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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vida dos Papas da Igreja Católica (5) - 14 de Dezembro de 2012

 

Caros Amigos:

Conforme escrevi em 11-12 continuo a transcrição das Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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SANTO SOTERO

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Santo Sotero

(De 166 a 175)

Pouco se sabe deste bispo de Roma, embora elogiado por Dionísio, bispo de Corinto, que dele diz: «Sotero, a exemplo dos seus predecessores, dava salutares conselhos exortando à firmeza na fé e à união com os bispos e padres».

Na sua atuação como pastor teve algumas determinações de ordem disciplinar.

Opôs-se, com muito acerto, à heresia de Montano e estabeleceu como dever para todos os fiéis a participação na eucaristia da Quinta-feira Santa; proibiu que as virgens consagradas encarregadas da preparação das funções do culto tocassem nos vasos sagrados; preceituou o jejum, completo antes da celebração da missa e determinou como obrigatória a bênção sacerdotal para a validade do matrimónio. Para alguns historiadores esta norma  já viria do tempo do pontificado de Santo Evaristo (97-105).

Embora não haja certezas, julga-se que morreu mártir a 2 de Abril de 175, dando a sua vida em defesa da fé, dado que o sue nome está incluído no Martirológio Romano.

Foi sepultado no Vaticano, mas as suas relíquias foram trasladadas no século IX para o Cemitério de São Calisto e depois para a igreja romana dos Santos Silvestre e Martinho.

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SÃO ELEUTÉRIO 

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Santo Eleutério

(De 175 a 189)

O seu pontificado viveu tempos difíceis com as perseguições do imperador Marco Aurélio. Dois anos depois de ser eleito papa, uma feroz perseguição na Gália fez muitas vítimas em Lyon e Vienne.

A subida ao trono do imperador Cómodo (180-182) aliviou a situação, muito embora as ferozes determinações de Marco Aurélio continuassem em vigor, de tal modo que, em Roma, o senador Apolónio, membro da alta nobreza romana, foi martirizado por ser cristão.

No seu pontificado espalham-se entre a cristandade de Roma os exageros montanistas, com exaltações proféticas relacionadas com o fim do mundo e rigorismos exagerados quanto à prática da penitência e da vida matrimonial.

Santo Ireneu foi a Roma em 178, a pedido da comunidade de Lyon, para pedir orientação ao bispo de Roma.

Data deste pontificado o primeiro documento referindo a Igreja nas Espanhas – o tratado Adversus Haereses (“Contra as heresias”), escrito por Santo Ireneu em 180, onde, argumentando contra os gnósticos e para exaltar o crescimento da Igreja romana, fala das Igrejas da Ibéria.

Em 183, o rei Lúcio, da Bretanha, pediu-lhe que enviasse alguns dos seus ministros para que ele e todos os seus se tornassem cristãos. Santo Eleutério encarregou Fugácio e Damião da tarefa e tão bem a desempenharam que o próprio rei alcançou a santidade.

Santo Eleutério decretou que nenhum sacerdote fosse deposto sem que tivesse admitido ter participado em delito grave e que nenhum fosse condenado antes de ser ouvido. Ordenou 12 padres, oito diáconos e 15 bispos.

Após o martírio, em Roma, em 189, foi sepultado no Vaticano.

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SANTO VÍTOR I

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São Vítor I

(De 189 a 199)

O facto mais saliente deste pontificado foi a fixação obrigatória da Páscoa, pondo fim às divergências com as comunidades asiáticas, o que já vinha do pontificado de Santo Aniceto, quando São Policarpo defendeu a data da Páscoa contra a celebração ocidental. São Vítor entendeu  que devia manter a tradição vinda de Pedro e Paulo, celebrando a Páscoa no domingo seguinte ao 14º dia da lua de Março, ou seja, a seguir à data judaica do 14 de Nissan.

