OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

domingo, 30 de dezembro de 2012

romantiques instantsd'ANDRE RIEU

 
 

Para findar bem o Ano de 2012 e para iniciar bem melhor o Ano de 2013

 
 
 
 
 

 
 
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Post a publicar em 31-12-12 - 9H00
 
 
ANTÓNIO FONSECA

Sagrada Família de Jesus, Maria e José - 30 de dezembro

De:

Caritas in Veritate


Sagrada Família de Jesus, Maria e José - 30 de dezembro

Posted: 29 Dec 2012 06:00 AM PST

1 – Quando nos damos conta que Jesus não segue connosco, como é que reagimos?

Podemos até nem perceber que Jesus já não vai connosco e já não há chama, nem vida nova, nem mobilização interior, nem compromisso solidário. O que pode suceder na vida pessoal, na vivência da fé, quando esta não é mais que o escrupuloso cumprimento do dito dever de cristão, na esmola que se dá, ou na tradição inalterável que seguimos sem interrogar o seu sentido ou a sua finalidade.

Uma pequena estória:

Num jardim público estavam dois soldados a guardar um banco, não deixando que ninguém se sentasse. Passaram milhares de pessoas, durante anos a fio. Os soldados faziam o seu turno e eram rendidos por outros. Um dia um homem, a transpirar de esforço, procurou um banco que estivesse disponível e só encontrou vago aquele que era guardado pelos militares. Insistiu para que o deixassem descansar um pouco. Não adiantou. Tinham ordem para não deixar sentar ninguém. Mas não fazia sentido. Era um banco de jardim igual a todos os outros. Os sentinelas, depois do respetivo turno, intrigados, decidiram tirar tudo a limpo. Ninguém sabia, nem os mais graduados. Era uma rotina que tinha anos. Todos os dias na ordem de serviço estava a guarda ao banco de jardim. Pesquisaram nos arquivos e verificaram que tinha sido um pedido da junta de freguesia, que tinha mandado pintar os bancos e tinha pedido ao quartel para fazerem barreira àquele banco para que ninguém se sentasse com a tinta fresca e estragasse a roupa. Era por algumas horas. Ninguém mais se interrogou, nem as classes dirigentes, nem os soldados, nem os transeuntes. E afinal a razão de ser da sentinela ao banco de jardim já não tinha sentido há muito, muito tempo.

Bento XVI propõe-nos o ANO da FÉ, na procura do fundamento, do sentido, da matriz da fé. O que nos move. O que nos diz Jesus. O que é roupagem e o que é essencial. Em que Deus acreditamos? Quem segue connosco no caminho? Como testemunho Jesus se nem sei se Ele ainda está nas minhas escolhas?

2 – Na festa da Sagrada Família, é-nos proposta mais uma pérola do Evangelho de São Lucas. Por volta dos 12 anos, José e Maria levam Jesus a Jerusalém, ao Templo, como faziam cada ano pela Páscoa. Mas esta era uma Páscoa diferente. Entrado nos 12 anos, Jesus passava a ler a Sagrada Escritura em público. Esta seria a sua primeira vez. Doravante, podia discutir os vários temas da Bíblia, já não era a criança excluída. Chegara a idade de também ele se interrogar sobre os fundamentos da fé e de se preparar (a partir dos 13 anos) para cumprir com a Lei, de se apresentar no Templo nas 3 festas principais: Páscoa, das Semanas (Pentecostes) e das Cabanas.

Vale a pena ler com atenção o relato de São Lucas e descobrir como a Sua família teve um papel preponderante na sua educação, na inserção na comunidade, e numa atitude de diálogo, de confiança e de compreensão:

“Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa. Quando Ele fez doze anos, subiram até lá, como era costume nessa festa. Quando eles regressavam, passados os dias festivos, o Menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. Julgando que Ele vinha na caravana, fizeram um dia de viagem e começaram a procurá-l’O entre os parentes e conhecidos. Não O encontrando, voltaram a Jerusalém, à sua procura. Passados três dias, encontraram-n’O no templo, sentado no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Todos aqueles que O ouviam estavam surpreendidos com a sua inteligência e as suas respostas. Quando viram Jesus, seus pais ficaram admirados; e sua Mãe disse-Lhe: «Filho, porque procedeste assim connosco? Teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura». Jesus respondeu-lhes: «Porque Me procuráveis? Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?». Mas eles não entenderam as palavras que Jesus lhes disse. Jesus desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua Mãe guardava todos estes acontecimentos em seu coração. E Jesus ia crescendo em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens”.

 

3 – Só Deus é Deus. Só Deus deverá ser considerado Deus. E Deus tem sempre o primeiro lugar. Assim no-lo mostra Jesus, sem que isso implique desobediência aos pais, ou fuga às responsabilidades mundanas, familiares e/ou profissionais.

Este episódio é conhecido, e reproduzido nos mistérios do rosário, por “perda e encontro de Jesus no Templo entre os doutores da Lei”. Fica desde logo claro que Maria e José O perderam pelo caminho. São pessoas, não são Deus. Podia acontecer a qualquer família. Acontece-lhes. A caravana em que seguia a família, seria constituída por muitas pessoas, pelos vários familiares, e pelos conterrâneos, viajam juntos, protegendo-se melhor dos salteadores.

Pelos 12 anos, as crianças ganhavam a liberdade de se juntar aos da sua idade, e viajarem juntos. À noite regressavam para os pais. Nessa ocasião, Maria e José deram-se conta que Jesus não se encontrava na caravana. Tinham feito um dia de viagem para norte. Viajam outro dia de regresso a Jerusalém e encontram Jesus ao terceiro dia (pode ser já uma imagem da ressurreição, Jesus aparece/ressuscita ao terceiro dia).

A perda de Jesus, lido o texto com atenção, não exprime primeiramente a Sua desobediência, mas a prioridade da missão: primeiro as coisas de Deus. Mostra como a família de Jesus é profundamente religiosa. Todos os anos vai ao Templo. José é um homem justo, face à Lei, cumpridor dos requisitos da Torah. A família segue a tradição dos antigos. Veja-se a conjugação entre liberdade e obediência. Maria e José não podiam prever a opção de Jesus, não são Deus. Jesus esclarece a prioridade.

4 – Mas há outros elementos que importa sublinhar. Maria e José dão-se conta que Jesus não está com eles no caminho e imediatamente voltam à sua procura. E nós, quando nos apercebemos que Deus não está nas nossas escolhas, regressamos para O encontrar e trazer de volta à nossa vida?

A família protege os seus membros. Por isso é família. Maria e José deixam o caminho para procurar Jesus. Um dia será Jesus a sair do caminho, para encontrar os descaminhados, os que estão à margem, fora do caminho, fazendo-os regressar…

Chegam perto de Jesus, e não discutem com Ele, mostram a preocupação e perguntam-lhe pela razão de ter procedido daquele modo. Mais uma lição importante para pais, para educadores, para a forma como lidar uns com os outros. Perguntar. Escutar as razões dos outros. Tentar compreender o porquê de determinada atitude.

No mesmo registo, a epístola de São Paulo aos Colossenses com as seguintes recomendações:

"Revesti-vos de sentimentos de misericórdia, de bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, se algum tiver razão de queixa contra outro... Acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição. Reine em vossos corações a paz de Cristo, à qual fostes chamados para formar um só corpo... E tudo o que fizerdes, por palavras ou por obras, seja tudo em nome do Senhor Jesus, dando graças, por Ele, a Deus Pai. Esposas, sede submissas aos vossos maridos, como convém no Senhor. Maridos, amai as vossas esposas e não as trateis com aspereza. Filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto agrada ao Senhor. Pais, não exaspereis os vossos filhos, para que não caiam em desânimo".

