OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

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terça-feira, 30 de abril de 2013

Il Silenzio - Melissa Vanema

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andra rieu sydney 2009 with deme edna everage part 2

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Feast of fire - Andre Rieu

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André Rieu - The Beautiful Blue Danube feat. André van Duin as "Meneer W...

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André Rieu - Amazing Grace (Live in Amsterdam)

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André Rieu - Feed the Birds (Live in Amsterdam)

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André Rieu - The music of the Night (Live in New York City)

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André Rieu - Panis Angelicus

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Nº 1639 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - JUÍZES (11) - 3 de Maio de 2013

3 de Maio de 2013
Nº 1639 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013_

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1639

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÔMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉ, (Estes já estão…)
– Faltam apenas 879 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1639 - 2ª Página

3 de Maio de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

JUÍZES
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Mapa antigo de Israel

JUÍZES

NOVAS CONQUISTAS

11 - JEFTÉ – Havia naquele tempo um homem de Galaad chamado Jefté, valente guerreiro, filho de Galaad e duma meretriz. A mulher de Galaad deu-lhe filhos e estes, crescendo, expulsaram mais tarde a Jefté, dizendo: «Não herdarás nada do nosso pai, porque nasceste de mulher estrangeira (Gn 21, 10). Jefté afastou-se de seus irmãos e fixou-se na terra de Tob. Alguns homens miseráveis reuniram-se a ele, seguindo-o como se fora seu chefe.

Por aqueles dias, os amonitas, entraram em luta contra Israel. Os habitantes de Galaad, vendo-se assim atacados, foram buscar Jefté à terra de Tob. Disseram-lhe: «Vem: serás o nosso chefe e contigo combateremos os amonitas». Jefté, porém, respondeu: «Vós, que fostes meus inimigos, expulsando-me da casa de meu pai, vindes a mim agora que estais necessitados?» Os anciãos de Galaad disseram-lhe: «Foi exatamente por isso que viemos ter contigo, a fim  de que venhas connosco combater os filhos de Amon e sejas o nosso chefe , o chefe de todo o povo de Galaad». Jefté disse-lhes: «Se me vierdes buscar para lutar contra os amonitas e o Senhor mos entregar, hei-de ser o vosso chefe». Os anciãos responderam-lhe: «O Senhor será nossa testemunha de que faremos tudo o que disseste!» E Jefté partiu com os anciãos de Galaad. O povo proclamou-o seu chefe e general, e Jefté repetiu diante do Senhor, em Masfa, tudo o que ele acabara de dizer. Jefté enviou mensageiros ao rei dos amonitas dizendo-lhe: «Que tens contra mim para que me venhas combater à minha terra?» (Dt 2, 19s). O rei respondeu-lhe: «Israel, vindo do Egipto, tomou o meu país desde o Arnon até Jaboc e ao Jordão. Devolve-mo agora, pois, pacificamente». Jefté mandou nova embaixada ao rei dos amonitas, dizendo-lhe: «Assim fala Jefté: Israel não se apoderou nem do território de Moab, nem da terra dos filhos de Amon. Quando saiu do Egipto, Israel marchou pelo deserto até ao Mar vermelho, e chegou a Cades. Daqui enviou mensageiros ao rei de Edom, pedindo-lhe permissão para passar pela sua terra, mas o rei de Edom, não o consentiu. Igual pedido fez ao rei de Moab, mas este tão pouco lhe deu passagem. Israel deteve-se, pois, em Cades. Voltou a palmilhar o deserto, contornou as terras de Edom e de Moab; e, chegando à parte oriental da terra de Moab, acampou da outra banda do Arnon; não quis entrar no território de Moab, pois o Arnon é a fronteira do Moab. Enviou, depois, Israel mensageiros a Seon, rei dos amorreus em Hesebon, pedindo-lhe que os deixasse passar pela sua terra, para que chegassem à deles. Mas, desprezando o pedido de Israel, não o deixou atravessar o seu território; antes, juntando as suas tropas, acampou em Jasa, e atacou-o. O Senhor Deus de Israel, entregou-o com todo o seu povo nas mãos de Israel, que o derrotou, e conquistou todas as terras dos amorreus que habitavam naquela região. Tomou toda a terra dos amorreus desde o Arnon até ao Jaboc, e desde o deserto até ao Jordão. O Senhor, Deus de Israel, expulsou desta forma os amorreus diante do Seu povo de Israel, e tu pretendes, agora, possuir a sua terra? Porventura não tens a posse das terras que te deu a conquistar o teu deus Camos? É, pois, justo, que possuamos tudo aquilo que o Senhor, nosso Deus, nos deu com a vitória. Serás tu melhor do que Balac, filho de Sifor, rei de Moab? Porventura, discutiu ele com os israelitas, ou combateu contra eles (Nm 22-24; Jos 24, 9, 10)? Há já trezentos anos que Israel habita em Hesebon e suas aldeias, e em todas as cidades banhadas pelo Arnon. Porque não lhe tirastes estas terras durante todo esse tempo? Não sou eu, pois, que te faço dano, mas és tu mesmo que te prejudicas, declarando-me guerra. O Senhor, que é Juiz, julgue hoje entre Israel e os filhos de Amon!» Mas o rei dos filhos de Amon não deu ouvidos ao que Jefté lhe mandara dizer. O Espírito do Senhor desceu sobre Jefté, e ele , atravessando Galaad e Manassés, passou dali a Masfa de Galaad, donde marchou contra os amonitas. Jefté fez ao Senhor este voto: «Se entregardes nas minhas mãos, os filhos e Amon, o primeiro que sair das portas de minha casa e se encontrar comigo quando regressar vitorioso dos filhos de Amon, será consagrado ao Senhor e oferecido em holocausto».

