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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Papas desde o Nº 151 (CLI) até ao 200 (CC) - 5 de Dezembro de 2012

 

Em continuação da publicação feita em 30-11-12, 1-12-12 e 5-12-12

segue-se a resenha dos Papas desde o nº 151 (ou CLI) até ao nº 200 (ou CC)

 

 

CLI – Gregório VI - De 1045 a 1046

Nasceu em Roma. Chamava-se Giovanni Graziano Pierlone, sendo primo e padrinho de Bento IX. Era arcipreste. Morreu em Cluny, em 20 de Dezembro de 1046.

CLII – Clemente II - De 1046 a 1047

Chamava-se Suidgero de Morslebeu e Hornburg. Era alemão e nasceu na Saxónia, de família nobre. Era bispo de Bamberga. Morreu em Pesaro, em 9 de Outubro de 1047.

CLIII – Dâmaso II – Em 1048

Chamava-se Poppo e pertencia à família Curagnoni. Era alemão, nascido na Baviera, conde Brixen (Bressanone), de linhagem franco-bávara. Era bispo de Brixen (Tirol). Morreu em 9 de Agosto de 1048.

CLIV – São Leão IX- De 1049 a 1054

Nasceu em Egisheim (Alsácia), em 21 de Junho de 1002. Chamava-se Bruno de Egisheim-Dagsburg, sendo filho do conde Hugo de Nordgan e primo do imperador Henrique III. Era bispo de Toul. Morreu em Roma, em 19 de Abril de 1054. tem a sua festa a 19 de Abril.

CLV – Vítor II - De 1055 a 1057

Era alemão, nascido na Baviera. Chamava-se Gelhard de Hirschberg, sendo conde de Dolluster-Hirschberg. Foi chanceler do imperador Henrique III e bispo de Elschstadt. Morreu em Arezzo, em 28 de Julho de 1057.

CLVI – Estevão IX - De 1057 a 1058

Era alemão. Nasceu na Lorena. Chamava-se Frederico de Lorena, filho do conde da Baixa Lorena. Cardeal-abade de Monte Cassino. Morreu em 29 de Março de 1058, em Florença.

17º – Bento X - De 1058 a 1059 – (ANTIPAPA)

Chamava-se João de Valletri e pertencia à família Túsculo. Morreu em 1072 num convento.

CLVII – Nicolau II - De 1059 a 1061

Nasceu em Chevron, na Sabóia, em 980. Chamava-se Gerardo de Borgonha. Foi bispo de Florença. Morreu em 27 de Julho de 1061, em Florença.

CLVIII – Alexandre II - De 1061 a 1073

Nasceu em Milão. Chamava-se Anselmo de Baggio. Era bispo de Lucca. Morreu em 21 de Abril de 1073.

18º – Honório II - De 1061 a 1072 – (ANTIPAPA)

Nasceu em Verona, por volta do ano 1010. Chamava-se Pedro Cadalo. Era bispo de Parma desde 1045 e foi contemporâneo de Anselmo, bispo de Lucca, eleito papa com o nome de Alexandre II. Morreu em Roma, em 1072.

CLIX – São Gregório VII - De 1073 a 1085

Nasceu em Soana (Toscana), pelo ano de 1020, filho de um carpinteiro chamado Bonzone. Chamava-se Hildebrando Aldobramdeschi. Era monge beneditino do Mosteiro de Cluny (França), onde foi abade, ocupou o mesmo cargo em Roma, no Mosteiro de São Paulo Extramuros e simultaneamente cardeal, subdiácono e arcediago da igreja romana. Foi secretário do imperador Henrique III, da Alemanha, conselheiro e colaborador de vários papas. Morreu em Salerno a 25 de Maio de 1085, sendo canonizado em 1606 pelo papa Paulo V. Tem a sua festa a 25 de Maio.

19º – Clemente III - De 1080 a 1084 – (ANTIPAPA)

Nasceu em Parma em 1025. Chamava-se Guiberto de Ravena. Morreu em Civita Castellana, em 8 de Setembro de 1100.

CLX – Beato Vítor III - De 1086 a 1087

Nasceu no Benevento (Itália) em 1027. Chamava-se Desidério de Monte Cassino e era príncipe do Benevento. Era descendente de uma família nobre, italiana. Foi abada de Monte Cassino. Morreu em 16 de Setembro de 1087, em Monte Cassino.

CLXI – Beato Urbano II - De 1088 a 1099

Nasceu em Châtillon-sur-Marne, em 1042. Chamava-se Odo de Lagery, sendo de origem francesa. Era monge de Cluny e foi cardeal-bispo de Óstia. Morreu em Roma, em 29 de Julho de 1099. Leão XIII beatificou-o em 1888.

CLXII – Pascoal II - De 1099 a 1118

Nasceu em Biada, Viterbo (Itália), em 1050. Chamava-se Rainieri de Biada. Foi monge de Cluny e cardeal-presbítero de São Clemente. Morreu em Roma, em 21 de Janeiro de 1118, no castelo de Santo Ângelo.

20º – Teodorico – Em 1100 – (ANTIPAPA)

Era bispo de Portus, perto de Roma.

21º – Alberto –Em 1102 – (ANTIPAPA)

Chamava-se Alberto da Silva Cândida. Era bispo de Sabina.

22º – Silvestre IV - De 1105 a 1111 – (ANTIPAPA)

Chamava-se Maginulfo.

CLXIII – Gelásio II - De 1118 a 1119

Nasceu em Gaeta (Itália). Chamava-se João de Gaeta e era filho do duque de Fondi. Era monge de Monte Cassino. Foi cardeal de Santa Maria, em Cosmedin, e dirigiu por muitos anos a chancelaria papal, nomeado por Urbano II. Morreu em Cluny, em 29 de Janeiro de 1119, sendo ali sepultado.

23º – Gregório VIII - De 1118 a 1121 – (ANTIPAPA)

Era de origem borgonhesa. De nome Maurício Burdino, também conhecido por Mauritius ou Burdinus, era monge francês do Mosteiro de Cluny. Foi bispo de Coimbra e arcebispo de Braga, de 1099 a 1118, onde era conhecido por D. Maurício. Morreu em 1137.

CLXIV – Calisto II - De 1119 a 1124

Nasceu em França, em 1060. Chamava-se Guido de Borgonha, descendente dos condes de Borgonha e aparentado com famílias reais. Morreu em Roma, em 13 de Dezembro de 1124.

CLXV – Honório II - De 1124 a 1130

Nasceu em Fragnano (Itália). Chamava-se Lamberto dei Fragnani. Foi bispo de Óstia em 1117, tendo tomado parte ativa na Dieta de Worms. Morreu em Célio, em 13 de Fevereiro de 1130.

24º – Celestino II – Em 1124 – (ANTIPAPA)

Chamava-se Teobaldo Buccapecus. Era cardeal-presbítero.

CLXVI – Inocêncio II - De 1130 a 1143

Nasceu em Roma. Chamava-se Gregório Papareschi. Era cardeal de Santo Ângelo, nomeado por Pascoal II. Morreu em Roma, em 24 de Setembro de 1143.

25º – Anacleto II – De 1130 a 1138 – (ANTIPAPA)

Chamava-se Pietro Pierleoni, procedente de uma poderosa família judaica de Roma. Foi monge de Cluny. Era cardeal de São Calisto. Morreu em 25 de Janeiro de 1138.

26º – Vítor IV – Em 1138 – (ANTIPAPA)

De nome Gregório Conti.

CLXVII – Celestino II - De 1143 a 1144

Nasceu na Toscana, de família nobre. Chamava-se Guido Città di Castello. Foi cardeal e legado pontifício em França. Morreu em 8 de Março de 1144.

CLXVIII – Lúcio II - De 1144 a 1145

Nasceu em Bolonha (Itália). Chamava-se Gerardo Caccianemici. Foi legado de Inocêncio II na Alemanha. Era chanceler e bibliotecário da Igreja romana. Morreu, atingido por uma pedra, em 15 de fevereiro de 1145.

CLXIX – Beato Eugénio II - De 1145 a 1153

Nasceu em Montemagno (Itália). Chamava-se Bernardo Paganelli di Montemagno. Era monge cisterciense e abade do Mosteiro de São Vicente e Santo Atanásio. Faleceu em Tívoli, em 8 de Julho de 1153. Foi beatificado por Pio IX.

