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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Nº 1517-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Levítico “14” - 1 de Janeiro de 2013

Primeiro
dia do ano de
2013

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Novo Ano, nova vida.
Entremos todos com o pé direito à frente e pensamento positivo, para que a Vida que nos resta não seja tão “madrasta” como foi até ontem.
Espero e desejo que este Ano que agora começa seja de recuperação integral para todos os Portugueses e que a “crise” desapareça rapidamente e não se volte a instalar.

BOM ANO NOVO DE 2013

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1120 páginas… sejamos optimistas.
LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.


É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1517 - 2ª Página

 

1 de Janeiro de 2013

 

ANTIGO TESTAMENTO


L E V Í T I C O

 
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14 – PURIFICAÇÃO DOS LEPROSOS

14 – PURIFICAÇÃO DOS LEPROSOS O Senhor disse a Moisés: «Esta é a lei relativa ao leproso, para o dia da sua purificação. Será apresentado ao sacerdote, que sairá do acampamento para o examinar. Se a chaga da lepra estiver curada, o sacerdote ordenará que se tome, por aquele que deve ser purificado, duas aves vivas e puras, madeira de cedro, escarlate e hissopo. O sacerdote mandará degolar uma das aves sobre um vaso de barro, cheio de água viva. depois, tomará a ave viva, a madeira de cedro, a escarlate e o hissopo, molhando-os, com  a ave viva, no sangue da ave degolada, que se misturam com a água viva. Aspergirá sete vezes aquele que deve ser purificado da lepra e declará-lo-á puro, soltando a ave viva, no campo. Aquele que for purificado lavará os seus vestidos, rapará todo o pêlo, banhar-se-á e ficará puro. Poderá, então, regressar ao acampamento, mas ficará sete dias fora da sua tenda. No sétimo dia, rapará todo o pêlo, os cabelos, a barba, as sobrancelhas de todo o seu pêlo: lavará os seus vestidos, banhará o corpo em água e ficará puro. No oitavo dia, tomará dois cordeiros sem mancha, uma ovelha de um  ano sem mancha, três décimos, de farinha amassada com azeite, como oblação, e um golo de azeite. O sacerdote, que faz a purificação, apresentará o homem que se purifica, e todas estas coisas, diante do Senhor, à entrada da tenda da reunião. Tomará um dos cordeiros e oferecê-lo-á como sacrifício de reparação, assim como o golo de azeite, e agitá-los-á diante do Senhor. Degolará o cordeiro no lugar onde se degolam, as vítimas pelo pecado e o holocausto, no lugar santo; porque a vítima do sacrifício de reparação, como a do sacrifício pelo pecado, pertencem ao sacerdote, é uma coisa santíssima. O sacerdote tomará sangue do sacrifício de reparação, pô-lo-á sobre o lóbulo da orelha direita daquele que se purifica, sobre o polegar da sua mão direita e sobre o polegar da sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito. Depois, o sacerdote tomará o golo de azeite e derramá-lo-á na palma da mão esquerda. O sacerdote molhará o indicador da mão direita no azeite que está na mão esquerda e, com esse azeite, fará com o indicador sete aspersões diante do Senhor. Do azeite que lhe ficar na palma da mão, o sacerdote porá uma parte sobre o lóbulo da orelha direita daquele que se purifica, sobre o polegar da mão direita e sobre o polegar do pé direito, por cima do sangue da vítima de reparação. O sacerdote porá o resto do azeite, que ainda lhe ficar na mão, sobre a cabeça daquele que se purifica, e fará por ele expiação diante do Senhor. Então o sacerdote oferecerá o sacrifício pelo pecado e fará a expiação por aquele que se purifica da impureza, depois oferecerá o holocausto. O sacerdote oferecerá este holocausto sobre o altar juntamente com a oblação, fará assim a expiação por ele e ficará puro. Se o homem for pobre e os seus recursos insuficientes, tomará apenas um, cordeiro, que será oferecido em sacrifício de reparação, como oferta agitada, para obter a sua expiação, assim como um  décimo, de flor de farinha amassada  com  azeite, para a oblação, e um golo de azeite. Tomará também, conforme as suas posses, duas rolas ou dois pombinhos, um para o sacrifício pelo pecado e outro para o holocausto. No oitavo dia da sua purificação apresentá-lo-á ao sacerdote, à entrada da tenda da reunião. O sacerdote tomará o cordeiro para o sacrifício da reparação e o golo de azeite fará com eles as oblações diante do Senhor. Depois de imolar o cordeiro do sacrifício de reparação, o sacerdote tomará o sangue da vítima pô-lo-á sobre o lóbulo da orelha direita daquele que se purifica, sobre o polegar da mão direita e sobre o polegar do pé direito. O sacerdote derramará então, uma parte do azeite na palma da mão esquerda; com  o indicador da mão direita fará sete aspersões com o azeite que está na mão esquerda diante do Senhor; porá um, pouco do azeite, que está na sua mão, sobre o lóbulo da orelha direita daquele que se purifica, sobre o polegar da mão direita e sobre o polegar do pé direito no mesmo lugar em que opôs o sangue da reparação. Porá o resto do azeite que ficar na palma da sua mão, sobre a cabeça daquele que se purifica, a fim de obter para ele a expiação diante do Senhor. Oferecerá depois, uma das rolas ou um  dos pombinhos oferecidos, conforme os recursos; um como sacrifício pelo pecado outro como holocausto, além da oblação. E assim fará o sacerdote a expiação diante do Senhor, por aquele que se purifica, esta é a lei para a purificação daquele que teve uma chaga de lepra e cujas posses são limitadas».
A lepra das casasO Senhor disse a Moisés e a Arão: «Quando entrardes na terra de Canaã, da qual vos vou dar posse, se Eu puser a lepra numa casa da terra que possuireis, o proprietário da casa irá declará-lo ao sacerdote, dizendo-lhe: Parece e que na minha casa há uma mancha de lepra. O sacerdote, antes de entrar na casa para examinar a mancha, ordenará que a esvaziem , para que não fique contaminado tudo quanto nela se encontre; depois, o sacerdote visitará a casa. Examinará a mancha , e se verificar que está na paredes da casa e apresenta cavidades esverdeadas ou avermelhadas, mais funda do que o nível da parede, o sacerdote dirigir-se-á para a porta da entrada da casa e fechá-la-á por sete dias. Voltará ali no sétimo dia e se verificar que a mancha se alastrou pelas paredes, mandará arrancar as pedras atingidas e ordenará que as lancem fora da cidade, num lugar impuro. Depois, mandará raspar a casa, por dentro, ao redor da mancha e lançar o pó que for raspado fora da cidade, num lugar impuro. Colocar-se-ão outras pedras no lugar das primeiras, tomar-se-á outra argamassa e rebocar-se-á a casa. Se a mancha tornar a aparecer na casa, depois de se ter arrancado as pedras, raspado e rebocado a casa, o sacerdote voltará ali para a examinar. se a mancha alastrar na casa, é uma lepra corrosiva, e a casa é impura. Demolir-se-á a casa , as pedras, a madeira e toda a argamassa,e, levar-se-á tudo para fora da cidade, para um lugar impuro. Quem entrar na casa durante o tempo que estiver fechada, ficará impuro até à tarde. Aquele que dormir na casa, lavará os seus vestidos, e aquele que nela comer também se lavará. Mas, se o sacerdote, ao voltar à casa, verificar que a mancha não alastrou depois de a casa ter sido rebocada, declarará a casa pura, porque o mal está curado. Para purificar a casa, porque o mal está curado. para purificar a casa, tomará duas aves, madeira de cedro, escarlate e hissopo. Degolará uma das aves sobre um vaso de barro, sobre água viva; tomará a madeira de cedro, o hissopo, o escarlate e ave viva, e molhá-la-á no sangue da ave degolada e na água viva, aspergindo a casa sete vezes. Purifica assim a casa com o sangue da ave, com a água viva, com a água viva, com  a madeira de cedro, com o hissopo e com o escarlate. Então, libertará a ave viva fora da cidade, no campo, e fará assim a expiação pela casa, que ficará pura. Esta é a lei relativa a toda a lesão da lepra e de tinha; à lepra dos vestuários e das casas, aos tumores, às herpes e às manchas. a fim de ensinar quando uma coisa é impura e quando uma coisa é pura. Esta é a lei da lepra.
 



