI, Laico 24-10-1860 - 100 Mateo NGUYEN VAN (NGUYEN) PHUONG, Laico 26-05-1861 - 101 José NGUYEN DUY KHANG, Catequista T.O.P. 06-11-1861 - 102 José TUAN, Laico 07-01-1862 - 103 José TUC, Laico 01-06-1862 - 104 Domingo NINH, Laico 02-06-1862 - 105 Domingo TORI, Laico 05-06-1862 - 106 Lorenzo NGON, Laico 22-05-1862 - 107 Pallo (DONG) DUONG, Laico 03-06-1862 - 108 Domingo HUYEN, Laico 05-06-1862 - 109 Pedro DUNG, Laico 06-06-1862 - 110 Vicente DUONG, Laico 06-06-1862 - 111 Pedro THUAN, Laico 06-06-1862 - 112 Domingo MAO, Laico 16-06-1862 - 113 Domingo NGUYEN, Laico 16-06-1862 - 114 Domingo NHI, Laico 16-06-1862 - 115 Andrés TUONG, Laico 16-06-1862 - 116 Vicente TUONG, Laico 16-06-1862 - 117 Pedro DA, Laico 17-06-1862 _______________________O.P. : Ordem dos Pregadores (Dominicanos) - T.O.P.: Terceiro da Ordem dos Pregadores - M.E.P.: Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris

Bálsamo de Cava, Beato
Abade,

Blsamo de Cava, Beato

Bálsamo de Cava, Beato

Martirológio Romano: No mosteiro de Cava, na Campânia, beato Bálsamo, abade, que no meio das turbulências e contradições de seu tempo desempenhou seu cargo com sabedoria e prudência (1232). Etimologia: Bálsamo = aquele de alma perfumada. Vem da língua latina. Foi um abade do século XIII. A história da abadia da Trindade de Cava, junto a Salerno, foi fundada cerca do ano mil. A história de seus abades é muito interessante para os historiadores e gente dedicada ao estudo e à investigação. Isto se deve à manutenção perfeita de suas bibliotecas que contêm nada menos que mil anos de história. Bálsamo foi um abade desse mosteiro que encerra uma série de homens impressionantes para hoje e sempre. Se sabe que a abadia de Cava teve uma grande influência e importância em toda a Idade Média pela capacidade de trabalho de seus monges e por seu alto grau de santidade. Ele foi um dos mais ilustres. Dirigiu o mosteiro com suma maestria, com sabedoria e com um trato especial para os irmãos. Esteve nela 25 anos: desde 1208 a 1232, ano de sua morte. Era um homem de letras. Por isso, havia ganho a amizade dos Papas e dos próprios imperadores. Federico II o chamava carinhosamente “o martelo do mundo”. Este imperador favoreceu muito este mosteiro e deu ao abade a potestade de julgar a quem atentasse contra a abadia.¡Felicidades a quem leve este nome!

SÃO COLUMBANO

Monge (540-615)

Columbano, Santo

Columbano, Santo

Estrela Esta biografia foi já publicada, ontem dia 23/11 neste blogue.

Foi uma das personalidades marcantes da sua época; homem apaixonadamente dedicado à causa de Cristo, extremamente inteligente, heroico e perseverante, amante da poesia e da natureza, amigo dos animais e sempre fiel aos usos e ao amor da sua terra. Nascido na Irlanda, cerca do ano de 540, Columbano recebeu a sua formação no mosteiro de Bangor, sob a direção rígida e austera de S. Comgall. Cerca do ano de 590, desembarcou em França com doze monges de Bangor. Ia, a convite do rei de Borgonha , pregar o Evangelho sob o aspecto mais rigoroso e fundar mosteiros segundo o modelo irlandês. Os primeiros foram os de Annegray, Fontaine e Luxeuil. A seguir ergueram-se outros em Coutances, Faremoutiers, Jouarre, Saint.Gall, etc.. A regra que lhes impôs predominou nas Gálias até à sua substituição pela de S. Bento. Columbano mandava os monges doentes debulhar trigo nas areias; os saudáveis, queria ele que se extenuassem antes de recolher ao leito: «Devem adormecer enquanto vão para lá e levantar-se antes de terem dormido o bastante». A influência de Luxeuil nessa época foi considerável; desse convento saíram vários bispos santos e grandes missionários. Columbano dirigiu-o durante cerca de vinte anos. Procurou instalar a piedade e a virtude na corte de Austrásia. Censurava os bispos por não celebrarem a festa da Páscoa na mesma data que na Irlanda; escrevia ao papa cartas cheias de veemência, apesar de se afirma «o mais humilde dos homens» e de assinar: «Columbano, o pecador». Importou do seu país o uso da confissão particular que chegou a impor nas Igrejas de Borgonha. Apesar de venerado por tofos, desagradava a muitos. Por isso, a rainha Brunilde e o rei Thierry, a quem ele censurava as suas desordens, acabaram por expulsá-lo dos seus Estados em 610, sem encontrarem grande oposição. Agilulfo, o rei dos Lombardos, cedeu-lhe então o território de Bóbio, na Itália; foi lá que Columbano construiu o seu último mosteiro, em 614, e morreu no ano seguinte. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Esta biografia foi já ontem publicada neste blogue sob texto – não traduzido – de www.es.catholic. Ver também www.santibeati.it

São Crisógono, mártir

Em Aquileia, no território de Veneza, comemoração de são Crisógono, mártir, a quem se dá culto em Roma no dia de aniversário da dedicação da igreja cujo título leva seu nome (304).

