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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Nº 1483-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo - “16” - 28 de Novembro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1483 - 2ª Página
28 de Novembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO
Ê X O D O
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Moisés

A MISSÃO DE MOISÉS

16 – AS CODORNIZES E O MANÁToda a multidão dos filhos de Israel partiu de Elim e chegou ao deserto de Sin, entre Elim e o Sinai. Era o décimo quinto dia do segundo mês após a sua saída do Egipto. No deserto, toda a multidão dos filhos de Israel começou a murmurar contra Moisés e Aarão. Disseram-lhes: «Porque não fomos mortos pela mão do Senhor no Egipto quando estávamos sentados diante das panelas de carne e comíamos pão à vontade! Trouxeste-nos para o deserto a fim de matar à fome todo este povo». O Senhor disse a Moisés: «Vou mandar chover para vós pão do alto do céu. O povo sairá para recolher diariamente a quantidade necessária, a fim de o pôr à prova e ver se obedece ou não às Minhas ordens. No sexto dia, preparem-se para levar o dobro do que recolherem cada dia». Moisés e Aarão disseram aos filhos de Israel: «Esta tarde compreendereis que foi o Senhor quem vos fez sair do Egipto, e amanhã de manhã vereis a glória do Senhor pois ouviu as vossas murmurações contra Ele. E nós, que somos nós para murmurardes contra nós?» Moisés disse: «Esta tarde o Senhor dar-vos-á carne para comerdes, e amanhã pão com  fartura, pois ouviu o que proferistes contra Ele. Mas nós, que somos nós? Não foi contra nós que murmurastes, foi contra o Senhor». Moisés disse a Aarão: «Dize a toda a assembleia dos filhos de Israel: «Apresentai-vos diante do Senhor, porque Ele ouviu as vossas murmurações». Enquanto Aarão falava a toda a assembleia dos filhos de Israel, estando voltados para o lado do deserto, a glória do Senhor apareceu, de repente, na nuvem. E o Senhor disse a Moisés: «Ouvi as murmurações dos filhos de Israel. Dir-lhes-ás: Esta tarde, ao anoitecer, comereis carne, e amanhã saciar-vos-eis de pão. E, assim, ficareis a saber que Eu sou o Senhor, vosso Deus». De tarde, realmente, apareceram codornizes que cobriam o campo, e, na manhã seguinte, havia uma camada de orvalho em volta do acampamento. Quando este orvalho se evaporou, apareceu à superfície do deserto uma coisa miúda, granulada, como saraiva caída na terra. Ao vê-la, os filhos de Israel perguntaram uns aos outros: «Que é isto?», pois não sabiam o que era. Moisés disse-lhes: «É o pão que o Senhor vos dá para comerdes. O Senhor ordena o seguinte: Recolha cada um de vós o que for necessário para o seu sustento, à razão de um ômer por cabeça, e de harmonia com o número de pessoas que vivem na mesma tenda». Assim fizeram os filhos de Israel; uns recolheram mais; outros, menos. Quando, porém, mediram com o ômer, verificou-se que aqueles que apanharam muito nada tinham a mais e que nada faltava àqueles que tinham apanhado pouco. Cada um recolhera, apenas, o que necessitava para o seu sustento. Moisés disse-lhes: «Que ninguém deixe coisa alguma para amanhã de manhã». Alguns não escutaram Moisés, e guardaram uma porção para o dia seguinte; mas ela encheu-se de vermes e apodreceu. Moisés irritou-se contra eles. Todas as  manhãs , cada um apanhava o bastante para se alimentar. Mas, logo que o sol começava a aquecer, derretia.-se. No sexto dia, apanharam o dobro da quantidade de alimento, isto é, dois ômers por pessoa. Todos os chefes do povo foram comunicar o facto a Moisés, e este disse-lhes: «Foi isso que o Senhor ordenou. Amanhã é o dia de descanso, o sábado consagrado ao Senhor. Por tal motivo, cozei o que tendes a cozer; fervei o que tendes a ferver, e o que sobejar guardai-o para amanhã». Conservaram-no, pois, até ao dia seguinte, conforma a ordem de Moisés: não apodreceu nem se encheu de vermes. Moisés disse: «Comei-o hoje, porque hoje é sábado consagrado ao Senhor; e hoje não o encontrareis no campo. Durante seis dias, apanhá-lo-eis; mas não haverá no sétimo dia, que é o dia de descanso». No sétimo dia, saíram alguns para o recolher, mas não encontraram nada. O Senhor disse então a Moisés: «Até quando vos recusareis a cumprir os Meus mandamentos e as Minhas leis?» «Vede, o Senhor deu-vos o sábado; por isso, no sexto dia, vos dará alimentação para dois dias. Permaneça cada um na sua tenda e que ninguém saia do sítio em que estiver no sétimo dia». E, assim , o povo descansou no sétimo dia. Os filhos de Israel deram a esse alimento o nome de maná. Parecia-se com a semente do coentro, era branco e tinha o sabor de bolo de mel.

