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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Nº 1488-1 - (338-12) - SANTOS DE CADA DIA - 3 de Dezembro de 2012 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1488-1 - (338-12)
 
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Nº 1488-1 – (338-12)

FRANCISCO XAVIER, Santo
Sacerdote (1506-1552)

Francisco Javier, Santo

Francisco Javier, Santo

«Não é muito alto nem muito pequeno. O seu porte é nobre sem afectação, e os seus olhos fixos continuamente no céu e humedecidos pelas lágrimas. Aos seus lábios assoma perpétuo sorriso; as suas palavras são poucas, mas comovem até fazerem chorar». Esta é a imagem de Xavier que mantinha fresca na sua imaginação o Padre Baltazar Barreto, ao escrever da Índia no ano de 1548. Nas profundidades dos seus olhos negros encerravam-se as aspirações duma alma grande, que no Oriente inteiro encontrou cárcere estreito para as suas ânsias de apostolado. Tinha nascido Francisco no castelo de Xavier em terça-feira santa, 7 de Abril de 1506. A infância e primeira juventude passaram para ele entre os duros azares da guerra, que lhe ensinaram nobreza e valentia e, com as suas tristes consequências de lágrimas e pobreza, lhe endureceram, o corpo e o acostumaram às privações da vida. Não lhe sorria a carreira das armas, depois dos duros revezes sofridos pelo pai e pelos irmãos. Preferiu a carreira das letras e, em busca da glória, demandou Paris no fim do Verão de 1525. Lá o esperava Deus. O antigo e experimentado soldado Inácio de Loyola, que se tinha posto também a caminho de Paris para estudar, soube ganhar o coração do jovem navarro e lançar nele a gota divina do desengano a respeito de todos os ideais humanos. «Francisco, que te aproveita ganhar o mundo inteiro, se vens a perder a tua alma?» Esta sentença do Evangelho, repetida dia após dia, fixou-se bem fundo no espírito de Xavier. No Verão de 1533, era humilde discípulo de Inácio. Pouco depois, fazia os exercícios espirituais e, diante da figura amável de Cristo Rei, ficava para sempre definida a orientação da sua vida. A 15 de Agosto de 1534 pronunciava os seus primeiros votos e alistava-se debaixo das bandeiras do exército missionário, que havia de capitanear. Passaram-se todavia anos até se concretizar a vocação do Apóstolo do Oriente. Prenúncios teve em sonhos, durante uma viagem pelo Norte de Itália: «Jesus, disse ele ao despertar, como estou cansado! Sabeis em que sonhava? Que levava às costas um índio e o seu peso estava quase a esmagar-me». Depressa e de maneira providencial iam realizar-se tais sonhos. Dom João III, rei de Portugal, desejava enviar às suas recém-conquistadas possessões da Índia alguns Padres da Companhia de Jesus. Simão Rodrigues e Bobadilla foram os designados no princípio. Mas o homem propõe e Deus dispõe. Bobadilla caiu doente. Não havia em Roma mais jesuítas senão Jayo, destinado para outra missão em Bagnorea, e Francisco Xavier. Curta foi a ordem de Inácio: «Deus quer servir-se de vós, irmão Mestre Francisco. Esta é a vossa empresa, a vós toca esta missão. – Eis-me aqui, padre, estou disposto». No dia seguinte seguiam para Portugal, no séquito do embaixador D. Pedro de Mascarenhas, Xavier e Simão Rodrigues. Depois de magnifico trabalho dos dois em Lisboa, que lhes mereceu o cognome de «apóstolos», Xavier deixou a Europa, no dia dos seus anos, 7 de Abril de 1541, para ser Apóstolo mais longe. Nos treze meses que durou a viagem, Xavier, que levava a nomeação de Legado Pontifício, transformou-se em enfermeiro da pobre tripulação atacada pela peste. Chegou mesmo a lavar no convés a sua roupa e a dos doentes. No dia 6 de Maio de 1542 desembarcou em Goa e a 2 de Dezembro de 1552 