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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Nº 1534-(2) - O ANTIGO TESTAMENTO - NÚMEROS (3) - 18 de Janeiro de 2013

2013

Terminado o

Ciclo das Festas de Natal

continuo, no entanto, a desejar a todos os meus leitores

um BOM ANO

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Caros Amigos:

Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:

GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, (Estes já estão…) – Faltam apenas 1080 páginas… sejamos optimistas.

NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!

Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!

SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos. Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.

Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.

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Nº 1534 - 2ª Página

18 de Janeiro de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

N Ú M E R O S

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Mapa com a distribuição das 12 tribos de Israel

3 – OS FILHOS DE AARÃO E OS LEVITASEsta é a descendência de Aarão e de Moisés, na data em que o Senhor falou a Moisés sobre o monte Sinai. Estes são os nomes dos filhos de Aarão: Nadab, o primogénito; depois Abiú, Eleazar e Itamar. São estes os nomes dos filhos de Aarão, que foram ungidos, e cujas mãos foram consagradas, para exercerem as funções do sacerdócio. Nadab e Abiú morreram diante do Senhor, por terem apresentado na Sua presença um  fogo profano, no deserto do Sinai. Não deixaram filhos. Mas Eleazar e Itamar exerceram o sacerdócio na presença de Aarão, seu pai. O Senhor disse a Moisés: «Manda aproximar a tribo de Levi e apresenta-a ao sacerdote Aarão, para o auxiliarem. Os levitas cumprirão os seus deveres e os de toda a congregação diante da tenda da reunião, fazendo o serviço do tabernáculo. terão a seu cargo todos os utensílios da tenda da reunião e farão o serviço dos filhos de Israel. Recomenda a Aarão e a seus filhos que olhem pelo ministério. O estranho que nele tomar parte será punido com a morte». O Senhor disse a Moisés: «Na verdade tomei os levitas do meio dos filhos de Israel, em vez de todos os primogénitos, primícias da maternidade dos filhos de Israel. Os Levitas pertencem-Me, porque todo o primogénito Me pertence. No dia em que fulminei todos os primogénitos na terra do Egipto, consagrei a Mim todo o primogénito de Israel, desde o homem até ao gado. Pertencem-Me. Eu sou o Senhor». O Senhor falou a Moisés, nestes termos, no deserto do Sinai. «Conta os filhos de Levi, segundo as casas de seus pais, por famílias; contarás todos os varões de um mês para cima». Moisés contou-os, conforme o Senhor lhe tinha ordenado, e os nomes dos filhos de Levi eram os seguintes: Gerson, Caat e Merari. Eis os nomes dos filhos de Gerson, com as suas famílias: Libni e Semei. Filhos de Caat, com as suas famílias; Amram e Jesar, Hebron e Uziel. Filhos de Merari, com as suas famílias: Mooli e Musi. Estas são as famílias dos levitas segundo as casas de seus pais. De Gerson descendem as famílias dos libnitas e dos semeitas. E estas são as famílias que descendem de Gerson. Contadas pelo total dos varões, de um mês para cima, compunham-se de sete mil e quinhentos homens. As famílias descendentes de Gerson deviam acampar a ocidente, atrás do tabernáculo. O chefe da família dos gersonitas, era Eliasaf, filho de Lael. Os filhos de Gerson deviam guardar, na tenda da reunião, o tabernáculo e a tenda com as suas coberturas, o véu da entrada da tenda da reunião, as cortinas do átrio e a cortina da entrada do átrio, que se estende à volta do tabernáculo e do altar, assim como as cordas necessárias ao seu serviço. De Caat descende a família dos amramitas, a família dos jesaritas, a dos hebronitas e a dos uzielitas. Foram estas famílias descendentes de Caat. O total dos varões, de um mês para cima, foi de oito mil e seiscentos homens, encarregados de velar pelo santuário. As famílias dos filhos de Caat deviam ocupar o flanco sul do tabernáculo. O chefe da família dos descendentes de Caat era Elisafan, filho de Uziel. Estavam confiados à sua guarda: a arca, a mesa, o candelabro, os altares e os utensílios sagrados, que serviam para o ministério e o véu, com tudo o que lhe dizia respeito. O chefe geral dos levitas era Eleazar, filho do sacerdote Aarão e tinha a seu cargo a inspeção dos que estavam encarregados da guarda do santuário. De Merari descende a família dos moolitas e a família dos musitas. Foram estas as famílias de Merari. O seu contingente, de acordo com a relação de todos os varões, de um  mês para cima, foi de seis mil e duzentos homens. O chefe da família dos descendentes de Merari era Suriel, filho de Abiail. E deviam acampar ao norte do tabernáculo. Depósito entregue à guarda dos meraritas: as pranchas do tabernáculo, as travessas, as colunas com suas bases, todas as peças e tudo o que lhes dizia respeito: as colunas que contornavam o átrio, com as suas bases, os cravos, as estacas e as cordas. Dos que estacionavam diante da parte oriental do tabernáculo, diante da tenda da reunião, ao nascente, estavam encarregados Moisés, Aarão e os seus filhos,  incumbidos da guarda do santuário, em nome dos filhos de Israel. O estranho, que se aproximasse seria punido com a morte. O total dos levitas, dos varões de um mês para cima, contados por Moisés e Aarão, por ordem do Senhor, segundo as suas famílias, foi de vinte e dois mil homens. O Senhor disse a Moisés: «Conta todos os varões de um mês para cima, primogénitos dos filhos de Israel, e faz uma relação dos seus nomes. Outorgar-Me-ás os levitas a Mim, o Senhor, em lugar de todos os primogénitos do gado dos filhos de Israel, e o gado dos levitas em lugar dos primogénitos do gado dos filhos de Israel». E Moisés contou todos os primogénitos dos filhos de Israel, conforme o Senhor lhe tinha ordenado. O total dos primogénitos varões, contados pelos seus nomes, da idade de um mês para cima, foi de vinte e dois mil e duzentos e setenta e três. E o Senhor falou assim a Moisés: «Toma os levitas em lugar de todos os primogénitos dos filhos de Israel, e o gado dos levitas em lugar do gado deles: os levitas pertencer-Me-ão, a Mim, o Senhor. Para o resgate dos duzentos e setenta e três primogénitos israelitas que excederam o número dos levitas, tomarás cinco siclos por cabeça; tomá-los-ás segundo o peso do santuário, que é de vinte gueras por siclo. E darás este dinheiro a Aarão e aos seus filhos como resgate dos excedentes». Moisés recolheu o total do dinheiro do resgate, dado pelos que excediam o número dos que tinham  sido resgatados pelos levitas. Foi dos primogénitos dos filhos de Israel que recebeu essa importância, a qual somava mil trezentos e sessenta siclos, segundo o peso do santuário. E Moisés entregou o total do resgate a Aarão e aos seus filhos, conforme a ordem que o Senhor lhe tinha dado.