SAN CRISGONO

Fermina (Firmina) de Amélia, Santa
Mártir,

Fermina (Firmina) de Amelia, Santa

Fermina (Firmina) de Amélia, Santa

Martirológio Romano: Em Amélia, cidade da Umbria, santa Firmina, mártir (303). Etimologia: Firmina = firme. Vem da língua latina. Fermina foi uma mártir do século III. Quando há falta de muitos dados históricos sérios, existem, pelo contrário, muitas lendas acerca da vida de alguns santos. Segundo as narrações tradicionais, Fermina era romana, e viveu no século III. Deve ter nascido no seio de uma família chamada Pisoni. Seu pai era o governador da cidade, e sua mãe uma cristã cheia de amor a Deus e ao próximo. A jovem devia ter 16 anos quando estalou a perseguição em Roma, a sempre e traída perseguição de Diocleciano. Vendo o perigo que se avizinhava, saiu da cidade, mas antes vendeu todas suas coisas – com grande alegria e desprendimento – e as entregou aos pobres. Para chegar à nova região da Umbria italiana, teve que embarcar num barco no Tibre de Civitavecchia. Como viu muitas necessidades entre os cristãos que eram dura e cruelmente perseguidos, ficou com eles para os ajudar em tudo aquilo que fosse necessário. Quando chegou a Amélia, entregou-se a uma vida de oração e de penitência. Sua felicidade ia a durar pouco tempo. Descoberta pelas autoridades, levaram-na aos tribunais. E julgada de má maneira, foi condenada a morte, Em Amélia se conserva sua memória. ¡Felicidades a quem leve este nome!

Beatas Nicetas de santa Prudência Plaja Xifra

e companheiras, religiosas mártires

No Picadero de Paterna, no território de Valência, em Espanha, beatas Nicetas de santa Prudência Plaja Xifra e companheiras, virgens do Instituto das Irmãs Carmelitas da Caridade e mártires, todas as quais foram consideradas dignas de entrar com Cristo Esposo no convite eterno, levando suas lâmpadas acesas (1936). Seus nomes são: beatas Paula de Santa Anastácia Isla Alonso, Antonia de Santo Timoteo Gosens Sáez de Ibarra, Daria de Santa Sofia Campillo Paniagua, Erundina de Nuestra Señora del Monte Carmelo Colino Vega, Consolada del Santísimo Sacramento Cuñado González, Concepción de San Ignacio Odriozola Zabalía, Feliciana de Nuestra Señora del Monte Carmelo de Uribe Orbe, Concepción de Santa Magdalena Rodríguez Fernández, Justa de María Inmaculada Maiza Goicoechea, Clara de Nuestra Señora de la Esperanza Urrutia y Cándida de Nuestra Señora de los Ángeles Cayuso González.

93481 > Beate Niceta di Santa Prudenzia Plaja Xifra e 11 compagne Vergini e martiri 24 novembre MR

Plaja, Niceta (Prudenzia). Campillo Paiuagua, Daria (Sofìa), Gosens Sàez de Ibarra, Antonia (Timotea), Isla Alonso, Paola (Paolina).

Cunado Gonzàlez, Maria Consuelo (Sacramento). Colino Vega, Erundina. Uribe y Orbe, Feliciana Cayuso Gonzàlez, Candida

Ezcurra Urrutia, Chiara.Odriozola, Maria Concezione. Mayza Goicochea, Giusta e Rodriguez Fernàndez, Concezione.

