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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A VIDA SACERDOTAL; VOZ DA IGREJA; DAG VULPI - 15 de Janeiro de 2013

A VIDA SACERDOTAL


[Olavo de Carvalho] A censura da família tradicional, o gayzismo e a ONU

Posted: 14 Jan 2013 09:27 AM PST

Por Olavo de Carvalho

A “família tradicional” que os cristãos e conservadores defendem ardorosamente contra o assédio feminista, gayzista, pansexualista etc., bem como contra a usurpação do pátrio poder pelo Estado, é essencialmente a família nuclear constituída de pai, mãe e filhos (poucos). O cinema consagrou essa imagem como símbolo vivente dos valores fundamentais da cultura americana, e a transmitiu a todos os países da órbita cultural dos EUA.

Mas esse modelo de família nada tem de tradicional. É um subproduto da Revolução Industrial e da Revolução Francesa. A primeira desmantelou as culturas regionais e as unidades de trabalho familiar em que habilidades agrícolas ou artesanais se transmitiam de pai a filho ao longo das gerações; as famílias tradicionais desmembraram-se em pequenas unidades desarraigadas, que vieram para as cidades em busca de emprego. A Revolução Francesa completou o serviço, abolindo os laços tradicionais de lealdade territorial, familiar, pessoal e grupal e instaurando em lugar deles um novo sistema de liames legais e burocráticos em que a obrigação de cada indivíduo vai para o Estado em primeiro lugar e só secundariamente – por permissão do Estado – a seus familiares e amigos. A sociedade “natural”, formada ao longo dos séculos sem nenhum planejamento, por experiência e erro, foi enfim substituída pela sociedade planejada, racional-burocrática, em que os átomos humanos, amputados de qualquer ligação profunda de ordem pessoal e orgânica, só têm uns com os outros relações mecânicas fundadas nos regulamentos do Estado ou afinidades de superfície nascidas de encontros casuais nos ambientes de trabalho e lazer. Tal é a base e origem da moderna família nuclear.

Max Weber descreve esse processo como um capítulo essencial do “desencantamento do mundo”, em que a perda de um sentido maior da existência é mal compensada por sucedâneos ideológicos, pela indústria das diversões públicas e por uma “religião” cada vez mais despojada da sua função essencial de moldar a cultura como um todo. Nessas condições, assinala Weber, é natural que a busca de uma ligação com o sentido profundo da existência reflua para a intimidade de ambientes cada vez mais restritos, entre os quais, evidentemente, a família nuclear. Mas, na medida mesma em que esta é uma entidade jurídica altamente regulamentada e cada vez mais exposta às intrusões da autoridade estatal, ela deixa de ser aos poucos o abrigo ideal da intimidade e é substituída, nessa função, pelas relações extramatrimoniais.

Separada da proteção patriarcal, solta no espaço, dependente inteiramente da burocracia estatal que a esmaga, a família nuclear moderna é por sua estrutura mesma uma entidade muito frágil, incapaz de resistir ao impacto das mudanças sociais aceleradas e a cada “crise de gerações” que as acompanha necessariamente. Longe de ser a morada dos valores tradicionais, ela é uma etapa de um processo histórico-social abrangente que vai em direção à total erradicação da autoridade familiar e à sua substituição pelo poder impessoal da burocracia.

Não por coincidência, o esfarelamento da sociedade em unidades familiares pequenas permanentemente ameaçadas de autodestruição veio acompanhada do fortalecimento inaudito de umas poucas famílias patriarcais, justamente aquelas que estavam e estão na liderança do mesmo processo. Refiro-me às dinastias nobiliárquicas e financeiras que hoje constituem o núcleo da elite globalista. Quanto mais uma “ciência social” subsidiada por essas grandes fortunas persuade a população de que a dissolução do patriarcalismo foi um grande progresso da liberdade e dos direitos humanos, mais fortemente a elite mandante se apega à continuidade patriarcalista que garante a perpetuação e ampliação do seu poder ao longo das gerações. Com toda a evidência, a família patriarcal é uma fonte de poder: a história social dos dois últimos séculos é a da transformação do poder patriarcal num privilégio dos muito ricos, negado simultaneamente a milhões de bocós cujos filhos aprendem, na universidade, a festejar o fim do patriarcado como o advento de uma era de liberdade quase paradisíaca. O desenvolvimento inevitável desse processo é a destruição – ou autodestruição -- das próprias famílias nucleares, ou do que delas reste após cada nova “crise de gerações”.

A “defesa da família” torna-se, nesse contexto, a defesa de uma entidade abstrata cujo correspondente no mundo concreto só veio à existência com a finalidade de extinguir-se. A ameaça feminista, gayzista ou pansexualista existe, mas só se torna temível graças à fragilidade intrínseca da entidade contra a qual se volta.

Ou as famílias se agrupam em unidades maiores fundadas em laços pessoais profundos e duradouros, ou sua erradicação é apenas questão de tempo. As comunidades religiosas funcionam às vezes como abrigos temporários onde as famílias encontram proteção e solidariedade. Mas essas comunidades baseiam-se numa uniformidade moral estrita, que exclui os divergentes, motivo pelo qual se tornam vítimas fáceis da drenagem de fiéis pela “crise de gerações”. A família patriarcal não é uma unidade ético-dogmática: é uma unidade biológica e funcional forjada em torno de interesses objetivos permanentes, onde os maus e desajustados sempre acabam sendo aproveitados em alguma função útil ao conjunto.

Em últimas contas, se o patriarcalismo fosse coisa ruim os ricos não o guardariam ciumentamente para si mesmos, mas o distribuiriam aos pobres, preferindo, por seu lado, esfarelar-se em pequenas famílias nucleares. Se fazem precisamente o oposto, é porque sabem o que estão fazendo.

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Link com a notícia:
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2229022/Now-Brussels-takes-aim-Famous-Five-Books-portraying-traditional-families-barred.html

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Pedofilia na Igreja

Católicos precisam temer este assunto?


Diversos órgãos oficiais de pesquisa têm demonstrado um grande crescimento dos casos de pedofilia no mundo. A organização Save the Children (Itália), em relatório sobre pornografia infantil, registou grande e preocupante aumento dessas ocorrências. No Brasil ficou demonstrado que, nos últimos 5 anos, o número dos casos de violência sexual contra crianças aumentou 22% nos registos oficiais de São Paulo (Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica do Hospital das Clínicas - USP). O Hospital Pérola Byington (São Paulo) criou um serviço de atendimento a vítimas de violência sexual destinado a mulheres adultas: com o tempo, cada vez mais crianças passaram a ser atendidas, e, em 2008, 47% das pacientes tinham menos de 12 anos de idade!
É um quadro chocante. Todos os dados provam que esse mal tenebroso cresce e se alastra assustadoramente no mundo, aumentou muito com a popularização da internet e faz vítimas em todos os sectores, inclusive os religiosos: não só no catolicismo, é muito importante que se diga. Existem numerosos casos de religiosos pedófilos (dificilmente divulgados na mídia), por exemplo, nas igrejas evangélicas, como é o caso dos pastores Reginaldo Sena dos Santos, Sílvio Roberto dos Santos Galiza (‘Igreja’ Universal), Jonatas Aurélio Velozo Lourenço, Manoel Wanterly da Anunciação Guimarães, Carlos Roberto Batista, Francisco Vicente Corrêa Filho e milhares de outros(!).
Apesar de tudo isso, alguns meios de comunicação, - com destaque especial para a Rede Record de televisão, do empresário, autoproclamado "bispo" e inimigo declarado da Igreja Católica, Edir Macedo, - vêm colocando insistentemente no ar, em seus programas jornalísticos, somente casos envolvendo padres, como se o problema fosse exclusivo da Igreja Católica. Então, antes de iniciar qualquer análise, é interessante saber que os nossos maiores acusadores, aqueles que se chamam a si mesmos de "evangélicos", simplesmente não têm moral para nos acusar por conta deste assunto: ocorre que, estatisticamente, existem mais casos envolvendo pastores pedófilos do que padres (leia mais a respeito aqui).