Reunidos os bispos de Itália, no primeiro sínodo que se conhece no Ocidente, realizado com a permissão do imperador Cómodo, o papa comunicou aos bispos orientais a sua decisão, sob pena de os considerar excluídos da Igreja se persistissem na data judaica. A aceitação deste decisão de Roma foi quase unânime, com  a exceção do bispo Polícrates, que no Sínodo de Éfeso, se viu desautorizado por excomunhão, valendo a intervenção de Santo Ireneu, junto de São Vítor, para que essa excomunhão não se verificasse, o que aconteceu.

São Vítor, defendendo a fé, condenou e excomungou Teódoto, que, vindo de Bizâncio, agitava a comunidade de Roma.

Segundo São Jerónimo, São Vítor foi o primeiro dos escritores cristãos a utilizar o latim.

Incide no período do pontificado de Vítor I uma tese de Tertuliano (era professor de Direito, convertido ao cristianismo e ordenado presbítero em 195), que foi o primeiro a fundamentar a posição de precedência de Pedro na promessa do primado feita por Cristo (Mt 16, 18). O poder de Pedro ter-se-ia transmitido a toda a Igreja que estivesse ligada a ele pela tradição e sucessão. Ainda que Pedro pertença à Igreja na totalidade, a Igreja de Roma teria com ele uma relação especial. Por isso se passou a invocar a proclamação de Jesus como fundamento do primado do bispo de Roma.

Segundo o Liber Pontificalis, determinou a criação de clérigos supranumerários (sequentes), terá promovido 12 bispos em diversos lugares e estabeleceu que, em caso de urgência, se pudesse usar qualquer água para administrar o baptismo.

Morreu em Roma, a 28 de Julho de 199, sendo sepultado no Vaticano.

Continua:…

Post colocado em 13-12-12 – 11H00

ANTÓNIO FONSECA

Vida dos Papas da Igreja Católica (4) - 13 de Dezembro de 2012

 

Caros Amigos:

Conforme escrevi em 11-12 continuo a transcrição das Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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SANTO HIGINO 

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Santo Higino

(De 136 a 140)

Foi um homem culto, filho de um filósofo ateniense cujo nome se desconhece, sendo-lhe atribuída a ordenação de sete bispos, enviados a presidir a comunidades cristãs do Império, e a instituição de padrinhos para o baptismo.

Durante o seu pontificado, a comunidade de Roma viu-se perturbada com a chegada dos dois primeiros heresiarcas gnósticos. Valentino e Cerdon. Com raízes no platonismo e no masdeísmo, pretendiam aplicar os elementos dos mistérios pagãos ao cristianismo, abusando da exegese alegórica da Escritura. Conclui-se, portanto, que o gnosticismo se apresentou como o primeiro grande perigo doutrinal para a Igreja primitiva, superiorizando-se às perseguições.

Santo Higino procurou esclarecer os seus principais fautores, Valentino e Cerdon, mas não o conseguiu porque morreu martirizado a 11 de Janeiro de 140, ficando sepultado no Vaticano, perto do lugar onde está São Pedro.

Durante o seu pontificado, expôs e defendeu a verdadeira crença nas suas doutíssimas Apologias da Religião Cristã.

Aperfeiçoou os regulamentos de disciplina, ordenando em cada um dos graus eclesiásticos o modo de exercer as respectivas funções.

 

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SÃO PIO I

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Santo Pio I

(De 140 a 155)

São Pio, eleito bispo de Roma, ter-se-á apoiado pastoralmente na capacidade do irmão, mas foi-lhe útil na luta contra o gnosticismo a ajuda de São Justino, filósofo, que seria o grande apologeta da Igreja.

Ajudado por São Justino, Pio I enfrenta e combate Valentino e Marcião, os quais perturbavam a Cristandade.

Valentino viera de Alexandria e escreveu uma obra, O Evangelho da Verdade, que desvirtua a fé e perturba os espíritos, e Marcião, expulso do Ponto (Ásia Menor), funda em Roma uma seita dentro da esfera gnóstica, com liturgia semelhante à da Igreja universal. São Pio, que combateu, quanto pôde, esta perturbação da Igreja no campo da fé, morreu degolado, sem a ver extinta, a 11 de Julho de 155, e foi sepultado no Vaticano.

