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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Nº 1485 – 2–O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo “18” - 30 de Novembro de 2012

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.
É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1485 - 2ª Página
30 de Novembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO
Ê X O D O
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Moisés

A MISSÃO DE MOISÉS

18 – MOISÉS e JETROJetro, sacerdote de Madian, sogro de Moisés, soube de tudo quanto Deus fizera por Moisés e por Israel, seu povo; como também soube que o Senhor havia tirado Israel do Egipto. Jetro, sogro de Moisés, levou Séfora, mulher de Moisés, que ele tinha deixado. Os seus dois filhos, um dos quais se chamava Gersom, porque Moisés tinha dito: «Sou um emigrado numa terra estrangeira», e o outro tinha o nome de Eliezer, porque havia dito: «O Deus de meu pai socorreu-me e salvou-me da espada do Faraó». Jetro, sogro de Moisés, foi ter com ele ao deserto onde estava acampado, junto do monte de Deus. Mandou dizer-lhe: «E*, Jetro, teu sogro, venho cá para te ver, acompanhado de tua mulher e dos teus dois filhos». Moisés saiu ao encontro do sogro, prostrou-se e beijou-o. Depois de ambos se terem informado da saúde um do outro, entraram na tenda de Moisés. Moisés contou ao sogro tudo quanto o Senhor fizera ao Faraó e aos egípcios em favor de Israel, os tormentos que tinham passado durante o caminho, e como o Senhor os tinha livrado deles. Jetro regozijou-se com todo o bem que o Senhor fizera aos filhos de Israel, e por os ter libertado da mão dos egípcios. E Jetro exclamou: «Bendito seja o Senhor que vos libertou do Faraó e dos egípcios e que livrou o povo da escravidão imposta pelos egípcios. Reconheço, agora, que o Senhor é o maior que todos, pois fez recair sobre os egípcios a sua própria maldade». Depois, Jetro , sogro de Moisés ofereceu a Deus um holocausto e sacrifícios. Aarão e todos os anciãos de Israel tomaram parte no repasto com o sogro de Moisés, na presença de Deus.

Moisés despedindo-se de Jetro ao ir para o Egipto

Moisés com Jetro (sogro) – Séfora (mulher) e Gersom e Eliezer (filhos) em Madian

Conselhos de Jetro – No dia seguinte, Moisés sentou-se para fazer justiça ao povo que se manteve diante dele, de manhã até à tarde. O sogro de Moisés, vendo quanto se sacrificava em beneficio do povo, disse-lhe: «Que estás tu a fazer ao povo? Porque te sentas sozinho a julgar, com toda a multidão a rodear-te, de pé, de manhã até à tardeMoisés respondeu: «É o povo que vem procurar-me para consultar a Deus. Quando têm alguma questão, vêm ter comigo para que julgue  as partes em litígio, dando, assim a conhecer as ordens de Deus e as Suas leis». O sogro de Moisés disse-lhe: «Não estás a proceder bem. Acabarás certamente, por ficar extenuado e levarás também ao esgotamento o povo que está contigo, porque a tarefa é demasiadamente pesada para ti e não podes suportá-la sozinho. Escuta-me, vou dar-te um conselho, e que Deus esteja contigo! Sê o representante do povo junto de Deus, e leva as questões diante de Deus. Ensina-lhes os Seus preceitos e as Suas leis, indica-lhes o caminho que devem seguir e o que devem fazer. Escolhe, porém, entre o povo, homens idóneos, tementes a Deus, homens íntegros, inimigos da avareza, e coloca-os como chefes de milhares, chefes de de centenas, chefes de cinquenta e de dez homens. Que eles julguem o povo em todo o tempo e te apresentem as questões de maior importância, encarregando-se eles das causas de menor vulto. Alivia o teu fardo, e que eles te ajudem a levá-lo. Se fizeres isso, e se Deus te der as ordens, poderás continuar no desempenho da tua missão e todo este povo chegará em paz ao seu destino». Moisés ouviu o conselho do seu sogro e fez tudo o que ele tinha dito. Escolheu em todo o Israel homens idóneos e colocou-os à frente do povo como chefes de milhares, chefes de centenas, chefes de cinquenta e de dez homens. Julgavam o povo em todo o tempo, apresentando a Moisés os casos graves e resolvendo eles mesmos as questões de somenos importância. Moisés despediu-se, depois, do sogro e Jetro regressou para a sua terra.

 

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Mar Vermelho – mapa

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30 de Novembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Papas – Os primeiros 50 Papas da Igreja Católica - 30 de Novembro de 2012

 

Caros Amigos:

Publico hoje uma resenha dos primeiros 50 Papas da Igreja Católica e dos primeiros 5 Antipapas que apareceram entre o Ano 32 e o Ano 489. Brevemente publicarei em grupos de cinquenta também, uma resenha até ao presente. ANTÓNIO FONSECA

TODOS OS PAPAS DA HISTÓRIA – 1ª parte

I  -  São Pedro – De 32 a 67

Nasceu em Betsaida, a norte do lago Tiberiades, perto de Nazaré, na Galileia. Chamava-se Simão Bar Jonas, filho de Jonas ou João. Era pescador e vivia com seu irmão André na casa da sogra, em Cafarnaum. Morreu em Roma, em 29 de Junho de 67 d. C., Celebram-se quatro festas em sua honra: a cátedra de São Pedro, em Roma, a 18 de Janeiro, a cátedra de São Pedro de Antioquia, a 22 de Fevereiro, a festa de São Pedro ad vincula, a 1 de Agosto, e a sua festa, a 29 de Junho.

