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sábado, 12 de janeiro de 2013

Pare para ouvir a música - 12 de Janeiro de 2013

 

Caros Amigos:

Este post não tem nada a ver com os temas normalmente editados por este blogue, mas é curioso – pode4 até dizer-se que é um FAIT DIVERS, – e é por isso que o coloquei aqui. António Fonseca

Os créditos são de:

Logo

Muitas histórias que circulam pela internet não são verdades, ou são “meias verdades”. A história a seguir, porém, um tanto famosa na Web, é muito verdade, e muito tocante.

Aconteceu mesmo, em 2007, na cidade de Washington, nos EUA. Um gênio (que não gostaria que usássemos essa palavra) parou na estação de metrô L’Enfant Plaza e posicionou-se contra uma parede ao lado de uma lata de lixo, usando calça jeans, camiseta de manga comprida e um boné de beisebol do Washington Nationals.

Em seguida, tirou um violino de uma pequena caixa. Colocou a caixa em aberto a seus pés, astutamente jogou alguns dólares para atrair outros mais, se virou para enfrentar o tráfego de pedestres, e começou a tocar.

Às 7h51 de uma sexta-feira, 12 de janeiro, no meio do rush matinal, um dos melhores violinistas do mundo tocou seis peças clássicas das mais elegantes já escritas, em um dos mais valiosos violinos já feitos por 43 minutos conforme 1.097 pessoas passaram.

O que acontece quando um artista de rua comum toca, todos sabemos: um ou outro transeunte dão rápidas olhadas e jogam moedas, outros muitos se irritam com a “poluição sonora” e a indução de culpa se não pagar por uma performance pela qual não pediu, enquanto raros param para apreciar o talento do próximo.

Aí vem a questão: o que um músico consagrado estava fazendo tocando em um metrô? A “pegadinha” tinha sido arranjada pelo jornal The Washington Post como uma experiência de percepção de contexto e prioridades, bem como uma avaliação do gosto do público.

Em um cenário banal em uma hora inconveniente, a beleza transcenderia?

O músico não tocava músicas populares cuja familiaridade poderia ter atraído o interesse de quem passava. Esse não era o teste. A ideia era ver se as obras-primas seculares brilhariam por si sós, fazendo com que a grandeza da música provocasse a reação da população de reconhecimento do incrível.

O que você acha que aconteceu?

Antes da pegadinha ser posta em prática, a opinião de um especialista foi pedida pelo Washington Post, que se referiu ao acontecimento como “hipotético”.

Leonard Slatkin, diretor musical da Orquestra Sinfônica Nacional dos EUA, respondeu o que ele pensava que ocorreria se um dos grandes violinistas do mundo se apresentasse anonimamente ao público na hora do rush em um metrô.

“Vamos supor que ele não é reconhecido e apenas tomado como um músico de rua. Ainda assim, eu acho que, se ele for realmente bom, não vai passar despercebido. Teria uma maior audiência na Europa, mas, sim, de 1.000 pessoas, o meu palpite é que pode haver 35 ou 40 que vão reconhecer a qualidade de seu som. Talvez 75 a 100 parem e passem algum tempo escutando”, chutou Slatkin.

Então, uma multidão se reuniria? “Ah, sim”, disse, convicto. E quanto esse músico deve ganhar? “Cerca de US$ 150 [R$ 300]”, opinou.

Em seguida, Slatkin soube que o evento não era hipotético. Tinha realmente acontecido. “Bem, quem foi o músico?”, perguntou.

Joshua Bell.

“NÃO!”.

Bell, o prodígio

Aos 39 anos, Joshua Bell é aclamado internacionalmente. Ele já tocou com as melhores orquestras por todo o mundo, mas também já apareceu em “Vila Sésamo”. Bell tocou até mesmo a trilha sonora do filme de 1998 “O Violino Vermelho”. Conforme o compositor John Corigliano aceitou o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original Dramática, creditou Bell, que, segundo ele, “toca como um deus”.

Três dias antes de sua “performance de rua”, ele se apresentou de casa cheia no imponente Boston Symphony Hall, evento no qual os “piores” assentos foram vendidos por US$ 100 (cerca de R$ 200).

Bell é um galã. Alto e bonito, simples e direto, é difícil de não notá-lo. Ao aceitar a pegadinha do jornal, apesar de estar acostumado com elogios, pediu apenas que não fosse referido como um gênio.

O evento havia sido descrito a ele como um teste para saber se, em um contexto incongruente, pessoas comuns reconheceriam genialidade. “Não me sinto confortável se você me chamar de gênio”, disse. Segundo ele, era uma palavra muito utilizada, e podia ser aplicada a alguns dos compositores cuja obra ele toca, mas não a ele. Suas habilidades são em grande parte interpretativas, argumentou.

No entanto, se tomarmos gênio como a definição é aplicada no campo da música, é exatamente o que ele é. Genialidade é um brilho congênito – uma habilidade inata e sobrenatural que se manifesta cedo, e muitas vezes de forma dramática.

Um fato intrigante sobre Bell é que ele teve suas primeiras lições musicais quando tinha 4 anos de idade, em Bloomington, Indiana (EUA). Seus pais, ambos psicólogos, decidiram dar-lhe treinamento formal depois que viram que seu filho havia amarrado faixas de borracha nas gavetas de sua cômoda e estava replicando melodias clássicas apenas de ouvido, movendo as gavetas para variar o tom. Se isso não for uma criança prodígio, não sei o que é.

http://youtu.be/hnOPu0_YWhw
O dia D

Bell levou para seu show anônimo o mesmo instrumento que sempre toca: chamado Gibson ex Huberman, é um violino artesanal feito em 1713 por Antonio Stradivari durante o “período de ouro” do mestre italiano, no final de sua carreira. Nenhum violino soa tão maravilhoso quanto Stradivarius da década de 1710, diria qualquer especialista.

