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Imagens e Frases de Natal Religioso

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Nº 1526 – (3) - VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (29) - 11 de Janeiro de 2013

Caros Amigos:
 
Devido a mais uma falha de minha parte (de que me penitencio desde já), esta rubrica foi interrompida desde o passado Domingo, no qual publiquei a postagem 28 em que foram referidos os Papas SEVERINO (649), JOÃO IV (640-642) e TEODORO I (642-649).
Tendo verificado esta falha agora mesmo (11-1) vou retomar a referida publicação, que espero não venha novamente a sofrer interrupções pelo mesmo motivo.
Desculpem e Obrigado. ANTONIO FONSECA
 
 
 
Nº 1526 - (3)
Desejo a continuação de
BOAS FESTAS e BOM ANO DE 2013
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Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
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SÃO MARTINHO I (649-655)
 
São Martinho I
 
São Martinho I
(649-655)
 
Era dotado de temperamento enérgico e poucos meses depois de ser eleito, em 5 de Julho de 649, convoca um concílio para São João de Latrão (Outubro de 649) que reúne 150  bispos e 30 eclesiásticos gregos, que condenaram o Ectesis, de Heraclio, e o Typus, de Constante II.
O imperador, zangado, manda para a Itália um novo exarca, Olimpo, com a incumbência de obrigar os bispos a aceitarem, a fórmula do Typus e de prender o papa, se não concordasse.
Olimpo, nada conseguindo, resolveu assassinar o papa. Finge-se piedoso e dirige-se para Santa Maria, onde o pontífice celebrava a missa solene ad Praesepe. Levava consigo um escudeiro que deveria apunhalá-lo, mas, segundo o Liber Pontificalis, deu-se um caso insólito, pois no momento de apunhalar o papa, o escudeiro ficou cego. O exarca, impressionado, faz as pazes com Martinho I e parte com o seu exército para combater os sarracenos na Sicília, onde morreu vitimado pela peste.
O imperador manda novo exarca com instruções para prender o papa e em 19 de Outubro de 653 este é feito prisioneiro e obrigado a embarcar numa nau ancorada no Tibre. Primeiro foi para Naxos, onde passou um ano de miséria, e a seguir para Constantinopla, onde, encerrado num cárcere, sofreu privações e vexames, sendo condenado à pena capital.
O patriarca de Constantinopla, doente e temeroso do castigo de Deus, pede ao imperador para que o papa não seja executado e Constante aceita, ficando Marinho cativo mais 83 dias, até que foi enviado para Quersoneso, na Crimeia, onde chegou depois de uma viagem longa de dois meses de intenso sofrimento.
Vale a pena relembrar um parágrafo da última carta de Martinho I: «Surpreende-me o total abandono de todos os que foram meus amigos, neste desterro, e enche-me de tristeza a forma como abandonaram os meus irmãos no apostolado. Carecerão, acaso, de algumas moedas para me enviar, a fim de poder mitigar a fome? Ou será o medo aos inimigos da Igreja que os faz esquecer a sua obrigação de dar de comer ao faminto? Apesar disso, continuo rezando a Deus para que mantenha na fé todos os que pertencem à Igreja».
Faleceu, amargurado e torturado mas não vencido. Foi sepultado em Constantinopla e mais tarde trasladado para Roma, onde jaz na Igreja de São Martinho.
 
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SANTO EUGÉNIO I
 
Santo Eugénio I
Santo Eugénio I
(De 654 a 657)
 