Jefté marchou contra os amonitas, e o Senhor  olhos entregou nas suas mãos. Ele derrotou-os desde Aroer até às proximidades de Menit, e até Abel-Keramin, tomando-lhes vinte cidades. Com isto, os filhos de Amon foram humilhados diante de Israel.

A filha de Jefté – Ao regressar Jefté a sua casa, em Masfa, sua filha saiu-lhe ao encontro com tamborins e danças. Era sua única filha, pois ele não tinha outros filhos. Quando a viu, rasgou as suas vestes, e disse: «Ah, minha filha, exclamou ele, tu acabrunhas-me de dor, e estás no número daqueles que são a causa da minha desgraça! Fiz um voto ao Senhor que não posso, revogar». Disse-lhe ela: «Pai, se fizeste um voto ao Senhor, trata-me segundo o que prometeste, já que Ele te concedeu a graça e vingar os teus inimigos, os amonitas». E ajuntou: «Concede-me somente o que te peço: deixa-me sair para os montes durante dois meses, a fim de chorar a minha virgindade com as minhas amigas». «Vai», disse-lhe ele. E deu-lhe dois meses de liberdade. Ela foi com as suas companheiras, e chorou nos montes a sua virgindade. Passado esse prazo, voltou para a casa de seu pai, e Jefté cumpriu o voto que tinha feito. Ela não tinha conhecido varão. Daqui nasceu o costume, em Israel, de se juntarem as donzelas uma vez ao ano para chorar durante quatro dias a filha de Jefté, o Gaaladita. (2 Par 35, 25).

Os Dez Mandamentos no túmulo de Joás

Iniciei no passado dia (23-Abril-2013) a descrição, do texto de JUÍZES,

que decorre com a Introdução e Cap. 1º – NOVAS CONQUISTAS e capítulos seguintes

Textos recolhidos do LivroJUÍZESdo ANTIGO TESTAMENTO
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2 de MAIO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
7map-1195aeac0b2f22222222222222222[2],
http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Nº 1636 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - JUÍZES - (9) - 30 de Abril de 2013

30 de Abril de 2013
Nº 1636 - 2ª Página
antoniofonseca1940@hotmail.com
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Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
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– Faltam apenas 879 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
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Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

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ANTIGO TESTAMENTO

JUÍZES
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JUÍZES

NOVAS CONQUISTAS

 

9  - ABIMELEC – Por esse tempo, Abimelec, filho de Jerobaal, foi ter com os irmãos de sua mãe, a Siquém, e falou com eles e com toda a parentela da casa do pai de sua mãe, dizendo: «Proponde a todos os habitantes de Siquém: qual será melhor para vós; serdes dominados por setenta homens, todos filhos de Jerobaal, ou que um só homem seja vosso rei? Lembrai-vos de que eu sou do vosso sangue e da vossa carne». Os irmãos de sua mãe falaram dele aos habitantes de Siquém, referindo-lhes suas palavras, e inclinaram o seu coração para Abimelec, «porque, diziam eles, é nosso irmão». E deram-lhe setenta siclos de prata do templo de Baal-Berit, com  os quais assalariou a homens miseráveis e vagabundos que o seguiram. E, passando pela casa de seu pai em Efra, degolou sobre uma mesma pedra os seus setenta irmãos, filhos de Jerobaal. Escapou somente Joatão, filho mais novo de Jerobaal, porque se tinha escondido. Juntaram-se então todos os habitantes de Siquém, todos os de Bet-Melo, e junto do terebinto da estela que havia em Siquém, proclamaram rei a Abimelec.

