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sábado, 15 de dezembro de 2012

vida dos Papas da Igreja Católica (6) - 15 de Dezembro de 2012

Caros Amigos:

Conforme escrevi em 11-12 continuo a transcrição das Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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SANTO ZEFERINO

Zeferino

Santo Zeferino

(De 199 a 217)

Foi eleito bispo de Roma em 8 de Agosto de 199, quando a Cristandade se via envolvida em lutas teológicas.

Na luta contra o modalismo, viu-se injustamente acusado por Tertuliano, e principalmente por Santo Hipólito, de conivente, tal como o seu braço direito, São Calisto. O papa procurou a conciliação e se não a conseguiu não pode ser acusado de conivente, pois defendeu sempre, claramente, a doutrina oposta da distinção das três pessoas reais num só Deus.

Condenou alguns dos maiores defensores do monarquianismo e lutou contra o renascer do montanismo, uma heresia com que Montano, originário da Frígia, alvoroçara as comunidades asiáticas, trinta anos antes.

São Zeferino viu, no governo do imperador Septímio Severo, em 202, o reacender das perseguições que aumentaram, e muito, o martirológio cristão. Terá também ordenado que os cálices e patenas, em vez de madeira, fossem de vidro, e também, a obrigação de comunhão pela Páscoa a partir dos 14 anos.

Com a morte de Septímio Severo, em 211, as perseguições cessaram, nas quando em 217 morreu o seu filho e sucessor o imperador Caracala, sucedeu-lhe Macrino no governo do Império, que recomeçou as perseguições e mandou prender São Zeferino, que morreu martirizado nesse ano de 217.

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SÃO CALISTO I

Calisto I

Santo Calisto I

(De 217 a 222)

Já liberto da escravatura e de ter trabalhado, como castigo, nas minas da Sardenha, aperfeiçoou-se na doutrina cristã, que ensinava aos seus vizinhos.

São Zeferino fê-lo diácono e nomeou-o para dirigir a ampliação de um cemitério entre a Via Ápia e a Ardeatina, que hoje se conhece como as catacumbas de São Calisto.

O seu pontificado beneficiou de uma acalmia concedida aos cristãos pelos imperadores Heliogábalo e Alexandre Severo. Contudo, a Igreja continuava a ser atacada pelo sabelianismo. Santo Hipólito, que já tinha atacado Calisto quando este era o braço direito do papa São Zeferino, continuava no exagero das mesmas acusações, chegando a acusar São Calisto de heresia trinitária na identificação do Pai e do Filho na mesma pessoa, como defendiam os monarquianistas. As afirmações de Santo Hipólito não encontraram grande acolhimento e até o apologeta Tertuliano, que combatia o bispo de Roma, jamais a atribuiu a São Calisto.

Com grande clarividência, São Calisto entendeu aliviar o rigor da disciplina eclesiástica contra os pecados de adultério e luxúria, facilitando, ao mesmo tempo, a readmissão dos hereges e cismáticos arrependidos. Daí o édito que promulgou e que pretendia que se perdoassem pecados da carne. No entanto, alguns, inspirando-se em Tertuliano, exigiam que se declarassem irremissíveis o aborto e também a apostasia. de um modo geral os bispos seguiram os preceitos do perdão de Calisto.

Morreu a 14 de Outubro de 222.

 

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SANTO HIPÓLITO – (Antipapa)

 

Santo Hipólito

(De 217 a 235)

Santo Hipólito, tal como Tertuliano (ano 217), já atacara São Zeferino, acusando-o de defender a heresia do modalismo, quando, na verdade, defendia a doutrina oposta da distinção das três pessoas num só Deus.

Eleito São Calisto como bispo de Roma, santo Hipólito continuou a sua luta chegando a acusá-lo de heresia trinitária, o que não era verdade.

Santo Hipólito, no seu reacionarismo exagerado, chegaria a entrar no cisma, erro de que só se libertaria em 235, na Sardenha, para onde tinha sido desterrado, quando se reconciliou com o papa São Ponciano, mas ambos foram martirizados com prolongados tormentos e trabalhos forçados, por ordem de Maximiano da Trácia, que, chegando ao poder, tinha renovado a perseguição aos cristãos.

