OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

RecadosOnline.com

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Concílios da Igreja Católica - 10 de Dezembro de 2012 - pág. nº 2

NOTA:  Leia-se a nota publicada em 10-12 às 15 horas

 

**********************

******************************

CONCILIOS da Idade Média

9º Concílio – LATRÃO I

Ano 1123 (de 18 de Março a 6 de Abril). Papa Calisto II. Foi o primeiro realizado na Basílica de São João de Latrão. Convocado pelo papa.  Matéria: Reforma da disciplina da Igreja. Confirmar a Concordata de Worms. Foram tomadas medidas no sentido de evitar guerras feudais durante certos dias de semana. Foi confirmada a Concordata de Worms, que punha fim à luta das investiduras e condenava a simonia, o concubinato clerical e o matrimónio dos clérigos.

10º Concílio - LATRÃO II

Ano 1139 (em Abril). Papa Inocêncio IIMatéria: cisma provocado pelo antipapa Anacleto II. Retomados os temas da reforma gregoriana.

11º Concílio - LATRÃO III

Ano 1179 (de 5 a 22 de Março). Papa Alexandre III. Convocado pelo Papa. Matéria: cisma dos antipapas Calisto III e Inocêncio III.  Aprovou-se a Paz de Veneza e assinalou-se o procedimento a seguir para eleger os papas. Foram também condenados os cátaros, membros de uma seita herética que, a pretexto de defender a pureza dos costumes cristãos, não faziam mais do que seguir o maniqueísmo e, consequentemente, desrespeitar a hierarquia eclesiástica. Esta seita, de origem balcânica, espalhou-se pela Europa nos séculos XI e XII.

12º Concílio - LATRÃO IV

Ano 1215 de 11 a 30 de Novembro). Papa Inocêncio III. Convocado pelo Papa. Matéria: decisão no que respeita à confissão reparadora e à comunhão, anuais, à eucaristia, propriamente dita e à luta contra o islamismo. Foi o mais importante dos concílios lateranenses; estabeleceu a definição doutrinal do termo transubstanciação relativo à eucaristia e algumas regras disciplinares.

13º Concílio – LIÃO I

Ano 1245 (de 28 de Junho a 17 de Julho). Papa Inocêncio IV. Convocado a instâncias pelo Papa. Matéria: excomunhão de Frederico II e ritos da Igreja Grega. Foi condenado e excomungado o imperador Frederico II, da Alemanha, que tinha obrigado o papa a fugir de Roma, procurando-se sem resultado, destroná-lo. Acordaram-se medidas de auxílio aos cruzados. Neste concílio estiveram presentes, na qualidade de padres conciliares, quatro bispos portugueses que propuseram a substituição do rei D. Sancho I por seu irmão D. Afonso. O papa, após o concílio, expediu a bula pontifical Grandi non immerito, pela qual era entregue a D. Afonso a administração do reino.

14º Concílio - LIÃO II

Ano 1274 (de 7 de Maio a 17 de Julho)Papa Beato Gregório X. Convocado pelo Papa. Matéria: ajuda a Jerusalém, tratando da cruzada à Terra Santa. Tentativa da união da Igreja Latina com a Grega, em face do perigo tártaro. Precisou o sentido da expressão filioque. Ainda que se tenha proclamado a união das igrejas Oriental e Ocidental, a fusão não se pôde consumar. A reforma da Igreja, tendo em vista a regulamentação da eleição pontifícia, que foi fixada, teve de ser feita em conclave.

15º Concílio - VIENNE

Ano 1311-1312. Papa Clemente V. Convocado pelo Papa a instâncias de Filipe IV, rei de França. Matéria: abolição da Ordem dos Templários. A Ordem foi abolida mediante uma regulamentação administrativa levada a cabo por uma bula papal. Foram também dissolvidos os begardos.

16º Concílio – CONSTANÇA

Ano 1414-1418 (de 5 de Novembro de 1414 a 24 de Abril de 1418). Papa Martinho V. Proposto pelo imperador Segismundo e convocado pelo antipapa João XXIIIMatéria: Grande cisma do Ocidente. Foram depostos três papas, Gregório XII, Bento XIII (antipapa) e João XXIII (antipapa), tendo sido eleito Martinho V. Foram condenadas as heresias de Wicle e de João de Hus. Foram introduzidas novas reformas em matéria de natureza tributária e de administração fiscal. O concílio declarou a total autoridade dos concílios ecuménicos sobre o papa, mas Martinho V recusou-se reconhecer tal resolução e fez publicar, em 10 de Maio de 1418, uma constituição repondo a autoridade e superioridade suprema do papa sobre os concílios.

17º Concílio – BASILEIA, FERRARA e FLORENÇA

Ano 1431-1439. Papa Eugénio IV. Convocado pelo Papa. Matéria: primazia da autoridade papa/concílio ou concílio/papa. O concílio visou prosseguir os trabalhos do Concílio de Constança – luta contra os hereges: reforma da Igreja e consagrar a autoridade dos concílios sobre o pontificado. Este último ponto levou à rotura com Roma (1437/1438) e à eleição de Amadeu VIII, de Saboia, como papa Félix V (antipapa de 1439 a 1447). O concílio continuou depois em Ferrara em 1 de Janeiro de 1438, por determinação do Papa Eugénio IV. Neste concílio tiveram assento não só os padres conciliares de Basileia, como igualmente João VIII, da família bizantina dos Paleólogos, e muitos prelados gregos, tentando-se a união das Igrejas Latina e Grega. Depressa se estabeleceram os principais pontos de unidade, tais como a cláusula do filioque, a questão do pão ázimo e a supremacia papal, tendo chegado a publicar-se (1439) uma bula em que se proclamava a união das igrejas Romana e Ortodoxa. Tal projeto de união foi muito efémero e ficou anulado com a queda de Constantinopla, em poder dos Turcos, desde 1453. Em 1439 o concílio foi transferido para Florença onde Eugénio IV se impôs ao antipapa e o concílio foi dissolvido.

18º Concílio – LATRÃO V

Ano 1512-1517 (de 10 de Maio de 1512 a 16 de Março de 1517). Papas Júlio II e Leão X. Convocado pelo papa Júlio II. Matéria: neo-aristotelismo. reforma geral da Igreja. Foi tratada a reforma geral da Igreja, reduzindo a pedaços a as resoluções tomadas no concílio não ecuménico, realizado em Pisa de 15 de Março a 7 de Agosto de 1409, no qual foram depostos o papa de Roma, Gregório XII, e o antipapa de Avinhão, Bento XIII, e eleito Alexandre V, o que ainda agravou mais o Cisma do Ocidente.

***************************************

Seguir-se-ão os Concílios da Idade Moderna

Post colocado em 10-12-12 – 20,10 horas

ANTÓNIO FONSECA

Concílios da Igreja Católica - 10 de Dezembro de 2012

 

Caros Amigos:

Com a 5ª publicação da Relação dos Papas (e Antipapas) que têm estado à frente da Igreja desde o ano de 42 e ao longo de cerca de 2000 anos, vou agora iniciar a descrição dos Concílios desde o ano 325 em Niceia e dos respectivos Temas ali discutidos.

Começarei pelos Orientais, que são os 8 primeiros; seguindo-se os da Idade Média que são 10 e concluindo com os da Idade Moderna (Trento, Vaticano I e Vaticano II).

Antes e em conformidade com o livro O Papado – 2000 anos de história – transcrevo o seu Prólogo a este respeito:

**********************

Os Concílios gerais ou ecuménicos são convocados pelo Papa, o qual assume a presidência e direção dos trabalhos, mas que pode delegar poderes em legados seus. Os decretos, constituições e resoluções finais, para terem validade universal, têm de ser confirmados pelo Papa.

Dos 21 Concílios já  celebrados distinguem-se três grupos, segundo as suas características especiais:

 

1) Concílios Orientais (os 8 primeiros);

2) Concílios da Idade Média (10 seguintes);

3) Concílios da Idade Moderna (Trento, Vaticano I e Vaticano II).

******************************

CONCILIOS ORIENTAIS

1º Concílio -  NICEIA I

Ano 325.  Papa S. Silvestre I. Foi convocado pelo Imperador Constantino. Matéria: o arianismo. Condenou Ário, defensor de que na Trindade, o Filho e o Pai eram de natureza diferente e declarou a consubstanciação do Filho com o Pai.

2º Concílio  -  CONSTANTINOPLA I

Ano 381Papa São Dâmaso. Convocado a instâncias de Teodósio I. Matéria: macedónios e divindade do Espírito Santo. Confirmou e condenou de novo o arianismo e outras correntes heréticas. Confirmou os dogmas do Concílio de Niceia I (325).

3º Concílio  -  ÉFESO

Ano 431. Papa São Celestino I. Convocado por Teodósio II e Valentiniano III. Matéria: condenar o nestorianismo, bem como o pelagianismo. Maternidade divina da Virgem. Foi deposto o patriarca de Constantinopla, Nestório, e condenado o monge herisiarca Pelágio, bem como a heresia por ele defendida. Nestório, realçando excessivamente a duplicidade de naturezas, chegou a declarar a duplicidade de pessoas em Cristo. Em contrapartida, o Concílio sustentou a unidade da divindade e da humanidade na pessoa de Cristo.

