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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

UMA LIÇÃO QUE NOS FOI LEGADA POR UM “PALHAÇO” - 3 de Janeiro de 2013

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UMA LIÇÃO QUE NOS FOI LEGADA POR UM “PALHAÇO”*

postado em 07/10/2011 07:14 por Antonio Gazato Neto [ 07/10/2011 07:48 atualizado‎(s)‎]

Viver o presente como presente, mas preparar o futuro como presente que vai chegar. Para isso, é necessário olhar para o passado, que já foi presente, e perceber que naquele presente não preparamos adequadamente o futuro e hoje vivemos um presente que às vezes nos parece “presente de grego”. Para que o futuro seja um verdadeiro presente, precisamos mudar muita coisa no presente que hoje recebemos!

UMA LIÇÃO QUE NOS FOI LEGADA POR UM “PALHAÇO”*

O discurso abaixo é um trecho do filme Sua Excelência, de 1967, em que o inesquecível Cantinflas (Mário Moreno), comediante mexicano, pronuncia na Assembleia da ONU, no papel de Embaixador de um país fictício. Contém uma lição bem atual, apesar de ter sido pronunciado há mais de 40 anos. (Tradução de José Chirivino Álvares).


Ele nos faz perceber que se tivéssemos feito nosso presente no passado de forma diferente, nosso futuro que agora é presente, poderia ser muito melhor. E que podemos ainda fazer do futuro, que um dia será presente, um mundo de paz e fraternidade.

“Coube-me, por sorte, ser o último orador. Isso muito me agrada, pois assim os pego cansados. Não obstante, sei que apesar da insignificância do meu país que não tem poderio militar, nem político, nem econômico, nem muito menos atômico, todos os Senhores esperam com grande interesse minhas palavras já que do meu voto depende o triunfo dos Verdes (capitalistas) ou dos Vermelhos (socialistas).

Senhores Representantes:

Estamos passando por um momento crucial em que a humanidade se enfrenta ante essa mesma humanidade. Estamos vivendo um momento histórico em que o homem científica e intelectualmente é um gigante, mas moralmente é um pigmeu.

A opinião mundial está tão profundamente dividida em dois grupos aparentemente irreconciliáveis, que ocorre o caso de que um só voto, o voto de um país fraco e pequeno, pode fazer que a balança penda para um ou para o outro lado. Estamos, portanto, numa grande gangorra. Com um lado ocupado pelos Verdes e com o outro ocupado pelos Vermelhos. E agora chego eu, que sou peso-pluma, e do lado que me colocar, para lá penderá a balança! Façam-me o favor!

Os Senhores não crêem que é muita responsabilidade para um só cidadão? E porque também não considero justo que a metade da humanidade - seja qual for ela - venha a ser condenada a viver sob um regime político e econômico que não é de seu agrado, somente porque um frívolo embaixador votou - ou que o tenham feito votar - num sentido ou no outro. E é por isso que não votarei em nenhuma das duas teses. E não votarei em nenhuma das duas teses, por três razões:

Primeira, porque – repito - não seria justo que um só voto de um só representante – que poderia neste momento estar doente do fígado – venha a decidir os destinos de cem nações.

Segunda, porque estou convencido de que os procedimentos - repito e sublinho: os procedimentos dos Vermelhos (os países comunistas) são desastrosos.

E a terceira, porque estou convencido de que os procedimentos dos Verdes (os Estados Unidos da América) tampouco são os mais bondosos que se possa ter. E se não se calarem imediatamente, não sigo com o discurso e os Senhores ficarão com a curiosidade de saber o que eu tinha para lhes dizer. Insisto que falo de procedimentos e não de ideias e nem de doutrinas.

Para mim todas as ideias são respeitáveis, ainda que sejam “ideiazinhas” ou “ideiazonas” e mesmo que eu não esteja de acordo com elas. O que pensa esse Senhor, ou esse outro Senhor, ou aquele Senhor, ou esse de bigodinho que já não pensa nada porque já está dormindo, nada disso impede que sejamos, todos nós, bons amigos. Todos cremos que nossa maneira de ser, nossa maneira de viver, nossa maneira de pensar e até o nosso modo de andar são os melhores; e esse modelo tratamos de impô-lo aos demais e, se não os aceitam, dizemos que 'são isso ou são aquilo' e, imediatamente, entramos em desinteligências.

Os senhores acham que isso está correto?

Tão fácil seria a vida se ao menos respeitássemos o modo de viver de cada um. Faz cem anos que disse uma das figuras mais humildes, mas mais importantes do nosso continente: 'O respeito ao direito alheio é a paz'. É disso que eu gosto! Não que me aplaudam, mas que reconheçam a sinceridade das minhas palavras. Estou de acordo com tudo o que disse o Senhor Representante da Salsichônia com humildade (N.T.: referência à Alemanha); com humildade de pedreiros independentes devemos lutar para derrubar a barreira que nos separa; a barreira da incompreensão; a barreira da mútua desconfiança; a barreira do ódio.

E no dia em que conseguirmos, poderemos dizer que voamos por cima da barreira.
Mas não a barreira das ideias, isso não, nunca! No dia em que pensarmos iguais, atuarmos iguais, deixaremos de ser homens para converter-nos em máquinas, em autômatos. Esse é o grave erro dos Vermelhos, o querer impor pela força suas ideias e seu sistema político e econômico. Falam de liberdades humanas, mas eu lhes pergunto: existem essas liberdades em seus próprios países? Dizem defender os Direitos do Proletariado, mas seus próprios trabalhadores nem sequer possuem o direito fundamental à greve. Falam da cultura universal ao alcance das massas, mas encarceraram os seus escritores porque eles se atrevem a dizer a verdade. Falam da livre determinação dos povos e, no entanto, há cem anos oprimem uma série de nações sem permitir-lhes que se dêem uma forma de governo que mais lhes convenham.