Pedro Vo Dang Khoa e Vicente Ngyen Tho Diem, Santos
Sacerdotes e Mártires,

Pedro Dumoulin-Borie y compaeros, Santos

Pedro Dumoulin-Borie e companheiros, Santos

Martirológio Romano: Na cidade de Dông Hoy, em Annam, santos mártires Pedro Dumoulin- Borie, bispo da Sociedade de Missões Estrangeiras de Paris, Pedro Vo Dang Khoa e Vicente Ngyen Tho Diem, presbíteros, dos quais, por ordem do imperador Minh Mang, o primeiro foi degolado e os outros estrangulados (1838). Este jovem, amante das missões, nasceu em 20 de fevereiro de 1808 em Beynat de Corrèze. Seus pais eram contra qualquer das decisões de seu filho. Lhe disseram em sua cara que não seria nem missionário, nem de Trapa, nem médico. Não podia sair de França. O queriam perto de si mesmos. Egoísmo de pais. Tudo o que lhe consentiam, era que fosse cura mas sem sair do país. Seguindo os conselhos dos pais, entrou um belo dia no seminário maior de Tulle. Ele, sem embargo, tinha as ideias muito claras acerca de sua vida futura:"Seguirei minha vocação por onde queira que me chamem, ainda que seja nas missões estrangeiras". Com a passagem do tempo, a ocasião se lhe apresentou propicia em outubro de 1829. Durante o tempo dos motins e revoltas em Paris, lhe deram o tratamento de senhor porque o tomaram por um suíço. Nesta ocasião Deus o livrou do perigo porque seu acento era tipicamente francês. Chegou ao sacerdócio em 21 de novembro de 1830. Sem ter a menor dúvida, embarcou no norte de França, no porto Le Havre com destino a Mónaco . Era 18 de julho de 1831. Daqui continuou seu rumo para terras longínquas do Oriente. Desembarcou em Saigão porque uns contrabandistas chineses atacaram o barco. Neste país se desencadeou uma revolução persecutória. Ele, com toda a força interior que levava em seu espírito, começou a evangelizar a região que se lhe havia confiado. Entretanto prenderam-no as hordas inimigas em 1838. E é curioso que estando na mesma cadeia, recebeu o encargo de ser nomeado bispo. O próprio verdugo que devia dar-lhe morte, não o queria fazer. Mas teve que o fazer recorrendo para isso a uma bebedeira. Seus restos se conservam na Sala dos mártires do Seminário das Missões Estrangeiras de Paris. Para ver mais sobre os 117 mártires no Vietname faz "click" AQUI

São Protásio, bispo


Em Milão, da província de Ligúria, santo Protásio, bispo, que defendeu ante o imperador Constante a causa de santo Atanásio e tomou parte no Concílio de Sárdica (352).

SAN 
PROTASIO

São Romano, presbítero


No lugar de Blaye, no território de Bordéus, na Aquitânia, são Romano, presbítero (385).

78910 > San Romano di Blaye 24 novembre MR

78940 > Sant' Alberto di Lovanio Vescovo e martire 24 novembre MR

 
90415 > Beato Balsamo di Cava Abate 24 novembre MR

 
78920 > San Colman di Cloyne Vescovo 24 novembre MR

 
90980 > San Crisogono di Aquileia Vescovo e martire 24 novembre MR

 
80700 > Sant’ Enfleda Regina di Bernicia, badessa 24 novembre


91483 > Sant' Ermogene di Agrigento Vescovo 24 novembre


78900 > Santa Firmina (o Fermina) di Amelia Martire 24 novembre (o 30 novembre) MR

 
91718 > San Flaviano di Ricina Vescovo e martire 24 novembre


79000 > Sante Flora e Marta (Maria) di Cordova Martiri 24 novembre MR

 
91821 > San Hoardon Vescovo di Leon 24 novembre


94788 > Beato Luigi de la Pena Martire mercedario 24 novembre


90591 > Beata Maria Anna Sala Vergine 24 novembre MR

 
92870 > Santi Martiri Vietnamiti (Andrea Dung Lac e 116 compagni) 24 novembre - Memoria MR


93481 > Beate Niceta di Santa Prudenzia Plaja Xifra e 11 compagne Vergini e martiri 24 novembre MR






93414 > Santi Pietro Dumoulin-Borie, Pietro Vo Dang Khoa e Vincenzo Nguyen The Diem Sacerdoti e martiri 24 novembre MR

 
78930 > San Porziano Abate in Alvernia 24 novembre MR

 
93354 > San Protasio Vescovo di Milano 24 novembre MR

 
78910 > San Romano di Blaye 24 novembre MR

 

 

 

00000000000000
00000000000000000000000
0000000000000000000000000000000000000
000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
0
0000
000000
00000000
0000000000000000000000000000000
===============================
==================================================
  • NOTA INFORMATIVA:
    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
  • Sites utilizados: Primeiramente os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Seguem-se depois http://es.catholic.net/santoral, são recolhidos os textos sem tradução e imagens, e por último (também sem tradução) os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
    NOTA INFORMATIVA: Sucede por vezes estarem repetidas ou as imagens ou os textos, em algumas biografias, motivadas pelo facto de inclusão das mesmas imagens (ou dos mesmos textos) nos sites consultados, pelo que até servirá para fazer comparações entre os textos em português e os outros – se assim o desejarem – os meus eventuais leitores.
    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
  • 00000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
  • Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
    ***************************************************************************************************************
    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
    email: antoniofonseca40@gmail.com
    Obrigado. António Fonseca
    Sites utilizados: http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt/
    WWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWW
    Porto, 24-11-2012 – 10,00 H
    ANTÓNIO FONSECA
    map-a3f333ae641e222222222222222222
    =============================================================================================================