morreu em Sanchão, às portas da China. Dez anos e sete meses tinha durado o seu apostolado prodigioso. Quanto pode uma vontade enamorada dum grande ideal e posta incondicionalmente nas mãos de Deus! Logo que pôs os pés em Goa, visitou o Arcebispo, apresentou-lhe os poderes que trazia como Legado Pontifício, mas prometeu que os não usaria sem o beneplácito do Prelado. Os cinco primeiros meses passou-os na capital da Índia Portuguesa: confessava, pregava, visitava os doentes no hospital e percorria as ruas com uma campainha, chamando as crianças para a doutrina. Por Outubro de 1542 embarcou para a costa da Pescaria, onde o esperavam 20 000 Paravás, que não tinham senão o baptismo e o nome de cristãos. Num mês batizou mais de 10 000. Os braços cansavam-se-lhe e a voz enrouquecia com tanto repetir o Credo e os Mandamentos. Passado um ano, voltou a Goa, aceitou o Colégio de S. Paulo para a formação do clero indígena; e partiu de novo para a costa da Pescaria e avançou até às regiões do Maduré. Percorreu o reino de Travancor e regressou à Pescaria. Falou com o vice-rei D. João de Castro e, no ano de 1545, evangelizou as ilhas do Ceilão e Manor. A 25 de Maio desembarcava em Malaca, porta do mundo oriental malaio, que se abria aos seus olhos; as inexploradas ilhas de Samatra e Java, Macasar, do outro lado do Bornéu e, mais para Oriente, nas últimas regiões descobertas, Ambóino e Banda, a famosa terra da noz moscada e, mais para Norte, Ternate nas Molucas, as terras do cravo aromático. Sonhos de Apóstolo que se converteram em realidade entre os anos de 1546 e 1548. As praias de Cerão, ao Norte de Ambóino, presenciaram o historicamente bem documentado milagre do caranguejo, que trouxe do fundo do mar o Crucifixo, pouco antes perdido por Xavier numa tempestade. De Ambóino passou a Ternate e dali às inóspitas e bárbaras ilhas do Moro. Então compreendeu ele, segundo escreveu, «Aquele latim por vezes tão difícil da palavra evangélica; quem perder a sua vida por Mim, encontrá-la-á». Num rasgo heroico de confiança em Deus, separou-se dos amigos e desprezou os remédios que lhe davam contra o veneno, e sozinho, esperando uma morte certa às mãos daqueles indómitos selvagens, encaminhou-se para as ilhas do Moro. Deus premiou-o: «Nunca me lembro de ter tantas e tão frequentes consolações espirituais como nestas ilhas. Estão estas ilhas muito dispostas para uma pessoa perder, em poucos anos, a vista dos olhos corporais com a abundância de lágrimas de consolação». Em Julho de 1547 estava de novo em Malaca. Em fins do mesmo ano trava conhecimento providencial com um japonês chamado Angero e forma o plano de evangelizar o Japão. A 20 de Março de 1548 está em Goa para ordenar o governo interior da Ordem e a 15 de Agosto de 1549 desembarca no Japão. Lá Xavier faz-se como criança e começa de novo a aprender a falar, a sentar-se no chão e a comer com pauzinhos. Traduz as principais verdades da religião e ensina-as ao povo. Mas a sua pronúncia é incorreta e excita o riso dos ouvintes. O seu calvário foi a viagem à capital de então, Meaco . Quinhentos quilómetros a pé e descalço, por caminhos intransitáveis e cobertos de neve, com a troça e o apedrejamento da rapaziada, ardendo com febre e agarrado às vezes à cauda dum cavalo para conseguir andar. E no fim encontrou a indiferença e o nada na corte, tendo de voltar desapontado, sem conseguir a entrevista com o Imperador. Desta vez tinha-o prejudicado a sua pobreza e humildade. Compreendeu que tinha de revestir-se de autoridade e fausto exterior, para ser bem recebido entre os Japoneses. E assim, diante do rei de Bungo, apresentou-se como Legado Pontifício, servido por pajens, escoltado por nobres portugueses e carregado de valiosos