 

 

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Mapa da distribuição das tribos de jacob – ISRAEL

Textos do LivroNÚMEROSdo ANTIGO TESTAMENTO

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18 de JANEIRO de 2013 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Nº 1534-1 - (18-13) - SANTOS DE CADA DIA - 18 de Janeiro de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1534

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ANO D E 2 0 1 3


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Nº 1534-1 - (18-13)

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Nº 1534-1 – (18-13)

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Hoje é também o

1º Dia do

«Oitavário pela Unidade da Igreja”

 

 

MARGARIDA DA HUNGRIA, Santa
Virgem (1242-1270)

Margarita de Hungra, Santa

Margarida de Hungria, Santa

1241: Ano tremendo para a Polónia e para a Hungria. O tártaro Ogotai de posse dum império que se estendia do Oceano Pacifico aos Cárpatos e ao Vístula, e da zona glacial ártica do Mar Negro, ao golfo pérsico e ao Oceano Índico – com o intento de conquistar o mundo inteiro de então, venceu os polacos em Liegnitz e logo a seguir dessangrou a Hungria do rei Bela IV. Pretendia aprisioná-lo e servir-se dele para dominar o Estado da casa de Arpad.

Por felicidade, o Rei foi defendido heroicamente pelos seus mais esforçados homens. A família, por sua indicação, correra a refugiar-se até junto ao Mar Adriático, na costa oriental. Aí, no castelo roqueiro de Ulissa, nasceu, na Primavera de 1242, Santa Margarida da Hungria, décima filha dos soberanos deste reino.

