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domingo, 9 de dezembro de 2012

John Malkovich - Hallelujah (Live)




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Papas desde o Nº 201 (CCI) até ao 250 (CCL) - 9 de Dezembro de 2012

 

Em continuação das publicações efectuadas em

30-11-12, 1-12-12 e 5-12-12

segue-se a resenha dos Papas desde o

nº 201 (ou CCI) até ao nº 250 (ou CCL)

 

CCI – Inocêncio VI - De 1352 a 1362

Nasceu em Beysac-en Corrèze (França). Chamava-se Étienne Aubert. Ainda presbítero, ensinou Direito Civil em Toulouse. Cardeal desde 1342, mais tarde bispo de Clermont e cardeal-bispo de Óstia. Foi penitenciário-mor. Morreu em Avinhão, em 12 de Setembro de 1362.

CCII – Beato Urbano V - De 1362 a 1370

Nasceu no castelo de Grisac, nas Cévennes (França), em 1310. Chamava-se Guilherme de Grimoard, filho do cavaleiro do mesmo nome e de Anfelisa de Montferrand. Era frade beneditino da abadia de Chirac e proferiu votos no Convento de São Vítor, em Marselha. Formou-se em Direito Canónico em 1342 e ensinou nas universidades de Toulouse, Montpellier, Paris e Avinhão. Foi vigário-geral em Clermont e Uzés, abade de São Germano de Auxerre (1352) e legado pontifício na Lombardia. Mais tarde, já abade de São Vítor, em Marselha, foi encarregado por Inocêncio VI duma missão em Nápoles. Morreu em Avinhão, em 19 de Dezembro de 1370. Foi beatificado por Pio IX em 1870.

CCIII – Gregório XI – De 1370 a 1378

Nasceu em Limoges (França), em 1329. Chamava-se Pierre Roger de Beaufort e era sobrinho do papa Clemente VI. Estudou em Perúsia e doutorou-se em Teologia e Direito Canónico. Aos 18 anos já era cónego, chegando a cardeal. Morreu no Vaticano, em 27 de Março de 1378, sendo o último papa francês.

CCIV – Urbano VI - De 1378 a 1389

Nasceu em Nápoles (Itália), em 1318. Chamava-se Bartolomeo Prignani. Presidiu à chancelaria romana no pontificado de Gregório XI. Foi arcebispo de Acerenza (1364) e de Bari (1377). Morreu em 15 de Outubro de 1389.

CCV – Bonifácio IX - De 1389 a 1404

Nasceu em Nápoles, por volta de 1350, de uma família nobre, mas arruinada. Chamava-se Pietro Tomacelli, Cardeal-presbítero desde 1385. Morreu em 1 de Outubro de 1404, em Roma.

CCVI – Inocêncio VII - De 1404 a 1406

Nasceu em Sulmona, Nápoles (Itália) em 1336. Chamava-se Cósimo Migliorati. Estudou em Perúsia, Pádua e Bolonha, onde se formou como jurista. Bispo de Bolonha (1389) e bispo de Ravena. Foi legado papal à Lombardia e à Toscana. Era cardeal-presbítero de Santa Cruz, em Jerusalém, nomeado por Bonifácio IX. Morreu em 6 de Novembro de 1406.

CCVII – Gregório XII - De 1406 a 1415

Nasceu em Veneza (Itália), em 1325. Chamava-se Ângelo Corrario. Era patriarca latino de Constantinopla. Foi secretário apostólico de Inocêncio VII, mais tarde legado papal em Ancona e cardeal-presbítero de São Mário. Morreu em Recanati, em 18 de Outubro de 1417, no exercício das funções de cardeal-bispo de Portus, onde está sepultado.

19º – Clemente VII - De 1378 a 1394 – (ANTIPAPA)

Era suíço e chamava-se Roberto de Genebra. Nasceu em Genebra em 1328, foi bispo de Cambrali em 1368 e cardeal desde 1371. Morreu em Avinhão, em 16 de Setembro de 1396.

20º – Bento XIII - De 1394 a 1423 – (ANTIPAPA)

Nasceu em Saragoça (Aragão). Chamava-se Pedro Martinez de Luna, Doutorou-se em Direito Canónico na Universidade de Montpellier. Foi nomeado cardeal-diácono por Gregório XI (1375) e atuou acertadamente como legado papal em Espanha, em nome do antipapa Clemente VII, ao qual sucedeu no sólio pontifício. Morreu em 23 de Maio de 1423.

21º – Alexandre V - De 1409 a 1410 – (ANTIPAPA)

Nasceu em Cândia. Chamava-se Pietro Filargo. Era frade franciscano. Foi arcebispo de Milão desde 1402 e cardeal em 1405. Morreu em Bolonha, em 3 de Maio de 1410 e foi ali sepultado.

22º – João XXIII - De 1410 a 1415 – (ANTIPAPA)

Nasceu em Nápoles em 1370, de onde, mais tarde, viria a ser cardeal. Chamava-se Baltazar de Cossa. Quando faleceu era cardeal-bispo de Túsculo, nomeado por Martinho V. Morreu em 22 de Dezembro de 1419, em Florença.

23º – Clemente VIII - De 1423 a 1429 – (ANTIPAPA)

Nasceu em 1380. Chamava-se Gil Sanchez Muñoz.

CCVIII – Martinho V - De 1417 a 1431

Nasceu em Genazzano (Itália). Em 1368. Chamava-se Oddone Colonna. estudou na Universidade de Perúsia. Era subdiácono, com  o título honorífico de cardeal de São Jorge, nomeado por Bonifácio IX. Morreu em Roma, em 20 de Fevereiro de 1431.

24º – Bento XIV - De 1425 a 1447 – (ANTIPAPA)

Era provavelmente francês. Chamava-se Bernard Garnier.

CCIX – Eugénio IV - De 1431 a 1447

Nasceu em Veneza (Itália) em 1383. Chamava-se Gabriele Condulmaro, sendo sobrinho do papa Gregório XII. Era cardeal-bispo de Siena e cardeal-presbítero de São Clemente. Morreu em Roma, em 23 de Fevereiro de 1447.

25º – Félix V - De 1439 a 1449 – (ANTIPAPA)

Nasceu em 1383. Chamava-se Amadeu sendo 8º duque de Saboia. Era viúvo. Morreu em Genebra, em 7 de Novembro de 1451.

CCX – Nicolau V - De 1447 a 1455

Nasceu em Sarzana (Itália), em 15 de Novembro de 1397. Chamava-se Tommaso Parentucelli e era filho de um médico. Bispo de Bolonha em 1444. Foi legado pontifício na Alemanha. Era cardeal. Morreu em 25 de Março de 1455.

CCXI – Calisto III - De 1455 a 1458

Nasceu em Jativa, perto de Valência (Espanha) em 1378. Chamava-se Alfonso Bórgia. Era formado em Direito Eclesiástico e Civil pela Universidade de Lérida. Foi bispo de Valência, nomeado por Martinho V, e cardeal, nomeado por Eugénio IV, em 1444. Morreu em 6 de Agosto de 1458.

CCXII – Pio II - De 1458 a 1464

Nasceu em Corsignano, perto de Siena, em 1405. Chamava-se Eneias, ou Eneas Sílvio Piccolomini, sendo filho de uma família ilustre. Tinha 18 irmãos. Foi bispo de Trieste e de Siena. Morreu em Ancona, em 15 de Agosto de 1464.