Ainda que a linguagem possa ser instrumentalizada, fica claro, que o importante é proceder como Jesus, amar, perdoar, tratar os outros com delicadeza, com bondade, colocando os outros em primeiro lugar.

5 – Voltemos uma vez mais à narrativa evangélica.

Maria, José e Jesus voltam juntos para casa. São família na festa e na dificuldade. Maria e José não deixam o filho para trás. Perderam-no e vão procurá-lo. Não exasperam. Interrogam e deixam que Ele explique. Não percebem muito bem. O que Jesus lhes diz ultrapassa a sua compreensão humana. Mas agora é tempo de recuperar caminho, de regressar a casa. Maria (e José com ela) guarda todas aquelas coisas no coração, medita-as. Jesus não contesta a “repreensão” de Maria. Regressa com os pais, em atitude filial, obediente, crescendo com eles em graça e sabedoria.

Ao carinho, amor e cuidado dos pais pelos filhos há de corresponder o respeito, a escuta, a obediência, o amor e o cuidado dos filhos pelos pais. Bem Sirá, inspirado pelo Espírito de Deus, deixa-nos uma preciosidade:

“Deus quis honrar os pais nos filhos e firmou sobre eles a autoridade da mãe. Quem honra seu pai obtém o perdão dos pecados e acumula um tesouro quem honra sua mãe. Quem honra o pai encontrará alegria nos seus filhos e será atendido na sua oração. Quem honra seu pai terá longa vida, e quem lhe obedece será o conforto de sua mãe. Filho, ampara a velhice do teu pai e não o desgostes durante a sua vida. Se a sua mente enfraquece, sê indulgente para com ele e não o desprezes, tu que estás no vigor da vida, porque a tua caridade para com teu pai nunca será esquecida e converter-se-á em desconto dos teus pecados”.

Amar. Eis o mandamento divino. Colocar Deus em primeiro lugar, e n'Ele a ligação essencial aos outros, aos pais, aos filhos, aos irmãos, aos vizinhos. Amar Deus, amando os que estão perto de nós. Como sublinhou Bento XVI, na noite de Natal, “Se a luz de Deus se apaga, apaga-se também a dignidade divina do homem. Então deixamos de ser, todos, irmãos e irmãs, filhos do único Pai que, a partir do Pai, se encontram interligados uns aos outros”.


Textos para a Eucaristia (ano C): Sir 3, 3-7.14-17a; Col 3, 12-21; Lc 2, 41-52.

Reflexão Dominical na página da Paróquia de Tabuaço

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De:

A Fé Explicada


Resposta aos perseguidores da Igreja Catolica

Posted: 29 Dec 2012 09:27 PM PST

Catolicos Valorosos podem comemorar ja que as crônicas cristãs confirmam que Cristo avisou as corretamente Sim? Pode repetir isso de novo? Catolicos! Vocês se sentem perseguidos? O conjunto dos meios publicitarios, como vocês devem ter notado, tem grande prazer em imprimir e emitir tudo que possam encontrar para fazer um caso negativo da Igreja Catolica. [...]

SAGRADA FAMÍLIA, ESPELHO DE SANTIDADE

Posted: 29 Dec 2012 08:35 PM PST

“… enquanto o casal formado por Adão e Eva tinha sido a fonte do mal que inundou o mundo, o casal formado por José e Maria constitui o vértice, do qual se expande por toda a terra a santidade. … é na Sagrada Família, nesta originária ‘Igreja doméstica’, que todas as famílias devem espelhar-se… ela [...]

A Igreja não tem medo da verdade

Posted: 29 Dec 2012 11:13 AM PST

Apesar da crise, os católicos permanecem “firmes na fé” Enquanto isso, nos arraiais católicos, em que pese a grande confusão doutrinária e moral que afeta largos setores da Igreja em nossos dias, o suposto clima de revolta e de desejo de mudanças propalado pela mídia e por católicos liberais (e próceres socialistas…) existe mais em [...]

Sete Erros Fatais do Relativismo Moral

Posted: 29 Dec 2012 11:00 AM PST

A consciência/percepção de moralidade leva a Deus tanto quanto a consciência/percepção de queda de maçãs leva à gravidade. (Roger Morris) O Relativismo moral é um tipo de subjetivismo que sustenta que as verdades morais são preferências muito parecidas com os nossos gostos em relação a sorvete, por exemplo. O relativismo moral ensina que quando se [...]

Quem foram os doze Apóstolos?

Posted: 29 Dec 2012 10:24 AM PST

Um dos dados mais seguros da vida de Jesus é que constituiu um grupo de doze discípulos aos quais denominou os ?Doze Apóstolos?. Esse grupo era formado por homens que Jesus chamou pessoalmente, que lhe acompanhavam em sua missão de instaurar o Reino de Deus e seriam testemunhas de suas palavras, de suas obras e [...]

25 questões sobre o Papa

Posted: 29 Dec 2012 10:15 AM PST

1. Quem é o papa? O Papa é o Sucessor de São Pedro na chefia visível da Igreja Universal; ele é o Vigário de Jesus Cristo (LG 20-22; CD 2 e 9). 2. E quem foi São Pedro? Foi aquele, dentre os apóstolos, a quem Jesus escolheu para Chefe da sua Igreja; [...]

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Post colocado em 30-12-12 – 11,35 HORAS