Como podemos votar por um sistema que fala de dignidade e, ato contínuo, atropela o mais sagrado da dignidade humana, que é a liberdade de consciência, eliminando ou pretendendo eliminar a Deus por decreto?

Não, senhores representantes, eu não posso estar com os Vermelhos ou, melhor dizendo, com sua maneira de atuar. Respeito seu modo de pensar, mas não posso dar meu voto para que seu sistema se implante pela força em todos os países da Terra. Aquele que quiser ser Vermelho que o seja, mas que não pretenda tingir os demais.

Um momento, jovens! Senhores! Por que tão sensíveis? Os senhores não aguentam nada, não? Eu ainda não terminei. Voltem aos seus lugares. Sei que estão acostumados a abandonar essas reuniões quando ouvem algo que não é de seu agrado; mas não terminei.

Voltem aos seus lugares, não sejam precipitados, ainda tenho que dizer algo sobre os Verdes. Os senhores gostariam de ouvir? Sentem-se! Agora, meus queridos colegas Verdes.

O que disseram os Senhores dos Verdes? - Já votou por nós? Não? Pois não, jovens. Não votarei por vocês porque vocês também têm muita culpa por tudo que acontece no mundo. Vocês são soberbos como se o mundo fosse só de vocês e que os demais tivessem uma importância apenas relativa. E ainda que falem de paz, de democracia e de coisas muito bonitas, às vezes também pretendem impor sua vontade pela força e pela força do dinheiro. Estou de acordo que devamos lutar pelo bem coletivo e individual; que devamos combater a miséria; que devamos resolver os tremendos problemas de habitação, do vestir e do sustento. Mas não estou de acordo é com a forma que vocês pretendem resolver esses problemas. Vocês também sucumbiram ante o materialismo, esqueceram os mais belos valores do espírito. Pensando somente nos negócios, pouco a pouco foram se convertendo nos credores da humanidade e, por isso, a humanidade lhes vê com desconfiança.

No dia da inauguração desta Assembleia, o Senhor Embaixador da 'Ladarônia' disse que o remédio para todos os nossos males estava em ter automóveis, refrigeradores, televisores.

E eu me pergunto: para que queremos automóveis se ainda andamos descalços?

Para que queremos refrigeradores se não temos alimentos para colocar neles?

Para que queremos tanques e armamentos se não temos escolas para nossos filhos?

Devemos lutar para que o homem pense na paz, mas não somente impulsionado pelo seu instinto de conservação, se não, e fundamentalmente, pelo dever que tem de superar-se e de fazer do mundo um local de paz e tranquilidade cada vez mais digno da espécie humana e de seus altos destinos.

Mas essa aspiração não será possível se não houver abundância para todos; bem-estar comum, felicidade coletiva e justiça social.

É verdade que está em suas mãos - dos países poderosos da terra, Verdes e Vermelhos -, o ajudar a nós, os fracos, mas não com presentes, nem com empréstimos, nem com alianças militares. Ajudem-nos pagando preços mais justos, mais equitativos por nossas matérias-primas; ajudem-nos dividindo connosco seus notáveis avanços na ciência, na tecnologia. Não para fabricar bombas, mas para acabar com a fome e com a miséria.

Ajudem-nos respeitando nossos costumes, nossas crenças, nossa dignidade como seres humanos e nossa personalidade como nações, por pequenos e frágeis que sejamos.

Pratiquem a tolerância e a verdadeira fraternidade, e nós saberemos corresponder-lhes. Mas deixem imediatamente de tratar-nos como simples peões no tabuleiro de xadrez da política internacional. Reconheçam-nos como o que somos, não somente como clientes ou como ratos de laboratório, mas como seres humanos que sentem, sofrem e choram.

Senhores representantes, existe outra razão a mais por que não posso dar meu voto: faz exatamente vinte e quatro horas que apresentei minha renúncia como Embaixador do meu país. Espero que seja aceita. Consequentemente, não lhes falei como Excelência, mas como um simples cidadão; como um homem livre; como um homem qualquer; mas que, não obstante, crê interpretar ao máximo as aspirações de todos os homens da Terra; as aspirações e os desejos de viver em paz; o desejo de ser livres; o desejo de entregar aos nossos filhos e aos filhos de nossos filhos um mundo melhor; em que reine a boa vontade e a concórdia.

E que fácil seria, senhores, alcançar esse mundo melhor em que todos os homens brancos, negros, amarelos e pardos, ricos e pobres pudessem viver como irmãos. Se não fôssemos tão cegos, tão obcecados, tão orgulhosos. Se apenas orientássemos nossas vidas pelas sublimes palavras que, faz dois mil anos, disse aquele humilde carpinteiro da Galileia, simples, descalço, sem fraque nem condecorações:

“Amai-vos, amai-vos uns aos outros!”

Mas, lamentavelmente vocês entenderam mal, confundiram os termos. E o que fizeram? E o que fazem?

“Armam-se uns contra os outros!”

Tenho dito!

Fonte: AMAN TURMA - 1978

Veja aqui o trecho do filme mencionado em espanhol.

Discurso de Cantinflas

* Cantinflas, nome artístico de Fortino Mario Alfonso Moreno Reyes, (Cidade do México, 12 de agosto de 1911 — 20 de abril de 1993) foi um premiado ator e humorista mexicano.