CLXX – Anastásio IV - De 1153 a 1154

Nasceu em Roma, em 1063, descendente de família nobre. Chamava-se Conrado de Suburra. Foi cónego de Santo Agostinho, superior do Mosteiro de Santo Anastásio e cardeal de Santa Sabina. Morreu em 3 de Dezembro de 1154.

CLXXI – Adriano IV - De 1154 a 1159

Chamava-se Nicolas Breakspear. Nasceu em St. Albans, Longley, Hertsfordshire (Inglaterra), entre 1110 e 1120. Estudou em Arles e entrou no Mosteiro de São Rufo, perto de Avinhão, do qual viria a ser abade. Morreu em Anagni, em 1 de Setembro de 1159.

CLXXII – Alexandre III - De 1159 a 1181

Nasceu na Sicília (Itália). Chamava-se Rolando Bandinelli. era cardeal desde 1153 e foi chanceler da Igreja romana a partir de 1156. Foi conselheiro do papa Adriano IV e professor catedrático de Teologia e Direito Canónico na Universidade de Bolonha. Morreu em 30 de Agosto de 1181.

27º – Vítor IV – De 1159 a 1164 – (ANTIPAPA)

Chamava-se Octaviano de Monticello. Era cardeal-presbítero. Morreu em 20 de Abril de 1164.

28º – Pascoal III – De 1164 a 1168 – (ANTIPAPA)

Chamava-se Guido de Crema. Nasceu em Crema, em 1100. Morreu em Roma, em 20 de Setembro de 1168.

29º – Calisto III – De 1168 a 1178– (ANTIPAPA)

Chamava-se Juan Morson. Era abade de Sturmi.

30º – Inocêncio III – De 1179 a 1180 – (ANTIPAPA)

Chamava-se Lando de Sezzo.

CLXXIII – Lúcio III - De 1181 a 1185

Nasceu em Lucca (Itália). Chamava-se Ubaldo Allucingoli. Era monge cisterciense. cardeal desde 1141 e cardeal-bispo de Óstia desde 1159. Foi legado de Alexandre III na corte alemã. Morreu em Verona, em 25 de Novembro de 1185.

CLXXIV – Urbano III - De 1185 a 1187

Nasceu em Milão, em 1120. Chamava-se Humberto Crivelli. Era arcebispo de Milão. Morreu em 20 de Outubro de 1187, em Ferrara.

CLXXV – Gregório VIII – Em 1187

Nasceu em Benevento (Itália), em 1100. Chamava-se Alberto di Morra. Era cardeal, ordenado por Adriano IV, chanceler da Igreja romana desde 1178, jurista e mestre dos Estudos Superiores de Bolonha. Foi legado pontifício em diversos países. morreu em Pisa, em 17 de Dezembro de 1187.

CLXXVI –Clemente III - De 1187 a 1191

Nasceu em Roma. Chamava-se Paolo Scolari. Foi arcipreste de Santa Maria Maior. Era cardeal-arcebispo de Palestrina desde 1179. Morreu  em 30 de Março de 1191.

CLXXVII – Celestino III - De 1191 a 1198

Nasceu em 1106. Chamava-se Giacinto di Pietro di Bobone e pertencia à família dos Orsini. Era cardeal desde 1144. Morreu em 8 de Janeiro de 1198.

CLXXVIII – Inocêncio III - De 1198 a 1216

Nasceu em Agnani em 1160. Chamava-se Giovanni Lotário de Conti, era conde de Segni e sobrinho de Clemente III. Era cardeal-diácono e foi cardeal-presbítero de Santa Prudência. Morreu em Roma em 16 de Julho de 1216.

CLXXIX – Honório III - De 1216 a 1227

Nasceu em Roma, em 1150. Chamava-se Cêncio Savelli. Foi cónego de Santa Maria Maior e cardeal-diácono de Santa Lúcia. Foi chanceler papal. Morreu em 18 de Março de 1227.

CLXXX – Gregório IX - De 1227 a 1241

Nasceu em Agnani (Itália), em 1145. Chamava-se Hugolino, sendo conde de Segni e sobrinho do papa Inocêncio III. Era cardeal e bispo de Óstia desde 1206. Foi legado na Alemanha. Morreu em Roma, em 22 de Agosto de 1241.

CLXXXI – Celestino IV – Em 1241

Chamava-se Godofredo Castiglione e era sobrinho do papa Urbano III. Foi monge cisterciense, chanceler da Igreja de Milão e cardeal-bispo de Sabina, depois de ter sido cardeal-presbítero de São Marcos. Morreu em 10 de Novembro de 1241.

CLXXXII – Inocêncio IV - De 1243 a 1254

Nasceu em Génova (Itália). Chamava-se Sinibaldo Fieschie e era conde de Lavagna. estudou em Parma e Bolonha e ensinou Direito Canónico em Parma. Foi cardeal-presbítero de São Lourenço, em Lucina, e vice-chanceler e legado papal no Norte de Itália. Faleceu em Nápoles no Norte de Itália, em 7 de Dezembro de 1254.

CLXXXIII – Alexandre IV - De 1254 a 1261

Nasceu em Agnani (Itália). Chamava-se Rinaldo di Conti, conde de Segni, sendo sobrinho do papa Gregório IX e parente do papa Inocêncio III. Era cardeal-bispo de Óstia, nomeado por Gregório IX. Morreu em Viterbo, em 25 de Maio de 1261.

CLXXXIV – Urbano IV -  De 1261 a 1264

Nasceu em França cerca do ano 1200. Chamava-se Jacques Pantaléon de Troyes. Foi bispo de Verdun, nomeado por Inocêncio IV, legado na Polónia, Rússia e Terra Santa e patriarca de Jerusalém desde 1225. Morreu em Perúsia, em 2 de Outubro de 1264.

CLXXXV – Clemente IV – De 1265 a 1268

Era francês e nasceu em Saint Giles, Languedoc, Provença, no fim do século XII. Chamava-se Gui le Gros. Foi bispo de Le Puy (1257), arcebispo de Narbona (1265) e tornou-se cardeal-bispo de Sabina em 1261. Era legado em Inglaterra quando foi eleito. Morreu em 29 de Novembro de 1268, em Viterbo.

CLXXXVI – Beato Gregório X – De 1271 a 1276

Nasceu em Placência (Itália), em 1210. Chamava-se Teobaldo Visconti. Era arcediago de Liège. morreu em 10 de Janeiro de 1276, em Arezzo. Foi beatificado em 1713, por Clemente XI. Tem a sua festa a 10 de Janeiro.

CLXXXVII – Beato Inocêncio V– Em 1276

Nasceu em Champigny, Sabóia, em 1225, de uma família nobre. Chamava-se Pierre de Tarentaise. Foi professor de Teologia na Universidade de Paris. Era frade dominicano. Foi arcebispo de Lyon, em 1222, e cardeal-bispo de Óstia, em 1223. Morreu em 22 de Junho de 1276. Foi beatificado pelo papa Leão XIII. Tem a sua festa a 22 de Junho.

CLXXXVIII – Adriano V– Em 1276

Nasceu em Trigoso (Itália), entre 1210 e 1215, pertencia à família dos Fieschi, condes de Lavagna e era sobrinho do papa Inocêncio IV. Era um simples diácono com o título honorífico de cardeal. Morreu em Viterbo, inesperadamente, em 11 de Agosto de 1276.

CLXXXIX – João XXI – De 1276 a 1277

Nasceu em Lisboa entre 1205 e 1210. Chamava-se Pedro Julião, mas era conhecido por Pedro Hispano. Filho de um médico, ingressou na Universidade de Paris, onde frequentou as aulas de Dialéctica, Lógica, Física Aristotélica e Metafísica e obteve o grau de mestre em Filosofia. Cursou Medicina, provavelmente em Montpellier. Ensinou Medicina na Universidade de Siena, entre 1245 e 1250. Foi médico particular do papa Gregório X. Era cardeal de Túsculo, eleito pelo papa Gregório X. Morreu em 20 de Maio de 1277, menos de um ano depois de ter sido eleito.

