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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Vida dos Papas da Igreja Católica (9) - 18 de Dezembro de 2012

 

Caros Amigos:

Conforme escrevi em 11-12 continuo a transcrição das Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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SANTO LÚCIO I

Lúcio I

Santo Lúcio I

(De 253 a 254)

Eleito em 25 de Junho de 253, teve um pontificado muito curto, cerca de nove meses.

Desterrado para a Sardenha, como o seu antecessor, São Cornélio, voltou a Roma a seguir à morte do imperador Galo.

Lúcio I morreu poucos meses depois, de morte natural, dado que o imperador Valeriano se mostrava condescendente com os cristãos.

Tomou duas decisões que se recordam: proibiu que homens e mulheres que não fossem do mesmo sangue coabitassem e declarou ilícito que os eclesiásticos convivessem com as diaconisas, embora estas os acolhessem por razões de caridade.

Ordenou também que o pontífice, nas suas viagens, fosse acompanhado por três diáconos e dois sacerdotes, pelo menos.

Segundo São Cipriano deixou escrito, São Lúcio condenou os hereges novacianos, que se recusavam dar a absolvição e a comunhão aos pecadores arrependidos.

Ao morrer o seu corpo foi sepultado no Cemitério de São Calisto, onde se encontrou uma lápide sepulcral com o seu nome. Atualmente os seus restos mortais estão na Igreja de Santa Cecilia, em Roma, e algumas das suas relíquias em Bolonha.

 

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SÃO ESTÊVÃO

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Santo Estêvão

(De 254 a 257)

Assumiu o pontificado em 12 de Maio de 1254, pouco depois de o imperador Valeriano subir ao trono.

Travou grande polémica com São Cipriano, bispo de Cartago, por uma questão melindrosa no campo doutrinal. Tudo porque durante o pontificado de o Fabião, um édito do imperador Décio (249) ordenara que todas as  famílias romanas oferecessem um sacrifício propiciatório aos deuses. Os que anuíssem  receberiam um certificado de cidadania livre e pacifica. O édito pretendia atingir principalmente os cristãos e foram muitos os que obedeceram ao decreto imperial. Os crentes condenaram, esta atitude considerando-os apóstatas separados da Igreja.

A maioria deles, porém pretendiam continuar a ser cristãos e participar nos sacramentos. E por isso se gerou uma divergência fundamental: podiam ser admitidos, sem mais, depois da indispensável penitência, ou deveriam ser de novo batizados?

O bispo de Cartago, São Cipriano, opunha-se intransigentemente à readmissão sem baptismo, sendo Santo Estevão de opinião contrária, afirmando que o batismo não se poderia, de modo algum, repetir, pois os pecados, mesmo a heresia ou apostasia, não o conseguiam anular.

São Cipriano, teimando na sua teoria, chega mesmo a reunir dois sínodos em Cartago, em 255 e em 256, nos quais faz prevalecer os seus argumentos, o que anuncia a Santo Estevão.

São Cipriano e o papa continuaram em desacordo, mas é de destacar o bom senso de Santo Estevão, que, mesmo não transigindo, preferiu evitar qualquer atitude drástica, permitindo que o bispo de Cartago continuasse a julgar-se dentro da ortodoxia. Um século depois, Santo Agostinho, analisando esta questão, não hesita em afirmar que a tradição mais genuína estava a favor de Santo Estevão.

No ano de 257, reacendeu-se a perseguição aos cristãos, movida por Marciano, um ministro de Valeriano, que pretendia encher os cofres do Estado à custa do espólio dos cristãos, sendo Santo Estevão uma das vítimas da perseguição, pois, segundo o Liber Pontificalis terá sido degolado em 2 de Agosto de 257, quando celebrava a missa. O seu corpo, junto à cadeira em que foi crucificado, sepultaram-no no cemitério de São Calisto, de onde trasladaram a cabeça para Colónia, onde ainda continua a ser venerada.

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SÃO SISTO II

Sisto II

São Sisto II

(De 257 a 258)

Assumiu o pontificado em 30 de Agosto de 257, no mesmo dia em que os guardas do imperador prendiam São Cipriano, bispo de Cartago.

