OS MEUS DESEJOS PARA TODOS

Imagens e Frases de Natal Religioso

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Faria hoje 109 anos o Chefe ARLINDO do CNE - 9 de Janeiro de 2013

 

Imagem6311

9-1-1904 a 19-3-1986

ARLINDO JOAQUIM PINTO DA FONSECA

(CHEFE ARLINDO ou VELHO LOBO DO NORTE) 

Natural de Cinfães do Douro, onde nasceu em 9 de Janeiro de 1904 e falecido em 19 de Março de 1986. se hoje ainda fosse vivo, completaria 109 anos de idade.

Era um simples cidadão, trabalhou toda a vida, desde os 9 anos quando emigrou para o Porto, onde começou por ser ajudante numa padaria, depois de acabar a Instrução primária, Pouco depois, por volta dos anos 1912 a 1914, trabalhou em vários locais, aprendendo bem e depressa e a determinada altura, foi trabalhar para um escritório de advogados, onde esteve a trabalhar até aos 75 anos (até 1979) ou seja, durante 61 anos. Nesse escritório de advogados, aprendeu a escrever à máquina e trabalhava com um conceituado advogado (Dr. Morais de Almeida) e mais tarde, com o filho deste (que era mais ou menos da sua idade), que ainda foi mais famoso do que o pai, que entretanto já havia falecido. Este advogado, sabia praticamente de cor, todos os livros de Direito, pois havia-os lido quase todos, antes de se formar e começar a exercer a sua atividade e normalmente dizia ao empregado para procurar na biblioteca do escritório determinados livros dando a indicação exata dos nºs dos artigos, códigos, etc., de que necessitava, para qualquer causa de que estivesse a tratar no momento, no escritório ou no Tribunal. Era um indivíduo sumamente inteligente e leitor compulsivo de todas as leis que iam saindo, de tal modo, que devido à sua sapiência, nos anos de 1950/60, teve que ser internado na Suíça, onde esteve alguns anos, para ser tratado a problemas do foro mental, sem resultados favoráveis. Acabou por ter de voltar para casa onde faleceu na década de 60, após se ter delapidado a sua fortuna, e, bem assim, grande parte da fortuna de sua mulher –. que provavelmente, terá já falecido - com os tratamentos a que foi submetido no estrangeiro e em Portugal, durante longos anos.

Meu Pai, - que é dele que se trata afinal, - tinha casado aos 25 anos (em 1929) com minha mãe que se chamava Regina, tendo ido morar para Rio Tinto, primeiro no lugar da Campainha (creio eu) e depois na Rua de Medancelhe, onde ainda hoje vive a minha irmã mais nova. Minha mãe teve 8 filhos, mas dois morreram à nascença e outro que seria mais velho do que eu, parece que sobreviveu ainda alguns meses. Entretanto havia nascido em 1935 a minha irmã Maria Regina; em 1940 nasci eu; em 1943 nasceu meu irmão Fernando; em 1948 nasceu minha irmã Arminda e depois em 1952 (já não esperávamos…) nasceu meu irmão Luís Francisco, que faleceu de acidente vascular ou coisa parecida, quando estava na Guarda Nacional Republicana (antiga Brigada de Trânsito) em 1980 com 28 anos incompletos.

Por volta dos seus 18 ou 19 anos, foi fundado o Corpo Nacional de Escutas (CNE) e meu pai com alguns colegas da mesma idade ou aproximada, envolveram-se entusiasticamente nessa Associação, sendo considerado por muitos e por mim, principalmente, um dos fundadores do Escutismo na Região do Porto. (Desconheço se algum dia alguém fará a História deste acontecimento que marcou a vida de muitos Milhares de jovens em Portugal, e na qual se fale do que meu Pai fez).

Fundou vários Agrupamentos na cidade do Porto e nos arredores, nomeadamente em Rio Tinto, participou em inúmeras caminhadas e em todos os Acampamentos de Agrupamentos, Regionais e Nacionais. Com muita pena sua e também porque os tempos eram muito difíceis, só não pôde ir a Jamborees realizados fora do País, porquanto apenas ele trabalhava, para sustentar esta família que chegou a ser formada por sete pessoas (meus pais e cinco filhos, todos menores). No entanto, não esmoreceu nunca o seu entusiasmo pelo Escutismo, (antes pelo contrário) tendo levado todos os filhos para essa atividade. Primeiro minha irmã mais velha, que chegou a ser Chefe de Alcateia, no Grupo 10, sito no Bonfim. A seguir eu (com 6 anos apenas) fui integrado na referida Alcateia, como Lobito, onde percorri os escalões de sub-guia e guia de Bando (de Lobitos); depois fui Explorador, onde também fui sub-guia e guia de patrulha (patrulha Lobo). Mais tarde, ao atingir a idade de 16 anos, transferi-me por opção para o grupo de Campanhã, onde fui Caminheiro e Guia de Clã e finalmente na minha maioridade, que nessa altura, era aos 20 anos (creio eu) fui refundar (ou reanimar) o Agrupamento de Águas Santas, que estava paralisado por falta de Chefes, onde até 1962 exerci as funções de Chefe de Agrupamento. Meu irmão Fernando, também foi Lobito e Explorador no Bonfim. A Arminda foi Pioneira em Rio Tinto, assim como meu irmão Luís também andou por lá algum tempo.