presentes. O rei concedeu-lhe a ambicionada liberdade para pregar dentro dos seus domínios. Firando, Facata, Amangúchi e Funai são outros tantos centros da primeira evangelização nipónicas. Ao regressar em 1551 ficava solidamente plantada a Igreja com um grupo de 2 000 fiéis em cinco cristandades. Ainda lhe ficava um sonho, aquele que devia ser o último do seu coração de Apóstolo. Amarga luta teve de sustentar em Malaca contra a posição de Álvaro de Ataíde, até alcançar partir na nau «Santa Cruz», para a ilha de Sanchão. Ali, diante da costa da China, vendo morrerem as suas esperanças de penetrar em tão enorme império e atravessá-lo até chegar à Europa e recrutar apóstolos na Sorbona (Universidade de Paris) e voltar como chefe duma legião, enganado pelo chinês que se comprometera a introduzi-lo secretamente em Cantão, abandonado por todos numa pobre choça da ilha deserta, morre consumido pela febre, com os olhos fixos na messe e o nome de Jesus nos lábios. Estava ao seu lado, em Sanchão, apenas o jovem chinês António, que lhe pusera nas mãos o Crucifixo. Era na madrugada de sábado, 3 de Dezembro de 1552. Algumas semanas depois , vieram de Goa buscar o corpo, que encontraram perfeitamente incorrupto. Levaram-no e jaz em Goa, em esplêndida urna, venerado tanto por católicos como por hindus. Um braço foi-lhe cortado e levado para a Igreja do Gesú, em Roma. Dizem que foi desse corte que resultou ir secando a quase totalidade do corpo, como se vê hoje. «Ordenadas numa linha, as suas viagens dariam três vezes a volta à terra. O Santo morreu aos 46 anos de idade e só empregou 10 para execução dos seus prodigiosos trabalhos. Foi precisamente o tempo que empregou César para sujeitar e devastar as Gálias. E o mesmo que empregou Alexandre para fundar um Império. Sonhou penetrar no coração da Índia e chegar aos mares do Oriente; era pequeno conquistador para empresa tão grande. S. Francisco Xavier, sem mais armas do que a sua cruz e o seu breviário, chegou mais além do que os sonhos de Alexandre. Se o guerreiro tivesse podido conhecer o santo, teria tremido de admiração perante ele; e até o seu mestre, o grande estagirista Aristóteles, teria caído de joelhos para beijar aquela mão que fez chegar o cetro de Cristo a milhares de homens». O apostolado de S. Francisco Xavier não se explica pelas suas qualidades puramente humanas. temos de subir às alturas da graça, que se dá sem limites a quem se entrega docilmente. E a vastidão dos seus espantosos itinerários foi o aproveitamento para o seu zelo ardentíssimo, das condições criadas, apesar de todos os defeitos, pelos descobrimentos e conquistas de Portugal. Possuiu num grau de singular o dom da profecia. Os milagres eram nele coisa frequente. Vinte ressurreições foram referidas, em público consistório, diante de Gregório XV. Mas não faltam grandes devotos seus que não aceitam hoje a verdade histórica de tanta ressurreição! Quantas almas converteu? Na bula de canonização diz-se que batizou muitas centenas de milhares. Ele próprio escreveu: «É tão grande a multidão dos que se convertem à nossa fé, que muitas vezes acontece cansarem-se os braços de tanto batizar , e há dias em que batizo um lugar inteiro». Já em 1621 foi designado como patrono do reino de Navarra, o que foi ratificado pelas cortes de Espanha três anos depois. Bento XIV, em 1749, declarou-o patrono de todas as missões do Oriente. Em 1909, S. Pio X escolheu-o como «celestial patrono da Congregação e da Obra da Propagação da Fé». Agora reparte ele com Santa Teresa do Menino Jesus esses mesmo padroado universal. E o papa Pio XII nomeou, em 1952, S. Francisco Xavier padroeiro do Turismo. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Francisco Javier, Santo