Apologia de Joatão – Sabendo disto, Joatão subiu ao monte Garizim e lá do alto exclamou: «Habitantes de Siquém, ouvi-me: assim Deus vos ouça! As árvores resolveram um dia eleger um rei sobre si, e disseram à oliveira. Reina sobre nós! Mas ela respondeu: Renunciarei, porventura, ao meu azeite com que sirvo a Deus e aos homens, para me colocar acima  das outras árvores (Lv 2; 1 Sam 10)? As árvores responderam à figueira: Vem e reina sobre nós! Mas a figueira disse-lhes: Poderia eu, porventura, renunciar à doçura do meu delicioso fruto, para me colocar acima das outras árvores? E as árvores disseram à videira: Vem tu e reina sobre nós! Mas a videira respondeu: Poderia eu, porventura, renunciar ao meu vinho que é a alegria de Deus e dos homens, para me colocar acima das outras árvores? (Ecli 31, 27-28: Prov 31, 6)? E todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu e reina sobre nós! Mas o espinheiro respondeu: Se realmente quereis que eu reine sobre vós, vinde e repousai debaixo da  minha sombra; mas, se não quereis, então que saia fogo do espinheiro  e abrase os cedros do Líbano (1 Rs 4, 33; e Rs 14, 9) - Agora, pois, considerai se foi com lealdade e boa fé que escolhestes Abimelec para vosso rei, se vos portastes bem com Jerobaal e sua casa, correspondendo aos benefícios que ele vos fez, porque meu pai combateu por vós e livrou-vos dos madianitas, arriscando a sua própria vida; vós que agora vos levantastes  contra a casa de meu pai, mataste os seus setenta filhos sobre a mesma pedra e proclamastes rei dos habitantes de Siquém a Abimelec, filho de uma escrava, sob pretexto de que ele é vosso irmão; se foi, pois, com lealdade e boa fé que procedestes com Jerobaal e a sua casa, então alegrai-vos hoje com Abimelec e alegre-se Abimelec convosco. Mas, se agistes com perversidade, saia fogo de Abimelec e devore os homens de Siquém e os de Bet-Melo; e saia fogo dos habitantes de Siquém e de Bet-Melo, e devore Abimelec

 

Morte de Abimelec – Ditas estas palavras, Joatão fugiu e foi para Bera, onde habitou, longe de Abimelec, seu irmão. Reinou Abimelec sobre Israel três anos. Mas o Senhor enviou um mau espírito de discórdia entre ele e os habitantes de Siquém, os quais se revoltaram contra Abimelec. Isto aconteceu para que fosse vingado o homicídio  dos setenta filhos de Jerobaal, e o seu sangue caísse sobre Abimelec, seu irmão, que os tinha assassinado, e sobre os de Siquém, que tinham sido seus cúmplices. Os homens de Siquém armavam contra ele emboscadas no alto dos montes, e despojavam todos aqueles que passavam por ali, e Abimelec foi informado de tudo.

Gaal, filho de Obed, foi com seus irmãos a Siquém e ganhou a confiança dos homens  do lugar. Saíram pelos campos, vindimaram as vinhas, pisaram as uvas e fizeram uma festa. Entraram no templo do seu deus, e enquanto comiam e bebiam, amaldiçoavam a Abimelec. Gaal, filho de Obed, gritou: «Quem é Abimelec e quem é Siquém, para lhes estarmos sujeitos? Não é ele filho de Jerobaal, e não é Zebul o seu lugar-tenente, para servir à família de Emor, pai de Siquém? Por que razão serviremos a Abimelec? Oxalá tivesse eu poder sobre esse povo para expulsar Abimelec. Eu dir-lhe-ia: «Junta o teu exército e sai».

Zebul, governador da cidade, ouvindo as palavras de Gaal, filho de Obed, encolerizou-se, e enviou secretamente mensageiros a Abimelec para lhe dizer:« Gaal, filho de Obed, veio a Siquém com os seus irmãos e está a sublevar a cidade contra ti. Levanta-te de noite, com os homens da tua tropa e põe-te de emboscada no campo: amanhã cedo, ao nascer do sol, lança-te sobre a cidade; quando Gaal e sua tropa saírem contra ti, faz contra ele o que puderes». Abimelec partiu durante a noite com toda a sua gente, e pôs emboscadas em quatro lugares junto de Siquém. Saindo Gaal, filho de Obed, instalou-se diante das tropas da cidade. Então Abimelec saiu da emboscada, com todo o seu exército. Vendo Gaal aquela tropa, disse a Zebul. «Não vês a a multidão que desce das colinasZebul respondeu: «O que tu vês são as sombras das colinas como se fossem homens». Gaal replicou: «Está a descer gente do alto da colina e vem um outro grupo pelo caminho do Carvalho dos Adivinhos». Zebul disse-lhe: «Onde está aquela arrogância que dizias: Quem  é Abimelec para que nós o sirvamos? Não é esse o povo que desprezavas? Vai e combate contra ele!» Saiu Gaal  à frente dos siquemitas e combateu contra Abimelec. Mas foi derrotado por Abimelec e fugiu: muitos homens, mortalmente feridos, caíram antes de chegarem ao limiar da porta de Siquém. Abimelec deteve-se em Ruma; Zebul, porém, lançou Gaal e seus irmãos fora da cidade de Siquém.