Foi batizada ao ar livre, na ilha de Trau, por um dos poucos bispos sobreviventes húngaros; um terço da população tinha perecido. O pai disse solenemente nessa altura: «Senhor Jesus, consagro-te esta menina; dispõe, Senhor, que torne a existir a Hungria; torna a ser misericordioso e salva o teu povo; assim, os nossos lábios e o nosso coração não pararão de dar-Te graças». Logo a seguir, foram todos os guerreiros presentes armar-se, certos de que os tártaros chegariam na noite que ia seguir-se. Felizmente não chegaram a vir, nem mesmo à costa Dálmata, visível da ilha. Veio depois a saber-se que eles, se entravam na Hungria como um tufão, com a mesma velocidade sairiam dela, banhada em sangue. Mas o batizado dramático imprimiu carácter em toda a vida da menina oferecida em sacrifício.

O Rei e a Rainha não se esqueceram da oferta. Por isso, logo que ela atingiu quatro anos, levaram-na a um convento de religiosas dominicanas, a fim de ser educada e dirigida espiritualmente. Já com dez anos, foi transferida para o mosteiro construído por seu pai na ilha do Danúbio, mesmo no coração da capital húngara. Ao lado surgia também, na chamada “ilha das lebres”, antes simplesmente terreno de caça, um castelo real para os pais da princesa estarem, bem, perto da filha. E o nome da propriedade ficou a ser “ilha de Margarida”, fiadora da proteção divina na iminência de futuras investidas e centro de peregrinações. O povo húngaro ficou a considerá-la como defensora contra os tártaros, com  a santidade de vida e as orações. Ela aceitou de bom grado esta missão, agora já não inconscientemente, de ser holocausto pela Nação toda. E a causa da Hungria, porta oriental do mundo cristão, ficou sendo causa da cristandade universal. Por uma e outra se empenhou ela com penitências e altíssima oração; uma espécie de dissolução de todo o ser humano na Divindade, dissolução que não pode cifrar-se no cárcere das palavras.

À medida que progredia na idade, crescia Margarida na sabedoria e foi-se transformando em autoridade, cuja opinião era pedida. Com 16 anos e sendo solteira, segundo o costume real atingiu a maioridade e podia mostrar-se voluntariamente queria ou não manifestar-se como voluntário refém ou penhor da pátria. Com, esta liberdade fez votos religiosos, entrando definitivamente na ordem dominicana. Pouco antes, tinha-lhe comunicado o Arcebispo de Esztergom que o Papa Alexandre III a dispensava do voto dos pais, caso o interesse da nação se manifestasse diferentemente ou caso ela não sentisse vocação para tanto. A Infanta acabou, porém, com tais hesitações. “Nunca serei noiva senão de Jesus Cristo”. Aceitou plenamente a vocação que lhe veio de Deus, por meio dos pais e dos interesses da Pátria.

Ainda assim, foi desejada como rainha por várias cortes. Manifestou-se, primeiro, o rei da Boémia e Morávia; os pais deixaram-na livre, e o Primaz ofereceu-lhe igualmente a liberdade, declarada em nome do Papa Urbano IV. Ao pedido do Soberano, profundamente inclinado e de mão no coração, respondeu ela, estando acompanhada da prioresa: «Honras-me sobremaneira, rei valente e poderoso, ao desejares que seja tua mulher, e está muito longe de mim desprezar a vocação de esposa. Mas como poderia fazê-lo, tendo presente o exemplo da bem-aventurada Virgem Maria, como também a dedicação da minha própria mãe querida, de quem  sou a décima filha? Mas eu não nasci para ser esposa e mãe. A minha tarefa é completamente diversa. Por isso peço que te vás embora sem te zangares, e busca para ti uma esposa que possa fazer-te ditoso. Eu, ó rei, não poderia fazer-te feliz». Ottohar ficou pesaroso e ainda mais duas vezes tentou convencer Margarida por meio de embaixadores.

Semelhantes foram os projetos e semelhantes as negativas recebidas por Carlos de Anjou. Mas já neste segundo pedido foi observado que Margarida estava envelhecida com mortificações internas, disciplinas e jejuns, e com a oração muito prolongada até perder o conhecimento. E contribuíram para a sua morte prematura o sofrimento e as lutas da pátria e da família, que embatiam no coração de tão grande patriota e tão boa filha. Veio a falecer a 18 de janeiro de 1270. Viva ou moribunda, cumpriu sempre o grande compromisso, de acordo com a convicção firmíssima de todo o povo húngaro. E salvou a pátria.