Estrela Entretanto meu pai, conhecido como CHEFE ARLINDO ou VELHO LOBO DO NORTE – (enquanto eu era o LOBO DO NORTE …) - não só no meio escutista, mas até fora dele, sofreu diversos dissabores, na Região do Porto, nomeadamente por parte de alguns dirigentes que na altura estavam à frente da Junta Regional do Porto, que o desrespeitaram muitíssimo; inclusive alguns desses dirigentes (que já cá não estão, feliz ou infelizmente – só Deus o sabe) tiveram o topete de o insultar, proibindo-o até de exercer as funções de dirigente de Agrupamento, nomeadamente o de Rio Tinto, que aliás tinha sido o primeiro por ele fundado. Mau grado, essas tribulações, que a mim pessoalmente, envergonhavam muitíssimo -  porque estive presente quando tal sucedeu, não esfriaram o seu entusiasmo, e fez questão de que quando morresse lhe vestissem a farda de Escuta (que sempre foi) e com o Rosário na mão.

O Escutismo foi para ele a sua meta; em tudo que ali fez, empregou todo o seu saber, entusiasmo, alegria e contagiava todos os que o rodeavam, com as canções que cantava e fazia cantar; sabia-as todas na ponta da língua e quando era preciso falar perante fosse quem fosse, fazia-o sem se preocupar com as críticas que alguns (… os já acima citados…) pejorativamente lhe manifestavam. Nunca odiou ninguém, pelo contrário, sempre os ajudou a manter viva a chama do Escutismo que nele ardia com muita intensidade. Morreu perdoando a todos e uma hora antes de falecer, no Hospital de S. João, ao fim de oito dias de internamento, quando lhe perguntei se já tinha falado com o Confessor, ele disse-me que não me preocupasse porque já o tinha feito e estava completamente em paz com os Homens e com Deus e só esperava a chamada final.

Adeus meu querido Pai e até quando Deus quiser.

Pai Nosso e Ave Maria. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no princípio, agora e sempre. Ámen.

 Estrela Infelizmente até hoje, o CORPO NACIONAL DE ESCUTAS (CNE) nunca se dignou em prestar-lhe as honras que mereceu por ter permanecido fiel ao ESCUTISMO durante mais de 70 anos!!! Parece impossível, mas votou-o completamente ao esquecimento

NOTA:

Curiosamente, ontem dia 8 de Janeiro, foquei aqui neste mesmo local, a data de falecimento do fundador do Escutismo Mundial – Lord Baden Powell, ocorrida precisamente há 72 anos  (8-1-1941).

********************************************

Post colocado em

9/1/2013, às 14,15 Horas

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1525-1 - (9-13) - SANTOS DE CADA DIA - 9 de Janeiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1525


ImageProxyCA9NMG6W


Continuação de

Boas Festas


e bom


ANO D E 2 0 1 3


************************************************************

Nº 1525-1 - (9-13)

Imagem3189

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

I-Am-Posters

= E U  S O U =

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»«««««««««««««««««««««««««««««««««

Nº 1525-1 – (9-13)

ANDRÉ CORSINI, Santo
Confessor (1302-1373)

 

