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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Várias - 1 de Fevereiro de 2013

 

Deus lo vult!: “Gays, católicos, e praticantes” e mais 1 novidades


Gays, católicos, e praticantes

Posted: 30 Jan 2013 02:23 PM PST

A matéria d’O Estado de São Paulo sobre os «[g]ays católicos praticantes [que] buscam seu espaço na igreja» está repleta de baboseiras do início ao fim.

Antes de qualquer coisa e ao contrário do que o artigo insinua de uma ponta a outra, é preciso deixar claro que não existem gays católicos praticantes. Ou o gay é um sujeito sério, católico praticante e, por isso, luta contra as suas tendências sexuais desordenadas sabendo que «[p]elas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental» ele pode e deve «se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã», como apregoa o Catecismo (§2359); ou então o sujeito é um gay praticante que vive imundamente chafurdando na lama do pecado contra a natureza e, ao mesmo tempo, quer tumultuar a Igreja incoerentemente alardeando-se “católico” ao mesmo tempo em que defende e vive o contrário do que prega a Doutrina Moral Católica. Et tertium non datur.

Infelizmente, a matéria do jornal só fala sobre esses últimos. Ao invés de citar (p.ex.) os homossexuais sérios que fazem parte do Apostolado Courage (que inclusive já existe no Brasil) e lutam, estes sim, para ajudar de verdade os católicos que são homossexuais a continuarem verdadeiramente vivendo como católicos, citam lixos como o “Diversidade Católica” que apenas servem para ensinar os gays a serem hipócritas e afastá-los do Catolicismo. Só por isso a reportagem já merecia ser tratada com suspeição. Contudo, não satisfeita em fazer esta apresentação seletivamente criminosa das relações entre os gays e a Igreja, a sra. Luciana Leal (que assina a matéria) ainda nos brinda com uma série de informações disparatadas. Veja-se:

Nos últimos anos, eles têm se reunido em espaços como o Diversidade Católica, no Rio, e a Pastoral da Diversidade, em São Paulo.

Como é evidente, não existe nenhuma “Pastoral da Diversidade” na Arquidiocese de São Paulo (a matéria só fala isso no final). Na verdade, o grupo que atende por este nome é formado por leigos que afirmam textualmente não estarem «buscando aprovação ou apoio de nossas autoridades eclesiásticas para nossa pastoral» e, portanto, usam este nome apenas para enganar os incautos. Trata-se, à semelhança do “Diversidade Católica” et caterva, de outro exemplar dos grupos acéfalos que advogam a revogação do princípio da não-contradição como fundamento ontológico da dignidade gay: em suma, é só mais uma fábrica de incoerências grosseiras.

Os grupos têm o apoio de alguns padres, como d. Anuar Battisti (…), que atuam com discrição para evitar sanções da hierarquia da Igreja

… ou seja, que não têm cojones para sustentar as suas posições em público e, aí, fazem-no às escondidas. Em outras palavras: os sacerdotes sabem tão bem que é contraditório defender simultaneamente o Evangelho de Cristo e a permanência na vida de pecado, a santificação por meio da Igreja e a exaltação das práticas homossexuais, que simplesmente não têm coragem de defender esta incoerência diante da Igreja. Fazem-no às escuras, desobedecendo frontalmente tanto à Igreja quanto ao próprio Cristo que mandou os Apóstolos anunciarem as coisas “por cima dos telhados” (cf. Mt 10, 27). Em que mundo esta pusilanimidade pode ser uma coisa louvável?

Para mostrar o outro lado da Igreja, os integrantes do Diversidade Católica recorrem a palavras do próprio Bento XVI: “A Igreja não é apenas os outros, não é apenas a hierarquia, o papa e os bispos; a Igreja somos nós todos, os batizados”.

Ora, usar as palavras de um autor para fazê-las contradizer o que este mesmo autor diz com insofismável clareza em outros lugares é o mais límpido e cristalino exercício de patifaria intelectual. Se o Papa diz com todas as letras que a Doutrina Católica «condena a prática da homossexualidade» e os sujeitos desses grupos sabem disso, como é possível que, em consciência, eles venham se escorar em outras declarações pontifícias genéricas para, contra todo e qualquer respeito que se deve ter às idéias de outrem, insinuar que está “tudo bem” em ser católico e continuar praticando o pecado do homossexualismo? Como esperam ser levados a sério, se visivelmente não levam a sério as declarações do Papa a quem não obstante juram seguir?

Na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Madri, em 2011, ele encaminhou por escrito, sem esperança de ser atendido, uma pergunta ao arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, sobre como a Igreja lida com a presença dos gays católicos. O rapaz se surpreendeu ao ver que sua pergunta foi respondida por d. Orani, que, segundo ele, pregou a existência de uma Igreja para todos.

É mesmo? Dom Orani chancelou esta hipocrisia gay? Cadê o comunicado assinado pela Mitra? Cadê a gravação desta alegada resposta? Tudo o que a gente tem sobre isso é a narrativa de um gay? Sinto muito, mas não é crível. Afinal de contas, dom Orani foi a público protestar contra o reconhecimento da “união homoafetiva” pelo STF em 2011. E, ao contrário da alegação gay, disso há registros.

Enfim, é este tipo de desinformação que alguns veículos de mídia acham importante divulgar. É profundamente lamentável que o Estado de São Paulo se preste desta maneira grosseira a semear a confusão entre os brasileiros. Quanto às pessoas que possuam tendências homossexuais e estejam sinceramente dispostas a colocar o amor a Cristo acima do amor ao baixo ventre, não se deixem seduzir por este caminho fácil que os jornais divulgam. Ouçam Cristo que fala através da Igreja. Fujam de todos aqueles que desejam ensinar elevados caminhos espirituais enquanto descuidam gravemente de importantes virtudes humanas! E a coerência é uma virtude muito importante. Não dá pra confiar em quem diz que é possível ser, simultaneamente, católico fiel e violador consciente e constante do Sexto Mandamento.

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Borboletas ao Luar


Reparação pelo Carnaval: reze você também!

Posted: 30 Jan 2013 07:09 AM PST

Voltando do recesso, vamos já começando a falar sobre um dos temas que mexem com as cabeças de católicos Brasil afora, por razões diferentes entretanto. É, meus caros, vem aí o Carnaval. Festa repleta de superficialidade, nojeira e pecados, muitos pecados.
Muitos são os que se perdem ou que se aprofundam no caminho da perdição nessa época. E muitos são os católicos que defendem essa festa diabólica, por mais que santos e mais santos tenham alertado sobre o horror dessa época, sobre como Nosso Senhor sofre, sobre o quanto Nossa Senhora se angustia. Não importa. O que importa para as pessoas de hoje é seguir suas próprias cabeças que se não estão repletas da Palavra de Deus - claro, se estivessem, elas nunca se deixariam levar pela ideia de que podem participar de uma festa onde Deus é tão ofendido -, estão repletas das mentiras do Demônio. Simples assim.

Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo, agora?” (Escritos Espirituais).
Rezem o Santo Terço ou Santo Rosário diante do crucifixo na intenção de reparar os ultrajes, sacrilégios e indiferença aos Sagrados Corações pelos pecados cometidos no período do carnaval e da Quaresma. (Escravas de Maria)

Vejam o vídeo abaixo sobre a reparaçãoa ser feita no Carnaval. Serão 40 horas de oração em reparação pelos pecados cometidos contra Deus nessa festa famigerada. As Escravas de Maria também irão participar. Vejam o vídeo e rezem:

"Como Jesus agradece as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas! (Santo Afonso)

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EU TENHO DEUS E DEUS ME TEM.


Porta Fidei - La Fede Della Chiesa

Posted: 30 Jan 2013 08:32 AM PST

Na Mensagem do Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011, o Papa Bento XVI afirma que o fenômeno da comunicação na era digital e as novas tecnologias, se usadas sabiamente, podem "contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano." (Leia a mensagem completa aqui mesmo o Blog neste link: http://www.eutenhodeusedeusmetem.blogspot.com.br/2013/01/verdade-anuncio-e-autenticidade-de-vida.html)
Na Carta Apostólica Porta Fidei (também aqui no Blog, acesse: http://www.eutenhodeusedeusmetem.blogspot.com.br/2012/03/porta-fidei.html) o Pontífice nos exorta e incentiva a estudar, nos formar, nos aprofundar em assuntos relativos a Fé, afirmando que neste ano "deverá intensificar-se a reflexão sobre a mesma, para ajudar todos os crentes em Cristo a tornarem mais consciente e revigorarem a sua adesão ao Evangelho, sobretudo num momento de profunda mudança como este que a humanidade está a viver."

Para unir tecnologia e "as coisas do alto", trago hoje mais uma dica: um aplicativo, disponível em português, para incentivar a vivência do Ano da Fé: PORTA FIDEI - LA FEDE DELLA CHIESA. Com ele você poderá acompanhar todos os discursos do nosso amado Papa Bento XVI sobre o Ano da Fé, receber todos os dias uma meditação do Sumo Pontífice sobre o Credo, suas catequeses, as meditações do Angelus, acessar o Compêndio e o Catecismo da Igreja Católica, incluindo arquivos multimedia. Tudo isso na facilidade do seu celular! E, se já não fosse bom demais, é GRATUITO! Eu gostei, então #ficaadica!

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Bíblia Católica News

Results

Ante censura, gestor da fanpage Memes Católicos esclarece que não transgrediu políticas do Facebook

29 janeiro 2013 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Mundo

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Yhonatan Luque

LIMA, 29 Jan. 13 / 09:42 am (ACI).- O criador da página Memes Católicos em espanhol, censurada dias atrás pelo Facebook, declarou ao grupo ACI que nunca transgrediu as políticas desta rede social e lamentou que tenham censurado seu espaço evangelizador.

A denúncia do fechamento do fanpage católico, feita pela agência ACI Prensa, do grupo ACI, foi ecoada também pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais na conta de twitter deste dicastério.

Na sexta-feira 25 de janeiro, sem dar explicações, Facebook eliminou a página criada pelo jovem peruano Yhonatan Luque e deixou seus mais de 115 mil seguidores sem poder acessar os memes.

“Ao querer ingressar na conta para seguir publicando material me dava com a surpresa de que Facebook já não me deixava fazê-lo, que já não tinha essa opção”, afirmou.

Em dezembro passado Facebook o notificou que vários usuários denunciaram seu espaço porque supostamente violava o numeral 3.7 da declaração de direitos e responsabilidades do Facebook sobre linguagem que incita ao ódio.? rede social deu-lhe a alternativa de conservá-la colocando a etiqueta [Humor polêmico] por causa do nome “Memes Católicos”.

“O numeral 3.7 das políticas de segurança do Facebook diz que está proibido subir material que incite ao ódio, material pornográfico, material que induza à violência, e supostamente para a rede social, mas Memes Católicos não está promovendo este tipo de conteúdos”, explicou Yhonatan.