No dia seguinte, o povo saiu para o campo. Avisado, Abimelec tomou a sua tropa, dividiu-a em três batalhões e  armou emboscada no campo. Ao ver que o povo saía da cidade, caiu sobre ele e derrotou-o. Depois, com o seu exército, veio tomar posição à entrada da cidade, ao mesmo tempo que os outros dois batalhões perseguiam e massacravam os que estavam no campo. Assaltou e combateu a cidade durante todo aquele dia, passou ao fio da espada todos os seus habitantes, arrasou-a e semeou-a de sal.

Ao ouvirem isto, todos os habitantes da torre de Siquém se retiraram para a fortaleza  do templo de El-Berit. Disseram a Abimelec que tosos os habitantes da torre de Siquém se tinham retirado para esse lugar fortificado, Subiu então Abimelec ao monte Selmon, tomou um machado  e cortou os ramos duma árvore. Pondo-os sobre os ombros, disse à sua gente: «Vistes o que eu fiz? Apressai-vos a fazer o mesmo».

Cortaram cada um deles os ramos e seguiram Abimelec cercaram com eles a fortaleza  e pegaram-lhe fogo, de modo que afortaleza com todos os seus ocupantes foi devorada pelas chamas. Desse modo pereceram todos os que moravam na torre de Siquém, cerca de mil pessoas, entre homens e mulheres. Depois disto, Abimelec marchou contra Tebes, que  sitiou e tomou. Havia no meio da cidade uma torre  forte, na qual se tinha refugiado todos os habitantes, homens e mulheres. Trancando bem a porta, subiram ao terraço da torre. Abimelec chegando ao pé da torre, aproximou-se da porta para a incendiar. Então, uma mulher, lançando de cima um pedaço de mó, feriu-o na cabeça, fraturando-lhe o crâneo. Abimelec disse ao escudeiro: «Tira a tua espada e dá-me o golpe de misericórdia, para que se não diga que fui morto por uma mulher!» O escudeiro executando a ordem, acabou de o matar (1 Sam 31, 4). Morto Abimelec, tosos os israelitas  voltaram para suas casas. Deus fez cair deste modo sobre Abimelec o mal que ele fizera a seu pai, matando os seus setenta irmãos. E Deus fez recair também sobre os siquemitas os seus próprios crimes, caindo sobre eles a maldição de Joatão, filho de Jerobaal.

 

Os Dez Mandamentos no túmulo de Joás

Iniciei no passado dia (23-Abril-2013) a descrição, do texto de JUÍZES,

que decorre com a Introdução e Cap. 1º – NOVAS CONQUISTAS e capítulos seguintes

Textos recolhidos do LivroJUÍZESdo ANTIGO TESTAMENTO
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30 de ABRIL de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Apresentadas 320 000 assinaturas para proibição de Aborto na Colômbia - 30-4-13

Viver Santamente


Apresentadas 320 mil ASSINATURAS para reverter aborto na Colômbia

Posted: 29 Apr 2013 03:23 PM PDT

 

 

 

BOGOTÁ, 29 Abr. 13 / 03:12 pm (ACI/EWTN Noticias).- 320 mil assinaturas foram apresentadas hoje ante o Registo na Colômbia, mais do dobro requerido por lei, para inscrever o comité promotor do referendo que busca a proibição total do aborto no país.


Uma vez aprovadas as assinaturas pelo órgão eleitoral, o passo seguinte da iniciativa, liderada pelo Senador José Darío Salazar, do Partido Conservador Colombiano (PCC), será apresentar um milhão e meio de rubricas para que o Congresso aprove uma lei que convoque o referendo.


Salazar tem se oposto tanto ao aborto como, em recente votação, à aprovação do mal chamado "matrimónio" homossexual na Colômbia.


Para o Senador colombiano, a despenalização do aborto no país foi uma "extralimitação" da Corte Constitucional, o que deve ser corrigido pelos cidadãos.


Em declarações recolhidas pelo diário O Tempo, o senador do PCC assegurou que com o referendo "buscamos acabar com o genocídio que está ocorrendo na Colômbia com as figuras que se abriram para o aborto; por isso queremos pôr esta decisão em mãos das famílias colombianas".


Outra política que apoia a luta contra o aborto em Colômbia é a Senadora Cláudia Wilches, que defende a vida "desde o momento da concepção até à morte natural".


Fonte: ACI Prensa

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NOTA PESSOAL

Tomei a liberdade de traduzir do original escrito em espanhol para português, este texto, recolhido através do site

Viver Santamente

 

post colocado em 30-4-13  -  15H45

 

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1636-3 - Encontro diário com Deus - Terça-feira - 30 de Abril de 2013

Deus -
Do livro – Encontro diário com Deus - Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.
Nº 1636-3
Terça-feira - 30 de Abril de 2013
 
 
Pensamento do Dia
 
 
Assim como não existem pessoas pequenas na vida,
sem importância,
também não existe trabalho insignificante.