Nasceu em uma família muito humilde e tinha 12 irmãos. Teve uma adolescência marcada pela pobreza o que o levou a começar a trabalhar muito cedo, primeiro como engraxate e depois como aprendiz de toureiro, motorista de táxi e pugilista.

A sua vida mudou quando aos vinte anos, trabalhando como empregado em um teatro popular, teve a oportunidade de substituir o apresentador do espetáculo que adoeceu. Ao inverter frases, trocar palavras e abusar do improviso, Cantinflas, conquistou o público hispânico.

As suas origens inspiraram várias personagens, entre eles o famoso "El Peladito". A sua maneira de falar acabou por prejudicar a sua carreira internacional. Dos mais de 40 filmes que fez, a maior parte foi produzida pela sua própria companhia.

Em Hollywood ele teve apenas dois filmes: A Volta ao Mundo em 80 Dias, um sucesso de bilheteria e vencedor do Óscar de Melhor Filme em 1956, e Pepe, um fracasso de público e crítica. A sua carreira durou até a década de 80. A crítica, porém, destaca que os melhores filmes do comediante foram feitos nos anos 40 e 50. Entre os seus trabalhos mais elogiados deste período estão, Os Três Mosqueteiros (1942), O Circo (1943), El Supersabio, O Mágico (1948), O Bombeiro Atômico (1950) e Se Eu Fosse Deputado. Todos escritos para ele pelo seu amigo Jaime Salvador.

Recebeu o Golden Globe Award para Melhor Ator (comédia ou musical) em cinema por A Volta ao Mundo em 80 Dias em 1957. (Fonte: Wikipédia)

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Post colocado em 3-1-2013  -  20H00

 

ANTÓNIO FONSECA

FELIZ ANO NOVO - (De ABBA) - 3 de Janeiro de 2013

ABBA-HAPPY NEW YEAR

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HAPPY NEW YEAR 2008 With this ABBA Song wish you e very happy new year to all my friends and also to all ABBA Fan.

00:04:28

Adicionado em 28-12-2007

1.226.416

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Este post era para ser publicado no passado dia 1, mas só o pude fazer agora. As minhas desculpas.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1519 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (25) - 3 de Janeiro de 2012

 
Nº 1519 - (3)
 
Desejo a continuação de
BOAS FESTAS e BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
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JOÃO III
João III
João III
(De 561 a 574)
Este pontificado, iniciado em 17 de Julho de 561, teve logo de enfrentar uma grande tragédia: a invasão dos Longobardos, que semeou a destruição por toda a parte, ficando Roma sem exército organizado.
Em 565 morre o imperador Justiniano, que se tinha colocado de modo positivo ao lado da ortodoxia contra o arianismo, mas que com a sua ingerência autoritária foi longe demais no campo teológico, o que culminou com a questão dos «Três Capítulos».
A procura de hegemonia política à custa da fé levou a um empobrecimento teológico de que a Igreja não conseguiu sair durante muito tempo. Embora não tivesse favorecido a heresia e houvesse possibilitado o engrandecimento do catolicismo, prejudicou indiretamente a ortodoxia ao pretender conciliá-la com o monofisismo. Teve o mérito de mandar copiar toda a legislação romano-cristã no Corpus iuris civilis, base de todas as legislações posteriores.
Foi perante todos estes problemas que João III teve de viver toda uma dramática e amargurada situação até à sua morte.
Durante o seu pontificado mandou ultimar a construção da basílica dos apóstolos Filipe e Tiago. Ordenou 61 bispos e diversos presbíteros e diáconos.
O Liber Pontificalis atribui-lhe o restauro e preservação de algumas catacumbas que deixaram de servir de cemitério e passaram a ser veneradas pelos fiéis como santuário dos mártires primitivos.
Durante este pontificado nasceu em Meca (576) Maomé, que, mais tarde, iria dar início a uma nova religião com raízes bíblicas.
Na Península Ibérica (Galiza e Lusitânia) confirmou-se, em 563, a conversão dos suevos arianos ao cristianismo ortodoxo e do seu rei Teodomiro, sob a influência de São Martinho de Dume.
Em 572 voltou a celebrar-se um novo concílio em Braga sob a presidência de São Martinho de Dume, já à frente da metrópole bracarense.
Em data desconhecida, mas entre os dois concílios de Braga, chegou até nós o documento conhecido como Paroquial Suevo ou Divisão de Teodomiro, o qual estabelece a organização eclesiástica dividindo o reino em duas dioceses metropolitanas, Braga e Lugo. A primeira administrava sete bispados e cada um com determinado número de paróquias. Ao norte do Douro, os bispados de Braga, Dume e Porto, dos quais o de Dume seria honorífico, com jurisdição sobre o mosteiro. Os dois bispados geriam 55 paróquias. A Sul do Douro, quatro bispados: Lamego, Viseu, Conímbriga e Egitânia.
 
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SÃO BENTO I
Bento I
São Bento I
(De 575 a 579)
Pouco se sabe deste papa. Foi eleito logo a seguir à morte de João III, mas a sagração demorou onze meses e só se deu em 2 de Junho de 575, talvez à espera da confirmação imperial ou devido aos distúrbios provocados pela invasão dos Longobardos no Norte de Itália.
O Líber Pontificalis atribui-lhe a sagração de 21 bispos, 15 presbíteros e três diáconos.
Distinguiu-se pela auxilio às vítimas das invasões e, por diligências suas o imperador Justino II fez chegar a Roma uma nau carregada com trigo do Egipto para fazer face à fome da população.
Confirmou o V Concílio de Constantinopla, como consta de uma carta de Gregório, por ele nomeado arcediago, que seria, mais tarde, o papa Gregório Magno (590-604).
Quando morreu, os Longobardos cercavam Roma. Foi sepultado no vestíbulo da sacristia da antiga Basílica de São Pedro.
 