CCXIII – Paulo II - De 1464 a 1471

Nasceu em Veneza (Itália) em 1418. Chamava-se Pedro Barbo, sendo sobrinho do papa Eugénio IV. Foi arcediago de Bolonha, bispo de Cervia e Vicenza e cardeal-diácono de São Marcos. Morreu em 26 de Julho de 1471.

CCXIV – Sisto IV - De 1471 a 1484

Nasceu em Savona (Itália) em 21 de Julho de 1414, numa família modesta. Chamava-se Francesco della Rovere. Entrou, ainda menino, num mosteiro franciscano. Estudou e depois leccionou nas universidades de Pavia e Bolonha. Foi procurador da sua ordem, em Roma, e, provincial da Ligúria. Foi nomeado cardeal por Paulo II, em 1467. Morreu em 12 de Agosto de 1484.

CCXV – Inocêncio VIII - De 1484 a 1492

Nasceu em Génova (Itália) em 1432, filho de um senador romano. Chamava-se Giovanni Battista Cibo. Estudou em Pádua e Roma. Foi bispo de Savona e de Molfetta e era cardeal-presbítero, desde 1473, nomeado por Sisto IV. Morreu em 25 de Julho de 1492.

CCXVI – Alexandre VI - De 1492 a 1503

Nasceu em Jativa, perto de Valência (Espanha) em 1431. Chamava-se Rodrigo Lançol y Bórgia e era sobrinho do papa Calisto III, que o levou para Itália e à família, antes de ser papa. Formou-se em Jurisprudência na Universidade de Bolonha. Foi nomeado cardeal apenas com 25 anos por seu tio Calisto III. Foi administrador do arcebispado de Valência, bispo de Barcelona, vice-chanceler da Santa Sé e prefeito de Roma. Morreu em 18 de Agosto de 1503.

CCXVII – Pio III - Em 1503

Nasceu em Siena (Itália) em 1439. Chamava-se Francesco Todeschini Piccolomini, sendo sobrinho do papa Pio II. Era arcebispo de Siena desde 1460 e cardeal-diácono de Santo Eustáquio, nomeado por seu tio Pio II. Morreu em 18 de Outubro de 1503.

CCXVIII – Júlio II - De 1503 a 1513

Nasceu em Albíssola (Itália) em 5 de Dezembro de 1443. Chamava-se Giulliano della Rovere, sendo sobrinho do papa Sisto IV. Era franciscano, educado em Perúsia, cardeal, nomeado por Sisto IV, arcebispo de Avinhão e legado papal em França. Morreu em Roma, em 21 de Fevereiro de 1513.

CCXIX – Leão X - De 1513 a 1521

Nasceu em Florença (Itália) em 11 de Dezembro de 1475. Chamava-se Giovanni de Médicis e era filho de Lourenço de Médicis, o Magnifico, e de Clarissa Orsini. Aos 17 anos já era cardeal. Morreu em Roma, em 1 de Dezembro de 1521.

CCXX – Adriano VI - De 1522 a 1523

Chamava-se Adriaan Floriszoon Dedel. Nasceu em Utreque, Flandres (Holanda) em 2 de Março de 1459. Preceptor e conselheiro de Carlos V, foi bispo de Tortosa e cardeal desde 1517. Morreu em Roma, em 14 de Setembro de 1523.

CCXXI – Clemente VII - De 1523 a 1534

Nasceu em Florença, em 26 de Maio de 1438, sendo primo do papa Leão X. Chamava-se Giulio de Médicis. Foi cavaleiro de Rodes, prior de Cápua e vice-chanceler, nomeado por seu primo Leão X. Era arcebispo de Florença e cardeal, nomeado por Leão X. Morreu em 25 de Setembro de 1534.

CCXXII – Paulo III - De 1534 a 1549

Nasceu, provavelmente, em Canino (Itália) em 1468, sendo a sua família proprietária dos terrenos que rodeavam o lago de Bolsena. Chamava-se Alessandro Farnese. Foi ordenado presbítero em 1519, aos 51 anos, na altura em que já tinha quatro filhos, dois deles ilegítimos. Em 1524, com funções de cardeal, foi bispo de Óstia e decano do Colégio Cardinalício. Morreu em 10 de Novembro de 1549.

CCXXIII – Júlio III - De 1550 a 1555

Nasceu em Roma em 1487. Chamava-se Giovanni Maria Giocchi del Monte. Estudou Teologia em Perúsia e Siena. Foi camareiro na corte do papa Júlio II, prefeito de Roma, nomeado por Clemente VII, bispo de Sepontio (1511), bispo de Pavia, cardeal-presbítero e cardeal-bispo de Palestrina, nomeado por Paulo III em 1536. Morreu em Roma, em 23 de Março de 1555.

CCXXIV – Marcelo II - Em 1555

Nasceu em Montepulciano (Itália) em 6 de Maio de 1501. Chamava-se Marcelo Cervino Degli Spannochi. Foi cardeal-presbítero de Santa Cruz (Jerusalém), em 1539, legado papal ao Concílio de Trento (1543) e diretor da Biblioteca do Vaticano (1548). Morreu em 30 de Abril de 1555.

CCXXV – Paulo IV – De 1555 a 1559

Nasceu em Santo Ângelo della Scala, Avelino (Itália), em 1476. Chamava-se Gianpetro Garaffa, sendo membro duma família nobre, napolitana. Foi arcebispo de Brindisi e de Nápoles e núncio apostólico em Espanha. Em 1524 fundou, com São Caetano de Thiem a ordem dos Teatinos. Em 1535 tornou-se cardeal e presidente da Inquisição. cardeal.bispo de Óstia desde 1553, foi o decano do Colégio Cardinalício. Morreu em Roma, em 19 de Agosto de 1559.

CCXXVI – Pio IV - De 1559 a 1565

Nasceu em Milão, em 31 de Março de 1499. Chamava-se Giovanni Ângelo de Médicis, filho de um angariador de impostos, mas que não pertencia à famosa família Médicis. Obteve o título de doutor em Leis, após ter estudado, em Pavia e em Bolonha, Filosofia, Medicina e Direito. Foi arcebispo de Ragusa em 1545 e cardeal-presbítero de Santa Prudência, em 1540. Foi legado na Roménia, nomeado por Júlio III. Morreu em 9 de Dezembro de 1565.

CCXXVII – São Pio V - De 1566 a 1572

Nasceu em Bosco, Piemonte (Itália) em 1504. Chamava-se Miguel Ghislieri e era conhecido por cardeal Alexandrino e filho de um modesto lavrador. Guardou ovelhas na infância e, muito novo, entrou na Ordem de São Domingos. Foi mestre de Filosofia, bispo de Sutri, nomeado por Paulo IV, inquisidor-mor em Milão e depois inquisidor-mor de toda a cristandade. Morreu em 30 de Abril de 1572, foi beatificado por Clemente X, em 1672, e canonizado em 1712, por Clemente XI. Tem a sua festa a 30 de Abril.

CCXXVIII – Gregório XIII - De 1572 a 1585

Nasceu em Bolonha (Itália), em 1 de Janeiro de 1502. Chamava-se Hugo Boncompagni. Foi professor na Universidade de Bolonha, juiz do Capitólio e notário papal, nomeado por Paulo III. Bispo de Vieste, em 1558, e cardeal em 1565. Foi legado pontifício em Espanha, depois de ter sido nomeado cardeal-presbítero. Morreu em 10 de Abril de 1585.