Durante o seu pontificado, ordenou que os judeus convertidos ao cristianismo se confirmassem com a Igreja romana no dia de Páscoa da Ressurreição, decretou graves penas contra quem alienasse os bens da Igreja e colocou especial cuidado em acabar com a negligência dos sacerdotes na celebração do santo sacrifício.

Foi-lhe atribuída a fixação do fecho da celebração da Páscoa, no domingo a seguir à lua cheia de Março.

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SANTO ANICETO

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Santo Aniceto

(De 155 a 166)

Deve ter sido escolhido para bispo de Roma devido à sua capacidade teológica, numa altura em que a Igreja enfrentava a agitação provocada pelo gnosticismo.

Logo no começo do pontificado, São Policarpo visita Roma para tentar um acordo quanto à data das festas da Páscoa, que na Ásia Menor se celebrava sempre no mesmo dia e no Ocidente num domingo (logo a seguir ao 14 de Nissan – ou lua cheia depois do equinócio da Primavera).

Mesmo tendo São Policarpo um grande prestigio, por ter sido discípulo do apóstolo São João, não conseguiu convencer Santo Aniceto, que conservou, segundo o costume dos pontífices romanos, o dies Dominica (“dia do Senhor”), o que não provocou discordância entre os dois santos, mantendo-se a paz.

Santo Aniceto terá proibido o uso de cabelos compridos aos sacerdotes, não sendo ainda a tonsura que só apareceu no século VI.

Julga-se que terá morrido mártir, em 166, no reinado de Marco Aurélio, que lançou a quarta grande perseguição aos cristãos. Foi sepultado no Vaticano, mas trasladado mais tarde para a cripta papal das catacumbas de São Calisto.

Em 1590, Minúcio, arcebispo de Munique, levou a cabeça do santo para aquela cidade e colocou-a na igreja dos padres da Companhia, onde ainda hoje é objecto de grande devoção.

Os restos mortais de Santo Aniceto estão atualmente, num sepulcro que terá pertencido à família de Septimio Severo e que é o suporte do altar-mor da capela do Colégio Espanhol, de Roma.

Continua:…

Post colocado em 13-12-12 – 11H00

ANTÓNIO FONSECA

Foi há 25 anos… Lembram-se? - 13-12-1987 - 13-12-2012

 

Há 25 anos efetivamente, em Tóquio – Japão, num estádio branco (por estar cheio de neve), o FUTEBOL CLUBE DO PORTO conquistou a última Taça Intercontinental (que era organizada pela Toyota), e, que a partir de então deu lugar a uma competição disputada entre os Campeões dos 5 Continentes que sempre se realiza neste mês de Dezembro.

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Com a devida vénia, transcrevo os textos e fotos publicadas ontem no Jornal O JOGO.

http://ojogo.pt

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Post em 13-12-12  -  10,55 horas

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1498-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo “31” - 13 de Dezembro de 2012


antoniofonseca1940@hotmail.com

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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1498 - 2ª Página

13 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

Ê X O D O
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Moisés
A MISSÃO DE MOISÉS

31- OS ARTÍFICES DO TABERNÁCULO – O Senhor disse a Moisés: «Sabe que designei expressamente Beçalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá e o enchi do espírito de Deus. Enchi-o de habilidade, sabedoria e inteligência para toda a espécie de trabalhos, para idealizar projetos, trabalhar o oiro, a prata e o cobre; gravar pedras e engastá-las, trabalhar a madeira e executar toda a espécie de obras. Como auxiliar dei-lhe Oholiab, filho de Ahisamak, da tribo de Dan. Enchi de sabedoria o coração de todo o homem hábil para que possa executar quanto te ordenei: a tenda da reunião, a arca do testemunho, o propiciatório que a cobrirá e todas as peças da tenda; a mesa com os acessórios, o candelabro de oiro puro e todos os acessórios e o altar do perfume; o altar do holocausto e todos os utensílios, e a bacia com a base; as vestes litúrgicas, as vestes sagradas para o sacerdote Aarão e as dos seus filhos para as funções sacerdotais; o óleo de unção e o perfume aromático para o santuário. Executarão todas as ordens que te dei».