Elena Bonner
_________________________________________________________

Paz interior tem a ver com “ficar quieto”.
É preciso coragem  para ficar quieto junto ao caos interior que se manifesta dentro de mim.
Resistir, suportar a mim mesmo junto com tudo o que brota de mim.
Enquanto estou em movimento posso também fugir de mim mesmo.
Sempre me ocupo com alguma coisa para que não precise encarar a mim mesmo.
Ficar em paz significa ficar quieto para me posicionar diante daquilo que se agita dentro de mim.
Os monges primitivos conheceram esta tentação.
Aconselhavam o monge a permanecer na cela, a resistir.
São Bento chamava a isto de “stabilitas”.
 
Anselmo Grun

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NOTA:
Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:
Todos os direitos reservados.
Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.
Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

Nº 1636 - (119-13) – 1ª Página - SANTOS DE CADA DIA - Terça-feira - 30 de Abril de 2013 - 5º ano

Ver Notas no final
Nº 1636 - (119-13) – 1ª Página


Terça-feira - 30 de Abril de 2013
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Nº 1636-1 - (119-13)


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E U S O U



AQUELE QUE SOU



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PIO V, Santo
Papa (1504-1572)
 
Tinham-se reunido, nos princípios do ano de 1566, cinquenta e dois cardeais para eleger o sucessor de Pio IV. São Carlos Borromeu, Cardeal de Milão, era quem mais podia influir no conclave. O Cardeal Pacheco, como escreve a Filipe II, pediu-lhe que trabalhasse quanto pudesse “para fazer um Papa muito ao servo de  Deus e útil à Igreja, porque nisto me parece que mereceria mais do que jejuar e em açoitar-se toda vida”.
 
Carlos Borromeu trabalhou efetivamente por que fosse escolhido o Papa que então requeriam as necessidades da Igreja, e foi eleito o cardeal Miguel Ghislieri, que tomou o nome de Pio V, filho dum humilde lavrador de Bosco, aldeola do território de Milão. Guardou ovelhas na infância. Sendo ainda muito novo, entrou na Ordem de São Domingos.
 
Em 1556 subia a bispo de Sútri: e em 1557 a Cardeal. Foi Cardeal austero, parco em palavras, e mais amante da sua túnica dominicana que dos reflexos da púrpura. Vivia modestamente; um frade da sua Ordem fazia-lhe companhia, e ele mesmo varria a habitação e construía com ramos de palmeira as vassouras que usava. Como eram conhecidos o seu rigor e austeridade, alguns sentiram a sua eleição. “Não me importa que não se alegrem no principio do meu pontificado; o que desejo é que sintam pena quando eu morrer”. E assim foi. Por poucos Pontífices terão chorado tanto Roma e a cristandade inteira, como pela morte de Pio V. Toda a sua vida foi constante subir pelos degraus do altar.
 
Claro que manteve com o Papa a simplicidade da sua vida: reduziu ao mais indispensável os gastos da sua pessoa; os seus parentes deixou-os no estado em que se encontravam e dedicou-se corpo e alma, desde o principio, a velar pela pureza da fé e pela promoção da reforma cristã. A sua primeira solicitude foi a aplicação dos decretos do Concilio Tridentino. Segundo eles, já em 1566 apareceu o Catecismo  Romano e continuou a trabalhar-se, sob o seu impulso, da edição do Breviário Romano, que se publicou em 1570.
 
O alvo principal da sua atividade esteve na defesa da fé. Por isso favoreceu constantemente o trabalho da inquisição, excomungou em 1570 Isabel de Inglaterra e apoiou o apostolado de São Pedro Canisio na Alemanha. Em 1568 publicou a Bula In Coena Domini, resumo das Censuras reservadas ao Papa, e, apesar dos vivíssimos protestos que houve contra ela em Veneza e na Espanha, pois os príncipes civis julgavam estar lesados os seus direitos, Pio V manteve energicamente os da Santa Sé.
 
A luta contra o Islão é glória também de Pio V. Os Turcos tinham avançado muito e constituíam verdadeira ameaça contra a Hungria e as possessões venezianas do oriente. No ano de 1570 rendeu-se Chipre, última praça forte dos cristãos. Pio V promoveu a cruzada e, ao cabo de esforços dolorosos, conseguiu unir as frotas da Espanha, Veneza e dos Estados Pontifícios, sob o comando de D. João da Áustria. A célebre e retumbante vitória de Lepanto, de 7 de Outubro de 1571, deveu-.se tanto às armas, como às orações do Santo Pontífice e à invocação por ele ordenada de Nossa Senhora do Rosário.
 
É notável como Pio V, de origem modesta, de pouca ou nenhuma preparação politica, pôde desempenhar um pontificado tão glorioso. O segredo da sua atividade e êxitos foi certamente a santidade que tinha, a pureza de intenção e as constantes preces.
 