II  -  São Lino – De 67 a 76

Nasceu em Volterra, na Toscana (Itália), de uma família rica e distinta, filho de um aristocrata, chamado Herculano. Convertido por São Pedro, foi por ele designado vigário de Roma, em 48, e depois pregou em França. Morreu em Roma, em 23 de Setembro do ano de 76. Tem a sua festa a 23 de Setembro.

III  -  Santo Anacleto I (ou Cleto) – De 76 a 88

Nasceu em Roma, na Rua Patrícia, era filho de Emiliano, de origem ateniense e foi colaborador de São Pedro, que lhe ministrou o baptismo tornando-o cristão. Tem a sua festa a 26 de Abril.

IV  -  São Clemente I – De 88 a 97

Segundo uns, era judeu, segundo outros, escravo liberto da casa do cônsul Clemente. Era homem instruído e possuía boa formação literária. Tem a sua festa a 23 de Novembro.

V  -  Santo Evaristo – De 97 a 105

Nasceu em Belém, de família grega, por volta de 62 ou 63. Faleceu em 27 de Outubro de 105. Tem a sua festa a 26 de Outubro.

VI  -  Santo Alexandre I – De 105 a 115

Nasceu em Roma, no bairro de São Lourenço, por volta do ano 75. Chamava-se Alexandre, filho de um cidadão romano do mesmo nome. Era um homem culto e foi discípulo de Plutarco e de Plínio, o Moço. Morreu mártir, em 3 de Maio de 115. Tem a sua festa a 3 de Maio.

VII  -  São Sisto I – De 115 a 125

Roma, papa  - Nasceu em Roma, de origem humilde, filho de um pastor. Morreu martirizado em 125. Tem a sua festa a 6 de Abril.


VIII  -  São Telésforo – De 125 a 136

Nasceu em Anacorita, na Grécia. Foi professor da Escola do Monte Carmelo, para pregar os Evangelhos aos habitantes das zonas limítrofes, especialmente da Palestina e da Samaria. Morreu martirizado em 5 de Janeiro de 136. Tem a sua festa a 5 de Janeiro.


IX  -  Santo Higino – De 136 a 140 

Era grego, nascido em Atenas, filho de um filosofo. Morreu martirizado em 11 de Janeiro de 140. Tem a sua festa a 11 de Janeiro.

X  -  São Pio I – De 140 a 155 

Era natural de Alquiléia, no Norte de Itália, filho de Rufino e irmão do célebre Hermas, autor da obra O Pastor uma espécie de Apocalipse apócrifo. Morreu em Roma, em 11 de Julho de 155. Tem a sua festa a 11 de Julho.

XI  -  Santo Aniceto – De 155 a 166 

Nasceu em Emesa, Síria, em 98. Tem a sua festa em 17 de Abril.

XII  -  São Sotero – De 166 a 175 

Nasceu em Fondi (Campânia), no reino de Nápoles, em 103. Tem a sua festa a 2 de Abril.


XIII  -  Santo Eleutério – De 175 a 189 

Nasceu em Nicópolis do Epiro (Grécia). Foi diácono no pontificado de Santo Aniceto. Morreu martirizado, em Roma, em 189. Tem a sua festa a 26 de Maio.


XIV  -  São Vítor I – De 189 a 199 

Nasceu no Norte de África e seu pai chamava-se Félix. Assumiu o pontificado durante o governo do imperador Cómodo. Morreu em Roma, em 28 de Julho de 199. Tem a sua festa a 28 de Julho.

 
XV  -  São Zeferino – De 199 a 217 

Nasceu em Roma, filho de um cristão e foi ordenado por São Vítor. Era um sacerdote simples e caritativo. Tem a sua festa a 16 de Junho.


XVI  -  São Calisto I – De 217 a 222 

Julga-se que nasceu escravo e o seu amo chamava-se Carpóforo. Foi diácono no pontificado de São Zeferino. Foi martirizado a 14 de Outubro de 222 e, segundo a tradição, lançado de uma janela para um poço em Trastevere. Tem a sua festa a 14 de Outubro.

1º  -  Santo Hipólito  – De 217-235 – (ANTIPAPA)

Nasceu no Oriente, possivelmente na Ásia Menor, em 170. Foi discípulo de Santo Ireneu, de Lyon. Escritor eclesiástico e bispo de Óstia. Morreu martirizado na Sardenha, em 235. Tem a sua festa a 22 de Agosto.


XVII  -  Santo Urbano I – De 222 a 230 

Nasceu em Roma, filho de um cristão. Morreu decapitado em 25 de Maio de 230. Tem a sua festa a 25 de Maio.