São Sisto não fez qualquer cedência doutrinal quanto à questão da divergência de São Cipriano com o seu antecessor Santo Estevão, mas aceitou o abraço com que São Cipriano se reconciliou com  a Igreja de Roma, antes de ser martirizado.

As perseguições aumentam. O acólito São Tarcísio é desfeito em pedaços e São Lourenço, diácono de São Sisto, ao ser imitado pelo prefeito da cidade para lhe entregar os tesouros da Igreja, aponta-lhe uma multidão de pobres, enfermos, órfãos e viúvas, gritando «Eis os tesouros da Igreja!», sendo por isso condenado a morrer queimado e, segundo a tradição, assado numa grelha.

A ferocidade era tanta que alguns cristãos surpreendidos pelos soldados a celebrar a eucaristia numa cripta da Via Salária ali foram emparedados vivos. Em Útica, decapitaram 150 mártires, celebrados por Santo Agostinho, num sermão em que ficaram conhecidos por «massa cândida».

O próprio São Sisto foi degolado na cadeira onde instruía os cristãos no Cemitério de Pretextato, a 7 de Agosto de 258.

Continua:…

Post colocado em 18-12-12 – 11H00

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1503-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Êxodo - “36” - 18 de Dezembro de 2012


antoniofonseca1940@hotmail.com

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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1503 - 2ª Página

18 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

Ê X O D O
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Moisés
A MISSÃO DE MOISÉS

36 – «Beçalel, Oholiab e todos os homens esclarecido que o Senhor dotou com inteligência e capacidade para executar todos os trabalhos destinados ao santuário, executarão completamente as instruções recebidas do Senhor». Moisés chamou Beçalel, Oholiab e todos os homens capazes que o Senhor dotara de inteligência, todos aqueles cujo coração estava disposto a empreender a execução deste trabalho. E eles receberam de Moisés todas as ofertas que os filhos de Israel lhe tinham levado para efetuar os trabalhos necessários ao serviço do santuário.

Moisés põe termo às ofertas – Como todas as manhãs o povo continuava ainda a levar ofertas voluntariamente, os homens esclarecidos, que estavam ocupados nos trabalhos do santuário, deixaram as tarefas que tinham entre mãos e foram dizer a Moisés: «O povo traz muito mais do que o necessário para executar a obra que o Senhor mandou fazer». Então, por ordem de Moisés, anunciou-se no acampamento o seguinte: «Ninguém, seja homem ou mulher, levará mais ofertas para o santuário». Impediu-se assim que o povo continuasse a levá-las. Os materiais reunidos eram mais do que o preciso para todos os trabalhos a realizar.