 Consulta também Corazones.org ¿Quieres saber más? Consulta . Reportaje de Jesús Martí Ballester sobre San Francisco Javier. Ver também www.santiebeati.it

EDUARDO COLEMAN, Beato

Mártir (1678)

Em Londres, em Inglaterra, beato Eduardo Coleman, mártir, que, por haver abraçado a fé católica, foi acusado falsamente de conjuração contra o rei Carlos II, sendo enforcado em Tyburn e, ainda com vida, esquartejado (1678).

 

Birino de Dorchester, Santo
bispo,

Birino de Dorchester, Santo

Birino de Dorchester, Santo

Martirológio Romano: Em Winchester, em Inglaterra, sepultura de santo Birino, que, enviado a Grã Bretanha pelo papa Honório, teve sua primeira sede em Dorchester e difundiu com empenho o anúncio da salvação entre os saxões ocidentais (650). Etimologia: Birino = “rojizo”. Vem da língua alemã. Este joven inglés pasó a la gloria del Padre en el año 650. Cuenta el gran sabio de las islas, Beda el Venerable, que Birino fue el autor, con la ayuda de Dios, de la conversión de los Sajones al cristianismo. Fu enviado por el mismo Papa Honorio I (625-38). Después de haber sido consagrado obispo por Asterio, se fue a Inglaterra. Pero él quería ir a lugares en los que no hubiera entrado todavía nadie a predicar. Comenzó por los Anglosajones de Occidente que eran totalmente paganos. Tan bien le fue con ellos que prefirió permanecer allí sin salir para otros sitios. En el año 635 – llevaba tan sólo uno – el misionero intrépido por amor a Dios, pudo convertir al rey de la región. Asistió al bautismo el rey de Northumbria. Beda, que ya lo conocía, dijo de él estas palabras sintéticas:"Santísimo y valiente". Los dos reyes entregaron la ciudad de Dorchester a Birino para que pusiera allí la sede episcopal. El apóstol aceptó con gusto. Y toda su vida allá la empleó en evangelizar y en construir iglesias. Cuando murió, todos pidieron que fuera enterrado en su ciudad querida. Después de muchos años, durante el episcopado de Edda (876-903), su cuerpo se trasladó a la iglesia de la ciudad de Venta (Winchester), que había sido consagrada en el 648. En 1035, los colocaron en un relicario, y más tarde volvieron de nuevo a su iglesia en donde están en la actualidad. Felicidades a quien lleve este nombre! Comentarios al P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

Juan Nepomuceno de Tschiderer, Beato
bispo de Trento,

Juan Nepomuceno de Tschiderer, Beato

Juan Nepomuceno de Tschiderer, Beato

Martirológio Romano: Em Trento, da região de Vêneto, beato Juan Nepomuceno De Tschiderer, bispo, que administrou aquela Igreja com o ardor evangélico da fé, mas com compreensão, e em tempo de aflição deu à sua grei um admirável testemunho de amor (1860). Hijo de Joseph Joachim y Caterina de Giovanelli. nació el 15 de Abril de 1777 en Bolzano, Diócesis de Trento, Italia Realizó sus estudios de enseñanza secundaria en un colegio franciscanos. En 1792 su familia se mudó a Innsbruck, Austria, donde estudió filosofía y teología en la universidad. Fue ordenado sacerdote el 27 de julio de 1800. Aunque no era un benedictino, Juan en un ejemplo viviente del lema de aquellos "oración y rabajo." Fue párroco de varias parroquias de las montañas tirolesas. fue profesor en el seminario teológico de Trento, y decano de las escuelas en Sarentino y Merano. Retornó a Trento en 1827 como miembro de la Catedral de San Vigilio, Fue Pro Vicario General de la diócesis. Obispo Auxiliar de Bressanone de Vorarlberg en 1832. Obispo en Innsbruck el 20 de mayo de 1832. Obispo de Innsbruck, el 3 de mayo de 1835. Juan nunca dejó que sus tareas administrativas eclipsaran sus labores pastorales, y pasó gran parte de su tiempo en la predicación, la escritura, como catequista, la reactivación de las misiones, ayudando a los pobres y enfermos, la celebración de la Santa Misa, escuchando confesiones, y administrando los sacramentos de la Confirmación y de la Ordenación Sacerdotal, incluyendo a veces a candidatos de otras diócesis cuyos obispos no estaban disponibles. Supervisó la construcción y restauración de más de 60 iglesias, mantuvo buenas relaciones con los sacerdotes, preocupandose por su formación permanente. Promueve la educación cristiana de los niños y niñas para la vida religiosa, con el apoyo seminaristas, aseguradose que las enseñanzas en el seminario fueran estrictamente apegadas a la doctrina. Ayudó en la fundación de un instituto de audición y lenguaje, y motivaba a todos a rezar el Rosario cada día. Trabajó y proporcionó fondos para la atención de las víctimas de las epidemias de cólera de 1836 y 1855, y en la guerra de 1859. Trabajó para superar aquellos obstáculos entre la Iglesia y el Estado que fueron creadas por la legislación de aquella época. A finales de la vida tenía previsto una peregrinación a Roma para asistir a la proclamación del dogma de la Inmaculada Concepción, pero la enfermedad se lo impidió. El 31 de diciembre de 1854, ordenó como sacerdote a San Daniel Comboni. Murió el 3 de Diciembre de 1860 en Trento. Beatificado por Juan Pablo II el 29 de Abril de 1995.