XVIII  -  São Ponciano – de 230 a 235 

De origem romana, nasceu em Roma. Morreu na Sardenha, em 25 de Setembro de 235, onde estava desterrado e reconciliado com o antipapa Santo Hipólito, também martirizado. Tem a sua festa a 13 de Agosto.

XIX  -  Santo Antero – De 235 a 236 

Era grego, filho de um cristão chamado Rufino. Morreu em 3 de Janeiro de 326. Tem a sua festa a 3 de Janeiro.

XX  -  São Fabiano (ou Fabião) – De 236 a 250 

Era romano, filho de um cristão chamado Fábio. Morreu em 20 de Janeiro de 250. Tem a sua festa a 20 de Janeiro.

XXI  -  São Cornélio – de 251 a 253 

Nasceu em Roma. Era presbítero romano. Morreu no desterro em Centumcelae, Civitavecchia, em 14 de Setembro de 253. Tem a sua festa a 16 de Setembro.

2º  -  São Novaciano – Em 251 – (ANTIPAPA)

Era padre da Igreja Romana. Escritor da Igreja e fundador da heresia dos novacianos, doutrina que contradiz uma verdade revelada por Deus.

XXII  -  São Lúcio I – De 253 a 254 

Nasceu em Roma. Morreu a 4 de Março de 254. Tem a sua festa a 4 de Março.

 
XXIII  -  Santo Estevão I – De 254 a 257 

Nasceu em Roma, filho de um cidadão romano da família dos Júlios. Era arcediago do papa São Lino. Morreu em Roma a 2 de Agosto de 257, e está sepultado na cripta papal do Cemitério de São Calisto. tem a sua festa a 2 de Agosto.

 
XXIV  -  São Sisto II – De 257 a 258

Nasceu na Grécia. Chamava-se Xistus. Estudou filosofia, que chegou a ensinar. Morreu decapitado em 7 de Agosto de 258. Tem a sua festa a 7 de Agosto.

XXV  -  São Dionísio – De 259 a 268 

Nasceu na Grécia, onde foi padre. Morreu martirizado em 26 de Dezembro de 268. Tem a sua festa a 30 de Dezembro.

 
XXVI  -  São Félix I – De 269 a 274 

Nasceu em Roma, filho de Constâncio. Morreu na mesma cidade, em 30 de Novembro de 274. Foi sepultado no Cemitério de São Calisto e trasladado, mais tarde, para a Igreja de Santa Praxedes. A sua festa é a 30 de Maio.


XXVII  -  Santo Eutiquiano – De 275 a 283 

Nasceu em Luni, perto de Carrara (Itália). Morreu em 7 de Dezembro de 283. Tem a sua festa a 8 de Dezembro.


XXVIII  -  São Caio – De 283 a 296 

Nasceu em Salona, na Dalmácia, irmão de São Gabino, tio de Santa Susana e sobrinho do imperador Diocleciano. Morreu em 22 de Abril de 296. Tem a sua festa a 22 de Abril.


XXIX  -  São Marcelino – De 296 a 304 

Era romano de nascimento, oriundo da família Colonna, e o seu pai chamava-se Projecto. Exerceu, como funcionário imperial e tribuno, o cargo de notário em Cartago. Morreu em Abril de 304. Tem a sua festa a 26 de Abril.


VACATURA DA SANTA SÉ 

Durante 4 anos os cristãos não conseguiram eleger um papa para suceder a São Marcelino. A ferocidade imperava. O imperador Diocleciano tinha sido convencido de que o progresso do cristianismo estava ligado à decadência política e por isso o perseguiu sem piedade. Finalmente, em 1 de Maio de 305, Diocleciano abdicou e a situação abrandou, mas só viria a normalizar em Maio ou Junho de 308, com a eleição do papa São Marcelo I.

XXX  -  São Marcelo I – De 308 a 309 

Nasceu em Roma, na Via Lata; o seu pai chamava-se Benedetto. Morreu em 16 de Janeiro de 309. Tem a sua festa a 16 de Janeiro.

XXXI  -  Santo Eusébio – De 309 a 309 

Nasceu em Casano, na Grécia, sendo filho de um médico cristão. Morreu no desterro na Sicília, em 17 de Agosto de 309. Tem a sua festa em 26 de Setembro.


XXXII  -  São Melquíades (ou Milcíades) – De 311 a 314 

Segundo alguns historiadores, nasceu em África, segundo outros, em Madrid. Morreu em 19 de Janeiro de 314. Tem a sua festa a 10 de Dezembro.


XXXIII  -  São Silvestre I – De 314 a 335 

Nasceu em Roma, no século III, sendo filho de um aristocrata cristão, chamado Rufino. Foi ordenado padre por São Marcelino. Morreu em Roma, em 31 de Dezembro de 335. Tem a sua festa a 31 de Dezembro.


XXXIV  -  São Marcos – De 336 a 336 

Nasceu em Roma e o pai chamava-se Prisco. Morreu em 7 de Outubro de 336, de morte natural. Tem a sua festa a 7 de Outubro.