O maná conservado para recordação das gerações futuras Moisés disse: «O Senhor ordena o seguinte: que se encha um ômer com maná para ser conservado, e, assim, possam as gerações vindouras ver o pão com com que vos alimentei no deserto, depois de vos ter tirado do Egipto». E Moisés disse a Aarão: «Pega num vaso, mete nele um ômer de maná, e coloca-o diante do Senhor, a fim de se conservar como lembrança para todos os descendentes». Cumprindo a ordem dada pelo Senhor a Moisés, Aarão colocou-o diante da arca do testemunho, como lembrança. Os filhos de Israel comeram maná durante quarenta anos, até chegarem a uma terra habitada. Comeram-no até chegarem às fronteiras da terra de Canaã. O ômer é a décima parte do efá.

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Mar Vermelho – mapa

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28 de Novembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1483-1 - (333-12) - SANTOS DE CADA DIA - 28 de Novembro de 2012 - 5º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1483-1 - (333-12)
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Nº 1483-1 – (333-12)

NOSSA SENHORA DAS DORES DE KIBEHO
(RUANDA)
Invocação Mariana no Ruanda

Nuestra Seora de los Dolores de Kibeho (Ruanda)

Nuestra Señora de los Dolores de Kibeho (Ruanda)

APARIÇÕES EM KIBEHO, (RWANDA, AFRICA) 1981-1989

Mãe do Verbo

As aparições começaram em 28 de Novembro de 1981. Anteciparam o genocídio que ocorreu em 1994. Esta aparição foi aprovada formalmente em 2001. As 3 videntes. A primeira a ter as aparições foi Alphonsine Mumureke, de 16 anos. Estas ocorriam na escola e os mestres e estudantes não acreditavam e muitos se riram disso. Mas mais tarde outras duas meninas começaram a ver também a Virgem. Alphonsine foi filmada durante algumas aparições. Um doutor da comissão de investigação da Igreja examinou a jovem durante a aparição. A segunda jovem foi Nathalie Mukamazimpaka, 17 anos, que começou a ver a Virgem em Janeiro 1982. Viu a Virgem quase 2 anos. A terceira foi Marie Claire Mukamgango, de 21 anos. Viu a Virgem de março a setembro de 1982. Antes não acreditava nas aparições. A Virgem lhe deu a missão de difundir o Rosário das Sete Dores de María. (Ela morreu no massacre que relataremos depois). Outros quatro jovens videntes não foram incluídos na aprovação eclesiástica Quatro jovens de Kibeho disseram que também viam a Virgem em diferentes ocasiões, mas só receberam aprovação oficial as aparições aos três acima mencionados. Entre as raparigas que disseram ter visto a Virgem havia uma jovem muçulmana que se converteu e batizou. Também um jovem pagão chamado Sagstashe, que depois das aparições se converteu tomando o nome Emmanuel. A Emmanuel, Jesús lhe apareceu no campo em julho de 1982 e ensinou-lhe o Pai Nosso e o catecismo. Ele nunca antes das aparições havia estado numa igreja. As aparições terminaram para seis dos videntes em 1983 e só Alphonsine continuou tendo aparições, uma vez no ano em 28 de novembro. A última foi em 1989. Para ver mais sobre as mensagens da Virgem em Kibeho faz "click" AQUI

91937 > Nostra Signora del Dolore di Kibeho (Rwanda)