Como o imperador bizantino, Constante II, fez prisioneiro o papa São Martinho I, desterrando-o, primeiro para Constantinopla e depois para a Crimeia, forçou o clero romano a eleger um novo papa, ainda em vida do pontífice anterior.
Eleito em 10 de Agosto de 654, Eugénio foi sempre o substituto, pois, para todos, o verdadeiro papa, até à sua morte, foi São Martinho, mesmo prisioneiro.
Talvez Eugénio I se começasse a sentir o verdadeiro papa quando São Martinho escreveu, do seu desterro na Crimeia, recomendando aos fiéis e clero de Roma que obedecessem «ao Pastor que já lhes havia sido proposto».
No escasso tempo de pontificado teve de enfrentar o patriarca Pedro, de Constantinopla, que lhe propôs um acordo na questão do monotelismo, expondo-o de modo dúbio e inaceitável. Recusou e com essa atitude irritou o imperador, que o julgava mais acessível por ter sido ele a impor a sua eleição. A sua morte prematura evitou, possivelmente, que tivesse o mesmo destino de São Martinho.
A nível pastoral, santo Eugénio I ordenou que os sacerdotes observassem perpétua castidade e decretou valiosos regulamentos para a Igreja.
Segundo o Liber Pontificalis, Eugénio foi «demasiado benévolo, doce, cheio de mansidão, afável com todos e eminente na santidade».
Um ano antes da morte de Santo Eugénio, o X Concílio de Toledo colocava São Frutuoso, bispo de Dume, ao leme da Igreja bracarense, encarregando-se do governo de toda a metrópole da província da Galiza.
Treze séculos mais tarde, em 1942, a sua memória seria exaltada com a dedicação de uma Igreja em Roma, oferecida pelo mundo católico ao seu homónimo Eugénio Pacelli, então papa Pio XII, nas bodas de prata da sua sagração episcopal.
 
 
 
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SÃO VITALINO
São Vitaliano
Vitalino
(De 657 a 672)
 
Logo que foi eleito, em 30 de Julho de 657, procurou a aproximação com Bizâncio enviando legados ao imperador e ao patriarca com a notícia da sua eleição. Ambos se mostraram cativados com esta atenção e voltaram a escrever o nome do papa nos dípticos (quadro onde se inscrevem os nomes das pessoas por quem se reza) o que não sucedia desde o papa Honório.
Gregorovius interpela Vitalino por não se mostrar mais corajoso frente a um imperador que tinha assassinado um irmão e feito morrer à fome, no exílio, o papa São Martinho. Vitalino continuou a achar que o caminho da paz seria o melhor e a verdade é que Constante II resolveu deslocar-se a Roma em 663. O papa saiu a recebê-lo e acompanhou-o até São Pedro, mas o imperador não se mostrou digno dessa hospitalidade, pois despojou a cidade de muitas riquezas e quando partiu levava os barcos carregados como se tivesse vindo como conquistador e não como visita. De Roma rumou a Nápoles e dali para Siracusa, exigindo impostos em toda a parte.
De pouco lhe valeu o exagero de mando e os roubos, pois viria a ser assassinado por um escravo durante o banho. Então, os sarracenos, senhores da situação, apoderaram-se de todo o espólio que trouxera de Roma.
Durante o seu pontificado o papa teve de enfrentar a rebeldia de Mauro, arcebispo de Ravena, que pretendia eximir-se à autoridade eclesiástica de Roma, tendo o imperador a apoiá-lo.
Vitalino, depois da morte de Constante II, apoiou os direitos do seu filho Constante IV, que, por isso, se mostrou grato com o papa. Ao mesmo tempo, o sucessor de Mauro, em Ravena (671-677), reentra em comunhão com a Sé Apostólica, afastando o perigo do cisma.
Vitalino também atendeu com atenção a Igreja de Inglaterra, procurando sanar divergências entre os missionários romanos e o clero local. Numa carta de 655, dirigida ao rei Oswin, a agradecer a embaixada que lhe enviara a Roma, promete enviar-lhe um  representante para restabelecer a união, particularmente quanto às divergências ainda existentes na celebração da Páscoa. Esse representante viria a ser o monge Diodoro ou Teodoro de Tarso, que, percorrendo toda a ilha, conseguiu estabelecer uma íntima união com Roma.
Amante da música, empenhou-se no esplendor do canto religioso, havendo quem lhe atribua a introdução do órgão nas cerimónias litúrgicas.
Foi sepultado em São Pedro.
 
