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sábado, 22 de dezembro de 2012

ENTÃO É NATAL-MEU BOM JOSÉ-CAVAQUINHO



http://youtu.be/vrSIil0imos

http://youtu.be/qPfJgH-OkWI


http://youtu.be/PuT2yERy6Xc

Vida dos Papas da Igreja Católica - (13) - 22 de Dezembro de 2012

 

Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12 que venho a transcrição das Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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SÃO LIBÉRIO

Libério

São Libério

(De 352 a 366)

Inicia o pontificado em 17 de Maio de 352, no apogeu do arianismo apoiado pelo imperador Constâncio II, único soberano do Império a partir de 352.

Libério convoca um concílio para Roma, saindo mais uma vez confirmada a posição ortodoxa.

Os arianos não desistem e Libério, em Outubro de 353, convoca novo concílio para Alquileia. O imperador, embora aceitando o concílio, obriga a que se realize em Arles, onde os arianos, em maioria e com intimidações, conseguem a condenação de Santo Atanásio. Libério não se conforma e solicita ao imperador novo concílio, que viria a realizar-se em Milão na Primavera de 355. Volta a impor-se a facção ariana, mas o bispo de Roma não cede.

Chamado a Milão pelo imperador, este impõe a São Libério que só pode regressar a Roma em liberdade se se tornar ariano, o que Libério recusa. Esta firme atitude valeu-lhe o exílio na Trácia, em 355, sob a custódia de um bispo ariano, com Constâncio II a dar ordem a três bispos arianos para elegerem um novo bispo de Roma, o que eles fizeram, elegendo o arquidiácono Félix, como Félix II, o que o povo, que gostava de São Libério, não aceita.

Entretanto, os arianos espalham o terror e Santo Atanásio é de novo exilado, bem como Santo Hilário, bispo de Poitiers.

Félix continua a ser rejeitado pelo povo de Roma e, em 357, ao visitar a cidade, o imperador verifica isso e manda regressar São Libério do exílio, com o pretexto de participar no Concílio de Sírmio.

Depois, São Libério, condescendente, subscreve determinada fórmula pouco precisa do Verbo, em contraste com o rigor e preciso do Credo niceno e a sua posição anterior. No ano de 358, em que Libério firma a discutida fórmula, apareceu, defendida pelos arianos e pelo próprio imperador, a chamada «terceira fórmula de Sírmio», que admite interpretação ortodoxa. Foi essa que o bispo de Roma assinou opara obter a sua libertação. A confirmá-lo está o facto de, após chegar a Roma, Libério ter publicado uma declaração em que dava como excluídos da comunhão com a Igreja os que não admitissem igualdade de ciência entre o Filho e o Pai, o que equivale a defender a consubstancialidade.

Regressado a Roma, o imperador pretende impor-lhe uma gestão a meias com o antipapa Félix II, mas Libério recusa e a comunidade cristã, afecta a Libério, expulsa o antipapa.

Constâncio II não desiste de apoiar os arianos e convoca os concílios de Rimini, para o Ocidente, e Selêucia, para o Oriente, que nada conseguiram resolver nem impor.

O imperador, a favor do arianismo, estava a subverter a ortodoxia e três quartas partes da Cristandade encontravam-se sob o Governo de bispos arianos. No entanto, Libério consegue resistir a todos os perigos que atentavam contra a Igreja.

Constâncio II morre em fins de 361, sucedendo-lhe Juliano, que revoga a sentença de exílio que pesava sobre os diversos bispos fiéis a Roma.

Na sequência duma iniciativa do bispo de Alexandria, o bispo de Roma escreve a todos os bispos de Itália para que se mostrem, benignos com os arianos arrependidos.

Com os ânimos serenados, São Libério dedicou-se à construção da basílica que viria a chamar-se de Santa Maria Maior, dedicada à Mãe de Deus, só possível após a reconstrução operada por Sisto III a seguir ao Concilio de Éfeso que, em 431, definiria a maternidade divina de Maria.

Mas novos sofrimentos esperavam Libério. O imperador Juliano, depois de algum tempo de enganosa tolerância, viria a apostatar da fé cristã, em que fora educado, aderindo ao antigo paganismo do Império Romano e resolve restaurar o mitraísmo (religião de origem oriental) decretando a adoração ao deus-Sol. Ao mesmo tempo, autoriza o saque e profanação dos templos cristãos, proíbe a catequese e exclui os cristãos das funções públicas, mas quando se julgava o regresso às antigas perseguições, Juliano, em campanha contra os Persas, morre varado por uma seta no ano de 362.