Alphonsine MUMUREKE - Nathalie MUKAMAZJMPAKA - Marie Claire MUKANGANGO

CATARINA LABOURÉ, Santa
Religiosa (1806-1876)

Catalina Labour, Santa

Catalina Labouré, Santa

Numa família profundamente cristã de remediados lavradores da Borgonha, em França, nasceu, a 2 de Maio de 1806, Catarina Labouré. Era a nona filha com que Deus abençoava seus virtuosos pais. Depois dela floriram naquele jardim mais dois rebentos ainda. É quase sempre no seio das famílias numerosas que irrompem os grandes homens e os grandes santos. Aos 9 anos e meio perdeu a mãe. Depois de passar algum tempo à sombra dos tios, regressou novamente ao regaço familiar. Os irmãos mais velhos iam debandando. Sobre ela recaíam agora as canseiras domésticas. Sem sombra de exagero, pode dizer-se que o curso da vida e dos anos não embaciou a sua pureza, modéstia e simplicidade. Às repetidas pretensões de casamento opôs sempre forte resistência porque – dizia ela – desde há muito tempo estava desposada com Jesus. Consagrar-se a Deus na vida religiosa era a sua mais ardente aspiração. Desejava seguir os passos de sua irmã mais velha. religiosa nas Irmãs da Caridade. O pai não queria de maneira nenhuma consentir. apesar de Catarina ter já ultrapassado a maior idade. Para obrigar a que ela se distraísse, mandou-a para casa dum seu irmão, que mantinha um restaurante de operários, num bairro suburbano de Paris. Aí devia arejar e esquecer todos os intuitos da vida religiosa. O trato forçado e contínuo com os clientes, gente rude de sentimentos, tornava-se para ela verdadeiro martírio. Condoída da sua sorte, uma cunhada, diretora dum colegiozinho em Chatillon, frequentado pelas raparigas da aristocracia local, convidou-a para junto de si. O novo contacto com as Irmãs da Caridade, que moravam perto. reacendeu-lhe o desejo de as imitar. O pai, por fim, consente. Em sinal de relutância, não lhe deu o dote, que teve de ser posto pela cunhada.

Catalina Labour, Santa

Catalina Labouré, Santa

Na casa local das Irmãs da Caridade, aos 24 anos de idade, a 22 de Janeiro de 1830, enceta o postulado, aperfeiçoando-se na cultura e na piedade. Meses depois, parte para Paris a iniciar o noviciado na Rua du Bac. Entra naquela casa durante a solene novena que precederia a transladação das relíquias de S. Vicente de Paulo. Desde logo se lhe depararam visões do coração o santo Fundador, cheias de simbolismo. Nosso Senhor mostra-Se-lhe frequentemente através das espécies eucarísticas. Estes favores preludiavam graças mais extraordinárias. Na noite de 17 para 18 de Julho de 1830, pouco tempo após o começo do Noviciado, às 11 e meia da noite, estando a dormir, sente uma voz que a chama. Acorda, levanta a cortina. Vê uma criança, vestida de branco, aparentando quatro ou cinco anos de idade, que lhe diz: «Vem à capela, Nossa senhora, espera-te». A humilde religiosa receia que deem conta. O pequeno mensageiro tranquiliza-a: «Sossega. São 11 e meia. Estão todos a dormir profundamente. Fico à tua espera». Acompanhada daquela criança, que supõe ser o seu Anjo da Guarda, entra na capela, profusamente iluminada. Após demora um pouco longa, ouve estas palavras do Anjo: «Eis a Santíssima Virgem: ei-la». Logo sentiu um ruído como o de roçagar dum vestido de seda. Era Nossa Senhora. Vindo do lado da tribuna, senta-se na cadeira do diretor das Filhas da Caridade, ao lado do Evangelho, junto do altar. Catarina aproxima-se, ajoelha, põe as mãos sobre os joelhos da celestial visitante, que se inclina para ela com afabilidade e doçura. Começa entre ambas um íntimo e familiar colóquio que se prolonga por cerca de duas horas. A branca Senhora comunica-lhe que Deus a destina para uma missão especial. Há-de sofrer muito para a tornar conhecida. Não receie. A graça de Deus não a abandonará. Deve manifestar tudo ao confessor, que será o seu auxiliar em tão divina empresa. Descerrando-lhe o véu do futuro, prognostica-lhe as desgraças que daí a 40 anos cairiam sobre a França. Todas elas se vieram a realizar no tempo prefixado, em 1870, durante o cerco de Paris e a Comuna. Finalmente, como mãe solícita pelo bem dos seus filhos , aponta-lhe alguns pequenos abusos , ocasionalmente intrometidos em ambas as famílias de S. Vicente de Paulo, aos quais era preciso pôr emenda. para isso havia de se valer do seu confessor, que brevemente ascenderia a postos importantes na Congregação. Na verdade, dentro em pouco o Padre Aladel foi nomeado assistente da Congregação da Missão e diretor das Irmãs da Caridade. Ambas as famílias de S. Vicente de Paulo haviam de se espalhar por todo o orbe de modo extraordinário. «Minha filha, Deus quer encarregar-te duma missão», tinha-lhe dito a Celestial Visitante. para lha manifestar, apareceu-lhe novamente, a 27 de Novembro de 1830, às 5 e meia da tarde, enquanto a humilde religiosa se encontrava em oração na capela. Já referimos esta visão ontem, ao tratar de Nossa Senhora das Graças ou da Medalha Milagrosa. A Santíssima Virgem apareceu-lhe ainda uma terceira vez para insistir nos mesmos pedidos e apresentar um modelo da medalha de Nossa Senhora das Graças. No fim, concluiu: «Minha filha, doravante não me tornarás a ver, mas hás-de ouvir a minha voz nas tuas orações».Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