4º Concílio  -  CALCEDÓNIA

Ano 451. Papa São Leão o Magno. Convocado pelo Imperador Marciano. Matéria: condenar o monofisismo e o eutiquianismo. Anulou os decretos do conciliábulo denominado “Latrocínio de Éfeso”, condenando Eutiques e reafirmando as duas naturezas (divina e humana) de Cristo, perfeitas em si mesmas, ainda que unidas numa só pessoa.

5º Concílio  – CONSTANTINOPLA II

Ano 553. Papa Vigilio. Convocado a instâncias do imperador Justiniano. Matéria: condenar o nestorianismo e o origenismo. Condenou os «Três Capítulos», excomungou o papa Vigilio e promulgou a ortodoxia da Fé.

6º Concílio  -  CONSTANTINOPLA III

Ano 680-681 - Papa Santo Agatão. Convocado por Constantino IV. Matéria: condenar o monotelismo. Foi condenado o monotelismo, que propunha uma só vontade em Cristo.

7º Concílio  -  NICEIA II

Ano 787 (de 24 de Setembro a 23 de Outubro). Papa Adriano I. Convocado a instâncias da imperatriz Irene. Matéria: restabelecer a doutrina ortodoxa. Condenar os iconoclastas, definindo o culto das imagens, com a proclamação da legitimidade desse culto do seguinte modo: veneração, mas não adoração. A condenação do culto das imagens deu início à chamada querela das imagens.

8º Concílio  -  CONSTANTINOPLA IV

Ano 869-870. Papa Adriano II. Convocado a pedido de Basílio I. Matéria: condenação de Fócio, usurpador do patriarcado de Constantinopla e do seu cisma. Fócio (Photius), teólogo bizantino, nascido em 820, em Constantinopla, foi por duas vezes patriarca de Constantinopla (858-867 e 877-886), isto porque tendo sido afastado pelo papa Adriano II, em 867, veio a ser reconduzido pelo papa João VIII, mas seria definitivamente destituído do patriarcado em 886, pelo papa Leão VI. Deixou contudo uma obra teológica e erudita considerável. O seu cisma consistiu na oposição ao papa da Igreja do Ocidente com as mais graves acusações: falsificação da verdadeira fé pela «adição» do filioque ao Credo de Niceia e pela doutrina do Purgatório. Filioque é a forma de expressar quando se diz, no credo da Igreja Católica: «Creio no Espírito Santo… que procede do Pai e do Filho.» Tal expressão foi, pelos visigodos espanhóis, «acrescentada» ao Símbolo de Niceia no século VII e pela cúria francesa no seguinte. Só que Fócio acusou de hereges os latinos que seguiram tal doutrina. Daí a sua oposição ao papa e a origem desta cisma.

***************************************

Seguir-se-ão os Concílios Ocidentais…

Post colocado em 10-12-12 – 15,30 horas

ANTÓNIO FONSECA

Papas desde o Nº 251 (CCLI) até ao 266 (CCLXVI) - de Dezembro de 2012

 

Em continuação das publicações efectuadas em

30-11-12, 1-12-12, 5-12-12 e 9-12-12

segue-se a resenha dos Papas desde o

nº 251 (ou CCI) até ao nº 266 (ou CCLXVI)Estrela

Estrela Não acham curioso que BENTO XVI seja o CCLXVI Papa??? 

 

CCLI – Pio VI - De 1775 a 1799

Nasceu em Cesena (Itália), em 27 de Dezembro de 1717. Chamava-se Giovanni Angélico Braschi, de uma família nobre, mas empobrecida. Foi educado pelos jesuítas em Cesena e estudou em Ferrara, formando-se em Direito Civil e Canónico. Foi diplomata em Nápoles, secretário papal e cónego de São Pedro. Clemente XIII nomeou-o tesoureiro da Igreja romana e Clemente XIV fê-lo cardeal. Quando se retirou para a abadia de Subiano, foi nomeado abade. Morreu em 29 de Agosto de 1799.

CCLII – Pio VII - De 1800 a 1823

Nasceu em Cesena (Itália), em 1742. Chamava-se Luigi Barnaba Chiaramonti. Ingressou aos 16 anos num mosteiro beneditino, onde estudou Filosofia e Teologia, sendo depois professor em colégios da ordem, em Parma e Roma. Abade do mosteiro de São Calisto e bispo de Tivoli, nomeado por Pio VI (1782) e bispo de Imola (1787). Morreu em Roma, em 20 de Agosto de 1823.

CCLIII – Leão XII – De 1823 a 1829

Nasceu em Genga, perto de Espoleto (Itália), em 22 de Agosto de 1760. Chamava-se Annibale della Genga, de uma família nobre. Estudou no Colégio Campana, em Ósimo e depois em Piceno e Roma, onde foi ordenado subdiácono e sacerdote. Foi arcebispo de Tire, secretário privado de Pio VI, legado em Lucerna, Colónia e Munique, cardeal-bispo de Senigalia e vigário-geral de Roma, nomeado por Pio VII, em 1820. Em 1805 representou o papa Pio VII na Dieta de Ratisbona. Morreu em 10 de Fevereiro de 1829.

CCLIV – Pio VIII - De 1829 a 1830

Nasceu em Cingoli (Itália), em 1761. Chamava-se Francesco Severio Castiglione, sendo membro de uma família feudal. Estudou em Ósimo, com os Jesuítas, e Direito Canónico em Bolonha e Roma. Vigário-geral de Anagni e depois Cingoli e Fano, foi bispo de Montalvo, cardeal-bispo de Cesena (1816) e de Frascati (1821), nomeado por Pio VII. Morreu em 30 de Novembro de 1830.

CCLV – Gregório XVI - De 1831 a 1846

Nasceu em Belluno (Itália), em 18 de Setembro de 1765. Chamava-se Bartolomeu Alberto Cappellari, oriundo de uma família nobre. Ingressou aos 22 anos no ramo beneditino de Camáldula, sendo ordenado sacerdote em 1787. Estudou Filosofia e Teologia, foi nomeado censor librorum da sua ordem e da Santa Sé e escreveu o livro Triunfo da Santa Sé e da Igreja contra os Assaltos dos Inovadores Repelidos com as Suas Próprias Armas, contra o febronianismo e o jansenismo, que foi traduzido em várias línguas europeias. membro da Academia de Religião Católica, fundada por Pio VIII, abade do Mosteiro de São Gregório, em 1825 foi nomeado cardeal, por Leão XII. Foi Vigário-geral de Camaldoli, conselheiro da Inquisição, prefeito da Propaganda e examinador de bispos. Morreu a 1 de Junho de 1846.

CCLVI – Beato Pio IX - De 1846 a 1878

Nasceu em Senigallia, na Úmbria (Itália), em 13 de Maio de 1792. Chamava-se Giovanni Maria Mastafai Ferreti. Estudou em Volterra e em Roma, sendo ordenado presbítero em 1819. Foi diretor espiritual do Orfanato Tata Giovanni, em Roma, nomeado por Pio VII, depois delegado apostólico no Chile e, ao regressar, cónego de Santa Maria, na Via Lara, diretor do Hospital de São Miguel e, mais tarde, arcebispo de Espoleto em 1827. Gregório XVI nomeou-o cardeal em 1832 e transferiu-o para a diocese de Ímola. Morreu em 5 de Fevereiro de 1878. O seu processo de beatificação foi iniciado em 1907 por São Pio X e concluído por João Paulo II no ano 2000.

CCLVII – Leão XIII - De 1878 a 1903

Nasceu em Carpineto (Itália), em 2 de Março de 1810. Chamava-se Vicenzo Gioacchino Pecci e era o sexto filho de uma família de baixa nobreza. Foi educado pelos jesuítas em Viterbo e depois na Academia de Eclesiásticos Nobres e na Universidade Sapienza, de Roma, onde se doutorou em Direito Canónico e Civil. Foi ordenado sacerdote aos 27 anos; entrou ao serviço de Pio IX com tratamento de monsenhor. Foi consagrado bispo em 1843, núncio em Bruxelas, bispo de Perúsia e cardeal em 1853. Morreu em 20 de Julho de 1903.

CCLVIII – São Pio X - De 1903 a 1914

Nasceu em Riese, Treviso (Itália), em 2 de Junho de 1835. Chamava-se Giuseppe Melchior Sarto, de uma família modesta, sendo o pai carteiro e a mãe costureira. Ingressou aos 15 anos no Seminário de Pádua. Foi ordenado sacerdote em 1858. Chanceler e diretor espiritual do seminário, em Treviso, em 1875. Bispo de Mântua em 1884 e cardeal em 1893, nomeado por Leão XIII, que o transferiu para patriarca de Veneza. Morreu em 20 de Agosto de 1914. Foi beatificado em 12 de Fevereiro de 1951, por Pio XII, que o canonizou em 29 de Maio de 1954.