Os “memes” são uma das formas mais populares e singelas para transmitir ideias no Facebook. São usualmente imagens com textos breves que oferecem mensagens concretas sobre distintos temas. Os desenhos de Yhonatan se fizeram muito populares entre os jovens católicos de distintos países da América Latina e em apenas nove meses superou os 115 mil seguidores.

Na notificação da sexta-feira passada “davam-me duas possibilidades, uma era que eliminasse eu mesmo a página como administrador, e a outra que envie uma foto escaneada de meu documento de identidade para que eles soubessem quem está por trás de Memes Católicos”. Apesar de que Yhonatan optou pela segunda opção, sua página foi suprimida.

“Minha pagina se centra em subir vinhetas para evangelizar, para catequizar, para mostrar o que a Igreja tem que dizer, para mostrar nossa doutrina tal e como ela é”, assegurou.

“Subo bastante material sobre apologética, sobre a Bíblia, sobre os documentos da Igreja, tudo em linha com a doutrina da Igreja sem faltar o respeito às demais crenças, nem aos protestantes, nem aos ateus”, acrescentou.

“Minha página só se centra em evangelizar a católicos, minhas mensagens são 100 por cento para católicos, nada que possa resultar ofensivo para outras crenças”.

Nos últimos dias diversos grupos anti-cristãos convocaram no Facebook campanhas para denunciar a página de Memes Católicos à rede social como “ofensiva”, simplesmente por não estar de acordo com as mensagens divulgadas. A reação do Facebook confirma que cedeu à enganosa campanha.

Falsas páginas

Yhonatan agradeceu as numerosas mostras de apoio que recebeu nestes dias e esclareceu que ainda não relançou sua iniciativa porque espera que Facebook revise o caso ante as massivas queixas feitas pela retirada da página e assim volte a colocar a página no ar. Entretanto, nos últimos dias surgiram falsas páginas que estão usando seu logotipo, alguns de seus memes e até seu nome sem seu consentimento.

Posts relacionados:

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Voz da Igreja +

Ministério da Saúde orienta como fazer aborto

Posted: 29 Jan 2013 03:22 PM PST

Alguém se lembra da promessa de Dilma Roussef, antes de ser eleita presidente, de que em seu governo não seria tomada nenhuma medida para promover o aborto? Pois bem, ela acaba de quebrar a promessa...

Cartilha do Min. da Saúde com orientações para a prática do aborto!

Ministério da Saúde publica manual de uso de medicamento abortivo

Enquanto os Estados Unidos foram o palco da maior Marcha pela Vida da sua história (veja aqui), o Ministério da Saúde do Brasil articulava mais uma manobra favorável ao aborto no país. Na tarde desta segunda-feira, 28/01, a página do Movimento Brasil Sem Aborto denunciou a cartilha que está sendo produzida pelo Governo Federal (com o meu e o seu dinheiro), com orientações sobre como usar determinado remédio abortivo! A tiragem do manual, - 268.108 exemplares, - e a linguagem de fácil compreensão leva a crer que o alvo principal deste material seja o público em geral. E fica o povo brasileiro, mais uma vez, a usar aquele já conhecido nariz de palhaço, chapéu de palhaço, cara de palhaço...

** Saiba mais aqui

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El lugar de encuentro de los católicos en la red

Sexualidad y Bioética

¿La Homosexualidad es un desorden?
¿Por qué no es considerada la homosexualidad un desorden en la base de sus consecuencias médicas?