CLXC – Nicolau III – De 1277 a 1280

Nasceu em Roma, em 1212, sendo descendente de uma família ilustre; o seu pai fora senador e amigo de São Francisco de Assis. Chamava-se Giovanni Gaetano Orsini. Era cardeal-diácono de São Nicolau, nomeado por Inocêncio IV, legado de vários papas junto de cortes europeias e inquisidor geral, nomeado por Inocêncio IV. Morreu em 22 de Agosto de 1280, no castelo de Seviano, perto de Viterbo.

CLXCI – Martinho IV – De 1281 a 1285

Nasceu nas proximidades de Angers (França). Chamava-se Simon de Brion. Foi sacerdote em Ruão, desde 1260 grão-chanceler do Selo e chanceler do rei de França, Luís IX. Em 1261 era cardeal e foi legado papal na corte de França. Morreu em Perúsia, em 28 de Março de 1285.

CLXCII – Honório IV – De 1285 a 1287

Nasceu em Roma, em 1210, no seio de uma família romana, muito influente. Chamava-se Giovanni Savelli e era sobrinho-neto do papa Honório III. Estudou na Universidade de Paris. Foi superior da Igreja de Berton, diocese de Norwich. Era cardeal desde 1261. Morreu em 3 de Abril de 1287.

CLXCIII – Nicolau IV – De 1288 a 1292

Nasceu em Lisciano, Itália, em 1230. Chamava-se Girolamo Masei de Ascoli. Era franciscano. Foi professor de Filosofia e Teologia, ministro geral da ordem franciscana e cardeal-bispo de Palestrina, desde 1281. Morreu em 4 de Abril de 1292.

CLXCIV – São Celestino V – Em 1294

Nasceu em Isérnia, Apúlia (Itália), em 1221, de uma família humilde. Chamava-se Pedro Celestino, também conhecido por Pedro del Morrone. Era abade beneditino e eremita. Morreu em 19 de Maio de 1296, no castelo de Agnani. Foi canonizado por Clemente V, em 1313. Tem a sua festa a 19 de Maio.

CLXCV – Bonifácio VIII – De 1294 a 1303

Nasceu em Anagni (Itália), em 1230, de uma família abastada, de origem espanhola. Chamava-se Benedetto Gaetani. Estudou em Todí, em Espoleto e em Paris. Era cardeal-diácono desde 1281 e foi ordenado presbítero em 1291. Doutorou-se em Direito Civil e Canónico, sendo escolhido por Inocêncio IV para advogado consistorial e notário papal. Morreu em 11 de Outubro de 1303, em Roma.

CLXCVI – Beato Bento XI – De 1303 a 1304

Nasceu em Treviso (Itália), em 1240. Chamava-se Nicolau Boccasini. Foi geral da ordem beneditina desde 1296, legado em França, Inglaterra e Hungria, cardeal desde 1298 e cardeal-bispo de Óstia em 1300. Morreu envenenado, em Perúsia, em 7 de Julho de 1304. Foi beatificado em 1736, pelo papa Clemente XII. Tem a sua festa a 7 de Julho.

CLXCVII – Clemente V – De 1305 a 1314

Nasceu em Villandraut, na Gironda (França). Chamava-se Beltrão de Goth. Era de origem francesa, mas súbdito inglês. Foi arcebispo de Bordéus. Morreu em 20 de Abril de 1314, em Roquemare, nas margens do Reno.

CLXCVIII – João XXII – De 1316 a 1334

Nasceu em Cahors (França), em 1245. Chamava-se Jacques Duèse e era filho de um sapateiro. Era médico. Foi bispo de Frèjus (1300), bispo de Avinhão (1310) e cardeal-bispo de Óstia (1312). Quando foi eleito era bispo de Poiot, nomeado por Clemente V. Morreu em 4 de Dezembro de 1334.

31º – Nicolau V – De 1328 a 1330 – (ANTIPAPA)

Chamava-se Pietro Rainalducci. Era frade franciscano, depois de ter sido casado e de se ter separado da esposa. Morreu em 16 de Outubro de 1133.

CLXCIX – Bento XII – De 1334 a 1342

Nasceu em Saverdun (França), em 1285, sendo filho de um padeiro. Chamava-se Jacques Fournier. Era monge de Cister e perito em Teologia. Foi bispo de Paniers (1326) e cardeal em 1327, nomeado por João XXII. Morreu em Avinhão, em 25 de Abril de 1342.

CC – Clemente VI – De 1342 a 1352

Nasceu em Malmont, Limousin (França), em 1291. Chamava-se Pierre Roger de Beaufort. Foi frade da ordem dominicana, abade em Fécamp, depois bispo de Arras, arcebispo de Sens (1329) e de Ruão (1330) e cardeal em 1338, nomeado por Bento XII. Foi conselheiro de Filipe VI, rei de França. Morreu em 6 de Dezembro de 1352, em Avinhão.

 

Post em 5-12-12 - 15,00 horas

ANTÓNIO FONSECA

(Continua…)

Papas desde o nº CI (101) até ao CL (150) - 5 de Dezembro de 2012

 

Em continuação da publicação feita em 30-11-12, e 1-12-12,

segue-se a resenha dos Papas desde o nº 101 (ou CI) até ao nº 150 (ou CL)

 

 

CI – Sérgio II – De 827 a 844

Nasceu em Roma, oriundo de uma família nobre, os Colonna, sendo órfão desde tenra idade. Foi educado por Leão III na Schola Cantorum. Era arcipreste da Igreja romana. Morreu em 27 de Janeiro de 847.

12º – João – Em 844 - (ANTIPAPA)

Era diácono romano.

CII  -  São Leão IV – De 847 a 855 

Nasceu em Roma, talvez de origem longobarda. Era cardeal dos Santos Quatro Coroados. Morreu em Roma, em 17 de Julho de 855. Tem a sua festa a 17 de Julho.

CIII  -  Bento III – De 855 a 858 

Nasceu em Roma, filho de um cristão da classe média, chamado Pedro. Era cardeal-presbítero de São Calisto. Morreu em 7 de Abril de 858.

13º – Anastásio – Em 855 - (ANTIPAPA)

Era Cardeal. Morreu em 879.

CIV  -  São Nicolau I Magno – De 858 a 867 

Nasceu em Roma, em 800, descendente da família Colonna. Foi conselheiro de Bento III. Morreu em 13 de Novembro de 867. Tem a sua festa a 13 de Novembro.

CV  -  Adriano II – De  867 a 872 

Nasceu em Roma, em 792. Descendia da família Colonna e casado antes de ser ordenado sacerdote. Era cardeal de São Marcos. Morreu em Roma, em 14 de Dezembro de 872.

CVI  -  João VIII – De 872 a 882 

Nasceu em Roma, em 812, de ascendência longobarda. Era arcediago da Igreja romana. Morreu em Roma, em 16 de Dezembro de 882, envenenado.

CVII  -  Mariano I (ou Marinho) – De 882 a 884 

Nasceu em Galese, Roma, de origem inglesa. Era bispo. Morreu em 15 de Maio de 884.

CVIII  -  Santo Adriano III – De 884 a 885 

Nasceu em Roma. Era monge beneditino. Morreu, perto de Modena, em 7 de Setembro de 885. Tem a sua festa a 8 de Julho.

CIX  -  Estevão V – De 885 a 891 

Nasceu em Roma, oriundo de uma família nobre e rica. Foi conselheiro do papa João VIII. Morreu em Roma, em 14 de Setembro de 891.

CX  -  Formoso – De 891 a 896 

Nasceu em 816, em Itália, mas há dúvidas se foi em Óstia ou em Roma. Chamava-se Dâmaso. Foi bispo de Portus (jurisdição eclesiástica perto de Roma), nomeado por Nicolau I. Foi legado pontifício. Morreu em Roma, em 4 de Abril de 896.

CXI  -  Bonifácio VI – De 896 a 896

Nasceu em Roma ou na Toscana. Era subdiácono e sacerdote. Morreu em Roma, em 26 de Abril de 896.

CXII  -  Estêvão VI – De 896 a 897 

Nasceu em Roma. Morreu nesta cidade, estrangulado, em 14 de Agosto de 897.