Bell toma o maior cuidado com seu instrumento. Nada pode acontecer com ele, ou o som que ele produz pode ser diferente. A frente do violino está em estado quase perfeito, com um lustroso brilho. A parte de trás, no entanto, é uma bagunça; seu acabamento escuro avermelhado vai se esvaindo até uma seção de madeira nua.

Isso porque a parte de trás nunca foi refeita, e está com seu verniz original. Muitas pessoas atribuem os aspectos do som de um violino ao verniz. Cada fabricante tinha a sua própria fórmula secreta. Acredita-se que a de Stradivari era um coquetel engenhosamente equilibrado de mel, clara de ovos e goma arábica de árvores da África subsariana. E este instrumento em particular tem um passado cheio de mistério. Por duas vezes, foi roubado de seu proprietário prévio, o polonês Bronislaw Huberman.

A primeira vez, em 1919, desapareceu do quarto de Huberman em Viena, mas foi rapidamente devolvido. Da segunda vez, quase 20 anos mais tarde, foi pego de seu camarim no Carnegie Hall. Somente em 1985 o ladrão – um violinista de Nova York – fez uma confissão no seu leito de morte a sua esposa, e devolveu o instrumento.

Bell o comprou alguns anos atrás. Para tanto, teve que vender seu próprio Stradivarius e dar muito mais. O preço foi relatado em cerca de US$ 3,5 milhões (R$ 7 mi).

Naquela sexta, pessoas esperando o metrô ganhariam algo provavelmente mais caro do que poderiam pagar: um concerto de um dos músicos mais famosos do mundo de graça. Isso, é claro, se o notassem.

Bell decidiu começar sua apresentação com “Chaconne”, de Partita nº 2 de Johann Sebastian Bach em D Menor. Segundo ele, “não apenas é uma das maiores peças de música já escritas, mas uma das maiores conquistas de qualquer homem na história. É uma peça espiritualmente poderosa, emocionalmente poderosa, estruturalmente perfeita. Além disso, foi escrita para um solo de violino, por isso não estarei fazendo alguma versão meia-boca”.

Bell não disse, mas a peça também é considerada uma das mais difíceis de se dominar. Muitos tentam, poucos conseguem. É exaustivamente longa – 14 minutos – e consiste inteiramente de uma única progressão sucinta repetida em dezenas de variações para criar uma arquitetura assustadoramente complexa. Composta por volta de 1720, na véspera do Iluminismo europeu, é dita como uma celebração da amplitude da possibilidade humana.

Ele realmente não fez uma versão meia-boca: tocou com um entusiasmo acrobático, seu corpo inclinando-se para a música e arqueando na ponta dos pés nas notas altas. O som era quase sinfônico.

No entanto, três minutos se passaram até que algo aconteceu. 63 pessoas já haviam passado quando, finalmente, um homem de meia-idade alterou sua marcha por uma fração de segundo, virando a cabeça para perceber que tinha um cara tocando música. Só isso.

Meio minuto mais tarde, Bell conseguiu sua primeira doação. Uma mulher jogou um dinheirinho e continuou andando. Mais seis minutos depois, alguém finalmente se recostou contra uma parede para escutar.

Esse alguém era John David Mortensen. Ele não entende de música clássica. Mas, pela primeira vez em sua vida, parou para ouvir um músico de rua. Ele tinha três minutos para gastar, e ficou ali todos eles. No fim, outra atitude inédita: deu dinheiro a um músico de rua. Ele não soube dizer por que, mas algo sobre a peça o deixou em paz.

Depois de “Chaconne”, veio “Ave Maria” de Franz Schubert, que surpreendeu alguns críticos de música quando foi estreada em 1825: Schubert raramente mostrava sentimento religioso em suas composições, mas “Ave Maria” é uma obra de tirar o fôlego.

Um par de minutos se passa, e algo revelador acontece. Uma mulher e seu filho, em idade pré-escolar, emergem da escada rolante. A mulher anda rapidamente, segurando a mão da criança.

Sheron Parker está com pressa. Seu filho Evan, 3 anos, está intrigado, no entanto. Ele fica se deslocando, olhando para trás, tentando assistir Joshua Bell. Ele queria parar e ouvir, mas Sheron não podia. Ela habilmente se pôs entre Evan e Bell, cortando sua linha de visão. Mais tarde, quando soube o que havia perdido, riu. “Evan é muito inteligente!”, disse.

Crianças são mesmo inteligentes. Não houve padrão étnico ou demográfico para distinguir as pessoas que ficaram para assistir Bell, ou que lhe deram dinheiro. Brancos, negros e asiáticos, jovens e velhos, homens e mulheres, foram representados em todos os grupos. Mas um comportamento manteve-se absolutamente constante: toda vez que uma criança passava, tentava parar e assistir. Todas as vezes, um pai puxou a criança embora.

Bell toca em seguida a peça de Manuel Ponce “Estrellita”, então uma peça de Jules Massenet, e então começa novamente uma de Bach.

Conclusão: sete pessoas pararam o que estavam fazendo para lhe ouvir pelo menos por um minuto. 27 lhe deram dinheiro, a maioria deles sem parar; um total de US$ 32,17 (cerca de R$ 65). 1.070 pessoas sequer se viraram para olhá-lo.

Segundo Bell, nesse tempo todo, há seis momentos particularmente dolorosos de reviver: o que acontece logo após cada peça termina, que é… nada. A música para. As mesmas pessoas que não tinham o notado continuando não o notando. Nenhum aplauso, nenhum reconhecimento.