São Libério, acalmada a agitação ariana, morre em 24 de Setembro de 366, depois de receber com alegria os delegados asiáticos que lhe vieram manifestar a disposição de inteira comunhão com  a ortodoxia romana.

O epitáfio da sua sepultura no Cemitério de Santa Priscila recorda a sua luta contra o arianismo e chama-lhe «Mestre da divina lei, de coração sincero, poderoso confessor e pomba sem fel».

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FÉLIX II  -  (antipapa)

 

Félix II

(De 355 a 358)

O imperador Constâncio II, defensor do arianismo, estava em luta com o papa São Libério. Convoca-o para Milão e impõe-lhe que, para regressar a Roma em liberdade, teria de tornar-se ariano. A resposta de São Libério é negativa e firme, e o imperador exila-o para a Trácia, sob custódia de um bispo ariano, e dá ordem a três bispos, também arianos, para que elejam em seu lugar o arquidiácono Félix.

Mesmo com o exílio de Santo Atanásio e de Santo Hilário, determinado pelos arianos, Félix continuava impopular em Roma, com o povo a sair à rua e a gritar, defendendo São Libério. «Não há mais que um só Cristo e um só Pastor, Libério», e por isso o imperador, em 357, manda regressar do exílio São Libério, com o pretexto de tomar parte no Concilio de Sírmio.

Regressado a Roma, o imperador pretende que São Libério governe a meias com o antipapa Félix, o que ele não aceita, e os cristãos, felizes com o regresso de São Libério, expulsam o intruso, que acaba por se retirar em 358, vindo a falecer em 365.

Continua:…

Post colocado em 22-12-12 – 11H00

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1507-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - “40” - Êxodo - 22 de Dezembro de 2012


antoniofonseca1940@hotmail.com

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Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
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Caros Amigos:
Após a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, e terminada a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João),
perguntei a mim mesmo:
E Agora! O que irei tentar fazer a seguir?
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1507 - 2ª Página

22 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

Ê X O D O
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Moisés
A MISSÃO DE MOISÉS
 

40 – MOISÉS ERIGE O TABERNÁCULO – O Senhor falou a Moisés nestes termos: «No primeiro dia do primeiro mês, erigirás o tabernáculo da tenda da reunião. Depões nele a arca do Testemunho e cobri-la-ás com o véu. Introduzirás a mesa e colocarás nela o que a deve guarnecer; introduzirás o candeeiro e acenderás as lâmpadas. Instalarás o altar de oiro para o perfume diante da arca do Testemunho e suspenderás a cortina de entrada diante do tabernáculo. Instalarás o altar do holocausto diante da entrada do tabernáculo da tenda de reunião. Colocarás a bacia entre a tenda da reunião e o altar, e enchê-la-ás de água. Disporás o átrio em redor, e colocarás a cortina à porta do átrio. Tomarás o óleo da unção e ungirás o tabernáculo e tudo quanto encerra; consagrá-lo-ás com  todos os utensílios, e será SANTO. Ungirás o altar dos holocaustos e todos os seus utensílios; consagrarás o altar, que se tornará SANTÍSSIMO. Ungirás a bacia com a base, e consagrá-la-ás».

Consagração dos sacerdotes – «Mandarás avançar Aarão e os filhos até à entrada da tenda da reunião e lavá-los-ás com água. Revestiras Aarão com as vestes sagradas; ungi-lo-ás e consagrá-lo-ás ao Meu serviço. Mandarás aproximar os filhos, e vestir-lhes-ás as túnicas. Ungi-los-ás como ungiste o pai, e serão sacerdotes ao Meu serviço. Esta unção conferir-lhes-á o sacerdócio para sempre, de geração em geração». Moisés obedeceu: fez tudo quanto o Senhor lhe ordenara.

A Arca do Santo dos Santos – No primeiro dia do primeiro mês do segundo ano, foi erigido o tabernáculo: assentou as bases, as pranchas, as travessas e ergueu as colunas; estendeu a tenda sobre o tabernáculo e, por cima, a cobertura da tenda, como o Senhor lhe tinha ordenado. Tomou o Testemunho e depositou-o na arca; meteu os varais na arca, sobre a qual colocou o propiciatório. Transportou a arca para o tabernáculo, suspendendo o véu de proteção para cobrir a arca do Testemunho, como o Senhor lhe tinha ordenado.