CCLIX – Bento XV - De 1914 a 1922

Nasceu em Pogli, Génova (Itália), a 21 de Novembro de 1854. Chamava-se Giacommo della Chiesa, sendo filho de marqueses. Formou-se em Jurisprudência em Marchese. Foi ordenado sacerdote em 1878. Em 1882 entrou na Congregação dos Assuntos Eclesiásticos, como colaborador do cardeal Rampola, Foi núncio em Madrid entre 1883 e 1887 como colaborador do cardeal espanhol Merry del Val. Foi consagrado bispo de Bolonha em 1907, por Pio X, que, em 1910, o nomeou cardeal. Morreu no Vaticano, em 22 de Janeiro de 1922.

CCLX – Pio XI - De 1922 a 1939

Nasceu em Desia, perto de Milão (Itália), em 31 de Maio de 1857. Chamava-se Aquiles Ratti, oriundo de uma família da média burguesia. Estudou em Milão e na Universidade Gregoriana de Roma, onde se doutorou em Direito Canónico e Teologia. Foi ordenado sacerdote em 1879. Exerceu a cátedra de Teologia Dogmática e foi nomeado prefeito da Biblioteca Ambrosiana, em 1907, vice-prefeito da Biblioteca Vaticana, em 1911, e diretor em 1914, nomeado por Pio X. Publicou trabalhos sobre paleografia, arte, literatura e história, especialmente da Igreja, com destaque para Acta Ecclesiae Mediolanensis. Praticava desporto, principalmente o alpinismo. Foi núncio em Varsóvia, aos 62 anos, e arcebispo de Milão, em 1932, nomeado por Bento XIV. Morreu no Vaticano, em 10 de Fevereiro de 1939.

CCLXI – Pio XII - De 1939 a 1958

Nasceu em Roma, em 2 de Março de 1876. Chamava-se Eugénio Maria Giovanni Paccelli, filho de Filipe Paccelli decano do Colégio de Advogados e irmão de um  jurisconsulto do Vaticano. Formou-se em Teologia e Direito Canónico e Civil na Universidade Gregoriana. Foi ordenado em 2 de Abril de 1839. Em 1891 trabalhou na Secretaria de Estado do Vaticano. Em 1904 fez parte da comissão para a revisão e nova codificação das leis canónicas, formada por Pio X. Em 1909 foi professor da Academia Pontifícia dos Nobres Eclesiásticos. Em 1911 foi subsecretário da Congregação dos Assuntos Eclesiásticos Extraordinários, e, mais tarde, secretário. Foi sagrado bispo na Capela Sistina, por Bento XV, em 13 de Maio de 1917, no mesmo dia das aparições da Santíssima Virgem em Fátima. Foi núncio na Baviera e, em 1920, em Berlim, onde assinou uma concordata pela Santa Sé. Foi legado a diversas nações, presidindo a congressos eucarísticos. Morreu em 9 de Outubro de 1958, na sua residência em Castel Gandolfo.

CCLXII – Beato João XXIII - De 1958 a 1963

Nasceu em Sotto il Monte, perto de Bérgamo (Itália), em 25 de Novembro de 1881. Chamava-se Ângelo Giuseppe Roncalli, sendo o terceiro filho de uma família de trabalhadores. Fez os primeiros estudos em Bérgamo e, já seminarista, continuou-os em Roma a partir de 1900. Foi ordenado presbítero em 1904, secretário do bispo de Bérgamo, em 1905, e professor de Sociologia e História Eclesiástica no Seminário de Bérgamo, em 1909. Publicou Actas da Visita Apostolica de São Carlos Borromeu a Bérgamo e um livro sobre a vida do cardeal César Barónio. Foi sargento-enfermeiro e tenente-capelão na Primeira Guerra Mundial e combateu na frente da batalha,. Fez a preparação do Ano Santo de 1925, nomeado por Pio XI. Foi administrador apostólico em Sófia, em 1924, e depois em Istambul e Atenas, como legado apostólico. Foi núncio em Paris depois de terminada a Segunda Guerra Mundial e, a partir de 1951, observador efetivo do papa junto da Unesco, em Paris. Cardeal em 12 de Fevereiro de 1953, nomeado por Pio XII, e patriarca de Veneza. Em 11 de Outubro de 1962 procedeu à abertura do Concílio Vaticano II. Morreu em 3 de Junho de 1963. O seu processo de beatificação foi iniciado por Paulo VI, em 1965, e concluído por João Paulo II, em 2000.

CCLXIII – Paulo VI - De 1963 a 1978

Nasceu em Conésio, Bréscia (Itália), em 26 de Setembro de 1897. Chamava-se Giovanni Battista Montini. Estudou com os Jesuítas, ingressou no seminário de Bréscia e aos 23 anos foi ordenado sacerdote. Estudou depois na Academia dos Nobres Eclesiásticos, na Universidade do Estado e na Universidade Gregoriana, em Roma. Aos 25 anos foi nomeado secretário do núncio de Varsóvia. depois de regressar a Roma foi para a Secretaria de Estado do Vaticano e para capelão da Universidade Católica Italiana. Foi professor catedrático de História Pontifícia, aos 32 anos, e publicou uma tradução de La Religion Personnelle, do padre Lànse de Grandmaison, e uma Introdução ao Estudo de Cristo. Aos 40 anos foi nomeado secretário do cardeal Paccelli, depois papa Pio XII, que o nomeou diretor dos Assuntos Eclesiásticos Internos. Em 1954 era arcebispo de Milão e em 1958 cardeal. Morreu em 6 de Agosto de 1978.

CCLXIV – João Paulo I – Em 1978

Nasceu em Forno di Canale, hoje chamada Canale d’Agordo, na diocese de Belluno (Itália), em 17 de Outubro de 1912. Chamava-se Albino Luciani, filho de uma família humilde, o pai operário e emigrante e a mãe cozinheira e mulher-a-dias. Estudou no Seminário de Belluno e foi ordenado sacerdote em 1935. Estudou Teologia na Universidade Gregoriana de Belluno. Foi coadjutor da paróquia de Belluno e, mais tarde, vice-reitor da Universidade Gregoriana de Belluno, onde ensinou Teologia Dogmática, Moral, Direito Eclesiástico e Arte Sacra. Escreveu o livro Catequese em Migalhas. Pro-vigário de Belluno em 1949 e vigário-geral em 1954. Consagrado bispo de Vittorio Veneto, perto de Veneza, em 1958, por João XXIII, que o vinculou como bispo à Comissão para a Doutrina da Fé. Em 1969, Paulo VI nomeou-o Patriarca de Veneza e, em 1973, cardeal. De 1973 a 1976 foi vice-presidente da Conferência Episcopal Italiana. Faleceu em 28 de Setembro de 1978.

CCLXV – Beato João Paulo II - De 1978 a 2005

Nasceu em 18 de Maio de 1920, em Wadovice, a 50 quilómetros de Cracóvia, na Polónia. Chamava-se Karol Josef Wojtyla e era filho de Karol Wojtyla, oficial subalterno do Exército e de Emília Kaczorowska, bordadora, que também leccionava como professora, tendo ficado órfão de mãe em 1929 e de pai em 1941. Fez a primeira comunhão em 1929 e a confirmação em 1938, ao terminar o ensino secundário na Escola Marcin Wadowita, da sua cidade natal. Matriculou-se na Universidade Jaghellonica, de Cracóvia, e também numa escola de teatro. Quando os nazis ocuparam a Polónia e encerraram a universidade, trabalhou na construção civil e numa fábrica de produtos químicos. Em 1942 assistia aos cursos eclesiásticos do cardeal Adan Stefan Sapieha e trabalhava no Teatro Rapsódico, que era clandestino. Terminada a guerra, ingressou no Seminário Maior de Cracóvia, continuando os estudos sacerdotais e frequentando a Faculdade de Teologia da Universidade de Cracóvia. Foi ordenado sacerdote em 1 de Novembro de 1946, na cripta de São Leonardo, na Catedral de Cracóvia, pelo cardeal Stefan Sapieha, que o enviou depois para Roma, onde se doutorou em Teologia, em 1948, com o seu teste sobre a fé e nas obras de São João da Cruz. Regressado à Polónia, foi vigário em várias paróquias e retomou os estudos de Teologia e Filosofia, culminados com uma tese sobre a fundação de uma ética católica a partir do sistema ético de Max Scheler, tornando-se professor de Teologia Moral e Ética Social no Seminário Maior de Cracóvia e na Faculdade de Teologia de Lublin. Em 1958 foi nomeado bispo-auxiliar de Cracóvia, por Pio XII, e em 1964, Paulo VI nomeou-o arcebispo de Cracóvia e cardeal em 1967. Participou no Concílio Vaticano II, fazendo parte das assembleias dos sínodos dos bispos e contribuiu para a elaboração da constituição Gaudium et Spes, elaborando o seu capítulo VI. Karol Wojtyla foi sempre um amante do desporto. Na sua juventude jogou futebol como guarda-redes do SK Cracóvia e, já pároco, os jovens da sua congregação chamavam-lhe «Wujek» e foi com o seu amigo Jerzy Janik que esquiou pela primeira vez, tornando-se um entusiasta desse desporto, que praticou até sair da Polónia. Também, o ténis era um dos seus desportos favoritos, continuando a praticá-lo mesmo depois de ser papa. Karol Wojtyla teve uma carreira literária, escrevendo até sob o pseudónimo de Andrzej Jawien: A Joalharia (1960), escritos ético-teológicos como Amor Responsável e Fértil e O Signo da Contradição (1979). Mas o jovem Karol gostava também de poesia e vale a pena incluir aqui o excerto de um dos seus poemas:

Ouço os segredos da noite dos regatos,

são silenciosas as palavras que olham as estrelas.