Observando o vídeo semanas depois, Bell se encontra mistificado por uma única coisa. Ele entende por que não há uma multidão o ouvindo na hora do rush, mas fica surpreso com o número de pessoas que não prestam atenção nenhuma nele, como se fosse invisível, quando na verdade está fazendo MUITO barulho.

E é verdade. Portanto, aqueles que passam, cabeça para a frente, como se não tivesse nenhum som ali, são totalmente alheios ao seu redor? Bell se pergunta se a sua desatenção pode ser deliberada: se você não tomar nota do músico, você não tem que se sentir culpado por não dar dinheiro.

Pode ser verdade, mas ninguém deu essa explicação. As pessoas simplesmente disseram que estavam ocupadas, tinham outras coisas em sua cabeça. Algumas pessoas que estavam falando em celulares gritaram mais alto quando passaram por Bell, tentando competir com o barulho infernal.

Na preparação para este evento, os editores do The Post discutiram como lidar com prováveis resultados. A suposição mais difundida era de que poderia haver um problema com o controle da multidão: eles achavam que várias pessoas reconheceriam Bell.

Conforme se reunissem, se uma multidão se formasse, câmaras provavelmente começariam a piscar, mais pessoas começariam a chegar, então o que aconteceria? Atrapalharia o metrô? Causaria brigas?

No fim das contas, apenas uma pessoa ficou mais de 9 minutos ouvindo Bell – John Picarello, porque gostava de música clássica e realmente adorou o que ouviu, distinguindo que era um músico muito bom que estava a sua frente.

E apenas uma pessoa realmente reconheceu Bell. Stacy Furukawa havia visto Bell tocar em um concerto antes, e certamente parou, surpresa, para ouvi-lo no metrô. “Foi a coisa mais impressionante que eu já vi em Washington”, diz Furukawa. “Joshua Bell estava lá tocando na hora do rush, e as pessoas não paravam, e nem mesmo olhavam, e alguns jogaram moedas para ele! Moedas!”, comentou. Graças a ela, que lhe deu US$ 20, a contagem final chegou a US$ 32,17.

Sim, algumas pessoas deram centavos ao cara que foi, semanas depois desse dia, aclamado o melhor músico clássico da América pelo prêmio Avery Fisher.

Não reconhecemos o belo, ou o belo é irrelevante?

Slatkin errou. Nunca houve uma multidão, nem mesmo por um segundo.

Foi tudo filmado por uma câmara escondida. Você pode reproduzir a gravação uma ou 15 vezes, nunca fica mais fácil de assistir.

Se um grande músico toca incríveis músicas e ninguém ouve… Será que ele é realmente bom?

Esse é um velho debate epistemológico. Platão já pesou sobre o assunto, assim como filósofos de dois milênios depois. O que é beleza?

É um fato mensurável (Gottfried Leibniz), ou apenas um parecer (David Hume), ou é um pouco de cada um, colorido pelo estado imediato da mente do observador (Immanuel Kant)?

Kant pode estar certo.

“No início, eu estava apenas concentrado em tocar a música. Eu não estava realmente vendo o que estava acontecendo ao meu redor. Quando você toca uma peça para violino, você é um contador de histórias, e você está contando uma história”, diz Bell.

Eventualmente, porém, ele começou a roubar um olhar de soslaio. “Foi uma sensação estranha, de que as pessoas estavam na verdade, ah…”. A palavra não vem facilmente. “… Ignorando-me”, fala, por fim.

“Em um concerto, fico chateado se alguém tosse ou se o celular de alguém toca. Mas lá, as minhas expectativas diminuíram rapidamente. Comecei a apreciar qualquer reconhecimento, mesmo um olhar ligeiro. Eu ficava estranhamente grato quando alguém jogava um dólar, em vez de moedas”, conta. E isso vem de um homem cujo talento pode exigir US$ 1.000 (cerca de R$ 2 mil) por minuto.

Mark Leithauser é o curador sênior da National Gallery, e supervisiona o enquadramento das pinturas. Ele acha que tem alguma ideia do que aconteceu naquela estação de metro.

Fora de contexto, Leithauser acredita que mesmo especialistas não reconheceriam uma obra-prima. Poderiam notar a similaridade, mas talvez não validariam um quadro famoso ou valioso pendurado sem uma moldura elegante em um restaurante qualquer.

Portanto, ele acha que não devemos rotular prontamente os transeuntes americanos de “não sofisticados”. O contexto importa.

Kant concorda. Ele já argumentou que a habilidade de apreciar a beleza está relacionada com a habilidade de fazer julgamentos morais. Mas há uma ressalva. Para adequadamente apreciar a beleza, as condições de visualização devem ser ideais.

No metrô, com pressa, indo ao trabalho, de fato não é o momento ideal para apreciar Joshua Bell. E, fora de contexto, é difícil reconhecê-lo – como de fato foi, até mesmo para o cara que se sentou lá 9 minutos e gostava de música clássica – e de Bell.

Vamos dizer que Kant está certo. Vamos aceitar que não podemos olhar para o que aconteceu em 12 de janeiro de 2007 e fazer qualquer julgamento sobre a sofisticação do povo ou a sua capacidade de apreciar a beleza.

Mas e sobre sua capacidade de apreciar a vida?

Estamos ocupados. Somos ocupados. A vida moderna nos leva a uma constante busca pela acumulação de riqueza. Mas e o resto?

Se não temos tempo para parar um momento e ouvir um dos melhores músicos da Terra tocar algumas das melhores músicas já escritas, então o que mais estamos perdendo? Nossas prioridades estão todas erradas?