CXIII  -  Romano – De 897 a 897 

Nasceu em Galleses (Itália), de origem inglesa. Foi cardeal de São Pedro in Vicoli. Morreu em Novembro de 897.

CXIV  -  Teodoro II – De 897 a 897 

Nasceu em Roma, de família grega. Morreu nesta cidade, em Dezembro de 897.

CXV  -  João IX – De 898 a 900 

Nasceu em Tivoli (Itália), por volta de 840. Era abade beneditino, com o nome de João de Tívoli. Morreu a 5 de Janeiro de 900.

CXVI  -  Bento IV – De 900 a 903 

Nasceu em Roma, sendo filho de um nobre romano, chamado Mammalus. Era presbítero, ordenado pelo papa Formoso. Morreu em Julho de 903.

CXVII  -  Leão V (903) 

Nasceu em Ardea, perto de Roma. Era presbítero rural. Morreu em Roma, em Setembro de 903.

14º – Anastásio – De 903 a 904 - (ANTIPAPA)

Nasceu em Roma. Era cardeal de São Dâmaso. Morreu em Janeiro de 904.

CXVIII  -  Sérgio II  - De 904 a 911 

Nasceu em Roma, oriundo de uma nobre família romana. Era conde de Túsculo. Foi diácono de Estevão V, sendo sagrado bispo de Santa Maria de Cele pelo papa Formoso. Morreu em Roma, em 14 de Abril de 911.

CXIX  -  Anastásio III  -  De 911 a 913 

Nasceu em Roma, filho de um homem virtuoso, chamado Luciano. Morreu em Agosto de 913.

CXX  -  Landon  -  De 913 a 914 

Era natural de Sabina, sendo filho de um conde longobardo. Morreu em 5 de Fevereiro de 914.

CXXI  -  João X  -  De 914 a 928 

Terá nascido no castelo de Tossignano, em Imola (Itália), cerca de 860. Chamava-se João de Tossignano. Era diácono. Foi bispo de Bolonha. Morreu em Roma, em Maio de 928.

CXXII  -  Leão VI  -  Em 928 

Nasceu em Roma. Era cardeal-presbítero da Igreja de Santa Susana. Morreu em Dezembro de 928.

CXXIII  -  Estevão VII  -  De 928 a 931  -

Nasceu em Roma, sendo filho de um cavaleiro romano chamado Teodomundo, amigo dos condes de Túsculo. Foi cardeal-presbítero de Santo Anastácio. Morreu em Roma, em Fevereiro de 931.

CXXIV  -  João XI  -  De 931 a 935 

Nasceu em Roma em 906 e era, segundo os cronistas da época, filho de Marózia e de Sérgio III, fruto de uma união escandalosa. Chamava-se Alexandre. Morreu em Dezembro de 935.

CXXV  -  Leão VII  -  De 935 a 939 

Nasceu em Roma. Era monge beneditino. Morreu nesta cidade, em 13 de Julho de 939.

CXXVI  -  Marinho II  -  De 942 a 946 

Nada se conhece dos seus antecedentes. Morreu em 1 de Maio de 946.

CXXVII  -  Agapito II  -  De 946 a 955 

Nasceu em Roma. Morreu nesta cidade, em Dezembro de 955.

CXXVIII  -  João XII  -  De 955 a 964 

Nasceu em Roma em 937. Chamava-se Pedro Octaviano, sendo filho de Alberico II, prefeito de Roma. Morreu aos 27 anos, em 14 de Maio de 964.

CXXIX – Leão VIII - De 963 a 965

Nasceu em Roma sendo filho de um cavaleiro, chamado João, bem conhecido em Roma, principalmente no Clivus Argentarii. Era laico. Morreu em Roma em 1 de Março de 965.

CXXX – Bento V - De 965 a 966

Nasceu em Roma. Era subdiácono e cardeal. Morreu em Hamburgo, onde estava desterrado, a 4 de Julho de 966.

CXXXI – João XIII - De 965 a 972

Nasceu em Roma sendo filho de Teodora, sobrinho de Marózia e de João, bispo de Narni. Chamava-se João de Narni. Foi bispo de Narni. Morreu em 6 de Setembro de 972.

CXXXII – Bento VI - De 973 a 974

Nasceu em Roma, de origem germânica, filho de Hildebrando. Foi monge. Era cardeal diácono de São Teodoro. Morreu em Junho de 974.

15º – Bonifácio VII - De 974 e 984-985 (ANTIPAPA)

Nasceu em Roma. Chamava-se Bonifácio Francone. Era diácono. Morreu assassinado em Julho de 985.

CXXXIII – Bento VII - De 974 a 983

Nasceu em Roma, sendo filho de um nobre chamado David, pertencente a um ramo da família dos Túsculos, os Conti. Era bispo de Sutri. Morreu em Roma, em 10 de Julho de 983.

CXXXIV – João XIV - De 983 a 984

Nasceu em Pavia. Chamava-se Pietro Campanova. Foi vice-chanceler do Império e bispo de Pavia. Morreu assassinado em 20 de Agosto de 984.

CXXXV – João XV - De 985 a 996

Nasceu em Roma, sendo filho de um sacerdote chamado leão. Morreu nesta cidade, em Março de 996.

CXXXVI – Gregório V - De 996 a 999

Nasceu em Roma em 973. Chamava-se Brun von Karnten, filho do duque da Caríntia e sobrinho-neto do imperador Otão II. Era originário da Alemanha e nasceu em Roma em 973. Era primo e capelão do imperador Otão III. Morreu em 18 de Fevereiro de 999.

16º – João XVI - De 997 a 998 – (ANTIPAPA)

Era grego. Chamava-se João Filigato Calaber. Era bispo de Placência.

CXXXVII – Silvestre II - De 999 a 1003

Nasceu no Auvergne (França), em 938, e foi educado em Aurillac. Chamava-se Gerbert d’Aurillac. Era monge beneditino. Foi arcebispo de Reims (991) e de Ravena (998). Morreu em Roma, em 12 de Maio de 1003.

CXXXVIII – João XVII – Em 1003

Nasceu em Roma, duma família abastada. Chamava-se Siccone Secchi. Foi casado e tinha três filhos. Morreu em Dezembro de 1003.

CXXXIX – João XVIII – De 1003 a 1009

Nasceu em Roma,pertencente a uma família nobre. Chamava-se Pedro Fasano. Foi monge do mosteiro de São Pedro. Era cardeal-presbítero. Morreu em Junho de 1009.

CXL – Sérgio IV – De 1009 a 1012

Nasceu em Roma. Chamava-se Pedro Buccaporci. Era bispo de Albano. Morreu em Roma, em 12 de Maio de 1012.

17º – Gregório – Em 1012 – (ANTIPAPA)

Nada se sabe dos seus antecedentes.

CXLII – Bento VIII – De 1012 a 1024

Nasceu em Túsculo (Itália). Chamava-se Teofilato, sendo filho de Gregório e Maria, condes de Túsculo. Era irmão do futuro papa João XIX. Morreu em 9 de Abril de 1024.

CXLIII – João XIX – De 1024 a 1032

Nasceu em Túsculo (Itália). Era filho dos condes de Túsculo e irmão do seu antecessor Bento VIII. Morreu em 1032.

CXLIX – Bento IX – De 1032-1044, 1045 e 1047-1048

Nasceu em Roma entre 1017 e 1020. Era de origem grega. De nome Teofilato, da grande família Túsculo, era um moço inexperiente, ainda uma criança, de má conduta moral, sobrinho do papa Bento VIII e de João XIX. Morreu em 1055, num convento, arrependido e depois de um fim de vida edificante.

CL – Silvestre III – Em 1045

Nasceu em Roma no ano 1000. Chamava-se Giovanni de Sabina. Era bispo de Sabina. Faleceu em Roma, em 1046.