Autor: Kathleen Melonakos | Fuente: Fundación de la Familia de Delaware

La autora de este artículo, profesional de la salud y reportero médico Kathleen
Melonakos, describe el impacto del sexo hombre-con-hombre sobre la salud física.
Trabajé como durante varios años en los ochenta y noventa en el Centro Médico Universitario de Stanford, donde pude ver algo del daño que los homosexuales hacen a sus cuerpos con algunas de sus prácticas sexuales. Como consecuencia de esa experiencia presencial, admiro mucho el trabajo de NARTH en la investigación y tratamiento de la homosexualidad.
He estado preocupada durante largo tiempo por las serias consecuencias médicas que surgen como resultado de las actitudes de la afirmación gay que predominan en el Área de la Bahía de San Francisco. Por ejemplo, conocí personalmente a un dermatólogo prominente, un dentista, un ingeniero y un peluquero que murieron en sus cuarenta y pocos años de enfermedades infecciosas relacionadas con sus patrones de conducta homosexual. Sé de muchos otros que han muerto jóvenes como resultado de vivir un estilo de vida gay.
La co-autora de mi propio libro de referencia médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era la jefa del departamento de cirugía en Stanford. Contaba casos de homosexuales que necesitaban cirugía de emergencia debido a "puñetazos", "jugar con juguetes", (introducir objetos en el recto) y otros actos estrafalarios. Estoy segura -a la luz de mi experiencia clínica, y como consecuencia de haber hecho considerables estudios sobre ello desde ese momento- que la homosexualidad ni es normal ni benigna; más aún, es una adicción letal de conducta, tal como subraya Dr. Jeffrey Satinover en su libro "Homosexualidad y la Política de la Verdad".
Por lo que yo sé, no existe otro grupo de personas en los Estados Unidos que muera de enfermedades infecciosas en sus cuarenta y tantos años que el de los que practican la homosexualidad. Esto, para mí, es trágico cuando sabemos que la homosexualidad puede ser prevenida, en muchos casos, o sustancialmente sanada en la edad adulta cuando existe suficiente motivación y ayuda.
Actualmente vivo en Delaware y trabajo junto a la Fundación de la Familia de Delaware para informar a la gente de los temas homosexuales. Estamos discutiendo a los activistas gays que quieren añadir "discriminación sexual" a nuestro código de anti-discriminación. Al intentar exponer el argumento de que la homosexualidad no es sana y que no debería animarse a nadie a practicarla, nos encontramos con el hecho de que ni la Asociación Psiquiátrica Americana ni la Asociación Psicológica Americana la reconocen como un desorden. Nuestros oponentes dicen que estamos utilizando "tácticas de alarma".
El Dr. Satinover exponía brillantemente en su libro Homosexualidad y la Política de la Verdad la evidencia sólida e irrefutable de que existen consecuencias letales de vivir las características que definen la homosexualidad masculina -esto es, la promiscuidad y el contacto sexual anal.
No era necesario para reconocer eso que alguien cualificado en medicina, como Brian Camenker de Coalición de Derecho de los Padres dijera en TV nacional: "Una vida de sexo anal no es muy buena para el cuerpo." Brian dijo también: "Tan alarmante como suena la frase, no existe argumento lógico contra ella." Así, incluso la gente tiende a reconocer lo que debería ser obvio, especialmente para los cualificados en medicina, y que conocen los hechos básicos de la homosexualidad. A mí me parece que los profesionales de la medicina deberían ser más conscientes e implicados con las consecuencias de la práctica habitual del contacto anal promiscuo y otras prácticas orales-anales de los homosexuales activos.
El riesgo de cáncer anal se eleva para los que mantienen contacto sexual anal. Según un estudio, sube por un asombroso 4000% y lo dobla de nuevo para los HIV positivos.
¿Puede rechazar alguien que el contacto sexual anal rompe el forro rectal de la pareja receptiva, con indiferencia de si se lleva puesto el preservativo, y que el contacto posterior con la materia fecal conduce a un conjunto de enfermedades?
Las enfermedades a las que los homosexuales activos son vulnerables pueden ser clasificadas como sigue:
Enfermedades clásicas transmitidas sexualmente (gonorrea, infecciones de Clamidia de tracoma, sífilis, infecciones de herpes simplex, verrugas genitales, piojos púbicos, sarna); enfermedades entéricas (infecciones de especies Shigella, Campylobacter de yayuno, Entomaeba histolítica, Giardia lamblia, ("enfermedad del intestino gay"), Hepatitis A, B, C, D y citomegalovirus); trauma (relacionado a y que tiene como consecuencia incontinencia fecal, hemorroides, fisura anal, cuerpos extraños alojados en el recto, desgarros rectosigmoideos, proctitis alérgica, edema penil, sinusitis química, quemaduras de nitrito inhalado y ataques sexuales del paciente masculino); y el síndrome de inmunodeficiencia adquirida (SIDA).
¿Puede alguien rechazar que el aumento de la morbosidad y de la mortalidad es una consecuencia inevitable del sexo de hombre-con-hombre -sin mencionar los índices elevados de alcoholismo, abuso de drogas, depresión, suicidio y otras enfermedades que con tanta frecuencia acompañan al estilo de vida homosexual? La gente con este conjunto de patrones de conducta, ¿son de alguna forma "normales"?
Mi pregunta primaria es: "¿Por qué la homosexualidad no es considerada un desorden solamente sobre la base de sus consecuencias médicas? El Dr. Satinover y otros han hecho un solo caso para el por qué la homosexualidad es paralela al alcoholismo como adicción insana. Debería tener un diagnóstico paralelo.
Hay mucha literatura, incluyendo en la web NARTH, que discuten la decisión de 1973 de suprimir la homosexualidad como diagnóstico. Los argumentos contra el cambio en el diagnóstico parecen centrarse sobre "modelos sociales", relativismo moral, "angustia subjetiva" del paciente y si hay o no ningún modelo objetivo para la normalidad "psicológica" (por ejemplo, el debate entre Joseph Nicolosi y Dr. Michael Wertheirmer en Un Desacuerdo En Worldviews. Una entrevista con Dr. Michael Wertheimer).
Mientras estas consideraciones son importantes, parece como que podemos dejar de lado, por el momento, el debate sobre si la homosexualidad debería ser clasificada como desorden del desarrollo. Muy simplemente, parece, una persona objetiva que solamente mire las consecuencias de estilo de vida de la homosexualidad tendría que clasificarla como algún tipo de patología. ¿Conduce o no a una vida dramáticamente recortada? Los estudios dicen que sí, algunos hasta el 40%, siendo el estudio Cameron sólo uno de otros muchos estudios que sugieren esto.
Tomados juntos, estos estudios establecen que la homosexualidad es más mortal que el tabaco, el alcoholismo o la adicción a las drogas. Sin embargo, parece que lejos de ello, pocos físicos u otros profesionales están haciendo argumentos a favor de la homosexualidad como diagnóstico basados en sus consecuencias adversas sobre la salud.
Mientras estaba haciendo la investigación en la historia de la decisión de 1973 para suprimir la homosexualidad del manual diagnóstico de desórdenes, me impactó bastante el averiguar que la razón especiosa sobre la que se basó la decisión, y que los médicos cualificados han permitido que la decisión permanezca.
El 5 de febrero de 2002, estuve en contacto por correo electrónico con el Dr. Robert Spitzer de la APA y le pedí que me enviase referencias para la posición de los documentos y estudios sobre los que su comité basó la decisión de suprimir el diasgnóstico. Me dijo que leyera el libro de Ron Bayer, "la cosa más cercana a un documento de posición" (Diario Americano de Psiquiatría, 130:11, 1207-1216), y él decía: "No había una lista específica de referencias pero lo que fue influyente también fue el estudio de Evelyn Hooker Rorshack y el estudio de la comunidad Eli Robins".
He leído muchas de las críticas del estudio Hooker -como los entrevistados eran seleccionados específicamente más que al azar y otras limitaciones metodológicas. El
Dr Charles Socarides nos informa también de que Spitzer estaba influenciado por el Informe de Kinsey, que fue reconocido ya en 1976 por "progresistas sociales", como el Prof. Paul Robinson de Stanford, como "una manifestación patética de la ingenuidad filosófica de Kinsey... una invención mecánica, que...tenía poca relación con la realidad y desde entonces ha sido desacreditado por el trabajo de Judith Reisman y otros.
Está claro que el Dr. Socarides tenía razón cuando dijo que la decisión de suprimir la homosexualidad como diagnóstico "suponía terminantemente la indiferencia perentoria y el rechazo no sólo de cientos de documentos e informes de investigación psiquiátricos y psicoanalíticos sino de otros estudios serios de grupos de psiquiatras, psicólogos y educadores de los últimos setenta años..."
Parece incluso más obvio que la Task Force sobre la Nomenclatura ignoró de forma arrogante (y la APA continúa ignorándola) la evidencia substancial y carente de ambigüedad de que la homosexualidad implica una conducta de amenaza contra la vida con un componente adictivo que tiene serias implicaciones sobre la salud.
El hecho de que la APA haya eludido la responsabilidad por su carencia de integridad científica y profesional es especialmente increíble debido a la llegada de la epidemia del SIDA. Existen actualmente estimadas unas 900.000 personas en los Estados Unidos que están infectados con el virus HIV, 1 de cada 300 americanos. Aunque ha habido un decrecimiento en las muertes por SIDA por año debido a la terapia de drogas, (que cuesta un promedio de $12.000 por paciente al año), el índice de nuevos infectados por año ha permanecido el mismo, unas 40.000 personas, a pesar de los veinte años de campaña de "sexo seguro".
Estos hechos demuestran el fracaso de políticas actuales para contener la epidemia del SIDA. Mientras que la terapia de las drogas prolongará brevemente la vida de estos pacientes, el SIDA permanece como la causa quinta de mortalidad entre las personas de edades entre 25-44 años, y el 60% de los nuevos casos es contraído por hombres que han mantenido relaciones homosexuales. De acuerdo con los Centros para el Control de la Enfermedad (CDC), los hombres homosexuales tienen mil veces más probabilidades de contraer el SIDA que la población heterosexual en general.
El Dr. Satinover ha dicho en una entrevista con NARTH:
"Un artículo reciente de una publicación psiquiátrica nos informaba de que el 30% de todos los hombres homosexuales de 20 años de edad serán HIV o estarán muertos a más tardar a la edad de 30 años. Pensarías que el objetivo, el enfoque ético sería: Utilicemos cualquier cosa que funcione para intentar sacar a esta gente de su posición de riesgo. Si ello significa hacer que se pongan el preservativo, bien. Si significa hacer que dejen el contacto sexual anal, bien. Si significa hacer que dejen la homosexualidad, bien. Pero esta última intervención es la única que es absolutamente tabú.
No hay duda de que un análisis frío, y estadístico de esta epidemia te llevaría a creer que esta actitud de lo políticamente correcto está matando a una proporción sustancial de esta gente. Creo que hay un elemento de negación, en el sentido psicológico, de lo que las enfermedades relacionadas con el mundo gay realmente significan.
Me parece que la APA debería ser presionada agresivamente a reconocer los hechos sobre la morbosidad y la mortalidad atribuida directamente a la homosexualidad, o ser descubierta por lo "guardianes de la salud pública" imprudentemente irresponsables que han llegado a ser, al menos en este asunto.
¿Cuándo demandarán los doctores y otros trabajadores al cuidado de la salud que los oficiales de la Asociación Americana de Psiquiatría respondan a la clara evidencia en lo siguiente: La Homosexualidad y la Política de la Verdad: Los índices de mortalidad enumerados en sus propias "Guías Prácticas para Tratar a los Pacientes con HIV/SIDA"; y otros informes importantes, tales como la Monografía publicada por el Instituto de Salud Sexual, Implicaciones en la Salud de la Homosexualidad?
Para que no pensemos que los oficiales de APA justifican su abandono de las consecuencias médicas de la homosexualidad sobre la base de la orientación sexual no se puede cambiar, afirmamos que Robert Spitzer conocía en su documento de posición en 1973 sobre la Nomenclatura que "los métodos modernos de tratamiento posibilitan cambiar la orientación sexual a una proporción significante de homosexuales que desean hacerlo."
Él ha confirmado ahora el hecho de que la orientación sexual se puede cambiar con su estudio reciente. Sabemos que cambiar la orientación sexual sólo llegó a ser "imposible" en los noventa, como parte de una estrategia política de los activistas gays.
El fundamento de Spitzer y sus aliados para suprimir la homosexualidad como diagnóstico en 1973 era que para ser considerada un desorden psiquiátrico, "debe producir regularmente angustia subjetiva o estar asociada regularmente con algún deterioro en la efectividad o funcionamiento social... Claramente la homosexualidad en sí misma no posee los requerimientos para un desorden psiquiátrico, debido, como se afirma más arriba, a que muchos están bastante satisfechos con su orientación sexual y demuestran no tener deterioro generalizado en la efectividad o el funcionamiento social." (Spitzer, et.al, p. 1215).
El razonamiento de The Task Force cae por varias razones.
Primero, incluso si admitimos la validez de su criterio indicado (que es cuestionable), el hecho de que "muchos homosexuales estén satisfechos con su orientación sexual" falla al tomar en cuenta el enorme número de homosexuales que no están satisfechos con su orientación sexual y que experimentan "angustia subjetiva y deterioro generalizado en el funcionamiento social." La supresión del diagnóstico no sólo es injusta sino cruel para aquellos que desearían buscar tratamiento para su condición.
En segundo lugar, existen razones sin ambigüedad para pensar que la homosexualidad en sí produce "deterioro generalizado en la efectividad y funcionamiento social." Sí de hecho es una adicción letal, y los muchos estudios que documentan los patrones de conducta son correctos (muestran patrones compulsivos de promiscuidad, sexo anónimo, sexo por dinero, sexo en lugares públicos, sexo con menores, drogas concomitantes y abuso de drogas, depresión, suicidio), para que la APA discuta que estas características no constituyen un "deterioro de efectividad o funcionamiento social", extiende los límites de la plausibilidad. Discutir que la muerte temprana no constituye un "deterioro de efectividad o funcionamiento social" es absurdo.
La APA niega la terapia reparativa a aquellos que la quieren
La APA declara que su misión es promover un acercamiento bio-psico-social para comprender y cuidar a los pacientes, en todos los aspectos del cuidado de la salud, que incluye la prevención de la enfermedad (Declaración de Objetivos Stategic de APA). Así, la APA viola sus propios objetivos cuando ignora la evidencia de que la homosexualidad en muchos casos puede ser prevenida y niega la terapia reparativa a aquellos que la quieren.
Una lectura cuidadosa de los artículos que se oponen a la terapia reparativa revela el fundamento de sus autores de que encuentran dicha terapia "opresiva" para aquellos que no la quieren.
¿Qué sucedería si esta lógica se aplicase a cualquier otra enfermedad mortal? ¿Qué sucedería si los doctores dijeran: "Nos negamos a tratar el cáncer (o, decir, el alcoholismo) porque sólo conseguimos un índice de curación del 50% - y muchas personas que no quieren ser sanadas encontraran opresivo que curemos a los demás?" ¿Por qué no serían archivados los procesos por negligencia?
Sabemos que Ronald Gold de la Alianza del Activismo Gay, hombre abiertamente gay, era miembro del comité para suprimir la homosexualidad como diagnóstico en 1973. Sabemos que los activistas gays estaban interrumpiendo encuentros, amenazando a doctores y utilizando otras tácticas de brazo fuerte para conseguir su propósito en aquel momento.
También sabemos que activistas homosexuales como el Dr. Richard Isay en la APA han presionado para conseguir resoluciones que castiguen a los terapeutas que lleven a cabo la terapia reparativa, y las amenazas de los juicios parecen ser la razón principal por la que la APA no ha puesto en práctica sus propósitos.
Sabemos que los defensores de la homosexualidad de la APA continúan suprimiendo el debate sobre el nuevo estudio de Spitzer que documenta que la orientación sexual se puede cambiar (y suprimiendo el debate sobre otros estudios de apoyo). También sabemos que homosexuales activos como Clinton Anderson, de la Asociación Psicológica Americana, rechazan permitir que NARTH entable un debate público o anunciar los encuentros de NARTH en las publicaciones de APA simplemente porque ésta no está de acuerdo con las premisas sobre las que se basa la terapia reparativa.
Por estas razones, no creo que sea exagerado usar la analogía de que "los alcohólicos están dirigiendo el centro de rehabilitación", en referencia a la APA -al menos en lo referente a la homosexualidad. Los homosexuales activos apenas pueden ser objetivos sobre una conducta adictiva en la que ellos mismos participan. A la luz de la evidencia médica, parece que el dicho Galénico, "físico, sánate a ti mismo", debería aplicarse, como se hizo en el pasado, como sugiere el Dr. Satinover.
Me parece que la situación en este país empeorará sólo hasta que se haga a la APA responsable por lo que es discutiblemente su negligencia criminal. Con su error a la hora de tener en cuenta las consecuencias médicas del patrón de conducta homosexual, están dañando a toda nuestra sociedad y, especialmente, a la generación próxima.
La decisión reciente de la Academia Americana de Pediatría de aprobar las adopciones por parte de gays es otro ejemplo preocupante de cómo la decisión de la APA de "normalizar" la homosexualidad ha tenido un amplio efecto desgranador. Los profesionales de la salud, especialmente, deberían prestar atención a la protesta de Dean Byrd en la página web de NARTH de que ya es hora de que los americanos "insistamos en la verdad, no en la política, de todas nuestras organizaciones profesionales."
¿Qué hacer para insistir en la verdad? ¿Juicios? ¿Protestas? En mi opinión, los doctores y otros profesionales de la salud deben hacer presión o compartir la culpabilidad.
¿Qué tal si cada persona que lea este artículo enviase una copia al presidente de la Asociación Psiquiátrica Americana y pidiese una respuesta? El debate razonado es al menos los que los psiquiatras deben a nuestra sociedad -especialmente a aquellos cuyas vidas y las de las personas que quieren están en riesgo.