A 21 de Abril de 1572, dez dias antes da morte, quis visitar as Sete Basílicas de Roma, com a esperança de ver depressa os Santos Mártires no céu. A partir da Basílica de São Paulo fez a pé o longo e penoso trajeto até à de São Sebastiao, na Via Ápia. Quando chegou esgotado a São João de Latrão, pediram-lhe os seus que subisse para a liteira ou deixasse o que faltava de peregrinação para o dia seguinte. Respondeu em Latim que, quem tinha feito tudo, terminaria o que faltava: qui fecit totum, ipse perficiet opus. E continuou caminhando. Já tarde, entrou no Vaticano, onde repousou e mandou que lhe lessem os Sete Salmos Penitenciais e a Paixão do Senhor, não tendo ele nem sequer força para tirar o Solidéu, quando era lido o nome de Jesus.
 
Quis celebrar a santa Missa a 28 de Abril, mas não pôde. Recebeu os últimos Sacramentos e morreu na véspera do primeiro de Maio, com estas palavras , que eram invocação do Breviário:
 
Quaesumus, Auctor omnium, In hoc Paschali gaudio, Ab omni mortis impetu Tuum defende populum.
(Pedimos-Te, Senhor de todos, que nesta alegria pascal salves o teu povo de todo o perigo mortal).
 
Sisto V colocou-lhe o corpo numa magnifica urna, na capela do Santíssimo Sacramento, da Basílica de Santa Maria Maior. 
 

JOSÉ BENTO COTTOLENGO, Santo

Confessor (1786-1842)

Nasceu José Cottolengo na vila de Bra, no PIemonte, Itália, a 3 de Maio de 1786. Teve a sorte de encontrar uma mãe inteligente e profundamente cristã.

Desde os cinco anos, notava ele a mãe um amor especial pelos pobres. Um dia encontrou-o a medir com uma vara os quartos da casa: “Que fazes aí? Para que tomas tantas medidas?” – “Olhe, mamã: queria saber quantas camas se poderiam colocar nesta casa, pois, quando eu for maior, quero enchê-la de pobres e doentes”.

Todos os seus biógrafos estão concordes em que José não tinha grande facilidade para o estudo. A escola era para ele um martírio. Dela voltava e lançava-se a chorar nos braços da mãe, dizendo: “Não entendo nada”. Propôs-lhe ela que se consagrasse a São Tomás de Aquino. Este foi o seu guia e a sua luz no estudo.

Aos 17 anos vestiu a batina dos clérigos, embora continuasse a viver em casa. Em 1805 entrou no seminário de Turim e aos 25 anos ordenou-se de sacerdote, em 1811. O irmão mais novo, Inácio, ajudava-lhe todos os dias à Missa e dizia à mãe, ao voltar a casa: “Mas, porque chora José no altar?” – “Deixa-o chorar. José sabem bem o que faz. É tão agradável chorar no altar!”

Desde que o admitiram como membro do Corpus Domini de Turim, piedosa associação de sacerdotes, ficou sendo, por direito próprio, cónego da Metropolitana da Santíssima Trindade. O “cônego bom” muito depressa começou a ser diretor de almas, pai dos pobres e solicito enfermeiro. Em 1817 estava na igreja de Corpus Domini, quando viu uma pobre mulher, que não tinha podido encontrar acolhimento nos hospitais da cidade. Deus inspirou então ao cônego que fundasse o Pio Instituto da Divina Providência. Começou por arrendar algumas moradas na Volta Rossa, que se foram desenvolvendo até se converterem em verdadeiro hospital. Para cuidar dos enfermos, fundou as Damas da Caridade. Chamou-lhes Vicentinas, mas o povo preferiu designá-las como Cottolenguinas.

Por ocasião da cólera-morbo de 1831, as autoridades de Turim obrigaram a fechar o hospital de Volta Rossa. “Tudo está acabado”, diziam amigos e inimigos. Ele respondia: “Agora vamos transplantar as  couves”. E a 27 de Abril de 1832 abria-se a Píccola Casa (Pequena Casa) da Providência de Valdocco, nos arrabaldes de Turim. “Chama-se pequena casa, escrevia o santo fundador, porque em comparação com o mundo inteiro, que é igualmente casa da Divina Providência, é com  toda a certeza, pequena”.

O lema de Cottolengo era “caridade e confiança”. Fazer todo o bem possível e confiar sempre em Deus. A Deus custa o mesmo dar de   comer a dois pobres e doentes, ou a dois mil. Quem reza com confiança tem à sua disposição todos os recursos de Deus. Inspirado nestes princípios,Dom Cottolengo dava sempre, sem olhar ao dinheiro que dispendia. “Se Nosso Senhor disse que não saiba a mão esquerda o que dá a direita, porque o há-de saber a vista?”

Não pensava senão nos pobres. Convidado por uma família rica, ofereceram-lhe um cálice de vinho fino. Bebeu um pouco e depois, olhando para o vinho que ficava no fundo, disse: “Um cálice deste vinho velho tornaria felizes os meus doentes do hospital”. No dia seguinte, chegaram dois barris com esta direção: “Ao Rev. Cónego Cottolengo, para os seus doentes”.