O sábado – O Senhor falou assim a Moisés: «Diz aos filhos de Israel: Guardai o Meu sábado, porque é um sinal perpétuo entre Mim e vós, em todas as vossas gerações, para que se saiba que sou Eu, o Senhor, quem vos santifica. Guardai, então, o sábado, porque é para vós uma coisa santa. Quem o violar será punido com a morte; quem nesse dia fizer qualquer trabalho, será excluído do meio do seu povo. Trabalhar-se-á durante seis dias, mas no sétimo dia haverá descanso total consagrado ao Senhor. Quem trabalhar no dia de sábado será punido com a morte. Os filhos de Israel serão então fiéis ao sábado, guardando-o através de todas as suas gerações como um pacto imutável. Entre Mim e os filhos de Israel é um sinal externo, testemunho de que o Senhor fez os céus e a terra em seis dias, e que no sétimo dia terminou a obra e descansou».

As tábuas da Lei – Depois de o Senhor ter acabado de falar a Moisés no monte Sinai, entregou-lhe as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus.

 

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A Arca da Aliança

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13 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1498-1 - (348-12) - SANTOS DE CADA DIA - 13 de Dezembro de 2012 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Nº 1498-1 - (348-12)
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Nº 1498-1 – (348-12)

LUZIA, Santa

Mártir (séc. III-IV)

Luca, Santa

Lúcia, Santa

Foi martirizada em Siracusa, na Sicília, sua cidade natal, nos fins do século III ou princípios do século IV, embora o ano exato não conste com certeza. O seu culto e a devoção para com ela são muito antigos e universais. Em Roma há pelo menos vinte igrejas com o seu nome. Uma inscrição de fins do século IV, encontrada por Órsi na catacumba de Siracusa, fala-nos duma Euskia, irrepreensível, boa e pura, que viveu quase cinco lustros e morreu «na festa da minha Senhora Luzia, para quem não há elogios que bastem». Para a generalidade dos críticos modernos, as Atas do martírio de Santa Luzia apresentam-se como suspeitas e pouco seguras. Um fundo indiscutível e inteiramente certo é este: Luzia tinha consagrado a sua virgindade a Cristo e renunciado ao seu património em favor dos pobres. Citada como cristã diante do Prefeito de Siracusa, viu-se ameaçada na sua honra e por fim condenada a morrer à espada. Está provado que era já honrada em no princípio do século V. São Tomás de Aquino fala dela duas vezes na Suma Teológica . Vejamos agora o que nos dizem as Atas. O pai de Santa Luzia morreu cedo e a mãe, Eutícia, tratou de a casar com um cavalheiro rico, mas pagão. Ela, desejando conservar a virgindade, foi atrasando o casamento quanto pôde, com a ideia de encontrar ocasião propícia para dissuadir a mãe. Ofereceu-lhe ensejo uma prolongada e molesta doença da mãe. Como a hemorroidária do Evangelho, Eutícia gastou muito com médicos e remédios, sem resultado. Em toda a Sicília eram célebres os milagres que realizava o Senhor por intercessão de Santa Águeda de Catânia. Luzia recomendou à mãe que se encomendasse com fé à Santa e que fizessem juntas uma peregrinação ao sepulcro dela. Dirigem-se a Catânia mãe e filha; a esperança que tinham, não ficou desiludida. A mãe voltou para Siracusa inteiramente curada. Era o momento oportuno para revelar o propósito que tinha a nossa Santa de imitar Águeda e de conservar, como ela, o seu coração para Cristo. Pediu-lhe também que lhe desse o dote para o repartir entre os pobres. Resistiu a mãe algum tempo, dizendo que esperasse que ela fechasse os olhos para as coisas da terra. Luzia soube insistir e convencê-la; por fim, ela cedeu. A generosa distribuição dos bens chegou depressa aos ouvidos do noivo, que se pôs a averiguar o motivo de tanta liberalidade: a fé cristã da sua noiva. Teve tal aborrecimento que se foi logo apresentar diante de Pascásio, prefeito da cidade, e acusou Luzia de ser cristã e inimiga do culto oficial. Levada diante do juiz , confessou destemidamente e negou-se a sacrificar aos deuses falsos do Império. Disse ter outro sacrifício, que agradava ao único Deus verdadeiro. Era o da esmola para valer às necessidades das viúvas, dos órfãos e dos pobres em geral. Havia três anos que estava a oferecê-lo e já unicamente lhe faltava o completo holocausto da sua vida. Quis o prefeito levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar. As chamas do fogo também se mostravam impotentes, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois. do Livro Santos de Cada dia, de www.jesuitas.pt