Disposição geral – Colocou, em seguida, a mesa na tenda da reunião, do lado norte do tabernáculo, da parte de fora do véu, e distribuiu ordenadamente sobre ela os pães diante do Senhor, como o Senhor lhe tinha ordenado. Colocou o candelabro na tenda da reunião, em frente da mesa, do lado sul do tabernáculo, e acendeu as lâmpadas diante do Senhor, como o Senhor lhe tinha ordenado. Colocou o altar de oiro na tenda de reunião, diante do véu, e queimou os perfumes, como o Senhor lhe tinha ordenado. Fixou a cortina à entrada do tabernáculo. Colocou o altar dos holocaustos à entrada do tabernáculo, da tenda da reunião e ali ofereceu o holocausto e a oblação, como o Senhor lhe tinha ordenado. Instalou a  bacia entre a tenda da reunião e o altar, e nela deitou água para as abluções. Moisés, Aarão e os filhos deviam lavar ali as mãos e os pés. Sempre que entravam na tenda da reunião e se aproximavam do altar, deviam fazer estas abluções, como o Senhor tinha ordenado a Moisés. Erigiu, por fim, o átrio em volta do tabernáculo e do altar, e colocou a cortina à porta do átrio. E assim Moisés concluiu a sua obra.

Manifestação da glória do Senhor – Então, a nuvem cobriu a tenda da reunião e a majestade do Senhor encheu o tabernáculo. Moisés já não pôde entrar na tenda da reunião, porque a nuvem pairava sobre ela e a glória do Senhor enchia o tabernáculo. Quando a nuvem se retirava de cima do tabernáculo, os filhos de Israel partiam, e quando a nuvem não se retirava, não partiam, até ao instante em que ela se afastava. Porque uma nuvem divina cobria o tabernáculo durante o dia, e um fogo brilhava ali durante a noite aos olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas caminhadas.

 

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A Arca da Aliança

FIM DO LIVRO DO ÊXODO

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22 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1507-1 - (357-12) - SANTOS DE CADA DIA - 22 de Dezembro de 2012 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Estamos muito perto do Natal do Senhor e, por isso desde há alguns dias e até 6 de Janeiro,

o cabeçalho das páginas que publico, terá uma imagem sobre este tema. AF.

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Boas Festas

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Nº 1507-1 - (357-12)
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Nº 1507-1 – (357-12)

FRANCISCA XAVIER CABRINI, Santa

Fundadora (1850-1917)