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Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

LIBERTO ou LEOBARDO, Santo

Recluso (593)

Nascido na Alvérnia, França, faleceu também em França, em Tours, a 18 de Janeiro de 593. Enquanto procurava conhecer a vocação que Deus lhe reservara, dava-se às belas letras. Não pensava em casamento. Mas um dia o pai comunicou-lhe que o tinha dado como noivo a quem era dotada “de qualidades de todo o género”. Não querendo contrariar o pai, esperou. Entretanto este morreu, e Liberto ofereceu a sua noiva a um irmão. E dirigiu-se como peregrino a Tours, a fim de visitar o túmulo de S. Martinho.

Lá conheceu o seu colega de província, S. Gregório de Tours. E compreendeu que o mundo não era feito para ele, mas encontraria a felicidade na solidão. Comprou uma gruta, que ampliou usando a picareta. Lá se estabeleceu, e foi para toda a vida. Lá orou, estudou a Sagrada Escritura, fabricou pergaminhos para ganhar o pão, e confortou almas aflitas que lhe vinham contar as mágoas. Livros, emprestava-lhos o seu santo amigo.

Este deixou-nos a narração da morte de Liberto. Adoeceu em Outubro. A seu pedido, escreveu Gregório, levei-lhe as eulogias (a Eucaristia). No principio do ano seguinte, Liberto pediu ao irmão, seu ajudante, que saísse da caverna; queria morrer só. “E foi assim que expirou; só, quer dizer: unicamente na companhia dos anjos”.

 

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

PRISCA ou PRISCILA, Santa

Virgem mártir (250)

Prisca o Priscila, Santa

O nome significa antiga, dos primeiros tempos. Segundo alguns, foi martirizada na época de Tibério (45-54); seria assim “a primeira mártir do Ocidente”. Aos 13 anos, diz-se, foi batizada em Roma por São Pedro. Atribui-se-lhe ter sido sepultada nas catacumbas de Priscila, às quais terá dado o nome; Priscila é diminutivo de Prisca. Outra tradição pretende que a mártir seja do século III, da perseguição de Cláudio II, o Gótico (268-270). Seja como for, o seu culto é dos mais antigos.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

JAIME HILÁRIO BARBAL COSÁN, F. S. C. (Irmão) – Beato

(1898-1937)

Veio ao mundo em Enviny na diocese de Urgel (Espanha), a 2 de Janeiro de 1898. Depois de sete anos de estudos no seminário diocesano, sentindo vocação para a vida consagrada, escolheu o Instituto dos Irmãos das Escolas Cristãs. Entrou no noviciado de Mollerusa em Setembro de 1916. sendo um religioso exemplar, alegre, piedoso, de grande devoção ao Santíssimo e à Mãe de Deus, fez a profissão a 27 de Julho de 1919.

Dedicou-se ao ensino durante alguns anos, mas sendo atacado de surdez, passou a exercer as funções de cozinheiro e hortelão, sempre com simplicidade, alegria e humildade.

Tendo estalado a perseguição religiosa em Espanha, o Irmão Jaime Hilário foi preso no dia 24 de Agosto de 1936. Sofreu muitíssimo nas diversas prisões por onde passou até que a 18 de Janeiro de 1937 foi sacrificado pelos inimigos de Deus e da Igreja.

João Paulo II, na cerimónia de beatificação na Praça de S. Pedro, a 29 de Abril de 1990, assim se referiu ao heroico Servo do Senhor:

«Juntamente com a comunidade de Turón, temos hoje a alegria de proclamar Beato outro Irmão das Escolas Cristãs, Jaime Hilário, imolado em Tarragona em 1937. A trajetória excepcional deste religioso, modelo de homem de fé na constante busca da vontade de Deus, manifesta-se por caminhos insuspeitáveis. A fidelidade por ele aprendida de seus pais, num lar solidamente cristão, foi uma constante da sua vida. Do exemplo cristão dos seus pais ficaram-nos testemunhos significativos, concretamente nas cartas dirigidas à sua família. Assim se expressava ele em catalão, sua língua vernácula:

O meu pai é um cristão exemplar e modelo de cidadãos honrados. É irrepreensível na sua conduta, nas suas palavras e procedimentos. A minha mãe, era uma santa. Viveu semeando por toda a parte doçura e amor. A recordação da minha mãe anima-me, ampara-me, segue-me e jamais se apagará de mim”.