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A Arca da Aliança


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1 de JANEIRO de 2013 - 10,15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Esta é a PRIMEIRA edição desta página,

no ano de 2013. 

Nº 1517- (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (23) - 1 de JANEIRO de 2013

 
Novo Ano, nova vida.
Entremos todos com o pé direito à frente e pensamento positivo, para que a Vida que nos resta  não seja tão “madrasta” como foi até ontem.
Espero e desejo que este Ano que agora começa seja de recuperação integral para todos os Portugueses e que a “crise” desapareça rapidamente e não se volte a instalar.
BOAS FESTAS e BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
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BONIFÁCIO II
Bonifácio II
Bonifácio II
(De 530 a 532)
Foi o primeiro papa de sangue germânico, eleito em 22 de Setembro de 530 e, logo a seguir, convocou uma assembleia na Basílica de São Pedro para impor a legitimidade da eleição por designação do papa, como fizera Félix IV. Não conseguiu concordância e desistiu, reconhecendo ter errado. Os papas teriam, sempre de ser eleitos por maioria de votos e nunca designados ou impostos por ninguém, até porque a designação pelos pontífices ultrapassava os seus poderes,.
O Liber Pontificalis começou a ser escrito no seu tempo por um  clérigo anónimo.
Confirmou os cânones do Concílio de Orange como norma de fé.
O seu epitáfio nas grutas vaticanas exalta-lhe a simplicidade e misericórdia.
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JOÃO II
Joãio II
João II
(De 533 a 535)
Foi eleito em 2 de Dezembro de 533 e como tinha o nome de Mercúrio entendeu que não ficava bem a um papa ter o nome de uma divindade pagã e mudou-o para João, sendo o primeiro papa a adotar um nome diferente do seu, prerrogativa que mais tarde, todos os papas seguiriam.
Com a morte do jovem Atalarico, consumido por vícios, o novo imperador do Oriente, Justiniano, com o seu reino godo muito enfraquecido, tenta alarga o seu poder a Roma. Procura insinuar-se junto de João II e envia-lhe legados com presentes e uma profissão de fé totalmente ortodoxa. Ao mesmo tempo pede a condenação dos acemetas suspeitos de nestorianismo, que costumavam rejeitar a divindade de Cristo. João II, depois de um sínodo em 534, não hesita em condená-los e escreve ao imperador louvando os seus protestos de fé católica, escrevendo também a outros bispos orientais.
Roma, sem confiança nos Godos, preparava-se para entrar na órbita bizantina.
 