O corpo de Santo Hipólito, tal como o do papa São Ponciano, foram levados da Sardenha para o cemitério de São Calisto, em Roma, anos mais tarde, devido às diligências do bispo de Roma São Fabião.

Continua:…

Post colocado em 15-12-12 – 11H00

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1500-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - “Êxodo” - “33” - 15 de Dezembro de 2012


antoniofonseca1940@hotmail.com

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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1500 - 2ª Página

15 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

Ê X O D O
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Moisés
A MISSÃO DE MOISÉS

33 – AMEAÇAS E PROMESSAS DIVINAS – O Senhor disse a Moisés: «Vai, parte daqui com o povo que fizeste sair do Egipto; ide para a terra que prometi a Abraão, a Isaac e a Jacob dizendo: Dá-la-ei à tua posteridade. Enviarei um anjo à tua frente, e expulsarei os cananeus, os amorreus, os heteus, os heveus e os jebuseus. Ide para essa terra, onde corre leite e mel. Mas Eu não irei convosco, porque sois um povo de cerviz dura e poderia aniquilar-vos no caminho». Ao ouvir estas duras palavras, o povo ficou mergulhado em tristeza e ninguém ousou adornar-se. O Senhor disse então a Moisés: «Dize aos filhos de Israel: sois um povo de cerviz dura. Se Me encontrasse, um instante apenas, no meio de vós, aniquilar-vos-ia. Deponde, pois, todos os vossos ornamentos, e verei depois o que vos devo fazer». Os filhos de Israel despojaram-se dos seus adornos, ao partir do monte Horeb. Moisés pegou na tenda e foi colocá-la a certa distância do acampamento. Deu-lhe o nome de tenda da reunião. E todos aqueles que desejavam consultar o Senhor nalguma dificuldade, iam à tenda da reunião, fora do acampamento. Quando Moisés se dirigia para a tenda, todo o povo se erguia, permanecendo cada um à entrada da própria tenda, para o seguir com os olhos, até Moisés entrar na tenda. Logo que Moisés entrava na tenda, a coluna de nuvem descia e mantinha-se à entrada, e o Senhor falava com Moisés. E ao ver a coluna  da nuvem que permanecia à entrada da tenda, todo o povo, de pé, à entrada de cada tenda, se prostrava nesse mesmo lugar. O Senhor falava com Moisés, frente a frente, como um homem fala com o seu amigo. Moisés voltava em seguida para o acampamento, mas Josué, o seu servidor, homem ainda novo, filho de Nun, não se afastava do interior da tenda.

A misericórdia de DeusMoisés disse ao Senhor: «Dizeis-me: Conduz o povo; mas não me dais a saber quem indicareis para me acompanhar. E, contudo, disseste-me: conheço-te pelo nome e achaste graça aos Meus olhos. Se é verdade que achei graça aos Vossos olhos, revelai-me as Vossas intenções e que eu Vos conheça a fim de achar graça aos Vossos olhos. Considerai que esta nação é povo Vosso». O Senhor respondeu: «A minha face irá diante de ti, e dar-te-ei descanso». Moisés disse: «Se a Vossa face não vier connosco, não nos obrigueis a partir deste lugar. Como havemos de saber que eu e o povo achamos graça aos Vossos olhos? Para isso, não será indispensável que caminheis connosco? É a única forma de nos distinguirmos, eu e o Vosso povo, de todas as nações da terra». O Senhor retorquiu: «Farei o que Me pedes, porque achaste graça aos Meus olhos, e conheço-te pelo nome». Moisés disse: «Mostrai-me a Vossa glória». E Deus respondeu: «Farei passar diante de ti toda a Minha bondade, e proclamarei diante de ti o nome de Javé. Concedo a Minha benevolência a quem Eu quiser, e uso de misericórdia com quem for do Meu agrado». O Senhor acrescentou: «Mas não poderás ver a Minha face, pios o homem não pode comtemplar-Me e continuar a viver». O Senhor disse: «Está aqui um lugar próximo de Mim; conservar-te-ás sobre o rochedo. Quando a Minha glória passar, coloca-te-ei na cavidade do rochedo e cobrir-te-ei com a Minha mão, até que Eu tenha passado. retirarei a mão, e poderás então ver-Me por detrás. Quanto à Minha face, ela não pode ser vista».