XXXV  -  São Júlio I – De 337 a 352 

Nasceu em Roma, em 280. Morreu nesta cidade em 12 de Abril de 352. Tem a sua festa a 12 de Abril.


XXXVI  -  Libério – De 352 a 366

Nasceu em Roma. Morreu a 24 de Setembro de 366. Tem a sua festa a 23 de Setembro.

3º - São Félix II – De 355 a 358. (ANTIPAPA)

Era arquidiácono. Morreu em 22 de Novembro de 365.


XXXVII  -  São Dâmaso I – De 366 a 384 

Nasceu em 305, supõe-se que na Península Ibérica, em Madrid, Gerona, Guimarães ou Idanha, mas há quem defenda, como André de Resende, ao redigir as suas lições do Breviário de Évora, que terá nascido em Guimarães, alegando na sua Hispania ilustrata ter seguido um antigo códice da igreja eborense. O que se sabe é que surgiu em Roma, ainda criança, onde seu pai era secretário ao serviço da Igreja e se chamava António e sua mãe Lourença, ambos espanhóis. Aos 50 anos era diácono. Morreu em Roma, em 11 de Dezembro de 384.


4º - São Ursino – De 366 a 367  -  (ANTIPAPA) 

Era diácono. Nada mais se sabe dos seus antecedentes.

XXXVIII  -  São Sirício – De 384 a 399 

Nasceu em Roma. Foi diácono de São Libério e de São Dâmaso. Morreu a 26 de Novembro de 399. Tem a sua festa a 26 de Novembro.


XXXIX  -  Santo Anastácio I – De 399 a 401 

Nasceu em Roma, da família dos Máximos. Morreu na mesma cidade, em 19 de dezembro de 401. Tem a sua festa a 27 de Abril.


XL  -  Santo Inocêncio I – De 401 a 417 

Nasceu em Albano (Itália). Morreu em Roma, em 12 de Março de 417. Tem a sua festa a 12 de Março.


XLI  -  São Zósimo – De 417 a 418 

Nasceu na Grécia, de uma família originária de Misuraca. Faleceu em 26 de Dezembro de 418. Tem a sua festa a 26 de Dezembro.


XLII  -  São Bonifácio I – De 418 a 422 

Era romano, filho de um presbítero chamado Jocundo. Foi ordenado por São Dâmaso e representante de Santo Inocêncio I, em Constantinopla. Faleceu em 4 de Setembro de 422. Tem a sua festa a 25 de Outubro.


5º  - Santo Eulálio – De 418 a 419 – (ANTIPAPA)  -

Era arquidiácono. Eleito durante o pontificado legítimo de São Bonifácio, submeteu-se-lhe mais tarde. terá morrido em 423, quando era bispo de Campânia.

XLIII  -  São Celestino I – De 422 a 432 

Nasceu na Campânia, Nápoles (Itália), sendo filho de Prisco, que pertencia à família do imperador Valentiniano. Morreu em 27 de Julho de 432. Tem a sua festa a 27 de Julho.


XLIV  -  São Sisto III –  De 432 a 440 

Nasceu em Roma em 360, no seio da família Envídia e foi o segundo papa da família Colonna. Chamava-se Xistus. Era sacerdote e diácono. Faleceu em Roma, em 19 de Agosto de 440. Tem a sua festa a 28 de Março.


XLV  -  São Leão I Magno – De 440 461 

Nasceu em Volterra, na Toscana (Itália). Foi diácono no tempo do papa Celestino I, que o encarregou de difíceis missões. Morreu em Roma, em 10 de Novembro de 461. Tem a sua festa a 10 de Novembro.


XLVI  -  Santo Hilário – De 461 a 468 

Natural da Sardenha, era arquidiácono. Faleceu em 29 de Fevereiro de 468. Tem a sua festa em 28 de Fevereiro.


XLVII  -  São Simplício – De 468 a 483 

Nasceu em Tivoli (Itália), sendo filho de um cristão chamado Castino.  Era sacerdote em Roma. Morreu em 10 de Março de 483. Tem a sua festa a 2 de Março.


XLVIII  -  São Félix III (ou II) – De 483 a 492 

Nasceu em Roma, pertencendo à família Anícia, da nobreza senatorial romana. Esteve casado antes de ser bispo e foi bisavô de São Gregório Magno. Morreu em Roma, em 1 de Março de 492. Tem a sua festa a 25 de Fevereiro.


XLIX  -  São Gelásio I – De 492 a 496 

Era romano, de origem africana. Foi colaborador e o braço direito do papa São Félix III. Morreu em 19 de Novembro de 496. Tem a sua festa a 21 de Novembro.


L  -  Anastácio II – De 496 a 498 

Nasceu em Roma. Morreu em 19 de Novembro de 498.