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PELÁGIO II
Pelágio II
Pelágio II
(De 579 a 590)
Assumiu o pontificado em 16 de Novembro de 579, quando Roma estava cercada e o Norte de Itália ocupado pelos Longobardos.
Pelágio, visto que Bizâncio, sem força e sem poder, não ajudava, pediu auxilio ao rei dos Francos.
Os Longobardos assaltam e saqueiam o Mosteiro de Monte Cassino mas os monges conseguem salvar a regra manuscrita de São Bento e refugiam-se em Roma com  a ajuda e proteção do papa.
Em 589, chuvas torrenciais provocam devastações, com o Tibre a alagar Roma. Pouco depois é a peste que fustiga a cidade e o próprio papa morre vítima dessa epidemia.
Pelágio teve ainda coragem para protestar junto do imperador contra o patriarca de Constantinopla, João, o Jejuador, que pretendeu usurpar direitos ecuménicos que lhe não pertenciam.
O Líber Pontificalis atribui-lhe o mérito de ter mandado revestir a Confissão de Pedro com lâminas de prata, restaurado a basílica de São Lourenço e convertido a sua habitação particular em albergue para os pobres e vítimas das calamidades, factos que tornaram heroico o seu pontificado, durante o qual a Cristandade floresceu na Península Ibérica. Recaredo, rei visigodo, que tinha abraçado a fé católica, logo que subiu ao trono convocou, por influência do bispo de Sevilha, São Leandro, uma assembleia de bispos arianos exortando-os a seguirem o seu exemplo para bem da unidade do reino. Assim foi celebrado o III Concílio de Toledo, que juntou 62 bispos, os quais, na presença do rei e da rainha, juraram a fé católica.
Tentou também tudo para acabar com o Cisma de Alquileia.
Entretanto,  em 580, falecera São Martinho de Dume, que tivera ação decisiva na contraversão dos Suevos.
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Continua:…
Post colocado em 3-1-2013 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA
 

Nº 1519-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Levítico (16) - 3 de Janeiro de 2013

BOM ANO NOVO DE 2013

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Caros Amigos:

Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1120 páginas… sejamos optimistas.

LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1519 - 2ª Página

3 de Janeiro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

L E V Í T I C O

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16 – O GRANDE DIA DA EXPIAÇÃO 

16 – O GRANDE DIA DA EXPIAÇÃO O Senhor falou a Moisés, depois da morte dos dois filhos de Aarão, que morreram se ferem apresentado diante do Senhor. Disse o Senhor a Moisés: «Avisa o teu irmão Aarão de que não pode entrar a qualquer hora no santuário, para além do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca, a fim de não morrer, porque Eu apareço numa nuvem sobre o propiciatório. Eis como Aarão deve entrar no santuário; com um novilho para a expiação do pecado e um carneiro para o holocausto.  Revestir-se-á de uma túnica de linho consagrada e cobrirá o corpo com calções de linho; cingir-se-á com um cinto de linho e cobrirá a cabeça com uma tiara de linho. É um  vestuário sagrado , que só usará depois de se banhar em água. Da assembleia dos filhos de Israel tomará dois bodes para a expiação do pecado e um carneiro para o holocausto. Aarão oferecerá o novilho da expiação que lhe pertence, e fará a expiação por si mesmo e pela casa. Tomará os dois bodes e apresentá-los-á ao Senhor, à entrada da tenda reunião. Aarão lançará a sorte sobre os dois bodes: uma sorte para o Senhor e uma sorte para Azazel. Aarão deverá oferecer o bode sobre o qual caiu a sorte para o Senhor, apresentando-o em sacrifício pelo pecado; e o bode, sobre o qual caiu a sorte para Azazel, deverá ser apresentado vivo diante do Senhor, a fim de fazer a expiação sobre ele e ser enviado a Azazel no deserto. Aarão oferecerá o seu novilho em expiação pelo,pecado, fará expiação por si e pela sua família e imolará o seu novilho de expiação pelo pecado. Encherá o incensário de brasas retiradas do altar que está diante do Senhor e tomará dois punhados de perfume aromático, em pó, levando tudo para além do véu. Deitará o perfume no fogo, diante do Senhor, para que a nuvem do perfume envolva o propiciatório, que está sobre a arca, e para que ele não morra. Tomará, então, o sangue do novilho, aspergirá com o dedo a face do propiciatório. Imolará o bode da expiação pelo pecado do povo, e levará o sangue para o outro lado do véu, fazendo com esse sangue o mesmo que fez com o sangue do novilho: aspergi-lo-á sobre o propiciatório e diante do propiciatório. Purificará assim o santuário das impurezas dos filhos de Israel, das suas transgressões, de todos os seus pecados; procederá da mesma forma para a tenda da reunião que está entre eles, no meio das suas impurezas. E que ninguém esteja na tenda da reunião quando ele entrar para fazer a propiciação no santuário, até que saia. Tendo feito propiciação por si mesmo, pela sua casa e por toda a assembleia de Israel, dirigir-se-á ao altar, que está diante do Senhor, para fazer a propiciação do altar. Tomará sangue do novilho e do bode espalhá-lo-á sobre as pontas do altar, a toda a volta. E fará com o dedo sete aspersões de sangue sobre o altar, purificando-o e santificando-o assim das impurezas dos filhos de Israel. Terminada a purificação do santuário, da tenda da reunião e do altar, mandará trazer o bode vivo. Aarão apoiará as duas mãos sobre a cabeça do bode vivo e, nesta posição, confessará todas as iniquidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados, fazendo-os assim cair sobre a cabeça do bode, que enviará para o deserto, levado por um homem designado para isso. O bode levará sobre si todas as iniquidades deles para uma região solitária e será abandonado nesse deserto. Aarão voltará a entrar na tenda da reunião, tirará as vestes de linho, de que se revestiu para entrar no santuário , e deixá-las-á aí. Banhará o seu corpo em  água , no lugar santo, e vestirá os seus vestidos; sairá, então oferecerá o seu holocausto, o do povo, e fará a expiação por si próprio e pelo povo. E queimará sobre o altar a gordura da expiação pelo pecado. Aquele que tive levado o bode a Azazel, lavará os seus vestidos, banhará o corpo em água, e só então entrará de novo no acampamento. O novilho e o bode da expiação pelo pecado, cujo sangue tiver sido introduzido no santuário para a propiciação, serão levados para fora do acampamento queimando-se-lhes a pele, a carne e os excrementos. Aquele que os tiver queimado, lavará os seus vestidos, banhará o corpo em água e só então voltará a entrar no acampamento. E isto será para vós uma lei perpétua; no décimo dia do sétimo mês, mortificar-vos-eis e não fareis trabalho algum, tanto o que é natural da terra, como o estrangeiro que residir entre vós, Porque, nesse dia, far-se-á expiação por vós para serdes purificados; ficareis libertados de todos os vossos pecados diante do Senhor. É para vós um sábado, um sábado solene, durante o qual vos mortificareis; é uma lei perpétua. A expiação será feita pelo sacerdote que tiver sido ungido e investido para suceder, como tal, a seu pai, revestirá as vestes de linho, o vestuário sagrado e fará a propiciação pelo santuário sagrado pela tenda da reunião e pelo altar, pelos sacerdotes e por todo o povo reunido. Que isto seja para vós uma lei perpétua, a fim de expiar, uma vez por ano, todos os pecados dos filhos de Israel». E Aarão cumpriu tudo quanto o Senhor tinha ordenado a Moisés.