Luis Gallo, Beato
Mártir Mercedario,

Luis Gallo, Beato

Luis Gallo, Beato

Pregador mercedario, o beato Luis Gallo foi enviado a Marrocos para evangelizar. Capturado e condenado à morte por ensinar a Palavra do Senhor e indicar os erros na fé dos muçulmanos. Pela defesa da religião de Cristo sofreu muitas multas e encarceramento, flagelado e finalmente recebeu gloriosamente o martírio das chamas morrendo queimado no ano 1258.

São Sofonías

SAN SOFONAS

São Sofonías, santo do Antigo Testamento


Comemoração de são Sofonías, profeta, que nos dias de Josias, rei de Judá, anunciou a ruina dos ímpios no dia da ira do Senhor e robusteceu com a esperança da salvação aos pobres e menosprezados

De:  http://es.catholic.net/santoral

Francisco Javier, Santo
Sacerdote misionero Jesuíta, Diciembre 3

Birino de Dorchester, Santo
Obispo, Diciembre 3

Luis Gallo, Beato
Mártir Mercedario, Diciembre 3

Juan Nepomuceno de Tschiderer, Beato
Obispo de Trento, 3 de diciembre

San Sofonías, santo del AT
Conmemoración de san Sofonías, profeta, que en los días de Josías, rey de Judá, anunció la ruina de los impíos en el día de la ira del Señor y robusteció con la esperanza de la salvación a los pobres y menesterosos.
San Casiano, mártir
En Tánger, de la Mauritania, san Casiano, mártir (c. 300).
San Lucio, eremita

SAN LUCIO DE COIRA
En Chur (Coira), de la Recia, entre los helvecios (hoy Suiza), san Lucio, eremita (c. s. IV).
Beato Eduardo Coleman, mártir
En Londres, en Inglaterra, beato Eduardo Coleman, mártir, que, por haber abrazado la fe católica, fue acusado falsamente de conjuración contra el rey Carlos II, siendo ahorcado en Tyburn y, aún con vida, descuartizado (1678).

De:  http://santiebeati.it

80350 > San Birino di Dorchester Vescovo 3 dicembre MR

 
80250 > San Cassiano di Tangeri Martire 3 dicembre MR

 
90498 > Santi Claudio, Ilaria, Giasone e Mauro Martiri a Roma 3 dicembre


93666 > Beati Corrado e VII compagni Martiri in Siria 3 dicembre


80210 > Beato Edoardo Coleman Martire 3 dicembre MR

 
80200 > Sant' Emma di Lesum Contessa 3 dicembre

 
25450 > San Francesco Saverio Sacerdote 3 dicembre - Memoria MR

 
80525 > Beato Giovanni Nepomuceno Tschiderer Von Gleifheim 3 dicembre MR

 
94792 > Beato Guglielmo de Bas Mercedario 3 dicembre

 
80300 > San Lucio di Coira Vescovo e martire 3 dicembre MR

 
93854 > Beato Luigi Gallo Mercedario, martire 3 dicembre


92469 > San Sofonia Profeta 3 dicembre MR

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NOTA INFORMATIVA:
 
Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
 
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Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
 
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Edição: 3-12-2012 – 10,00 H
 
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1488-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo "21" - 3 de Dezembro de 2012


antoniofonseca1940@hotmail.com

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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
– GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
– SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos, – o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1488 - 2ª Página