ANTÓNIO FONSECA

O Maior Louco do Mundo

O Maior Louco do Mundo

Vidas dos Papas da Igreja Católica (21) - 30 de Dezembro de 2012


Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12 que venho a transcrição das Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
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SÃO SÍMACO
Smaco
Santo Símaco
(De 498 a 514)
Foi eleito em 22 de Novembro de 498, no mesmo dia em que foi eleito o antipapa Lourenço.
Após a morte de Anastásio II, as duas facções do pontificado, uma maioritária, contrária às atitudes conciliadoras com a Igreja do Oriente, e outra, um pequeno grupo, favorável à benevolência com  os cismáticos, procuram adiantar-se na eleição do sucessor do papa.
A maioria, reunida na Basílica de Latrão, elege São Símaco e a segunda, no mesmo dia, em Santa Maria Maior, escolhe o arcipreste Lourenço.
O povo agita-se e a solução é pedida ao imperador Teodorico, que estava em Ravena.
Teodorico, rei dos Ostrogodos, apesar de ariano, tem uma atitude sensata e isenta e diz que deve aceitar-se o que teve maior número de votos, ou seja, São Símaco.
Com os ânimos serenados, São Símaco toma conta do pontificado e, com o espírito cordato, nomeia Lourenço, bispo de Nocera. Contudo, como visse a Igreja em perigo convoca, no ano seguinte, um sínodo para Roma, do qual sai um decreto que reconhece ao papa o direito de poder designar o seu sucessor. No entanto, em situações de dúvida, seria designado o que tivesse obtido maior número de votos.
O ano de 500, com a visita de Teodorico a Roma, foi um ano calmo.
Em 501, os adversários de São Símaco caluniaram-no com acusações sobre a sua administração e conduta moral. Teodorico convoca-o para uma reunião e o papa recusa, o que leva o rei a convocar um concílio em Roma para o julgar. Além disso, declara a Sede Apostólica em situação de sede vacante. Depois coloca em Roma, Pedro, bispo de Altino, com autoridade de regente, e este, aproveitando-se da situação, convoca o bispo de Nocera, Lourenço, o antipapa que pretendia o trono de São Símaco, e aquele aceita, comparecendo à primeira sessão do concílio. À segunda sessão, depois de ter sido vítima de uma emboscada, já não está presente e vários bispos ausentam-se por considerarem que houve arbitrariedade e má vontade por parte de Teodorico. Na última sessão declaram não haver base para o julgamento do papa, declarando-o pastor legítimo da Igreja e que deveriam considerar-se cismáticos os que lhe recusassem obediência.
Teodorico, irritado com  a atitude dos bispos, impõe o diácono Lourenço como senhor de todas as igrejas da cidade, à exceção da Basílica de São Pedro, onde São Símaco vivia refugiado, mas protegido pelo apoio da maioria do povo.
Era uma situação inadmissível e São Símaco convoca um concílio que, a 6 de Novembro de 502, no Vaticano, tem a presença de todos os bispos de Itália e de 37 sacerdotes romanos. Ali, defende-se de todos os crimes e condena Pedro, bispo de Altino e Lourenço, o pretenso antipapa, como usurpadores de jurisdições que lhes não pertenciam. Tudo parecia estar bem, mas Festo, chefe do Senado e inimigo de São Símaco, não cede chegando a sublevar minorias da população que provocam distúrbios e mortes, com clérigos massacrados e virgens consagradas expulsas dos seus mosteiros, passeadas nuas pelas ruas e depois queimadas.
Teodorico, perante esta situação caótica,  volta a tomar uma atitude prudente e reconhece os direitos de São Símaco. O próprio clero partidário de Lourenço regressa à obediência ao papa. Lourenço mostra-se arrependido e viria a terminar  a vida depois de rigorosa penitência.
Infelizmente pouco durou esta paz, pios o imperador do Oriente, Anastásio, renova a luta contra a Igreja do Ocidente, acusando o papa de maniqueu e inimigo da Sede de Constantinopla.
São Símaco defende-se com serenidade e firmeza, apelando para o testemunho dos seus atos, que todos os romanos podiam confirmar.
Entretanto, refugiados gregos davam conta dos vexames e violências praticados por cismáticos do Oriente contra os fiéis a Roma e vários bispos pedem a intervenção do papa.
São Símaco responde-lhes dizendo que não se pode confundir a verdade com a mentira e que amar e pertencer à Igreja implicava a separação da autoridade civil. quando esta se encontrasse em comunhão com  os hereges.
Apesar de ter tido um pontificado tão conturbado, São Símaco exerceu grande influência na romanização do reino ostrogodo da Gália e Espanha, sobretudo através de Cesário, bispo de Arles, que tinha poderes especiais como seu representante.
Dedicou-se à construção de albergues para pobres e peregrinos juntos às principais basílicas de Roma, construiu duas igrejas em honra dos mártires São Pancrácio e Santa Águeda, um oratório em honra dos santos Cosme e Damião e duas basílicas, uma dedicada a Santo André e outra a São Martinho.
No tocante à liturgia estabeleceu que o cântico Glória in excelsis, então exclusivo da missa da meia noite no Natal, pudesse ser cantado ou recitado em todos os domingos e nas festas dos mártires, mas apenas pelos bispos. Aos simples sacerdotes apenas era permitido dizê-lo na Páscoa.
Os escritores coevos salientam a sua bondade, prudência e, sobretudo a humanidade e serenidade com que aguentou as calúnias dos inimigos.
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LOURENÇO  (antipapa)
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Lourenço
(De 498 e 501-505)
Por morte de Anastásio II, a facção maioritária do pontificado, contrária às atitudes da Igreja do Oriente, reunida na Basílica de Latrão, elege Símaco, natural da Sardenha, como papa. A outra facção favorável à benevolência com os cismáticos, reunida na Basílica de Santa Maria Maior, elege, no mesmo dia 22 de Novembro de 498, o arcipreste Lourenço como antipapa.
O povo não aceita esta eleição e o rei godo, Teodorico, que estava em Ravena, declara que devia aceitar-se como legítimo aquele que tivesse obtido mais votos na eleição. Deste modo, Símaco, que fora escolhido pela maioria do clero e do senado, assume o pontificado.
Lourenço submete-se ao papa e este, benévolo, nomeia-o bispo de Nocera.
Mais tarde, Teodorico entra em luta com  São Símaco e coloca em Roma, Pedro, bispo de Altino, com autoridade de regente. Pedro aceita e chama Lourenço, antigo pretendente ao pontificado.
Teodorico, na sua luta, pretende julgar o papa, mas não consegue e impõe Lourenço como senhor de todas as igrejas, com  exceção da Basílica de São Pedro, onde São Símaco vivia refugiado, protegido e auxiliado pela população.
Perante tal situação, que não podia manter-se, São Símaco convoca em 6 de Novembro de 502 um concílio para o Vaticano e nele são condenados Pedro, bispo de Altino, e Lourenço como usurpadores.
Teodorico muda de ideias e volta a reconhecer os direitos de São Símaco, ao mesmo tempo que Lourenço (506) desiste de ser papa, submetendo-se e terminando a vida numa rigorosa penitência voluntária numa propriedade rural, em solidão. Aí morreu no desterro em 520.
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Continua:…
Post colocado em 30-12-12 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1515-3 - A RELIGIÃO DE JESUS - SAGRADA FAMÍLIA e 8ª do NATAL - 30 de Dezembro de 2012

1515-3
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca
Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.
30 de Dezembro de 2012
SAGRADA FAMÍLIA
8º DOMINGO DEPOIS DO NATAL
Lc 2, 41-52
Seus pais iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa. Quando chegou aos doze anos, subiram até lá, segundo o costume dos dias de festa. Terminados esses dias, regressaram a casa e o Menino ficou em Jerusalém, sem que os pais o soubessem. Pensando que Ele Se encontrava na caravana, fizeram um dia de viagem e começaram a procurá-Lo, entre os parentes e conhecidos. Não O tendo encontrado, voltaram a Jerusalém, à Sua procura. Volvidos três dias, encontraram-N’O no Templo, sentado entre os doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Todos quantos O ouviam estavam estupefactos com a Sua inteligência e as Suas respostas. Ao vê-Lo ficaram assombrados e Sua mãe disse-Lhe: «Filho, porque nos fizeste isto? Olha que Teu pai e eu andávamos aflitos à Tua procura». Ele respondeu-lhes: «Porque me procuráveis? Não sabíeis que devia estar em casa de Meu Pai? Mas eles não compreenderam as palavras que lhes disse. Depois desceu com eles, voltou para Nazaré e era-lhes submisso. Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração. E Jesus crescia em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens.
 
1 – O Domingo seguinte ao Natal, é dedicado sempre pela Igreja para recordar a Família de Jesus, já que isso é um bom motivo para que nós cristãos reflitamos sobre a importância que tem a instituição familiar na vida. Costuma-se dizer que a família está em crise. Daí a preocupação dos bispos por este tema. Sem embargo, não teria que se dizer, ou melhor, que o que está em crise são as relações humanas? Não teria que se pensar que a aspiração imediata ao bem estar material tem hoje mais força que o respeito  ao outro, a fidelidade à palavra dada, a tolerância e a bondade acima de tudo e sempre?
2 – A família é a instituição básica que sustenta a estabilidade do tecido social. As crianças que vêm ao mundo integram-se na sociedade por meio da família. As relações de família nascem e crescem equilibradamente ou se desfazem para toda a vida. Daí a importância de que, nas relações com o pai e a mãe, cada ser humano integre a sua vida no amor, na responsabilidade, na honradez, no respeito a todos os outros…
3 – As relações de família não são livres. Ninguém escolhe o seu pai ou a sua mãe. São relações que nos são dadas e impostas. Daí a necessidade de que a relação de “parentesco”  evolucione para a única forma de relação que é inteiramente livre, a relação de “amizade”. O ideal seria que nossos pais ou irmãos cheguem  a ser os nossos melhores amigos, as pessoas com quem tenhamos mais confiança e mais transparência. Aliás, não esqueçamos que não há nenhum amor eterno. Por isso o carinho entre seres humanos é a experiência mais preciosa e a que necessita ser cuidada com mais delicadeza e, se for necessário, com  mais sacrifício.
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Viso - mapa
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com/
Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários.
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contactos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
- http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
Post para publicação em 30-12-2012 - 10,30 h
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca
http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
Imagem no mapa