Post em 5-12-12  -  11,00 horas

ANTÓNIO FONSECA

(Continua…)

Nº 1490-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo “23” - 5 de Dezembro de 2012


antoniofonseca1940@hotmail.com

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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1490 - 2ª Página

5 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

Ê X O D O
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Moisés
A MISSÃO DE MOISÉS

23 – «Não faças declarações falsas; não sejas cúmplice dos ímpios, servindo-lhes de falsa testemunha. Não sigas a opinião da maioria para praticar o mal. Não deponhas num julgamento, colocando-te ao lado da maioria, de modo a desviar a justiça da sua retidão. por compaixão não favorecerás também, o pobre no seu litígio. Se encontrares perdido o boi ou o jumento do teu inimigo, levar-lhos-ás. Se vires o jumento do teu irmão a sucumbir sob o peso da carga, não hesites, ajuda-o a descarregá-lo. Não te desviarás da justiça para condenar o pobre no seu pleito. Afasta.-te de toda a mentira. Não causarás a morte do inocente e do justo, porque jamais Eu absolverei o culpado. Não aceites presentes, pois os presentes corrompem, cegam os prudentes e perdem as causas justas. Não oprimirás o estrangeiro, pois sabeis o que sofre um estrangeiro, vós que fostes estrangeiros na terra do Egipto».

Ano sabático e sábado – «Semearás a terra durante seis anos e colherás os seus produtos. Mas no sétimo ano, deixarás a terra em repouso e abandonarás os seus frutos, que os pobre do teu povo  comerão, e os animais selvagens comerão o que sobejar. Procederás da mesma forma com a tua vinha e com os teus olivais. Trabalharás durante seis dias, mas no sétimo descansarás, a fim de que descansem igualmente o teu boi e o teu jumento, e possam respirar o filho da tua escrava e o estrangeiro. Cumpri escrupulosamente tudo quanto vos tenho determinado. Nunca pronunciareis o nome de outros deuses; que não o ouçam sair da vossa boca».

Festas – «Celebrarás três vezes por ano festas em Minha honra, Primeiramente, comemorarás a festa dos Ázimos. Durante sete dias, como te ordenei, comerás pães sem fermento, no mês de Abib, visto teres saído então do Egipto; e ninguém se apresentará diante de Mim com as mãos vazias. Comemorarás a seguir, a festa da colheita, festa das primícias do teu trabalho, do que semeaste nos campos; e a festa do Outono, ao declinar o ano, quando recolheres dos campos todos os seus frutos. Três vezes por ano, todos os teus varões apresentar-se-ão diante do Senhor. Não derramarás o Sangue do Meu sacrifício junto ao pão fermentado, e a gordura das Minhas vítimas não ficará por oferecer até ao dia seguinte de manhã. Levarás à casa do Senhor, teu Deus, as primícias dos frutos da tua terra. Não cozerás um cabrito no leite de sua mãe».

Bênçãos prometidas – «Vou enviar um anjo à tua frente para te proteger no caminho e para te conduzir ao lugar que preparei para ti. Está sempre vigilante na sua presença e escuta o que ele te disser. Não lhe desobedeças, pois não perdoará as vossas transgressões, e ele fala em Meu nome. Mas se escutares a sua voz e se fizeres tudo o que Eu te disser, serei inimigo dos teus inimigos e perseguirei os que te atormentem. Quando o Meu Anjo caminhando diante de ti, te introduzir na terra dos amorreus, dos heteus, dos fereseus, dos cananeus, dos heveus e dos jebuseus e quando os tiver exterminado, não adorarás os seus deuses; não os servirás, imitando o que eles fazem mas derrubarás e destruirás os seus monumentos. Prestareis culto unicamente ao Senhor, vosso Deus, e Ele abençoará o vosso pão e a vossa água; afastará a enfermidade do meio de vós. Não haverá na vossa terra uma mulher que aborte, nem mulher estéril, e acumularei o número dos teus dias. Enviarei à tua frente o Meu terror, espalharei o pânico em todos os povos onde chegares e levarei todos os teus inimigos a fugir diante de ti. À tua frente enviarei vespas que expulsarão para longe de ti os heveus, os cananeus e os heteus. Não os expulsarei somente num ano, para que o país não se transforme em deserto e se multipliquem as feras contra ti. Expulsá-los-ei gradualmente da tua presença até aumentares bastante para ocupar o país. Fixarei os teus limites desde o Mar Vermelho até ao mar dos filisteus e desde o deserto até ao rio. Entregarei nas tuas mãos os habitantes dessa terra, e expulsá-los-ás da tua presença. Não estabelecerás aliança com eles nem com os seus deuses. Não subsistirão na tua terra, porque te fariam pecar contra Mim; adorarias os seus deuses, o que seria a tua ruína».

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Mar Vermelho – mapa
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5 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1490-1 - (340-12) - SANTOS DE CADA DIA - 5 de Dezembro de 2012 - 5º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Estrela Curiosamente os 3 primeiros Santos abaixo indicados, foram todos Bispos de Braga (e nenhum era de lá oriundo…)

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Nº 1490-1 - (340-12)
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Nº 1490-1 – (340-12)
MARTINHO DE DUME, Santo Estrela
Bispo (579)

Oriundo da Panónia, atual Hungria, dirigiu-se ainda jovem ao Oriente, onde professou vida regular: estudou o grego e outras ciências eclesiásticas em que muito cedo se distinguiu, até ser classificado, pelo eminente Doutor Santo Isidoro, como ilustre na fé e na ciência. Também Gregório de Tours o considerou entre os homens insuperáveis do seu tempo. Regressando do Oriente, dirigiu-se depois a Roma e França, onde travou conhecimento com as personagens opor então mais insignes em saber e santidade. Sobretudo, quis visitar o túmulo do seu homónimo e compatriota, S. Martinho de Tours, que desde então ficará considerando como seu patrono e modelo. Foi também por essa altura que Martinho se encontrou com o rei dos Suevos, Charrarico, ao qual acompanhou para o noroeste da Península Ibérica, em 550, onde, com restos do gentilismo e bastante ignorância religiosa, se espalhara o arianismo. Para acorrer a tantos males, não tardou Martinho em planear e pôr em marcha o seu vigoroso apostolado. Num mosteiro, edificado pelo mesmo rei, em Dume, mesmo ao lado de Braga, assenta o grande apóstolo dos suevos os seus arraiais, como escola de monaquismo e base de irradiação catequética e missionária. A Igreja do mosteiro é dedicada a S. Martinho de Tours, e foi sagrada em 558. O seu abade foi elevado ao episcopado pelo bispo de Braga já em 556, em atenção ao seu exímio saber e extraordinário zelo e santidade. Com a subida ao trono do rei Teodomiro (559), consumava-se o regressos dos Suevos ao catolicismo, deixando o arianismo. Ilustre por tão preclaras prerrogativas, passa Martinho para a Sé de Braga (569), quando o catolicismo nesta região gozava já de alto esplendor, o que tornou possível o 1º Concílio de Braga, em 561, no pontificado de João III. Os cânones desta assembleia figuram nos enquiridios de símbolos e definições da Igreja universal. Foi também desde então que ficaram sufragâneas à de Braga as dioceses de Dume, Porto, Coimbra, Viseu, Lamego e Idanha. Em 572, Martinho foi a alma do 2º Concílio de Braga. Nesta altura escreveu ele: «Com a ajuda da graça de Deus, nenhuma dúvida há sobre a unidade e rectidão da fé nesta província». Nalgum repouso de seus labores apostólicos e pelas horas de quietude monástica, não esqueceu o santo bispo a importância e eficácia do apostolado da pena. Deixou assim várias obras, versando nelas predominantemente , as virtudes monásticas: ascética, reforma dos costumes, perseverança na oração, piedade com, Deus, esmola e caridade com o próximo; com as mais matérias teológicas e canónicas, pelas quais foi depois reputado e celebrado como Doutor. Promoveu a tradução para latim duma Coleção das máximas dos Padres Orientais, traduziu ele próprio as Sentenças dos Padres do Egito, ordenou uma Coleção de Cânones dos Concílios Orientais, e escreveu a Fórmula da vida honesta, dedicada ao rei dos Suevos Miro, e redigiu ainda o livro Sobre a correção dos rústicos, interessante para a história dos costumes da época. S. Martinho faleceu a 20 de Março de 579 e foi sepultado na catedral de Dume; mas desde 1606 estão depositadas as suas relíquias na Sé de Braga. Compusera para si, em latim, o seguinte epitáfio sepulcral, em que mostra a veneração que dedicava ao Santo bispo de Tours: «Nascido nas Panónias, atravessando vastos mares, impelido por sinais divinos para o seio da Galiza, sagrado bispo nesta tua Igreja, ó Martinho confessor, nela instituí o culto e a celebração da Missa. tendo-te seguido, ó patrono, eu, o teu servo Martinho, igual em nome que não em mérito, repouso agora aqui na paz de Cristo». A partir de 1985, S. Martinho passou a ser padroeiro principal da arquidiocese de Braga. O Império Romano aceitou, para os dias da semana, os nomes dos deuses e dos planetas, que recebeu dos Caldeus. Ficaram sendo, traduzindo já do latim, os dias: do Sol, da Lua, de Marte, de Mercúrio, de Júpiter, de Vénus e de Saturno. Mas, por influência judaica e cristã, o dia do Sol passou a ser o Dia do Senhor (de «Dominus») e o de Saturno não resistiu à força hebraica do Sábado. E a série de ordinais (de segunda a sexta) vem do sistema enumerativo dos Hebreus. Já Santo Agostinho criticou que se mantivesse a nomenclatura pagã. E o papa S. Silvestre (314-335) oficializou, para as funções litúrgicas, o dito sistema, juntando ao ordinal a palavra féria, (significando «festa» ou «dia de oração», sobretudo para os eclesiásticos). Mas a série, desde segunda-feia até sexta, só vingou em português e, por causa da influência deste, um pouco no galego. As outras línguas românicas comemoram muito, hoje ainda, na semana, os deuses pagãos. Os nossos nomes dos dias são de origem eclesiástica e não árabe, pois já aparecem no território português antes da invasão árabe (esta a partir de 711). Já os usa, em meados do século V, Idácio de Chaves (por 469)=. E S. Martinho de Dume e de Braga (556-579), que hoje celebramos, criticou energicamente os cristãos por darem aos dias da semana nomes pagãos. S. Martinho conseguiu o que desejava. Um exemplo: na sacristia da Igreja de S. Vicente em Braga, conserva-se a seguinte inscrição sepulcral duma mulher sueva de nome curioso. Eis a tradução do latim: «Remisnuera descansa em paz, no dia 1º de Maio da Era 656 (ano 618), em dia de segunda-feira». (Avelino de Jesus Costa). Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas,pt.