À luz destes testemunhos se compreende melhor  a importância que este educador e insigne catequista dava ao papel dos pais na educação das crianças e dos jovens».

AAS 82 (1990) 456-60; L’ OSS. ROM. 6-5-1990.

Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Andrés Grego de Peschiera, Beato
Sacerdote Dominicano,

Andrs Grego de Peschiera, Beato

Andrés Grego de Peschiera, Beato

Martirológio Romano: No convento de Morbegno, nos Alpes italianos, beato Andrés Grego de Peschiera, presbítero da Ordem de Pregadores, que andando a pé visitou repetidas vezes aquela região, onde vivia austeramente junto dos pobres e tratava de conciliar fraternalmente a todos (1485). Data de beatificação: Pío VII confirmou seu culto em 26 de setembro de 1820. Andrés Grego, nasceu em Peschiera (Itália) em 1400 de piedosos pais, originários de Lago de Garda. Recebeu o hábito em Brescia dentro da congregação lombarda no momento de maior esplendor da disciplina regular promovida pelo B. Antonio della Chiesa, levando a cabo seus estudos no convento de São Marcos de Florença. Terminado o período de formação e ordenado presbítero dedicou toda sua vida à pregação, especialmente em Valtellina, região abrupta e fria a norte de Itália, que santo Domingo evangelizou nos últimos anos de sua vida, prodigalizando incansavelmente em favor daquela pobre gente durante quarenta e cinco anos de duríssimo ministério, que lhe valeu o título de apóstolo de "Valtellina". Percorreu a pé toda a região, vivendo pobremente, passando a noite com os pobres, sempre deitados sobre os sarmentos e conciliando-se deste modo o carinho e tudo por este zelo de caridade apostólica que nascia o exercício heroico de penitência, humildade e obediência. "Um religioso obediente, dizia com frequência, é um religioso santo". Morreu em 19 de Janeiro de 1485 no convento de Morbengo (Sondrio), cuja fundação (1457) havia promovido, e seu corpo repousa em sua igreja paroquial.

Beatriz de Este de Ferrara, Beata
Monja Beneditina,

Beatriz de Este de Ferrara, Beata

Beatriz de Este de Ferrara, Beata

Martirológio Romano: Na cidade de Ferrara, na Emília (hoje Itália), beata Beatriz de Este (Estensis), monja, que ao morrer seu esposo, e renunciando as obrigações seculares, se consagrou a Deus sob a Regra de são Bento, no mosteiro que ela mesma havia fundado (1262). Data de beatificação: Em 1774 pelo Papa Clemente XIV. Esta religiosa era sobrinha da beata Beatriz De Este de Gemmola, cuja festa se celebra em 10 de maio. Ela era de uma família dos Duques Normandos de Apúlia e era filha do Duque de Ferrara, Azzon IX. Estava prometida em casamento com o príncipe Galeazzo Manfredi de Veneza. Quando se dirigia a Milão para se casar, recebeu a triste noticia de sua morte provocada pelas graves feridas da batalha do dia anterior. Beatriz não voltou a sua casa e decidiu dedicar-se só ao serviço de Deus sob a Regra de São Bento, em São Lazzaro, na periferia de Ferrara. Logo fundou o mosteiro beneditino de Santo António de Ferrara e ali se encerrou com outras sete donzelas que quiseram acompanhá-la. Beatriz viveu e morreu (em 1262) com fama de grande santidade. No século XVII se dizia que da tumba de mármore em que descansavam suas relíquias brotava um azeite que obrava surpreendentes curas. Bibliografía: Vida de Santos de Alban Butler Santa Beatriz.VidaConsagrada.net