GRÁZIA DE CÁTTARO, Beato

Religioso (1438-1509)

Era pescador de Cáttaro, na Dalmácia (antiga Jugoslávia). Nascido pelo ano de 1438, levava vida muito regrada quando se converteu à vida perfeita, tendo cerca de trinta anos. Foi conquistado por um sermão dum religioso agostinho, o Padre Simão de Camerino que pregava numa igreja de Veneza. Entrou na Ordem donde lhe viera este apelo e ingressou como converso agostinho em Monte Ortona, perto de Pádua, numa casa pouco antes fundada pelo mesmo Padre Simão para uma estreita observância. Trabalhou sobretudo nos jardins. Foi transferido para Veneza, para um antigo mosteiro camaldulense, S. Cristóvão da Paz. Conta-se que, graças ao Beato Grázia , num Verão sequíssimo, um poço bastou para todas as carências da comunidade e para os trabalhos de restauro da igreja. Morreu pelo ano de 1509, ajoelhado num ímpeto de energia para honrar o sacramento da Eucaristia. O culto de Grázia foi confirmado em 1889 para os Agostinhos e para Cáttaro. Do livro Santos de Cada Dia, de www.jesuitas.pt

 

TIAGO (ou Santiago) DA MARCA, Santo

Religioso (1391-1476) 

 