FRUTUOSO, Santo Estrela
Bispo (665)

Quase uns 90 anos depois de S. Martinho de Dume falecer, é S. Frutuoso que vem presidir na Sé de Braga, depois de, também como ele, ter estacionado na de Dume. E, como aquele, também Frutuoso procede de além-fronteiras, este último da diocese de Astorga. Tomou posse de Braga em 656. A vida monástica gozava então de honra e estima, como o refúgio ou terra privilegiada da virtude e cultivo da ciência, primariamente da ciência e cultura sagradas. Por isso, S. Frutuoso surge como o assíduo e incansável cultor do monaquismo e fundador de uns dez mosteiros. Primeiro, vários na Hispânia que cedo se tornaram célebres, em várias e distantes províncias, percorridas nesta audaciosa propaganda de fundações monásticas. Tentou também uma viagem ao Oriente, que não conseguiu realizar, porque o rei visigodo Recesvinto, sabedor das suas fundações na Galiza, o designou para bispo de Dume, para poder assegurar assim, para esta província, os múltiplos bens do seu apostolado. Fundar mosteiros tinha sido, pois, quase todo o seu apostolado, e isto mesmo se lhe pedia para Braga, como o melhor elemento, o mais eficaz promotor duma cristã e autêntica civilização. Provam-no a natureza e finalidades da sua regra, que começou por ser, mais própria ou primariamente, dos Monges, sua formação espiritual e disciplina religiosa: oração e contemplação, com o trabalho manual e agrícola. Esta segunda feição acentua-se mais na Regra Comum que entrou na organização das últimas fundações, em região de abundantes pastagens e vantajosa criação de gados. No mesmo mosteiro, imensa colmeia humana, o trabalho dos diferentes campos e oficinas supria às necessidades gerais; mas cada qual devia industriar-se e servir-se, para dar aos outros o mínimo de trabalho possível. Para isso, competia ao abade fornecer a todos sovelas, agulhas e linhas de diferentes castas, para coser, consertar e remendar os vestidos. Foi o Santo o fundador , entre nós, dos mosteiros-refúgios. Ao lado de tantos bens ainda que temporais, continuou altamente frutífera a constante atuação pastoral e apostólica de S. Frutuoso, até à sua morte – no mosteiro, por ele fundado furtivamente, de S. Salvador de Montélios – a 16 de Abril de 665. Levadas as suas relíquias para Compostela em 1102, num gesto ambicioso de coisas sagradas, foram restituídas novamente a Braga, por ocasião das celebrações centenárias de S. Frutuoso, em 1965-66. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas,pt.

GERALDO, Santo Estrela
Bispo (1108)