Cristina Ciccarelli de L´Aquila, Beata
Virgem Agostinha,

Cristina Ciccarelli de LAquila, Beata

Cristina Ciccarelli de L´Aquila, Beata

Martirológio Romano: Na cidade de L’Aquila, no Abruzo (Itália), beata Cristina (Matías) Ciccarelli, virgem, da Ordem de Santo Agostinho (1543). Data de canonização: Seu culto foi confirmado pelo Papa Gregório XVI em 1841. Mattia Ciccarelli, fruto do matrimónio formado por Domingo e María de Perícolo, nasceu em Colle di Lucoli, província de L’Aquila (Itália), em 24 de fevereiro de 1480. Foi a última de seis irmãos. Já desde a mais tenra idade se distinguiu pelas virtudes da obediência, a humildade e a modéstia. Seu amor pela oração la levava-a a retirar-se no sitio mais escondido da casa e prostrar-se devotamente ante uma imagem da Virgem da Piedade. Às orações unia constantemente mortificações e rigorosos jejuns, flagelando seu corpo para tirar todos os sinais de beleza e impedir assim que fosse admirada. Aos onze anos conheceu o beato Vicente de L’Aquila, que seria seu diretor espiritual e a quem confiou seu íntimo desejo de consagrar-se por completo a Deus abraçando a vida religiosa. Em junho de 1505 entrou no mosteiro de Santa Lúcia das Agostinhas observantes em L’Aquila, onde tomou o véu e mudou seu nome pelo de Cristina. A grande piedade, a submissão mais completa e a absoluta humildade de que deu quotidianamente claras provas, lhe alcançaram em breve a veneração de todas as irmãs de hábito que não tardaram em elegê-la abadessa, cargo para que, muito a pesar seu, foi reeleita repetidas vezes. Conocida por su santidad, por sus visiones y los milagros realizados, Cristina fue visitada continuamente por una gran muchedumbre de personas, desde las más modestas a las más distinguidas. Entre los diversos éxtasis con que Dios quiso favorecerla, dos resultan verdaderamente admirables: el tenido en una solemnidad de la fiesta del Corpus, cuando se la encontró levantada sobre tierra más de cinco palmos, mientras sobre su pecho resplandecía la hostia santa dentro de un ostensorio de oro (expresión con la que suele representarse a la beata), y el acaecido en un viernes y sábado santos, en los que, según su propia confesión, llegó a sentir en su carne gran parte de los dolores de la pasión de nuestro Señor. De salud precaria y afligida por distintas enfermedades, Cristina murió el 18 de enero de 1543. Suprimido el monasterio de agustinas de Santa Lucía el 12 de octubre de 1908, los restos mortales de la beata fueron trasladadas al monasterio de san Amico. El culto público comenzado inmediatamente después de su muerte fue confirmado por Gregorio XVI en 1841.

Facio de Cremona, Beato
Laico,

Facio de Cremona, Beato

Facio de Cremona, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Cremona, na Lombardia, beato Facio (Fazzio), que, ourives de profissão, deixou sua cidade natal de Verona e se mudou para este lugar, levando uma vida penitente e dedicando-se a ajudar a peregrinos e enfermos (1272). Data de beatificação: O beato Papa Pío IX confirmou o culto em 1873. En esa extraordinaria y monumental joya que es la catedral de Cremona, a poca distancia de la urna que contiene las reliquias de san Homobono, patrono de los sastres, está sepultado otro laico santo, auténtico ejemplo de cómo deben ser vividas cotidianamente los preceptos evangélicos. Facio, llamado también Fazzio, nació en Verona en el año 1200, en el seno de una familia muy religiosa. Todavía joven, fue confiado a un maestro orfebre para que aprendiese esa profesión bajo su tutela. Su gran laboriosidad, su buen carácter y su juventud lograron, que con tan sólo 26 años, lograra la fama en toda la ciudad. Eso le trajo como consecuencia la envidia de los otros orfebres, y los ataques recibidos fueron tantos que Facio decidió mudarse a Cremona. Tiempo después volvió a su ciudad natal con la intención de reconciliarse con sus enemigos, pero el ambiente no había mejorado, y algunos de ellos lograron, con mentiras, que él sea encarcelado. En tiempos de una guerra, y por petición de los cremonenses, que lo consideraban su coterráneo, fue liberado y retornó a la ciudad lombarda. En un clima finalmente tranquilo, la orfebrería cedió su puesto al apostolado. Su corazón generoso lo llevaba a ayudar a cuantos estuvieran necesitados, y para ello fundó la fraternidad laical del Espíritu Santo, abriendo en su propia casa un centro de salud, que con los años se convertiría en el Hospital Mayor de la ciudad. El obispo, que lo estimaba mucho, lo nombró visitador general de los monasterios de la diócesis, hecho excepcional para un no consagrado. Ejerció el encargo con el máximo empeño hasta su muerte. En 1240 el beato fundó un hospital en Soncino, a cuyo costado se fundó la iglesia del Espíritu Santo, que inicialmente fue dedicada a su nombre (hoy lleva el título de San Antonio Abad). Murió, aclamado como santo por todos, el 18 de enero de 1272. En el obituario del capítulo de la Catedral, Facio es llamado "Hermano", además hay una narración muy detallada sobre su muerte. Pocos años después un sacerdote de nombre Juan escribió una "Vida" en latín, aportando además una larga lista, con muchos testimonios, de los milagros que el pueblo de Cremona obtenía gracias a su intercesión. La primera biografía impresa fue escrita en 1606 por Leonardo Gregorio. Las reliquias, que muchas veces han sido objeto de reconocimiento, fueron primero veneradas en la iglesia a él dedicada, ahora están en la cripta de la catedral, que además cuenta entre sus tesoros algunas preciosas piezas de orfebrería hechas a mano por el beato. responsable de la traducción: Xavier Villalta