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A Arca da Aliança

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3 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1519-1 - (3-13) SANTOS DE CADA DIA - 3 de Janeiro de 2013

antoniofonseca1940@hotmail.com

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Boas  Festas


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Nº 1519-1 - (3-13)

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Nº 1519-1 – (3-13)

SANTISSIMO NOME DE JESUS
 Santsimo Nombre de Jess

Deram-Lhe o nome de Jesus” (Lc 2, 21)

Ainda que seja inefável o nome santíssimo de Jesus que foi imposto na Circuncisão a Cristo Senhor, Redentor do género humano, todavia para não nos calarmos completamente em tão grande solenidade, alguma coisa apresentaremos em louvor e glória de tão grande nome, diante do qual “todo o joelho se dobra nos Céus, na terra e nos Infernos” (cf. Fil 2, 10). Porque tão grande é a consolação da alma que se alegra em Cristo, que a pobreza se torna como riquezas, a aspereza como delicias e a vileza como honras, e pelo seu nome todos os suplícios se fazem para ela doces.

 

Santsimo Nombre de Jess

 

Na verdade, diz-se por causa deste nome: “Saíram da sala do Sinédrio cheios de alegria por terem sido considerados dignos der sofrer vexames por causa do nome de Jesus” (Act 5, 41). Portanto, se mergulha na tua mente o negrume da tristeza, se está iminente uma grave e violenta tempestade, se as costas do mar ribombam com terrível e horroroso mugido, se são batidas as praias do oceano, e se também a nau está invadida pelas ondas, invoca Jesus, que se julga estar a dormir nos navios, mas é um Jesus que nem dorme nem dormita; e com toda a fé diz-lhe: “Levanta-te, Senhor Jesus” (cf. Slm 3, 7).

Oh nome de Jesus exaltado acima de todo o nome, oh gozo dos Anjos, oh alegria dos justos, oh pavor dos condenados: em Vós está a esperança de qualquer perdão, em Vós toda a esperança da indulgência, em Vós toda a expectativa de glória. Oh nome dulcíssimo, Vós dais perdão aos pecadores, renovais os costumes, encheis os corações de doçura divina. Oh nome desejável, nome admirável, nome venerável, Vós, em nome do rei Jesus, assim levantais aos mais alto dos céus os espíritos, que todos os que principiam a ter devoção a este nome, graças a ele encontram a glória e a salvação, por Jesus Cristo nosso Senhor.

(Homilia de S. Bernardino de Sena, o grande promotor da devoção ao Santíssimo Nome de Jesus). Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

Bispo (533)

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São Fulgêncio, africano, (cerca de 467-533), discípulo de Santo Agostinho, foi Bispo de Ruspas, na atual Tunísia, desde 507 até à morte. É tido como o maior teólogo do seu tempo. Duas vezes foi exilado para a Sardenha pelo ariano Trasamundo, rei dos vândalos. Lá redigiu numerosas obras de combate contra os hereges do seu tempo (arianos, monofisitas e pelagianos). Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