Depois da influência tão benéfica do monaquismo, como referimos acima, a propósito de S. Frutuoso, maior expansão ganhou ainda aquela força espiritual e social, educadora e diretora da Europa, durante séculos, com o aparecimento da reforma de Cluny, inspiração da grande alma de S. Bernardo. Ainda em, sua vida eram já cinco, só na Galiza, os mosteiros desta nova regra, cujos monges tanto se notabilizaram, em virtude e saber, em grande número e por toda a parte. Um deles foi S. Geraldo, mais outro antístite bracarense vindo do estrangeiro, nascido de família nobre a altamente religiosa, na diocese de Cahors, na França. Apenas feita a profissão religiosa na abadia clunyacense de Moissac, foi nomeado visitador de vários mosteiros. Eleito pouco depois e confirmado arcebispo de Braga, dirige-se logo à sua Sé, onde trata de levantar e prestigiar o nível cultural , religioso e moral do clero e do povo. Não lhe merece menos cuidado a harmonia e concórdia com o poder civil e dioceses circunvizinhas e consequentemente a primazia que, sobre elas, compete à de Braga. Para que tudo surta os devidos e legítimos efeitos, vai duas vezes a Roma, e consegue de Pascal II várias bulas em confirmação das planeadas reformas e, mais explicitamente, a designação de todas as dioceses sufragâneas de Braga, que são todas estas: Astorga, Lugo, Tuy, Mondonhedo e Orense, mais o Porto e Coimbra, com Viseu e Lamego. Com o coração e zelo não menores que a extensão de todos estes territórios, votou-se S. Geraldo ao cultivo espiritual da sua própria arquidiocese, na elevada formação do clero como na instrução religiosa do povo. Para atender a tudo e a todos, não duvida deslocar-se a qualquer distância, como a que vai até Bornes, no concelho de Vila Pouca de Aguiar, para aí consagrar uma igreja, pregar e administrar o Crisma. Com este e semelhantes trabalhos, lá o colheu a última doença, vindo a falecer a 5 de Dezembro de 1108. Trasladado para Braga e desde logo aureolado com a fama de insigne santidade, ficou também sendo um dos patronos da cidade e arquidiocese, com os seus Santos Martinho, Frutuoso e Vítor. Depois da invasão árabe, Braga foi restaurada como diocese com o bispo D. Pedro em 1070, e com o metrópole (arcebispado) com S. Geraldo, em 1101. O conde portucalense D. Henrique, parente de Santo Hugo, abade de Cluny, interessou-se porque ficasse a ocupar a Sé de Braga o monge clunyacense Geraldo. este Santo, já no ano de 1182 aparece mencionado como padroeiro da mesma arquidiocese. Agora. desde 1985, é-o apenas da cidade de Braga.Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas,pt.
BARTOLOMEU FÂNTI, Beato
Religioso (1443-1495)
Bartolom Fanti de Mantua, Beato
Bartolomé Fanti de Mântua, Beato
O grande título de glória de Bartolomeu Fânti está em ter sido o guia e o mestre espiritual do Beato Baptista Spagnuolo ou Spagnuoli, que foi geral da Ordem dos Carmelitas. Bartolomeu Fânti nasceu em Mântua, em 1443. Fez-se carmelita aos 17 anos. Grande pregador, fundou uma confraria de Nossa Senhora do Monte Carmelo para os fiéis e esforçou-se em, propagar as devoções ao Santíssimo Sacramento e a Nossa Senhora, que lhe eram particularmente queridas. Conta-se que obteve curas miraculosas com o azeite das lâmpadas que ardiam diante do sacrário. Morreu a 5 de dezembro de 1495. O culto foi aprovado por S. Pio X, em 1909. O seu corpo intacto conserva-se na catedral de Mântua. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas,pt.
FILIPE RINALDI, Beato
Sacerdote (1856-1931)
Felipe Rinaldi, Beato
Felipe Rinaldi, Beato
O que no Livro dos Reis se afirma da sabedoria e prudência de Salomão, pode-se aplicar em certa medida ao Padre Filipe Rinaldi, que veio ao mundo em Lu Monferrato (Itália), a 28 de Maio de 1856. Coube-lhe por sorte de, aos 10 anos, estudando no seminário maior de Mirabello, ir confessar-se ao Padre João Bosco. O Santo Fundador da Família Salesiana descobriu naquele menino indícios seguros de vocação sacerdotal. Mas, naquela altura, Filipe Rinaldi, por razões de saúde , teve de regressar a casa dos pais. S. João Bosco, contudo não deixou de o seguir de perto e de o aconselhar a dar-se ao Senhor na vida eclesiástica. Finalmente, em 1877, Filipe, com mais de 20 anos, resolveu fazer-se salesiano. Cursou os estudos clássicos de, em 1879, entrou no noviciado. A 13 de Agosto do ano seguinte consagrou-se a Deus com a profissão perpétua, que foi recebida pelo próprio S. João Bosco. Na mesma casa, sob os olhares e direção espiritual do santo Fundador, Filipe estudou filosofia e teologia. A 23 de dezembro de 1882 recebeu a ordenação sacerdotal. Um dos primeiros cargos de responsabilidade que lhe confiaram foi o de dirigir, primeiro em Mathi e depois em Turim, os que, como ele, já de idade madura pretendiam ser padres. Nesta última cidade teve ensejo de se confessar e tratar de perto com S. João Bosco, podendo assim imbuir-se tão a fundo no espírito do Santo Fundador que era chamado sua «imagem viva». Em 1289, o Beato Miguel Rua, que havia sucedido a S. João Bosco no governo do Instituto Salesiano, enviou o Padre Filipe a Espanha, como reitor da casa de Sarriá, perto de Barcelona. A missão era dificílima, mas o Servo de Deus desempenhou-se dela com tanta prudência e sabedoria que em 1892 foi designado Inspetor de todas as casas salesianas da Península Ibérica. Governou durante dez anos com tal eficiência que se pode considerar o fundador da Congregação Salesiana nestas terras. Em 1902, o beato Miguel Rua chamou-o para Turim e confiou-lhe o cargo de Vigário Geral. Vai permanecer 20 anos nesta ingrata tarefa de cuidar da disciplina religiosa e da administração geral. Ele, porém, não se restringiu a este trabalho material, mas procurou exercer o seu ministério sacerdotal, atendendo diariamente a inúmeras confissões e empregando parte do tempo na pregação da Palavra de Deus e na direção de almas. Dirigiu o Oratório feminino de Maria Auxiliadora em Valdocco com resultados magníficos. Todavia, o que mais o notabilizou, foi o apostolado pela boa imprensa, com a criação da Sociedade Editora Internacional, que se tornou uma das maiores empresas gráficas de livros católicos na Itália. Em 1922 foi eleito Superior Geral da Congregação. O novo posto vai proporcionar aos Salesianos oportunidade para melhor descobrirem as eminentes virtudes do Servo de Deus. De facto, com a sua visita às casas e o contacto pessoal e por cartas com cada um dos membros, era impossível ao Padre Filipe esconder os sentimentos que lhe iam na alma. Revelou-se um verdadeiro discípulo de S. João Bosco, a quem procurava imitar. A beatificação do santo Fundador, a 2 de Junho de 1929, foi causa de grande regozijo para todos os salesianos e ofereceu ensejo ao Superior Geral para insistir na prática das virtudes e na fidelidade ao carisma do Instituto. No seu governo, a Congregação cresceu maravilhosamente, a ponto de o número dos salesianos passar de 4 788 para 8 836. As leis da natureza não abrem exceções para ninguém. Por isso, também ao Padre Filipe lhe tocou passar pelas agruras próprias de anos avançados, que aceitou plenamente conformado com a vontade divina. Faleceu santamente, a 5 de Dezembro de 1931, com 75 anos e meio. As suas virtudes heroicas foram reconhecidas por decreto de 3 de Janeiro de 1987. Depois de aprovado um milagre atribuído à sua valiosa intercessão, foi beatificado por João Paulo II, do domingo, 29 de Abril de 1990. A respeito deles afirmou o Santo Padre: «Ardoroso foi o seu amor pela Igreja e promoveu-lhe a presença renovadora entre os povos, com uma autêntica mobilização missionária, também dos mais jovens. Bem cônscio da importância dos leigos, cuidou de os organizar e da formação espiritual dos mesmos, seguindo critérios modernos. O oratório feminino, por ele dirigido junto das Filhas de Maria Auxiliadora de Turim, tornou-se assim um centro de intensa vitalidade eclesial, com associações religiosas, culturais, sociais e recreativas. Foi precisamente o férvido clima de fé ali florescente que deu origem a um grupo de “vida consagrada no mundo”, o qual se encontra hoje desenvolvido no sólido Instituto laical das “Voluntárias de Dom Bosco”. AAS 70 (1978) 198-200; 79 (1987) 488-91; L’OSS. ROM. 6.5.90. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas,pt.