Clique sobre a imagem para ampliar: pesquisa no Google (21/5/2011)
traz 462.000 resultados para as palavras "pastor pedófilo"

Em 17/5/2011, a pesquisa no Google trazia 462.000 resultados para as palavras pastor pedófilo(!). Em 21/7/2011, data de revisão deste post, os resultados eram 556.000(!). Claro que a questão aqui não é discutir números, até porque se houvesse um só caso de pedofilia envolvendo a Igreja, isso já seria um grande escândalo e um grave pecado. Mas o simples fato de existirem muitíssimos casos de "pastores evangélicos" pedófilos automaticamente já destitui qualquer membro de "igrejas evangélicas" do direito de nos criticar. O caso é todos nós entendermos, de uma vez por todas, que pedófilos existem em diversos sectores da sociedade humana, incluindo os religiosos, e este grave problema não é exclusividade dos católicos. Muitos apontam o cisco no olho do próximo e não percebem a trave em suas próprias vistas. A Igreja, assim como qualquer instituição, só poderia ser culpada pelo problema da pedofilia se ela pregasse tal prática hedionda.
Mas a pedofilia não é uma questão simples. Não é apenas um crime hediondo ou um pecado terrível. Definida como doença, distúrbio psicológico e desvio sexual (parafilia) pela Organização Mundial de Saúde, o diagnóstico da pedofilia consta nos manuais médicos de transtornos mentais, e os casos vem aumentando assustadoramente em todo mundo, em todos os setores da sociedade. Desejo sexual de adulto por criança, mesmo sem a realização do ato, já caracteriza pedofilia.
Outra coisa que comummente ouvimos dizer é que o Vaticano não toma providências quanto a este gravíssimo problema, e que o Papa encobriu os pedófilos. É possível considerarmos que medidas mais rigorosas poderiam ter sido adotadas há mais tempo. Talvez, em algum momento, esse verdadeiro câncer da alma e da mente tenha sido visto mais como pecado do que como crime, mas a verdade é que o Vaticano vem tomando ações concretas para punir e afastar os culpados desde o ano de 2003. Enquanto isso, o nosso governo, até hoje (2011), não enquadrou a pedofilia como crime! Fato inapelável é que o Vaticano, principalmente com o Papa Bento XVI, adotou uma postura muito mais rígida quanto ao assunto do que o governo brasileiro.
Claro que tal crime, quando da parte de padres, é ainda mais grave e injustificável, principalmente por se tratar de homens de Deus, que devem levar a Salvação às pessoas, e a Igreja precisa coibir cada vez mais rapidamente. Nós, leigos, devemos também atuar com sabedoria ao lado dos Bispos. Mas é importante saber que a Igreja arca com as consequências. O acordo entre a Arquidiocese de Los Angeles e as vítimas de abusos sexuais envolveram o valor de 600 milhões de dólares! Federico Lombardi, Porta-voz da Santa Sé, declarou: “Esta é a tentativa de fechar um capítulo doloroso e olhar para a frente. A Igreja está, acima de tudo, machucada pelo sofrimento das vítimas e famílias”. O acordo impõe sacrifícios extremos à Arquidiocese de Los Angeles: ela terá que vender seu patrimônio imobiliário, até a sede do Arcebispado, e recorrer à ajuda de seguradoras e congregações católicas.


Apesar de tudo, é preciso insistir que a pedofilia está longe de ser um problema de padres católicos. Também não se pode generalizar o problema e dar a entender ao povo que existe uma “epidemia” no clero. O jornal italiano “La Stampa” divulgou estatísticas que mostram que 0,3% do clero foi acusado de pedofilia. Não se pode generalizar 0,3% (denúncias não confirmadas) como se fosse uma espécie de costume ou prática comum na Igreja! Contrastando com esse problema atual, sabemos que a Igreja Católica construiu a nossa civilização, criou a Universidade, uniu a Europa, assentou o humanismo e trouxe a única ideologia que realmente se preocupava com o próximo, proclamando-o “Templo de Deus”. Hoje em dia ela sustenta a maior parte das grandes instituições de caridade, escolas, faculdades e hospitais, além de ter ajudado a derrubar o comunismo fascista e lutar contra a corrupção e as ditaduras no mundo. Até os ateus admitem a importância da Igreja para a civilização. - Mas sobre tudo isso a Imprensa se cala, e os telejornais da Rede Record nunca disseram uma só palavra...
Que os tristes casos de pedofilia sirvam para que a Igreja melhore (e muito) a formação dos sacerdotes, aprimore os seminários, aumente a espiritualidade do clero. Católico algum pode ficar desanimado com essas graves falhas de alguns padres. Infelizmente, sempre houve pecados da parte dos filhos da Igreja, mas o número de seus santos sempre foi muito maior. Para cada padre acusado de pedofilia, podemos mostrar milhares e milhares de outros que vivem sua missão com dignidade, prestando belíssimos serviços à Igreja e à humanidade. Não podemos olhar as manchas e esquecer a Luz que a Igreja sempre levou ao mundo! Como disse Dom Estevão Bettencourt, “o Ouro da Igreja muitas vezes passou por mãos impuras, mas sempre continuou sendo Ouro”. Os episódios envolvendo padres pedófilos deve ser um motivo a mais para trabalharmos na pregação do Evangelho e na defesa da Fé da verdadeira Igreja de Jesus Cristo!

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Site: DAG VULPI

 

14/01/13

SDH abre consulta pública para plano de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes

Brasília – Mais de uma década depois do lançamento do primeiro Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, a plataforma do novo plano está em consulta pública até o próximo dia 25. Instituições e organizações dos setores público e privado e pessoas físicas podem propor ações e indicadores de monitoramento pela internet. A expectativa é que o novo texto seja lançado oficialmente no dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

De acordo com o coordenador-geral do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Secretaria de Direitos Humanos, Joseleno Vieira, a plataforma em consulta é resultado dos debates entre o governo e organizações ligadas ao tema ao longo dos últimos anos, durante o processo de revisão do documento. Ele destacou que o primeiro plano trazia diretrizes para o enfrentamento à questão, mas ressaltou que era preciso direcionar melhor as ações práticas e específicas em uma nova versão.

“O primeiro plano foi uma grande carta de intenções. À época, tínhamos clareza de que era fundamental construir políticas públicas em várias áreas, como saúde, justiça, assistência social, segurança pública, mas não tínhamos a mesma clareza em relação às ações que deveriam ser implementadas”, disse. Segundo ele, de lá para cá, as políticas públicas avançaram e era preciso que uma nova versão do plano trouxesse esse nível de especificidade, com programas e projetos definidos”.

Vieira ressaltou que o combate à impunidade continua sendo um dos principais desafios do enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. Ele enfatizou que a legislação brasileira vem sofrendo “alterações significativas” com o objetivo de endurecer as punições, mas lamentou que uma pequena parte dos envolvidos com esse crime sejam, de fato, penalizada.

“Hoje, o Código Penal tem um novo capítulo que trata especificamente do assunto de forma mais coerente com a realidade atual, mas não basta termos uma legislação atualizada, com definição de penas, se os autores não são levados a julgamento e punidos por terem cometido o crime”, disse.

No fim do ano passado, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tornando hediondos os crimes relacionados à pedofilia. Pelo texto aprovado, estará sujeito a pena de três a oito anos de prisão e multa quem cometer conjunção carnal ou ato libidinoso com adolescente, em situação de exploração sexual, prostituição ou abandono.

O projeto também estabelece que quem aliciar, agenciar, atrair ou induzir criança ou adolescente à exploração sexual ou prostituição estará sujeito a pena de reclusão de cinco a 12 anos e multa. Também sofre a mesma pena quem, de qualquer forma, facilitar a exploração sexual ou prostituição de menores. A pena será aumentada se o crime for com emprego de violência ou grave ameaça. O projeto volta ao Senado para nova apreciação, já que foi modificado pelos deputados.

Agência Brasil

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Nota do Autor .