Nº 1515-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - “10” - 30 de Dezembro de 2012



antoniofonseca1940@hotmail.com

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FELIZES FESTAS DE 2012
e
BOM ANO NOVO DE 2013
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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.
Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1120 páginas… sejamos optimistas.
LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1514 - 2ª Página

30 de Dezembro de 2012
ANTIGO TESTAMENTO

L E V Í T I C O

10 – PUNIÇÃO DE NADAB E ABIÚ 

10 – PUNIÇÃO DE NADAB E ABIÚ Os filhos de Aarão, Nadab e Abiú, tomando cada um o seu turibulo, puseram neles fogo, e incenso por cima, e ofereceram ao Senhor um fogo profano que Ele não tinha ordenado. Irrompeu, então, um  fogo diante do Senhor, devorou-os e eles morreram diante do Senhor. Moisés disse a Aarão: «Foi isso que o Senhor anunciou ao dizer: «Quero ser santificado por aqueles que se aproximarem de Mim e glorificado na presença de todo o povo».
Moisés chamou Misael e Elsafan, filhos de Uziel, tio de Aarão, e disse-lhes: «Vinde, levai os vossos irmãos de diante do santuário, para fora do acampamento». Eles avançaram e transportaram-nos nas suas túnicas para fora do acampamento, como Moisés lhes dissera. Moisés disse a Aarão, a Eleazar e a Itamar, seus filhos: «Não descubrais as vossas cabeças, e não rasgueis as vossas vestes, para não morrerdes e para que o Senhor não se irrite com toda a assembleia: aos vossos irmãos e a toda a casa de Israel, compete chorar aqueles que o Senhor queimou. Não vos afasteis da entrada da tenda da reunião, não suceda morrerdes; porque o óleo da unção do Senhor está sobre vós». E eles submeteram-se à palavra de Moisés. O Senhor disse depois a Aarão: «Não beberás vinho nem licor forte, nem tu nem os teus filhos, quando tiverdes de entrar na tenda da reunião, para não morrerdes; é uma regra perpétua para os vossos descendentes, a fim de poderdes discernir entre o que é santo e o que é profano, entre o que é puro e o que é impuro, e ensinar aos filhos de Israel todas as leis que o Senhor lhes deu por intermédio de Moisés». Moisés disse a Aarão, a Eleazar e a Itamar, os filhos que ficaram a Aarão: «Tomai parte da oblação que sobejou dos sacrifícios queimados ao Senhor e comei-a sem fermento, ao lado do altar, porque é uma coisa santíssima. Comê-la-eis num lugar santo, é o teu direito e o de teus filhos sobre os sacrifícios queimados ao Senhor, porque assim me foi ordenado. Comereis num lugar puro, tu e os teus filhos e as tuas filhas, o peito que foi agitado e a coxa que foi alçada, porque são a tua parte e a dos teus filhos sobre os sacrifícios de ação de graças dos israelitas. Juntarão a esta coxa e a este peito as gorduras destinadas ao fogo, afim de serem agitadas diante do Senhor; pertencer-te-ão a ti e aos teus filhos, como quinhão invariável, conforme o Senhor ordenou». Moisés quis saber o que era feito do bode expiatório, e averiguou que tinha sido queimado. Então irritou-se com Eleazar e Itamar, os filhos de Aarão que ficaram vivos e disse-lhes: «Porque não comestes a vítima expiatória no lugar santo, tratando-se de uma coisa santíssima que vos foi dada para assumir as faltas da comunidade e para lhe obter propiciação diante do Senhor? Visto que o sangue desta vítima não foi introduzido no santuário interior, devíeis comê-la no santuário, com o ordenei». Aarão respondeu-lhe: «Eles ofereceram hoje mesmo o seu sacrifício expiatório e o seu holocausto diante do Senhor, e o mesmo me aconteceu; se eu comesse hoje um sacrifício expiatório, tal procedimento seria aceite de bom grado pelo Senhor?» Ao ouvir estas palavras, Moisés deu-se por satisfeito.


















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A Arca da Aliança



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30 de Dezembro de 2012 - 10,15 h
ANTÓNIO FONSECA
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Nº 1515-1 - (365-12) - SANTOS DE CADA DIA - 30 de Dezembro de 2012 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com
Oitava do Natal do Senhor
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Boas Festas
F E L I N A T A L e
A N O  N O V O  D 2 0 1 3
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Nº 1515-1 - (365-12)
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Nº 1515-1 – (365-12)


SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA e JOSÉ

SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA e JOSÉ
(Dado que o Natal foi na Terça-feira passada, esta festa realiza-se hoje dia 30, Domingo)
Sagrada Familia de Jess
Sagrada Família de Jesus
Da alocução de Paulo VI, Papa, em Nazaré, em 5 de Janeiro de 1964; transcreve-se o seguinte texto: PUBLICADO EM WWW.JESUITAS.PT


O exemplo de Nazaré
Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho. Aqui se aprende a observar, a escutar, a meditar e a penetrar o significado tão profundo e misterioso do Filho de Deus, tão simples, tão humilde e tão bela. Talvez se aprenda também, quase sem dar por isso,  a imitá-la. Aqui se aprende o método e o caminho que nos permitirá compreender facilmente quem é Cristo. Aqui se descobre a importância do ambiente que rodeou a sua vida, durante a sua permanência no meio de nós; os lugares, os tempos, os costumes, a linguagem, as práticas religiosas, tudo o que serviu a Jesus para Se revelar ao mundo. Aqui tudo fala, tudo tem sentido. Aqui, nesta escola, se compreende a necessidade de ter uma disciplina espiritual, se queremos seguir os ensinamentos do Evangelho e ser discípulos de Cristo. Quanto desejaríamos voltar a ser crianças e acudir a esta humilde e sublime escola de Nazaré! Quanto desejaríamos começar de novo, junto de Maria, a adquirir a verdadeira ciência da vida e a superior sabedoria das verdades divinas! Mas estamos aqui apenas de passagem e temos de renunciar ao desejo de continuar nesta casa o estudo, nunca terminado, do conhecimento do Evangelho. No entanto, não partiremos deste lugar sem termos recolhido, quase furtivamente, algumas breves lições de Nazaré. Em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito, tão necessário para nós, que nos vemos assaltados por tanto ruído, tanto estrépito e tantos clamores, na agitada e tumultuosa vida do nosso tempo. Silêncio de Nazaré, ensina-nos o recolhimento, a interioridade, a disposição para escutar as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres. Ensina-nos a necessidade e o valor de uma conveniente formação, do estudo, da meditação, da vida pessoal e interior, da oração que só Deus vê. Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu carácter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré como é preciosa e insubstituível a educação familiar e como é fundamental e incomparável a sua função no plano social. Uma lição de trabalho. Nazaré, a casa do Filho do carpinteiro! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano; restabelecer a consciência da sua dignidade, de modo que todos a sentissem; recordar aqui, sob este teto, que o trabalho não pode ser um fim em si mesmo, mas que a sua liberdade e dignidade se fundamentam não só em motivos económicos, mas também naquelas realidades que o orientam para um fim  mais nobre. Daqui, finalmente, queremos saudar os trabalhadores de todo o mundo e mostrar-lhes o seu grande Modelo, o seu Irmão divino, o Profeta de todas as causas justas que lhes dizem respeito, Cristo Nosso Senhor.
João Paulo II, na carta dirigida à família, por ocasião do Ano Internacional da Família, em 1994, escreve:
«A Sagrada Família é a primeira de tantas outras famílias santas. O Concílio recordou que a santidade é a vocação universal do batizado (LG 40). Como no passado, também na nossa época não faltam testemunhas do «evangelho da família», mesmo que não sejam conhecidas nem proclamadas santas pela Igreja...» «A Sagrada Família, imagem modelo de toda a família humana, ajude a cada um a caminhar no espírito de Nazaré; ajude cada núcleo familiar a aprofundar a própria missão civil e eclesial, mediante a escuta da Palavra de Deus, a oração e a partilha fraterna da vida! Maria, Mãe do amor formoso, e José, Guarda e Redentor, nos acompanhem a todos com a sua incessante proteção». (nº 23). Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
Oração
Oremos hoje por todas as famílias do mundo para que consigam responder a sua vocação tal e como respondeu a Sagrada Família de Nazaré. Oremos especialmente pelas famílias que sofrem, passam por muitas dificuldades ou se veem ameaçadas em sue indissolubilidade e no grande serviço ao amor e à vida para que Deus as elegeu” (João Paulo II) “Oh Jesus, acolhe com bondade a nossa família que agora se entrega e consagra a Ti, protege-a, guarda-a e infunde nela tua paz para poder chegar a gozar todos da felicidade eterna.” “Oh María, Mãe amorosa de Jesus e Mãe nossa, te pedimos que intercedas por nós, para que nunca falte o amor, a compreensão e o perdão entre nós e obtenhamos sua graça e bênçãos” “Oh São José, ajuda-nos com nossas orações em todas as nossas necessidades espirituais e temporais, a fim de que possamos agradar eternamente a Jesus. Ámen.” WWW.ES.CATHOLICWWW.SANTIEBEATI.ITWWW.JESUITAS.PT
 