María Teresa Fasce, Beata
Abadessa,

Mara Teresa Fasce, Beata

María Teresa Fasce, Beata

Martirológio Romano: Na cidade de Cassia, em Itália, beata María Teresa (María Juana) Fasce, abadessa do mosteiro da Ordem de Santo Agostinho, que soube unir a ascese e a contemplação junto com obras de caridade com os peregrinos e indigentes (1947). Data de beatificação: 12 de outubro de 1997 pelo Papa João Paulo II. María Teresa nasceu em Torriglia (Génova). De carácter forte e voluntarioso, amante do recolhimento e da oração era também dinâmica e vivaz, compreensiva e disposta a ajudar em qualquer momento que se apresentasse a oportunidade de fazer o bem. O ideal monástico chegou-lhe cedo ao coração, mas teve que orar muito, teve que esperar e sofrer, antes de poder obter o consentimento para entrar no oásis a que Deus a chamava. O Mosteiro de Santa Rita, em Cássia, a recebeu corno postulante aos 25 anos en 1906. Na noite de Natal ofereceu ao Senhor sua juventude, vestindo o hábito agostiniano e, no ano seguinte, na mesma solenidade, selou sua imolação com os votos religiosos. Ela mesma, numa carta a sua irmã, comentou: "Agora não me resta senão começar uma vida verdadeiramente religiosa, em que não tenha que receber um dia alguma reprovação dos anjos ou dos homens". Desde 1914, las jóvenes novicias la tuvieron corno maestra de ejemplo y de palabra. De 1917 a 1920, Dios la llamó a ocupar la grave responsabilidad de Vicaria. De 1920 hasta su muerte, con voto unánime y de trienio en trienio, las hermanas la eligieron abadesa, convirtiéndose en "la Madre" por antonomasia. Testimonios claros, vivos y espléndidos de su actividad corno superiora, fueron y siguen siendo las obras que ella ideó y supo llevar a cabo, superando grandes dificultades, con ánimo indomable y serena sabiduría, destacando entre todas el templo de Santa Rita y la divulgación de su culto por el mundo entero. La pequeña capilla que guardaba el cuerpo de la Santa Taumaturga cuando ella llegó al Monasterio era casi desconocida. Hoy la basílica es meta de cientos de miles de peregrinos que siguen su vida por medio del boletín Dalle api alle rose, por ella misma ideado en el lejano 1923, y que por medio de Santa Rita se acercan a Dios. Éste era precisamente el sueño de la Madre, quien en una carta de 1943, auspiciando el final del conflicto bélico, presagiaba: "Esperemos que pronto el Señor nos conceda la gracia de un final pacífico, y entonces Casia verá un número infinito de personas deudoras de favores recibidos". Al amparo del templo, fueron acogidas por su gran corazón las huerfanitas, que ahora, en gran número, viven en la moderna “colmena Santa Rita”. En torno al monasterio, reflejo de su vida, surgen otras obras importantes, como el seminario agustiniano, el hospital Santa Rita, y la casa de ejercicios. El amor y los sufrimientos de Madre Teresa fueron y son su savia vital. La fragilidad de su cuerpo fue para Teresa un lento, duro y larguísimo calvario. El espíritu la sostuvo hasta el último día. "Me voy de este mundo - escribía - con fe, esperanza y amor. Espero veros pronto allá arriba,... allá donde reina Dios y donde viviremos para siempre bendiciendo las pruebas tenidas en el destierro". Volvió al Padre el 18 de enero de 1947. Sus restos descansan en la cripta, junto a la Santa que tan entrañablemente amó, y espera en paz la hora de la gloria. Si usted tiene información relevante para la canonización de la Beata María Teresa, contacte a: Monache Agostiniane 06043 Cascia (PG), ITALIA