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SANTO AGAPITO I
Agapito I
Santo Agapito I
(De 535 a 536)
Descendente de senadores romanos, foi eleito em 13 de Maio de 535 com, o apoio dos partidários de Dióscoro, que em 530 tinha sido eleito papa com o apoio da facção filobizantina, tendo obtido mais votos do que Bonifácio II, o que levou este a destituí-lo e a excomungá-lo.
Um dos primeiros atos de Agapito I foi reabrir o processo de condenação daquele papa, fazendo-o reexaminar para ser levantada a excomunhão determinada por Bonifácio II.
Um concílio romano, reunido para o efeito, levantou a excomunhão e rejeitou a eleição pontifícia por designação papal, como Bonifácio II pretendia, deixando o poder eleitoral ao claro e ao povo.
Mas o breve pontificado de Agapito I teria de resolver outros problemas. O imperador do Oriente, Justiniano, conquistou o Norte de África aos Vândalos e ocupou também a Sicília.
Teodato, rei dos Godos, sente a Itália ameaçada, mas não tem força para se opor ao poder dos Bizantinos. Então, força Agapito I a presidir a uma embaixada junto da corte de Constantinopla, com o fim de obter a paz e convencer Justiniano a desistir dos seus intentos de unificação imperial.
Agapito aceita a incumbência, mas vê-se obrigado a empenhar parte do tesouro sagrado de São Pedro, movido pelo desejo de consolidar a unidade da fé.
Bem acolhido pelo imperador não o conseguiu demover dos seus intentos. Entretanto, reúne em Constantinopla um  sínodo que afasta e substitui o patriarca Antimo, de tendências monofisitas.
No seu breve pontificado fundou escolas para adultos e crianças pobres, uma biblioteca no próprio palácio familiar, para centro de investigação de carácter teológico. A sua ideia viria a ter seguimento pela ação do colaborador Cassiodoro, que, no seu mosteiro da Calábria, instalou uma oficina de tradutores e editores, a quem, muito ficou a dever a cultura medieval.
Adoece inesperadamente e a 22 de Abril de 536 falece, sem completar um ano de pontificado, diz-se que envenenado por conspiração de Teodora, esposa do imperador.
Todos choram a sua morte e, nesse mesmo ano o seu cadáver seria transportado para Roma e aí sepultado no átrio da Basílica de São Pedro, em 20 de Setembro do mesmo ano.
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Continua:…
Post colocado em 1-1-2013 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA
Esta é a primeira edição desta página, no ano de 2013.
 

Nº 1517-4 - A RELIGIÃO DE JESUS - SANTA MARIA, MÃE DE DEUS - 1 de Janeiro de 2012

1517-4
Do livro A Religião de Jesus, de José Mª Castillo – Comentário ao Evangelho do dia – Ciclo A (2010-2011) – Edição de Desclée De Brouwer – Henao, 6 – 48009 Bilbaowww.edesclee.cominfo@edesclee.com: tradução de espanhol para português, por António Fonseca
Estrela O texto dos Evangelhos, que inicialmente estavam a ser transcritos e traduzidos de espanhol para português, diretamente através do livro acima citado, são agora copiados mediante a 12ª edição do Novo Testamento, da Difusora Bíblica dos Missionários Capuchinhos, (de 1982, salvo erro..). No que se refere às Notas de Comentários continuam a ser traduzidas como anteriormente.AF.
1 de Janeiro de 2013
1º DIA DO ANO
SANTA MARIA, MÃE DE DEUS
Lc 2, 16-21
Os pastores foram apressadamente e encontraram Maria, José e o Menino, deitado na manjedoura. E, quando os viram, começaram a espalhar o que lhes tinham dito a respeito daquele Menino. Todos os que ouviram se admiraram do que lhes disseram os pastores. Quanto a Maria, conservava todas estas coisas, ponderando-as no seu coração. E os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, conforme lhes fora anunciado. Quando se completaram os oito dias, após os quais devia ser circuncidado, deram-lhe o nome de Jesus, indicado pelo anjo antes de ter sido concebido no seio materno.
 
1 – Dizer que uma mulher, Maria, é a Mãe de Deus significa, entre outras coisas, afirmar que entendemos a relação de qualquer ser humano com Deus desde a relação desse ser humano com sua mãe. Quer dizer, a nossa relação com “o divino” compreende-se a partir da nossa relação com “o humano”. Ou seja, o divino e o humano completam-se em Jesus, de tal maneira, que já não se podem separar.
 
2 – Ao dizer tudo isto, não se trata de dissolver a diferença entre o “Ser divino” e o “ser humano”, porque isso equivaleria a cair numa forma (mal dissimulada) de ateísmo ou (desde outro ponto de vista) de panteísmo. Com semelhantes aproximações não chegaríamos a nenhum lado. Essa lucubrações não servem para nada. Não falamos do “ser” do homem e do “Ser” de Deus. Estamos falando de, como tem que se atuar (comportar-se) o ser humano para se encontrar com o Ser divino. Que significa isto em última análise?
 
3 – A relação humana mais elementar, a primeira de todas as relações inter-humanas, é a relação de cada ser humano com  sua mãe. É a relação que nos constitui, já antes de nascer. E, uma vez nascidos, é a relação que nos constitui, que configura a nossa identidade, que nos educa na necessidade de dar e receber carinho, que até nos ensina a pensar, falar e desejar. Pois bem, a primeira eucaristia do ano diz a todos os cristãos que, se temos que entender Deus como um ser que tem mãe, com Deus somente nos podemos entender desde a nossa humanidade. E nos entenderemos bem, com Ele unicamente quando nos comportemos desde o mais nobre e o melhor da nossa condição humana, ou seja, desde que o tenhamos em comum com todos os seres humanos ; o calor e a bondade do carinho (amor)  materno filial
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http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com/
Compilação (e tradução dos comentários) por António Fonseca
http://bibliaonline.com.br/acf;
NOTA FINAL:
Continuo a esclarecer que os comentários aos textos do Evangelho, aqui expressos, são de inteira responsabilidade do autor do livro A RELIGIÃO DE JESUS e, creio eu… apenas retratam a sua opinião – e não a minha ou de qualquer dos meus leitores, que eventualmente possam não estar de acordo com ela. Eu apenas me limito a traduzir de espanhol para português os Comentários.
NEM EU NEM NINGUÉM ESTÁ OBRIGADO A ESTAR DE ACORDO.
Mais uma nota ainda:
Estes são os meus endereços atuais:
Para contactos normais: antoniofonseca1940@hotmail.com
e sobre o blogue: - antoniofonseca40@gmail.com
Hiperligações normais que utilizo para textos insertos no blogue:
- http://bibliaonline.com.br/acf; http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt
Post para publicação em 1-1-2013 - 10,45 h
Até lá, se Deus quiser.
António Fonseca
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Nº 1517-1 - (1-13) - SANTOS DE CADA DIA - 1 de Janeiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Primeiro dia do ano de 2013