Transformemos em luas as palavras

entrelaçadas na coroa de louros da alma

Talvez elevem denúncias  … hoje,

todos podem contar a história das suas dores,

a rapsódia e o destino do seu próximo.”

João Paulo II faleceu em 2 de Abril de 2005, nos seus aposentos no Vaticano.

CCLXVI – Bento XVI - De 2005 a . . .

Nasceu em 16 de Abril de 1927, em Mark am Inn, na diocese de Passau, na Baviera (Alemanha). Chama-se Joseph Ratzinger, pertence a uma família de agricultores, a mãe era doméstica e o pai comissário de polícia, mas demitiu-se por ser antinazi. Entrou em 1939 para o Seminário de Traunstein e pertenceu à Juventude Hitleriana porque, como diz, era obrigatório para quem estudava. Por ordem militar foi integrado no destacamento antiaéreo Flak, ainda jovem. Mais tarde, em 1944, já em idade militar, tomou parte na Segunda Guerra Mundial, alistado no Exército, mas em 1945 desertou, fugindo para uma casa de família, em Traunstein. Pouco depois um destacamento do Exército Americano identifica-o como soldado alemão e envia-o para um campo de prisioneiros de guerra, mas foi libertado meses depois e regressou ao seminário. Em 1947 entra no Herzogliches Georgianum, instituto teológico associado à Universidade de Munique, e estuda também Filosofia na Escola Superior de Freising. Foi ordenado sacerdote em 29 de Junho de 1951. Em 1953 doutorou-se em Teologia, dedicando a tese de pós-doutoramento à história da Teologia. Foi professor de Teologia na Universidade de Bona, de 1959 a 1969, e na Universidade de Munster, de 1963 a 1966. Regeu a cadeira de Teologia Dogmática na Universidade de Tubingen, em 1966. Esteve presente no Concilio Vaticano II, como conselheiro teológico. Em Março de 1977 é nomeado, por Paulo VI, arcebispo de Munique, e o mesmo papa, no consistório de 27 de Junho de 1977, nomeia-o cardeal, passando a ser bispo de Valletri-Segni e Óstia. A STASI, policia política da antiga República Democrática Alemã (RDA) espiou durante 15 anos o então teólogo alemão Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI, sendo seguido de perto entre 1974 e 1989, antes da queda do Muro de Berlim. Em 25 de Novembro de 1981, João Paulo II nomeia-o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, um novo nome dado ao Tribunal da Santa Inquisição. Desde 2002 era decano do Colégio Cardinalício. Tomou parte nos conclaves que elegeram João Paulo I e João Paulo II. Em 1953 publicou o seu primeiro trabalho. O Povo e a Casa de Deus na Doutrina de Santo Agostinho para a Igreja, e em 1996 publicou o livro-entrevista O Sal da terra: O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do III Milénio. Na década de 1970 dirigiu o jornal trimestral teológico Communio, que transformou num dos jornais católicos mais importantes do mundo. No Vaticano, entre os cardeais, tinhas a alcunha de «Cardeal Panzer» (nome dos tanques alemães da Segunda Guerra Mundial), por ser um homem que defendia com mão de ferro a ortodoxia católica.

 

Post em  10- 12-12 - 12,35 horas

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1495-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo “28” - 10 de Dezembro de 2012


antoniofonseca1940@hotmail.com

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
+++++++++++++++++++++++

Nº 1495 - 2ª Página

10 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

Ê X O D O
Moiss_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb_[1]_thumb
Moisés
A MISSÃO DE MOISÉS

28 – VESTES SACERDOTAIS – Manda vir para junto de ti, de entre os filhos de Israel, o teu irmão Aarão e os seus filhos, a fim de exercerem o sacerdócio em Minha honra; Aarão com Nadab, Abiu, Eleazar e Itamar, seus filhos. Farás para teu irmão Aarão, vestes sagradas para assinalar a sua dignidade e como ornamento. Encarregarás então todos os artífices capazes, que dotei com o espírito da arte, de confeccionarem as vestes de Aarão, para exercer o Meu sacerdócio. As vestes que terão que fazer, são as seguintes: um peitoral, um efod, um manto, uma túnica bordada, uma tiara e um cíngulo. São estas as vestes que hão-de fazer para Aarão, teu irmão, e para os filhos a fim de exercerem o sacerdócio, ao Meu serviço. Utilizarão o oiro, a púrpura violácea, púrpura escarlate, púrpura carmesim e o linho fino. O Efod será feito de oiro, de púrpura violácea, de púrpura escarlate, de púrpura carmesim e de linho retorcido trabalhado por um artista. Nas suas duas extremidades, terá duas ombreiras para unir uma à outra. O cíngulo que se prenderá por cima para o fixar, será trabalhado da mesma forma e do mesmo tecido: será de oiro, de púrpura violácea, de púrpura escarlate, de púrpura carmesim e de linho retorcido. Tomarás duas pedras de ónix, e gravarás nelas os nomes dos filhos de Israel: Seis dos seus nomes numa pedra, e os nomes dos outros seis na outra pedra, segundo a sua ordem de nascimento. Gravarás nas duas pedras os nomes dos filhos de Israel, como os lapidários sabem gravar em, pedras preciosas e sinetes, e as duas pedras serão engastadas e montadas em oiro. Adaptarás estas duas pedras às ombreiras do efod, em memória dos filhos de Israel, cujos nomes serão levados por Aarão, nas suas duas ombreiras, à presença do Senhor, como recordação. Farás também engastes de oiro, e duas pequenas correntes de oiro puro entrançadas em forma de cordões, que prenderás nos engastes. Farás o peitoral do juízo, artisticamente trabalhado, do mesmo tecido que o efod: fá-lo-ás de oiro, de púrpura violácea, de púrpura escarlate, de púrpura carmesim e de linho retorcido. Será quadrado, dobrado em dois com um palmo de comprimento e um palmo de largura. Guarnecê-lo-ás de quatro filas de pedrarias. Na primeira fila colocarás um rubi, um topázio e uma esmeralda: na segunda fila, um jaspe, uma safira e um diamante; na terceira fila, uma opala, uma ágata e uma ametista; na quarta fila, um crisólito, um ónix e um jaspe. Todas estas pedras serão engastadas em oiro, em número de doze, correspondendo aos nomes dos filhos de Israel; em cada uma delas será gravado o nome de cada uma das doze tribos, como se gravam, nos sinetes. Farás, também, para o peitoral, pequenas correntes de oiro puro, entrelaçadas em forma de cordões. Farás, igualmente, para o peitoral, duas argolas de oiro, que colocarás nos dois cantos do peitoral. Passarás as duas correntes de oiro pelas duas argolas dos cantos do peitoral; fixarás as duas pontas de cada corrente nos dois engastes, e adaptá-las-ás, pela frente, às ombreiras do efod. Farás também duas argolas de oiro que colocarás nos dois cantos do peitoral, na orla interior que se contrapõe ao efod. E farás outras duas argolas de oiro que fixarás sob as duas ombreiras do efod do lado anterior, no sítio em que se unem, por cima do cinto do cinto do efod. Prender-se-á o peitoral juntando as suas argolas às argolas do efod por meio de um cordão de púrpura violácea, de forma a fixá-lo sobre o cinto do efod; e assim o peitoral não oscilará. Quando Aarão entrar no santuário, levará sobre o seu coração os nomes dos filhos de Israel gravados no peitoral do juízo, em perpétua recordação diante do Senhor. No peitoral do juízo, colocarás os urim e os tumim, para que estejam sobre o peito de Aarão quando ele se apresentar diante do Senhor. Assim, levará Aarão, constantemente, sobre o coração, diante do Senhor, o juízo dos filhos de Israel. Farás o manto do efod, inteiramente de púrpura violácea. A cobertura superior será curva e guarnecida a toda a volta por um debrum tecido, como na abertura de uma cota de armas, para evitar rasgões. Em volta da orla inferior, colocarás romãs de púrpura violácea, de púrpura escarlate, de púrpura carmesim, entremeada de campainhas de oiro a toda a volta. Uma campainha de oiro, e depois, uma romã; uma campainha de oiro  e depois outra romã na orla inferior do manto e a toda a volta. Aarão vesti-lo-á para exercer as suas funções, quando entrar no santuário, diante do Senhor, e quando sair ouvir-se-á o som das campainhas, para que ele não morra. Farás uma lâmina de oiro puro na qual gravarás, como se fora  num sinete; «Consagrado ao Senhor». Prendê-la-ás com uma fita de púrpura violácea, à frente da tiara. estará sobre a testa de Aarão, que se encarregará, assim, dos pecados cometidos pelos filhos de Israel ao consagrarem as suas ofertas religiosas. Estará sempre sobre a testa de Aarão, na presença do Senhor, para que os filhos de Israel obtenham benevolência. Farás a túnica de linho, a tiara também de linho e o cíngulo será bordado. Para os filhos de Aarão farás, igualmente, túnicas, cíngulos e farás tiaras como sinal de dignidade e como ornamento. revestirás com ele o teu irmão Aarão e os seus filhos; ungi-los-ás, investi-los-ás e consagrá-los-ás para que sejam sacerdotes ao meu serviço. Farás também calções de linho vulgar, a fim de lhes cobrir a nudez, desde os rins até às coxas. Aarão e os seus filhos usá-los-ão quando entrarem na tenda da reunião, ou quando se aproximarem do altar para o santo ministério; assim não incorrerão em falta e não morrerão. esta é uma lei perpétua para Aarão e para os seus descendentes.