 

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A Arca da Aliança

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15 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1500-1 - (350-12) - SANTOS DE CADA DIA - 15 de Dezembro de 2012 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Hoje edita-se o Nº   1   5 0 0   do meu blogue

15 de Dezembro de 2012

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Nº 1500-1 - (350-12)
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Nº 1500-1 – (350-12)

MARIA CRUCIFICADA DE ROSA, Santa

Fundadora (1855)

Mara de la Rosa, Santa

María de la Rosa, Santa

Alcandorada num dos últimos promontórios alpinos, no meio de dois lagos, a cidade italiana de Bréscia reúne na sua topografia lombarda o carácter de plana e de montanhosa ao mesmo tempo. Nos campos cultiva-se a videira e o arroz, e os seus habitantes têm tido fama de artistas e de belicosos. Rematada por uma cidadela, foi, desde a antiguidade, ambicionado baluarte para os beligerantes e nela se reuniram as artes renascentistas e a indústria, principalmente de sedas. O quadrante da sua formosa torre do Relógio contou infinitas vezes as vinte e quatro horas, em que se encontra dividido, com trepidante energia nos momentos de alegria e com torturante calma nas jornadas de desgraça. E um desses momentos de alegria deve ter sido, sem dúvida, o anúncio da chegada de Clemente di Rosa com a condessa Camila Albani. Acabava de nascer Santa Maria Crucificada di Rosa, cujo nome foi no mundo Paula Francisca Maria. Fundadora das Servas de Caridade, a sua vida decorrem, períodos críticos para a Igreja e para a Europa. Os espantosos males produzidos pela revolução anticristã continuavam na maioria dos Estados, no tempo em que os Papas eram levados para desterro. Quase a coincidir com o nascimento dela, Pio VII regressa a Roma e o Congressos de Viena põe fim ao reinado do primeiro imperador dos franceses. As arbitrariedades levadas a cabo pelas potências vencedoras, ao marcarem a divisão do velho continente, acendem de novo a mecha da discórdia entre os povos, cujo anseio de independência e união começara. Neste clima desenvolve as suas atividades Maria Crucificada. Primeiro a peste e depois as guerras contra os Austríacos deixam no solo italiano um rasto de desolação e de carências que há-de permanecer durante quase todo o século XIX. A sua obra caritativa é abençoada por todos os que sofrem e estende-se prodigiosamente por toda a região setentrional: Údine, Civadale e Trieste recebem as novas religiosas, que abrem orfanatos e tomam a seu cargo os empestados e doentes. Mas para chegar a isto, teve de percorrer longo e árduo caminho. De nobre linhagem, a sua infeliz infância viu-se cortada pela morte da mãe, ocorrida apenas quando contava doze anos. O pai decidiu entregar a educação dela às religiosas da Visitação (Salésias), às quais pouco antes tinha feito doação dum convento na cidade. Quando terminou , ao cabo de cinco anos, já ela possuía todos os conhecimentos necessários a uma jovem família distinta e professava grande admiração por S. Francisco de Sales. Começa a germinar na Itália o nacionalismo latente. As sociedades secretas conspiram e enchem a juventude de ardente entusiasmo pela unidade total e de ódio profundo contra o Pontífice Romano e contra a Áustria. Gregório XVI ascende ao Sólio pontifício e, embora energético e baluarte zeloso dos princípios eclesiásticos, não consegue desterrar a irreligiosidade para fora duma sociedade corrompida pelo trato que teve com as tropas e as ideias francesas. A família Di Rosa, numerosíssima , precisa duma boa administradora doméstica e Paula toma a seu cargo a tarefa, desempenhando-a com grande acerto. Nesta situação continua algum tempo, até que o pai, julgando-a em idade de contrair matrimónio, lhe propõe o casamento com um rapaz da nobreza. A ideia não deixa de desgostar a futura Santa, que desejava seguir por outros caminhos de virtude; e busca a intercessão junto do pai num arcipreste da catedral, Faustino Pinzoni. Este homem, de esmerada educação e grande prudência, consegue de Clemente di Rosa que Paula Francisca siga as suas inclinações. A sua radical mudança de vida não se dá, porém, antes de 1836, data em que a peste invade a Itália. Já antes, ao mesmo tempo que se ocupava da casa, tinha ela começado a preocupar-se , e a considerar em todo o seu valor, os problemas de toda a índole das operárias e das pobres; os empregados de fiação que o pai tem nas vizinhanças de Bréscia já o tinham sentido nela frequentemente. Mas foram os estragos que a peste causou em Brescia, aquilo que motivou o passo definitivo. Com o conselho favorável do sobredito arcipreste, pede licença ao pai a fim de se ocupar dos empestados; depois de algumas vacilações, ei-la de posse da autorização paterna e a caminho