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IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


Nos EUA, novas gerações de católicos “pegam fogo por Jesus Cristo e sua Igreja”

Posted: 30 Jan 2013 11:58 AM PST

“Nós somos a geração pela vida”

“Nós somos a geração pela vida”

Luis Dufaur

·

No “The

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Com os cumprimentos de ANTÓNIO FONSECA  -  1-2-13  -  11h15

Nº 1547–3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (44) - 31 de Janeiro de 2013



Nº 1547 - (3)

Desejo a continuação de

BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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JOÃO IX
 
João IX

João IX

(898-900)

Foi eleito em 18 de Janeiro de 898, por influencia do partido filo germânico, no meio de grande agitação.
Logo a seguir à eleição reúne um concílio para reabilitar definitivamente a memória de Formoso da vergonha infligida no chamado «Sínodo do Cadáver», cujas atas foram mandadas anular. Alguns bispos que tinham tomado parte pediram perdão e disseram ter sido coagidos. O concílio perdoou a todos os arrependidos, lançando a excomunhão sobre os renitentes e reconhecendo as ordenações conferidas por Formoso.
Para captar os francófilos, João IX concorda em sagrar Lamberto. Terminado o concílio dirige-se a Ravena, onde, na presença de 74 bispos, dá início a outro concílio sob a proteção de Lamberto. Nele reconhece-se o direito de qualquer pessoa recorrer à justiça imperial e o imperador determina que se constitua um tribunal civil para acolher as demandas contra os poderosos. Ao mesmo tempo, confirma-se a legitimidade dos Estados da Igreja e a supremacia do papa sobre eles e sobre Roma.
Lamberto comprometeu-se ainda a restituir os patrimónios que usurpara  e a proteger o papa contra os inimigos.
O papa expõe a triste situação da santa Sé, sem rendas para manter o clero e socorrer os pobres, suplicando ao imperador auxilio para reconstruir a Basílica de Latrão, danificada por um terramoto.
Tudo parecia bem encaminhado no bom entendimento entre o papa e o imperador, quando este morre inesperadamente, num acidente de caça.
E tudo mudou. Berengário, que espreitava de Verona a sua oportunidade, apodera-se do Império, mas em Agosto de 899 os bárbaros húngaros invadem a Alta Itália, aniquilado o exército do ambicioso Berengário. A Lombardia transformou-se num campo de lutas ferozes. Entretanto, aproveitando a oportunidade, o jovem Luís, rei da Provença, invade o Norte de Itália e apresenta-se vitorioso em Roma.
Poucos meses depois falece João IX que foi sepultado no átrio de São Pedro.
João IX foi um papa de boa vontade e conciliador, procurando , no Oriente, congraçar os partidos de Inácio e de Fócio e mandando legados à Morávia, com o fim de obterem a obediência a Roma.
 

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BENTO IV


Bento IV

Bento IV
(900-903)
 
Inicia o pontificado no século X, eleito em 1 de Fevereiro de 900, no início daquele que viria a ser chamado o «século de ferro», devido à barbárie, horrores e aviltamento dos costumes, e «século obscuro» pelo declínio cultural verificado nesses tempos.
Em França e Itália o declínio político e social é quase total , com o aumento da brutalidade e da selvajaria nas nações de predomínio cristão.
Em invasões frequentes, os Normandos, sarracenos e Húngaros, devastavam cidades e mosteiros e «o mundo encheu-se de impurezas, adultérios, roubos sacrílegos, assassínios e violências», como declarou Hervé, arcebispo de Reims, no Sínodo de Trosly, em 909.
Os bens da Igreja e mosteiros caíram nas mãos da nobreza, aparecendo à sua frente, com frequência, bispos e abades leigos, enquanto o clero se mostrava indiferente, ignorante, ambicioso e relaxado nos costumes.
No meio de todos este caos, o papado via-se impotente perante as «grandes famílias romanas», que disputavam entre si a hegemonia do poder, colocando na cadeira de São Pedro, colocando na cadeira de São Pedro os seus familiares ou partidários para se servirem do pontificado como instrumento de domínio, sem darem à Igreja pontífices dignos e competentes.
Todos estes males iriam ver-se atenuados a partir do segundo quartel do século, graças à Casa da Saxónia, ressurgida na Alemanha, de cujo apoio a Igreja beneficiaria.
A Igreja viveu neste século o seu período mais sombrio e sobreviveu por estar assistida por um poder sobrenatural. Com efeito, nenhum dos papas (ou validos que se apoderaram do sólio pontifício) errou dogmaticamente, nem procurou reabilitar este período do excessivo rigor com que foi o qualificado.
São poucos os dados sobre Bento IV que, logo de início, se viu subjugado por uma incursão dos sarracenos no Sul, e no Norte pela inesperada invasão dos bárbaros magiares, que tudo pilhavam e devastavam.
Perante tudo isto e sem qualquer outra alternativa, Bento IV recorre a Luís III, o Cego, da Provença, que em 901, em Roma, tinha recebido das suas mãos a coroa imperial. Luís III ajuda, mas, pouco depois, Berengário, com o apoio de alguns duques italianos, obriga-o a retirar-se para lá dos Alpes, deixando Roma e a Itália entregues às ambições e lutas partidárias das facções e famílias mais poderosas.
Auxiliou Argrim na disputa da Sede de Sangres, apoiou a causa de Estevão para o bispado de Nápoles, excomungou os assassinos de Fulk, arcebispo de Reims, e ajudou Malaceno, bispo de Amásia, que fora expulso da sua pelo avanço dos muçulmanos.
De resto, apenas se sabe que, tal como os seus antecessores, Bento IV reconheceu a legitimidade de Formoso.
Foi sepultado em frente a São Pedro, na porta de Guido.

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LEÃO V


Leão V

Leão V
(903)
 
Foi eleito num período agitado, sendo coroado em Julho de 903, com diversas facções a lutar pela hegemonia política. O seu pontificado duraria apenas três meses, porque o Cardeal Cristóvão, seu mentor espiritual, se apoderou dele, metendo-o na prisão onde morreu pouco depois, vitima de maus tratos e, possivelmente assassinado.
Cristóvão assumiu o pontificado, mas não passou de um antipapa, pois não foi eleito através de uma eleição livre, mas pela prepotência e força das armas.
A usurpação pouco durou, pois Sérgio III meteu-o na prisão e teve sorte igual à da sua vítima, o inocente Leão V.
 
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CRISTOVÃO   -  (antipapa)


 

Cristóvão
(903-904)
 
Foi capelão do papa Leão V e seu conselheiro espiritual, a quem depôs e encarcerou em 903, morrendo, pouco depois, vítima de maus tratos, suspeitando-se até que tenha sido assassinado.
Ocupou o trono pontifício durante seis meses, governando com violência e foi deposto, por sua vez, por Sérgio III, que, regressado do exílio e com o apoio dos Francos e Espoletanos, se fez proclamar pontífice. Meteu Cristóvão na prisão e exilou-o depois num mosteiro, onde teve a mesma sorte da sua vítima, Leão V, morrendo em Janeiro de 904.
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Continua:…
Post colocado em 31-1-2013 – 10H15
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1547-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (13) - 31 de Janeiro de 2013

2013

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Nº 1546

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.
NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.


É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1547 - 2ª Página

31 de Janeiro de 2013


ANTIGO TESTAMENTO


N Ú M E R O S

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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

 

  1. 12 – MOISÉS ENVIA EXPLORADORES A CANAÃ O Senhor disse a Moisés: «Envia homens para explorar a terra de Canaã, que destino aos filhos de Israel; enviarás um homem por cada tribo patriarcal e todos entre os principais». E Moisés enviou-os do deserto de Faran, de acordo com a palavra do Senhor; todos eles eram pessoas respeitáveis entre os filhos de Israel.

  2. Eis os seus nomes: pela tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur; pela tribo de Simeão, Safat, filho de Huri; pela tribo de Judá, Caleb, filho de Jefuné, pela tribo de Issacar, Igal, filho de José; pela tribo de Efraim, Oseias, filho de Nun, pela tribo de Benjamim, Falti, filho de Rafu; pela tribo de Zabulão, Gadiel, filho de Sodi; pela tribo de José, constituindo a de Manassés, Gadi, filho de Susi; pela tribo de Dan, Amiel, filho de Gemali; pela tribo de Aser, Setur, filho de Micael; pela tribo de Neftali, Naabi, filho de Vapsi; pela tribo de Gad, Guel, filho de Maqui. São estes os nomes dos homens que Moisés enviou a explorar a região. Moisés dera a Oseias, filho de Nun, o nome de Josué. Moisés deu-lhes, então, a missão de explorar a terra de Canaã, dizendo-lhes: «Ide por este lado para o sul e subi a montanha. Observareis o aspecto do país e o povo que o habita; se é forte ou fraco, pouco numeroso ou em grande número; enquanto à terra que habita, se é boa ou má; como são as cidades em que reside, se são cidades abertas ou fortificadas; quanto ao solo, se é fértil ou estéril, se tem árvores ou não . E trazei também, alguns frutos do país». Era então o tempo das primeiras uvas. Os homens partiram para explorar o país, desde o deserto de Sin até Reob, no caminho de Hamat. Dirigiram-se para o lado do sul e chegaram até Hebron, onde residiam Aiman, Sesai e Tolmai, descendentes de Anac. Hebron fora construída sete anos antes de Tânis, no Egipto. Chegados ao Vale do Cacho, cortaram um ramo de videira com um cacho de uvas, que dois homens levaram numa vara, algumas romãs e alguns figos. Chamaram a esse lugar vale de Escol, por causa do cacho de uvas que os filhos de Israel ali cortaram. Ao fim de quarenta dias, regressaram desta exploração ao país. Quando chegaram, foram ter com Moisés, Aarão e com toda a assembleia dos filhos de Israel, no deserto de Faran, em Cades. Deram-lhe conta de tudo, assim como a toda a assembleia: mostraram-lhe os frutos da região. Fizeram a seguinte narrativa: «Entrámos na terra a que nos enviaste; é realmente um país onde corre o leite e o mel, e aqui estão os seus frutos. Mas o povo que habita essa terra é poderoso! As cidades são muito grandes e fortificadas e até vimos ali descendentes de Anac! Amalec habita a região sul; o heteu, o jebuseu e o amorreu habitam no monte e o cananeu ocupa o litoral e a margem do Jordão». Caleb mandou calar o povo, sublevado contra Moisés, e disse: «Subamos ali e apodere-mo-nos do país, porque certamente seremos vencedores!» Mas os homens que tinham ido com ele disseram: «Não podemos marchar contra esse povo porque é mais forte do que nós». E descreveram a terra que tinham explorado, dizendo aos filhos de Israel: «O país que percorremos, para o explorar, é um país onde se devoram os próprios habitantes; todos os homens que ali vimos são de alta estatura. Até vimos ali gigantes, filhos de Anac, descendentes dos gigantes. Comparados com eles parecíamos gafanhotos».