A construção do tabernáculo – Os mais hábeis entre os artífices fizeram o tabernáculo, utilizando dez tapeçarias de linho retorcido, púrpura violácea, púrpura escarlate, púrpura carmesim, com  os querubins artisticamente bordados. O comprimento de cada tapeçaria era de vinte e oito côvados; todos eram da mesma medida. Uniram-se cinco destas tapeçarias num conjunto e cinco noutro. Colocaram-se laços de púrpura violácea na orla da tapeçaria que terminava cada um dos conjuntos. Colocaram-se cinquenta lenços numa desta tapeçarias, e cinquenta  lenços na orla da última tapeçaria do segundo conjunto, situados perfeitamente em frente uns dos outros. Uniram-se as tapeçarias por meio de cinquenta ganchos de oiro, de modo que o tabernáculo formava um só corpo. Fizeram-se, depois, tapeçarias de pêlo de cabra para servirem de tenda ao tabernáculo. Fizeram-se onze dessas tapeçarias. De comprimento, uma tapeçaria tinha trinta côvados, e de largura quatro côvados; todas eram da mesma medida. Cinco tapeçarias foram unidas de uma parte e seis de outra parte. Colocaram-se cinquenta laços na orla da última tapeçaria de outro conjunto. Fizeram-se cinquenta ganchos de cobre para unir as tapeçarias de modo a formarem um  todo. Fizeram a cobertura da tenda com peles de cabrito tingidas de vermelho, sobre a qual colocaram uma cobertura de peles finas. As pranchas do tabernáculo foram feitas de madeira de acácia, dispostas verticalmente. Cada uma das pranchas tinha tinha dez côvados de comprimento e um côvado e meio de largura. Cada prancha tinha dois encaixes para se unirem umas às outras. E assim se fez em todas as pranchas do tabernáculo. Fizeram para o lado meridional do tabernáculo vinte pranchas, e quarenta suportes de prata, dois sob cada prancha, para os dois encaixes. Para o segundo lado do tabernáculo, ao norte, fizeram vinte pranchas, e quarenta suportes de prata, dois para cada prancha. para o fundo do tabernáculo ao ocidente fizeram seis pranchas, e para os ângulos do tabernáculo , ao fundo, fizeram duas pranchas. Deviam ser unidas em baixo e ajustarem-se em cima por meio de uma só argola. Assim se fez para as duas pranchas dos dois  ângulos. Havia, portanto, oito pranchas com os seus suportes de prata, estes em número de dezasseis, dois sob cada prancha. Fizeram cinco travessas de madeira de acácia para as pranchas de um dos lados do tabernáculo, cinco para as pranchas do segundo lado e cinco para as pranchas do fundo do tabernáculo, ao ocidente. A travessa do meio passava pelo centro das pranchas , de uma à outra extremidade. revestiram as pranchas de oiro e fizeram para elas argolas de oiro por onde deviam passar as travessas revestidas igualmente de oiro. Fizeram o véu de púrpura violácea, de púrpura escarlate e de púrpura carmesim e de linho retorcido, com querubins bordados artisticamente. Fizeram para ele quatro colunas de madeira de acácia revestida de oiro, com ganchos de oiro, e fundiram para eles quatro bases de prata. Para a entrada da tenda, fizeram uma cortina de púrpura violácea, púrpura escarlate, púrpura carmesim e linho retorcido, artisticamente bordado. Para estas cortinas fizeram cinco colunas com os seus ganchos; revestiram de oiro os seus capiteis e os seus varões, e as cinco bases foram feita de cobre.

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A Arca da Aliança

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18 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1503-1 - (353-12) - SANTOS DE CADA DIA - 18 de Dezembro de 2012 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Estamos a 8 dias do Natal do Senhor e, por isso a partir de hoje e até 6 de Janeiro,

o cabeçalho das páginas que publico, terá uma imagem sobre este tema. AF.

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Boas Festas

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Nº 1503-1 - (353-12)
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Nº 1503-1 – (353-12)

EXPECTAÇÃO DO PARTO DE NOSSA SENHORA
NOSSA SENHORA DO Ó

La Expectación del Parto

La Expectación del Parto

Festa católica de origem claramente espanhola, é a festa de hoje, conhecida na liturgia com o nome de «Expectação do parto de Nossa Senhora», e entre o povo com o título de «Nossa Senhora do Ó». Os dois nomes encerram o mesmo significado e objeto: os anelos santos da Mãe de Deus por ver o seu Filho nascido. Anelos de milhares e milhares de gerações que suspiraram pela vinda do Salvador do mundo, desde Adão e Eva, e que se recolhem e concentram no Coração de Maria, como no mais puro e limpo dos espelhos. A Expectação do parto não é simplesmente a ansiedade, natural na mãe jovem que espera o seu primogénito; é o desejo inspirado e sobrenatural da «bendita entre as mulheres», que foi escolhida para Mãe Virgem do Redentor dos homens, para corredentora da humanidade. Ao esperar o seu Filho, Nossa Senhora ultrapassa os ímpetos afectivos duma mãe vulgar e eleva-se ao plano universal da economia divina da salvação do mundo. O Filho que vai nascer traz uma missão de catolicidade salvadora. Não vem simplesmente para sorrir e para beijar a mãe, mas para resgatar com o seu sangue o povo. Os sentimentos da Virgem Maria, nestes dias que precedem o nascimento de Jesus, não são egoístas, tendem somente para Deus, que será agora dignamente glorificado, e olham para todos os homens, que vão sair da escravidão para entrar na categoria de filhos, de nobres e livres, no Reino de Deus. As antífonas maiores que põe a Igreja nos lábios dos seus sacerdotes desde hoje até à véspera de Natal começam sempre pela interjeição exclamativa Ó, como expoente altíssimo do fervor e ardentes desejos da Igreja, que suspira pela vinda pronta de Jesus, inspiraram ao povo espanhol a formosa invocação de «Nossa Senhora do Ó». Nossa Senhora como centro dos desejos dos antigos justos de Israel e dos fieis cristãos de hoje, que, à uma e em afetuosa comoção, anelam pela aparição do Messias. É ideia grande e inspirada: a Mãe de Deus, a Virgem Imaculada posta à frente da imensa caravana da humanidade, peregrina pelo deserto da vida, que levanta os braços suplicantes e abre o coração enternecido, para pedir ao céu que lhe envie o Justo, o redentor.