Nascido numa família nobre por volta de 468, Fulgêncio era um rapaz sensato que gostava de estudar. seu pai morreu quando ainda era criança e a mãe ensinou-lhe latim e grego, que aprendeu a falar fluentemente. Na sua juventude, Fulgêncio geriu as propriedades da família e foi nomeado procurador de Bisacena. Mas aspirava a uma vida contemplativa num mosteiro. Com 22 anos, pediu para ser aceite num mosteiro das redondezas. De início, o Bispo Fausto desencorajou Fulgêncio porque considerou que o jovem era demasiado fraco para as duras realidades da vida monástica. Fulgêncio acabou por conseguir persuadir o Bispo. Quando a mãe soube das suas intenções ficou entristecida. Apesar das suas lágrimas, Fulgêncio estava decidido a ficar no mosteiro . Mas a influência do Arianismo tornou-se cada vez mais forte em Cartago e Fulgêncio teve de fugir de mosteiro em mosteiro para evitar perseguições. Chegou mesmo a ser preso e torturado por aquilo em que acreditava. Apesar da sua sensatez terem levado a que fosse nomeado Bispo de Ruspas, Fulgêncio continuou a enfrentar perseguições e passou a maior parte da sua vida no exílio. Fulgêncio usou o seu tempo com sabedoria, escrevendo textos que ensinavam o Cristianismo. Era também um extraordinário orador que levava às lágrimas quem o ouvia. Mesmo o rei ariano se impressionou com os argumentos de Fulgêncio e muitas pessoas em Cartago reconciliaram-se com a Igreja devido ao poder de persuasão do seu Bispo. Um homem humilde, Fulgêncio contentava-se com uma vida austera e empenhou-se em, devolver ao Cristianismo as almas desavindas. Fulgêncio foi desencorajado de entrar para um mosteiro porque era jovem e tinha uma aparência frágil. Mas, tal como ele demonstrou, os jovens podem ter tanta compaixão e perseverança como os adultos. Também nós podemos incentivar as crianças e os jovens a serem mais solidários. A sugestão de que podem ajudar um amigo com dificuldades nos seus trabalhos escolares é simples, mas torna uma criança consciente de que pode ter um papel na promoção dos outros. A oferta de alguns brinquedos ou de uma parte do seu dinheiro de bolso para campanhas de solidariedade é uma outra prática que deve ser apoiada. Quando são um pouco mais velhos, poderão ter uma participação ativa em organizações de caridade. deste modo, tomarão consciência de que existem outras crianças desfavorecidas e que está nas suas mãos fazer alguma coisa para as ajudar. Desde pequenos, estes cidadãos do futuro aprenderão a solidariedade. Na vida de S. Fulgêncio mais ou menos entre 468 e 533, ocorreram os seguintes factos: Grande tremor de terra em Antioquia, no ano de 526, nasceu, cresceu e reinou como Imperador de Bizâncio, Justiniano (483-565); os Gruptas da Índia inventaram o sistema decimal (520) e iniciou-se o monasticismo na Irlanda (550).

Oração

“Como sou pequeno, temeroso e inseguro, Senhor, diante dos preconceitos dos outros. Quero ser forte, ser justo e defender aquilo em que acredito. Mas temo o riso dos outros ou que se afastem descontentes. Senhor, dá-me a coragem de ser verdadeiro, de defender os que não se podem defender a si próprios. Ensina-me a ser um espelho do Teu amor e a refletir a Tua compaixão”. http://es.catholic.net/santoral

Genoveva de Paris, Santa

Virgem (512)

Genoveva, Santa

Genoveva, Santa

Santa Genoveva, a quem a cidade de Paris escolheu como Padroeira, nasceu numa aldeola chamada Nanterre, pelo ano de 422. seus pais eram de condição muito humilde. Quase desde o berço, cobriu Deus a menina com as suas bênçãos. Passando por Nanterre São Germano, bispo de Auxerre, que se dirigia à Inglaterra para combater os erros de Pelágio, e concorrendo todo o povo a receber a sua bênção, o Santo Prelado, esclarecido por luz sobrenatural, distinguiu entre a multidão esta menina, que teria então entre sete e oito anos; falou-lhe em particular e exortou-a a consagrar-se inteiramente a Deus e a não querer outro esposo senão Jesus Cristo. Ela respondeu-lhe que nunca tivera outro pensamento senão de viver como as virgens cristãs.

Logo que Genoveva chegou à idade própria, consagrou-se a Deus por um voto e, segundo o costume das virgens consagradas, começou a alimentar-se de legumes, a beber água somente e a trazer contínuo cilício.

Tendo falecido seus pais, dirigiu-se a Paris, indo viver para casa da madrinha. Visitou-a o Senhor com uma extraordinária enfermidade, acompanhada de tão cruéis dores, que perdeu os sentidos durante três dias. Serviu-se Deus dessa espécie de êxtase para lhe descobrir tudo o que ela tinha de fazer e padecer, por seu amor, no resto da vida. Fez disto confidência, um pouco levianamente, a algumas pessoas indiscretas, e daí se originaram novos sofrimentos.

Começaram a murmurar do seu retiro, a censurar-lhe o modo de viver e os exercícios de mortificação e piedade a que se consagrava. Provou Deus por alguns aniso a virtude da sua serva com o fogo da mais viva perseguição, até que São Germano, regressado de Inglaterra, confundiu todos os invejosos, fazendo justiça à virtude da santa donzela.

A bonança, porém, foi de pouca dura. Correu em Paris a notícia de que os Hunos avançavam para destruir a cidade; todos ficaram possuídos de pavor. Quis a Santa tranquilizar os parisienses, assegurando-lhes a falsidade do boato. Pois esta obra de caridade foi bastante para que se levantasse contra Genoveva cruel perseguição; esteve a ponto de ser queimada como feiticeira. Mas a doçura, a humildade, a paciência e a inalterável tranquilidade que a Santa mostrou sempre fizeram, no meio de tão grande perigo, que se abrissem os olhos aos que a perseguiam.