ANTÓNIO FONSECA

Estes posts foram aqui colocados sob a minha inteira responsabilidade, e recolhidos através dos sites acima mencionados, que subscrevo já há algum tempo. VIDA SACERDOTAL – A VOZ DA IGREJA – DAG VULPI. E faço-o porque entendo que todos eles estão interligados, pois os assuntos neles tratados são fundamentalmente assuntos de carácter sexual e infelizmente são praticados por pessoas sem escrúpulos que não respeitam os Mandamentos da IGREJA CATÓLICA – ou seja – A LEI DE DEUS ou OS DEZ MANDAMENTOS. O Final dos Tempos está cada vez mais próximo e como já disse anteriormente torna-se cada vez mais tarde para arrepiar caminho, para reentrar no Reino de Deus.

Dado que apenas disponho destes meios para desencadear esta Campanha que acho utilíssima para todos, é desta maneira que tento alertar AS CONSCIÊNCIAS de todos os católicos (e não só) para a U R G Ê N C I A de nos Arrependermos todos.

 

LOUVADO SEJA DEUS NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS.

ÁMEN

Centenas de milhares de franceses manifestam contra o “casamento” homossexual

Caros Amigos Portugueses e Portuguesas:


VEJAM O EXEMPLO FRANCÊS. PORQUE NÃO FAZERMOS O MESMO?

Centenas de milhares de franceses manifestam contra o “casamento” homossexual

Do Site:


IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




Centenas de milhares de franceses manifestam contra o “casamento” homossexual


14, janeiro, 2013 Deixar um comentário Ir para os comentários

3

Colunas de manifestantes contra o “casamento” homossexual
convergem no Champs-de-Mars, vistos desde a Tour Eiffel.
350.000 segundo a polícia. 800.000 segundo os organizadores.

Luis Dufaur
Apesar do frio glacial, aproximadamente 800 mil pessoas participaram neste domingo (13-1-13) em Paris; da marcha contra o projeto do governo socialista, de François Hollande, de aprovar o “casamento” homossexual — o mal denominado “projeto de casamento para todos”.
A colossal marcha foi considera a maior mobilização realizada na França em 30 anos.
As fotos tomadas no Champs-de-Mars, desde a Tour Eiffel, para onde convergiram os manifestantes, mostram um oceano de gente.
A guerra dos números, como é habitual, apresentou cifras diversas.
Porém, a polícia que fornece habitualmente os números mais moderados, calculou 350.000 participantes.
Os organizadores falaram em 800.000, um milhão, e até 1,3 milhão.
Qualquer que seja o critério escolhido, tratou-se de uma manifestação monstruosa como raríssimas vezes aconteceu.

Uma das quatro colunas marcha rumo ao Champ de Mars.
Bradando slogans, portando cartazes contrários ao homossexualismo ou em defesa da família, jovens, idosos, crianças, famílias inteiras desfilaram de modo pacífico, mas animadamente, a favor do matrimónio tradicional, em reação contra o pseudo casamento de duplas do mesmo sexo.
Frente a tal demonstração de força, como agirá o governo Hollande?
Ignorará a multidão?
De imediato, o governo socialista “democrático” fez saber que aprovará o projeto sem levar em conta esta manifestação massiva.
O normal seria que após, uma reação de amor próprio visando salvar a cara diante dos seus, depois engavetasse sorrateiramente o projeto.
Porém, o lobby do movimento homossexual apresenta-se muito fanatizado e o pressionará seus companheiros de ruta socialistas.
Portanto, exigirá que aprove a lei antinatural e anticristã apesar da sua impopularidade.

Até os prefeitos, responsáveis de registar os casamentos,
manifestaram em grande número

Conta também esse lobby com importantes apoios eclesiásticos que vem enregelando os católicos franceses e foram objeto de sérias interpelações à Conferência Episcopal francesa.
Esta, entrementes, vem assumindo uma posição ambígua que é fator de perplexidade para os defensores do casamento tradicional.
A escassíssima presença do clero, e sobretudo dos bispos – embora promotores de uma das marchas desta jornada histórica – suscita interrogações crescentes.
A omissão sistemática dos púlpitos a respeito dos argumentos religiosos que condenam o casamento antinatural é mais um fator de grave preocupação para os fiéis franceses.
Ademais, o movimento homossexual pressiona o governo para também aprovar a absurda adoção de crianças por “casais” do mesmo sexo, substituindo as palavras “mãe” ou “pai” por “pai 1″ e “pai 2″ — o que é tão aberrante quanto ridículo!
 
Post colocado em 15-1-13  -  10H52
 
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1530 - (3) - VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (33) - 15 de Janeiro de 2013

Nº 1530 - (3)
Desejo a continuação de
BOAS FESTAS e BOM ANO DE 2013
===============
Caros Amigos:
Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.
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JOÃO VI
 
João VI
João VI
(701-705)
 
Ascendeu ao trono pontifício em 30 de Outubro de 701, no tempo do imperador bizantino Tibério Aprímaro, o qual, por motivos que se desconhecem, deu mostras de hostilidade contra o papa, mandando que o seu exarca se dirigisse a Roma e o expulsasse, caso não cedesse a determinadas exigências. O povo, farto dos vexames de Bizâncio, veio de toda a parte para defender Roma e o sumo pontífice, a tal ponto que João VI teve de intervir para salvar o exarca.
Precisamente por essa altura, os Longobardos invadiam a Campânia apoderando-se de algumas cidades. Bizâncio não lhes prestou auxilio e foi o papa que, à custa de diplomacia, levou os invasores a evacuar as cidades ocupadas.
Tratou da reposição do bispo Wilfrido, de York, na sua sede episcopal, depois de ter sido deposto pelo monarca inglês.
Antes da sua morte, teve ainda a preocupação de mandar restaurar as basílicas de São Pedro e de São Marcos.
 
 
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JOÃO VII
 
João VII
 
João VII
(705-707)
 
Foi eleito em 1 de Março de 705 e ocupou o trono pontifício no mesmo ano em que o imperador Justiniano recuperou o trono com o auxílio dos Búlgaros.
O imperador envia a Roma os cânones do «Quinissexto» para que o papa, ao contrário de Sérgio I, os aprovasse. João VII devolve-os sem os subscrever, mas também sem qualquer recriminação. Uma atitude dúbia de quem se revela incapaz de assumir as suas responsabilidades.
Tratou da construção e melhoramentos de algumas igrejas, como uma capela construída em São Pedro, mandou decorar a antiga Basílica de Santa Maria e restaurou o mosteiro de Subiaco, destruído pelos Longobardos em 601.
 
 
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SISÍNIO
 
Sisínio
 
Sisínio
(708)
 
Foi eleito em 15 de janeiro de 708 e teve um pontificado de apenas vinte dias. O Liber Pontificalis diz que estava tão atormentado pela gota que nem conseguia servir-se das mãos para comer.
Mesmo assim, resolveu mandar reconstruir as muralhas de Roma para assegurar a tranquilidade dos seus habitantes, para o que organizou uma recolha de fundos.
A morte surpreendeu-o, repentinamente, pouco depois da eleição. Foi sepultado em São Pedro.
 