da sua vocação verdadeira. No hospital encontra outra mulher, também de nobre linhagem, Gabriela Bernato, e as duas juntas apresentam-se nos postos de socorro, sendo tão bem, recebidas que muitas enfermeiras se mostraram «ofendidas». Durante o verão de 1848, morre o seu diretor espiritual e conselheiro, o arcipreste Pinzoni, Sopravam já pela Europa ventos revolucionários, ameaçando levar a guerra ao Norte da Itália. Assim aconteceu pouco depois, quando os habitantes de Bréscia obrigaram a guarnição austríaca a capitular. Produziu-se depois na cidade uma situação trágica que durou mais de dez dias, nos quais as Servas da Caridade não tiveram um minuto de descanso. Já antes lhe tinha sido confiado o hospital militar de S. Lucas, quando veio a estalar de novo a guerra contra a Áustria. A cidade de Bréscia negou-se a capitular e por isso sofreu intenso bombardeamento. Uma vez tomada, houve bárbara repressão em todos os seus habitantes, sem respeito por condição ou sexo. O trabalho voltou a ser outra vez esgotante e as Irmãs tiveram de multiplicar-se para atender a tantos feridos. Nessa altura, entrava já no terceiro ano o longo pontificado de Pio IX. Diante dele apresenta-se Paula Francisca, no Outono de 1850, para solicitar a aprovação pontifícia do seu Instituto. Bastam-lhe dois meses para o conseguir, e em 1852 a fundadora e as 25 primeiras Irmãs fazem diante do Bispo os três votos religiosos e acrescentam-lhe o propósito de dedicar a sua vida ao cuidado dos doentes e empestados. A ereção canónica da Congregação foi sinal do seu rápido propagar-se. Mas isso não deve fazer-nos pensar num caminho de rosas; desde que a santa se instalou com três companheiras nas vizinhanças do hospital, aí por 1840, para melhor atenderem aos doentes , foi preciso suportar muitas contrariedades. Um médico fala delas na imprensa local, dedicando-lhes os maiores elogios, mas simultaneamente despertaram-se à volta delas polémicas duras, considerando-se a entrada de religiosas nos centros de beneficência como vulgar intromissão. Sofrem a hostilidade dos médicos e administradores militares, que preferem nos seus hospitais enfermeiras leigas, e a maledicência popular revela-se nos seus comentários desfavoráveis ao novo Instituto. Para cúmulo, o governador de Milão impõe-lhes condições inadmissíveis e informa desfavoravelmente quando pretendem que se lhes reconheça um estatuto legal. Apesar disso, a atividade delas multiplica-se. A comunidade reúne já 22 membros e o trabalho abnegado em prol da humanidade vai causando, pouco a pouco, a admiração de todos os que a conhecem e de todos os que ouvem falar da benéfica assistência social que exercem. Este ministério, ao mesmo tempo que atende aos doentes, procura recolher os desamparados, ensinar os surdos-mudos. E aparece ainda tempo para as freiras aprofundarem estudos religiosos superiores. O governador continua, apesar de tudo, a não conceder a sua autorização. Por isso, vê-se a fundadora obrigada a abandonar o hospital da cidade lombarda. Diante de tal perspectiva, o povo indigna-se, e o bispo, e o governador de Veneza apressam-se, influindo em seu favor até conseguirem a autorização oficial. A morte de Gabriela Bornati, sucedida então, privou a Santa da melhor colaboradora. A estas amarguras e estes sofrimentos juntou-se ao mesmo tempo terrível aridez. A saúde, sempre frágil, foi também grande obstáculo que teve de vencer, com a força da vontade, durante quarenta anos de trabalho. A sua resignação era tal, que , ao escolher o nome monástico, optou por um que lhe recordasse a sua vida de sacrifício: Maria Crucificada. Reconhecida já a sua obra oficialmente no campo civil em 1852, agravaram-se-lhe os padecimentos físicos, até ao ponto de muitos temerem pela sua vida durante vários meses. A repentina melhoria sentida na Sexta feira Santa de 1855 foi considerada como facto milagroso e anúncio de que a Providência lhe reservava ainda alguma missão para cumprir. Com efeito, antes de morrer detém uma ameaça de cólera em Bréscia e funda os conventos de Spálato, na Dalmácia, e Bussolengo, junto de Verona. Finalmente, volta a recair na sua enfermidade, em Mântua , e pede que a transfiram para a sua cidade natal, a fim de nela morrer. Assim acontece, e três semanas mais tarde deixa de existir. A 15 de Dezembro de 1855, o sino da torre do Relógio de Bréscia reboava tons de amargura e de glória ao mesmo tempo. Praticara sem limites insigne caridade. deixava uma instituição respeitada por todas as classes e ideologias. Hoje, as suas filhas encontram-se espalhadas pelas cinco partes do mundo, levando a mensagem do catolicismo mais vivo e convincente: o amor a quem sofre. Foi beatificada em 1940 e canonizada em 1954, por Pio XII. Do livro SANTOS DE CADA DIA, em www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. www.santiebeati