 

 

 

 

Dez-mandamentos_thumb_thumb_thumbMonte Sinai_thumb_thumbArca-da-Aliana_thumb_thumb_thumb

                                               Os Dez Mandamentos                                    Monte Sinai                                                 A Arca da Aliança

0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
 
10 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
map-1195aeac0b2f22222222222222222[2],

Nº 1495-1 - (345-12) - SANTOS DE CADA DIA - 10 de Dezembro de 2012 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

************************************************************

Nº 1495-1 - (345-12)
 
 
Imagem3189

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

I-Am-Posters
= E U   S O U =
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»«««««««««««««««««««««««««««««««««
Nº 1495-1 – (345-12)

TRASLADAÇÃO DA SANTA CASA DO LORETO

Memória

Desde o século XVI, a Santa Casa de Loreto, na Itália, na Marca de Ancona, é lugar ilustre de peregrinação: a residência mesma da Virgem Maria, trazida de Nazaré pelos anjos através do ar! Santos houve que lá foram rezar: Francisco Xavier, Francisco de Borja, Carlos Borromeu, Luís Gonzaga, Francisco de Sales, Serafim de Montegranaro, José de Cupertino, Luís Maria de Montfort, Bento Labre, Teresa do Menino Jesus, testemunhas de devoção a um santuário mariano no Ocidente. Não julgamos abalar as bases desta devoção – pois ama-se Nossa Senhora não por causa dos tijolos, da madeira e das pedras dos seus templos, mas porque Ela é a Mãe de Deus – notando que o facto da trasladação de Nazaré para o Loreto não é defensável historicamente. Em 1470, uma bula de Paulo II celebrava no Loreto uma estátua da Virgem Maria trazida pelos anjos para um edifício sem alicerces, «fundado miraculosamente». Por 1472, um reitor da Igreja de Loreto, Teramano, escreveu uma notícia contando como a Santa Casa de Nazaré veio para perto de Fiume e depois para o Loreto. Nova notícia em 1489 por um carmelita, responsável pelo santuário, o beato Baptista Spagnuolo chamado o Mantuano. Em 1507, uma bula de Júlio II, retomava estas narrações («piedosas crenças, diz ela), afirmando ter a casa vindo de Belém, o que é inexato. Erasmo, em 1525, compôs uma missa para a Senhora do Loreto, com um lindo introito em hexâmetros, mas sem alusão ao voo da casa pelos céus. E em 1531, Jerónimo Angelita dedicou a Clemente VII uma narração muito circunstanciada da transferência da casa. Segundo estes autores, ela chegou perto de Fiume em 1291, e a Loreto em 1294. O silêncio geral, durante todo o século XIV e todo o século XV, é surpreendente. Nada desta transferência numa bula de 1320 a respeito de Loreto. Mas dos milagres de Lourdes e de Fátima bem depressa se falou nos repetitivos países e no mundo inteiro. É certo, porém, serem agora mais fáceis as comunicações do que eram na Idade Antiga e na Idade Média. No Oriente, nenhuma menção duma Santa Casa em Nazaré antes do século VI. Anteriormente a a 1291, o que se dizia da morada da Virgem Maria em Nazaré nada corresponder àquilo que existe no Loreto: representava-se uma espécie de cripta com uma gruta. A seguir logo a 1291, não se fala de voo. Para isto foi preciso esperar pelos peregrinos ocidentais, ensinados pelo referido Angelita. Igreja dedicada a Nossa Senhora existia no Loreto, a qual aparece testemunhada em 1193-1194 e em 1285. É possível que uma estátua de Nossa Senhora tenha sido trazida para lá por Sérvios católicos ao fugirem à perseguição, no fim do século XIII, e que se tenha arranjado para tal estátua uma casa, chamada de Nazaré, da mesma maneira que se construíram por toda a parte, nos séculos XIX e XX, grutas de Lourdes. Para sermos perfeitamente sinceros, acrescentamos que ouvimos serem de igual constituição as pedras da chamada Santa Casa e rochas existentes ainda agora em Nazaré. Encontramos devoções ou cultos que a Igreja reconheceu, tendo embora origens muito discutíveis; por exemplo, os casos de Santa Filomena, de Santa Teodósia, de Compostela com S. Tiago. E só em 1669 foi a trasladação da Santa Casa admitida no martirológio romano. Acrescentamos que, a 24 de março de 1920, o papa Bento XV constituiu Nossa Senhora do Loreto «principal Padroeira, junto de Deus, de todos os aeronautas».Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

EULÁLIA DE MÉRIDA, Santa

Mártir (304)

Eulalia de Mrida, Santa

Santa Eulália nasceu em Espanha pelos fins do século II. Já na meninice deu sinais inequívocos de alma privilegiada. Inimiga da vaidade e dos divertimentos, procurou unicamente agradar ao Esposo Divino. Tendo apenas catorze anos de idade, deu provas de coragem admirável. Quando, em 304, o imperador Maximiano encetou perseguições crudelíssimas contra os cristãos, Eulália foi tomada de ardente desejo de oferecer a Jesus o sacrifício da vida. Para não expor a filha ao perigo que a ameaçava, os pais esconderam-na numa casa longe da cidade. Inútil foi a precaução. O amor de Deus e o desejo do martírio eram tão fortes na alma da donzela, que esta, iludindo a vigilância dos parentes e aproveitando o silêncio e as trevas da noite, fez a viagem dalgumas horas, para chegar à cidade. Sem demora se dirigiu ao palácio do juiz e, estando na presença do executor das ordens imperiais, invectivou-o energicamente por causa da idolatria. O Pretor, pasmado de ver tanta coragem numa jovem de tão pouca idade, entregou-a aos soldados para ser castigada. Prevalecendo, porém, nele um instante de sentimentos de humanidade, procurou conquistar a simpatia de Eulália e ganhá-la para a religião oficial. Ela, porém, em vez de responder à voz cativante do sedutor, atirou para longe o turibulo com que devia incensar as imagens das divindades. Foi o bastante para ser entregue à tortura. Com ferros em brasa, os algozes queimaram o corpo da donzela. Esta. cheia de alegria e gratidão para com Deus, exclamou em alta voz: «Agora, meu Jesus, vejo no meu corpo os traços da vossa Sagrada Paixão». Tendo aplicado ainda outros tormentos, os algozes recorreram finalmente ao fogo, e no meio das chamas, Eulália entregou o espírito a Deus. O poeta Prudêncio, a quem devemos a narração, diz que o próprio algoz viu a alma da Mártir, em forma de pomba, subir ao céu. Eulália morreu em 304 e o seu corpo achou repouso na igreja de Mérida, cidade onde sofreu o martírio. S. Gregório de Tours conta que, no adro dessa igreja, existiam três árvores que no dia de festa de Santa Eulália se cobriam de flores aromáticas; estas, aplicadas aos doentes, curavam-nos das enfermidades. Alguns eruditos defendem ter havido duas mártires com este nome: Eulália de Barcelona e Eulália de Mérida. Outros afirmam ter sido apenas uma. Ao menos uma só foi martirizada nas circunstâncias indicadas. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

 

MELQUÍADES, Santo

Papa (314)