CCXXIX – Sisto V - De 1585 a 1590

Nasceu em Grottammare (Itália) em 13 de Dezembro de 1521. Chamava-se Felice Peretti e era de uma família humilde. Entrou num mosteiro franciscano, foi educado em Montalto, Ferrara e Bolonha e ordenado sacerdote em Siena. Foi conselheiro da Inquisição, nomeado por Pio VI, bispo de Santa Ágata de Goti, procurador-geral dos Franciscanos, vigário apostólico da ordem e cardeal, nomeado por Pio V, em 1570, sendo seu confessor. Morreu em 27 de Agosto de 1590.

CCXXX – Urbano VII - Em 1590

Nasceu em Roma a 4 de Agosto de 1521. Chamava-se Gianbattista Castagna e era descendente de uma nobre família genovesa. Formou-se em Leis na Universidade de Bolonha. Foi bispo de Rossano, na Calábria, aos 30 anos, e núncio apostólico em Madrid. Era cardeal de São Marcelo nomeado por Gregório XIII e inquisidor-geral do Santo Ofício, nomeado por Sisto V. Morreu a 27 de Setembro de 1590.

CCXXXI – Gregório XIV – De 1590 a 1591

Nasceu em Bolonha, em 11 de Fevereiro de 1535. Chamava-se Nicolau Sfrondati, sendo filho de um senador de Milão, que mais tarde foi o cardeal Francisco Sfrondati. Doutorou-se em Direito Civil e Canónico na Universidade de Bolonha. Foi árbitro do Tribunal de Justiça e arcebispo de Rossano, nomeado por Júlio III, e bispo de  Cremona. Foi governador de Perúsia e da Úmbria, com Paulo IV. Assistiu ao Concílio de Trento, entre 1562 e 1563 e presidiou a várias congregações. Foi núncio papal na corte de Filipe II e legado papal a Colónia, representando Gregório XIII. Morreu em 16 de Outubro de 1591.

CCXXXII – Inocêncio IX - Em 1591

Nasceu em Bolonha, em 20 de Julho de 1519. Chamava-se Giovanni António Facchinetti. Doutorou-se em Leis, em Bolonha. Bispo de Nicastro, na Calábria, em 1560, e cardeal-presbítero, em 1583, foi núncio papal em Veneza e patriarca de Jerusalém. Morreu em 30 de Dezembro de 1591.

CCXXXIII – Clemente VIII - De 1592 a 1605

Nasceu em Agnani (Itália). Chamava-se Rinaldo di Conti, conde de Segni, sendo sobrinho do papa Gregório IX e parente do papa Inocêncio III. Era cardeal-bispo de Óstia, nomeado por Gregório IX. Morreu em Viterbo, em 25 de Maio de 1261.

CCXXXIV – Leão XI - Em 1605

Nasceu em Florença, em 2 de Junho de 1535. Chamava-se Alessandro Octaviano de Médicis e era sobrinho de Leão X. Foi grão-duque de Toscana, Bispo de Pistóia, em 1573, cardeal-arcebispo de Florença, em 1574, e legado a França. Morreu em 27 de Abril de 1605.

CCXXXV – Paulo V – De 1605 a 1621

Nasceu em Roma, em 17 de Setembro de 1552, de uma família de Siena. Chamava-se Camilo Borghesi. Foi bispo de Jesi, em 1597, cardeal-vigário de Roma, em 1602, e cardeal-inquisidor, em 1603. Morreu em 28 de Dezembro de 1621.

CCXXXVI – Gregório XV – De 1621 a 1623

Nasceu em Bolonha, em 9 de Janeiro de 1554. Chamava-se Alessandro Ludovisi, pertencente a uma família nobre. Estudou Humanidades e Filosofia com os Jesuítas e Jurisprudência e Leis na Universidade de Bolonha, onde se doutorou. Foi arcebispo de Bolonha, em 1612, cardeal, em 1616, e cardeal-presbítero de Santa Maria Transpontina. Foi juiz do Capitólio, nomeado por Gregório XIII, e membro do Tribunal da Rota, nomeado por Clemente VIII, e legado em Saboia. Morreu em 8 de Julho de 1623.

CCXXXVII – Urbano VIII – De 1623 a 1644

Nasceu em Florença, em 25 de Abril de 1568. Chamava-se Maffeu Barberini, de uma família nobre e rica, de Florença. Foi educado no Colégio Romano dos Jesuítas. Doutorou-se na Universidade de Pisa. Foi abreviador apostólico, funcionário de justiça em Roma, governador de Fano, nomeado por Clemente VIII e legado em França. Arcebispo de Nararte e núncio em Paris, nomeado por Clemente VIII; cardeal-presbítero nomeado por Paulo V. Morreu em 29 de Julho de 1644.

CCXXXVIII – Inocêncio X – De 1644 a 1655

Nasceu em Gubio, na Úmbria (Itália), em 1574. Chamava-se Gianbattista Pamphili. Formou-se em Jurisprudência no Colégio Romano dos Jesuítas. Foi advogado consistorial, auditor do Tribunal da Rota, núncio em Nápoles, nomeado por Gregório XV, patriarca de Antioquia e núncio em Madrid, nomeado por Urbano VII, cardeal-presbítero de Santo Eusébio, em 1627, foi membro das Congregações do Concílio de Trento, da Inquisição e da jurisdição da Imunidade. Morreu em 7 de Janeiro de 1655.

CCXXXIX – Alexandre VII – De 1655 a 1667

Nasceu em Siena (Itália), em Fevereiro de 1599. Chamava-se Fábio Chigi. Doutorou-se em Filosofia, Direito e Teologia, na Universidade de Siena. esteve no serviço diplomático da Igreja, em 1628. Foi núncio em Colónia, em 1639, inquisidor de Malta e vice-delegado em Ferrara, nomeado por Urbano VIII. Foi secretário de Estado e cardeal, nomeado por Inocêncio X. Morreu em 22 de Maio de 1667.

CCXC – Clemente IX – De 1667 a 1669

Nasceu em Pistoia (Itália), em 28 de Janeiro de 1600. Chamava-se Giulio Rospigliosi. Estudou no Seminário Romano e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Pisa, onde foi, depois, professor vários anos. Foi arcebispo de Tarso, núncio na corte de Espanha, secretário de Estado e cardeal-presbítero de São Sisto, nomeado por Alexandre VII. Morreu em 9 de Dezembro de 1669.

CCXCI – Beato Inocêncio XI – De 1676 a 1689

Nasceu em Como (Itália), em 19 de Maio de 1611. Chamava-se Benedetto Odescalchi. Educado por jesuítas, estudou jurisprudência em Roma e Nápoles. Foi nomeado por Urbano VIII protonotário, presidente da Câmara Apostólica, comissário de Ancona, administrador de Macerata e governador de Picena. Cardeal-diácono de São Cosme e São Damião e mais tarde cardeal-presbítero de Santo Onofre, nomeado por Inocêncio X. Morreu em 12 de Agosto de 1689, sendo beatificado por Pio XII, em 1956.

CCXCII – Alexandre VIII – De 1689 a 1691

Nasceu em Veneza (Itália), em 22 de Abril de 1610. Chamava-se Pietro Ottobuoni, sendo filho do chanceler da república veneziana. estudou na Universidade de Pádua, doutorando-se em Direito Civil e Eclesiástico. Foi governador de Terni, Rieti e Espoleto, nomeado por Urbano VIII, auditor do Tribunal da Rota, cardeal de Veneza, cardeal-presbítero, bispo de Bréscia, nomeado por Inocêncio X, e cardeal-datário, nomeado por Clemente IX. Morreu em 1 de Fevereiro de 1691.