A família dos Corsini era uma das principais de Florença no século XIV. Nicolau Corsini e Peregrina, sua esposa, viveram muito tempo sem filhos: depois de muito rezar, obrigaram-se com voto a consagrar ao senhor aquele que lhes concedesse. A 30 de Novembro de 1302 nasceu-lhes um filho, a que deram o nome de André. Mas este, apesar dos cuidados dos pais, caiu na libertinagem, não pensou senão em divertir-se, sem se ocupar com salvar-se. Peregrina, sua santa mãe, não parava de chorar e de pedir pela conversão dele. Tinha uns 15 anos quando um dia ela lhe disse na amargura da sua alma: “Bem vejo que tu és esse lobo que me foi mostrado em sonhos”. E perguntando-lhe André, cheio de surpresa, o sentido dessas palavras, ela continuou: “Quando eu te trazia no seio, sonhei que daria à luz um lobo, mas que esse lobo, tendo entrado numa igreja, se mudava em cordeiro. O teu pai e eu consagramos-te a Deus e esperamos de ti uma bem diferente maneira de viver”. Estas palavras fizeram em André a mais viva impressão; pensou nelas toda a noite. No dia seguinte, entrou cedo na igreja dos carmelitas, rezou muito tempo diante da imagem de Maria, honrada com o título de Nossa Senhora do Povo, e, sem voltar sequer à casa dos pais, foi pedir ao provincial dos carmelitas que aceitasse admiti-lo entre os seus religiosos. Admitido a vestir o hábito em 1318, fez o noviciado, resistiu corajosamente às solicitações dum tio que desejava vê-lo regressar ao mundo, e pronunciou os votos a 6 de janeiro de 1321. Desde então, redobrou de fervor na prática das virtudes, em particular da humildade; a sua alegria estava em servir os pobres e os doentes, em trabalhar na cozinha e em ir mendigar pelas ruas. Praticava em tudo a obediência, e entregava-se cuidadosamente ao estudo e à oração. Fez rápidos progressos no conhecimento das ciências sagradas. Ordenado sacerdote em 1328, levou a que seus pais pasmassem, indo ele celebrar a Missa Nova num conventinho a sete milhas de Florença, isto para evitar qualquer solenidade exterior que lhe perturbasse o recolhimento e a devoção. Pregou algum tempo em Florença e depois, por ordem dos superiores, dirigiu-se a Paris, a fim de se aperfeiçoar no conhecimento da teologia. No regresso, passou por Avinhão, onde encontrou o seu parente Pedro Corsini, bispo de Volterra, criado mais tarde cardeal pelo papa Urbano V. Passou alguns dias com este prelado e, no intervalo, deu a vista a um cego que pedia esmola à porta duma igreja. Regressando a Florença, foi prior do convento desta cidade. Deus honrou-o com o dom dos milagres e das profecias; os frutos de edificação e de zelo que lhe seguiam os sermões fizeram que fosse considerado o segundo apóstolo da região. Entre os milagres e conversões que realizou, conta-se a volta a Deus de seu primo João Corsini, a quem libertou duma úlcera no pescoço. Vindo a morrer o bispo de Fiésole, vila a uma légua de Florença, o clero, de comum acordo, elegeu em seu lugar o Rev. Padre André. Este, informado da sua eleição, foi-se esconder na cartuxa de Florença. Perdia-se a esperança de o descobrir e pensava-se já fazer segunda eleição, quando uma criança de três anos se apresentou no meio da assembleia dos eleitores e disse: “Deus escolheu André para bispo; está em oração na cartuxa, é lá que o encontrareis”. Ao mesmo tempo, outra criança aparecia ao Padre André para lhe dizer: “Não temas, serei o teu guarda, Maria será em toda a parte a tua ajuda e a tua protetora”. Então o santo religioso foi ao encontro dos que o procuravam. Foi sagrado bispo no começo do ano de 1360. Nada diminuiu nas suas austeridades, usava um cilício e um cinto de ferro; cada dia, após rezar os sete salmos penitenciais, tomava a disciplina até ao sangue rezando as ladainhas. A sua cama era constituída por ramas de videira. Não dava nenhum momento do dia ao recreio, para nada tirar à meditação e à leitura dos Livros Sagrados. Às mulheres falava o menos possível e recusava-se a dar ouvidos aos lisonjeiros. Toda a vida teve um coração compadecido pelas misérias do próximo; mandou fazer a lista dos pobres envergonhados para os ajudar. Na quinta-feira de cada semana, lavava os pés aos pobres que recebia; um dia apareceu um, que recusou este serviço por ter as pernas cobertas de úlceras; André insistiu e, mal tinha acabado o seu trabalho, o homem sentiu-se completamente curado. André assinalava-se em restabelecer as amizades e acalmar as discussões. Urbano V mandou-o como núncio a Bolonha com a missão de restabelecer lá a paz perturbada pelas facções. André conseguiu tudo e encheu a cidade de alegria. Cuidou também de reparar os templos materiais; mandou restaurar a sua catedral, que ameaçava ruína Por fim, tocou para ele a hora da paga. Na noite de Natal, quando celebrava a missa, a Santíssima Virgem apareceu-lhe e anunciou-lhe que no dia de Reis deixaria este mundo para entrar no céu. No dia seguinte, atacou-o a febre, e pôs em ordem os seus assuntos. Na festa da Epifania mandou que lhe trouxessem o saltério rezou com os presentes os símbolos dos Apóstolos, de Niceia e de Santo Atanásio, pronunciou o primeiro versículo do Nunc dimittis, e entregou serenamente a sua alma a Deus (6 de Janeiro de 1373). O corpo de André, tirado secretamente de Fiésole, foi transportado para Florença, para uma esplêndida capela da igreja dos Carmelitas. Os florentinos sentiram muitas vezes os efeitos da sua eficaz proteção . O processo de canonização principiou no tempo de Eugénio IV e terminou em 1629 com Urbano VIII. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW.JESUITAS.PT Ascolta da RadioVaticana: Ascolta da RadioMaria:

ADRIANO DE CANTUÁRIA, Santo

Abade (710)

Adrin (Adriano) de Canterbury, Santo

Adrián (Adriano) de Canterbury, Santo

Tendo morrido o Arcebispo de Cantuária, o Papa Vitaliano (672) insistiu muito com Adriano, abade de Nérida (no Lácio, Itália), para que aceitasse suceder ao prelado falecido. Mas Adriano suplicava que o Papa escolhesse antes o seu amigo Teodoro. Vitaliano acabou por concordar, contanto que Adriano partisse com ele para o ajudar na Inglaterra. Assim, vieram os dois amigos a pôr-se a caminho, passando pela França.

Mas na França foi detido Adriano por suspeitas de que ele, natural de África, fosse agente do imperador do Oriente e se dirigisse à Inglaterra para armar intrigas anti-francesas. Teodoro pôde continuar viagem, mas só bastantes meses depois começou a ser ajudado pelo amigo. Desde que este chegou, Teodoro colocou-o à frente da Abadia de S. Pedro e S. Paulo de Cantuária. na verdade, veio a governá-la durante trinta anos e transformou-a num foco de fervor religioso e humanismo. Ele próprio ensinava grego e latim; boa parte dos seus monges, escreve o Venerável Beda (735), falavam tão correntemente estes dois idiomas como a língua pátria.

Deve acrescentar-se que Adriano, só falecido em 710, foi o mais eficaz dos colaboradores de Teodoro, cujo episcopado (669-690) constitui período decisivo na história da igreja em Inglaterra. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW.JESUITAS.PT

MARCIANA, Santa

Virgem, mártir (303)  

Era virgem consagrada a Deus, que se entristecia e exasperava com a vista dos ídolos. Passando um dia por uma estátua de Diana na praça principal de Cesareia da Mauritânia (Argélia), não pôde resistir a cortar-lhe a cabeça; isto valeu-lhe ser condenada às feras. Os espectadores do teatro admiraram-lhe a coragem. Veio um leão, farejou-a e afastou-se; um touro selvagem espetou-lhe as pontas no peito e lançou-a por terra; veio por último um leopardo que a fez em pedaços e lhe bebeu o sangue. Isto pelo ano de 303. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, DE WWW.JESUITAS.PT

 

FORTUNATO, O FILÓSOFO, Santo

Pouco se sabe sobre a vida de Fortunato, o Filósofo. É muitas vezes confundido com Venâncio Fortunato. Ambos os Santos viveram em Itália durante o século VI e ambos foram escritores, apesar de Venâncio Fortunato ter sido poeta. Fortunato, o Filósofo, foi um Bispo expulso da sua diocese, na Itália do Norte, pelos lombardos. Anteriormente conhecidos como “langobards” (que significa “barbas longas”), esta tribo germânica teve a sua origem no sul da Suécia. Os lombardos tinham-se vindo a instalar em Itália ao longo de 400 anos. No século VI, já tinham estabelecido a lei germânica no país e integraram-se completamente. Uma parte da Itália do norte tornou-se conhecida como Lombardia, nome que ainda mantém.