Milciades (Melquiades), Santo

Milcíades (Melquíades), Santo

S. Melquíades, africano, sucedeu a Santo Eusébio na sede de Pedro, tendo sido eleito para esta dignidade no ano de 311, imperando Máximo. Constantino venceu este tirano a 28 de Outubro de 312, e pouco depois publicou éditos autorizando aos cristãos a livre prática da sua religião e permitindo-lhes erigir igrejas. A fim de tranquilizar os gentios, que andavam inquietos com estas providências, ao chegar a Milão, no ano de 313, concedeu, por um segundo édito, a todas as religiões, excepto aos hereges, a liberdade de consciência. Regozijou-se o bom papa ao ver a prosperidade da casa de Deus, e com o seu zelo estendeu notavelmente essas vitórias; mas teve também o desgosto de ver o seu rebanho aflito por uma discussão, que foi o cisma de Donato em África. Acusado falsamente Mensúrio, bispo de Cartago, de ter entregue os sagrados livros aos perseguidores, Donato separou-se imprudentemente da comunhão com ele, e continuou o cisma, ainda depois de Ceciliano ter sucedido a Mensúrio na sé de Cartago, juntando-se-lhe vários inimigos daquele bom prelado. Os cismáticos apelaram então para Constantino, que estava nas Gálias, suplicando-lhe que mandasse à África três bispos daquele país, aos quais nomeavam, designadamente, para que julgassem a sua causa contra Ceciliano. O imperador concedeu-lhes os juízes pedidos; mas determinava que os bispos impetrantes, e os juízes que iam das Gálias, passassem pela cidade Eterna e dessem conta ao Papa Melquíades do que se tratava,, para que ele decidisse a controvérsia. O imperador deixava, desta sorte, a decisão da disputa aos bispos, porque era peculiar das atribuições deles. O papa Melquíades abriu no palácio de Latrão um concílio em 313, no qual compareceram, Donato e Ceciliano, saindo este plenamente justificado do que lhe imputavam. Donato foi o único a ser condenado naquela ocasião; aos demais bispos, que eram seus partidários, concedeu-se conservarem as respectivas sés, contanto que renunciassem ao cisma; Santo Agostinho, referindo-se à moderação de que usou o papa, chama-lhe varão excelente, verdadeiro filho da paz e pai dos cristãos. Não obstante, os donatistas, depois da sua morte, esforçaram-se por lhe denegrir a reputação, imputando-lhe também o crime de entregar os livros santos; a esta mentira chama Santo Agostinho maliciosa e infundada calúnia. S. Melquíades morreu a 10 de Janeiro de 314 e foi enterrado na Via Ápia, no cemitério de Calisto. É considerado mártir pelo muito que sofreu em várias perseguições. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

 

Nuestra Señora de Loreto
Advocación Mariana,

Nuestra Seora de Loreto

Nuestra Señora de Loreto

Advocación Mariana - Patrona de la aviación

La Santa Casa de Loreto es la misma casa de Nazaret que visitó el Arcángel Gabriel en la Anunciación a la Santísima Virgen María. Es allí donde el Verbo se hizo Carne y habitó entre nosotros. Allí también vivió la Sagrada Familia a su regreso de Egipto y donde Jesús pasó 30 de sus 33 años junto a La Virgen y San José. Pronto La Santa Casa se convirtió en lugar de reunión para la celebración de la Santa Misa de los primeros Cristianos. Podemos imaginarnos con qué amor y veneración cuidaban este Santo Lugar. Actualmente la Santa Casa está situada dentro de la Basílica que para ella se construyó en Loreto, Italia. Dentro de la casa de Loreto se venera la pequeña estatua de La Virgen de Loreto. La Santa Casa en Nazaret tenía dos partes: una parte era una pequeña gruta y la segunda parte una pequeña estructura de ladrillos que se extendía desde la entrada de la gruta. La estructura de ladrillos no tenía sino tres paredes, ya que un lado pegaba con la pared de la gruta. ¿Cómo llegó la casa de Nazaret a Loreto, Italia? Hay varias tradiciones. Una de ellas habla de ángeles que transportaron la casa por los aires. Pero hay documentos que parecen indicar que el responsable del traslado es un comerciante llamado Nicéforo Angelo del siglo XIII. Quizás su apellido inspiró la idea del traslado por medio de ángeles. En todo caso, tan extraordinaria empresa, sin duda, tuvo la protección y guía del cielo. Ya lo había dicho el ángel a la Virgen en esa misma casa: "Para Dios nada es imposible". Tratan de destruir la Santa Casa La casa de Loreto es sagrada en virtud de quienes en ella habitaron. Muchos consideran la Santa Casa de Loreto como uno de los lugares más sagrados del mundo y Dios no quiso que esta casa fuese profanada o destruida, sino preservada para siempre. El demonio, los hombres, y el mundo usualmente van contra todo lo que Dios quiere y con esta bendita casa no fue diferente. En 1291, los Sarracenos conquistaban la Tierra Santa. Quisieron acabar con toda la historia del cristianismo y la mejor forma para ellos era destruyendo todos los lugares sagrados. Pensaban que eliminando todos los signos visibles del cristianismo, apagarían el amor y la devoción. Fueron en busca de cada lugar venerado por su asociación con la vida de Cristo. Cuando llegaron a las proximidades de Nazaret, La Santa Casa no tenía defensa humana. Esta era bien conocida, porque los cristianos desde el tiempo de los Apóstoles la tenían con gran reverencia y celebraban allí la Santa Misa. Los enemigos se decían: "Nunca más los cristianos celebrarán aquí la Anunciación" La Basílica construida sobre la Santa Casa ya había sido destruida dos veces antes. La primera vez fue en 1090 A.D. Sin embargo, la casa quedaba intacta. Los cruzados reconstruyeron la Basílica, pero en 1263 fue destruida de nuevo. Una vez más la Santa Casa fue protegida. Esta vez los cruzados no pudieron reconstruir la Basílica y la Santa Casa se quedó sin protección. La tradición del traslado Angelical Según esta tradición, en 1291, cuando los cruzados perdían control sobre la Tierra Santa, Nuestro Señor decidió enviar a los ángeles a proteger su Santa Casa y les dio el mandato de que movieran la casa a un lugar seguro. Llévense la Santa Casa a un lugar seguro, lejos del odio de mis enemigos de esta tierra donde nací. Elévenla sobre los aires, donde no la puedan alcanzar. Que no la vean. El 12 de mayo de 1291 los ángeles trasladaron la casa hasta un pequeño poblado llamado Tersatto, en Croacia. Muy temprano en la mañana la descubrieron los vecinos y se asombraron al ver esta Casa sin cimiento y no se explicaban cómo llegó ahí. Se adentraron y vieron un altar de piedra. En el altar había una estatua de cedro de la Virgen María, que tenía al niño Jesús en sus brazos. El niño Jesús tenía sus dos dedos de la mano derecha extendido como bendiciendo. Con su mano izquierda sostenía una esfera de oro representando al mundo. Ambos estaban vestidos como con unas batas y tenían coronas de oro. Unos días más tarde, la Virgen María se le apareció a un sacerdote de ese lugar y le explicó de dónde venía la casa. Ella dijo: "Debes saber que la casa que recientemente fue traída a tu tierra es la misma casa en la cual yo nací y crecí. Aquí, en la Anunciación del Arcángel Gabriel, yo concebí al Creador de todas las cosas. Aquí, el Verbo se hizo carne. El altar que fue trasladado con la casa fue consagrado por Pedro, el Príncipe de los Apóstoles. Esta casa ha venido de Nazaret a tu tierra por el poder de Dios, para el cual nada es imposible. Ahora, para que tú puedas dar testimonio de todo esto, sé sanado. Tu curación inesperada y repentina confirmará la verdad que yo te he declarado hoy." El sacerdote, que había estado enfermo por mucho tiempo, se sanó inmediatamente y anunció al pueblo el milagro que había ocurrido. Comenzaron las peregrinaciones a la Santa Casa. Los residentes de este pequeño pueblo construyeron sobre la Santa Casa un edificio sencillo para protegerla de los elementos de la naturaleza. Pero la alegría de los croatas duró poco tiempo. Después de tres años y cinco meses de estar la casa en este poblado, en la noche del 10 de diciembre, de 1294, la casa desapareció de Tersatto para nunca más volver. Un residente devoto de Tersatto construyó una pequeña iglesia en el lugar donde estuvo la casa, una réplica de esta. Y puso la siguiente inscripción: ¨La Santa Casa de la Virgen María vino de Nazaret el 10 de diciembre de 1291 y estuvo hasta el 10 de diciembre de 1294.¨La gente de Croacia continuó venerando a Nuestra Señora en la réplica de la Santa Casa. Fue tanta su devoción, que el Papa Urbano V envió a la gente de Tersatto una imagen de Nuestra Señora en 1367. Esta imagen se cree fue esculpida por San Lucas. La Santa Casa es llevada a Italia El 10 de diciembre de 1294, unos pastores de la región de Loreto en Italia reportaron que habían visto una casa volando sobre el mar, sostenida por ángeles. Había un ángel vestido con una capa roja (San Miguel) que dirigía a los otros y la Virgen María con el Niño Jesús estaban sentados sobre la casa. Los ángeles bajaron la casa en un lugar llamado Banderuola. Muchos llegaban a visitar esta santa casa, pero también habían algunos que llegaban para asaltar a los peregrinos. Por esta razón las personas dejaron de llegar y la casa nuevamente fue trasladada por los ángeles a un cerro en medio de una finca. La Santa Casa no se quedaría aquí por mucho tiempo. La finca era de dos hermanos que comenzaron a discutir sobre quién era el dueño de la casa. Por tercera vez la casa es trasladada a otro cerro y la colocaron en el medio del camino. Ese es el lugar que ha ocupado ya por 700 años. Los habitantes de Recanati y Loreto verdaderamente no sabían la historia de la Santa Casa, solo sabían de los milagros que se acontecían ahí. Dos años más tarde, la Virgen María se le apareció a un ermitaño llamado Pablo y le contó el origen y la historia de la Santa Casa: “Se mantuvo en la ciudad de Nazaret hasta que por el permiso de Dios, aquellos que honraban esta casa fueron expulsados por los enemigos. Ya que no se le honraba y estaba en peligro de ser profanada, mi Hijo quiso trasladarla de Nazaret a Yugoslavia y de ahí hasta tu tierra”. Pablo entonces se lo contó a las personas del pueblo y comenzaron a hacer gestiones para verificar la autenticidad de la casa. Fueron primero a Tersatto y luego a Nazaret. Investigaciones de los expertos Los expertos asignados a este proyecto fueron a Tersatto. Ahí les verificaron que las paredes eran de color rojizo y cerca de 16¨ de ancho. Descubrieron también que la replica medía exactamente igual que la de Loreto, 31 ¼ pies de largo por 13 pies y 4 pulgadas de ancho por 28 pies de alto. Tenía una sola puerta de 7 pies de alto y 4 1/2 de ancho. Tenía también una ventana. Todas las descripciones, incluso las de los elementos interiores y las estatuas, coincidían. En Nazaret: descubrieron que de verdad era la casa de la Virgen. Las medidas de la fundación eran exactas a las de Loreto y la maqueta construida en Tersatto. Después de 6 meses regresaron a Loreto y declararon la autenticidad de la Santa Casa. Años más tarde, encontraron monedas debajo de la casa, no solo del área de Nazaret, sino que del período en que la casa estuvo en Nazaret. Las piedras y la tierra utilizada para el relleno de la casa era idéntica a las que se usaban en Nazaret en ese tiempo y civilización. La casa no tiene cimientos, ya que estos se quedaron en Nazaret. Anécdotas de la Santa Casa de Loreto Llegó un tiempo en que muchos peregrinos iban a este santuario y el Papa Clemente VII mandó que se cerrara la puerta original y se construyeran tres puertas, ya que solo había un puerta y las personas se peleaban para entrar y salir. Solo había un problema y era que nadie le había pedido permiso a la Virgen María para las alteraciones. Cuando el arquitecto cogió su martillo para comenzar, su mano se marchitó y comenzó a temblar. Enseguida se fue de Loreto y nadie más quiso hacer el trabajo. Tiempo después un clérigo llamado Ventura Barino aceptó hacer el trabajo, pero primero se arrodilló y rezó a la Virgen. Este le dijo que no era su culpa, sino la orden del Papa, que si ella estaba enojada que lo tomara contra el Papa y no contra él¨. El clérigo pudo completar el trabajo. Las personas de Loreto también decidieron proteger la Santa Casa poniéndole una pared de ladrillo, pero después que terminaron con la pared, la pared se separó de la casa. Por eso hay un espacio entre la Santa Casa y la pared que fue construida. Devolverle a la Virgen lo que es de Ella Una historia relata que el Obispo de Portugal visitó la Santa Casa y quiso llevarse una piedra para construir una Iglesia en honor a la Virgen de Loreto. El Papa le dio permiso y el Obispo mandó a su secretario a sacar la piedra y llevársela. El Obispo se enfermó de repente y cuando llegó su secretario casi estaba muerto. El Obispo les pidió a algunas hermanas religiosas que rezaran por él y algunos días después recibió este mensaje: "Nuestra Señora dice, si el Obispo desea recuperarse, debe devolver a la Virgen lo que él se ha llevado". El secretario y el Obispo se asombraron de esto, pues nadie sabía lo de la piedra de la Santa Casa. El secretario se fue inmediatamente de regreso a Loreto con la piedra y cuando llegó, el Obispo estaba completamente sanado. Por esta razón, durante los siglos, los Papas han prohibido, bajo amenaza de excomunión, la extracción de cualquier parte de la Santa Casa. Un Lugar Sagrado La Santa Casa es considerada entre los lugares más sagrados del mundo. Antes de que la Santa Casa fuese trasladada, San Francisco de Asís había profetizado que un día Loreto se iba a llamar el lugar más sagrado del mundo y que por ello debían abrir una casa allí. Muchos santos, beatos y Papas han visitado esta casa. Entre ellos: San Francisco de Sales: hizo sus votos de celibato en la Santa Casa; Santa Teresa de Lisieux: antes de ir a pedir permiso al Papa para entrar al Carmelo a la edad de 15 años, visitó la Santa Casa; San Maximiliano Kolbe: en su regreso a la ciudad de la Inmaculada, poco antes de ser llevado al campo de concentración; y muchísimos otros santos. El Papa Juan XXIII fue el día antes de convocar el Concilio Vaticano II y pidió a la Virgen de Loreto la protección del Concilio. Juan Pablo II ha visitado muchas veces la Casa de Loreto y ha tenido allí convenciones de jóvenes y familias. Muchos peregrinos van cada año a visitar a la Santa Casa. A visitar el lugar donde la Sagrada Familia vivió y a recibir las gracias que Dios les quiere dar. Es una tradición rezar de rodillas el Santo Rosario alrededor de la Casa. Es un rosario penitencial pidiendo la intercesión poderosa de la Stma. Virgen. Procesiones con velas del Santísimo Sacramento forman parte de las celebraciones en la Basílica de la Santa Casa de Loreto. La imagen de Nuestra Sra. de Loreto, se encuentra en el interior de la Casa, tiene una la túnica tradicional decorativa. El color oscuro de la imagen representa a la estatua original de madera, que con los siglos se oscureció con el hollín de las lámparas del aceite que se usaba en la capilla. En 1921 se destruyó la estatua original en un incendio, y otra similar fue colocada en el lugar.