CCXCIII – Inocêncio XII – De 1691 a 1700

Nasceu em Nápoles em 13 de Março de 1615. Chamava-se António Pignatelli. Estudou com os Jesuítas. Foi vice-delegado em Urbino, inquisidor em Malta, governador de Perúsia, núncio na Toscana, nomeado por Inocêncio X e na Polónia, por Alexandre VII, cardeal-presbítero de São Pancrácio, bispo de Faenza e arcebispo de Nápoles, por nomeação de Inocêncio XI. Morreu em 27 de Setembro de 1700.

CCXCIV – Clemente XI – De 1700 a 1721

Nasceu em Urbino (Itália), em 23 de Julho de 1649. Chamava.-se Giovanni Francesco Albani, de uma família nobre. Foi muito novo para Roma, onde a rainha Cristina, da Suécia, o fez ingressar na sua Academia, para estudar Teologia e Direito. Foi consagrado bispo aos 28 anos e regeu as Sés de Rieti, Sabina e Orvieto. Foi vigário de São Pedro, secretário dos Assuntos papais e, mais tarde cardeal-diácono e cardeal-presbítero de São Silvestre. Morreu em Roma, a 19 de Março de 1721.

CCXCV – Inocêncio XIII – De 1721 a 1724

Nasceu em Roma, em 13 de Maio de 1655. Chamava-se Miguel Ângelo dei Conti, sendo filho de Carlos II, duque de Poli e pertencia à família de Inocêncio III. estudou no Colégio Romano, com os jesuítas. Foi arcebispo de Tarso, núncio em Cerna e em Lisboa (1697-1710), cardeal-presbítero, nomeado por Clemente XI, que lhe confiou a diocese de Ósimo e, mais tarde, a de Viterbo. Morreu em 7 de Março de 1724.

CCXCVI – Bento XIII – De 1724 a 1730

Nasceu perto de Bari (Itália), em 2 de Fevereiro de 1649. Chamava-se Pietro Francesco Orsini, sendo filho dos duques de Gravina. Aos 16 anos ingressou na Ordem de São Domingos. Foi cardeal aos 23 anos, bispo de Cesena e arcebispo de Benevento, em 1686. Morreu em Roma, em 2 de Março de 1730.

CCXCVII – Clemente VII – De 1730 a 1740

Nasceu em Florença, a 7 de Abril de 1652. Chamava-se Lorenzo Corsini, de uma família de aristocratas florentinos. Estudou no Colégio Romano e foi para a Universidade de Paris, onde se doutorou em Direito. Trabalhou como advogado junto de seu tio, o cardeal Neri Corsini. Tornou-se clérigo, foi bispo de  Nicomédia, núncio em Viena, tesoureiro-geral do Vaticano e governador do Castelo de Santo Ângelo. Cardeal-diácono de Santa Susana, nomeado por Clemente XI, pertenceu à Congregação do Santo Oficio, foi prefeito do tribunal de Justiça, cardeal-presbítero de São Pedro e cardeal-bispo de Frescati. Morreu em 6 de fevereiro de 1740.

CCXCVIII – Bento XIV – De 1740 a 1758

Nasceu em Bolonha, em 31 de Março de 1675. Chamava-se Próspero Lambertini, filho de Marcelo Lambertini e Lucrécia Bulgarini. Estudou Retórica, Teologia e Filosofia no Colégio Clementino de Roma. Aos 19 anos doutorou-se em Teologia e em Direito Civil e Eclesiástico. Arcebispo de Ancona (1727), cardeal (1728), arcebispo de Bolonha (1731), bispo de Teodósia, conselheiro do Consistório, conselheiro do Santo Oficio, promotor da Fé, assessor da Congregação de Ritos, prelado doméstico e secretário da Congregação do Concílio, nomeado por Clemente XI. Morreu em Roma, em 3 de Maio de 1758.

CCXCIX – Clemente XIII – De 1758 a 1769

Nasceu em Veneza, em 7 de Março de 1693. Chamava-se Carlo de La Torre Razzonico. Educado pelos Jesuítas em Bolonha, foi referendário em Roma, governador em Rieti e em Fano, auditor do tribunal da Rota, cardeal-diácono, cardeal-presbítero (1737) e bispo de Pádua (1743). Morreu em 2 de fevereiro de 1769.

CCL – Clemente XIV – De 1769 a 1774

Nasceu em Rimini (Itália), em 31 de Outubro de 1705. Chamava-se Giovanni Vicenzo Ganganelli. Foi educado pelos jesuítas; frade franciscano e em 1740 reitor do Colégio Boaventura, em Roma. Foi confessor dos papas Bento XIV e Clemente XIII, quando este o nomeou cardeal em 1759. Morreu em 22 de Setembro de 1774.

Post em 9-12-12 - 16,10 horas

ANTÓNIO FONSECA

(Continua…)

Nº 1494-3 - A RELIGIÃO DE JESUS - 2º Domingo do Advento - 9 de Dezembro de 2012

1494-3
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca

Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.

9 de Dezembro de 2012

2º Domingo do Advento

Lc 3, 1-6

No décimo quinto ano do reinado do imperador Tibério, sendo Pôncio Pilatos governador da Judeia, Herodes tetrarca da Galileia, seu irmão Filipe tetrarca da Irutreia e da Traconítide e Lisafás, a palavra de Deus foi dirigida a João, filho de Zacarias, no deserto. Começou a percorrer toda a zona do Jordão, pregando um batismo de penitência para remissão dos pecados, como está escrito no livro dos oráculos do profeta Isaías:

«Voz do que brada no deserto: Preparai o caminho do Senhor, e endireitai as Suas veredas. Toda a ravina será preenchida, todo o monte e colina serão abatidos; os caminhos tortuosos ficarão direitos, e os escabrosos tornar-se-ão planos. E toda a criatura verá a salvação de Deus».

1 – O principal que faz o evangelho de Lucas é situar a vida de Jesus (e sua preparação, que foi o ministério de João Baptista) no ambiente, o contexto e os nomes dos governantes, desde o imperador de Roma até aos sumos sacerdotes de Jerusalém. Ou seja, Lucas pensa que, para relatar o evangelho, primeiro é ter presente a situação política e religiosa, condicionada pelos poderes constituídos: O Evangelho, em cada momento histórico; a teologia, em cada situação concreta; Jesus, em relação ao que se está passando agora mesmo.

2João, filho de um sacerdote (Zacarias), não aparece associado nem à religião oficial, nem servindo no templo. A Palavra de Deus faz-se presente no deserto, lugar de anacoretas (de ànachóresis), situação de “ausência ilegal” (H. Henne). Para o deserto iam os descontentes com o sistema legal e fiscal imperante.

3 – E desde ali, diz às pessoas, que iam ouvi-lo, palavras que se inspiram no profeta Is 40, 3-5. O resumo de seu discurso consiste em dizer a todo o mundo que o Senhor se aproxima e vem quando se prepara o caminho para ele. E a preparação consiste em aplanar dificuldades e igualar desigualdades. Quando a vida se faz mais fácil para toda a gente, quando se recortam as desigualdades, quando se dignifica o que é insignificante, Deus faz-se presente e Jesus aproxima-se de nossas vidas.