(CONTINUA…)

Post em 30-11-12  -  15H40

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1485-1 - (335-12) - SANTOS DE CADA DIA - 30 de Novembro de 2012 - 5º ANO

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Andrés, Santo

André, Santo

Os Gregos chama a este ousado apóstolo Protókletos que significa: o primeiro chamado. Santo André foi um dos afortunados que viram Jesus na verde planície de Jericó. Ele passava. O Baptista indicou-o com o dedo de Precursor e disse. «Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo». André e João foram atrás d’Ele, com a agitação duma juventude que se abre para a vida. Não se atreveram a falar-Lhe, até que Jesus se virou para eles – feliz olhar – e lhes perguntou: «Que procurais?» .- «Mestre, onde habitas?» – «Vinde e vereis». Foram com Ele e passaram juntos aquela noite. O que ouviram e viram, só eles o podem contar. Noite que foi mais clara que o meio-dia, porque nasceu para os afortunados discípulos o som da verdade. «Encontramos o Messias», dizia no dia seguinte André ao irmão, Simão Pedro. Um encontro afortunado decidiu para sempre da vida de Santo André. Aquela tarde do princípio do ano de 27 foi o amanhecer dum dia de sol e de vida. O Apóstolo viverá sempre à sua luz, junto a Jesus e com Jesus. A Igreja deve muito a Santo André. Chamado ao apostolado em primeiro lugar, não parou até encontrar seu irmão Simão. Convenceu-o, apresentou-o a Jesus e então realizou-se a eleição do primeiro Papa, num reduzido conclave campestre das margens do Jordão. «Tu chamar-te-ás Pedro». A pedra fundamental do edifício cristão estava escolhida pelo Divino Arquiteto. André tinha sido o mensageiro que o transportou à sua presença. Pouco depois apareceram André e o irmão Simão na margem do pitoresco lago da Galileia. Os dois tinham nascido perto das suas águas, na aldeia de Betsaida, casa de pesca, e eram pescadores. Jesus, a quem apraz madrugar, sobretudo quando chama almas, passeia muito cedo pela praia e vê-os nas barcas, lançando as redes ao mar. «Vinde após Mim, e Eu farei de vós pescadores de homens». E os dois irmãos ficaram com Ele e ficaram para sempre. Não há fraternidade comparável com esta, a qual sela uma vocação divina comum. Pedro e André, irmãos segundo o sangue, sê-lo-ão desde agora na fé, no apostolado e na glória. André era, como o seu nome indica, animoso, ativo e prático. Na praia norte do lago estão um dia 5 000 homens à volta de Jesus. Trata-se de lhes dar de comer. André averigua imediatamente quais as provisões disponíveis: cinco pães e dois peixes. Que eram para 5 000 homens? Com a bênção de Jesus, os pães e os peixes multiplicaram-se e todos comeram até saciar-se. Quanto gozaria Santo André naquela tarde de Primavera, ele que tinha procurado em todos os grupos e sacos, e não tinha encontrado nada além de cinco pães e dois peixes. Outro dia, uns gregos desejavam falar com o mestre; mostram o desejo a Filipe. Este não se atreve a ir com a embaixada ao Senhor e di-lo ao amigo e patrício, André. Animoso como sempre, foi direito a Jesus e transmitiu-lhe o recado dos gregos. Excelente intercessor na terra, não o há-de ser igualmente no Céu? S. Marcos apresenta-nos outra vez André sentado junto a Jesus, no dia de terça-feira santa, na colina do Monte das Oliveiras. Dali contemplam pelo Ocidente a cidade de Jerusalém e no primeiro plano a massa ingente, branca e brilhante pelo oiro e pelos mármores, do Templo. Terá sido Santo André quem primeiro perguntou pela sorte futura daquele Templo grandioso e daquela cidade de Sião? «Mestre, que será de tudo isto?» Hoje, no Céu, contempla Santo André aquela vasta esplanada, onde florescem as ervas e os cardos; aquelas ruas agitadas, que eram o ponto de encontro dos beduínos da vizinha aldeola de Siloé. Ciência divina de Jesus e desígnios imperscrutáveis da Providência de Deus sobre os povos! “Chegará um dia, respondeu Jesus a André, em que não ficará pedra sobre pedra». Já não se torna a falar de Santo André nos livros sagrados. Mas uma tradição muito antiga e autorizada, expressa por figuras tão ilustres como Eusébio e S. Jerónimo no século IV, fala-nos dele como evangelizador da Cítia e da Acaia. Nesta última região, na cidade grega de Patras, foi onde encontrou a coroa gloriosa do martírio, selando assim com o sangue a fé que, como testemunha da verdade infalível, tinha pregado.