MESMIN, Santo

Abade (meados do séc. V)

Fundou em Micy, perto de Orleães, numa propriedade que lhe dera Clóvis, um mosteiro que governou como abade até à morte. Nas vizinhanças havia uma gruta de que ninguém se avizinhava pois, segundo se dizia, era o covil dum dragão. Mesmin, com as suas orações, conseguiu que este animal desaparecesse;e muitas vezes, em seguida, retirava-se para lá, a fim de meditar em paz. Mostra-se ainda esta gruta, onde o Santo quis ser enterrado, por baixo da capela que tem o seu nome. Morreu por meados do século VI. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt

NINA ou CRISTINA, Santa

meados do séc. IV

Os Georgianos consideram-na o instrumento providencial da sua conversão. Era uma escrava que vivia na Grécia, nos princípios do século IV. Teria sido levada cativa para essa terra por guerreiros vitoriosos? Ou teria lá procurado voluntariamente asilo, fugindo à perseguição que se desencadeara na sua pátria? Ninguém sabia donde ela tinha vindo; só a conheciam pelo nome de Cristina ou Nina (cristã). Era humilde e caritativa e fazia-se estimar. Quando alguma criança caía doente nessas regiões, a mãe levava-a de porta em porta, a fim de consultar as vizinhas sobre os melhores remédios a aplicar. Um dia, foi ter com Nina uma pobre mulher, levando nos braços um menino moribundo. Ao vê-lo, Nina disse: «Eu não posso fazer nada, mas Deus Todo-Poderoso pode restituir-lhe a saúde, se for essa a sua vontade». Deitou o moribundo no seu próprio catre, cobriu-o com o seu cilício, orou a Deus em nome de Cristo e, a seguir, restituiu à mãe o filho curado. A fama deste milagre chegou aos ouvidos da rainha da Geórgia, que estava a morrer de doença desconhecida. Pediu ela que lhe chamassem Nina, mas esta, cuja inocência já tinha corrido muitos perigos, respondeu: «O meu lugar não é em palácio». Foi então a rainha ter com a escrava e recuperou a saúde. Tanto ela como o rei Miriam quiseram recompensá-la com ricos presentes, mas Nina recusou-os, dizendo: «A única coisa que me faria feliz seria ver-vos abraçar a religião cristã». Miriam levou muito tempo a tomar essa decisão, mas um dia, correndo grave perigo numa caçada às feras, prometeu que, se escapasse, se faria cristão. Sabe-se efetivamente que, cerca do ano de 325, ele pediu a Constantino que lhe enviasse missionários. O Imperador enviou-lhe o bispo Pedro e o sacerdote Jacob, que batizaram «todos os habitantes da sua capital», lançando assim os fundamentos do Cristianismo nesse país. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas,.pt

JOÃO HENRIQUE CARLOS STEEB, Beato

Fundador (1773-1856)