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Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
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NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários.
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contactos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
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Post para publicação em 9-12-2012 - 10,30 h
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1494-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo “27” - 9 de Dezembro de 2012


antoniofonseca1940@hotmail.com

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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1494 - 2ª Página

9 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

Ê X O D O
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Moisés
A MISSÃO DE MOISÉS

27 – O ALTAR DOS HOLOCAUSTOS E O ÁTRIO – Farás o altar de madeira de acácia, com cinco côvados de comprimento e cinco côvados de largura. O altar será quadrado, e terá três côvados de altura. Nos quatro cantos modelarás hastes que formaram uma única peça com o altar e revesti-lo-ás de cobre. Farás para o altar cinzeiros para recolher as cinzas, pás, bacias e braseiros; todos estes utensílios serão feitos de cobre. Farás também, uma grade de cobre em forma de rede e adaptarás a esta rede, nos seus quatro cantos, quatro argolas de cobre. Colocá-la-ás. em baixo, sob a cornija do altar, e esta grade erguer-se-á até ao meio do altar. Farás para o altar, varais de madeira de acácia revestidos de cobre. Estes varais, metidos nas argolas, estarão dos dois lados do altar, quando for transportado. O altar será de madeira, oco por dentro, como te mostrei no monte, e assim o executarão. Construirás a seguir o átrio do tabernáculo. Do lado meridional, o átrio terá cortinas de linho retorcido num comprimento de cem côvados formando um lado. Terá vinte colunas assentes sobre vinte bases de cobre. Os ganchos das colunas e as suas molduras serão de prata. Do lado norte, haverá também cortinas no comprimento de cem côvados, com vinte colunas e as suas vinte bases de cobre; os ganchos e as molduras serão de prata. Do lado ocidental, na largura do átrio, haverá cinquenta côvados de cortinas, com de colunas munidas de dez bases. Do lado oriental, a largura do átrio será de cinquenta côvados: quinze côvados de cortinas, com três colunas de três bases formarão uma ala. A segunda ala terá, igualmente, quinze côvados de cortinas com  três colunas e três bases. A porta do átrio será uma cortina com vinte côvados, de púrpura violácea, púrpura escarlate, púrpura carmesim e linho retorcido, artisticamente bordado, e terá quatro colunas e quatro bases. Todas as colunas que delimitam, o recinto do átrio, serão ligadas por varões de prata, os ganchos serão de prata e as bases de cobre. O comprimento do átrio será de cem côvados; a largura de cinquenta e terá de altura cinco côvados de cortinas de linho retorcido com  bases de cobre. Todos os utensílios destinados aos serviços do tabernáculo, todas as suas cavilhas, e todas as cavilhas do átrio serão de cobre. Ordenarás aos filhos de Israel que te tragam para o candelabro azeite puro de azeitonas pisadas, a fim de manter as lâmpadas sempre acesas. Na tenda de reunião da porta de fora do véu que cobre o testemunho, Aarão e os seus filhos colocarão este óleo para arder desde a tarde até de manhã na presença de Javé. E é esta uma lei perpétua a observar pelos filhos de Israel e pelas suas gerações futuras.

 

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Mar Vermelho – mapa
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9 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1494-1 - (344-12) - SANTOS DE CADA DIA - 9 de Dezembro de 2012 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1494-1 - (344-12)
 
 
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Nº 1494-1 – (344-12)

LEOCÁDIA, Santa

Mártir (304)

Leocadia de Toledo, Santa

Na oração da Missa desta Santa, assim pede a Igreja de Toledo; «Senhor, pedimo-Vos ser ajudados pelos méritos e súplicas da Bem-aventurada Leocádia, vossa virgem e mártir, para nos vermos livres do cárcere eterno, pelo patrocínio daquela que, por confessar o vosso nome, sofreu o cárcere e a morte». E com maior concisão dizia a antiga liturgia espanhola: «Foi interrogada, confessou: atormentaram-na e Deus concedeu-lhe a Coroa». Nisto se condensa tudo o que sabemos do martírio desta virgem toledana, tão honrada pela Igreja visigoda. Tinha nascido em Toledo, de pais nobres e cristãos. Nos círculos pagãos da cidade era conhecidíssima, pois, logo que chegou Daciano com ordens de acabar com os cristãos, indicaram-lhe imediatamente o nome de Leocádia. Dela fizeram notar a nobreza, a formosura e a juventude, mas sobretudo o fervor religioso. O tirano mandou-a comparecer, certo de que renegaria a fé pelos afagos e promessas, ou pelas ameaças e tormentos. Sendo a religião cristã de gente pobre, de escravos e plebeus, como podia uma jovem rica e nobre pertencer a ela? Assim Daciano verberou Leocádia, mas ela ripostou-lhe que toda a sua glória se resumia em adorar a Cristo e que por nada abandonaria a sua fé. Estava disposta a morrer como o seu Mestre. desta resolução ninguém a apartaria no mundo. O tormento era a resposta comum dos tiranos e a nossa Santa foi sujeita aos açoites. Pingava sangue em todo o seu corpo e o pudor virginal cobria-se duma túnica roxa, ao mesmo tempo que o rosto se iluminava com júbilo e paz celestial. mais forte do que as varas e os lictores, continuou ela a proclamar a sua fé de cristã. Retiraram-na e encerraram-na num calabouço para que as suas feridas cicatrizassem e ela estivesse preparada para novas torturas. Choravam os cristãos ao ver aquele corpo inocente despedaçado pelos látegos, sulcado de contusões, aberto pelas feridas e deformado pelo furor e força das varas. A mártir consolava-se, porque as suas feridas eram outras tantas portas abertas para que através delas saísse mais depressa a alma. Na cadeia , soube da morte dolorosíssima de Eulália de Mérida; com as unhas fez uma cruz na parede e diante dela, abrasada de aceso amor de Cristo, expirou a 9 de Dezembro do ano de 304, na perseguição de Diocleciano. as rosas de sangue, com os lírios brancos da virgindade, velaram-lhe o corpo sagrado. Os cristãos toledanos muito depressa lhe dedicaram três templos: um na casa onde tinha nascido, outro onde esteve presa e o terceiro no local de sepultura. O último foi a célebre Igreja de Santa Leocádia, sede dos grandes concílios de Toledo. Deus honrou-a depois de morta com múltiplos milagres, pregoeiros da sua glória e santidade. O mais célebre realizou-se no seu túmulo. Oravam diante dele as duas personagens mais influentes então em Toledo; o seu arcebispo e o seu rei, Santo Ildefonso e Recesvinto, rei dos Visigodos (falecido em 672). De repente, levantou-se a lousa que estava sobre os agrados despojos da virgem e apareceu Santa Leocádia vestida de extenso manto imortal. Vinha felicitar e alentar o grande devoto da Mãe de Deus e defensor infatigável da sua virgindade. A tradição acrescenta que o Santo, com o punhal, que o rei trazia, cortou uma ponta do manto da virgem, preciosa relíquia que ainda hoje mostram no tesouro da Sé de Toledo. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

CLARA ISABEL, Beata

Religiosa (1697-1744)