Isso somente cada um pode dizer a si mesmo. Eu sei que, da próxima vez que passar por qualquer alguém tocando qualquer coisa, vou fazer meu máximo para ouvir. Antes perder meu tempo com coisas demais do que perder meu tempo com coisas de menos.[WashigtonPost]

Posted em 12-Janeiro-2013  -  23H10

 

ANTÓNIO FONSECA

Aos movimentos Pró Vida – Combatamos o Aborto, casamentos Gay, etc., - 12 de Janeiro de 2013

PORTUGUESES e PORTUGUESAS

Meio milhão de franceses sairão às ruas em defesa do matrimônio

Posted: 10 Jan 2013 09:45 AM PST

PARIS, 10 Jan. 13 / 11:19 am (ACI/EWTN Noticias).- No próximo dia 13 de janeiro as ruas da França estarão lotadas por 500 mil pessoas em defesa do autêntico matrimônio e que expressarão sua desconformidade com o projeto de lei para legalizar as uniões homossexuais e a adoção por parte destes casais, uma iniciativa promovida [...]

Seguem-se notícias publicadas no blogue de Biblia Catolica News

 

Porque não há-de o Povo Português fazer também o mesmo?

Está aqui lançado o repto:

A homossexualidade, o aborto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a pedofilia, as “aberrações sexuais”, etc., são um pecado contra Deus e são impróprias da Humanidade; além disso são uma das causas que motivarão o Fim dos Tempos previsto no Apocalipse, do qual estamos cada vez mais próximos.

 

 

Do site:

Biblia Catolica News

 

novembro 2012 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Vídeos

57

PARIS, 20 Nov. 12 / 01:19 pm (ACI/EWTN Noticias).- Uma maré humana de 250 mil pessoas saiu às ruas na França para expressar seu apoio ao autêntico matrimónio, formado por um homem e uma mulher, e manifestar seu rechaço ao projeto de uniões gay que atualmente está em debate nesse país.

As centenas de milhares de franceses que saíram às ruas de Paris, Toulouse (10 mil), Lyon (27 mil), Marselle (8 mil), Nantes (4 500) e Rennes (2 500) entre outras cidades francesas como Metz, Dijon e Bordeaux, expressaram seu absoluto rechaço à proposta do presidente da França, François Hollande, de equiparar as uniões gay ao matrimônio.

A jornada em defesa do matrimônio e da família realizou-se no sábado 17 de novembro. Pessoas de distintos credos e sem distinção de afinidade política, levando balões azul, branco e rosa, reuniram-se para recordar que as crianças têm direito a ter um pai e uma mãe.

Entre os distintos lemas que observados nos cartazes estiveram: “Não há nada melhor para uma criança que ter pai e mãe”, “Nem progenitor A nem B: pai e mãe são iguais e complementares”, “As crianças nascem com direito a pai e mãe”, “Não ao projeto do matrimônio gay”, entre outros.

Uma das manifestantes, que participou da marcha em Paris, ressaltou que “o matrimônio é a união entre um homem e uma mulher. Essa é a base da sociedade”.

Em Lyon marcharam juntos o Arcebispo local, Cardeal Philippe Barbarin, e o reitor da mesquita muçulmana da cidade, Kamel Kabtane, que assinalou: “compartilhamos os mesmos valores fundamentais e devemos defendê-los juntos”.

Nesta cidade os que apoiam o mal chamado “matrimônio” gay organizaram uma violenta contra-manifestação que teve que ser controlada pela polícia, que prendeu 50 pessoas identificadas como simpatizantes de organizações pró-gay.

Também umas poucas ativistas do grupo feminista “Fem” tentaram opacar a manifestação a favor do matrimônio. Marcharam seminuas, com véus à maneira de religiosas católicas e com mensagens contrárias à Igreja pintados sobre o tórax.

O presidente François Hollande prometeu em sua campanha eleitoral apoiar o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e no dia 7 de novembro apresentou o polêmico projeto ante o conselho de ministros, que ganha cada vez mais oposição por parte do povo da França.

A doutrina católica não aprova o mal chamado “matrimônio” gay porque atenta contra a natureza, sentido e significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

A Santa Sé e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar “modelos alternativos” de vida familiar e conjugal atentam contra a célula fundamental da sociedade.

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Eslováquia: Parlamento rechaça “matrimônio” gay

6 novembro 2012 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Mundo

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BRATISLAVA, 06 Nov. 12 / 03:15 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Parlamento da Eslováquia rechaçou nesta quinta-feira com 94 votos contra 14 um projeto de lei apresentado por partidos de oposição para legalizar as uniões homossexuais.

Conforme informou a agência Reuters, durante dois dias de intenso debate, os defensores do verdadeiro matrimônio advertiram que dar às uniões do mesmo sexo um status jurídico equivalente ao matrimônio heterossexual era um risco para a sociedade por ir contra os valores tradicionais.

Do mesmo modo, a também opositora Democracia Cristã advertiu que este projeto de lei afetaria todo o sistema jurídico do país e mudaria o rosto de uma nação onde 62 por cento se declara católico.

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14 março 2012 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Mundo

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Buenos Aires, 13 Mar. 12 / 12:14 am (ACI)

A plataforma de cidadãos Argentinos Alerta informou um que a marcha do orgulho gay, programada para o dia 9 de março na localidade de San Rafael, em Mendoza, foi um fracasso, porque o público não superou meia centena e a sua maioria não eram homossexuais.

Efetivamente, inúmeras testemunhas relataram que a maioria dos participantes na manifestação não eram gays, mas membros de partidos de esquerda e de órgãos que dizem defender os direitos humanos.