Disputas papais – Os lombardos envolviam-se frequentemente em disputas políticas com o Papa, razão pelo qual o papa pediu ajuda militar aos francos, que disputavam aos lombardos o domínio de partes do sul de Itália. Apesar do Bispo Germano de Paris ter Fortunato em alta consideração, este não conseguiu manter a sua posição como Bispo. O poder dos lombardos era muito grande e Germano não conseguiu convencê-los. A confusão entre os dois Santos deve-se provavelmente ao facto de Venâncio Fortunato ter escrito poemas em louvor da vida de Germano. Contudo, Fortunato o Filósofo faleceu por volta do ano 569, cerca de 7 anos antes da morte de Germano.

 

Santa Ágata e Santa Teresa Yi Kim, mártires

Em Seul, uma cidade da Coreia, santas mártires Agatha, virgem, cujos pais também morreram mártires, e Yi Kim Teresa, viúva, que, enquanto estavam presas, foram agredidas primeiro e depois decapitadas (1840)  

Alexia (Alicia) le Clerc (María Teresa de Jesus), Beata

Janeiro 9 - Virgem e Co-fundadora

Alexia (Alicia) le Clerc (Mara Teresa de Jess), Beata

Alexia (Alicia) le Clerc (Maria Teresa de Jesus), Beata

Martirológio Romano: Na cidade de Nancy, em França, beata Maria Teresa de Jesus (Alexia) Le Clerc, virgem, que, junto com são Pedro Fourier, fundou a Congregação de Canonesas Regulares de Nossa Senhora, sob a Regra de santo Agostinho, para a educação das jovens (1622). Nasceu em 2 de Fevereiro de 1576 em Remiremont (França), ducado de Lorena. Sua família ocupava uma posição destacada; mas é pouco o que sabemos da vida de Alexia até aos dezassete anos. A essa idade era uma jovem alta e formosa, ruiva, de constituição delicada, atrativa e inteligente; numa palavra, como o faz notar Mons. Francis Gonne, Alexia era uma jovem sumamente espiritual. Ela mesma, num de seus escritos, nos informa que se distinguia na música e na dança, que era muito popular e que tinha muitos admiradores. Alexia deixa entender que se desvanecia de tudo isto. Aos dezanove anos teve o primeiro dos sonhos que haviam de marcar sua vida. Se viu numa igreja, perto do altar; a seu lado se achava Nossa Senhora, vestida com um hábito religioso desconhecido, falando-lhe: "Vem, filha minha, que eu mesma vou dar-te as boas vindas", lhe dizia. Pouco depois, a família Le Clerc foi a habitar a Hymont. Aí encontrou Alexia a São Pedro Fourier, que era vigário de uma paróquia de Mattaincourt, nas cercanias. Um dia que assistia a missa nessa paróquia, Alexia ouviu um ruído de tambor e viu o demónio que fazia bailar aos jovens "ébrios de alegria". Nesse instante se operou a conversão de Alexia, que nos diz: "Aí mesmo resolvi não me misturar com semelhante companhia". Na Missa de Natal de 1597, Alexia Le Clerc, Ganthe André, Isabel e Juana de Louvroir se consagraram publicamente a Deus, fundando, sob a Regra de santo Agostinho, a Congregação de Canonesas Regulares de Nossa Senhora. Em 1621, Alexia obteve permissão de renunciar ao cargo de superiora local de Nancy, e entrou num curto período de extraordinária paz, que foi o prelúdio de sua morte. Estava enferma desde tempo atrás. Os médicos a declararam incurável, diagnóstico que desconsolou a toda a Nancy, desde o duque e a duquesa de Lorena até as colegiais e os mendigos. São Pedro Fournier acudiu a toda pressa a Nancy, mas não pôde penetrar na clausura, até que o bispo o autorizou a isso. A ouviu em confissão e a preparou para a passagem "da morte à vida". A beata se despediu solenemente da comunidade no dia da Epifania, exortando a suas religiosas ao amor e à união. O fim chegou em 9 de Janeiro, depois de uma longa agonia. A beata não havia cumprido ainda os quarenta e seis anos. O Papa Pio XII a beatificou em 4 de Maio de 1947.

Santo António Fatati, bispo

 

Em Ancona, na região Piceno (hoje Itália), Santo Anthony Fatati, Bispo, que em todas as missões confiadas ao Romano Pontífice se manteve cauteloso e equilibrado, austero para si próprio e generoso para com os pobres e necessitados (1484) .