Francisca Javier Cabrini

Francisca Javier Cabrini

Uma santa ativa, audaz, sem um desfalecimento, sempre unida a Deus e confiada no Coração de Jesus, alma de cruzado e coração compadecido de todas as desgraças, eis o retrato de Santa Francisca Xavier Cabrini. Mas quem é a santa a quem Pio XII chamou “heroína dos tempos modernos”, “imagem de mulher forte, conquistadora do mundo, com passos audazes e heroicos através do curso da sua vida mortal?” Nasceu em Sant’Angelo de Lódi, na Lombardia, Itália, em 1850. Última dos 13 filhos de Agostinho Cabrini e Estela Oldini, recebeu no baptismo o nome de Maria Francisca, ao qual mais tarde ajuntou o de Xavier, pelo seu amor e veneração ao apóstolo das Índias Pequena, débil e enfermiça, mas duma sólida e generosa piedade, aos 11 anos fez voto de castidade. Seguiu a carreira do magistério com as religiosas filhas do Sagrado Coração de Jesus, em Arluno, terminando-a aos 18 anos. Sentindo vocação divina, pretendeu entrar para essa Congregação religiosa, mas foi recusada por falta de saúde. Exerceu durante dois anos o cargo de professora primária em Vidardo e durante três dedicou-se na sua terra à instrução religiosa da juventude ao trato dos enfermos e empestados. Aos 23 anos intentou mais uma vez ser religiosa nas Filhas do Sagrado Coração, mas de novo obteve uma negativa. Um pouco desconcertada sobre o seu porvir e diante da insistência dos párocos de Sant’Angelo e de Vidardo e do próprio Bispo de Lódi, trasladou-se para a “Casa da Providência” de Codogno, a fim de a reformar, pois estava em franca decadência. Fez a profissão a 14 de Setembro de 1877, nas mãos do diretor dessa congregação, António Serrati. Foi a sua prova de fogo. Mas dela saiu com o carácter “fortemente temperado” e aí, no meio de grandes contradições e sofrimentos, encontrou as 7 primeiras companheiras da sua futura Obra. Três anos mais tarde, a conselho do bispo de Lódi, abandonou a «Casa da Providência» que, devido às questões das antigas diretoras, foi dissolvida pelas autoridades eclesiásticas. Então, por insinuação do mesmo prelado, fundou uma nova Congregação religiosa. A 10 de Novembro de 1880 alojou-se , com 7 companheiras, num desmantelado Convento franciscano, onde, a 14 de o mesmo mês, deu princípio ao novo Instituto, com a inauguração duma capela em honra do Sagrado Coração de Jesus. A boa sombra se acolhera , pois um mês mais tarde a sua Obra recebia a aprovação episcopal. Francisca contava então 30 anos. Enquanto se dedicava com as companheiras à educação das meninas e à catequização dos rapazes, foi compondo as regras do seu Instituto, obra de prudência sobre-humana, que recebeu aprovação episcopal em 1881 e a definitiva da Santa Sé em 1907. Em 1884, com 7 anos de vida, já contava cinco casas. A 24 de Setembro de 1887 partiu para Roma, contra o parecer de muitos. Na capital do Orbe católico só encontrou dificuldade e portas fechadas. Até o próprio cardeal Vigário respondeu com uma negativa redonda às suas pretensões de fundar ali uma casa. Mas a obra era de Deus e a Madre Cabrini não desanimava. Com um sorriso e um Deo gratias nos lábios , disse à companheira: «Fique tranquila, Deus, há-de mudar-lhe o coração». Assim sucedeu. Ao apresentar-se de novo ao cardeal Vigário, esperava-a a afabilidade e a condescendência. – “Então, estão dispostas a obedecer?” –perguntou. E ante o gesto afirmativo da Superiora, prosseguiu: – “Pois agora, em vez de fundar uma casa em Roma, haveis de fundar duas: uma escola gratuita para os pobres fora da Porta Pia, e um asilo infantil ali na Sabina, em Aspra”. A serva de Deus retirou-se jubilosa, pois sentia palpavelmente a proteção celestial. O problema da emigração italiana para a América do Norte preocupava então vivamente o bispo de Placença (ou Piazenza), Mons. Scalabrini. E com fundamento, pois em 1884, só em Nova Iorque moravam 44 300 italianos, que em 1915 subiam a 400 000, e a 485 000 no estado do mesmo nome. Mons. Scalabrini pedia à serva de Deus algumas das suas religiosas para irem socorrer aqueles desamparados. Mas a virtuosa fundadora não se decidia a responder, pois pensava nas Missões do Oriente. No meio destas perplexidades, dirigiu-se a Roma, a consultar Leão XIII. O Papa, depois de a ouvir, concluiu solene e paternal: «Não ao Oriente mas ao Ocidente». E desde esse momento ficou decidida a sua partida para Nova Iorque, a qual se veio a efetuar pela primeira vez em 1889. Quase aos 40 anos de idade, começa aquela série ininterrupta de viagens, realizadas com o entusiasmo e ardor que a faziam escrever, ao sulcar as águas do mar de Caribe, esta frase digna de um novo Alexandre: «O Mundo parece-me muito pequeno e não descansarei até que sobre o meu Instituto o Sol nunca se ponha». Percorreu a América inteira transpondo a cavalo a cordilheira dos Andes, o que demonstra bem a têmpera da sua alma. Por toda a parte era conhecida como a mãe dos emigrados. ia de casa em casa, em pós da ovelha perdida, do enfermo e da criança ignorante. Lutou denodadamente contra a fome, as enfermidades e a própria morte.