Graças à solicitação realizada pela plataforma cidadã argentina as autoridades, a desastrosa convocatória não passou em frente da Catedral de San Rafael, onde 250 fieis católicos estavam reunidos para proteger o templo contra qualquer possível ataque.

Dias antes da marcha, os defensores do matrimónio e da família criticaram a diluída marcha do orgulho gay, pois “era um verdadeiro ato de agressão e provocação, já que foi eleita a cidade de San Rafael por esta ser uma cidade manifestamente católica”.

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França rejeita o “matrimônio” gay

15 junho 2011 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Mundo

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PARIS, 14 Jun. 11 / 07:06 pm (ACI/Europa Press)

A Assembleia Nacional francesa rechaçou esta terça-feira 14 de junho uma proposta de lei exposta pela Partido Socialista para aprovar o “matrimônio” homossexual, depois que o de centro-direita fez valer sua maioria na câmara.

A iniciativa obteve 222 votos a favor e 293 em contra, o que confirmou um resultado antecipado da semana passada, quando foi apresentada a proposta. Não obstante, vários deputados do partido governante União por um Movimento Popular (UMP) votaram a favor.

O representante do Partido Socialista encarregado de defender o texto, Patrick Bloche, defendeu a lei porque se trata de “derrubar uma discriminação”. Neste sentido, pediu à direita que se unisse à proposta e levasse a França a “uma nova etapa na igualdade de direitos”.

Uma das vozes contrárias ao documento, o deputado da UMP Michel Diefenbacher, esclareceu que a formação está “contra a homofobia”, mas que não por isso querem mudar “a imagem e a função do matrimônio”, que definiu como “uma instituição” encarregada “do amparo do mais fraco, começando pela mulher”.

Mais crítico se mostrou o deputado Christian Vanneste, conhecido por suas declarações críticas à comunidade gay e que qualificou de “aberração antropológica” o matrimônio homossexual, porque o objetivo destas uniões é que “a sociedade deva assegurar sua continuidade”. Tudo o que não seja condizente com este objetivo, acrescentou, é “uma questão de moda”.

A líder do ultradireitista Frente Nacional, Marine Le Pen, uma das firmes opositoras ao “matrimônio” gay, chegou a compará-lo com a poligamia, conforme informa o periódico Libération.

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Quase um milhão de espanhóis marcharam contra lei do aborto e pelo direito à Vida

9 março 2010 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Mundo

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MADRI, 08 Mar. 10 / 03:41 pm (ACI).- Quase um milhão de espanhóis saíram este domingo às ruas das diversas cidades do país para defender o direito do não nascido e para exigir ao governo socialista de Rodríguez Zapatero a derrogação da “Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva e da Interrupção Voluntária da Gravidez”, a lei do aborto aprovada pelo Senado e finalmente assinada pelo Rei Juan Carlos.

302 Associações pró-vida convocaram a imponente “Marcha Internacional pela Vida 2010″ celebrada simultaneamente na maior parte das capitais de províncias da Espanha.

A mais importante das manifestações teve lugar sem dúvida em Madrid, onde mais de 600.000 pessoas, muitas delas famílias inteiras, marcharam entre a Plaza Cibeles e a Porta do Sol com camisetas vermelhas, globos e cartazes. O ato em Madrid concluiu com a leitura, pela jornalista Sonsoles Calavera, do manifesto que exige a derrogação da nova Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva e Interrupção Voluntária da Gravidez.

Outras 10.000 pessoas se concentram em Castilla e León, em um clima pacífico e familiar, para protestar contra a recente aprovação na Espanha da lei do aborto mais permissiva da Europa. A mobilização mais numerosa da província teve lugar em Burgos, onde se reuniram 5.000 pessoas, seguida de Soria, com 1.500.

Em Sevilha, ao sul do país, mais de 7,000 manifestantes convocados por todas as irmandades e confrarias de Sevilha se concentraram este domingo em Sevilha para a “III Marcha pela Vida” local, para defender os direitos da mulher grávida e dos não-nascidos e exigir a derrogação da “Lei Orgânica de Saúde Sexual e Reprodutiva e da Interrupção Voluntária da Gravidez”.

Outras 5.000 partiram nas principais cidades da Galícia (La Coruña, Vigo, Pontevedra e Ferrol), enquanto que Barcelona foi cenário da concentração para reivindicar a defesa do direito à vida das crianças não nascidas e rechaçar a nova Lei do aborto.

Mais de 3.000 pessoas encheram a praça Bonanova e seus arredores em Barcelona levando numerosos cartazes, pósteres e globos; enquanto no estrado se alternavam várias intervenções e atuações dirigidas às crianças.

Tania Fernández, da plataforma “Direito a Viver”, recordou em Barcelona que em 8 de março é o Dia Internacional da Mulher e destacou que o aborto é também “violência contra as mulheres grávidas e as meninas que representam mais da metade de abortos que se produzem”.

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Post colocado em

12-1-2013  -  16H35

ANTÓNIO FONSECA

França, Eslováquia, Argentina, Espanha, respondem aos defensores do Homossexualismo e casamentos “gay’s” - 12 de Janeiro de 2013

 

O que Portugal e outros países "”avançados ou práfrentex… deviam fazer … e não fazem por C O B A R D I A perante os poderes instalados… (PS, PCP, Bloco de Esquerda, Verdes e, infelizmente também alguns infiltrados no PSD e no CDS).