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CONSTANTINO I
 
Constantino
Constantino I
(708-715)
 
Foi o último dos sete papas orientais e assumiu o pontificado em 25 de Março de 708, perante a terrível vingança do imperador Justiniano, pois uma poderosa armada aportou à Sicília, dirigindo-se a Ravena, onde o exército imperial prendeu nobres e eclesiásticos atirando-os algemados para os porões dos navios, para os levar para Constantinopla. O chefe do movimento foi emparedado vivo e o arcebispo Félix, depois de lhe vazarem os olhos, foi mandado para o exílio.
Depois disto, o imperador convida-o para se deslocar a Constantinopla para discutirem a controvérsia do «Quinissexto». Mesmo sentindo-se aterrado, Constantino aceita o convite e parte para lá em 5 de Outubro de 710. Seria esta a última viagem de um papa a Constantinopla, até à visita do papa Paulo VI, em Julho de 1967, ao encontro do patriarca Atenágoras, em circunstâncias bem diferentes.
Recebido com todas as honras, encontra-se em Nicomédia com o imperador que lhe beija os pés.
Não se conhece o teor da conversação, mas São Gregório II (715-731), que o acompanhava, diz que Constantino aprovou os cânones que não pugnavam com a fé nem se opunham aos decretos romanos.
Um ano depois regressa a Roma e vê, com amargura, o resultado da prepotência e das pilhagens praticadas pelo exarca na sua ausência.
Passados três meses chega a notícia do assassinato de Justiniano, substituído por Filipe Bardas, herege monotelista que imediatamente, decreta a anulação do II Concílio de Constantinopla e envia a Roma a promulgação da sua profissão de fé. Constantino, porém, recusa-se a aceitá-la e o povo, revoltado. rejeita os decretos imperiais, fixando nos muros de São Pedro uma súmula dos seis concílios ecuménicos. O papa vai mais longe e recusa-se a receber Filipe Bardas como imperador, não permitindo que se cunhasse moeda com a sua efigie, em Roma.
Poucos dias depois chega a notícia da queda de Bardas, substituído por Anastácio II, ortodoxo, que envia ao carta uma carta amistosa em que declara aceitar o VI Concilio.
O papa morreu em 9 de Abril de 715, amargurado por saber a Península Hispânica invadida pelos muçulmanos. Apenas escapou uma pequena região montanhosa onde alguns sobreviventes se refugiaram sob o comando de Pelágio. A invasão tenha levado sete anos, mas a reconquista cristã arrastar-se-ia por oito séculos.
 
 
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Continua:…
Post colocado em 15-1-2013 – 11H00
ANTÓNIO FONSECA

Nº 1531 - (3) - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS–(Introdução) - 15 de Janeiro de 2013

2013

Terminado o

Ciclo das Festas de Natal

continuo, no entanto, a desejar a todos os meus leitores

um BOM ANO

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Caros Amigos:

Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.

NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1531 - 2ª Página

15 de Janeiro de 2013

 

ANTIGO TESTAMENTO

 

N Ú M E R O S

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INTRODUÇÃO

Dá-se a este Livro o título de «Números» por começar pelo número ou recenseamento dos israelitas. Relata-nos a história do povo hebreu, desde os acontecimentos do Sinai até ao começo da fixação na Terra Prometida.

 

Podemos dividi-lo em três partes:

A 1ª parte narra os últimos acontecimentos que se deram na Península do Sinai e os preparativos da partida, a caminho da Palestina (Cap. I-IX. 14).

Esta parte é quase toda ocupada com os preparativos para a partida do Sinai.

O cap. I conta como se fez o recenseamento do povo, menos a tribo de Levi, a fim de distribuir os grupos em marcha. No cap. seguinte dão-se instruções para a organização dos acampamentos e para o modo de distribuir as tribos.

Os cap. III-IV falam-nos da instituição dos levitas. Os descendentes de Aarão serão sacerdotes. Os outros descendentes de Levi serão auxiliares dos sacerdotes, no serviço do culto. Além disso, consagrados ao serviço de Deus, substituirão assim os primogénitos de todas as famílias (Ex 13, 11 s). Faz-se o recenseamento dos levitas,  sendo os descendentes de Caat encarregados do transporte dos vasos sagrados, os filhos de Gerson encarregados do transporte dos panos do tabernáculo e os filhos de Merari do transporte das madeiras do santuário.

O cap. V regula o funcionamento dos acampamentos, dos quais eram excluídos os impuros; e todos eram obrigados a restituir o adquirido injustamente. Para evitar os ciúmes conjugais, estabelece-se a prova das águas amargas.

O cap. VI é preenchido com a instituição do nazareato, ou consagração temporária a Deus, com abstenção obrigatória de tudo o que fosse embriagante e com obrigação do corte do cabelo.

O cap. VII enumera as ofertas das tribos para o transporte do tabernáculo e dos vasos sagrados.

O cap. VIII conta as últimas instruções no Sinai: o candelabro de ouro; a purificação dos levitas e a sua apresentação ao Senhor, indo ao seu serviço dos 25 aos 50 anos; estabelecimento duma páscoa especial para os israelitas que, por se terem contaminado com um cadáver, não a puderam celebrar no tempo próprio.

 

A 2ª parte narra-nos a viagem, bastante acidentada e longa, até às fronteiras de Moab (IX, 15.-XXI).

 

A 3ª parte conta-nos os acontecimentos, desde a chegada a Moab até à fixação das tribos de Gad e Rúben e da meia tribo de Manassés, na Transjordânia (XXII-XXXII).

 

O livro termina com um epílogo em que se recapitula o itinerário, desde o Egipto às margens do Jordão (XXXIII, 1-49), e um apêndice com instruções para a futura ocupação da Palestina (XXXIII, 50-XXXVI).

 

 

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A Arca da Aliança

Início do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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15 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

 

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1531-1 - (15-13) - SANTOS DE CADA DIA - 15 de Janeiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1531

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Nº 1531-1 - (15-13)

 

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Nº 1531-1 – (15-13)

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AMARO ou MAURO, Santo
Religioso (por 584)
 
Nascido em  Roma de família senatorial, Amaro foi entregue aos cuidados de S. Bento, quanto tinha apenas doze anos. Correspondeu tão bem à afeição e à solicitude do mestre, que foi em breve proposto como modelo aos outros religiosos. São Gregório exaltou-o por se ter distinguido no amor da oração e do silêncio, e conta que, a exemplo de S. Pedro, foi recompensado da sua obediência caminhando sobre as águas. Foi o caso de um jovem chamado Plácido cair no açude de Subiaco, S. Bento soube-o por revelação e, chamando Amaro, disse-lhe: «Irmão Amaro, vai depressa procurar Plácido, que está prestes a afogar-se». Munido com a bênção do mestre, o discípulo correu sobre a água a socorrer Plácido, a quem agarrou pelos cabelos e trouxe para a margem, não se apercebendo sequer Amaro de ter saído da terra firme. Quando deu pelo milagre, atribuiu-o aos méritos de S. Bento.
O curso da sua vida religiosa não desmentiu as promessas. Amaro cumpria tão bem o ideal monástico que todos passaram a considerar nele o perfeito herdeiro espiritual de S. Bento, o sucessor eventual dele. Segundo uma tradição, foi Amaro quem ficou a substituir S. Bento quando este se transferiu para Monte Cassino. E é-lhe atribuída ainda a implantação do Instituto Beneditino nas Gálias. Parece que veio a falecer pelo ano de 584.
(S. Plácido – ver 5 de Outubro)

 Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

PAULO o Eremita, Santo

Confessor (342)