Carlos Steeb, Santo

Carlos Steeb, Santo

Este Servo de Deus, luterano, convertido, sacerdote e fundador de um instituto religioso, veio ao mundo em Tubinga (Alemanha), a 18 de Dezembro de 1773, faleceu em Verona (Itália), a 15 do mesmo mês de 1856, e foi beatificado por Paulo VI em 6 de Julho de 1975. A sua conversão ao catolicismo deu-se aos 18 anos. Por causa disso teve muito que sofrer, porque a família, furiosa, cortou relações com ele, e deixou de lhe fornecer qualquer subsídio para viver. Deus, porém, não o abandonou e pessoas amigas o socorreram e lhe permitiram continuar os estudos. No dia 8 de Setembro de 1796 recebeu a ordenação sacerdotal. Consagrou a sua vida a tratar dos pobres e doentes no hospital de Verona, a dar assistência aos militares franceses e alemães envolvidos em frequentes guerras na Itália. Preocupou-se também com levar a verdade católica aos irmãos luteranos. A tudo isto era movido pela caridade ardente que lhe abrasava o coração. Para alargar o âmbito do seu trabalho apostólico, com a cooperação de Luísa Poloni, fundou em 2 de Novembro de 1840 o Instituto das Irmãs da Misericórdia de Verona, que desde 1971 se encontram em Portugal e têm por finalidade a assistência aos doentes, especialmente deficientes, e a pastoral da juventude. Na altura da fundação, o Padre Steeb e a sua cooperadora apresentaram como finalidade da obra: honrar Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitado e modelo da verdadeira caridade, servindo-O corporal e espiritualmente nas pessoas dos pobres, doentes, crianças, prisioneiros e em quaisquer outros necessitados. Em apêndice às Constituições havia normas especiais para as religiosas ocupadas em obras paroquiais e na educação das meninas. A espiritualidade do Instituto era, pois, baseada na de S. Vicente de Paulo, que o Padre Steeb resumiu em três pontos, caridade, humildade e simplicidade. À morte do fundador , a 15 de Dezembro de 1856, o Instituto contava 9 casas, 81 religiosas e 13 noviças. Atingiu o máximo desenvolvimento em 1950, com 2 400 religiosas. Em 1987 tinha baixado para 1863, membros em 218 casas. AAS 67 (1975) 465-8; DIP 8, 1914-16. Do livro SANTOS DE CADA DIA, em www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. www.santiebeati

VIRGINIA CENTURIONE BRACELLI, Beata

Fundadora (1587-1651)