 

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Mapa da distribuição das tribos de jacob – ISRAEL

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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31 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Nº 1547-1 - (31-13) - SANTOS DE CADA DIA - 31 de Janeiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1547

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Nº 1547-1 - (31-13)


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Nº 1547-1 – (31-13)


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JOÃO BOSCO, Santo

Confessor (1815-1888)

Juan Bosco, Santo

 

Como diz Pio XI na bula de canonização, muito difícil é esboçar em poucas linhas esta figura gigantesca. Nasceu em Becchi (Castelnuovo de Asti – Itália) em 1815. No mesmo dia do nascimento foi regenerado com a água baptismal. Aos dois anos ficou órfão de pai. Felizmente sua mãe, Margarida Occhiena, inteligente e santa mulher, soube educar os dois filhos, José e João, e o enteado António, o melhor que se podia.

Desde a infância manifestou João grande vigor de inteligência, apego ao seu próprio juízo, tenacidade nos propósitos, tendência para domínio sobre os outros, ternura de coração, desprendimento e generosidade. Margarida soube cultivar o bom e podar o mau de todas estas inclinações. Primeiro que tudo, fomentou nos filhos a piedade – piedade varonil e profundamente sentida, franca e abertamente praticada. “Deus vê-nos; Deus está em toda a parte; Deus é nosso Pai, nosso redentor e nosso Juiz , que de tudo nos pedirá conta, que ouvirá quem desobedeça às suas leis e mandamentos, e premiará com generosidade infinita os que O amam e Lhe obedecem. Devemos acostumar-nos a viver sempre na presença de Deus, pois Ele está presente em tudo”.

Ensinou-lhes ela a amar e invocar a Virgem Santíssima e o anjo da guarda, e a apreciar devidamente o tesouro que é o tempo.

Depressa despertou em Joãozinho a sagrada febre do apostolado. Já aos sete anos reunia os companheiros para lhes ensinar a rezar, repetir-lhes o que ouvia nas práticas e o que sua mãe lhe ensinava, harmonizá-los nas suas rixas e dissensões, corrigi-los quando falavam ou procediam mal, jogar com eles e entretê-los “para ajudá-los a serem bons”.

João Bosco é um dos homens que mais têm “sonhado”, isto é, daqueles a quem Deus manifesta em sonhos a sua vontade e lhes diz muitas coisas, como ao José bíblico, que precisamente pelos sonhos chegou a ser vice-rei do Egipto; como ao profeta Daniel; e como ao próprio patriarca São José. Aos nove anjos teve o primeiro dos seus “grandes sonhos”; sob a alegoria dum grupo de animais ferozes que se transformam em cordeiros e alguns em pastores, é-lhe indicada a missão no mundo: educar a juventude, transformar, mediante a instrução religiosa, cívica , intelectual e moral, os desobedientes em bons e aperfeiçoar os bons. É o próprio Jesus quem lhe atribuiu esta missão e – para poder exercê-la – lhe dá por mãe e mestra Nossa Senhora Auxiliadora. para cumpri-la deseja ele chegar a ser padre.

Mas quantas dificuldades lhe saem ao caminho: pobreza, oposição do seu meio-irmão, enganos, morte do seu principal benfeitor… Mas de todas triunfa com a constância e a confiança em Deus.

Embora desejasse ardentemente fazer a primeira comunhão, só aos dez anos – e isso unicamente atendendo à sua grande preparação – ela lhe é concedida. Nessa altura, fez propósitos que foram norma de toda sua vida.

Antes de poder estudar com regularidade, e durante os primeiros estudos, para ajudar a pagar a pensão, teve de servir como empregado em quintas e cafés, trabalhar de alfaiate, sapateiro, carpinteiro e ferreiro, de doceiro e sacristão; afinal, como quem  havia de fundar e dirigir praticamente escolas profissionais e agrícolas. Em toda a parte continua a exercer apostolado. Entre os companheiros fundou a “Sociedade da Alegria” e uma espécie de academia artístico-literária. E para atrair para os catecismos a meninos e jovens, fez-se hábil atirador, atleta e prestidigitador. Dotado de voz magnifica e ouvido apuradíssimo, cantava e toca harmónio, piano, violino e alguns outros instrumentos. possuindo memória prodigiosa, além das disciplinas dos cursos filosóficos e teológicos, estudou a fundo as literaturas italiana, grega, latina e hebraica , e chegou a falar o suficiente de francês e alemão para entender e fazer-se entender. Tudo isto era preparar-se providencialmente para exercer a missão que lhe indicara Jesus desde o primeiro sonho. Estes continuaram a balizar-lhe a vida, ao passo que se ia aproximando o tempo de pôr em execução cada coisa.

Foi ordenado sacerdote em 1841; ficou sendo “Don Bosco”, segundo o costume do clero italiano. por conselho do seu diretor, São José Cafasso, seguiu um curso de aperfeiçoamento moral e pastoral, e ao mesmo tempo estudou as condições sociais de Turim. Exercendo o ministério em prisões e hospitais, e reparando no que sucedia pelas ruas e oficinas, causou-lhe impressão o grandíssimo número de jovens que, abandonados pelos pais e sendo órfãos, vagabundeavam, constituindo até ameaça social. Decidiu remediar este mal quanto pudesse. Assim concebeu a ideia de “oratórios festivos” e diários. E, numa sacristia, enquanto se revestia para a Missa, entrou curiosando um rapaz de 15 anos – de oficio, pedreiro - e pobrezinho. O sacristão disse-lhe que ajudasse à Missa e, como não sabia, ralhou-lhe e bateu-lhe. Don Bosco defendeu-o e, terminada a Missa, demorou-se com ele consolando-o e dirigindo-lhe perguntas a respeito do seu intento. Ignorava mesmo o Pai-nosso e a Ave-Maria. Convidou-o a ajoelhar-se com ele diante dum quadro da Virgem Maria, e rezar com imenso fervor a Saudação angélica. E, logo a seguir, deu-lhe a primeira aula de catecismo. Convidou-o para domingo seguinte, e o rapaz veio com outros companheiros. A obra dos oratórios festivos tinha nascido e com ela toda a grandiosa atuação salesiana. Aquela oração dera-lhe graça e fecundidade.

Aparecerem-lhe risonhos ofícios na diocese. Mas, não sentindo atração para nenhum, consultou de novo o seu diretor espiritual. Este conseguiu-lhe que dirigisse um  refúgio para meninas. Ao lado começou o Oratório. Mas, por causa do barulho que fazia a rapaziada, cada vezem maior número, teve de escolher abandonar esse local. E… encontrou-se na rua, com uma grande obra entre mãos; para mais, sem um vintém. Nossa Senhora confortou-o em sonhos e alguns meios vieram. O Oratório teve vida errante: houve de sair duma praça, dum cemitério abandonado e duns campos. esta última saída foi a única que os rapazes vieram Don Bosco chorar. Mas apareceu-lhe sobre um prado um grande esplendor e uma igreja com palavras latinas que diziam: «Aqui a minha casa, daqui sairá a minha glória». E , a seguir, outro sonho mostrou-lhe mais claro o futuro e incitou-o a fundar nova congregação religiosa, adaptada às necessidades dos novos tempos.

O proprietário deu-lhe facilidades, apareceram benfeitores e pôde comprar o prado antevisto; construiu uma casa e uma capelinha. Mas, estando só, propôs à mãe que se fixasse junto dele. Ela, que vivia em pobreza mas feliz com o filho José e os netos, aceitou vir para Turim ajudar o filho sacerdote. Dez anos veio a estar com ele, tornando-se mãe de muitos órfãos . Houve escolas para externos e internos, e multiplicaram-se os oratórios. Depois de morrer, a mãe apareceu a João e mostrou-lhe alguma coisa das delícias do céu.

O Santo levantou uma igreja para os seus rapazes, dedicando-a a São Francisco de Sales, que tomara como modelo e protetor. Visões e sonhos mostraram-lhe que devia fundar uma congregação religiosa, a qual, seguindo os seus métodos, educasse a juventude, sobretudo operária, e harmonizasse entre si as classes sociais. Os membros da congregação deveriam recrutar-se entre os alunos do Oratório. Assim nasceu a Sociedade Salesiana, as primeiras profissões dentre dela foram em 1859.

Em 1865 foi colocada a primeira pedra do santuário de Maria Auxiliadora em 1867 a última. Tudo devido a auxílios visíveis da Santíssima Virgem. Com o santuário nasceu a Arquiconfraria de Maria Auxiliadora. Depois vieram a congregação religiosa das Filhas de Maria Auxiliadora, a Associação dos Antigos Alunos e a Pia União dos Cooperadores Salesianos.

A imprensa deve ao santo uma multidão de publicações fixas e periódicas, folhas volantes, textos pedagógicos e de propaganda, coleções de clássicos, biblioteca da juventude, biblioteca teatral, música, etc. Até fundou uma fábrica de papel, a primeira que existiu no Piemonte. Foi ele próprio grande escritor. E prestou à Igreja enormes serviços, encarregando-se de missões junto das autoridades civis.

As Congregações e os Cooperadores espalharam-se por toda a parte. os seus primeiros missionários foram  para a Patagónia e Terra de Fogo.

O sobrenatural tornara-se natural nele”, disse Pio XI. Lia nas consciências, predizia o futuro , com a bênção de Maria Auxiliadora curava toda a espécie de doenças e até lhe são atribuídas três ressurreições. Nos últimos anos, edificou a Igreja de São João Evangelista em Turim e a basílica do Sagrado Coração de Jesus em Roma.

Don Boscoé um dos homens que mais trabalharam no mundo” e “um dos que mais amaram a juventude”. Deixou aos seus o trabalho e a piedade como lema.

Morreu em Turim, a 31 de Janeiro de 1888. Pio XI beatificou-o em 1929 e canonizou-o em 1934. É patrono do cinema, das escolas de artes e ofícios, dos prestidigitadores.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

PEDRO NOLASCO, Santo

Confessor (1189-1258)
 
Pedro, da nobre familia Nolasco, no Languedoc, França, nasceu pelo ano de 1189. Foi educado na casa paterna; tinha quinze anos quando o pai morreu; continuou o jovem a viver sob a tutela da mãe. esta bem queria que ele se casasse, mas Pedro declarou deixar prender-se unicamente a Deus. Começou por seguir Simão de Montfort, general da cruzada católica contra os albigenses. Na batalha de Muret, ganha por Simão, Pedro de Aragão encontrou a morte; e o filho, Jaime, que tinha apenas seis anos, foi aprisionado. Mas Simão teve pena deste príncipe  e entregou-o a Pedro Nolasco, enviando os dois para Espanha, onde este último devia tratar da educação de Jaime.
Pedro tinha, nessa altura, 25 anos; inspirou ao seu real aluno piedade para com Deus e a sua Igreja, ao amor da justiça e de toda a virtude. Os exemplos que dava confirmaram as lições: vivendo Pedro longe dos prazeres da corte, entregava-se à oração, à penitência e ao estudo da Sagrada Escritura. Com grande liberalidade para com os pobres, tinha compaixão especial pelos cristãos caídos nas mãos dos infiéis e tomou a resolução de sacrificar os seus bens para ajudar a que fossem libertos. Desde esse época, pôs-se ele sob a direção de São Raimundo de Penhaforte (7 de Janeiro): este viu-se por vezes obrigado a moderar o zelo do penitente. Pedro, não satisfeito com despender os seus bens, fazia peditórios junto do melhores amigos, a quem reunia numa congregação, cujo fim  era  remir os cativos. O mundo criticava , mas ele não perdia o ânimo.
Em 1 de Agosto de 1218, dia da festa das Cadeiras de São Pedro, Nossa Senhora apareceu-lhe para declarar que Deus aprovava que se estabelecesse uma congregação com o titulo de Nossa Senhora das Mercês para a redenção dos cativos. Pedro foi logo dar conta desta aparição a Raimundo de Penhaforte, que lhe declarou ter recebido o mesmo favor; pouco depois, vieram a saber que Jaime, o jovem rei de Aragão, tinha recebido do céu a mesma graça. depois de alguma resistência, o bispo de Barcelona concordou em impor o habito religioso (túnica e escapulário de cor branca) aos irmãos e em receber-lhes os votos; aos habituais acrescentaram um quarto: de comprometerem os seus bens e, se necessário, as suas pessoas, na libertação dos prisioneiros.
 