Andrés, Santo

André, Santo

As Atas do seu martírio são relativamente tardias, do século IV, e revestem a forma duma carta que escrevem os presbíteros de Patras à Igreja Universal, comunicando a notícia da morte e martírio do Apóstolo. Embora a coroa esteja muito enfeitada, o fundo geral é histórico. Têm, especial interesse os afectos que sugere a santo André a vista da cruz, o instrumento do seu martírio. Cruz em forma de aspa ou X, que é conhecida pelo nome de cruz de Santo André. «Eu vos saúdo, ó cruz consagrada pelo corpo de Jesus Cristo! As vossas pedras preciosas são as gotas do seu sangue. Antes de o meu mestre vos ter escolhido para seu trono, o mundo tinha-vos horror; hoje deseja-vos com ardor celestial. Os que creem em Cristo conhecem as delicias que possuis e as recompensas que por vós se obtêm. Alegre e sem temor venho a vós; regozijai-vos, porque ides receber um discípulo do Crucificado. Sempre vos amei apaixonadamente e desejei poder abraçar-vos. O vosso esplendor e a vossa beleza recebeste-os do Senhor. Oh! Cruz boa, tanto tempo desejada, tão ardentemente amada,e buscada sem descanso! Agora vejo-vos pronta a satisfazer os anelos da minha alma. Retirai-me do lado dos homens e devolvei-me ao meu Divino Mestre. Fazei que por vós me receba Aquele que por vós me resgatou». Ao pronunciar estas palavras, dizem as Atas, despojou-se do que vestia e distribuo-o entre os verdugos. Ataram-no de pés e mãos à cruz e levantaram-no nela. Dois dias inteiros durou o seu sacrifício, aquela Missa solene do seu pontificado na terra. «Recebei-me, Mestre meu, Cristo meu, a quem amei desde que vos conheci, a quem agora confesso. recebei o meu espírito». O seu corpo ficou envolvido em nuvem de luz celestial cerca de meia hora, e a sua alma voou à verdadeira mansão do Mestre, que tinha ficado a conhecer nas margens do Jordão: voou para a casa solarenga do Pai. Foi agora que ficou sabendo onde habitava Jesus. A noite que passou com Ele na tenda de Jericó converte-se na jornada eterna da glória. Amanheceu a luz eterna. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. Consulta também San Andrés de Jesús Martí Ballester. ¿Queres saber mais? Consulta ewtn e www.santiebeati.it

JOSÉ MARCHAND, Beato

Mártir (1803-1835)

José Marchand, Santo

José Marchand, Santo

Nasceu em 1803, em Passavant, diocese de Besançon, França, segundo de nove filhos duma família de lavradores. Em Novembro de 1826, entrou no seminário maior. Já então usava por vezes cilício e dormia sobre tábuas. Nasceu nele o desejo das missões estrangeiras, valendo-lhe este muitas lutas com o pároco e com os pais. Já subdiácono, entrou nas missões estrangeiras de Paris no Natal de 1828. Defendendo tal passo, escrevia aos pais: «Dai outra direção à vossa ternura. Faça-vos esta pedir sem descanso por mim e duplicar esforços no serviço de Deus». Ordenado sacerdote em 1829, embarcou em 12 de maio no navio Voltaire. Terrível viagem com uma tripulação anti-religiosa e obscena. Impossível dizer Missa. Um marinheiro atreveu-se um dia a rezar com os missionários; descarregaram nele 25 açoites e prometeram-lhe 50 se reincidisse. Navegação que foi noviciado para o martírio. O mandarim da alfândega examinou detidamente o nosso sacerdote vestido à chinesa. Por fim, sempre o deixou passar, quando o piloto português lhe deu uma receita para se tornar tão belo como esse homem «cor do céu». Marchand aprendeu o anamita no colégio de Lai Thiu e em seguida visitou, na Cochinchina, três províncias e chegou até ao Camboja. depois de ensinar e se ocupar de cristandades em Lai Thiu, ficou encarregado da província de Bintuã, com 7 000 cristãos em 25 cristandades. A partir de 1820, esteve a Indochina governada por Min Mang, príncipe inteligente mas cruel e inimigo dos estrangeiros. No principio de 1833, a perseguição expulsou o nosso missionário. refugiou-se na Baixa Cochinchina, mas um chefe revoltado contra Min Mang descobriu-o, levando-o para Cho-quã e pretendeu forçá-lo a levantar os cristãos contra aquele que os perseguia. Marchand não fez tal coisa. esteve 18 meses presos em Saigão. As tropas requisitaram a cidade em 1835. Foi acusado de ter tido parte na rebelião. Conduzido a Hué, continuou em ferros. Foi interrogado, foi torturado com tenazes em brasa. Manteve firmemente não ter nunca favorecido os revoltosos. O Beato Marchand foi o único a ser interrogado e torturado imediatamente antes da morte. A 30 de Novembro de 1835, às 5 horas da manhã, sete tiros de canhão convocaram a gente para o suplicio. Marchand é tirado da sua gaiola, levam-no entre duas linhas de soldados, preso a uma maca, com as pernas afastadas e os braços estendidos. Forçam-no a prostrar-se cinco vezes diante do príncipe. Min Mang deixa cair uma bandeirinha , sinal de partida para o tribunal dos suplícios. Lá, dois algozes imobilizam o mártir, enquanto os outros cinco, com uma grossa tenaz incandescente, lhe apertam cinco vezes as coxas e as pernas. O paciente grita. O mandarim pergunta porque arrancam os cristãos os olhos aos que morrem. Novas tenazadas ardentes. Porque diante do altar os futuros esposos se apresentam ao padre? Cinco novas feridas vêm juntar-se às dez precedentes. Porquê as abominações dos festins cristãos? Que é esse pão mágico que se come depois da confissão? O mártir extenuado já não pode responder,.. Os beleguins param. O cerimonial inclui nesta altura uma refeição para o condenado. O juiz chama ao criado: «Pergunta ao Senhor Europeu que deseja comer?» – «Obrigado, responde Marchand. Já não tenho fome». E recolhe-se. Metem-lhe uma pedra na boca a servir de mordaça, com freio de bambu. Levam-no a correr, na maca, e outra pessoa encarregaram-na de pôr os algarismos por escrito. Fazem-lhe cair a pele das pálpebras sobre os globos oculares. Com a tenaz, arrancam do peito dois pedaços de carne ensanguentada, de um meio pé de comprimento. Fazem o mesmo às costas e às barrigas das pernas. Neste momento o padre sucumbiu. Morre aos 32 anos, perto de Hué, em To-Duc. O corpo é cortado em quatro e lançado ao mar. A cabeça é exposta e depois esmagada num almofariz. O pó resultante vai também para o mar. Gregório XVI declarou venerável o missionário em 1840, e Leão XIII beatificou-o em 1900. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it Para ver mais sobre os 117 mártires no Vietnam faz "click" AQUI

Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo

Mártir,

Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo

Cutberto (Cuthbert) Mayne, Santo

Nasceu em Yorkston,perto de Barnstaple, Devonshire (batizado em 20 de março de 1543 o 1544); morreu em Launceston, Cornwall, em 29 Novembro de 1577. Era hijo de William Mayne; su tío era un sacerdote cismático que lo hizo educacar en la escuela primaria de Barnstaple. Fue ordenado ministro protestante a la edad de dieciocho o diecinueve años. Entonces se fue a Oxford, primero a Saint Alban´s Hall, y luego a la Universidad de Saint John, donde se graduó en 1570. Durante su permanencia en Oxford conoció al Dr. Gregorio Martin y al Beato Edmundo Champion, que era todavía protestante. Cutberto comprendió muy pronto que la verdad estaba en el catolicismo, pero no se atrevió a abandonar el protestantismo por miedo de perder cuanto tenía y quedarse en la miseria. Martin y Campion partieron al Colegio Inglés de Douai y desde allí escribieron varias veces a Cutberto para invitarle a reunirse con ellos. En 1570,poco después de que Cutberto había obtenido la lincenciatura, una de esas cartas cayó en manos del obispo de Londres quien mandó arrestar a todos los estudiantes de Oxford cuyos nombres figuraban en ella. Cutberto estaba entonces ausente, de suerte que escapó de la prisión casi milagrosamente. Pero aquel incidente venció sus últimas resistencias: inmediatamente abjuró del protestantismo y, en 1573, ingresó en el Colegio de Douai. Tres años después, recibió la ordenación sacerdotal y obtuvo el título de bachiller en teología. En abril de 1576, fue enviado a Inglaterra con el Beato Juan Payne. Cutberto Mayne fue el décimo quinto sacerdote de Douai enviado a Inglaterra. Nuestro Santo estableció su residencia en casa de Francisco Tregian, en Golden de Cornwall, donde se hizo pasar por un criado. Sabemos muy poco acerca de los ministerios de Cutberto. Lo cierto es que su presencia despertó sospechas porque un año después, el alcalde mayor, Ricardo Grenville, recorrió palmo a palmo la casa de Tregian. El Padre Mayne fue arrestado por llevar al cuello un "Agnus Dei". También el señor Tregian fue detenido. El alcalde arrastró a Cutberto de la casa de un noble a otro. Finalmente, en Launceston le encerró en una horrible mazmorra y le encadenó a un poste del camastro. Hacia el día de la fiesta de San Miguel, el Padre Mayne fue juzgado por varios crímenes: por haber obtenido de Roma y publicado en Golden "una facultad de absolver" a los súbditos de la reina (en realidad se trataba de un ejemplar de un ejemplar de la indulgencia del jubileo de 1575); por haber enseñado en la cárcel de Launceston que el obispo de Roma conservaba el poder espiritual sobre Inglaterra y haber dado el Señor Tregian "un objeto vano y supersticioso, vulgarmente llamado "Agnus Dei" (de lo cual no se adujo pruba alguna); y por haber celebrado la misa (pues se habían descubierto en Golden un misal, un cáliz y unos ornamentos sacerdotales). Todo ello era contrario a los estatutos de la reina. El jurado dirigido por el fiscal Manwood, después de hablar muy largamente con el alcalde Grenville, declaró culpable al acusado, que fue condenado a muerte. Tres de los cuatro señores y los tres administradores de sus fincas fueron condenados a prisión perpetua y a la confiscación de sus bienes, por haber prestado ayuda al culpable. Pero el segundo juez, que se llamaba Jeffrey, descontento de la forma en que se había llevado el proceso, consideró que el caso fuera estudiado nuevamente por todo el cuerpo judicial en Serjeants´Inn. Los jueces no lograron ponerse de acuerdo; pero, aunque la mayoría opinaba como Jeffrey, el Consejo Privado determinó que se ejecutase la sentencia para que sirviese de escarmiento a los sacerdotes que pasaban del continente a Inglaterra. La víspera de la ejecución, se ofreció la libertad al Padre Mayne, a condición de que jurase la supremacía espiritual de la reina. El beato pidió una Biblia, la besó y dijo: "La reina no ha sido ni será nunca la cabeza de la Iglesia en Inglaterra." Fue conducido en un trineo al sitio de la ejecución y no se le permitió dirigir la palabra a la multitud desde el patíbulo. Como las autoridades tratasen de arrancarle una confesión contra el señor Tregian y su cuñado, Sir John Arundell, el Padre Mayne declaró: "Lo único que sé sobre ellos es que son hombres buenos y piadosos. El único que estaba al tanto de mi ministerio sacerdotal era yo mismo." El santo fue descuartizado vivo, pero probablemente ya había perdido el conocimiento cuando los verdugos enpezaron a desentrañarle. Cutberto Mayne fue uno de los mártires beatificados por León XII. Su fiesta se celebra en Plymouth y algunas otras diócesis de Inglaterra. Las carmelitas de Lanherne poseen una importante reliquia del cráneo del santo; procede de Launceston, donde fue expuesta la cabeza después de la ejecución. Francisco Tregian fue desposeído de sus vienes y estuvo en diversas prisiones durante casi treinta años. Murió en Lisboa en 1608 y a sus reliquias se atribuyeron varios milagros. "Es de notar que ninguno de aquellos a los que el Padre Mayne reconcilió con la Iglesia, apostató de la fe católica, sin duda porque la habían conocido gracias a tan excelente maestro."Pablo VI lo canonizó en 1970 como uno de los cuarenta mártires de Inglaterra y Gales. Para ver más sobre los 40 mártires en Inglaterra y Gales haz "click" AQUI