Virginia Centurione Bracelli, Santa

Virginia Centurione Bracelli, Santa

Filha do doge Jorge Centurione, nasceu em Génova (Itália), no dia 2 de Abril de 1587, e aí faleceu em 1651. Na mesma cidade foi beatificada por João Paulo II, na presença de umas cem mil pessoas, no dia 22 de Setembro de 1985. Como decorreu a vida desta Serva de Deus? O Santo Padre no-lo informa, em parte, na homilia de beatificação: «Enviuvando, ainda muito jovem, acolheu o convite do Senhor ao servi-Lo nos seus pobres. “Quero servir só a Ti que não podes morrer”; esta era a oração de Virgínia diante do Crucificado.Quero que tu Me sirvas nos meus pobres”, foi a resposta do Senhor». Virgínia dedicou-se em primeiro lugar às crianças abandonadas da sua cidade, a fim de que não se tornassem vítimas, pela miséria social, de misérias morais ainda mais humilhantes. A fim de lhes assegurar quanto era necessário para uma vida digna, hospedou-as antes na sua casas, e fez-se ela mesma, de nobre que era, mendicante. A paixão da caridade conduziu-a, embora no meio duma sociedade nobre, rica, ciosa dos próprios privilégios, a imitar a Cristo, o Qual,sendo rico, Se fez pobre por nós(2 Cor 8, 9). A meditação do mistério do Calvário permitiu-lhe compreender de modo concreto e efetivo a mensagem da sabedoria do livro de Tobias: “É boa a oração com o jejum e a esmola, acompanhada pela justiça. Melhor é dar esmola que acumular tesouros” (Tob 12, 8). Ao fazer-se então pobre por amor de Cristo, vivo nos seus pobres, Virgínia deu vida a um tipo de caridade que não se reduzia ao simples socorro, mas programava um empenho de verdadeira promoção humana. Ela quis fazer o possível para assegurar aos mendigos condições sociais aceitáveis e não desprovidas quanto ao futuro. Antecipou assim, de modo genial, o sentido moderno de assistência, ensinando a fazer frutificar os dons da caridade e ajudando, com delicada pedagogia, o indigente a sair da triste mentalidade induzida pela miséria, e a tornar-se responsável de si mesmo. Ir ao encontro dos pobres para isto, também a domicilio, no coração dos quarteirões mais humildes e miseráveis da cidade, foi empenho peculiar que reservou a si mesma quando orientou as “Damas” e as “Auxiliares da Misericórdia” no serviço que prestavam aos necessitados, pois havia compreendido que a caridade de Cristo não espera o miserável, mas o procura, o acompanha na sua indigência, por puro amor. Se nos perguntarmos de onde provinham a força e a coragem para uma tão grande dedicação e para tanto trabalho, encontrámos que no centro da sua vida atuava a contemplação do Crucificado; o Jesus do Calvário, sempre presente, amado e invocado de modo especial nos momentos mais críticos da sua vida pessoal e da vida das suas fundações. Com o Apóstolo Paulo, Virgínia podia dizer: “Vivo na fé do Filho de Deus, que me amou e Se entregou a Si mesmo por mim” (Gál 2, 20)». Em 1631 fundou a Congregação de Nossa Senhora do Refúgio do Monte Calvário, para cuidar dos doentes nos hospitais, lazaretos e leprosarias, educação da juventude e reabilitação das jovens arrependidas. Ela começou a formar a Congregação em 1630, quando na Ligúria lavrava uma epidemia. recolhia as meninas órfãs num ex-convento franciscano do Monte Calvário. AAS 78 (1986)= 968-71; L’OSS. ROM. 29.9.1985. DIP 2, 764-5; 421-12. Do livro SANTOS DE CADA DIA, em www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. www.santiebeati - Reproduzido com autorização de Vatican.va

 

Maximino, Santo
Sacerdote,

Etimológicamente significa “ el más grande”. Viene de la lengua latina. Juan dice: “Andrés, el hermano de Simón Pedro, había oído a Juan y había seguido a Jesús. Encuentra a su hermano Simón y le dice: Hemos encontrado al Mesías (que se traduce Cristo)”. Maximino era sumamente conocido en Verdun por su vida y la e de su tío, el sacerdote Hospocio. Este tuvo que hacer de diplomático ante el rey Clodoveo a causa de una sublevación que el pueblo llevó a cabo contra el monarca. Desde luego, gracias a su humildad y a su insistencia, el buen sacerdote logró que el rey perdonara a su pueblo. Pero a cambio, el rey le pidió que se fuera con él a la corte de Orleáns acompañado de su sobrino. Y se fueron. Sin embargo, la corte no era el mejor sitio para que é pudiese ejercitar su apostolado de sacerdote. Cansados de esta clase de vida, le rogaron al rey que les permitiese salir del palacio. Le pidió también un lugar en el que pudiera edificar un monasterio. El soberano, que lo quería mucho, consintió. Y efectivamente, se construyó el monasterio. Y cuentan que eran tan observantes los monjes que pronto se convirtió en un semillero de vocaciones y de monjes santos. Además de sus plegarias y trabajo en la huerta, se dedicaban a socorrer a los pobres y les ayudaban en varias calamidades que se vinieron sobre aquella región. Maximino, ya de sacerdote, hizo grandes obras para su pueblo antes de morir en el año 520. ¡Felicidades a quien lleve este nombre. “En mar tranquila todos son buenos pilotos” (Siro).