São Paulo, pai dos eremitas, teve São Jerónimo por biógrafo. Nasceu no interior da Tebaida, no século III. Instruiu-se nas línguas grega e egípcia, e quanto mais adiantava nas ciências humanas, tanto mais o Espírito Santo o iluminava nos conhecimentos divinos.
Desde a idade de catorze anos, todo o seu estudo se limitou à doutrina de Jesus Cristo. Aos quinze ficou órfão de pai e mãe; e como tinha só uma irmã, já casada, o santo mancebo viu-se herdeiro de muitos bens.
Os horríveis estragos que a perseguição de Décio fazia no Egipto e na Tebaida obrigaram muitos cristãos a refugiar-se nos desertos. Retirou-se Paulo para uma casa de campo muito afastada.
Teve nessa altura notícia de o cunhado maquinar denunciá-lo aos tiranos, movido pela cobiça de se apoderar dos seus bens. Resolveu Paulo abandonar tudo, e retirou-se para umas montanhas incultas e muito longínquas. Tinha então 22 anos.
O seu primeiro propósito era dar tempo a que a tormenta passasse; a Providência dispôs todavia de modo diferente. Aquele Senhor infundiu-lhe tão ardente desejo de se sepultar naquela solidão, que desde logo formou a heroica resolução de passar nela todos os dias da sua vida. Começou a penetrar pouco a pouco por esse vasto deserto, vencendo o terror e o natural sobressalto que ao princípio lhe infundia a vista de toda a espécie de animais ferozes. No sopé duma montanha deparou com uma caverna, cujo ingresso estava cerrado com uma pedra. Afastando-a, achou uma espécie de salão a que serviam de tecto os ramos entrelaçados duma velha palmeira. Aos pés da árvore nascia uma bela fonte de água cristalina.
Desde aquele momento nunca mais teve outra ocupação, além de contemplar as grandezas divinas e as verdades eternas, gastando na oração dias e noites. Não se inquietou nem com o alimento nem com o vestido; a palmeira da gruta, com as suas grandes folhas e com tâmaras, forneceu-lhe uma coisa e a outra. Dali em diante, dispôs Deus que um corvo lhe trouxesse cada dia meio pão, como ao Santo Profeta Elias. Este milagre durou até ao dia da sua morte.
Tinha já o Santo Eremita 113 anos, 90 dos quais passados naquele género de vida, quando o Senhor permitiu que Santo Antãoque nesse tempo contava 90 anos, e há muito vivia noutro deserto - fosse possuído do desejo de saber se por aquelas paragens haveria outro solitário a professar uma vida como a sua. Na noite seguinte assaltou-o um sonho, em que o Senhor lhe deu a conhecer que efetivamente havia naquelas solidões um eremita mais antigo e mais santo.
Logo que se fez dia, Antão pôs-se a caminho, sem que o embaraçasse o peso dos anos e, entregando a sua direção à Providência, foi andando, andando, sem mesmo saber o rumo que levava. Ao terceiro dia avistou uma caverna; pouco depois entrou nela, apesar da escuridão e, lançando a vista para todos os lados, enxergou uma luz a pouca distância. O ruído que fazia andando sobre o cascalho advertiu Paulo, que veio logo fechar a porta. Correu o santo ancião e foi postar-se junto do umbral da porta, conjurando o servo de Deus a que lha abrisse. – «Bem sabes, dizia, quem eu sou, e não ignoras o motivo principal da minha viagem; sei que não sou digno de te ver, apesar disso estou resolvido a não me apartar daqui sem te ter visto. Morrerei à tua porta, e terás ao menos o trabalho de me sepultar».
Paulo, voltando-se para Antão, disse-lhe: «Vês este que vens procurando com tanto trabalho? Não é mais do que um corpo consumido pela velhice, e que em breve se converterá em pó. Ora diz-me: Que é que se passa no mundo? Fabricam-se ainda casas novas e sumptuosos palácios nas antigas cidades? Quem é que impera na terra? Há ainda homens insensatos e cegos que adorem os demónios e vivam nas trevas da idolatria
Antão respondeu a todas estas perguntas. Continuando os dois em amenos colóquios, viram, chegar o corvo com um pão no bico, e voando suavemente foi-o pôr entre os dois. S. Paulo disse: «Há sessenta anos que este corvo me traz meio pão cada dia, porém hoje nosso Senhor Jesus Cristo quis, por teu respeito, dobrar a ração».
Ambos deram graças a Deus, e depois de orar sentaram-se a comer, junto da fonte. Ao outro dia, Paulo disse a Antão que sentia aproximar-se a morte e que Deus o tinha enviado ali para que desse sepultura ao seu corpo. Ao ouvir estas palavras, santo Antão, pediu a Paulo que ao menos rogasse a Deus a graça de morrer com ele.
«Não deves antepor a tua conveniência à glória de Deus, respondeu Paulo; os teus discípulos ainda têm necessidade dos teus exemplos. Agora quero pedir-te uma graça e é que procures e me tragas o manto que te deixou o Bispo Atanásio; desejo que sirva de mortalha ao meu corpo». Diz S. Jerónimo que isto foi apenas um caridoso pretexto para poupar Antão à dor de o ver expirar: ou então o querer significar-lhe deste modo que desejava morrer na fé e comunhão de Santo Atanásio.
Antão não ousou replicar-lhe; beijando-lhe a mão, pôs-se a caminho e chegou desalentado ao mosteiro. Perguntaram-lhe dois dos seus discípulos onde estivera tanto tempo, ao que respondeu: «Pobre de mim, que sou indigno do nome de solitário! Vi Elias, vi João no deserto, e vi Paulo no Paraíso».
E sem acrescentar mais nada, pegou no manto de Atanásio e voltou para a gruta de Paulo, caminhando a toda a pressa. Na manhã do dia seguinte, viu subir ao céu a alma de Paulo toda resplandecente no meio dos Anjos, dos Apóstolos e dos Profetas. Comoveu-o muito esta visão e, banhado em lágrimas, com o rosto por terra, começou a bradar: «Amado Pai, porque me deixaste assim? Porque havia de te conhecer tão tarde, para tão depressa te perder?».
Depois levantou.-se, animado de novo alento, e continuou o caminho.
Tendo entrado na gruta, encontrou o corpo de Paulo com os joelhos dobrados e as mãos postas. Estava morto. Cobriu o santo corpo com o manto, trouxe-o para fora da cova e começou a cantar os hinos e os salmos, segundo o costume da Igreja.
Antão enterrou o santo corpo, ficando com a túnica de Paulo, tecida com as folhas da palmeira.
O Imperador mandou transportar as preciosas relíquias do bem-aventurado Eremita para Constantinopla, sendo depois trasladadas para Veneza, em 1240. Em 1381, Luís I, rei da Hungria, obteve-as do senado de Veneza e colocou-as com grande solenidade na igreja de S. Lourenço.
S. Paulo morreu no ano de 342.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

REMÍGIO, Santo

Bispo (pelo ano 530)

Gaulês de origem, São Remígio foi bispo de Reims durante uns 70 anos, escreve Gregório de Tours. Batizou Clóvis, rei dos Francos, em 496. Era, diz Sidónio Apolinar, seu conhecido, “homem  de alta virtude e eloquentíssimo”.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

MACÁRIO, o Antigo, Santo

Confessor (390)

Morreu num deserto do Egipto por 390, depois de lá ter vivido como anacoreta uns 60 anos. Tal era o seu renome de santidade, que várias obras espirituais lhe foram atribuídas sem lhe pertencerem, e algumas das suas máximas constituíram provérbios.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

ARNALDO JANSSEN – S.V.D.,  Beato

Fundador (1837-1909)

A messe é verdadeiramente grande, mas os operários são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da messe que mande operários para a Sua messe” (Mt 9, 37-38). Impelido por estas palavras e pela exclamação do Senhor na Cruz «Tenho sede», o coração de Arnaldo Janssen ardia em ânsias de converter todos os infiéis. Acompanhe-mo-lo passo a passo. Veio ao mundo em Goch, na Alemanha, a 5 de Novembro de 1837. seus progenitores, Geraldo Janssen e Catarina Wellesen, eram excelentes cristãos. O pai, que trabalhava no campo e mantinha um pequeno negócio, enquanto se deslocava na carreta costumava rezar o terço. A mãe era conhecida pelo expressivo epíteto de mãe orante.

Tiveram 11 filhos, que educaram santamente. Arnaldo foi o segundo e recebeu o batismo no dia imediato ao seu nascimento. Desde pequeno ouvia com ávida atenção o progenitor ler os Anais da Obra da Propagação da Fé. Daqui arranca certamente o seu desejo de se consagrar às missões.

Fez a primeira comunhão aos 12 anos e bem depressa sentiu desejos de ser padre. Estudou no colégio agostiniano de Gaedonck. Aos 18 anos foi para Munster cursar filosofia e matemática. Embora não fosse dotado de inteligência brilhante, com afinco e perseverança logrou ser aprovado.

Antes da teologia, resolveu consagrar algum tempo ao ensino da matemática e das ciências naturais. Por esta razão foi para Bona. Quando contava 21 anos, ofereceram-lhe uma cátedra em Berlim. Não aceitou porque desejava seguir a carreira sacerdotal. Por isso começou o estudo de teologia em Bona e terminou-o em Munster. A 15 de Agosto de 1861, com 24 anos não cumpridos, celebrou a primeira missa, com grande júbilo dos pais e irmãos. Dois meses depois era nomeado professor e Vice-Reitor da Escola Superior de Bocholt, onde permanecerá 12 anos. Entrementes, desempenha outras funções. Assim, em 1867 é nomeado pelo Bispo de Munster Diretor Diocesano do Apostolado da Oração. Este encargo leva-o a visitar, uma por uma, todas as paróquias.