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Boas Festas


e bom


A N O  N O V D E

2 0 1 3


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Nº 1517-1 - (1-13)

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= E U S O U =

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Nº 1517-1 – (1-13)

DIA MUNDIAL DA PAZ


SANTA MARIA, MÃE DE DEUS


Santa Maria Madre de Dios


Maria, Mãe de Deus, Santa
Primeira festa mariana que apareceu na Igreja ocidental. 1 de Janeiro
Definida nos dois primeiros Concílios Ecuménicos (1ºde Niceia no ano 325 e 1º de Constantinopla no ano de 381) e em igualdade perfeita com o Eterno Pai, do Filho e do Espírito Santo, MARIA SANTÍSSIMA foi aclamada no 3º Concílio (Éfeso, em 431) Mãe de Deus, em grego Theotókos.
Diz o Padre Manuel Bernardes (N. Floresta, t. IV, XCIX): “A palavra Theotókos significa Mãe de Deus, que é o artigo que os católicos em Maria Santíssima confessamos e professamos; porém Theótokos quer dizer “gerada de Deus”, que é o ponto em que Nestório, inimigo da Virgem, se contentava”. A mudança de acento na palavra altera profundamente o sentido. Passava-se de um sentido bem preciso para outro, vago.
Mas para ser Mãe de Deus não se requer que tenha dado ao Verbo Eterno tudo, também a divindade; aliás, as nossas mães não nos deram a alma (mas foi Deus quem no-la deu), o que não impede que elas sejam chamadas nossas mães. Para Nestório, patriarca de Constantinopla, havia duas pessoas em Cristo; Maria era mãe só da pessoa humana.
A alma do 3º Concílio foi S. Cirilo de Alexandria, que diante dos padres congregados pronunciou a homilia que reproduzimos em parte.
«Nós Vos saudamos, ó mística e santa Trindade, que nos reunistes a todos nós nesta igreja de Santa Maria, Mãe de Deus.
Nós Vos saudamos, Ó Maria, Mãe de Deus, venerando tesouro de toda a terra, lâmpada inextinguível, coroa da virgindade, ceptro da doutrina verdadeira, templo indestrutível, morada d’Aquele que nenhum lugar pode conter, Mãe e Virgem, por meio da qual nos Santos Evangelhos é chamado bendito O que vem em nome do Senhor (Mt 21, 9).
Nós Vos saudamos, Ó Maria, que trouxestes no vosso seio virginal Aquele que é imenso e infinito;
por Vós, a Santa Trindade é glorificada e adorada;
por Vós, o céu exulta;
por Vós, a cruz preciosa é adorada no mundo inteiro;
por Vós, o céu exulta;
por Vós, se alegram os Anjos e os Arcanjos;
por Vós, são postos em fuga os demónios;
por Vós, o diabo tentador foi precipitado do céu;
por Vós, a criatura decaída é elevada ao céu;
por Vós, todo o género humano, sujeito à insensatez da idolatria, chega ao conhecimento da verdade;
por Vós, o santo batismo purifica os crentes;
por Vós, nos vem o óleo da alegria;
por Vós, são fundadas as Igrejas em toda a terra;
por Vós, os povos são conduzidos à penitência.
E que mais hei-de dizer?
Por Vós, o Filho Unigénito de Deus iluminou aqueles que jaziam nas trevas e na sombra da morte (Lc 1, 79);
por Vós, os profetas anunciaram as coisas futuras;
por Vós, os apóstolos pregaram, aos povos a salvação;
por Vós, os mortos são ressuscitados;
por Vós, reinam os reis em nome da santa Trindade.
Quem de entre os homens é capaz de celebrar dignamente os louvores de Maria?
Ela é mãe e virgem; oh realidade admirável, oh surpreendente maravilha!
Quem alguma vez ouviu dizer que o construtor fosse impedido de habitar no templo que ele próprio construiu?
Quem, poderá considerar ignomínia o facto de tomar a própria serva como sua mãe?
Vêde como tudo exulta de alegria: queira Deus que todos nós reverenciemos e adoremos a Unidade, que em santo temor veneremos e adoremos a indizível Trindade, ao celebrarmos os louvores da sempre Virgem Maria, templo Santo de Deus, que é Seu Filho e Esposo Imaculado. A Ele a glória pelos séculos dos séculos. Ámen». Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt
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Santa Maria Madre de Dios
É o melhor dos inícios possíveis para este Santoral. Abrir o ano com a solenidade da Maternidade divina de Maria é o melhor princípio como é também o melhor colo. Ela está à cabeça de todos os santos, é a maior, a Cheia de Graça pela bondade, sabedoria, amor e poder de Deus; Ela é a cúpula de toda possível fidelidade a Deus, amor humano em plenitude. Não se estranhe o qualificativo superlativo de "Santíssima" do povo inteiro cristão e é que não há na nossa língua maior potência de expressão. Mãe de Deus e também nossa... e sempre atendida sua oração. Os evangelhos falam dela uma quinzena de vezes, dependendo do cômputo que se faça dentro de uma mesma passagem, assinalando uma vez ou mais. O resumo de sua vida entre nós é breve e humilde: Vive em Nazaré, na Galileia, onde concebeu por obra do Espírito Santo a Jesus e casou-se com José. Visita a sua prima Isabel, a mãe do futuro Precursor, quando está grávida de modo imprevisível e milagroso de seis meses; com ela convive, ajudando, e trocando diálogos místicos gratos na temporada que decorre até ao nascimento de João. Por édito de César, muda-se para Belém o berço dos antecessores, para se registar e ficar incluída no censo junta com seu esposo José. A Providência fez que nesse entretanto nascesse o Salvador, dando-o à luz fora da povoação na solidão, pobreza, e desconhecimento dos homens. Seu Filho é o Verbo encarnado, a Segunda Pessoa de Deus que se tomou carne e alma humana.
Depois veio a Apresentação e a Purificação no Templo.