Santiago de la Marca, Santo

Santiago de la Marca, Santo

Terá nascido em 1391, numa aldeia de Marca de Ancona, Itália. Recebeu no baptismo o nome de Domingos. Depois de aprender os primeiros rudimentos do latim em Ofído, e as humanidades em Áscoli, estudou direito civil na Universidade de Perusa, então muito florescente. Tendo morrido seu pai e sua mãe, fez-se preceptor dos filhos dum homem rico da mesma cidade, com o qual passou a Florença, a fim de o auxiliar na administração dum cargo de magistratura. Neste emprego reconheceu a iniquidade do mundo, tomando a resolução de se retirar para um convento. Seu primeiro pensamento foi entrar para os Cartuxos: mas numa viagem que fez a Babiena, na Toscana, ficou de tal modo edificado com as conversações frequentes que teve com os franciscanos, que resolveu abraçar o seu instituto. recebeu o hábito, tomando o nome de Tiago, no convento de Nossa Senhora dos Anjos, perto de Assis, onde, pouco tempo depois, fez profissão. Tinha vinte e um anos. Sabendo quanto o tempo é precioso, procurava não perder um único instante. Ordinariamente, apenas dormia três horas; passava o resto da noite na meditação das coisas celestes. Nunca comia carne, jejuava inviolavelmente as sete quaresmas de S. Francisco. Todos os dias se disciplinava com rigor. Estas penitências arruinaram-lhe a saúde. A única pena que sentia era não poder dedicar-se à pregação, único emprego que desejava na sua Ordem. Para conseguir o que tanto desejava, foi a Nossa Senhora do Loreto, celebrou a Santa Missa e, depois da consagração, a Santíssima Virgem apareceu-lhe a dizer que a sua oração tinha sido ouvida. Começou a pregar com tanto fervor que nunca subia ao púlpito sem tocar os corações mais endurecidos, fazendo muitas conversões miraculosas. Pregando um dia em Milão sobre Santa Madalena, falou tão eloquentemente contra o vício da impureza, que no fim do sermão trinta e seis mulheres infelizes renunciaram ao seu comércio infame e resolveram levar vida penitente. Foi associado a S. João Capistrano para pregar a cruzada entre os Turcos que, tendo-se apoderado de Constantinopla, enchiam de terror toda a cristandade. Foi tal o seu zelo por esta ocasião que se lhe pode atribuir em grande parte o sucesso desta gloriosa empresa. Adquiriu grande império sobre os corações. Em Buda, Hungria, conteve uma furiosa sedição com a sua presença e mostrando o crucifixo ao povo. Os sediciosos, deixando de roubar e de matar, tomaram-no aos ombros e conduziram-no em triunfo por todas as ruas da cidade. Consagrou cerca de treze anos a percorrer as províncias do Norte. Trabalhava com sucesso maravilhoso nos confias da Alemanha na conversão das almas, e preparava-se para ir pregar aos Turcos, com a esperança de encontrar a coroa do martírio, quando recebeu carta de Calisto III que o chamava imediatamente e desempenhou o cargo de Inquisidor geral contra os hereges. Obedeceu imediatamente e desempenhou o cargo com todo o proveito que se desejava. Uma infinidade de pessoas detestaram o seu erro e entraram, no grémio da Igreja. Este zelo apostólico atraiu-lhe grandes perseguições dos hereges. Deus, porém, livrou-o de todos os perigos. Depois de ter percorrido uma parte de Itália, chegou finalmente a Roma, onde foi honrosamente recebido pelo Papa Paulo II, que tinha sucedido a Calisto III e a Pio II. Numa visita que fez ao Cardeal de Savona, que tinha sido Geral da sua Ordem, como lhe falasse num tratado que tinha composto sobre a Conceição de Jesus Cristo, uma imagem da Virgem baixou a cabeça à vista de todos os assistentes, para testemunhar a verdade de tudo o que tinha escrito sobre este assunto. A reputação dum homem tão santo fez que Fernando I, rei de Nápoles, desejasse possuí-lo nos seus estados. Mandou seu filho, o Duque da Calábria, pedir-lhe que viesse para lá. Recusando-se o santo, a pretexto da sua idade e enfermidades, o monarca recorreu ao papa, que ordenou ao santo que fosse. Partiu imediatamente , sentindo grande alegria em sacrificar a saúde e a vida ao dever de obediência. Quando chegou a Nápoles teve revelação de que aí terminaria os seus dias. Não foi para o convento da Observância da cidade, com receio de lá ser importunado com visitas. Retirou-se a um mosteiro, situado fora de Nápoles, onde esperava encontrar mais solidão. Somente saía para ir trabalhar na salvação das almas por meio da pregação e outras funções evangélicas. fez muitos milagres no reino de Nápoles. Por fim, tendo de idade oitenta e cinco anos, foi violentamente atacado por uma doença. Depois de ter sofrido durante alguns dias as mais agudas dores com uma paciência invencível, e de ter recebido os Sacramentos com todo o fervor, perdeu de repente as forças em transportes de amor, em virtude dos quais parecia que o seu corpo queria voar para o Céu. Foi no meio destes transportes que entregou a sua alma a Deus, no dia 28 de Novembro de 1476. Foi canonizado em 1726 pelo papa Bento XIII. Do livro Santos de cada Dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. e www.santiebeati.it

35550 > San Giacomo della Marca Religioso e sacerdote MR

 

Estevão o Jovem, Santo
Mártir,

Esteban el Joven, Santo

Esteban el Jovem, Santo

Santo Estevão o jovem foi, antes de nascer, oferecido ao Senhor por seus pais. Ele próprio se consagrou ao serviço de Deus abraçando a vida religiosa o mais cedo que pôde. Pediu uma habitação sem tecto, a fim de estar exposto a todas as inclemências da intempérie. Constantino Coprónimo lhe proibiu que honrasse as imagens dos santos, mas lhe respondeu o santo que estava disposto a morrer antes que cumprir sua proibição. Esta generosa resposta lhe mereceu a corona do martírio, no ano 764.