Noutra visita encontrou a senhora da casa a tecer umas camisolas de lã para os netos. Louvou o trabalho e disse: “Como ficariam quentinhos, com uma camisola como esta, os pobres meninos do meu bairro”. Uma semana depois, recebia cem camisolas de lã.

A confiança em Deus era fonte da sua generosidade e amor aos pobres. Um dia, a Superiora das Irmãs de Caridade mostrou-se aflita porque para todos os asilados, não tinha mais que uma moeda de ouro de vinte liras. “Onde está a moeda?”, perguntou o Santo. Pegou nela, embrulha a num papelito, foi à janela e com toda a força atirou-a para   jardim. “Agora, Irmã, confie. Deus proverá”.

Outro dia, a Irmã Dominica foi-lhe dizer que não havia pão para o almoço. “Na devida hora que vão almoçar, a Providência não se esquecerá de que têm de almoçar”. E foi para a Igreja rezar.

Ao padeiro da “Píccola Casa” chegou o Santo a dever 18 000 liras (de então). O homem necessitava de as receber e Dom Cottolengo não tinha nem um cêntimo: “Tenha um poucochinho de paciência”. – “Já tive muita”, e o padeiro  foi-se embora muito  aborrecido. Mas logo que chegou à padaria, um senhor entregou-lhe quanto lhe devia Dom Cottolengo.

O rei Carlos Alberto, de Turim, quis informar-se do que se passava na Píccola Casa e mandou lá o Conde de Escarena.

- O senhor é o diretor da Píccola Casa? – Eu não. Sou apenas agente da Divina Providência, que é quem dirige esta casa. – Com que recursos conta? – Com os que me dá a Divina Providência. – Para sustentar mais de 600 bocas, terá algumas rendas fixas? – Crê Vossa Excelência que à Divina Providência lhe vão faltar fundos?

O Rei quis tomar sob a sua proteção à Píccola Casa. Dom Cottolengo agradeceu-lhe a boa intenção, mas recusou “porque o patrono é Deus”.

Também quis visitar a Casa. O Santo agradeceu o anúncio da visita, mas acrescentou que agradeceria a Sua Majestade que a não visitasse, “pois semelhante  manifestação da proteção humana não seria talvez do agrado da Divina Providência”.

Noutra ocasião perguntou-lhe o Rei: “Meu querido cônego, espero que Deus lhe conceda uma vida prolongada. Mas, quando faltar, que disposições tomou sobre o seu sucessor

- Tem Vossa Majestade desconfiança na Divina Providência? Porque não hei-de deixar que Deus escolha o sucessor?

E acenou ao Rei para a janela da sala, donde se via a rendição da guarda: “Uma palavra entre um soldado e outro, e a nova guarda substitui a anterior. Assim acontecerá , quando Deus dispuser a minha substituição. Falará ao ouvido dalguém e a nova sentinela virá ocupar o meu posto”.

O Rei queria que houvesse contas na Píccola Casa. O Cónego negava-se a isso: “Quanto tempo há que a Divina Providência governa o mundo? Fez alguma vez mal a alguém ou negou-lhe o que lhe tocava?”

A Píccola Casa levava dez anos de existência, quando adoeceu gravemente Dom Cottolengo, vítima do tifo. O natural era que desejasse morrer entre os seus pobres. Mas não foi assim. Fez com que o levassem para Chieri e não se lhe tornou a ouvir-lhe nem uma palavra sobre a Píccola Casa. Deixava-a nas mãos da Divina Providência. O resto não tinha importância… Morreu a 13 de Abril de 1842, aos 56 anos de idade. Foi beatificado por Bento XV, a 29 de Abril de 1917 e canonizado por Pio XI, a 19 de maio de 1934.

A Píccola Casa, há muito tempo chamada Cottolengo – com várias comunidades de oração e milhares de pessoas a receberem ou a prestarem cuidados – subsiste em Turim até aos nossos dias, com muita alegria e eficiência, sem quaisquer rendimentos fixos, dependente só da caridade, monumento vivo da Providência.

 

AMADOR, PEDRO e LUÍS, Santos

Mártires (855)

A cruel perseguição que suscitaram os mouros em Córdova nos meados do século IX tinha os cristãos em grande aflição e tristeza: todavia, não escasseavam muitos ilustres e zelosos fieis , que se apresentavam todos os dias aos tribunais, com santa intrepidez e coragem verdadeiramente heroica, a confessar a divindade de Jesus Cristo.

Do número destes heróis foram Amador, Pedro e Luís, dos quais nos diz Santo Eulógio, historiador dos seus gloriosos triunfos, que Amador foi “ilustre sacerdote”, natural da antiga cidade de Tucci, colónia de romanos. Viera a Córdova com o pai e irmãos com o nobre intento de se instruir nas “ciências sagradas”. Acompanhavam Amador um célebre monge, chamado Pedro, e Luís, irmão de São Paulo, diácono e parente de Santo Eulógio, ambos naturais de Córdova e filhos de pais cristãos.