O rei da Aragão quis que eles trouxessem, por cima do escapulário, o escudo das suas armas, e favoreceu a primeira fundação que tiveram. O número dos religiosos depressa aumentou: Pedro, libertando-se de todas as suas ocupações, entregou-se todo à formação deles. E fez-lhes ver que deviam, não só resgatar os cativos nos reinos cristãos, mas entrar nos países infiéis. Como nem todos podiam partir ao mesmo tempo, foi designado um certo número, aos quais, primeiro , foi dado o nome de redentores. Pedro foi, em pessoa, nomeado numa primeira eleição; durante as duas primeiras expedições, para os reinos de Valência e de Granada, ocupados pelos sarracenos, libertaram 400 escravos.
Ao mesmo tempo, pregava aos bárbaros as verdades da nossa santa religião. Os resultados missionários, como também a vida exemplar dos religiosos, tornaram célebre a nova ordem não só em Espanha, mas nos outros países da Europa. O papa Honório III (1216-1227) tinha-a aprovado de palavra. Mas Pedro Nolasco aproveitou o crédito de Raimundo de Penhaforte para conseguir mais. Viram-se fidalgos m França, Alemanha, Hungria e Inglaterra entrar no instituto; em 1235, uma bula de Gregório IX autorizou os religiosos a seguirem a regra de Santo Agostinho; em 1237, um capitulo geral decidiu que se admitiriam mais religiosos de coro, do que cavaleiros. Quando Raimundo de Penhaforte, depois de entrar na ordem de S. Domingos, apresentou a sua demissão de mestre-geral, receou ver Pedro imitar-lhe o exemplo; por isso, escreveu-lhe a dissuadi-lo e a continuar a oferecer os seus serviços no lugar onde a vontade de Deus o tinha colocado. Pedro cedeu, pelo menos em parte: conseguiu a eleição dum vigário-geral que o ajudasse nas visitas às casas da ordem e noutros cuidados do governo. Vendo-se mais livre, Pedro aplicou-se com novo selo aos mais humildes ministérios da comunidade, tinha gosto sem limites em distribuir esmolas aos pobres à porta do mosteiro, pois, nessa altura, podia dirigir-lhes uma palavra de bondade, exortá-los à paciência e ao amor de Deus. Foi muitas vezes favorecido com  visões celestiais em que Nosso Senhor lhe deu a conhecer os progressos da Ordem e a melhor maneira de encaminhar os seus religiosos.
A reputação do santo fundador espalhou-se muito além das fronteiras de Espanha. São Luís, rei de França, manifestou o desejo de o ver. Quando o santo rei fez uma viagem até ao Languedoc, por 1243, Pedro veio visitá-lo; Luís IX recebeu-o com alegria, comunicou-lhe os seus piedosos desígnios para o serviço de Deus e sobretudo para a libertação dos cristãos da terra Santa; e, por último, convidou-o a acompanhá-lo na cruzada que tinha em preparação.
Pedro estava já muito idoso e doente; apesar disso, aceitou o convite e fez preparativos, mas veio uma doença incómoda paralisar-lhe o zelo; teve de limitar a cooperação a orações e a troca de cartas. Alguns dias antes da festa do Natal, agravou-se a doença de Pedro. Na véspera, encontrou-se no seu lugar no coro, sem saber como o tinham trazido. logo que voltou à cela, as convulsões dobraram. Pediu o santo viático; dando-lhe novas forças a sua devoção, pôde, arrastando-se de joelhos, vir ao encontro dos sacramentos dos enfermos, mas caiu de fraqueza, os outros religiosos tiveram de o reconduzir à cama. Depois de receber o Corpo do Salvador, mandou reunir todos os irmãos e disse-lhes: «Tenho de vos pedir duas coisas: uma, que me perdoeis o meu mau exemplo e o meu descuido no governo da Ordem, a outra, que elejais, para o meu lugar um Geral, a fim de eu poder encarar a morte com o mérito de obediência». Foi-lhe concedida esta última satisfação; só teve de pensar em salvar-se, recebeu uma última bênção do Bispo de Barcelona e, depois de conceder a sua bênção a todos os filhos agrupados à volta da sua cama, expirou na noite de Natal (1258).
O corpo de Pedro, enterrado com a simplicidade religiosa que ele mesmo prescrevera, foi, alguns anos mais tarde, levantado da terra, por ordem do Sumo Pontífice, e depois exposto à veneração do povo numa capela dedicada ao santíssimo Sacramento. A fama dos milagres realizados e as instâncias dos Padres da Ordem das Mercês levaram Urbano VIII a canonizar Pedro Nolasco em 1628; mas este pontífice limitou o culto unicamente aos membros da mesma Ordem. Em 1664, Alexandre VII mandou inserir o elogio dele no martirológio romano e estendeu a festa de toda a Igreja.
Pedro Nolasco é o padroeiro da Ordem dos Mercedários; é especialmente honrado em Barcelona. Em Portugal , os Mercedários foram chamados “Mercenários”. Entraram no país no séquito de santa Isabel, em 1284. Nunca foram entre nós muito numerosos; os Trinitários expandiram-se mais e dedicaram-se igualmente ao resgate dos escravos.
 
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MARCELA, Santa

Viúva (325-410
Marcela de Roma, Santa
 
Nasceu e morreu em Roma. Ficando cedo viúva, foi a primeira grande senhora romana a professar abertamente a religião. Bela. rica, de alta linhagem, muito culta, perfeitamente ao nível de tudo o que Roma encerrava de mais refinado e erudito, ninguém se atrevia a desconsiderá-la O palácio que tinha no monte Aventino tornou-se o centro de reunião daquelas que desejavam, como ela própria, seguir os conselhos evangélicos. S. Jerónimo, que a protegera desde os princípios, ensinou nesse palácio. Demasiado idosa para seguir as suas amigas Melania, Paula e Eustóquio, que fugiram, ao aproximarem-se os bárbaros e se estabeleceram na Terra Santa, ela estava em Roma quando Alarico e os seus godos aí entram. Foi espancada terrivelmente, apear dos 85 anos; pretendiam que ela dissesse onde tinha riquezas; mas estas havia muito que se tinham tornado o tesouro dos pobres. Morreu das feridas alguns dias mais tarde.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt
 

Juan Bosco, Santo

Presbítero y Fundador

Juan Bosco, Santo

Juan Bosco, Santo

Presbítero y Fundador
de la Sociedad Salesiana y
del Instituto de las Hijas de María Auxiliadora

Martirologio Romano: Memoria de san Juan Bosco, presbítero, el cual, después de una niñez áspera, fue ordenado sacerdote y en la ciudad de Turín, en Italia, se dedicó con todas sus fuerzas a la formación de adolescentes. Fundó la Sociedad Salesiana y, con la ayuda de santa María Dominica Mazzarello, el Instituto de las Hijas de María Auxiliadora, para enseñar oficios a la juventud e instruirles en la vida cristiana. Lleno de virtudes y méritos, voló al cielo en este día en la ciudad de Turín, en Italia (1888).
Fecha de canonización: 1 de abril de 1934 por el Papa Pío XI.

San Juan Bosco nació el 16 de agosto de 1815 en Castelnuovo de Asti, y recibió de su madre Margarita Occhiena una sólida educación cristiana y humana. Dotado de inteligencia, memoria, voluntad y agilidad física no comunes, desde niño fue seguido por sus coetáneos, a quienes organizaba juegos que interrumpía al toque de las campanas para llevarlos a la iglesia. Fue ordenado sacerdote en Turín en 1841, y allí comenzó su actividad pastoral con San José Cafasso.
Su programa, o mejor, su pasión era la educación de los jóvenes, los más pobres y abandonados. Reunió un grupito que llevaba a jugar, a rezar y a menudo a comer con él. La incómoda y rumorosa compañía de Don Bosco (así se lo llamaba y se lo llama familiarmente) tenía que estar cambiando de lugar continuamente hasta que por fin encontró un lugar fijo bajo el cobertizo Pinardi, que fue la primera célula del Oratorio. Con la ayuda de mamá Margarita, sin medios materiales y entre la persistente hostilidad de muchos, Don Bosco dio vida al Oratorio de San Francisco de Sales: era el lugar de encuentro dominical de los jóvenes que quisieran pasar un día de sana alegría, una pensión con escuelas de arte y oficios para los jóvenes trabajadores, y escuelas regulares para los estudios humanísticos, según una pedagogía que sería conocida en todo el mundo como “método preventivo” y basada en la religión, la razón y el amor. “La práctica del método preventivo se base toda en las palabras de San Pablo que dice: La caridad es benigna y paciente; sufre todo, pero espera todo y aguanta todo”.
Para asegurar la continuidad de su obra, San Juan Bosco fundó la Pía Sociedad de San Francisco de Sales (los Salesianos) y Hijas de María Auxiliadora (las Salesianas). Fue un fecundísimo escritor popular, fundó escuelas tipográficas, revistas y editoriales para el incremento de la prensa católica, la “buena prensa”. Aunque ajeno a las luchas políticas, prestó su servicio como intermediario entre la Santa Sede, el gobierno italiano y la casa Saboya.
Fue un santo risueño y amable, se sentía “sacerdote en la casa del pobre; sacerdote en el palacio del Rey y de los Ministros”. Buen polemista contra la secta de los Valdeses, según la mentalidad del tiempo, nunca se avergonzó de sus amistades con los protestantes y los hebreos de buena voluntad: “Condenamos los errores, escribió en el “Católico”, pero respetamos siempre a las personas”. San Juan Bosco murió el 31 de enero de 1888 y fue canonizado por Pío XI en 1934.