«Ó Sabedoria… vinde ensinar-nos o caminho da salvação». «Ó Chefe da Casa de Israel… vinde resgatar-nos com o poder do vosso braço». «Ó rebento da Raiz de Jessé… vinde libertar-nos, não tardeis mais». «Ó Chave da Casa de David… vinde libertar os que vivem nas trevas e nas sombras da morte». «Ó Sol Nascente, esplendor da luz eterna e sol de justiça, vinde iluminar os que vivem nas trevas e na sombra da morte». «Ò rei das nações e Pedra angular da Igreja, vinde salvar o homem que formastes do pó da terra». «Ó Emanuel…, vinde salvar-nos, Senhor Nosso Deus».

A festa de Nossa Senhora do Ó foi instituída no século VI pelo décimo concílio de Toledo, ilustre nos fastos da história pela dolorosa, humilde, edificante e pública confissão de Potâmio, bispo bracarense, pela leitura do testamento do ínclito S. Martinho de Dume, e pela presença simultânea de três santos naturais de Espanha; Santo Eugénio III de Toledo, S. Frutuoso de Braga e o então abade agaliense Santo Ildefonso. Primeiro comemorava-se hoje a Anunciação de Nossa Senhora e Encarnação do Verbo. Santo Ildefonso estabeleceu-a definitivamente e deu-lhe o título de Expectação do parto. Assim ficou sendo na Hispânia e passou a muitas Igrejas da França, etc., Ainda hoje é celebrada na Arquidiocese de Braga. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

GACIANO ou (GRACIANO), Santo 

Bispo (séc. IV)

Gaciano é considerado fundador da Igreja de Tours, França, e seu primeiro bispo. Pretendeu-se outrora que ele era um dos pastores que, avisados por um anjo do nascimento do Salvador, foram adorar Jesus no presépio de Belém. É preferível colocar a sua existência no século IV e a sua vinda para a região Turonense algumas dezenas de anos antes de S. Martinho. Quando este chegou a Tours, tinham-se quase desvanecido os vestígios do apostolado do seu predecessor, diz Sulpício Severo, pois « quase ninguém lá conhecia sequer o nome de Cristo». O de Gaciano eram, no entanto, lembrado: dizia-se que fora ele o primeiro a pregar lá o Evangelho e aí acabara a vida. Sulpício Severo acrescenta que Deus revelou a S. Martinho o local onde se encontrava o seu corpo e que, daí em diante , quando o grande apóstolo se dirigia a Tours, nunca deixava de se ir prostrar sobre o túmulo de S. Gaciano. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

 

FLÁVIO ou (FLAVITO), Santo

fins do séc. VI

 

Flabio, Santo

Flávio, Santo

Feito prisioneiro por ocasião da invasão lombarda de 568, Flávio foi levado da Itália para as Gálias e vendido como escravo em Champagne. O patrão, chamado Montano, pagou trinta soldos por ele, ou seja, o preço dum cavalo nesse tempo. Colocou-o na sua propriedade de Marcilly-le-Hayer, perto de Troyes, casou-o com uma escrava chamada Apónia e nomeou-o seu administrador. Flávio caiu por duas vezes no desagrado do patrão, mas de ambas recuperou as suas boas graças. Da primeira vez, foi acusado pela mulher de Montano de ter pretendido seduzi-la. Tratava-se de mera vingança e calúnia: o virtuoso administrador, tal como outrora José em casa de Putífar, limitara-se a resistir às arremetidas dessa esposa pouco virtuosa. Doutra vez, Montano foi prevenido de que Flávio lhe delapidava os bens e planeava a sua ruína; afinal veio a verificar-se que, apesar das esmolas que dava, o administrador tinha duplicado os bens do patrão. Este acabou por lhe dar a liberdade a Flávio e a sua mulher, que daí em diante se puderam consagrar inteiramente a Deus, Das mãos de S. Lopo, bispo de Sens, recebeu ela o véu de religiosa e ele, até poder ser ordenado sacerdote, o hábito dos eremitas. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