ODÍLIA, Santa

(época merovíngia)

Odilia u Otilia, Santa

Odilia ou Otília, Santa

Adalrico, seu pai, era duque da Alsácia, na época merovíngia – meados do século VI a meados do século VIII – e Beresinda, a mãe, era sobrinha de S. Leodegário, bispo de Autun. Esperavam um filho para assegurar a descendência, mas nasceu-lhes uma filha e, para cúmulo de infortúnio, esta era cega. Considerando-se desonrado, Adalrico pretendeu desfazer-se dela. Beresinda salvou-a, confiando-a a uma antiga ama, que vivia em Schernwiller, a duas léguas de Selestat. Esta levou-a para o mosteiro de Baume-les-Dames onde, tendo já doze anos, foi batizada e conseguiu a vista. Alguns anos depois, voltou para Obernheim, na Alsácia, para casa da família. O pai recebeu-a bem, mas pretendeu casá-la com um duque alemão, seu amigo. Não estando disposta a contrair casamento, Odília fugiu, disfarçada de mendiga, e só voltou a casa dos pais quando lhe asseguraram que podia seguir a sua vocação, que era ser religiosa. Adalrico, completamente renovado graças às orações da filha, doou-lhe então um castelo que possuía nas montanhas de Hohenburgo. Ela transformou-o num grande mosteiro, onde em breve passaram a cantar os louvores de Deus cento e trinta jovens devotas. Odília dirigiu durante muito tempo essas duas casas e o seu nome tornou-se popularíssimo na Alsácia, na Lorena e na região de Baden. Morreu deitada sobre uma pele de urso, recomendando às filhas espirituais que servissem a Deus e amassem os pobres. Tal é a lenda de Santa Odília, padroeira da Alsácia, França. Sob o ponto de vista histórico, tudo o que dela sabemos é que era já invocada contra as doenças dos olhos no século IX, e que desde essa época se ia em peregrinação a Hohenburgo (monte de Santa Odília). do Livro Santos de Cada dia, de www.jesuitas.pt