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Candelária de San José, Beata

Fundadora

Candelaria de San José, Beata

Candelária de San José, Beata

Fundadora de las
Hermanas Carmelitas de la Tercera Orden Regular de Venezuela
"Hermanas Carmelitas de la Madre Candelaria"

Fecha de beatificación: 27 de abril de 2008, en una ceremonia presidida por el Cardenal José Saraiva Martins, en representación de S.S. Benedicto XVI.

Susana Paz Castillo Ramírez, tercera hija del matrimonio de Francisco de Paula Paz Castillo y María del Rosario Ramírez, nació en Altagracia de Orituco (Estado Guárico, Venezuela), el 11 de agosto de 1863.
Su padre era un hombre recto y honrado, de gran corazón y profundamente cristiano; gozaba del aprecio y estima de todos los habitantes; poseía conocimientos de medicina naturista y los empleaba para ayudar a mucha gente que solicitaba sus servicios. Su madre era una persona piadosa, trabajadora y honrada.
Tanto ella como don Francisco brindaron a sus hijos una educación tan esmerada como lo permitían las circunstancias de su tiempo. En el aspecto cristiano fue óptima: les infundieron el ejemplo y la palabra, la solidaridad y la responsabilidad en las prácticas de la fe cristiana y valores humanos.
Su instrucción académica, aunque escasa y deficiente, propia de la época que le tocó vivir, no fue un impedimento para su formación integral: frecuentó una escuela particular donde dio sus primeros pasos en la escritura y el cultivo de su apasionamiento por la lectura. Además, aprendió corte y confección y toda clase de labores, especialmente bordados. Este aprendizaje fue un valioso recurso para su posterior servicio a los más necesitados.
Su padre murió el 23 de noviembre de 1870, cuando Susana contaba con 7 años de edad. Cuando murió su madre, el 24 de diciembre de 1887, Susana, que tenía 24 años, asumió las responsabilidades de diligente ama de casa. A la vez, se encargaba de practicar la caridad con los enfermos y heridos que recogía y cuidaba en una casa semi-abandonada, adjunta a la iglesia parroquial.
Junto con otras jóvenes de su pueblo y con el apoyo de un grupo de médicos y del padre Sixto Sosa, párroco de Altagracia de Orituco, fundó un hospital para atender a todos los necesitados. Allí, en hamacas y catres de lona, que ella misma confeccionaba, los atendía.
Con la fundación de este centro de salud, en 1903, se dio inicio a la familia religiosa de las Hermanitas de los Pobres de Altagracia, actualmente denominada Hermanas Carmelitas de la Madre Candelaria. El 13 de septiembre de 1906, con autorización del obispo diocesano, la madre Susana hizo su profesión religiosa tomando el nombre de Candelaria de San José.
El 31 de diciembre de 1910 nació oficialmente la congregación de las Hermanitas de los Pobres de Altagracia con la profesión de las primeras seis hermanas, en manos de mons. Felipe Neri Sendrea, quien confirmó a la madre Candelaria como superiora general. En diciembre de 1916 emitió sus votos perpetuos en Ciudad Bolívar.
Su vida transcurrió entre los pobres; se distinguió por una profunda humildad, una inagotable caridad con ellos, y una profunda vida de fe, oración y amor a la Iglesia. Además de su esmerada atención por los enfermos, se preocupó por la educación de los niños, tarea que dejó como legado a sus hijas carmelitas.
La madre Candelaria era una religiosa de carácter afable, recogida, de baja y modesta mirada; siempre dejaba suavidad en cuantos la escuchaban cuando departía su cordial y amena conversación.
Dos cosas llamaban poderosamente la atención en ella: su profunda humildad y su inagotable caridad. Tenía una gran sensibilidad ante las desgracias ajenas; nunca decía "no" a nadie, sobre todo cuando se trataba de enfermos pobres y abandonados.
Otra característica de su entrega era la alegría; todo lo hacía con amor y una confianza sin límites en la divina Providencia. Sus grandes amores fueron Jesús crucificado y la santísima Virgen. Recorrió muchos kilómetros en busca de recursos para el sostenimiento de sus obras y fundando nuevas comunidades que respondieran a las necesidades del momento.
Gobernó la congregación durante 35 años, desde su fundación hasta el capítulo general de 1937, en el que le sucedió en el cargo la madre Luisa Teresa Morao.
Los últimos años de la madre Candelaria estuvieron marcados por el dolor y la enfermedad. No obstante, después de dejar el cargo de superiora general, aceptó seguir prestando sus servicios a la congregación como maestra de novicias.

Tenía plena conciencia de su enfermedad, pero con increíble paciencia soportaba los dolores y daba pruebas de conformidad con la voluntad de Dios. Pedía al Señor poder morir con el nombre de Jesús en los labios, y así fue.
En la madrugada del 31 de enero de 1940 tuvo un vómito de sangre. Tras pronunciar tres veces el nombre de Jesús, entregó su alma al Creador.
El 22 de marzo de 1969 se inició en la ciudad de Caracas su proceso de beatificación y canonización. Benedicto XVI firmó el decreto de beatificación el 6 de julio de 2007.
Reproducido con autorización de Vatican.va

Francisco Javier María Bianchi, Santo

Presbitero Barnabita

Francisco Javier María Bianchi, Santo

Francisco Javier María Bianchi, Santo

Presbítero

Martirologio Romano: En Nápoles, ciudad de la Campania, en Italia, san Francisco Xavier María Bianchi, presbítero de la Orden de Clérigos Regulares de San Pablo (Barnabitas), el cual, dotado de carismas místicos, convirtió a muchos a una vida según la gracia del Evangelio (1815).
Fecha de canonización: 21 de octubre de 1951 por el Papa Pío XII.