 

Júlia Nemésia Valle, Beata

Virgem e Formadora de Jovens,

Julia Nemesia Valle, Beata

Julia Nemésia Valle, Beata

Martirológio Romano: Em Borgari, perto de Turim, em Itália, beata Nemesia (Julia) Valle, virgem do Instituto das Irmãs da Caridade, que se dedicou de modo extraordinário à formação e direção dos jovens segundo o Evangelho, correndo pelo caminho dos mandamentos do Senhor por amor ao próximo (1916).  Julia, es el nombre que sus padres, Anselmo Valle y María Cristina Dalbar, eligen para ella. Nació en Aosta el 26 de junio de 1847, en el mismo día es bautizada en la antigua iglesia de San Orso. Los primeros años de su vida transcurren en la serenidad de una familia que se alegra por el nacimiento de un nuevo hijo, Vicente, y donde el trabajo de la mamá que administra un negocio de modista y del papá que desempeña una intensa actividad comercial, aseguran un cierto bienestar. Su mamá muere cuando Julia tiene, tan sólo, cuatro años. Los dos huérfanos son confiados al cuidado de los parientes paternos, primero en Aosta, después a sus parientes maternos en Donnas. Aquí encuentran un ambiente sereno, la escuela, el catecismo y la preparación a los sacramentos se hace en casa, bajo la guía de un sacerdote, amigo de la familia. Cuando Julia tiene once años, para completar su instrucción, es enviada a Francia, a Besançon, a un pensionado perteneciente a las Hermanas de la Caridad. La separación de la familia es un nuevo dolor para ella, una nueva experiencia de soledad que la orienta hacia una profunda amistad con “el Señor que tiene a su lado a su mamá”. En Besançon aprende bien la lengua francesa, enriquece su cultura, llega a ser habilidosa en los trabajos femeninos, madura una delicada bondad que la hace amable y atenta hacia los otros. Después de cinco años, Julia regresa a su tierra, pero no encuentra más su casa en Donnas. Su padre, se ha vuelto a casar, y se ha transferido a Pont Saint Martín. Encuentra una situación familiar tensa, donde la convivencia no es fácil. Su hermano Vicente no soporta: se va de la casa y no se sabrá nada más de él … Julia se queda y en su soledad nace el deseo de buscar aquello que la familia no le puede dar, a comprender aquellos que viven la misma experiencia de dolor, a encontrar gestos que expresen amistad, comprensión, bondad para todos. En este periodo, en Pont Saint Martín se habían establecido las Hermanas de la Caridad. Julia encuentra allí su maestra de Besançon; las hijas de santa Juana Antida Thouret, la ayudan, la animan. Observa el estilo de vida donado a Dios y a los otros y decide ser una de ellas. Cuando su padre le presenta la propuesta de un buen matrimonio, Julia no vacila: ha decidido que su vida será toda donada a Dios: desea solamente ser Hermana de la Caridad. El 8 de septiembre de 1866 su padre la acompaña a Vercelli, en el Monasterio de Santa Margarita donde las Hermanas de la Caridad tienen su noviciado. Comienza una vida nueva en la paz, en la alegría, mas allá de las lagrimas por una separación no fácil. Se trata de entrar en una relación más profunda con Dios, de conocerse a sí misma y la misión de la comunidad, para ser disponible a andar donde Dios la llame. Julia entra con alegría en este camino de noviciado. Cada día descubre aquello que debe perder o conquistar: “Jesús despójame de mi misma y, revísteme de Vos. Jesús por ti vivo, por ti muero…” es la oración que la acompaña y la acompañará a lo largo de su vida. Al fin del noviciado, con el habito religioso recibe un nombre nuevo: Hermana Nemesia. Es el nombre de una mártir de los primeros siglos. Está contenta y del nombre hace su programa de vida: testimoniar su amor a Jesús hasta las últimas consecuencias, a cualquier precio, para siempre. Es enviada a Tortona, al Instituto de san Vicente. Encuentra una escuela primaria, cursos de cultura, un pensionado, un orfanato. Enseña en la escuela primaria y en los cursos superiores la lengua francesa. Es el terreno adapto para sembrar