Vendo que não podia entregar-se em cheio ao apostolado na cátedra, seu ganha-pão, abandona o ensino. Temeridade? Ele, antes de tudo, confiava em Deus, que lhe saiu ao encontro, proporcionando-lhe uma capelania nas Ursulinas de Kempen.

Desejoso de alargar o campo de apostolado, fundou em Janeiro de 1874 o “Pequeno Mensageiro do Coração de Jesus”, meio de que se vai valer para fundar duas congregações religiosas missionárias. Suas leituras ouvidas na infância dos Anais da Obra da Propagação da Fé tinham despertado no seu espírito tão grande sede missionaria que se não saciava nos reduzidos contornos da sua pátria mas abrangia o mundo de lés a lés. Esta ânsia arrasta-o a superar dificuldades sem conta até abrir uma casa em Steyl, na Holanda, destinada a abrigar pessoas que desejassem consagrar-se totalmente às missões. Recebia padres, leigos e jovens que procurava formar no espírito religioso e missionário, em clima de austera pobreza, mortificação e oração. Assim nasceu a Sociedade do Verbo Divino.

Ao constatar que também religiosas seriam de grande utilidade nas missões, fundou a Congregação das Servas do Espírito Santo. A 12 de Marco de 1884, as primeiras doze Irmãs fazem os votos. Em 1906 eram já 400. Mas o Servo de Deus, imbuído de espírito sobrenatural, compreendeu que a ação missionária só pode ser eficaz se for escudada na força da oração. Por isso, no dia 8 de Dezembro de 1896, escolheu seis Irmãs professas das religiosas missionarias e fundou as Servas do Espírito Santo de Adoração Perpétua. Estas almas, confiantes na insistência reiterada de Cristo: Pedi e recebereis, lograram tais graças de proteção para as duas congregações missionarias, a Sociedade do Verbo Divino e as Servas do Espírito Santo, que as mesmas se desenvolveram rapidamente, abrindo casas na China, Japão, Togo, Nova Guiné, Brasil, Argentina e Estados Unidos.

À sua morte, o Padre Arnaldo deixava cinco grandes casas de formação missionária na Europa. Podia cantar o Nunc dimitis e entregar placidamente a alma ao Criador. Foi o que sucedeu na casa de Steyl, a 15 de Janeiro de 1909.

Foi beatificado a 19 de Outubro de 1975. A sua festa celebra-se a 15 de Janeiro.

(Foi canonizado no  dia 5 de Outubro de 2003)

AAS 81943) 27-30; 65 (1973) 566-70; 68 (1976) 244-7; DIP 5, 197-301.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

EFÍSIO DE SARDENHA, Santo

Segundo a lenda, Efísio (também conhecido como Éfeso) era um oficial do exército do Imperador Diocleciano. Quando este iniciou a sua campanha contra o Cristianismo, no início do século IV, Efísio e um outro oficial, Polito, receberam ordens para irem para a ilha da Sardenha e ajudarem a libertar o império de todos os cristãos que conseguissem encontrar. Tal como o Apóstolo Paulo fora dissuadido de uma missão semelhante, na estrada de Damasco, Efísio e Polito tiveram uma visão antes de iniciarem a sua missão. O Arcanjo São Miguel apareceu aos dois homens, avisando-os para não fazerem mal aos servos de Cristo. Os 2 homens converteram-se imediatamente ao Cristianismo, e o Arcanjo ofereceu-lhe o seu estandarte para que o usassem como bandeira.

A fúria de Roma – Quando as autoridades romanas se aperceberam que os perseguidores se tinham tornado defensores do Cristianismo, prenderam os 2 homens. Efísio pediu para ser levado ao templo do deus da guerra, Marte. Mas em vez de fazer sacrifícios ao deus, como esperavam as autoridades, caiu de joelhos e rezou a Jesus. Nesse momento, os ídolos do templo caíram por terra e partiram-se em pedaços. Efísio foi atirado para um forno em chamas, mas não sofreu dano, apesar de outros que se encontravam nas proximidades terem sido consumidos pelas chamas. Efísio e Polito acabaram por ser decapitados e sepultados na Sardenha. Quando os pisanos conquistaram a Sardenha, no século XI, as relíquias dos mártires foram levadas de volta para Pisa e colocadas na catedral. Hoje, Efísio é o padroeiro da Sardenha e o estandarte do Arcanjo São Miguel aparece na bandeira oficial de Pisa.

ITA DE RILLEEDY, santa

Abadessa

Ita nasceu no seio de uma importante família irlandesa, no condado de Waterford. O seu nome de baptismo era Deirdre, e só mais tarde foi chamada Ita, que significa “sede de santidade”. Apesar de ela querer fazer um voto de virgindade, o pai preferia que casasse com um pretendente rico. Após jejuar e rezar durante 3 dias, o pai deu-lhe a sua aprovação e Ita partiu para o condado de Limerick, onde fundou um convento. Prudente e sensata, só aceitou 4 acres de terra na qual produzia comida para sustentar o convento, apesar de lhe terem sido oferecidas maiores extensões. Levava uma vida austera, com jejum e orações, e dedicava uma devoção especial à Santissima Trindade. O resto do tempo era passado a cuidar dos doentes e a ajudar quem procurava o seu conselho.

Professora e mentora – Ita também estabeleceu uma escola para rapazes, muitos dos quais se vieram a tornar Santos. O mais famoso foi Brendan, Abade Clonfert e missionário. Quando este lhe perguntou quais eram as 3 coisas que mais agradavam a Deus, ela respondeu: “Verdadeira Fé em Deus com um coração puro, uma vida simples com espírito agradecido e generosidade inspirada pela caridade”. Foram-lhe atribuídos muitos milagres, desde devolver a vida a um homem que tinha sido decapitado até viver unicamente com alimentos vindos do céu. Dotada do dom da profecia, era muito admirada e respeitada pelos seus contemporâneos. Ita é talvez a mais famosa Santa da Irlanda, depois de Santa Brígida; é por vezes chamada a “Brígida de Munster”.

 

SABA DA SÉRBIA, SANTO

Bispo da Sérvia

Nascido em 1174, Sava (ou Saba) era o filho mais novo do Príncipe Estevão I da Sérvia, o governante que conseguiu a independência do Império bizantino. Atraído mais pela vida espiritual do que pela política, Saba tornou-se monge em 1191, quando entrou para um mosteiro no Monte Athos, na Grécia, aos 17 anos. Em 1198, seu pai abdicou do trono e reuniu-se a Saba no mosteiro. Juntos, fundaram Khilandari, um mosteiro para monges sérvios no Monte Athos que existe ainda hoje. Em 1206, Saba regressou à Sérvia para resolver uma disputa entre os seus irmãos sobre a herança. Nos 25 anos seguintes, trabalhou arduamente para converter os sérvios, muitos dos quais adoravam os deus pagãos.

Construir uma Igreja – Para formar sacerdotes sérvios, Saba fundou o Mosteiro de Studenica e também outros mais pequenos. Também foi a Nicaea para persuadir o Imperador bizantino, Teodoro II, e o Patriarca do Oriente, Germano I, a nomear um Bispo para a Sérvia, um passo que fortaleceria a posição da Igreja nessa zona. Em 1219, Saba foi ordenado o primeiro Bispo da Sérvia. Como Bispo, Saba encomendou a tradução dos ensinamentos cristãos ortodoxos do grego para o sérvio e também escreveu duas Regras monásticas. Os seus esforços incansáveis para organizar a Igreja foram em larga medida responsáveis pela reforma da vida religiosa na Sérvia. Mais tarde, fez várias peregrinações a Jerusalém. Faleceu a 14 de Janeiro de 1237, na Bulgária, no regresso da Terra Santa.