Joana Francisca de Chantal, Santa
Co-Fundadora,

Juana Francisca de Chantal, Santa

Juana Francisca de Chantal, Santa

Estrela VER ESTE BLOGUE NO DIA 12/12/2011

Martirológio Romano: Santa Juana Francisca Frémiot de Chantal, religiosa, que sendo primeiro mãe de família, teve como fruto de seu cristão matrimónio seis filhos, a que educou piedosamente, e tendo morrido seu esposo, sob a direção de são Francisco de Sales abraçou com decisão o caminho da perfeição e realizou obras de caridade, em especial para com os pobres e enfermos. Deu começo à Ordem da Visitação de santa María, que dirigiu também prudentemente, e sua morte teve lugar em Moulins, junto ao Aller, perto de Nevers, em França, no dia treze de dezembro (1641). Santa Juana Francisca Fremiot nació en Dijon, Francia, el 23 de enero, de 1572, nueve años después de finalizado el Concilio de Trento. De esta manera, estaba destinada a ser uno de los grandes santos que el Señor levantó para defender y renovar a la Iglesia después del caos causado por la división de los protestantes. Santa Juana fue contemporánea de S. Carlos Borromeo de Italia, de Sta. Teresa de Ávila y S. Juan de la Cruz de España, de S. Juan Eudes y de sus compatriotas, el Cardenal de Berulle, el Padre Olier y sus dos renombrados directores espirituales, San Francisco de Sales y San Vicente de Paúl. En el mundo secular, fue contemporánea de Catalina de Medici, del Rey Luis XIII, Richelieu, Mary Stuart, la Reina Isabel y Shakespeare. Murió en Moulins el 13 de diciembre, de 1641. Su madre murió cuando tenía tan solo dieciocho meses de vida. Su padre, hombre distinguido, de recia personalidad y una gran fe, se convirtió así en la mayor influencia de su niñez. A los veintiún años se casó con el Barón Christophe de Rabutin-Chantal, de quien tuvo seis hijos. Dos de ellos murieron en la temprana niñez. Un varón y tres niñas sobrevivieron. Tras siete años de matrimonio ideal, su esposo murió en un accidente de cacería. Ella educó a sus hijos cristianamente. En el otoño de 1602, el suegro de Juana la forzó a vivir en su castillo de Monthelon, amenazándola con desheredar a sus hijos si se rehusaba. Ella pasó unos siete años bajo su errática y dominante custodia, aguantando malos tratos y humillaciones. En 1604, en una visita a su padre, conoció a San Francisco de Sales. Con esto comenzó un nuevo capítulo en su vida. Bajo la brillante dirección espiritual de San Francisco de Sales, nuestra Santa creció en sabiduría espiritual y auténtica santidad. Trabajando juntos, fundaron la Orden de la Visitación de Annecy en 1610. Su plan al principio fue el de establecer un instituto religioso muy práctico algo similar al de las Hijas de la Caridad, de S. V. de Paúl. No obstante, bajo el consejo enérgico e incluso imperativo del Cardenal de Marquemont de Lyons, los santos se vieron obligados a renunciar al cuidado de los enfermos, de los pobres y de los presos y otros apostolados para establecer una vida de claustro riguroso. El título oficial de la Orden fue la Visitación de Santa María. Sabemos que cuando la Santa, bajo la guía espiritual de S. Francisco de Sales, tomó la decisión de dedicarse por completo a Dios y a la vida religiosa, repartió sus joyas valiosas y sus pertenencias entre sus allegados y seres queridos con abandono amoroso. De allí en adelante, estos preciosos regalos se conocieron como "las Joyas de nuestra Santa." Gracias a Dios que ella dejó para la posteridad joyas aún más preciosas de sabiduría espiritual y edificación religiosa. A diferencia de Sta. Teresa de Ávila y de otros santos, Juana no escribió sus exhortaciones, conferencias e instrucciones, sino que fueron anotadas y entregadas a la posteridad gracias a muchas monjas fieles y admiradoras de su Orden.

Juana Francisca de Chantal, Santa

Juana Francisca de Chantal, Santa

Uno de los factores providenciales en la vida de Sta. Juana fue el hecho de que su vida espiritual fuera dirigida por dos de los más grandes santos todas las épocas, S. Francisco de Sales y S. Vicente de Paúl. Todos los escritos de la Santa revelan la inspiración del Espíritu Santo y de estos grandiosos hombres. Ellos, a su vez, deben haberla guiado a los escritos de otros grandes santos, ya que vemos que ella les indicaba a sus Maestras de Novicias que se aseguraran de que los escritos de Sta. Teresa de Ávila se leyeran y estudiaran en los Noviciados de la Orden. Santa Juana fue una auténtica contemplativa. Al igual que Sta. Brígida de Suecia y otros místicos, era una persona muy activa, llena de múltiples proyectos para la gloria de Dios y la santificación de las almas. Estableció no menos de ochenta y seis casas de la Orden. Se estima que escribió no menos de once mil cartas, que son verdaderas gemas de profunda espiritualidad. Más de dos mil de éstas se conservan todavía. La fundación de tantas casas en tan pocos años, la forzó a viajar mucho, cuando los viajes eran un verdadero trabajo. Sta. Juana le escribió muchas cartas a S. Francisco de Sales, en búsqueda de guía espiritual. Desafortunadamente, después de la muerte de S. Francisco la mayoría de las cartas le fueron devueltas a Sta. Juana por uno de los miembros de la familia de Sales. Como era de esperarse, ella las destruyó, a causa de su naturaleza personal sagrada. De este modo, el mundo quedó privado de lo que pudo haber sido una de las mejores colecciones de escritos espirituales de esta naturaleza. El día de hoy recordamos su ingreso al reino de los cielos, pero su fiesta fue asignada para el 12 de agosto.