bondad. La Hermana Nemesia está presente donde hay un trabajo humilde para desarrollar, un sufrimiento para aliviar, donde un disgusto impide relaciones serenas, donde la fatiga, el dolor, la pobreza limitan la vida. Muy pronto una voz se difunde dentro del instituto y en la ciudad: “¡Oh, qué corazón el de la Hermana Nemesia!” Cada uno está convencido de tener un lugar particular en su corazón, que parece no tener limite: hermanas, huérfanos, alumnos, familias, pobres, sacerdotes del vecino seminario, soldados de la gran casa de Tortona recurren a ella, la buscan como si fuera la única hermana presente en la casa. Cuando a los cuarenta años es nombrada superiora de la comunidad, la Hna.. Nemesia queda desconcertada, mas un pensamiento le da coraje: ser superiora significa “servir”, por consiguiente podrá darse sin medida y, humildemente, enfrenta la subida. Las líneas de su programa son trazadas: “Enfrentar el paso, sin volver atrás, fijando una única meta: ¡Sólo Dios! “A Él la gloria, a los otros la alegría, a mí el precio a pagar, sufrir mas jamás hacer sufrir. Seré severa conmigo misma y toda caridad con las hermanas: el amor que se dona es la única cosa que permanece.” Su caridad no tiene limites. En Tortona la llaman “nuestro ángel” La mañana del 10 de mayo de 1903, las huérfanas y las pupilas encuentran un mensaje de la Hna.. Nemesia para ellas: “Me voy contenta, las confío a la Virgen…Las seguiré en cada momento del día.” Parte a las 4 de la mañana, después de 36 años… En Borgaro, pequeño pueblito cerca de Turín, existe un grupo de jóvenes que espera ser acompañado por un nuevo camino, hacia la donación total a Dios en el servicio a los pobres… Son las novicias de la nueva provincia de las Hermanas de la Caridad… El método de formación usado por la Hna.. Nemesia es siempre el mismo: el de la bondad, de la comprensión que educa a la renuncia más por amor, de la paciencia que sabe esperar y encontrar el camino justo que conviene a cada una. Sus novicias la recuerdan: “Nos conocía a cada una, comprendía nuestras necesidades, nos trataba según nuestra manera de ser, nos pedía aquello que conseguía hacernos amar…” La superiora provincial que tenía un carácter “en perfecta antítesis con el suyo” disentía de este método. Ella aplicaba un método rígido, fuerte, inmediato. Esta forma de ver generaba relevantes contrastes que desembocaban en reproches y humillaciones. La Hna.. Nemesia acogía todo en silencio, sonriendo continuaba su camino, sin apuro, sin dejar sus responsabilidades: “De estación en estación, recorremos nuestro camino en el desierto…y si el desierto es sordo Aquel que te ha creado siempre escucha…” A lo largo de su camino la Hna. Nemesia se acerca al final. Han pasado trece años de su llegada a Borgaro. Cerca de quinientas hermanas aprendieron con ella a caminar los senderos de Dios. Ha donado todo: ahora el Señor le pide también de “dejar” a otras “su noviciado”. La oración que ha hecho suya desde el inicio: “Jesús despójame de mi misma, revísteme de Vos” la acompaña a lo largo de toda la vida. Ahora puede decir “no soy más para ninguno”. El despojo es total. Es la última ofrenda de una vida donada totalmente por amor. El 18 diciembre de 1916 la Hna. Nemesia muere. Fue beatificada por Juan Pablo II el 25 de abril de 2004. Reproducido con autorización de Vatican.va

Malaquias, Santo

Profeta Antigo Testamento,

Malaquías, Santo

Malaquias, Santo

Oriundo de Sofa, na Palestina, viveu no século V antes de Cristo. Pertenceu à tribo de Zabulão e foi o último dos doze profetas menores. Desenvolveu sua atividade entre os anos 450 e 455 antes de Cristo, depois do desterro de Babilónia, anunciou o grande dia do Senhor e sua vinda no templo, e a oblação pura que sempre e em todo lugar se lhe ofereceria.  Os Padres da Igreja veem nas profecias de Malaquias o pré-anúncio do sacrifício da missa e a chegada do precursor de Jesus: “Eis aqui que eu envio a meu mensageiro para que prepare o caminho diante de mim”.