Clara Isabel Fornari, Beata

Nascida em Roma, a 25 de Junho de 1697, Ana Felícia entrou aos quinze anos para o noviciado das Clarissas, em Tódi. Tomando o nome de Clara Isabel, fez a profissão no ano seguinte e, desde então, a sua vida foi uma séria dos fenómenos mais extraordinários, consignados no processo de beatificação e confirmados sob juramento pelas suas companheiras, pelo confessor e pelo médico. Tinha frequentes e prolongados êxtases; recebia numerosas visitas de Nosso Senhor, da Santíssima Virgem, de Santa Clara e de Santa Catarina de Sena. No decorrer duma delas, Jesus meteu-lhe no dedo o anel que simbolizava o seu consórcio espiritual. Comprazia-se em chamar-lhe «a sua esposa de dor». Clara Isabel participou, com efeito, dos sofrimentos do Divino Crucificado: tinha as mãos, os pés e o lado marcado com estigmas visíveis, donde por vezes corria sangue. Na cabeça tinha uma coroa cujos espinhos cresciam para o interior, saindo pela fronte, desprendendo-se e caindo ensanguentados. As torturas e perseguições demoníacas que sofreu recordam as que, cem anos depois, veio a padecer o Santo Pároco de Ars. Desde o noviciado, o demónio tentava-a com o desespero e o suicídio; depois, maltratava-a, atirando-a pelas escadas abaixo, e tentava tirar-lhe a fé. Nos últimos meses de vida, parecia abandonada de Deus, tendo perdido até a lembrança das consolações passadas. Só recuperou a antiga alegria pouco tempo antes de morrer, no ano de 1744. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

 

BERNARDO MARIA DE JESUS, Beato

Sacerdote (1831-1911)

Bernardo María Silvestrelli, Beato

Bernardo María Silvestrelli, Beato

No dia 16 de Outubro de 1988 foi beatificado o P. Bernardo Maria de Jesus, religioso dos Clérigos da Cruz e Paixão de Cristo. Filho de pais piedosos, foi batizado no mesmo dia em que nasceu, a 7 de Novembro de 1831. deram-lhe o nome de César Pedro Silvestrelli. Na adolescência cursou os estudos de humanidades no Colégio Clementino e depois no Colégio Romano, dirigido por Jesuítas. Órfão da sua piedosa mãe, Teresa Gozzani, em 1848, e de seu pai, João Tomás Silvestrelli, em 1853, deu-se a estudar a vocação religiosa e aos 13 anos entrou nos Passionistas do Monte Argentário. Mas eis que, por falta de saúde, se viu obrigado a interromper o noviciado, Apenas começado. Entretanto, como hóspede entre os mesmos religiosos, conseguiu levar por diante os estudos eclesiásticos e ordenar-se sacerdote no dia 22 de Dezembro de 1855. No ano seguinte, a instâncias suas, volta a ser readmitido no noviciado passionista de Morrovale, onde teve por companheiro e amigo a São Gabriel da Virgem Dolorosa (1838-1862), cujas insignes virtudes já então parecia emular. A seu tempo dispôs do seu avultado património em obras de religião e de caridade, e entregou-se com ardor aos ministérios sagrados. Em 1865 foi nomeado Mestre de Noviços, aos quais procurou formar com grande acerto no caminho da perfeição religiosa. Seguidamente, passou a desempenhar diversos cargos com muita aceitação, até que em 1878 foi eleito Superior Geral da sua Congregação. Reeleito nos capítulos seguintes, permaneceu no posto 29 anos. Soube guiar os súbditos como a filhos de Deus até à perfeição, feito regra viva na prática das obrigações diárias e nas árduas austeridades do instituto, nas quais ele era o primeiro. Aos religiosos da Congregação, dispersos pelas leis anticlericais, reuniu-os e acolheu-os com paternal caridade. esforçou-se por erigir novas casas e províncias, tanto na Europa como na América. Desta forma, sob o regime do Servo de Deus, a Congregação da Paixão, duplicadas as casas , estava em condições de poder intentar novas obras de evangelização para glória de Deus. O seu governo ficou arcado pela prudência e pela caridade, a ponto de ser considerado entre os seus como um segundo pai e fundador. Abrasado no zelo da casa de Deus, dedicou especial atenção à formação, promoveu os estudos sagrados, acautelando-os da invasão do modernismo, e quis que os seus clérigos estivessem prontos para a catequização das crianças. No meio das ocupações, por vezes árduas, vivia em contínua união com Deus. Nunca foi visto abatido nas angústias e dificuldades; pelo contrário, revelava maior ânimo quando oprimido por injustiças, impugnações e enfermidades. Dedicava diariamente várias horas à oração, pro vezes com transportes místicos, sobretudo ao celebrar o Mistério Eucarístico. E quando falava de coisas divinas, não raro se lhe via o rosto como que inflamado. Na prática e promoção da devoção filial à Virgem Mãe de Deus não ficou aquém de São Gabriel da Virgem Dolorosa. Socorria os pobres com largueza e assistia com benignidade os doentes, sobretudo agonizantes. Em suma, ele foi um exemplo de bondade, moderação, paciência, magnanimidade, pobreza e de tanta humildade que não só abdicou do cargo de Geral, mas ainda recusou o Cardinalato , oferecido mais do que uma vez pelo Sumo Pontífice. Deixado o cargo de Geral em 1907, passou os últimos anos na intimidade com Cristo Crucificado, suspirando pelas delicias de uma piedosa soledade na qual, escondido com Cristo em Deus, alcançaria uma maior plenitude de vida. Por último, em consequência de uma queda inesperada, sofrendo grave fractura do crânio, pôde ainda, com serenidade e fervor, repetir as palavras: Meu Jesus! E assim adormeceu no Senhor, aos 80 anos, a 9 de Dezembro de 1911. AAS 34 (1942) 172-4; 66 (1974) 106-10. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

LIBÓRIO WAGNER, Beato

Mártir (1553-1631)

Filho de pais luteranos, veio ao mundo em Muhlhausen, a 5 de dezembro de 1593. Na alocução de Angelus de Domingo, 24 de Março de 1974, Paulo VI referiu-se ao bem-aventurado nos seguintes termos: «Como sabeis, procedemos esta manhã à cerimónia de beatificação de Libório Wagner, sacerdote alemão da diocese de Wurzburg, convertido do protestantismo ao catolicismo. Pároco jovem, foi morto no dia 9 de Dezembro de 1634, por causa da sua fé católica romana, num episódio de feroz repressão da guerra chamada dos “trinta anos”. O sacerdote e pároco Libório Wagner é reconhecido como mártir, tendo preferido sofrer heroicamente uma morte ignóbil e cruel, a renegar a sua adesão religiosa à Igreja Católica e ao papa. Nele, que foi vítima de um trágico e desconcertante drama histórico, honramos um sacerdote exemplar, manso e humilde, mas constante e impávido, que antepõe a fé a qualquer outro valor, e à fé vai buscar a norma lógica do próprio comportamento e do próprio testemunho. É uma glória para a Igreja, de modo particular para a Igreja alemã, glória que merecia ser recolhida oficialmente, para nos recordar, a todos nós, os deveres da coerência cristã, e para intensificar no nosso tempo a esperança de uma renovada comunhão ecuménica. Honremos o nosso Beato, imaginando-o junto da Rainha do Céu e Mãe de todos os cristãos». AAS 66 (1974) 373-5; L’OSS. ROM. 31.3.1974. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Juan Diego Cuauhtlatoatzin, Santo