Também a fuga para o Egito para procurar refúgio, porque Herodes pretendia matar o Menino depois da visita dos magos. Volta à normalidade com a morte de Herodes, produzindo-se o regresso; a família se instala em Nazaré onde já não há nada extraordinário, com exceção da peregrinação a Jerusalém em que se perde Jesus, quando tinha doze anos, até que José e Maria o encontraram entre os doutores, ao cabo de três dias de angustiosa busca. Já, na etapa da "vida pública" de Jesus, Maria aparece seguindo os movimentos de seu filho com frequência: em Canaã, faz o primeiro milagre; às vezes não se pode aproximar por causa da multidão ou dos gentios. No Calvário, ao chegar a hora impressionante da redenção por meio do cruentíssimo sofrimento, está presente junto à cruz onde padece, se entrega e morre o universal Salvador que é seu Filho e seu Deus. Finalmente, está com seus novos filhos - que estiveram presentes na Ascensão na "sala de cima" onde se fez presente o Espírito Santo enviado, o Paráclito prometido, na festa de Pentecostes. Com a lógica desprendida do evangelho e avalizada pela tradição, viveu com João, o discípulo mais jovem, até que morreu ou não morreu, em Éfeso ou em Jerusalém, e subiu ao Céu de modo perfeito, definitivo e cabal pelo querer justo de Deus que quis glorificá-la. Deu a seu Filho o que qualquer mãe dá: o corpo, que em seu caso era por concepção milagrosa e virginal. A alma humana, espiritual e imortal, a cria e dá Deus em cada concepção para que o homem engendrado seja distinto e mais que o animal. A divindade, lógico, não nasce por sua eternidade. O sujeito nascido em Belém é peculiar. Ao mesmo tempo que é Deus, é homem. Alta teologia classifica-o irrepetível de seu ser, afirmando duas naturezas numa única personalidade. O Deus infinito, invisível, imenso, omnipotente em sua natureza é agora pequeno, visível, tão limitado que necessita atenção. O invisível de Deus se faz visível em Jesus, o eterno de Deus entra com Jesus na temporalidade, o inacessível de Deus é já próximo na humanidade, a infinidade de Deus se faz limitação na pequenez, a sabedoria sem limite de Deus é desajeitada no gemido humano do bebé Jesus e a omnipotência é agora necessidade. Maria é mãe, amor, serviço, fidelidade, alegria, santidade, pureza. A Mãe de Deus contempla em seus braços a beleza, a bondade, a verdade com gozoso assombro e na certeza do impenetrável mistério. ¿Queres saber mais? Consulta ewtn - http://es.catholic.net/santoral
Maria Mãe de Deus
A Igreja Católica quer começar o ano pedindo a proteção da Santíssima Virgem Maria. A festa mariana mais antiga que se conhece no Ocidente é a de "Maria Mãe de Deus". Já nas Catacumbas ou antiquíssimos subterrâneos que estão cavados debaixo da cidade de Roma e onde se reuniam os primeiros cristãos para celebrar a Missa, em tempos das perseguições, há pinturas com este nome: "Maria, Mãe de Deus". Se nós houvéssemos podido formar a nossa mãe, ¿que qualidades não lhe haveríamos dado? Pois Cristo, que é Deus, sim formou a sua própria mãe. E já podemos imaginar que a dotou das melhores qualidades que uma criatura humana pode ter. Mas, ¿será que Deus tenha tido princípio? Não. Deus nunca teve princípio, e a Virgem não formou a Deus. Mas Ela é Mãe de um que é Deus, e por isso é Mãe de Deus. E que formoso repetir o que dizia São Estanislau: "A Mãe de Deus é também minha mãe". Quem nos deu a sua Mãe santíssima como nossa mãe, na cruz ao dizer ao discípulo que nos representava a todos nós: "Eis aí a tua mãe", ¿será capaz de negar-nos algum favor se o pedimos em nome da Mãe Santíssima?
Santa Maria Madre de Dios
Ao saber que nossa Mãe Celestial é também Mãe de Deus, sentimos brotar em nosso coração uma grande confiança para com Ela. Quando no ano 431 o herege Nestório se atreveu a dizer que Maria não era Mãe de Deus, se reuniram os 200 bispos do mundo em Éfeso (a cidade onde a Santíssima Virgem passou seus últimos anos terrenos) e iluminados pelo Espírito Santo declararam: "A Virgem Maria é Mãe de Deus porque seu Filho, Cristo, é Deus". E acompanhados por todo o gentio da cidade que os rodeava transportando tochas acesas, fizeram uma grande procissão cantando: "Santa Maria, Mãe de Deus, roga por nós pecadores agora e na hora de nossa morte. Ámen". O título "Mãe de Deus" é o principal e o mais importante da Virgem Maria, e dele dependem todos os demais títulos e qualidades e privilégios que Ela tem. Os santos muito antigos dizem que no Oriente e Ocidente, o nome mais generalizado com que os cristãos chamavam a Virgem era o de "Maria, Mãe de Deus". http://ewtn/
VICENTE MARIA STRAMBI, Santo
Bispo (1745-1824)
Nasceu em Civita-Vecchia, perto de Roma, em 1 de Janeiro de 1745, de pai piemontês mas de origem milanesa. Estudou sucessivamente no seminário de Montefiascone, em Romana casa dos esculápios e por último em Viterbo, onde foi ordenado sacerdote em 1767.
No ano seguinte, entrou, com o nome de Vicente Maria de S. Paulo, na congregação pouco antes fundada por S. Paulo da Cruz, de quem ele havia de tornar-se biógrafo.
Depois da profissão, pregou com aplausos várias missões, foi vice-reitor do convento de S. João e S. Paulo em Roma, provincial e primeiro consultor da sua ordem. Em 1801, nomeou-o Pio VII bispo de Macerata e Tolentino, nas Marcas. Logo a seguir à sagração e à posse da sé, o bispo recusou-se em prestar juramento de fidelidade a Napoleão Bonaparte, que se apoderara em parte dos Estados Pontifícios. A negação do bispo rendei-lhe sete anos de exílio.
A seguir à morte de Pio VII, em 1823, Vicente Maria obteve de Leão XII que lhe aceitasse a demissão; o papa destinou-lhe uma residência ao seu lado no Quirinal, e tomou-o como conselheiro e diretor de consciência. Guiou também pelos caminhos da perfeição a Beata Ana Maria Taigi, a venerável Luísa Maurizi, Carlos Manuel IV da Sardenha e a mulher dele, Maria Adelaide Clotilde.
Pouco depois, uma doença grave esteve a pontos de vitimar o papa. Vicente Maria, para o conservar, ofereceu a Deus o sacrifício da própria vida e foi ouvido: morreu no Quirinal, a 1 de Janeiro de 1824.
Pio IX beatyificou-o em 1925 e Pio XI canonizou-o em 1950. O seu corpo jaz na basílica do referido convento de S. João e S, Paulo, em Roma. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