Fausta Romana, Santa
Mãe do século I

Etimologicamente significa “ feliz”. Vem da língua latina. El Señor dice: “Mirad que voy a crear un cielo nuevo y una tierra nueva. Habrá gozo perpetuo por lo que voy a crear. Voy a hacer de mi pueblo una tierra de alegría”. Fausta fue un madre en el siglo I. Existe una carta de aquellos años en la que se dice:"Aunque mi padre sea pagano, mi madre es siempre fiel y casta. Me ha hecho cristiana desde la cuna". El nombre de su hijo era Crisógono. Había ya en los primeros años del cristianismo personas con esta reciedumbre y fortaleza. Pertenece, sin duda, a lo que dice el Señor: Era de una tierra nueva y de un nuevo cielo. Para los apologistas, la difusión del cristianismo constituyó por sí mismo un verdadero milagro. Este milagro hubiera bastado para probar la divinidad de Cristo. La misma conversión de la gente era un camino seguro de santidad. Por eso, los cristianos de la primera hornada se llamaban “santos”. Anastasia hablaba muy bien en su “Pasión” o teatro medieval para ensalzar y el conocimiento de los santos, de la madre Fausta como una verdadera cristiana que educó en la verdad y la santidad a su hija. Cuando en la familia florece la flor del creyente auténtico, se debe, en parte, a unos buenos padres que, además de alimentarlos y educarlos, no descuidan nunca el valor religioso. Si hoy existe tanto despiste y falta de sentido en alguna juventud, se debe a que lo cristiano está aparcado para actos oficiales de bautizo, primera comunión, boda y funerales. ¡Felicidades a quien lleve este nombre!

Luis Camos Gorriz, Beato
Pai de família e Mártir,

Luis Camos Gorriz, Beato

Luis Camos Gorriz, Beato

Nasceu em Valência em 30 de junho de 1905. Após estudar os primeiros ensinamentos e a média no colégio de São José que dirigiam os padres jesuitas, fez as licenciaturas em Direito e Filosofia e Letras na Universidade de Valência (em simultâneo) e doutorou-se em Leis na Universidade Central de Madrid. Durante estes anos de estudante, realizou distintas viagens pela Europa acompanhando o servo de Deus Ángel Herrera Oria. Entre los cargos que desempeñó dentro del Apostolado seglar en sus 31 años de vida, destaca el de Secretario y Presidente de la Federación de Estudiantes Católicos de Valencia; miembro de la Junta Suprema de Confederación Nacional de Estudiantes Católicos; Presidente de la Congregación de la Inmaculada y San Luis Gonzaga de Valencia, Secretario del Centro de Valencia de la Asociación Católica de Propagandistas y finalmente, Secretario General de la misma. En 1933 contrajo matrimonio con Carmen de Arteche, con la que se trasladó a vivir a Madrid. Fallecida su esposa, la Guerra Civil le sorprendió en la localidad valenciana de Torrente, donde vivía su padre, registrador de la Propiedad. Aunque los primeros meses de la contienda transcurrieron con cierta tranquilidad, el 28 de noviembre fue detenido por un grupo de personas armadas y tras ser interrogado, fue conducido al picadero de Paterna, donde lo fusilaron. El día 11 de marzo de 2001 el Papa Juan Pablo II lo elevó a los altares, en la que ha sido la mayor ceremonia de beatificación de la historia: 233 mártires de la Guerra Civil española fueron declarados beatos. Entre ellos, sacerdotes, religiosos y seglares pertenecientes a distintos movimientos y asociaciones laicales. Para ver mais sobre os 233 mártires em Valência, Espanha faz "click" AQUI

 