• Eulógio de Córdoba, Santo
Memória Litúrgica,

Eulogio de Cordoba, Santo

Eulógio de Córdoba, Santo

Martirológio Romano: Memória litúrgica de santo Eulógio de Córdoba, presbítero e mártir, degolado por sua preclara confissão de Cristo, cujo martírio ocorreu em 11 de março (859). Etimologicamente: Eulógio = Aquele que fala bem. Dizem que Santo Eulógio é a maior gloria de Espanha no século nono. Viveu na cidade de Córdoba, que estava ocupada pelos muçulmanos ou maometanos, os quais somente permitiam ir à missa os que pagavam um imposto especial por cada vez que fossem ao templo, e castigavam com pena de morte a que se falasse em público de Jesus Cristo, fora do templo. Nasceu em 800 de uma família que se conservava ferventemente a fé católica no meio da apostasia geral quando a maioria dos católicos havia abandonado a fé por medo ao governo muçulmano. Este santo consegue renovar o fervor pela religião católica em sua cidade e arredores. Seu avô, que se chamava também Eulógio, ensinou-o desde pequeno a que cada vez que o relógio da torre dava as horas, dissesse uma pequena oração, por exemplo: "Meu Deus, vem em meu auxilio, Senhor, vem depressa socorrer-me". Teve por mestre um dos maiores sábios de seu tempo, o famoso Esperaindeo, o qual o formou muito bem em filosofia e outras ciências. Como companheiros de estudos teve Pablo Alvarez, que foi sempre seu grande amigo e escreveu mais tarde a vida de Santo Eulógio com todos os detalhes que logrou ir coleccionado. Seu biógrafo o descreve assim na sua juventude: "Era muito piedoso e muito mortificado. Sobressaía em todas as ciências, mas especialmente no conhecimento da Sagrada Escritura. Seu rosto se conservava sempre amável e alegre. Era tão humilde que quase nunca discutia e sempre se mostrava muito respeitoso com as opiniões dos outros, e o que não fosse contra a Lei de Deus ou a moral, não o contradizia jamais. Seu trato era tão agradável que ganhava a simpatia de todos os que lidavam com ele. Seu descanso preferido era ir a visitar templos, casas de religiosos e hospitais. Os monges tinham-lhe tão grande estima que o chamavam como consultor quando tinham que redigir os Regulamentos de seus conventos. Isto lhe deu ocasião de visitar e conhecer muito bem um grande número de casas religiosas em Espanha". Ordenado de sacerdote se fue a trabajar con un grupo de sacerdotes y pronto empezó a sobresalir por su gran elocuencia al predicar, y por el buen ejemplo de su santa conducta. Dice su biógrafo: "Su mayor afán era tratar de agradar cada día más y más a Dios y dominar las pasiones de su cuerpo". Decía confidencialmente: "Tengo miedo a mis malas obras. Mis pecados me atormentan. Veo su monstruosidad. Medito frecuentemente en el juicio que me espera, y me siento merecedor de fuertes castigos. Apenas me atrevo a mirar el cielo, abrumado por el peso de mi conciencia". Eulogio era un gran lector y por todas partes iba buscando y consiguiendo nuevos libros para leer él y prestar a sus amigos. Logró obtener las obras de San Agustín y de varios otros grandes sabios de la antigüedad (cosa que era dificilísimo en esos tiempos en que los libros se copiaban a mano, y casi nadie sabía leer ni escribir) y nunca se guardaba para él solo los conocimientos que adquiría. Trataba de hacerlos llegar al mayor número posible de amigos y discípulos. Todos los creyentes de Córdoba, especialmente sacerdotes y religiosos se fueron reuniendo alrededor de Eulogio. En el año 850 estalló la persecución contra los católicos de Córdoba. El gobierno musulmán mandó asesinar a un sacerdote y luego a un comerciante católico. Los creyentes más fervorosos se presentaron ante el alcalde de la ciudad para protestar por estas injusticias, y declarar que reconocían como jefe de su religión a Jesucristo y no a Mahoma. Enseguida los mandaron torturar y los hicieron degollar. Murieron jóvenes y viejos, en gran número. Algunos católicos que en otro tiempo habían renegado de la fe por temor, ahora repararon su falta de valor y se presentaron ante los perseguidores y murieron mártires. Algunos más flojos decían que no había que proclamar en público las creencias, pero San Eulogio se puso al frente de los más fervorosos y escribió un libro titulado "Memorial de los mártires", en el cual narra y elogia Eulogio de Córdoba, Santo con entusiasmo el martirio de Eulogio de Córdoba, Santo los que murieron por proclamar su fe en Jesucristo. A dos jóvenes católicas las llevaron a la cárcel y las amenazaron con terribles deshonras si no renegaban de su fe. Las dos estaban muy desanimadas. Lo supo San Eulogio y compuso para ellas un precioso librito: "Documento martirial", y les aseguró que el Espíritu Santo les concedería un valor que ellas nunca habían imaginado tener y que no les permitiría perder su honor. Las dos jóvenes proclamaron valientemente su fe en Jesucristo y le escribieron al santo que en el cielo rogarían por él y por los católicos de Córdoba para que no desmayaran de su fe. Fueron martirizada y pasaron gloriosamente de esta vida a la eternidad feliz. El gobierno musulmán mandó a Eulogio a la cárcel y él aprovechó esos meses para dedicarse a meditar, rezar y estudiar. Al fin logra salir de la cárcel, pero encuentra que el gobierno ha destruido los templos, ha acabado con la escuela donde él enseñaba y que sigue persiguiendo a los que creen en Jesús. Eulogio tiene que pasar diez años huyendo de sitio en sitio, por la ciudad y por los campos. Pero va recogiendo los datos de los cristianos que van siendo martirizados y los va publicando, en su "Memorial de los mártires". En el año 858 murió el Arzobispo de Toledo y los sacerdotes y los fieles eligieron a Eulogio para ser el nuevo Arzobispo. Pero el gobierno se opuso. Algo más glorioso le esperaba en seguida: el martirio. Había en Córdoba una joven llamada Lucrecia, hija de mahometanos, que deseaba vivir como católica, pero la ley se lo prohibía y quería hacerla vivir como musulmana. Entonces ella huyó de su casa y ayudada por Eulogio se refugió en casa de católicos. Pero la policía descubrió dónde estaba y el juez decretó pena de muerte para ella y para Eulogio. Llevado nuestro santo al más alto tribunal de la ciudad, uno de los fiscales le dijo: "Que el pueblo ignorante se deje matar por proclamar su fe, lo comprendemos. Pero Tú, el más sabio y apreciado de todos los cristianos de la ciudad, no debes ira sí a la muerte. Te aconsejo que te retractes de tu religión, y así salvarás tu vida". A lo cual Eulogio respondió: "Ah, si supieses los inmensos premios que nos esperan a los que proclamamos nuestra fe en Cristo, no sólo no me dirías que debo dejar mi religión, sino que tu dejarías a Mahoma y empezarías a creer en Jesús. Yo proclamo aquí solemnemente que hasta el último momento quiero ser amador y adorador de Nuestro Señor Jesucristo". Un soldado le abofeteó la mejilla derecha y nuestro santo le presentó la mejilla izquierda y fue nuevamente abofeteado. Luego lo llevaron al lugar de suplicio y le cortaron la cabeza. Poco después martirizaron también a Santa Lucrecia. San Eulogio: ¡Consíguenos un gran entusiasmo por nuestra religión!.