JOSÉ MARIA TOMASI, Santo
Religioso (1649-1713)
Religioso da Ordem dos Teatinos e Cardeal, foi solenemente canonizado no dia 12 de Outubro de 1986. Na homilia afirmou João Paulo II:
Os motivos de conveniência pastoral para esta canonização são inúmeros. O principal pode ser dado pela importância que a figura de S. José Maria reveste no campo do culto litúrgico que, em grande medida, foi promovido por ele com a sua vida e os seus escritos científicos. O testemunho do novo Santo torna-se particularmente oportuno nos nossos dias”.
E pouco depois o Santo Padre elucida-nos a respeito de alguns traços da vida do novo Santo:
«Pertencente a uma nobre família siciliana; ele, se tivesse ficado no mundo, teria podido dispor de imensas riquezas e de um enorme prestigio social, que lhe derivavam, dos direitos de progenitura em relação ao Principado de Lampedusa e ao Ducado de Palma de Montechiaro. Mas, atraído por riquezas bem diversas e pela perspectiva de uma glória imensamente superior à glória terrena, renunciou àqueles direitos, para seguir Cristo pobre, castro e obediente na disciplina e na austeridade da vida religiosa».
O Servo de Deus faleceu em Roma a 1 de Janeiro de 1713. AAS 84 (1992) 105-7; L’OSS. ROM. 19.10.1986. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt
Maria, Madre de Dios, Santa
Enero 1 Primeira fiesta mariana que apareció en la Iglesia occidental
Mara, Madre de Dios, Santa
Fulgencio de Ruspe, Santo
Martirológio Romano: Em Ruspe, cidade de Bizacena (hoje Tunes), são Fulgêncio, bispo, que depois de ter sido procurador de Bizacena, abraçou a vida monástica e, constituído bispo, durante a perseguição pelos vândalos sofreu muito a causa dos arianos e foi exilado a Sardenha pelo rei Trasamundo. De regresso a Ruspe, dedicou o resto de sua vida a alimentar a seus fiéis com palavras de graça e de verdade (c. 632). Etimologia: Fulgêncio = Aquele que brilha ou resplandece, é de origem latina. Em começos do século VI, Ruspe, pequena cidade da província romana bizantina, havia ficado sem bispo, como outras cidades africanas, porque o rei visigodo Trasamundo, zeloso ariano, havia proibido a eleição de novos bispos católicos. Mas, no final, os bispos da região bizantina resolveram não acatar a injusta disposição. Entre os candidatos estava também Fulgêncio, um homem de grande cultura teológica e humanística, que ao amor do estudo unia a prática da ascética cristã. Havia nascido em 467 de uma família romana que se havia estabelecido em Cartago, e se havia demonstrado bom administrador do rico património paterno e bom procurador dos impostos da província. Depois de haver lido o Comentário de Santo Agostinho ao salmo 36, orientou decididamente sua vida na austeridade e na procura da solidão. Inclusive tratou de unir-se aos monges egípcios, mas o navio que o levava teve que deter-se em Siracusa. Ordenado sacerdote, pouco depois lhe chegou a notícia de que estava na lista dos candidatos ao episcopado. Era demasiado. Fulgêncio foi e se escondeu num lugar afastado, até que soube que todos os novos bispos haviam sido já consagrados. Quando reapareceu, restava todavia uma sede vacante, a da pequena cidade de Ruspe, e os bispos se apressaram a consagrar o recalcitrante monge, no momento preciso para que fosse enviado ao desterro para a Sardenha pelo furiosíssimo rei Trasamundo, que desterrou junto com Fulgêncio a outros 59 bispos católicos. Em Cagliari, Fulgêncio pôde desenvolver uma intensa atividade religiosa. O próprio Trasamundo, que se julgava teólogo, lhe escreveu propondo-lhe algumas difíceis questões e oferecendo assim a Fulgêncio a ocasião para escrever alguns tratados teológicos que chegariam a ser muito famosos. Morto Trasamundo em 523, os bispos desterrados puderam regressar a suas sedes. Durante nove anos Fulgêncio governou sua pequena diocese de Ruspe segundo o estilo monástico. Com efeito, perto da igreja catedral havia fundado um novo mosteiro, onde ele próprio vivia pobremente, dedicando grande parte de seu tempo à oração coral e à composição de obras doutrinais e pastorais. Padre e pastor de seu rebanho, dava aos pobres tudo o que recebia. Tinha uma grande atitude para a pregação. Conta-se que o bispo de Cartago, ao escutar um sermão seu na basílica de Furnos, chorou de comoção. São Fulgêncio morreu em Ruspe em l de Janeiro de 532, aos sessenta anos de idade, rodeado por seus sacerdotes e depois de ter distribuído aos pobres seus últimos haveres. http://es.catholic.net/santoral/
Telémaco, Santo
Enero 1 Mártir