ANÍSIO, Santo
Bispo (em 406 ou 407)
 
Anísio foi discípulo e colaborador de Santo Ascólio, bispo de Tessalónica. Foi eleito em 383 ou 384 pelo clero e povo para substituir Ascólio. O papa Dâmaso nomeou-o, antes de 11 de dezembro de 384, seu vigário na Ilíria; este título foi-lhe confirmado repetidamente pelo papa Sirício, e depois pelos papas Anastácio e Inocêncio I. Em 391, o sínodo de Cápua confiou a Anísio e aos outros bispos da Macedónia o exame da heresia de Bonosus, bispo de Sárdica, sobre a não-virgindade de Maria. Anísio escreveu a Inocêncio I em favor de S. João Crisóstomo, perseguido. Este agradeceu-lhe com duas cartas que chegaram até nós. Em 406, os bispos vindos do Ocidente para socorrer Crisóstomo desejavam saudá-lo em Tessalónica: não lhes foi permitido. Anísio veio a morrer no fim de 406 ou em 407. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

MARGARIDA COLONNA, Beata
(1254 ou 1255-1275 ou 1280)
Margarita Colonna, Beata
Margarida nasceu em 1254 ou 1255, filha de Odão Colonna, chefe do ramo primogénito dos Colonnas, caso com uma senhora Orsini. O nascimento deve ter sido em Palestrina, a antiga Preneste, a uns 40 quilómetros de Roma, onde se encontrava o castelo paterno. Ela perdeu o pai, pouco depois de nascer, em 1256 ou 1257, e a mãe quando tinha apenas dez anos. Foi colocada sob a tutela do irmão mais velho, João, duas vezes senador de Roma (1292). Quando ela chegou aos dezoito anos, João pensou que era tempo de a casar, e encontrou-lhe uma boa escolha. Margarida recusou. João ficou surpreendido, mas ela foi defendida pelo irmão Tiago, que terminava os estudos na universidade de Bolonha. Margarida e Tiago estavam, mais ainda que os outros Colonnas, apaixonados pelo ideal franciscano, mas, enquanto Margarida encontrou nele o segredo da sua santidade, Tiago, subindo ao cardinalato, será, depois da morte da irmã, um dos protetores mais convencidos dos Espirituais, com quem lutará apaixonadamente contra Bonifácio VIII, apoiando-se no rei de França, Filipe o Belo, e recorrendo a processos mais que discutíveis; esta atitude não deve levar a esquecer nem a sua autêntica piedade nem a influência excelente que teve sobre a irmã. A 6 de Março de 1273, Margarida, animada no seu propósito por aparição de Maria Santíssima, retirou-se para o conventinho de clarissas de Castel San Pietro. Mais tarde, obteve do ministério geral dos Frades Menores, Jerónimo de Áscoli – o futuro Nicolau IV – licença para se transferir para Santa Clara de Assis, mas a saúde não lhe permitiu ficar lá. Ela procurou então instalar-se no santuário de Mentorella, perto de Tivoli, demorou-se bastante tempo em Roma, e depois acabou por voltar definitivamente para Castel San Pietro. Não estando sujeita à clausura, pôde entregar-se às obras de caridade, especialmente junto dos Irmãos Menores doentes de Zagarolo e das leprosas de Póli. Depois de nova visão, foi atacada por uma úlcera de que não se curou nunca. A 24 de Junho recebeu Nosso Senhor Jesus Cristo e S. João Baptista, vestidos de peregrinos. No fim do mesmo ano, a 20 de Dezembro, foi atacada por uma febre de que morreu, a 30 de dezembro, em 1280 provavelmente, embora a data de 1275 não possa rejeitar-se de todo. Foi enterrada na igreja de Castel San Pietro. A 24 de Setembro de 1285, uma bula do Papa Honório IV, obtida por Tiago Colonna, cardeal desde 12 de março de 1278, dava às clarissas de Castel San Pietro o mosteiro de S. Silvestre in cápite em Roma, para onde levaram as relíquias de Margarida. Pio XI confirmou o seu culto a 17 de Setembro de 1847. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it
 Sabino, Santo
Sabino, Santo
Quanto Diocleciano e os seus colegas da tetrarquia resolveram, em 304, perseguir os cristãos, foram enviados rescritos aos governadores das províncias, a notificar-lhes o édito de perseguição. O que foi dirigido a Venustiano, governador da Etrúria e da Úmbria, dizia o seguinte: «Ordenamos que os que professam a superstição cristã sejam obrigados a sacrificar aos deuses; se se recusarem, serão mortos e os seus bens confiscados. Foi em consequência dessa ordem, que o bispo Sabino, os diáconos Exuperâncio e Marcelo e muitos outros clérigos foram presos e encarcerados. Depois de os intimar a comparecerem perante o seu tribunal, no foro de Assis, Venustiano perguntou ao bispo: « – Com que direito aconselhas o povo a trocar os nossos deuses por um homem morto?Não sabes que Cristo, depois de morto e sepultado, ressuscitou ao terceiro dia? – Ofereço-te a alternativa de sacrificares aos deuses ou de morreres no meio dos tormentos; depois disso, poderás também ressuscitar ao terceiro dia, como Cristo, teu MestreVenustiano mandou cortar as mãos ao bispo; a seguir, passou aos diáconos que, segundo dizem as Atas, tremiam como varas verdes. Animados, porém, pelo seu pastor, resistiram, às ameaças e morreram heroicamente, com as costas rasgadas por unhas de ferro. Na enxovia par onde foi conduzido, Sabino foi tratado por uma matrona chamada Serena e curou um cego de nascença, chamado Prisciano. Ao saber disso, Venustiano, que sofria duma doença de olhos, foi visitar o mártir na prisão. Este, não se contentando com curar-lhe os olhos, curou-lhe também a alma, abrindo-a à fé. Administrou-lhe o baptismo, bem como a sua mulher e filhos, e encontrou refúgio em sua casa. Quando tal notícia chegou a Roma, Maximiliano Hércules encarregou o tribuno Lúcio de ir castigar o governador e acabar com o bispo. E foi assim que Venustiano, sua mulher e seus dois filhos foram decapitados em Assis, e S. Sabino, conduzido a Espoleto, morreu açoitado. Embora em parte enriquecida com edições posteriores, as Atas que nos transmitem estes factos são consideradas dignas de crédito. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic. Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com e www.santiebeati.it