Santo Eustratius "Taumaturgo", Abade

 

No Monte Olimpo, na Bitínia (atual Turquia), Santo Eustratius, apelidado "Taumaturgo”, abade de Abgar (século IX).

São Felan, abade

Na Escócia, São Felan, abade do mosteiro de Santo André, notável por sua vida austera e por ter vivido na solidão (c. 710).

Santo Honoré de Buzançais, secular

Em Thenezay na região de Poitiers, Aquitânia (atual França), Saint Honore de Buzançais, que, como concessionário, dividia seu dinheiro entre os pobres e foi morto por ladrões que repreendeu (1250).

 

Beato José Pawlowski e Casimiro Grelewski,

presbíteros e mártires

 

No campo de concentração de Dachau, perto de Munique, Baviera, Alemanha, beato José Pawlowski e Casimiro Grelewski, presbíteros e mártires, por ser invadida a Polónia durante a guerra foram deportados, e consumaram o seu martírio por enforcamento (1942) .

Júlia de la Rena de Certaldo, Beata

Reclusa Agostinha

Julia de la Rena de Certaldo, Beata

Rena Júlia de Certaldo, Beata

Martirológio Romano: Em Certaldo, lugar da Toscana (hoje Itália), beata Júlia de la Rena, da Terceira Ordem de Santo Agostinho, que permaneceu encerrada numa pequena cela junto à igreja, em que viveu só para Deus (1367). Etimologia: Júlia = Nascida no sétimo mês. É de origem latina. Nasce em Toscana (Itália), não distante de Certaldo, em torno ao ano 1320, de pais de nobres vindos a menos. Órfã em sua juventude, passa ao serviço da família Tinolfi, na vizinha cidade de Florença. Após entrar em contacto com os agostinhos e conhecida sua espiritualizar, sem contar vinte anos de idade, solicita e recebe o hábito de agostinha secular. Sentindo-se chamada a uma forma de vida mais radical e austera, em plena flor de sua existência, decide abandonar a cidade e recolher-se num lugar solitário. Volta a Certaldo se aloja num pequeno local contíguo à igreja agostiniana de São Miguel e Santiago, no qual fez abrir duas minúsculas janelas, uma que dava para a igreja para poder assistir às sagradas funções, e a outra para o exterior, por onde receber o alimento que a piedade popular pudesse proporcionar-lhe. E uma vez colocado sobre a parede um grande crucifixo, com solenidade e em presença de numeroso público entre devoto e incrédulo, desde o exterior um mestre pedreiro tapou a entrada. Desde este momento nunca sairá de sua pequena reclusão. Como uma emparedada, viverá segregada do mundo por um período de aproximadamente trinta anos, percorrendo até ao fundo o longo caminho da ascética e da mística. Penitência e oração foram suas ocupações quotidianas. De sua manutenção se encarregavam os habitantes de Certaldo e seus arredores. Tradições populares referem que até os meninos, privando-se de alimentos e guloseimas, corriam em sua ajuda levando-lhe algo de comer, e que Júlia, agradecida e sorridente, em troca, até no inverno os obsequiava com flores frescas. Nada mais se sabe desta intrépida mulher, a não ser a grande veneração para com ela de seus concidadãos por semelhante vida de piedade vivida ante seus próprios olhos. Júlia morre em torno a 1370. Seu culto se iniciou imediatamente depois de sua morte, pois já em 1372 consta a dedicação de um altar na igreja junto à qual havia transcorrido a maior parte de sua vida e onde ao falecer havia sido sepultado seu corpo. Desde 1506 o alcaide concorre com os gastos da festa em honra da beata, a cujo favor várias vezes foi atribuída a libertação de pestes e contágios em toda a comarca. O culto ab immemorabili foi confirmado por Pio VII em 1819.