Etimologicamente significa “o que combate de longe”. Vem da língua grega. Estamos ante um mártir do século IV. Seu nome te soa a raro e, sem embargo, este jovem segue tão atual que ultimamente lhe tem dedicada uma rua em Roma. Fez uma grande importação para a humanidade e para a própria Igreja. Graças a seu arrojo e valentia em dizer as coisas claras a tempo e fora de tempo, conseguiu algo que ninguém esperava pela dificuldade que entranhava. Sim, a este jovem corresponde a imensa honra de haver abolido ou acabado com os cruentos e sanguinários espetáculos que se celebravam em Roma e, não somente da capital, mas em todo o Império. O cristianismo ia crescendo rapidamente e já se haviam acabado as estúpidas perseguições contra os cristãos só pelo facto de crer em Jesus de Nazaré. O paganismo ia cedendo terreno à doutrina e vida dos cristãos por serem mais coerentes e muito mais lançados que os seguidores de ídolos falsos. A gente, uma grande parte da mesma, recebeu de mau grado a supressão dos espetáculos no Anfiteatro, seu único lugar de diversão. Telémaco era um asceta oriental que vivia feliz em sua solidão do deserto. Mas estava pronto em aceitar a vontade de Deus naquilo que fizesse falta. E é aqui que quando menos se esperava, sentiu uns desejos internos muito profundos de ir a Roma com o fim de acabar com estes crimes espetaculares e que todavia a lei permitia. Um dia – como os aficionados aos touros que se tiram do redondel – se lançou ao centro do anfiteatro para separar a quem se debatia entre a vida e a morte. Conseguiu-o, mas a gente em massa se lançou sobre ele até lhe darem a morte. O imperador Honório, a raiz desta última vítima, enviou um decreto a todo o império proibindo para sempre estes espetáculos. Em nome deste santo se terminaram os suplícios de mau gosto. ¡Felicidades a quem leve este nome!A educação consiste em ensinar aos homens não o que devem pensar mas sim a pensar” (Coolidge) http://es.catholic.net/santoral/
Valentín Paquay, Beato
Enero 1 Presbítero
Valentn Paquay, Beato
Martirológio Romano: Na cidade de Hasselt, perto de Maastricht, em Bélgica, beato Valentim Paquay, Presbítero da Ordem dos Frades Menores. Incansável pregador e ministro da reconciliação, o qual se distinguiu pelo admirável exemplo de sua caridade cristã na pregação, no ministério da reconciliação e em fomentar a devoção ao Rosário, e em seu espírito de humildade alcançou uma grande santidade (1905). Etimologicamente: Valentim = Aquele que tem boa saúde e é vigoroso, é de origem latina. Nasceu em Tongres, Bélgica, em 17 de Novembro de 1928, quinto dos onze filhos de Enrique e Ana Neven, matrimónio profundamente religioso, exemplo de honradez. No baptismo recebeu o nome de Luís. Depois de realizar seus estudos de primária, entrou no colégio que os Canónicos Regulares de Santo Agostinho tinham em Tongres, para prosseguir seus estudos literários. Em 1845 foi admitido no seminário menor de Saint-Trond para os cursos de retórica e filosofia. Depois da prematura morte de seu pai, acontecida em 1847, e com o consentimento de sua mãe, entrou na ordem dos Frades Menores da província belga, e em 3 de Outubro de 1849 começou seu noviciado no convento de Thielt. Em 4 de Outubro de 1850 emitiu a profissão religiosa em mãos do padre Hugolino Demont, guardião do convento, e imediatamente depois se dirigiu a Beckheim para fazer os estudos teológicos, que concluiu no convento de Saint-Trond. Recebeu a ordenação sacerdotal em Liège em 10 de Junho de 1854. Logo foi destinado por seus superiores a Hasselt, onde permaneceu durante o resto de sua vida, desempenhando, entre outros, os ofícios de vigário e guardião. Em 1890 e em 1899 foi eleito definidor provincial. "Através do conselho de são Juan Berchmans, seu mestre predileto, o padre Valentim - escreve Agostinho Gemelli- insere-se na espiritualidade franciscana, ensinando-nos a virtude de todos os momentos, a valorização das coisas mais insignificantes, sob o aspecto da mais franca e imediata humildade". Foi incansável a obra do padre Valentim no campo do apostolado. Pregou quase continuamente e, por sua palavra simples e persuasiva, foi muito estimado, especialmente nos ambientes populares e nas organizações religiosas. Exercia continuamente o ministério do sacramento da penitência, emulando ao santo cura de Ars, com quem às vezes tem sido comparado. A miúdo manifestou possuir o dom de penetrar de modo extraordinário na consciência dos penitentes, que acudiam a ele inclusive desde longe. Cultivou uma profunda devoção à santíssima Eucaristia e, com seu apostolado de meio século em favor da comunhão frequente, foi precursor ativo do famoso decreto do Papa são Pio X. Devoto do Sagrado Coração de Jesus, cujas excelsas perfeições não cessava de meditar e exaltar, difundiu seu culto, especialmente entre as religiosas da Irmandade da Ordem franciscana secular de Hasselt, que dirigiu durante vinte e seis anos. Sempre manteve viva a recordação da paixão de Jesus, praticando diariamente o piedoso exercício da via crucis. Também foi muito devoto da Virgem Maria, a que venerou, já desde sua adolescência, na igreja paroquial de Tongres sob o título de Causa de Nossa Alegria, e no santuário de Hasselt sob o título de Vara de Jessé, mas, como franciscano, preferia sobre todos os títulos de Maria o de Imaculada Conceição. Apesar de sua enfermidade, quis celebrar com grande júbilo o quinquagésimo aniversário da proclamação desse dogma, que coincidia com seu jubileu de ordenação sacerdotal. Morreu em Hasselt em 1 de Janeiro de 1905 com a idade de setenta e sete anos. Foi beatificado em 9 de Novembro de 2003 Reproduzido com autorização de Vatican.va. http://es.catholic.net/santoral/