 
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Continua:…
Post colocado em 11-1-2013 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1527-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Levítico “24” - 11 de Janeiro de 2013

2013

Apesar de no passado Domingo dia 6 ter sido o dia de REIS (ou Epifania) e o ciclo das festas de Natal

praticamente ter cessado, o certo é que pelo menos até ao

próximo Domingo (em que se comemora o BAPTISMO DO SENHOR em toda a Igreja)

o ambiente mantém-se dentro do referido ciclo, pelo que continuarei a desejar as melhores

BOAS FESTAS e um BOM ANO

a todos os meus leitores, pelo menos até esse dia, aqui neste Blogue.

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Caros Amigos:

Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1120 páginas… sejamos optimistas.

LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1527 - 2ª Página

11 de Janeiro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

L E V Í T I C O

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24 – AS LÂMPADAS

 

24 – AS LÂMPADASO Senhor disse a Moisés: «Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite puro, de azeitonas trituradas, para a luminária, afim de alimentar permanentemente as lâmpadas. Aarão prepará-las-a fora do véu que está diante do testemunho, na tenda da reunião, a fim de arderem ininterruptamente, desde a tarde até de manhã, diante do Senhor. É uma lei perpétua para todos os vossos descendentes. E sobre o candelabro de oiro puro que ele manterá as lâmpadas continuamente diante do Senhor. Tomarás também flor de farinha e cozerás doze pães de dois décimos de efá cada um. Dispô-los-ás em duas rimas, seis em cada rima, sobre a mesa de ouro puro, diante do Senhor. Porás, sobre cada rima, incenso puro que servirá de memorial aos pães, para ser queimado em honra do Senhor. Colocar-se-ão estes pães diante do Senhor continuamente, cada dia de sábado, da parte dos filhos de Israel . É uma aliança perpétua. Pertencerá este pão a Aarão e seus filhos, que o comerão em lugar santo; porque é uma coisa santíssima que, das ofertas feitas ao Senhor, lhes é destinada. É uma lei perpétua.

 

Castigo de um blasfemo O filho duma mulher israelita, cujo pai era um egípcio, juntou-se aos filhos de Israel; levantou-se uma questão no acampamento entre este filho duma mulher israelita e um homem de Israel. O filho da mulher israelita proferiu o nome sagrado e blasfemou, pelo que o levaram à presença de Moisés. Sua mãe chamava-se Salomith, filha de Dibri, da tribo de Dan. Puseram-no em lugar seguro até o Senhor decidir o que se devia fazer. O Senhor falou assim a Moisés: Faz sair o blasfemo do acampamento: todos os que o ouviram p0nham as mãos sobre a sua cabeça, e que toda a congregação o apedreje. «Fala aos filhos de Israel nestes termos: quem ultraja o seu Deus, suportará o castigo do seu delito. Aquele quem proferir blasfémias contra o nome do Senhor, será punido com  a morte e toda a congregação o apedrejará. Quer seja estrangeiro quer seja natural do país, se proferir blasfémias contra o Nome do Senhor será punido com a morte.

 

A Lei de TaliãoQuem ferir um homem  mortalmente, será condenado à morte. Aquele que ferir um animal mortalmente, pagá-lo-á corpo a corpo. E se alguém fizer um ferimento ao seu próximo dar-se-lhe-á o mesmo que ele fez: fractura por fractura, olho por olho, dente por dente; conforme ele tiver feito a outro, assim se lhe fará. Quem matar um animal pagá-lo-á e quem matar um homem deverá morrer. Uma só lei vos governará, tanto aos estrangeiros como aos nacionais, porque Eu sou o Senhor Vosso Deus». E Moisés repetiu tudo aos filhos de Israel. levaram o blasfemo para fora do acampamento e apedrejaram-no. Os filhos de Israel fizeram o que o Senhor ordenara a Moisés.

 

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A Arca da Aliança

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11 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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