 

 

Do site:

Biblia Catolica News

 

 

Biblia Catolica News


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Meio milhão de franceses sairão às ruas em defesa do matrimônio

Posted: 10 Jan 2013 09:45 AM PST

PARIS, 10 Jan. 13 / 11:19 am (ACI/EWTN Noticias).- No próximo dia 13 de janeiro as ruas da França estarão lotadas por 500 mil pessoas em defesa do autêntico matrimônio e que expressarão sua desconformidade com o projeto de lei para legalizar as uniões homossexuais e a adoção por parte destes casais, uma iniciativa promovida [...]

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Post colocado em 12-1-13  -  15H50

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1527 - (3) - VIDAS DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (30) - 12 de Janeiro de 2013

 
 
Nº 1527 - (3)
Desejo a continuação de
BOAS FESTAS e BOM ANO DE 2013
===============
Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
*********************************
DEODATO II
 
Adeodato II
Deodato II
(672-676)
 
Foi eleito em 11 de Abril de 672 e teve um pontificado de certo modo calmo, sem enfrentar Constantinopla, que continuava monotelista.
Foi o primeiro papa a usar nas suas leituras a fórmula «salutem et apostolicam benedictionem» e apoiou o imperador Constantino IV, o que lhe valeu também o apoio deste por causa do papado.
Concedeu aos Venezianos o direito a escolherem um príncipe ou magistrado com, o título de Duce.
Desenvolveu grande trabalho apostólico ao iniciar a conversão à verdadeira fé dos maronitas, cristãos de origem síria.
Uma das suas grandes preocupações foi a invasão da Sicília pelos muçulmanos, que saquearam a ilha, retirando-se com os barcos carregados de despojos, entre eles, as riquezas levadas de Roma pelo assassino de Constante II.
Segundo o Liber Pontificalis fez-se admirar pela sua grandeza de alma, com uma caridade sem limites, especialmente para com os estrangeiros e os peregrinos.
Procedeu a obras de restauração do seu antigo convento no monte Célio e também de várias igrejas de Roma.
 
 
*****************************
DONO
 
Dono
Dono
(De 676 a 678)
 
No seu pontificado, que teve início em 2 de Setembro de 676, viu terminado o Cisma de Ravena, quando o sucessor de Mauro, Reparato, se submeteu a Roma, renunciando à autonomia estabelecida por Mauro com o apoio de Bizâncio.
Durante o seu breve pontificado enviou núncios a muitas Igrejas do Ocidente e incentivou os bispos de Taier, nas margens do Mosela e de Cambridge, a cuidar e a engrandecer as escolas que aí se haviam estabelecido.
Graças à paz com o imperador, mandou construir várias igrejas e embelezar a cidade de Roma.
O imperador Constantino Pogonato, desejoso de normalizar as relações entre Constantinopla e Roma, teve, com a sua intervenção, um papel preponderante na resolução deste diferendo e escreveu uma carta amável a Dono, pedindo-lhe o envio de legados para solucionar as divergências, mas quando a carta do imperador chegou a Roma já Dono tinha falecido.
O Liber Pontificalis atribui-lhe a pavimentação do átrio de São Pedro em mármore e a restauração da Igreja de Santa Eufémia, na Via Ápia.
 
 
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SANTO AGATÃO
 
Santo Agatão
Santo Agatão
(De 678 a 681)
 
Filho de uma família rica, distribuiu pelos pobres todos os seus bens e recolheu a um mosteiro beneditino.
Segundo algumas fontes teria 103 anos quando foi eleito papa, em 22 ou 27 de Junho de 678, embora estivesse perfeitamente lúcido.
Logo no início do pontificado recebeu a carta que o imperador tinha enviado ao papa Dono I e ficou encantado com a proposta de entendimento no campo doutrinal.
Para preparar o encontro de Constantinopla, Agatão ordenou aos bispos do Ocidente que se preparassem em sínodos o que se trataria no concílio alargado que se celebraria em Roma. Depois, escreveu ao imperador a expor a sua fé em conformidade com o Concílio de Latrão, de 649, e a informar quais os legados que enviaria a Constantinopla. Finalmente, em 7 de Novembro de 680, abriu o desejado concílio, com 174 participantes, sob a presidência dos legados papais e a presidência honorária do imperador. O local escolhido foi o próprio palácio imperial, numa sala chamada “trulo”, que daria o nome de “trulano” ao concílio.
Depois de apresentadas as atas dos concílios anteriores, foi lida uma carta do papa Agatão, em que salientava claramente a infalibilidade magisterial do vigário de Cristo, com incidência especial no já exposto caso do papa Honório.
Os bispos, em carta colectiva, respondem a Agatão reconhecendo-lhe a autoridade suprema. Quanto ao imperador Pogonato, não hesitou em declarar perante todos: «A luz da fé brilhou para todos nós vinda do Ocidente, Pedro falou pela boca de Agatão».
Enquanto decorria este III Concílio de Constantinopla (IV Concílio Ecuménico) a cidade de Roma foi assolada por uma devastadora epidemia.
Agatão distinguiu-se pela sua bondade e caridade com todos, falecendo, talvez vítima da peste, ao que se crê com 107 anos, um caso raro de longevidade e inédito na história dos papas.
 