A fama de tão eminente virtude chegou às mais longínquas regiões. São Simeão Estilista encomendava-se às suas orações, lá do mais afastado da Cítia.

Átila, Rei dos Hunos, o “flagelo de Deus”, tendo passado os Alpes e o Ródano, estava prestes a cair sobre Paris. Nesta ocasião, Genoveva sai do seu retiro e exorta o povo a que apazigúe a ira de Deus com orações, jejuns e penitências. Achava-se a cidade entregue a estes devotos exercícios, quando chegou a notícia de que o exército dos bárbaros havia batido em retirada. Foi atribuído milagre às orações de Santa Genoveva.

Depois, sitiava Meroveu a mesma cidade de Paris, que se via reduzida à miséria mais extrema. Genoveva, compadecida de tanta fome, juntou grande quantidade de trigo. Conduziu-o a Paris, através de inúmeras dificuldades, salvando assim a vida àquele povo aflito.

Esta caridade magnânima, acompanhada de milagres, fez que fosse venerada até dos próprios pagãos. Childerico, pai de Clóvis, considerava-a tanto que nunca lhe recusou coisa alguma que ela pedisse. E todos admitem que muito contribuiu para a conversão de Clóvis. A instâncias suas empreendeu este Príncipe edificar aquela sumptuosa igreja, a principio consagrada aos Apóstolos São Pedro e São Paulo, e mais tarde dedicada a Santa Genoveva, nome que manteve até 1493.

Embora fosse tão ardente o seu zelo e caridade para com o próximo, no meio do tumulto e da multidão estava recolhida. E retirava-se todos os anos para a solidão do deserto deste a Epifania até à Páscoa. O amor e devoção à Santissima Virgem parecia ser a primeira da suas virtudes.

Possuindo o dom dos milagres e da profecia, e respeitada pelos Príncipes e Prelados, era , apesar disso, tão humilde que sofreu mais com as honras do que nas cruéis perseguições. Finalmente, cumulada de merecimentos, expirou em Paris aos 89 anos de idade, no ano de 512.

Foi seu corpo levado com grande pompa para a igreja dos Santos Apóstolos. tendo os Normandos ameaçado Paris, em 887, foi levada pela primeira vez em procissão a urna de santa Genoveva, a cuja intercessão se atribuiu o levantamento do cerco.

Em 1129, toda a França, mas especialmente Paris, foi desolada por uma peste horrorosa, chamada doença dos ardentes, espécie de erisipela gangrenosa. Estevão, Bispo de Paris, deu o exemplo de invocar a poderosa intercessão da Virgem de Nanterre. Quase imediatamente  as curas começaram a multiplicar-se e, passados alguns dias, a peste tinha desaparecido por completo. Assim o atestam alguns documentos. Tendo o Papa Inocêncio II vindo a França no ano seguinte, informou-se deste facto tão maravilhoso e ordenou celebrar-se todos os anos a sua memória. Foi chamado o Milagre dos Ardentes.

Outrora, a 3 de Janeiro, a urna com as relíquias da Santa atravessava solenemente Paris, tanto que em 1524 foi instituída uma solene “Companhia dos Portadores da urna”. M;as os jacobinos, em 1793, queimaram as relíquias e dispersaram as cinzas. Não conseguiram, porém, destruir a veneração dos parisienses. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

ANTERO, Santo

Papa (236)

Antero, Santo

Em Roma, na Via Ápia, o nascimento para o céu de Santo Antero, papa e mártir, que sofreu no tempo de Júlio Maximino e foi enterrado no cemitério de Calisto.

Antero ocupou a sé de Roma a seguira a São Ponciano, mas unicamente durante quarenta e três dias. Não existe qualquer dado certo a propósito do seu martírio, e o nome dele não se encontra no catálogo romano Depositio martyrum. Em 1854, o grande arqueólogo De Rossi descobriu nas catacumbas um fragmento do seu epitáfio. Apenas desde o século IX é o aniversário deste pontífice mencionado a 3 de Janeiro nos livros litúrgicos de Roma. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

No entanto, por sua vez, em www.es.catholic.net/santioral, lê-se o seguinte: Grego de nacionalidade, filho de Rufino, foi eleito em 21 de Novembro de 235 para suceder na Sede de Pedro a São Ponciano e morreu em 3 de Janeiro de 236, pelo que seu pontificado durou só quarenta e três dias. Foi martirizado por ordem do Imperador Maximiano I. por haver ordenado aos notários que recolhessem assiduamente e conservassem as Atas dos mártires nos arquivos da Igreja. Seu corpo foi trasladado na cripta dos papas das catacumbas de S. Calixto. As relíquias estão guardadas hoje na igreja romana de S. Silvestre In capite. Começou também uma recompilação oficial das atas da Igreja, que guardou num lugar chamado scrinium. A recompilação, que foi queimada com Diocleciano, voltou-se a fazer mais tarde e logo desapareceu de novo em tempos de Honório III (1225). Se lhe atribui um decreto sobre a translação de Bispos a outra sede, expedida a instâncias dos prelados de Toledo e Sevilha.

CIRÍACO ELIAS CHEVARA, Beato

Fundador (1805-1871)

Ciriaco Elas Chavara, Beato

Na sua viagem à Índia, em Fevereiro de 1986, o Santo Padre proclamou beato o Padre Kuriakose (Ciríaco) Elias Chevara, que nasceu em Kainakary, a 10 de Fevereiro de 1805, e faleceu em Koonammavu, a 3 de Janeiro de 1871.