Luis (Lojze) Grozde, Venerable
Em Mirna, Eslovénia, venerável Lojze Grozde, laico membro da Ação Católica assassinado em Mirna por ódio à fé durante o regime comunista. ( 1943) Se alguém parecia não ser talhado para a santidade era o esloveno Lojze, que no inicio de sua vida tinha todos os pontos contra para chegar a ser um rapaz de bom comportamento e a quem todos admirariam. Filho ilegítimo, termina sendo criado por uma tia, porque sua mãe decidiu seguir sua vida sem ele. Foi marginado, para que não lhes recordasse a vergonha da família, careceu totalmente de afecto familiar. Sentindo-se lastimado, isola-se, rebela-se e converte-se num verdadeiro selvagem. Indesejado por todos, ele próprio se lamenta de não haver falecido num acidente. Seu único consolo é a solidão dos bosques.Mas quando vai para a escola pela primeira vez encontra a libertação. Supera seu complexo de inferioridade e se converte num excelente estudante. Descobre a leitura, que se converterá na sua paixão. Ainda que pareça difícil, Lojse é piedoso.Por último, a sorte chama a sua porta. Uma benfeitora permite que ele siga seus estudos num colégio de Liubliana, a capital. É o ano 1935, ano do Congresso Eucarístico. As celebrações religiosas o impressionam, mas também experimenta o desprezo de seus companheiros que só veem nele um pobre camponês desalinhado e pretensioso. Lojze reage violentamente a esta discriminação,mas também com o orgulho de ser o melhor aluno, graças a sua perseverança e trabalho duro. Não tem amigos, nem no seu povo nem na cidade, se refugia no estudo, na poesia (para que tinha um verdadeiro talento) e o álcool. ¡Tem só quinze anos!Sem embargo, não carece de qualidades. Tem a predisposição de dar aulas gratuitas a seus companheiros, motivando-os. É piedoso, mas ainda cede às tentações da vida fácil, perdendo-se por caminhos moralmente reprováveis. É então, que levado por uns amigos, ingressa na Ação Católica. Pouco a pouco, começa nele uma luta que o levará a uma conversão radical. Estabelece seu programa de oração, aceita responsabilidades, incluindo o editar a revista do movimento. Se dá conta de que os estudos não são só um meio de promoção social mas também um instrumento de apostolado. Convertido num dos melhores líderes da Ação Católica, prega, não só com palavras, mas sobretudo com o exemplo. Sua vida muda, em seus hábitos e virtudes de pureza, a doçura, a humildade e a paciência: é um verdadeiro apóstolo, testemunho de Cristo. Reza, comunga diariamente, participa em retiros espirituais. Inimigo da mediocridade, seu desejo é radical: ¡santo ou nada! , estava por seguir a vocação sacerdotal. Entretanto a situação política de Jugoslávia se altera. Após o conflito mundial da Segunda Guerra Mundial surge o comunismo promovido por Tito e a posterior perseguição à fé católica. Os líderes da Ação Católica e os sacerdotes são assassinados só porque se atreveram a denunciar o perigo do marxismo. Lojze Grodze está consciente de que é um branco fácil para a perseguição. Confia no sacrifício de sua vida a Cristo. “Não quero ser um homem medíocre. Uma tarefa tão bela e sublime como a que propõe a Ação Católica, vale a pena que seja vivida a qualquer preço”. No Natal, decide visitar a seus parentes na aldeia. Em 1 de Janeiro de 1943 é detido e acusado de propaganda contra o comunismo. Ao longo da noite é torturado até à morte, fazem desaparecer seu corpo. O cadáver será encontrado só em 23 de fevereiro. Preservado, o corpo revela as marcas de seu suplicio. Sua fama de sua santidade cresce desde então e é considerado como um verdadeiro mártir na Eslovénia. A causa de sua beatificação foi introduzida em 1992. No sábado 27 de março de 2010, S.S. Bento XVI firmou o decreto referente ao martírio do Venerável Lojze Grozde, agora só falta que se assinale a data para sua beatificação.
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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca
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  • 00000000000000000000000000000000000000000000000000000000
    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
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  • António Fonseca
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