• Lucrécia de Córdoba, Santa

Mártir

Lucrecia de Crdoba, Santa

Lucrécia de Córdoba, Santa

Martirológio Romano: Na cidade de Córdoba, na região hispânica de Andaluzia, memória de santa Lucrécia, virgem e mártir, batizada por santo Eulógio, presbítero e mártir (859). Santa Lucrécia, foi uma donzela cordovesa, filha de pais muçulmanos. Habitava por então em Córdoba Santo Eulógio, varão famoso por sua sabedoria, seus dotes de prudência, e quando era preciso seu arrojo e valentia. A Lucrécia lhe fascinava a ideia de um Deus entregue inteiramente aos homens por amor, com um amor de benevolência, quer dizer, amor de gratuidade absoluta. Querendo instruir-se no cristianismo, acudiu ao santo. Mas nunca teve medo em seu coração. Era consciente de que os pais de Lucrécia se opunham a que deixasse a religião muçulmana. Quando Lucrécia viu que não podia viver com seus pais porque estes lhe faziam a vida impossível, foi para casa de santo Eulógio, que a recebeu com grande caridade, e como tinha muitas ocupações pastorais, a entregou a sua irmã Amilona. Os pais de Lucrécia começaram a buscar a sua filha, cuja desaparição já haviam denunciado aos juízes. Ao encontrá-la, como ela se negasse a abjurar do cristianismo, lhe deram morte decapitando-a e a atiraram ao rio Guadalquivir.

• Marcelino de Ancona, Santo

Bispo

Marcelino de Ancona, Santo

Marcelino de Ancona, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Ancona, no Piceno (hoje Itália), são Marcelino, bispo, que, segundo escreveu o papa são Gregório I Magno, por graça de Deus livrou a cidade de um incêndio (s. VI). Etimologia: Marcelino = Aquele que procede de Marte (Deus romano da guerra). Nascido na cidade italiana de Ancona, foi consagrado bispo dessa diocese em redor do ano 550. Dele escreveu São Gregório Magno referendo que livrou milagrosamente a cidade de Ancona de um grande incêndio. Quando o santo foi levado na sua cadeira, por não poder caminhar, até onde chegava o fogo, as chamas retrocederam e todo o incêndio se consumiu. Faleceu pelo ano 566

Eulogio de Cordoba, Santo
Enero 9 Memoria Litúrgica

Julia de la Rena de Certaldo, Beata
Enero 9 Reclusa Agustina

Adrián (Adriano) de Canterbury, Santo
Enero 9 Abad

Alexia (Alicia) le Clerc (María Teresa de Jesús), Beata
Enero 9 Virgen y Cofundadora

Marcelino de Ancona, Santo
Enero 9 Obispo

Julián, Santo
Enero 9 Mártir

San Felano, abad
En Escocia, san Felano, abad del monasterio de San Andrés, notable por su vida austera y por haber vivido en la soledad (c. 710).


San Eustracio “Taumaturgo”, abad
En el monte Olimpo, en Bitinia (hoy Turquía), san Eustracio, apellidado “Taumaturgo”, abad del monasterio de Abgaro (s. IX).

San Honorato de Buzançais, laico
En Thénézay, en la región de Poitiers, en Aquitania (hoy Francia), san Honorato de Buzançais, que, siendo tratante de ganado, repartía su dinero entre los pobres y fue asesinado por unos ladrones a los que reprendía (1250).


Beato Antonio Fatati, obispo
En Ancona, en la región del Piceno (hoy Italia), beato Antonio Fatati, obispo, que en todas las misiones que le encomendaron los Romanos Pontífices se mostró prudente y ecuánime, austero para sí y generoso para con los pobres y necesitados (1484).


Santas Agata Yi y Teresa Kim, mártires
En Seúl, ciudad de Corea, santas mártires Agata Yi, virgen, cuyos padres murieron también mártires, y Teresa Kim, viuda, que, estando en la cárcel, primero fueron azotadas y después degolladas (1840).


Beatos José Pawlowski y Casimiro Grelewski,, presbíteros y mártires
En el campo de concentración de Dachau, cercano a Munich, de Baviera, en Alemania, beatos José Pawlowski y Casimiro Grelewski, presbíteros y mártires, que al ser invadida Polonia durante la guerra fueron deportados, y consumaron su martirio en la horca (1942).

92880 > Sant' Adriano di Canterbury Abate 9 gennaio MR

 
36755 > Sante Agata Yi e Teresa Kim Martiri 9 gennaio MR

 
92104 > Beata Alessia Le Clerc (Maria Teresa di Gesù) Cofondatrice 9 gennaio MR

 
36745 > Beato Antonio Fatati Vescovo 9 gennaio MR

 
36720 > Sant' Eustrazio Abate 9 gennaio MR

 
93487 > San Fillano Abate 9 gennaio MR

 
90162 > Beata Giulia Della Rena da Certaldo 9 gennaio MR

 
36760 > Beati Giuseppe Pawlowski e Casimiro Grelewski Sacerdoti e martiri 9 gennaio MR

 
36710 > San Marcellino di Ancona Vescovo 9 gennaio MR

 

36730 > Sant' Onorato di Buzançais 9 gennaio MR

 

____________________________________________________________________

  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • Tero1 - Cpia
    /////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca
    0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
  • 00000000000000000000000000000000000000000000000000000000
    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso---mapa_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]
    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
    ===================================
    0000000000000000000000000000000000000000000000
    $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
    «««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
  • Nº 1525-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - LEVÍTICO (22) - 9 de Janeiro de 2013

    2013

    Apesar de no passado Domingo dia 6 ter sido o dia de REIS (ou Epifania) e o ciclo das festas de Natal

    praticamente ter cessado, o certo é que pelo menos até ao

    próximo Domingo (em que se comemora o BAPTISMO DO SENHOR em toda a Igreja)

    o ambiente mantém-se dentro do referido ciclo, pelo que continuarei a desejar as melhores

    BOAS FESTAS e um BOM ANO

    a todos os meus leitores, pelo menos até esse dia, aqui neste Blogue.

    feliz-natal_thumb_thumb_thumb_thumb_[2]

    »»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

    Caros Amigos:

    Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

    Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

    GÉNESIS, ÊXODO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1120 páginas… sejamos optimistas.

    LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

    SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

    Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

    Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

    SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

    Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

    Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

    »»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

    Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

    Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

    IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

    É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

    +++++++++++++++++++++++

    Nº 1525 - 2ª Página

    9 de Janeiro de 2013

    ANTIGO TESTAMENTO

    L E V Í T I C O

    Arca-da-Aliana_thumb_thumb_thumb_thu[2]

    22 – LEI ACERCA DAS COISAS SANTAS

    22 – LEI ACERCA DAS COISAS SANTAS – O Senhor disse a Moisés: «Dia a Aarão e aos filhos que se abstenham das coisas santas que os filhos de Israel Me consagraram, a fim de não profanarem o Meu santo nome. Eu sou o Senhor. Dir-lhes-ás: de futuro, todo o homem da vossa raça e da vossa descendência que se aproximar das coisas santas, consagradas ao Senhor pelos filhos de Israel, encontrando-se impuro, será eliminado da Minha presença. Eu sou o Senhor. Nenhum homem da raça de Aarão atingido pela lepra ou sofrendo de fluxo, comerá coisas santas até estar limpo. O mesmo acontecerá aquele que tocar em alguém contaminado por um cadáver, àquele que tiver um derramamento seminal, àquele que tocar num réptil, ficando impuro, àquele que tocar num homem que lhe transmita uma impureza, seja ela qual for. Quem tocar nestas coisas, ficará impuro até à tarde, e não comerá as coisas santas, sem ter lavado o corpo em água. Depois do pôr do sol, ficará puro>; poderá então comer, das coisas santas, porque são o seu alimento. Não comerá um animal morto ou dilacerado, para não ficar contaminado. Eu sou o Senhor. Observarão as Minhas leis, para que não incorram em pecado e morram por as ter transgredido. Eu sou o Senhor que os santifica, Nenhum profano comerá uma coisa santa; aquele que mora em casa de um sacerdote, ou é assalariado, não comerá uma coisa santa, Mas uma pessoa adquirida a dinheiro pelo sacerdote podê-la-á comer; e também os escravos nascidos em casa do sacerdote comerão o seu pão. Se a filha de um sacerdote for casada com um  profano, não comerá as santas ofertas. Mas, se a filha do sacerdote enviuvar ou for repudiada sem filhos, e voltar para casa do pai, como no tempo da juventude, poderá comer do pão do seu pai; nenhum profano, porém, o comerá. Se alguém, inadvertidamente, comer uma coisa santa, restituirá ao sacerdote o seu valor , acrescido de um  quinto. Os sacerdotes não deixarão profanar as coisas santas que os filhos de Israel oferecem ao Senhor, para que não sofram o castigo do seu delito, por terem comido as coisas santas; porque Eu sou o Senhor que as santifica». O Senhor disse a Moisés: «Fala a Aarão, aos seus filhos e a todos os filhos de Israel, e diz-lhes; qualquer homem da casa de Israel ou qualquer estrangeiro que habite em Israel, que quiser apresentar a sua oferta, em cumprimento de um  voto ou como oferta voluntária, se a oferecer ao Senhor em holocausto, deverá, para ser aceite, apresentar um macho sem defeito, escolhido entre os bois, os cordeiros ou os bodes. Não oferecereis nenhum animal que tenha defeito, porque não será aceite. Quando alguém quiser oferecer ao Senhor um sacrifício pacífico, quer em cumprimento de um  voto, quer como oferta voluntária, a vítima, tomada de gado graúdo ou miúdo, para ser aceite, não deve ter nenhum defeito. Não ofereceis ao Senhor um animal cego, aleijado, mutilado, que tenha verrugas, sarna ou dartros, e não o queimareis sobre o altar em honra do Senhor. Poderás apresentar, como oferta voluntária, um boi ou um cordeiro com um  membro comprido ou curto demais;: mas essa vítima não será aceite para o cumprimento do voto. Não oferecereis ao Senhor um  animal com os testículos pisados, esmagados, quebrantados ou cortados. Nem mesmo de um estrangeiro aceitareis nenhum desses animais para oferecer como alimento do vosso Deus; não seriam aceites por estarem mutilados e por serem defeituosos. O Senhor falou a Moisés nestes termos: «Quando nascer um novilho, um cordeiro ou um cabrito deverá ficar sete dias com a mãe; somente a partir do oitavo dia estará em condições de ser oferecido ao Senhor em sacrifício. Não degolareis um animal com o seu filho no mesmo dia, quer seja boi ou cordeiro. Quando oferecerdes ao Senhor um sacrifício de ação de graças, oferecei-o de maneira a ser aceite. A vítima deverá ser comida no mesmo dia, e não deixareis nada para o dia seguinte. Eu sou o Senhor. Guardai os mandamentos e ponde-os em prática. Eu sou o Senhor. Não profaneis o Meu santo nome, para que Eu seja santificado entre os filhos de Israel. Eu sou o Senhor que vos santifica que vos fez sair da terra do Egipto para ser vosso Deus. Eu sou o Senhor».

    Arca-da-Aliana_thumb_thumb_thumb_thu[2]

    A Arca da Aliança

    0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000

    9 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

    ANTÓNIO FONSECA

    map-1195aeac0b2f22222222222222222[2],

    http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

    000000000000000000000000000000

    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++