Tendo-se ordenado sacerdote, com dois companheiros, fundou uma Congregação Religiosa indiana masculina, agora conhecida com o nome de  Carmelitas de Maria Imaculada. Sucessivamente, com a ajuda de um missionário italiano, Padre Leopoldo Beccaro, fundou a Congregação feminina da Mãe do Carmelo.

Graças a estas fundações, inúmeras iniciativas apostólicas foram empreendidas, que o Santo Padre enumerou na sua homilia:

Instituição de seminários para a educação e formação do clero, introdução de retiros anuais, uma casa editora de obras católicas, uma casa de acolhimento para os indigentes e necessitados, escolas de instrução geral e programas para a formação de catecúmenos”.

Difundiu a devoção à Sagrada Eucaristia e à Sagrada Família. Mas sobretudo promoveu a unidade e harmonia no seio da igreja.

AAS 78 (1986) 1076-78; L’OSS. ROM. 23.2.1986. Do livro Santos de cada dia, de www.jesuitas.pt

No entanto, por sua vez, em www.es.catholic.net/santioral, lê-se o seguinte: Grego de nacionalidade, filho de Rufino, foi eleito em 21 de Novembro de 235 para suceder na Sede de Pedro a São Ponciano e morreu em 3 de Janeiro de 236, pelo que seu pontificado durou só quarenta e três dias. Foi martirizado por ordem do Imperador Maximiano I. por haver ordenado aos notários que recolhessem assiduamente e conservassem as Atas dos mártires nos arquivos da Igreja. Seu corpo foi trasladado na cripta dos papas das catacumbas de S. Calixto. As relíquias estão guardadas hoje na igreja romana de S. Silvestre In capite. Começou também uma recompilação oficial das atas da Igreja, que guardou num lugar chamado scrinium. A recompilação, que foi queimada com Diocleciano, voltou-se a fazer mais tarde e logo desapareceu de novo em tempos de Honório III (1225). Se lhe atribui um decreto sobre a translação de Bispos a outra sede, expedida a instâncias dos prelados de Toledo e Sevilha.

Estefânia Quinzani, Santa

Janeiro 3 Monja Dominicana

Estefana Quinzani, Santa

Estefânia Quinzani, Santa

Etimologicamente significa “coroada de luz”. Vem da língua grega. Todos os pais desejam que seus filhos tenham uma formação o mais completa possível. É quase uma lei natural. Esta rapariga se situa historicamente no século XVI. E para maior informação, qualquer um pode ir à igreja de Colomo, ao lado de Parma, onde se conserva o corpo desta santa. Isto constitui uma prenda imensa oferecida ao arquiduque Fernando de Bourbon, duque de Parma, em 1784. Não fazia muito tempo que o próprio Papa Bento XIV havia aprovado que se podia dar culto a esta santa. E como sucedeu ocorrer a morte de um santoao menos antes – a gente ia pressurosa a buscar relíquias dela. Assim por exemplo, sua cabeça se pode ver em Cremona, justamente ao lado de uma igreja dominicana. E há que ter em conta que Estefânia não havia nascido em nenhum dos dois sítios. Ela veio ao mundo no povo de Orzinuovi, na província de Brescia, Itália. Seu pai era uma pessoa comprometida a sério com o apostolado que todo o crente desempenha na Igreja por o bem dos outros. A tal grau chegou seu compromisso que, desde os 15 anos pertencia já à Terceira Ordem Dominicana. Sua filha o seguiu fielmente pelos caminhos que marca o Evangelho para aqueles que deixam tudo para ganhar a Cristo. Não foi uma rapariga isolada nem tristonha. Ao contrário, todo o mundo a via com ânimos de lutadora, e empreendia obras que, à primeira vista, pareceriam absurdas ou de loucas. Desta forma, fundou um convento em Soncino. Todo fazia por amor. Quem ama de verdade se sente feliz, ainda que venham as provas e tribulações. E a Estefânia lhe chegaram muito fortes, mas as superou com energia e paciência. Em seu corpo apareceram os estigmas da Paixão de Cristo. Morreu no ano 1530.

Genoveva, Santa
Enero 3 Biografía

Estefanía Quinzani, Santa
Enero 3 Monja Dominica

Antero, Santo
Enero 3 XIX Papa

Ciriaco Elias Chavara, Beato
Enero 3 Cofundador

Santísimo Nombre de Jesus
Enero 3 Fiesta

89019 > Sant' Antero Papa 3 gennaio MR

 
90054 > Beato Ciriaco Elias Chavara Cofondatore indiano 3 gennaio MR

 
90275 > San Daniele di Padova Martire 3 gennaio MR

 
94090 > San Fintan di Dun Blesci Benedettino 3 gennaio


36200 > San Fiorenzo di Vienne Vescovo 3 gennaio MR

 
36150 > Santa Genoveffa (Genevieve) Vergine 3 gennaio MR

 
36160 > San Gordio di Cesarea di Cappadocia Martire 3 gennaio MR

 

93923 > Beato Guglielmo Vives Mercedario 3 gennaio

 
90531 > Santa Imbenia Martire 3 gennaio

 
36171 > San Luciano di Lentini Vescovo 3 gennaio MR

 
25625 > Santissimo Nome di Gesù 3 gennaio - Memoria Facoltativa MR

 
36170 > San Teogene Martire 3 gennaio MR

 
91826 > Santi Teopempto e Teonas (Teopompo e Sinesio) Martiri a Nicomedia 3 gennaio MR

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca
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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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  • António Fonseca