Francisca Javier Cabrini

Francisca Javier Cabrini

Em 1912 fez a sua última viagem de Roma a Nova Iorque. Deus dispunha-a já para gozar a recompensa eterna. Umas febres palúdicas contraídas no Brasil deixaram nela profundos sulcos. A Santa fundadora das Missionárias do Sagrado Coração morria placidamente em Illinois, perto de Chicago, a 22 de dezembro de 1917, com 67 anos de idade. Igual era o número das casas que então deixara fundadas, que em 1938 subiam a mais de 100, com cerca de 4 000 religiosas. A fama das suas virtudes e os prodígios por ela operados fizeram que logo após a morte se começasse o processo da sua beatificação , que se veio a realizar em 1938, isto é, 21 anos após a sua morte. E foi canonizada a 7 de Julho de 1946. Ouçamos o santo padre Pio XII, no discurso que em Roma proferiu diante dos peregrinos que assistiram à canonização: «Concentrai o vosso olhar nela mesma; que altura e que elevação e compreensão de pensamentos, que insaciável sede de conquista, que riqueza e ampla generosidade de amor para com todas as necessidades da humanidade… Quê ou quem poderá fazê-la retroceder um passo no caminho empreendido? Audácia e valor, previsão e vigilância, perspicácia e constância tornaram-na firme em qualquer dificuldade… Francisca nem sequer terá medo dos instáveis elementos da natureza. A graça e a vocação divina vencem nela todo o temor e toda a separação. Vede-a atravessar impertérrita 19 vezes o Oceano , costear 2 vezes as praias do Pacifico, 3 as do Atlântico. vede-a a percorrer e sulcar em todos os sentidos os dois hemisférios do globo e atravessar a cordilheira dos Andes. Poderoso foi nela o trabalho da graça, que a fez mais que mulher, e que nos providenciais sucessos da sua ativíssima vida quis recordar e renovar a memória do Apóstolo S. Paulo»… Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt ¿Quieres saber más? Consulta:    corazones.org

GRACIANO, Beato

Religioso (1439-1503)

 

Gracia (Graciano) de Cttaro, Beato

Gracia (Graciano) de Cáttaro, Beato

Era filho único de dois esposos honrados que viviam na aldeia de Mulla, perto de Kotor (Cattarro), situada numa das mais belas localidades da costa da Dalmácia (Jugoslávia). Ignora-se o seu nome de família. A mãe chamava.-se Bona; o pai, Bento de nome, ganhava a vida como pescador e barqueiro. Ele dedicava-se a serviços de cabotagem no Adriático, quando, aos trinta anos, ouviu um sermão na igreja de S. Cristóvão de Veneza. Acabado o sermão, foi à sacristia encontrar-se com o pregador e, como se se tratasse da coisa mais natural, pediu que o admitissem como irmão converso na sua Ordem. O pedido foi atendido imediatamente. Voltou a Mulla, a fim de vender a choupana que tinha herdado dos pais, a barca e a as redes; algumas semanas depois, entrou no noviciado dos eremitas de Santo Agostinho em Monte Orlone, perto de Pádua.Tinha com o principal ocupação tratar do jardim, mas era também, alfaiate, pedreiro, carpinteiro e sapateiro da comunidade. Dormia numas águas-furtadas, com uma pedra por travesseiro; acrescentava três jejuns por semana aos determinados pela Igreja e pela sua regra; passava todas as horas livres na capela; e usava por cima da pela um áspero cilício que ainda hoje se pode ver na catedral de Kotor. A sua biografia, escrita um século depois da sua morte, está repleta de milagres que ele operou e de graças prodigiosas com que foi favorecido. Tal como na vida de S. Pascoal Bailão, nela se lê que as paredes da igreja se abriam no momento da elevação, para lhe permitirem melhor adorar a Sagrada Eucaristia. Como nos Fioretti, fala-se em chamas que saíam do seu coração, dando a impressão de que se declarara no convento um principio de incêndio; relatam-se, além disso, as longas perseguições diabólicas que foi sujeito. Os demónios batiam-lhe sem dó nem piedade, arremessavam-no às paredes e por tal forma o maltratavam que, numa dessas arremetidas, ele ficou coxo para o resto da vida. O irmão Graciano passou os últimos anos no convento de S. Cristóvão em Veneza, onde morreu a 9 de Novembro de 1503. Nascera em 1439. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