Regina Protmann, Beata
Fundadora,

Regina Protmann, Beata

Regina Protmann, Beata

Martirológio Romano: Na cidade de Braunsberg (atual Braniewo), em Prússia, beata Regina Protmann, virgem, que, cheia de amor pelos pobres, se entregou generosamente ao serviço dos indigentes, fundando a Congregação das Irmãs de Santa Catalina (1613). Data de beatificação: 13 de junho de 1999 pelo Papa João Paulo II. A beata Regina Protmann nasceu no seio de uma família católica burguesa, em Braunsberg – Emelando (atualmente Braniewo, Polónia) em 1552. Aos 19 anos deixou as comodidades da casa paternal para juntar-se a três companheiras, numa velha casinha e ruinosa, para iniciar assim, una vida de comunidade, dedicada a Deus, na pobreza absoluta e ao serviço do próximo. Foi nessas circunstâncias, que inspirada pelo Espírito Santo e com a ajuda de sacerdotes jesuítas, tendo como objetivo dar assistência aos enfermos e necessitados, fundou una congregação de tipo contemplativa - ativa, coisa que naquele tempo era toda uma inovação, porque tão só existiam os conventos de clausura. A Congregação recebeu a aprovação papal em 1662, propagando-se na Polónia e na Lituânia e, depois também na Finlândia, Rússia, Inglaterra, Brasil, Alemanha, Itália e Togo. Dedicou especial atenção à pastoral da mulher. A beata Regina, esquecendo-se de si mesma, abarcava, com um olhar clarividente, as necessidades do povo e da Igreja. As palavras «como Deus queira» se converteram no lema de sua vida. Seu ardente amor a impulsionava a cumprir a vontade do Pai celestial, a exemplo do Filho de Deus. Não temia aceitar a cruz do serviço diário, dando testemunho de Cristo ressuscitado. Morreu em 18 de Janeiro de 1613, depois de um período de longa e dolorosa enfermidade. Na atualidade sua obra conta com umas 120 casas, repartidas por todo o mundo. Fonte bibliográfica: Vatican.va

90752 > Beato Andrea Grego da Peschiera Domenicano 18 gennaio MR

 
91969 > Beata Beatrice II d'Este Monaca 18 gennaio MR

 
38220 > Santi Cosconio, Zenone e Melanippo Martiri 18 gennaio MR

 
90151 > Beata Cristina (Mattia) Ciccarelli da L'Aquila Vergine 18 gennaio MR

 
38240 > San Deicolo Abate 18 gennaio MR

 
38260 > Beato Facio (Fazio) di Cremona 18 gennaio MR

 
38280 > Beate Felicita Pricet, Monica Pichery, Carla Lucas e Vittoria Gusteau Martiri 18 gennaio MR

 
93935 > Beato Giovanni de Laers Mercedario 18 gennaio

 
38200 > Santa Margherita d'Ungheria Principessa e religiosa 18 gennaio MR

 
74060 > Beata Maria Teresa Fasce Agostiniana 18 gennaio MR

 
38250 > Santa Prisca Martire 18 gennaio MR

 
91460 > Beata Regina Protmann Fondatrice 18 gennaio MR

 
38210 > Santi Successo, Paolo e Lucio Vescovi e martiri 18 gennaio MR

 
38230 > San Volusiano di Tours Vescovo 18 gennaio MR

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”
  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca
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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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  • António Fonseca