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Trasladação do corpo de Santiago
De facto, pelos breves apostólicos de dois papas, Gregório XIII e Sixto V, celebra-se em Santiago e em toda a Espanha a festa da Trasladação. O rei Herodes mandou decapitar a Santiago. Foi o protomártir dos Apóstolos; logo o seguiriam todos os outros e sucedeu na cidade Santa de Jerusalém. Este é o dado histórico e ponto de partida de uma lenda que parece ser um inverosímil jogo imaginativo mas, como tantas vezes sucede, a fantasia melhor intencionada cobre os espaços em branco que a história não pode provar com dados certos. E a lenda se expõe assim resumindo: Uma vez morto Santiago, os sete discípulos que havia levado consigo quando esteve em Espanha roubaram de noite o corpo que Herodes proibiu enterrar e deixou exposto às aves, cães e outros animais. Ocultamente o levaram até ao porto de Jaffa onde milagrosamente encontraram um navio sem remos nem piloto, mas com tudo o necessário para uma longa travessia. Ajudados por um vento favorável e sem escolhos nem tempestade arribam a Iria Flávia — hoje Padrón — perto de Finisterra. Com isto cumprem o desejo que lhes havia encarregado o próprio Santiago prevendo o acontecimento de sua morte. Terra adentro encontram uma gruta. Lhes parece sitio apto para depositar os restos mortais. Mãos à obra, destroem um ídolo de pedra dos pagãos do país e escavam na pedra um sepulcro onde depositam o corpo com sua cabeça que haviam transportado. Logo levantam uma casa que será capela. Teodoro e Atanásio ficaram custodiando a relíquia, enquanto os outros cinco companheiros saíram pelos campos e povoados a pregar o Evangelho. Quando morrem os dois custódios recebem sepultura junto aos restos de Santiago. As invasões e guerras que se sucedem no lugar são factores determinantes para que, junto com a passagem dos anos, se relegue ao esquecimento transitoriamente tanto o lugar já tapado pelos matagais como o tesouro que contém. Quando reina Afonso o Casto descobrem-se os antigos sepulcros e o rei manda edificar um templo. E outros monarcas o seguem. É Compostela. Os papas concedem privilégios, Urbano II desliga o bispado da jurisdição de Braga e com Calixto II começa a ser arcebispado. Os milagres e as maravilhas se produzem no tempo para espanhóis e estrangeiros. Se assinala de modo muito especial a proteção na longa luta de reconquista chegando a aplicar-se-lhe o nome de "Matamoros" por o terem visto com todas as armas precedendo ao exército cristão. As rotas de peregrinações da Europa começam a ter outro caminho para culminar o perdão dos pecados com arrependimento. Neste dia também se festeja a São Fulgêncio
 