João Marinoni, Beato
Co-fundador dos Montes de Piedade,

Juan Marinoni, Beato

Juan Marinoni, Beato

Juan Marinoni, llamado en el siglo Francisco, nació en Venecia en 1490, de una familia oriunda de Bérgamo. Ordenado sacerdote, fue nombrado en 1515 Sacristán de la Catedral de S. Marcos, y pocos años después, Canónigo de aquella Basílica.  Cuando, huyendo del Saco de Roma (1527), los teatinos establecieron en Venecia la segunda casa de la Orden, Marinoni renunció a su canonjía para ingresar en la nueva milicia clerical. Cambiando su nombre por el de Juan, recibió la sotana teatina de manos del mismo fundador, el 9 nov. 1529. Plegándose a los deseos de Clemente VII, los teatinos decidieron aceptar, en agosto de 1545, la fundación de una casa en Nápoles, y comisionaron para llevarla a término a Cayetano y Marinoni. En trienios sucesivos se turnaron ambos en el gobierno de la Comunidad napolitana, para compartir después la gloria del mismo sepulcro.  Características de Marinoni fueron su acendrada devoción a la Pasión de Cristo y su dedicación constante a la dirección espiritual de las almas.  Fundó con San Cayetano de Thiene los "Montes de Piedad" para liberar de la miseria a los pobres y marginados, institución que dió origen al actual Banco de Nápoles. En su escuela se formaron Andrés Avelino, Pablo Burali y Jaime Tormo, a los que transmitió con fidelidad la herencia espiritual del fundador, S. Cayetano. M. el 13 dic. 1562, en la misma Casa de S. Pablo de la que había sido cinco veces prepósito.  En sus últimos años de vida abrió hospicios para ancianos y fundó hospitales. Declarado beato en 1762 por decreto de Clemente XIII, su fiesta se celebra el 13 de diciembre.

Judoco, Santo
Presbítero e Eremita,

Judoco, Santo

Judoco, Santo

En Neustria septentrional, san Judoco, presbítero y eremita, quien, siendo hijo de Jutael, rey de Armórica, y hermano de san Judicael, para no ser obligado a suceder a su padre abandonó la patria y se dedicó a la vida eremítica en Runiacum que luego cambió su nombre a Saint-Josse-sur-Mer. Murió hacia el año 668 en Saint-Josse-sur-Mer de causas naturales, su cuerpo se ha mantenido incorupto. Se lo representa como un hombre con un peregrino con un cayado en una de sus manos y una corona a sus pies. Suele pedirsele ayuda contra la fiebre, contra los incendios, contra los naufragios, es patrono de los hombres de mar.