Everardo, Santo

Sacerdote,

Etimologicamente significa “audaz, forte”. Vem da língua alemã. Inclusive quando haja no crente dúvidas, a presença do Espírito Santo permanece, nos dias aprazíveis como nas horas de aridez. Deus não faz acepção de pessoas. A todos os quer e chama por igual para que façam na vida algo concreto que ajude a os demais e se santifiquem. Este jovem nasceu de uma família rica e com o título de condes de Stahleck. Nessa casa acomodada surgiu a vocação para cisterciense na abadia de Schoeneau. Teve dificuldades a principio porque não tinha nenhuma aula de estudos. Então, quando só tinha 16 anos, foi para ermitão para uma ermida que ele próprio construiu cerca de Mogúncia. Deus o guiava em cada instante. Por isso lhe veio a ideia de fundar ali um mosteiro de monjas cistercienses. Dirigiu-se ao abade próximo, e este lhe enviou um grupo de religiosas da abadia de Marienhausen. Assim nasceu a abadia de Chumbd. Nestas circunstâncias, o abade lhe impôs o hábito da Ordem. Cedo o fizeram o pai espiritual das religiosas, uma vez, claro está, que se ordenou de sacerdote. Entre estas religiosas havia duas irmãs suas. Caiu enfermo e assim esteve durante muitos anos. Todo o mundo, começando pelas religiosas, o consideravam um verdadeiro santo que vivia entre elas. ninguém podia supor que morresse tão jovem: aos 28 anos. Foi no dia de hoje no ano 1191. O sepultaram na igreja do mosteiro. Seus restos se conservam na atualidade na abadia de Himmerod. ¡Felicidades a quem leve este nome!

Federico (ou Frederico) de Ratisbona, Beato

Lenhador,

Federico de Ratisbona, Beato

Federico de Ratisbona, Beato

Estrela Esta biografia foi já publicada ontem neste mesmo blog.

Tendo nascido de pais pobres em Ratisbona (Regensburg), entrou como irmão leigo nos Eremitas de Santo Agostinho dessa cidade. Exerceu o ofício de carpinteiro. Pediam-lhe também que preparasse lenha para o fogão. Na verdade, sendo ele industrioso, as suas atribuições dilatavam-se à medida da necessidade dos seus irmãos, e agradecia a Deus poder prestar toda a espécie de serviços. Morreu a 30 de Novembro de 1329. O seu culto foi confirmado pela Santa Fé em 1909. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

José Otín Aquilué, Beato

Mártir salesiano,

José Otín Aquilué, Beato

José Otín Aquilué, Beato

Nascido em Huesca em 22 de Dezembro de 1901. Ingressou na Ordem Salesiana, recebendo o ministério sacerdotal em 1928. Educador muito apreciado em Alcoy. † Valência, novembro de 1936.Para ver mais sobre os 117 mártires no Vietnam faz "click" AQUI

Ludovico Roch Gietyngier, Beato

Sacerdote e Mártir,

Ludovico Roch Gietyngier, Beato

Ludovico Roch Gietyngier, Beato

Sacerdote diocesano, nacido en Zarki, Polonia, el 16 de Agosto de 1904. Murió soportando tortura en Dachau, Alemania, en Noviembre de 1941. Para ver más sobre los 40 mártires en Inglaterra y Gales haz "click" AQUI

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22000 > Sant' Andrea Apostolo 30 novembre - Festa MR

 
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