Miguel Syncelle, Santo

Monge,

Etimologicamente significa “ ¿quem como Deus?”.Vem da língua hebraica. Pedro disse: “ Buscai a constância, o amor fraterno, a caridade. Estas coisas darão fruto em vós para compreender melhor a Nosso Senhor Jesus Cristo”. Era originário de Jerusalém. Fez seus estudos superiores, mas aos 25 anos, foi para um mosteiro, o de são Sabas. Nele pôs manifestamente sua grande caridade que o animava por todas as forças de sua vida a ser um monge exemplar. Sua defesa da caridade, da verdade e da penitência o converteram numa pessoa digna de atenção para tudo o que observava noite e dia. Quando o patriarca, soube, chamou-o para o seu lado para o fazer seu secretário. Como consequência do proselitismo reinante entre os monges que haviam chegado de Jerusalém, o enviaram a Roma com o fim de que mantivesse a unidade da fé comum tanto a Oriente como a Ocidente, ameaçada pelo excessivo número de monges latinos. Voltou a Constantinopla, mas desta vez foi preso pelo imperador. Era o imperador iconoclasta Leão I, o Arménio. Ficou encerrado durante sete anos num calabouço sem luz, com os pés atados. Foi libertado à morte do imperador. Quando se sentiu libre, foi para o seu mosteiro de Chora (atualmente Kahrié-Djami), onde terminou seus dias no ano 846. ¡Felicidades a quem leve este nome! “A conversação é a imagem do espírito. Segundo é o homem, assim é seu espírito” (Siro).

Modesto, Santo

Restaurador de Jerusalém,

Áudio da RadioRai:

Etimologicamente significa “ o que observa a justa medida, o que mantém os limites do justo”. Vem da língua latina. Há pessoas que passam à história por distintos motivos. Hoje nos encontramos ante um homem que tentou reconstruir os Santos Lugares de Jerusalém na base de esforço e constância. Tudo ficou em ruinas quando o rei persa Cosroes entrou e não deixou pedra sobre pedra em tudo o que tivesse sabor ou ressonância a cristão. Modesto, homem providencial, era o superior de um dos conventos assentes em Jerusalém. Pôs em xeque a todos os monges para que procurassem tudo o que havia restado da barbárie para o reconstruir á base de paciência e resolução. As pessoas ajudaram com seu esforço nesta ingente labor. Inclusive desde longe, o próprio arcebispo de Alexandria, no Egito, lhe mandou alimento, trabalhadores e gado para o trabalho. Quando caiu derrotado o rei persa, Heráclito, imperador de Constantinopla, prestou-lhe também sua ajuda inestimável. O próprio imperador, após a morte do arcebispo Zacarias, nomeou-o a com este cargo pastoral. Este cargo deu-lhe asas para voar pelo céu limpo que sempre havia sonhado. Foi então quando se entregou em pleno à reconstrução de cada templo e de todos os lugares – por insignificantes que fossem – de tudo o que havia sido destruído pelos bárbaros infiéis. Havia gente que lhe tinha inveja pelo que fazia. Aguardavam o momento para lhe dar morte. E teve que ser por meio de veneno. Morreu no ano 634. Foi o restaurador de Jerusalém. ¡Feliz dia aos Modestos/as!