María Magdalena de la Pasión (Constanza Starace), Beata
Fundadora,

Mara Magdalena de la Pasin (Constanza Starace), Beata

María Magdalena de la Pasión (Constanza Starace), Beata

Nació en Castellammare di Stabia, provincia de Nápoles (Italia), el 5 de septiembre de 1845. Fue bautizada con el nombre de Costanza. Su madre, muy piadosa, la consagró a la Virgen de los Dolores. A la edad de 4 años comenzó a frecuentar la escuela, donde se relacionó con niñas pobres. Seguramente esta experiencia dejó una huella profunda en su corazón.  En 1850 las Hijas de la Caridad se establecieron en Castellammare, con el fin de asistir a los enfermos internados en el hospital de San Leonardo. Abrieron un orfanato y un internado para niñas, en el que Costanza solicitó entrar. El clima de oración y de piedad que se vivía allí suscitó en ella el deseo de consagrarse al Señor. Hizo la primera comunión y, a la edad de 10 años, recibió el sacramento de la Confirmación. Por motivos de salud, tuvo que volver a su casa.  A los 15 años su confesor la autorizó a consagrarse al Señor con los tres votos perpetuos, aconsejándole que se hiciera "monja en casa". El 8 de junio de 1867 profesó en las Terciarias de los Siervos de María, tomando el nombre de María Magdalena de la Pasión. El obispo de Castellammare, mons. Francesco Saverio Petagna, le encomendó la dirección de la pía unión de las Hijas de María y la catequesis de las niñas del pueblo. Las diversas epidemias de cólera que azotaron Castellammare la impulsaron a fundar, en 1869, el instituto de las Religiosas Compasionistas, cuyo carisma —según palabras de la madre María Magdalena— es: "Compadecer con Jesús doliente y con la Virgen de los Dolores; por tanto, compadecerse del prójimo en todas sus necesidades, tanto del espíritu como del cuerpo". El 27 de mayo de 1871 mons. Petagna concedió al Instituto la erección canónica; el 10 de noviembre de 1893 el general de los Servitas firmó el decreto de agregación a la Orden; y, por último, el 10 de julio de 1928, el Papa Pío XI aprobó el Instituto.  Fueron innumerables las pruebas físicas y espirituales que la madre María Magdalena debió soportar en su camino hacia la santidad, pero contribuyeron a fortalecer su fe y su compromiso de servir totalmente al Señor. Murió de pulmonía el 13 de diciembre de 1921.  El 19 de agosto de 1929 su cuerpo fue trasladado al santuario del Sagrado Corazón, en Scanzano. El proceso de beatificación comenzó el 4 de abril de 1939. Con decreto pontificio del 7 de julio de 2003, Juan Pablo II la declaró venerable. Benedicto XVI, el 26 de junio de 2006, firmó el decreto de beatificación.  La semilla sembrada por sor María Magdalena de la Pasión se ha convertido hoy en un gran árbol, cuyas ramas se extienden más allá de los confines de su tierra natal: 24 comunidades en Italia y 14 en el extranjero (Canadá, México, Chile, India, Indonesia y Filipinas), 350 religiosas, 34 novicias y 35 postulantes.  Beatificada por Su Santidad Benedicto XVI el 15 de abril del 2007 en la Catedral Castellammare de Stabia. En el decreto de beatificación fijó el 5 de septiembre como su fiesta litúrgica. Reproducido con autorización de Vatican.va

Juana Francisca de Chantal, Santa
Diciembre 13 Co-Fundadora

Lucía, Santa
Diciembre 13 Mártir

Odilia u Otilia, Santa
Diciembre 13 Patrona de Alsacia

Juan Marinoni, Beato
Diciembre 13 Co-fundador de los Montes de Piedad

Judoco, Santo
Diciembre 13 Presbítero y Eremita

María Magdalena de la Pasión (Constanza Starace), Beata

93858 > Beati 7 Cavalieri Mercedari 13 dicembre


90511 > Sant' Antioco di Sulcis Martire 13 dicembre MR


92368 > Beato Antonio Grassi 13 dicembre MR


81220 > Sant' Aristone Martire 13 dicembre MR


81300 > Sant' Arsenio Monaco e taumaturgo 13 dicembre


93271 > Sant' Autberto Vescovo 13 dicembre MR


81250 > Santi Eustrazio, Aussenzio, Eugenio, Mardario ed Oreste Martiri 13 dicembre MR


81340 > Beato Giovanni Marinoni 13 dicembre MR


81325 > San Giudoco (Giudioco) di Piccardia Prete ed eremita 13 dicembre MR


25550 > Santa Lucia Vergine e martire 13 dicembre - Memoria MR


94808 > Beato Martino de Pomar Mercedario 13 dicembre


81200 > Sant' Odilia (Ottilia) di Hohenbourg Badessa 13 dicembre MR


81230 > Santi Pietro Cho Hwa-so e cinque compagni Martiri 13 dicembre MR

 

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Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:

“REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

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    Edição: 13-12-2012 – 10,00 H
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