Francisco Javier M..ª Bianchi nació en Arpino, patria de Cicerón, el 10 de diciembre de 1743, y fue bautizado el día de San Francisco Javier, cuyo nombre recibió con el agua lustral.
Su padre, Carlos Antonio, tenía una fábrica de tejidos de lana, en la que el buen ejemplo de las virtudes del propietario y la caridad con que éste conjugaba la justicia con las necesidades familiares de sus obreros, hacía del lanificio Bianchi un excelente modelo. La madre, Faustína Morelli, excedía al esposo en virtudes cristianas de toda clase, principalmente en la caridad, completamente entregada al servicio social de la ciudad arpinatense, habiendo transformado su casa en un hospital o asilo, donde se acogía continuamente a dieciséis enfermos o necesitados. Con el ejemplo de tantas virtudes se formé y templó el espíritu de nuestro santo, dando ya desde su más tierna infancia frutos prometedores de santidad.
Para completar su formación literaria, fue mandado al seminario de Nola, cursando el bachillerato, confirmándose en su ánimo la vocación religiosa, contribuyendo a ello la escogida dirección espiritual, que no escatimaba medios para poner a disposición de los futuros levitas los grandes maestros del espíritu. En este centro de formación conoció y trató con el fundador de los redentoristas, San Alfonso María de Ligorio.
Cursados los estudios de filosofía en Nola y pasado algún tiempo en Nápoles, donde tuvo que vencer muchas dificultades, entró en el instituto de los barnabitas en 1762, y habiendo hecho su profesión y realizado diversas pruebas, el año 1765 empezó el curso de teología en el colegio que los barnabitas tenían en San Carlos alle Mortelle, de Nápoles, y en esta misma ciudad recibió las órdenes mayores del subdiaconado, diaconado y presbiterado, los días 11, 18 y 25 de enero de 1767, celebrando su primera misa el día de San Francisco de Sales de dicho año.
Para reponer su salud, algo quebrantada, con los aíres de la patria, fue destinado a Arpino, enseñando en el gimnasio público retórica durante dos años, transcurridos los cuales, fue enviado de nuevo a Nápoles, al colegio de San Carlos, esta vez como profesor de filosofía. El año 1773 pasó al colegio que los barnabitas tenían en Santa María in Cosmedin o de Portanova, en la misma ciudad de Nápoles, con la misma misión pedagógica. No había aún cumplido los treinta años cuando fue nombrado propósito de dicho colegio, cargo que regentó durante doce años.
Los testigos, llamados a declarar en los procesos de beatificación, le llaman el San Felipe de Nápoles, porque ambos santos, el Bianchí y el Neri, como se decía agudamente, tienen muchos rasgos paralelos, no sólo por su largo apostolado de dirección espiritual, sino también por el don de discreción de los espíritus.
Durante estos doce años, su apostolado fue fecundo, principalmente en el confesionario y en el púlpito, y sobre todo, conforme exigían los calamitosos tiempos, con el ejemplo que dio siempre de la más observante disciplina regular. Director y consejero de la clase más escogida de Nápoles, su discreción y su cultura se propagaba entre los círculos concéntricos de su celda y del confesionario, a donde acudían cada día toda clase de personas. principalmente del ambiente intelectual. Movido por esta fama el rector magnífico de la Universidad de Nápoles, monseñor Mateo Genaro Testa Piccolomini, titular de la sede de Cartago, le ofreció una cátedra en el Estudio General, que Bianchi rehusó. A pesar de esto, el rector del Ateneo, el 15 de septiembre, extendió el nombramiento de profesor de teología dogmática y polémica a favor del padre Bianchí, y el 21 de marzo del año siguiente (1779), el príncipe de Francavilla, presidente de la Academia de Ciencias y Letras, propuso fuera nombrado socio de número de dicha Academia, propuesta que fue aceptada por unanimidad.
Debemos tener presente que el siglo XVII transmitió al XVIII gérmenes de ideas nuevas, que se manifestaban externamente en una fiebre de saber. Por otra parte. los barnabitas, con sus renombrados colegios. recogían este afán de cultura, manifestada en la amplitud y brillantez de conocimientos que comunicaban a los escolares de su tiempo, pero principalmente a los religiosos de su instituto, que habían de profesarlos en sus cátedras. San Francisco Javier alcanzó este afán, que él llamaba intemperantia Iitterarum, que fue moderada después por consideraciones espirituales, religiosas, que desembocaron en sus últimos años al apostolado de la predicación y del consejo, en medio del cual, como en su ambiente propio, terminó los últimos años de su sufrida existencia.
Así se explica la nutrida correspondencia que mediaba entre el tío, canónigo, y el sobrino, barnabita, pidiendo éste libros a don Antonio y reclamando éste su devolución. Un modelo de esta erudición son también las notas que preparaba para sus lecciones y conferencias. Y la variedad de sus conocimientos se adivina en la lista de los libros del Santo, en el cual figuran tratados de omnire scibili, desde las lenguas, hebreo, griego y latín, literatura italiana y cristiana, hasta la filosofía, cristiana y profana, entre cuyos autores se distinguen Voltaire y Rousseau, para combatirlos, pues sabían todos que había obtenido del Santo Oficio permiso para leer estos autores. Cuando fue decretada la persecución a las órdenes religiosas, intentó salvar d6s cosas: la caja o fondo de la beatificación de la madre Francisca de las Llagas, de la que era el promotor con permiso de sus superiores, y treinta cajas de libros que quiso poner a salvo de las ruinas y destrucciones, que van siempre emparejadas con todas las persecuciones religiosas.
Los procesos están llenos de testigos, que narran sucesos extraordinarios o experimentados en sus propias personas o presenciados u obrados en otros.
Queremos reducir a pocos casos verdaderamente atestiguados por personas que los presenciaron: se refieren a las erupciones del Vesubio, La revolución, y la invasión francesa después, habían creado en Nápoles un ambiente de materialismo capaz de ahogar el espíritu religioso y moral que había conservado la tradición de la ciudad y los grandes ejemplos de santidad dados por una legión de sacerdotes y religiosos edificantes y santos. Los terremotos habían agrietado muchas casas de la ciudad, y el Vesubio, de cuándo en cuándo, rugía arrojando de sus entrañas ríos de fuego vivo. El dedo de Dios, vengándose de tantas iniquidades, parecerá evidente a las personas más temerosas y religiosas; pero, en medio de tantas pruebas, era también potente el Dios consolador, que hacia surgir hombres extraordinarios para conservar su fe con sus prodigios.
Dos casos solamente. El 22 de mayo se hallaba el padre Bianchí en Torre del Greco, a las faldas del Vesubio, en el Retiro de la Visitación. Instantáneamente, las llamas del volcán se desbordan y avanzan hacia el Retiro. La destrucción de la casa religiosa parecía inminente. Los más desesperados intentaron salvar lo irreparable, poniendo a salvo muebles y enseres. Este nerviosismo contrastaba con la calma y serenidad del padre Bianchí, asegurando que no pasaría nada. Enfermo, a duras penas pudo subir a la terraza, y ante aquel espectáculo apocalíptico del fuego que avanza, se detiene, musita una oración rogando a Dios detuviera aquel torrente amenazador. Y la lava se detuvo al margen mismo del Retiro, y se solidificó, no pasando adelante. En el mismo muro, formado por la solidificación de la lava, el cardenal arzobispo Guillermo Sanfelice levantó una capilla.
El día 12 de agosto, desde Pietra Bianca, escribe a las religiosas del refugio de Vía dei Portici que se pongan a salvo, pues el Vesubio quiere vengarse. La carta llegó al día siguiente; pero aquella noche, a las doce, el volcán irrumpió de nuevo y la casa fue destruida. El volcán estaba imponente y ante el gran peligro que todos presentían, el padre Bianchí fue llevado casi a cuestas al encuentro de la lava, y al hallarse frente a frente, venció la oración del padre Bianchí, pues la lava se detuvo instantáneamente a los pies del Santo.
La alcantarina Francisca de las Llagas le predijo una enfermedad larga y dolorosa. Y el vaticinio fue cumplido al pie de la letra. Empezó con una hinchazón en las piernas, que ni la ciencia de los médicos ni los cuidados de los amigos podían detener. Y en medio de terribles sufrimientos, recluido en la soledad de su celda, continuaba su apostolado de consejo y de edificación. A sus médicos les pedía sufrimientos, pues sus dolores eran las misericordias de Dios. Un alma eucarística como la suya sufría solamente ante el temor de no tener fuerzas para celebrar la santa misa. Sus amigos lo bajaban a la iglesia, y cuando ni esto podía hacer, le fue concedida la gracia de celebrarla en su celda. Durante la misa todos notaban la alegría que se leía en su semblante, como si le hubieran pasado todos los dolores. Se probó todo, incluso el cambio de clima; su amigo Buoncore le hospedó en su casa de Castelamare durante los años 1804-05. Un poco de alivio animaba a Bianchi físicamente; pero las calamidades morales que se cernían sobre la Iglesia y sus amigos le atormentaban extraordinariamente y quiso volver a animar a todos desde su soledad de Portanova. La dispersión de las órdenes religiosas fue un golpe duro para su alma apostólica. El párroco de Santa María in Cosmedin se arregló para que la celda que ocupaba en el contiguo colegio de Portanova fuese considerada como formando parte íntegramente de la parroquia, atendida la impotencia en que se hallaba el padre Bianchi. Esto sucedió el año 1810. Un cáliz más amargo tuvo que apurar hasta las heces: el abandono casi total de sus amigos, precisamente cuando más necesitaba de ellos: hubo tiempo en que era un peligro para el gobierno el trato con el padre Bianchi, Y el espionaje funcionaba.
Los últimos días de su existencia no tenía fuerzas para celebrar; pero cada día tuvo el consuelo de recibir la santa Eucaristía. El último aviso llamó a su puerta el día 27 de enero de 1815 bajo la apariencia de un accidente simple y fortuito. En virtud de una especie de contrato que había hecho con la venerable Francisca de las Llagas, ésta se le apareció para anunciarle que había llegado la hora de recibir el Viático, para el cual se preparó sonriente y alegre con todos los que le visitaron. El 31 del mismo mes de enero, muy de mañana, insistió en que le administraran la sagrada Eucaristía, habiendo recibido la noche anterior la extremaunción, y poco después de haber sido confortado con el pan de los ángeles, plácidamente expiró.
La fama de su santidad corrió rápidamente después de su muerte. Las gracias por él concedidas eran innumerables. Probáronse con la suficiencia requerida los milagros necesarios, y el barnabita padre Francisco Javier Bianchi fue solemnemente canonizado por la Iglesia.
Para el mundo, la vida es un hombre entre dos fechas: 2 diciembre 1743 - Francisco Javier María Bianchi - 31 de enero 1815.

Ludovica Albertoni, Beata

Viúva

Ludovica Albertoni, Beata

Ludovica Albertoni, Beata

Terciaria Franciscana

Martirologio Romano: En Roma, beata Ludovica Albertoni, que educó cristianamente a sus hijos y, al morir su esposo, entró en la Tercera Orden de San Francisco y prestó ayuda a los necesitados hasta tal punto que de ser rica llegó a ser pobre (1533).
Fecha de beatificación: Culto confirmado el 28 de enero de 1671 por el Papa Clemente X.

Nació en Roma de familia noble en 1473. A los dos años murió su padre y, al casarse nuevamente su madre, ella fue encomendada a las tías paternas y a la abuela materna. A los veinte años se casó y tuvo tres hijas. Sus características fueron la fidelidad a los propios deberes y el amor para con los pobres. Amó a su esposo con santo afecto. Se dedicó a la educación de sus hijas dirigiendo su oración y sus lecturas. Cuando tenía treinta y tres años enviudó, duro golpe que finalmente supo aceptar con resignación.
A la muerte de su esposo se suscitaron problemas de herencia que le causaron vejaciones de parte de los parientes. Vivió todo el drama del saqueo de Roma y se prodigó a favor de los necesitados. Dedicaba parte de la noche al descanso, el resto a la penitencia. Solía repetir: «¿Cómo es posible vivir sin sufrir, cuando se contempla a nuestro Dios colgado en una Cruz?». Por la mañana participaba en la eucaristía y recibía devotamente la comunión. Luego distribuía el tiempo del día entre los trabajos de casa y la asistencia a los pobres y enfermos, a quienes visitaba en casa o en los hospitales. Dedicaba todos sus cuidados a las muchachas abandonadas o en peligro.
Decía a menudo: «Dios nos dio los bienes de la tierra para que los compartamos con los que los necesitan». Distribuyó todos sus bienes entre los pobres y pasó los últimos años de su vida en la más grande pobreza. Murió el 31 de enero de 1533 a los 60 años de edad. Todo Roma lloró su muerte juzgándola como la pérdida de la madre de todos. Su cuerpo se venera en la iglesia de San Francisco a Ripa, en Roma.

Marcela de Roma, Santa

Viúva

Marcela de Roma, Santa

Marcela de Roma, Santa

Martirologio Romano: En Roma, conmemoración de santa Marcela, viuda, la cual, como recuerda san Jerónimo, abandonando sus riquezas y dignidades, se ennobleció con la pobreza y la humildad (410). San Jerónimo llama a santa Marcela «la gloria de las matronas romanas». Habiendo perdido a su esposo a los siete meses de matrimonio, Marcela rechazó las proposiciones del cónsul Cereal y decidió imitar a los ascetas del oriente. Se privó del vino y de la carne, consagró su tiempo a la lectura espiritual, la oración, las visitas a las iglesias de los mártires, y no habló jamás a solas con ningún hombre. Otras mujeres de noble linaje siguieron su ejemplo y se pusieron bajo su dirección, y Roma presenció la formación de varias comunidades de ese tipo en breve tiempo. Nos han quedado dieciséis cartas de san Jerónimo a santa Marcela, en respuesta a las preguntas que la santa le hacía; pero ésta no se contentaba con escuchar pasivamente las respuestas del Doctor de la Iglesia, sino que discutía a fondo sus argumentos y aun le reprendía por su mal carácter. Cuando los godos saquearon Roma, el año 410, maltrataron a Santa Marcela para que revelase el sitio en que había escondido sus supuestos tesoros, que en realidad habían pasado a manos de los pobres, desde mucho tiempo atrás.
La santa no temía por sí misma, sino por su discípula Principia (no su hija, como algunos han supuesto erróneamente). Arrodillándose, pues, ante los soldados, les rogó que no le hicieran daño alguno. Dios les movió a compasión, y estos condujeron a las dos mujeres a la iglesia de San Paulo, en la que Alarico respetaba el derecho de asilo. Santa Marcela murió poco tiempo después, en los brazos de Principia, a fines de agosto del año 410. El Martirologio Romano venera su memoria en el día de hoy.

39210 > Sant' Abramo Vescovo di Arbela 31 gennaio MR


39230 > Santi Agostino Pak Chong-Won e cinque compagni Martiri 31 gennaio MR


39215 > Sant' Aidano (Medhoc) di Ferns Vescovo 31 gennaio MR


93506 > Beata Candelaria di San Giuseppe (Susanna Paz-Castillo Ramirez) Fondatrice 31 gennaio


90327 > San Ciro Martire 31 gennaio MR


39225 > Sant' Eusebio Monaco di San Gallo 31 gennaio MR


91308 > San Francesco Saverio Maria Bianchi Barnabita 31 gennaio MR


39175 > San Geminiano di Modena Vescovo 31 gennaio MR


90328 > San Giovanni Martire 31 gennaio MR


22600 > San Giovanni Bosco Sacerdote 31 gennaio - Memoria MR


39190 > San Giulio d'Orta Sacerdote 31 gennaio MR


91117 > Beata Ludovica Albertoni Terziaria francescana 31 gennaio MR


39200 > Santa Marcella di Roma Vedova 31 gennaio MR


39205 > San Metras (Metrano) di Alessandria Martire 31 gennaio MR


39220 > San Valdo Vescovo 31 gennaio MR


39195 > Santi Vittorino, Vittore, Niceforo, Claudio, Diodoro, Serapione e Papia Martiri 31 gennaio MR

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”





  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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