3 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

Ê X O D O
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Moisés
A MISSÃO DE MOISÉS
21 – AS LEIS REFERENTES AOS ESCRAVOS – «Estas são as leis que lhes darás:
«Quando comprares um servo hebreu, ele servirá durante seis anos; no sétimo, readquirirá a liberdade, sem nada pagar. Se entrou só, sairá só; se tinha mulher, a mulher sairá com ele. Mas, se for o senhor que lhe deu mulher, e se tiver filhos e filhas dele, mulher e os filhos são propriedades do senhor, e ele sairá sozinho. Se o servo disser: "Gosto do meu amo, da minha mulher, dos meus filhos  não quero ser livre", então, o seu amo conduzi-lo-á à presença do tribunal, e, colocando-o junto duma porta ou dum poste, furar-lhe-á a orelha com uma punção, e será para sempre seu servo. Quando um homem vender a sua filha como escrava, ela não sairá em liberdade nas mesmas condições dos escravos  Se desagradar ao seu amo, e a não quiser para mulher, permitirá que a resgatem; mas não poderá vendê la a estrangeiros  depois de a ter desprezado. Se a destinar ao seu filho, tratá-la-á de acordo com  o direito das filhas. Se, porém, ele tomar uma outra mulher, não privará de nada a primeira relativamente a alimentos, vestuário e direito conjugal. E se lhe recusar alguma destas três coisas, ela poderá ir-se embora, se nada pagar, sem resgate.

Homicídio - Quem ferir um homem  mortalmente, será condenado à morte. Mas se não lhe armou ciladas, e Deus o fez cair sob a sua mão, indicar-te-ei um lugar onde poderá refugiar-se. Mas se alguém, por maldade, usar de traição para matar o seu próximo  até de junto do meu altar o arrancarás a fim de lhe dar a morte. Quem ferir o pai ou a mãe  será condenado à morte. Aquele que se apoderar violentamente duma pessoa , a vender ou a tiver em seu poder será condenado à morte. Quem amaldiçoar o pai ou a mãe, será condenado à morte. Quando dois homens se envolverem em questões, e um deles ferir o outro com uma pedra ou com um punhal, sem causar a morte, mas obrigando-o a estar de cama, aquele que o tiver ferido não será punido  se o outro se restabelecer e puder sair apoiado ao seu bordão. Contudo, indemnizá-lo-á do trabalho perdido e das despesas com o tratamento. Se um homem bater no seu servo ou na sua serva com um pau, de modo a provocar-lhe a morte pela sua mão, será punido. Mas se o escravo sobreviver um dia ou dois, o amo não será punido  porque é propriedade sua. Se, no decurso de uma altercação entre homens, um deles for de encontro a uma mulher grávida, e se ela der à luz sem outras complicações, o culpado ficará sujeito à indemnização imposta pelo marido da mulher que pagará na presença dos juízes  Mas, se de tal facto advier dano, então pagará vida por vida, olho por olho, dente por dente  pé por pé  queimadura por queimadura, chaga por chaga, pisadura por pisadura. Se alguém ferir num olho o servo ou a serva, de modo a cegá-lo, libertá-lo-á para o compensar do olho perdido. E se provocar a queda de um dente do servo  ou da serva, libertá-lo-á para o compensar do dente perdido. Se um boi ferir um homem ou mulher, e se lhes causar a morte, o boi será apedrejado, a carne não será comida, e o dono do boi não sofrerá nenhum castigo. Mas se o boi já era considerado perigoso, e se o dono  tendo sido avisado, não o prendeu, o boi será apedrejado no caso de matar um homem ou uma mulher, e o dono será também punido com a morte  Se exigirem  ao dono determinada quantia para o resgate da sua vida  ele pagará tudo o que lhe foi imposto. Se o boi ferir um rapaz ou uma rapariga, aplicar se-á a mesma lei; mas, se o boi ferir um servo ou uma serva, o dono do boi pagará trinta siclos de prata ao dono do servo ou da serva, e o boi será apedrejado. Se um homem deixar uma cisterna aberta ou, abrindo uma  não lhe puser uma cobertura, se nela vier a cair um boi um um jumento, o proprietário da cisterna pagará ao dono o valor do animal em dinheiro mas o animal morto pertencer-lhe-á. Se o boi de alguém ferir o boi do próximo e lhe causar a morte, vender-se-á o boi vivo, repartirão o preço, e também dividirão igualmente o boi morto. Mas se se provar que o boi era habitualmente perigoso  e que o dono não o vigiou, como era de esperar, restituirá boi por boi, e ficará para ele o boi morto.
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Mar Vermelho – mapa
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3 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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