Vidente da Virgem de Guadalupe,

Juan Diego Cuauhtlatoatzin, Santo

Juan Diego Cuauhtlatoatzin, Santo

Vidente de la Virgem de Guadalupe

Juan Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou O que fala como águia), um índio humilde, da etnia indígena dos chichimecas, nasceu no ano 1474, em Cuauhtitlán, que nesse tempo pertencia ao reino de Texcoco. Juan Diego foi batizado pelos primeiros franciscanos, aproximadamente em 1524. Em 1531, Juan Diego era um homem maduro, com 57 anos de idade; edificou aos outros com seu testemunho e sua palavra; de facto, se aproximavam dele para que intercedesse pelas necessidades, petições e súplicas de seu povo; já “que quanto pedia e rogava à Senhora do céu, tudo se lhe concedia”. Juan Diego foi um homem virtuoso, as sementes destas virtudes haviam sido inculcadas, cuidadas e protegidas por sua ancestral cultura e educação, mas receberam plenitude quando Juan Diego teve o grande privilégio de encontrar-se com a Mãe de Deus, María Santíssima de Guadalupe, sendo encomendado a transportar à cabeça da Igreja e ao mundo inteiro a mensagem de unidade, de paz e de amor para todos os homens; foi precisamente este encontro e esta maravilhosa missão o que deu plenitude a cada uma das formosas virtudes que estavam no coração deste humilde homem e foram convertidas em modelo de virtudes cristãs; Juan Diego foi um homem humilde e simples, obediente e paciente, cimentado na fé, de firme esperança e de grande caridade. Pouco depois de haver vivido o importante momento das Aparições de Nossa Senhora de Guadalupe, Juan Diego se entregou plenamente ao serviço de Deus e de sua Mãe, transmitia o que havia visto e ouvido, e orava com grande devoção; ainda que tivesse muita pena que sua casa e povo ficassem distantes da Ermida. Ele queria estar perto do Santuário para atender todos os dias, especialmente varrendo-o, o que para os indígenas era uma verdadeira honra; como recordava frei Gerónimo de Mendieta: “Aos templos e a todas as coisas consagradas a Deus têm muita reverência, e se apreciam os velhos, por muito principais que sejam, de varrer as igrejas, guardando o costume de seus passados em tempos de sua gentilidade, que em varrer os templos mostravam sua devoção (ainda os próprios senhores).” Juan Diego se aproximou a suplicar ao senhor bispo que o deixasse estar em qualquer parte que fosse, junto às paredes da Ermida para poder assim, servir todo o tempo possível à Senhora do Céu. O bispo, que estimava muito a Juan Diego, acedeu a sua petição e permitiu que se lhe construísse uma pequena casinha junto à Ermida. Vendo seu tio Juan Bernardino que seu sobrinho servia muito bem a Nosso Senhor e a sua preciosa Mãe, queria segui-lo, para estar juntos; “mas Juan Diego não acedeu. Lhe disse que convinha que estivesse em sua casa, para conservar as casas e terras que seus pais e avós lhes deixaram”.

 

Pedro Fourier, Santo

Educador e Fundador

Pedro Fourier, Santo

Pedro Fourier, Santo

A São Pedro Fourier ocorreram no ano 1600 as ideias educadoras que mais tarde iam a propagar por todo el mundo São João de la Salle (em 1700) e São João de Bosco (em 1850). Foi um precursor da educação gratuita e popular. Nasceu em Lorena (França) em 1565. Habiendo terminado brillantemente sus estudios en la Universidad, fundó una escuela gratuita en su ciudad, caso bien raro en ese entonces. Luego ingresó en la comunidad de canónigos regulares de San Agustín y allá fue ordenado sacerdote. Como se sentía indigno de celebrar la Santa Misa, duró tres meses sin hacer la celebración de su primera misa, desde su ordenación, preparándose para ello (algo parecido hizo San Ignacio de Loyola). Le pusieron a escoger entre tres parroquias, para que dijera de cuál quería ser párroco. Él escogió la más abandonada, la que más problemas tenía, y la que más estaba necesitando de un trabajo fuerte y constante. Era un pueblecito de los Vosgos que estaba lleno de protestantes calvinistas y donde la moralidad estaba por el suelo. Allí trabajó San Pedro Fourier por treinta años (un caso parecido a los que sucederá siglos después en Ars, cuando llegó allá san Juan Vianey). Aún hoy, todavía allá, cuando hablan de nuestro santo lo llaman "el buen padre Pedro". Lo primero que hizo para lograr convertir aquellas gentes fue dedicarse a orar, y a sacrificarse por ellas. Recordaba lo que decía Jesús: "ciertos malos espíritus no se alejan sino con la oración y los sacrificios". Aún en el más crudo invierno no encendía fuego para calentarse, y la estufa que iba a calentar el ambiente no se encendía sino cuando llegaban visitantes muy friolentos. Las otras dos armas con las cuales se propuso ganar las almas de aquellos pecadores fueron la limosna y el buen ejemplo. Quería cumplir aquel mandato del Señor que dice: "De tal manera luzca ante los demás la luz de vuestro buen ejemplo, que los demás al ver vuestras buenas obras, glorifiquen al Padre Celestial". Y en cuanto a las limosnas los necesitados encontraban siempre dispuesto al Padre Pedro a darles alguna ayuda, pero acompañada de buenos consejos que les sirvieran también para la salvación de su alma. En su parroquia existían numerosas personas que habían tenido bienes de fortuna pero por un mal negocio o un incendio o una enfermedad o un robo, etc., habían quedado en gran pobreza. Para ellos fundó nuestro santo una caja de Mutua Ayuda, en la cual depositaba las contribuciones que las gentes le hacían, y de allí iba sacando para prestar a quienes habían quedado en la ruina. Lo único que les exigía era que si un día lograban volver a tener otra vez los bienes suficientes, devolvieran lo que se les había prestado. Así muchas familias que no se atrevían mendigar, fueron socorridas a tiempo sin ser humilladas. La Caja progresó notablemente. San Pedro Fourier estaba convencido de que para poder hacer apostolado sin desanimarse ni desorientarse es necesario asociarse con algún grupo apostólico donde a uno lo animen, lo corrijan, lo guíen y lo acompañen. Por eso fundó en su parroquia tres asociaciones apostólicas: la de San Sebastián, para hombres, la del Rosario para señoras y la de la Inmaculada para señoritas. Les hacía reunión semanal para cada grupo por separado y allí organizaba los trabajos de apostolado y se animaban para seguir adelante. A San Pedro Fourier se le ocurrió en aquellos años algo que cien años después le iba a dar gran éxito a San Juan Bautista de la Salle, pero que en aquel 1600 todavía no encontraba ambiente favorable: fundar las escuelas gratuitas para el pueblo. Trató de hacerlo en su parroquia pero se encontró con que los sacerdotes no aceptaban dar clases en primaria y a los padres de familia si eran pobres, no les interesaba que sus hijos estudiaran, y los maestros que encontraba no tenían vocación para ello. Total: fracasó totalmente en su intento. El mismo lo reconoció humildemente. El terreno todavía no estaba abonado para tan grande cosecha. Solamente cuando La Salle un siglo después se dedique a preparar maestros totalmente entusiasmados por la educación, logrará llenar la nación de casas de educación. Habiendo fracasado en cuanto a escuelas para los niños, nuestro santo se propuso hacer una fundación para las niñas. Pero amaestrado por la amarga experiencia anterior, se propuso preparar antes muy bien a las profesoras. Reunió cuatro muchachas (dirigidas por la beata Alicia, que fue la cofundadora de su comunidad) y empezó a darles a cada día una hora de clase de pedagogía y de técnicas para enseñar a la juventud. Luego las fue enviando a dar clases a grupos de jovencitas, y pronto ya pudo fundar con ellas la Comunidad de Hermanas de San Agustín, que fue aprobada en 1616 por el Sumo Pontífice. Los expertos en Roma decían que el Padre Pedro había obtenido en seis meses una aprobación que otras comunidades sólo habían conseguido en treinta años. Pero es que se hizo apoyar por unos padres jesuitas muy importantes y por varios padres franceses muy estimados en el Vaticano, y además su congregación había dado muestras del gran bien que se consigue educando a la juventud. El Padre Pedro puso en práctica varios métodos educativos que después otros famosos educadores católicos popularizarán por todas partes. Lo primero: hacer que la educación fuera práctica. Que no se redujera sólo a aprender cuestiones teóricas, sino que enseñara a la juventud muchas cosas que en la vida práctica de cada día iban a ser necesarias. Y así le dio gran importancia a la contabilidad, tanto que sus colegios eran verdaderamente unos secretariados comerciales, donde las jóvenes se familiarizaban con todo lo que les iba a servir para ser después unas eficientes secretarias y unas hábiles contadoras. También se les enseñaban artes prácticas como bordado, pastelería, dibujo artístico, etc. Otro de sus métodos nuevos, fue el de enseñar por medio de la declamación. Como lo hará más tarde San Juan Bosco, a San Pedro Fourier se le ocurrió preparar dramas, sainetes, comedias, diálogos y recitales, donde mientras se hacía reír y se emocionaba a los oyentes, se iban enseñando verdades de la religión y de otras ciencias. Los domingos por la tarde daban sus alumnas representaciones muy amenas e instructivas para el pueblo, con notable asistencia. Era un modo de valerse del teatro para enseñar y hacer progresar. Y el mismo tener que declamar en público les daba a las jóvenes mayor facilidad para expresarse en reuniones de sociedad, y obtenían más habilidad para ser buenas maestras. Su parroquia estaba infestada de calvinistas y evangélicos, lo cual era un serio peligro para los católicos. Lo primero que se propuso nuestro santo fue instruir a sus feligreses acerca de los 10 errores o herejías que enseñan los protestantes, para que no se dejaran engañar por ellos. Luego fue insistiendo en que el católico por pertenecer a la mejor religión del mundo debe tener un comportamiento mejor que el de los demás. Y a los protestantes les recordaba cuán bueno y provechoso es pertenecer a la Santa Iglesia Católica. Y los feligreses de su parroquia comentaban: "el Padre Pedro ha logrado más en cuanto a los protestantes en varios meses, que lo que habían logrado los otros sacerdotes en 30 años". En 1622 nuestro santo fue nombrado superior de su comunidad de Canónigos de San Agustín, y al posesionarse de su alto cargo dijo: "Así como Jesucristo se entrega a nosotros en la Sagrada Comunión, sin esperar pago alguno, y buscando solamente el bien de los que la reciben, así me dedicaré desde este día a todos los que pertenecen a nuestra comunidad, no para obtener algún honor, o ventaja alguna, sino pensando solamente en la salvación de las almas". Programa verdaderamente digno de ser imitado, por todos los superiores en todas partes. En su nuevo cargo se dedicó con todas sus fuerzas a mejorar el comportamiento de los socios de su comunidad, la cual había caído en bastante descuido en cuanto al cumplimiento de los reglamentos. Al principio encontró bastante resistencia, pero poco a poco fue logrando que los canónigos de San Agustín empezaran a ser verdaderamente fervorosos. En 1636 el gobierno de Francia quiso exigirle que hiciera un juramento que iba contra su conciencia. En vez de jurar prefirió salir desterrado. Los últimos cuatro años de su vida los pasó en el destierro, enseñando en una escuela gratuita que él mismo había fundado allá. Dios lo llamó a Sí el 9 de diciembre de 1640. El Sumo Pontífice lo declaró santo en 1897. El santuario donde están sus restos es visitado por numerosas peregrinaciones y su comunidad logró extenderse por varios países.