 
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Continua:…
Post colocado em 12-1-2013 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1528-6 - IN MEMORIAN de Pde Mário Salgueirinho - 12 de Janeiro de 2013

(Post para publicação em 12 de Janeiro de 2013 – 10,30 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011

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Do livro “Caminhos da Felicidade”
INSTRUMENTOS MUSICAIS

 

À volta de grandes acontecimentos, há sempre pequenas coisas e pequenos episódios com muito valor.
Reuniram-se há dias em Lisboa jovens de todo o mundo. Atuaram vários grupos musicais, nacionais e estrangeiros.
Um deles tem uma característica insólita. Todos os seus instrumentos musicais são feitos de material recolhido nos caixotes de lixo. Um pequeno bidão de plástico é um bombo. Garrafas e espanadores forma outros instrumentos, etc.. E tocam afinados e movimentados.
O organizador desta banda inglesa disse que têm, percorrido o mundo inteiro com muito agrado. E explicou – «Fomos aos caixotes de lixo buscar material para os nossos instrumentos. Queremos mostrar que há muita gente atirada para o lixo, que aproveitada, recuperada, pode produzir coisas de muito valor e de muita beleza».
A lição está aprendida. Aí pelos caminhos há muita gente julgada inútil, tida como lixo, mas com muito valor virtual oculto, desconhecido.
Se soubermos procurar e e descobrir, aproveitar e recuperar essas pessoas, elas poderão ser de extraordinária importância para a família e para a sociedade.
O lema dessa reunião de jovens era construir um mundo melhor.
Todos os jovens, jovens de todas as idades – estão convidados a empenhar-se por todos os meios, com  todas as suas capacidades, na construção de um mundo melhor.

 

Porto, Dezembro de 1998
Mário Salgueirinho
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Do livro “Dar é receber”

OLHAR O MUNDO DE OLHOS ENXUTOS 

 

Vejamos como é bela e oportuna esta oração de um  missionário: – «Senhor, perdoai-nos por olharmos o mundo de olhos enxutos».
Os acontecimentos do mundo chegam até nós com rapidez e realismo, muitas vezes em imagens impressionantes, mostrando-nos a enorme gama de sofrimento da terra inteira.
Vemos corpos esqueléticos de crianças, jovens, adultos e idosos, devorados pela fome e por doenças mortais, como a sida e a lepra.
E olhamos de olhos enxutos…
Vemos imagens horrorosas de terrorismo bárbaro, suicida, que mata tanta gente inocente.
E olhamos de olhos enxutos…
Vemos pela janela da televisão, inundações, terramotos e tempestades, que ceifam vidas e haveres materiais.

E olhamos de olhos enxutos…

Vemos incêndios devoradores, que deixam cinzas no terreno e cinzas na alma das vítimas despojadas.

E olhamos de olhos enxutos…

Ouvimos notícias macabras de violações, violência conjugal, de assassinatos passionais, de homicídios encomendados e pagos, e abuso de crianças…

E olhamos de olhos enxutos…

Vemos festas de opulência e luxo, ao lado de gente faminta, a viver em barracas imundas, como animais irracionais ou na rua, sem a dignidade humana a que têm direito.

E olhamos de olhos enxutos… sem uma lágrima de emoção e compaixão.

Que Deus nos perdoe a nossa indiferença, a nossa falta de sensibilidade e compaixão, o nosso egoísmo gelado, os nossos pecados sociais…

- «SENHOR, PERDOAI-NOS POR OLHARMOS O MUNDO DE OLHOS ENXUTOS…»

Porto, Dezembro/2003
Mário Salgueirinho
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
A publicar em:
12-Janeiro-2013 - 10,30 horas
António Fonseca

Nº 1528-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - LEVÍTICO “25” - 12 de Janeiro de 2013

2013

Apesar de no passado Domingo dia 6 ter sido o dia de REIS (ou Epifania) e o ciclo das festas de Natal

praticamente ter cessado, o certo é que pelo menos até ao

próximo Domingo (em que se comemora o BAPTISMO DO SENHOR em toda a Igreja)

o ambiente mantém-se dentro do referido ciclo, pelo que continuarei a desejar as melhores

BOAS FESTAS e um BOM ANO

a todos os meus leitores, pelo menos até esse dia, aqui neste Blogue.

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Caros Amigos:

Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1120 páginas… sejamos optimistas.

LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1528 - 2ª Página

12 de Janeiro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

L E V Í T I C O

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24 – ANO SABÁTICO

24 – ANO SABÁTICO O Senhor falou a Moisés, no Monte Sinai, nestes termos: «Fala aos filhos de Israel e diz-lhes: Quando entrardes na terra que vos dou, a terra será submetida a um descanso, em honra do Senhor. Semearás o teu campo durante seis anos, durante seis anos trabalharás na tua vinha e recolherás o seu fruto; mas no sétimo ano será concedido à terra um descanso, um sábado em honra do Senhor. Não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha. Não colherás o que nascer dos grãos caídos durante a tua ceifa, nem vindimarás as uvas da tua vinha que não foi podada. Será um ano de descanso para a terra. O que a terra produzir durante o seu descanso, servir-vos-á de alimento, a ti, ao teu escravo, à tua serva, ao teu jornaleiro e ao estrangeiro que vive contigo. O teu gado, assim como os animais selvagens da tua terra, poderão alimentar-se com todos esses frutos.

 