 

 

Gonzalo Viñes Masip, Beato
Mártir,

Gonzalo Vies Masip, Beato

Gonzalo Viñes Masip, Beato

Canónico da Colegiata de Xàtiva Nasceu em Xàtiva, em 19 de Janeiro de 1883, morreu em Vallés, um pequeno povoado de Valência em 10 de Dezembro de1936. Fez o bacharelato no Colégio Setabense e depois ingressou no Seminário de Valência. Ordenado em 1906 esteve sempre na sua cidade. Estimado como poeta, historiador, investigador, periodista e escritor valenciano, foi membro de associações culturais e trabalhou muito com a juventude. Para ver mais sobre os 233 mártires em Espanha faz "click" AQUI

Gregório III, Santo
Papa,

Gregori III, Santo

Gregório III, Santo

Gregório III, papa da Igreja Católica entre 18 de março de 731 e sua morte, em novembro de 741. Nascido na Síria, foi elevado pelo povo à cadeira pontifícia durante os funerais de Gregório II. Combateu os lombardos e iconoclastas mas morreu sem ter erradicado a heresia destes últimos. Ganhou por sua caridade o sobrenome de Amigo dos pobres e não só excomungou ao imperador de Oriente, Leão III, como herege iconoclasta, mas que insultou en distintas cartas tratando-o de bárbaro e indigno de reinar. Teve com o rei de Lombardia, Luitprando, trato duplo: primeiro se fez seu amigo para que não se apoderasse de Roma e para que cedesse aos povos de sua província, logo acolheu os duques de Spoleto e de Benevento, rebeldes, unindo-se a eles contra seu benfeitor. E como este tratou de vingar-se, Gregório reconhecendo sua debilidade, enviou primeiros, segundos e terceiros embaixadores a Carlos Martel, duque de França, para que o socorresse contra Luitprando.