 
Eugénia Ravasco, Beata
Virgem e Fundadora
Eugenia Ravasco, Beata
Eugenia Ravasco, Beata
Martirológio Romano: Em Génova, da Ligúria, em Itália, beata Eugenia Ravasco, virgem, que fundou o Instituto Irmãs dos Sagrados Corações de Jesus e María, a que encomendou a educação de meninas e o cuidado de enfermos e da infância desvalida (1900) Etimologia: Eugénia = Aquela de nuble berço, é de origem grega. Nació en Milán el 4 de Enero de 1845, la tercera, entre seis hijos del banquero genovés Francisco Mateo y de la noble Carolina Mozzoni Frosconi. Fue bautizada en la Basílica de Santa María de la Pasión, con los nombres de Eugenia, María. La familia, acomodada y religiosa, le ofreció un ambiente rico de afecto, de fe y educación refinada. Luego de la muerte prematura de dos hijos pequeños y de su joven esposa, el padre regresó a la Ciudad de Génova, llevando consigo al primogénito, Ambrosio y a la menor, Elisa, quien contaba apenas año y medio de edad. Eugenia permaneció en Milán con la hermanita Constancia, confiada a los cuidados de la tía Marieta Anselmi, quien, como verdadera madre, la acompañó en su crecimiento, educándola con amor pero también con firmeza. Eugenia, vivaz y expansiva, en su infancia la consideró su verdadera madre y demostró hacia ella un afecto muy tierno. En 1852 decidieron fuera a vivir a Génova con su familia. La separación de su tía le causó un dolor muy hondo, a tal punto que enfermó. En Génova, desde entonces su ciudad adoptiva, encontró nuevamente a su padre y a los dos hermanos; conoció al tío Luis Ravasco, quien tanto aportó a su formación; a la tía Elisa Parodi y a sus diez hijos con quienes convivió durante algún tiempo. De manera especial se encariñó a su hermana menor, Elisa, reservada y sensible, estableciendo con ella una profunda sintonía espiritual. Al cabo de tres años, en marzo de 1855, falleció también su padre. Luis Ravasco, banquero y cristiano convencido, se responsabilizó de los tres sobrinos huérfanos cuidando de su formación: confió a una Institutriz cualificada las dos niñas. Eugenia de carácter vivaz y exuberante sufrió bastante bajo el régimen severo adoptado por la señora Serra, pero supo aceptarlo con docilidad. El 21 de junio de 1855, en la Iglesia de San Ambrosio (hoy Iglesia “de Jesús”) en Génova, a los 10 años, recibió la primera Comunión y la Confirmación luego de una atenta preparación realizada por el Canónigo Salvador Magnasco. Desde ese día se sintió atraída por el misterio de la presencia Eucarística, de tal manera que no pasaba delante de ninguna Iglesia sin entrar para adorar el SSmo. Sacramento. El culto a la Eucaristía es en efecto uno de los goznes de su espiritualidad, junto al culto de los Corazones de Jesús y de María Inmaculada. Movida por una compasión connatural hacia los que sufren, desde su adolescencia donó abundantemente y de todo corazón a los necesitados, muy contenta de hacer sacrificios personales para lograrlo. En diciembre de 1862, la joven Eugenia perdió también el apoyo del tío Luis, quien había sido para ella más que padre. Recibió de Él no solamente la herencia moral de grande rectitud, coherencia cristiana y gran liberalidad hacia los pobres, sino también la responsabilidad de la familia, ahora en las manos de administradores no siempre fieles. No se acobardó. Confiando en Dios y aconsejada por el canónigo Magnasco, futuro Arzobispo de Génova, y por sabios abogados, tomó las riendas de los negocios de familia. Lamentablemente no logró salvar al hermano del camino extraviado por el que estaba marchando y que lo llevó a un extremo degrado moral y físico. Fue éste uno de los mayores sufrimientos para la Madre y una grande prueba para su Fe. En este mismo período la tía Marieta inició los preparativos para conseguir para la sobrina un brillante porvenir de esposa. Pero Eugenia oraba ardientemente en su corazón, para que Dios le mostrara el verdadero camino por donde deseaba llevarla. Tenía aspiraciones más elevadas. El 31 de mayo de 1863, en la Iglesia de Sta. Sabina en Génova, en donde entrara para saludar a Jesús Eucarístico, mediante las palabras del Misionero P. Jacinto Bianchi, quien estaba en ese momento dirigindose a los fieles, Eugenia Ravasco recibió la invitación divina a “consagrarse para hacer el bien por amor al Corazón de Jesús”. Fue el acontecimiento que iluminó su futuro y cambió su vida. Bajo la guía del Director espiritual, ella se puso sin reservas a disposición de Dios, consagrándole a Él, a su gloria y al bien de las almas, sus energías de inteligencia y de corazón y el patrimonio heredado de los suyos: “Este dinero —acostumbraba repetir— no es mío, sino del Señor, yo soy solamente la depositaria” (cfr. Positio C.I., 70) Soportó con fortaleza las protestas de los parientes, las críticas y el desprecio de las damas de su misma clase social e inició con valor a “hacer el bien” a su alrededor. Dio clases de catecismo en su Parroquia, N.S. del Carmen; colaboró con las Hijas de la Inmaculada en la Obra de S. Dorotea, como asistenta de las niñas del barrio, enseñó costura y bordado. Como “Dama de Caridad” de S. Catalina en Portoría, asistió a los enfermos en el Hospital de Pammatone y de los Crónicos; visitó a los pobres en sus casas, llevando el consuelo de su caridad. Sentía una grande pena viendo a tantos niños y jovencitas abandonados a sí mismos, en medio de toda clase de peligros y totalmente ignorantes de las cosas de Dios. El 6 de diciembre de 1868, a los 23 años, fundó la Congregación religiosa de las Hijas de los Sagrados Corazones de Jesús y de María, con la misión de hacer el bien especialmente a la juventud. Se iniciaron así las escuelas, la enseñanza del catecismo, las asociaciones, los oratorios; el proyecto educativo de la Madre Ravasco consistía en educar a los jóvenes y formarlos a una vida cristiana activa y abierta, para que fueran “honestos ciudadanos en medio de la sociedad y santos en el cielo”; educarlos a los valores trascendentes y al mismo tiempo a la lectura de los acontecimientos en perspectiva histórico-salvífica. Les propuso la santidad como meta de la vida. En 1878, en un período de abierta hostilidad a la Iglesia y de laicización de la vida social, Eugenia Ravasco, atenta a las necesidades de su tiempo, dio inicio a una Escuela Normal femenina, con la finalidad de darle a las jóvenes una instrucción orientada cristianamente y de preparar “maestras cristianas” para la sociedad. Para llevar a cabo esta obra, pupila de sus ojos, se enfrentó con fortaleza y confiando en Dios sólo, a los ataques venenosos de la prensa de opinión laicista. Encendida de caridad ardiente a imitación del Corazón de Jesús y animada por la voluntad de ayudar a su prójimo, de acuerdo con los Párrocos, organizó Ejercicios Espirituale, Retiros, Ceremonias religiosas y Sagradas Misiones Populares, hallando un grande consuelo viendo a muchos corazones que retornaban a Dios para encontrar su misericordia mediante la oración, el canto litúrgico y los Sacramentos. Oraba: “Corazón de Jesús, concededme porder hacer este bien y niguno otro, en todas partes”. Soñaba con poder ir a Misiones, pero ello no se concretizó sino después de su fallecimiento. Promovió el culto del Corazón de Jesús, de la Eucaristía, del Corazón Inmaculado de María; organizó Asociaciones para las Madres de Familia, tanto pobres como acomodadas; a estas últimas propuso ayudar a las jóvenes necesitadas y proveer a las Iglesias pobres. Alcanzó con su caridad a los moribundos, encarcelados, los lejanos de la Iglesia. Vivió de fe, de oración, de sufrimiento, de abandono en la Voluntad de Dios. En 1884, junto con otras cohermanas, Eugenia Ravasco hizo su Profesión Perpetua. Siguió entregada al desarrollo y fortalecimiento del Instituto, el cual, aprobado por la Iglesia Diocesana en 1882, obtendrá la aprobación pontificia en 1909. Fundó algunas Casas Filiales que visitó no obstante su poca salud. Guió la Comunidad con amor, prudencia y la mirada hacia el futuro, considerándose la última de las hermanas. Trabajó para mantener encendida en sus hijas la llama de la caridad y grande celo para la salvación del mundo, proponiéndoles como modelos los Corazones SS.mos de Jesús y de María. “Arder en el deseo del bien ajeno, especialmente de la juventud” fue su ideal apostólico; “Vivir abandonada en Dios y en las manos de María Inmaculada” fue su programa de vida. Purificada por la prueba de la enfermedad, de la incomprensión y del aislamiento dentro de la misma Comunidad, Eugenia Ravasco nunca desistió de actuar con pasión evangélica para la salvación de las almas, especialmente de la juventud de toda edad y condición social. En 1892, un año después de la Encíclica “Rerum Novarum” de S.S. el Papa León XIII, quiso construir un edificio en la plaza de Carignano, en Génova, para hacer de él la “Casa de las Obreras”: las jóvenes, quienes trabajaban en las fábricas y en los talleres de artesanía, hallarían en el un hogar seguro y la posibilidad de una formación cristiana. En 1898, para las jóvenes que trabajaban a servicio de las familias, fundó la Asociación de Sta. Zita; al mismo tiempo construyó el “pequeño teatro” para los momentos recreativos de las jóvenes del Oratorio y de las numerosas Asociaciones que estaban organizadas en el Instituto, convencida de que la alegría es la atmósfera educativa más eficaz: “Estad alegres —acostumbraba repetir— divertios, pero santamente...” y a las religiosas: “Vuestro gozo atraiga otros corazones para alabar a Dios” (de sus escritos). Consumida por la enfermedad Eugenia Ravasco falleció en Génova en vísperas de cumplir sus 56 años de vida, en la Casa Madre del Instituto, en la madrugada del 30 de diciembre de 1900. “Os dejo a todas en el Corazón de Jesús” fueron sus palabras de despedida de las hijas y de sus queridas jóvenes. En 1948 S. E. Mons. José Siri, Arzobispo de Génova, da inicio al Proceso Diocesano. El 1 de julio del 2000, año Jubilar, el S. Padre Juan Pablo II reconoce la heroicidad de sus virtudes. El 5 de julio del 2002 el mismo S. Padre Juan Pablo II firma el Decreto de aprobación del milagro —la curación de la niña Eilen Jiménez Cardozo de Cochabamba (Bolivia)— obtenido por intercesión de Madre Eugenia Ravasco. Fue beatificada el 27 de abril de 2003 por S.S. Juan Pablo II.
Judite, Santa
Personagem Bíblica
Judith, Santa
Judith, Santa
Etimologia: Judith = aquela que louva a Deus. Vem da língua hebraica. Se queres ler e meditar um libro sumamente interessante na Bíblia e o desta heroína que defendeu a liberdade de seu povo e a religião contra o tirano general Holofernes. Este militar, assessorado por seus chefes, sabia que o povo judeu quando está bem com seu Deus, não há quem possa com eles. O orgulhoso general, com tantos homens sob suas ordene, mandou sitiar a cidade até que morressem extenuados de fome e de sede. Quando as coisas iam muito mal, o sacerdote Ozías, disse: :"Esperem cinco dias e nesse prazo decidiremos que devemos fazer". Mas neste momento se apresentou uma bela mulher, viúva e entregue à penitência e à oração. Era a admiração de todos por sua beleza física e sua simpatia. Judith disse-lhes:" Deus nos está provando mas não nos abandona. Eu vou fazer mestos dias algo cuja recordação se prolongará por muitos séculos. Esta noite sairei da cidade e logo Deus fará por minha mão algo que agora não lhes posso contar". Logo se prostrou ante Deus e lhe rogou que bendissesse seu plano e a ajudasse. O sacerdote e os demais chefes lhe disseram: "Vai em paz e que o Senhor te proteja e te guie". Se pôs belíssima com seus melhores vestidos e joias e foi para o campo dos inimigos. Ao vê-la os sentinelas, ela lhes disse que fugia de Betulia para entrevistar-se com Holofernes. Pediu ao general que a deixassem atuar e que cada noite lhe permitisse ir ao campo a orar. Ele disse que não havia inconveniente. Se enamorou dela no instante. Mandou fazer uma grande festa em que se emborrachou. Uma vez que ficou sozinha, apanhou uma espada e cortou-lhe a cabeça. Atuou em consciência. Entre dois males, elegeu o menor. Todos foram a felicitá-la. E lhe disseram:"Tu és a glória de Jerusalém, o orgulho de Israel. Bendita sejas pelo Senhor Omnipotente por todos os séculos. Ámen". Felicidades às Judites! Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
Juan (Giovanni) Mara Boccardo, Beato
Juan (Giovanni) Marìa Boccardo, Beato
Martirológio Romano: Na localidade de Pancalieri, perto de Turim, em Itália, beato Juan María Boccardo, presbítero, que. trabalhando infatigavelmente no cuidado dos anciãos e enfermos, fundou a Congregação de Irmãs dos Pobres Filhas de São Caetano (1913). Nacido en 1848 dedicó su vida a asistir a los enfermos durante la epidemia de cólera de 1884.
Fue Párroco de Pancalieri, al norte de Italia, fundó la congregación religiosa de las Pobres Hijas de San Cayetano.  Don Giovanni Maria Boccardo fue un hombre de profunda espiritualidad y, a la vez, un apóstol dinámico, promotor de la vida religiosa y del laicado, siempre atento a discernir los signos de los tiempos. Escuchando, en la oración, la palabra de Dios, maduró una fe vivísima y profunda. Escribió: «Sí, Dios mío, lo que quieres tú, lo quiero también yo». Y ¿qué decir de su infatigable celo en favor de los más pobres? Supo acercarse a todas las miserias humanas con el espíritu de san Cayetano de Thiene, espíritu que infundió en la congregación femenina que fundó para el cuidado de los ancianos y los enfermos, y para la educación de la juventud. Hizo suya la invitación evangélica: «Buscad primero el reino de Dios y su justicia» (Mt 6, 33). Como el santo cura de Ars, del que era devoto, indicó a sus parroquianos, con su palabra y sobre todo con su ejemplo, el camino del cielo. El día de su ingreso en Pancalieri como párroco, dijo a los fieles: «Vengo aquí, queridos hermanos, para vivir como uno de vosotros, como vuestro padre, vuestro hermano y vuestro amigo, y para compartir con vosotros las alegrías y las penas de la vida (...). Vengo como servidor de todos, y cada uno podrá disponer de mí, y yo me consideraré siempre dichoso y feliz de poderos servir, buscando sólo hacer el bien a todos». Se declaraba siempre hijo devoto de la Virgen, y a ella recurría con constante confianza. A una persona que le preguntó: «¿Es tan difícil ganar el Paraíso?», le respondió: «Sé devoto de María, que es su "puerta", y entrarás». Su ejemplo sigue vivo en la memoria de la gente, que a partir de hoy puede invocarlo como intercesor en el cielo. Muriò el 30 de Diciembre de 1913, y beatificado por Juan Pablo II el 24 de Mayo de 1998, durante la celebraciòn del V Domingo de Pascua en su visita apostòlica a Turín.
Perpetuo de Tours, Santo
Perpétuo de Tours, Santo
Martirológio Romano: Em Tours, da Gália Lugdunense, santo Perpétuo, bispo, que edificou a basílica de São Martinho e muitas outras em honra dos santos, e regulou na sua Igreja a prática de jejuns e vigílias (491). Etimologicamente: Perpétuo = duradouro, é de origem latina. Perpétuo era de família senatorial. Uma vez que o nomearam bispo de Tours, deixou tudo quanto tinha – que era muito – para consolação dos pobres. Os pobres são meus herdeiros. Deixou-lhes campos, casas, jardins, pastos, vinhas e até a própria roupa. Sem dúvida alguma foi um dos bispos mais sobressalientes de seu tempo. Tinha sempre presente a seu predecessor, são Martinho, o soldado que rasgou sua capa em duas para entregar uma parte a um mendigo. Perpétuo aumentou a basílica dedicada a são Martinho e fez uma casa grande a seu lado para albergue de peregrinos. Desde o primeiro ano de seu episcopado, convocou um concílio provincial em Tours. Decretou que os fieis observassem alguns dias da semana com especial atenção às cosias do espírito. A influência de são Perpétuo foi enorme. Treze séculos depois de sua morte , alguém escreveu estas palavras atribuídas ao santo: “Vós, meus queridos irmãos, minha coroa, minha alegria, quer dizer, o pobre de Cristo, necessitados, mendigos, enfermos, viúvas e órfãos...A todos vós vos declaro meus herdeiros”. Tinha uma primavera no coração, porque sabia perdoar a todo o mundo e, além disso, entregava seu próprio ser para o bem dos demais. Catorze anos antes de morrer, escreveu seu testamento, um documento perfeito de como deviam ser os bispos daqueles tempos. Os últimos anos de sua vida foram maus, devido à invasão de Godos e à doutrina ariana.  Morreu no ano 494. ¡Felicidades a quem leve este nome! Comentários a P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com
Judith, Santa
Diciembre 30 Personaje Bíblico
Sabino, Santo
Diciembre 30 Mártir
Juan (Giovanni) Marìa Boccardo, Beato
Diciembre 30 Presbítero y Fundador
Eugenia Ravasco, Beata
Diciembre 30 Virgen y Fundadora
Sagrada Familia de Jesùs
Diciembre 30 Fiesta, Domingo siguiente a la Navidad
94375 > Sant' Aina 30 dicembre