Ano jubilar Contarás sete anos sabáticos, sete vezes sete anos, de forma que a duração destes sete anos sabáticos corresponderá a quarenta e nove anos. Depois, farás retinir a trombeta no décimo dia do sétimo mês. No dia das expiações, fareis retinir o som da trombeta através de toda a vossa terra. Santificareis o quinquagésimo ano, proclamando no país a liberdade de todos os que o habitam. Este ano será para vós jubileu, cada um de vós recobrará a sua propriedade e voltará para a sua família. O quinquagésimo ano é o ano do jubileu. Não semeareis, não colhereis os frutos, nem vindimareis as vinhas que não foram podadas, porque este ano é jubileu, e deve ser uma coisa santa para vós. E, da mesma forma, o campo, cujo fruto comerás. Neste ano jubilar, cada um de vós recobrará a sua propriedade. Se, então, fizeres uma venda ao teu próximo, ou se adquirires alguma casa de sua mão, não vos prejudiqueis um ao outro: Farás essa compra ao próximo, tendo em conta os anos decorridos desde o jubileu, e ele fará essa venda tendo em conta os anos de colheita. Conforme os anos foram mais ou menos numerosos, assim tu pagarás mais ou menos o que adquirires, porque é um número de colheitas que ele te vende. Não vos prejudiqueis uns aos outros. Teme o teu Deus, porque Eu sou o Senhor vosso Deus. Cumpri os Meus preceitos, guardai e praticai as Minhas leis, e vivereis em segurança no país. A terra dará os seus frutos, com os quais vos sustentareis abundantemente, e nela residirás tranquilamente. se disserdes: Que comeremos no sétimo ano, pois não podemos semear nem colher as nossas colheitas? Então, Eu vos concederei a Minha bênção no sexto ano, de tal forma que produzirá a colheita de três anos: e quando semeardes no oitavo ano, vivereis da colheita anterior até ao nono ano. Até que se proceda à sua colheita, vivereis da anterior».

Resgate de propriedades e de escravosNenhuma terra será vendida definitivamente porque a terra pertence-Me, e vós sois apenas estrangeiros e hóspedes na Minha casa. Portanto, concedereis o direito de resgate das terras em todo o país que possuirdes. Se o teu irmão, encontrando-se em dificuldades, vender uma parte da sua propriedade, o seu parente mais próximo terá o direito de resgatar o que o seu irmão vendeu. Se um homem não tiver ninguém que resgate a sua propriedade e recobrar meios suficientes para o resgate, calculará os anos da venda, entregará o excedente ao vendedor e recobrará a sua propriedade. Se não tiver recursos suficientes para esta restituição, o que foi vendido continuará na posse do comprador, até ao ano jubilar; então ficará livre, voltará à posse do vendedor. Se um homem vender uma casa de habitação, situada numa cidade  murada, o direito de resgate durará até ao fim do ano de venda; o seu direito ao resgate durará um ano inteiro. Se a casa, situada numa cidade murada, não for resgatada, no prazo de um ano inteiro, pertencerá definitivamente ao comprador e aos seus descendentes; no jubileu ficará livre. Mas as casas das aldeias, não rodeadas de muros, serão consideradas como uma dependência do campo, que poderão ser resgatadas e ficarão livres  no ato do jubileu. Quanto ás colheitas dos levitas e às casas situadas nas cidades que lhes pertencem, os levitas terão sempre o direito de as resgatar. Mesmo que algum dos levitas a tenham resgatado, a venda da casa ou da cidade, que possui, será rescindida pelo jubileu , porque as casas situadas nas cidades dos levitas são a sua propriedade entre os filhos de Israel. Uma terra situada nos arrabaldes das suas cidades não pode ser vendida; é propriedade deles e propriedade inalienável. Se o teu irmão decair e empobrecer, protegê-lo-ás mesmo que seja um estrangeiro ou um peregrino, para que ele viva contigo. Não lhe emprestes o teu dinheiro com juros, nem lhes dês os teus mantimentos para disso tirar proveito. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos fez sair da terra do Egipto, para vos dar a de Canaã, a fim de ser o vosso Deus. Se o teu irmão estiver reduzido à miséria, junto de ti, e se se vender a ti, não exigirás dele um trabalho de escravo. Estará contigo como um mercenário, como um  hóspede; servirá em tua casa até ao ano do jubileu. Então, sairá da tua casa, assim como os seus filhos; voltará para a sua família e recobrará os bens dos seus pais. Porque são Meus servos, que fiz sair da terra do Egipto, não devem ser vendidos como se vendem os escravos. Não o trates com dureza para que não ofendas o teu Deus. O escravo ou a escrava que pretendais adquirir, devem sair dos povos que vos rodeiam; poder-lhes-eis comprar escravos e servos. Podê-los-eis também, comprar entre os filhos dos estrangeiros residentes no meio de vós, entre as suas famílias que vivem convosco e entre os filhos que lhes nascerem no vosso país, serão propriedade vossa. Podeis deixá-los em herança aos vossos filhos, a fim de que os possuam depois de vós, tratando-os perpetuamente como escravos; mas aos vossos irmãos, os filhos de Israel – um irmão a dominar o outro – não os tratareis com rigor. Se o estrangeiro que vive junto de ti  adquirir riquezas, e o teu irmão, o teu vizinho empobrecido, se vender a esse estrangeiro que vive junto de ti, ou ao descendente duma família estrangeira, terá direito a resgate, depois de se ter vendido. Então, um dos seus irmãos resgatá-lo-á. Será resgatado pelo seu tio, pelo filho do seu tio, ou por qualquer outro dos seus parentes e da sua família; mas, se adquirir meios , resgatar-se-á a si mesmo. Calculará, com aquele que o comprar, o intervalo entre o ano em que se vendeu e o ano do jubileu; e o preço da sua venda será comparado ao montante dos anos, considerados a seu respeito como o tempo de um  mercenário. Se ficarem ainda muitos anos, pagará pelo seu resgate, sobre o preço da sua venda, uma quantia equivalente. E se ficarem poucos anos até ao jubilar, tê-lo-á em conta; pagará o seu resgate em proporção aos anos. Estará em sua casa como mercenário contratado por ano, e não permitirás que o tratem com dureza na tua presença. E, se não foi resgatado de nenhuma dessas maneiras, ficará livre no ano do jubileu, ele e os seus filhos com ele. Porque os filhos de Israel só a Mim pertencem como escravos; são os Meus servos, que Eu fiz sair da terra do Egipto. Eu, o Senhor, vosso Deus».

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A Arca da Aliança

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12 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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