Francisca de Colledimezzo, Santa
Monja Clarissa,

Etimológicamente significa “franca, libre”. Viene de la lengua alemana. Moisés dice: “Abre la mano a tu hermano, a aquel de los tuyos que es humillado y pobre en tu tierra”. Fue una monja clarisa del siglo XIII. Cuando se visita Así, la cuna de san Francisco y de santa Clara, hay un convento, el de san Damián, que muestra un portento de la fundadora de las clarisas. La santa que hoy veneramos, tuvo parte activa en este portento. Santa Clara cayó enferma con la invasión sarracena. Fue a socorrerla Francisco de Colledimezzo, mientras mantenía elevado el pan eucarístico enfrente de sus opresores. Francisca fue una seguidora fiel de santa Clara. De su alma y de su trato aprendió y mamo el carisma mejor que nadie. El testimonio atrae mucho más que los escritos y las palabras. Su contacto personal hizo que floreciera en esta joven el amor por la contemplación y la vida de oración tal y como lo vivía santa Clara. Eran como palomas que seguían con su vuelo a la fundadora adondequiera que fuera. Era un grupo de mujeres llenas de amistad, no sólo sentimental, sino perfumada con el amor sobrenatural a Jesucristo y a todo el santo Evangelio. Francisca fue la confidente del corazón de santa Clara. Ella nunca se ausentó de Asís hasta la muerte de santa Clara. Su cuerpo se encuentra en la cripta de la iglesia de san Damián. ¡Felicidades a quien lleve este nombre! “Muchos reciben consejos; sólo los sabios les sacan provecho” (Siro).

Honorato de Toulouse, Santo
bispo,

Honorato de Toulouse, Santo

Honorato de Toulouse, Santo

En la cripta de San Saturnino de Toulouse, se compendió taxativamente en estos términos, debajo de unas reliquias: "San Honorato, segundo Obispo de Toulouse. Había nacido en la provincia de España llamada Tarraconensis. Fue convertido y bautizado en Pamplona por San Saturnino, al cual se vinculó de una manera especial."  "Después del martirio del apóstol de Toulouse, fue llamado a sucederle. Él confirió la unción episcopal a San Fermín, primer Obispo de Amiens, y que era como él uno de los más ilustres convertidos de Pamplona." No sólo Toulouse, en la cripta de su catedral venera destacadamente el sepulcro de San Honorato. También la catedral de Amiens conserva su figura en piedra, formando el cortejo de San Fermí

Queremón de Nilópolis y companheiros mártires, Santos
bispo y mártir,

Queremn de Nilpolis y compaeros mrtires, Santos

Queremón de Nilópolis y compañeros mártires, Santos

San Dionisio de Alejandría, en su carta a Fabiano de Antioquía, hablando de los cristianos egipcios que padecieron en la persecución de Decio, cuenta que muchos fueron arrojados al desierto, donde murieron de hambre, de sed, de insolación, o perecieron atacados por las fieras o por hombres no menos feroces.  Otros muchos cristianos fueron vendidos como esclavos; cuando escribía San Dionisio, muy pocos habían sido rescatados. El santo menciona en particular al anciano obispo de Nilópolis, Queremón, quien había ido a refugiarse a las montañas de Arabia con otro compañero y a quien nadie había vuelto a ver.  Los cristianos los buscaron, pero no lograron encontrar ni siquiera los cadáveres.  El Martirologio Romano conmemora a estos dos mártires el día de hoy.

Francisca Javier Cabrini, Santa
Diciembre 22 Fundadora

Francisca de Colledimezzo, Santa
Diciembre 22 Monja Clarisa

Queremón de Nilópolis y compañeros mártires, Santos
Diciembre 22 Obispo y mártir

Honorato de Toulouse, Santo
Diciembre 22 Obispo

82710 > Santi Cheremone di Nilopoli e compagni Martiri 22 dicembre MR


82700 > Santi Demetrio, Onorato e Floro di Ostia Martiri 22 dicembre


82800 > San Flaviano Martire 22 dicembre


35800 > Santa Francesca Saverio Cabrini Vergine 22 dicembre MR


82720 > Sant' Ischirione di Alessandria Martire 22 dicembre MR


82740 > Santi Martiri di Rhaitu 22 dicembre MR


82730 > Santi Martiri di Via Labicana 22 dicembre MR


82750 > Sant' Onorato di Tolosa Vescovo 22 dicembre


94821 > Beato Ottone da Tolosa Martire mercedario 22 dicembre


82770 > Beato Tommaso Holland Sacerdote gesuita, martire 22 dicembre MR


82760 > Sant' Ungero di Utrecht Vescovo 22 dicembre MR

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Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:

“REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

  • Tero1 - Cpia
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    Edição: 22-12-2012 – 10,00 H
    ANTÓNIO FONSECA
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