Nerea de Tolomei, Santa
Monja

Etimologicamente significa “a que me pertence”. Vem da língua vasca. Disse Pedro: “Não devolvais mal por mal, nem insulto por insulto. Ao contrário, bendizei, pois haveis sido chamados a herdar uma bênção”. Nerea fue una monja del siglo XIII. Puede llamársele la hermana de santa Catalina, nacida, sin embargo, un siglo después. Nerea ou Nera pertenecía a una familia importante en la ciudad, ña de los Tolomeos. Nació en el 1300 y también nació su hermano san Bernardo, fundador de la Orden del Monte de los Olivos. Fue una mística de altos vuelos. Tenía cuanto se podía soñar en este mundo, desde placeres hasta el poder que tanto fascina a la gente. En el silencio de su alma hizo voto de virginidad perpetua. Los padres, como era natural, querían casarla a toda costa. Ella se fabricó una especie de celda en el palacio en donde residía con vistas a iglesia. Hablaba con el amigo Jesús y la guardiana pensaba – con toda razón – que era muy distinta a las demás. Tenía visiones celestiales y sobrenaturales, un don que Dios concede a almas especiales. Ella aguantaba en su prisión personal toda clase de sufrimientos que no nada en comparación con los bienes dela eternidad, su gran aspiración. Una vez fueron lo padres a verla. Coincidió que estaba en éxtasis y hablando con Jesús. Tenía la frente iluminada de gran luz y fulgor. Y desde entonces, la dejaron libre para hacerse mona terciaria dominica. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! “Quem discute com um ébrio, luta com um ausente” (Siro).

79520 > Santi Papiniano di Vita, Mansueto di Uruci e compagni anche i santi vescovi Urbano di Djerba, Crescente di Bizacio, Habetdéus di Teudala, Eustrazio di Sufes, Cresconio di Tripoli, Vice di Sabrata, Felice di Sousse, e infine, sotto Unnerico figlio di Genserico, i vescovi Ortolano di Bennefa e Florenziano di Mdila, Martiri MR


90452 > San Sostene Discepolo di Paolo

79530 > Sant' Andrea Tran Van Trong Martire 28 novembre MR

 
95773 > Beato Angel Francisco Bocos Hernandez Religioso e martire 28 novembre


95825 > Beato Clemente Rodriguez Tejerina Religioso e martire 28 novembre


95875 > Beato Daniele Gomez Lucas Religioso e martire 28 novembre


95772 > Beato Eleuterio Prado Villarroel Religioso e martire 28 novembre


79650 > Santa Fausta Romana Vedova 28 novembre


95891 > Beato Francesco Esteban Lacal Sacerdote e martire 28 novembre


35550 > San Giacomo della Marca Religioso e sacerdote 28 novembre MR


93346 > Beato Giacomo Thompson Sacerdote e martire 28 novembre MR

 
79540 > Beati Giovanni Gesù (Mariano) Adradas Gonzalo e 14 compagni Religiosi e martiri 28 novembre MR


95886 > Beato Giovanni Giuseppe Caballero Rodríguez Religioso e martire 28 novembre


95879 > Beato Giuseppe Guerra Andres Religioso e martire 28 novembre


95774 > Beato Giusto Fernández González Religioso e martire 28 novembre


95887 > Beato Gregorio Escobar Garcia Sacerdote e martire 28 novembre


93014 > Sant’ Irenarco Martire 28 novembre MR


93200 > Beato Luigi Campos Gorriz Padre di famiglia, martire 28 novembre MR


95771 > Beato Marcellino Sanchez Fernandez Religioso e martire 28 novembre


91937 > Nostra Signora del Dolore di Kibeho (Rwanda) 28 novembre


79520 > Santi Papiniano di Vita, Mansueto di Uruci e compagni Martiri 28 novembre MR


95882 > Beato Publio Rodríguez Moslares Religioso e martire 28 novembre


90452 > San Sostene Discepolo di Paolo 28 novembre


92321 > Santo Stefano il Giovane Monaco orientale, martire 28 novembre MR

 
93222 > Santa Teodora di Rossano Badessa 28 novembre MR

 
95890 > Beato Vincenzo Blanco Gaudilla Sacerdote e martire 28 novembre

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