NICOLAU STENSEN, Beato
Bispo (1638-1686)
Nicols Stenso, Beato
Nicolás Stenso, Beato
Natural de Copenhaga (Dinamarca), nasceu a 11 de Janeiro de 1638 no seio de uma família luterana. A par dos estudos básicos, médios e universitários, ele era um pesquisador apaixonado. Tornou-se, por isso, um cientista de renome no campo da anatomia. Espírito aberto à verdade, Stensen caminharia igualmente no plano religioso, como afirmou João Paulo II na homília da beatificação, a 23 de Outubro de 1988: «… Admirar as esplêndidas belezas da criação e, por meio delas, chegar à fonte de toda a beleza, foi um elemento base da sua espiritualidade. Ele mesmo revela-o na introdução do seu Demonstrationes Anatomicae, que contêm os resultados das suas pesquisas: “A verdadeira meta da anatomia é a de capacitar os observadores, por meio da obra-prima do corpo, a chegarem à dignidade da alma, e, mediante as maravilhas de ambos, chegarem ao conhecimento e ao amor do seu Autor” (Opera Philosophica, t. II, 254). De facto, Stensen estava profundamente convicto de que “as coisas visíveis são belas, mais belas são aquelas que são conhecidas, mas muito mais belas são as que não podemos conhecer” (Ibid.). Movido por este desejo de transcender o conhecimento puramente fenomenológico e científico, para se aventurar no campo ilimitado da verdade, acessível apenas ao conhecimento da fé, Nicolau Stensen ampliou e aprofundou o seu estudo teológico. Mediante o seu perspicaz espírito de observação e a sua objetividade serena, conseguiu gradualmente libertar-se de certos preconceitos contra a fé católica, pelos quais ele tinha sido influenciado, inconscientemente e de boa fé , desde a sua juventude. Nesta ocasião não nos é possível fazer relato detalhado do longo itinerário espiritual que, finalmente , o fez abraçar a fé católica… Era o grande cientista que reconhecia Deus como Senhor supremo, aceitando seguir o chamamento interior a doar-se totalmente a Cristo e a pôr as próprias energias ao serviço exclusivo do Evangelho. Foi assim que Stensen, não se contentando com o empenho apostólico próprio do leigo, quis ser sacerdote, convicto de que isto não constituiria uma ruptura na sua vida e no seu itinerário, mas seriam, ao contrário, um ulterior passo avante, para uma doação mais completa de si mesmo para o bem da humanidade». De facto, recebeu a ordenação sacerdotal em 1675, quando contava 37 anos de idade. Dois anos depois, subiu à dignidade episcopal. Mas sigamos-lhe os passos, ouvindo João Paulo II: «Mais tarde, consagrado Bispo por S. Gregório Barbarigo, ele transferiu-se para o Norte da Europa, a fim de ali desempenhar, segundo a explicita disposição do Papa, o próprio ministério apostólico. A partir de então, peregrinou como pastor de almas e autêntico missionário: Hannover, Monastério, Paderbon, Hamburgo e finalmente Schwerin viram-no totalmente dedicado ao bem dos outros, esquecido de si, rico de amor, mesmo no sofrimento, porque apaixonado de Cristo crucificado, Sumo Sacerdote, “escolhido de entre os homens e constituído a favor dos homens, para ajudar aqueles que estão na ignorância e no erro” (Heb. 5, 1-3)… Nicolau Stensen foi justamente definido, pelo seu íntimo amigo Francesco Redi, um “peregrino do mundo”. Nascido na Dinamarca, foi movido pela sua índole de pesquisador e de cientista a percorrer os caminhos dos Países da Europa, até chegar a Florença, amada como segunda pátria. Depois de se tornar sacerdote e bispo, ele pôs-se de novo a caminho, tomando desta vez a estrada da Alemanha, onde se dedicou inteiramente a ajudar os homens a conhecerem aquele deus que ele encontrara através da ciência e da fé». Faleceu santamente em Schwerin, a 5 de Dezembro de 1686. AAS 83 (1991) 551-3; L’OSS. ROM. 30-10-1988. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas,pt.
Crispina, Santa
Biografia,
Etimologicamente significa “ de cabelo riçado”. Vem da língua alemã. Diz o Salmo: “Deus meu, te dou graças por teu amor e tua verdade; aumentaste a força de minha alma”. Esta mulher tinha muito dinheiro e filhos a quem alimentar e educar. Vivía en Tebaste, Africa, al final del siglo III y comienzos del IV. La gracia de Dios tocó su corazón. Resplandecía ante todos por su virtud y todos, ya en vida, comenzaron a llamarla la “santa. Su salud no era muy fuerte que digamos, pero lo compensaba todo con la fortaleza de su alma. Dios aumentaba la fuerza de su alma como dice el Salmo. Los creyentes en Cristo el Señor la querían y respetaban con cariño profundo. Era una buena consejera en asuntos cristianos y humanos. Las dos cosas van íntimamente unidas. Las orientaciones que daba, eran acertadas. Todo era paz y felicidad hasta que estalló la décima persecución de Diocleciano. Este hombre estaba ciego y maniático por acabar con todos los nuevos creyentes. Una de las primeras víctimas – porque era la más conocida – fue santa Crispina. La llevaron ante la presencia del juez Anulino. Le hizo muchas preguntas. Y más amenazas todavía. Ella no se inmutaba ante nadie. El mismo juez sintió la humillación ante la valentía de esta señora. La atormentó sin cesar hasta dejarla extenuada. Irritado, mandó que la degollaran en Tebaste el 5 de diciembre del año 305. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! “Onde a igualdade não se discute, ali também há subordinação” (B. Shaw).
Narciso Putz, Beato
Narciso Putz, Beato
Martirológio Romano: Perto de Munich, em Baviera, de Alemanha, beato Narciso Putz, presbítero e mártir, que enquanto Polónia estava sob um regime estrangeiro durante a guerra, foi levado a campo de concentração de Dachau por sua tenacidade na fé e ali morreu esgotado por cruéis tormentos (1942). Etimologia: Narciso = Aquele que produz sopor, es de origen griego Sacerdote de la Archidiócesis de Poznan, cayó víctima de los nazis en el nefastamente famoso campo de concentración de Dachau. El "crimen" cometido fue su perseverancia en la fe, murió entre atroces torturas. El Papa Juan Pablo II, 13 de junio de 1999 lo elevó al honor de los altares junto con otras 107 víctimas de la misma persecución. Para ver más sobre los 108 mártires durante la segunda guerra mundial haz "click" AQUI
Sabas, Santo
Abade,
Sabas, Santo
Sabas, Santo
Sabas é o fundador da chamada Grande Laura ao lado do vale de Cedrón, às portas de Jerusalém. Havia nascido em Mutalasca, perto de Cesareia de Capadócia, em 439, e depois de passar algum tempo no mosteiro de seu povo, em 457 mudou-se para Jerusalém que foi fundado por Pasarión, mas este não satisfez suas aspirações. E ao contrário de muitos monges que abandonavam seu convento para correr às grandes cidades a levar uma vida pouco edificante, Sabas, desejoso de solidão, durante uma permanência em Alexandria pediu e obteve a permissão para se retirar a uma gruta, com o compromisso de regressar todos os sábados e domingos a fazer vida comum no mosteiro. Cinco años después, de regreso en Jerusalén, fijó su domicilio en el valle de Cedrón en una gruta solitaria, a donde entraba por una pequeña escalera hecha con lazos. Por lo visto, esa escalera reveló su escondite a otros monjes deseosos como él de soledad, y en poco tiempo, como en un gran panal, esas grutas inhóspitas en la pared rocosa se poblaron de solitarios pero no ociosos habitantes. Así nació la Grande Laura, esto es, uno de los más originales monasterios de la antigüedad cristiana. Sabas, con mucha paciencia y al mismo tiempo con indiscutible autoridad, gobernó ese creciente ejército de ermitaños organizándolos según las reglas de vida eremítica ya establecidas un siglo antes por San Pacomio. Para que la guía del santo abad tuviera un punto de referencia en la autoridad del obispo, el patriarca de Jerusalén lo ordenó sacerdote en el 491. Sabas, a pesar de su predilección por el total aislamiento del mundo, no rehuyó sus compromisos sacerdotales. Fundó otros monasterios, entre ellos uno en Emaús, y tomó parte activa en la lucha contra la herejía de los monofisitas, llegando al punto de movilizar a todos sus monjes en una expedición para oponerse a la toma de posesión de un obispo hereje, enviado a Jerusalén por el emperador Anastasio. Ante el emperador de Constantinopla, San Sabas puso en escena una representación de mímicas para demostrar con la evidencia de las imágenes coreográficas la triste condición del pueblo palestino agobiado por pesados impuestos y uno en particular, que perjudicaba a los comerciantes, pero sobre todo al pueblo. Cuando murió, el 5 de diciembre del 532, toda la región quiso honrarlo con espléndidos funerales. En Roma, en el siglo VII, por obra de los monjes griegos surgieron sobre el monte Aventino un monasterio y una basílica dedicados a su memoria, del que toma el nombre el barrio. Fue uno de los santos más influyentes y significativos del anacoretismo en Oriente. ¿Quieres saber más? Consulta ewtn
Sabas, Santo
Diciembre 5 Abad
Felipe Rinaldi, Beato
Diciembre 5 Fundador
Crispina, Santa
Diciembre 5 Biografía
Bartolomé Fanti de Mantua, Beato
Diciembre 5 Presbítero Carmelita
Narciso Putz, Beato
Diciembre 5 Mártir
Nicolás Stenso, Beato
Diciembre 5 Obispo y Científico
90053 > Beato Bartolomeo Fanti Carmelitano 5 dicembre MR
 
90633 > San Basso di Nizza Vescovo e martire 5 dicembre

91030 > Santa Consolata di Genova Monaca 5 dicembre

90495 > Santa Crispina Martire a Tebessa 5 dicembre MR

80500 > San Dalmazio (Dalmazzo) di Pavia Martire 5 dicembre

90078 > Beato Filippo Rinaldi Sacerdote 5 dicembre MR
 
80560 > San Geraldo (Gerardo) di Braga Vescovo 5 dicembre MR
 
93305 > San Giovanni Almond Sacerdote e martire 5 dicembre MR
 
90914 > Beato Giovanni Gradenigo Monaco 5 dicembre

93853 > San Guglielmo Saggiano Mercedario, martire 5 dicembre
 
64750 > San Lucido di Aquara Monaco 5 dicembre MR
 
93113 > Beato Narciso (Narcyz) Putz Sacerdote e martire 5 dicembre MR
 
90584 > Beato Nicola (Niccolò) Stenone 5 dicembre MR
 
90626 > San Pelino Vescovo di Brindisi 5 dicembre

80600 > San Saba Archimandrita Abate 5 dicembre MR
 
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Tero1 - Cpia
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Edição: 5-12-2012 – 10,00 H
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