Rufo e Zósimo, Santos

Mártires,

São Policarpo, em sua famosa carta aos filipenses, escreveu: “Vos exorto, pois, a todos a obedecer e a exercitar sua paciência, a que viram com seus próprios olhos, não só nos beatos Ignacio, Rufo e Zósimo, mas também em outros cidadãos seus, no mesmo Paulo e nos outros apóstolos. Estejam seguros que nenhum deles correu em vão, mas na fé e na justiça, e que eles estão com o Senhor, no lugar que lhes correspondia pelos sofrimentos que suportaram. Porque ellos no amaron el siglo presente, sino a quien murió por nosotros y que por nosotros fue resucitado por Dios” Filipos era una famosa ciudad de Macedonia, en los límites con Tracia, y su nombre le venía de Filipo II, padre de Alejandro Magno. La composición étnica de la comunidad cristiana era prevalentemente de ex?paganos, mientras los provenientes del judaísmo eran minoría. El cristianismo les había sido llevado a los filipenses por el mismo San Pablo: era la primera comunidad fundada por él en tierra europea, y tal vez por esto él tenía un particular afecto a la comunidad de los filipenses, como lo demuestran varias expresiones de la carta que San Pablo les escribió desde su cautiverio romano, o más probablemente desde el cautiverio de Efeso. Policarpo, al citar a San Pablo, estaba seguro de tocar el corazón de esos cristianos, como ya lo había hecho también al citar a ese otro campeón que fue San Ignacio de Antioquía, que se presentó a los filipenses encadenado durante su paso, camino hacia Roma, en donde –según su deseo—seria “trigo de Cristo triturado por los dientes de las fieras”. Precisamente en compañía de San Ignacio y de San Pablo son citados San Rufo y San Zósimo. De ellos el Martirologio Romano refiere, con un juicio que depende del historiador San Abdón, que ellos “fueron del número de esos discípulos que fundaron la primitiva Iglesia entre los judíos y los griegos”. Pero la noticia no parece lo suficientemente confirmada. En una lista de discípulos del Señor festejados por la Iglesia bizantina se encuentra, efectivamente, un Rufo que tal vez se identifica con el personaje homónimo citado por el Evangelio de Marcos y por la carta de San Pablo a los Romanos, pero probablemente no se trata del santo de hoy; y en todo caso no se dice nada de Zósimo.

La Expectación del Parto
Diciembre 18 El gozo esperanzado que poseyó Santa María por el futuro próximo de su parto.

Rupo y Zosimo, Santos
Diciembre 18 Mártires

Modesto, Santo
Diciembre 18 Restaurador de Jerusalén

Flabio, Santo
Diciembre 18 Eremita

Miguel Syncelle, Santo
Diciembre 18 Monje

Julia Nemesia Valle, Beata
Diciembre 18 Virgen y Formadora de Jóvenes

Malaquías, Santo
Diciembre 18 Profeta Antiguo Testamento

93857 > Beati 6 Redentori Mercedari - Giacomo de Lara, Ludovico Gascò, Bernardo de Pratis, Pietro da Barcellona, Pietro de Quesada e Guglielmo de Quadres,18 dicembre


82070 > San Flamiano (Flannano) di Killaloe Vescovo 18 dicembre MR


90648 > San Flavito Eremita 18 dicembre


82050 > San Graziano (Gaziano) di Tours Vescovo 18 dicembre MR


91570 > San Malachia Profeta 18 dicembre MR


82060 > Santi Namfamone e compagni Martiri in Africa 18 dicembre MR


92023 > Beata Nemesia (Giulia) Valle Vergine 18 dicembre MR


82080 > Santi Paolo Nguyen Van My, Pietro Truong Van Duong e Pietro Vu Van Truat Martiri 18 dicembre MR


82200 > Santi Quinto, Simplicio e compagni - Pompinio, Paolo, Aritife, Cresto, Degno, Datulo, Feliciano, Mosé, Rogaziano, Martirio, Orato, Evasio, Vittoria, Privato, Tinno, Salvatore, Sito, Teturo, Vittorico, Celiano, Settimino, Rustico, Bassa, Lucania, Onorato, Saturnino, Ceciliana, Namfamone, Felice, Vincenzo, Aresto, Museo, Siddino, Adiutore - Martiri in Africa 18 dicembre


91528 > San Wunibald di Heidenheim (Vunibaldo) Abate 18 dicembre MR

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Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:

“REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

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    Edição: 18-12-2012 – 10,00 H
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