Dácio de Milão, Santo

Bispo

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Dácio de Milão, Santo

Martirológio Romano: Em Milão, na região de Ligúria (hoje Itália), sepultura de são Dácio, bispo, que na controvérsia dos “Três Capítulos” defendeu a sentença do papa Vigil, ao qual acompanhou a Constantinopla, onde morreu (552). São Dácio viveu em tempos muito agitados. Durante a maior parte de seu episcopado, que durou pelo menos de 530 a 552, teve que defender constantemente os interesses temporais e espirituais de sua Igreja. Para salvar a cidade de Milão, dos godos, se aliou com Belisário, que desgraçadamente não pôde enviar-lhe reforços antes de que a cidade fosse atacada e saqueada. É possível que Dácio ata sido feito prisioneiro e libertado depois, graças à influência de seu amigo Casiodoro. Expulso de Milão, o bispo se refugiou em Constantinopla, onde, o ano 545 apoiou valentemente ao Papa Vigilio contra Justiniano, na controvérsia sobre os "Três Capítulos". Parece que Dácio morreu em 552, em Constantinopla, de onde seus restos foram trasladados mais tarde para Milão, sua cidade episcopal. São Gregório o Grande conta em seus “Diálogos", a curiosa história de uma casa em que o diabo costumava aterrorizar aos ocupantes, imitando discordantes e horríveis rugidos de feras. São Dácio entrou sem temor na casa, pôs em fuga o demónio e restaurou a paz.

Santo Eufrásio, Bispo

Em Auvérnia (hoje Clermont-Ferrand), em Aquitânia (hoje França), santo Eufrásio, bispo, de que são Gregório de Tours louva a hospitalidade (515/516)

São Fermín (Firmino), Bispo

Na região de Gévaudan (hoje França), são Fermín, bispo (século V).

Fulgêncio de Écija, Santo

Bispo

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Fulgêncio de Écija, Santo

Martirológio Romano: Na cidade de Écija, na província romana de Bética (hoje Espanha), são Fulgêncio, bispo, irmão dos santos Leandro, Isidoro e Florentina. Seu irmão Isidoro lhe dedicou seu tratado Dos ofícios eclesiásticos (c. 632).Filho de Severiano e Túrtura. Seu pai foi um nobre visigodo, São Fulgêncio foi o segundo dos cinco irmãos, quatro dos quais foram considerados santos pela Igreja Católica Romana e a Igreja Católica Ortodoxa. Seus outros irmãos canonizados são Santo Isidoro, São Leandro e Santa Florentina. Todos eles são conhecidos como os Quatro Santos de Cartagena. São Fulgêncio nasceu em Cartagena em torno do ano 540 e cedo sua família se traslada a Sevilha. Na dita cidade seriam arcebispos seus irmãos São Leandro e Santo Isidoro.São Fulgêncio foi Bispo, ocupando a sede de Écija e, em duas ocasiões, a de Cartagena. Homem eloquente e um grande orador, Recaredo lhe encomendou diversas missões para o seu reino. Foi considerado um homem sábio, sendo elevado ao posto de Doutor da Igreja em 1880 por Pío IX. São Fulgêncio é Padroeiro das Dioceses de Placência e Cartagena e desde o século XVI dá nome ao seminário diocesano. Também é o padroeiro da cidade de Placência.

São Glicério, diácono e mártir

Em Antioquia de Síria (hoje Turquia), são Glicério, diácono e mártir

Nino (Nina, Cristiana) de Geórgia, Santa Virgem

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Nino (Nina, Cristiana) de Geórgia, Santa

Martirológio Romano: Na região dos iberos, ao outro lado do Ponto Euxinio (atual Geórgia, junto ao mar Negro), santa Nino, que sendo cristã foi levada para aquele país, onde, por sua vida santa, suscitou a reverência e admiração de todos, até ao ponto de que a própria rainha, a quem curou um de seus filhos com suas orações, o rei e todo o povo abraçaram a fé cristã (século IV).Etimologia: Nino = juramento de Deus. Vem da língua hebraica. Esta jovem escrava da corte real de Mzkheta, não longe de Tbilisi, Geórgia, festeja-se hoje na Igreja de Oriente e na de Ocidente em 15 de Dezembro. Graças a que há pessoas que se preocupam pela vida dos outros, conhecemos a vida desta rapariga pelas obras do escritor eclesiástico Rufino. É ele quem nos traça uma pequena lembrança de Nina. Logrou sua conversão na Ibéria, como se chamava anteriormente o que é hoje Geórgia. Provinha do Egito como uma escrava cristã cativa. A colocaram a trabalhar na corte. Apesar de que ninguém era cristão, ela soube manter sua fé apesar dos pesares. Ganhou a corte, não só por sua beleza física – que era muito elegante – mas, sobretudo, por sua virtude, seu grande amor já que cedo chegaria a ser amada por todos. Aconteceu algo singular. Uns pais lhe pediram que curasse a seu filho. Nina orou com tal fervor e com tal fé que o rapaz se curou. Graças a isto, a rainha mandou que estivesse sempre a seu lado. Também se pôs enferma a soberana Nana. E pelas orações de Nina se curou também. Então o rei sentia em sua alma o desejo de a recompensar de alguma maneira. Ela lhe disse que o melhor favor que podia fazer-lhe, seria que se convertesse ao cristianismo. O rei apresentou o tema a sua mulher. Passado algum tempo, o rei lhe rogou ao arcebispo de Constantinopla que lhe enviasse um bispo para evangelizar seu reino. Estamos no século IV. Quando começou a evangelização de Geórgia, Nino se foi à região de Bobdé. Morreu no ano 335. Em Mzekheta há uma pequena capela que recorda em nossos dias o baptismo de Geórgia. ¡Felicidades a quem levem este nome! A solidão é o império da consciência” (Cármen Díez de Ribera). Comentários ao P. Felipe Santos: mailto:fsantossdb@hotmail.com

Odão de Novara, Beato

Monge Cartuxo

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Odón de Novara, Beato

Martirológio Romano: Em Tagliacozzio, em Abruzo (hoje Itália), beato Odón de Novara, presbítero da Ordem dos Cartuxos (c. 1200). O Beato Odón monge cartuxo do século XII, é um dos poucos homens de Deus daquela época, sobre o que temos documentos de primeira mão. O Papa Gregório IX mandou que se fizessem investigações sobre sua vida com o fito da sua canonização, e as declarações dos testemunhos que chegaram até nós. Um ou dois extractos delas nos darão uma ideia da personalidade de Odón. "Maestro Ricardo" bispo de Trivento, depois de haver jurado pelo Espírito Santo, ante os Evangelhos, que diria a verdade, afirmou que ele havia conhecido o bem-aventurado Odón como a um homem temente de Deus, modesto e casto, entregue noite e dia à vigília e à oração; que vestia ásperas túnicas de lã e vivia numa estreita cela, de que não saía mais que para orar na igreja, e que obedecia sempre ao sino, quando este o chamava ao oficio. Quantos foram a ele se sentiram animados no serviço de Deus. Lia constantemente as Escrituras e, apesar de sua avançada idade, se empregava em sua cela em trabalhos manuais para não ser presa de ociosidade. O bispo dá em seguida um breve resumo da vida de Odón, e faz notar que havia sido nomeado prior do novo mosteiro cartuxo de Geyrac, em Eslavonia. Mas que a cruel perseguição de que o havia feito objecto o bispo Dietrich o obrigou a abandonar essa comunidade, e ir a Roma para pedir permissão ao Papa de renunciar a seu cargo. A anciã abadessa de um mosteiro de Tagliacozzo lhe havia oferecido hospedagem, e impressionada por sua santidade, obteve licença de o guardar como capelão da comunidade. Muitos outros testemunhos da edificante vida de Odón falaram de suas austeridades, de sua caridade e de sua humildade. Um deles, o arcipreste Oderisio, atesta que esteve presente nos últimos momentos de Odón, e que "este se achava encostado no chão da dita cela, vestido com uma camisa de cerdas, e que dizia em sua agonia: ´Espera um pouco, Senhor, espera um pouco; já vou a Ti´; e quando os presentes lhe perguntaram com quem falava, respondeu: ´Com meu Rei, a quem estou vendo e em cuja presença me acho´. Ao pronunciar estas palavras, o bem-aventurado Odón se endereçou, como se alguém lhe estendesse a mão, e com elas estendidas, passou ao Senhor". Isto acontecia em 14 de Janeiro do ano 1200, e com a idade de Odón se calculava em cem anos. O beato obrou muitos milagres em vida e depois de sua morte, mas tinha horror de que as gentes lhe atribuíssem poderes sobrenaturais. "Irmão - disse a um homem que solicitava sua ajuda - ¿porque te ris de mim que sou um malvado pecador e um saco de putrefacção? Deixa-me em paz; o único que pode curar-te é Jesus Cristo, o Filho de Deus vivo"; e ao dizer isto, se lhe soltaram as lágrimas. O enfermo ficou nesse instante são de uma enfermidade que, segundo o testemunho, que o havia conhecido pessoalmente, o atormentava desde havia muitos anos. O culto do beato Odón foi confirmado em 1859.