A conformidade da religião, sentimentos e costumes uniu os três cristãos pelos vínculos da mais estreita amizade santa, que os impulsionou a pactuarem de nunca se separarem e de comprarem o céu com o sangue, já que se lhes oferecia tão belo ensejo na perseguição terrível suscitada contra a Igreja de Córdova. Apresentam-se perante o juiz agareno, pregando audaciosamente as verdades do Evangelho. Este magistrado, sem gastar tempo em formalidades de processos, entregou-os aos seus carrascos, para que lhes fizessem pagar com a cabeça as pretendidas loucuras.

Foram executadas as ordens do tirano no dia 30 de Abril do ano 885; mas, não satisfeito o bárbaro com o injusto castigo, mandou ainda lançar os três cadáveres ao Rio Guadalquivir, para tirar aos cristãos as veleidades de futuras práticas de veneração. Assim se fez: mas, poucos dias depois, quis Deus manifestar na margem do mesmo rio os corpos de São Pedro e São Luís, não aparecendo o de Santo Amador, por maiores diligências que para isso fizeram os cristãos.

 

DONATO, Santo

Bispo (387)

São Donato recebeu desde a infância uma educação modelada pelos preceitos do Evangelho. Graças às suas distintas qualidades, teve a fortuna de instruir e converter o Imperador Teodósio e sua filha, aos quais administrou o sacramento do baptismo. As famílias principais de Constantinopla foram também convertidas por este Santo.

Foi elevado por unânime aclamação à dignidade de sucessor dos apóstolos, e por isso consagrado bispo de Evoreia, cidade do Epiro. A sua vida de bispo, do mesmo modo que a de sacerdote, foi sublime e bem acabado exemplo de todas as virtudes evangélicas. Os pobres eram os prediletos de São Donato.

Por último, cheio de santidade e merecimentos, descansou no Senhor nos fins do século IV, em 387 segundo o Martirológio Romano.

 

MARIA DA ENCARNAÇÃO, Beata

Religiosa (1599-1672)

Veio ao mundo em Tours a 28 de Outubro de 1599. João Paulo II, na homilia da beatificação, a 22 de Junho de 1980, retrata a Serva de Deus da seguinte forma:

Maria da Encarnação (Marie Guyart) foi chamada “Mãe da Igreja Católica no Canadá”. Aos 17 anos casa-se com Claude Martin; aos 18 anos é mãe: aos 20 anos é já viúva. Maria recusa um segundo casamento que lhe propõem os pais e, aos 32 anos, entra no mosteiro das Ursulinas de Tours. Deus levou-a a compreender a fealdade do pecado e a necessidade da redenção. Tendo profunda devoção ao Coração de Jesus e meditando assiduamente o mistério da Encarnação, ela leva à maturidade a sua vocação missionária: «O meu corpo estava no nosso mosteiro, escreverá ela na sua autobiografia, mas o meu espírito não podia estar encerrado. O Espírito de Jesus levava-me às Índias, ao Japão, à América, ao Oriente, ao Ocidente, às paragens do Canadá e dos Hurões, e a toda a terra habitável onde houvesse almas racionais que eu via pertencerem a Cristo».

Em 1639, está ela no Canadá. É a primeira Irmã francesa missionária. O seu apostolado catequético em favor dos indígenas é infatigável: compõe um catecismo na língua dos Hurões, outro na dos Iroqueses e um terceiro na dos Algonquins.

Alma profundamente contemplativa, comprometida todavia na ação apostólica, faz o voto de «procurar a maior glória de Deus em tudo o que seja de maior santificação» e, em Maio de 1653, oferece-se inteiramente em holocausto a Deus pelo bem do Canadá.

Mestre da vida espiritual, a ponto de Bossuet a definir como “a Teresa do Novo Mundo”, e promotora de obras evangelizadoras, Maria da Encarnação une em si, de maneira admirável, a contemplação e a ação. Nela a mulher cristã realizou-se plenamente e com raro equilíbrio, nos seus diversos estados de vida: esposa, mãe, viúva, diretora de empresa, religiosa, mística, missionária, isto sempre na fidelidade a Cristo, sempre em união estreita com Deus”.

Faleceu em Quebeque, a 30 de Abril de 1672.

L’OSS. ROM. 29.6.1980

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos

  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    A PARTIR DE HOJE AS PÁGINAS SERÃO NUMERADAS PELA ORDEM ABAIXO INDICADA:

    Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS - Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memoriam.
  • Para terminar, APELO NOVAMENTE aos meus eventuais leitores se manifestem, sobre o merecimento OU NÃO deste Blogue ou dos textos que venho colocando diariamente bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato.


    António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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