Siro de Pavia, Santo

bispo,

Siro de Pavia, Santo

Siro de Pavia, Santo

Uma lenda que apareceu em Itália identifica o bispo de Pavia, são Siro, com o menino galileu que apresentou a Jesús os pães e os peixes para o milagre da multiplicação. Uma segunda lenda, de origem francesa, vê nesse jovenzito a são Marcial. A primeira lenda a refere o autor do De laudibus Papiae, um escrito de 1330, em que se diz também que são Siro, primeiro bispo de Pavia, foi enterrado na igreja dos santos Gervásio e Protásioque foi a primeira igreja ticinesa”. O autor de De laudibus por sua vez, as noticias da Vida de são Siro, escrita por um anónimo no século VIII com a clara intenção de fazer ver que a Igreja de Pavia era más antiga que a de Milão, de que dependia: seus bispos eram consagrados pelo metropolita de Milão, e disto não gostavam os cidadãos de Pavia, a cidade eleita como capital do reino longobardo e rival em prestigio da cidade de santo Ambrósio (que em época mais recente a dedicou a são Siro seu mais famoso estádio de futebol). Segundo esta Vida as origens do bispo de Pavia estão unidos com Aquileia, cujo primeiro bispo Ermagora foi consagrado pelo evangelista são Marcos. Siro teria ido de Palestina a Itália seguindo a são Pedro e a são Marcos, e se haveria detido em Aquileia com o bispo Ermagora, em companhia de Evêncio. Enviados ambos à cidade na margem do Ticino colaboraram ambos na difusão do Evangelho em toda essa região e arredores. Ainda que verosímil, a biografia de são Siro contrasta com os dados cronológicos, porque se sabe que o terceiro bispo de Pavia, Evêncio, viveu entre 381 e 397.

De: http://es.catholic.net/santoral

Leocádia de Toledo, Santa
Diciembre 9 Mártir

Juan Diego Cuauhtlatoatzin, Santo
Diciembre 9 Vidente de la Virgen de Guadalupe

Clara Isabel Fornari, Beata
Diciembre 9 Monja

Bernardo María Silvestrelli, Beato
Diciembre 9 Sacerdote Passionista

Pedro Fourier, Santo
Diciembre 9 Educador y Fundador

Siro de Pavia, Santo
Diciembre 9 Obispo

De: http://santiebeati.it

93856 > Beati 10 Padri Mercedari - Arnaldo de Querol, Raimondo Binezes, Pietro Serra, Guglielmo Pagesi, Giovanni de Mora, Bernardo de Collotorto, Lorenzo da Lorca, Sancio de Vaillo, Berengario Pic e Domenico de Ripparia - 9 dicembre

 
94799 > Beato Agostino de Revenga Mercedario 9 dicembre

 
93757 > Sant’ Anna Madre di Samuele 9 dicembre


91506 > Beato Bernardo di Gesù Silvestrelli Passionista 9 dicembre MR

 
80830 > San Cipriano di Genouillac Abate 9 dicembre MR


80840 > Beato Giuseppe Ferrer Esteve Sacerdote scolopio, martire 9 dicembre MR


80820 > Santa Gorgonia Sorella di San Gregorio N. 9 dicembre MR

 
90946 > San Juan Diego Cuauhtlatoatzin Veggente di Guadalupe 9 dicembre - Memoria Facoltativa MR

 
80810 > Santa Leocadia di Toledo Vergine e martire 9 dicembre MR

 
91119 > Beato Liborio Wagner Sacerdote e martire 9 dicembre MR

 
92610 > San Pietro Fourier Sacerdote 9 dicembre MR

 
94735 > Santi Pietro, Successo, Bassiano, Primitivo e compagni Martiri in Africa 9 dicembre


92928 > Beati Riccardo de los Rios Fabregat, Giuliano Rodriguez Sanchez e Giuseppe Gimene Sacerdoti salesiani e martiri 9 dicembre MR


80800 > San Siro di Pavia Vescovo 9 dicembre MR

 
80850 > Santa Valeria di Limoges Martire 9 dicembre


91647 > San Vittore di Piacenza Vescovo 9 dicembre

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Tero1 - Cpia
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Edição: 9-12-2012 – 10,00 H
 
 
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