Marco António Durando, Beato
Presbítero y Fundador,

Marco Antonio Durando, Beato

Marco António Durando, Beato

Martirológio Romano: En Turim, de Piemonte, em Itália, beato Marco Antonio Durando, presbítero da Congregação da Missão, que fundou a Congregação das Irmãs de Jesús Nazareno, para cuidar enfermos e jovens abandonados (1880). Etimologicamente: Marco = variante de Marco = Aquele que é varonil, masculino, é de origem latino. Marco Antonio nació el 22 de mayo de 1801, en Mondoví, en la ilustre familia de los Durando, cuya casa daba a la Plaza Mayor y estaba cerca de la catedral y de la iglesia de la Misión. Al revés que su madre, que era persona muy piadosa y que inspiró la religiosidad y la fe en el corazón de sus ocho hijos, el padre tenía ideas liberales y era de tendencia laica y agnóstica. Dos de los hijos, de manera especial, profesaron tales convicciones y se implicaron en los sucesos del Risorgimento italiano. Ocuparon puestos de relieve en la vida política y militar. Santiago fue ministro de asuntos exteriores en el gobierno Rattazzi, de 1862. Juan, general y jefe de las tropas pontificias, en 1848, desobedeció las órdenes de Pío IX llevando a las tropas pontificias más allá del Po para cerrar el paso a los austríacos. Una vez que regresó al ejército piamontés, participó con Carlos Alberto en la batalla de Novara, en la expedición de Crimea y en las guerras de independencia. La pasión misionera. Marco Antonio salió más a la madre. A los 15 años manifestó el deseo de marchar como misionero a China. Entró en la Congregación de la Misión, que por entonces se estaba reconstruyendo en Italia. A los 18 años emitió los votos perpetuos y el 12 de junio de 1824 fue ordenado sacerdote. Durante cinco años permaneció en Casale Monferrato y después, desde 1829 hasta su muerte, en la casa de Turín, de la que fue superior dos años después de llegar. En lugar de ir a China, su destino fueron las misiones populares, en las que expresó la pasión misionera del anuncio de Cristo. Sostuvo y difundió la recién nacida obra de la Propagación de la Fe, instituida en Lyon en 1822. En la plenitud de su responsabilidad como Visitador, en 1855, inauguró el colegio Brignole-Sale para las misiones extranjeras con el objetivo de formar sacerdotes para las misiones ad gentes. En los años jóvenes de su primer sacerdocio, su dinamismo misionero fue absorbido por las misiones, que predicó en muchos pueblos del Piamonte. Huyendo de los extremismos, tanto del laxismo como del rigorismo jansenista, el padre Durando predicó la misericordia de Dios, atrayendo a las gentes a la conversión: «La gente —relata un cronista de la misión de Bra— se agolpaba para oírlo y estaba tan silenciosa y atenta oyéndolo como si fuese un único hombre». En estas misiones no se limitó a predicar, sino que allí donde encontraba situaciones graves de pobreza, de acuerdo con los cohermanos, actuaba de modo concreto. En Locana, por ejemplo, hizo «convertir todo el legado económico de la misión, que consistía en 700 liras, en harina de maíz para los pobres del pueblo», practicando así la enseñanza de San Vicente de actuar espiritual y corporalmente en favor de los pobres.
Amor a los pobres y primer director de las Hijas de la Caridad en Italia La preocupación por los pobres fue la otra cara de su pasión misionera. Poco después de haber sido elegido superior, intuyó la utilidad de introducir en Italia del norte a las Hijas de la Caridad, nacidas del carisma caritativo de san Vicente y de santa Luisa de Marillac. Éstas, tras haber sido dispersadas en la época de la revolución francesa, habían comenzado a reorganizarse. Las apariciones de la Medalla Milagrosa, en 1830, a santa Catalina Labouré, novicia de las Hijas de la Caridad, pueden considerarse como el origen del nuevo florecimiento que estaba experimentando esta comunidad. La inteligencia del padre Durando consistió en intuirlo. Las quiso en Piamonte. El rey Carlos Alberto, en 1833, las acogió y ellas comenzaron a tomar la responsabilidad de varios hospitales, tanto los militares de Turín y Génova, como los civiles de Carignano, Castellamonte y Turín. En 1855, tuvo el valor de enviarlas a la retaguardia de la guerra de Crimea para curar a los heridos. Al mismo tiempo difundió la asociación mariana de la Medalla Milagrosa entre las jóvenes y de ella nacieron nuevas vocaciones: en el breve espacio de diez años, surgieron 20 fundaciones e ingresaron 260 hermanas. El número de las vocaciones era tan desbordante que Carlos Alberto puso a su disposición, en 1837, el convento de san Salvario, en Turín. Gracias al crecimiento de las hermanas, el padre Durando dotó a la ciudad de Turin de una red de centros de caridad, llamados Misericordias, desde las que las hermanas, con las Damas de la Caridad, salían para prestar el servicio a domicilio y la ayuda a los pobres. Alrededor de las Misericordias surgieron diferentes obras, como las primeras guarderías para niños pobres, talleres para muchachas y orfanatos. Las Hijas de la Caridad han sido extraordinarias impulsoras del desarrollo del catolicismo social en Italia gracias a su obra de asistencia entre los enfermos y los pobres, a la vez que con la asunción de variadas obras educativas. Hombre de gobierno y director de conciencias En 1837, con apenas 36 años, fue nombrado visitador (o superior mayor) de la Provincia del norte de Italia de los misioneros vicencianos, cargo que ocupó durante 43 años ininterrumpidos, hasta su muerte. Por ello, tuvo que mermar su participación en las misiones. Su tiempo estuvo absorbido por la organización de la congregación de los misioneros vicencianos y la predicación de ejercicios espirituales a los sacerdotes y clérigos de la diócesis de Turín. La calidad de su dirección espiritual atrajo también la atención de las nuevas fundaciones que estaban surgiendo en Turín. El arzobispo, monseñor Fransoni, le confió la dirección de las hermanas de san José, llegadas a Italia recientemente. Contribuyó a la redacción de las reglas de las hermanas de santa Ana. Fue guía espiritual de las clarisas capuchinas del nuevo monasterio de santa Clara. La marquesa de Barolo, que había fundado un monasterio para la recuperación de las muchachas perdidas, las hermanas penitentes de santa Magdalena, deseó que fuese consejero en la redacción de las reglas y director de la obra. Sin embargo, la obra que lo caracteriza es la fundación de las hermanas Nazarenas. En la escuela de Jesús crucificado, fundador de las Nazarenas Como sucede con las obras de Dios, sin haberlo querido, el 21 de noviembre de 1865, fiesta de la Presentación de María, el padre Durando pudo confiar a la sierva de Dios, Luisa Borgiotti, las primeras postulantes de la nueva Compañía de la Pasión de Jesús Nazareno. Eran jóvenes que se habían dirigido a él, puesto que, deseosas de consagrarse a Dios, carecían de algunos requisitos canónicos para poder entrar en las comunidades religiosas. Él les encomendó la tarea de servir a los que sufren, como miembros dolientes de Cristo crucificado, yendo a asistirles a su domicilio, día y noche. La obra era hasta tal punto novedosa y original que un canónigo de la catedral exclamó: «Si el padre Durando viniese a confesarse conmigo, en conciencia no me sentiría en grado de absolverlo». Y sin embargo, gracias a la caridad de estas hermanas, que supieron estar junto a los moribundos con delicadeza, discreción y fe, porque contemplaban en los que sufrían el sufrimiento del Señor, se produjeron algunas conversiones significativas como las de Guido Gozzano, Felice Raccagni, Sofia Graf y Anni Vivanti. Muerte y glorificación El padre Durando murió el 10 de diciembre de 1880: tenía 79 años. Sus restos mortales, significativamente, están sepultados en aquel pequeño santuario de la Pasión, anejo a la Iglesia de la Visitación de Turín, donde la comunidad de las Nazarenas se había nutrido de la devoción a la pasión del Señor para introducirse de forma misionera en el servicio de los que sufren. La causa de beatificación, iniciada en Turín en 1928 y continuada en Roma con el proceso apostólico en 1940, se ha concluido en el 2001 con el reconocimiento del milagro obtenido por su intercesión. La ceremonia de beatificación se llevó a cabo el 20 de octubre de 2002
. Reproducido con autorización de Vatican.va

De: http://www.es.catholic.net/santoral

Eulalia de Mérida, Santa
Diciembre 10 Mártir, 10 de diciembre

Nuestra Señora de Loreto
Diciembre 10 Advocación Mariana, 10 de diciembre

Gregori III, Santo
Diciembre 10 Papa, 10 Diciembre

Marco Antonio Durando, Beato
Diciembre 10 Presbítero y Fundador, 10 de diciembre

Gonzalo Viñes Masip, Beato
Diciembre 10 Mártir, 10 Diciembre

Milciades (Melquiades), Santo
Diciembre 10 XXXII Papa, 10 de diciembre

De: http://www.santiebeati.it

92929 > Beati Antonio Martin Hernandez ed Agostino Garcia Calvo Salesiani, martiri 10 dicembre MR

 
80900 > Beata Vergine Maria di Loreto 10 dicembre


93242 > Beati Brian Lacy, Giovanni Mason e Sydney Hodgson Martiri 10 dicembre MR

 
90501 > San Cesare Vescovo 10 dicembre


93228 > Santi Edmondo Gennings e Swithun Wells Martiri 10 dicembre MR

 
80950 > Santi Ermogene, Donato e 22 compagni Martiri 10 dicembre


40600 > Sant' Eulalia Vergine e martire in Spagna 10 dicembre MR

 
80920 > San Gemello di Ancira Martire 10 dicembre MR


93229 > San Giovanni Roberts Sacerdote e martire 10 dicembre MR


79600 > San Gregorio III Papa 10 dicembre MR

 
94803 > Beato Guglielmo de Carraria Mercedario 10 dicembre

 
93244 > Beato Gundisalvo (Gonzalo) Vines Masip Sacerdote e martire 10 dicembre MR

 
90674 > San Luca di Melicuccà Monaco e vescovo 10 dicembre MR

 
90611 > Beato Marcantonio Durando Sacerdote Vincenziano 10 dicembre MR

 
80910 > San Mauro di Roma Martire 10 dicembre MR

 
93241 > Santi Polidoro Plasden ed Eustazio White Sacerdoti e martiri 10 dicembre MR

 
94802 > Beato Raimondo de Pirrariis Mercedario 10 dicembre

 
94798 > Beato Simone Fernandez Mercedario 10 dicembre

 

81000 > San Tommaso di Farfa (di Maurienne) Abate 10 dicembre


93250 > Beato Tommaso Somers Sacerdote e martire 10 dicembre MR

 

 

00000000000000
00000000000000000000000
0000000000000000000000000000000000000
000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:

“REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

 

Tero1 - Cpia
0000
000000
00000000
0000000000000000000000000000000
===============================
==================================================
 
 
NOTA INFORMATIVA:
 
 
Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.
Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA
http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
 
 
00000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
 
 
Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
 
 
Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
 
 
***************************************************************************************************************
WWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWW
 
 
Edição: 10-12-2012 – 10,00 H
 
 
ANTÓNIO FONSECA
photo
 
 
map-a3f333ae641e222222222222222222
 
 
Etiquetas Technorati:
=============================================================================================================