83420 > Sant' Anisio di Tessalonica Vescovo 30 dicembre MR

94830 > Beati Bernardo de Rebolledo e Giovanni de Luna Martiri mercedari 30 dicembre

83460 > Sant' Egvino Vescovo 30 dicembre MR

83410 > Sant' Ermete 30 dicembre MR

91505 > Beata Eugenia Ravasco Fondatrice 30 dicembre MR

90109 > Sant' Eugenio di Milano Vescovo 30 dicembre

55150 > San Felice I Papa 30 dicembre MR

93579 > Santi Filetero (Filotero) ed Eubioto Martiri 30 dicembre

83440 > San Geremaro Abate di Flay 30 dicembre MR

90639 > San Giocondo di Aosta Vescovo 30 dicembre MR

91297 > Beato Giovanni Maria Boccardo Parroco, fondatore 30 dicembre MR

91774 > San Lorenzo da Frazzanò Monaco 30 dicembre MR

92313 > Beata Margherita Colonna Vergine 30 dicembre MR

83430 > San Perpetuo di Tours Vescovo 30 dicembre MR

83470 > San Raniero Vescovo 30 dicembre MR

83450 > San Ruggero di Canne Vescovo 30 dicembre MR

22175 > Santa Famiglia di Gesù, Maria e Giuseppe 30 dicembre (celebrazione mobile) - Festa MR

83400 > San Savino di Assisi Vescovo 30 dicembre

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Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
“REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • Tero1 - Cpia
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    Edição: 30-12-2012 – 10,00 H
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