Odorico de Pordenone, Beato

Missionário Franciscano

odorico-pordenone

Odorico de Pordenone, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Udine, na região de Veneza (hoje Itália), beato Odorico de Pordenone Mattiuzzi, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores, que viajou pelas regiões dos tártaros, dos índios e dos chineses até à principal cidade de China chamada Kambalik. Em todas essas regiões converteu a muitos à fé de Cristo com sua pregação do Evangelho (1331). Franciscano, sacerdote, missionário por terras de Oriente. Seu culto foi aprovado por Bento XIV em 2 de Julho de 1775, e sua festa se celebra em 14 de Janeiro, aniversário de sua morte em Udine. Nascido em Villanova de Pordenone, província de Friul (Itália), em 1265, Odorico foi uma espécie de Marco Polo mas de hábito, viajando em prol das almas. Antes de pedir permissão para ir ao Oriente como missionário, Odorico havia levado vida eremítica e havia desenvolvido atividades apostólicas em seu Friul natal. Humilíssimo e penitente, rigoroso e silencioso, este irmão que se vestia de túnica marrom, caminhava descalço e se alimentava de pão e água, estava bem preparado para a vida missionária e para as viagens longas e incómodas. E sua viagem foi bem longa, pois durou 33 anos. De Veneza a Trebisonda, de onde seguiu por terra. Penetrou na Arménia, atravessou a Pérsia, e em Ormuz se embarcou de novo até chegar à Índia. Na Índia recolheu as relíquias de quatro franciscanos martirizados, e voltou a embarcar. Finalmente chegou a Zaiton, na China do Sul. Em Zaiton frei Odorico se sentiu como em sua casa. Os franciscanos já tinham ali dois florescentes conventos. Fazia quase um século que os Irmãos Menores haviam feito seu caminho até ao Oriente. O primeiro intento missionário, o de Juan de Pian Carpino, companheiro de São Francisco, não havia tido o êxito esperado; mas mais tarde, outro franciscano italiano, Juan de Montecorvino, não somente havia chegado a China, mas que havia permanecido ali longamente, chegando a ser arcebispo e Patriarca do Extremo Oriente desde a cátedra arcebispal de Kambalik, o atual Pequim, capital do império mongol e sede do Grande Khan. Odorico chegou ali em 1325 e permaneceu três anos. Juan de Montecorvino e seus franciscanos já haviam realizado milhares de conversões. Odorico não foi menos. Em breve tempo administrou milhares de baptismos. Mas o velho arcebispo quis que o frade de Friul regressasse a Itália para contar ao Papa a situação do Oriente e para pedir novos missionários para a extensa diocese. Odorico se pôs a caminho, desta vez por terra. Cobriu esta longa distância em pouco mais de dois anos e em 1330 estava de regresso a Veneza. Quis ir de imediato a onde o Papa estava em Avinhão, mas em Pisa adoeceu gravemente. Fez-se levar ao convento de Pádua, onde ditou a um irmão de sua Ordem a relação de sua viagem e das atividades missionárias dos franciscanos no Extremo Oriente, que outro apresentou ao Papa de parte do irmão enfermo. Entretanto Odorico morria em seu convento de Udine em 14 de Janeiro de 1331, aos 66 anos de idade, outros 50 missionários franciscanos partiam para Khambalik a prosseguir a obra apostólica iniciada e desenvolvida heroicamente por estes invictos pioneiros do Evangelho.

Potito, Santo

Mártir Adolescente

potito

Potito, Santo

Martirológio Romano: Comemoração de são Potito, mártir, que, depois de ser atormentado na cidade de Sárdica, na antiga província romana de Dácia (hoje Roménia), alcançou finalmente o martírio ao ser executado pela espada (s. inc.) As Atas que os bolandistas apresentaram sobre este mártir, não inspiram nenhuma confiança. Nelas, se apresenta a Potito como originário de Sardenha, convertido ao cristianismo, sendo ainda menino, e sem que seu pai - que era idólatra - o soubesse Ao inteirar-se este da conversão de seu filho, meteu-o na cadeia. Mas Potito, com suas orações e ensinos conseguiu convertê-lo. Em seguida, não podendo resolver-se a viver entre pagãos, se refugiou numa cidade que não se há podido identificar (Valeria ou Gárgara). Ali curou a lepra a uma mulher de um senador chamado Agatón, e converteu a toda sua família. A fama desta conversão chegou até Roma. Se mandou trazer a Potito, que livrou de um demónio à filha do imperador; mas esta cura se atribuiu à magia. Quiseram obrigar o jovem a que adorasse aos deuses do império, mas ele se recusou e morreu nos tormentos em Roma, ou numa cidade do sul de Itália. Os bolandistas não têm melhor informação sobre a sorte que coube às relíquias do mártir. Se diz que haveriam sido trasladas de Asculum a Sardenha com as de São Efisio, cuja festa se celebra em dia 15 de Janeiro. Todavia se honra a São Potito em Nápoles, onde lhe foi dedicada uma igreja. Os beneditinos, que celebram seu ofício nesta igreja, obtiveram do Papa Clemente XII um ofício especial em sua honra. Os hinos deste ofício hão sido editados pelos bolandistas. A festa do santo mártir não está assinalada mais que nos martirológios relativamente novos.

37790 > Sant' Ableberto (Emeberto) Vescovo 15 gennaio MR

 
37860 > Beato Angelo da Gualdo Tadino Eremita 15 gennaio MR

 
30900 > Sant' Arnoldo Janssen Fondatore 15 gennaio MR

 
37830 > Sant' Arsenio di Reggio Calabria Eremita 15 gennaio MR

 
37820 > San Bonito di Clermont Vescovo 15 gennaio MR

 
90315 > San Botonto Martire 15 gennaio


94510 > San Ceolwulf Re di Northumbria 15 gennaio


91033 > San Cosma il Melode Vescovo di Mayuma 15 gennaio


93936 > San Diego de Soto Martire mercedario 15 gennaio

 

 

37800 > Sant' Efisio di Cagliari Martire 15 gennaio


90873 > San Francesco Fernandez de Capillas Domenicano, martire 15 gennaio MR

 
95695 > Beato Gaspare Daverio Suddiacono francescano, martire 15 febbraio

 
91770 > Beato Giacomo l'Elemosiniere Terziario 15 gennaio MR

 
95696 > Beato Giovanni Bodeo Religioso e martire 15 febbraio


90993 > San Giovanni Calibita 15 gennaio MR

 
91036 > Sant' Ita (Ida) Vergine 15 gennaio MR

 
37810 > San Malardo di Chartres Vescovo 15 gennaio MR

 
37850 > San Mauro Monaco 15 gennaio MR

 
90337 > Beato Nicola Gross Martire 15 gennaio MR

 
37840 > Beato Pietro di Castelnau Sacerdote certosino, martire 15 gennaio MR

 
37770 > San Probo di Rieti Vescovo 15 gennaio MR

 
37950 > San Romedio Eremita 15 gennaio MR

 
93671 > San Sawyl Felyn Re di Dyfed 15 gennaio


37760 > Santa Secondina di Anagni Martire 15 gennaio MR

 
37780 > Santa Tarsicia Martire venerata a Rodez 15 gennaio MR

 
91863 > Vergine dei Poveri di Banneux 15 gennaio


38050 > San Viatore di Bergamo Vescovo 15 gennaio

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca
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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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  • António Fonseca