Urbicio, Santo
Biografia,

Urbicio, Santo

Urbicio, Santo

Simpático santo mitad español y mitad francés. Urbicio o Urbe no es recordado porque ejerciera funciones eclesiásticas, quiero decir que no fue cura, ni fraile, ni obispo, ni papa. Tampoco es celebrado como mártir que sufriera crueles tormentos y entregara cruentamente su vida por la religión. No se debe su veneración a funciones de gobierno hechas ejemplarmente con visión cristiana de las realidades temporales, como sucede con tantos reyes y gobernantes cuya gestión les sirvió para ejercitar de modo heroico las virtudes. Ni es fundador de una familia religiosa. Ciertamente esto es a lo que nos tiene acostumbrados la más común hagiografía de los santos. La leyenda sobre su vida nos lo presenta como nacido en Burdeos. Los moros que dominan España entran en Aquitania y lo hacen cautivo, cuando sólo tenía catorce años, junto con su madre Asteria. Madre e hijo llevan a partir de entonces su esclavitud con espíritu cristiano y anhelando siempre el tiempo de su liberación. Cuando la consigue Asteria, todos sus esfuerzos van encaminados a recaudar fondos con los que liberar a su hijo; pero, muere sin llegar a conseguirlo. Vive Urbicio en su cautiverio, y de modo ejemplar, aquellas virtudes que el Apóstol Pablo recomienda a los esclavos cristianos en las relaciones con sus dueños: sirve a su amo pensando que sirve al Amo de todos, se ejercita en la humildad, da ejemplo de honradez y de pureza; se hace notar por su continua y sincera piedad. El asunto de su libertad, estando en tierra hispana, lo tiene puesto es las manos de los niños santos de Alcalá, los santos Justo y Pastor. Su libertad, cuando llega, la atribuye a la intercesión de estos santos de los que se siente deudor. Programa y realiza un viaje de agradecimiento a Alcalá y, viendo allí los peligros de profanación a que están expuestas las reliquias, las roba y lleva consigo a Burdeos. La última fase de su vida se sitúa en Huesca donde está retirado y entregado a la oración, en completa pobreza y dura penitencia. En el valle de Nocito reproduce el antiguo estilo de los anacoretas egipcios. La gente del lugar visita al hombre santo ansiosa de recibir la instrucción cristiana que sale firme y bondadosa de su boca, se admira de su austeridad y se siente movida al amor a Dios y caridad con el prójimo ante su ejemplo. Muere en el año 802. El piadoso relato, adornado con recursos imaginativos, posiblemente supuso una ayuda importante para los cristianos que, en aquel momento histórico, sufrían duramente por el hecho de ser discípulos de Jesucristo. Quizá mantuvo en la fe a muchos y a lo mejor hasta les animó a practicar con valentía la piedad concomitante a la fe. Incluso debió responsabilizar a más de uno a ser catequista —apóstol— para los demás. Hoy también nos vendría bien el impacto de unos cuantos "Urbes" bien repartidos por el Orbe. Seguro que existen. Sólo hay que descubrirlos.

Urbicio, Santo
Diciembre 15 Biografía

María de la Rosa, Santa
Diciembre 15 Fundadora

Carlos Steeb, Santo
Diciembre 15 Sacerdote

Maximino, Santo
Diciembre 15 Sacerdote

Virginia Centurione Bracelli, Santa
Diciembre 15 Viuda

90686 > San Bacco (Dahhat) il Giovane 15 dicembre


35700 > Beato Carlo Steeb Sacerdote 15 dicembre MR


94727 > Sant' Ilarione Arcivescovo di Vereiya 15 dicembre (Chiese Orientali)


94812 > Beato Marco Mercedario 15 dicembre


90515 > Beata Margherita Fontana Vergine 15 dicembre


35650 > Santa Maria Crocifissa (Paola) di Rosa Vergine 15 dicembre MR


94810 > Beata Maria della Pace Vergine mercedaria 15 dicembre


95515 > Beate Maria Jula Ivanisevic e 4 compagne Martiri del Drina 15 dicembre


81550 > Beata Maria Vittoria de Fornari Strata Vedova e religiosa 15 dicembre MR


91389 > Beato Marino Abate di Cava dei Tirreni 15 dicembre MR


81560 > San Massimino di Micy Abate 15 dicembre MR


94025 > Beato Paolo Gracia Sanchez Coadiutore salesiano, martire 15 dicembre


94031 > Beato Raimondo Eirin Mayo Coadiutore salesiano, martire 15 dicembre


81540 > San Valeriano di Avensano Vescovo 15 dicembre MR


90296 > Santa Virginia Centurione Bracelli 15 dicembre MR

 

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Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:

“REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

  • Tero1 - Cpia
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    Edição: 15-12-2012 – 10,00 H
    ANTÓNIO FONSECA
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